Supergirl chega ao Brasil em turnê global e transforma o Rio de Janeiro em palco da nova fase do DCU com Milly Alcock

A DC Studios e a Warner Bros. Pictures deram início à divulgação global de Supergirl com uma turnê mundial que já tem parada confirmada no Brasil. Entre os dias 13 e 15 de junho de 2026, o Rio de Janeiro vai receber parte do elenco e da equipe criativa do filme em uma agenda voltada para fãs, imprensa e ações promocionais que devem transformar a cidade em um dos principais centros da campanha internacional.

Entre os nomes confirmados estão a protagonista Milly Alcock, o diretor Craig Gillespie, a roteirista Ana Nogueira e o produtor e co-CEO da DC Studios Peter Safran. A presença do grupo reforça o peso que o estúdio está dando ao projeto dentro da nova fase do Universo DC.

O que essa nova Supergirl quer contar no cinema?

O filme apresenta Kara Zor-El em um momento diferente de tudo o que já foi visto nas versões anteriores da personagem. A história acompanha a heroína após um evento intergaláctico que a coloca diante de uma ameaça inesperada, obrigando-a a encarar uma jornada marcada por conflitos, vingança e escolhas difíceis.

Ao invés de uma abordagem mais leve ou tradicional, a produção aposta em uma Supergirl mais emocionalmente complexa, moldada pela destruição de Krypton e por experiências que a tornam menos idealista e mais endurecida pelo universo ao seu redor.

Quem está no elenco e qual é o tom da produção?

Além de Milly Alcock no papel principal, o elenco reúne nomes como Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz e Emily Beecham. Cada personagem deve ter papel importante na construção da jornada de Kara, especialmente no contexto de sua origem e dos desafios que enfrenta ao longo da história.

O filme é inspirado na HQ Supergirl: Woman of Tomorrow, escrita por Tom King e Bilquis Evely, que ficou conhecida por trazer uma visão mais madura e espacial da personagem. A adaptação mantém essa essência, apostando em uma narrativa de ficção científica com forte carga emocional e temas como perda, identidade e sobrevivência.

Como o filme chegou até essa nova versão?

O projeto passou por uma longa transformação dentro da DC ao longo dos últimos anos. Inicialmente pensado dentro da antiga estrutura do estúdio, o filme foi completamente reformulado após a chegada de James Gunn e Peter Safran à liderança da DC Studios.

A nova fase do DCU colocou Supergirl entre os projetos prioritários do capítulo inicial chamado Deuses e Monstros. A escolha de adaptar Woman of Tomorrow ajudou a definir o tom da produção, que ganhou força rapidamente dentro do estúdio após o sucesso da HQ nos quadrinhos.

O desenvolvimento avançou com a entrada de Ana Nogueira no roteiro e Craig Gillespie na direção, e as filmagens foram realizadas em 2025 em locações no Reino Unido, Escócia e Islândia, reforçando o clima espacial e grandioso da narrativa.

O que a vinda ao Brasil representa para o lançamento?

A passagem da turnê pelo Rio de Janeiro faz parte de uma estratégia global de divulgação que busca aproximar o público da nova fase da DC. A cidade será palco de experiências especiais inspiradas no filme, além de ações com fãs e ativações que devem destacar o universo da personagem.

Com apoio da Rio Filmes, a iniciativa também reforça o Brasil como um dos mercados mais importantes para produções de super-heróis, especialmente em lançamentos de grande escala como este.

Quando chega aos cinemas?

O longa-metragem tem estreia marcada para 25 de junho de 2026 nos cinemas brasileiros, incluindo exibições em IMAX e versões acessíveis. A distribuição será feita pela Warner Bros. Pictures.

Homem-Aranha: Um Novo Dia | Bastidores revelam escala gigante do novo filme e mostram Peter Parker em fase decisiva

O novo vídeo de bastidores de Homem-Aranha: Um Novo Dia acabou chamando atenção por mostrar não apenas cenas inéditas, mas também a dimensão ambiciosa da produção da Sony Pictures em parceria com a Marvel Studios. O material destaca o clima de set, a interação de Tom Holland com a equipe e com o público presente, além de apresentar pequenos fragmentos de sequências que indicam um salto de escala em relação aos filmes anteriores do herói.

Mais do que uma simples peça promocional, o vídeo funciona quase como um aviso: este não será apenas mais um capítulo da trajetória de Peter Parker no Universo Cinematográfico Marvel, mas sim uma fase de redefinição completa do personagem após os eventos de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa.

Como está o herói aracnídeo após Sem Volta Para Casa?

A nova história se passa quatro anos depois dos acontecimentos que mudaram completamente a vida do herói. Após o feitiço de Doutor Estranho, o mundo esqueceu quem é Peter Parker, deixando o personagem em uma posição inédita dentro do MCU: sozinho, anônimo e sem qualquer conexão com sua vida anterior.

Agora adulto, Peter tenta reconstruir sua existência enquanto vive de forma totalmente independente em Nova York. Sem apoio dos antigos amigos e sem reconhecimento público, ele passa a atuar como um Homem-Aranha em tempo integral, lidando com crimes cada vez mais complexos e uma cidade que já não associa mais seu rosto ao herói mascarado.

O vídeo de bastidores reforça esse tom mais solitário e mostra um herói mais focado, mas também mais pressionado, sugerindo que a narrativa vai explorar os limites físicos e emocionais de Peter de forma mais intensa do que nunca.

O que muda na evolução dos poderes do Super-herói da Marvel?

Um dos pontos mais comentados do novo material é a indicação de que os poderes de Peter Parker passam por uma evolução inesperada. Segundo a própria sinopse do filme, essa transformação pode ter consequências perigosas, tanto para o herói quanto para as pessoas ao seu redor.

