Seu Cavalcanti | Filme de Leonardo Lacca estreia nos cinemas após duas décadas de construção

O cinema brasileiro recebe nesta quinta-feira, 11 de setembro, a estreia de Seu Cavalcanti, longa-metragem dirigido por Leonardo Lacca, com exibições confirmadas em Belo Horizonte, Niterói, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, e previsão de expansão para outras cidades nas próximas semanas. Classificado para maiores de 12 anos, o filme é o resultado de quase duas décadas de trabalho, entre registros documentais, cenas ficcionais, edição, dublagens e efeitos visuais, consolidando-se como um projeto singular no panorama audiovisual nacional.

O protagonista do longa é o avô do diretor, um homem com mais de 90 anos que enfrenta a perda de prestígio social e a necessidade de reconquistar sua independência. O filme transita entre o documentário e a ficção, formando uma narrativa híbrida de cunho familiar, mas com temática universal. A trajetória de seu protagonista, marcada por desafios e resiliência, se transforma em um retrato sensível da passagem do tempo e das relações humanas.

A produção começou em 2003, quando Leonardo Lacca, ainda estudante universitário, teve acesso a uma câmera emprestada e começou a registrar momentos do cotidiano de seu avô. Inicialmente, tratava-se de registros informais, quase um diário audiovisual, mas ao longo dos anos o projeto ganhou corpo e direção artística. Com o tempo, Seu Cavalcanti tornou-se um colaborador ativo, participando conscientemente das filmagens e influenciando a construção de sua própria narrativa. Após o falecimento do avô, em 2016, o projeto não foi interrompido. A ausência do protagonista foi incorporada à narrativa, adicionando uma camada de reflexão sobre memória, perda e continuidade.

O processo de montagem do longa foi extremamente longo e detalhado. Inicialmente, havia cerca de 20 horas de material bruto em miniDV e outros formatos, mas o volume quase triplicou ao longo dos anos. A edição, conduzida por Luiz Pretti e Ricardo Pretti, ocorreu ao longo de dez anos em diferentes cidades, incluindo Recife, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Cada etapa do processo de montagem permitiu transformar os registros acumulados em uma narrativa coesa e sensível, equilibrando o material documental com elementos ficcionais e cenas reconstituídas.

Produzido inicialmente de forma independente pela Trincheira Filmes, o projeto passou a contar com colaborações de outros nomes importantes do cinema brasileiro, como Emilie Lesclaux e Kleber Mendonça Filho, da Cinemascópio Produções, e Mannu Costa, da Plano 9. Essas parcerias forneceram recursos técnicos e financeiros essenciais, além de contribuições artísticas que enriqueceram a obra, permitindo uma finalização de alta qualidade sem comprometer a originalidade do projeto.

O elenco do longa, além de Seu Cavalcanti e suas filhas Tereza Cavalcanti e Isabel Novaes, inclui participações de destaque no cinema nacional. A atriz Maeve Jinkings, conhecida por trabalhos como Aquarius e Carvão, contracena em cenas improvisadas filmadas em 2013, capturando interações naturais e espontâneas. A atriz potiguar Tânia Maria, famosa pelo bordão “que roupa é essa, menino?” em Bacurau, também participa do filme, adicionando leveza e autenticidade a uma das sequências. Essa mistura de atores profissionais e familiares contribui para o caráter híbrido da obra, ampliando a dimensão emocional da narrativa.

A equipe técnica reúne profissionais renomados que ajudaram a consolidar a estética e a identidade sonora do filme. O fotógrafo Pedro Sotero é responsável pela cinematografia, conferindo ao longa imagens que alternam intimidade e composição estética elaborada. A trilha sonora, assinada por Tomaz Alves Souza, inclui a música O Silêncio da Madrugada, que dá o tom da abertura do filme. O designer Raul Luna cuidou da sequência inicial, enquanto a pós-produção de som, conduzida por Marina Silva, Carlos Montenegro e Roberto Espinoza, foi responsável por criar a ambiência sonora e realizar as dublagens do próprio Seu Cavalcanti. A correção de cor realizada por Gustavo “Tijolinho” Pessoa deu ao longa uma textura visual marcante, pensada para valorizar a experiência nas salas de cinema.

A première nacional ocorreu na 27ª Mostra de Cinema de Tiradentes, em Minas Gerais, dentro da sessão competitiva Olhos Livres, recebendo destaque pelo caráter inovador e pela abordagem sensível da temática do envelhecimento, da memória e das relações familiares. A recepção da crítica especializada reforçou a importância do longa como uma obra que combina pesquisa documental, construção ficcional e experimentação estética de maneira fluida e natural.

O filme se apresenta como uma obra que ultrapassa o contexto familiar de sua criação. O filme articula registros íntimos, memórias afetivas e questões universais, oferecendo ao público uma reflexão sobre o tempo, o envelhecimento, o pertencimento social e a importância das relações humanas. A obra demonstra como o cinema pode transformar experiências pessoais em narrativas universais, capazes de dialogar com diferentes públicos e sensibilidades.

