Estreia de Como Treinar o Seu Dragão ganha combo exclusivo na Cinesystem

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A ilha de Berk já pousou nas telonas — e com ela, toda a magia, emoção e aventura de Como Treinar o Seu Dragão, agora em versão live-action. Em cartaz nos cinemas desde o dia 12 de junho de 2025, o longa conquistou corações antigos e novos com sua releitura visualmente deslumbrante e fiel à essência da história original. E para tornar a experiência ainda mais imersiva, a Cinesystem preparou um combo especial que virou objeto de desejo entre fãs de todas as idades — especialmente os apaixonados por Banguela.

🎁 Um combo que é puro tesouro viking

Mais do que um simples lanche de cinema, o combo exclusivo da Cinesystem é praticamente um artefato digno dos salões de Valhala. O grande destaque é o balde de pipoca colecionável em duas partes, inspirado no adorável dragão Fúria da Noite. A parte inferior representa o corpinho ágil e simpático de Banguela, enquanto a tampa articulada traz sua cabeça detalhada, formando uma mini escultura do personagem — perfeita para colecionadores, fãs e, claro, para quem quer curtir o filme com estilo.

Acompanhado de pipoca quentinha e bebida, o combo transforma qualquer sessão em uma verdadeira jornada à ilha de Berk, onde dragões e vikings aprendem, entre batalhas e descobertas, a superar medos e preconceitos.

🎬 O filme: uma nova geração de voos

Dirigido por Dean DeBlois, o mesmo responsável pela trilogia animada de sucesso, o novo Como Treinar o Seu Dragão combina tecnologia de ponta, atuações cativantes e emoção de sobra. Na trama, Soluço (vivido por Mason Thames) é um jovem viking curioso e criativo que não se encaixa nas expectativas do pai, o Chefe Stoico (Gerard Butler). Tudo muda quando ele encontra Banguela, um temido Fúria da Noite, e opta por protegê-lo — dando início a uma amizade que desafia a lógica da aldeia e transforma o destino de todos.

Com Nico Parker também no elenco, o filme tem 2h05min de duração, classificação livre e já está encantando plateias com sua mistura perfeita de aventura, ternura e mensagens atemporais sobre empatia, coragem e liberdade.

🐲 Uma experiência de cinema que vai além da tela

Seja para quem cresceu ao lado de Soluço e Banguela ou para quem está conhecendo esse universo agora, a nova versão de Como Treinar o Seu Dragão é um presente cinematográfico. E com o combo temático da Cinesystem, assistir ao filme vira um ritual completo — com direito a pipoca, brindes incríveis e aquele frio na barriga de quem está prestes a voar sobre penhascos ao lado de um dragão.

Não perca essa aventura nas telonas. Prepare seu grito viking, agarre seu Banguela de balde na mão e embarque nessa jornada épica.

Pedro Pascal finaliza gravações como Senhor Fantástico em Vingadores: Doomsday

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As filmagens de Vingadores: Doomsday começaram em abril de 2025, no renomado Pinewood Studios, localizado na Inglaterra, e continuam a se expandir para locações deslumbrantes como o Bahrein e o Windsor Great Park. Este projeto grandioso representa um dos maiores desafios já enfrentados pela Marvel Studios, tanto em escala quanto em complexidade narrativa.

Recentemente, uma notícia que empolgou os fãs ao redor do mundo foi confirmada: Pedro Pascal, o talentoso ator que interpreta Reed Richards — o icônico Senhor Fantástico — já concluiu todas as suas cenas no set. Isso indica que as sequências envolvendo o Quarteto Fantástico, um dos grupos mais esperados pelos fãs, estão praticamente finalizadas, mesmo que as filmagens devam continuar até agosto para garantir que cada detalhe esteja perfeito. As informações são do Deadline.

Mas Doomsday vai muito além da simples reunião de personagens. Trata-se de um marco histórico na indústria do entretenimento, abrindo as portas para uma nova era no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), repleta de surpresas, emoção e desafios inéditos.

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O impacto do MCU e o que Doomsday representa

Desde que os Vingadores se uniram pela primeira vez em 2012, a Marvel revolucionou a forma de contar histórias de super-heróis no cinema. A combinação de ação espetacular com dramas pessoais profundos conquistou uma legião de fãs. Filmes como Infinity War e Endgame não foram apenas sucessos comerciais, mas fenômenos culturais que influenciaram gerações.

Agora, o próximo filme dos Vingadores chega para fechar a chamada “Saga do Multiverso”, um arco narrativo que tem sido construído cuidadosamente nas últimas fases do MCU, explorando realidades paralelas, universos alternativos e as complexidades que surgem quando essas dimensões se cruzam.

A particularidade de Doomsday está em sua escala épica. Este filme não reúne apenas os Vingadores tradicionais, mas também incorpora o Quarteto Fantástico, os X-Men originais, os Novos Vingadores — também conhecidos como Thunderbolts — e os heróis de Wakanda. Essa mistura inédita de universos cria uma teia de relações e conflitos complexos, algo que nunca foi visto na história do cinema de super-heróis.

Elenco confirmado do filme

Chris Hemsworth retorna como Thor, trazendo seu carisma e força ao papel do Deus do Trovão. Vanessa Kirby faz sua estreia como a Mulher Invisível, personagem fundamental do Quarteto Fantástico, cuja habilidade de se tornar invisível e gerar campos de força adiciona uma nova dimensão à equipe.

Pedro Pascal, conhecido por papéis marcantes em séries como The Mandalorian e Narcos, empresta sua versatilidade para o papel de Reed Richards, o brilhante cientista cuja elasticidade desafia as leis da física e da imaginação.

Um dos grandes choques para os fãs foi a confirmação da participação de Robert Downey Jr., que não retorna como Tony Stark — seu personagem histórico —, mas assume o papel do enigmático e temido Doutor Destino, um dos vilões mais complexos e carismáticos dos quadrinhos da Marvel. A expectativa é alta para ver como Downey irá dar vida a esse personagem tão multifacetado.

