No próximo episódio de “A Infância de Romeu e Julieta”, que será exibido nesta quarta-feira, 10/07/2024, Fausto enfrentará um momento decisivo ao enterrar seu diário, simbolizando um ato de ruptura com seu passado doloroso e repleto de segredos enterrados. Esse gesto marcará uma virada significativa em sua jornada pessoal, enquanto ele se esforçará para seguir em frente, buscando uma nova fase de sua vida.
Enquanto isso, Valentina, a influenciadora digital sempre em busca de novidades, tomará uma decisão que promete agitar o mundo da moda: substituirá Lívia por uma nova personal stylist. Essa mudança não apenas impactará o cenário profissional, mas também trará implicações pessoais para Lívia, cuja posição será agora questionada.
Em um momento de sinceridade tocante, Karen revelará a Lívia que sabotou sua própria irmã em um desfile de moda no passado. Esse reconhecimento trará à tona antigas rivalidades e ressentimentos entre as irmãs, mas também abrirá caminho para uma possível reconciliação.
Glaucia, por sua vez, confidenciará a Nando a profunda saudade que sentirá de Fred. Esta conversa revelará a importância de Fred em sua vida e como sua ausência ainda ecoará fortemente no presente de Glaucia.
No entanto, nem todas as revelações serão pacíficas: Fausto ficará chocado ao descobrir que Pórcia decidirá se mudar com Bassânio para o Lado Vila. Essa mudança inesperada ameaçará desestabilizar as relações familiares, gerando conflitos e desentendimentos intensos.
Além disso, Vitor confrontará Glaucia diretamente, questionando se ela será responsável por produzir um vídeo falso que prejudicará sua reputação. Essa acusação lançará dúvidas sobre a integridade de Glaucia e suscitará questões sobre suas verdadeiras intenções.
A série Lanternas, nova produção da HBO ambientada no universo da DC Studios, teve seu primeiro pôster oficial divulgado, oferecendo um vislumbre inicial do tom e da proposta narrativa. Inspirada nos personagens clássicos da DC Comics, a produção acompanha dois dos mais conhecidos integrantes da Tropa dos Lanternas Verdes em uma investigação que se desenrola na Terra.
Diferente de versões anteriores que priorizavam conflitos intergalácticos, a série adota uma estrutura centrada em investigação, colocando os protagonistas diante de um caso que conecta eventos locais a consequências mais amplas dentro do novo Universo DC.
Qual é a história da série?
A trama segue Hal Jordan, um Lanterna Verde experiente, e John Stewart, um recruta em início de jornada. Juntos, eles são designados para investigar um mistério que se desenvolve no planeta Terra, afastando-se momentaneamente das tradicionais missões espaciais da corporação.
Os Lanternas Verdes são conhecidos por utilizar anéis que canalizam energia e permitem a criação de construções baseadas na força de vontade. Na série, essas habilidades coexistem com um enredo que prioriza análise de pistas, interrogatórios e conexões entre eventos aparentemente isolados.
A investigação conduzida pela dupla não se limita a um caso independente. Segundo informações da produção, os acontecimentos estão diretamente ligados ao arco maior do novo universo compartilhado da DC, funcionando como uma peça central na construção dessa fase inicial.
Quem faz parte do elenco?
O elenco principal é liderado por Kyle Chandler (Friday Night Lights, Bloodline, Godzilla) no papel de Hal Jordan, trazendo a experiência de um personagem que já conhece os riscos e responsabilidades da função.
Ao seu lado, Aaron Pierre (The Underground Railroad, Old, Brother) interpreta John Stewart, cuja trajetória na série envolve adaptação a um universo que ainda lhe é desconhecido.
A produção também conta com Kelly Macdonald (Boardwalk Empire, Trainspotting, Line of Duty), em um papel ainda cercado por poucos detalhes, mas ligado diretamente ao desenvolvimento do mistério central.
Como a série se conecta ao novo DCU
Lanternas integra o chamado Capítulo Um do DCU, intitulado “Deuses e Monstros”, funcionando como uma peça estratégica na expansão desse universo compartilhado. A investigação conduzida pelos protagonistas deve introduzir elementos que terão impacto direto em outras produções futuras.
