A Diamond Films acaba de divulgar o trailer oficial de O Bom Bandido, estrelado por Channing Tatum (Magic Mike, G.I. Joe: Retaliação, Querido John, Infiltrado na Klan) e dirigido por Derek Cianfrance (Namorados para Sempre, O Lugar Onde Tudo Termina, Aftersun). O longa-metragem mistura suspense, drama e romance, trazendo à tela uma história baseada em fatos reais, que explora escolhas humanas, dilemas morais e a complexidade de personagens que precisam lidar com consequências inesperadas. A estreia está marcada para 16 de outubro, com distribuição da maior distribuidora independente da América Latina. Abaixo, confira o vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=dF_UMpkz3oc
Um esconderijo improvável e cheio de tensão
O trailer apresenta Jeffrey Manchester, personagem de Tatum, um criminoso carismático que precisa escapar da polícia após cometer um audacioso roubo. Sua fuga leva a um esconderijo pouco convencional: o telhado de uma loja de brinquedos.
Nas cenas divulgadas, é possível perceber o equilíbrio entre o perigo constante e a tentativa de Manchester de construir uma nova identidade. O vídeo transmite com clareza a tensão do personagem, que precisa lidar simultaneamente com sua condição de fugitivo e com as novas relações que surgem nesse ambiente inesperado.
Romance e segredos que complicam a vida
No refúgio improvisado, Manchester conhece uma funcionária da loja, interpretada por Kirsten Dunst, e a química entre os personagens se torna evidente. O trailer sugere um relacionamento intenso, mas também marcado pelo risco: cada segredo do passado ameaça colocar tudo a perder.
O equilíbrio entre romance e suspense é um dos pontos centrais do trailer. As cenas indicam que, embora exista uma conexão emocional genuína entre os protagonistas, as escolhas de Manchester e os riscos de sua vida criminal criam uma tensão constante, mantendo o público atento do início ao fim.
Elenco de peso e direção autoral
Além de Channing Tatum (Magic Mike, G.I. Joe: Retaliação, Querido John, Infiltrado na Klan), o filme conta com Juno Temple (Malévola, Ameaça Fantasma, Killer Joe), Lakeith Stanfield (Corra!, Judas e o Messias Negro, Caçadores de Emoção), e Peter Dinklage (Game of Thrones, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, The Station Agent).
O roteiro, assinado por Derek Cianfrance (Namorados para Sempre, O Lugar Onde Tudo Termina, Aftersun) em parceria com Kirt Gunn, combina ação, drama e momentos de leveza, oferecendo um olhar humano sobre um criminoso que foge da lei, mas que também busca conexão e redenção.
Fatos que inspiram a ficção
Embora o filme tenha elementos ficcionais, ele é inspirado em eventos reais, o que adiciona autenticidade à narrativa. O trailer deixa claro que a obra explora não apenas a vida de um criminoso, mas também as escolhas e dilemas que moldam a trajetória de alguém que precisa lidar com consequências inesperadas.
A combinação de suspense, drama e romance transforma O Bom Bandido em um filme que vai além do gênero policial, oferecendo reflexão sobre moralidade, lealdade e humanidade.
O Prime Video anunciou oficialmente a chegada de Jogo Sujo, seu mais novo thriller de ação, prometendo eletrizar os fãs do gênero. Com direção de Shane Black e estrelado por Mark Wahlberg e LaKeith Stanfield, o filme chega carregado de expectativas, trazendo uma história de crime, tensão e estratégia que coloca em xeque a moralidade de seus protagonistas. O primeiro trailer, divulgado recentemente, já mostra uma trama intensa, marcada por assaltos ousados, confrontos perigosos e intrigas que vão além das ruas de Nova York.
Uma trama de assalto e suspense
Jogo Sujo gira em torno de Parker (Mark Wahlberg), um ladrão experiente que decide realizar o maior assalto de sua vida. Para isso, ele se une a Grofield (LaKeith Stanfield) e outros membros de uma equipe altamente habilidosa: Zen, Rosa Salazar, Nat Wolff e Thomas Jane completam o grupo, cada um trazendo habilidades únicas que prometem tornar o plano infalível. No entanto, o que parecia ser um golpe perfeito rapidamente se transforma em um jogo de vida ou morte quando a máfia de Nova York entra na equação.
A história do filme é uma adaptação da icônica franquia de livros Parker, escrita por Richard Stark. A saga literária é conhecida por suas narrativas cheias de ação, personagens complexos e tramas que misturam crime, moralidade e sobrevivência. Shane Black, além de dirigir, assina o roteiro junto com Charles Mondry e Anthony Bagarozzi, garantindo que o longa capture a essência dos livros enquanto oferece surpresas para os espectadores modernos.
Shane Black: mestre do thriller com estilo
Para quem acompanha o cinema de ação, Shane Black é sinônimo de roteiro afiado e sequências de ação cuidadosamente coreografadas. O diretor é conhecido por filmes como Beijos e Tiros e Homem de Ferro 3, onde combina humor, tensão e violência de forma equilibrada. Em Jogo Sujo, Black aposta em uma abordagem semelhante, criando personagens que não são apenas criminosos, mas indivíduos com dilemas morais, lealdades questionáveis e estratégias que exigem inteligência e coragem.
O trailer sugere que o diretor trouxe seu estilo característico de diálogos rápidos e cenas de ação bem planejadas, além de explorar o lado psicológico dos personagens. A dinâmica entre Parker e Grofield, em particular, parece ser o ponto central do filme, mostrando não apenas a execução do assalto, mas também o impacto emocional e ético de cada decisão tomada.
Elenco de peso e química em cena
Além de Wahlberg e Stanfield, o filme conta com um elenco estelar que promete reforçar a intensidade da narrativa. Rosa Salazar, conhecida por seu trabalho em Alita: Anjo de Combate, traz energia e versatilidade para a equipe, enquanto Keegan-Michael Key adiciona um toque de leveza e complexidade com seu personagem. Chukwudi Iwuji, Nat Wolff, Thomas Jane, Tony Shalhoub e Gretchen Mol completam o elenco, cada um contribuindo para o clima de tensão e imprevisibilidade do filme.
A escolha do elenco não é apenas estratégica para atrair público, mas também fundamental para a construção de personagens multifacetados. Cada integrante da equipe de Parker tem sua própria história, habilidades e motivações, e o trailer já sugere que conflitos internos e desconfianças farão parte da narrativa. Essa camada de complexidade transforma Jogo Sujo de um simples filme de assalto em um thriller psicológico, onde a confiança e a moralidade são testadas a cada passo.
