República Popular de Terranova | Distopia futurista de Felipe Kato critica ciclos de opressão

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No vasto universo da literatura de ficção científica, é raro encontrar obras que consigam combinar uma narrativa futurista tecnológica com críticas sociais contundentes. É exatamente isso que Felipe Kato alcança em sua saga ambientada na República Popular de Terranova, um macropaís fictício do ano 3084, onde o avanço científico e tecnológico esconde um regime autoritário que manipula, explora e oprime seus cidadãos por meio de tributos e controle social.

A obra nos apresenta uma sociedade que, à primeira vista, parece ter atingido a perfeição. Com vias aéreas para transporte ultrarrápido, portais interdimensionais, nanorrobôs que cuidam da saúde dos habitantes e até uma redoma gigante que protege a população de uma atmosfera tóxica, Terranova é o epítome de uma utopia tecnológica. No entanto, por trás dessa fachada de inovação e eficiência, Kato constrói uma distopia sofisticada, onde censura, corrupção e manipulação governamental se tornam ferramentas para manter a população submissa.

Thomas K.: o jornalista contra o sistema

O protagonista da saga, Thomas K., é um jornalista que trabalha em um dos últimos veículos de comunicação independente do país. Sua vida muda radicalmente ao receber uma notificação judicial informando que possui uma dívida bilionária — um débito que ele sequer reconhece. Movido pela necessidade de esclarecer a situação, Thomas dirige-se a um órgão público, mas logo descobre que a burocracia é apenas a ponta do iceberg.

Ao investigar o caso, ele se depara com um sistema judiciário manipulado, um governo que se aproveita da ignorância e da conformidade da população e um aparato de “reeducação” destinado a punir aqueles que questionam a ordem. Traído por aliados e condenado à prisão em um centro de correção para dissidentes, Thomas se vê em uma luta desesperada pela liberdade, enfrentando um regime que não mede esforços para manter o poder.

Susana e o movimento da revolução solidária

Paralelamente, a narrativa acompanha Susana, filha de Thomas, que se torna peça-chave em uma resistência clandestina chamada Movimento da Revolução Solidária (MRS). O grupo planeja uma rebelião para expor fraudes do governo e desencadear uma guerra civil. No entanto, ao ser capturada por agentes do estado, Susana passa por processos de “correção” que transformam seu corpo em um ciborgue — uma arma viva a serviço do próprio governo que antes combatia.

Essa transformação radical é mais do que uma reviravolta dramática na trama: é uma metáfora potente sobre a perda da autonomia individual e a maneira como regimes autoritários moldam cidadãos para cumprir interesses do poder. A experiência de Susana, assim como a de seu pai, evidencia o ciclo de opressão que Kato denuncia: um sistema que se mantém em funcionamento explorando e manipulando, garantindo obediência por meio de medo, dívidas e doutrinação.

Um universo cyberpunk com humor ácido

O mundo de Terranova é construído com elementos clássicos do cyberpunk: tecnologia avançada, ambientes urbanos distópicos, corpos modificados por ciborgues e sistemas de vigilância onipresentes. No entanto, Kato consegue inserir humor e ironia em sua narrativa, oferecendo momentos de leveza e crítica simultaneamente. Essa combinação torna a leitura envolvente e provoca reflexão, mostrando que a ficção científica pode ser uma poderosa ferramenta de análise social.

O autor aproveita sua experiência como advogado de direito tributário para trazer à tona discussões sobre impostos, burocracia e desigualdade de maneira criativa e crítica. “Uso o conceito de impostos para montar um sistema que controla até a forma como as pessoas pensam e trabalham. Para isso, exploro elementos da cultura geek, de ciborgues ao ambiente cyberpunk, para apresentar, de forma ácida e humorística, elementos da política brasileira, mesmo que indiretamente”, explica Kato.

Alternância de pontos de vista e construção de narrativa

Outro ponto que se destaca na obra é a alternância de pontos de vista entre personagens, que permite ao leitor compreender a complexidade do universo de Terranova sob diferentes perspectivas. Thomas e Susana oferecem visões contrastantes sobre o governo, enquanto figuras como Drika, agentes de correção e membros da MRS revelam nuances sobre lealdade, moralidade e sobrevivência.

Essa técnica narrativa contribui para que a história se torne mais do que um simples enredo futurista: ela se transforma em um estudo sobre comportamento humano, poder e resistência. Cada personagem representa uma faceta do sistema opressor ou da luta contra ele, permitindo que o leitor se conecte emocionalmente e reflita sobre dilemas éticos e sociais que transcendem o cenário fictício.

Relevância contemporânea

Embora a obra se passe em 3084, é impossível não traçar paralelos com o mundo atual. A manipulação de informações, a concentração de poder, a desigualdade econômica e a naturalização de impostos que não retornam à população são temas que ressoam fortemente em sociedades modernas. Ao transportar esses elementos para um universo futurista, Kato não apenas entretém, mas provoca uma reflexão profunda sobre as estruturas que governam nossas próprias vidas.

Além disso, a saga oferece uma leitura acessível e, ao mesmo tempo, provocativa para leitores de diferentes perfis. Os elementos de cultura pop e referências geek tornam a obra atraente para um público mais jovem, enquanto a densidade política e social conquista aqueles interessados em análises críticas sobre governança, justiça e poder.

A ficção como espelho da realidade

A força da obra de Felipe Kato está na maneira como transforma a ficção em espelho da realidade. Ao abordar temas como dívida, manipulação e controle social em um contexto futurista e cyberpunk, ele nos obriga a questionar as estruturas que muitas vezes aceitamos como naturais. Terranova, com seu governo opressor, sistemas de correção e cidadãos adaptados ou subjugados, é um alerta sobre os perigos da conformidade, do medo e da aceitação passiva.

A saga demonstra que a literatura de ficção científica não é apenas escapismo. Ela tem o poder de investigar questões éticas e políticas complexas, de provocar debates e de oferecer ferramentas para compreendermos melhor a sociedade em que vivemos. Através de Thomas, Susana e os demais personagens, somos convidados a refletir sobre nossos próprios ciclos de opressão e sobre como o poder pode ser mantido à custa da liberdade e da dignidade humana.

Saiba quem foi eliminado no Chef de Alto Nível de quinta (14/08)

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O décimo episódio da 1ª temporada do Chef de Alto Nível, exibido nesta quinta, 14 de agosto, na Globo, trouxe fortes emoções aos fãs do reality show culinário. Com a semifinal se aproximando, o programa apresentou uma das etapas mais tensas da competição, resultando na eliminação de dois participantes: Bruna e Bruno Sutil.

A atração, que estreou no dia 15 de julho, rapidamente conquistou o público com seu formato inovador, apresentado por Ana Maria Braga e com a participação dos renomados chefs Alex Atala, Jefferson Rueda e Renata Vanzetto. Inspirada no programa estadunidense Next Level Chef, da FOX, a versão brasileira combina desafios de alto nível, dinâmica entre equipes e provas individuais que testam técnica, criatividade e resistência emocional dos participantes.