Além disso, o elenco traz de volta nomes lendários como Patrick Stewart e Ian McKellen, reprisando seus papéis como Professor X e Magneto, respectivamente. Essa escolha consolida a integração dos X-Men ao MCU, uma notícia que vem sendo aguardada ansiosamente por fãs de longa data.

Completam o time estrelas como Florence Pugh, Simu Liu, Tenoch Huerta Mejía, Anthony Mackie, Sebastian Stan, James Marsden e Rebecca Romijn, criando uma mistura de rostos familiares e novos talentos que enriquecem ainda mais o universo de Doomsday.

Desafios, mudanças e bastidores

A jornada para o filme não foi isenta de percalços. Inicialmente, a Marvel Studios planejava encerrar a Fase Seis com dois filmes: The Kang Dynasty e Secret Wars. Contudo, um imprevisto envolvendo o ator Jonathan Majors, que interpretaria o vilão Kang, levou a uma reestruturação da narrativa.

Com os irmãos Russo — que já haviam comandado os épicos Infinity War e Endgame — retornando à direção, o projeto foi renomeado para Doomsday. Essa mudança trouxe uma nova perspectiva e frescor para o roteiro, que ficou a cargo de Stephen McFeely e Michael Waldron, ambos roteiristas renomados com trabalhos que exploram tanto ação quanto profundidade emocional.

Os irmãos Russo também adotaram um método de trabalho flexível, muitas vezes gravando cenas mesmo sem o roteiro finalizado. Essa abordagem permite que a narrativa evolua organicamente, incorporando ideias dos atores e da equipe técnica, enriquecendo o filme com nuances inesperadas e momentos genuinamente emocionantes.

Por trás das câmeras, profissionais de destaque contribuem para o resultado visual impressionante. Newton Thomas Sigel, diretor de fotografia conhecido por seu trabalho em filmes com forte apelo visual, e Gavin Bocquet, designer de produção responsável por criar ambientes memoráveis, garantem que cada cenário e cada tomada sejam uma experiência visual única para o público.

Entenda a sinopse do filme

O enredo de Doomsday se passa 14 meses após os eventos de Thunderbolts (2025). A história acompanha uma aliança sem precedentes entre Vingadores, heróis de Wakanda, o Quarteto Fantástico, Novos Vingadores e X-Men, todos unindo forças para enfrentar uma ameaça global — e multiversal — encarnada pelo Doutor Destino.

Este desafio exige que heróis de realidades distintas deixem suas diferenças e conflitos de lado para proteger não só o planeta Terra, mas todo o multiverso, um conceito que expande o escopo da narrativa para além do tradicional. Essa dinâmica promete cenas carregadas de emoção, tensão e momentos épicos de ação.

Para os fãs, ver personagens que antes pertenciam a universos separados interagindo e trabalhando juntos é um sonho que finalmente se torna realidade, abrindo possibilidades criativas quase ilimitadas para a Marvel.

O futuro do MCU começa agora

Com estreia marcada para 18 de dezembro de 2026, o longa-metragem é aguardado como um dos maiores lançamentos do cinema mundial. Mas o que acontece após esse filme já está sendo planejado: a sequência, intitulada Avengers: Secret Wars, prevista para dezembro de 2027, promete aprofundar ainda mais os mistérios do multiverso e as consequências dos eventos que irão impactar profundamente o universo Marvel.

Essa nova fase da Marvel aposta em narrativas mais densas, personagens complexos e uma maior diversidade, refletindo o público global cada vez mais atento e exigente. O MCU caminha para histórias que combinam ação e emoção, com personagens cheios de camadas e dilemas reais, tornando a experiência mais humana e acessível.

Novo filme de Christopher Nolan levou Tom Holland a reorganizar seus próximos passos em Hollywood

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Tom Holland viveu recentemente uma situação que poucos atores de Hollywood enfrentam: precisar escolher entre a continuidade de uma das maiores franquias do cinema moderno e a oportunidade de trabalhar em um projeto comandado por Christopher Nolan. Em entrevista à Revista GQ, o ator revelou que teve uma conversa delicada com executivos da Sony Pictures para conseguir conciliar sua agenda e participar de A Odisseia, novo longa-metragem do diretor de Oppenheimer.

O relato ajuda a explicar os bastidores de uma decisão que chamou a atenção da indústria cinematográfica. Quando Nolan convidou Holland para interpretar Telêmaco, filho de Odisseu, as filmagens de A Odisseia estavam programadas para começar exatamente no mesmo período previsto para Homem-Aranha: Um Novo Dia. Isso significava que o ator precisaria abrir mão de um dos projetos ou convencer um dos estúdios a reorganizar seu cronograma.

Segundo Holland, ele deixou claro para Nolan que aceitaria o papel, mas que antes precisaria conversar com a Sony. O resultado foi uma solução rara em Hollywood: o estúdio decidiu adiar a produção do novo filme do Homem-Aranha, permitindo que o ator integrasse o elenco da superprodução histórica. O episódio demonstra não apenas a confiança da Sony em seu principal astro, mas também o prestígio que Christopher possui atualmente após o sucesso mundial de Oppenheimer.

Para os fãs do Universo Marvel, a notícia traz uma informação importante. O adiamento não ocorreu por problemas criativos, mudanças de roteiro ou dificuldades de produção. A alteração foi motivada principalmente pela agenda de Tom Holland, que continua sendo peça central para o futuro cinematográfico do Homem-Aranha. Na prática, isso significa que o estúdio preferiu esperar pelo ator em vez de seguir com outro planejamento.

A decisão também revela um momento de transformação na carreira de Holland. Desde sua estreia como Peter Parker em Capitão América: Guerra Civil, em 2016, o ator se tornou um dos rostos mais reconhecidos da cultura pop. No entanto, nos últimos anos ele vem demonstrando interesse em expandir sua trajetória para além dos filmes de super-heróis. Trabalhos em produções dramáticas e projetos mais autorais indicam uma busca por personagens diferentes e desafios criativos mais variados.