Esse elemento adiciona uma nova camada à narrativa do MCU, que até então havia tratado os poderes do personagem de forma relativamente estável. Agora, com essa instabilidade, o filme sugere uma abordagem mais próxima de suspense e tensão, algo que pode colocar o herói aracnídeo em situações muito mais imprevisíveis.

A ideia de evolução física também reforça o peso que o personagem carrega após anos enfrentando eventos traumáticos, incluindo as batalhas multiversais vistas em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa.

Quem está por trás da nova fase do Amigão da Vizinhança?

A direção do novo longa fica por conta de Destin Daniel Cretton, cineasta conhecido por equilibrar ação e construção emocional em seus projetos. Sua escolha indica que a Marvel Studios pretende aprofundar ainda mais o lado humano de Peter Parker.

O roteiro é assinado por Chris McKenna e Erik Sommers, dupla responsável pelos filmes anteriores do herói no MCU. Essa continuidade criativa sugere que, apesar das mudanças de tom, o estúdio quer manter uma linha narrativa coerente com o que foi construído até aqui.

A produção também reforça o envolvimento da Sony Pictures e da Marvel Studios, consolidando mais uma vez a parceria que mantém o Homem-Aranha integrado ao universo compartilhado dos Vingadores.

Quem está no elenco do novo filme?

Além de Tom Holland como Peter Parker, o elenco traz nomes que ampliam ainda mais o alcance da história dentro do MCU. Zendaya retorna como MJ, enquanto Jacob Batalon reprisa o papel de Ned, ainda que em uma realidade onde os vínculos com Peter foram apagados da memória.

Outro destaque é a participação de Sadie Sink, cuja escalação gerou especulações sobre sua possível ligação com o multiverso ou até mesmo versões alternativas de personagens clássicos da Marvel. O elenco ainda conta com Jon Bernthal, Michael Mando, Tramell Tillman e Mark Ruffalo, ampliando as possibilidades de conexões com outros núcleos do universo Marvel.

O que o trailer de bastidores indica sobre o tom do filme?

O material divulgado não aposta apenas em ação, mas também em construção de atmosfera. As imagens sugerem um filme mais maduro, centrado no isolamento de Peter e nas consequências emocionais de suas escolhas anteriores. O fato de o herói atuar sozinho em uma cidade que não o reconhece cria um contraste forte com os filmes anteriores, nos quais ele sempre contou com apoio constante de aliados.

The Walking Dead: Dead City | Quando estreia a 3ª temporada e o que esperar do retorno em Nova York pós-apocalíptica?

A AMC voltou a mexer com o universo de The Walking Dead ao finalmente cravar a data de retorno de Dead City. A terceira temporada da derivada já tem estreia marcada para 26 de julho de 2026, chegando tanto à programação do canal quanto ao catálogo do AMC+. O anúncio encerra a espera dos fãs e reforça que o estúdio ainda vê força narrativa nesse recorte específico do apocalipse zumbi.

Essa nova temporada deve empurrar ainda mais para frente o atrito constante entre Maggie e Negan, dois personagens que carregam uma convivência forçada atravessada por perdas irreparáveis e decisões que nunca deixaram de reverberar. Em Manhattan, o isolamento não é apenas geográfico, ele aprisiona os dois dentro de uma convivência que depende tanto de necessidade quanto de ressentimento.

Sob o comando criativo de Eli Jorné, a série continua apostando em um recorte mais íntimo dentro do universo de The Walking Dead. Em vez da estrada aberta e comunidades espalhadas, o foco agora é um ambiente vertical, sufocado por concreto e ruínas, onde cada quarteirão parece funcionar como um território independente com suas próprias regras distorcidas.

Com as consequências das temporadas anteriores ainda frescas, Maggie (Lauren Cohan) e Negan (Jeffrey Dean Morgan) entram nesse novo capítulo carregando um histórico que impede qualquer tentativa simples de confiança. A convivência entre os dois segue tensionada, como se qualquer passo em falso pudesse reabrir feridas antigas.

Por que esse pôster gerou tanto ruído entre os fãs?

A imagem divulgada pela AMC vai além de uma peça promocional comum. Ela reorganiza um dos símbolos mais conhecidos do planeta — a Estátua da Liberdade, dentro da lógica do colapso. Em vez da luz que orienta, surge um objeto reinterpretado pelo universo de Negan, que substitui o ideal de esperança por um instrumento de dominação.

Esse deslocamento visual sugere que Nova York já não preserva nada do que um dia representou. A cidade não funciona mais como cartão-postal nem como ideia de refúgio, mas como território onde a força bruta reorganizou qualquer noção de ordem.

Quem sustenta o peso dessa história dentro de Manhattan?

No centro de tudo continuam Maggie Rhee e Negan, dois personagens que nasceram em lados opostos de uma guerra e agora compartilham o mesmo espaço por pura necessidade. Maggie, interpretada por Lauren Cohan, segue movida por um instinto de proteção que se tornou ainda mais rígido após sucessivas perdas ao longo da jornada.

Negan, vivido por Jeffrey Dean Morgan, continua preso entre o homem que tenta reconstruir e a figura que deixou marcas profundas em todos ao redor. Mesmo quando busca algum tipo de reconstrução pessoal, sua presença ainda carrega uma sombra que contamina qualquer tentativa de aproximação.

Ao redor dessa dinâmica central, nomes como Gaius Charles, Željko Ivanek e Mahina Napoleon ajudam a expandir o tabuleiro de disputas que fragmenta Manhattan em zonas de influência, cada uma operando sob regras próprias e frequentemente violentas.