A escolha por uma narrativa mais contida, centrada em personagens e em um mistério específico, diferencia a série dentro do conjunto inicial de projetos. Ao invés de batalhas em larga escala no espaço, o foco recai sobre decisões, consequências e descobertas que se desenvolvem gradualmente.
Bastidores e desenvolvimento da série
O projeto passou por mudanças significativas desde sua concepção inicial. Em 2019, Greg Berlanti começou a desenvolver uma versão que incluiria diversos Lanternas Verdes e uma abordagem mais ampla dentro da mitologia espacial da franquia.
Esse direcionamento foi alterado após a chegada de James Gunn e Peter Safran ao comando da DC Studios em 2022. A nova proposta passou a concentrar a narrativa em Hal Jordan e John Stewart, com foco em uma história investigativa ambientada na Terra.
O roteirista Chris Mundy, conhecido por trabalhos em séries de suspense, assumiu como showrunner. A equipe criativa também inclui Tom King e Damon Lindelof, reforçando a construção de uma narrativa mais densa e centrada em personagens.
Quando estreia?
A série Lanternas tem estreia prevista para agosto de 2026. A produção será exibida pela HBO e também ficará disponível no catálogo da Max, ampliando o alcance para o público que acompanha o novo universo da DC tanto na TV quanto no streaming.
Tem algo de magnético em cada movimento de TYLA. Seja com um olhar direto para a câmera ou com uma batida que explode no momento certo, a artista sul-africana tem se firmado como uma das vozes mais autênticas do pop contemporâneo. E agora, com “IS IT”, seu novo single lançado na última sexta-feira (11), TYLA prova mais uma vez que sabe exatamente como transformar música em experiência — e pista de dança em catarse.
Produzida por Sammy Soso e com direção da talentosa Aerin Moreno (que já havia assinado o videoclipe de “Push 2 Start”), a nova faixa é uma jornada de desejo contido e entrega inevitável. Com o Amapiano — gênero sul-africano que pulsa em seu DNA — como base rítmica, a canção é um convite explícito à conexão: sensual, elegante e com uma batida que parece feita sob medida para noites quentes de verão.
“Is it wrong that I want to get right with you?”, sussurra TYLA, sem pressa, enquanto o beat cresce ao redor como se preparasse o terreno para algo íntimo, quase secreto.
Um videoclipe que pulsa com o corpo
O clipe, como tudo que TYLA toca, tem personalidade. Em um cenário de festa que nunca se expande além do necessário, ela domina o espaço com o corpo: dança sozinha com firmeza, se aproxima de um parceiro com intensidade quase teatral e, ao mesmo tempo, dissolve-se entre as luzes e os corpos da multidão. Tudo sem sair do mesmo lugar — como se a festa estivesse dentro dela.
A escolha estética da diretora é clara: deixar TYLA brilhar, não como uma estrela inalcançável, mas como uma mulher jovem, viva, que está redescobrindo o prazer da própria companhia, do toque, da liberdade.
“Estou me divertindo com essa nova versão de mim. É sobre isso: trazer de volta a diversão à música”, disse a artista em entrevista à NYLON.
Não é só música. É presença.
Para TYLA, este verão não é só uma estação — é um momento de afirmação. Nos últimos meses, ela esteve em todos os lugares: dos holofotes do Met Gala aos palcos do Coachella e do Governors Ball. Também brilhou apresentando o Nickelodeon’s Kids Choice Awards e estampou campanhas globais de marcas como Pandora, Erewhon e Coca-Cola — esta última com a música “Bliss” na trilha sonora do comercial “Road Trip”.
Mas talvez seja com “IS IT” que TYLA retome algo ainda mais valioso: a sensação de estar inteiramente no controle de sua arte. Sem pressa de agradar, sem fórmulas fáceis. Apenas ritmo, alma e conexão.
A Sessão da Tarde desta quarta, 3 de junho, exibe Enquanto Estivermos Juntos, drama romântico inspirado na história real do cantor cristão Jeremy Camp e de sua primeira esposa, Melissa Henning-Camp. Lançado em 2020, o longa acompanha o relacionamento do casal desde o primeiro encontro até os desafios enfrentados após Melissa ser diagnosticada com câncer de ovário pouco antes do casamento.
