Voltron com Henry Cavill vai direto para o streaming e Amazon muda estratégia de lançamento

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A Amazon MGM Studios decidiu lançar o novo Voltron diretamente no Prime Video, deixando de lado a ideia inicial de estreia nos cinemas. O projeto, estrelado por Henry Cavill, está previsto para chegar ao catálogo em 2027. As informações são do site OVicio.

A decisão encerra o plano anterior de uma janela tradicional de exibição, com passagem pelas salas de cinema antes do streaming. Agora, o filme será lançado diretamente na plataforma, onde deve funcionar como um dos principais títulos do catálogo do período.

O que muda com o lançamento direto no streaming?

A mudança faz com que Voltron seja tratado como uma produção “exclusiva” do Prime Video, sem depender da bilheteria.

Na prática, o filme passa a ser pensado para alcance global imediato, já que estará disponível para todos os assinantes da plataforma no dia do lançamento. Esse modelo também reduz a dependência de resultados nos cinemas e concentra o desempenho no número de visualizações dentro do streaming.

O que o filme vai mostrar?

A história adapta a clássica animação Voltron: Defender of the Universe, que acompanha cinco leões robôs capazes de se unir para formar o gigante Voltron, criado para enfrentar ameaças interplanetárias.

O diretor Rawson Marshall Thurber afirmou que a adaptação vai manter a base da animação, mas com uma nova geração de pilotos e um universo reimaginado em live-action.

A história deve focar em conflitos entre reinos espaciais e na formação do grupo responsável por controlar os leões robôs.

Quem está no elenco?

Além de Cavill, o elenco é formado por Sterling K. Brown (Paradise, This Is Us, Pantera Negra), Rita Ora (The Masked Singer, Cinquenta Tons Mais Escuros), Daniel Quinn-Toye (Sunny Dancer, Pressão), Alba Baptista (Warrior Nun, Um Stalker Apaixonado), John Harlan Kim (Os Bibliotecários, A Última Coisa Que Ele Me Falou) e Samson Kayo (Bloods, Famalam, Gato de Botas 2: O Último Pedido).

Quando o filme foi gravado?

As filmagens começaram em dezembro de 2024 na Austrália, no Village Roadshow Studios, sob o título provisório “Space Mouse”. A produção terminou em maio de 2025, indicando um período longo de pós-produção focado principalmente em efeitos visuais.

Quem dirige o projeto?

A direção e o roteiro são de Rawson Marshall Thurber, que também atua na produção ao lado de Todd Lieberman, David Hoberman e Bob Koplar. A edição fica com Julian Clarke e Mike Sale.

O que esperar da estreia?

O live-action chega ao Prime Video em 2027, já como um dos principais lançamentos da Amazon MGM Studios no ano.

Zeca Pagodinho ganha cinebiografia no cinema com “Deixa a Vida Me Levar” e revela bastidores da sua trajetória no samba

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A cinebiografia Deixa a Vida Me Levar está levando para o cinema a história de Zeca Pagodinho de um jeito mais próximo da realidade dele, sem transformar tudo em algo distante do cotidiano. A ideia do filme é mostrar como o menino Jessé Gomes da Silva Filho saiu dos subúrbios do Rio de Janeiro e virou um dos nomes mais marcantes do samba no Brasil.

O longa não fica só na parte da fama. Ele também tenta mostrar o lado mais simples da trajetória, como o ambiente onde ele cresceu, as rodas de samba de bairro e as relações que ajudaram a construir a identidade artística dele.

Onde o filme foi gravado e por que isso faz diferença?

As filmagens de Deixa a Vida Me Levar aconteceram em Xerém, distrito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Esse detalhe não é aleatório: o lugar tem ligação direta com a vida do Zeca Pagodinho e ajuda a deixar o filme mais fiel ao contexto dele.

Em vez de apostar só em estúdios, a produção escolheu locais reais, o que ajuda a dar mais verdade para a história. Isso também deixa o clima do filme mais próximo do cotidiano que inspirou a carreira do artista.

Como a história do filme vai ser contada?

