David Leitch dirige filme de Gears of War na Netflix; estreia deve acontecer após lançamento do novo jogo

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Se você é fã de games de tiro em terceira pessoa e sempre sonhou em ver o universo de Gears of War ganhar vida nas telas, a Netflix trouxe novidades que vão deixar seu coração acelerado: o filme já está em produção, com direção de David Leitch, famoso por suas cenas de ação coreografadas e adrenalina pura, e roteiro de Jon Spaihts, conhecido pelo trabalho nos novos filmes de Duna. Segundo os produtores, a escrita do roteiro está a todo vapor, e embora ainda não haja data oficial de lançamento, o filme deve chegar após 2026, para se alinhar com o lançamento do novo jogo da franquia.

David Leitch, que comandou sucessos como Deadpool 2 e Atômica, vai explorar pela primeira vez um filme de guerra no universo da ficção científica, trazendo seu estilo característico de ação realista e explosões espetaculares. A produtora Kelly McCormick explicou que a Netflix e a The Coalition, desenvolvedora do jogo, estão totalmente engajadas, garantindo que o filme mantenha a essência que os fãs conhecem e amam, ao mesmo tempo em que oferece novidades empolgantes.

Um roteiro feito para impressionar

O roteirista Jon Spaihts é peça-chave para transformar Gears of War em um filme épico. Com experiência em narrativas complexas e ficção científica, Spaihts promete equilibrar ação, drama e personagens memoráveis, mergulhando o público na luta da humanidade contra os Locust — uma horda de reptilianos subterrâneos — e os Lambent, suas versões mutantes devastadoras. A intenção é que tanto os jogadores quanto quem nunca tocou um controle se conectem com a história.

McCormick também comentou que, embora o filme não estreie exatamente junto com o novo jogo da franquia, ele deve chegar em um momento que dialogue diretamente com o lançamento de 2026, criando uma experiência multimídia que expanda ainda mais o universo de Gears of War. “Queremos algo que faça sentido para os fãs e que seja épico na tela,” afirmou a produtora.

A franquia que conquistou milhões

Para contextualizar, Gears of War começou como uma franquia de jogos eletrônicos criada pela Epic Games e atualmente gerida pela The Coalition. Com mais de 22 milhões de unidades vendidas até 2014 e receita superior a 1 bilhão de dólares, a série se tornou referência em ação, narrativa envolvente e design de jogos. Além dos games, a franquia se expandiu para quadrinhos e romances, mostrando que sua história vai muito além das telas.

Ação e ficção científica combinadas

O grande trunfo do filme será a união entre ação de tirar o fôlego e a ficção científica futurista. Leitch vai aplicar sua expertise em cenas de luta e sequências explosivas, enquanto Spaihts cuidará do drama, criando momentos que exploram a humanidade dos personagens em meio à guerra contra os Locust. A expectativa é ver Marcus Fenix, Dom Santiago e outros heróis da franquia ganhando vida em batalhas épicas, com visuais que prometem impressionar até quem nunca jogou.

Produção e filmagens

Inicialmente, o filme estava previsto para começar a ser filmado em Belfast, Irlanda do Norte, mas a greve da WGA em 2023 causou atraso, e a produção acabou sendo transferida para Praga, República Tcheca, em 2024. Com diretores de fotografia como Rob Hardy e Ula Pontikos, a série de imagens prometida é cinematográfica e detalhada, combinando CGI avançado com efeitos práticos que trazem realismo e intensidade às cenas de guerra.

Por que ficar de olho

Se você curte ficção científica, ação e histórias de guerra futurista, o filme inspirado no game na Netflix é imperdível. A combinação de David Leitch na direção e Jon Spaihts no roteiro promete sequências emocionantes, personagens cativantes e uma experiência visual única. Com a integração prevista com o novo jogo de 2026, fãs e curiosos terão uma experiência multimídia completa, que vai muito além de um simples filme de adaptação.

Blade Runner 2099 | Série da Amazon Prime Video chega em 2026 e fãs já estão ansiosos

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Os fãs de Blade Runner finalmente têm uma data para marcar no calendário. A minissérie Blade Runner 2099, continuação oficial dos filmes Blade Runner (1982) e Blade Runner 2049 (2017), está confirmada para estrear no Amazon Prime Video em 2026. A informação foi divulgada por Laura Lancaster, Chefe de Desenvolvimento e Séries de TV SVOD nos EUA – Coproduções na Amazon MGM Studios, durante a confirmação da promoção de dois executivos do estúdio. O anúncio foi recebido com entusiasmo pela comunidade de fãs, que há anos especulava sobre a continuidade do universo distópico criado por Philip K. Dick no clássico romance Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?.

A data de lançamento, embora ainda sem mês definido, coloca a série como um dos grandes eventos televisivos do próximo ano. O produtor David Zucker comentou recentemente que a exibição depende da estratégia da Amazon: “É quando a Amazon quer que a série vá ao ar. Estamos no auge da pós-produção e provavelmente só veremos isso nas telas no final do próximo ano.” A declaração deixou claro que, embora o cronograma esteja praticamente pronto, a gigante do streaming quer garantir que a estreia seja no momento certo para causar o máximo impacto entre o público.

O que esperar da série?

Blade Runner 2099 promete manter o clima noir e futurista característico da franquia, trazendo novamente à tona questões filosóficas e éticas sobre inteligência artificial, replicantes e a coexistência entre humanos e máquinas. A série será ambientada em 2099, seguindo os eventos de Blade Runner 2049, e explorará dilemas de identidade, memória e moralidade. Michelle Yeoh lidera o elenco como Olwen, uma replicante enfrentando o fim de sua vida, enquanto Hunter Schafer dá vida à co-protagonista Cora.

O elenco ainda inclui Dimitri Abold, Lewis Gribben, Katelyn Rose Downey, Tom Burke, Maurizio Lombardi e Daniel Rigby, com participações especiais de Johnny Harris, Amy Lennox, Sheila Atim e Mateus Needham. A combinação de atores consagrados e talentos emergentes sugere que a série terá uma mistura equilibrada entre experiência e inovação, prometendo performances intensas que elevem o nível da narrativa.

Bastidores: produção, atrasos e desafios

O desenvolvimento da série começou em novembro de 2021, quando Ridley Scott anunciou a escrita do piloto e a elaboração de uma bíblia completa para a série, com planos iniciais de dez episódios. Ao longo de 2022, Blade Runner 2099 foi oficialmente encomendado pelo Amazon Prime Video como minissérie, com Silka Luisa como criadora e produtora executiva, e Tom Spezialy atuando na produção executiva de escrita.

A produção enfrentou alguns desafios, incluindo mudanças na direção executiva. Jeremy Podeswa foi contratado para dirigir o episódio piloto, mas precisou se afastar em fevereiro de 2024 devido a conflitos de agenda, e Jonathan Van Tulleken assumiu a direção dos dois primeiros episódios. A pandemia e as questões logísticas também afetaram a produção, exigindo ajustes nos cronogramas e locais de filmagem.

Inicialmente, a série estava programada para filmar em Belfast, na Irlanda do Norte, mas a greve da WGA em 2023 e outros contratempos levaram ao adiamento das gravações para 2024. Parte do financiamento local, cerca de £1,5 milhão do fundo Northern Ireland Screen, acabou sendo devolvida quando a produção deixou o país. Posteriormente, as filmagens começaram em Praga, na República Tcheca, em junho de 2024, com Rob Hardy e Ula Pontikos como diretores de fotografia. As gravações se estenderam até o final de dezembro do mesmo ano, permitindo que a equipe trabalhasse com detalhes de cenografia, efeitos visuais e direção de arte para capturar a estética icônica de Blade Runner.

Por que a estreia em 2026 é tão aguardada

A data de 2026 não é apenas um marco no calendário da Amazon Prime Video; ela representa o momento em que a franquia completa quase quatro décadas de história desde o filme original. A série chega para saciar a curiosidade de fãs antigos e novos, oferecendo uma narrativa que se conecta diretamente aos acontecimentos de Blade Runner 2049. Com a expectativa alta, o público se pergunta como a trama explorará a evolução da sociedade distópica, o destino dos replicantes e quais novos dilemas éticos serão apresentados.