O que já moldou o caminho até aqui em Dead City?

Desde sua origem, a trama colocou Maggie e Negan dentro de uma Nova York completamente reorganizada pelo colapso. O que começa como uma missão pontual rapidamente se transforma em uma travessia por territórios onde diferentes grupos disputam sobrevivência, poder e controle de recursos.

O sequestro de Hershel se tornou o eixo emocional mais forte dessa trajetória, puxando Maggie para decisões cada vez mais extremas. Ao mesmo tempo, Negan volta a encarar ecos de seu passado como líder dos Salvadores, em um ambiente que insiste em não permitir que ele se dissocie dessa identidade.

A cidade, por sua vez, funciona como um sistema quebrado em camadas. Arenas improvisadas, zonas abandonadas e comunidades fechadas criam um cenário onde a sobrevivência depende menos de força isolada e mais da capacidade de navegar alianças instáveis.

O que pode se transformar nesta terceira temporada?

A nova fase tende a intensificar ainda mais a disputa entre os grupos que controlam Manhattan, ampliando o nível de organização e violência dessas facções. O que antes parecia um conflito disperso pode ganhar contornos mais estruturados, elevando o risco para todos os envolvidos.

A presença contínua de Maggie e Negan sugere que a série ainda quer explorar a colisão entre culpa, sobrevivência e tentativa de reconstrução pessoal. Em um ambiente onde nada permanece estável por muito tempo, qualquer escolha carrega consequências que se espalham rapidamente.

Além disso, a própria Nova York segue como peça central da narrativa. A cidade não é apenas pano de fundo, mas um organismo em ruínas que influencia diretamente o comportamento de quem tenta sobreviver dentro dela.

Quando essa nova fase chega ao público?

A terceira temporada da série estreia em 26 de julho de 2026, com exibição no canal da AMC e também no streaming AMC+. Fora dos Estados Unidos, a distribuição ainda pode variar, embora o histórico da franquia indique possíveis janelas em plataformas como o Prime Video em alguns mercados.

Ainda existe espaço para o universo de The Walking Dead crescer?

Mesmo após tantos anos desde o início da franquia, The Walking Dead continua encontrando formas de se reinventar. Dead City representa exatamente essa estratégia: reaproveitar personagens já conhecidos, mas deslocá-los para contextos que forçam novas leituras sobre quem eles se tornaram.

A escolha por Manhattan como cenário reforça essa intenção. Em vez de campos abertos e comunidades isoladas, a série aposta em um ambiente fechado, vertical e fragmentado, onde cada decisão parece ter impacto ampliado.

Euphoria | Quando estreia o 6º episódio e o que muda em “Espera pra Ver”, com Cassie no centro das atenções?

A terceira temporada de Euphoria entra em uma fase em que cada movimento dos personagens parece gerar um efeito dominó cada vez mais difícil de conter. A produção da HBO, assinada por Sam Levinson, segue aprofundando um ambiente narrativo em que desejo, dependência e ambição se cruzam de forma instável e frequentemente destrutiva. O sexto episódio chega neste domingo, às 22h, com exibição simultânea na HBO e na HBO Max, mantendo o ritmo acelerado e a sensação constante de que nenhum personagem está realmente seguro.

O que acontece no episódio?

No episódio intitulado “Espera pra Ver”, Cassie começa a experimentar os primeiros reflexos reais da visibilidade que conquistou no ambiente digital. O que antes era apenas uma busca por atenção se transforma em uma exposição com retorno concreto, abrindo portas, mas também ampliando cobranças e expectativas que ela ainda não sabe controlar.

Nesse mesmo movimento, Cassie tenta retomar algum tipo de conexão com Nate, mesmo após uma sequência de conflitos que deixou a relação dos dois em um estado instável e imprevisível. A aproximação não surge como reconciliação simples, mas como mais uma tentativa arriscada de reorganizar um vínculo marcado por impulsos e rupturas constantes.

Enquanto isso, a relação entre Maddy e Álamo começa a perder a solidez inicial. O que parecia uma parceria estratégica dentro do circuito de talentos e influência passa a revelar disputas internas, interesses divergentes e uma dinâmica cada vez mais marcada por desconfiança. Em paralelo, o submundo criminoso que atravessa a trama ganha novos níveis de tensão, com movimentações que indicam um possível colapso das alianças existentes.

Como a temporada chegou até esse ponto?

A atual temporada de Euphoria estreou em 12 de abril de 2026, trazendo os personagens já distantes da fase escolar e inseridos em realidades adultas muito mais complexas e fragmentadas. O desenvolvimento da produção começou ainda em 2022, mas passou por adiamentos até que as filmagens fossem retomadas apenas em 2025, após ajustes de agenda e reorganização do elenco.

Esse intervalo prolongado acabou refletindo diretamente na construção narrativa, que agora apresenta versões mais desgastadas, contraditórias e imprevisíveis dos personagens centrais, já profundamente afetados pelas escolhas feitas ao longo do tempo.

Em que ponto cada personagem se encontra?

Rue, interpretada por Zendaya, deixou qualquer tentativa de estabilidade para trás e acabou absorvida por uma estrutura de tráfico cada vez mais perigosa. Endividada com Laurie, ela passou a atuar diretamente dentro dessa engrenagem, sendo deslocada para funções que a colocam sob influência de figuras como Álamo, que mistura negócios noturnos com operações ilícitas.

Cassie, vivida por Sydney Sweeney, tenta transformar exposição em independência, mas essa transição a coloca em uma zona delicada entre fama digital e vulnerabilidade emocional, especialmente por conta de sua ligação instável com Nate.

