O Mandaloriano e Grogu registra queda na bilheteria nos Estados Unidos e projeta cerca de US$ 136 milhões no segundo fim de semana

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O filme Star Wars: O Mandaloriano e Grogu apresentou uma desaceleração no desempenho das bilheteiras na América do Norte durante seu segundo fim de semana em cartaz. Na segunda sexta-feira de exibição, a produção arrecadou aproximadamente US$ 6,5 milhões, número que representa uma queda superior a 50% em relação ao dia de estreia, indicando uma perda de ritmo após o lançamento inicial. As informações são da Variety.

Com esse cenário, as projeções de mercado foram revisadas. As estimativas anteriores apontavam para uma arrecadação em torno de US$ 40 milhões no fim de semana completo, mas análises mais recentes indicam que o valor deve ficar mais próximo de US$ 25 milhões até o domingo. Caso essa projeção se confirme, o total doméstico acumulado do filme deve chegar a aproximadamente US$ 136 milhões após dois fins de semana em cartaz.

Dirigido por Jon Favreau, que também coescreve o roteiro ao lado de Dave Filoni, o longa é uma produção da Lucasfilm com distribuição da Walt Disney Studios Motion Pictures. O filme se insere diretamente na continuidade da série The Mandalorian, funcionando como uma expansão cinematográfica da jornada iniciada no Disney+, em um período narrativo situado após a queda do Império e durante os esforços de reorganização da galáxia pela Nova República.

A história acompanha Din Djarin, interpretado por Pedro Pascal, um caçador de recompensas mandaloriano que continua atuando em regiões periféricas da galáxia enquanto tenta lidar com as mudanças políticas do novo regime. Ao seu lado está Grogu, seu aprendiz, uma criatura da mesma espécie de Yoda que permanece em treinamento e cuja ligação com o Mandaloriano segue como elemento central da narrativa. A produção mantém o uso de técnicas híbridas para o personagem, combinando animatrônicos, marionetes e efeitos visuais.

O elenco também inclui Sigourney Weaver, no papel da coronel Ward, líder dos Adelphi Rangers da Nova República e ex-piloto da Aliança Rebelde, além de Jeremy Allen White, que interpreta Rotta the Hutt, filho de Jabba the Hutt, ampliando a presença de personagens ligados ao submundo criminal da galáxia. Já Jonny Coyne aparece em um papel ainda não detalhado oficialmente, associado a figuras remanescentes do antigo regime imperial.

Na trama, Din Djarin e Grogu são enviados em uma nova missão que envolve a localização de antigos esconderijos de senhores da guerra imperiais espalhados pela galáxia. Esse contexto coloca a dupla em meio a um cenário de instabilidade política, no qual a Nova República ainda tenta consolidar sua autoridade enquanto enfrenta ameaças remanescentes do Império.

Imagem vazada de Vingadores: Doutor Destino revela os principais heróis que enfrentarão o novo vilão da Marvel

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Uma nova imagem promocional vazada de Vingadores: Doutor Destino trouxe um olhar mais claro sobre os personagens que terão destaque no próximo grande evento cinematográfico da Marvel. A arte reúne heróis de diferentes equipes e universos, reforçando que o filme será uma das produções mais ambiciosas já realizadas pelo estúdio.

O principal destaque da imagem é Victor von Doom, o Doutor Destino, interpretado por Robert Downey Jr. O personagem será o antagonista central da história e representará uma ameaça capaz de mobilizar heróis de diferentes realidades. Nos quadrinhos, Doutor Destino é conhecido por combinar inteligência científica, conhecimento tecnológico e habilidades místicas, características que o colocam entre os adversários mais perigosos da Marvel.

Além do vilão, a imagem apresenta personagens já confirmados para a produção, incluindo Senhor Fantástico, Coisa, Fera, Ciclope, Capitão América, Yelena Belova e Thor. A presença desses heróis reforça uma informação importante para quem acompanha o MCU: o filme reunirá personagens dos Vingadores, do Quarteto Fantástico e dos X-Men em uma mesma história.

Segundo a sinopse divulgada pela Marvel, os acontecimentos ocorrerão após os eventos de “Thunderbolts”. A trama acompanhará a união de diferentes grupos de heróis para enfrentar a ameaça representada por Doutor Destino. Entre eles estarão os Vingadores da Terra-616, o Quarteto Fantástico da Terra-828 e uma versão dos X-Men oriunda de outro universo.

