Invencível | Prime Video confirma 5ª temporada para 2027 e revela que dublagem já foi finalizada

A espera pelos novos episódios de Invencível já tem um horizonte definido. O Prime Video confirmou que a 5ª temporada da animação deve chegar em algum momento de 2027, mantendo o padrão de produção mais espaçado, porém consistente, que a série vem adotando desde sua estreia.

Apesar da distância até o lançamento, o desenvolvimento segue em ritmo avançado. Um dos principais indicativos disso é que a dublagem dos novos episódios já foi concluída, o que geralmente significa que a temporada já está bem encaminhada dentro do processo de pós-produção.

O que esperar da nova fase de Invencível?

A história de Invencível acompanha Mark Grayson, um jovem que descobre ter herdado os poderes de seu pai, o poderoso Omni-Man. A partir desse ponto, sua vida muda completamente, levando-o a enfrentar não apenas vilões extremamente perigosos, mas também conflitos familiares e dilemas morais cada vez mais intensos.

A 5ª temporada deve continuar explorando as consequências dos acontecimentos anteriores, aprofundando a jornada de Mark como herói e as marcas deixadas pelas decisões que ele precisou tomar ao longo da série. A tendência é que a narrativa siga ampliando seu tom mais sombrio e emocional, algo que se tornou uma das principais características da produção.

Elenco de vozes segue com grandes nomes

Um dos pilares da série continua sendo seu elenco de voz, que reúne atores conhecidos de grandes produções. Steven Yeun retorna como Mark Grayson, o Invencível, dando vida ao protagonista em sua difícil trajetória entre a vida comum e o peso de ser um super-herói.

Sandra Oh interpreta Debbie Grayson, mãe de Mark, que representa o lado mais humano da história e lida com as consequências emocionais da vida dupla da família. Já J.K. Simmons segue no papel de Nolan Grayson, o Omni-Man, personagem central da trama e responsável por alguns dos momentos mais impactantes da série.

Guardians do Globo continuam sendo peça-chave da trama

Os Guardiões do Globo seguem como uma das principais equipes do universo da série, funcionando como uma espécie de linha de defesa da Terra contra ameaças extremas.

Entre os integrantes, a equipe conta com personagens como Mulher Marcial (Lauren Cohan), Vulto Verde (Sonequa Martin-Green), Marciano (Chad L. Coleman), Vento Vermelho (Michael Cudlitz), Asa Negra (Lennie James) e O Imortal (Ross Marquand).

Cada um deles traz habilidades únicas e histórias próprias, contribuindo para o peso dramático da narrativa e para o equilíbrio entre ação e desenvolvimento de personagens.

Novos heróis e mudanças no time

A série também segue expandindo seu universo com novos personagens que entram para o time dos Guardiões ou aparecem como peças importantes da história.

Entre eles estão Robot (Zachary Quinto), que assume uma posição de liderança com uma mente estratégica complexa, e Atom Eve (Gillian Jacobs), uma das heroínas mais poderosas da trama, capaz de manipular matéria e energia.

Outros nomes como Rex Splode, Dupli-Kate e Monster Girl também ganham destaque, cada um com conflitos pessoais que influenciam diretamente suas decisões dentro da equipe.

GDA e Coalizão de Planetas ampliam o universo da série

Além dos heróis, o universo da série também é sustentado por organizações de grande influência, como a Agência de Defesa Global (GDA), liderada por Cecil Stedman (Walton Goggins).

A GDA atua como uma espécie de controle global dos super-humanos, tomando decisões estratégicas muitas vezes controversas para manter a segurança da Terra.

Já a Coalizão de Planetas expande a história para além do planeta, introduzindo ameaças e aliados intergalácticos. Entre seus representantes está Allen, o Alien (Seth Rogen), que ajuda a conectar a Terra a conflitos maiores no universo.

Na Sessão da Tarde, TV Globo apresenta Tempestade: Planeta em Fúria nesta quarta (7)

Foto: Reprodução/ Internet

A Sessão da Tarde desta quarta-feira, 7 de janeiro de 2026, exibe na TV Globo o filme Tempestade: Planeta em Fúria (Geostorm), produção norte-americana de ação e ficção científica lançada em 2017. Dirigido por Dean Devlin, o longa aposta em uma narrativa de grande escala ao combinar catástrofes naturais, suspense político e tecnologia futurista em uma história que coloca o destino da humanidade em risco.