Maddy, interpretada por Alexa Demie, encontrou no gerenciamento de talentos uma tentativa de reconstrução pessoal, embora essa nova posição a aproxime de ambientes onde interesses comerciais e relações pessoais se confundem com facilidade.

Lexi (Maude Apatow) segue tentando consolidar sua trajetória em Hollywood, enquanto Jules (Hunter Schafer) vive uma fase marcada por deslocamento emocional e decisões que alternam entre autonomia e exposição a situações de risco.

O que já aconteceu até agora na temporada?

Nos episódios anteriores, Rue foi progressivamente incorporada à rede comandada por Laurie, acumulando dívidas e responsabilidades que transformaram sua rotina em uma espécie de confinamento invisível. Sua permanência nesse sistema a levou a encontros com figuras como Álamo, ampliando o alcance da estrutura criminosa que atravessa a narrativa.

Um dos pontos mais impactantes até aqui foi a morte de uma dançarina durante uma entrega comprometida, evento que elevou drasticamente o nível de pressão sobre Rue e colocou sua posição dentro da organização em risco imediato.

Ao mesmo tempo, os demais personagens seguem trajetórias paralelas que se cruzam de maneira cada vez mais caótica: Cassie e Nate sustentam uma relação instável baseada em interesses e impulsos, Maddy lida com os limites éticos de sua ascensão profissional, e Jules transita entre independência e fragilidade emocional constante.

Por que essa temporada soa mais intensa?

Diferente das fases iniciais, a nova temporada abandona de vez o ambiente escolar e mergulha em estruturas adultas onde poder, dinheiro e influência digital determinam as relações. O universo da série se expande para além dos dramas pessoais e passa a incorporar elementos como crime organizado, exploração de imagem e disputas de mercado.

Esse deslocamento amplia o impacto de cada decisão, tornando o cenário mais fragmentado e imprevisível, onde qualquer escolha pode gerar consequências difíceis de reverter.

O que o sexto episódio pode alterar na trajetória da série?

“Espera pra Ver” surge como mais um ponto de tensão acumulada dentro da temporada. A aproximação entre Cassie e Nate, o desgaste da relação entre Maddy e Álamo e o cerco cada vez mais fechado sobre Rue indicam que as linhas narrativas começam a se afastar em direções distintas, mas igualmente instáveis.

A tendência é que a série avance para um cenário onde alianças deixam de ser fixas e passam a funcionar apenas como estratégias temporárias de sobrevivência dentro de um ambiente em constante colapso.

Quando e onde assistir ao novo episódio?

O sexto episódio da terceira temporada de Euphoria vai ao ar neste domingo, às 22h, na HBO e simultaneamente na HBO Max, mantendo o formato de exibição conjunta que permite acompanhar os acontecimentos em tempo quase imediato.

Cine Maior (17/05) exibe 22 Milhas e coloca Mark Wahlberg em missão cercada por perseguições e traições

A Record exibe neste domingo, 17 de maio, na sessão Cine Maior, o filme 22 Milhas, thriller de ação estrelado por Mark Wahlberg que mistura espionagem internacional, operações clandestinas e confrontos brutais em uma missão marcada por traições e perseguições violentas.

Dirigido por Peter Berg, responsável por produções como O Grande Herói e O Dia do Atentado, o longa consolidou mais uma parceria entre o cineasta e Wahlberg, dupla que passou a ficar associada em Hollywood a filmes de ação militarizados e histórias envolvendo crises internacionais.

Na trama, Wahlberg interpreta James Silva, líder de uma unidade ultrassecreta da CIA especializada em missões consideradas delicadas demais para operações convencionais. A equipe atua à margem das estruturas oficiais da agência e costuma ser enviada para situações onde qualquer erro pode desencadear conflitos diplomáticos ou ataques em larga escala.

A missão principal do grupo começa quando Li Noor, um policial vindo de Indocarr — país fictício inspirado em regiões do sudeste asiático — procura a embaixada norte-americana oferecendo informações sobre cápsulas de césio desaparecidas que poderiam ser usadas como armas químicas. Em troca dos dados, Noor exige ser retirado do país imediatamente.

O problema é que, para colocá-lo em segurança, a equipe precisa atravessar cerca de 35 quilômetros enquanto é perseguida por agentes do governo local, mercenários armados e grupos interessados em impedir que as informações cheguem aos Estados Unidos.

Como o filme transforma a missão em uma corrida constante pela sobrevivência?

Grande parte da tensão de 22 Milhas acontece justamente durante o deslocamento até o ponto de extração. O roteiro transforma ruas, prédios e corredores estreitos em cenários de combate quase ininterrupto, fazendo a equipe enfrentar ataques sucessivos ao longo do caminho.

Conforme a missão avança, o grupo passa a sofrer perdas cada vez mais violentas. Explosões, emboscadas e perseguições armadas criam um clima de desgaste psicológico crescente, principalmente para James Silva, que já demonstra sinais de instabilidade emocional desde o início da narrativa.

Ao mesmo tempo, o filme tenta explorar a desconfiança em torno de Li Noor. Mesmo colaborando com a CIA, o personagem nunca parece completamente transparente, mantendo uma postura reservada que alimenta dúvidas constantes sobre suas verdadeiras intenções.

Por que Iko Uwais acabou roubando atenção no longa?

Embora Mark Wahlberg seja o principal rosto do elenco, quem acabou se destacando em muitas das sequências de ação foi Iko Uwais. O ator indonésio, conhecido pelos filmes Operação Invasão e Operação Invasão 2, utiliza no longa o mesmo estilo agressivo de combate que o transformou em referência no cinema de ação asiático.