Além disso, a estreia em 2026 permitirá que a Amazon lance a série em um período estratégico, aproveitando o crescimento global da plataforma e o interesse crescente por conteúdo de ficção científica de alta qualidade. O timing perfeito pode transformar Blade Runner 2099 em um fenômeno cultural, atraindo não apenas fãs da franquia, mas também espectadores interessados em histórias complexas, visuais futuristas e personagens emocionalmente profundos.

A importância do elenco

Um dos grandes atrativos da série é o elenco diversificado e talentoso. Michelle Yeoh, conhecida por sua versatilidade e intensidade em papéis dramáticos e de ação, assume o papel de Olwen, uma replicante cuja história promete explorar questões de mortalidade e identidade. Hunter Schafer, uma das estrelas emergentes mais comentadas da atualidade, entra como Cora, trazendo ao público uma personagem co-protagonista com força emocional e complexidade.

Outros nomes, como Dimitri Abold, Lewis Gribben, Katelyn Rose Downey, Daniel Rigby, Tom Burke e Maurizio Lombardi, completam o núcleo principal, enquanto participações especiais de Johnny Harris, Amy Lennox, Sheila Atim e Mateus Needham adicionam camadas dramáticas e intrigantes à narrativa. A escolha cuidadosa do elenco sugere que a série será tão forte em atuações quanto em visual e efeitos especiais.

Filmagem e pós-produção: o cuidado nos detalhes

Após iniciar a produção em Praga, a equipe se dedicou à criação de ambientes que reproduzem a estética de Blade Runner, combinando cidades futuristas decadentes, iluminação neon e efeitos visuais de última geração. A direção de fotografia ficou a cargo de Rob Hardy e Ula Pontikos, que conseguiram capturar o clima noir da franquia, mesclando cenas de ação com momentos introspectivos dos personagens.

A pós-produção também é um ponto crucial da série, com Fiona Colbeck, Leo Trombetta e Henk Van Eeghen na edição, garantindo que narrativa, ritmo e estética visual conversem de forma harmônica. A atenção aos detalhes é essencial, considerando a base de fãs exigente e a importância da série dentro do legado da franquia.

O que sabemos até agora sobre o enredo

Apesar da Amazon e da produção manterem o suspense, já foi confirmado que Olwen enfrentará seu fim, explorando a fragilidade e os dilemas de uma replicante. A série deve apresentar conflitos complexos, alianças inesperadas e reviravoltas emocionantes, mantendo o público atento a cada detalhe. A expectativa é que a narrativa combine ação, drama e suspense psicológico, elementos que sempre fizeram parte do DNA da franquia.

Ué? Dexter: Pecado Original é cancelada mesmo após confirmação da renovação

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Foto: Reprodução/ Internet

Se tem uma coisa que fã de série aprende cedo é: não crie expectativas antes da hora. Pois bem, aconteceu de novo. Depois de anunciar com pompa a renovação de Dexter: Pecado Original, a Paramount resolveu… dar um passo atrás. Sim, a série que prometia mostrar ainda mais das origens sombrias do nosso querido serial killer de Miami não vai ganhar uma segunda temporada.

A notícia, divulgada pela Variety, caiu como um banho de água fria nos fãs. Afinal, não só a renovação já havia sido confirmada em abril, como também estava previsto até o início de uma nova sala de roteiristas para dar vida às próximas tramas. Agora, tudo isso parece ter evaporado — e os fãs ficam com a sensação de déjà vu: mais uma vez, Dexter promete e não entrega.

Um universo de idas e vindas

Se tem algo que a história de Dexter nos mostra, é que a franquia não sabe parar quieta. O personagem criado por Jeff Lindsay e eternizado por Michael C. Hall já passou por fases memoráveis — e outras nem tanto.

A série original conquistou crítica e público com a vida dupla de um perito forense especialista em sangue que, nas horas vagas, caçava criminosos que escapavam da lei. O “Código de Harry” — conjunto de regras criado por seu pai adotivo para orientar seus impulsos assassinos — virou parte da cultura pop.

Só que o final da série original dividiu opiniões, e muito. Tanto que em 2021 veio Dexter: New Blood, um epílogo que tentava dar uma conclusão mais digna ao personagem. No fim, a trama trouxe Harrison, filho de Dexter, para o centro da história. Resultado: os fãs ficaram divididos de novo, mas ao menos parecia que a franquia tinha encontrado um caminho.

Eis que em 2024 surge Dexter: Pecado Original (Original Sin), um prelúdio que mostrava as origens do personagem, com Patrick Gibson assumindo o papel do jovem Dexter. A ideia era revisitar os anos de formação do anti-herói, antes de sua vida em Miami, com todo aquele peso psicológico que fez a série original brilhar.

Pois é. “Era”, porque a jornada do prelúdio foi interrompida antes mesmo de engrenar.

Mas calma, tem ressurreição no horizonte

Se Pecado Original caiu no limbo, os fãs não precisam vestir preto ainda. Isso porque vem aí Dexter: Resurrection, marcada para estrear em 11 de julho de 2025, exclusivamente no Paramount+.

E, olha, essa promete ser das grandes. Michael C. Hall está de volta como o próprio Dexter Morgan, numa trama que literalmente o traz de volta à vida depois de ser baleado pelo filho no final de New Blood. Sim, você leu certo: Dexter revive, graças a desfibriladores em um hospital, e precisa lidar com o peso de sua ressurreição. É quase um renascimento literário — e, convenhamos, a franquia nunca foi tímida quando o assunto é drama exagerado.

O elenco também dá peso à produção: Jack Alcott retorna como Harrison Morgan, David Zayas como Angel Batista, James Remar como Harry Morgan, e ainda entram Peter Dinklage (Game of Thrones), Uma Thurman (Kill Bill, Pulp Fiction) e Ntare Mwine (The Chi). Ou seja: se a Paramount desistiu de um lado da franquia, claramente está apostando todas as fichas em outro.

E os fãs no meio disso tudo?

É aqui que a coisa fica curiosa. O fandom da franquia é resistente — talvez tanto quanto o próprio Dexter. Desde 2006, a franquia foi e voltou várias vezes: série original, spin-off, prelúdios, sequências e, agora, literalmente, uma ressurreição. A cada retorno, a mesma pergunta paira no ar: será que agora vai?

O cancelamento de Pecado Original mostra como Hollywood ainda é movida por prioridades financeiras e pelo apelo de grandes nomes. Enquanto a versão jovem de Dexter poderia render boas tramas de formação, é a volta de Michael C. Hall que realmente movimenta corações (e assinaturas no streaming).

Um legado difícil de matar

Por mais que Dexter seja — bem, um assassino em série — o personagem já sobreviveu a cancelamentos, finais mal recebidos e até à própria morte. Isso faz parte do DNA da franquia: se reinventar sempre que a narrativa parece encurralada.

E talvez seja esse o verdadeiro fascínio de Dexter. Ele não é um herói tradicional, tampouco um vilão clássico. É um personagem que caminha na corda bamba entre a moralidade e a escuridão, e que parece tão imortal quanto sua própria fanbase.

Wicked: Parte 2 – For Good | Universal Pictures divulga teaser com Fiyero e aumenta a expectativa para o musical mais aguardado do ano

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta sexta, 22 de agosto, a Universal Pictures Brasil surpreendeu os fãs ao divulgar o teaser oficial de Wicked: Parte 2 – For Good, sequência direta do sucesso de 2024. O vídeo, curto mas intenso, trouxe pela primeira vez imagens inéditas de Fiyero (Jonathan Bailey), o príncipe Winkie que se vê diante de escolhas capazes de mudar para sempre os rumos da Terra de Oz.

O teaser não apenas revelou o visual refinado do personagem, mas também entregou um tom emocional que promete dominar a narrativa. Em uma das falas mais marcantes, a narração destaca que Fiyero precisará decidir onde está o seu coração – e essa decisão terá repercussões para todo o povo de Oz. Para quem conhece a peça da Broadway ou o livro de Gregory Maguire, a cena remete a momentos cruciais da história que envolvem não apenas romance, mas também lealdade, política e destino.

