Evil Dead Wrath conclui suas gravações e aproxima A Morte do Demônio de seu retorno aos cinemas

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A produção de Evil Dead Wrath, novo capítulo da franquia A Morte do Demônio, concluiu oficialmente suas filmagens. Com isso, o longa-metragem entra na fase de pós-produção e mantém sua estreia prevista para 6 de abril de 2028 nos cinemas brasileiros.

O projeto será dirigido e escrito por Francis Galluppi, que assume pela primeira vez um filme da série. Nos bastidores, a produção continua sob a supervisão de Sam Raimi e Robert Tapert, responsáveis por ajudar a construir a franquia desde seus primeiros anos.

Até o momento, os detalhes da história permanecem em sigilo. A produção ainda não divulgou uma sinopse oficial nem revelou quais personagens estarão no centro da narrativa. A estratégia segue a linha adotada pelos filmes mais recentes da franquia, que preservaram os principais detalhes da trama até a divulgação dos primeiros trailers.

O elenco confirmado reúne Charlotte Hope, Jessica McNamee, Zach Gilford, Josh Helman, Ella Newton, Ella Oliphant e Elizabeth Cullen. Os papéis interpretados pelos atores ainda não foram anunciados.

Uma informação importante é que Evil Dead Wrath não foi apresentado como uma continuação direta de A Morte do Demônio: A Ascensão, lançado em 2023. Tudo indica que o filme contará uma nova história ambientada no mesmo universo da franquia, modelo que tem permitido aos produtores explorar personagens e situações diferentes sem depender dos acontecimentos dos longas anteriores.

Também não há confirmação sobre uma participação de Ash Williams, personagem interpretado por Bruce Campbell e protagonista da trilogia original. O ator segue ligado à marca nos bastidores, mas seu retorno diante das câmeras não foi anunciado.

Embora a trama continue cercada de mistério, a franquia possui alguns elementos recorrentes que costumam servir como base para suas histórias. Desde o longa de 1981, os filmes exploram confrontos entre seres humanos e entidades demoníacas libertadas por antigos textos amaldiçoados, especialmente o Necronomicon, objeto que se tornou uma das marcas registradas da série.

O próprio título do novo filme chama atenção. A palavra “Wrath”, traduzida como “ira”, sugere uma narrativa marcada por conflitos mais violentos e pela presença de ameaças ainda mais perigosas. No entanto, os produtores não explicaram oficialmente o significado do nome nem sua relação com os acontecimentos da história.

Com as gravações encerradas, os próximos passos da produção incluem a finalização dos efeitos visuais, edição e desenho de som. As primeiras imagens oficiais, a sinopse completa e o trailer devem ser divulgados futuramente, oferecendo uma visão mais clara sobre a proposta do novo capítulo.

Supercine exibe O Homem de Toronto neste sábado (30) e reúne Kevin Hart e Woody Harrelson em comédia cheia de confusão

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O Supercine deste sábado, 30 de maio, traz O Homem de Toronto, longa-metragem de ação e comédia lançado em 2022 e estrelado por Kevin Hart e Woody Harrelson. O filme será uma opção para quem procura uma história leve, com perseguições, confrontos e situações cômicas construídas a partir de uma grande confusão de identidade.

Segundo a sinopse do AdoroCinema, a trama acompanha Teddy, um empresário de Nova York que tenta encontrar uma forma de fazer seus negócios darem certo. Durante uma viagem, ele acaba chegando ao endereço errado de uma casa alugada por temporada. O erro faz com que criminosos o confundam com o temido “Homem de Toronto”, um assassino conhecido por sua reputação no mundo do crime.

Sem entender o que está acontecendo, Teddy passa a ser tratado como um perigoso profissional contratado para realizar interrogatórios e missões de alto risco. A situação se complica ainda mais quando o verdadeiro Homem de Toronto surge e percebe que existe alguém ocupando o seu lugar.

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O principal elemento da história é justamente o contraste entre os dois personagens centrais. Teddy é um homem comum, inseguro e sem qualquer experiência em combate. Já Randy, conhecido como Homem de Toronto, é um assassino treinado, acostumado a lidar com operações perigosas. A convivência forçada entre eles gera boa parte dos momentos de humor do filme.

Kevin Hart interpreta Teddy e utiliza características que já marcaram outros trabalhos de sua carreira, como a capacidade de transformar situações simples em momentos de humor. O ator também esteve em produções como Jumanji: Bem-Vindo à Selva, Jumanji: Próxima Fase e Central de Inteligência.