Para o público, um dos maiores atrativos do projeto é justamente o retorno de personagens clássicos dos filmes dos X-Men produzidos nos anos 2000. O elenco inclui nomes como Patrick Stewart no papel de Professor X, Ian McKellen como Magneto, James Marsden como Ciclope, Rebecca Romijn como Mística, Alan Cumming como Noturno e Kelsey Grammer como Fera.

O Quarteto Fantástico também terá participação importante na história. Pedro Pascal interpreta Reed Richards, o Senhor Fantástico, enquanto Vanessa Kirby vive Sue Storm, Joseph Quinn interpreta Johnny Storm e Ebon Moss-Bachrach dá vida ao Coisa. Como Doutor Destino possui uma longa ligação com o grupo nos quadrinhos, a equipe deve ocupar uma posição central nos acontecimentos do filme.

Entre os heróis do atual MCU, retornam Anthony Mackie como Capitão América, Chris Hemsworth como Thor, Florence Pugh como Yelena Belova, Sebastian Stan como Bucky Barnes, Simu Liu como Shang-Chi, Letitia Wright como Pantera Negra e Lewis Pullman como Sentinela.

Outro ponto importante é o retorno dos irmãos Russo à direção. Os cineastas foram responsáveis por “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, dois dos maiores sucessos da Marvel nos cinemas. A expectativa é que a experiência adquirida nesses filmes ajude a conduzir uma história com dezenas de personagens e múltiplos núcleos narrativos.

Embora a Marvel ainda não tenha confirmado oficialmente a imagem vazada, o material oferece uma prévia dos personagens que devem ocupar posições centrais na trama. Para quem acompanha o MCU, o principal destaque é a reunião inédita de Vingadores, X-Men e Quarteto Fantástico em um mesmo filme, algo que durante muitos anos não foi possível devido à divisão dos direitos cinematográficos entre diferentes estúdios.

3 séries da Marvel que realmente valem a pena assistir e que mudam completamente a forma como você enxerga os heróis

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A Marvel virou quase um universo paralelo dentro do streaming do Disney+, mas nem tudo o que leva o selo do estúdio entrega a mesma qualidade ou o mesmo tipo de experiência. Tem série que funciona melhor para quem gosta de ação mais crua, outras para quem curte ideias mais complexas como multiverso e viagem no tempo, e algumas que apostam em drama psicológico bem mais pesado do que o público costuma esperar de histórias de super-heróis.

Se a ideia é escolher algo que realmente vale o tempo investido, três produções acabam se destacando não só pela popularidade, mas pelo tipo de experiência que entregam. Demolidor, Loki e Cavaleiro da Lua funcionam como três formas completamente diferentes de enxergar o universo Marvel, e entender isso ajuda muito na hora de decidir o que assistir de acordo com o seu gosto.

Demolidor é a escolha mais certeira para quem quer uma história mais pé no chão e com consequências reais. A série acompanha Matt Murdock, um advogado que tenta manter uma vida normal durante o dia enquanto atua como vigilante à noite em Nova York. O que torna a série marcante não é só o fato de ele lutar contra o crime, mas o jeito como cada decisão pesa na vida dele e das pessoas ao redor. Nada ali é tratado como simples ou leve, porque a violência e os conflitos têm impacto direto na história. As cenas de ação são mais longas e intensas justamente para transmitir desgaste físico, e isso ajuda a reforçar a ideia de que ser herói naquele universo não é algo glamouroso.

Outro ponto importante para quem decide assistir Demolidor é entender que a série cresce com o tempo. Ela não depende de grandes revelações a cada episódio, mas sim de construção de personagens e de tensão constante. Wilson Fisk, o principal antagonista, não é apenas um vilão tradicional, mas alguém com uma visão própria de organização da cidade, o que cria conflitos mais interessantes do que simples batalhas entre bem e mal. Para quem busca algo mais maduro dentro da Marvel, essa série ainda é uma das opções mais consistentes.

Loki segue exatamente na direção oposta em termos de proposta. Aqui, a história não se prende ao mundo físico, mas sim a conceitos como tempo, realidade e identidade. A série começa quando uma versão alternativa de Loki é retirada da linha do tempo após os eventos de Vingadores Ultimato e passa a lidar com uma organização que controla a existência de todas as realidades possíveis. A partir disso, o que poderia ser apenas uma aventura vira uma discussão constante sobre escolhas e destino.