A grandiosidade de um fenômeno que atravessa gerações

Desde que estreou na Broadway em 2003, Wicked se consolidou como um dos maiores sucessos do teatro musical moderno. Com letras de Stephen Schwartz e libreto de Winnie Holzman, a obra se tornou não apenas um espetáculo visual e musical, mas também um mergulho em dilemas universais: amizade, poder, preconceito e destino.

Agora, ao ganhar vida no cinema sob direção de Jon M. Chu (Podres de Ricos, Em um Bairro de Nova York), Wicked carrega consigo uma expectativa monumental. A primeira parte, lançada em 2024, foi celebrada tanto pela crítica quanto pelo público por manter a essência do espetáculo e, ao mesmo tempo, ampliar o universo visual de Oz com efeitos práticos e cenários grandiosos.

Fiyero em destaque: o dilema do coração

Jonathan Bailey, conhecido mundialmente por seu papel em Bridgerton, já havia conquistado elogios na primeira parte pela energia carismática de Fiyero. Agora, o teaser mostra que o personagem ganhará ainda mais profundidade.

Nos poucos segundos revelados, Fiyero aparece dividido entre sua paixão por Elphaba e sua ligação com Glinda, ao mesmo tempo em que assume responsabilidades como líder e guerreiro. Essa ambiguidade é central na narrativa de Wicked, pois o coração de Fiyero simboliza não apenas uma escolha amorosa, mas também política.

Do palco para o cinema: uma adaptação cuidadosa

A decisão da Universal de dividir a adaptação em duas partes se mostra cada vez mais acertada. No teaser, já é possível sentir que os arcos narrativos terão espaço para respirar. O dilema de Fiyero, por exemplo, teria sido facilmente reduzido em uma adaptação de filme único, mas agora ganha peso dramático.

Jon M. Chu declarou em entrevistas anteriores que não queria “fazer concessões fatais” ao material original. Por isso, tanto Wicked: Parte 1 quanto Parte 2 foram filmados simultaneamente, com atenção minuciosa a cada detalhe. Para os números musicais, os atores gravaram suas vozes ao vivo no set – uma escolha ousada que trouxe autenticidade à experiência.

Elenco incrível reprisando papéis

Além de Jonathan Bailey (Bridgerton, Fleabag, Broadchurch, Crashing), o teaser reforça o retorno de Cynthia Erivo (Harriet, Genius: Aretha, Chaos Walking, Needle in a Timestack, Bad Times at the El Royale) como Elphaba e Ariana Grande (Victorious, Sam & Cat, Don’t Look Up, Zoolander 2, voz em Family Guy e Sing 2) como Glinda. Ambas foram amplamente elogiadas na primeira parte, especialmente Erivo, cuja performance vocal foi considerada um dos pontos altos do filme.

Também voltam Jeff Goldblum (Jurassic Park, A Mosca, Thor: Ragnarok, Independence Day, The Grand Budapest Hotel) como o Mágico; Michelle Yeoh (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, Memórias de uma Gueixa, Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, Crouching Tiger, Hidden Dragon, Sunshine, The Lady) como Madame Morrible; Marissa Bode (estreante no cinema) como Nessarose; Ethan Slater (SpongeBob SquarePants: The Broadway Musical, Fosse/Verdon, The Man Who Killed Hitler and Then the Bigfoot) como Boq; e participações especiais que prometem emocionar os fãs mais atentos, como a presença de Kerry Ellis (Les Misérables, We Will Rock You, Chess in Concert), uma das Elphabas mais memoráveis dos palcos.

O elenco também conta com Bowen Yang (Saturday Night Live, Girls5Eva, Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes, Isn’t It Romantic, The Outs) como Pfannee; Bronwyn James (Harlots, The Dig, The Ballad of Renegade Nell, Wild Honey Pie!) como ShenShen; e Sharon D. Clarke (Rocketman, Holby City, Silent Witness, Informer) dando voz à personagem Dulcibear.

Quando o filme chega aos cinemas?

A tão aguardada sequência já tem data confirmada para encantar o público. No Brasil, o filme estreia em 20 de novembro de 2025, um dia antes do lançamento oficial nos Estados Unidos, marcado para 21 de novembro de 2025.

Trailer da 2ª temporada de The Pitt mostra tensão e novos desafios no Hospital de Pittsburgh

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Foto: Reprodução/ Internet

Depois de uma estreia arrebatadora que colocou o público no meio do caos de um pronto-socorro lotado, The Pitt está de volta. A HBO Max lançou nesta quinta-feira (21) o primeiro trailer da segunda temporada da série médica criada por R. Scott Gemmill — e se havia alguma dúvida de que o drama poderia superar a intensidade de seu primeiro ano, a prévia deixa claro: os novos episódios prometem ser ainda mais sufocantes, emocionais e eletrizantes.

Parte do sucesso da série está em sua estrutura ousada: cada episódio cobre, em tempo real, uma hora de um plantão de emergência. Na prática, isso significa que uma temporada inteira acompanha um turno completo de 15 horas no fictício Pittsburgh Trauma Medical Hospital. O resultado é uma experiência quase claustrofóbica — médicos, enfermeiros e pacientes compartilham com o público a pressão de decisões imediatas que podem significar vida ou morte.

O trailer da segunda temporada reforça essa estética, com cortes rápidos, sirenes, diálogos interrompidos e momentos de colapso emocional que lembram o espectador de que, em The Pitt, ninguém sai ileso.

O retorno do Dr. Robby e a nova dinâmica da equipe

De volta ao centro da trama está o Dr. Michael “Robby” Robinavitch, interpretado por Noah Wyle. Veterano de dramas médicos desde seus dias em ER, Wyle mergulha em um personagem que carrega nas costas não apenas a liderança médica, mas também os fantasmas pessoais de escolhas difíceis.

O trailer mostra Robby tentando manter o controle enquanto novas tensões surgem na equipe. Ao seu lado, retornam figuras como a Dra. Heather Collins (Tracy Ifeachor), o Dr. Frank Langdon (Patrick Ball) e a Dra. Cassie McKay (Fiona Dourif). Há também destaque para personagens que ganharam força no primeiro ano, como a Dra. Samira Mohan (Supriya Ganesh) e a jovem Dra. Trinity Santos (Isa Briones), ambas representando os dilemas de quem ainda está encontrando seu espaço em um ambiente que não perdoa falhas.

Novos conflitos à vista

Embora o trailer não revele muito da trama, algumas pistas chamam atenção. Vemos cenas rápidas de discussões acaloradas entre Robby e Heather, sugerindo que a temporada irá explorar ainda mais as diferenças filosóficas entre os dois médicos. Também há imagens de colapsos emocionais dentro e fora do hospital, pacientes em estado crítico e decisões éticas que parecem impossíveis de tomar em poucos segundos.

A narrativa em tempo real amplifica essa tensão: um erro não pode ser simplesmente esquecido no próximo episódio, porque o tempo dentro da série é implacável. Cada decisão molda diretamente a próxima hora — e o trailer deixa claro que ninguém, nem mesmo os médicos mais experientes, sairá ileso dessa nova maratona.

O que fez da série um fenômeno?

Lançada em janeiro de 2025, a série foi imediatamente comparada a séries médicas consagradas, mas encontrou sua identidade própria ao misturar a urgência do tempo real com um olhar mais cru sobre o trabalho em emergências. Enquanto ER e Grey’s Anatomy priorizavam narrativas pessoais a longo prazo, The Pitt mergulha na adrenalina do agora.

Além disso, a série aposta em um elenco diverso, que traz novas perspectivas para o gênero. O contraste de gerações, culturas e estilos médicos não apenas cria atritos dentro da trama, mas também torna os episódios mais ricos e representativos.

Bastidores e polêmicas

A produção da trama médica chamou atenção também fora das telas. Em 2024, pouco antes da estreia, a viúva de Michael Crichton moveu um processo contra a Warner Bros., alegando que a série teria nascido de uma ideia concebida para uma possível continuação de ER. Os produtores — entre eles Noah Wyle e John Wells — negaram com veemência a acusação, reforçando que a série é um projeto independente e original. A polêmica ainda ecoa nos bastidores, mas não chegou a abalar o impacto positivo da estreia: a primeira temporada foi recebida com entusiasmo tanto pela crítica quanto pelo público.