Mesmo diante do prognóstico difícil, Jeremy e Melissa decidem seguir em frente com seus planos e oficializar a união. A partir desse momento, o filme acompanha a maneira como o casal enfrenta as mudanças impostas pela doença, mostrando os impactos da situação não apenas em suas vidas, mas também em suas famílias e em seus projetos para o futuro.
Baseada nas memórias escritas por Jeremy Camp, a produção retrata um período que marcou profundamente a vida do músico. Melissa faleceu em fevereiro de 2001, apenas quatro meses e meio após o casamento. A experiência acabou influenciando diretamente sua trajetória artística e inspirou diversas composições, incluindo a canção “I Still Believe”, que dá nome original ao filme. (Via: AdoroCinema)
Além da história de amor, o longa também apresenta os primeiros passos da carreira de Jeremy Camp, mostrando como ele começou a se destacar no cenário da música cristã contemporânea nos Estados Unidos. Essa combinação entre drama biográfico e trajetória profissional ajuda a contextualizar a importância do cantor para o público do gênero e o impacto dos acontecimentos retratados em sua obra.
O elenco é liderado por KJ Apa, conhecido pela série Riverdale, em uma atuação mais dramática do que a vista em seus trabalhos mais populares. Britt Robertson interpreta Melissa, enquanto Gary Sinise, indicado ao Oscar por Forrest Gump, vive Tom Camp, pai de Jeremy. A cantora Shania Twain completa o núcleo familiar como Terry Camp, mãe do protagonista.
Dirigido pelos irmãos Andrew e Jon Erwin, responsáveis por produções como Eu Só Posso Imaginar, o filme se destaca por abordar uma história real sem se concentrar apenas na doença que afeta a protagonista. O roteiro dedica espaço ao relacionamento do casal, às decisões tomadas diante das dificuldades e às transformações vividas por Jeremy durante um dos períodos mais importantes de sua vida.
Com pouco mais de duas horas de duração, Enquanto Estivermos Juntos combina romance, drama e elementos biográficos para contar uma história marcada por escolhas difíceis, perdas e recomeços. Para quem acompanha a Sessão da Tarde, a produção oferece uma narrativa baseada em fatos reais que vai além do romance convencional, explorando acontecimentos que influenciaram a vida pessoal e a carreira de um dos artistas mais conhecidos da música cristã contemporânea.
Quase 20 anos após o lançamento de Constantine, os fãs do cultuado filme estrelado por Keanu Reeves continuam na expectativa por uma sequência. Mas, ao que tudo indica, a jornada para tirar o projeto do papel está longe de ser fácil — e quem trouxe novas luzes (ou melhor, sombras) sobre o assunto foi Peter Stormare, o icônico Lúcifer do longa original.
Durante entrevista ao site The Direct, para divulgar seu novo filme Stand Your Ground, Stormare comentou abertamente sobre os bastidores do tão falado Constantine 2, e deixou escapar que Keanu Reeves estaria insatisfeito com os rumos criativos da continuação.
“É muita troca de ideias, porque… acho que o Keanu, que eu conheço muito bem, não está muito satisfeito com os roteiros e, geralmente, com o que sai dos estúdios”, revelou Stormare. “O primeiro [filme] não fez tanto sucesso no começo, virou um filme cult, e agora é um dos maiores filmes cult de todos os tempos. Mas, para fazer uma sequência, os estúdios querem ter, sabe, carros voando. Eles querem pessoas dando mortais e lutando em cenas de ação”.
“Já fiz John Wick“
O ator foi além, afirmando que Reeves deseja preservar o tom sombrio e espiritual que tornou o primeiro Constantine tão único. “Acho que o Keanu diz: ‘Já fiz John Wick. Este filme é espiritual. É sobre demônios e pessoas comuns. E eu queria que continuasse assim’”, contou Stormare.
E ele parece estar do lado do colega de elenco. “Conversamos sobre isso. Quero fazer Deus descendo exatamente da mesma forma, mas de terno preto e parecendo mais ou menos com o Lúcifer do primeiro filme”, brincou. “Sou 12 anos mais velho, então vai ser difícil, sabe, imitar completamente o primeiro filme. Mas acho que o Keanu quer fazer uma sequência muito próxima do original.”
O dilema: alma ou espetáculo?