O charme de Mark Wahlberg e a versatilidade de LaKeith Stanfield
Mark Wahlberg é um ator conhecido por sua capacidade de interpretar personagens durões, mas com profundidade emocional. Em Jogo Sujo, ele assume o papel de Parker com uma combinação de frieza, inteligência e vulnerabilidade, mostrando que mesmo os criminosos mais experientes têm limites e dilemas. Por outro lado, LaKeith Stanfield, que vem se destacando em filmes como Corra! e Não Olhe Para Cima, traz um frescor ao papel de Grofield, equilibrando carisma e tensão de forma natural.
A química entre os dois protagonistas é um dos pontos altos do trailer. Enquanto Parker representa a experiência e o pragmatismo, Grofield aparece como um parceiro imprevisível, capaz de desafiar planos e criar situações inesperadas. Essa dinâmica promete criar momentos de tensão, humor e emoção ao longo de todo o filme.
Explorando o submundo de Nova York
O cenário do filme não poderia ser mais icônico: a cidade de Nova York. Conhecida por suas ruas movimentadas, arranha-céus imponentes e diversidade cultural, a metrópole é o palco perfeito para um thriller de assalto. Shane Black parece ter aproveitado cada canto da cidade para criar sequências visualmente impactantes, mostrando que, mesmo em ambientes urbanos familiares, o perigo pode surgir a qualquer momento.
O trailer já revela cenas de perseguições, confrontos intensos e momentos de tensão que se desenrolam em diferentes bairros da cidade. Essa escolha de cenário não apenas contribui para a estética do filme, mas também adiciona realismo e profundidade à narrativa, mostrando que o crime e a corrupção estão presentes em todas as camadas da sociedade.
Expectativa do público e data de estreia
A divulgação do trailer gerou grande entusiasmo entre os fãs do gênero e da franquia literária. Comentários nas redes sociais destacam a combinação de ação, suspense e elenco talentoso como os principais atrativos de Jogo Sujo. Muitos também ressaltam a reputação de Shane Black como diretor e roteirista, o que aumenta ainda mais a expectativa em torno do filme.
O Prime Video marcou a estreia do longa para 1º de outubro de 2025, oferecendo aos espectadores uma experiência completa de entretenimento em streaming. A escolha da plataforma reflete a tendência atual de lançamentos digitais, permitindo que o público de diferentes regiões tenha acesso simultâneo ao filme, algo especialmente relevante para fãs da saga Parker e de thrillers de ação em geral.
A relevância da adaptação literária
Adaptar um livro tão icônico como Parker para as telas é sempre um desafio. Os fãs da obra original esperam fidelidade aos personagens e à narrativa, enquanto o público geral busca emoção, ação e suspense. Shane Black, junto com Charles Mondry e Anthony Bagarozzi, parece ter encontrado um equilíbrio entre esses dois mundos, trazendo uma história que honra o material de origem e, ao mesmo tempo, funciona como entretenimento independente.
O roteiro promete explorar não apenas o assalto em si, mas também a construção de personagens complexos, dilemas éticos e estratégias de sobrevivência. Essa profundidade narrativa é um dos fatores que diferenciam Jogo Sujo de outros filmes de assalto, tornando-o uma opção imperdível para quem gosta de ação com substância.
O que esperar de Jogo Sujo
Em resumo, Jogo Sujo surge como uma das estreias mais aguardadas do Prime Video em 2025. Com um diretor renomado, elenco talentoso e uma história envolvente baseada em uma franquia literária de sucesso, o filme promete combinar ação, tensão, humor e drama psicológico de forma equilibrada. Os fãs podem esperar assaltos ousados, confrontos perigosos, dilemas morais e uma Nova York vibrante como cenário principal.
A terceira temporada de O Rastreador chega com novidades que prometem animar os fãs da série de ação e suspense. Um dos maiores destaques é o retorno de Jensen Ackles como Russell Shaw, irmão mais velho afastado de Colter. De acordo com informações do site TVLine, Ackles estará presente em múltiplos episódios, trazendo à narrativa uma dinâmica familiar cheia de tensão, drama e momentos memoráveis.
O retorno do ator não é simples. Jensen está atualmente ocupado com projetos na Amazon, incluindo Countdown, The Boys e seu derivado Vought Rising. Apesar da agenda apertada, o showrunner Elwood Reid garantiu aos fãs que a presença de Ackles será explorada ao máximo. “Jensen está ocupado na Amazon, mas vamos tê-lo em O Rastreador o máximo que pudermos. Ele é um velho conhecido, já trabalhamos juntos em Big Sky. Ele é um cara muito, muito ocupado, mas conseguir trazê-lo de volta para dois episódios. Ele é incrível. Eu acabei de editar o segundo episódio da terceira temporada, e ele e o Justin Hartley estão ótimos juntos. É muito divertido”, declarou Reid.
O reencontro entre Russell e Colter promete ser um dos pontos altos da temporada. Intitulado The Process, o primeiro episódio mostra Colter lidando com a chocante verdade sobre a morte do pai, enquanto Russell une forças com o irmão para rastrear a esposa e a filha desaparecidas de um dos clientes de Reenie Greene, personagem interpretada por Fiona Rene. O episódio dá início a uma série de eventos ligados a uma operação subterrânea conhecida como “O Processo”, mergulhando o público em uma narrativa de suspense intenso e drama familiar.
O Rastreador é uma série americana de ação e drama desenvolvida por Ben H. Winters, baseada no romance The Never Game de Jeffery Deaver, publicado em 2019. A produção acompanha Colter Shaw, interpretado por Justin Hartley, um sobrevivente solitário e habilidoso rastreador que viaja pelo país auxiliando policiais e cidadãos comuns em troca de recompensas em dinheiro. O elenco conta ainda com Robin Weigert, Abby McEnany, Eric Graise e Fiona Rene, consolidando uma equipe de personagens complexos e interessantes.
A série é produzida pela 20th Television e recebeu encomenda de série em dezembro de 2022, após um piloto inicial em julho do mesmo ano. As gravações ocorrem na Colúmbia Britânica, Canadá, explorando cenários da região metropolitana de Vancouver e nos Vancouver Film Studios, criando um pano de fundo perfeito para as sequências de ação e suspense que marcaram a produção desde sua estreia.
A primeira temporada de O Rastreador estreou em 11 de fevereiro de 2024, logo após o Super Bowl LVIII na CBS, garantindo grande visibilidade. Em março do mesmo ano, a série foi renovada para a segunda temporada, exibida a partir de 13 de outubro de 2024. A terceira temporada, confirmada em fevereiro de 2025, está programada para estrear em 19 de outubro de 2025, prometendo elevar ainda mais a intensidade narrativa.