Expectativas para a segunda temporada

Com o sucesso inicial, a Max renovou a série já em fevereiro de 2025, antes mesmo do fim da exibição da primeira temporada. Agora, com o trailer da segunda temporada, a expectativa só aumenta. O clima da prévia mostra que os personagens enfrentarão não apenas novos desafios médicos, mas também dilemas pessoais que podem mudar para sempre a forma como enxergam sua profissão.

Novo pôster de Pacificador revela os heróis da segunda temporada na HBO Max

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Se você já achava que Christopher Smith, o Pacificador, era imprevisível na primeira temporada, o novo pôster da segunda temporada da série, lançado hoje na HBO Max, prova que a loucura, a ação e a comédia estão prestes a atingir um novo nível. A imagem, vibrante e caótica, reúne os principais personagens ao redor de Smith, oferecendo pistas visuais sobre os conflitos, alianças e reviravoltas que irão marcar os oito episódios desta sequência. Para os fãs do DC Universe, o pôster é mais que um teaser: é um convite para mergulhar novamente no mundo de um dos anti-heróis mais complexos e divertidos da televisão.

O novo pôster da segunda temporada captura a essência do que James Gunn, criador e showrunner da série, pretende explorar: ação intensa, humor ácido e dilemas morais. Christopher Smith está em destaque, cercado pelos membros da equipe que vão acompanhá-lo em suas novas missões. O design visual consegue transmitir o tom único da série, equilibrando elementos de comédia, perigo e absurdos típicos do personagem.

John Cena retorna como o Pacificador

No centro do pôster está, naturalmente, John Cena, que reprisa seu papel do filme O Esquadrão Suicida (2021). O ator volta a interpretar Christopher Smith, um anti-herói complexo, que mistura traços de supervilão e herói, com doses generosas de sarcasmo e bravura. Nesta segunda temporada, o Pacificador precisa lidar com seu passado conturbado e a responsabilidade de suas ações, enquanto enfrenta novos inimigos em missões que prometem ser mais desafiadoras e moralmente ambíguas.

A equipe que rodeia o Pacificador

O pôster também evidencia os personagens de apoio que retornam ou se destacam nesta temporada. Danielle Brooks volta como Leota Adebayo, contraponto político e moral de Smith; Steve Agee retorna como John Economos, fornecendo equilíbrio e racionalidade à equipe; e Jennifer Holland volta como Emilia Harcourt, uma agente da NSA que atua ao lado de Amanda Waller.

Outros nomes importantes incluem Freddie Stroma como Adrian Chase/Vigilante, Chukwudi Iwuji como Clemson Murn e Robert Patrick como Auggie Smith, o pai racista de Christopher, cuja presença continua sendo um fator determinante nas decisões do protagonista. A composição do pôster sugere que essas relações serão exploradas ainda mais nesta temporada, com conflitos internos e confrontos externos se entrelaçando.

James Gunn e a visão criativa

O que torna Pacificador diferente de qualquer outra série de super-heróis é a habilidade de Gunn de mesclar violência absurda com críticas sutis à sociedade. O pôster reflete exatamente isso: há armas, máscaras e ação à vista, mas também expressões, posturas e cores que brincam com o senso de humor e ironia.

Enquanto filmes de super-heróis muitas vezes focam na grandiosidade, Pacificador humaniza o caos. Gunn transforma explosões e perseguições em reflexões sobre política, moralidade e relações humanas, e o pôster é o primeiro indicativo de que esta temporada continuará a equilibrar esses elementos de maneira magistral.

Conexões com o DC Universe

Uma novidade que aumenta ainda mais o fascínio pelo pôster é a promessa de integração com o novo DCU. A segunda temporada vai incluir referências e aparições de personagens icônicos, como Superman, Aquaman e o Comando das Criaturas. Essa conexão visual é reforçada no pôster, onde pequenas pistas sugerem que o mundo de Smith está prestes a se expandir para dimensões maiores, trazendo desafios ainda mais complexos e dilemas éticos mais profundos.

Expectativas da segunda temporada

A segunda temporada se passa logo após os eventos de O Esquadrão Suicida, explorando o crescimento de Christopher Smith como personagem e suas tentativas de reconciliar passado e propósito. O pôster reforça essa narrativa, mostrando o Pacificador cercado por aliados e inimigos, indicando que a linha entre certo e errado será mais tênue do que nunca.

Os fãs podem esperar que o humor, as cenas de ação e os dilemas morais estejam ainda mais presentes, refletindo a intenção de Gunn de criar uma série “mais realística e mais silenciosa”, mas sem perder a crítica social e os momentos absurdos que definem a série.

Resumo semanal da novela A Viagem de 22/08 a 29/08

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No capítulo 071 da novela A Viagem desta sexta, 22 de agosto, O Mascarado, com sua perspicácia habitual, revela a Tibério o que ele percebeu: Cininha guarda sentimentos profundos por ele. A revelação deixa Tibério dividido entre surpresa e inquietação, sem saber como reagir diante de tanta sinceridade inesperada. Enquanto isso, Dinah anuncia a Estela que irá buscar alternativas na medicina holística e terapias naturais, determinada a explorar todos os caminhos possíveis para proteger a vida daqueles que ama.

Entre tensões domésticas, Andrezza faz uma descoberta desconcertante: um sutiã escondido no bolso do paletó de Raul. Confrontando o marido, ela pergunta diretamente se está apaixonado por outra mulher. Raul, sem conseguir esconder sua indecisão, admite que se sente dividido, refletindo o conflito que consome seu coração.

Em paralelo, Otávio mostra a Glória a carta que Júlia lhe enviou, e a mulher, emocionada, promete continuar residindo na casa dele, reafirmando seu compromisso e presença. Dinah, tomada por um sentimento de urgência, garante a Otávio que não permitirá que ele sucumba à doença. Com uma determinação inabalável, promete cuidar dele, tratar suas feridas e curá-lo por completo. Otávio, tocado por esse amor, confessa a Alberto que seu destino perdeu qualquer relevância, pois já conquistou algo maior: o amor de Dinah.

Em um momento de intimidade, Carmem compartilha com o Mascarado lembranças de seu passado, revelando detalhes de sua vida e recordando com saudade o nome de seu grande amor: Adonai. A memória parece iluminar seu semblante e, ao mesmo tempo, carregar uma melancolia silenciosa.

As tensões familiares se intensificam quando Alexandre influencia Téo mais uma vez. Preocupado com os efeitos dessa manipulação, Agenor decide proibir Lisa de sair sozinha com o filho, temendo que ele seja levado por caminhos perigosos. Josefa, por sua vez, revela a Lisa que Alexandre vem exercendo controle sobre Téo, deixando a jovem apreensiva.

Enquanto isso, Andrezza confronta Raul, mostrando o sutiã que encontrou e exigindo sinceridade sobre seus sentimentos. Raul admite estar dividido, incapaz de tomar uma decisão entre lealdade e desejo. Mais tarde, os seguranças de Ismael barram Bia na entrada do cassino, criando um bloqueio físico e simbólico contra sua presença. Influenciado por Alexandre, Téo entra em mais um conflito com Otávio, motivado pelo ciúme em relação a Dinah. Raul, por fim, descobre que Tainá o manipulou para roubar os projetos de Téo. Ele admite que confiou nela acreditando que protegeria os trabalhos, mas agora jura vingança contra a jovem.

Atordoado com os acontecimentos, Téo se vê horrorizado com o estado em que se encontra. Dinah e a família decidem se refugiar na fazenda, em busca de segurança e tranquilidade. Lisa compartilha com Carmem as suspeitas de Josefa sobre a obsessão que Téo vem sofrendo e, decidida a intervir, decide participar dos encontros na casa de Alberto. Cininha, com seu jeito delicado e estratégico, dita um bilhete de amor a Agenor, incentivando-o a conquistar o coração de Fátima. Enquanto isso, Téo descobre que Tainá vendeu um projeto seu, e Raul reconhece que foi enganado pela moça, prometendo reparar a situação.

