Dona de Mim | Resumo da novela de terça (09/09) – Leo pede ao juiz o direito de cuidar de Sofia

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No capítulo da novela Dona de Mim desta terça-feira, 09 de setembro de 2025, Samuel confessa a Ryan que não quer Sofia convivendo com ele, deixando claro o peso das incertezas em sua vida. Leo, solidário, apoia o amigo, enquanto Nina aconselha Filipa a aceitar o auxílio de Jaques. Em paralelo, Davi e Ayla concordam que Leo assuma a responsabilidade de cuidar da menina, gesto que fortalece ainda mais o vínculo entre eles. Caco, por sua vez, se aproxima de Ayla e pede uma chance de participar da vida das crianças.

Rosa compartilha com Filipa detalhes sobre o acidente de Olívia, trazendo à tona novas preocupações. Leo decide enfrentar Samuel e o questiona diretamente sobre a guarda de Sofia, enquanto Jeff demonstra apoio incondicional a Ryan. No tribunal, o juiz nega o pedido de Samuel para assumir a guarda da filha, e, diante desse desfecho, Leo toma uma decisão firme: solicita oficialmente o direito de responder pelos cuidados de Sofia, iniciando uma nova batalha judicial em meio a segredos, alianças e disputas emocionais.

O que vai rolar nos próximos capítulos de Dona de Mim?

O juiz concede a guarda provisória de Sofia a Leo, marcando uma virada decisiva na disputa pela menina. Ryan se muda com Lucas, mas não escapa das provocações de Vespa e Durval, que o interpelam constantemente. Rosa e Filipa manifestam sua insatisfação com a decisão judicial, enquanto Rosa decide doar suas ações da Boaz para Sofia, consultando Vivian antes de concretizar o gesto. Ryan, por sua vez, fica tenso ao ser parado em uma blitz policial, despertando a desconfiança de Solange.

Durval e Vespa não perdem a chance de zombar de Ryan, duvidando que ele conseguirá se livrar da dívida que tem com eles. Marlon compartilha com Alan seu sentimento de culpa pelo mau desempenho dos alunos do galpão no exame de faixa do kickboxing, e Danilo mostra um vídeo revelador de Bárbara sendo deportada dos Estados Unidos, o que mobiliza Marlon emocionalmente.

Enquanto isso, Filipa investiga com Denise e Jaques a briga entre Olívia e Abel antes do acidente, buscando respostas que ainda parecem ocultas. Sofia sente saudade de casa, e Leo faz questão de apoiá-la em cada momento. Kami, preocupada com um seguidor insistente, conversa com Ryan, que se mostra pronto para ajudá-la. Rosa, Filipa e Davi visitam Sofia na casa de Leo, fortalecendo os laços afetivos em meio à tensão judicial.

Filipa retoma sua rotina ao começar a dar aulas de teatro, e Jaques se inscreve no curso, mostrando interesse em se aproximar. Sofia inicia sua adaptação na nova escola, enquanto Nina garante a Filipa que não pretende se mudar da casa de Jaques. Kami enfrenta novas ameaças de um assediador e pede apoio a Marlon, que se mostra solidário. Ryan passa a buscar Dedé e Sofia na escola, reforçando sua presença protetora.

Em meio a revelações, Jaques descobre que Abel não podia ter filhos biológicos e percebe que foi usado por Olívia, enquanto Samuel ainda tenta reverter a situação indo à casa de Ryan para buscar Sofia. Tânia encontra a pasta com o atestado de infertilidade de Abel, mas Ricardo pede que ela deixe Jaques em paz. Ryan, mais uma vez, se envolve para proteger Kami das ações do assediador, e suas palavras sobre seu namoro com Marlon sensibilizam a jovem.

No campo social, Nina liga para Isabela, que demonstra interesse na situação de Filipa com Jaques. Kami organiza uma festa surpresa de noivado para Marlon, fortalecendo seus laços afetivos, enquanto Bárbara retorna ao galpão e se depara com Marlon e Kami, reacendendo antigas tensões e preparando o terreno para novos conflitos.

Netflix divulga trailer eletrizante de Good News, novo suspense sul-coreano

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O universo cinematográfico sul-coreano continua a se consolidar como referência mundial em suspense e ação, e o lançamento do trailer de Good News, divulgado pela Netflix no domingo, 7 de setembro, prova exatamente isso. A prévia, que você pode conferir logo abaixo, deixou os fãs em clima de tensão, mostrando que o filme promete ser uma experiência eletrizante, combinando drama, ação e suspense político ambientado nos anos 1970.

Dirigido e coescrito por Byun Sung-hyun, responsável pelo sucesso Kill Boksoon, o filme mergulha em um sequestro aéreo que desafia não apenas a habilidade dos personagens, mas também a diplomacia internacional da época. A produção traz um elenco estrelado, com Sul Kyung-gu (Memórias de um Assassino, Doce de Menta), Hong Kyung (Classe dos Heróis Fracos) e Ryu Seung-beom (Novo Mundo, Mau Negócio), que prometem performances intensas e carregadas de emoção.

Um sequestro que desafia a história

O enredo se passa em 1970, quando um avião sul-coreano, pouco depois de decolar do Aeroporto de Haneda, em Tóquio, com destino a Itazuke, é tomado por sequestradores ligados à Facção do Exército Vermelho. Armados e determinados, os invasores exigem que a aeronave siga para Pyongyang. A situação, no entanto, rapidamente se complica, pois os países envolvidos não estavam preparados para lidar com uma emergência desse tipo.

É nesse cenário crítico que entra Nobody (Ninguém), uma figura misteriosa que atua nos bastidores, mas cujas decisões têm impacto direto sobre a operação de resgate. Ele recruta Seo Go-myung, um jovem e habilidoso tenente da Força Aérea, para ajudá-lo a negociar e agir em meio a uma situação de risco extremo. A tensão cresce a cada cena, com o público sendo levado a acompanhar cada decisão estratégica, cada negociação e cada risco enfrentado pelos personagens.