Ao longo de quase 20 anos de produção, Leonardo Lacca construiu um filme que dialoga com a memória afetiva e histórica, conectando passado e presente, realidade e ficção, intimidade e universalidade. A obra prova que a dedicação prolongada, aliada à experimentação estética e narrativa, pode resultar em uma experiência cinematográfica singular, capaz de emocionar e instigar o público a refletir sobre sua própria história e sobre as transformações da vida.

“Força, Nakamura” ganha data de estreia e chega em abril com transmissão simultânea no Brasil

Boas notícias para os fãs de romance colegial e histórias cheias de delicadeza: o anime Força, Nakamura! finalmente teve sua data de estreia confirmada para 1º de abril — e, apesar da proximidade com o Dia da Mentira, não se trata de nenhuma pegadinha. A aguardada adaptação do mangá de Syundei chega oficialmente à temporada de primavera japonesa e contará com transmissão simultânea no Brasil pela Crunchyroll, conforme já havia sido anunciado anteriormente pela plataforma.

A expectativa em torno da série só cresceu desde o anúncio da adaptação, feito em agosto de 2024. Inicialmente prevista para 2025, a produção acabou sendo adiada devido a circunstâncias de produção, aumentando ainda mais a ansiedade do público. Agora, com data confirmada e trailer divulgado, a história do tímido Nakamura está pronta para conquistar uma nova audiência — desta vez em movimento e com trilha sonora.

Um romance tímido, doce e cheio de situações constrangedoras

A trama acompanha Okuto Nakamura, um estudante do ensino médio de 16 anos que guarda um segredo: ele esconde sua homossexualidade enquanto nutre uma paixão intensa e silenciosa por seu colega de classe, Aiki Hirose. O detalhe é que os dois praticamente não se conhecem.

Extremamente introvertido e desajeitado, Nakamura se apaixona por Hirose à primeira vista. Desde então, passa a fantasiar diálogos perfeitos e encontros ideais que raramente saem do campo da imaginação. Na prática, cada tentativa de aproximação resulta em situações embaraçosas e fracassos cômicos — o que dá à obra um charme especial, equilibrando humor leve e sensibilidade emocional.

Ao longo da história, o público acompanha o crescimento pessoal de Nakamura. Entre tropeços, mal-entendidos e momentos de coragem inesperada, ele começa lentamente a ganhar confiança. O desenvolvimento do relacionamento não acontece de forma explosiva ou dramática, mas sim com delicadeza: primeiro surge a amizade, depois a cumplicidade. É uma narrativa sobre amadurecimento, vulnerabilidade e os pequenos passos que constroem grandes mudanças.

Do mangá independente ao sucesso editorial

Antes de ganhar as telas, “Go For It, Nakamura!” teve uma trajetória curiosa no universo dos quadrinhos. O personagem surgiu inicialmente em ilustrações e pequenas histórias publicadas online por Syundei. O tom bem-humorado e a personalidade cativante de Nakamura chamaram atenção, abrindo portas para algo maior.

Em 2014, Syundei foi convidado pelo editor-chefe da revista Opera para criar uma história curta que ocupasse páginas em branco de uma edição da publicação. O one-shot lançado em dezembro daquele ano acabou se tornando o primeiro capítulo oficial da série. A recepção positiva levou à serialização regular a partir de 2015.

A obra foi concluída com onze capítulos, posteriormente compilados em um volume único lançado em 2017 pela editora Akane Shinsha. O sucesso ultrapassou as fronteiras japonesas quando a Seven Seas Entertainment licenciou a versão em inglês, marcando a entrada da editora no segmento boys’ love com o título.

O êxito foi suficiente para render uma sequência, intitulada “Go For It Again, Nakamura!”, que expandiu ainda mais o universo dos personagens e consolidou a série como uma queridinha entre leitores que buscam romances LGBTQIA+ leves e representativos.

No Brasil, o mangá é publicado pela Editora NewPOP, permitindo que leitores brasileiros acompanhem oficialmente a história em português.

Produção do anime e equipe criativa

A adaptação para anime será produzida pelo estúdio Studio Drive, com direção de Aoi Umeki. O roteiro fica por conta de Umeki em parceria com Yasuko Aoki, enquanto o design de personagens também leva a assinatura de Umeki — o que indica um cuidado especial em preservar o traço expressivo e delicado do mangá original.

A trilha sonora será composta por Ayana Tsujita, prometendo reforçar o clima sensível e juvenil da narrativa. Já as músicas-tema adicionam uma camada nostálgica e energética à produção: a abertura “Glory Days” será interpretada por Senri Oe, enquanto o encerramento trará “Sekai de Ichiban Atsui Natsu”, clássico do grupo Princess Princess.

Outro detalhe interessante é que os dois primeiros episódios serão disponibilizados juntos online no Japão, estratégia que pode ajudar a envolver rapidamente o público na jornada emocional de Nakamura.

Representatividade e leveza

Embora esteja inserido no gênero boys’ love, “Go For It, Nakamura!” se destaca por adotar uma abordagem leve, quase inocente. A narrativa foca mais nas inseguranças adolescentes e na dificuldade de comunicação do que em conflitos dramáticos intensos.

