Saiba qual filme vai passar na Tela Quente de 19/05

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Nesta segunda-feira, 20 de maio de 2025, a TV Globo exibe na Tela Quente o filme “A Chamada” (Retribution), um suspense eletrizante estrelado por Liam Neeson. Na trama, o ator volta ao tipo de papel que o consagrou: o de um homem comum que, diante de uma situação extrema, é forçado a agir para proteger quem mais ama.


🔥 Uma bomba no carro. Dois filhos no banco de trás. E uma ligação que muda tudo.

Matt Turner, um executivo financeiro bem-sucedido, leva seus filhos para a escola em uma manhã qualquer. Mas tudo muda quando o telefone do carro toca. Do outro lado da linha, uma voz misteriosa e ameaçadora informa que há uma bomba escondida sob seu assento — e que qualquer tentativa de sair do carro ou de chamar ajuda resultará na morte instantânea de todos ali.

Com os filhos sentados no banco de trás e completamente assustados, Matt é forçado a seguir ordens cruéis. Ele se torna peça de um jogo macabro, em que precisa obedecer comandos sem questionar, enquanto dirige por uma cidade que logo se torna um campo de tensão e vigilância. E tudo isso acontece sem que ele saiba por quê. Quem o está perseguindo? O que ele fez para virar alvo de uma ameaça tão violenta?


🎭 Liam Neeson: mais uma performance intensa

Aos 71 anos, Liam Neeson mostra que continua sendo uma das apostas mais seguras de Hollywood para filmes de ação com toques dramáticos. Em A Chamada, ele entrega mais uma atuação intensa, equilibrando desespero, raiva e vulnerabilidade. E se você já o viu em títulos como Busca Implacável e O Passageiro, vai se sentir em casa com essa nova produção — que mistura ação, drama familiar e reviravoltas psicológicas.


🎬 Bastidores, curiosidades e origens do filme

  • Refilmagem com DNA europeu: A Chamada é uma adaptação do filme espanhol El Desconocido (2015), sucesso de crítica e público, estrelado por Luis Tosar. A versão americana traz um visual mais grandioso e aposta na tensão contínua dentro de um carro.
  • Gravações em Berlim: Apesar de ser falado em inglês, o longa foi filmado na capital da Alemanha. As ruas de Berlim servem como cenário para a perseguição alucinante, oferecendo uma paisagem urbana que foge do tradicional estilo hollywoodiano.
  • Produção relâmpago: O filme foi rodado em 2022, durante o auge da pandemia, com um esquema de filmagem acelerado e medidas sanitárias rígidas. Por se passar quase todo dentro de um carro, a produção pôde manter o elenco e a equipe em um ambiente mais controlado.
  • Diretor com pegada de ação: O responsável pela direção é Nimród Antal, o mesmo de Predadores (2010). Antal imprime um ritmo frenético e claustrofóbico, ideal para uma história onde o tempo e os nervos são os maiores inimigos.

👥 Elenco e vozes brasileiras

Além de Liam Neeson, o elenco conta com:

  • Embeth Davidtz (O Exorcista: O Início, Matilda) como a esposa de Matt.
  • Jack Champion (Avatar 2) e Lilly Aspell (Mulher-Maravilha) como os filhos do protagonista.
  • Noma Dumezweni (The Undoing, Harry Potter and the Cursed Child) em um papel importante na investigação.

Na versão dublada que será exibida pela Globo, o público brasileiro ouvirá vozes como:

  • Sheila Dorfman
  • Hélio Ribeiro
  • Sicília Vidal
  • Yuri Chesman
  • Mônica Rossi

📺 Quando e onde assistir

Não dá pra perder esse suspense de tirar o fôlego! “A Chamada” é a atração da Tela Quente desta segunda-feira, 20 de maio, logo após a novela das nove, na TV Globo.

Crítica – No deserto da opressão, Quebrando Regras cultiva esperança e liberdade

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Poucos filmes contemporâneos traduzem com tanta precisão o entrelaçamento entre política, educação, gênero e tecnologia quanto Quebrando Regras. A obra dirigida por Bill Guttentag ultrapassa os limites de um drama inspirador para se tornar um documento ficcionalizado de resistência. É um longa que não apenas conta uma história real — a das Afghan Dreamers, equipe de meninas afegãs que ousou competir em um torneio internacional de robótica —, mas questiona o que estamos fazendo, como humanidade, com os sonhos dos mais vulneráveis.

Baseado em eventos reais, o filme se ancora em um paradoxo doloroso: enquanto uma equipe de adolescentes constrói robôs com criatividade, inteligência e paixão, sua própria sociedade insiste em desumanizá-las. Entre fios, sensores e circuitos, o espectador testemunha algo ainda mais urgente sendo costurado: a tentativa desesperada de se afirmar como sujeito em um mundo que nega até o direito de existir com dignidade.