Elenco de destaque

Sul Kyung-gu, como Nobody, assume um papel central, interpretando um personagem que combina discrição e eficiência, quase invisível, mas decisivo em todos os momentos (Memórias de um Assassino, Doce de Menta). Hong Kyung, por sua vez, traz energia e sensibilidade ao papel do tenente Seo Go-myung, mostrando tanto sua habilidade estratégica quanto seu lado humano diante do perigo (Classe dos Heróis Fracos).

Ryu Seung-beom interpreta Park Sang-hyeon, diretor da inteligência coreana, um personagem complexo que atua como elo entre a ação militar e a inteligência secreta, adicionando camadas de tensão à narrativa (Novo Mundo, Mau Negócio). O elenco conta ainda com atores japoneses renomados, como Yamada Takayuki e Shiina Kippei, e com o veterano Kim Seung-o, reforçando o caráter internacional da trama e destacando a colaboração entre países que tentam evitar um desastre maior.

Direção e narrativa

Byun Sung-hyun não é apenas diretor, mas também roteirista de Good News. Ele é conhecido por construir narrativas intensas, com personagens complexos e dilemas morais profundos. No filme, ele mantém o equilíbrio entre ação, suspense e drama humano, mostrando que o risco não afeta apenas a vida dos passageiros, mas também a consciência e as escolhas daqueles que tentam salvá-los.

Ambientar a história nos anos 1970 permite que o diretor explore não só os desafios técnicos de um sequestro aéreo, mas também a tensão política entre Coreia do Sul, Japão e Coreia do Norte. A abordagem histórica enriquece a narrativa, mostrando como decisões estratégicas e negociações podem ter consequências imprevisíveis em nível internacional.

Produção e cenários

A produção do filme começou em setembro de 2024 e se estendeu até fevereiro de 2025. Locações e cenários foram cuidadosamente planejados para garantir autenticidade histórica. O Aeroporto Internacional de Gimpo, em Seul, foi transformado para se parecer com o Aeroporto Internacional de Pyongyang, criando um ambiente realista para as cenas de tensão envolvendo a aeronave.

A direção de fotografia aposta em cores sóbrias e iluminação dramática, reforçando a atmosfera de perigo e urgência. A edição e o design de som intensificam o suspense: o ruído constante de aviões, comunicações militares e alarmes mantém o espectador imerso na ação, aumentando a sensação de que cada decisão pode ser decisiva para a sobrevivência dos personagens.

Inspirado em fatos reais

Embora seja uma obra de ficção, Good News se inspira em um sequestro aéreo real ocorrido em março de 1970, envolvendo um avião de passageiros japonês. Ao dramatizar o episódio histórico, o filme consegue equilibrar fidelidade aos fatos com elementos cinematográficos que aumentam a tensão e o impacto emocional. A narrativa explora o que estava em jogo: vidas humanas, estabilidade política e decisões éticas sob pressão extrema.

Essa abordagem permite que o público não apenas acompanhe um thriller de ação, mas também compreenda a complexidade das relações internacionais da época e os dilemas morais enfrentados por agentes, militares e civis em situações de risco.

Estreia e exibição

O longa-metragem teve sua estreia mundial na seção Apresentações Especiais do Festival Internacional de Cinema de Toronto, em 5 de setembro de 2025. O filme recebeu elogios da crítica por sua tensão crescente, atuações consistentes e fidelidade histórica, além de ter sido destacado como uma produção de suspense envolvente e internacionalmente relevante.

O lançamento global na Netflix está marcado para 17 de outubro de 2025, permitindo que espectadores de todos os cantos do mundo acompanhem a história simultaneamente. A plataforma tem sido fundamental na difusão do cinema sul-coreano, oferecendo visibilidade para produções que, de outra forma, poderiam ter circulação limitada.

Invocação do Mal 4 – O Último Ritual quebra recordes e encerra a franquia com força

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A franquia “Invocação do Mal”, que conquistou fãs de terror desde 2013, chega ao que promete ser seu capítulo final com “Invocação do Mal 4: O Último Ritual”, e o impacto foi imediato. Mais do que sustos, o filme alcançou números históricos de bilheteria e reafirmou o poder da saga no gênero de terror. Com uma história envolvente, personagens carismáticos e momentos de tensão sobrenatural, o longa traz de volta Ed e Lorraine Warren, interpretados por Patrick Wilson e Vera Farmiga, em uma narrativa que combina horror e drama familiar.

O sucesso de “O Último Ritual” começou nos Estados Unidos, onde arrecadou US$ 83 milhões no primeiro fim de semana, tornando-se a maior estreia da franquia e o maior lançamento de terror de 2025. Este resultado também posiciona o filme como a terceira maior abertura de todos os tempos para filmes de terror, atrás apenas de “It” (2017) e “It: Capítulo 2” (2019).

No cenário internacional, o desempenho foi ainda mais impressionante. Com US$ 187 milhões arrecadados mundialmente, o longa superou a estreia internacional de “It: Capítulo 2” (US$ 185 milhões) e se tornou a segunda maior abertura da história para um filme de terror. Estes números consolidam a Warner Bros. como o primeiro estúdio da história a registrar sete lançamentos consecutivos com bilheteria superior a US$ 40 milhões nos EUA, provando a força contínua do universo The Conjuring.

Uma história de terror e emoção

A trama de “O Último Ritual” gira em torno de um objeto amaldiçoado: um espelho antigo que desencadeia eventos paranormais devastadores. O filme abre em 1964, quando Lorraine Warren, grávida, entra em contato com o espelho e tem uma visão de uma entidade maligna. O episódio traumático quase destrói a família, mas também estabelece a tensão emocional que atravessa toda a narrativa.

Anos depois, a família Smurl se muda para uma casa na Pensilvânia, trazendo o espelho com eles. Fenômenos inexplicáveis começam a ocorrer, afetando a vida de Jack e Janet Smurl e de suas quatro filhas. Ao mesmo tempo, Judy, filha de Lorraine e Ed, agora adulta, começa a manifestar habilidades psíquicas que a colocam no centro do conflito sobrenatural, alertando sobre ameaças que desafiam sua segurança e a da família Smurl.

O retorno de Ed e Lorraine Warren

Após anos dedicados às investigações paranormais, Ed e Lorraine estavam aposentados, mas os eventos envolvendo os Smurl os obrigam a retornar à ação. O filme explora o desgaste físico e emocional de Ed, cuja condição cardíaca limita suas ações, e destaca o vínculo profundo entre os dois investigadores.