Ambientado em um futuro próximo, o filme parte da premissa de que eventos climáticos extremos se tornaram frequentes e ameaçam a sobrevivência do planeta. Para conter esse cenário, é criada uma gigantesca rede de satélites capaz de controlar o clima global. Batizado de Dutch Boy, o sistema é fruto da cooperação de 17 países e passa a ser coordenado pelo engenheiro Jake Lawson, interpretado por Gerard Butler, que dedica anos de sua vida ao desenvolvimento e à manutenção do projeto.

Apesar de sua importância estratégica, Jake acaba afastado do comando por razões políticas, sendo substituído pelo irmão mais novo, Max Lawson, vivido por Jim Sturgess. Três anos depois, quando a administração do Dutch Boy está prestes a ser transferida oficialmente dos Estados Unidos para a Organização das Nações Unidas, falhas misteriosas começam a ocorrer. Fenômenos climáticos devastadores surgem de forma inesperada, como uma intensa nevasca no deserto do Afeganistão e uma onda de calor mortal em Hong Kong, resultando em centenas de vítimas.

Diante da gravidade da situação, Jake é chamado de volta para investigar as anomalias. Enviado à estação espacial responsável pelo controle do sistema, ele descobre que os desastres não são fruto de erros técnicos, mas parte de uma conspiração capaz de transformar a tecnologia climática em uma arma de destruição em massa. Ao mesmo tempo, precisa lidar com os conflitos pessoais e a relação estremecida com o irmão, em meio a uma corrida contra o tempo para evitar uma tempestade global de proporções catastróficas.

O elenco do filme reúne nomes conhecidos do cinema internacional. Gerard Butler lidera a produção, reforçando seu perfil de herói de ação já visto em títulos como 300 e Invasão à Casa Branca. Jim Sturgess traz equilíbrio e tensão política ao papel de Max Lawson, enquanto Abbie Cornish, Ed Harris, Alexandra Maria Lara, Andy García, Richard Schiff, Daniel Wu, Robert Sheehan e Eugenio Derbez completam o time, conferindo à trama um caráter global e multifacetado.

Produzido pela Warner Bros. em parceria com a Skydance Media, Tempestade: Planeta em Fúria teve uma produção marcada por desafios e refilmagens após exibições-teste pouco satisfatórias. Lançado mundialmente em outubro de 2017, o longa arrecadou cerca de 221 milhões de dólares, mas acabou sendo considerado um desempenho abaixo do esperado diante de seu alto orçamento. A recepção da crítica foi dividida, com apontamentos sobre um roteiro previsível e efeitos visuais irregulares, embora o público tenha reconhecido o apelo das cenas de destruição e do ritmo acelerado.

Dragões invadem o Brasil: turnê especial do live-action de Como Treinar o Seu Dragão terá elenco em São Paulo

Mason Thames (right) as Hiccup with his Night Fury dragon, Toothless, in Universal Pictures’ live-action How to Train Your Dragon, written and directed by Dean DeBlois.

Pode preparar o grito de guerra viking (e uma caixa de lenços): a mágica e emocionante história de Como Treinar o Seu Dragão está prestes a ganhar vida nas telonas — agora em versão live-action. E os fãs brasileiros têm um motivo extra para comemorar. A Universal Pictures acaba de anunciar que São Paulo será palco de uma turnê especial para promover o novo filme, que estreia nos cinemas do Brasil no dia 12 de junho.

De 24 a 28 de maio, o diretor Dean DeBlois e os atores Gerard Butler (Stoico), Mason Thames (Soluço) e Nico Parker (Astrid) desembarcam na capital paulista para uma série de encontros com a imprensa, fãs e eventos promocionais. Uma rara e imperdível chance de ver de perto os rostos por trás dessa história que já conquistou corações ao redor do mundo.

Uma nova era para Berk — e para os fãs

Depois de mais de uma década encantando plateias com sua versão animada, Como Treinar o Seu Dragão ganha uma nova roupagem: um espetáculo em live-action que promete manter a essência mágica da trilogia da DreamWorks Animation, mas com um toque ainda mais épico e visceral. E a melhor parte? O responsável pela trilogia original, o aclamado Dean DeBlois — indicado três vezes ao Oscar e vencedor do Globo de Ouro — está de volta à direção, garantindo fidelidade à alma da saga.

Com mais de US$ 1,6 bilhão arrecadados nas bilheterias globais e milhões de fãs ao redor do mundo, a franquia baseada na obra da autora britânica Cressida Cowell é considerada uma das mais queridas da animação moderna. Agora, o desafio é transformar esse carinho em algo palpável — com atores de carne e osso, cenários reais e dragões mais vivos do que nunca (obrigado, CGI!).