Detalhes do episódio de quinta

O episódio desta quinta marcou a segunda rodada da Fase Individual, momento em que os oito participantes restantes se enfrentam em busca de uma vaga direta na semifinal. Nessa etapa, cada competidor precisa demonstrar sua habilidade na cozinha, preparando pratos que impressionem os jurados tanto na apresentação quanto no sabor.

A tensão foi palpável desde o início, com cada chef ciente de que qualquer erro poderia custar a permanência no programa. Bruna e Bruno Sutil, infelizmente, não conseguiram atingir o nível exigido pelos jurados, sendo os dois eliminados da competição. Na prova de eliminação, os participantes precisavam produzir um prato igual à imagem que receberam, reproduzindo a decoração e sabor com precisão. A decisão, anunciada por Ana Maria Braga, gerou surpresa e comoção tanto nos participantes quanto no público, que já tinha criado expectativa sobre o desempenho dos dois chefs.

Qual é o prêmio para o grande vencedor?

O Chef de Alto Nível não é apenas uma competição de habilidades culinárias, mas também uma oportunidade única para os participantes mostrarem criatividade, técnica e capacidade de trabalhar sob pressão. O grande prêmio da competição é de R$ 500 mil, além da chance de ganhar reconhecimento nacional e abrir portas no universo gastronômico.

Para chegar à final, os competidores precisam superar diversas etapas: primeiro, vencer os desafios em equipe; depois, se destacar nas provas individuais. Cada fase exige não apenas talento, mas também estratégia, pois a dinâmica das equipes e a escolha de ingredientes podem influenciar diretamente o desempenho de cada chef.

Caminho até a final

A penúltima etapa da Fase Individual é crucial. Com apenas seis competidores, a pressão aumenta, e cada prova passa a ter um peso ainda maior. Nesta fase, a prova principal garante que os dois melhores cozinheiros avancem direto para a grande final, enquanto os outros quatro participantes disputam uma segunda prova decisiva para garantir a terceira e última vaga da final.

Essa etapa exige precisão técnica e criatividade. Qualquer falha no sabor, na apresentação ou no tempo de preparo pode significar a eliminação, tornando o ambiente altamente competitivo. Os jurados, Alex Atala, Jefferson Rueda e Renata Vanzetto, desempenham papel fundamental, avaliando cada detalhe e oferecendo orientações que podem mudar o rumo de cada competição.

A dinâmica da competição

O reality culinário se destaca por seu formato inovador, que combina provas em equipe e individuais. A interação entre os participantes e os jurados cria momentos de tensão e aprendizado, permitindo que o público acompanhe não apenas a disputa, mas também o crescimento dos chefs.

Além das habilidades culinárias, o programa valoriza estratégia e gestão de tempo. Os participantes precisam organizar suas tarefas, escolher os ingredientes adequados e garantir que cada prato seja apresentado de maneira impecável, sob o olhar atento dos jurados. Essa combinação de técnica, criatividade e pressão é o que torna o reality show único e envolvente.

Programa do Ratinho desta sexta (15/08) recebe Gaby Spanic no quadro ‘Boteco’

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Nesta sexta-feira, 15 de agosto, às 22h15, o SBT apresenta mais uma edição especial do ‘Boteco do Ratinho’, quadro especial do Programa do Ratinho — um espaço que já se consolidou como sinônimo de festa, boa música e histórias envolventes.

O palco recebe Gaby Spanic, estrela internacional que conquistou o Brasil nos anos 1990, chega com seu carisma único para dividir memórias, cantar e se divertir com o público. Ao lado dela, a dupla sertaneja Althair & Alexandre e os humoristas Marcelo Marrom e Rodrigo Capella completam o clima de encontro entre amigos que o programa sabe criar tão bem.

Gaby Spanic: a estrela que atravessou fronteiras

Gabriela Elena Spanic Utrera nasceu em Ortiz, na Venezuela, em 10 de dezembro de 1973. Filha de família simples, mas cercada de influências culturais, cresceu entre tradições croatas e espanholas. Sua jornada artística começou cedo, passando por concursos de beleza e, depois, mergulhando nos estudos de interpretação no Centro de Investigação Teatral Luz Columba.

O mundo conheceria Gaby de forma arrebatadora em 1998, quando ela viveu as gêmeas Paola Bracho e Paulina Martins na novela “A Usurpadora”. O sucesso foi tamanho que a trama foi exibida em mais de 120 países, transformando a atriz em ícone da teledramaturgia latina. No Brasil, seu nome virou sinônimo de novela mexicana, e até hoje a vilã Paola Bracho é lembrada com carinho e um certo tom de reverência pelos fãs.

Mas Gaby não parou na atuação. Ela explorou outras áreas: lançou perfumes, gravou CDs, escreveu livros, participou de realities e empreendeu em diferentes ramos. No teatro, mostrou versatilidade em peças como Un Picasso e Divinas, e agora, em 2025, continua ativa nos palcos com a peça Brujas (Entre Mujeres), onde interpreta uma personagem polêmica, intensa e cheia de camadas.

Uma conexão especial com o Brasil

Ao longo dos anos, Gaby Spanic criou um vínculo forte com o público brasileiro. Já participou de eventos e programas no país, sempre recebida com calor humano e admiração. No “Boteco do Ratinho”, a expectativa é que ela reviva momentos marcantes de sua trajetória, conte bastidores divertidos e, quem sabe, surpreenda com algumas canções.

Althair & Alexandre: o sertanejo que atravessa gerações

Quem também promete marcar a noite é a dupla Althair & Alexandre. Com mais de 30 anos de carreira, eles conquistaram o Brasil com canções que misturam romantismo, simplicidade e histórias cantadas de forma autêntica. Clássicos como “Deus Me Livre”, “Tá Nervoso… Vai Pescá” e “Laço Aberto” embalaram festas, rádios e encontros familiares por décadas.

Além do talento vocal, os irmãos são mestres na composição. Alexandre, por exemplo, é responsável por mais de 1.500 músicas gravadas por artistas de peso, incluindo Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano e João Paulo & Daniel. Essa bagagem promete transformar o palco do Ratinho em um verdadeiro festival sertanejo.

Humor na medida certa

O clima descontraído do Boteco fica ainda mais completo com o talento de dois humoristas que sabem arrancar risadas do público de forma leve e espontânea. Marcelo Marrom é mestre no improviso e no humor que parte do cotidiano. Ele tem a habilidade de transformar pequenas situações em histórias engraçadas nas quais o público se reconhece.

Rodrigo Capella, por sua vez, chega com energia contagiante. Especialista em stand-up comedy, ele brinca com as próprias experiências de vida e cria um clima de cumplicidade com quem está assistindo, garantindo aquele tipo de riso que surge naturalmente.

O segredo do Boteco do Ratinho

Mais do que um quadro de entrevistas e apresentações, o “Boteco do Ratinho” é uma celebração da cultura popular brasileira. No palco, não existe barreira entre o humor, a música e a conversa franca. O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, conduz tudo com seu estilo espontâneo, deixando espaço para improvisos e surpresas que se tornam marca registrada do programa.

Em uma única noite, o público pode cantar junto com um modão sertanejo, se emocionar com a história de um convidado, gargalhar com piadas improvisadas e se divertir com vídeos inusitados.