O anime tem potencial para dialogar não apenas com fãs do gênero BL, mas também com qualquer espectador que já tenha vivido um amor platônico no ambiente escolar. A timidez extrema de Nakamura, suas fantasias exageradas e o medo constante de fazer tudo dar errado tornam o personagem universalmente identificável.

Em um cenário em que produções LGBTQIA+ ganham cada vez mais espaço na animação japonesa, a estreia da série representa mais um passo importante na ampliação de narrativas diversas — especialmente aquelas que apostam na ternura como força principal.

Onde assistir no Brasil

Os fãs brasileiros poderão acompanhar a estreia simultaneamente com o Japão pela Crunchyroll, que já confirmou a exibição da série em seu catálogo. A plataforma tem investido fortemente em títulos da temporada e mantém o compromisso de disponibilizar episódios com rapidez e qualidade.

Twinless: Um Gêmeo a Menos chega à HBO Max e transforma uma história de perda em uma amizade cheia de segredos

A chegada de Twinless: Um Gêmeo a Menos ao catálogo da HBO Max coloca em destaque uma das produções independentes mais comentadas do circuito de festivais de 2025. Escrito, dirigido e estrelado por James Sweeney, o longa conquistou o Prêmio do Público na Competição Dramática dos Estados Unidos do Festival de Sundance, onde foi exibido pela primeira vez em janeiro daquele ano.

A história acompanha Roman (Dylan O’Brien), um jovem que tenta reorganizar a própria vida depois da morte do irmão gêmeo. Sem conseguir encontrar apoio entre as pessoas próximas, ele decide participar de um grupo criado para pessoas que passaram por uma situação específica: perder um irmão gêmeo.

Nesse ambiente, Roman conhece Dennis (James Sweeney), um rapaz de personalidade irônica e bastante diferente da sua. Apesar das diferenças, os dois criam uma ligação rápida por compartilharem uma dor que poucas pessoas conseguem compreender. A amizade cresce e passa a ocupar um espaço cada vez maior na rotina dos dois.

A relação entre eles começa a mudar quando Roman conhece Marcie (Aisling Franciosi), colega de trabalho de Dennis. A presença dela revela informações que colocam a amizade dos dois em uma nova perspectiva e fazem Roman questionar o quanto realmente conhece o novo amigo.

O filme usa o humor para tratar de assuntos delicados. Em vez de transformar o luto em apenas um elemento dramático, a produção explora as situações estranhas, desconfortáveis e até absurdas que podem surgir quando alguém tenta reconstruir a própria vida depois de uma grande perda.

Um dos principais pontos da produção é a atuação de Dylan O’Brien, que interpreta Roman e Rocky, os irmãos gêmeos presentes na história. O trabalho exige que o ator desenvolva personalidades diferentes para os dois personagens e construa uma relação que continua sendo importante mesmo após a ausência de um deles.

Conhecido por trabalhos como Teen Wolf, Maze Runner e Amor e Monstros, O’Brien escolhe aqui um papel mais voltado para o drama e para os conflitos internos do personagem. A atuação foi um dos elementos mais elogiados durante a passagem do filme por Sundance.

James Sweeney também assume um papel importante como Dennis. Além de interpretar um dos protagonistas, ele conduz a direção e o roteiro, criando uma narrativa baseada principalmente nos diálogos e na forma como os personagens revelam suas próprias fragilidades.

O elenco ainda reúne Lauren Graham como a mãe de Roman e Rocky, além de Tasha Smith, Chris Perfetti, François Arnaud, Susan Park e Cree Cicchino.

O que esperar de Twinless?

O filme foge do formato tradicional de comédia e aposta em uma mistura de humor ácido, drama e conflitos pessoais. A história não tenta transformar seus personagens em pessoas perfeitas. Roman e Dennis possuem falhas, escondem informações e tomam decisões que tornam a relação entre eles cada vez mais complicada.

A produção funciona principalmente pela forma como acompanha duas pessoas tentando lidar com sentimentos difíceis sem encontrar respostas simples. A amizade criada no grupo de apoio se torna o centro da narrativa e revela como experiências parecidas podem aproximar pessoas completamente diferentes.

Sessão da Tarde (20/05) exibe No Olho do Tornado, com cientistas e caçadores de tempestades enfrentando desastre extremo

A TV Globo apresenta nesta quarta-feira, 20 de maio, o filme No Olho do Tornado na programação da Sessão da Tarde. A produção de 2014 aposta no gênero de desastre para retratar o impacto de uma sequência de tornados violentos que atinge uma cidade nos Estados Unidos e coloca diferentes grupos de pessoas em rota de colisão com a força da natureza.

O longa acompanha a chegada de um sistema climático extremo que rapidamente transforma o cotidiano de uma pequena comunidade em um cenário de destruição. Enquanto cientistas tentam compreender o comportamento das tempestades, moradores lutam para sobreviver em meio ao caos crescente. A narrativa se desenvolve a partir de múltiplos pontos de vista, mostrando como cada personagem reage diante da ameaça iminente.