Woody Harrelson assume o papel do assassino profissional. Ao longo de sua trajetória em Hollywood, o ator participou de filmes como Zumbilândia, Três Anúncios para um Crime e da franquia Jogos Vorazes. Em O Homem de Toronto, ele entrega um personagem mais contido, servindo como contraponto ao estilo expansivo de Hart.

O elenco ainda conta com Kaley Cuoco no papel de Maggie, esposa de Teddy. A atriz ficou mundialmente conhecida por interpretar Penny na série The Big Bang Theory. Também participam da produção Ellen Barkin, Jasmine Matthews, Kate Drummond e Pierson Fodé.

Dirigido por Patrick Hughes, o filme segue uma fórmula bastante conhecida pelo público: dois personagens completamente diferentes são obrigados a trabalhar juntos para escapar de uma série de ameaças. Ao longo da história, a dupla enfrenta criminosos, agentes federais e outros assassinos contratados que tentam resolver a confusão criada pela troca de identidades.

Um detalhe interessante sobre a produção envolve seu lançamento. Inicialmente, O Homem de Toronto chegaria aos cinemas pela Sony Pictures. Posteriormente, os direitos de distribuição foram adquiridos pela Netflix, que lançou o filme mundialmente em junho de 2022. A mudança ampliou o alcance da obra e fez com que ela chegasse rapidamente ao catálogo da plataforma em diversos países.

Para quem ainda não conhece o longa, vale destacar que ele não busca construir uma trama complexa de espionagem ou suspense. O foco está na relação entre os protagonistas e nas consequências do erro que coloca um cidadão comum no centro de uma operação criminosa internacional. As cenas de ação funcionam como complemento para a narrativa, que dedica boa parte do tempo às interações entre Teddy e Randy.

Paramount negocia adaptação milionária de A Biblioteca da Meia-Noite com Florence Pugh e leva aos cinemas um dos livros mais comentados dos últimos anos

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A Paramount está perto de garantir os direitos de A Biblioteca da Meia-Noite (The Midnight Library), romance de Matt Haig que se tornou um fenômeno editorial desde seu lançamento em 2020.

De acordo com informações divulgadas durante o Festival de Cannes, o estúdio deve investir mais de US$ 30 milhões para adquirir o projeto, um dos negócios mais disputados do mercado cinematográfico deste ano. As informações são do The Hollywood Reporter.

O filme será dirigido por Garth Davis, conhecido por Lion: Uma Jornada para Casa e Maria Madalena, enquanto Florence Pugh, atriz de produções como Oppenheimer, Duna: Parte Dois, Viúva Negra e Adoráveis Mulheres, está ligada ao papel principal.

Para quem ainda não conhece a obra, o interesse de Hollywood não é difícil de entender. Diferentemente de muitas histórias que utilizam universos paralelos apenas como ferramenta para criar ação ou aventura, A Biblioteca da Meia-Noite constrói sua narrativa em torno de uma pergunta que praticamente todo mundo já fez em algum momento da vida: “Como tudo seria diferente se eu tivesse tomado outra decisão?”

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A protagonista é Nora Seed, uma mulher que atravessa uma fase extremamente difícil. Sem conseguir enxergar perspectivas para o futuro, ela acaba chegando a um ponto de ruptura emocional. É então que desperta em um lugar incomum: uma biblioteca infinita situada entre a vida e a morte.

Cada livro presente nas estantes representa uma versão diferente de sua existência. Ao abrir uma dessas obras, Nora passa a viver temporariamente uma realidade construída a partir de escolhas que ela não fez em sua vida original.

Em uma dessas possibilidades, ela se torna uma atleta olímpica. Em outra, segue carreira científica em uma região isolada do Ártico. Também experimenta uma vida em que se muda para a Austrália, outra em que alcança fama internacional na música e uma em que constrói a família que sempre imaginou ter.

O elemento mais interessante da história é que nenhuma dessas vidas alternativas funciona como uma fantasia perfeita. Cada nova realidade apresenta desafios, perdas e consequências próprias. Aos poucos, Nora percebe que mudar uma decisão específica não elimina automaticamente os problemas que fazem parte da experiência humana.

Essa construção ajudou o livro a conquistar milhões de leitores ao redor do mundo. Embora utilize conceitos de ficção científica e fantasia, a obra discute temas bastante próximos da realidade, como arrependimento, expectativas, autoestima, relações familiares e a tendência de idealizar caminhos que nunca foram seguidos.

Para o público que acompanha adaptações literárias, existe outro fator que ajuda a explicar o entusiasmo em torno do projeto. A história depende fortemente da atuação da protagonista, já que grande parte da narrativa acompanha diferentes versões da mesma personagem enfrentando situações completamente distintas.