Expectativa alta

A presença de Gaby Spanic nesta edição não é apenas uma atração de peso: é uma viagem no tempo para quem cresceu assistindo às novelas mexicanas nas tardes de TV. Com música, humor e histórias de bastidores, a noite de sexta promete uma mistura irresistível de nostalgia e novidade. E, como sempre no “Boteco do Ratinho”, fica a certeza de que qualquer coisa pode acontecer — e é justamente isso que torna o programa tão especial.

Pacificador | Novo trailer da 2ª temporada promete ação intensa e amplia conexões no DCU

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Foto: Reprodução/ Internet

O universo de super-heróis da DC está prestes a ganhar mais uma peça fundamental: a segunda temporada de Pacificador. O novo trailer da série, divulgado recentemente, finalmente revelou os primeiros vislumbres dos episódios que chegam à HBO Max em 21 de agosto de 2025, marcando um capítulo essencial na construção do renovado DC Universe (DCU).

Para os fãs, a expectativa não poderia ser maior. Desde os primeiros filmes do DCEU, o público acompanha uma trajetória de altos e baixos na forma como os personagens e histórias se conectam. Agora, com a DC Studios adotando uma abordagem mais consistente e interligada, produções como a do anti-herói deixam de ser simples spin-offs para se tornarem elementos centrais de um universo compartilhado mais sólido, repleto de referências, conexões e consequências diretas entre filmes e séries.

Um anti-herói que conquista pela complexidade

O charme da série sempre esteve no equilíbrio entre brutalidade e humanidade. John Cena retorna como Chris Smith, um anti-herói que, apesar de seu comportamento ríspido e sarcasmo constante, revela vulnerabilidades profundas. Essa complexidade foi um dos grandes trunfos da primeira temporada, que conquistou fãs não apenas por cenas de ação impactantes, mas pelo mergulho psicológico no personagem.

O público aprendeu a acompanhar um homem imperfeito, que acredita em sua própria versão distorcida de justiça. Ao mesmo tempo em que provoca risadas com sua postura exagerada, Chris Smith também desperta reflexões sobre moralidade, responsabilidade e os limites entre certo e errado. Esse dualismo é o que torna a série única no universo de adaptações de quadrinhos, e a segunda temporada promete expandir ainda mais essas nuances.

Humor negro e ação: a marca de James Gunn

Além da construção do protagonista, Pacificador se destaca por sua combinação de comédia negra e ação de super-herói. James Gunn, criador, roteirista e diretor da série, imprime seu estilo característico, com diálogos afiados, timing cômico perfeito e cenas de ação coreografadas com intensidade cinematográfica.

Essa mescla de gêneros garante que a série seja ao mesmo tempo divertida, crítica e emocionalmente envolvente. Não se trata apenas de explosões e lutas: cada episódio explora a humanidade dos personagens, suas falhas e dilemas, criando uma narrativa que dialoga com o público de maneira madura e sofisticada, sem perder o tom leve que tornou a primeira temporada um sucesso.

Desafios e bastidores da produção

A segunda temporada, embora aguardada, não surgiu sem desafios. James Gunn, agora co-presidente da DC Studios, precisou dividir seu tempo entre funções executivas e o trabalho criativo direto nas produções, o que atrasou parcialmente o cronograma inicial. Além disso, a produção do spin-off Waller teve prioridade, mas acabou adiada devido às disputas trabalhistas que afetaram Hollywood em 2023.

Com esses ajustes, a equipe retomou a produção de Pacificador no início de 2024, garantindo que a série tivesse foco total. As filmagens aconteceram entre junho e novembro no Trilith Studios, em Atlanta, e foram conduzidas em paralelo com o novo filme do Superman, reforçando a ideia de um universo compartilhado interconectado.

Elenco robusto e novas conexões

John Cena retorna como Pacificador, e a série mantém um elenco sólido e diversificado. Entre os destaques estão Danielle Brooks (Orange Is the New Black), Freddie Stroma (Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Bridgerton), Jennifer Holland (Birds of Prey), Steve Agee (The Suicide Squad), Robert Patrick (O Exterminador do Futuro 2, Wayne), Sol Rodríguez (Soy Luna), David Denman (The Office, Mamma Mia! Here We Go Again), Tim Meadows (Saturday Night Live, Scream Queens) e Michael Rooker (Guardiões da Galáxia, The Walking Dead). A presença de Frank Grillo, interpretando Rick Flag Sr. (Esquadrão Suicida, Capitão América: O Soldado Invernal), adiciona um elemento de peso, conectando diretamente a série aos filmes do Esquadrão Suicida e ao novo filme do Superman.

Essa teia narrativa é uma prova do cuidado da DC Studios em criar coerência e continuidade dentro do DCU. Cada personagem, mesmo os secundários, tem potencial de influenciar acontecimentos em outras produções, criando um universo interligado que recompensa fãs atentos e permite múltiplos níveis de engajamento.

O que esperar da segunda temporada

Embora muitos detalhes da trama ainda estejam guardados, algumas pistas já são visíveis no trailer: Chris Smith continua navegando entre sua missão violenta e as situações cômicas que surgem de seu comportamento impulsivo. A série promete explorar novas ameaças, personagens misteriosos e dilemas morais ainda mais complexos, aprofundando a jornada do anti-herói que conquistou o público na primeira temporada.

O humor ácido permanece, mas agora com maior inserção de drama e ligação direta com o universo maior da DC. Essa abordagem cria um equilíbrio dinâmico: ação de alto impacto, momentos cômicos bem-humorados e desenvolvimento psicológico consistente, mantendo os fãs engajados e curiosos sobre o que vem a seguir.

Pacificador como peça-chave do DCU

A segunda temporada não é apenas entretenimento: é um movimento estratégico da DC Studios para solidificar o DCU como um universo coeso. Com o lançamento de filmes como Superman abrindo portas para novos personagens e tramas, séries como Pacificador ajudam a estabelecer um alicerce narrativo interconectado, preparando o terreno para futuras histórias e spin-offs.

Essa integração reforça a ideia de que cada produção tem peso dentro do universo compartilhado, tornando cada episódio uma oportunidade para entender conexões, relações e consequências que vão além da tela.

Conversa com Bial desta quinta (14/08) entrevista Shirley Carvalhaes e Arthur Martins

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta quinta-feira, 14 de agosto, o Conversa com Bial traz ao público uma edição especial dedicada à música cristã no Brasil, com a presença de dois nomes importantes do cenário gospel: a cantora Shirley Carvalhaes e o músico Arthur Martins. O programa, transmitido pela TV Globo, propõe uma reflexão sobre a história, a influência e o papel cultural da música cristã, além de explorar como artistas do gênero se conectam com o público brasileiro.

Nesta edição, Bial convida Shirley e Arthur a falarem sobre trajetórias, desafios e conquistas, destacando a importância da música gospel não apenas como entretenimento, mas também como expressão de fé, identidade e transformação social.

Uma trajetória marcada pela fé e pela música

Shirley é reconhecida como uma das pioneiras da música gospel no Brasil, com décadas de carreira que a consolidaram como referência no gênero. Ao longo do programa, a cantora compartilha histórias de sua trajetória, desde os primeiros passos na música até os grandes sucessos que marcaram gerações.