O ponto mais interessante de Loki é como ele transforma o próprio protagonista ao longo da história. Loki deixa de ser apenas o personagem impulsivo dos filmes e passa a ser alguém que começa a questionar quem ele é fora das versões que já existiram dele mesmo. Isso cria uma narrativa mais reflexiva, mas ainda acessível, já que tudo é apresentado dentro de uma estrutura de investigação e descoberta. Para quem gosta de histórias que brincam com lógica e multiverso sem perder o foco nos personagens, essa série é uma das mais importantes dentro do MCU recente.

Cavaleiro da Lua é provavelmente a mais diferente entre as três, porque aposta em um tipo de narrativa mais psicológico e menos conectado ao resto do universo Marvel. A história acompanha Marc Spector, um homem com transtorno dissociativo de identidade que compartilha o próprio corpo com outras personalidades. Isso faz com que a série tenha momentos em que a própria percepção do público é colocada em dúvida, já que nem sempre fica claro quem está no controle ou o que é real dentro da história.

Esse aspecto é o que mais define a experiência da série. Em vez de focar apenas na ação, Cavaleiro da Lua trabalha com confusão, instabilidade e conflitos internos constantes. A presença da mitologia egípcia e da entidade Khonshu adiciona mais uma camada ao personagem, já que ele não está apenas lidando com suas próprias identidades, mas também com forças externas que influenciam suas ações. O resultado é uma série que funciona quase como um thriller psicológico com elementos sobrenaturais, ideal para quem quer algo mais fechado e diferente do padrão tradicional da Marvel.

Sonic 4: O Filme acelera expansão do universo cinematográfico da SEGA e inicia gravações com Kristen Bell como Amy Rose

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O longa-metragem Sonic 4: O Filme já está em fase de produção e tem estreia marcada para 19 de março de 2027 nos cinemas. O novo capítulo da franquia da Paramount Pictures começa a avançar com uma atualização importante no elenco: Kristen Bell foi confirmada como a voz de Amy Rose, personagem que estreia oficialmente no universo cinematográfico da saga.

A atriz já iniciou as gravações em estúdio e compartilhou o início do trabalho nas redes sociais, indicando que a etapa de dublagem já começou. Na prática, isso significa que o filme já entrou em uma fase mais avançada de produção, quando as vozes começam a ser integradas às animações e o ritmo das cenas começa a ser definido.

A direção segue com Jeff Fowler, responsável pelos três filmes anteriores da franquia. A manutenção da equipe criativa garante continuidade no estilo da série, que mistura ação, comédia e adaptação direta de elementos clássicos dos jogos da SEGA, mantendo uma identidade já conhecida pelo público.

A chegada de Amy Rose deve ser uma das principais mudanças desta nova fase. Nos jogos, a personagem é uma das figuras mais importantes do universo Sonic, com forte ligação com o protagonista e presença constante nas principais histórias da franquia. No cinema, a expectativa é que ela amplie o grupo central e influencie diretamente as relações entre Sonic, Tails, Knuckles e Shadow, trazendo novas dinâmicas para o desenvolvimento da trama.

O elenco principal também segue praticamente completo. Estão confirmados os retornos de Jim Carrey como Dr. Robotnik, Colleen O’Shaughnessey como Tails, Idris Elba como Knuckles e Keanu Reeves como Shadow. No núcleo humano, permanecem James Marsden e Tika Sumpter como Tom e Maddie Wachowski, mantendo a base narrativa estabelecida nos filmes anteriores.

Além disso, o filme contará com a participação de Richard Ayoade, Matt Berry, Nick Offerman e Ben Kingsley em papéis ainda não revelados. A ausência de detalhes indica que a produção deve apresentar novos personagens ou expandir o universo já existente, algo comum na franquia conforme ela avança para novos capítulos.

A série de filmes do Sonic começou em 2020 e, desde então, vem construindo um universo que cresce de forma constante a cada novo lançamento. Em vez de focar apenas em aventuras isoladas, a franquia da Paramount Pictures adotou uma estratégia de expansão gradual, trazendo personagens dos games aos poucos e aprofundando as relações entre eles. O terceiro filme consolidou esse modelo, e o quarto filme deve continuar essa linha, com mais interação entre o grupo principal e a introdução de novas ameaças.

Na prática, isso significa que cada novo filme funciona como uma peça de um universo maior. Personagens como Tails, Knuckles e Shadow não entram apenas como participações pontuais, mas passam a ter espaço para desenvolver personalidade, motivações e conexões entre si. Isso ajuda a franquia a manter o interesse do público, já que a história não depende só da velocidade do Sonic, mas também das relações que se formam ao redor dele.

