Imagem vazada de Vingadores: Doutor Destino revela os principais heróis que enfrentarão o novo vilão da Marvel

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Uma nova imagem promocional vazada de Vingadores: Doutor Destino trouxe um olhar mais claro sobre os personagens que terão destaque no próximo grande evento cinematográfico da Marvel. A arte reúne heróis de diferentes equipes e universos, reforçando que o filme será uma das produções mais ambiciosas já realizadas pelo estúdio.

O principal destaque da imagem é Victor von Doom, o Doutor Destino, interpretado por Robert Downey Jr. O personagem será o antagonista central da história e representará uma ameaça capaz de mobilizar heróis de diferentes realidades. Nos quadrinhos, Doutor Destino é conhecido por combinar inteligência científica, conhecimento tecnológico e habilidades místicas, características que o colocam entre os adversários mais perigosos da Marvel.

Além do vilão, a imagem apresenta personagens já confirmados para a produção, incluindo Senhor Fantástico, Coisa, Fera, Ciclope, Capitão América, Yelena Belova e Thor. A presença desses heróis reforça uma informação importante para quem acompanha o MCU: o filme reunirá personagens dos Vingadores, do Quarteto Fantástico e dos X-Men em uma mesma história.

Segundo a sinopse divulgada pela Marvel, os acontecimentos ocorrerão após os eventos de “Thunderbolts”. A trama acompanhará a união de diferentes grupos de heróis para enfrentar a ameaça representada por Doutor Destino. Entre eles estarão os Vingadores da Terra-616, o Quarteto Fantástico da Terra-828 e uma versão dos X-Men oriunda de outro universo.

Para o público, um dos maiores atrativos do projeto é justamente o retorno de personagens clássicos dos filmes dos X-Men produzidos nos anos 2000. O elenco inclui nomes como Patrick Stewart no papel de Professor X, Ian McKellen como Magneto, James Marsden como Ciclope, Rebecca Romijn como Mística, Alan Cumming como Noturno e Kelsey Grammer como Fera.

O Quarteto Fantástico também terá participação importante na história. Pedro Pascal interpreta Reed Richards, o Senhor Fantástico, enquanto Vanessa Kirby vive Sue Storm, Joseph Quinn interpreta Johnny Storm e Ebon Moss-Bachrach dá vida ao Coisa. Como Doutor Destino possui uma longa ligação com o grupo nos quadrinhos, a equipe deve ocupar uma posição central nos acontecimentos do filme.

Entre os heróis do atual MCU, retornam Anthony Mackie como Capitão América, Chris Hemsworth como Thor, Florence Pugh como Yelena Belova, Sebastian Stan como Bucky Barnes, Simu Liu como Shang-Chi, Letitia Wright como Pantera Negra e Lewis Pullman como Sentinela.

Outro ponto importante é o retorno dos irmãos Russo à direção. Os cineastas foram responsáveis por “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, dois dos maiores sucessos da Marvel nos cinemas. A expectativa é que a experiência adquirida nesses filmes ajude a conduzir uma história com dezenas de personagens e múltiplos núcleos narrativos.

Embora a Marvel ainda não tenha confirmado oficialmente a imagem vazada, o material oferece uma prévia dos personagens que devem ocupar posições centrais na trama. Para quem acompanha o MCU, o principal destaque é a reunião inédita de Vingadores, X-Men e Quarteto Fantástico em um mesmo filme, algo que durante muitos anos não foi possível devido à divisão dos direitos cinematográficos entre diferentes estúdios.

The Audacity coloca Harper no centro do código e do colapso de dados na Hypergnosis e amplia presença de Jess McLeod no elenco fixo da AMC

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A segunda temporada de The Audacity começa a se desenhar com uma mudança importante no elenco. Jess McLeod passa a integrar o elenco fixo da série e assume um papel mais central como Harper, Diretora de Tecnologia da Hypergnosis. Com isso, a personagem deixa de aparecer apenas em momentos pontuais e passa a influenciar diretamente as decisões que movem a história. As informações são do Deadline.