Interpretando Li Noor, Uwais protagoniza algumas das cenas mais violentas da produção, envolvendo lutas corpo a corpo rápidas, golpes brutais e confrontos em ambientes apertados. Boa parte das cenas mais comentadas do filme gira justamente em torno de sua movimentação física e das coreografias intensas espalhadas pela narrativa.

O elenco ainda reúne Lauren Cohan, conhecida pela série The Walking Dead, além de John Malkovich e Ronda Rousey.

O filme dividiu opiniões quando chegou aos cinemas?

Lançado em 2018, o filme recebeu críticas bastante mistas da imprensa especializada. Enquanto parte do público elogiou o ritmo acelerado e as cenas de combate mais violentas, muitos críticos apontaram problemas no desenvolvimento da trama e no excesso de cortes rápidos durante as sequências de ação.

Mesmo sem alcançar grande prestígio entre os avaliadores, o longa encontrou espaço entre fãs de thrillers militares e filmes de espionagem mais caóticos. A produção arrecadou cerca de US$ 66 milhões mundialmente e ganhou repercussão principalmente pelas cenas envolvendo Iko Uwais e pela reta final marcada por uma reviravolta que altera completamente a percepção sobre a missão da CIA.

He-Man: Mestres do Universo chega gigantesco no trailer final e mostra que Eternia virou guerra total no novo filme

Depois de anos passando por cancelamentos, mudanças de elenco e versões que nunca saíram do papel, Mestres do Universo finalmente parece ter encontrado sua identidade. O trailer final do novo live-action chegou trazendo exatamente aquilo que muita gente queria ver há anos: Eternia gigantesca, batalhas em larga escala, visual carregado de fantasia e um He-Man muito mais ligado ao lado épico da franquia.

A nova prévia divulgada pela Amazon MGM Studios mostra um filme bem diferente das versões antigas que circularam em Hollywood durante mais de uma década. Em vez de tentar deixar He-Man mais “realista”, Mestres do Universo abraça sem vergonha toda a mistura clássica da franquia criada pela Mattel: magia, tecnologia futurista, guerreiros absurdamente poderosos, castelos gigantescos e um vilão disposto a transformar Eternia em ruínas.

O vídeo também deixa claro que o longa pretende trabalhar um clima mais pesado. Eternia aparece destruída, militarizada e praticamente dominada pelas forças de Esqueleto. Existe uma sensação constante de derrota espalhada pelas cenas, como se Adam estivesse retornando tarde demais para impedir o colapso do próprio planeta.

O que acontece no novo filme de He-Man?

A história acompanha Adam, príncipe de Eternia que foi levado ainda criança para a Terra como forma de proteção. Anos depois, já distante de sua origem, ele volta a ter contato com a Espada do Poder e descobre que seu planeta natal caiu sob o domínio de Esqueleto.

O trailer mostra que Adam precisará retornar para Eternia justamente no momento em que o reino parece mais próximo do fim. Além de reencontrar personagens importantes de seu passado, ele também precisará aceitar o peso de se tornar He-Man em meio a uma guerra que ameaça não apenas seu mundo, mas o equilíbrio do universo inteiro.

O interessante é que Mestres do Universo parece menos interessado naquele herói totalmente invencível das animações antigas. A nova versão trabalha Adam como alguém dividido entre fugir das próprias responsabilidades ou finalmente assumir o lugar que sempre tentou evitar.

Ao mesmo tempo, o filme não abandona os elementos clássicos da franquia. O Castelo de Grayskull ganha enorme destaque no trailer, assim como a transformação em He-Man, tratada quase como um evento mitológico dentro da narrativa.

Nicholas Galitzine convence como He-Man?

Quando Nicholas Galitzine (Uma Ideia de Você, Vermelho, Branco e Sangue Azul) foi anunciado como protagonista, muita gente estranhou a escolha. O ator vinha de produções mais ligadas ao romance e ao drama, longe do perfil físico normalmente associado ao personagem.

Só que o trailer final ajudou bastante a mudar essa percepção.

Galitzine surge completamente transformado fisicamente e apresenta uma versão mais emocional de Adam. Em vez do guerreiro perfeito o tempo inteiro, o personagem parece carregar culpa, insegurança e medo de falhar com Eternia. Isso acaba deixando a transformação em He-Man mais importante dentro da história. Ao lado dele, Camila Mendes (Riverdale, Música) interpreta Teela. O trailer mostra a personagem muito mais ativa nas batalhas e no comando da resistência contra Esqueleto, assumindo posição importante dentro do conflito.

Já Jared Leto (Morbius, Blade Runner 2049) aparece como Keldor, o Esqueleto. O visual mistura maquiagem prática e efeitos digitais sem abandonar a aparência clássica do vilão. O resultado lembra bastante os brinquedos e animações antigas, mas com uma abordagem mais ameaçadora. O elenco ainda reúne Idris Elba (Luther, O Esquadrão Suicida) como Mentor, Morena Baccarin (Deadpool, Gotham), Alison Brie (Glow, Community), James Purefoy (Roma, Sex Education) e Kristen Wiig (Mulher-Maravilha 1984, Missão Madrinha de Casamento).

Por que Mestres do Universo demorou tantos anos para acontecer?

Poucos projetos passaram por tantos problemas em Hollywood quanto Mestres do Universo. O desenvolvimento do novo filme começou oficialmente em 2009, quando a Sony Pictures Entertainment assumiu os direitos da franquia.

Desde então, o projeto trocou diversas vezes de diretor, elenco e roteiro. Durante esse período, nomes como Jon M. Chu, McG, David S. Goyer e os irmãos Nee chegaram a trabalhar em versões diferentes da história. Algumas adaptações tentavam transformar He-Man em uma fantasia gigantesca inspirada em The Lord of the Rings, enquanto outras diminuíam bastante a presença de Eternia para reduzir custos de produção.