Reencontros e novas apostas

No novo filme, o público reencontrará o carismático e impulsivo Soluço, interpretado agora por Mason Thames (O Telefone Preto), e a destemida Astrid, vivida por Nico Parker, que já brilhou em The Last of Us. Mas a nostalgia atinge em cheio com o retorno de Gerard Butler como Stoico, o chefe viking e pai de Soluço. Ele, que já havia dublado o personagem nas animações, agora assume o papel fisicamente, dando vida — e imponência — ao líder de Berk.

Ao lado deles está o sempre divertido Nick Frost, como o atrapalhado e excêntrico ferreiro Bocão Bonarroto, que traz alívio cômico e sabedoria rústica à jornada.

Dragões, tradição e uma amizade que muda tudo

A trama continua sendo um conto atemporal sobre coragem, descoberta e transformação. Ambientado na isolada e acidentada Ilha de Berk — onde vikings e dragões travam batalhas há gerações —, o filme acompanha a improvável amizade entre Soluço, um jovem subestimado por todos, e Banguela, um misterioso e temido dragão da raça Fúria da Noite.

Ao desafiar as tradições violentas do seu povo, Soluço inicia uma revolução silenciosa que pode mudar para sempre a relação entre humanos e dragões. Em um mundo dividido pelo medo, essa aliança improvável é posta à prova quando uma ameaça ancestral ressurge, forçando todos a escolherem entre a guerra ou um novo caminho de coexistência.

Emoção garantida — para todas as idades

Além de efeitos visuais impressionantes e cenas de voo que prometem tirar o fôlego, o longa aposta em mensagens universais sobre empatia, coragem e aceitação. É entretenimento de primeira, mas também um lembrete de que crescer significa, muitas vezes, aprender a ouvir o outro — mesmo quando esse “outro” cospe fogo.

Resumo da novela Amor Perfeito 24/08/2023 quinta-feira

amor perfeito

Abaixo, confira o que vai acontecer na novela Amor Perfeito de 24/08/2023, quinta-feira. A exibição da novela está prevista para acontecer às 18h00, na Globo.

No capítulo da novela Amor Perfeito, Gilda, com um olhar furtivo carregado de intenções obscuras, lança ameaças disfarçadas na direção de Sílvio, tudo isso acontecendo sob os olhares atentos de Albuquerque. A tensão no ar é palpável, deixando todos os presentes na cena sem fôlego. Enquanto isso, Orlando, um homem destemido e incansável em sua busca pela verdade, confronta Gilda de maneira direta. Ele não se acanha ao questionar a origem do dinheiro misterioso que ela conseguiu para liquidar a dívida do investimento arriscado que compartilhou com Nelson. As palavras afiadas trocadas nesse confronto verbal revelam fissuras ocultas nas fachadas que alguns personagens vinham mantendo.

O enredo toma outro rumo tenso quando Valente, mesmo após ter sido baleado, consegue escapar da perseguição implacável do matador. Gravemente ferido, ele se arrasta até a Irmandade, onde busca desesperadamente por socorro. Orlando, conhecendo o valor da solidariedade e da lealdade, assume a responsabilidade de cuidar de Valente, mesmo com sua própria vida em risco.Valente, em meio a suspiros entrecortados de dor, acusa Albuquerque de ser o cérebro por trás da tentativa de assassinato. As palavras do agonizante Valente se transformam em peças de um quebra-cabeça complexo que Orlando, Júlio e Marê começam a montar. Os três mentes afiadas deduzem que Albuquerque não age por conta própria, mas sim como uma marionete nas mãos hábeis e traiçoeiras de Gilda.

Ainda em Amor Perfeito, Celeste e Leonor, as guardiãs das mentes jovens, elaboram uma história criativa para justificar a ausência de Valente na escola. A delicadeza com que lidam com essa situação mostra o carinho e a preocupação que nutrem pelas crianças, mesmo em meio a circunstâncias adversas. Já no desfecho desse episódio emocionante, Júlio, o pilar de força do grupo, compartilha uma notícia que mistura esperança e apreensão: um novo julgamento para Marê foi agendado. Essa revelação promete lançar os personagens em um turbilhão de desafios legais, emocionais e morais, preparando o terreno para os próximos capítulos repletos de reviravoltas e revelações surpreendentes.

O resumo da novela Amor Perfeito é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Resenha — Em Memória é um lembrete de que o amor, às vezes, é o ato mais corajoso em meio à guerra

Foto: Reprodução/ Almanaque Geek

Há livros que falam de guerra, e há livros que falam daquilo que a guerra arranca da gente. Em Memória, da escritora britânica Alice Winn, lançado no Brasil pela Astral Cultural, é um desses. À primeira vista, parece mais uma história sobre jovens soldados e trincheiras da Primeira Guerra Mundial — mas logo o leitor percebe que o campo de batalha mais cruel está dentro dos próprios personagens.