A conversa aborda ainda a evolução do estilo gospel, que passou de uma linguagem restrita a igrejas e comunidades religiosas para se tornar um fenômeno cultural presente nas rádios, nas redes sociais e em grandes shows pelo país. Shirley enfatiza a importância de manter a autenticidade artística aliada à fé, lembrando que a música tem o poder de tocar vidas e fortalecer a espiritualidade de quem a escuta.

Criatividade e identidade musical

Ao lado de Shirley, o músico Arthur Martins traz uma perspectiva contemporânea sobre a música cristã. Reconhecido por sua habilidade de mesclar elementos tradicionais com arranjos modernos, Arthur discute com Bial como a identidade da música gospel se adapta às mudanças culturais e tecnológicas, sem perder suas raízes.

O músico destaca a capacidade do gênero de dialogar com diferentes gerações, enfatizando que a música cristã brasileira vai além do culto: é também um espaço de expressão artística e cultural que reflete questões sociais, emocionais e espirituais da população.

A força da música gospel no Brasil

Durante a conversa, Bial conduz uma reflexão sobre o impacto da música cristã no cenário nacional. A música gospel não apenas mobiliza grandes plateias, mas também exerce influência em outros estilos musicais, nas mídias digitais e na produção cultural de forma ampla. Shirley e Arthur compartilham histórias de bastidores, mostram como construíram suas carreiras e discutem a responsabilidade de transmitir mensagens de esperança, fé e transformação.

O programa também aborda a diversidade dentro do gênero, desde estilos mais tradicionais até produções contemporâneas que incorporam elementos de pop, rock e MPB, revelando a riqueza e pluralidade da música cristã no país.

The Noite com Danilo Gentili desta quinta (14/08) recebe o ator e humorista Marcelo Mansfield

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Foto: Reprodução/ Internet

O palco do The Noite com Danilo Gentili, nesta quinta-feira, 14 de agosto, recebe um dos grandes pioneiros do humor brasileiro: Marcelo Mansfield. Com uma trajetória que atravessa décadas e gerações, o comediante chega ao programa para celebrar 40 anos de carreira, ao lado de Murilo Couto e Léo Lins. Entre risadas e lembranças, Mansfield revisita momentos emblemáticos de sua vida profissional, desde os primeiros passos no stand-up até participações em novelas e programas de televisão que marcaram época.

Para os fãs, é uma oportunidade única de conhecer o percurso de um artista que, ao longo de quatro décadas, conseguiu inovar, inspirar e conquistar o público com inteligência, criatividade e irreverência. Entre histórias de bastidores, personagens inesquecíveis e memórias de programas que ajudaram a moldar o humor brasileiro contemporâneo, o convidado transforma o programa em uma verdadeira viagem pela história da comédia nacional.

Um espetáculo para celebrar uma vida de risadas

O ator não chega apenas para conversar. Nos dias 23 e 24 de agosto, ele apresenta no Clube Barbixas, em São Paulo, o espetáculo O Show do Mansfield, uma celebração de sua carreira e um marco na trajetória do humorista. Criador do Clube da Comédia, o primeiro espetáculo de stand-up de São Paulo, Mansfield também é conhecido por seus personagens icônicos no “Terça Insana”, como Seu Lili e Seu Merda, que conquistaram o público pela mistura de irreverência e humor popular.

“É um show que eu criei para fazer por apenas dois dias. Fazia muito tempo que eu não produzia e é uma trabalheira enorme… A princípio serão duas apresentações para comemorar os 40 anos de carreira e depois, talvez, viajar ou ir para outro teatro”, revela Mansfield. O artista adianta que o espetáculo traz tanto o stand-up clássico quanto elementos de seus primeiros shows, incluindo “Hollywood que se Cuide”, além dos personagens que marcaram sua carreira.

O show se transforma, assim, em uma espécie de cápsula do tempo, permitindo que o público reviva momentos que vão desde o surgimento do stand-up brasileiro até os dias atuais. Para Mansfield, é também uma forma de prestar homenagem à própria trajetória e a todos que, de alguma forma, acompanharam seu trabalho ao longo dos anos.

Televisão, novelas e oportunidades inesperadas

A carreira do humorista na televisão é extensa e multifacetada. Ele apresentou o “Marcelo Mansfield Show” na TV Gazeta, programa que se tornou uma vitrine para seu talento e abriu portas para outras oportunidades. Uma dessas portas foi a Globo, onde viveu o agente James Blonde em “Armação Ilimitada”, com o apoio de Andreia Beltrão, e participou de novelas como “Mulheres de Areia” e da minissérie “Chiquinha Gonzaga”.

“Eu havia feito um trabalho com Jayme Monjardim e, por conta disso, assinei um contrato com a Manchete para um programa que acabou não acontecendo. Fiquei um ano contratado sem fazer nada. Pedi para participar do meu programa e ele disse que não poderia ir porque iria fazer Chiquinha Gonzaga na Globo. Alguns dias depois, me ligou pedindo para eu ir, pois Raul Cortez não queria fazer, e acabei sendo chamado para substituí-lo”, lembra Mansfield. Essa história ilustra a resiliência e a capacidade do humorista de transformar obstáculos em oportunidades.

Além da televisão, Mansfield participou de dezenas de filmes publicitários e produções audiovisuais, consolidando-se como um profissional versátil. Entre suas campanhas mais lembradas estão trabalhos para Nescafé, Consul, Ford, Chevrolet, Lada, Nestlé e Kellogg’s, experiências que exigiam precisão cômica e capacidade de comunicação imediata, características que ele aprimorou ao longo da carreira.

Uma carreira internacional e o retorno ao Brasil

Antes de conquistar o público brasileiro, o ator iniciou sua trajetória artística nos Estados Unidos, apresentando-se em cidades como Boston e Los Angeles. De volta ao Brasil, integrou o grupo Harpias, ao lado de Ângela Dip, Grace Gianoukas e Giovanna Gold. Foi nesse período que começou a desenvolver seu estilo único: uma mistura de observação social, humor físico e personagens que rapidamente se tornaram icônicos.

Essas experiências internacionais também enriqueceram sua visão sobre o humor, permitindo que Mansfield trouxesse para o Brasil técnicas e referências que, na época, ainda eram pouco exploradas. Seu retorno ao país marcou o início de uma trajetória sólida e inovadora, que incluiria programas de televisão, cinema, teatro e publicidade.

Cinema, teatro e criatividade sem limites

Mansfield não se limitou à televisão. No cinema, participou de produções como “Festa”, dirigido por Ugo Giorgetti, e “Durval Discos”, de Anna Muylaert. Um dos projetos mais curiosos foi “Loira Incendiária”, no qual ele foi coautor do roteiro, adaptando sua própria peça teatral para o cinema ao lado de Ângela Dip e Mauro Lima. Essa versatilidade evidencia não apenas seu talento como humorista, mas também sua capacidade de transitar entre linguagens artísticas diferentes.