Exibida pela AMC e disponível no AMC+, a série estreou em abril de 2026 e rapidamente chamou atenção por tratar o universo das startups de tecnologia sob uma perspectiva mais crítica. Em vez de mostrar esse ambiente como sinônimo de inovação idealizada, a produção destaca a pressão interna, os conflitos éticos e as consequências das decisões tomadas dentro dessas empresas.

A trama se passa na Hypergnosis, uma startup de mineração de dados que desenvolveu ferramentas capazes de acessar informações altamente protegidas de usuários. A partir desse cenário, a série constrói sua principal questão: até onde a tecnologia pode avançar sem ultrapassar a privacidade das pessoas e quem assume a responsabilidade quando isso acontece.

Harper ocupa um papel essencial dentro dessa estrutura. Ela é responsável pelo desenvolvimento de um algoritmo capaz de acessar dados pessoais que deveriam estar protegidos. Isso coloca a personagem em uma posição delicada, já que ela representa tanto o avanço tecnológico da empresa quanto os riscos associados ao uso dessas ferramentas.

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Duncan Park, interpretado por Billy Magnussen, é o CEO da Hypergnosis e se vê como uma figura visionária. Ao seu redor, as relações são marcadas por interesses cruzados e decisões que afetam diretamente a vida dos personagens.

JoAnne Felder, vivida por Sarah Goldberg, é terapeuta de desempenho e acaba envolvida em um esquema de chantagem relacionado aos crimes corporativos da empresa. Lili Park-Hoffsteader, interpretada por Lucy Punch, mostra como o impacto das decisões de Duncan também atinge o ambiente familiar e pessoal.

Anushka Bhattachera-Phister, interpretada por Meaghan Rath, ocupa o cargo de diretora de ética da Hypergnosis. A personagem representa a tentativa de impor limites dentro da empresa, mas enfrenta um sistema que constantemente desafia essas regras.

Orson Stern, vivido por Everett Blunck, funciona como um ponto de entrada para o público dentro desse universo. Ele se muda de Baltimore para Palo Alto e precisa se adaptar a um ambiente em que decisões de trabalho têm impacto direto na vida pessoal e emocional dos envolvidos.

Supergirl ganha trailer internacional com novas cenas e destaca jornada espacial de Kara em busca de vingança

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Foto: Reprodução/ Internet

A Warner Bros. divulgou um novo trailer internacional de Supergirl, filme que chegará aos cinemas em 26 de junho de 2026 como parte da primeira fase do DCU, a nova continuidade cinematográfica comandada por James Gunn e Peter Safran. As imagens inéditas oferecem um olhar mais detalhado sobre a relação entre Kara Zor-El, interpretada por Milly Alcock, e Ruthye Marye Knoll, personagem vivida por Eve Ridley, figura central da história adaptada dos quadrinhos de Supergirl: Woman of Tomorrow.

A prévia concentra boa parte de seu tempo na convivência entre as duas personagens. Ruthye surge como a responsável por colocar a kryptoniana em uma missão que atravessa diferentes planetas e sistemas estelares. O objetivo é encontrar Krem das Colinas Amarelas, papel de Matthias Schoenaerts, acusado de um crime que muda o rumo da vida da jovem.

As novas cenas também revelam trechos inéditos da viagem espacial conduzida por Kara. Naves, cidades alienígenas e confrontos espalhados pela galáxia ocupam espaço importante no material divulgado, indicando que o longa terá uma escala visual consideravelmente maior do que a maioria das adaptações anteriores da personagem.

A trama parte de um momento específico da vida de Kara Zor-El. Prestes a completar 23 anos, ela decide percorrer o espaço acompanhada de Krypto, o cão de Krypton. O encontro com Ruthye altera seus planos e a coloca diante de uma caçada que atravessa diferentes mundos.

A história é baseada na minissérie publicada entre 2021 e 2022 pela DC Comics. Escrita por Tom King e ilustrada pela brasileira Bilquis Evely, a obra recebeu reconhecimento por apresentar uma versão menos idealizada da heroína. Nos quadrinhos, a narrativa é contada principalmente sob o ponto de vista de Ruthye, que observa Kara como uma figura poderosa, mas marcada por perdas e cicatrizes acumuladas ao longo da vida.