A narrativa acompanha desde a infância de Zeca, passando pelos primeiros contatos com o samba até o momento em que ele começa a ganhar espaço no cenário musical brasileiro. O foco não é só mostrar “a carreira pronta”, mas o caminho até ela.

O filme também tenta trabalhar o lado humano da história, mostrando situações comuns da vida dele e como isso influenciou o jeito descontraído e único que marcou suas músicas e apresentações.

Quem está no elenco da cinebiografia?

O elenco de Deixa a Vida Me Levar traz o cantor Mosquito interpretando o Zeca mais jovem, além de participações de Arlindinho Cruz e Stephanie Serrat.

Quando o filme estreia?

Até agora, Deixa a Vida Me Levar ainda não tem data oficial de estreia confirmada.

Vale ficar de olho nesse filme?

A proposta da cinebiografia é bem direta: mostrar a vida de um artista que saiu de um ambiente simples e virou referência na música brasileira sem perder sua identidade. Isso faz com que o filme tenha um apelo que vai além do samba, já que fala sobre trajetória, oportunidade e construção de carreira.

Imagem divulgada pelos irmãos Russo pode ter revelado quando a Marvel pretende lançar o próximo trailer de Vingadores: Doutor Destino

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Uma nova publicação dos diretores Joe Russo e Anthony Russo movimentou as discussões em torno de Vingadores: Doutor Destino. A imagem compartilhada nas redes sociais exibe o clássico logotipo do Doutor Destino acompanhado da inscrição “SXSW London”, um detalhe que rapidamente chamou a atenção porque pode indicar muito mais do que uma simples referência ao principal vilão do filme.

A interpretação mais comentada nas últimas horas é que a publicação pode estar sugerindo a chegada de um novo trailer durante o evento realizado em Londres. Embora a Marvel Studios não tenha confirmado qualquer apresentação oficial relacionada ao longa, a escolha de destacar o SXSW London parece estratégica demais para passar despercebida, especialmente em um momento em que a campanha promocional do filme precisa começar a ganhar força. As informações são do ComicBookMovie.

A teoria faz sentido por uma razão simples: Doutor Destino estreia em 18 de dezembro e ainda teve pouco material divulgado ao público. Com menos de sete meses até a chegada aos cinemas, a expectativa é que a Marvel inicie em breve uma nova etapa de divulgação, revelando cenas inéditas, detalhes da história e uma visão mais clara do papel que o Doutor Destino terá dentro da narrativa.

Caso um trailer seja exibido durante o SXSW London, existe ainda uma questão prática que pode influenciar os planos do estúdio. Diferentemente da CinemaCon, que costuma adotar medidas rígidas para evitar gravações, eventos com presença mais ampla de público e imprensa frequentemente acabam gerando vazamentos. Isso aumenta a possibilidade de que a Marvel opte por divulgar oficialmente o material online pouco depois de sua exibição, evitando que versões de baixa qualidade dominem as redes sociais.

O interesse em torno do filme também está diretamente ligado à escala da produção. Depois de anos construindo diferentes núcleos dentro do Universo Cinematográfico Marvel, a história promete reunir personagens que até pouco tempo atrás pareciam pertencer a franquias completamente separadas.

O principal destaque continua sendo o retorno de Robert Downey Jr., desta vez não como Tony Stark, mas como Victor Von Doom, o Doutor Destino. Segundo Joe Russo, o personagem será tratado como uma figura extremamente complexa e multifacetada, uma abordagem que influenciou diretamente a escolha do ator. O diretor chegou a afirmar que Downey era a única pessoa capaz de assumir o papel da forma desejada pela equipe criativa.

O envolvimento do ator vai além da atuação. Downey ajudou a construir a história pessoal de sua versão de Destino para servir de base durante as filmagens e também contribuiu com ideias relacionadas ao figurino do personagem. Outro detalhe revelado pela produção é que ele utilizará uma voz com sotaque marcante para diferenciar completamente o vilão de qualquer lembrança associada ao Homem de Ferro.