No teatro, Mansfield brilhou com espetáculos solos, como “Como Entrar Mudo e Sair Calado” e “Nocaute”, além de integrar o elenco de “Terça Insana”, por quatro anos. Mais recentemente, em 2022, lançou filmes como “Amor Sem Medida” e “Rir para Não Chorar”, além de estrelar a peça “Humor aos Pedaços”, ao lado de Guilherme Uzeda, reafirmando sua relevância no cenário artístico mesmo após quatro décadas de carreira.

Pioneiro do stand-up no Brasil

O ator é considerado um dos precursores do stand-up comedy no país. Em 2005, idealizou e apresentou o Clube da Comédia Stand-Up, que se tornou referência para a disseminação do gênero no Brasil. Antes disso, seu trabalho no Terça Insana já mostrava sua capacidade de inovar, misturando personagens, sátira e humor de situação com crítica social e observação da vida cotidiana. Para muitos humoristas, Mansfield foi um verdadeiro mestre e inspiração. Sua abordagem, que combina técnica, improviso e sensibilidade, ajudou a consolidar o stand-up brasileiro como forma de arte reconhecida e respeitada. Além disso, sua capacidade de reinventar-se ao longo dos anos tornou seu trabalho atemporal.

Reconhecimento e contribuição para a cultura brasileira

Ao longo da carreira, Mansfield colecionou reconhecimento crítico e popular. Em 1993, recebeu a Bolsa Vitae para estudar comediantes nos Estados Unidos, acompanhando gravações de seriados como The Nanny e The Naked Truth. Em 1997, manteve uma coluna semanal no jornal Folha de S.Paulo e colaborou com revistas como Marie Claire, Set e Contigo!, demonstrando versatilidade na comunicação com diferentes públicos.

Em 2011, foi co-host no programa Agora É Tarde, inicialmente apresentado por Danilo Gentili e depois por Rafinha Bastos, consolidando ainda mais sua presença na televisão nacional. A Revista Bravo! o apontou como um dos principais nomes do stand-up brasileiro, reconhecimento que coroou décadas de dedicação e inovação.

Rádio, novas linguagens e a reinvenção constante

Além de TV, cinema e teatro, Mansfield explorou a rádio. Em 2015, lançou Clube dos Cinco na Rádio BandNews FM, comentando notícias com leveza e interação com o público. A experiência, ainda que breve, mostrou sua capacidade de dialogar com diferentes linguagens e formatos, sem perder a autenticidade.

A reinvenção constante é uma característica marcante de sua carreira. Mesmo após quatro décadas, o ator continua ativo, explorando novos projetos, personagens e formatos, sempre com o mesmo entusiasmo e paixão que marcaram o início de sua trajetória.

Legado e inspiração

Marcelo é uma referência para toda uma geração que cresceu assistindo suas performances e aprendendo, muitas vezes sem perceber, sobre timing cômico, improviso e observação social. Seu legado vai além do riso: ele ajudou a moldar a forma como o humor é feito no Brasil, pavimentando caminhos para novos artistas e fortalecendo o stand-up como expressão cultural.

O Concorrente | Lançamento do clássico distópico de Stephen King estrelado por Glen Powell é adiado

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Em um cenário cinematográfico cada vez mais marcado por remakes, reinterpretações e adaptações literárias de sucesso, poucas notícias conseguiram despertar tanto interesse quanto a de que Edgar Wright, o aclamado diretor por trás de obras como Em Ritmo de Fuga (Baby Driver) e Todo Mundo Quase Morto, iria assumir a missão de dar nova vida a O Concorrente, clássico distópico de Stephen King publicado originalmente em 1982.

O projeto, que promete resgatar o tom sombrio e político da obra original, ganhou ainda mais atenção ao anunciar Glen Powell — ator em ascensão, conhecido por Top Gun: Maverick e Hit Man: O Assassino Perfeito — como protagonista. Ao lado dele, a talentosa Katy O’Brian também integra o elenco.

No entanto, nesta semana, fãs e cinéfilos receberam uma notícia que mistura expectativa e frustração: a Paramount Pictures confirmou que a estreia nos cinemas norte-americanos, antes marcada para 7 de novembro de 2025, será adiada para 14 de novembro do mesmo ano.

No Brasil, ainda não há confirmação oficial se a nova data será mantida ou se o filme seguirá o calendário original. O que se sabe é que a mudança nos EUA coloca o lançamento em uma nova configuração de disputas de bilheteria — especialmente porque a estreia inicial coincidiria com Predador: Terras Selvagens, produção de ação que também mira o público fã de thrillers e ficção científica.

Um retorno às raízes do livro

A primeira adaptação de The Running Man chegou aos cinemas em 1987, estrelada por Arnold Schwarzenegger, em plena era de ouro dos filmes de ação exagerados. Embora divertido e icônico por seu visual futurista kitsch e frases de efeito típicas dos anos 80, o filme se distanciava bastante do material original de Stephen King, que escreveu o romance sob o pseudônimo Richard Bachman.

Na obra, King constrói um futuro opressor, onde desigualdade social e autoritarismo andam lado a lado, e onde a televisão se torna a principal arma de manipulação das massas. O protagonista, Ben Richards, é um homem comum empurrado para participar de um jogo mortal televisionado, onde precisa fugir de “caçadores” enviados para matá-lo enquanto o público acompanha tudo como entretenimento.

A grande promessa de Wright é justamente resgatar o espírito sombrio e crítico do livro, algo que foi suavizado na versão de 1987 em favor de um espetáculo de ação. Em entrevistas passadas, o diretor já havia declarado que sempre considerou O Concorrente uma obra subestimada de King, com potencial para um thriller socialmente relevante — especialmente nos tempos atuais.

Edgar Wright no comando: expectativa alta

A escolha de Edgar Wright para liderar o projeto gerou empolgação imediata. Conhecido por seu estilo visual inventivo, sua habilidade para misturar humor e tensão e seu domínio da montagem acelerada, Wright também sabe criar atmosferas únicas, algo que será crucial para transformar O Concorrente em uma experiência cinematográfica memorável.

Seus trabalhos anteriores mostram versatilidade: a comédia zumbi Todo Mundo Quase Morto (2004), a sátira policial Chumbo Grosso (2007), o eletrizante Em Ritmo de Fuga (2017) e o estilizado Noite Passada em Soho (2021). Em todos, ele equilibra entretenimento com comentários sutis — ou nem tão sutis — sobre cultura pop, violência e relações humanas.

Dessa vez, Wright também assina o roteiro, em parceria com Michael Bacall, com quem já colaborou em Scott Pilgrim Contra o Mundo. A dupla promete mergulhar fundo no clima distópico, evitando a abordagem “videogame” do filme dos anos 80.

Glen Powell: de galã a fugitivo em um mundo mortal

Se Edgar Wright é o cérebro por trás da visão do novo filme, Glen Powell será a alma da produção. O ator, que nos últimos anos se consolidou como um dos rostos mais versáteis de Hollywood, encara aqui um papel muito mais sombrio e fisicamente exigente do que seus trabalhos recentes.

Powell conquistou o grande público em Top Gun: Maverick (2022), no papel de Hangman, e logo depois surpreendeu com sua performance carismática em Hit Man: O Assassino Perfeito (2023), onde mostrou habilidade para equilibrar charme, timing cômico e momentos dramáticos.