Patrick Wilson e Vera Farmiga entregam performances carregadas de emoção, equilibrando momentos de terror intenso com cenas de afeto e proteção familiar. Essa dualidade fortalece a narrativa, mostrando que mesmo diante de forças sobrenaturais extremas, a coragem, a fé e o amor familiar permanecem como pilares.

Terror psicológico e efeitos impressionantes

Diferente de muitos filmes de terror que apostam apenas em sustos repentinos, “O Último Ritual” constrói o medo de maneira gradual. O espelho amaldiçoado, aliado à presença da boneca Annabelle, conecta o longa aos outros filmes do universo Conjuring, enquanto o terror psicológico se intensifica com possessões, visões e ataques das entidades.

As sequências de exorcismo são conduzidas com maestria, combinando efeitos visuais, iluminação estratégica e trilha sonora para criar momentos de tensão intensa. O diretor Michael Chaves consegue equilibrar ação sobrenatural com desenvolvimento emocional, garantindo que cada ameaça seja sentida de forma real pelo público.

Personagens humanos em meio ao sobrenatural

Um dos grandes méritos do filme é a construção de personagens profundos. Judy demonstra coragem, vulnerabilidade e maturidade emocional, enfrentando forças que desafiam sua sanidade. Os Smurls, por sua vez, representam famílias comuns confrontadas com fenômenos inexplicáveis, tornando o terror palpável e próximo da realidade.

Essa combinação de horror sobrenatural com drama familiar intensifica o impacto do filme, permitindo que o público se conecte emocionalmente com cada personagem.

Conexão com o universo The Conjuring

“O Último Ritual” integra elementos e personagens de filmes anteriores da franquia. Aparições de figuras como Carolyn Perron, Janet Hodgson e David Glatzel reforçam a continuidade do universo Conjuring, criando uma sensação de coesão narrativa e recompensando fãs de longa data. Essas conexões também proporcionam um fechamento satisfatório para histórias paralelas iniciadas em filmes anteriores.

Críticas e recepção do público

Apesar de críticas mistas, a resposta do público tem sido extremamente positiva. Alguns críticos apontaram previsibilidade em certos momentos do enredo, mas a maioria elogiou a construção da tensão, a profundidade dos personagens e as performances de Patrick Wilson e Vera Farmiga. A bilheteria recorde comprova que o filme atingiu seu público de forma impactante, mesmo com opiniões críticas divergentes.

Cenografia, direção e ambientação

A ambientação é um dos pontos altos da produção. A recriação da Pensilvânia das décadas passadas, o detalhamento da casa dos Smurl e os efeitos aplicados ao espelho amaldiçoado contribuem para uma experiência visual intensa. A direção de Michael Chaves combina elementos visuais, sonoros e narrativos para manter o suspense, garantindo que cada cena tenha impacto emocional e terror psicológico.

Um desfecho emocionante

O clímax do filme é uma sequência de alta tensão que combina suspense, ação sobrenatural e drama familiar. Judy é diretamente ameaçada pelo espelho, enquanto Ed e Lorraine unem forças para salvar a jovem e a família Smurl. O exorcismo final culmina na destruição do espelho, encerrando a ameaça sobrenatural e oferecendo um desfecho satisfatório para todos os envolvidos.

O filme termina com o casamento de Judy e Tony, representando esperança e renascimento após a provação. A presença de personagens de outros filmes do universo Conjuring reforça o legado da franquia, deixando o público com uma sensação de encerramento completo.

Impacto cultural e legado

Com US$ 187 milhões em bilheteria mundial, “Invocação do Mal 4: O Último Ritual” não apenas conclui uma das franquias de terror mais importantes da última década, mas também estabelece um padrão para filmes de terror baseados em casos reais. O equilíbrio entre horror sobrenatural e drama familiar continua sendo o diferencial da saga, atraindo tanto fãs antigos quanto novos espectadores.

Domingo Maior (07/09) exibe o filme Ali – A vida e a luta de um ícone do boxe

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 7 de setembro, o Domingo Maior, da TV Globo, apresenta o aclamado drama biográfico Ali (2001), dirigido por Michael Mann. O filme mergulha na trajetória de Cassius Clay, que mais tarde se tornaria Muhammad Ali, uma das figuras mais emblemáticas não apenas do esporte, mas da cultura mundial. Com uma narrativa envolvente e um elenco de peso, o longa vai além dos ringues, mostrando a complexidade de um homem que se destacou pelo talento, carisma e coragem.

Desde jovem, Cassius Clay chamou atenção por sua habilidade natural no boxe, mas o que o diferenciava era sua inteligência, personalidade marcante e eloquência. O filme acompanha sua ascensão nos anos 60, período conturbado nos Estados Unidos, mostrando como suas vitórias dentro do ringue se entrelaçavam com acontecimentos sociais e políticos da época. O longa revela não apenas suas conquistas esportivas, mas também sua capacidade de influenciar e inspirar, transformando cada luta em um evento muito maior do que apenas uma disputa atlética.

A narrativa também destaca sua conversão ao islamismo e a mudança de nome para Muhammad Ali, um momento decisivo que refletiu amadurecimento pessoal e posicionamento político. Sua recusa em lutar na Guerra do Vietnã é um dos pontos centrais da trama, retratando Ali como um homem disposto a enfrentar consequências severas para se manter fiel a seus princípios. O filme mostra como essa postura o transformou em símbolo de resistência e provocou um impacto profundo na sociedade e na percepção pública sobre justiça e liberdade.

Foto: Reprodução/ Internet

Um roteiro detalhado e envolvente

O roteiro original, assinado por Stephen J. Rivele e Christopher Wilkinson, contava com mais de 200 páginas e narrava a vida de Ali desde a infância até o ano 2000. Entretanto, para criar uma experiência cinematográfica mais direta e emocionante, o diretor Michael Mann, junto com Eric Roth, revisou o material e condensou os acontecimentos mais importantes. O resultado é um filme que equilibra ação, drama e momentos íntimos, permitindo que o público compreenda a dimensão humana de Ali e sua trajetória repleta de desafios e conquistas.