O elenco principal é liderado por Justin Hartley, que interpreta Colter Shaw, um rastreador experiente que combina habilidades físicas, estratégicas e de sobrevivência. Prestyn Bates dá vida ao jovem Colter em flashbacks, enquanto Robin Weigert, Abby McEnany e Eric Graise interpretam figuras-chave que ajudam Colter em suas investigações, seja encontrando casos, oferecendo suporte técnico ou auxiliando juridicamente. Fiona Rene completa o grupo como Reenie Greene, advogada que garante apoio legal durante os casos de Colter.
Além do núcleo principal, a série conta com personagens recorrentes e participações especiais que enriquecem a narrativa. Floriana Lima retorna como Camille Picket, Pej Vahdat interpreta Leonard Sharf, e Peter Stormare volta como Valts. O destaque, no entanto, é Jensen Ackles, cuja presença promete não apenas confrontos emocionais com Colter, mas também momentos de parceria e tensão que vão movimentar a trama.
As filmagens da terceira temporada começaram em 17 de julho de 2025 e estão previstas para se encerrar em 17 de abril de 2026. Mantendo a tradição das temporadas anteriores, a produção aproveita cenários reais da Colúmbia Britânica combinados com estúdios de alta tecnologia, criando uma ambientação autêntica para as sequências de ação e os momentos de suspense que marcam a série.
Em uma entrevista recente ao IMDb, James Gunn, diretor conhecido por sua visão inovadora do universo DC, deixou escapar uma declaração que fez o coração dos fãs acelerar: Besouro Azul, um dos heróis mais icônicos dos quadrinhos, pode aparecer nos próximos episódios da série Pacificador, protagonizada por John Cena. Embora Gunn não tenha confirmado oficialmente a presença do personagem, seu comentário enigmático – “sabe, não vou dizer que você não está com sorte” – gerou uma onda imediata de especulações e entusiasmo nas redes sociais.
O comentário, breve e misterioso, deixou claro que a possibilidade existe, mesmo que ainda não seja oficial. A simples menção ao personagem reacendeu a curiosidade sobre como Jaime Reyes, a versão mais recente do Besouro Azul, poderia interagir com o universo da série, conhecido por misturar humor ácido, cenas de ação exageradas e dilemas morais complexos.
Para quem acompanha o DCU, a ideia de integrar Besouro Azul à narrativa de Pacificador é empolgante. O personagem, interpretado no cinema por Xolo Maridueña no filme solo de 2023, já conquistou público e crítica, mesmo que a bilheteria não tenha sido expressiva. A aprovação de 78% no Rotten Tomatoes mostra que, apesar de números modestos, o filme conseguiu transmitir a essência heroica do personagem e agradar aos fãs. Bruna Marquezine, como interesse romântico de Jaime, trouxe profundidade emocional e autenticidade à história, reforçando a dimensão humana do herói.
Durante a entrevista, Gunn também explicou a posição peculiar de Pacificador dentro do novo universo compartilhado da DC. “Pacificador sempre esteve em uma posição meio estranha. As pessoas dizem que ele fazia parte do DCEU, mas não era bem assim. Ele fazia parte desse ‘universo intermediário’ da DC, numa época em que ninguém realmente garantia que tudo estivesse conectado, e havia planos para reescrever tudo com The Flash”, afirmou.
O diretor ressaltou ainda a liberdade criativa que essa posição proporcionou: “Naquela época, podíamos fazer basicamente o que quiséssemos, e tivemos aquele final ousado, que eu adorei, foi uma das minhas coisas favoritas de toda a temporada, mas que simplesmente não se encaixava no novo DCU. O Pacificador quase não precisa de mudanças para se encaixar no DCU, o mesmo vale para o Besouro Azul. Eles se encaixam naturalmente, só precisamos ajustar alguns pontos no cânone.”
A simples perspectiva de ver Besouro Azul em Pacificador abre inúmeras possibilidades narrativas. Além da ação e do humor característicos da série, a presença de Jaime Reyes poderia permitir momentos de camaradagem, conflito e até desenvolvimento emocional para personagens já estabelecidos. Considerando o histórico de Gunn em equilibrar tom e intensidade, é fácil imaginar o herói jovem sendo introduzido de maneira orgânica, conectando eventos do filme solo de 2023 com o universo televisivo do DCU.
Quem é Besouro Azul?
Para entender a relevância de sua possível aparição, é preciso conhecer a trajetória do personagem. Besouro Azul é o nome de três heróis que apareceram em quadrinhos desde 1939, sendo criado inicialmente pela Fox Feature Syndicate. Ao longo de décadas, passou por diferentes editoras, incluindo Charlton Comics e, posteriormente, DC Comics, consolidando-se como um dos personagens mais adaptáveis do universo de super-heróis.
Versão da Fox: Dan Garrett
O Besouro Azul original, Dan Garrett, era filho de um policial assassinado. Ele ganhou poderes por meio de uma vitamina especial e vestia um traje à prova de balas, inspirado no Fantasma de Lee Falk. Garrett combinava coragem, força física e senso de justiça, estabelecendo as bases para futuras encarnações.
Versão da Charlton Comics: Ted Kord
Em 1954, a Charlton Comics adquiriu os direitos do personagem, introduzindo Ted Kord como nova identidade do Besouro Azul. Kord não possuía superpoderes, mas sua inteligência e habilidades técnicas se destacavam, e ele contava com uma nave em forma de besouro, que se tornaria sua marca registrada. Essa versão enfatizou estratégia, engenhosidade e heroísmo sem poderes sobrenaturais.
Versão da DC Comics
A versão mais recente e a que chegou ao cinema em 2023 é Jaime Reyes. Ele encontra o escaravelho místico Kaji Dha, que se liga à sua coluna e gera uma armadura de alta tecnologia, capaz de manifestar armas, asas para voo, escudos e habilidades que vão desde disparos de energia até interações com objetos extradimensionais. A armadura possui autonomia parcial, permitindo ao escaravelho agir independentemente em situações de perigo, incluindo o “Modo Infiltrador”, mais agressivo e poderoso.
Essa dinâmica entre humano e tecnologia é um dos elementos mais fascinantes do personagem, oferecendo não apenas ação, mas dilemas morais e crescimento pessoal. Jaime deve aprender a equilibrar o uso do poder com responsabilidade, tornando-se um herói complexo e interessante para narrativas de TV e cinema.
Besouro Azul no contexto do DCU
A integração de Besouro Azul ao DCU é estratégica e significativa. Gunn reconhece que Jaime Reyes se encaixa naturalmente no universo compartilhado, assim como Pacificador, sem a necessidade de ajustes drásticos. A possibilidade de incluir o herói em uma série já consolidada é uma oportunidade de expandir o universo DC na televisão, explorando interações com outros personagens e introduzindo conceitos de heroísmo jovem de forma orgânica.