É justamente nesse contexto que surge A Odisseia. O novo filme de Nolan adapta uma das obras mais influentes da literatura mundial. Escrito há quase três mil anos, o poema atribuído a Homero acompanha a jornada de Odisseu após o fim da Guerra de Troia. Durante anos, o guerreiro tenta retornar ao reino de Ítaca, enfrentando criaturas lendárias, desafios sobrenaturais e obstáculos impostos pelos deuses da mitologia grega.

Na produção, Matt Damon interpreta Odisseu, enquanto Tom assume o papel de Telêmaco, o filho que cresce sem a presença do pai e inicia sua própria jornada em busca de respostas. A escolha do personagem não é aleatória. Dentro da narrativa original, Telêmaco representa amadurecimento, responsabilidade e descoberta de identidade, temas que podem oferecer ao ator uma oportunidade de mostrar uma faceta diferente daquela vista nos filmes da Marvel.

O elenco reúne ainda alguns dos nomes mais importantes do cinema contemporâneo. Anne Hathaway interpreta Penélope, esposa de Odisseu, enquanto Zendaya assume o papel da deusa Atena. Também participam da produção Lupita Nyong’o, Robert Pattinson, Charlize Theron, Jon Bernthal, Benny Safdie e John Leguizamo. A presença de tantos artistas consagrados reforça a dimensão do projeto e ajuda a explicar por que ele se tornou uma prioridade para diversos profissionais da indústria.

Outro aspecto que chama atenção é a escala da produção. Com orçamento estimado em cerca de US$ 250 milhões, A Odisseia é apontado como o filme mais caro da carreira de Christopher Nolan. O diretor optou por realizar as filmagens em diversos países, buscando cenários naturais capazes de transmitir a grandiosidade da história. As gravações passaram por Marrocos, Grécia, Itália, Escócia, Islândia, Malta e Estados Unidos, transformando o projeto em uma das produções mais complexas dos últimos anos.

A equipe também utilizou uma inovação técnica importante. Pela primeira vez, Nolan filmou um longa inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm. O diretor já é conhecido por defender a experiência cinematográfica em telas gigantes e pelo uso de efeitos práticos em vez da dependência excessiva de computação gráfica. Nesse caso, a tecnologia foi aprimorada especialmente para atender às necessidades da produção, permitindo gravações mais silenciosas e com maior mobilidade.

As locações escolhidas ajudam a mostrar o nível de ambição do projeto. Algumas cenas foram registradas em praias gregas associadas por pesquisadores aos cenários descritos na obra de Homero. Outras passaram por ilhas italianas que tradicionalmente aparecem em estudos sobre a rota percorrida por Odisseu. A intenção parece ser aproximar a narrativa cinematográfica das referências históricas e culturais que cercam o texto original.

Nem todos os bastidores, porém, foram positivos. Parte das gravações ocorreu em Dakhla, no Saara Ocidental, região cuja situação política é alvo de debates internacionais há décadas. A decisão gerou críticas de organizações ligadas ao povo saaraui e de representantes do setor cultural, que questionaram a escolha da produção. O episódio acabou repercutindo além do universo cinematográfico e trouxe discussões políticas para o centro das atenções durante as filmagens.

Apesar das controvérsias, a expectativa em torno do filme continua elevada. O histórico recente de Nolan ajuda a explicar esse interesse. Depois do sucesso de Dunkirk, Tenet e principalmente Oppenheimer, o diretor se consolidou como um dos poucos cineastas capazes de transformar produções originais ou adaptações literárias complexas em grandes eventos cinematográficos globais.

Marcelo Mansfield relembra trajetória no humor e anuncia peça comemorativa no programa “Companhia Certa” desta segunda (28/07)

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Sabe aquele cara que você talvez não lembre o nome de primeira, mas assim que ele aparece na tela você pensa “pô, esse aí marcou minha infância”? Pois é. Esse cara é Marcelo Mansfield, e ele vai estar na madrugada desta segunda-feira, 28 de julho de 2025, a partir da meia-noite, batendo um papo dos bons com Ronnie Von, no programa “Companhia Certa”, da RedeTV!.

Com quase quatro décadas de carreira, Mansfield é uma daquelas figuras que seguram a marra do riso sem forçar a barra. Ele transita do teatro à TV com a mesma naturalidade com que muda de personagem no palco. E agora, num momento pra lá de especial, ele anuncia um novo espetáculo solo, “O Show do Mansfield”, que estreia em agosto, em São Paulo, pra celebrar suas quatro décadas de estrada.

Mas não espere uma entrevista certinha, com roteiro fechado e frases prontas. O que vai ao ar é mais parecido com uma conversa de bar entre dois amigos que se admiram de verdade — recheada de lembranças, piadas e até uns desabafos sobre a arte de fazer humor no Brasil.

Quem é esse tal de Mansfield?

Se você cresceu nos anos 90 e assistia TV Cultura, é bem provável que tenha visto um sujeito de jaleco, meio doido e totalmente carismático chamado Dr. Barbatana, no programa “Rá-Tim-Bum”. Adivinha quem era? Sim, ele mesmo, Marcelo Mansfield.

Mas a história dele vai muito além disso. O cara foi um dos primeiros a apostar no tal do stand-up comedy por aqui, quando ainda era novidade e ninguém entendia direito o formato. Lá por 2005, ele fundou o Clube da Comédia Stand-Up, e trouxe junto uma galera que depois ficou gigante, tipo Danilo Gentili, Oscar Filho e Marcelo Adnet.

“Eu só queria rir das coisas e fazer os outros rirem também”, conta Mansfield durante o programa. E não é modéstia. A verdade é que ele ajudou a desenhar um novo jeito de fazer humor no país — mais direto, mais cru, mais verdadeiro.