Por isso, a possível escalação de Florence Pugh tem sido vista como um dos principais atrativos da produção. Nos últimos anos, a atriz demonstrou versatilidade em dramas, produções históricas, filmes de ação e grandes franquias, características que podem ser importantes para interpretar uma personagem que passa por tantas transformações ao longo da trama.

A escolha de Garth Davis para a direção também indica que o estúdio pretende preservar o aspecto emocional da obra. Seus trabalhos anteriores costumam priorizar a jornada dos personagens e os conflitos humanos, algo essencial para uma adaptação que depende menos de grandes cenas de espetáculo e mais da conexão do público com a protagonista.

Ainda não existe uma data oficial para o início das filmagens ou para a estreia nos cinemas. Mesmo assim, a movimentação em Cannes mostra que o projeto está avançando rapidamente e pode se tornar uma das adaptações literárias mais importantes atualmente em desenvolvimento em Hollywood.

Backrooms: Um Não-Lugar já virou um dos fenômenos do terror em 2026 e estreia nos cinemas com números muito acima do esperado

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Nem sempre um fenômeno da internet consegue repetir o mesmo sucesso quando chega aos cinemas. Com Backrooms: Um Não-Lugar, porém, o cenário parece ser diferente. A adaptação da popular série criada por Kane Parsons para o YouTube começou sua trajetória nas telonas com US$ 10,4 milhões arrecadados apenas nas sessões de pré-estreia, um resultado que colocou o longa entre os lançamentos mais comentados do momento.

Antes da estreia, a expectativa do mercado apontava para uma abertura entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões nos Estados Unidos. Agora, após os primeiros números divulgados, analistas já consideram a possibilidade de o filme encerrar o fim de semana acima dessa faixa. As informações são da Variety.

O dado chama ainda mais atenção quando comparado ao orçamento da produção. Segundo informações divulgadas pelos estúdios, Backrooms custou menos de US$ 10 milhões para ser produzido. Na prática, isso significa que o longa está muito perto de recuperar todo o investimento inicial em poucos dias de exibição.

Para quem ainda não conhece a história, o filme leva para os cinemas uma das lendas urbanas digitais mais populares dos últimos anos. Os Backrooms surgiram na internet a partir de imagens de corredores vazios, salas iluminadas por luzes fluorescentes e escritórios sem pessoas. A ideia era simples: e se existisse um lugar escondido da realidade, formado por ambientes infinitos dos quais ninguém consegue escapar?

A proposta parecia estranha quando apareceu pela primeira vez em fóruns online, mas acabou conquistando milhões de pessoas justamente por mexer com um medo bastante específico. Não se trata de monstros aparecendo a todo momento ou sustos constantes. O desconforto surge da sensação de estar preso em um local que parece comum à primeira vista, mas que se torna cada vez mais errado conforme você observa os detalhes.

No filme, a história acompanha Clark, interpretado por Chiwetel Ejiofor. Dono de uma loja de móveis, ele encontra algo impossível escondido no porão do estabelecimento: uma passagem que leva a um labirinto gigantesco de salas e corredores aparentemente intermináveis.

O que começa como curiosidade rapidamente se transforma em obsessão. Convencido de que encontrou algo extraordinário, Clark decide explorar o local com a ajuda de Kat, funcionária da loja, e Bobby, namorado dela. Conforme o grupo avança pelos corredores, surgem ruídos estranhos, fenômenos difíceis de explicar e sinais de que existe algo circulando por aquele espaço.

Quando Clark desaparece sem deixar rastros, a história passa a acompanhar a terapeuta Mary Kline, interpretada por Renate Reinsve. Na tentativa de descobrir o que aconteceu com seu paciente, ela entra nos Backrooms e acaba enfrentando seus próprios medos enquanto procura uma saída.

Um dos aspectos mais interessantes do projeto é justamente sua origem. Kane Parsons não chegou a Hollywood depois de dirigir grandes produções ou acumular anos de experiência na indústria. Ele ficou conhecido ainda adolescente ao publicar vídeos dos Backrooms no YouTube. Os curtas chamaram tanta atenção que acabaram despertando o interesse de produtores e estúdios, algo raro mesmo em uma época em que conteúdos virais surgem diariamente.

Essa trajetória ajuda a explicar parte da curiosidade em torno do filme. Muitas pessoas estão acompanhando não apenas a adaptação de uma história popular, mas também a evolução de um criador independente que saiu da internet para comandar uma produção distribuída mundialmente.