O impasse criativo escancarado por Stormare reflete uma velha tensão entre arte e indústria. Enquanto os estúdios parecem querer transformar Constantine em mais um blockbuster com cenas de ação estilizadas, Keanu Reeves — assim como muitos fãs — enxerga a saga do detetive sobrenatural como uma narrativa mais introspectiva, focada em temas espirituais, fé, redenção e o eterno embate entre céu e inferno.
O Constantine original (2005), embora subestimado em seu lançamento, conquistou um status cult ao longo dos anos graças à sua estética noir, subtexto religioso e à atuação carismática de Reeves. A personificação elegante e sinistra de Lúcifer feita por Stormare também se tornou memorável, contribuindo para o fascínio duradouro pelo universo sombrio do filme.
Vai sair ou não vai?
Apesar do entusiasmo de fãs e elenco, o futuro da sequência ainda é incerto. O projeto já foi anunciado oficialmente diversas vezes, com o diretor Francis Lawrence (também responsável pelo primeiro filme) frequentemente ligado ao retorno. Mas os conflitos criativos e a pressão dos estúdios parecem atrasar — ou até ameaçar — o andamento da produção.
O que é certo, por ora, é que Keanu Reeves só deve voltar se o tom do filme respeitar a essência do original. E, cá entre nós, não tem como imaginar um Constantine 2 com carros voadores e tiroteios acrobáticos. Esse lugar já é de John Wick.
E os fãs?
Se depender dos fãs, a sequência não precisa de pirotecnia. Só queremos mais inferno, mais dilemas morais, e Keanu Reeves de sobretudo enfrentando criaturas das sombras com aquele olhar melancólico que só ele sabe fazer. E claro, Peter Stormare descendo dos céus de terno preto, como o diabo (literalmente) gosta.
Se você ama séries escolares cheias de tensão, rivalidade, amizade quebrada e aquele clima de “tem alguma coisa não resolvida entre esses dois”, então prepare-se: Rivais do Ensino Médio é a indicação perfeita para a sua próxima maratona. Lançada em 2024, com 16 episódios e classificação A14, a produção tailandesa está conquistando o público com uma mistura certeira de emoção, energia juvenil e conflitos que fogem do óbvio.
Com um elenco já querido pelos fãs de BLs e dramas asiáticos — Sky Wongravee Nateetorn, Nani Hirunkit Changkham, Foei Patara Eksangkul e Maria Poonlertlarp — a série entrega carisma, química e aquela sensação de “só mais um episódio” que a gente adora.
A seguir, você confere uma matéria completinha, humanizada, com subtítulos e parágrafos para mergulhar de vez no universo dessa história cheia de cicatrizes emocionais e reencontros nada amigáveis.
Uma fusão escolar que ninguém queria
A trama começa quando a prestigiosa escola Siamwit enfrenta uma crise financeira séria. Para tentar salvar o ano letivo (e evitar um colapso total), a administração toma uma decisão radical: unir dois campi que sempre foram rivais ferrenhos.
Ou seja, o caos está oficialmente instaurado.
Os alunos, acostumados a competirem entre si em tudo — esportes, notas, prestígio — agora são obrigados a dividir salas, corredores, professores e até lugares no pátio. A tensão é tanta que basta alguém derrubar um lápis no chão para surgir uma discussão entre turmas adversárias.
Saint e Shin: de melhores amigos a inimigos declarados
É nesse ambiente inflamado que reencontramos Saint (Sky Wongravee Nateetorn) e Shin (Nani Hirunkit Changkham). Os dois já foram inseparáveis: aqueles amigos que crescem juntos, que dividem sonhos, que se conhecem pelo olhar… até que algo aconteceu — algo grande o suficiente para transformar carinho em ressentimento.
Agora, Saint é o líder de turma, apático, silencioso e cheio de mágoas guardadas. Shin, por outro lado, virou o típico rebelde inquieto, impulsivo, que prefere explodir a engolir qualquer sentimento. Quando a fusão escolar os coloca frente a frente, o reencontro é tudo… menos pacífico.
E o pior? Eles não só trazem suas próprias feridas: um puxa o clima inteiro da escola com eles. Aos poucos, a rivalidade entre os dois vira combustível para brigas entre salas, panelinhas e até professores que não sabem mais o que fazer.