Elenco de destaque

Will Smith assume o papel principal de Muhammad Ali e entrega uma interpretação marcante, conseguindo transmitir a confiança, a força e o carisma que tornaram Ali um ícone. Sua preparação física intensa e dedicação à personagem renderam-lhe elogios da crítica e indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro, consolidando-o como referência em filmes biográficos esportivos.

O longa também conta com um elenco de apoio talentoso. Jamie Foxx interpreta Drew “Bundini” Brown, assistente e amigo próximo de Ali, destacando a relação de cumplicidade e confiança entre os dois. Jon Voight interpreta o jornalista Howard Cosell, cuja relação com Ali é marcada por amizade e tensão. Outros nomes importantes incluem Mario Van Peebles, como Malcolm X, evidenciando a influência política e social na vida de Ali; Ron Silver, como Angelo Dundee, treinador que ajudou Ali a alcançar o auge de sua carreira; e Jeffrey Wright, interpretando Howard Bingham, fotógrafo e amigo fiel. O filme também apresenta figuras importantes da vida pessoal de Ali, como Jada Pinkett Smith, Nona Gaye e Michael Michele, oferecendo uma visão completa de sua trajetória dentro e fora dos ringues.

Momentos que definiram a carreira de Ali

O filme não se limita a mostrar as vitórias históricas de Ali, como contra Sonny Liston ou George Foreman em “The Rumble in the Jungle”. Ele também aborda momentos de tensão política e pessoal, como a suspensão do lutador pelo boxe americano devido à recusa em servir no Exército durante a Guerra do Vietnã. Essas cenas destacam a coragem de Ali em enfrentar as consequências de suas decisões, mostrando que sua grandeza ia muito além do esporte.

Além disso, o longa explora a relação de Ali com a mídia e a sociedade, evidenciando sua habilidade de transformar entrevistas e aparições públicas em eventos memoráveis. Seu carisma natural, combinado com retórica afiada, o tornou não apenas um atleta de sucesso, mas um símbolo cultural capaz de influenciar gerações.

Reconhecimento e premiações

Ali foi amplamente reconhecido pela crítica e pela indústria cinematográfica. Nos Oscar 2002, o filme recebeu indicações de Melhor Ator (Will Smith) e Melhor Ator Coadjuvante (Jon Voight). No Globo de Ouro, também em 2002, Will Smith concorreu ao prêmio de Melhor Ator em Drama, enquanto Voight foi indicado a Melhor Ator Coadjuvante, e a trilha sonora recebeu destaque. O longa também venceu o MTV Movie Award de Melhor Ator, premiando a performance envolvente e intensa de Smith.

Direção e estilo visual

Michael Mann trouxe ao filme um estilo visual marcante, combinando cores vibrantes, iluminação expressiva e ritmo dinâmico. Ele equilibra cenas de ação nos ringues com momentos íntimos da vida pessoal de Ali, proporcionando uma narrativa que conecta a energia das lutas à complexidade do homem por trás do ícone. A cinematografia do filme se destaca pelo uso de câmera lenta e enquadramentos que ressaltam a força, agilidade e presença magnética de Ali, criando imagens memoráveis que reforçam sua lenda.

Um retrato humano e inspirador

O filme evidencia como Ali utilizou sua fama para impactar o mundo, influenciando debates sobre direitos civis, liberdade religiosa e justiça social. Essa abordagem humanizada permite que o público compreenda Ali não apenas como atleta, mas como figura histórica e cultural, cuja trajetória transcende gerações.

Onde assistir?

Além da exibição no Domingo Maior, na TV Globo, o filme também está disponível em plataformas de VOD. No Prime Video, por exemplo, é possível alugar o longa a partir de R$ 11,90, garantindo acesso imediato para assistir no conforto de casa, no computador, celular ou smart TV.

James Gunn compartilha novos detalhes do filme Superman – Man of Tomorrow

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Foto: Reprodução/ Internet

O futuro do universo cinematográfico da DC começa a se desenhar com clareza. Desde que James Gunn assumiu a tarefa de reestruturar a franquia ao lado do produtor Peter Safran, cada anúncio e cada lançamento têm sido acompanhados de perto por fãs e críticos. A missão vai além de revitalizar personagens icônicos: é reconquistar a confiança de um público que viveu altos e baixos com o antigo DCEU. O primeiro grande marco dessa fase foi Superman (2025), filme que trouxe uma versão jovem, vulnerável e inspiradora do herói. O sucesso abriu caminho para Man of Tomorrow, previsto para 2027, e já cercado de expectativa.

Nas redes sociais, Gunn destacou a conexão entre Man of Tomorrow e a segunda temporada de Pacificador. Ele reforçou que cada produção pode ser apreciada isoladamente, mas admitiu que há um elo narrativo entre os dois projetos. O contraste entre os universos chama atenção: enquanto Superman lida com dilemas morais e políticos, Pacificador explora humor ácido, crítica social e violência. Integrar essas tonalidades tão distintas é um movimento ousado que pode definir a identidade do novo DCU.

A base do novo capítulo

O lançamento de Superman marcou o início do “Capítulo 1: Deuses e Monstros”, a etapa que reinicia totalmente o universo DC nos cinemas. Escrito e dirigido por Gunn, o filme trouxe David Corenswet como Clark Kent, Rachel Brosnahan como Lois Lane e Nicholas Hoult no papel de Lex Luthor. Inspirado em All-Star Superman, o longa apresentou um herói ainda em formação, lidando com responsabilidades que vão além de seus poderes.

A trama mistura política internacional, manipulação midiática e a ameaça de Ultraman, um clone usado para incriminar o protagonista. Lex Luthor surge como cérebro da crise, explorando ciência e desinformação para seus fins. No desfecho, o Homem de Aço recupera sua imagem, reafirma sua conexão com a humanidade e consolida seu papel como símbolo de esperança.

Críticos destacaram a abordagem leve e sincera, que combina ação com temas atuais como fake news e jogos de poder. Corenswet recebeu elogios por equilibrar inocência e firmeza, Brosnahan foi reconhecida por dar à Lois Lane um protagonismo além do romance, e Hoult impressionou ao transformar Luthor em uma presença ameaçadora e carismática.

O que podemos esperar de Man of Tomorrow?