Interpretar Ben Richards, um homem desesperado tentando sobreviver em um reality show mortal, exigirá uma abordagem mais crua. Wright já afirmou que quer apresentar Richards não como um herói invencível, mas como alguém vulnerável, cansado e ao mesmo tempo engenhoso — algo mais próximo da criação de Stephen King.

Katy O’Brian: uma presença marcante

A presença de Katy O’Brian no elenco adiciona mais uma camada de interesse. A atriz, que brilhou em The Mandalorian e Ant-Man e a Vespa: Quantumania, vem se destacando por interpretar personagens fortes e determinadas. Embora seu papel em O Concorrente ainda não tenha sido revelado, há especulações de que possa assumir a função de uma aliada improvável — ou até mesmo de uma das caçadoras, o que a colocaria em rota direta de colisão com o protagonista.

Produção e bastidores

O anúncio oficial da Paramount Pictures aconteceu em 19 de fevereiro de 2021, com a promessa de que o remake seria mais fiel ao livro de 1982. Além de Wright e Bacall no roteiro, o time de produção conta com nomes de peso como Simon Kinberg (X-Men: Dias de um Futuro Esquecido), Audrey Chon (Invasão), e Nira Park, colaboradora frequente de Wright. Em abril de 2024, Glen Powell foi confirmado como protagonista, e em outubro do mesmo ano Katy O’Brian foi anunciada no elenco.

Acumuladores desta quinta (14/08) destaca as histórias reais de Maggie, Ann e Kathy

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta quinta-feira, 14 de agosto, às 22h45, a tela da Record TV se transformará em espelho para histórias que muitos evitam olhar, mas que refletem dores universais: perda, solidão e a tentativa desesperada de preencher vazios emocionais. O programa Acumuladores, apresentado por Rachel Sheherazade, vai muito além de pilhas de objetos e montanhas de lixo; ele mergulha nas complexas camadas emocionais que sustentam um transtorno compulsivo silencioso e devastador.

Nesta edição, três histórias se entrelaçam em um fio comum: tragédias familiares profundas que se transformaram em gatilhos para um comportamento difícil de compreender para quem nunca viveu o luto dessa maneira. São vidas interrompidas por perdas e reconfiguradas pela dor, onde cada objeto guardado representa, para seus donos, mais que um item material — é um pedaço de história, um símbolo de amor que não querem (ou não conseguem) deixar para trás.

Quatro anos de portas fechadas e 27 toneladas de lembranças

Maggie sempre foi uma mulher ativa, envolvida com a comunidade, e sua casa era ponto de encontro para amigos e familiares. Mas tudo mudou quando, em um intervalo de tempo relativamente curto, ela perdeu o marido e a filha. A dor, intensa e contínua, encontrou uma forma de se expressar que ela própria não percebeu no início: o acúmulo.

Aos poucos, cada objeto deixado para trás pelo marido ou pela filha ganhava um valor imensurável. Fotografias, roupas, utensílios de cozinha, livros antigos — tudo se tornava uma relíquia impossível de descartar. E com o tempo, Maggie começou a guardar não apenas o que pertencia aos entes queridos, mas também coisas aleatórias que, de alguma forma, pareciam preencher um vazio interno. Uma caixa de papelão no canto da sala, uma pilha de revistas antigas, embalagens de compras… nada era jogado fora.

Quatro anos se passaram e sua casa ficou fechada, enquanto ela, mesmo sem viver dentro dela, continuou acumulando. O resultado: 27 toneladas de lixo e objetos que transformaram a residência em um espaço inabitável.

O reencontro de Maggie com seu lar não será simples. Sua família, preocupada com a segurança física e emocional dela, estabeleceu um ultimato: ela só poderá voltar a viver na casa quando esta estiver limpa e segura. E isso exige mais do que caminhões de descarte — exige coragem para encarar a dor e aceitar ajuda.

A negação como barreira

A história de Ann começa, assim como a de Maggie, com perdas irreparáveis. A morte de familiares próximos deixou um buraco emocional que ela tenta preencher guardando cada item que, de alguma forma, a faça lembrar daqueles que partiram. Para Ann, abrir mão desses objetos seria como apagar a última conexão física com quem ela amou.

Ela vive com Michael, seu namorado, que assiste, muitas vezes impotente, ao avanço do acúmulo dentro da casa. O relacionamento, antes marcado por companheirismo, agora enfrenta barreiras físicas e emocionais: cômodos inutilizáveis, discussões frequentes e um sentimento de estagnação.

Ann, diferentemente de Maggie, já aceitou o auxílio da equipe do programa. Mas aceitar não significa permitir de fato. A cada tentativa de descartar algo, ela se vê tomada por insegurança, medo e tristeza, interrompendo o processo. Sua negação não é rebeldia; é, na verdade, um mecanismo de defesa contra o medo de “perder de vez” as pessoas que já se foram.

Para Michael, o desafio é duplo: apoiar a mulher que ama e, ao mesmo tempo, proteger sua própria saúde mental e física em um ambiente cada vez mais sufocante.

A dor de uma mãe e três imóveis tomados

Se a perda de um filho é, para muitos, a dor mais inimaginável, para Kathy ela foi também o início de um processo que tomou conta de todos os aspectos de sua vida. Mãe de 14 filhos, Kathy viu sua rotina e seu equilíbrio emocional ruírem após a morte trágica de um deles.

O que começou como uma dificuldade em se desfazer de objetos pessoais do filho cresceu até se transformar em um acúmulo que atingiu não apenas sua casa principal, mas outros dois imóveis que ela possuía. O problema, que ela talvez tenha pensado estar apenas “guardado” dentro de quatro paredes, passou a respingar em toda a família.

Para alguns dos filhos, o acúmulo se tornou um símbolo de dor não resolvida e um obstáculo para o relacionamento com a mãe. Conflitos familiares emergiram, mágoas se acumularam junto com os objetos, e a sensação de distanciamento emocional aumentou.
Ainda assim, há um fio de esperança: o desejo de reconciliação e perdão. A história de Kathy mostra que, por mais devastadora que seja a perda, ainda é possível reconstruir pontes — se houver disposição para encarar os próprios fantasmas.

Muito mais que “bagunça”

Para quem vê de fora, o acúmulo extremo pode parecer apenas desorganização ou descuido. Mas o programa Acumuladores revela que estamos diante de um transtorno complexo, classificado como Transtorno de Acumulação (ou Hoarding Disorder, em inglês). Ele envolve questões emocionais profundas, geralmente relacionadas a traumas, perdas e ansiedade.

Objetos que, para a maioria, seriam facilmente descartáveis, para quem sofre desse transtorno carregam significados poderosos. Um simples copo pode representar uma lembrança de um momento feliz, um recibo antigo pode estar ligado a um dia especial, e até mesmo itens quebrados ou sem uso podem simbolizar promessas e sonhos que não se quer abandonar.

Rachel Sheherazade, ao conduzir as histórias, não busca apenas mostrar o “antes e depois” das casas, mas humanizar os protagonistas. “A casa é apenas o reflexo de algo muito mais profundo. Nosso trabalho é respeitar a dor de cada um e mostrar que pedir ajuda é um ato de coragem”, comenta a apresentadora.