Essa construção tem ligação direta com a forma como os jogos da SEGA sempre funcionaram. Nos games, o universo de Sonic não é fechado em um único enredo. Ele se expande com frequência, apresentando novos personagens, reviravoltas e até mudanças de cenário que ampliam o mundo do ouriço azul. Essa característica facilita a adaptação para o cinema, já que existe uma base rica de histórias e personagens para serem explorados ao longo dos filmes.

Nos jogos, essa evolução constante sempre foi um dos principais atrativos da franquia. A cada novo título, o universo se expande com novas histórias, poderes e relações entre os personagens. Isso faz com que o mundo de Sonic esteja sempre em movimento, algo que os filmes estão tentando reproduzir de forma adaptada para o cinema.

Toy Story 5 segue voando nas bilheterias e já está a um passo de quebrar mais um recorde nos Estados Unidos

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Foto: Divulgação/Pixar

A volta de Woody, Buzz e Jessie continua rendendo números impressionantes para a Pixar. Neste fim de semana, Toy Story 5 deve arrecadar cerca de US$ 74 milhões em 4.425 cinemas dos Estados Unidos, resultado suficiente para levar o filme além da marca de US$ 300 milhões no mercado americano em apenas dez dias de exibição. As informações são do Deadline.

Se a previsão se confirmar, a animação vai consolidar uma das melhores campanhas da Pixar nos últimos anos. Mundialmente, o longa já acumula aproximadamente US$ 379 milhões, ocupa um lugar entre as maiores bilheterias de 2026 e caminha para ultrapassar novas marcas nas próximas semanas.

Dirigido por Andrew Stanton, vencedor do Oscar por Procurando Nemo e WALL-E, o quinto filme da franquia chegou aos cinemas sete anos depois de Toy Story 4. Stanton também desenvolveu a história e escreveu o roteiro ao lado de Kenna Harris, assumindo pela primeira vez o comando de um longa principal da série.

A nova aventura acontece dois anos após os eventos do filme anterior. Bonnie agora tem oito anos e recebe um tablet em formato de sapo chamado Lilypad, ou apenas Lily. O presente foi pensado para ajudá-la a fazer novos amigos, mas acaba mudando completamente sua rotina. Aos poucos, a menina deixa os brinquedos de lado e passa a dedicar quase toda a atenção ao dispositivo.

Com Woody vivendo uma nova fase ao lado de Betty, Jessie assume a liderança dos brinquedos de Bonnie. Preocupada com o afastamento da garota, ela decide procurar Woody, dando início ao reencontro dos personagens clássicos da franquia.

O roteiro aproveita a situação para discutir um tema bastante atual: o espaço que celulares, tablets e redes sociais passaram a ocupar na infância. Em vez de transformar a tecnologia em vilã, o filme tenta equilibrar os dois lados da história e coloca Bonnie diante da dificuldade de conciliar o mundo digital com as brincadeiras que sempre fizeram parte da sua vida.

Outro núcleo acompanha um navio cargueiro que transportava dezenas de bonecos Buzz Lightyear de última geração. Depois de um acidente, eles ficam presos em uma ilha deserta funcionando apenas no modo de demonstração. As diferentes versões do patrulheiro espacial acabam protagonizando algumas das cenas mais divertidas da animação.

Jessie também ganha um arco importante. Depois de retornar por acaso à antiga fazenda onde viveu com Emily, ela descobre que sua primeira dona nunca a esqueceu. O reencontro com esse pedaço do passado ajuda a personagem a entender que o vínculo entre uma criança e seu brinquedo pode continuar existindo mesmo quando a infância fica para trás.

A história ainda acompanha Bonnie lidando com outro problema comum para muitas crianças hoje: o medo de ser julgada pelos colegas. Depois que uma foto envolvendo seus brinquedos circula entre alunos da escola, ela passa a esconder esse lado da própria personalidade para evitar comentários e brincadeiras.

O elenco principal continua praticamente o mesmo. Tom Hanks volta como Woody, Tim Allen reprisa Buzz Lightyear e também interpreta as versões do Multi-Buzz, enquanto Joan Cusack retorna como Jessie.

Entre os novos nomes estão Greta Lee, que dubla Lily; Conan O’Brien, como o brinquedo Amigo Rolinho; Craig Robinson, na voz do GPS Atlas; Shelby Rabara, como a câmera Clica; Scarlett Spears, nova voz de Bonnie; e Mykal-Michelle Harris, que interpreta Blaze.

A produção também entrou para a história da Pixar pelo investimento. Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, o filme se tornou o mais caro já produzido pelo estúdio. O visual explica boa parte desse valor, com cenários extremamente detalhados, iluminação refinada e animações ainda mais naturais.