O que acontece em No Olho do Tornado?

A história se constrói em torno de pesquisadores especializados em tempestades e caçadores de fenômenos extremos que buscam registrar imagens de tornados para estudo e também para divulgação. O que começa como uma expedição planejada acaba se transformando em uma corrida desesperada pela sobrevivência quando uma sequência de tornados de grande intensidade atinge a região.

Paralelamente, o filme também acompanha famílias e moradores locais que são surpreendidos pelo avanço das tempestades. Entre eles, há personagens que tentam proteger seus entes queridos, enquanto outros se arriscam em busca de registros em vídeo do desastre, motivados pela fama e pela curiosidade diante do fenômeno.

O resultado é uma narrativa que mistura ação e tensão constante, utilizando o formato de imagens em estilo documental para aumentar a sensação de urgência. Câmeras amadoras, gravações de celular e registros de equipes de reportagem ajudam a construir a ideia de que o público está acompanhando os eventos em tempo real.

Quem está no elenco do filme?

O elenco de No Olho do Tornado reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão. Richard Armitage interpreta Gary Fuller, um dos personagens centrais da história, enquanto Sarah Wayne Callies vive a pesquisadora Allison Stone, que participa diretamente dos estudos sobre os tornados.

Matt Walsh aparece como Pete Moore, trazendo um olhar mais técnico e prático sobre os acontecimentos. Já Alycia Debnam-Carey interpreta Kaitlyn Johnson, uma das jovens que se vê envolvida na trajetória da tempestade. O filme também conta com Nathan Kress no papel de Trey Fuller, além de Arlen Escarpeta como Darryl Karley e Jeremy Sumpter como Jacob.

Como foi a produção de No Olho do Tornado?

Dirigido por Steven Quale, o filme chegou aos cinemas em 2014 sob o título original Into the Storm. A produção teve orçamento estimado em cerca de 50 milhões de dólares e investiu pesado em efeitos visuais para retratar a destruição causada pelos tornados com o máximo de realismo possível.

O roteiro de John Swetnam aposta em uma estrutura fragmentada, acompanhando diferentes núcleos de personagens que acabam conectados pelo mesmo evento climático extremo. Essa abordagem permite mostrar o desastre sob diversas perspectivas, reforçando o impacto coletivo da tragédia.

Mesmo com recepção crítica mista, o longa conseguiu desempenho positivo nas bilheteiras, arrecadando mais de 160 milhões de dólares em todo o mundo. Isso garantiu ao filme um espaço entre as produções mais conhecidas do gênero de catástrofe lançadas na década de 2010.

Onde assistir?

Além da exibição na Sessão da Tarde, No Olho do Tornado também pode ser assistido em plataformas digitais. O filme está disponível no streaming por assinatura na HBO Max, onde integra o catálogo do serviço para assinantes. Já para quem prefere assistir sob demanda, a produção pode ser encontrada no Prime Video, com opção de aluguel a partir de R$ 11,99.

Nova série do History2 investiga os mistérios mais sombrios da humanidade em Maldições da História

Histórias de tragédias inexplicáveis, objetos que carregam séculos de desgraça e cidades que jamais se recuperaram de antigos males. Esses são alguns dos temas centrais de Maldições da História (Cursed Histories), série documental inédita que estreia nesta quinta-feira, 10 de julho, no canal History2.

A produção, que chega com a proposta de unir investigação, arqueologia e história com uma dose de suspense sobrenatural, examina de forma rigorosa e cética as possíveis origens de algumas das maldições mais temidas da história. De múmias egípcias a túmulos esquecidos, de diamantes cobiçados a cidades-fantasma destruídas por guerras, Maldições da História propõe uma jornada entre o real e o mítico — e convida o público a refletir até que ponto o medo pode ser alimentado por séculos de relatos e coincidências.

Quando o passado cobra seu preço

Ao longo dos episódios, a série apresenta casos que desafiam a lógica. Em vez de simplesmente narrar lendas, a produção se propõe a investigar os fatos que deram origem a elas. Através de documentos históricos, análises científicas e entrevistas com especialistas, o programa tenta entender como e por que certas histórias de maldição ganharam força ao longo do tempo — e, em alguns casos, ainda hoje causam temor.

Entre os exemplos abordados estão ruínas de cidades onde a população desapareceu misteriosamente, pergaminhos antigos associados a mortes súbitas, joias consideradas amaldiçoadas por seus proprietários ao longo dos séculos, e até números tidos como “malditos” em diferentes culturas.

Estreia com mistérios congelantes

O episódio de estreia, intitulado “A Maldição do Homem de Gelo e a Cidade dos Gritos”, já dá o tom sombrio da temporada. Nele, três histórias se cruzam em uma narrativa inquietante: um antigo pergaminho europeu que teria provocado mortes misteriosas; a múmia neolítica conhecida como “Ötzi”, encontrada nos Alpes italianos e envolta em uma série de falecimentos súbitos entre os pesquisadores que lidaram com ela; e uma cidade devastada no Afeganistão, onde moradores acreditam que os gritos dos mortos ainda ecoam à noite.