Chiwetel Ejiofor, visto em Doutor Estranho e vencedor do BAFTA por 12 Anos de Escravidão, lidera o elenco ao lado de Renate Reinsve, destaque do aclamado A Pior Pessoa do Mundo. A produção também traz Mark Duplass (The Morning Show e Creep), Finn Bennett (True Detective: Terra Noturna), Lukita Maxwell (Shrinking), Avan Jogia (Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City) e Krista Kosonen (Beforeigners).

O sucesso inicial indica que o longa de ficção científica e terror conseguiu atrair tanto quem já conhecia a história original quanto espectadores que nunca tiveram contato com a série do YouTube. Isso costuma ser um dos maiores desafios para adaptações de conteúdos virais: expandir o público sem depender exclusivamente da base de fãs que já existe.

O longa segue em cartaz nos cinemas brasileiros.

Toy Story 5 vai abordar o impacto da tecnologia nas crianças, e Tom Hanks destaca uma das cenas mais emocionantes da franquia

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Depois de acompanhar diferentes fases da infância ao longo de quase três décadas, a franquia Toy Story prepara uma nova discussão para seu próximo capítulo. Desta vez, os brinquedos terão que lidar com um concorrente que não existia quando Woody e Buzz Lightyear chegaram aos cinemas pela primeira vez: as telas.

Durante um evento realizado em Londres para promover Toy Story 5, Tom Hanks (À Espera de um Milagre, O Pior Vizinho do Mundo, O Resgate do Soldado Ryan) conversou com o The Hollywood Reporter e comentou um dos temas centrais da nova animação da Pixar. Segundo o ator, que dubla Woody desde 1995, o filme trará uma reflexão sobre a relação das crianças com a tecnologia e sobre os impactos emocionais que esse contato pode provocar.

Ao falar sobre a história, o ator revelou que existe uma sequência que o marcou profundamente durante a produção. A cena acompanha uma garota que fica abalada após receber mensagens negativas e não consegue entender a razão por trás da rejeição. “Aquela garotinha fica magoada com as mensagens que as pessoas mandam sobre ela. Ela não entende o porquê. Ela não sabe o que fez de errado, mas aquilo dói”, afirmou o ator.

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A fala ajuda a entender a direção que a Pixar pretende seguir no novo longa. Em vez de tratar a tecnologia apenas como um elemento de fundo, o estúdio parece interessado em discutir como celulares, aplicativos e redes digitais passaram a influenciar experiências que antes aconteciam quase exclusivamente fora das telas.

A própria trama aponta nessa direção. Após os acontecimentos do quarto filme, Jessie assume uma posição de liderança no quarto de Bonnie, enquanto Buzz Lightyear continua como um de seus principais aliados. No entanto, a rotina dos brinquedos muda quando Bonnie, agora com oito anos, desenvolve uma forte ligação com um novo dispositivo chamado Lilypad, um tablet em forma de sapo.

Essa mudança cria um cenário diferente de tudo o que a franquia apresentou até agora. Nos filmes anteriores, os brinquedos temiam ser esquecidos, doados ou substituídos por novidades. Agora, eles enfrentam algo mais complexo: a atenção de uma criança disputada por dispositivos capazes de oferecer vídeos, jogos, mensagens e entretenimento praticamente ilimitado.

O tema conversa diretamente com uma realidade vivida por muitas famílias. Nos últimos anos, tablets e smartphones passaram a ocupar uma parte significativa do cotidiano infantil, alterando hábitos de lazer e formas de interação. Ao levar essa discussão para o universo de Toy Story, a Pixar encontra uma maneira de abordar um assunto contemporâneo sem abandonar os elementos emocionais que marcaram a série desde o início.

O elenco principal retorna praticamente completo. Tom volta como Woody, Tim Allen reprisa o papel de Buzz Lightyear e Joan Cusack retorna como Jessie, personagem que deve ocupar uma posição ainda mais importante nesta nova fase da história. Também estão de volta nomes conhecidos do público, como Annie Potts, Wallace Shawn, John Ratzenberger, Bonnie Hunt, Tony Hale, Kristen Schaal, Keanu Reeves e Ally Maki.

A produção também adiciona novos integrantes ao elenco. Entre eles estão Greta Lee, Conan O’Brien, Craig Robinson, Bad Bunny, Alan Cumming e Mykal-Michelle Harris. Embora os detalhes sobre seus personagens ainda estejam sendo mantidos em segredo, a expectativa é que eles tenham participação importante nos conflitos apresentados pela nova trama.

Nos bastidores, o quinto longa-metragem será dirigido por Andrew Stanton, cineasta responsável por produções como Procurando Nemo e WALL-E. O roteiro foi desenvolvido em parceria com McKenna Harris, enquanto Randy Newman retorna para compor a trilha sonora, mantendo uma das marcas registradas da franquia.