Dos palcos ao sofá da sala

Se você ainda acha que não conhece Mansfield, talvez tenha cruzado com outro personagem icônico dele: o impagável “Seu Merda”, figura ácida, debochada e um tanto revoltada, nascida no projeto “Terça Insana” e que depois foi parar no “Agora É Tarde”, da Band. Politicamente incorreto no melhor dos sentidos, o personagem fazia graça justamente por ser um retrato do absurdo da sociedade.

Mansfield sempre teve essa pegada: humor com conteúdo, com um pé no teatro e outro no cotidiano. Ele não tem medo de cutucar a ferida, mas faz isso com tanta inteligência que até quem se sente atingido, ri. E isso, convenhamos, é uma arte.

O novo espetáculo: Mansfield por ele mesmo

E é justamente isso que ele traz de volta com “O Show do Mansfield”. A peça não é só um show de stand-up, nem uma coletânea de personagens — é quase uma autobiografia cômica no palco, onde ele revisita momentos marcantes, personagens inesquecíveis e situações bizarras da vida de um artista brasileiro que nunca quis ser celebridade, mas acabou virando referência.

“É como se eu estivesse abrindo meu baú de memórias e deixando o público brincar com tudo”, brinca Mansfield. E esse “baú” vem cheio: tem história de bastidores, cenas de teatro, trechos da infância, encontros e desencontros com a fama, reflexões sobre a TV e, claro, aquelas piadas que só quem viveu o palco entende.

Para quem já acompanhava, é um reencontro. Para quem não conhece, é um convite. E para quem ama comédia com alma, é um prato cheio.

O começo da caminhada: de Boston a Barbatana

Nem todo mundo sabe, mas a carreira artística de Mansfield começou longe do Brasil. Nos anos 80, ele morou nos Estados Unidos, passou por Boston e Los Angeles, participou de grupos de teatro, estudou sitcoms e absorveu muito da comédia americana — o que, mais tarde, moldou sua visão sobre o stand-up.

Quando voltou ao Brasil, ele já era um artista com pegada internacional, mas com alma paulistana. Entrou para o grupo Harpias, fez teatro alternativo, criou e apresentou programas de humor na TV Gazeta, foi roteirista de filme cult, escreveu colunas em jornais, e ainda arrumou tempo pra fazer mais de 500 comerciais de TV.

E mesmo com esse currículo de fazer inveja, ele nunca perdeu o jeito simples e o olhar aguçado pra vida. “Acho que só continuei porque me diverti fazendo tudo isso. Se não fosse pra rir, nem teria graça”, ele diz.

Humor, coração e crítica

Durante o papo com Ronnie Von, Mansfield deixa claro que nunca viu o humor só como “entretenimento por entretenimento”. Pra ele, rir também é resistir, é pensar, é se conectar com o outro. “A piada pode te derrubar, mas também pode te levantar”, filosofa.

Essa sensibilidade atravessa toda a conversa. Entre risadas e histórias, ele fala dos amigos que fez (e perdeu), dos perrengues da profissão, da relação com o público e da importância de continuar criando, mesmo depois de tanto tempo de estrada.

“Eu nunca quis ser o mais famoso, só queria continuar sendo eu mesmo. Se isso tocou alguém, então valeu a pena”, resume Mansfield, num dos momentos mais sinceros da entrevista.

Invencível | Prime Video confirma 5ª temporada para 2027 e revela que dublagem já foi finalizada

A espera pelos novos episódios de Invencível já tem um horizonte definido. O Prime Video confirmou que a 5ª temporada da animação deve chegar em algum momento de 2027, mantendo o padrão de produção mais espaçado, porém consistente, que a série vem adotando desde sua estreia.

Apesar da distância até o lançamento, o desenvolvimento segue em ritmo avançado. Um dos principais indicativos disso é que a dublagem dos novos episódios já foi concluída, o que geralmente significa que a temporada já está bem encaminhada dentro do processo de pós-produção.

O que esperar da nova fase de Invencível?

A história de Invencível acompanha Mark Grayson, um jovem que descobre ter herdado os poderes de seu pai, o poderoso Omni-Man. A partir desse ponto, sua vida muda completamente, levando-o a enfrentar não apenas vilões extremamente perigosos, mas também conflitos familiares e dilemas morais cada vez mais intensos.

A 5ª temporada deve continuar explorando as consequências dos acontecimentos anteriores, aprofundando a jornada de Mark como herói e as marcas deixadas pelas decisões que ele precisou tomar ao longo da série. A tendência é que a narrativa siga ampliando seu tom mais sombrio e emocional, algo que se tornou uma das principais características da produção.

Elenco de vozes segue com grandes nomes

Um dos pilares da série continua sendo seu elenco de voz, que reúne atores conhecidos de grandes produções. Steven Yeun retorna como Mark Grayson, o Invencível, dando vida ao protagonista em sua difícil trajetória entre a vida comum e o peso de ser um super-herói.

Sandra Oh interpreta Debbie Grayson, mãe de Mark, que representa o lado mais humano da história e lida com as consequências emocionais da vida dupla da família. Já J.K. Simmons segue no papel de Nolan Grayson, o Omni-Man, personagem central da trama e responsável por alguns dos momentos mais impactantes da série.

Guardians do Globo continuam sendo peça-chave da trama

Os Guardiões do Globo seguem como uma das principais equipes do universo da série, funcionando como uma espécie de linha de defesa da Terra contra ameaças extremas.

Entre os integrantes, a equipe conta com personagens como Mulher Marcial (Lauren Cohan), Vulto Verde (Sonequa Martin-Green), Marciano (Chad L. Coleman), Vento Vermelho (Michael Cudlitz), Asa Negra (Lennie James) e O Imortal (Ross Marquand).

Cada um deles traz habilidades únicas e histórias próprias, contribuindo para o peso dramático da narrativa e para o equilíbrio entre ação e desenvolvimento de personagens.

Novos heróis e mudanças no time

A série também segue expandindo seu universo com novos personagens que entram para o time dos Guardiões ou aparecem como peças importantes da história.