A jornada da limpeza: desafios emocionais

O processo de limpeza, exibido no programa, é sempre mais do que retirar objetos. É, na prática, um mergulho doloroso nas memórias. Cada caixa aberta pode desencadear uma enxurrada de sentimentos: saudade, culpa, raiva, tristeza, amor. E, muitas vezes, é nesse momento que os participantes enfrentam a verdadeira batalha.

Profissionais de saúde mental, organizadores e familiares trabalham juntos, mas o sucesso depende, acima de tudo, da disposição emocional da pessoa que acumula.
Em muitos casos, como o de Ann, a resistência surge justamente porque a limpeza é percebida como uma ameaça à identidade ou à história de vida. É preciso trabalhar a aceitação antes de avançar com o descarte físico.

O impacto nos relacionamentos

O acúmulo extremo raramente afeta apenas quem acumula. Parceiros, filhos, amigos e vizinhos acabam impactados pela situação. A sobrecarga emocional é enorme: frustrações constantes, sensação de impotência e, muitas vezes, afastamento.
No caso de Maggie, a família colocou um limite claro: não haverá retorno ao lar sem segurança. Para Michael, namorado de Ann, a convivência diária com a negação da parceira é um teste constante de paciência e empatia. E, para os filhos de Kathy, a mágoa se mistura ao amor e ao desejo de recuperar a mãe que conheciam antes da tragédia.

O papel do programa

Ao longo dos episódios, Acumuladores cumpre um papel que vai além do entretenimento. Ele joga luz sobre um problema de saúde mental ainda cercado de preconceitos e pouco discutido publicamente.
A exposição dessas histórias não serve apenas para chocar ou emocionar; ela oferece visibilidade, educação e, em alguns casos, até inspiração para quem vive situações semelhantes e não sabe como buscar ajuda.

Quando buscar ajuda

Especialistas indicam que o transtorno de acumulação exige tratamento multidisciplinar. Terapia cognitivo-comportamental, apoio familiar e, em alguns casos, medicação para lidar com ansiedade e depressão podem ser necessários.
O mais importante é reconhecer que o problema não se resolve apenas com uma limpeza física. É preciso abordar a raiz emocional, entender o que cada objeto representa e trabalhar o luto e as perdas que alimentam o acúmulo.

Na A Praça É Nossa desta quinta (14/08), Saideira se mete em apuros e Cucurucho atende pedido inusitado

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O SBT prepara mais uma noite de risadas garantidas com a exibição de A Praça É Nossa, nesta quinta-feira, 14 de agosto, às 23h15. O programa, que há décadas faz parte da cultura do humor brasileiro, mantém seu estilo inconfundível: histórias engraçadas, personagens carismáticos e situações tão inesperadas que só poderiam acontecer na “Praça” mais famosa do país. Cada episódio é uma mistura de causos, confusões e encontros improváveis, proporcionando momentos de pura descontração para toda a família.

Nesta edição, a atração principal promete arrancar gargalhadas do início ao fim, com personagens clássicos e novos talentos que interagem de forma dinâmica e cômica com o apresentador Carlos Alberto de Nóbrega. Entre os destaques da noite está Saideira, conhecido por suas histórias engraçadas e seu jeito peculiar de lidar com os acontecimentos ao redor. O personagem chega ao programa cheio de relatos, pronto para compartilhar situações hilárias que envolvem desde confusões cotidianas até episódios absolutamente inesperados.

A conversa com Carlos Alberto rapidamente ganha um rumo inesperado quando Caique Aguiar entra em cena. Ele questiona Saideira sobre o fim da parceria entre eles, levantando suspeitas sobre possíveis desentendimentos. O clima esquenta quando Caique acusa Saideira de trabalhar embriagado. A tensão cômica se instala na Praça: será que Saideira realmente tem condições de fazer qualquer julgamento ou está apenas provocando mais uma de suas confusões típicas? A interação entre os dois promete gerar momentos de humor genuíno, mantendo o público atento a cada reação e expressão facial.

A noite ainda reserva uma das cenas mais aguardadas: a aparição de Cucurucho. O personagem entra no palco encontrando Carlos Alberto sentado no banco da Praça, pronto para causar como sempre. Conhecido por seu jeito irreverente e suas tiradas sarcásticas, Cucurucho chega tirando sarro de tudo e de todos, mas a situação muda completamente quando uma senhora que passa pelo local faz um pedido inusitado. Movida pela saudade do falecido marido, ela recorre aos “poderes” de Cucurucho na esperança de um último contato com o amado. O resultado é uma sequência que mistura emoção e comédia de forma magistral: o suposto falecido aparece diante de todos, criando uma situação absurda e hilária que promete arrancar gargalhadas da plateia.

Além desses personagens centrais, o elenco da noite traz um time de grandes nomes do humor brasileiro, cada um com seu estilo e carisma únicos. Délio Macnamara, conhecido por suas histórias irresistíveis, promete momentos de pura comicidade com relatos que misturam o cotidiano e o exagero típico do programa. Paulinho Gogó mantém seu humor leve e divertido, conquistando o público com suas piadas rápidas e seu jeito irreverente. Bruna Feitoria e Borracheiro também marcam presença, garantindo participação ativa e engraçada nas interações da Praça.

Outro destaque da noite é Explicadinho (Chico), que transforma situações simples em cenas cômicas memoráveis, utilizando sua habilidade de exagero e timing perfeito para arrancar risadas. Nina, Os Falidos, João Plenário (Xanda Dias), Mané Marreco e Mhel Marrer completam o time, cada um adicionando seu tempero especial às histórias e interações que acontecem na Praça. A combinação desses talentos garante que o programa continue mantendo sua essência, mesmo após tantos anos no ar: humor popular, inteligente e, acima de tudo, acessível a todos os públicos.

O charme do humorístico está justamente na diversidade de estilos e na capacidade de unir gerações. Enquanto os personagens clássicos trazem nostalgia para aqueles que acompanham o programa há décadas, as novas figuras e situações mais contemporâneas garantem frescor e novidade, mantendo o público jovem interessado. É um equilíbrio delicado, mas que a produção consegue manter com maestria, garantindo que cada episódio seja um verdadeiro espetáculo de humor.

Outro ponto que merece destaque é a habilidade do programa em transformar situações aparentemente simples em cenas inesquecíveis. A interação entre Saideira e Caique Aguiar, por exemplo, não se limita apenas à acusação ou à confusão; é o timing, a expressão e a entrega dos atores que fazem cada diálogo se tornar memorável. Da mesma forma, o episódio com Cucurucho e a senhora que deseja falar com o falecido marido mistura emoção e comicidade de uma forma rara, mostrando que o humor também pode tocar o coração do público, sem perder a leveza e a graça.

Além das piadas e das situações cômicas, o programa também se destaca por seu formato dinâmico. Cada quadro e cada aparição são estruturados para manter o ritmo acelerado, mas sem perder a naturalidade das interações. Carlos Alberto de Nóbrega continua sendo a âncora perfeita: seu carisma e capacidade de improviso permitem que qualquer situação, por mais absurda que seja, flua com humor e autenticidade. Ele consegue equilibrar a espontaneidade dos atores com a necessidade de manter a narrativa organizada, garantindo que cada história tenha seu momento de brilho.