O filme também marca o retorno de Chris Evans ao MCU. Após o encerramento da trajetória de Steve Rogers em Vingadores: Ultimato, o ator declarou diversas vezes que não pretendia voltar ao papel sem uma justificativa forte. Segundo Evans, a história apresentada em Doomsday ofereceu uma razão convincente para que o personagem voltasse a participar dos acontecimentos centrais do universo Marvel.

Além deles, o elenco reúne algumas das figuras mais importantes da atual fase do estúdio. Chris Hemsworth retorna como Thor, Anthony Mackie volta como Capitão América, Paul Rudd reprisa seu papel como Homem-Formiga e Florence Pugh retorna como Yelena Belova após os eventos recentes envolvendo os Novos Vingadores.

Outro núcleo importante será o Quarteto Fantástico. Pedro Pascal interpreta Reed Richards, enquanto Vanessa Kirby assume o papel de Sue Storm. Joseph Quinn aparece como Johnny Storm e Ebon Moss-Bachrach interpreta Ben Grimm. A equipe terá participação central nos acontecimentos do filme, especialmente porque a trama envolve personagens oriundos de diferentes realidades.

Os mutantes também terão presença significativa. O elenco inclui Ian McKellen como Magneto, Patrick Stewart como Professor X, James Marsden como Ciclope, Alan Cumming como Noturno, Rebecca Romijn como Mística e Kelsey Grammer como Fera. Trata-se de uma das maiores reuniões de atores da antiga franquia X-Men desde o encerramento da série produzida pela Fox.

Entre os personagens mais aguardados está Gambit, interpretado por Channing Tatum. Após a boa recepção de sua participação em Deadpool & Wolverine, o personagem retorna em uma versão mais séria, adequada ao tom dramático que os diretores pretendem adotar para a produção.

A história acompanhará o encontro entre heróis de diferentes universos, incluindo os Vingadores da Terra-616, o Quarteto Fantástico da Terra-828 e uma equipe de X-Men vinda de outra realidade. Todos acabam envolvidos em uma crise multiversal provocada pelo Doutor Destino, cuja ameaça promete superar qualquer conflito enfrentado anteriormente pelos heróis da Marvel.

Psyren ganha primeiro teaser de anime e revela as primeiras cenas da adaptação produzida pela Satelight

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Foto: Satelight / Divulgação

A REMOW divulgou o primeiro teaser oficial do anime de Psyren, adaptação do mangá de Toshiaki Iwashiro publicado na Weekly Shonen Jump entre 2007 e 2010. O vídeo apresenta as primeiras imagens da série e confirma sua estreia para outubro de 2026 na televisão japonesa.

A produção foi anunciada oficialmente em dezembro de 2025. O anime está sendo desenvolvido pelo estúdio Satelight, responsável por títulos como Macross Frontier e Helck. A direção é de Katsumi Ono, que trabalhou em Yu-Gi-Oh! 5D’s, com composição de série assinada por Shin Yoshida. O design dos personagens fica a cargo de Akira Ōkuma, enquanto a trilha sonora reúne Takashi Ōmama, Tatsuhiko Saiki e Shū Kanematsu.

A exibição japonesa acontecerá pelos canais Tokyo MX e BS11. A distribuição internacional está sob responsabilidade da REMOW, que ainda não revelou quais plataformas exibirão a série fora do Japão.

A trama acompanha Ageha Yoshina, um estudante que encontra um misterioso cartão com a palavra “Psyren” escrita. Pouco depois, sua colega de escola Sakurako Amamiya desaparece sem deixar pistas. A tentativa de descobrir o significado do cartão leva Ageha a um futuro devastado, onde a humanidade praticamente desapareceu e criaturas conhecidas como Taboo circulam por cidades destruídas.

Nesse cenário, os participantes são convocados por uma entidade chamada Nemesis Q para cumprir missões. Quem falha corre o risco de permanecer preso naquele futuro indefinidamente. A cada retorno para Psyren, os sobreviventes obtêm novas informações sobre os eventos que levaram o Japão ao colapso.

Um dos elementos centrais da história é o PSI, conjunto de habilidades psíquicas despertadas após a exposição ao ambiente de Psyren. Os poderes são divididos em três categorias principais: Aprimoramento, voltado para capacidades físicas; Explosão, focado na projeção de energia; e Transe, relacionado a habilidades mentais e manipulação psíquica.