Entre eles estão Robot (Zachary Quinto), que assume uma posição de liderança com uma mente estratégica complexa, e Atom Eve (Gillian Jacobs), uma das heroínas mais poderosas da trama, capaz de manipular matéria e energia.

Outros nomes como Rex Splode, Dupli-Kate e Monster Girl também ganham destaque, cada um com conflitos pessoais que influenciam diretamente suas decisões dentro da equipe.

GDA e Coalizão de Planetas ampliam o universo da série

Além dos heróis, o universo da série também é sustentado por organizações de grande influência, como a Agência de Defesa Global (GDA), liderada por Cecil Stedman (Walton Goggins).

A GDA atua como uma espécie de controle global dos super-humanos, tomando decisões estratégicas muitas vezes controversas para manter a segurança da Terra.

Já a Coalizão de Planetas expande a história para além do planeta, introduzindo ameaças e aliados intergalácticos. Entre seus representantes está Allen, o Alien (Seth Rogen), que ajuda a conectar a Terra a conflitos maiores no universo.

Saiba qual filme vai passar na Tela de Sucessos 01/09/2023

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A Tela de Sucessos desta sexta-feira, 01/09/2023, está de volta com uma comédia hilariante que promete animar a sua noite. Desta vez, prepare-se para se divertir com o filme Agente 86: Bruce & Lloyd Fora de Controle.

Na trama, somos apresentados a Bruce e Lloyd, dois inventores atrapalhados conhecidos por suas engenhocas inusitadas. Eles acabaram de criar um dispositivo de invisibilidade de alto valor, porém, para o desespero deles, o aparelho desaparece misteriosamente. Agora, a dupla está em uma corrida contra o tempo, temendo que sua invenção caia nas mãos de rivais perigosos.

O filme conta com um elenco talentoso, incluindo Masi Oka (Heróis: O Renascimento e Hawaii Five-0), Terry Crews (Brooklyn Nine-Nine e Todo Mundo Odeia o Chris) e Nate Torrence (Zootopia: Essa Cidade é o Bicho e Hello Ladies: The Movie), que trazem vida aos personagens com muito humor e irreverência. Sob a direção de Gil Junger, a comédia nos leva a uma jornada repleta de situações engraçadas e inesperadas.

Curiosidades do filme Agente 86: Bruce & Lloyd Fora de Controle

Spin-off de “Agente 86”: Este filme é um spin-off da versão cinematográfica de “Agente 86”, lançada em 2008 e estrelada por Steve Carell e Anne Hathaway. “Agente 86: Bruce & Lloyd Fora de Controle” se concentra em dois personagens secundários que aparecem no filme principal.

Lançamento Direto em DVD: Diferentemente do filme principal “Agente 86”, que teve um lançamento nos cinemas, este spin-off foi lançado diretamente em DVD e Blu-ray, proporcionando aos fãs da franquia mais aventuras cômicas.

Conexão com o Universo “Agente 86”: O filme se passa no mesmo universo que “Agente 86” e apresenta personagens e tecnologias familiares para os fãs da série original de TV e do filme.

Masi Oka: Masi Oka, que interpreta Bruce, é mais conhecido por seu papel na série de televisão “Heroes”, onde desempenhou o personagem Hiro Nakamura. Sua presença no filme acrescentou um toque de comédia e carisma ao elenco.

Terry Crews: Terry Crews, que interpreta o personagem Lloyd, é um comediante e ator famoso por sua aparência musculosa e seu talento para a comédia. Ele trouxe seu estilo único para o filme, garantindo muitas risadas.

Invenções Malucas: O filme apresenta várias invenções malucas e dispositivos tecnológicos, que são uma marca registrada da franquia “Agente 86”. Essas invenções contribuem para a comédia e a ação do filme.

Universo Expandido: “Agente 86: Bruce & Lloyd Fora de Controle” expande o universo da série e do filme principal, explorando as histórias dos personagens secundários de maneira independente.

Humor Físico e Visual: Assim como na série original e no filme principal, este spin-off é conhecido por seu humor físico e visual, com cenas repletas de gags e situações cômicas.

Diversão em Família: O filme possui uma classificação indicativa de 12 anos, tornando-o adequado para uma audiência ampla, incluindo famílias que desejam se divertir juntas.

Entretenimento Leve: “Agente 86: Bruce & Lloyd Fora de Controle” é um filme leve e descontraído, perfeito para uma noite de entretenimento descontraído e risadas garantidas.

Que horas vai passar a Tela de Sucessos?

Agente 86: Bruce & Lloyd Fora de Controle é uma produção dos Estados Unidos, lançada em 2008, e tem classificação indicativa de 12 anos, garantindo que você e sua família terão uma noite repleta de risadas e entretenimento. Não perca a exibição deste filme divertido na Tela de Sucessos, que começa logo após mais uma edição do Programa do Ratinho, a partir das 23h15, na tela do SBT. Prepare a pipoca e se acomode, porque a diversão está garantida!

Big Hit Music confirma antigo namoro de Jimin, do BTS, com atriz Song Da Eun – Entenda a repercussão e os impactos no K-pop

Nos últimos dias, o mundo do K-pop foi abalado por uma notícia inesperada: a confirmação oficial de que Jimin, integrante do grupo BTS, teve um relacionamento com a atriz Song Da Eun. A revelação, feita pela agência Big Hit Music, trouxe à tona debates sobre privacidade, pressão sobre ídolos e a forma como relacionamentos de artistas são tratados na indústria sul-coreana.

O anúncio reacendeu discussões entre fãs, mídia e especialistas sobre a vida pessoal dos ídolos, mostrando que mesmo figuras de projeção global enfrentam desafios para manter relações afetivas longe dos holofotes. A repercussão não se limitou à Coreia do Sul: fãs de todo o mundo comentaram, compartilharam informações e refletiram sobre o direito de Jimin de ter vivido um romance sem que isso comprometesse sua carreira.