Essa característica também está presente na adaptação cinematográfica. Desde o anúncio do projeto, James Gunn afirmou que o filme trabalharia uma interpretação diferente da personagem em comparação às versões vistas anteriormente no cinema e na televisão. A proposta parte da própria origem de Kara. Ao contrário de Kal-El, que cresceu na Terra sob os cuidados de Jonathan e Martha Kent, ela testemunhou de perto os momentos finais de Krypton e passou anos sobrevivendo em um fragmento do planeta antes de chegar ao seu destino.

A escolha de Milly Alcock para o papel ocorreu em janeiro de 2024. A atriz australiana ganhou projeção internacional ao interpretar a jovem Rhaenyra Targaryen em House of the Dragon e rapidamente passou a ser associada aos principais projetos de estúdios hollywoodianos. Sua escalação marcou uma das primeiras decisões importantes do novo DCU para personagens que terão participação recorrente nos próximos anos.

O roteiro foi escrito por Ana Nogueira, que já havia trabalhado em uma versão anterior de um filme da Supergirl durante os últimos anos do antigo universo compartilhado da DC. Quando James Gunn e Peter Safran assumiram o comando da DC Studios, decidiram reaproveitar a roteirista em um projeto completamente reformulado. Segundo Gunn, a qualidade do texto teve peso direto na decisão de colocar Supergirl entre as prioridades da nova fase da franquia.

A direção ficou a cargo de Craig Gillespie, cineasta conhecido por produções como Eu, Tonya e Cruella. Seu trabalho costuma equilibrar desenvolvimento de personagens e identidade visual forte, uma combinação que dialoga com o material original criado por Tom King e Bilquis Evely.

As filmagens aconteceram entre janeiro e maio de 2025 nos estúdios Warner Bros. Leavesden, na Inglaterra, além de locações em Londres e na Escócia. O elenco também inclui David Krumholtz como Zor-El e Emily Beecham no papel da mãe de Kara.

O caminho até a realização do longa foi marcado por mudanças significativas dentro da DC. Antes da reformulação promovida pela atual gestão, a personagem havia sido introduzida em The Flash (2023), interpretada por Sasha Calle. Na época, existiam planos para expandir sua participação em futuros projetos do então DCEU. A mudança de estratégia adotada pela DC Studios levou à construção de uma nova continuidade, encerrando aqueles planos e abrindo espaço para uma abordagem diferente da heroína.

Menos de 10 anos após a animação, Moana retorna aos cinemas em live-action com projeção de estreia milionária

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A Disney ainda não lançou o live-action de Moana, mas as primeiras projeções de bilheteria indicam que o filme pode chegar aos cinemas em posição confortável. Segundo estimativas publicadas pelo Deadline, a adaptação deve arrecadar cerca de US$ 85 milhões em seu primeiro fim de semana nos Estados Unidos e Canadá.

O número colocaria o longa entre as maiores estreias do estúdio em 2026 e oferece um primeiro indicativo sobre o interesse do público por uma releitura que chega relativamente cedo. A animação original estreou em 2016, arrecadou mais de US$ 680 milhões mundialmente e permaneceu entre os títulos mais consumidos da Disney nos anos seguintes graças ao streaming.

A escolha de revisitar a história tão rapidamente chamou atenção quando o projeto foi anunciado em 2023. A maior parte dos live-actions da Disney revisitou obras lançadas décadas antes. Moana seguiu um caminho diferente. O estúdio decidiu transformar em filme uma propriedade que ainda ocupa espaço relevante dentro de seu catálogo e continua alcançando novas audiências.

A protagonista será interpretada por Catherine Laga’aia, atriz australiana de ascendência samoana que fará seu primeiro trabalho em uma produção desse porte. A escalação foi anunciada em junho de 2024 após meses de testes conduzidos pela Disney.

Dwayne Johnson retorna como Maui, personagem que já havia interpretado como dublador nos longas animados. Desta vez, o ator assume a versão em live-action e também participa da produção através da Seven Bucks Productions.

A relação de Johnson com o projeto vai além da franquia. Filho de pai canadense e mãe samoana, o ator esteve envolvido desde as primeiras etapas de desenvolvimento e frequentemente destaca a importância da representação das culturas polinésias em produções de alcance global.