Conforme a investigação avança, Ageha descobre que o futuro que presencia não é inevitável. A destruição do país está ligada à organização WISE, grupo formado por indivíduos com habilidades psíquicas liderados por Miroku Amagi. O conflito passa a envolver viagens temporais, alterações de linhas do tempo e tentativas de impedir uma catástrofe que ainda não aconteceu.

O mangá foi publicado em 16 volumes e encerrou sua serialização em 2010. Durante anos, Psyren permaneceu entre as obras da Shonen Jump frequentemente citadas pelos leitores quando o assunto era séries que nunca receberam adaptação para anime. O anúncio feito no fim de 2025 encerrou uma espera de mais de quinze anos desde a conclusão da obra original.

Toy Story 5 mantém liderança nas bilheterias mundiais, supera US$ 585 milhões e confirma o retorno da Pixar ao topo do cinema

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A força de Woody e Buzz Lightyear continua intacta. Duas semanas após a estreia, Toy Story 5 segue na liderança das bilheterias mundiais e adicionou mais US$ 159,1 milhões à sua arrecadação no segundo fim de semana em cartaz. Desse total, US$ 89,1 milhões vieram de 49 mercados internacionais. O longa já soma US$ 585 milhões em todo o mundo, sendo US$ 297,2 milhões na América do Norte e US$ 287,8 milhões no mercado internacional. Os números foram divulgados pelo Deadline.

O desempenho mantém a animação entre os maiores sucessos comerciais do ano e demonstra que a franquia criada pela Pixar continua atraindo diferentes gerações de espectadores, mesmo após três décadas desde o lançamento do primeiro filme.

Dirigido por Andrew Stanton, vencedor de dois Oscars por Procurando Nemo e WALL-E, o quinto capítulo da série coloca Jessie no centro da narrativa e apresenta um conflito que aproxima a franquia da realidade vivida pelas crianças de hoje. Em vez de enfrentar outro brinquedo tradicional, Woody, Buzz e seus amigos passam a disputar espaço com um tablet inteligente chamado Lilypad, presente dado a Bonnie por seus pais.

O novo dispositivo rapidamente se torna o objeto favorito da menina. A mudança altera a dinâmica da casa e desperta uma preocupação inédita entre os brinquedos, que passam a questionar qual é o seu lugar em uma infância cada vez mais cercada por tecnologia.

A história se passa dois anos depois de Toy Story 4. Woody continua viajando ao lado de Betty, ajudando brinquedos perdidos a encontrar novos donos, enquanto Jessie assume a liderança do grupo deixado para trás. Quando Bonnie começa a se afastar dos antigos companheiros, Jessie decide procurar Woody para tentar entender como lidar com a nova situação.

A aventura leva os personagens até uma fazenda ligada ao passado de Jessie. Lá, ela reencontra lembranças de Emily, sua primeira dona, e percebe que a importância de um brinquedo nem sempre termina quando a criança cresce. O roteiro utiliza esse reencontro para desenvolver a personagem de forma mais profunda, sem abandonar o humor característico da franquia.

Outra linha narrativa acompanha dezenas de versões modernas de Buzz Lightyear que ficam presas no modo de demonstração após um acidente. O grupo acredita estar em uma missão espacial real, criando situações que dialogam diretamente com a personalidade do Buzz no primeiro Toy Story, lançado em 1995.

Tom Hanks retorna como Woody, Tim Allen volta a interpretar Buzz Lightyear e Joan Cusack reprisa Jessie. O elenco também incorpora novos nomes, entre eles Greta Lee, que dubla Lilypad, Conan O’Brien como o brinquedo Amigo Rolinho, Craig Robinson como Atlas e Mykal-Michelle Harris como Blaze, personagem que desempenha papel importante na reta final da história.

A produção marca uma mudança importante nos bastidores da franquia. É o primeiro filme principal de Toy Story desenvolvido sem a participação criativa de John Lasseter, um dos responsáveis pela criação da série e que deixou a Pixar em 2018. Andrew Stanton assumiu a direção e também participou da concepção da história ao lado da roteirista Kenna Harris.