O programa também oferece uma espécie de “universo compartilhado” dentro da Praça, onde personagens diferentes se encontram e interagem de formas imprevisíveis. Essa característica é essencial para o sucesso da atração: permite que a plateia veja confrontos cômicos, alianças inesperadas e situações que apenas o espaço da Praça poderia permitir. Cada entrada, cada comentário e cada situação inesperada contribuem para essa teia de humor, tornando cada episódio único e imprevisível.

Sexta-Feira 13 | Jason retorna em Sweet Revenge, novo curta gratuito disponível no YouTube

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O silêncio da noite. O som de folhas secas se movendo. Um passo atrás de você. O frio na espinha. Quem cresceu assistindo filmes de terror nos anos 80 e 90 sabe exatamente o que essas imagens evocam: Jason Voorhees está próximo. E agora, mais de quatro décadas depois de sua primeira aparição, o vilão mascarado retorna com força total em um novo projeto.

O curta-metragem Sweet Revenge — ou “Doce Vingança” — acaba de ser lançado gratuitamente no YouTube, oferecendo 13 minutos de puro clima de slasher e nostalgia. O vídeo traz não apenas o retorno de Jason (interpretado por Schuyler White), mas também sinaliza uma movimentação maior dos detentores dos direitos da franquia, que há anos se encontrava paralisada por batalhas judiciais. Para os fãs, o recado é claro: Jason está de volta, e não pretende largar seu facão tão cedo.

Um presente para os fãs

A escolha de lançar filme gratuitamente não foi por acaso. Depois de anos em que a saga ficou presa a disputas legais, o público começou a perder as esperanças de ver algo novo e oficial de Sexta-Feira 13. Muitos se contentaram com fanfilms, jogos independentes e homenagens pontuais. Agora, com este curta de acesso livre, os produtores mostram que estão prontos para abrir as portas de Crystal Lake novamente.

Apesar de curto, o projeto não economiza na atmosfera clássica que consagrou Jason: o lago silencioso, a floresta isolada, a sensação constante de que alguém está prestes a ser caçado. É um aperitivo, mas um que deixa um gosto forte de “quero mais”.

Por que Jason ficou tanto tempo longe?

Para entender a importância deste lançamento, é preciso voltar um pouco no tempo. O primeiro Sexta-Feira 13, lançado em 1980, foi um fenômeno inesperado. Com um orçamento de apenas 500 mil dólares, faturou quase 60 milhões pelo mundo e ajudou a moldar o gênero slasher. Mas junto com o sucesso vieram as continuações, os crossovers e, inevitavelmente, as brigas pelos direitos autorais.

O roteirista original, Victor Miller, e o diretor Sean S. Cunningham travaram uma longa batalha na justiça sobre quem poderia produzir novos conteúdos envolvendo Jason. Essas disputas travaram qualquer projeto oficial por mais de uma década. Nesse meio tempo, a franquia sobreviveu na base de relançamentos, referências em outros filmes e a devoção dos fãs.

O anúncio do curta-metragem marca não apenas a volta de Jason às telas, mas também um aceno de que as portas para novos filmes, séries e até jogos podem finalmente estar destrancadas.

O futuro: Crystal Lake, a série prelúdio

E por falar em novos projetos, os fãs não vão precisar viver só de curtas. Já está em produção Crystal Lake, uma série que promete revisitar o passado do vilão. Diferente dos filmes, que sempre focaram na matança desenfreada, a série deve mergulhar mais fundo na história de Pamela Voorhees, mãe de Jason e a verdadeira assassina do primeiro filme.

Pamela será interpretada por Linda Cardellini, conhecida por trabalhos como Scooby-Doo e Dead to Me. Ao seu lado, Callum Vinson, que brilhou na série Chucky, dará vida ao jovem Jason. Ainda há muito mistério em torno da trama, mas a promessa é de explorar eventos anteriores ao primeiro massacre no acampamento, revelando a relação entre mãe e filho e o que levou Pamela a se tornar uma figura tão implacável.

Bastidores turbulentos

Apesar do entusiasmo dos fãs, Crystal Lake passou por um caminho tortuoso para sair do papel. Encomendada pela Peacock em 2022, a série originalmente teria Bryan Fuller (Hannibal) como showrunner. Contudo, após reuniões internas, executivos da A24 decidiram demitir Fuller e seu parceiro Jim Danger Gray. Segundo apurado pelo site The Wrap, eles não concordaram com a proposta de reimaginar os quatro primeiros filmes da franquia, dedicando uma temporada para cada um.

Essa decisão pegou muita gente de surpresa, já que diretores renomados como Kimberly Peirce (Meninos Não Choram) e Vincenzo Natali (O Cubo) já estavam envolvidos, assim como Kevin Williamson (Pânico), responsável por alguns roteiros. Até estúdios no Canadá haviam sido reservados para uma filmagem de oito meses. No lugar de Fuller, Brad Caleb Kane (It: Bem-Vindo a Derry) assumiu o comando. Com isso, o rumo da série mudou, e boa parte do material já desenvolvido foi descartada.

O peso de uma máscara de hóquei

É impossível falar de Jason sem mencionar o impacto cultural de sua imagem. Curiosamente, o personagem nem sequer usava a icônica máscara de hóquei no primeiro filme — ela só apareceu na terceira parte, em 1982. Antes disso, Jason era mostrado como uma figura deformada, usando um saco de estopa na cabeça (Part 2).

A máscara, no entanto, se tornou um dos símbolos mais reconhecíveis do cinema de terror. Hoje, mesmo quem nunca assistiu aos filmes sabe que ela representa perigo, morte e um facão afiado à espreita. Jason também ajudou a consolidar um subgênero de terror que segue vivo até hoje: o slasher. Filmes como Pânico, Halloween (nas suas várias versões) e até produções mais recentes, como X – A Marca da Morte, devem muito ao formato estabelecido em Sexta-Feira 13: jovens isolados, perseguição silenciosa e mortes criativas.

Um ícone que nunca morre

Parte do fascínio por Jason vem do fato de ele ser praticamente imortal. Nos filmes, ele já foi afogado, enforcado, queimado, decapitado, explodido e até mandado para o espaço. E sempre volta.

Essa “invencibilidade” o transforma em algo mais do que um simples assassino humano: ele é uma força da natureza, inevitável, imparável e, de certo modo, eterna. Isso o coloca ao lado de outras figuras do terror como Freddy Krueger e Michael Myers, mas com uma característica única: Jason raramente fala. Ele não negocia, não ameaça verbalmente. Apenas aparece — e mata.

O que esperar daqui para frente

Com o lançamento de, a expectativa é que mais conteúdos oficiais com Jason comecem a aparecer. Há rumores de novos jogos, de um possível reboot cinematográfico e até de crossovers inéditos (os fãs sonham com um encontro entre Jason e Michael Myers, por exemplo).

O sucesso ou fracasso da série Crystal Lake também deve influenciar bastante o futuro da franquia. Se o público abraçar a proposta, é possível que a história seja expandida para além da infância de Jason, talvez até mostrando sua primeira matança sob o ponto de vista da mãe.

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