Amor em tempos de pólvora

Henry Gaunt e Sidney Ellwood são dois garotos de 17 anos, colegas de um internato britânico, que dividem uma amizade cheia de subtextos e silêncios. Gaunt tenta negar o óbvio: está apaixonado pelo melhor amigo. E Ellwood, com seu jeito sonhador e poético, sente o mesmo — mas num tempo em que amar outro homem era quase uma sentença de exílio.

Quando a guerra começa e Gaunt é pressionado pela mãe a se alistar, ele vê na farda uma espécie de fuga dos próprios sentimentos. Só que o plano dá errado: Ellwood, movido por amor e medo de perdê-lo, segue seu caminho até o front. E é aí que o romance se transforma — não em uma simples história de amor proibido, mas em uma meditação sobre sobrevivência, memória e o preço de ser humano num mundo em colapso.

A dor como testemunha

O mérito de Alice Winn está em equilibrar a brutalidade da guerra com a delicadeza dos sentimentos. Ela escreve com um lirismo que corta — não há nada de romântico nas trincheiras, mas há beleza nos pequenos gestos: uma carta escrita às pressas, um olhar que diz tudo o que a boca não pode.

A autora não poupa o leitor das cenas mais viscerais: corpos mutilados, medo constante, perda de inocência. Mas também não deixa que a narrativa se resuma à tragédia. “Em Memória” é sobre como o amor insiste em existir — mesmo quando o mundo inteiro parece empenhado em destruí-lo.

Uma memória (literalmente) astral

O título brasileiro e o nome da editora formam uma coincidência curiosa: Em Memória, pela Astral Cultural. E, de certa forma, essa soma diz muito sobre o espírito do livro. É uma história que fala de lembrar — não só os mortos da guerra, mas tudo o que foi silenciado pelo medo e pelo preconceito.

Winn cria um universo quase “astral”, no sentido mais poético do termo: o amor entre Gaunt e Ellwood parece pairar acima da lama e do sangue, como uma centelha de humanidade que teima em brilhar.

Entre o épico e o íntimo

Se você gosta de livros que misturam intensidade emocional e contexto histórico, este é daqueles que te desmontam e te fazem pensar. Não é uma história “fácil” — e nem deveria ser. Alice Winn escancara a hipocrisia de uma sociedade que exalta o heroísmo masculino, mas reprime qualquer sinal de sensibilidade.

O relacionamento dos protagonistas nunca é idealizado: há culpa, medo, silêncio e até momentos em que o amor parece mais uma maldição. Mas é justamente essa imperfeição que o torna tão real.

Por que ler?

Porque Em Memória não é só um romance sobre dois rapazes na guerra — é sobre o que resta da gente depois que a guerra (qualquer guerra) acaba. Sobre como a lembrança se transforma em resistência. E sobre como, mesmo nas piores condições possíveis, ainda há espaço para a ternura.

Toy Story 5 estreia nos cinemas com projeção de US$ 275 milhões e pode registrar uma das maiores aberturas da animação nos últimos anos

Foto: Divulgação/Pixar

A Pixar volta aos cinemas nesta semana com Toy Story 5, novo capítulo de uma das franquias mais bem-sucedidas da história da animação. As primeiras projeções de mercado indicam um desempenho expressivo nas bilheterias. De acordo com informações divulgadas pelo Deadline, o longa pode arrecadar cerca de US$ 275 milhões em todo o mundo durante seu primeiro fim de semana em cartaz.

O lançamento acontece sete anos após Toy Story 4, filme que encerrou a trajetória de Woody ao lado de Bonnie e deu ao personagem um novo caminho ao lado de Bo Peep. Na época, muitos espectadores interpretaram a despedida como um encerramento definitivo da série. Ainda assim, a Disney manteve a franquia ativa nos bastidores e oficializou o desenvolvimento de uma continuação em 2023.

A direção ficou a cargo de Andrew Stanton, veterano da Pixar responsável por Procurando Nemo e WALL-E. Stanton também assina o roteiro ao lado de Kenna Harris. O projeto marca uma mudança importante nos bastidores da série: trata-se do primeiro filme principal de Toy Story produzido sem a participação de John Lasseter, um dos criadores da franquia, que deixou a Pixar em 2018.

A história retoma os acontecimentos após a saída de Woody. Com ele longe do quarto de Bonnie, Jessie assume uma posição de liderança entre os brinquedos, auxiliada por Buzz Lightyear. A rotina do grupo muda quando Bonnie, agora com oito anos, passa a dedicar quase toda sua atenção a um novo brinquedo chamado Lilypad, um dispositivo eletrônico em formato de sapo.