Na fazenda, Dinah escolhe um local tranquilo para montar uma barraca esotérica, onde realizará tratamentos para Otávio. Uma mulher, cujo marido perdeu tudo no cassino, confronta Ismael, gerando tensão. Bia observa intrigada o comportamento do pai, enquanto Dinah leva Otávio para o interior da barraca. Mais tarde, Lisa vai ao encontro na casa de Alberto e se impressiona com o ambiente e com o que presencia. Dinah e Otávio desfrutam de um banho revigorante na cachoeira e, posteriormente, meditam na floresta, fortalecendo corpo e espírito. Fátima se ilumina de alegria ao receber um bilhete de amor, enquanto Téo pede a Agenor que permita que Lisa o acompanhe em um passeio.

Apesar da negativa inicial do pai, Zeca ajuda o futuro cunhado, contornando o obstáculo. Josefa informa a Alberto que Téo foi traído por uma colega do escritório e que Raul mantém um caso com a jovem. Revoltado, Raul leva Tainá ao escritório e a humilha publicamente. Em paralelo, Alfredo anuncia o lançamento de Naná como dançarina, investindo em seu talento.

Alfredo também entrega um cheque generoso ao Mascarado, que destina as doações para portadores de HIV. No clube, Lisa e Téo visitam o stand de tiro, enquanto Estela comenta com Maroca sobre os negócios suspeitos do pai. Durante um encontro na casa de Alberto, Lisa presencia o médium incorporando Alexandre, ficando profundamente impressionada. Em um momento de confusão, Tato tenta acertar Johnny com um soco, mas acaba atingindo Bia por acidente.

Alexandre, incorporado pelo médium, ameaça Lisa, afirmando que ela não ficará com Téo e que o rapaz terá um destino ainda mais cruel do que o dele próprio. Téo ordena a Raul que volte para casa e reconcilie-se com Andrezza. Lisa, chocada com as revelações do médium, promete a Josefa que fará tudo para proteger Téo. Raul pede a Andrezza que deixe o passado para trás, mas ela, abalada, decide tirar um tempo e se dirigir à fazenda. Agenor demonstra preocupação com a demora de Lisa em retornar para casa. Regina e Ismael criticam Estela para Bia, provocando indignação na jovem.

Enquanto isso, Dinah utiliza cristais para purificar e energizar o corpo de Otávio. Guiomar recebe alta e retorna à fazenda na companhia de Andrezza. Zulmira aconselha Antônio a superar seus sentimentos por Andrezza. Em outro episódio de tensão, Téo perde a calma e quebra pratos em um restaurante, enquanto um fotógrafo registra cada movimento, eternizando a cena de fúria e descontrole.

A ViagemResumo da novela de 25/08 a 29/08

Capítulo 072 – segunda, 25 de agosto

No restaurante, um incidente chama a atenção de todos: Téo perde a paciência e provoca uma cena que não passa despercebida. Uma colunista social registra cada gesto, cada expressão de fúria e constrangimento, garantindo que o episódio será notícia no dia seguinte. Enquanto isso, Alberto compartilha uma boa notícia com Estela: foi promovido na clínica, fruto de sua dedicação e competência. Porém, entre um sorriso e outro, ele lembra a amiga que o prazo dado por Ismael para recorrer à ação de divórcio expira em apenas um dia, adicionando tensão à rotina da família.

Em um canto mais tranquilo da fazenda, Dinah continua suas práticas de cura com Otávio. Combinando meditação e o uso de cristais energéticos, ela demonstra uma fé inabalável na recuperação do amado, transmitindo calma e esperança mesmo diante das dificuldades. No campo da comunicação, Zeca se apresenta em um programa de rádio, compartilhando histórias e conquistando a audiência com seu carisma natural.

Andrezza e Guiomar finalmente chegam à fazenda, marcando reencontros e reconciliações. Antônio se depara com Andrezza, e o reencontro é marcado por uma tensão silenciosa, repleta de lembranças e sentimentos não ditos. Jonny, sempre observador, aproveita a ocasião para flertar com Regina, acrescentando leveza e pequenas intrigas ao ambiente.

Enquanto isso, Kazuo informa a Glória que, após o casamento, ela não poderá continuar morando na casa de Otávio, decisão que surpreende a governanta, que insiste em permanecer firme em sua posição. Okida intervém, oferecendo-se para pintar a casa dos caseiros, garantindo que Glória e Kazuo terão um lugar para morar juntos, conciliando os interesses de todos.

Otávio, em uma conversa franca com Alberto, revela que, se morresse naquele momento, partiria feliz, pois sente que realizou e recebeu amor verdadeiro. O Mascarado, novamente, surge em uma ação heroica, salvando Lisa de ser atropelada, reforçando seu papel de guardião silencioso da família.

Otávio manifesta seu desejo de morrer com dignidade, enquanto Dinah mantém viva a esperança de sua recuperação, oferecendo cuidado e energia positiva a cada gesto. Antônio, por outro lado, continua mostrando indiferença em relação a Maria, o que preocupa Zulmira, que aconselha o irmão a superar o apego por Andrezza e seguir em frente. Em uma conversa íntima, Otávio desabafa com Dinah, confessando sua culpa por não ter estado ao lado do pai na hora de sua morte, revelando vulnerabilidade e arrependimento. Estela, por sua vez, retorna à sua casa, retomando a rotina após os acontecimentos da clínica.

Em outro ponto, Maria demonstra ciúmes ao ver Andrezza e Antônio passeando juntos, enquanto Bia e Tato também retornam para casa, trazendo mais movimentação à residência. Ismael, atento ao comportamento da filha, orienta Regina a cuidar melhor de Bia, tentando controlar as tensões familiares. Agenor, em tom estratégico, anuncia aos filhos que enviará flores para Fátima com o objetivo de provocar ciúmes em Cininha, alimentando pequenas intrigas do cotidiano. Mais uma vez, o Mascarado intervém, salvando Lisa de um atropelamento iminente, reforçando seu papel de protetor silencioso.

Téo, ao ver a nota sobre o incidente no bar estampada no jornal, fica profundamente arrasado, sentindo o peso de sua própria impetuosidade. Enquanto isso, Dudu se alegra ao saber que Glória e Kazuo irão morar na casa de Otávio, enxergando na notícia a consolidação de novos laços familiares. Finalmente, o divórcio de Estela e Ismael é oficializado, encerrando um capítulo conturbado da vida do casal.

Capítulo 073 da novela A Viagem – terça, 26 de agosto

Em um momento de maturidade e compreensão, Estela decide dar liberdade total à filha, Bia, permitindo que ela siga seus próprios caminhos. Com sinceridade, diz que, se a jovem não deseja morar com ela e Alberto, poderá residir com o pai, Ismael. Bia, determinada, começa a reunir suas coisas, mas o pai tenta demovê-la da decisão, desejando mantê-la por perto.

Enquanto isso, Otávio procura Alberto, pedindo que ele realize um passe espiritual, buscando alívio para seu corpo e mente. A confiança entre os dois amigos se fortalece, e Alberto atende ao pedido com dedicação. Bia, por fim, decide ir com o pai, iniciando uma nova etapa de sua vida.

Em paralelo, Agenor mostra a Lisa a manchete do jornal que relata o escândalo envolvendo Téo no restaurante, aumentando ainda mais sua raiva e indignação. Determinado, ele proíbe Téo de entrar em sua casa novamente. Lisa liga para o namorado, reafirmando sua solidariedade e apoio. Em seguida, eles decidem viajar para Paraty, buscando um refúgio da tensão familiar.

Cininha continua intrigada com a relação entre Tibério e o Mascarado, insistindo que o misterioso herói não passa de uma mulher. Andrezza, por sua vez, desabafa com Maroca, declarando que não voltará mais para Raul, firmando sua decisão. Guiomar apresenta piora em seu estado de saúde, gerando preocupação entre os familiares. Maroca e Maria flagraram Andrezza e Antônio se beijando, aumentando ainda mais os rumores e ciúmes. Otávio, em um momento de introspecção, realiza regressão com Alberto, iniciando uma jornada de autoconhecimento e revelações do passado.