Diretores e professores entram em campo
Com a situação saindo do controle, a equipe pedagógica percebe que a raiz de grande parte dos conflitos está na relação mal resolvida entre Saint e Shin. A partir daí, a escola decide intervir — nem sempre do jeito mais delicado.
Entre tentativas de mediação, projetos em grupo forçados e conselhos diretos ou indiretos, a escola tenta fazer os dois rapazes encararem o passado. Mas quando o orgulho e a mágoa falam mais alto, a reconciliação parece cada vez mais distante.
Afinal… nem toda amizade consegue sobreviver às escolhas que fizemos no caminho.
Um remake com alma própria
“Rivais do Ensino Médio” é um remake tailandês do aclamado drama sul-coreano Escola 2013, um dos clássicos do gênero. Mas não se engane: apesar de se inspirar na história original, a nova versão tem personalidade própria.
O tom é mais atual, o visual é mais vibrante, e as emoções são trabalhadas com aquela intensidade muito característica dos dramas tailandeses — especialmente quando envolvem vínculos quebrados e reconciliações difíceis.
Vale a pena colocar na sua lista?
Se você curte dramas escolares, histórias de amizade quebrada, rivalidade intensa e personagens imperfeitos tentando lidar com suas próprias cicatrizes, sim — vale muito a pena.
O dorama BL é aquele tipo de série que te prende emocionalmente, deixa você torcendo pela reconciliação, mas também entendendo a dor dos dois lados. É humana, intensa e cheia de pequenos momentos que fazem o coração apertar.
No próximo episódio da aclamada novela “A Gata” desta quarta-feira 28/02/2024, previsto para ser transmitido no SBT às 16h15, os telespectadores serão levados a uma imersão ainda mais profunda nos complexos dramas que permeiam a vida dos personagens principais. Esta envolvente história é conduzida de forma magistral pelas performances marcantes de Maite Perroni e Daniel Arenas nos papéis principais, enquanto enfrentam as adversidades representadas de maneira brilhante por Laura Zapata, Juan Verduzco, Monika Sánchez, Paloma Ruiz e Alejandra Robles Gil, em seus papéis antagonistas.
No capítulo da novela A Gata, finalmente, após um longo caminho, Paulo e Esmeralda unem suas vidas em matrimônio. No entanto, o momento de felicidade é obscurecido pela sombra do perigo quando Gisele, consumida por sua própria escuridão, espalha gasolina ao redor da igreja, planejando incendiá-la. É então que Edgar, com sua perspicácia, percebe a intenção de Gisele e tenta persuadi-la a abandonar seus planos macabros, oferecendo-lhe uma saída para longe daquele caos iminente. Enquanto isso, Paulo compartilha com Esmeralda seu espanto e alegria por finalmente se tornarem marido e mulher, embora a realidade desse novo estado ainda não tenha se firmado completamente em sua mente. Enquanto Edgar conduz Gisele para longe do perigo, Esmeralda confessa a Xavier a saudade que sentirá agora que ele decidiu seguir seu próprio caminho. Xavier, em sua generosidade, assegura a Esmeralda que sua partida é marcada pela felicidade dela.
Ainda em A Gata, enquanto o drama se desenrola, Lorena luta para disfarçar sua inveja ao testemunhar a felicidade de Esmeralda e Paulo, agora unidos pelo laço sagrado do casamento. Enquanto isso, Edgar toma a responsabilidade de cuidar de Gisele, garantindo que ela receba os cuidados necessários em uma clínica psiquiátrica, longe das tentações de seu próprio tormento interior. Enquanto isso, Virginia enfrenta um momento de fragilidade ao desmaiar, encontrando socorro nos cuidados do Dr. Guillén, que assegura que sua enfermidade está sob controle. E em meio a essa fragilidade, uma notícia inesperada surge: o Dr. Guillén revela a Centavinho que Virginia está grávida, trazendo consigo um raio de esperança e um novo capítulo para suas vidas.
O resumo da novela A Gata é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.
No domingo, 4 de maio, às 23h, a HBO e a plataforma Max exibem o nono e último episódio da temporada final de The Righteous Gemstones, encerrando com chave de ouro uma das séries de comédia mais provocativas e originais dos últimos tempos. Criada por Danny McBride, a produção conquistou o público ao mergulhar sem pudores no universo das megacorporações religiosas, onde fé, fortuna e falcatruas andam de mãos dadas.