Outro detalhe relevante é que este será o primeiro filme principal da série produzido sem o envolvimento de John Lasseter, um dos criadores de Toy Story e figura fundamental nos capítulos anteriores.

As declarações de Hanks sugerem que a Pixar continuará utilizando brinquedos para falar sobre experiências humanas reconhecíveis pelo público. Desta vez, o estúdio parece mirar em questões ligadas à comunicação digital, à autoestima e ao impacto que palavras enviadas por uma tela podem causar em crianças que ainda estão aprendendo a lidar com o mundo ao seu redor.

Dia D | Emily Blunt preferiu criar linguagem própria em vez de usar inteligência artificial em momento decisivo do longa de Steven Spielberg

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A atriz Emily Blunt revelou um detalhe curioso sobre os bastidores de Dia D, novo filme de ficção científica dirigido por Steven Spielberg. Durante participação no programa Hot Ones, ela contou que recusou uma solução baseada em inteligência artificial para uma das cenas mais importantes da produção e optou por construir a sequência utilizando apenas sua própria interpretação.

Segundo Blunt, a cena envolve uma longa tomada contínua de aproximadamente quatro minutos. Durante o momento, sua personagem passa por uma transformação gradual enquanto começa a emitir sons e palavras em uma linguagem que não existe entre os humanos.

A atriz explicou que a produção poderia ter recorrido à inteligência artificial para criar esse efeito vocal, mas ela preferiu seguir outro caminho. Em vez disso, desenvolveu sons e padrões de fala próprios para dar autenticidade à cena. As informações são da Variety.

A decisão chama atenção porque a inteligência artificial vem sendo cada vez mais utilizada na indústria do entretenimento, seja para modificar vozes, recriar performances ou produzir efeitos digitais. Ao optar por realizar a sequência sem esse recurso, Blunt buscou manter a interpretação ligada diretamente ao trabalho feito durante as gravações.

Para quem acompanha o debate sobre IA em Hollywood, a declaração mostra que parte dos artistas ainda vê a tecnologia com cautela, principalmente quando ela pode interferir em elementos considerados essenciais para a atuação. No caso da atriz, a preocupação era que uma ferramenta automatizada substituísse escolhas criativas que poderiam ser construídas durante a performance.

A cena em questão parece ter papel central na história de Disclosure Day. O filme acompanha uma situação que altera completamente a realidade do planeta quando a existência de vida extraterrestre deixa de ser uma teoria e passa a ser um fato confirmado.

Emily interpreta uma meteorologista de Kansas City que está apresentando uma transmissão ao vivo quando algo inesperado acontece. Subitamente, ela perde a capacidade de falar normalmente e passa a emitir sons perturbadores, tornando-se uma das primeiras pessoas afetadas por uma força misteriosa ligada ao contato com uma inteligência desconhecida.

A partir desse evento, o mundo começa a enfrentar uma série de fenômenos difíceis de explicar. Relatos de influência mental, comportamentos estranhos e informações escondidas por décadas passam a surgir em diferentes lugares, levando governos e a população a tentarem compreender o que realmente está acontecendo.

A premissa se diferencia de muitas histórias sobre alienígenas por concentrar parte do suspense nas reações humanas diante da descoberta. Em vez de focar apenas em confrontos ou batalhas, a narrativa explora como a sociedade reage quando percebe que não está sozinha no universo.

Outro ponto que pode interessar ao público é a equipe criativa envolvida no projeto. Spielberg dirige o longa a partir de um roteiro escrito por David Koepp, profissional que já trabalhou com o cineasta em produções como Jurassic Park e War of the Worlds. A parceria costuma despertar expectativa entre os fãs de ficção científica por reunir dois nomes experientes no gênero.

O elenco também reúne atores conhecidos do público. Além de Blunt, a produção conta com Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo, Wyatt Russell, Elizabeth Marvel e outros nomes que ocupam posições importantes na trama.

Com estreia prevista para 11 de junho de 2026, Dia D já aparece como um dos lançamentos de ficção científica mais aguardados do próximo ano.

Imagem divulgada pelos irmãos Russo pode ter revelado quando a Marvel pretende lançar o próximo trailer de Vingadores: Doutor Destino

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Uma nova publicação dos diretores Joe Russo e Anthony Russo movimentou as discussões em torno de Vingadores: Doutor Destino. A imagem compartilhada nas redes sociais exibe o clássico logotipo do Doutor Destino acompanhado da inscrição “SXSW London”, um detalhe que rapidamente chamou a atenção porque pode indicar muito mais do que uma simples referência ao principal vilão do filme.