Além disso, a presença de Jaime poderia atrair novos públicos para Pacificador, especialmente fãs que acompanham o personagem nas HQs ou que se encantaram com sua versão cinematográfica. A relação entre o herói e John Cena na série poderia criar momentos de humor, ação e reflexão, fortalecendo tanto a narrativa quanto o vínculo com o público.
O clima de mistério e terror de Invocação do Mal 4: O Último Ritual não ficou restrito apenas às telas de cinema. Nos bastidores do longa, a atriz Vera Farmiga, intérprete da médium Lorraine Warren, relatou episódios intrigantes que despertaram a curiosidade de toda a equipe: hematomas surgiram em seu corpo de maneira inexplicável durante as gravações, em formatos e frequências que não tinham uma explicação lógica. O fenômeno reforçou o clima de tensão que permeou toda a produção, e Farmiga revelou à imprensa que a equipe optou por não divulgar os incidentes para evitar sensacionalismo.
Em entrevista ao E! Online, a atriz contou: “É, eu aguento muita porrada. Mas esses hematomas inexplicáveis aparecem toda vez que fazemos certas cenas. É simplesmente o que é.” Entre eles, um hematoma em forma de cruz chamou atenção especial, reforçando o mistério em torno da produção. Apesar do desconforto, Farmiga manteve o bom humor, mas destacou a estranheza do fenômeno, mostrando como a linha entre realidade e ficção pode se tornar tênue no universo Conjuring.
Uma franquia que mistura terror e fatos reais
Desde sua estreia, a franquia Invocação do Mal conquistou público e crítica por sua capacidade de misturar terror sobrenatural, suspense psicológico e histórias inspiradas em eventos reais investigados pelo casal de demonologistas Ed e Lorraine Warren. Em O Último Ritual, a narrativa mantém essa tradição, trazendo à tona casos paranormais baseados em relatos verídicos, como o da família Smurl, cuja história de assombrações e fenômenos sobrenaturais já causou inquietação entre estudiosos do paranormal.
Dirigido por Michael Chaves e roteirizado por Ian Goldberg, Richard Naing e David Leslie Johnson-McGoldrick, o filme é a sequência direta de The Conjuring: The Devil Made Me Do It (2021) e a nona produção do universo Conjuring. O longa acompanha os Warrens enfrentando uma nova ameaça sobrenatural, equilibrando momentos de terror intenso com dramas familiares e investigações detalhadas. James Wan, cocriador da franquia, contribuiu para a história original, garantindo continuidade e fidelidade ao clima sombrio que consolidou a série mundialmente.
Elenco principal e personagens
Além de Vera Farmiga e Patrick Wilson, que retornam como Lorraine e Ed Warren, o elenco inclui Mia Tomlinson como Judy Warren, filha do casal, e Ben Hardy no papel de Tony Spera, namorado de Judy. Outros nomes que completam o elenco são Rebeca Calder, Elliot Cowan, Kíla Lord Cassidy, Beau Gadsdon, Molly Cartwright, João Brotherton e Shannon Kook como Drew.
Farmiga, com sua experiência e dedicação, acrescenta camadas emocionais à personagem, equilibrando a coragem e sensibilidade de Lorraine com sua responsabilidade de proteger as vítimas das forças sobrenaturais. Patrick Wilson, interpretando Ed, oferece contraponto racional e fé sólida, compondo a dupla que se tornou símbolo do universo Conjuring.
Bastidores intensos e curiosidades
Os hematomas misteriosos de Farmiga não foram os únicos incidentes que marcaram as filmagens. A escolha de Londres como locação contribuiu para a atmosfera sombria do filme, com ruas antigas e edifícios históricos que amplificaram a tensão visual. As gravações aconteceram entre 17 de setembro e 22 de novembro de 2024, exigindo resistência física e emocional de todo o elenco.
Michael Chaves, diretor do longa, explicou que a intenção era fazer com que o público sentisse cada cena de forma intensa: “Queremos que o espectador viva o medo e o suspense junto com os personagens. Isso significa que os atores precisam sentir isso em cada tomada.” A combinação de efeitos visuais, cenários estratégicos e performances autênticas criou uma experiência imersiva, que refletiu inclusive nos acontecimentos inusitados durante a produção.
Aspectos técnicos e produção
A produção de O Último Ritual envolveu planejamento rigoroso, revisão detalhada de roteiro e coordenação próxima entre direção, elenco e equipe de efeitos visuais. Ian Goldberg e Richard Naing trabalharam para oferecer uma narrativa coesa e envolvente, enquanto David Leslie Johnson-McGoldrick consolidou a ligação com os filmes anteriores, garantindo continuidade e fidelidade ao universo.
A iluminação, a cenografia e a trilha sonora foram cuidadosamente calibradas para gerar suspense sem recorrer a clichês, mantendo o realismo das situações sobrenaturais. Cada detalhe técnico foi pensado para que o terror tivesse impacto direto no espectador, reforçando a tensão que os personagens enfrentam na tela — e que, aparentemente, também se manifestou nos bastidores.
Legado da franquia e expansão
Desde 2013, Invocação do Mal se tornou referência no terror contemporâneo, equilibrando elementos sobrenaturais com dramas humanos. Spin-offs como Annabelle, A Freira e The Crooked Man expandiram o universo, explorando histórias paralelas e aprofundando a mitologia da franquia. Até mesmo experiências digitais, como a ilha temática em Fortnite, trouxeram o universo Conjuring para além das telas.
Nos últimos anos, Noah Centineo conquistou espaço em Hollywood como um ator versátil, capaz de transitar entre a comédia romântica adolescente, o drama e a ação. Depois de estrelar produções como Para Todos os Garotos que Já Amei, Adão Negro e O Recruta, o norte-americano encara agora um dos maiores desafios de sua carreira: dar vida a Ken Masters, um dos personagens mais icônicos do universo dos videogames, no aguardado filme live-action de Street Fighter.
A novidade que movimentou as redes sociais veio diretamente do Instagram do ator. Ainda ostentando o cabelo loiro que já havia chamado atenção em registros de bastidores, Centineo compartilhou uma foto exibindo o resultado de meses de preparação física intensa. O corpo mais musculoso e definido chamou a atenção de fãs e especialistas, mostrando que ele está pronto para encarar a responsabilidade de interpretar o rival — e ao mesmo tempo parceiro — de Ryu, personagem que será vivido por Andrew Koji.
A transformação de Noah: do galã teen ao astro de ação
É impossível falar da nova fase de Centineo sem lembrar de onde ele começou. O ator ficou conhecido mundialmente em 2018, ao estrelar o fenômeno da Netflix Para Todos os Garotos que Já Amei. O papel de Peter Kavinsky o transformou em galã adolescente, estampando capas de revistas, acumulando milhões de seguidores e se tornando referência para toda uma geração de fãs.