Na parte musical, Randy Newman voltou a compor a trilha sonora da franquia. Já a cantora Taylor Swift participa do longa com a música inédita I Knew It, I Knew You, escrita especialmente para o filme.

Michael alcança US$ 977 milhões nas bilheterias mundiais e se torna a cinebiografia musical de maior arrecadação da história

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Quando Michael foi anunciado, havia duas certezas. A primeira era que qualquer filme sobre Michael Jackson seria cercado de debates. A segunda, que o interesse do público seria enorme. O que poucos imaginavam era a dimensão desse sucesso. Poucos meses após a estreia, a cinebiografia dirigida por Antoine Fuqua já acumula US$ 977 milhões nas bilheterias mundiais e assume o posto de cinebiografia musical de maior arrecadação da história.

O número impressiona porque não veio acompanhado de unanimidade. Longe disso. O longa dividiu a crítica desde as primeiras exibições, mas encontrou no público um aliado muito mais importante para sua trajetória comercial. Em um ano competitivo para os cinemas, a produção transformou curiosidade em ingressos vendidos e entrou de vez na lista dos maiores sucessos de 2026.

A história acompanha a trajetória do Rei do Pop desde a infância, quando ainda dividia os palcos com os irmãos no Jackson 5, até o encerramento da Bad Tour, no fim dos anos 1980. Esse recorte define o tom do roteiro. Em vez de condensar toda a vida do cantor em pouco mais de duas horas, o filme concentra seus esforços no período em que ele deixou de ser um garoto prodígio para se tornar um dos maiores artistas da música mundial.

Ao longo da narrativa, o público revisita momentos decisivos de sua carreira. Estão lá a gravação de Off the Wall, a explosão de Thriller, a histórica apresentação de Billie Jean no especial Motown 25 e o acidente durante a gravação de um comercial da Pepsi, que provocou queimaduras graves em seu couro cabeludo e mudou sua vida.

Quem sustenta boa parte dessa reconstrução é Jaafar Jackson. Escalado para seu primeiro trabalho no cinema, o sobrinho do cantor carregava uma responsabilidade difícil de medir. Interpretar um artista tão conhecido inevitavelmente geraria comparações. No fim, a escolha funcionou. Jaafar reproduz gestos, postura e a presença de palco do tio com uma naturalidade que acabou se tornando um dos poucos consensos entre público e crítica.

O elenco ainda reúne Colman Domingo como Joe Jackson, pai e empresário da família, Nia Long como Katherine Jackson, Miles Teller no papel do advogado John Branca e Laura Harrier como Suzanne de Passe, executiva da Motown que acompanhou os primeiros anos da carreira do astro.

Se diante das câmeras o projeto encontrou seu equilíbrio, nos bastidores a história foi bem diferente.

As filmagens precisaram passar por mudanças importantes depois que a equipe descobriu uma cláusula ligada ao acordo judicial firmado pelo artista em 1993. O terceiro ato foi reescrito, novas cenas foram gravadas em 2025 e qualquer referência direta às acusações de abuso sexual infantil acabou ficando de fora da versão exibida nos cinemas.

Essa decisão definiu boa parte do debate em torno da produção. Muitos críticos consideraram que o roteiro preferiu preservar a imagem do músico em vez de enfrentar os episódios mais controversos de sua trajetória. É uma observação difícil de ignorar. Quem conhece sua história provavelmente perceberá essas ausências.

Ainda assim, reduzir o longa apenas a essa discussão talvez explique por que a distância entre a avaliação da crítica e a resposta do público foi tão grande. Boa parte dos espectadores foi ao cinema interessada em revisitar a ascensão daquele que redefiniu o pop nas décadas de 1970 e 1980. As recriações dos shows, das coreografias e dos bastidores da indústria musical acabam ocupando o centro da narrativa e são, sem dúvida, o ponto mais consistente do filme.

Antoine Fuqua, diretor de Dia de Treinamento e O Protetor, conduz a produção sem tentar reinventar a cinebiografia tradicional. Seu foco está na reconstrução de momentos históricos, especialmente das apresentações ao vivo. O cuidado com figurinos, cenários e coreografias ajuda a dar autenticidade às sequências musicais, que estão entre os trechos mais elogiados.

Produzido com um orçamento estimado entre US$ 155 milhões e US$ 200 milhões, o longa já recuperou esse investimento com ampla margem. O resultado praticamente elimina qualquer dúvida sobre a continuação da história nos cinemas. Um segundo filme já está em desenvolvimento e deve abordar os anos 1990 e 2000, período marcado por novos recordes na música, transformações na carreira e pelas controvérsias que passaram a dominar sua imagem pública.