Um clã de televangelistas à beira do colapso — ou da redenção
Ao longo de suas quatro temporadas, The Righteous Gemstones acompanhou as desventuras de uma família de televangelistas multimilionários que se equilibram entre o púlpito e o pecado. Ostentando poder, riqueza e influência, os Gemstones mantiveram sua fachada de pureza cristã enquanto lidavam com chantagens, traições internas, escândalos públicos e disputas ferozes por controle e reconhecimento.
Na temporada final, os conflitos atingiram seu auge. A codependência entre os irmãos Jesse, Judy e Kelvin foi testada ao limite, revelando feridas emocionais profundas e a dificuldade de romper com um passado carregado de glórias, mágoas e disputas. Agora, diante de decisões cruciais, a família precisará encarar sua maior provação: será possível seguir em frente sem negar a herança construída sobre alicerces tão frágeis?
Estrelas veteranas e participações surpreendentes
O elenco continua afiado, com Danny McBride liderando como Jesse Gemstone, o herdeiro impulsivo e megalomaníaco; Adam Devine como o carismático, mas ingênuo Kelvin; e Edi Patterson roubando cenas como a irreverente Judy. O consagrado John Goodman dá gravidade ao papel do patriarca Eli, figura central na construção (e destruição) do império Gemstone.
A quarta temporada ainda traz de volta personagens queridos como Amber (Cassidy Freeman), BJ (Tim Baltz), Keefe Chambers (Tony Cavalero), Martin Imari (Greg Alan Williams), Gideon (Skyler Gisondo), Baby Billy (Walton Goggins) e Aimee-Leigh (Jennifer Nettles), além de participações especiais de Megan Mullally, Seann William Scott e uma surpresa de peso com Bradley Cooper, que interpreta um personagem enigmático em um dos momentos mais marcantes da temporada.
Humor afiado, crítica social e drama familiar
Com sua mistura única de comédia ácida, sátira religiosa e drama familiar, The Righteous Gemstones consolidou-se como uma das produções mais ousadas do catálogo da HBO. A série brinca com o culto à personalidade no meio religioso, expondo os bastidores sombrios de um império erguido em nome da fé, mas guiado por ganância, vaidade e sede de poder.
A proposta sempre foi clara: rir da hipocrisia, mas sem perder de vista a humanidade dos personagens. Por isso, mesmo em meio a escândalos, perseguições bizarras e confrontos armados (sim, houve de tudo), a série sempre manteve um núcleo emocional forte, explorando a relação conturbada entre pais e filhos, irmãos rivais e casamentos à beira do colapso.
Uma despedida digna de um culto
Criada, escrita e protagonizada por Danny McBride, The Righteous Gemstones conta ainda com direção de nomes como Jody Hill e David Gordon Green, colaboradores habituais de McBride em outros sucessos como Vice Principals e Eastbound & Down. A produção executiva inclui John Carcieri, Jeff Fradley, Brandon James e Jonathan Watson, com David Brightbill na produção geral. Os roteiros contam com colaboração de Edi Patterson, Kevin Barnett e Chris Pappas como produtores consultivos.
O episódio final promete reunir todos os elementos que tornaram a série um sucesso: humor irreverente, tensão familiar, críticas sociais afiadas e reviravoltas imprevisíveis. Seja você um devoto da série desde o início ou alguém curioso para ver como essa epopeia termina, o encerramento de The Righteous Gemstones tem tudo para ser memorável.
Se você adora cinema de autor que vai além da tela, trazendo histórias que tocam o coração e provocam reflexões profundas, prepare-se para April, o mais novo longa da aclamada cineasta georgiana Dea Kulumbegashvili. A partir de 1º de agosto, a MUBI traz com exclusividade este filme que foi um dos destaques do Festival de Veneza 2024, onde conquistou o Prêmio Especial do Júri — um reconhecimento que já diz muito sobre a potência dessa obra.
Um retrato intenso e sensível do cotidiano no leste da Geórgia
April nos apresenta Nina, uma obstetra e ginecologista dedicada, interpretada brilhantemente por Ia Sukhitashvili. A história se passa em uma região do leste da Geórgia, onde a vida é dura, as tradições são fortes e a comunidade pequena torna tudo ainda mais intenso. A rotina de Nina sofre um baque quando um recém-nascido morre durante o parto — um acontecimento trágico que faz sua conduta profissional ser questionada.