Outro retorno importante acontece na trilha sonora. Randy Newman, compositor responsável pelas músicas que acompanham a franquia desde o primeiro longa, voltou a trabalhar com a Pixar. A produção ainda inclui a canção inédita I Knew It, I Knew You, interpretada por Taylor Swift.

Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, Toy Story 5 figura entre as produções de animação mais caras já realizadas pelo estúdio. O investimento se reflete principalmente na evolução técnica da animação, que combina cenários altamente detalhados, iluminação mais realista e personagens digitais que preservam a identidade visual construída ao longo de quase 30 anos.

Candlelight® | Disney Love Songs transforma clássicos da Disney em concerto à luz de velas no Brasil

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As canções que marcaram momentos importantes do cinema da Disney vão ganhar uma nova interpretação nos palcos brasileiros. A Disney Concerts, em parceria com a Fever, anunciou Candlelight®: Disney Love Songs, uma série de apresentações que leva trilhas sonoras conhecidas do público para versões instrumentais executadas por quartetos de cordas.

A programação será realizada em diferentes cidades do país, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Campinas, Florianópolis, Goiânia, Rio Branco, Santos, São Bernardo do Campo e Uberlândia. Os concertos acontecem em espaços selecionados para receber o formato do projeto, com o ambiente iluminado por milhares de velas.

A proposta da apresentação é revisitar músicas que acompanharam histórias de amor, amizade e relações familiares nos filmes da Disney e da Pixar. Em vez das versões originais cantadas pelos personagens, o público ouvirá novos arranjos para instrumentos de cordas, mantendo as melodias conhecidas em uma abordagem mais próxima da música clássica.

O repertório reúne músicas de diferentes fases dos estúdios. Entre elas estão “Can You Feel the Love Tonight”, de O Rei Leão; “A Whole New World”, de Aladdin; e “I See the Light”, de Enrolados. A seleção também passa por produções mais recentes com faixas como “Dos Oruguitas”, de Encanto, e “Remember Me”, de Viva – A Vida é uma Festa.

Outros clássicos presentes no programa incluem “You’ll Be In My Heart”, de Tarzan, e “When She Loved Me”, de Toy Story 2. A escolha das músicas percorre diferentes gerações de espectadores, reunindo desde animações lançadas nas últimas décadas até sucessos mais atuais da Disney e da Pixar.

O formato Candlelight® foi criado pela Fever e ficou conhecido por apresentações em locais alternativos, com concertos realizados sob iluminação de velas. A iniciativa busca aproximar a música clássica de um público amplo, utilizando repertórios ligados ao cinema, à cultura pop e a grandes nomes da música.

No Brasil, a edição dedicada às canções da Disney faz parte de uma programação internacional da marca, que já recebeu versões com homenagens a diferentes artistas, compositores e estilos musicais.

Anatomia do Caos | Documentário sobre a CPI da Covid chega ao Recife com sessões seguidas de debate sobre a pandemia no Brasil

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Depois de dirigir Meu Nome É Gal, a cineasta baiana Dandara Ferreira troca a ficção por um dos capítulos mais delicados da história recente do país. Em Anatomia do Caos, a diretora volta aos acontecimentos da pandemia de Covid-19 para reconstruir, a partir dos trabalhos da CPI da Covid, como decisões políticas influenciaram o enfrentamento da maior crise sanitária vivida pelo Brasil nas últimas décadas.

O documentário estreou nos cinemas em 2 de julho, com distribuição da Descoloniza Filmes, e terá duas exibições especiais no Recife. A primeira acontece neste sábado, 4 de julho, às 18h, no Cinema São Luiz. Depois da sessão, o público poderá participar de um debate com a diretora Dandara Ferreira, a médica sanitarista e presidente da Hemobrás, Ana Paula Sotter, e o médico André Longo. No domingo, 5 de julho, o longa também será exibido no Armazém do Campo.