A situação mudou novamente quando a Netflix adquiriu os direitos em 2022. Na época, Kyle Allen (West Side Story, Rosaline) interpretaria He-Man, enquanto os irmãos Nee comandariam o longa. Só que o orçamento cresceu rapidamente e o projeto acabou cancelado em 2023 após o streaming gastar milhões em desenvolvimento.

O que Travis Knight trouxe para o filme?

A chegada de Travis Knight (Bumblebee, Kubo e as Cordas Mágicas) mudou completamente o rumo do projeto. O diretor parece ter entendido rapidamente que Mestres do Universo precisava parar de fugir da própria identidade.

O trailer deixa isso evidente o tempo inteiro. O filme não tenta esconder os elementos mais fantasiosos da franquia. Pelo contrário. Eternia aparece enorme, cheia de criaturas, tecnologia impossível, armaduras extravagantes e cenários que parecem saídos diretamente das ilustrações clássicas dos brinquedos.

Existe também uma preocupação maior em construir o conflito político do planeta. Esqueleto surge menos como um vilão caricato e mais como alguém que já assumiu controle real de Eternia através da violência e do medo.

Crítica – Alma Gêmea é um drama intenso entre amor e preconceitos que nem sempre encontra equilíbrio na história

Alma Gêmea é uma série que tenta equilibrar dois caminhos narrativos bem diferentes: de um lado, um drama romântico atravessado por descobertas pessoais e afetivas; do outro, um retrato duro de preconceitos sociais que aparecem de forma constante, quase como uma sombra que acompanha os personagens. O resultado é uma obra que oscila entre momentos sensíveis e outros em que o excesso de temas parece competir pela atenção do espectador.

A história acompanha Ryu Narutaki, um jovem japonês em conflito com sua própria identidade e suas emoções, e Johan Hwang, um boxeador coreano marcado por contradições internas e uma postura mais fechada diante do mundo. O primeiro encontro entre os dois já estabelece o tom curioso da série: um erro de lugar em uma igreja, uma confissão involuntária e um tipo de situação que mistura humor constrangedor com vulnerabilidade emocional. Esse início, apesar de simples, funciona bem como gatilho narrativo, porque coloca os protagonistas em uma posição de exposição total, sem defesa.

O problema é que a série parece ter consciência demais do impacto dessas cenas e, em alguns momentos, força a mão para transformar situações naturais em eventos quase simbólicos. A ideia de usar o confessionário como ponto de virada é interessante, mas o roteiro insiste em reforçar esse simbolismo de forma repetitiva, o que tira um pouco da espontaneidade.

Outro ponto importante é como a narrativa trata a sexualidade dos personagens. A série tenta abordar a descoberta e aceitação do amor entre dois homens com sensibilidade, mas ao mesmo tempo insere conflitos externos pesados, como homofobia e xenofobia, de maneira constante e quase acumulativa. Em vez de permitir que esses temas respirem dentro da história, o roteiro às vezes os empilha, criando a sensação de que os personagens estão sempre sob ataque, sem espaço para leveza ou pausa emocional.

Ainda assim, há méritos claros na construção da relação entre Ryu e Johan. O desenvolvimento do vínculo entre eles não acontece de forma apressada. Após o primeiro encontro, a narrativa os afasta e os reconecta em diferentes circunstâncias, incluindo um evento em um ringue de luta, onde Johan enfrenta um adversário americano e toma uma decisão controversa ao perder intencionalmente. Essa escolha narrativa abre espaço para discussões interessantes sobre identidade, pressão e sacrifício, embora a série não explore completamente as consequências emocionais desse ato.

O que poderia ser apenas um romance direto se transforma em uma história espalhada por diferentes cidades e fases da vida dos personagens. Berlim, Seul e Tóquio não são apenas cenários decorativos, mas também funcionam como espelhos das transformações internas de Ryu e Johan ao longo de uma década. Esse recorte temporal é um dos elementos mais fortes da série, pois mostra como sentimentos podem resistir ao tempo e às mudanças de contexto.

Outro aspecto positivo está nas personagens secundárias, especialmente a amiga de Ryu e a irmã de Johan. A relação entre elas surge de forma espontânea e traz uma leveza que contrasta com o peso emocional dos protagonistas. Essa amizade funciona quase como uma válvula de escape narrativa, permitindo momentos mais humanos e menos tensionados, algo que a série precisava explorar com mais frequência.

Por outro lado, o roteiro nem sempre sabe dosar suas ambições. Em alguns episódios, a trama parece mais preocupada em abordar grandes temas sociais do que em desenvolver de forma profunda as emoções individuais dos protagonistas. Isso gera uma sensação de fragmentação: há boas ideias, mas nem todas recebem o tempo necessário para amadurecer.

A atuação dos protagonistas sustenta boa parte do impacto emocional da série. Ryu é construído como alguém mais sensível e introspectivo, enquanto Johan carrega uma rigidez externa que aos poucos vai se quebrando. A dinâmica entre os dois funciona justamente porque existe contraste, mas também uma curiosidade mútua que cresce com o tempo.

Supergirl revela lado mais humano de Kara em novo teaser com entrega do uniforme e conexão com Superman

A DC Studios divulgou neste sábado (23) um novo teaser de Supergirl nas emissoras de televisão dos Estados Unidos, e a prévia rapidamente ganhou destaque entre os fãs por mostrar um momento raro de proximidade entre Kara Zor-El e Superman. Em meio às cenas de ação e viagens espaciais, o vídeo apresenta Kal-El entregando o uniforme da heroína para a prima, sequência que acabou se tornando o trecho mais comentado nas redes.