História, medo e o poder das narrativas

Apesar de tocar em temas sobrenaturais, Maldições da História não se limita ao território do misticismo. O foco está na análise histórica e cultural dos fenômenos, buscando compreender como eventos reais foram reinterpretados pela tradição oral, pelo medo coletivo e pela construção de mitos.

Ao separar mito de realidade, a série busca lançar luz sobre o modo como diferentes civilizações lidaram com tragédias, desastres e coincidências — muitas vezes interpretando-os como sinais de punição divina ou forças ocultas.

Mortal Kombat 2 transforma o caos em espetáculo absoluto e entrega um final que abre guerra entre reinos

Mortal Kombat 2 abandona qualquer tentativa de conter sua própria natureza e assume, de vez, o que sempre deveria ter sido: um universo guiado por violência estilizada, disputas sobrenaturais e lutas que falam mais alto do que qualquer explicação narrativa. O resultado é uma continuação que troca a contenção pelo exagero e transforma o excesso em linguagem principal do filme.

O que muda quando o filme deixa o realismo de lado?

Diferente do capítulo anterior, que ainda tentava equilibrar drama humano com elementos fantásticos, a sequência opta por cortar esse caminho intermediário. Aqui, o mundo de Mortal Kombat deixa de pedir desculpas pela própria lógica e passa a funcionar como uma arena aberta, onde regras são ditadas pelo espetáculo.

Essa mudança impacta diretamente o ritmo da produção. As cenas deixam de ser interrompidas por explicações longas e passam a avançar de forma mais fluida, quase como se cada sequência estivesse conectada a outra por pura energia de combate. O universo ganha uma estética mais assumida, menos preocupada em parecer plausível e mais interessada em ser marcante.

As lutas finalmente entregam o que os fãs esperavam?

Um dos maiores saltos do filme está justamente na forma como as batalhas são construídas. A direção abandona cortes excessivos e aposta em coreografias mais abertas, permitindo que cada golpe tenha peso e visibilidade. Isso cria uma sensação mais próxima da experiência dos jogos, onde o impacto visual é parte essencial da identidade.

As fatalities, que sempre foram um símbolo da franquia, surgem com mais espaço e menos suavização. Em vez de serem tratadas como um choque isolado, elas passam a integrar o fluxo natural das lutas, reforçando o tom brutal que define esse universo. O resultado é um conjunto de cenas mais direto, mais agressivo e, principalmente, mais coerente com a proposta da saga.

Quem assume o protagonismo dentro do caos?

O filme não depende de um único eixo central, mas alguns personagens acabam ganhando mais destaque conforme a trama avança. A chegada de Johnny Cage, vivido por Karl Urban, injeta uma dose de ironia e leveza em meio ao cenário de destruição constante. Ele funciona como um contraponto ao tom sombrio que domina a maior parte da narrativa.

Já figuras clássicas como Liu Kang e Kung Lao continuam sendo peças fundamentais dentro do torneio, embora ainda fiquem limitadas por uma estrutura que prioriza ação em vez de desenvolvimento emocional. Mesmo assim, suas presenças ajudam a sustentar o peso simbólico do conflito entre os reinos.

Do lado antagonista, Shao Kahn se consolida como a força dominante da história, ampliando a sensação de ameaça constante. Sua construção não depende de grandes discursos, mas sim da forma como ele se impõe em cena, sempre como uma presença difícil de ser contida.

Como o filme organiza seu grande confronto final?

O terceiro ato é dividido em múltiplas frentes simultâneas, reforçando a ideia de que o conflito ultrapassa um único espaço ou batalha. Enquanto o torneio principal se intensifica, outras disputas paralelas acontecem em diferentes dimensões, criando uma sensação de colapso generalizado entre os reinos.

No centro desse caos, Shao Kahn avança como força imparável e acaba enfrentando diretamente Liu Kang e Sonya Blade. O combate não é apenas físico, mas simbólico, representando a tentativa de controle absoluto sobre o equilíbrio entre mundos.

Ao mesmo tempo, outras narrativas se cruzam em paralelo. Bi-Han retorna sob uma nova identidade, mais sombria e instável, assumindo a forma de Noob Saibot. Esse arco abre espaço para um conflito interno que se mistura com antigas rivalidades, especialmente em confrontos que se estendem até o Submundo.

O desfecho realmente encerra a história?

A resposta é simples: não. O encerramento de Mortal Kombat 2 foi construído claramente como uma transição, não como uma conclusão. Em vez de amarrar todas as pontas, o filme opta por expandir o universo e deixar conflitos em aberto.

Durante os momentos finais, as batalhas atingem seu ponto mais caótico. Personagens mudam de lado, poderes são despertados sob pressão extrema e artefatos místicos se tornam peças decisivas no equilíbrio da guerra. Johnny Cage, por exemplo, alcança um novo nível de poder em um momento crítico, alterando o rumo de um dos eventos centrais da trama.

Enquanto isso, Liu Kang passa por uma transformação após um desfecho brutal, sugerindo que sua trajetória ainda não terminou — apenas mudou de forma. Essa escolha reforça a ideia de continuidade e prepara terreno para uma possível evolução do personagem em futuras histórias.