O surgimento de Lilypad altera a dinâmica que sempre definiu a série. Em vez de focar apenas na relação entre crianças e brinquedos tradicionais, o novo filme discute o espaço ocupado por tablets, aparelhos inteligentes e entretenimento digital na infância contemporânea. O conflito central nasce justamente dessa mudança de comportamento.

Foto: Divulgação/Pixar

Diante da situação, Buzz decide procurar Woody. A reunião dos dois personagens serve como ponto de partida para a nova aventura e recoloca no centro da narrativa a amizade que sustenta a franquia desde o primeiro filme, lançado em 1995.

Tom Hanks retorna à versão original de Woody, papel que interpreta há mais de 30 anos. Tim Allen também volta como Buzz Lightyear. O elenco reúne ainda Joan Cusack como Jessie, Tony Hale como Forky, Annie Potts como Bo Peep, Wallace Shawn como Rex, John Ratzenberger como Hamm e Blake Clark como Slinky Dog.

Entre os novos nomes está Greta Lee, indicada ao Globo de Ouro por Vidas Passadas, que interpreta Lilypad. O elenco inédito inclui ainda Conan O’Brien, Craig Robinson, Matty Matheson, Mykal-Michelle Harris e Scarlett Spears.

Uma das novidades da trama é a introdução dos chamados Multi-Buzz, um conjunto formado por cinquenta versões tecnológicas de Buzz Lightyear que permanecem presas em modo de demonstração. A ideia amplia o elemento cômico da história e cria situações que exploram diferentes versões do patrulheiro espacial.

A produção também mantém uma das parcerias mais duradouras da Pixar. Randy Newman voltou para compor a trilha sonora do longa. O músico acompanha o estúdio desde os anos 1990 e é responsável por algumas das canções mais conhecidas associadas à franquia, incluindo You’ve Got a Friend in Me.

A trilha conta ainda com a participação de Taylor Swift, que gravou a faixa inédita “I Knew It, I Knew You” para o filme. A inclusão da cantora representa uma das principais novidades musicais desta sequência.

Quando o primeiro Toy Story estreou, em 1995, a indústria de animação vivia uma transformação tecnológica. O longa entrou para a história como o primeiro filme totalmente produzido por computação gráfica e ajudou a estabelecer o padrão que seria seguido pelos grandes estúdios nas décadas seguintes. Desde então, a série acumulou bilhões de dólares em bilheteria e recebeu reconhecimento constante da crítica.

Toy Story 5 chega aos cinemas em um cenário bastante diferente daquele encontrado pelos personagens há trinta anos. A presença crescente de dispositivos eletrônicos na rotina das crianças serve como base para a nova história e oferece à franquia um tema ligado aos hábitos atuais do público.

Resumo da novela A.Mar de terça (21/10) – Fabián perde negócio e se deixa dominar por Estrella

No capítulo da novela A.Mar que vai ao ar nesta terça-feira, 21 de outubro, Fabián fica completamente louco de raiva ao perceber que perdeu um negócio milionário por causa de Estrella. Ele garante ao pai que foi ingênuo ao ajudar a filha de Dona Meche a sair de seus problemas, sentindo-se traído e frustrado.

Yazmín e Érika alimentam ainda mais sua fúria, fazendo Fabián acreditar que Estrella zombou dele ao impedir que ele fechasse o negócio com Gerardo. A raiva cresce de forma quase incontrolável, mostrando como Estrella mexe profundamente com suas emoções.

Gerardo e Gabriel percebem e confirmam que Fabián tem sentimentos por Estrella, aumentando a tensão interna do rapaz, que luta para controlar sua irritação e o desejo crescente. Enquanto isso, Juanjo envia a Beatriz uma fotografia de Sergio beijando outra mulher, provocando nela um juramento firme: será a única mulher em sua vida e a mãe de seu herdeiro, intensificando ainda mais os conflitos amorosos e familiares.

Saiba o que vem por aí nos próximos capítulos de A.Mar

Beatriz surpreende Sergio com um teste de gravidez e anuncia que será mãe de seu futuro herdeiro, provocando emoções intensas e inesperadas. Enquanto isso, Fabián reconhece que Estrella é a prova de que as mulheres não são fracas, mas enfrenta obstáculos: o capitão Rojas impede que o filho de Gonzalo a ajude a mover o barco.

Fabián revela a Estrella que, desde o momento em que a conheceu, não consegue tirá-la da cabeça, expondo a intensidade de seus sentimentos. Érika tenta se aproximar de Fabián de forma carinhosa, mas ele lhe pede que não o pressione, pois ela apenas busca que o homem de sua vida lhe dê uma segunda chance.