Mas Centineo sempre deixou claro que não queria ficar preso a esse rótulo. Ele buscou personagens diferentes, participou de projetos mais ousados e até entrou no universo dos super-heróis em Adão Negro (2022), onde interpretou Esmaga-Átomo. Ainda em 2022, assumiu o papel principal na série O Recruta, um thriller de espionagem da Netflix que consolidou seu nome como aposta para papéis de ação.
Agora, ao se transformar em Ken Masters, o ator dá mais um passo em sua trajetória de reinvenção. A mudança física é parte essencial desse processo. Treinos intensos, dieta rigorosa e preparação com especialistas em artes marciais e coreografias de luta fizeram parte de sua rotina. Nas redes sociais, os fãs notaram que Centineo está mais próximo da imagem clássica de Ken: loiro, atlético e com energia de lutador.
Essa transição do “bom moço” para o astro de filmes de ação reflete também uma maturidade artística. Não se trata apenas de músculos, mas de assumir papéis que desafiam sua imagem e provam sua versatilidade.
O peso de interpretar Ken Masters
Para entender o tamanho do desafio de Centineo, é preciso lembrar a importância de Ken no universo Street Fighter. Criado pela Capcom nos anos 1980, o personagem sempre foi mais do que o “amigo de Ryu”. Ele representa o contraponto: enquanto Ryu é disciplinado, sereno e movido pela busca espiritual da luta, Ken é vibrante, impulsivo e competitivo, mas com um carisma inegável.
Os fãs acompanham essa dinâmica há décadas, e a fidelidade visual e comportamental é crucial para qualquer adaptação. Ken não é apenas um lutador loiro de quimono vermelho; ele carrega uma energia única, que precisa ser traduzida para o cinema.
Centineo já deu o primeiro passo ao abraçar a transformação física. Mas o verdadeiro teste virá nas telas, quando precisará equilibrar ação, emoção e a construção de uma amizade icônica com Ryu. Se bem executado, esse papel pode ser um divisor de águas, consolidando-o definitivamente como ator de ação e ampliando sua base de fãs.
Um projeto cheio de reviravoltas nos bastidores
A trajetória do live-action de Street Fighter até chegar às telas tem sido, no mínimo, conturbada. Em abril de 2023, a Legendary Entertainment anunciou oficialmente a aquisição dos direitos da franquia para cinema e TV. A notícia empolgou fãs e abriu caminho para a especulação sobre quem seria escalado para os papéis principais.
Poucos meses depois, os irmãos Danny e Michael Philippou, criadores do canal RackaRacka no YouTube e responsáveis pelo elogiado terror Talk to Me, chegaram a negociar a direção. No entanto, os dois decidiram seguir outro caminho, deixando o posto vago.
Em setembro de 2024, a cadeira de diretor foi oficialmente assumida por Kitao Sakurai, conhecido pelo irreverente Bad Trip. A escolha surpreendeu muitos, já que Sakurai tem experiência em humor e comédia, mas não em grandes blockbusters de ação. Ainda assim, sua visão ousada pode trazer frescor e originalidade à adaptação.
O filme tinha lançamento inicialmente previsto para 20 de março de 2026, mas, em março de 2025, foi retirado do calendário da Sony e adiado por tempo indeterminado. Apesar disso, a divulgação de artes conceituais, do logotipo oficial na Licensing Expo de 2024 e das movimentações do elenco mantêm a expectativa em alta.
Um elenco de peso
O elenco do filme vem chamando atenção por reunir nomes de diferentes universos do entretenimento, criando uma mistura curiosa e ao mesmo tempo promissora. Andrew Koji, conhecido por sua atuação intensa em Warrior, assume o papel de Ryu, enquanto Noah Centineo vive Ken, seu parceiro e rival de longa data. Já Cody Rhodes, astro da luta livre, dará vida ao militar Guile, e Jason Momoa surpreende como a escolha para interpretar Blanka. A diversidade segue com Roman Reigns no papel de Akuma, Callina Liang como Chun-Li e até nomes inesperados como o rapper 50 Cent, escalado para Balrog, e o cantor country Orville Peck, que interpretará o enigmático Vega. David Dastmalchian, versátil em papéis sombrios, será o vilão M. Bison, enquanto Hirooki Goto dará vida a E. Honda e Vidyut Jammwal a Dhalsim. Essa combinação de atores de cinema, lutadores profissionais e músicos mostra que a produção busca capturar a essência global e multifacetada que sempre marcou a franquia da Capcom.
O histórico de Street Fighter no cinema
Parte da ansiedade em torno desse novo projeto vem do histórico da franquia no cinema. O primeiro grande filme live-action, lançado em 1994, tinha Jean-Claude Van Damme como Guile e Raul Julia como M. Bison. Apesar de criticado na época, o longa se tornou cult com o passar dos anos, especialmente pela performance de Julia, que se tornou memorável.
Desde então, outras tentativas surgiram, incluindo o filme Street Fighter: A Lenda de Chun-Li (2009), que não conseguiu conquistar crítica nem público. Além disso, o universo de Street Fighter já foi explorado em animações japonesas e séries produzidas por fãs, algumas delas muito bem recebidas pela comunidade gamer.
Com esse histórico de altos e baixos, a nova adaptação da Legendary carrega uma responsabilidade enorme: precisa ser fiel à essência dos jogos, entregar espetáculo visual e conquistar tanto os fãs nostálgicos quanto uma nova geração de espectadores.
A ascensão de filmes baseados em games
Outro fator que aumenta as expectativas é o momento atual de Hollywood. Nos últimos anos, as adaptações de videogames têm ganhado espaço e alcançado sucesso de bilheteira e crítica. Exemplos como Sonic, The Last of Us e Super Mario Bros. O Filme provaram que é possível equilibrar fidelidade ao material original com entretenimento de qualidade.
Street Fighter chega nesse contexto, beneficiado pelo novo olhar da indústria para esse tipo de adaptação. Ao unir um elenco estelar, uma marca nostálgica e o apelo das artes marciais, o filme tem potencial para se tornar um dos grandes blockbusters do gênero.
Nesta segunda-feira, 25 de agosto, o The Noite com Danilo Gentili traz uma convidada que se tornou referência quando o assunto é comportamento humano, relações familiares e saúde mental: a psicóloga Dra. Anahy D’Amico. Reconhecida por sua experiência clínica e pelo jeito direto de abordar temas delicados, Dra. Anahy participou do programa para falar sobre questões que permeiam tanto o público infantil quanto os adultos, e também revisitar o impacto cultural do programa “Casos de Família”, que voltou ao ar em julho no SBT e rapidamente se tornou viral nas redes sociais.