O filme prioriza narrativa ou espetáculo?

A escolha da produção é evidente: o foco está no impacto visual e na energia das lutas. A narrativa existe, mas funciona mais como estrutura de suporte do que como eixo principal. O que realmente conduz o filme é a sequência de confrontos, que dita o ritmo e sustenta a experiência do início ao fim.

Isso não significa ausência total de história, mas sim uma mudança de prioridade. Em vez de construir um drama complexo, o longa aposta em um universo vivo, onde cada batalha empurra o enredo para frente. Essa decisão torna o filme mais direto, embora menos profundo em termos de desenvolvimento dramático.

Vale a pena encarar essa nova fase da franquia?

O longa-metragem funciona melhor para quem entende exatamente o tipo de experiência que a franquia propõe. Não se trata de uma narrativa fechada ou emocionalmente sofisticada, mas de um espetáculo contínuo de combate, poder e caos controlado.

Saiba qual filme é exibido na Super Tela 01/07/2023

Foto: Reprodução/ Internet

Na Record TV, o filme O Agente é exibido na Super Tela deste sábado, 01/07/2023. Intitulado originalmente The Contractor, a obra é um empolgante longa-metragem

A história gira em torno de James Dial, um ex-agente altamente treinado da CIA conhecido por suas habilidades letais como atirador de elite. Inicialmente, ele é abordado por um antigo empregador com uma proposta aparentemente simples: eliminar um terrorista de alto perfil. No entanto, James rapidamente descobre que essa missão aparentemente rotineira esconde uma trama complexa e perigosa.

Conforme James se aprofunda na operação, ele percebe que está preso em uma teia de conspiração muito maior do que poderia imaginar. À medida que a história se desenrola, o protagonista enfrenta desafios cada vez mais intensos, incluindo perseguições eletrizantes, confrontos armados e traições surpreendentes. Ele é forçado a questionar sua lealdade e a descobrir a verdade por trás da missão, enquanto lida com as consequências devastadoras de suas ações passadas.

O filme oferece uma narrativa repleta de reviravoltas emocionantes, mantendo os espectadores à beira de seus assentos. A atuação impressionante de Wesley Snipes, conhecido por seus papéis marcantes em filmes de ação, eleva o nível do filme, trazendo carisma e intensidade ao seu personagem. Eliza Bennett e Lena Headey também entregam performances sólidas, adicionando camadas de tensão e mistério ao enredo.

Com uma duração de aproximadamente 1 hora e 45 minutos, “O Agente” proporciona uma experiência cinematográfica emocionante e cativante. A combinação de sequências de ação bem coreografadas, drama intrincado e momentos de suspense crescente mantém os espectadores imersos na trama do início ao fim. A medida que James Dial enfrenta os perigos iminentes e desvenda os segredos por trás da conspiração, o público é levado a uma jornada de emoções intensas e revelações surpreendentes.

O Agente é um filme que certamente agrada aos fãs de ação e suspense, fornecendo uma dose satisfatória de adrenalina e entretenimento. Com sua trama complexa e performances marcantes, o filme conquistou seu lugar entre os apreciadores do gênero, oferecendo uma experiência cinematográfica empolgante e cheia de reviravoltas.

de ação, drama e suspense lançado em 2007. Com uma direção habilidosa de Josef Rusnak e um roteiro envolvente escrito por André Farwagi e Joshua Michael Stern, o filme apresenta um elenco estelar liderado pelo talentoso Wesley Snipes, acompanhado por Eliza Bennett e Lena Headey.

Que horas vai passar a Super Tela?

Prepare-se para uma noite de ação e suspense eletrizante, pois a Super Tela traz o aguardado filme O Agente a partir das 22h45, na Record TV. Nessa emocionante exibição, os telespectadores serão imersos em uma trama repleta de reviravoltas, protagonizada por Wesley Snipes, que interpreta o ex-agente da CIA James Dial.

Resumo da novela Garota do Momento de 10 de maio, sábado

Abaixo, confira o resumo da novela Garota do Momento do próximo sábado, 10 de maio – capítulo 161: Gregório, movido pelo afeto que ainda sente por Clarice, finalmente consegue tirá-la da clínica onde estava internada contra a própria vontade. Exausta, mas aliviada, Clarice sai de lá com o olhar perdido, como se ainda não acreditasse que está livre. Ele a leva para a casa de Teresa, onde ela é acolhida com carinho. Mesmo fragilizada, Clarice logo demonstra preocupação com Beatriz, temendo que a amiga possa estar sofrendo o mesmo destino cruel que ela enfrentou.

Enquanto isso, na alta sociedade, o clima é de tensão. Maristela, cada vez mais dominada por rancor, ameaça Miranda e as outras mulheres de seu círculo social, tentando abalar a falsa harmonia entre elas. Suas palavras carregam veneno e deixam no ar a sensação de que algo grande está para explodir.

Em outra parte da cidade, Bia, dominada pelo ciúmes, arma contra Camila. Ela não suporta ver Ronaldo se aproximando da rival e está disposta a ir longe para afastá-los de vez. A inveja a consome, e suas atitudes passam a beirar o perigoso.