Capítulo 074 – quarta, 27 de agosto

Maroca relata a Otávio e Alberto o flagrante do beijo entre Andrezza e Antônio, enquanto Andrezza se afasta de Antônio para evitar constrangimentos. Maria, satisfeita, debocha da reação do rapaz, sentindo-se vitoriosa. Bia, ao visitar o apartamento do pai, estranha o tamanho reduzido do local, mas Regina a orienta a se acomodar sem fazer perguntas, mantendo a ordem e disciplina. Lisa e Téo chegam a Paraty, trazendo mais dinamismo à viagem.

Agenor explode em escândalo ao saber da viagem da filha, mostrando que sua autoridade ainda exerce influência sobre os filhos. Otávio confessa a Alberto o desejo de fazer uma regressão a vidas passadas, enquanto apresenta tudo que Dinah preparou para ele na cabana, incluindo objetos e rituais que fortalecem a conexão espiritual. Alberto inicia a regressão, e Otávio revive um episódio do século XIX, em que mata Alexandre durante um duelo pelo amor de Dinah, compreendendo aspectos profundos de sua vida atual.

Capítulo 075 da novela A Viagem – quinta, 28 de agosto

Otávio compartilha com Alberto todas as visões e experiências da regressão, refletindo sobre os aprendizados que agora compreende. Ao retornar, ele revela ter entendido o porquê de acontecimentos marcantes em sua vida. Em paralelo, Ednéia conta a Estela sobre seu namoro com Duarte, enquanto Dinah sente urgência em ir à fazenda de Guiomar, percebendo que sua presença será necessária.

Fátima aconselha Cininha a desistir de Tibério, e o rapaz confessa ao Mascarado que sente ciúmes da jovem. Momentos depois, o Mascarado recebe uma carta do passado que o emociona profundamente, e Tibério o incentiva a buscar a mulher que representa seu grande amor. Geraldão, por sua vez, compartilha com os amigos a alegria de ter ganhado na loteria, enquanto Kazuo e Dudu começam a se aproximar e se entender melhor.

Andrezza convida Antônio para acompanhá-la até Vassouras, declarando que decidiu permanecer na fazenda. Enquanto Dinah chega à propriedade, preocupada com Otávio, ele sofre um grave acidente na estrada: um caminhão, sob a influência de Alexandre, colide com seu carro, lançando-o para longe. Alexandre observa a cena com satisfação, enquanto Tato, sem saber, compra uma moto que pertencia a Alexandre.

Capítulo 076 – sexta, 29 de agosto

Enquanto Alexandre revive, em sua mente, os acontecimentos da encarnação anterior, Otávio desperta em um campo florido, em um lugar que transparece paz e serenidade. Ao mesmo tempo, Alexandre caminha pelo sombrio Vale dos Suicidas, refletindo sua natureza perturbadora. Alberto chega ao local do acidente e, ao constatar a gravidade da situação, fica devastado.

O amigo acompanha o corpo de Otávio até o IML, providenciando todos os trâmites burocráticos junto a Queiroz. Em seguida, Alberto vai à casa de Otávio e comunica a Tato e Dudu sobre a gravidade do acidente, enquanto Dinah se mostra aflita ao perceber que Otávio não entrou em contato. Alberto liga para Estela, que está na fazenda com Dinah, informando o ocorrido.

O velório reúne os filhos de Otávio, Dudu e Tato, juntamente com Dinah, que se abraçam em um momento de profunda emoção e perda. De volta à casa, Dinah pede para ficar sozinha com Alberto e Estela, recordando os bons momentos vividos ao lado de Otávio. Alberto tenta consolá-la, lembrando que Otávio agiu com total consciência e que tudo que fez, fez por amor a ela.

Otávio, em sua “viagem espiritual”, é recebido por Júlia, que o conduz até seu pai terreno. Dinah recebe o costumeiro arranjo de flores, chorando de saudade. Estela decide ocultar de sua mãe a notícia da morte de Otávio. Maroca conta a Estela que flagrou Andrezza beijando Antônio. Em Paraty, Téo e Lisa recebem a notícia da morte de Otávio pelo rádio. Raul revela a verdade a Maroca, enquanto Dinah lamenta não ter podido acompanhar Otávio. Ele é levado à “enfermaria”, onde descansará da “viagem” espiritual, enquanto Téo, influenciado pelo espírito de Alexandre, trata Lisa de forma agressiva, deixando-a assustada e vulnerável.


Pré-venda de Invocação do Mal 4: O Último Ritual inicia hoje — Saiba tudo sobre o capítulo final da franquia de terror

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Foto: Reprodução/ Internet

O universo do terror sobrenatural nos cinemas se prepara para um dos lançamentos mais aguardados do ano. A Warner Bros. Pictures Brasil inicia nesta quinta-feira, 21 de agosto, a pré-venda de ingressos para Invocação do Mal 4: O Último Ritual, a nova produção que promete encerrar de forma aterrorizante a trajetória dos renomados investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren. Com estreia marcada para 4 de setembro, o longa se apresenta como a conclusão de uma das franquias de horror mais icônicas da indústria cinematográfica, construída ao longo de quase uma década de sustos, mistérios e casos inspirados em eventos reais.

A expectativa é alta. Fãs da série já se mobilizam para garantir seus lugares nas sessões, ansiosos para testemunhar o que promete ser o capítulo mais perturbador da carreira dos Warrens. O filme acompanha um caso enigmático, considerado o mais impactante do casal, e apresenta novos elementos que aprofundam a mitologia da franquia, revelando detalhes que permaneciam até então nas sombras. Para entrar no clima do lançamento, a Warner Bros. também programou a exibição dos três primeiros filmes da saga entre os dias 21 e 27 de agosto, permitindo que o público relembre os eventos anteriores ou descubra pela primeira vez os horrores que marcaram cada investigação.

Uma franquia que redefiniu o terror contemporâneo

Desde a estreia de Invocação do Mal em 2013, a franquia se consolidou como um marco do terror contemporâneo. O primeiro filme, dirigido por James Wan, apresentou ao público a dupla Ed e Lorraine Warren, investigadores de fenômenos paranormais cuja carreira real é marcada por casos notórios de possessão, poltergeist e assombrações inexplicáveis. A fórmula de combinar narrativa ficcional com elementos baseados em eventos reais se mostrou um sucesso, resultando em uma franquia que se expandiu para múltiplos spin-offs, incluindo os filmes de Annabelle, The Nun e A Maldição da Chorona.

O longa-metragem chega para fechar a narrativa principal da saga, prometendo não apenas sustos, mas também uma exploração mais profunda da relação entre Ed e Lorraine, que equilibram sua vida familiar com os desafios sobrenaturais que enfrentam. Ao abordar o que é descrito como o caso mais perturbador do casal, o filme se destaca por trazer uma tensão psicológica intensa, aliada à estética clássica da franquia: ambientes escuros, trilha sonora marcante e efeitos cuidadosamente planejados para amplificar o medo sem depender de clichês exagerados.

Inspiração em eventos reais

O longa é baseado nas investigações reais dos Warrens relacionadas à assombração dos Smurl, um dos casos mais notórios de atividade paranormal dos anos 1980. A história acompanha Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga) enquanto enfrentam forças sobrenaturais de intensidade nunca antes vista, testando não apenas suas habilidades como investigadores, mas também seus limites pessoais e familiares. Além de lidar com entidades malignas, o casal precisa proteger sua filha Judy (Mia Tomlinson) e o namorado dela, Tony Spera (Ben Hardy), ampliando a dimensão emocional do filme e criando momentos de tensão que vão além do terror convencional.

A narrativa do filme combina elementos clássicos da série, como possessões e fenômenos inexplicáveis, com um enfoque mais psicológico. O espectador é convidado a mergulhar na mente dos personagens, acompanhando não apenas os eventos sobrenaturais, mas também a luta interna de cada um diante do desconhecido. Essa abordagem reforça o diferencial da franquia: o terror não é apenas externo, mas também emocional, explorando medos universais e pessoais.

Elenco: veteranos e novos rostos

O filme mantém a dupla principal, com Patrick Wilson e Vera Farmiga reprisando seus papéis como Ed e Lorraine Warren. A continuidade desses personagens é crucial para a narrativa, pois estabelece uma conexão direta com os eventos anteriores e mantém a coerência emocional da saga. Farmiga, em entrevistas anteriores, destacou o desafio de aprofundar o medo de forma orgânica: “É interessante, temos que aumentar o medo a cada filme. Demonologia já é tão aguda e operística”, afirmou a atriz, ressaltando o compromisso em manter o nível de tensão elevado.