A cena reúne Milly Alcock e David Corenswet pela primeira vez em uma interação mais emocional dentro do novo DCU. Diferente do tom grandioso que costuma dominar os materiais promocionais da DC, o teaser aposta em algo mais simples e direto: mostrar Kara desconfortável, cansada e ainda tentando entender seu lugar naquele universo. O vídeo também inclui rápidas sequências de combate, explosões, perseguições espaciais e novas imagens de Krypto.

O que o teaser revela sobre a nova versão da super-heroína?

A principal diferença dessa nova Kara está justamente na maneira como ela encara o mundo. O filme deixa de lado a imagem tradicional da heroína otimista e apresenta uma personagem mais fria, impulsiva e marcada pelo trauma de Krypton.

Segundo a proposta da DC Studios, Kara passou parte da infância vivendo em um fragmento do planeta destruído e presenciou a morte de pessoas próximas antes de chegar à Terra. Isso cria um contraste direto com Superman, que cresceu em Smallville cercado por estabilidade e apoio familiar.

Como surgiu o novo filme da Supergirl?

O projeto atual nasceu depois da reformulação completa da DC Studios. Antes disso, existia um plano diferente para a personagem dentro do antigo DCEU, universo iniciado por Homem de Aço.

A primeira Supergirl daquela cronologia foi interpretada por Sasha Calle em The Flash. Na época, havia expectativa de que a atriz continuasse no papel em produções futuras, mas os planos mudaram quando James Gunn e Peter Safran assumiram o comando criativo da franquia em 2022.

Com a criação do novo DCU, o estúdio decidiu reiniciar os personagens centrais e construir uma nova continuidade. Pouco tempo depois, foi anunciado um filme inspirado na HQ Supergirl: Woman of Tomorrow.

Inicialmente, o longa carregava o mesmo subtítulo dos quadrinhos, mas a DC removeu o complemento durante o desenvolvimento da produção. Mesmo assim, a história continua fortemente baseada na obra escrita por Tom King e ilustrada por Bilquis Evely.

Qual será a história do filme?

A trama acompanha Kara Zor-El durante seu aniversário de 23 anos. Em vez de permanecer na Terra, ela decide viajar pelo espaço ao lado de Krypto. Durante essa jornada, acaba conhecendo Ruthye Marye Knoll, jovem que pede sua ajuda após sofrer uma tragédia familiar.

A partir daí, o filme se transforma em uma história de perseguição e vingança. Kara passa a caçar Krem das Colinas Amarelas, vilão interpretado por Matthias Schoenaerts.

O diferencial da história está no tom mais intimista. Apesar das batalhas espaciais e do visual de ficção científica, o foco parece estar muito mais no estado emocional de Kara do que na construção de uma ameaça gigantesca ao universo.

Essa foi justamente uma das razões que fizeram a HQ original ganhar destaque nos quadrinhos recentes da DC. Em vez de transformar a personagem apenas em uma heroína poderosa, a história mostrava alguém tentando lidar com raiva, solidão e frustrações acumuladas ao longo da vida.

Quem faz parte da equipe criativa?

O roteiro foi escrito por Ana Nogueira, que já havia trabalhado em versões anteriores do projeto antes mesmo da criação do novo DCU. James Gunn afirmou anteriormente que o estúdio decidiu acelerar o desenvolvimento do longa depois de ler a primeira versão entregue pela roteirista.

A direção ficou nas mãos de Craig Gillespie, conhecido por trabalhos que misturam personagens emocionalmente instáveis e visual estilizado. A escolha do diretor chamou atenção justamente porque indica que a DC quer um filme menos tradicional dentro do gênero de super-heróis.

Como a heroína kryptoniana se encaixa no novo DCU?

O longa será o segundo filme oficial do novo universo compartilhado da DC Studios, ficando logo depois de Superman.

Mesmo conectado ao restante da franquia, o projeto parece seguir um caminho próprio. O teaser deixa claro que a intenção não é fazer Kara viver apenas à sombra do Superman, mas construir uma protagonista com identidade diferente dentro desse universo.

A presença de Kal-El no vídeo funciona mais como um apoio emocional do que como centro da narrativa. O foco continua sendo Kara e sua dificuldade em encontrar equilíbrio depois de tudo que viveu desde Krypton.

Essa mudança também mostra uma tentativa da DC de variar o tom entre seus personagens principais. Enquanto Superman deve representar esperança e reconstrução, a jovem heroína parece caminhar para uma abordagem mais amarga e emocionalmente instável.

Quando estreia nos cinemas?

O longa-metragem estreia nos cinemas em 26 de junho. O longa será distribuído pela Warner Bros. e faz parte da primeira fase do novo DCU, chamada Capítulo Um: Deuses e Monstros”

The Grim Lover inicia workshop e apresenta história de romance sobrenatural com Pooh e Pavel

O workshop de The Grim Lover começou oficialmente e já deu o primeiro sinal mais concreto de como o novo BL sobrenatural tailandês pretende funcionar na prática. Essa etapa serve para reunir elenco e direção, ajustar ritmo de cenas e entender como os personagens vão se comportar juntos antes das gravações.

No caso dessa produção, esse alinhamento é importante porque a história depende muito de emoção e expressão. A série tem direção de Nuttapong Wongkaveepairoj (Flower Boy, Somewhere Somehow, My Magic Prophecy) e aposta em uma ideia que mistura romance com fantasia sombria, mas sem tratar o sobrenatural só como “efeito visual”. Aqui, ele entra diretamente na vida emocional dos personagens.