Durante a entrevista, Anahy se destacou por sua postura firme e transparente, deixando claro que, no contexto do programa vespertino, sua função é atuar como conselheira. “Sou conselheira, não tenho nada de psicóloga no programa. Mas eu preciso ter uma postura. Eles podem falar de outra maneira, mas eu não”, explicou, ressaltando que a responsabilidade de mediar conflitos exige ética e cuidado, principalmente diante do público jovem e vulnerável que acompanha o programa.
O Retorno do Clássico Vespertino e sua Repercussão
O programa “Casos de Família” tem se destacado novamente, não apenas pelo formato que mescla dramas familiares com debates diretos, mas também pelo alcance digital que os episódios têm alcançado. Segundo Dra. Anahy, o segredo do sucesso está justamente na identificação do público com os conflitos apresentados. “O Casos viraliza porque as redes sociais também são um terreno para muitas desavenças familiares”, comentou.
Entre os episódios recentes mais comentados, a psicóloga citou a participação de Rico, ex-participante de reality show, que gerou repercussão imediata entre os internautas. Esse fenômeno, segundo Anahy, evidencia como os dramas familiares televisivos e a exposição online se entrelaçam, criando um ciclo de viralização que amplia tanto a discussão quanto o engajamento do público. Ela observou que, apesar da aparente “simplesza” do formato, há lições implícitas sobre comportamento, limites e conflitos interpessoais que podem ser extraídas pelos espectadores atentos.
Adultização Precoce: Um Alerta Necessário
Um dos pontos centrais da conversa foi a adultização precoce das crianças, tema que voltou à tona após a viralização de um vídeo do influenciador Felca. Dra. Anahy aproveitou para reforçar orientações sobre o uso de tecnologias por crianças pequenas. Segundo ela, até os dois anos de idade, crianças não devem ter contato com redes sociais, celulares ou tablets. Depois dessa fase, o uso deve ser limitado a uma hora por dia, sempre sob supervisão de um adulto.
“Criança não tem como filtrar o que está consumindo, e a gente não sabe quem está vendo aquele conteúdo”, alertou a psicóloga. Ela reforçou que a exposição precoce não apenas altera padrões de comportamento, mas também prejudica a formação emocional e cognitiva, contribuindo para a ansiedade, déficit de atenção e dificuldades na socialização.
Anahy explicou que, nos dias atuais, a internet e as redes sociais funcionam como um ambiente paralelo, onde crianças e adolescentes podem se deparar com conteúdos inadequados, além de estarem mais suscetíveis à comparação social e à pressão por aceitação. Essa combinação de fatores, segundo a especialista, pode acelerar o processo de adultização emocional, fazendo com que crianças assumam responsabilidades e preocupações que não deveriam ser de sua alçada.
Saúde Mental e a Exposição Digital
A discussão se ampliou para os efeitos das redes sociais sobre os adultos, com Anahy destacando que o excesso de exposição digital também impacta significativamente a saúde mental das pessoas. “Eu acredito que a saúde mental vem piorando nos últimos anos justamente por causa desse excesso de exposição. A vida das pessoas virou um reality show contínuo, e nem sempre estão preparadas para lidar com críticas, julgamentos ou comparações constantes”, analisou.
Para Dra. Anahy, a combinação de pressão social online, consumo de informações negativas e superexposição pessoal tem contribuído para aumento de quadros de ansiedade, depressão e estresse. Ela enfatizou a importância de buscar ajuda profissional quando necessário e de estabelecer limites claros para o uso de tecnologias, tanto para crianças quanto para adultos.
Experiência Pessoal e Superação
O programa também foi espaço para que Dra. Anahy compartilhasse uma história pessoal marcante, conectando sua experiência de vida à prática profissional. Ela revelou que começou a fumar aos 13 anos e, anos depois, enfrentou sérios problemas de saúde: “Tive um infarto e um AVC transitório. O cigarro contribuiu muito. Graças a Deus me recuperei, parei de fumar há um ano e meio, mas aí engordei”, contou.
Após os problemas de saúde, Anahy buscou apoio psicológico e realizou cirurgia bariátrica, destacando a importância de cuidar não apenas do corpo, mas também do lado psicológico. “Muita gente volta a engordar após a bariátrica por não cuidar do lado psicológico. Esse acompanhamento é fundamental”, reforçou, lembrando que a saúde mental deve caminhar lado a lado com a saúde física.
Essa narrativa pessoal não apenas humanizou a entrevista, mas também ressaltou a importância do autoconhecimento, da disciplina e do acompanhamento psicológico, temas centrais em seu trabalho profissional.
Educação Emocional e Conscientização
Além de comentar sobre “Casos de Família” e tecnologia, Dra. Anahy destacou a relevância de discussões abertas sobre educação emocional. Ela acredita que programas, canais de mídia e redes sociais podem ser usados como ferramentas educativas, desde que haja supervisão e reflexão crítica.
“É preciso que pais e educadores se envolvam ativamente na vida das crianças, mostrando limites e ensinando a lidar com frustrações, emoções e relacionamentos”, explicou. Segundo ela, essa orientação não apenas protege as crianças, mas também prepara o adulto do futuro, evitando que comportamentos problemáticos se perpetuem.
O Canal Papo com Anahy D’Amico
No palco do The Noite, Anahy também falou sobre seu canal no YouTube, Papo com Anahy D’Amico, que se tornou uma plataforma importante para debater temas relacionados à saúde mental, família e comportamento. A psicóloga reforçou que seu objetivo é criar um espaço seguro e educativo, incentivando reflexões sobre questões do dia a dia que muitas vezes são negligenciadas.
“O canal é um espaço para abrir discussões francas, sem medo de falar sobre problemas reais que todos enfrentamos, sejam eles familiares, emocionais ou sociais”, comentou. Essa iniciativa se soma ao trabalho clínico de Anahy, ampliando seu alcance e contribuindo para a conscientização sobre a importância do cuidado psicológico.
Nesta segunda-feira, 25 de agosto de 2025, o programa No Alvo recebe um convidado que não costuma medir palavras: o deputado federal Guilherme Boulos. Conhecido por sua trajetória política marcada por combatividade e posicionamentos claros, Boulos se depara com um formato que privilegia perguntas diretas e um debate sem rodeios, testando sua capacidade de lidar com críticas, provocações e questões delicadas sobre a cena política brasileira.
O programa, exibido em horário nobre, tem como proposta justamente esse confronto franco: não há espaço para respostas evasivas ou discursos ensaiados. Desde os primeiros minutos, Boulos mostra que está pronto para entrar no jogo. Com postura firme e tom incisivo, o político deixa claro que veio para dizer o que pensa e não se intimidar diante de rivais ou do público que assiste ao debate.