Estrella relembra o dia em que Sergio lhe ofereceu um cheque para interromper a gravidez, reforçando suas mágoas do passado. Azul descobre que seu pai é um empresário famoso, enquanto Xavier chega ao porto para ficar com Yazmín, mas ela se mostra ansiosa e pede a ele um dos comprimidos que a acalmam. Estrella confessa à família que não quer mais se lembrar de Sergio Falcón, e Brisa sugere que ela considere dar uma segunda chance.

Sergio se mostra animado com a notícia de que será pai, mas o Dr. Santillán revela que ele sofre de uma doença irreversível. Beatriz zomba de Sergio ao descobrir que ele é estéril, e ele reage violentamente, causando uma forte pancada em sua cabeça.

Fabián insiste para que Estrella aceite seus sentimentos, mas ela garante que ele seria a última pessoa por quem se interessaria. Rosalba descobre que Estrella mentiu para Érika para se encontrar com Fabián e alerta a filha de que sua “melhor amiga” também nutre sentimentos pelo mesmo homem. Fabián confessa a Estrella que desde que a conheceu seu mundo mudou completamente e esclarece que não é namorado de Érika, como ela havia acreditado, intensificando a tensão romântica entre eles.

Super Mario Galaxy: O Filme estreia com bilheteria impressionante e conquista o público, mas divide opiniões da crítica

O universo de Mario retorna às telonas com Super Mario Galaxy: O Filme, sequência direta de Super Mario Bros. – O Filme (2023), e já mostra resultados expressivos antes mesmo de completar o fim de semana de estreia. A animação arrecadou mundialmente US$ 122,1 milhões, sendo US$ 59,1 milhões nos Estados Unidos e US$ 63 milhões em outros territórios, demonstrando que a popularidade do icônico encanador permanece firme entre o público de todas as idades.

Produzido em parceria pela Illumination e Nintendo e distribuído pela Universal Pictures, o longa é baseado no clássico jogo eletrônico Super Mario Galaxy, de 2007, e mantém a essência de comédia e aventura que consagrou a primeira produção. O filme traz de volta a equipe original de diretores, Aaron Horvath e Michael Jelenic, com roteiro de Matthew Fogel, além de contar com os dubladores que marcaram o sucesso do primeiro longa, incluindo Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Jack Black como Bowser, Keegan-Michael Key como Toad e Kevin Michael Richardson como Kamek.

Apesar da bilheteria promissora, o filme divide opiniões da crítica especializada. No Rotten Tomatoes, o longa registra 40% de aprovação, enquanto o público demonstra forte entusiasmo, com 90% de aprovação. Esse contraste evidencia que, embora críticos apontem falhas na estrutura narrativa ou excesso de referências aos jogos, os espectadores valorizam a nostalgia, a diversão e o carisma dos personagens.

O interesse da Nintendo em expandir o universo cinematográfico de Mario já era evidente antes do primeiro filme. Em maio de 2021, Shuntaro Furukawa, presidente da Nintendo, afirmou que mais produções animadas poderiam ser realizadas caso o primeiro longa fosse bem-sucedido, e a bilheteria de US$ 1,36 bilhão mundialmente comprovou o potencial da franquia no cinema. Em abril de 2023, a empresa confirmou a intenção de criar mais filmes da série, embora sem detalhar a sequência direta. Chris Pratt chegou a declarar em junho do mesmo ano que uma continuação seria anunciada em breve, mas que a greve dos roteiristas afetaria o cronograma.

Em março de 2024, durante o evento Mario Day, Chris Meledandri, fundador da Illumination, e Shigeru Miyamoto, criador da franquia, confirmaram oficialmente o desenvolvimento do novo filme. A equipe de direção e roteiro retornou e a Illumination iniciou o trabalho de storyboard, criando novos ambientes e cenários para a aventura. A Universal Pictures oficializou o título Super Mario Galaxy: O Filme em setembro de 2025, revelando também o primeiro teaser promocional, garantindo o retorno de todos os dubladores originais e do compositor Brian Tyler, responsável pela trilha sonora.

A narrativa leva Mario e Luigi a uma jornada intergaláctica repleta de planetas coloridos e desafios inéditos, enquanto tentam resgatar a Princesa Peach das garras de Bowser. Personagens como Toad e Kamek ganham maior relevância, contribuindo para uma trama que mistura ação, humor e emoção. O filme explora cenários de alta qualidade em CGI, proporcionando experiências visuais que remetem ao dinamismo e à criatividade dos jogos da Nintendo.