Em vez de olhar para aquele período apenas pelo lado estatístico, Anatomia do Caos acompanha de perto os bastidores da CPI da Covid. A câmera registra reuniões, depoimentos e momentos decisivos da comissão instalada no Senado em 2021, revelando como senadores buscaram reunir documentos, ouvir especialistas e investigar a condução da pandemia no Brasil.

O filme também resgata decisões do governo do então presidente Jair Bolsonaro durante a crise sanitária e apresenta registros inéditos que ajudam a contextualizar um período marcado por disputas políticas, desinformação e uma emergência de saúde pública que resultou na morte de mais de 700 mil brasileiros.

A ideia do documentário nasceu quando Dandara Ferreira decidiu viajar para Brasília para acompanhar a CPI de perto. Em vez de reconstruir os fatos anos depois, a diretora registrou os acontecimentos enquanto eles ainda estavam acontecendo. Essa escolha aproxima o público do clima de tensão que dominava o Congresso e o país naquele momento.

Outro ponto importante do longa é a discussão sobre o impacto da desinformação durante a pandemia. O documentário mostra como narrativas políticas, ataques à ciência e informações falsas passaram a fazer parte do cotidiano brasileiro justamente quando milhões de pessoas buscavam respostas sobre uma doença ainda pouco conhecida.

Sem tentar oferecer respostas fáceis, Anatomia do Caos também levanta uma discussão sobre memória e responsabilização. O filme questiona o que acontece quando uma investigação termina, mas muitas das consequências daquele período continuam presentes na vida de quem atravessou a pandemia.

Supergirl abre com bilheteria baixa e levanta dúvidas sobre o momento dos filmes de super-heróis

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Imagem do filme "Supergirl". Foto: Reprodução/ DC Studios

Os primeiros números de Supergirl ficaram abaixo do que a Warner Bros. e a DC Studios esperavam. O filme arrecadou cerca de US$ 38 milhões nos Estados Unidos e Canadá e fechou o primeiro fim de semana com aproximadamente US$ 68 milhões no mercado internacional. Para um longa que inaugura uma nova fase da personagem nos cinemas, a estreia foi considerada discreta.

O tamanho do investimento ajuda a entender por que a bilheteria virou assunto. A produção custou cerca de US$ 170 milhões. Embora os estúdios não divulguem oficialmente quanto gastam em publicidade, analistas do mercado costumam considerar que campanhas globais de lançamento podem chegar a um valor semelhante ao do orçamento. Isso colocaria o custo total do projeto próximo de US$ 340 milhões. Como parte da receita das vendas de ingressos fica com os exibidores, um filme precisa arrecadar bem mais do que seu custo para começar a dar retorno financeiro.

A repercussão da estreia chegou rapidamente aos bastidores de Hollywood. Em reportagem publicada pelo The Hollywood Reporter, um executivo de estúdio fez uma avaliação que chamou atenção ao afirmar que os filmes de super-heróis deixaram de ser prioridade para a Geração Z e que o gênero conversa muito mais com quem cresceu acompanhando o auge da Marvel entre o fim dos anos 2000 e a década de 2010.

Essa análise ajuda a explicar parte da discussão, mas os resultados recentes mostram que o cenário é mais complexo. Nos últimos anos, filmes como The Flash, As Marvels, Shazam! Fúria dos Deuses, Madame Teia e Kraven, o Caçador também registraram arrecadações inferiores às projeções. Em comum, todos chegaram aos cinemas carregando marcas muito conhecidas, mas sem conseguir transformar esse reconhecimento em venda de ingressos.

No caso de Supergirl, existe um fator que diferencia o filme de outros lançamentos da DC. A personagem é popular entre os leitores de quadrinhos e ganhou novos fãs com a série de televisão exibida entre 2015 e 2021, mas sua presença no cinema sempre foi limitada. Seu único filme solo antes desta nova versão foi lançado em 1984 e acabou ficando marcado pelo baixo desempenho nas bilheterias.

O longa também chega em um momento de transição para a DC Studios. Depois do encerramento do antigo universo compartilhado, James Gunn e Peter Safran iniciaram uma nova cronologia para os personagens da editora. Isso significa que parte do público ainda está descobrindo como essas histórias se conectam e qual direção o estúdio pretende seguir nos próximos anos.