Se o primeiro filme apresentou o herói a um novo público, o novo longa-metragem tem a missão de consolidá-lo como líder de um universo em expansão. O título, clássico nos quadrinhos, indica que a história explorará legado, responsabilidades e desafios futuros.

Gunn tem sido discreto sobre detalhes, mas pistas já alimentam teorias. Questionado sobre o papel de Lois Lane, respondeu apenas: “Ela é importante”, sinalizando que a personagem terá relevância central, possivelmente conectando Clark às decisões políticas e sociais que surgirão.

O anúncio do filme veio acompanhado de artes oficiais de Jim Lee, Jorge Jimenez e Mitch Gerards. As ilustrações destacam a relação ambígua entre Superman e Luthor: em algumas, os dois aparecem lado a lado; em outras, em confronto direto. A armadura de Luthor sugere que o vilão terá uma presença mais física e ameaçadora, diferente de sua atuação nos bastidores.

Elenco e personagens

O núcleo principal retorna, mantendo a química que agradou em 2025. Além de Corenswet e Brosnahan, Nicholas Hoult volta como Luthor, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen e Wendell Pierce como Perry White. A manutenção desses personagens reforça que a narrativa não se restringe a superpoderes, mas explora jornalismo, ética e a busca pela verdade em um mundo polarizado. Clark Kent continua sendo mais que Superman: é repórter, observador do mundo e participante ativo das questões sociais. Essa dualidade é um dos diferenciais que o destacam dentro do gênero de heróis.

A ponte com Pacificador

Enquanto Superman abordou reputação e aceitação, Man of Tomorrow foca em liderança e alianças, cenário em que Pacificador terá ligação direta. A série de John Cena mostrou um anti-herói cínico e contraditório; na segunda temporada, eventos do longa do Superman devem dialogar com a visão de justiça de Christopher Smith. Essa interação oferece ao público diferentes perspectivas sobre heroísmo: uma baseada na esperança e no altruísmo, outra marcada por violência e pragmatismo. A estratégia de Gunn amplia o leque de experiências dentro do DCU, equilibrando personagens idealizados e figuras mais humanas e controversas.

The Hunt for Gollum | Orlando Bloom fala sobre Legolas e comenta os próximos passos da franquia O Senhor dos Anéis

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Poucos personagens na história do cinema carregam tanto carisma e impacto cultural quanto Legolas, o elfo ágil e enigmático das trilogias O Senhor dos Anéis e O Hobbit. Interpretado por Orlando Bloom, ele se tornou símbolo de lealdade, coragem e destreza, marcando gerações que acompanharam a saga criada por J. R. R. Tolkien e levada às telas por Peter Jackson. Agora, mais de duas décadas após sua estreia como o príncipe élfico, Bloom voltou a falar sobre o personagem e sobre os novos rumos da franquia. Em entrevista ao programa americano Today, o ator compartilhou sentimentos de gratidão e um pouco de incerteza em relação ao futuro.

“Não ouvi nada sobre, na verdade”, disse, quando questionado se faria parte de The Hunt for Gollum, próximo filme em desenvolvimento. “Não sei. Sei que o foco é no Gollum, então tudo é possível. E eu voltei para O Hobbit. É um papel tão incrível. Sou tão grato de ter feito parte daqueles filmes, mas não ouvi nada sobre.” Apesar de descartar um convite imediato, Bloom deixou escapar a dimensão emocional de sua ligação com Legolas: “Olha, eu odiaria ver qualquer outra pessoa interpretando o Legolas, sabe? O que eles vão fazer? Colocar outro no lugar como o Legolas? Se bem que, com I.A. hoje em dia, tudo é possível.”

O ator e o personagem

Orlando Bloom era praticamente um desconhecido quando foi escalado para viver Legolas em A Sociedade do Anel (2001). Tinha apenas 24 anos e poucas experiências de destaque no cinema. Mesmo assim, Peter Jackson enxergou nele a combinação de leveza, disciplina física e magnetismo que o papel exigia — e a escolha se revelou certeira. Com seus longos cabelos loiros, olhar penetrante e postura quase etérea, Bloom deu vida a um Legolas que extrapolou as páginas de Tolkien. O personagem ganhou cenas memoráveis: a amizade improvável com Gimli, as batalhas em que se destacava pela agilidade sobre-humana, e até os momentos silenciosos de contemplação, sempre carregados de nobreza.

Nos três filmes da trilogia, Legolas se tornou ícone pop. Cartazes, bonecos, jogos e milhares de fanarts ajudaram a eternizar a figura do elfo. Mais tarde, mesmo sem papel central nos livros de O Hobbit, a popularidade de Legolas levou Peter Jackson a trazê-lo de volta, ampliando sua presença na adaptação. Entre 2012 e 2014, Bloom revisitou o personagem, agora já consolidado como astro mundial. Essa simbiose entre ator e personagem explica o cuidado de Bloom ao falar sobre a possibilidade de outro intérprete assumir o arco e as flechas de Legolas. Para milhões de fãs, ele não apenas representou o herói élfico; ele se tornou o próprio Legolas.

O novo capítulo da franquia

Enquanto os fãs especulam sobre possíveis retornos, a franquia segue seu caminho. O novo filme, intitulado Lord of the Rings: The Hunt for Gollum, está em desenvolvimento com Andy Serkis à frente da direção e também no papel principal. Serkis, responsável por transformar Gollum em um dos personagens mais fascinantes do cinema com sua performance em captura de movimento, agora assume também o desafio criativo de dirigir. O roteiro será escrito por Fran Walsh e Philippa Boyens, parceiras de longa data de Peter Jackson, que volta como produtor.

O projeto promete mergulhar mais fundo na vida e obsessões de Gollum, figura essencial na trama do Um Anel. Ainda não há detalhes oficiais sobre o enredo, mas a presença de nomes como Ian McKellen (Gandalf) e Elijah Wood (Frodo) já foi mencionada em bastidores, alimentando ainda mais a expectativa dos fãs. Legolas, por enquanto, parece fora dessa equação. Mas a própria fala de Bloom — “tudo é possível” — mantém viva a centelha da dúvida.

O impacto da tecnologia e o papel da I.A.