A interpretação mais comentada nas últimas horas é que a publicação pode estar sugerindo a chegada de um novo trailer durante o evento realizado em Londres. Embora a Marvel Studios não tenha confirmado qualquer apresentação oficial relacionada ao longa, a escolha de destacar o SXSW London parece estratégica demais para passar despercebida, especialmente em um momento em que a campanha promocional do filme precisa começar a ganhar força. As informações são do ComicBookMovie.

A teoria faz sentido por uma razão simples: Doutor Destino estreia em 18 de dezembro e ainda teve pouco material divulgado ao público. Com menos de sete meses até a chegada aos cinemas, a expectativa é que a Marvel inicie em breve uma nova etapa de divulgação, revelando cenas inéditas, detalhes da história e uma visão mais clara do papel que o Doutor Destino terá dentro da narrativa.

Caso um trailer seja exibido durante o SXSW London, existe ainda uma questão prática que pode influenciar os planos do estúdio. Diferentemente da CinemaCon, que costuma adotar medidas rígidas para evitar gravações, eventos com presença mais ampla de público e imprensa frequentemente acabam gerando vazamentos. Isso aumenta a possibilidade de que a Marvel opte por divulgar oficialmente o material online pouco depois de sua exibição, evitando que versões de baixa qualidade dominem as redes sociais.

O interesse em torno do filme também está diretamente ligado à escala da produção. Depois de anos construindo diferentes núcleos dentro do Universo Cinematográfico Marvel, a história promete reunir personagens que até pouco tempo atrás pareciam pertencer a franquias completamente separadas.

O principal destaque continua sendo o retorno de Robert Downey Jr., desta vez não como Tony Stark, mas como Victor Von Doom, o Doutor Destino. Segundo Joe Russo, o personagem será tratado como uma figura extremamente complexa e multifacetada, uma abordagem que influenciou diretamente a escolha do ator. O diretor chegou a afirmar que Downey era a única pessoa capaz de assumir o papel da forma desejada pela equipe criativa.

O envolvimento do ator vai além da atuação. Downey ajudou a construir a história pessoal de sua versão de Destino para servir de base durante as filmagens e também contribuiu com ideias relacionadas ao figurino do personagem. Outro detalhe revelado pela produção é que ele utilizará uma voz com sotaque marcante para diferenciar completamente o vilão de qualquer lembrança associada ao Homem de Ferro.

O filme também marca o retorno de Chris Evans ao MCU. Após o encerramento da trajetória de Steve Rogers em Vingadores: Ultimato, o ator declarou diversas vezes que não pretendia voltar ao papel sem uma justificativa forte. Segundo Evans, a história apresentada em Doomsday ofereceu uma razão convincente para que o personagem voltasse a participar dos acontecimentos centrais do universo Marvel.

Além deles, o elenco reúne algumas das figuras mais importantes da atual fase do estúdio. Chris Hemsworth retorna como Thor, Anthony Mackie volta como Capitão América, Paul Rudd reprisa seu papel como Homem-Formiga e Florence Pugh retorna como Yelena Belova após os eventos recentes envolvendo os Novos Vingadores.

Outro núcleo importante será o Quarteto Fantástico. Pedro Pascal interpreta Reed Richards, enquanto Vanessa Kirby assume o papel de Sue Storm. Joseph Quinn aparece como Johnny Storm e Ebon Moss-Bachrach interpreta Ben Grimm. A equipe terá participação central nos acontecimentos do filme, especialmente porque a trama envolve personagens oriundos de diferentes realidades.

Os mutantes também terão presença significativa. O elenco inclui Ian McKellen como Magneto, Patrick Stewart como Professor X, James Marsden como Ciclope, Alan Cumming como Noturno, Rebecca Romijn como Mística e Kelsey Grammer como Fera. Trata-se de uma das maiores reuniões de atores da antiga franquia X-Men desde o encerramento da série produzida pela Fox.

Entre os personagens mais aguardados está Gambit, interpretado por Channing Tatum. Após a boa recepção de sua participação em Deadpool & Wolverine, o personagem retorna em uma versão mais séria, adequada ao tom dramático que os diretores pretendem adotar para a produção.

A história acompanhará o encontro entre heróis de diferentes universos, incluindo os Vingadores da Terra-616, o Quarteto Fantástico da Terra-828 e uma equipe de X-Men vinda de outra realidade. Todos acabam envolvidos em uma crise multiversal provocada pelo Doutor Destino, cuja ameaça promete superar qualquer conflito enfrentado anteriormente pelos heróis da Marvel.