Além dos protagonistas, o elenco traz novos nomes que adicionam frescor à história. Mia Tomlinson interpreta Judy Warren, a filha do casal, agora adulta e confrontando o legado familiar de investigação paranormal. Ben Hardy assume o papel de Tony Spera, namorado de Judy, cuja presença traz novas dinâmicas de relacionamento e tensão. Outros nomes confirmados incluem Rebeca Calder, Elliot Cowan, Kíla Lord Cassidy, Beau Gadsdon, Molly Cartwright, João Brotherton e Shannon Kook como Drew, contribuindo para um elenco diversificado que amplia a complexidade dos acontecimentos.

Produção e bastidores

O desenvolvimento do filme começou pouco após o lançamento de Invocação do Mal 3: A Ordem do Diabo em 2021. O diretor Michael Chaves, que retornou à franquia após dirigir o terceiro filme, comentou em entrevistas sobre a intenção de criar um desfecho único e impactante. “Este tem um final muito único para os filmes Invocação do Mal. Eu ficaria animado para ver onde isso poderia ir a partir daqui”, afirmou Chaves, destacando o desejo de encerrar a saga de forma satisfatória para os fãs.

O roteiro passou por diversas fases de desenvolvimento, inicialmente escrito por David Leslie Johnson-McGoldrick e posteriormente revisado por Ian Goldberg e Richard Naing, a partir de uma história original coautorada por James Wan e Johnson-McGoldrick. Essa colaboração garantiu que a essência da franquia fosse mantida, ao mesmo tempo em que novas ideias e abordagens foram incorporadas, criando um equilíbrio entre fidelidade à narrativa e inovação cinematográfica.

As filmagens ocorreram em Londres entre 17 de setembro e 22 de novembro de 2024, em locações que proporcionaram o clima sombrio necessário para o longa. A produção buscou recriar cenários autênticos de casas assombradas, ambientes claustrofóbicos e espaços que potencializam o suspense, mantendo a tradição visual da franquia. A direção de fotografia e o design de produção foram fundamentais para transmitir a atmosfera opressiva que caracteriza os filmes, garantindo que cada cena contribua para o medo crescente e a tensão narrativa.

Trilha sonora e elementos de tensão

A trilha sonora é assinada por Benjamin Wallfisch, substituindo Joseph Bishara, compositor dos três primeiros filmes. Wallfisch trabalhou para manter a identidade sonora da franquia, mas introduziu elementos novos que intensificam a experiência emocional e sensorial do espectador. A música desempenha papel central no desenvolvimento do suspense, guiando o público através de momentos de terror psicológico e elevando a dramaticidade das cenas mais impactantes. A colaboração entre trilha sonora, efeitos sonoros e direção visual reforça a imersão, fazendo com que cada cena seja sentida de forma intensa.

Pré-venda e maratona de filmes

Com a pré-venda iniciada em 21 de agosto, o público brasileiro tem agora a oportunidade de garantir os ingressos antecipadamente e evitar filas no lançamento. A Warner Bros. também promoveu uma maratona dos três primeiros filmes da franquia entre os dias 21 e 27 de agosto, permitindo que os espectadores revisitassem os casos anteriores ou conhecessem a história desde o início. Essa estratégia não apenas aumenta a expectativa para o quarto filme, mas também reforça a imersão no universo dos Warrens, oferecendo contexto emocional e narrativa para os eventos que culminam em O Último Ritual.

A maratona representa uma oportunidade única para fãs novos e antigos. Quem acompanha a saga desde o início pode reviver os momentos icônicos, enquanto novos espectadores terão uma introdução completa aos horrores enfrentados pelos investigadores paranormais. O cuidado com a continuidade narrativa demonstra o compromisso da Warner Bros. em oferecer uma experiência completa e envolvente, tornando o lançamento do capítulo final ainda mais significativo.

Crítica | Faça Ela Voltar é um terror cruel que rasga a alma

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Faça Ela Voltar, dirigido pelos irmãos Justin e Aaron Philippou, não é um filme para espectadores que buscam conforto ou escapismo. Desde os primeiros minutos, o longa impõe uma tensão implacável, mergulhando o público em uma experiência que é, ao mesmo tempo, dolorosa, assustadora e profundamente humana. O terror não surge de efeitos sobrenaturais baratos ou sustos previsíveis: ele surge da realidade do luto, da obsessão e das consequências irreversíveis de decisões movidas pela dor. Este não é um filme que se assiste; é um filme que se sente, que consome e que deixa marcas psicológicas duradouras.

O que diferencia o filme de grande parte do cinema de terror contemporâneo é o modo como ele lida com o sofrimento humano. A narrativa não simplifica a dor nem a transforma em espetáculo. Pelo contrário, ela é meticulosamente construída para que cada momento de angústia seja tanto plausível quanto esmagador. A sensação constante de desconforto, de tensão e de antecipação é reforçada por uma direção precisa, uma cinematografia calculada e atuações que vão além do convencional. Cada frame é projetado para intensificar a experiência emocional do espectador, tornando impossível desligar-se da narrativa.

O horror que não precisa de monstros

O terror em Faça Ela Voltar não está em figuras sobrenaturais ou monstros externos. Ele reside na psique humana, nas emoções extremas e nas escolhas desesperadas que a dor pode provocar. A trama central gira em torno de personagens consumidos pelo luto e pela obsessão, mostrando como a incapacidade de deixar alguém partir pode se transformar em força destrutiva. O filme não romantiza o sofrimento; ele o expõe em toda sua brutalidade, mostrando que a obsessão não é apenas uma metáfora, mas uma força real e tangível que corrói as relações, a moralidade e a própria sanidade.

Essa abordagem torna a experiência cinematográfica inquietante de maneira incomum para o gênero. A tensão não é aliviada por diálogos explicativos ou por exposições dramáticas simplistas. Cada ação, cada olhar e cada silêncio carrega peso narrativo. O horror psicológico não é apenas sugerido; ele é experimentado, sentindo-se no corpo e na mente do espectador. É um terror que não se dissipa quando a sessão termina, permanecendo como uma lembrança incômoda e quase física.

Luto e obsessão: A matéria-prima do medo

O núcleo da narrativa é a exploração do luto e da obsessão. O filme demonstra com clareza que a dor pode se transformar em algo monstruoso, não por natureza sobrenatural, mas por sua intensidade emocional. A história evidencia como o amor e a perda, quando distorcidos pelo sofrimento, podem se tornar forças destrutivas, capazes de derrubar barreiras éticas e transformar a realidade em um pesadelo pessoal.

O roteiro dos Philippou é calculado para gerar desconforto constante, usando a obsessão não como um dispositivo de tensão passageiro, mas como motor de toda a narrativa. Essa obsessão não é uma escolha arbitrária dos personagens; é uma consequência direta do trauma que eles carregam. O filme demonstra, de maneira quase clínica, como o luto não curado pode dominar a vida de uma pessoa, afetar todos ao seu redor e corroer a própria identidade. Cada ato extremo é, portanto, compreensível dentro da lógica da dor, tornando a experiência tanto perturbadora quanto tragicamente realista.

Sally Hawkins: Uma presença insubstituível

Sally Hawkins entrega uma atuação que é, em muitos sentidos, o coração do filme. Sua personagem é uma mãe atravessada pelo luto, que se transforma em agente de destruição e obsessão. Hawkins equilibra fragilidade e ameaça com uma naturalidade rara, fazendo com que o espectador oscile constantemente entre empatia e horror. Cada olhar, cada hesitação, cada gesto transmite profundidade emocional e urgência, e sua presença domina a narrativa sem esforço.

O impacto de Hawkins é amplificado pelo roteiro e pela direção. Ela não precisa recorrer a exageros dramáticos; sua força reside na sutileza e na precisão emocional. A atriz transforma a obsessão e a dor em experiência sensorial, fazendo o público sentir a pressão, a culpa e o desespero da personagem como se fossem próprios. É uma performance visceral, memorável, capaz de rivalizar com algumas das interpretações mais intensas do cinema de terror moderno.