Primeiro trailer de Werwulf revela o novo filme de terror medieval de Robert Eggers com Aaron Taylor-Johnson e Willem Dafoe

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A Focus Features divulgou nesta segunda-feira (29) o primeiro trailer de Werwulf, novo longa de Robert Eggers. Depois de dedicar seus últimos filmes ao folclore puritano em A Bruxa, à mitologia nórdica em O Homem do Norte e ao vampirismo em Nosferatu, o diretor volta sua atenção para outra figura clássica do horror: o lobisomem.

A história se passa na Inglaterra do século XIII, onde uma pequena comunidade rural passa a conviver com ataques atribuídos a uma criatura escondida entre florestas e campos cobertos por neblina. O que inicialmente parece fazer parte do imaginário popular rapidamente assume contornos reais, colocando os moradores diante de uma ameaça ligada às antigas crenças da região.

Aaron Taylor-Johnson interpreta um fazendeiro atingido por uma maldição que altera completamente sua vida. Lily-Rose Depp vive sua esposa, igualmente envolvida pelo mesmo destino. Willem Dafoe assume o papel de um caçador encarregado de enfrentar a criatura, enquanto Ralph Ineson integra o elenco em um personagem que ainda não teve detalhes revelados. Jack Morris também participa da produção.

O roteiro foi escrito por Eggers em parceria com o poeta e romancista islandês Sjón, colaboração iniciada em O Homem do Norte. A dupla voltou a recorrer a pesquisas sobre costumes, religião, idioma e tradições da Europa medieval para construir uma narrativa baseada no folclore britânico.

O trailer evita revelar os principais acontecimentos da trama. Em vez disso, apresenta fragmentos da rotina do vilarejo, rituais religiosos, moradores dominados pelo medo e breves aparições da criatura. A montagem privilegia o suspense, característica recorrente na filmografia do diretor.

A produção manteve boa parte da equipe técnica responsável pelos trabalhos anteriores de Eggers. Jarin Blaschke, indicado ao Oscar por O Farol e colaborador frequente do cineasta, retorna como diretor de fotografia. O filme foi registrado em película Super 35 mm, utilizando a proporção Academy de 1,37:1, formato pouco comum nas produções atuais.

Outro detalhe técnico chama a atenção. A fotografia recebeu um tratamento inspirado nos antigos filmes ortocromáticos, tecnologia utilizada nas primeiras décadas do cinema e da fotografia. Embora Werwulf seja colorido, o acabamento incorpora características visuais que remetem às imagens produzidas naquele período, criando um aspecto compatível com a ambientação medieval.

As filmagens começaram em setembro de 2025 nos estúdios Sky Studios Elstree, na Inglaterra. A equipe também passou por locações naturais em Surrey, Gloucestershire, Dartmoor e no País de Gales. Robert Eggers costuma priorizar cenários reais sempre que possível, reduzindo o uso de ambientes totalmente digitais.

Uma das passagens mais curiosas da produção ocorreu em Sharp Tor, na região de Dartmoor. Um pequeno cenário foi construído exclusivamente para registrar cerca de um minuto de imagens, decisão que ilustra o cuidado do diretor na escolha das locações e da composição visual de determinadas sequências.

As gravações foram encerradas em janeiro de 2026, conforme confirmado pelo diretor de fotografia Jarin Blaschke e pelo ator Ralph Ineson em suas redes sociais. Desde então, o longa entrou na etapa de pós-produção. Distribuído pela Focus Features, o longa-metragem estreia nos cinemas dos Estados Unidos em 25 de dezembro de 2026. A data de lançamento no Brasil ainda não foi anunciada.

HYPERWIRED chega ao PC e consoles com mecânica inédita que transforma um cabo de energia na principal arma do jogador

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Os jogos de tiro com visão superior costumam seguir uma fórmula conhecida: movimentação rápida, muitos disparos e reflexos afiados. HYPERWIRED, novo título do estúdio espanhol SIDRALGAMES, parte dessa base, mas muda completamente a dinâmica dos confrontos ao colocar o gerenciamento de energia no centro da jogabilidade.

Lançado nesta quinta-feira (2), o game já está disponível para Steam, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X|S. No PC, o título chega com 10% de desconto durante a primeira semana de vendas e também conta com uma demonstração gratuita para quem quiser testar o jogo antes da compra.