Embora críticos tenham apontado que o longa depende de referências aos videogames, a reação do público demonstra que o apelo nostálgico e a interação entre os personagens compensam qualquer limitação. O sucesso de bilheteria reforça a força da marca Mario e a confiança dos estúdios em continuar explorando histórias animadas baseadas na franquia. A expectativa agora é de que novos filmes sejam produzidos, ampliando o universo cinematográfico do encanador e trazendo à tona outros títulos da série.

Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá estreia nos cinemas com reencontro emocionante e um retrato profundo da resistência indígena

Foto: Reprodução/ Internet

Após emocionar o público em uma sessão lotada no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, no Rio de Janeiro, o documentário Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá estreia nesta quinta-feira (11) nos cinemas brasileiros. Mais do que um filme, ele é um reencontro histórico, uma cura familiar e um poderoso gesto de cinema feito por e para povos originários.

A produção entra em cartaz em 13 cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Vitória, Brasília, João Pessoa, Fortaleza, Maceió, Poços de Caldas, Balneário Camboriú e outras, com distribuição da Embaúba Filmes. E chega cercada de afeto, memória e ancestralidade.

Uma história interrompida pela ditadura — e religada pelo afeto

Nos anos 1960, em pleno regime militar, Luiz Kaiowá, indígena guarani kaiowá, deixou sua terra natal em Mato Grosso do Sul com outros parentes. Passaram por São Paulo, Rio de Janeiro… até que foram levados à força por agentes da Funai até Minas Gerais. Lá, Luiz viveu mais de 15 anos entre os Tikmũ’ũn (Maxakali), onde teve duas filhas: Maiza e Sueli.

Mas a história tomou um rumo abrupto quando, ainda com Sueli nos braços, Luiz foi transferido de volta ao Mato Grosso do Sul. Ele nunca mais voltou. Sueli cresceu sem o pai — e com perguntas que só o tempo, a política e a força da ancestralidade poderiam responder.

Décadas depois, em tempos de internet nas aldeias e articulação indígena crescente, Sueli reencontra o pai. E decide transformar esse gesto em algo maior: um filme ritual, um documento afetivo, uma travessia entre povos e tempos.

Quando o cinema vira reencontro — e também resistência

Co-dirigido por Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna, o filme acompanha os preparativos, trocas e emoções de Sueli antes de finalmente reencontrar o pai, hoje um dos mais respeitados xamãs guarani kaiowá.

Não se trata apenas de uma biografia. O filme é tecido com línguas indígenas, cantos cerimoniais, silêncios cheios de sentido e imagens que respeitam o tempo da escuta. Filmado em territórios maxakali e guarani kaiowá, o longa traz o cotidiano das aldeias, suas lutas, seus encantados e suas formas de resistir ao apagamento histórico.

A diretora Sueli resume: “Não é só um filme. São nossos encantados, nossos rituais, que dão a força para chegar até aqui.”

Uma produção coletiva, viva e ancestral

O filme não se faz apenas com câmeras: ele se constrói com coletividade, fé e tempo. A equipe envolve outros cineastas indígenas como Alexandre Maxakali, responsável pela fotografia, e as guarani kaiowá Michele e Daniela Kaiowá, que assinam direção assistente e direção de fotografia.

Toda a obra é falada em maxakali, guarani kaiowá e português, costurando línguas como se fossem fios de um tecido que reconecta histórias e culturas separadas à força. Antes do reencontro físico, vieram vídeo-cartas, telefonemas e trocas digitais entre Sueli e Luiz. Só em 2022 uma delegação pôde percorrer os mais de 1800 km até as terras indígenas no Mato Grosso do Sul para esse abraço que virou cinema.

Reconhecimento da crítica e dos festivais

O longa-metragem teve estreia consagrada no 57º Festival de Cinema de Brasília, onde levou o prêmio de Melhor Direção. Também passou pela Mostra de Cinema de Tiradentes, pelo Festival de Cachoeira e pela Mostra Ecofalante, onde recebeu menção honrosa do júri.

A crítica especializada tem elogiado não só a potência do tema, mas também a forma como ele é tratado. O Coletivo Crítico chamou o filme de “porta-retrato de uma história familiar construído diante de nossos olhos”, enquanto o Papo de Cinema destacou que o longa marca “uma tendência positiva do cinema brasileiro recente: histórias de alto valor contadas por quem as viveu, com sensibilidade e autonomia.”

Um abraço filmado, um ato de cura

Em tempos em que o Brasil redescute sua memória e o cinema brasileiro busca narrativas mais diversas e honestas, Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá surge como uma joia rara. Ele não fala por povos indígenas — ele fala com e a partir deles.