Enquanto isso, Alfonso revela a Alfredo uma verdade guardada por anos: ele é seu irmão. A confissão deixa Alfredo abalado. São dois homens marcados por passados difíceis, agora unidos por um laço de sangue inesperado. O momento é intenso e repleto de silêncio, como se ambos tentassem reorganizar o próprio mundo após a revelação.

Basílio e Beto se movimentam em segredo. Sabem que Beatriz precisa de ajuda e começam a montar um plano para resgatá-la da clínica onde está internada. A urgência do resgate cresce à medida que desconfiam das condições em que ela pode estar sendo mantida.

Enquanto isso, em clima de celebração, Vera e Lígia se dedicam a preparar Celeste para o grande dia. O casamento com Edu finalmente vai acontecer, e entre risos nervosos e olhares emocionados, elas ajustam o vestido, ajeitam o cabelo e seguram as lágrimas.

Na cerimônia, Celeste caminha até o altar com o coração acelerado. O momento é lindo e comovente. Mas, do lado de fora, um olhar solitário observa tudo de longe: é Nelson, que não teve coragem de se aproximar, mas também não consegue ir embora sem ver o amor de sua vida se casar com outro.

Crítica – “Alerta Apocalipse” transforma o medo invisível em espetáculo de tensão e paranoia

Alerta Apocalipse parte de uma premissa conhecida — um vírus perigoso encoberto pelas autoridades —, mas consegue transformar essa base em uma experiência tensa, inquietante e, em alguns momentos, genuinamente perturbadora. O filme entende que o verdadeiro terror não está apenas na criatura ou na doença em si, mas no silêncio institucional que tenta varrer o problema para debaixo do tapete.

Logo nos primeiros minutos, somos apresentados à descoberta do vírus e à decisão estratégica de forças policiais, cientistas e militares de esconder o caso para evitar o caos social. A justificativa é “proteger a população”, mas o que vemos é uma sucessão de decisões baseadas no medo da repercussão, não no compromisso com a verdade. Esse início é eficiente porque não apela para o susto fácil. Ele constrói um clima de conspiração, quase burocrático, que torna tudo mais real.

Anos depois, a antiga base militar vira apenas um galpão esquecido. A escolha narrativa de avançar no tempo é inteligente, pois cria a falsa sensação de que o perigo ficou no passado. É nesse cenário que jovens funcionários começam a notar ruídos estranhos, áreas isoladas e estruturas escondidas sob a fachada comum do prédio. A curiosidade deles funciona como o gatilho da tragédia.

A descoberta da sala contaminada é uma das sequências mais impactantes do longa. O ambiente transmite abandono, mas também algo pulsante, quase vivo. Animais infectados se mutilando diante da câmera reforçam o horror físico e psicológico. É nesse ponto que o filme deixa claro que não estamos diante de um vírus comum. A infecção não transforma apenas — ela distorce, leva ao limite e culmina em algo ainda mais macabro.

O grande diferencial da narrativa está justamente na forma como o vírus se espalha. Em vez da tradicional mordida zumbi, a contaminação ocorre por explosão do hospedeiro. Humanos e animais infectados se detonam, lançando fragmentos contaminados que atingem novas vítimas. A cena do gato infectado é especialmente simbólica: frágil, ferido, aparentemente inofensivo, ele se transforma em um vetor ambulante de destruição. Ao subir em uma antena e explodir, o filme entrega uma imagem chocante e original, que marca o espectador.

É nesse caos crescente que entram os protagonistas. Travis Meacham, vivido por Joe Keery, representa o olhar inquieto e questionador diante do absurdo. Ao seu lado está Robert Quinn, interpretado por Liam Neeson, cuja presença traz peso dramático e autoridade moral à trama. Já Naomi Williams, papel de Georgina Campbell, equilibra emoção e racionalidade, funcionando como a ponte entre impulso e estratégia.

A dinâmica entre os três eleva o filme a outro nível. Quando percebem que o Exército jamais admitirá o erro ou permitirá uma ação oficial, eles decidem agir por conta própria. A ideia de implodir o local com uma bomba subterrânea adiciona urgência à narrativa. Não se trata apenas de destruir um prédio, mas de eliminar um erro histórico antes que ele se torne irreversível.

A sequência final é carregada de tensão. Cada passo no plano parece poder dar errado. O espectador sente que o vírus, invisível e imprevisível, pode escapar a qualquer momento. Quando a explosão finalmente acontece, há um misto de alívio e dúvida. Eles sobrevivem, quase ilesos, mas o silêncio que vem depois não transmite vitória absoluta — transmite incerteza.

A decisão de expor as provas à mídia acrescenta uma camada política poderosa. O filme deixa claro que o maior erro não foi apenas criar ou armazenar o vírus, mas escolher escondê-lo. A crítica à manipulação institucional ecoa de forma atual e incômoda.

E então vem a última cena. Um detalhe quase discreto: um animal aparentemente infectado. Não há explicações, apenas sugestão. O vírus pode ter sobrevivido. Pode estar à espreita. Pode já estar se espalhando novamente.