Um dos pontos mais curiosos da entrevista foi a menção de Bloom à inteligência artificial. Ao comentar a hipótese de outro ator viver Legolas, ele refletiu sobre o avanço das tecnologias capazes de recriar digitalmente rostos, vozes e performances. “Com I.A. hoje em dia, tudo é possível”, disse. A frase foi interpretada de diferentes formas: alguns a viram como uma crítica velada à substituição de atores reais por recursos digitais; outros entenderam como uma aceitação resignada de que o futuro do cinema pode caminhar nesse sentido.

De qualquer forma, o comentário ecoa um debate atual em Hollywood. Sindicatos de atores e roteiristas vêm discutindo limites éticos para o uso da inteligência artificial, especialmente em franquias de longa duração, nas quais a nostalgia pesa. Bloom, ao evocar essa questão, deu voz a uma preocupação compartilhada por colegas e fãs: até que ponto personagens podem ser “ressuscitados” ou “rejuvenescidos” sem perder a alma?

A herança da trilogia original

Para entender o peso dessas discussões, é fundamental recordar o tamanho da conquista da trilogia O Senhor dos Anéis. Entre 2001 e 2003, Peter Jackson entregou uma das adaptações mais ambiciosas da história do cinema. Filmada inteiramente na Nova Zelândia, com um orçamento de cerca de 280 milhões de dólares, a saga faturou quase 3 bilhões nas bilheteiras mundiais e conquistou 17 estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme para O Retorno do Rei. A façanha a colocou como a franquia cinematográfica mais premiada da história e introduziu um padrão inédito para o gênero da fantasia épica.

Personagens complexos, dilemas morais, efeitos especiais inovadores e cenários deslumbrantes se uniram em uma obra que emocionou e inspirou gerações. Legolas, embora não fosse o protagonista, tornou-se peça central desse imaginário coletivo, especialmente por sua representação da lealdade e pela amizade com Gimli, que trouxe humor e humanidade para uma história marcada por guerras e sacrifícios.

O futuro da Terra-média

Além do novo filme, o universo de Tolkien segue expandindo em outras frentes. A série Os Anéis de Poder, lançada pela Amazon, mergulhou na Segunda Era da Terra-média, explorando personagens e eventos que antecedem em milhares de anos a saga do Um Anel. Embora tenha dividido opiniões, o projeto confirma o apetite do público por novas histórias ambientadas nesse mundo e reforça que a Terra-média ainda tem muito a oferecer.

The Town 2025 continua hoje (07) em Interlagos com Green Day, Pitty e Bruce Dickinson

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Foto: Mariano Regidor/Redferns

O The Town 2025, segunda edição do festival brasileiro, segue hoje, domingo, 7 de setembro, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), prometendo um dia repleto de música, energia e experiências únicas para os fãs. Com cinco dias de programação nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro, o evento reúne artistas consagrados do rock, pop, hip-hop e música eletrônica, além de novos talentos nacionais e internacionais. Entre os destaques do dia estão Green Day, Pitty, Bruce Dickinson, Capital Inicial, Iggy Pop, Kamasi Washington e muitos outros.

O festival vem se consolidando como um dos principais eventos de música ao vivo do país, combinando shows, interatividade e cultura, e atraindo público de todas as regiões. A diversidade de gêneros e atrações é um dos pontos fortes do The Town, que busca oferecer experiências completas aos participantes, incluindo espaços gastronômicos, áreas de descanso e infraestrutura para facilitar o deslocamento entre os palcos.

Onde e como acompanhar

Os fãs que não puderem estar presentes em Interlagos poderão acompanhar as apresentações pela TV por assinatura e plataformas de streaming. No Multishow, a cobertura será focada nos palcos principais, Skyline e The One, enquanto o Canal Bis ficará responsável por transmitir as atrações do Palco Factory e do Palco Quebrada.

Para quem é assinante do Globoplay Premium, todas as transmissões estarão disponíveis na plataforma, permitindo acompanhar o festival de forma completa e simultânea. Já os não assinantes poderão conferir os shows de maneira alternada, com trechos selecionados e destaques das principais apresentações.

Programação completa por palco – 7 de setembro

O Palco Skyline recebe hoje algumas das principais atrações internacionais e nacionais do festival, com Capital Inicial às 15h50, Bruce Dickinson às 18h10, Bad Religion às 20h30 e o aguardado Green Day às 23h15.

No Palco The One, o público acompanha Supla & Inocentes às 14h40, CPM 22 às 17h00, Pitty às 19h20 e Iggy Pop às 21h55, trazendo clássicos do rock nacional e internacional.

O Palco Factory concentra apresentações alternativas e talentos emergentes, como The Mönic convida Raidol às 13h00, Ready to be Hated às 14h45, Karina Buhr às 17h05 e Tihuana às 19h25, promovendo diversidade sonora e energia no público.

No Palco Quebrada, a programação inclui batalhas e grupos independentes, começando com Batalha da Aldeia: Superliga The Town às 15h55, Punho de Mahin & MC Taya às 18h15 e Black Pantera às 20h35, reforçando o espaço para a música urbana e cultural local.

O Palco São Paulo Square traz experiências orquestrais e jazzísticas, com São Paulo Square Big Band às 14h00, SP Square Big Band com Clariana às 17h10, Orquestra Mundana Refugi às 19h30 e Kamasi Washington às 22h05, combinando música instrumental e grandes arranjos ao vivo.

Para os fãs de música eletrônica, a festa segue no The Tower, com Cat Dealers às 01h05, encerrando a programação noturna com muita energia e pista animada.

História e relevância do evento

O The Town nasceu em 2023, com a proposta de unir grandes artistas nacionais e internacionais em um único festival, e rapidamente conquistou destaque no calendário musical brasileiro. Após o sucesso da primeira edição, os organizadores confirmaram a segunda edição, reforçando o compromisso de criar um festival que seja referência em diversidade de gêneros, infraestrutura e experiência do público.

Durante os últimos dias do Rock in Rio 2023, a vice-presidente do festival, Roberta Medina, anunciou oficialmente as datas de 2025. Desde 20 de fevereiro, os ingressos foram disponibilizados e se tornaram rapidamente itens disputados pelos fãs, demonstrando a grande expectativa em torno do evento.