A história se passa em uma galáxia que perdeu suas principais fontes de energia. Para sobreviver, a nave do jogador precisa se conectar fisicamente a estações espalhadas pelos cenários. É justamente esse cabo que define cada batalha.

Quando a nave permanece ligada à rede elétrica, as armas ficam muito mais potentes e alguns sistemas especiais são ativados. O problema é que o cabo limita o deslocamento, obrigando o jogador a escolher cuidadosamente onde permanecer e quando romper a conexão para escapar de um ataque.

Essa decisão acompanha praticamente toda a campanha. Permanecer conectado significa causar mais dano aos inimigos, mas também aumenta a vulnerabilidade diante das ondas de adversários. Romper o cabo devolve liberdade de movimento, embora reduza significativamente o poder de fogo.

A estrutura roguelike garante que nenhuma partida seja exatamente igual à anterior. Os mapas são gerados proceduralmente, alterando rotas, desafios e recompensas a cada tentativa. Isso exige que o jogador adapte sua estratégia continuamente, sem depender de caminhos fixos.

Outro recurso importante é o sistema de desaceleração do tempo. A habilidade pode ser recarregada ao longo das partidas e serve tanto para escapar de situações críticas quanto para encontrar espaços entre os ataques dos inimigos durante os confrontos mais intensos.

A personalização também ocupa papel importante na progressão. Ao explorar os setores da galáxia, o jogador coleta baterias que permitem desbloquear novas melhorias para a nave. Segundo o estúdio, existem mais de 250 combinações de modificadores para projéteis e mais de 40 upgrades, oferecendo estilos de jogo bastante diferentes entre si.

A frota disponível também varia conforme o avanço da campanha. São mais de dez naves, cada uma com características próprias de velocidade, resistência e ataque. Durante a exploração, ainda é possível resgatar pilotos perdidos que passam a auxiliar o jogador nas missões seguintes.

Os chefes encerram cada região da campanha e representam os maiores desafios do jogo. Com padrões de ataque próprios e grande resistência, essas batalhas exigem domínio da mecânica de conexão por cabo, além de uma boa administração dos recursos acumulados durante cada partida.

Visualmente, HYPERWIRED adota pixel art inspirada nos clássicos dos anos 1990, mas combina essa estética com sistemas modernos de progressão típicos dos roguelikes atuais. O resultado é um jogo que dialoga tanto com quem cresceu jogando shoot ‘em ups quanto com jogadores acostumados às experiências de repetição e evolução gradual do gênero.

Últimos dias para se inscrever em curso gratuito de desenvolvimento de games; Veja quem pode participar

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Aprender a criar jogos digitais pode ser o primeiro passo para quem sonha em trabalhar na indústria gamer ou ingressar no mercado de tecnologia. Para quem mora em São Paulo, essa oportunidade está com inscrições abertas por pouco tempo. A Prefeitura de São Paulo está oferecendo 160 vagas gratuitas para o curso de Desenvolvedor de Games, uma formação voltada para quem deseja aprender todas as etapas de criação de um jogo, desde a ideia inicial até a publicação do projeto final.

As inscrições seguem abertas até o dia 14 de julho, e o curso será realizado presencialmente no Hub Sampa Games, um dos principais espaços públicos dedicados ao desenvolvimento de jogos na capital paulista. Além de ser gratuito, o programa foi estruturado para atender tanto quem está começando quanto quem deseja aprofundar conhecimentos e construir um portfólio na área.

Quem pode participar do curso?

O processo seletivo prioriza moradores da cidade de São Paulo com 16 anos ou mais, que estejam cursando ou já tenham concluído o Ensino Médio.

Metade das vagas será destinada a estudantes e ex-alunos da rede pública de ensino ou bolsistas integrais de escolas particulares, ampliando o acesso à formação para quem busca qualificação profissional sem custos.

As aulas começam em 17 de agosto de 2026 e acontecerão uma vez por semana, em formato presencial, permitindo que os participantes conciliem os estudos com trabalho ou outras atividades.

O que será ensinado durante a formação?

Com carga horária de 180 horas distribuídas ao longo de 12 meses, o curso acompanha o fluxo de trabalho utilizado pelos estúdios de desenvolvimento de jogos.

Durante a formação, os alunos terão contato com conteúdos que abrangem todas as etapas da produção de um game, incluindo:

Pré-produção e planejamento de projetos;
Game Art e criação visual;
Modelagem e arte 3D;
Desenvolvimento utilizando game engines;
Produção de um jogo completo como projeto final.

Ao final do curso, cada participante terá desenvolvido um projeto próprio, experiência que pode fazer diferença na construção de um portfólio para futuras oportunidades no mercado.