A Maturidade dos Irmãos Philippou

Os Philippou demonstram maturidade e controle narrativo impressionantes. Cada enquadramento, cada movimento de câmera e cada pausa na edição é projetado para maximizar a tensão e a densidade emocional. Eles evitam ornamentos visuais desnecessários, efeitos exagerados e sustos fáceis. Tudo é funcional, e cada elemento serve para aprofundar a experiência de sofrimento, obsessão e medo.

Essa clareza de propósito diferencia Faça Ela Voltar de filmes de terror que dependem de soluções visuais ou narrativas superficiais. Aqui, a violência e o desconforto são resultado lógico do trauma emocional, e não do desejo de chocar o público. A direção é firme e direta, criando uma experiência imersiva que exige atenção total e emocionalmente exaustiva.

Tensão constante

O roteiro do filme é construído de forma a manter a tensão elevada do início ao fim. Não há alívio dramático artificial; cada momento de calma funciona apenas como preparação para novas camadas de desespero. O filme estrutura o suspense de maneira gradual, mas incessante, garantindo que o espectador nunca se desligue da narrativa.

Essa abordagem cria uma experiência imersiva, quase claustrofóbica, que reflete a natureza do luto e da obsessão. O público não é apenas testemunha: ele é cúmplice do sofrimento, incapaz de se afastar ou desligar-se. O ritmo e a intensidade emocional são constantes, e o impacto psicológico não se dissipa facilmente.

Simbolismo e crítica social

Além do terror psicológico, o filme é carregado de simbolismo e crítica social. Ele aborda negligência, abandono, estruturas familiares disfuncionais e incapacidades institucionais de forma crua e direta. O trauma individual se conecta com questões sociais mais amplas: crianças e adultos que crescem sem apoio, famílias que falham em proteger, indivíduos que se perdem na própria dor.

O filme sugere que o horror não é apenas pessoal, mas coletivo. As falhas de cuidado, empatia e justiça moldam as trajetórias dos personagens, tornando cada ato de desespero parte de um panorama maior de sofrimento humano. É uma reflexão desconfortável, mas essencial, que amplia o alcance do terror além do pessoal e psicológico.

O luto não tem redenção

Um dos aspectos mais impactantes de Faça Ela Voltar é a rejeição da ideia de redenção ou cura emocional simplificada. O luto é corrosivo, a obsessão é autodestrutiva e a dor não se resolve magicamente. O filme não oferece alívio moral, soluções fáceis ou reconciliações artificiais. O público é confrontado com a realidade crua de que a dor pode consumir totalmente e transformar o amor em violência.

Essa escolha narrativa eleva o filme acima do terror convencional. Ele não apenas provoca medo; ele exige introspecção e coragem emocional. Cada decisão da personagem central, cada consequência de suas ações, é uma demonstração de como a dor pode dominar e deformar a vida humana.

Um filme obrigatório

Faça Ela Voltar é um dos filmes mais impactantes do gênero nos últimos anos. Ele combina roteiro preciso, direção controlada, atuação memorável e profundidade emocional para criar uma experiência que não se esquece facilmente. É perturbador, intenso e implacável. Ele não oferece consolo, mas oferece uma compreensão crua e poderosa do que significa perder, amar e ser consumido pela dor.

Para qualquer pessoa que aprecie terror psicológico de qualidade, Faça Ela Voltar é obrigatório. Não apenas cumpre suas promessas: redefine o que significa sentir medo, empatia e horror ao mesmo tempo. É uma experiência cinematográfica completa, que rasga, incomoda e permanece ecoando muito tempo depois que os créditos terminam.

Felipeh Campos chega à Band e se junta oficialmente ao time do Bora Brasil

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Foto: Reprodução/ Internet

A Band anunciou oficialmente a chegada de Felipeh Campos ao comando do Bora Brasil, a partir da próxima segunda-feira, 25 de agosto. O jornalista se junta à bancada formada por Patrícia Rocha e Cynthia Martins, que permanecem à frente do programa desde a saída de Rodrigo Alvarez. A emissora aposta na experiência e versatilidade de Felipeh para impulsionar a atração, trazendo um novo dinamismo às manhãs televisivas.

Felipeh, com 25 anos de carreira, comentou sobre a novidade: “Estrear como apresentador na Band é um ciclo incrível que se abre na minha carreira. Construir as manhãs será um desafio e conto com o meu público para que possamos impulsionar a atração. Muitas novidades estão sendo preparadas.” A declaração evidencia o entusiasmo do jornalista e a expectativa de criar uma relação próxima com a audiência.

Trajetória de Felipeh Campos

A carreira do jornalista começou ainda muito jovem. Em 1999, ele participou do clássico programa Qual é a Música?, de Silvio Santos, no SBT, atuando como dublador. Essa primeira experiência diante das câmeras foi apenas o início de uma trajetória que uniria jornalismo e entretenimento de forma consistente.

Após se formar em Jornalismo, Felipeh passou por diferentes emissoras, incluindo SBT, Jovem Pan, RedeTV!, Record e TV Gazeta. Em cada uma delas, ele consolidou sua presença, alternando entre reportagens, colunas de celebridades e programas de variedades. A experiência acumulada ao longo de mais de duas décadas confere ao jornalista uma versatilidade rara, essencial para programas matutinos que mesclam informação, serviço, entretenimento e opinião.

O Bora Brasil e suas transformações

O programa estreou em 16 de março de 2020, sob o comando de Joel Datena e Laura Ferreira, com o objetivo de oferecer um telejornal matutino que equilibrasse informação, entretenimento e serviços à população. Desde então, o programa passou por diversas mudanças de formato, duração e horários, refletindo o constante processo de adaptação da Band.

Em 2020, Laura Ferreira deixou o programa para se mudar para Portugal, sendo substituída por Thaís Dias. Em novembro do mesmo ano, o jornal ganhou 30 minutos extras e passou a começar às 7h30 da manhã, reforçando sua presença na grade matinal. Em julho de 2022, uma segunda edição foi incorporada à programação, mas acabou sendo descontinuada devido a ajustes de horários de programas religiosos terceirizados.

Mais recentemente, em 2024, Joel Datena e Taís Dias deixaram o comando, sendo substituídos por Cynthia Martins e Patrícia Rocha. O programa passou a ir ao ar às 8h15 e aumentou sua duração, ocupando quase toda a manhã e substituindo parcialmente o programa culinário The Chef. Em abril de 2025, Rodrigo Alvarez integrou a bancada, formando um trio com Cynthia e Patrícia, mas deixou o comando em julho, permanecendo apenas em reportagens externas.

Novidades que Felipeh traz para o programa

Com a chegada de Felipeh, o programa promete ganhar uma nova energia e abordagens inovadoras que buscam equilibrar informação e entretenimento. Além de reforçar a interação com os colunistas e especialistas, o jornalista pretende inserir quadros inéditos voltados para pautas atuais, como tendências de comportamento, cultura digital e lifestyle, ampliando o leque de temas abordados. Sua experiência em jornalismo e em programas de variedades permitirá criar conexões mais diretas com o público, tornando o programa mais dinâmico e próximo da realidade dos telespectadores. Felipeh também aposta em uma apresentação mais participativa, incentivando a audiência a enviar perguntas, opinar sobre os assuntos do dia e interagir nas redes sociais do programa, transformando o Bora Brasil em um espaço vivo, que reflete o cotidiano e os interesses da população.

A importância dos programas matinais

Programas como o Bora Brasil desempenham papel fundamental na televisão aberta, pois oferecem uma mistura de informação, entretenimento e serviço público logo no início do dia. A diversidade de quadros e a presença de especialistas em diferentes áreas permitem que o telespectador se mantenha atualizado e ainda aproveite conteúdos leves e interessantes para começar a manhã.

O desafio de Felipeh será equilibrar essa diversidade de conteúdos, mantendo a coerência editorial e a fluidez do programa. A experiência acumulada ao longo de sua carreira em diferentes formatos será um diferencial importante para conduzir entrevistas, debates e interações com o público, garantindo que o jornalismo e o entretenimento caminhem lado a lado.

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