Após quase três décadas, Mortal Kombat 2 supera o clássico de 1995 e alcança um marco histórico nas bilheterias mundiais

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Durante décadas, o filme Mortal Kombat lançado em 1995 ocupou um lugar difícil de alcançar dentro das adaptações de videogames. Mesmo com novas versões chegando aos cinemas ao longo dos anos, nenhuma produção baseada em jogos de luta havia conseguido superar sua arrecadação mundial. Esse cenário mudou agora com Mortal Kombat 2.

Segundo números atualizados divulgados pelo The Numbers e repercutidos pelo ScreenRant, a sequência já arrecadou US$ 122,3 milhões em todo o mundo após três semanas em cartaz. O valor é suficiente para colocar o longa à frente dos US$ 122 milhões registrados pelo filme de 1995, estabelecendo um novo recorde para adaptações cinematográficas de jogos de luta.

A marca é importante não apenas para a franquia, mas também para o mercado de adaptações de videogames. Nos últimos anos, Hollywood passou a investir mais em produções baseadas em jogos, mas poucas propriedades têm o reconhecimento global de Mortal Kombat. O novo resultado mostra que a série criada por Ed Boon e John Tobias continua despertando interesse tanto entre fãs antigos quanto entre uma geração mais jovem que conheceu os personagens por meio dos jogos recentes.

Diferentemente do longa de 2021, que serviu principalmente para apresentar personagens e construir o universo da franquia, o segundo filme coloca o torneio no centro da narrativa. Isso significa que o público encontra mais confrontos entre lutadores clássicos, rivalidades conhecidas dos games e uma participação maior de personagens que os fãs esperavam ver em ação.

Uma das principais novidades é a introdução de Johnny Cage, interpretado por Karl Urban. O personagem, um astro de filmes de ação em decadência, acaba sendo recrutado para defender o Plano Terreno na competição que decidirá o destino dos reinos. Sua chegada amplia o elenco principal e traz uma dinâmica diferente para a história.

A sequência também dedica mais espaço a figuras importantes do universo dos jogos. Kitana, Jade e Shao Kahn ganham funções centrais na trama, enquanto personagens já conhecidos do primeiro filme retornam para enfrentar ameaças ainda maiores. O resultado é uma produção que se aproxima mais da estrutura dos games que ajudaram a tornar a franquia famosa.

Entre os nomes que voltam estão Jessica McNamee como Sonya Blade, Josh Lawson como Kano, Ludi Lin como Liu Kang, Mehcad Brooks como Jax, Lewis Tan como Cole Young, além de Joe Taslim como Noob Saibot e Hiroyuki Sanada como Scorpion. O elenco ainda recebe reforços importantes com a chegada de Adeline Rudolph como Kitana e Tati Gabrielle como Jade.

O novo recorde também ajuda a mostrar uma mudança no cenário das adaptações de videogame. Filmes inspirados em jogos costumavam enfrentar resistência do público e da crítica, mas produções recentes provaram que é possível transformar franquias conhecidas em sucessos comerciais. Mortal Kombat 2 agora entra para essa lista ao alcançar um feito que parecia improvável até poucos anos atrás.

Cine Aventura | Ficção científica com Tom Holland e Daisy Ridley será exibida pela Record neste sábado (30)

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Quem procura uma opção de ficção científica para assistir na TV aberta neste sábado, 30 de maio, encontrará em Mundo em Caos uma produção que mistura aventura e um conceito bastante incomum. O filme será exibido no Cine Aventura traz como protagonistas Tom Holland e Daisy Ridley, dois nomes conhecidos por franquias de grande sucesso nos cinemas.

Baseado no livro The Knife of Never Letting Go, de Patrick Ness, o longa se passa em um futuro distante, em um planeta colonizado por humanos chamado Novo Mundo. Nesse lugar, os homens convivem com uma condição chamada “Ruído”, uma força que torna visíveis e audíveis seus pensamentos para todas as pessoas ao redor. Mentir, esconder sentimentos ou guardar segredos se torna praticamente impossível. (Via: AdoroCinema)

É nesse cenário que vive Todd Hewitt, personagem de Tom Holland. Acostumado a uma realidade em que todos sabem o que os outros estão pensando, ele tem sua vida transformada ao encontrar Viola Eade, interpretada por Daisy Ridley. A jovem surge após um acidente e chama atenção por representar algo raro naquele mundo: uma pessoa que parece não ser afetada pelo Ruído da mesma forma que os demais.