Por que o mercado de games chama tanta atenção?

A indústria de jogos eletrônicos continua entre os setores mais aquecidos da economia criativa. Além dos estúdios responsáveis por games para consoles, computadores e celulares, cresce também a demanda por profissionais em áreas como realidade virtual, simulações, educação, publicidade e experiências interativas.

Por isso, conhecimentos em desenvolvimento de jogos também podem abrir portas em empresas de tecnologia, startups e produtoras de conteúdo digital, ampliando as possibilidades de atuação profissional.

Como fazer a inscrição?

As inscrições devem ser realizadas até 14 de julho por meio do site da ADE SAMPA (Agência São Paulo de Desenvolvimento).

Os candidatos selecionados iniciarão as aulas em 17 de agosto de 2026, no Hub Sampa Games, localizado na região central da capital paulista.

O jantar começa como um encontro entre vizinhos, mas termina revelando segredos e mudando tudo em O Convite

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Depois de despertar curiosidade durante sua passagem pelo Festival de Sundance, O Convite chega aos cinemas brasileiros em 9 de julho, com distribuição da O2 Play. Antes mesmo da estreia comercial, o filme já vinha sendo comentado pela imprensa internacional por escolhas pouco convencionais, como a filmagem em ordem cronológica, o uso frequente de improvisações e uma narrativa que preserva o clima intimista da peça teatral que inspirou sua versão original.

Dirigido e estrelado por Olivia Wilde, o longa é uma adaptação em inglês da comédia espanhola As Pessoas do Andar de Cima (2020), de Cesc Gay. Ao lado de Seth Rogen, Penélope Cruz e Edward Norton, Wilde conduz uma história que mistura humor, tensão e drama para discutir relacionamentos, desejo e convivência, tudo concentrado em uma única noite.

Do que fala O Convite?

A trama acompanha Joe, um músico frustrado que enfrenta uma crise no casamento com Angela. Os dois mal conseguem manter uma conversa sem discutir e vivem irritados com o barulho constante vindo do apartamento de cima, onde mora um casal que parece viver uma relação muito mais intensa do que a deles.

Na tentativa de criar um clima amigável entre os vizinhos, Angela convida Pína e Hawk para um jantar. Joe aceita a ideia contrariado e pretende aproveitar a ocasião para reclamar do incômodo causado pelo casal.

O encontro, porém, toma um rumo completamente diferente do esperado. O jantar começa cercado por situações constrangedoras, comentários sinceros demais e pequenas provocações, mas rapidamente evolui para uma conversa sobre intimidade, sexualidade e os conflitos escondidos dentro de cada relacionamento.

Por que o jantar muda completamente de rumo?

Conforme a noite avança, Pína e Hawk revelam que mantêm um relacionamento aberto e participam de encontros com outros casais. A revelação explica o motivo das noites barulhentas e surpreende Joe e Angela, que passam a enxergar os vizinhos sob outra perspectiva.

A conversa ganha um novo rumo quando o casal admite que foi ao jantar justamente para convidar os anfitriões a viver uma experiência diferente. A proposta gera curiosidade, insegurança e faz com que velhos ressentimentos entre Joe e Angela venham à tona.

Quem está no elenco?

Seth Rogen interpreta Joe, músico que vê sua vida profissional e afetiva entrar em um impasse. Olivia Wilde vive Angela, esposa de Joe e responsável por organizar o jantar que desencadeia todos os acontecimentos.

Já Penélope Cruz assume o papel de Pína, uma sexóloga confiante e direta, enquanto Edward Norton interpreta Hawk, seu companheiro, que encara a noite com naturalidade e ajuda a conduzir conversas cada vez mais desconfortáveis para os anfitriões.

Por que o filme chamou atenção antes da estreia?

Durante a produção, Olivia Wilde optou por filmar a história em ordem cronológica, uma decisão incomum em Hollywood. A estratégia permitiu que as relações entre os personagens evoluíssem de forma natural ao longo das gravações, acompanhando o desgaste emocional vivido durante o jantar.

Outro aspecto bastante comentado foi a liberdade concedida ao elenco para improvisar determinadas cenas. Embora o roteiro tenha servido como base, diversas conversas ganharam ajustes durante as filmagens para tornar os diálogos mais espontâneos.

A influência teatral também permanece evidente. Como a obra original foi concebida para se apoiar principalmente nas conversas entre os personagens, a adaptação preserva esse formato e faz do apartamento praticamente o único cenário da narrativa.

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