O vídeo que acendeu os rumores

Tudo começou quando Song Da Eun publicou um vídeo antigo em seu perfil do TikTok, no dia 27 de agosto. Nele, a atriz aparece aguardando o cantor no elevador, registrando sua chegada ao apartamento que, aparentemente, eles compartilhavam. O conteúdo, aparentemente casual, provocou um frenesi imediato entre os fãs de BTS, que rapidamente espalharam o vídeo nas redes sociais e fóruns de discussão.

O impacto foi duplo: além da surpresa, muitos fãs se viram divididos entre o sentimento de apoio e o choque diante da quebra do “padrão de silêncio” sobre relacionamentos no K-pop. Historicamente, romances envolvendo ídolos eram tratados com extremo cuidado, muitas vezes sendo completamente omitidos para proteger a imagem pública do artista e manter a relação emocional com os fãs.

Big Hit Music e a confirmação oficial

Em resposta à repercussão, a Big Hit Music emitiu um comunicado oficial confirmando que o relacionamento entre Jimin e Song Da Eun realmente existiu, embora tenha ocorrido no passado. A declaração foi sucinta, mas significativa: “No momento, nossa empresa se absteve de fazer qualquer declaração, a fim de respeitar a vida privada de Jimin, bem como a pessoa mencionada em relação a ela.”

Este posicionamento é histórico. Pela primeira vez, a agência reconheceu publicamente o namoro de um integrante do BTS, um grupo de renome mundial. Especialistas em cultura pop apontam que essa atitude pode sinalizar uma mudança gradual na forma como relacionamentos de ídolos de K-pop são tratados, abrindo espaço para maior respeito à individualidade e à vida privada dos artistas.

Quem é Song Da Eun

Song Da Eun iniciou sua carreira em 2011, participando da série de televisão sul-coreana Can’t Live Without Losing. Sua estreia no cinema ocorreu em 2016, no filme A Criada, dirigido por Park Chan-wook, que recebeu elogios da crítica.

Em 2018, a atriz ganhou maior notoriedade ao participar da segunda temporada do reality show de relacionamentos Heart Signal, no qual seu romance com Jung Jae Ho foi acompanhado pelo público. Desde então, Song Da Eun consolidou sua carreira, trabalhando em produções como Once Again e Mother, ambas de 2020, exibidas por canais de grande audiência na Coreia do Sul.

Sua trajetória demonstra versatilidade, transitando entre televisão e cinema, e consolidando seu nome na indústria do entretenimento sul-coreano como uma atriz talentosa e reconhecida.

A trajetória do cantor e destaque mundial

Park Ji-min, mais conhecido como Jimin, nasceu em Busan, Coreia do Sul, em 13 de outubro de 1995. Desde jovem, demonstrou interesse pela dança, inicialmente no estilo popping, e posteriormente em grupos de dança de rua durante o ensino médio.

Após uma recomendação de seu professor de dança, Jimin passou por uma audição na Big Hit Entertainment em 2011, sendo aceito e transferindo-se para a Korea Arts High School. Em 2012, participou do videoclipe “Party (XXO)” do grupo GLAM, antes de fazer sua estreia oficial com o BTS em 12 de junho de 2013, com o álbum 2 Cool 4 Skool.

O sucesso do BTS foi progressivo e global. Com álbuns como The Most Beautiful Moment in Life, Face e singles como Like Crazy, Jimin se consolidou como um dos artistas mais influentes do mundo. Ele também recebeu a Ordem de Mérito Cultural Hwagwan da quinta classe, concedida pelo presidente Moon Jae-in, em reconhecimento à sua contribuição à cultura sul-coreana.

BTS e a pressão sobre os ídolos

O BTS, conhecido internacionalmente como Bangtan Boys, tornou-se símbolo do K-pop no mundo. Formado em 2013, o grupo conquistou o público com músicas que abordam temas como autoestima, saúde mental e juventude. Porém, uma característica marcante da indústria é a pressão para manter a vida pessoal discreta, especialmente relacionamentos amorosos, para preservar a imagem pública e a conexão emocional com os fãs.

Durante anos, rumores sobre romances eram rapidamente desmentidos, e revelações públicas eram raras. Nesse contexto, a confirmação do antigo namoro de Jimin representa uma mudança cultural significativa, sugerindo que os tempos de total sigilo estão gradualmente se tornando uma prática menos rígida.

O lado humano por trás do sucesso

O caso do cantor e da atriz evidencia um ponto frequentemente esquecido: os ídolos de K-pop são pessoas comuns, com desejos, sentimentos e relações afetivas. Apesar de suas carreiras meteóricas e agendas intensas, eles experimentam as mesmas emoções que qualquer pessoa.

A indústria do entretenimento, especialmente na Coreia do Sul, sempre exigiu disciplina extrema e restrições pessoais rigorosas. Entretanto, movimentos recentes e discussões sobre saúde mental têm mostrado a necessidade de equilíbrio, reforçando que artistas também têm direito a relações afetivas e vida privada sem julgamentos públicos.

Remake de Possessão ganha forma em 2026 e revela elenco de peso para revisitar um dos filmes mais perturbadores do terror psicológico

Anunciado oficialmente em 2024, o remake de Possessão, clássico absoluto do terror psicológico, finalmente começa a sair do campo das especulações e ganhar contornos concretos. No início de 2026, surgiram as primeiras informações relevantes sobre o projeto, incluindo os nomes que devem liderar o elenco. Segundo fontes do site Nexus Point News, Callum Turner e Margaret Qualley estão cotados para estrelar a nova versão do longa, que promete revisitar uma das obras mais inquietantes e debatidas da história do cinema.

O filme terá roteiro e direção assinados por Parker Finn, cineasta conhecido por explorar o terror a partir de conflitos emocionais e psicológicos profundos. Além de dirigir, Finn também assume a função de produtor, ao lado de Robert Pattinson, o que reforça o caráter autoral e ambicioso do projeto. Embora detalhes como início das filmagens e previsão de estreia ainda não tenham sido divulgados, o anúncio do elenco já foi suficiente para reacender discussões entre fãs e críticos.