Na direção está Thomas Kail, conhecido principalmente por seu trabalho nos palcos da Broadway. Seu currículo inclui a montagem original de Hamilton, musical criado por Lin-Manuel Miranda que se tornou um dos maiores sucessos do teatro norte-americano neste século. Embora tenha experiência em televisão, Moana representa sua primeira grande superprodução para os cinemas.

O roteiro foi escrito por Jared Bush e Dana Ledoux Miller. Bush trabalhou em produções como Zootopia e Encanto, duas das animações mais bem-sucedidas da Disney nos últimos anos. Ledoux Miller integrou a equipe criativa de Moana 2, lançado em 2024.

O elenco também conta com John Tui, Frankie Adams e Rena Owen, nomes conhecidos do cinema e da televisão da Nova Zelândia. A presença de artistas ligados à Oceania segue uma diretriz adotada desde a animação original, que contou com consultores culturais e pesquisadores especializados nas tradições dos povos do Pacífico.

As filmagens ocorreram entre julho e novembro de 2024. A produção utilizou locações no Havaí e estruturas de estúdio em Atlanta, cidade que concentra parte significativa das grandes produções da Disney e de outros estúdios de Hollywood.

A trilha sonora reúne novamente dois profissionais associados ao sucesso do primeiro filme. Mark Mancina retorna como compositor da música instrumental, enquanto Lin-Manuel Miranda volta a colaborar com a franquia após ficar de fora de Moana 2 por conflitos de agenda.

O retorno de Miranda possui peso considerável para a produção. Canções como “How Far I’ll Go” e “You’re Welcome” continuam entre as músicas mais populares já lançadas pela Disney na última década e desempenharam papel importante na expansão da marca muito além de sua exibição nos cinemas.

Após mais de 15 anos em desenvolvimento, Motor City revela primeiro trailer e confirma estreia do thriller de ação estrelado por Alan Ritchson

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Depois de passar mais de uma década em desenvolvimento, Motor City finalmente está pronto para chegar aos cinemas. O thriller de ação estrelado por Alan Ritchson (Reacher) teve seu primeiro trailer oficial divulgado, oferecendo uma prévia da história ambientada na Detroit dos anos 1970. O longa acompanha um ex-presidiário determinado a descobrir quem foi responsável por destruir sua vida, dando início a uma violenta busca por vingança.

Dirigido por Potsy Ponciroli (Old Henry) e escrito por Chad St. John, o filme acompanha John Miller, personagem de Alan Ritchson, que retorna à cidade após deixar a prisão. Convencido de que foi vítima de uma armação, ele passa a perseguir as pessoas envolvidas em sua condenação. O trailer apresenta perseguições de carro, confrontos físicos e uma Detroit marcada pelo crescimento da criminalidade e pelas mudanças econômicas que caracterizaram a cidade durante a década de 1970.

O elenco reúne Shailene Woodley (Ferrari e Divergente) como Sofia, Ben Foster (Hell or High Water e 3:10 to Yuma) no papel de Reynolds, Pablo Schreiber (Halo e American Gods) como Savick, Ben McKenzie (Gotham) interpretando Kent e Lionel Boyce (The Bear) vivendo Youngblood.

A produção também encerra uma longa trajetória iniciada ainda em 2009, quando o roteiro de Chad St. John foi incluído na Black List, lista que reúne os roteiros inéditos mais elogiados da indústria cinematográfica norte-americana. O reconhecimento despertou o interesse da Warner Bros., que começou a desenvolver o projeto nos anos seguintes.

Durante esse período, o filme passou por diversas mudanças. Albert Hughes chegou a ser anunciado como diretor, enquanto Chris Evans recebeu uma proposta para interpretar o protagonista. Depois disso, Dominic Cooper, Jake Gyllenhaal e Gerard Butler também foram considerados para o papel principal. Em diferentes fases do desenvolvimento, nomes como Amber Heard, Gary Oldman e Adrien Brody chegaram a integrar o elenco planejado, mas nenhuma dessas versões saiu do papel.