Entre encontros adiados, câmeras ligadas e cantos ancestrais, o que vemos é mais do que um filme: é um abraço que resistiu ao tempo, à política e ao esquecimento. E que agora pode ser compartilhado com o mundo inteiro.

Euphoria | Quando estreia e o que vai acontecer no episódio 4 da 3ª temporada

A terceira temporada de Euphoria segue ampliando o tom sombrio e provocador que transformou a produção em um fenômeno cultural. Após um retorno marcado por atrasos e expectativas elevadas, a série mergulha agora em uma fase ainda mais intensa, explorando os limites emocionais de seus personagens e colocando cada um deles diante de consequências difíceis de evitar. Com a trama avançando rapidamente, o público já volta suas atenções para o próximo capítulo, que promete dar continuidade ao caos instaurado.

Quando e que horas estreia o episódio 4?

O quarto episódio da terceira temporada já tem data confirmada e mantém o padrão semanal de lançamentos da série. O novo capítulo será exibido no dia 3 de maio de 2026, chegando ao público brasileiro por volta das 22h (horário de Brasília), simultaneamente à transmissão original.

O que aconteceu no episódio 3?

O episódio anterior funcionou como um divisor de águas na temporada, reunindo momentos de tensão extrema e mudanças significativas nos rumos da narrativa. A história se expandiu para além do ambiente escolar e passou a explorar novas realidades, refletindo o amadurecimento — e também os riscos — enfrentados pelos personagens.

Jules, interpretada por Hunter Schafer, inicia uma nova etapa em Nova York ao ingressar em um curso de artes e dividir apartamento com uma colega. Nesse novo contexto, ela é incentivada a buscar independência financeira através de encontros com homens ricos. A princípio hesitante, Jules acaba se envolvendo nesse universo e desenvolve uma relação fixa com Ellis, um cirurgião plástico. A trama levanta questões delicadas sobre autonomia, identidade e os limites das escolhas pessoais.

Ao mesmo tempo, Rue, vivida por Zendaya, se vê cada vez mais inserida em um ambiente perigoso. Ao lado de Wayne, ela vai até a casa de Laurie em busca de drogas, mas descobre que a visita fazia parte de um plano de vingança. O episódio revela um jogo de interesses envolvendo Álamo Brown, personagem de Adewale Akinnuoye-Agbaje, culminando em um ato violento que intensifica ainda mais os conflitos entre os envolvidos.

Já o arco de Nate e Cassie ganha contornos dramáticos ao transformar o casamento dos dois em um verdadeiro pesadelo. O evento, cuidadosamente planejado por Cassie (interpretada por Sydney Sweeney) como a realização de um sonho, é interrompido pela invasão de um credor que expõe as dívidas de Nate (vivido por Jacob Elordi). A situação se agrava ainda mais quando o casal retorna para casa e encontra o local invadido, resultando em uma agressão brutal que evidencia o nível de perigo que cerca o personagem. O episódio termina com Rue sendo abordada pela polícia, sugerindo que sua trajetória pode sofrer uma reviravolta importante nos próximos capítulos.

Quem faz parte do elenco?

A temporada mantém seu elenco principal, reunindo nomes que se tornaram sinônimo do sucesso da série. Entre eles estão Zendaya (Duna, Homem-Aranha: Sem Volta para Casa) como Rue Bennett, Hunter Schafer (Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes) como Jules Vaughn, Jacob Elordi (Saltburn, A Barraca do Beijo) como Nate Jacobs e Sydney Sweeney (Todos Menos Você, The White Lotus) como Cassie Howard.

O elenco ainda conta com Eric Dane (Grey’s Anatomy, The Last Ship), Alexa Demie (Mid90s), Maude Apatow (The King of Staten Island), Austin Abrams (Dash & Lily, Cidades de Papel) e Dominic Fike, além de participações importantes de Martha Kelly (Baskets), Chloe Cherry (Industry), Adewale Akinnuoye-Agbaje (Esquadrão Suicida, Lost) e Toby Wallace (Babyteeth, The Society).

O que vai acontecer no episódio 4?

Com base nos acontecimentos recentes, o próximo episódio deve focar diretamente nas consequências do caos instaurado. Nate tende a lidar com os efeitos físicos e psicológicos da violência sofrida, enquanto Cassie começa a encarar a realidade por trás do relacionamento que idealizou.

Rue, por sua vez, pode enfrentar problemas legais após ser interceptada pela polícia, o que pode marcar uma mudança importante em sua jornada. Ao mesmo tempo, sua relação com Jules permanece instável, especialmente diante das novas escolhas da personagem em Nova York.

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