Lançado originalmente em 1981, Possessão foi dirigido pelo polonês Andrzej Żuławski, que escreveu o roteiro em parceria com Frederic Tuten. Ambientado na Berlim Ocidental ainda dividida pelo Muro, o filme acompanha a história de um espião que retorna para casa após uma missão e encontra sua esposa completamente transformada. O comportamento perturbador da personagem, somado ao pedido inesperado de divórcio, desencadeia uma espiral de paranoia, obsessão e colapso emocional.

Os papéis principais foram interpretados por Sam Neill e Isabelle Adjani, em atuações que se tornaram lendárias. Em especial, Adjani entregou uma performance extrema, física e emocionalmente exaustiva, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes. Até hoje, seu trabalho no filme é citado como um dos mais intensos da história do cinema, sendo referência obrigatória em estudos sobre atuação e terror psicológico.

Desde sua estreia, Possessão desafia qualquer tentativa simples de classificação. O filme já foi descrito como drama psicológico, horror psicológico e até horror sobrenatural, mas nenhuma dessas definições consegue abarcar completamente sua proposta. Críticos frequentemente traçam paralelos com obras como Repulsion, de Roman Polanski, e The Brood, de David Cronenberg, especialmente pela maneira como o sofrimento mental dos personagens se manifesta de forma física e perturbadora.

Um dos elementos mais discutidos da obra é a ambiguidade em torno da criatura que surge ao longo da narrativa. Muitos críticos questionam se ela realmente existe no plano físico ou se é apenas uma projeção da mente fragmentada da protagonista. Há quem interprete a entidade como um reflexo da psicose de Anna, outros como uma manifestação da incapacidade do marido de lidar com a traição e o fim do relacionamento. Também existe a leitura de que o filme funciona como uma catarse pessoal de Żuławski, que vivia um divórcio traumático no período em que escreveu e dirigiu o longa.

Outro tema central em Possessão é o motivo do duplo. Ao longo da história, marido e esposa acabam sendo substituídos por versões idealizadas um do outro. Anna cria um duplo de seu companheiro a partir da criatura, enquanto o protagonista encontra uma espécie de cópia ideal da esposa em outra mulher, mais gentil, compreensiva e emocionalmente estável. Essa duplicidade reforça a crítica do filme às expectativas irreais impostas aos relacionamentos e à busca por parceiros perfeitos.

Apesar de hoje ser tratado como um clássico cult, Possessão teve um caminho difícil até o reconhecimento. Após sua estreia no Festival de Cannes, o filme enfrentou problemas de distribuição e censura. No Reino Unido, acabou sendo banido durante o período conhecido como o dos “vídeos desagradáveis”. Nos Estados Unidos, foi lançado em 1983 em uma versão fortemente editada, com mais de um terço do material original removido. Essa edição distorcida eliminou grande parte do drama conjugal e transformou o longa em algo próximo de um horror corporal excêntrico, sendo duramente criticada e ignorada pelo público.

A reavaliação da obra começou anos depois, impulsionada por estudos acadêmicos e pelo interesse de cineastas contemporâneos. Esse processo ganhou força definitiva com a restauração em 4K realizada pela Metrograph, que estreou em 2021 e permitiu que o filme fosse redescoberto em sua forma mais próxima da visão original de Żuławski. A partir daí, Possessão passou a ocupar um lugar definitivo entre os filmes mais perturbadores e influentes do cinema moderno.

Cine Maior 17/09/2023 Record exibe Homem-Aranha 2

Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, marcado para o dia 17 de setembro de 2023, os apaixonados por ação e aventura têm um compromisso imperdível, pois o Cine Maior da Record vai proporcionar uma tarde repleta de emoções com a exibição do filme “Homem-Aranha 2”. Esta é uma chance única de revisitar ou descobrir essa espetacular jornada heroica.

Cine Maior de hoje 17/09/2023 Record exibe Homem-Aranha 2

A trama de “Homem-Aranha 2” conduz os espectadores por uma emocionante exploração da vida dupla de Peter Parker, magistralmente interpretado por Tobey Maguire. Neste capítulo da saga do Homem-Aranha, Peter se vê diante de desafios cada vez mais complexos enquanto tenta conciliar suas responsabilidades como super-herói com as demandas de sua vida cotidiana.

Peter Parker atravessa um momento delicado em sua trajetória. Enquanto continua a combater o crime como o lendário Homem-Aranha, ele enfrenta dificuldades financeiras e batalha para manter seu emprego, ao mesmo tempo que se esforça para prosseguir seus estudos na Universidade de Columbia, onde está matriculado no curso de Física. Essa luta pela sobrevivência financeira e acadêmica adiciona uma dimensão realista à narrativa, mostrando que até os super-heróis enfrentam desafios mundanos.

Além disso, sua situação amorosa é complexa, já que sua amada Mary Jane, brilhantemente interpretada por Kirsten Dunst, está comprometida com seu melhor amigo, Harry Osborn, desempenhado por James Franco. Harry culpa o Homem-Aranha pela morte de seu pai, o que acrescenta uma camada extra de tensão a esta história repleta de ação. Esse conflito amoroso e de amizade traz dilemas morais que tornam Peter Parker um personagem ainda mais fascinante.