Mas o que poderia ser apenas um drama médico ganha camadas inesperadas: além da investigação oficial, começam a surgir rumores sombrios de que Nina estaria realizando abortos ilegais para mulheres desesperadas, fora do horário de trabalho. Esses boatos criam uma tensão enorme, tanto na esfera pública quanto na pessoal, e o filme mergulha fundo no impacto emocional e social dessa situação.
Um time de peso por trás das câmeras
Além da direção precisa e sensível de Dea Kulumbegashvili, April conta com uma equipe técnica de alto nível. A direção de fotografia fica por conta de Arseni Khachaturan, responsável por obras visuais marcantes como Até os Ossos e Beginning. Cada quadro é cuidadosamente composto, criando uma atmosfera que mistura beleza e tensão, como um espelho da própria narrativa.
A trilha sonora é assinada por Matthew Herbert, conhecido por seu trabalho em O Milagre. A música aqui não apenas acompanha, mas potencializa o drama, entrando na pele da história e fazendo o espectador sentir cada dúvida, medo e esperança que permeiam a vida da protagonista.
Por que você não pode perder April?
Este filme não é só mais um drama — é uma janela para questões complexas que envolvem ética médica, pressões sociais, o papel da mulher na comunidade e o peso das tradições. É um convite para refletir sobre como julgamos as pessoas diante de situações difíceis e muitas vezes incompreendidas.
E, claro, para se emocionar com uma personagem que, apesar das adversidades, luta para manter sua dignidade e sua verdade. Nina é humana, cheia de dúvidas, medos e coragem — uma personagem que fica na cabeça muito tempo depois dos créditos finais.
Quando e onde assistir
April estreia em 1º de agosto, exclusivamente na MUBI, plataforma que é um paraíso para quem ama filmes diferentes, premiados e que fogem do óbvio. Se você quer se aventurar por essa história forte, intensa e cheia de nuances, já sabe onde encontrar.
Natal Amargo é um daqueles filmes menos interessados em seguir uma narrativa tradicional e mais focados em expor as inquietações do próprio autor diante do público. Pedro Almodóvar transforma dor, memória e criação em linguagem cinematográfica mais uma vez, mas aqui o tom é diferente. Não existe a força emocional explosiva de “Dor e Glória”, nem o melodrama intenso que marcou parte de sua filmografia. O diretor entrega uma obra mais introspectiva, centrada em personagens consumidos pelo desgaste emocional, pelo bloqueio criativo e pela dificuldade de separar vida pessoal e arte.
Ao mesmo tempo, o filme inevitavelmente divide opiniões. Há um forte caráter autorreferencial que pode afastar parte do público menos conectado ao universo de Almodóvar. O cineasta aborda o bloqueio criativo incorporando essa sensação à própria estrutura narrativa, construindo um roteiro fragmentado, por vezes desorientador, que parece alternar entre lembranças, confissões e processos emocionais inacabados. Para alguns espectadores, isso reforça a sinceridade da obra; para outros, faz com que o filme pareça excessivamente preso às próprias reflexões.
Mas talvez seja justamente essa a intenção de Natal Amargo. O longa não demonstra preocupação em funcionar como uma experiência universal ou acessível para todos os públicos. É um projeto íntimo, melancólico e bastante pessoal, que conversa diretamente com temas recorrentes da carreira de Almodóvar: envelhecimento, desejo, solidão e o impacto emocional da criação artística. Em vários momentos, o filme questiona até que ponto um artista pode transformar as experiências das pessoas ao redor em matéria-prima para sua obra.
Mesmo irregular em alguns trechos, existe algo profundamente honesto no resultado final. Almodóvar parece menos interessado em reafirmar sua genialidade e mais disposto a expor fragilidades, dúvidas e inseguranças. O filme carrega uma sensação constante de desgaste emocional, como se cada personagem estivesse tentando reorganizar memórias e afetos que nunca foram totalmente resolvidos.
Natal Amargo provavelmente não ocupará o posto de obra mais popular ou celebrada da carreira do diretor. Ainda assim, para quem acompanha sua trajetória há décadas, o longa funciona como um retrato bastante sincero de um cineasta revisitando os próprios fantasmas através do cinema.