Dicas para aproveitar o festival

Com múltiplos palcos e atrações acontecendo ao mesmo tempo, a principal recomendação para os participantes é planejar a agenda do dia com antecedência. É importante chegar cedo para conferir os shows favoritos, usar o mapa oficial do Autódromo para se orientar e aproveitar as áreas de descanso e alimentação disponíveis no local.

Além disso, é fundamental se hidratar e estar atento aos horários das apresentações, já que alguns shows acontecem de forma simultânea em diferentes palcos. O The Town 2025 é uma oportunidade de vivenciar música de alta qualidade, interagir com fãs de diferentes estilos e acompanhar artistas consagrados e novas promessas do cenário musical.

Pacificador | Saiba a data de estreia do 4º episódio da 2ª temporada na HBO Max

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Na próxima quinta-feira, 11 de setembro, às 22h, a HBO Max apresenta “Need I Say Door”, quarto episódio da segunda temporada de Pacificador, série que conquistou fãs ao transformar o controverso mercenário Chris Smith, interpretado por John Cena, em um anti-herói complexo e carismático. A produção retorna com uma combinação única de ação, comédia e drama, aprofundando a jornada do protagonista e ampliando o universo da DC Comics para além dos filmes.

Segunda temporada amplia os horizontes do DC Universe

A segunda temporada estreou em 21 de agosto de 2025 e terá episódios lançados semanalmente até 9 de outubro. Diferentemente da primeira temporada, que funcionava como spin-off de O Esquadrão Suicida (2021), a nova fase se conecta diretamente ao DC Universe (DCU), a reinicialização oficial do antigo DCEU.

A narrativa acompanha Chris após os eventos de Superman (2025), mostrando como suas escolhas repercutem em sua vida pessoal e profissional. Entre sequências explosivas e diálogos irreverentes, a série aborda temas como moralidade, responsabilidade e redenção, sem perder o humor ácido que se tornou marca registrada do personagem.

O anti-herói em constante evolução

Chris Smith mantém seu perfil complexo, oscilando entre a impulsividade de um mercenário chauvinista e momentos de vulnerabilidade emocional. A segunda temporada explora seu lado humano, investigando as consequências de suas decisões sobre a equipe e sua família. A trama equilibra cenas de ação intensas com momentos de introspecção, permitindo ao público entender o que move o personagem além de sua fachada violenta e cômica.

Enquanto a primeira temporada focou nas repercussões de suas missões e em seu cotidiano caótico, esta nova fase mostra Chris enfrentando novas ameaças, formando alianças inesperadas e lidando com conflitos que desafiam não apenas suas habilidades físicas, mas também sua consciência moral.

Elenco diversificado entre veteranos e novidades

O elenco da segunda temporada mantém veteranos do primeiro ciclo, ao mesmo tempo em que introduz novos personagens que enriquecem a narrativa. John Cena retorna como Peacemaker, equilibrando presença física e timing cômico.

Ao lado de John Cena, o elenco da segunda temporada reúne talentos consagrados e novas adições que fortalecem a narrativa. Danielle Brooks, conhecida por Orange Is the New Black e The Color Purple na Broadway, traz intensidade dramática; Freddie Stroma, de Harry Potter e o Enigma do Príncipe e Unreal, adiciona charme e versatilidade; Jennifer Holland (O Esquadrão Suicida, Titans) equilibra ação e presença cênica; Steve Agee (Guardiões da Galáxia Vol. 2, GLOW) reforça o timing cômico; Robert Patrick (O Exterminador do Futuro 2, The X-Files) imprime autoridade; Frank Grillo (Capitão América: O Soldado Invernal, The Purge: Anarchy) combina intensidade física e carisma; Sol Rodríguez (Vikki RPM, La Piloto) acrescenta frescor; David Denman (The Office, Watchmen) oferece versatilidade dramática; Tim Meadows (Saturday Night Live, Mean Girls) garante o humor inteligente; e Michael Rooker (Guardiões da Galáxia, The Walking Dead) entrega presença marcante e imprevisível.

Entre as novidades, destacam-se Masa Yamaguchi (Hawaii Five-0, The Man in the High Castle, Lost in Space), que interpreta o comandante japonês Tetsuo Harada, trazendo disciplina e mistério ao enredo, e Lauren Grimson (Stranger Things, The Umbrella Academy, The Resident), como Hazel, cuja presença adiciona camadas de humor e emoção. O elenco de apoio, composto por nomes como Denny Bernard (Arrow, The Flash, Legends of Tomorrow), Laura Brogan Browne (Shameless, Chicago Med, Riverdale) e Aswan Reid (Power Book II: Ghost, FBI: Most Wanted, Bosch), contribui para a diversidade e complexidade das interações.

Produção: desafios e dedicação nos bastidores

A produção da segunda temporada enfrentou obstáculos antes de se concretizar. Inicialmente encomendada em fevereiro de 2022, as filmagens previstas para 2023 foram adiadas devido à reorganização da DC Studios após a nomeação de James Gunn como co-CEO e à prioridade dada à série Waller.

As gravações começaram em março de 2024, parcialmente sincronizadas com cenas de Superman, no Trilith Studios, em Atlanta, e se estenderam até novembro de 2024. Equipes de fotografia, arte e figurino trabalharam para manter a estética da série, combinando ação, suspense e humor de forma consistente. A direção de fotografia foi assinada por Mark Wareham, enquanto Esther Rosenberg liderou o design de produção e Meiko Wong a direção de arte.

Roteiro e identidade criativa o diretor

James Gunn, responsável pela primeira temporada, retorna como showrunner e roteirista de todos os episódios. Sua assinatura criativa é evidente na combinação de humor ácido, sequências de ação coreografadas e momentos de introspecção, oferecendo uma narrativa equilibrada entre comédia, drama e aventura.

A segunda temporada conecta-se de maneira sutil aos eventos de Superman (2025), mantendo a irreverência do protagonista e expandindo o universo da DC com novos aliados, inimigos e desafios. Gunn garante que a série continue sendo um híbrido singular de entretenimento e reflexão, preservando a essência que conquistou fãs e crítica na primeira temporada.