As filmagens chegaram a ser programadas para 2012, em Atlanta. O início da produção acabou sendo adiado porque os produtores concluíram que não conseguiriam finalizar o longa dentro do cronograma previsto sem comprometer a qualidade. Pouco tempo depois, o encerramento da parceria entre a Warner Bros. e o produtor Joel Silver fez com que o projeto fosse arquivado por vários anos.

O filme voltou ao desenvolvimento somente anos depois, agora sob o comando de Potsy Ponciroli e com Alan Ritchson assumindo o papel principal. Antes da estreia comercial, Motor City foi exibido na seção Venice Spotlight da 82ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, realizada em agosto de 2025, onde recebeu críticas geralmente positivas.

Estante Virtual leva projeto de troca de livros e leitura ao Largo de Santa Rita durante a Flip 2026

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Foto: Reprodução/ Internet

A Estante Virtual levará uma nova ação de incentivo à leitura para a 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). O projeto “Leitura na Praça” ocupará o Largo de Santa Rita, um dos pontos mais conhecidos do centro histórico da cidade, entre os dias 23 e 26 de julho de 2026, com uma programação voltada para leitores, visitantes e moradores.

A iniciativa foi criada em parceria com a Oficinar e conta com apoio da Reserva, da revista piauí e da própria Flip. O espaço será montado para receber o público em uma área de convivência dedicada aos livros, com locais para leitura, troca de exemplares e encontros com nomes ligados ao universo literário.

A proposta do projeto é ampliar a presença da Estante Virtual dentro da programação da Flip. A empresa já participa do evento com a Casa Estante Virtual, espaço que há cinco anos recebe debates e atividades relacionadas ao mercado editorial. Nesta edição, a companhia decidiu levar parte de suas ações para uma área aberta da cidade, aproximando os livros dos visitantes que circulam por Paraty durante o festival.

“Este é o nosso quinto ano consecutivo com a Casa Estante Virtual na Flip, um espaço que reúne tudo sobre o universo dos livros e promove encontros e debates relevantes para o setor e o público. Mas nesta edição entendemos que era momento de extrapolar nosso espaço físico”, afirmou André Palme, head da empresa.

No Largo de Santa Rita, o público poderá aproveitar uma estrutura preparada para leitura com vista para o cais de Paraty. A programação também terá a troca de livros como uma das principais atividades, incentivando leitores a compartilhar obras e ampliar suas próprias bibliotecas pessoais por meio da circulação de exemplares.

O projeto dá continuidade a uma ação realizada pela Estante Virtual e pela Oficinar no Rio de Janeiro em março de 2026. O “Leituraço no Caribrejo”, realizado na Praia do Flamengo, reuniu mais de 300 participantes em uma programação com troca de livros e conversas sobre literatura.

A escolha de Paraty como cenário para a iniciativa acompanha a relação histórica da cidade com os livros. A Flip transformou o município em um dos principais destinos literários do Brasil, reunindo anualmente escritores, editoras, pesquisadores e leitores em uma programação que ocupa ruas, espaços culturais e construções históricas.

Criada em 2005, a Estante Virtual se tornou uma das maiores plataformas brasileiras de comercialização de livros novos e usados, reunindo sebos e livreiros de diferentes regiões do país. A empresa tem como foco ampliar o acesso aos livros e facilitar a busca por títulos raros, antigos ou fora de catálogo.

Ashley Tisdale troca os corredores de High School Musical por um grupo de mães nada confiável em nova série da Netflix

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Ashley Tisdale está de volta à televisão, mas bem longe da imagem de Sharpay Evans. A atriz será a protagonista de Toxic Moms, nova comédia dramática que a Netflix colocou em desenvolvimento após disputar o projeto com outras plataformas. As infomações são do Deadline.

A série nasce da parceria entre Tisdale, a roteirista Sabrina Jalees (Search Party e Mating Season) e Ali Wong, vencedora do Emmy por Treta (Beef). As três também assinam a produção executiva, e Wong ainda pode assumir a direção caso a produção receba sinal verde para virar série.