Cine Maior 03/09/2023 Record exibe Jogo do Dinheiro

Foto: Reprodução/ Internet

No próximo domingo, agendado para o dia 03/09/2023, a Record preparou uma tarde repleta de suspense, emoção e entretenimento para cativar os telespectadores. O grande destaque da programação é o filme Jogo do Dinheiro, que será exibido no Cine Maior a partir das 13h45, logo após o Record Kids, que, por sinal, trará o hilário “Todo Mundo Odeia o Chris” para deixar o público ainda mais animado.

Este eletrizante longa-metragem, dirigido pela renomada cineasta Jodie Foster, promete ser o ponto alto do seu domingo, com um elenco estelar composto por alguns dos maiores nomes do cinema mundial, incluindo Julia Roberts, George Clooney, Jack O’Connell e Caitriona Balfe.

A história de “Jogo do Dinheiro” gira em torno de Lee Gates, brilhantemente interpretado por George Clooney, um carismático apresentador do programa de TV “Money Monster”. Em seu programa, Lee oferece dicas sobre o mercado financeiro de uma forma que se assemelha a performances de um popstar. No entanto, um dia, o inesperado acontece quando um desconhecido invade o estúdio armado com um revólver, obrigando Lee a vestir um colete repleto de explosivos.

Diante dessa situação extrema, a produtora do programa, Patty Fenn, interpretada pela talentosa Julia Roberts, toma medidas imediatas para tirar o programa do ar, mas o invasor tem outras exigências. Ele insiste que o programa permaneça ao vivo, caso contrário, ameaça matar Lee. A partir desse momento, uma intensa investigação tem início para descobrir a identidade do sequestrador e encontrar uma maneira de salvar todas as vidas em risco dentro do estúdio.

Enquanto a tensão cresce, a audiência do programa “Money Monster” aumenta exponencialmente, e o público se vê preso a uma transmissão ao vivo que pode resultar em tragédia a qualquer momento. O filme explora temas complexos relacionados a finanças, mídia e poder, mantendo os espectadores à beira de seus assentos, ansiosos para descobrir o desfecho desse intenso jogo de gato e rato.

E, para tornar essa experiência ainda mais fascinante, aqui estão algumas curiosidades sobre o filme “Jogo do Dinheiro”:

  1. Julia Roberts e George Clooney reunidos: Este filme marcou a quarta colaboração entre Julia Roberts e George Clooney, dois dos nomes mais consagrados de Hollywood. Eles já haviam atuado juntos em filmes como “Onze Homens e um Segredo” (Ocean’s Eleven), “Doze Homens e Outro Segredo” (Ocean’s Twelve) e “Treze Homens e um Novo Segredo” (Ocean’s Thirteen).
  2. Direção de Jodie Foster: “Jogo do Dinheiro” é dirigido por Jodie Foster, que é uma atriz aclamada e vencedora do Oscar. Este foi o quarto filme que ela dirigiu e marcou sua incursão na direção de um filme de grande orçamento.
  3. Inspiração na realidade: O filme foi inspirado em eventos reais envolvendo programas financeiros de televisão e suas consequências. A história examina questões complexas relacionadas à ética financeira e ao poder da mídia.
  4. Filmagem em Nova York: A maior parte do filme foi gravada em locações reais na cidade de Nova York, proporcionando uma atmosfera autêntica para a trama. As cenas dentro do estúdio de TV foram filmadas em um cenário construído especificamente para o filme.
  5. Audiência ao vivo: Para criar uma sensação de autenticidade, várias cenas foram filmadas com uma audiência ao vivo, que incluía membros do público real. Isso contribuiu para a atmosfera tensa e realista do filme.
  6. Jack O’Connell como o antagonista: O ator britânico Jack O’Connell desempenha o papel do sequestrador Kyle Budwell. Sua atuação foi elogiada por sua intensidade e pela complexidade do personagem.
  7. Música de Dominic Lewis: A trilha sonora do filme foi composta por Dominic Lewis, que também trabalhou em outros filmes populares, como “Goosebumps” e “O Panda do Kung Fu 3”. Sua música ajuda a criar a atmosfera tensa e emocionante do filme.

Agora que você está por dentro de todos esses detalhes empolgantes, não perca a oportunidade de assistir a “Jogo do Dinheiro” neste domingo. Embarque em uma emocionante jornada de suspense, mistério e reviravoltas, na qual cada segundo conta e cada escolha pode mudar o destino dos personagens.

Mas você deve estar se perguntando: que horas vai passar o Cine Maior? Prepare-se para uma tarde de entretenimento na Record, com a exibição do Cine Maior a partir das 13h45, imediatamente após o Record Kids. Antes de mergulhar nas emoções do filme, você poderá se divertir com as peripécias da família Rock na série “Todo Mundo Odeia o Chris”. Portanto, reserve seu lugar no sofá e aproveite essa tarde emocionante com os melhores programas da televisão. Será uma experiência cinematográfica de tirar o fôlego, então não perca!

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