Ao longo da conversa, Boulos demonstra conforto com a exposição. Ele fala abertamente sobre adversários políticos, analisa os movimentos da direita brasileira e não poupa críticas a colegas de cena política que considera oportunistas ou descompromissados com causas sociais. Entre declarações fortes, o deputado não hesita em comentar apelidos e provocações que recebeu ao longo da carreira, sempre com uma pitada de ironia ou crítica direta.
Em um dos momentos mais comentados da entrevista, ele afirma que “o caminho mais fácil na política é se aliar, se vender ao sistema”, refletindo sua visão sobre aquilo que considera compromissos vazios ou alianças oportunistas. A frase resume bem a postura de Boulos diante de um cenário político que, segundo ele, valoriza mais acordos pragmáticos do que ideais ou projetos de impacto social.
Outro ponto que chamou atenção foi a avaliação de nomes em ascensão na política ou na internet, como Pablo Marçal, que Boulos classificou sem hesitar como “um picareta”. A declaração gerou repercussão imediata nas redes sociais, evidenciando a disposição do deputado de expor sua opinião sem receio de críticas ou polêmicas.
Críticas Diretas à Imprensa
O deputado também aproveitou o espaço para fazer uma análise crítica da imprensa, ressaltando que, muitas vezes, os meios de comunicação reforçam narrativas convenientes para determinados grupos políticos e econômicos. “A mídia tradicional tem um papel relevante, mas não é neutra. É preciso que o cidadão esteja atento a isso”, comentou.
Segundo Boulos, o debate público e a imprensa deveriam fomentar a reflexão e a pluralidade de opiniões, mas acabam, em alguns casos, reforçando discursos polarizados ou superficialmente sensacionalistas. Ele defende que a política, quando reduzida a manchetes rápidas ou análises superficiais, perde espaço para discussões de fundo que realmente impactam a vida das pessoas.
Essa postura crítica não é novidade na trajetória do deputado. Desde suas primeiras campanhas, Boulos se posiciona como alguém que desafia o status quo, questiona estruturas consolidadas e busca dar voz a grupos historicamente marginalizados, como movimentos sociais e organizações populares.
Avaliação da Direita Brasileira
O tema da direita política também dominou boa parte do debate. Boulos não poupou análises e críticas sobre o que considera estratégias populistas ou manobras políticas que, segundo ele, visam apenas conquistar votos sem apresentar propostas consistentes. Para o deputado, parte da direita brasileira se apoia em discursos inflamados, polarização e campanhas midiáticas, deixando de lado discussões estruturantes sobre políticas públicas, educação e desigualdade social.
“É mais fácil gritar slogans do que construir um projeto político sério. E isso acaba sendo prejudicial para o país como um todo”, afirmou. A declaração reflete um dos eixos centrais da entrevista: a crítica à superficialidade política e à adoção de discursos convenientes em detrimento de ações concretas.
Personalidade e Combatividade
Mais do que comentar adversários ou estratégias políticas, Boulos também revelou um pouco de sua personalidade. O deputado demonstrou ser alguém que valoriza a coerência e o compromisso com princípios, mesmo em um ambiente de debate acirrado. Ele comentou sobre a pressão constante que acompanha quem decide se expor publicamente e sobre a necessidade de manter firmeza diante de ataques, provocações ou polêmicas.
Em vários momentos, sua fala mesclou seriedade e leveza, mostrando que é possível criticar e confrontar sem perder a humanidade. Essa combinação de combatividade e autenticidade é um dos elementos que cativa parte do público que acompanha sua trajetória, seja no Congresso Nacional, nas redes sociais ou em entrevistas e debates como o “No Alvo”.
O momento que os fãs da DC tanto esperavam finalmente chegou. O novo filme do Superman, que inaugura o ambicioso Universo DC de James Gunn, já está disponível para compra e aluguel nas principais plataformas digitais. Agora, qualquer pessoa pode vivenciar a ação, a emoção e os momentos de ternura do kryptoniano mais famoso do mundo, sem precisar sair de casa.
A chegada do longa ao ambiente digital marca não apenas um novo passo para o personagem, mas também o início de uma nova fase do cinema de super-heróis da DC, trazendo uma narrativa mais humana, divertida e emocionante, que promete encantar antigos fãs e conquistar novas gerações.
Um Superman mais humano e corajoso
Interpretado por David Corenswet, o filme apresenta Superman já consolidado como herói, admirado e respeitado globalmente. Mas mesmo o kryptoniano mais poderoso do mundo enfrenta desafios que vão além da força física. Quando Lex Luthor, vivido por Nicholas Hoult, cria uma crise que coloca sua reputação em dúvida, Clark Kent precisa provar que ser um herói é muito mais do que ter superpoderes: é ter coragem, integridade e empatia.
O longa se aprofunda na humanidade de Superman, mostrando que, por trás da capa, existe um homem que lida com dúvidas, perdas e responsabilidades enormes. É uma abordagem que permite ao público se conectar emocionalmente com o personagem, vendo nele reflexos das próprias lutas e decisões da vida real.
Aliados que fazem a diferença
Ao longo da trama, Superman não está sozinho. Ele conta com a ajuda de Lois Lane (Rachel Brosnahan), seu amor e parceira incondicional, e de Krypto, o Supercão, que rouba a cena com momentos adoráveis e heroicos. Inspirado no próprio cachorro do diretor James Gunn, o personagem conquistou fãs e até influenciou o aumento de buscas por adoção de cães nos Estados Unidos.
Além disso, heróis da Liga da Justiça aparecem para enfrentar vilões inéditos, incluindo o próprio Ultraman e a misteriosa Engenheira, criando batalhas épicas que unem forças, estratégias e laços afetivos. A presença desses aliados reforça a ideia de que o heroísmo verdadeiro envolve conexão, confiança e solidariedade, não apenas força física.
Uma história cheia de desafios e superações
A narrativa começa com Superman já três anos atuando como herói. Ao intervir em um conflito internacional, ele se vê vítima de uma trama elaborada por Luthor, que usa um clone chamado Ultraman para incriminá-lo. Ferido e desacreditado, Superman se retira para a Fortaleza da Solidão, apenas para descobrir que a batalha será maior do que ele imaginava.
Preso em uma dimensão artificial, junto de Krypto e outros aliados, ele enfrenta obstáculos que testam não só sua força, mas também sua resiliência e inteligência emocional. Com a ajuda da Liga da Justiça e de aliados inesperados, Superman consegue superar a manipulação de Luthor, derrotar os vilões e restaurar sua reputação.