A história acompanha uma mulher que acabou de ter o primeiro filho e tenta sobreviver aos primeiros meses da maternidade entre noites sem dormir, inseguranças e a sensação de estar completamente sozinha. Na tentativa de encontrar apoio, ela acaba entrando para um grupo formado por mães milionárias, populares e aparentemente acolhedoras.

Só que a boa impressão dura pouco. Aos poucos, o grupo revela uma dinâmica baseada em competição, manipulação e disputas silenciosas por status. O que parecia um espaço de acolhimento começa a funcionar como um clube exclusivo, onde fazer parte tem um preço bem maior do que a protagonista imaginava.

A proposta de Toxic Moms usa o humor para discutir um tema que aparece cada vez mais nas redes sociais: a pressão para corresponder ao ideal de “mãe perfeita” e a necessidade de pertencimento em comunidades que, muitas vezes, escondem relações pouco saudáveis atrás de fotos impecáveis e discursos inspiradores.

Nos últimos anos, Ashley reduziu o ritmo como atriz para investir em outros projetos profissionais. Agora, ela retorna como protagonista em uma produção que conversa com uma fase diferente de sua carreira e da própria vida, já que também é mãe.

A Netflix ainda não confirmou a produção da série nem revelou quem fará parte do restante do elenco.

Lucas Oradovschi leva ao Teatro Poeira monólogo inspirado em projeto que uniu israelenses e palestinos por meio da arte

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Depois de ser um dos destaques da cena teatral em 2024, Um Pássaro não é uma Pedra volta aos palcos para uma curta temporada no Teatro Poeira, no Rio de Janeiro. O monólogo, protagonizado por Lucas Oradovschi, será apresentado entre os dias 7 e 29 de julho, sempre às terças e quartas-feiras, às 20h.

A peça parte de um episódio real para discutir como a arte pode sobreviver mesmo em contextos marcados pela violência. Em vez de reconstruir os conflitos políticos do Oriente Médio de forma convencional, o espetáculo escolhe um caminho mais íntimo, acompanhando a história do Stone Theatre (Teatro de Pedra), iniciativa criada nos anos 1980 no campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia, pela israelense Arna Mer e pela palestina Samira Zubeidi.

Voltado para crianças e adolescentes da região, o projeto utilizava o teatro como ferramenta de educação e acolhimento em uma comunidade profundamente afetada pela guerra e pela ocupação militar. Anos depois, o espaço foi destruído durante os confrontos na região, mas sua história não terminou ali. Em 2000, o trabalho foi retomado pelos filhos das fundadoras com a criação do Freedom Theatre, grupo que mais tarde chegou a ser indicado ao Prêmio Nobel da Paz.

Em cena, Lucas Oradovschi narra essa trajetória por um ponto de vista incomum. Quem conduz a história é uma pedra retirada dos escombros do teatro destruído, recurso dramatúrgico que aproxima memória, destruição e permanência em um mesmo discurso.

O texto foi desenvolvido coletivamente por Lucas ao lado de Adriana Schneider, Cátia Costa, Daniel Bueno e Mar Mordente. A direção também reúne Schneider, Costa e Mordente, responsáveis por construir uma encenação que combina narrativa, música e imagens sem recorrer a grandes aparatos cênicos.

De ascendência judaica, Oradovschi encontrou na história do Teatro de Pedra um ponto de partida para discutir encontros possíveis entre povos frequentemente retratados apenas pelo conflito. Em vez de transformar o palco em espaço para discursos políticos, a montagem concentra seu olhar em iniciativas culturais que nasceram em meio às dificuldades e encontraram na criação artística uma forma de resistência cotidiana.

Quando estreou, em 2024, Um Pássaro não é uma Pedra recebeu boa repercussão da crítica especializada. O espetáculo conquistou o Prêmio APTR de Melhor Direção Musical e também figurou entre os indicados ao Prêmio Shell na categoria de Melhor Direção.

Letras da Ilha transforma letreiros em patrimônio cultural e resgata a memória visual de Itamaracá

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Quem chega à Ilha de Itamaracá encontra, logo nas primeiras caminhadas, uma paisagem marcada por cores vivas, pinceladas precisas e letras desenhadas à mão. Presentes em embarcações, fachadas de comércios, placas e oficinas, esses letreiros fazem parte da identidade da ilha há décadas. A partir deste sábado (4), esse patrimônio gráfico passa a ocupar o centro das atenções com a exposição Letras da Ilha, aberta ao público na Embaixada da Ciranda Lia de Itamaracá, com entrada gratuita.