Outro ponto observado por analistas é a mudança de comportamento do público. Há dez ou quinze anos, um novo filme de super-herói costumava ser tratado como um grande acontecimento. Hoje, o espectador escolhe com mais cuidado o que vai assistir no cinema. A concorrência com o streaming, o aumento do preço dos ingressos e a grande quantidade de lançamentos fazem com que muitos esperem a estreia digital antes de decidir assistir.

Filme sobre a crise da OpenAI perde estúdio por valor bem abaixo do esperado e enfrenta primeiros sinais de desgaste

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Antes mesmo de chegar aos cinemas, Artificial, filme inspirado na crise que levou à demissão e ao retorno de Sam Altman ao comando da OpenAI em 2023, já enfrenta turbulências nos bastidores. Segundo uma reportagem da Vulture, repercutida pelo World of Reel, a produção acabou trocando de distribuidora por um valor muito inferior ao esperado, alimentando dúvidas sobre a confiança do mercado no projeto.

De acordo com a publicação, os direitos de distribuição foram vendidos por pouco mais de US$ 20 milhões, embora o custo estimado do filme seja de aproximadamente US$ 50 milhões. A diferença chamou atenção em Hollywood e foi interpretada por fontes da indústria como um sinal de que o longa perdeu força durante as negociações.

Uma das pessoas ouvidas pela reportagem resumiu o cenário de forma direta: “Houve todo tipo de desastre”. Outra fonte rejeitou a ideia de que o tema envolvendo inteligência artificial tenha afastado investidores e atribuiu a negociação abaixo do esperado à recepção do próprio projeto. Segundo ela, “se o filme fosse uma obra-prima, teria havido uma disputa acirrada pelos direitos de exibição”.

O longa havia sido desenvolvido originalmente pela Amazon MGM Studios, mas acabou sendo deixado de lado justamente no período em que a empresa fechava um acordo bilionário com a OpenAI. Depois da saída do estúdio, a distribuidora Neon adquiriu os direitos para lançar o filme em 2026.

Dirigido por Luca Guadagnino, responsável por filmes como Rivais, Queer e Me Chame Pelo Seu Nome, Artificial recria um dos episódios mais comentados da indústria de tecnologia nos últimos anos: a demissão de Sam Altman do cargo de CEO da OpenAI, seguida por sua rápida recondução após uma forte reação de funcionários e investidores.

O papel de Altman fica com Andrew Garfield, que divide a cena com um elenco formado por Monica Barbaro como Mira Murati, Yura Borisov como Ilya Sutskever, Mark Rylance como Geoffrey Hinton e Ike Barinholtz interpretando Elon Musk. Também participam Jason Schwartzman, Zosia Mamet, Cooper Hoffman, Chris O’Dowd, Cooper Koch e Billie Lourd.

O roteiro foi escrito por Simon Rich, conhecido pelo trabalho em comédias e sátiras, enquanto a produção reúne nomes como David Heyman, produtor da franquia Harry Potter, e Jennifer Fox. As filmagens aconteceram entre julho e outubro de 2025, com locações em São Francisco e Turim, na Itália.

Misha Collins revela que retorno de Supernatural já foi discutido e fala em filme para reunir o elenco

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Supernatural terminou em 2020 depois de 15 temporadas, mas a franquia ainda pode ter espaço para uma nova história. Misha Collins, que interpretou Castiel durante boa parte da série, revelou que um possível revival ou filme já foi discutido entre os envolvidos. O ator, no entanto, não confirmou nenhum projeto em desenvolvimento.

A declaração foi dada em entrevista ao ComicBook, durante uma conversa sobre a possibilidade de voltar a interpretar Castiel. Quando perguntado sobre uma eventual 16ª temporada, Collins foi cauteloso. Para ele, uma continuação tradicional da série não chegou a ser discutida, mas outras formas de retornar ao universo dos irmãos Winchester já apareceram nas conversas.