É uma história que mistura ação, suspense e emoção, mostrando que mesmo um super-herói precisa de apoio, amizade e coragem para superar adversidades.
O impacto de Krypto e do toque humano de James Gunn
Um dos destaques do filme é a relação entre Superman e Krypto. As cenas do Supercão trazem momentos de ternura, humor e leveza, equilibrando a tensão das batalhas. James Gunn revelou que se inspirou em seu cachorro pessoal, Ozu, para criar o personagem, e que treinar o animal durante as filmagens trouxe desafios e aprendizados que influenciaram a narrativa.
A inclusão de Krypto não só conquistou o público, mas também gerou um efeito cultural: as buscas por adoção de cachorros cresceram significativamente após a estreia do filme. Esse detalhe reforça como histórias de super-heróis podem inspirar gestos de empatia e compaixão na vida real, conectando o entretenimento com valores humanos universais.
Recepção e sucesso de bilheteria
Antes mesmo do lançamento digital, o filme foi um sucesso nos cinemas. No Brasil, ultrapassou 4 milhões de espectadores, tornando-se o 4º maior sucesso de bilheteria de 2025 e arrecadando mais de R$ 90 milhões. Mundialmente, o longa já soma mais de US$ 579 milhões, sendo a produção baseada em quadrinhos mais lucrativa do ano até agora.
Críticos elogiaram o equilíbrio entre ação e humor, destacando a profundidade emocional e a construção sólida dos personagens. Enquanto alguns apontaram que o filme traz uma quantidade grande de informações e eventos, a narrativa se mantém coesa, permitindo ao público se envolver plenamente com a história.
O que torna este Superman especial
Este filme não se limita a mostrar poderes extraordinários. Ele explora temas universais: responsabilidade, coragem, empatia, amizade e justiça. É uma narrativa que permite ao público refletir sobre valores pessoais e coletivos, reforçando a ideia de que o heroísmo está acessível a todos, mesmo sem superpoderes.
James Gunn trouxe para o filme seu olhar particular sobre o mundo dos super-heróis, misturando elementos clássicos da DC com toques modernos e emocionais, criando um longa que agrada tanto aos fãs de quadrinhos quanto a novos espectadores.
Disponível para todos
Agora, o público pode assistir ao filme quando quiser. Seja em um momento de descontração com amigos, em família ou sozinho, o longa está disponível nas principais plataformas digitais para compra ou aluguel, permitindo que cada um escolha sua forma de vivenciar a aventura do kryptoniano.
Com cenas de ação épicas, momentos emocionantes e pitadas de humor, Superman é um convite para se emocionar, se inspirar e se encantar com um dos personagens mais icônicos da história do entretenimento.
Mesmo com Homem-Aranha: Um Novo Dia ainda em pós-produção, os fãs do teioso já têm novidades fresquinhas. Um vídeo compartilhado recentemente no X (antigo Twitter) mostra Tom Holland, o nosso querido aranha de Nova York, conversando com o diretor Destin Daniel Cretton sobre possíveis poses e movimentos do herói. É um momento interessante, que revela o cuidado do ator com cada detalhe para que o amigo da vizinhança continue icônico nas telonas.
O filme, dirigido por Cretton e com roteiro de Chris McKenna e Erik Sommers, traz de volta Tom Holland como Peter Parker/o herói aracnídeo, acompanhado de Zendaya, Jacob Batalon, Sadie Sink, Liza Colón-Zayas, Jon Bernthal, Mark Ruffalo, Michael Mando e Tramell Tillman. O longa-metragem estreia nos EUA em 31 de julho de 2026 e promete continuar a saga de Peter Parker, agora mais urbano e centrado em sua vida em Nova York, após os acontecimentos de No Way Home.
Bastidores que mostram a dedicação do aracnídeo
O vídeo em Glasgow revela como Holland se envolve profundamente na criação do personagem. Ele não está apenas posando: discute com Cretton como cada salto, giro e acrobacia podem transmitir a personalidade do teioso, equilibrando ação e emoção. É a oportunidade de ver o herói aracnídeo sendo moldado em cada detalhe, desde movimentos clássicos até novas ideias que devem aparecer no filme.
Quem faz parte do elenco?
Além de Tom, o filme traz Zendaya como MJ (Euphoria – série, Duna, Malcolm & Marie), Jacob Batalon como Ned Leeds, Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman. Um destaque especial vai para Jon Bernthal, que retorna como Frank Castle, o Justiceiro (Demolidor – série da Netflix, O Justiceiro), agora com uma abordagem adaptada à proposta do herói urbano, sem perder sua aura de vigilante intenso.
Mark Ruffalo volta como Bruce Banner/Hulk (Vingadores: Ultimato, Thor: Ragnarok, Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis), trazendo um novo dinamismo ao elenco. Michael Mando reprisa seu papel como Mac Gargan/Escorpião, mantendo a continuidade dos filmes anteriores do MCU. E há ainda rumores de que Charlie Cox possa retornar como Matt Murdock/Demolidor (Demolidor – série da Netflix, O Justiceiro), reforçando o vínculo do herói aracnídeo com outros vigilantes do universo Marvel.
Filmagens entre Glasgow e Londres
As gravações principais começaram em agosto de 2025 em Glasgow, Escócia, com o título provisório Blue Oasis. Locais como Merchant City, George Square e Trongate foram usados para simular Nova York, proporcionando um visual urbano autêntico. Um vídeo recentemente compartilhado mostra Holland interagindo com a equipe em meio a esses cenários, explorando diferentes poses e movimentos para o Amigão da Vizinhança, enquanto equipamentos e veículos de combate recriam a atmosfera de ação esperada pelo público.
Além de Glasgow, o Pinewood Studios, em Buckinghamshire, Inglaterra, receberá o trabalho de soundstage, garantindo que cenas mais complexas, com efeitos especiais, sejam gravadas com precisão. O cuidado com cada detalhe de locação e estúdio reforça a dedicação da equipe para que o teioso mantenha a identidade visual e o dinamismo característicos.
O que podemos esperar de Um Novo Dia?
Após os eventos de Sem Volta para Casa, Peter precisa lidar com um mundo que esqueceu que ele é o teioso. Isso dá ao personagem um novo ponto de partida, com desafios mais urbanos e pessoais. A narrativa se concentra em sua vida em Nova York, entre proteger a cidade e manter relacionamentos próximos, sem a interferência de ameaças cósmicas.
O filme também introduzirá novas dinâmicas entre personagens, explorando o crescimento de Peter e sua adaptação a um mundo que não reconhece mais sua identidade secreta. A presença de heróis como Hulk e possivelmente Demolidor amplia a interação do aranha urbano com o universo Marvel, reforçando a sensação de que ele é parte de algo maior, mas ainda muito conectado à vida de bairro.