A mostra nasceu de uma pesquisa iniciada em 2020 pela designer gráfica e pesquisadora Lili Nascimento, que percorreu diferentes regiões da ilha registrando a produção dos pintores letristas locais. O trabalho começou durante a vigência da Lei Aldir Blanc em Pernambuco e ganhou continuidade na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde se transformou em seu Trabalho de Conclusão de Curso, orientado pela professora Solange Coutinho.

O resultado é um acervo que reúne fotografias, vídeos, obras e letreiros originais capazes de revelar como a tipografia popular se tornou parte da paisagem de Itamaracá. A exposição apresenta uma produção artística construída no cotidiano, distante dos grandes centros urbanos, mas profundamente ligada à memória coletiva da população.

Entre os artistas retratados está Natanael Pires, conhecido como Tuca Pintor, um dos nomes mais tradicionais da pintura de letreiros na ilha. Há mais de quarenta anos, ele assina trabalhos em jangadas, baiteiras, fachadas comerciais, placas, velas e nos tradicionais bandeirões utilizados durante a Buscada de Nossa Senhora do Pilar, uma das celebrações religiosas mais importantes da região.

A pesquisa também destaca Dilza Fernanda, única mulher pintora letrista identificada durante o levantamento. Autodidata, ela iniciou sua trajetória produzindo pinturas para campanhas eleitorais e, ao longo dos anos, passou a desenvolver fachadas, paisagens, letreiros e pinturas decorativas, construindo uma carreira em um ofício historicamente ocupado por homens.

Outros nomes presentes na exposição são John Alex, artista paulista radicado em Itamaracá que atua com murais, fachadas e sinalização comercial, e Edilson Catanha, que desde 2019 vem deixando sua marca em mercados, embarcações e diversos espaços públicos da ilha.

A mostra também contextualiza o papel desses profissionais durante a preparação da Buscada de Nossa Senhora do Pilar, tradição com mais de dois séculos de história. Antes da celebração, barcos e jangadas passam por manutenção, recebem novas pinturas e têm seus letreiros renovados, preservando um costume que atravessa gerações e continua fazendo parte da cultura local.

O projeto ainda se desdobra em outras iniciativas. A pesquisa dará origem ao livro Letras da Ilha, atualmente em fase de produção com recursos do Funcultura, reunindo textos de Lili Nascimento e Solange Coutinho, além das fotografias de Ytallo Barreto, com lançamento previsto para o fim deste ano.

Encerrando a programação, será realizada uma oficina de pintura de letreiros voltada para jovens da região. A atividade será conduzida por Lili Nascimento e Solange Coutinho em parceria com os próprios mestres letristas, criando um espaço de troca entre diferentes gerações e incentivando a continuidade de um conhecimento construído na prática.

Sessão da Tarde de hoje (13/08) | Katie Holmes estrela O Segredo: Ouse Sonhar; Saiba tudo sobre o filme

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A Sessão da Tarde desta quinta-feira, 13 de agosto, exibe O Segredo: Ouse Sonhar, filme de 2020 estrelado por Katie Holmes e Josh Lucas. A produção acompanha Miranda Wells, uma viúva que cria três filhos e trabalha para manter a família depois da morte do marido.

A vida dela muda quando conhece Bray Johnson, professor de engenharia interpretado por Josh Lucas. Ele aparece por acaso depois que Miranda bate o carro na caminhonete dele, mas o encontro esconde um detalhe importante: Bray já estava tentando encontrar a personagem para entregar uma documentação relacionada ao marido dela.

Qual é a história do filme?

Miranda vive com os filhos Missy, Greg e Bess e trabalha no restaurante de Tucker Middendorf, seu namorado. As despesas da casa estão apertadas e qualquer problema novo pode comprometer o orçamento da família.