A chegada de Viola desperta o interesse de líderes locais e coloca os dois em uma jornada perigosa. Enquanto tentam escapar de perseguições, eles começam a descobrir informações escondidas sobre o planeta e sobre acontecimentos que foram mantidos em segredo durante anos. O filme utiliza essa busca por respostas como principal motor da narrativa.

Um dos aspectos mais interessantes para o espectador é justamente a ideia do Ruído. O recurso funciona como uma representação visual dos pensamentos dos personagens, permitindo que o público veja medos, lembranças e intenções surgindo ao redor deles. Essa característica cria situações curiosas e influencia diretamente os conflitos da história.

O elenco também reúne nomes de peso além dos protagonistas. Mads Mikkelsen interpreta David Prentiss, prefeito da cidade onde Todd vive e uma das figuras mais influentes do planeta. O filme ainda conta com atuações de Demián Bichir, Cynthia Erivo, Nick Jonas e David Oyelowo.

Para quem acompanha a carreira de Tom Holland, conhecido mundialmente por interpretar o Homem-Aranha, o longa mostra um lado diferente do ator, em uma produção mais voltada para ficção científica e aventura. Já Daisy Ridley, lembrada por seu papel como Rey na franquia Star Wars, assume uma personagem fundamental para os mistérios da trama.

A produção também ficou conhecida pelos bastidores conturbados. O projeto passou por diversas revisões de roteiro ao longo dos anos e precisou de refilmagens antes de chegar aos cinemas. Mesmo com um orçamento estimado em cerca de 100 milhões de dólares, o desempenho nas bilheterias ficou abaixo das expectativas do estúdio.

A Trilha assume o 1º lugar na Netflix com viagem de lua de mel que vira jogo de suspeita e perigo entre desconhecidos

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O filme A Trilha apareceu em primeiro lugar no ranking da Netflix, e isso não é por acaso. Ele entra naquele tipo de história que muita gente maratona fácil: casal em viagem, lugar isolado e uma sensação constante de que qualquer pessoa ali pode estar escondendo algo. Não é um suspense de grandes cenas de ação, mas sim daqueles que fazem você ficar tentando entender quem está falando a verdade o tempo todo.

A história acompanha Cliff, vivido por Steve Zahn, e Cydney, interpretada por Milla Jovovich, que estão em lua de mel no Havaí. A ideia inicial é simples: aproveitar a viagem e curtir o caminho até uma trilha em uma área mais afastada da ilha. Só que esse plano muda quando eles acabam cruzando com outros viajantes e passam a dividir parte do trajeto com pessoas desconhecidas.

No meio desse caminho, o grupo encontra Nick, interpretado por Timothy Olyphant, que conhece bem a região e ajuda em um trecho mais difícil da trilha. O que parecia só uma ajuda prática começa a ganhar outro peso conforme o comportamento de cada um levanta dúvidas. Aos poucos, ninguém parece tão transparente quanto parecia no começo.

A situação fica mais séria quando o grupo fica sabendo de um assassinato recente envolvendo um casal de recém-casados em Honolulu. A partir desse momento, o jeito como cada personagem age muda. Qualquer detalhe vira motivo de desconfiança, e pequenas atitudes passam a ser vistas com atenção redobrada, como se cada um pudesse estar ligado ao crime de alguma forma.

Além do casal principal e de Nick, entram na história outros personagens que aumentam ainda mais essa sensação de incerteza. Kale, interpretado por Chris Hemsworth, Cleo, vivida por Marley Shelton, e Gina, interpretada por Kiele Sanchez, completam o grupo que segue pela trilha. Com todo mundo reunido no mesmo lugar e sem saída fácil, a dúvida vira parte constante da viagem.

O roteiro e a direção de David Twohy apostam em uma forma de contar história bem direta, sem depender de explicações longas ou cenas exageradas. A ideia é ir soltando informações aos poucos, deixando o público montar o próprio entendimento enquanto acompanha os personagens. Isso faz com que a experiência seja mais de observação do que de resposta pronta.

Outro ponto que ajuda o filme a continuar chamando atenção dentro da Netflix é justamente o fato de ele ser fácil de assistir. Não exige conhecimento de outras produções, não faz parte de franquia e funciona sozinho. É só apertar o play e acompanhar até o fim, o que facilita bastante para quem quer algo direto para ver em uma sessão só.

O cenário do Havaí também não está ali só para “enfeitar” a história. A trilha em meio à natureza isolada influencia diretamente o comportamento dos personagens. Sem sinal fácil de ajuda e com pouca chance de contato externo, qualquer decisão errada pesa mais, e isso aumenta a tensão entre eles sem precisar de grandes explicações.

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