“Quem sabe?”, respondeu o ator. Collins acrescentou que a ideia de produzir algum tipo de revival ou filme “já surgiu” entre eles e afirmou que gostaria de fazer parte de algo assim. A fala não representa um anúncio oficial da Warner Bros. Television ou de qualquer plataforma, mas confirma que o assunto não foi completamente descartado pelos atores.

O que Collins revelou sobre um possível filme?

A principal informação da entrevista é justamente a diferença entre uma 16ª temporada e um eventual projeto especial. Collins não indicou que exista uma nova temporada sendo planejada e afirmou que ele e os demais envolvidos nunca chegaram a conversar seriamente sobre uma continuação nesse formato.

O cenário muda quando o assunto é um filme ou revival. Segundo o ator, essas possibilidades já foram levantadas em conversas, embora ele não tenha apresentado detalhes sobre roteiro, produção, elenco confirmado ou previsão de lançamento.

Isso significa que, neste momento, não existe confirmação de um filme de Supernatural em produção. A declaração de Collins serve mais como um sinal de interesse do que como anúncio de um projeto.

Por que um revival faria mais sentido que uma 16ª temporada?

A série terminou depois de uma história que passou por praticamente todos os grandes elementos de sua mitologia. Sam e Dean enfrentaram demônios, anjos, monstros, entidades cósmicas e até versões alternativas de si mesmos ao longo das 15 temporadas.

Além disso, o episódio final encerrou a trajetória dos irmãos Winchester de maneira definitiva. Criar uma 16ª temporada exigiria explicar por que a história deveria continuar depois daquele ponto e encontrar uma nova estrutura para os personagens.

Um filme teria mais liberdade para trabalhar com uma única missão ou acontecimento. Também permitiria reunir parte do elenco sem necessariamente retomar a produção semanal de uma série longa.

Castiel poderia voltar?

É justamente aqui que a situação fica mais complicada.

Castiel se tornou um dos personagens centrais de Supernatural depois de sua introdução na quarta temporada. O anjo começou como uma figura ligada à missão de Dean, mas acabou construindo uma relação de amizade e lealdade com os dois irmãos.

A história do personagem também chegou a uma conclusão durante a série original. Por isso, um eventual retorno precisaria definir se a nova trama aconteceria antes do encerramento da série, em uma linha do tempo alternativa ou depois dos acontecimentos do episódio final.

Collins não revelou qual seria a solução. Sua declaração indica apenas que ele estaria disposto a voltar.

E Sam e Dean? Jared Padalecki e Jensen Ackles voltariam?

A entrevista de Collins não confirma o retorno de Jared Padalecki, intérprete de Sam Winchester, nem de Jensen Ackles, que viveu Dean.

Os dois são fundamentais para qualquer continuação que queira manter a história principal de Supernatural. A série começou justamente acompanhando os irmãos e terminou com a relação entre os dois no centro do encerramento.

Sem uma confirmação oficial dos atores, portanto, ainda não há como dizer qual formação teria um possível revival.

Como a série chegou a 15 temporadas?

Criada por Eric Kripke, Supernatural estreou em 13 de setembro de 2005 pelo The WB e depois passou para a The CW. A premissa inicial acompanhava Sam e Dean Winchester viajando pelos Estados Unidos para investigar acontecimentos sobrenaturais.

O plano original de Kripke era bem menor. O criador imaginava inicialmente uma série de três temporadas e depois ampliou a história para cinco, mas a popularidade fez a produção continuar por mais uma década.

A série terminou em 19 de novembro de 2020, com 327 episódios exibidos ao longo de 15 temporadas.

A ideia original de Supernatural era bem diferente?

Sim. Antes de Sam e Dean existirem, Eric Kripke imaginava uma produção sobre jornalistas que investigariam fenômenos sobrenaturais.

O conceito foi modificado durante o desenvolvimento até chegar aos irmãos Winchester. A mudança acabou definindo a identidade da série: em vez de uma equipe de repórteres investigando casos, o público passou a acompanhar dois irmãos que herdaram do pai uma vida dedicada à caça de criaturas sobrenaturais.

A estrutura permitia que cada episódio apresentasse um caso diferente, enquanto a história maior avançava por trás dessas investigações.

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