Terra da Padroeira (07/09) visita Roberta Miranda e recebe Marcelo Costa, Jayne, Maurício & Mauri e Wilson & Soraia

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Neste domingo, 7 de setembro, às 9h, o Terra da Padroeira, programa da TV Aparecida, promete levar os telespectadores a uma experiência única e intimista: uma visita à residência de Roberta Miranda, ícone da música sertaneja, localizada na capital paulista. Apresentado por Kleber Oliveira e Tonho Prado, o programa trará um encontro especial com a cantora, que dividirá histórias inéditas de sua carreira, memórias de grandes shows e momentos marcantes de sua trajetória.

Roberta Miranda, reconhecida por sua voz inconfundível e por sucessos que marcaram gerações, vai revelar detalhes sobre sua vida pessoal e profissional, compartilhando bastidores da carreira que atravessa mais de três décadas. O público terá a oportunidade de conhecer de perto a rotina da artista, suas inspirações e os desafios que enfrentou para se tornar uma das grandes representantes da música sertaneja no Brasil.

Além desse encontro exclusivo, o programa também vai oferecer um verdadeiro festival de música sertaneja no palco. Entre os destaques do dia está Marcelo Costa, cantor, compositor e apresentador natural de Andradas (MG). Com uma trajetória marcada por grandes sucessos como Festa Sertaneja, O Palco Caiu e Meus Tempos de Criança, Marcelo já se apresentou em programas especiais dedicados ao sertanejo e é reconhecido pela versatilidade e energia em suas performances.

Outro grande nome da música que participará do programa é Jayne, cantora de Paranapuã (SP). Desde os seis anos, Jayne já se destacava em apresentações locais e, ao longo do tempo, integrou diversas bandas que ajudaram a consolidar seu talento. Conhecida por suas apresentações em rodeios montada em seu cavalo branco adestrado, Jayne levou o público a se encantar com sucessos como Rainha de Rodeio, Amigos Para Sempre e Estrada da Esperança, tornando-se referência em shows de rodeio pelo país.

A dupla Maurício e Mauri também marcará presença. Irmãos de Chitãozinho e Xororó, ambos trazem a música sertaneja no sangue. Maurício atuou como contrabaixista e backing vocal na banda dos irmãos por dez anos, enquanto Mauri se destacou na produção dos shows. Em 1991, os irmãos lançaram seu primeiro disco, com destaque para as canções Olhos nos Olhos e Paixão ou Loucura. Outros sucessos da dupla, como Namoro Escondido e Xonado Eu Tô, consolidaram o talento da dupla no cenário sertanejo.

Para encerrar a manhã de música, os irmãos Wilson e Soraia prometem uma performance emocionante. Celebrados nos anos 1990 com o hit Mais Uma Noite Sem Você, a dupla permanece relevante graças à qualidade vocal e ao carisma nas apresentações. Além do clássico, o público poderá ouvir Se Não For Por Amor e Pra Sempre Vou Te Amar (Forever by Your Side), esta última que fez parte da trilha sonora da novela Irmãos Coragem, da TV Globo, em 1995.

Êta Mundo Melhor | Resumo da novela de segunda (08/09) – Sabiá captura Ernesto diante da multidão

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No capítulo da novela Êta Mundo Melhor da próxima segunda-feira, 8 de setembro de 2025, Sabiá corre pelas ruas atrás de Ernesto, que tenta escapar, mas acaba encurralado por uma multidão atônita. O confronto termina quando o capanga o captura, sob o olhar desconfiado de todos. Ao mesmo tempo, Tamires mostra sua fúria ao ameaçar Francine e Mirtes, deixando o clima ainda mais tenso.

Enquanto isso, Sônia finalmente confessa sua paixão por Lauro, mas a revelação provoca um impasse: Tobias exige que o médico desfaça a confusão e se afaste dela. Já no mundo da música, Tales e Lúcio anunciam em tom de celebração que Dita será a nova rainha do rádio e embarcará em turnê, embora a cantora sofra ao pensar que precisará deixar Joaquim para trás.

Olga, determinada, assegura a Araújo e Celso que terá habilidade para enganar Asdrúbal, revelando um plano que pode mudar os rumos do jogo. Em outro ponto, Celso apresenta a Candinho o casal interessado em adotar Samir. Logo em seguida, Zulma anuncia a decisão oficial: o menino terá novos pais. Desesperado, Samir procura apoio em Candinho, suplicando para não ser entregue à adoção.

O que vai rolar nos próximos capítulos de Êta Mundo Melhor?

Candinho consegue acalmar Samir e o convence a dar uma chance para Aderbal e Marilda, que logo recebem o menino em casa e o apresentam a seu novo quarto. Apesar do esforço para conquistar sua confiança, Jasmin e as crianças sentem saudade dele, enquanto Candinho permanece inquieto, temendo que algo esteja errado. O tempo prova sua desconfiança: sozinhos, Aderbal e Marilda comemoram por terem enganado o garoto.

Enquanto isso, Estela encontra apoio em Celso para lidar com suas angústias, mas Zulma, tomada pela raiva, jura vingança contra ele. Do outro lado, Asdrúbal começa a desconfiar das intenções de Olga, e Medeia descobre que Zé dos Porcos viajou a São Paulo em busca de Candinho.

No hospital, Sabiá vigia Ernesto, que precisa passar a noite internado. Estela revela a Celso que aquele homem é seu amor do passado, e a tensão aumenta quando Ernesto consegue fugir. Desesperada, Estela teme o pior. Porém, Candinho e Policarpo interceptam o bandido: o policial derruba Ernesto, e Sabiá o captura novamente, levando-o direto à delegacia. De lá, o criminoso liga para Tamires pedindo um advogado.

Em paralelo, outros destinos se cruzam: Dita se aconselha com Candinho sobre a turnê e decide que só aceitará viajar se puder levar Joaquim consigo. Lauro reafirma a Sônia que só a vê como amiga, mas ela insiste em beijá-lo, provocando sua irritação. Olímpia também o confronta, deixando o médico dividido. Já Zé dos Porcos se envolve em confusão após dançar com Francine e acaba expulso do dancing, indo se refugiar com Maria Divina, que foge do sítio para proteger suas galinhas e se esconde com elas em uma gruta.

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