E para aumentar ainda mais a sua empolgação com este filme, aqui estão algumas curiosidades sobre “Homem-Aranha 2”:

  1. Alfred Molina como Doutor Octopus: Alfred Molina, que interpretou o icônico vilão Doutor Octopus, estava tão comprometido com o papel que solicitou pessoalmente ao diretor Sam Raimi que não considerasse nenhum outro ator para o papel. Ele afirmou: “Se você me der o papel, não irei decepcionar.”
  2. Dublê do Homem-Aranha: Durante as filmagens de uma cena de luta, Tobey Maguire, o intérprete do Homem-Aranha, sofreu uma lesão nas costas, levando à necessidade de um dublê em algumas cenas de ação.
  3. Prêmio da Academia: Em 2005, “Homem-Aranha 2” recebeu o prestigioso Oscar de Melhores Efeitos Visuais, um reconhecimento à qualidade e inovação dos efeitos especiais do filme.
  4. A Cena do Trem: Uma das sequências mais memoráveis do filme é a intensa luta entre o Homem-Aranha e o Doutor Octopus em cima de um trem em alta velocidade, notável pela utilização de acrobacias e efeitos especiais de alto nível.
  5. Homenagens aos Quadrinhos: O filme presta homenagem às histórias em quadrinhos do Homem-Aranha, incorporando elementos icônicos das HQs, como a famosa capa da edição #50, na qual o Homem-Aranha deixa seu traje pendurado.
  6. Participação de Stan Lee: Como é tradição nos filmes baseados em personagens da Marvel, Stan Lee, o lendário criador de muitos super-heróis, faz uma participação especial. Neste caso, ele interpreta um espectador que salva uma mulher dos destroços durante a batalha entre o Homem-Aranha e o Doutor Octopus.
  7. Direção de Sam Raimi: Sam Raimi, o diretor da trilogia do Homem-Aranha, é conhecido por sua paixão pelos quadrinhos e fez questão de trazer autenticidade às adaptações cinematográficas. Seu amor pelo material de origem é evidente em todos os detalhes do filme.
  8. Referência à Teoria da Relatividade: O personagem do Doutor Octopus faz uma referência à Teoria da Relatividade de Albert Einstein no filme, adicionando um toque de realismo às cenas que envolvem ciência e tecnologia.
  9. Diálogo Clássico: O filme é lembrado por um diálogo memorável entre o Homem-Aranha e um transeunte durante uma perseguição. O diálogo começa com a icônica frase: “Você sabe, eu sou meio parcial ao vermelho e azul.”
  10. Desenvolvimento de Personagem: “Homem-Aranha 2” é frequentemente elogiado por seu profundo desenvolvimento de personagens, explorando os dilemas pessoais e as responsabilidades de Peter Parker. Isso o torna um filme de super-herói notável pela complexidade e humanidade de seus personagens.

Horário do Cine Maior:

Então, não perca esta exibição especial que terá início às 13h00, logo após o “Record Kids – Todo Mundo Odeia o Chris”, na Record TV. Prepare-se para mergulhar no fascinante universo do Homem-Aranha e acompanhar suas incríveis aventuras e desafios, tudo isso no conforto de sua casa. É um programa imperdível para os amantes do gênero de super-heróis e ação. Não deixe de aproveitar esta emocionante oportunidade para apreciar um dos filmes mais aclamados da franquia do Homem-Aranha.

Obsessão já arrecadou US$ 286,5 milhões e se torna o filme adquirido em festival de cinema mais lucrativo de todos os tempos

Nem sempre os maiores sucessos de Hollywood começam com grandes estrelas ou orçamentos milionários. Em alguns casos, tudo começa com uma boa ideia, um cineasta pouco conhecido e uma recepção positiva do público. É exatamente esse o caminho percorrido por Obsessão, terror psicológico sobrenatural que acaba de alcançar um feito histórico nas bilheterias mundiais.

Segundo informações divulgadas pelo Deadline, o longa já acumula US$ 286,5 milhões em todo o mundo, tornando-se o filme de maior arrecadação já adquirido após sua estreia em um festival de cinema. O recorde anteriormente pertencia a “A Bruxa de Blair”, fenômeno do terror lançado em 1999 que encerrou sua trajetória nos cinemas com cerca de US$ 248,6 milhões.

O resultado chama atenção não apenas pelo valor arrecadado, mas pelo tamanho da produção. O longa-metragem custou aproximadamente US$ 750 mil, valor extremamente baixo para os padrões da indústria americana. Isso significa que o filme arrecadou centenas de vezes mais do que seu orçamento inicial, um desempenho raro até mesmo entre os maiores sucessos comerciais do gênero.

Para o público que ainda não conhece a produção, a história acompanha Bear Bailey, um jovem funcionário de uma loja de música que está apaixonado por sua melhor amiga, Nikki. A situação muda quando ele encontra um objeto sobrenatural capaz de realizar desejos. Em um momento de frustração, Bear deseja que Nikki o ame mais do que qualquer pessoa no mundo. O problema é que o pedido funciona — e as consequências se tornam cada vez mais perturbadoras.

Embora a premissa pareça simples à primeira vista, o filme utiliza elementos sobrenaturais para abordar temas bastante atuais. Questões como obsessão emocional, dependência afetiva, idealização de relacionamentos e dificuldade em lidar com rejeições aparecem constantemente ao longo da narrativa. Esse é um dos fatores que ajudaram a diferenciar o longa de outros lançamentos recentes do gênero.

Em vez de construir sua história apenas com sustos e cenas violentas, o filme investe no desconforto psicológico. A sensação de que algo está errado cresce gradualmente, acompanhando a deterioração da relação entre os personagens principais. O resultado é um terror que busca inquietar o espectador muito além dos momentos de choque.

Outro aspecto que torna o sucesso do filme ainda mais interessante é a trajetória de seu diretor. Curry Barker ficou conhecido inicialmente por vídeos produzidos para a internet e por curtas-metragens publicados no YouTube. Seu trabalho chamou a atenção de produtores de Hollywood, abrindo espaço para que desenvolvesse projetos maiores. Hoje, poucos meses após a estreia de Obsessão, ele se tornou um dos nomes mais observados do terror contemporâneo.

A confiança da indústria no projeto também cresceu rapidamente. Após sua exibição no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), o filme despertou interesse imediato dos distribuidores. A Focus Features adquiriu os direitos de distribuição por um valor estimado entre US$ 14 milhões e US$ 15 milhões, uma das negociações mais relevantes já registradas para um filme de gênero dentro do evento.

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