Do que se trata The Grim Lover?

A história acompanha um jovem que perde o marido e não consegue lidar com o luto. Em um momento de desespero, ele tenta tirar a própria vida, mas acaba sendo interrompido por uma figura inesperada: a Morte.

O detalhe que muda tudo é que essa entidade não aparece como algo genérico ou distante. Ela surge com o mesmo rosto do marido que ele perdeu. Isso deixa o protagonista em um estado constante de dúvida emocional, porque aquilo que deveria representar o fim também traz de volta a imagem de quem ele amava.

A partir daí, a Morte passa a “reivindicar” a vida dele, o que cria uma relação bem fora do comum. Não é só sobre medo ou atração, mas uma mistura dos dois, junto com confusão, apego e a dificuldade de aceitar o que está acontecendo.

Quem está no elenco principal?

No elenco, Pooh Naret Promphaopun (Que Te Livrem da Morte, Pit Babe) interpreta um dos papéis centrais da história, enquanto Krittin Kitjaruwannakul também faz parte do núcleo principal.

O que esse workshop já mostra sobre a série?

Esse tipo de workshop costuma ser uma etapa mais prática, onde o elenco testa entrosamento e a equipe ajusta a forma como a história vai ser contada em cena. Em The Grim Lover, isso faz diferença porque não é uma narrativa simples de romance.

A série exige um tipo de atuação mais contido, com foco em expressões e pausas, já que boa parte da história parece girar em torno do que não é dito diretamente. O peso emocional do luto e da presença da Morte pede um cuidado maior na forma como cada cena é construída.

Mestres do Universo pode estrear abaixo do esperado e coloca à prova o futuro de He-Man nos cinemas

Foto: Reprodução/ Internet

Depois de anos preso no chamado “inferno de desenvolvimento” de Hollywood, Mestres do Universo finalmente está próximo de chegar aos cinemas. Mas antes mesmo da estreia, o filme já enfrenta um primeiro teste importante: mostrar que He-Man ainda tem potencial para atrair o grande público em um mercado cada vez mais competitivo.

As projeções iniciais apontam para uma abertura global em torno de US$ 50 milhões, sendo aproximadamente US$ 30 milhões nos Estados Unidos e Canadá e outros US$ 20 milhões nos mercados internacionais. Embora os números possam crescer ou diminuir conforme a campanha de divulgação avança, eles indicam uma estreia relativamente modesta para uma produção baseada em uma marca conhecida mundialmente. As informações são do Deadline.

O dado chama atenção principalmente porque a Mattel vê o longa como uma de suas principais apostas para expandir sua presença em Hollywood após o sucesso de Barbie. Enquanto o filme estrelado por Margot Robbie se transformou em um fenômeno cultural e arrecadou mais de US$ 1,4 bilhão nas bilheterias mundiais, Mestres do Universo terá uma missão diferente: reconstruir uma franquia que passou décadas longe do centro da cultura pop.

O reconhecimento da marca não garante bilheteria

Um dos maiores desafios do filme é que a popularidade de He-Man hoje é muito diferente daquela observada nos anos 1980. A franquia continua extremamente conhecida entre quem cresceu acompanhando os brinquedos e a animação original, mas boa parte do público jovem não possui uma conexão emocional com os personagens. Isso significa que o filme precisará convencer espectadores que nunca tiveram contato com Eternia, e não apenas depender da nostalgia dos fãs antigos.

É justamente por isso que a nova adaptação aposta em uma história que funciona como uma reintrodução ao universo da franquia. Na trama, o Príncipe Adam retorna a Eternia após quinze anos afastado e encontra o planeta sob o domínio de Esqueleto. A jornada do protagonista envolve não apenas enfrentar o vilão, mas também redescobrir sua própria identidade e o legado associado ao poder de Grayskull.

O elenco pode ser um dos principais trunfos

Nicholas Galitzine (Uma Ideia de Você, Vermelho, Branco e Sangue Azul) lidera a produção como o Príncipe Adam, herdeiro do trono que precisa assumir o poder de He-Man para enfrentar a crescente ameaça de Esqueleto. Ao seu lado está Camila Mendes (Riverdale, Música) como Teela, capitã da Guarda Real e uma das guerreiras mais respeitadas do reino.

O principal antagonista da história será Esqueleto, interpretado por Jared Leto (Clube de Compras Dallas, Casa Gucci). O vilão busca controlar os poderes do Castelo de Grayskull e expandir seu domínio sobre Eternia. Já Idris Elba (Luther, Thor: Ragnarok) interpreta Mentor, inventor, estrategista e um dos maiores aliados de Adam na batalha contra as forças do mal.

A trama também destaca a importância das forças mágicas de Eternia. Morena Baccarin (Deadpool, Homeland) vive a Feiticeira de Grayskull, guardiã dos segredos do castelo e peça fundamental para a proteção do reino, enquanto Alison Brie (Glow, Community) interpreta Malígna, poderosa feiticeira que abandona Eternia para se unir aos planos de Esqueleto.

Por que a Mattel acompanha esse lançamento tão de perto

O desempenho de Mestres do Universo pode influenciar diretamente os próximos passos da Mattel no cinema. A empresa possui dezenas de propriedades em desenvolvimento para as telonas, mas poucas têm o potencial de gerar continuações, séries derivadas, licenciamentos e novas linhas de produtos na mesma escala de He-Man.

Por isso, a estreia representa mais do que o lançamento de um único filme. Ela servirá como um indicativo de até que ponto personagens criados há mais de quatro décadas ainda conseguem encontrar espaço entre as grandes franquias cinematográficas atuais.

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