Depois do acidente de trânsito com Bray, ele se oferece para consertar o carro e acaba conhecendo Miranda e os filhos. Durante a visita, ele fala sobre sua maneira de enxergar a vida e sobre a importância de não desistir diante dos problemas.

Mas Bray não foi até aquela casa apenas por acaso.

Ele precisava entregar a Miranda um envelope ligado a uma invenção desenvolvida por ele e pelo marido dela, Matt, antes da morte dele.

O que existe no envelope?

Matt e Bray trabalhavam juntos em uma invenção que resultou em uma patente. Matt morreu em um acidente de avião antes de conseguir concluir o projeto, enquanto Bray sobreviveu.

Bray tenta entregar a Miranda uma cópia da patente, mas não encontra uma oportunidade para explicar toda a situação. Antes de ir embora, deixa o envelope na caixa de correio.

Naquela mesma noite, um furacão atinge a região. A tempestade danifica a casa e leva a caixa de correio, fazendo com que Miranda nem saiba que Bray havia deixado algo para ela.

Ele volta no dia seguinte para ajudar nos reparos. Como a casa fica temporariamente sem condições de receber a família, Miranda e os filhos vão morar com Bobby, mãe de Matt.

Por que Miranda acha que Bray está escondendo alguma coisa?

A situação muda quando Bobby encontra uma reportagem sobre a invenção de Matt e percebe que Bray aparece relacionado ao projeto.

Para ela, existe a possibilidade de Bray ter ficado com algo que deveria pertencer à família. Miranda também começa a desconfiar e decide confrontá-lo.

Bray explica que trabalhava com Matt e que sua intenção era justamente entregar a documentação da patente para Miranda. Ela, porém, não acredita na versão e pede que ele vá embora.

A confirmação vem depois. Bray envia outra cópia da patente e, posteriormente, a antiga caixa de correio é encontrada com o envelope original. Os documentos comprovam que ele estava falando a verdade.

A patente muda a vida de Miranda?

Sim. A invenção pode representar uma quantia suficiente para resolver boa parte dos problemas financeiros da família.

A descoberta também faz Miranda perceber que sua vida estava seguindo um caminho que ela mesma já não queria continuar. Tucker havia pedido sua mão em casamento durante a reabertura do restaurante, e ela tinha aceitado.

Depois de descobrir toda a verdade sobre a patente, Miranda termina o noivado e deixa o emprego no restaurante.

A decisão não acontece apenas por causa do dinheiro. Ela percebe que estava mantendo aquela relação sem ter certeza de que ainda queria estar com Tucker.

E o romance com Bray?

Depois de descobrir que Bray dizia a verdade, Miranda procura o professor para esclarecer o que aconteceu.

A relação dos dois muda a partir desse momento. Sem a suspeita envolvendo a patente, eles conseguem conversar sobre Matt, sobre o passado e sobre o que aconteceu entre eles desde o primeiro encontro.

O romance passa a fazer parte da nova fase da vida de Miranda, que também começa a reorganizar a rotina dos filhos.

Mais adiante, a família passa a morar com Bray, que chega a comprar um pônei para Bess.

Qual é a relação do filme com O Segredo?

O longa foi inspirado no livro de autoajuda O Segredo, publicado por Rhonda Byrne em 2006.

A conexão aparece principalmente no personagem de Bray, que acredita no pensamento positivo e tenta fazer Miranda enxergar possibilidades além dos problemas imediatos.

O filme, porém, não adapta diretamente o conteúdo do livro. Ele usa essas ideias dentro de uma história de romance e drama familiar, com a patente de Matt funcionando como um dos principais elementos da trama.

Quem está no elenco?

Katie Holmes interpreta Miranda Wells, enquanto Josh Lucas vive Bray Johnson. Jerry O’Connell interpreta Tucker Middendorf, e Celia Weston aparece como Bobby.

Os filhos de Miranda são interpretados por Sarah Hoffmeister (Missy), Aidan Brennan (Greg) e Chloe Grace Lee (Bess).

O elenco também conta com Katrina Begin, Sydney Tennant, Cory Scott Allen e Jeremy Warner.

A direção é de Andy Tennant, que escreveu o roteiro ao lado de Bekah Brunstetter e Rick Parks.

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