Guttentag não escolhe o caminho fácil. Seu olhar é empático, mas jamais condescendente. A câmera observa mais do que dramatiza. Permite que a indignação nasça não da trilha sonora ou de grandes discursos, mas do cotidiano das protagonistas: um visto negado por “falta de documentação”, a censura do próprio pai, a patrulha do comportamento feminino por parte do Estado e da vizinhança. Cada barreira enfrentada revela mais sobre os mecanismos cruéis de opressão institucionalizada — e, ao mesmo tempo, sobre a força revolucionária da juventude.

O roteiro, coescrito por Jason Brown e Elaha Mahboob (irmã de Roya Mahboob, a fundadora da equipe original), acerta ao não romantizar a jornada. Não há triunfos fáceis, não há redenção completa. A vitória, aqui, não se mede por troféus, mas pela insistência em sonhar, mesmo quando o sonho pode custar tudo.

Visualmente, Quebrando Regras é discreto, quase austero. Mas é justamente essa contenção estética que permite que os sentimentos explodam com mais verdade. A emoção nasce nos detalhes: no olhar de uma mãe que hesita entre o medo e o orgulho; na tensão de uma entrevista de visto; na alegria clandestina de se conectar com o mundo, mesmo que por alguns dias, em solo estrangeiro.

O filme também levanta discussões mais amplas sobre como o Ocidente lida com histórias como essa. A mesma comunidade internacional que aplaude as conquistas das meninas muitas vezes é a que lhes vira as costas quando pedem asilo ou proteção. Quebrando Regras não permite o conforto de se emocionar e seguir em frente — ele cutuca, desafia, cobra.

Ao final, o que permanece é a noção de que a robótica, para essas meninas, não é apenas ciência. É linguagem. É resistência. É uma maneira de se projetar no futuro quando o presente tenta apagá-las. Em um mundo que frequentemente apaga vozes femininas, especialmente em regiões de conflito, o simples ato de construir um robô torna-se um gesto revolucionário.

Quebrando Regras é um filme necessário. Não porque traz uma mensagem bonita, mas porque nos obriga a encarar a realidade com olhos menos complacentes. E a entender que, às vezes, os maiores atos de coragem começam com um fio de cobre e uma faísca.

Cinesystem lança combo exclusivo de Jurassic World: Recomeço com copo personalizado

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Com a estreia de Jurassic World: Recomeço, a rede Cinesystem apresenta um combo exclusivo para os fãs da saga. A novidade inclui uma pipoca grande, refrigerante de 700ml e um copo personalizado de 960ml, estampado com imagens oficiais do novo longa. O item colecionável está disponível por tempo limitado nas bombonieres da rede, enquanto durarem os estoques.

O copo traz artes que remetem aos principais elementos do filme, incluindo as criaturas pré-históricas que são marca registrada da franquia. A ação promocional visa agregar valor à ida ao cinema, ampliando a experiência do público com um produto exclusivo.

Nova fase da franquia

Jurassic World: Recomeço marca uma nova etapa na narrativa da série. Passados cinco anos desde os eventos de Jurassic World: Domínio, os dinossauros sobreviventes agora vivem confinados em zonas equatoriais, onde o ambiente climático se assemelha ao de eras passadas.

Neste cenário, uma equipe embarca em uma missão arriscada: obter amostras de DNA de três das maiores criaturas que já habitaram a Terra, o mar e o céu. O objetivo é desenvolver um medicamento com potencial para salvar milhares de vidas humanas. A tarefa, no entanto, exige atravessar territórios hostis, onde os limites da ciência são constantemente testados diante da força bruta da natureza.

Com a ação promocional, a Cinesystem reforça seu compromisso em oferecer ao público um produto diferenciado, que complementa a programação dos lançamentos mais aguardados do ano. Algumas unidades contarão ainda com ambientações especiais para destacar o universo do filme, como decorações temáticas e ativações no espaço do cinema.

Do caçador solitário à nova aposta da Netflix: Solo Leveling ganha versão live-action com astro de K-dramas

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Foto: Reprodução/ Internet

Um novo capítulo se abre no universo de Solo Leveling. A Netflix confirmou nesta quarta-feira (09) a produção de uma série live-action inspirada na web novel sul-coreana que conquistou milhões de leitores e espectadores ao redor do mundo. O projeto marca a transição da história — até agora explorada em páginas digitais e animações — para o formato de drama coreano com elenco real.

A adaptação, que já havia sido mencionada pela Kakao Entertainment, responsável pelos direitos da franquia, agora ganha corpo com a chegada ao catálogo da Netflix e escala Byeon Woo-seok como Sung Jin-Woo, protagonista da trama. O ator, conhecido por títulos como Adorável Corredora e Os Lucros do Amor, assume o papel de um jovem caçador inicialmente subestimado, que aos poucos revela uma força que desafia as regras do próprio mundo.

Entre sombras, evolução e escolha

Na história, Jin-Woo é o elo mais fraco de uma sociedade dividida entre caçadores e monstros. Quando sobrevive a um massacre dentro de uma masmorra, é recrutado por um misterioso sistema que o transforma em algo novo — e perigoso. A trama, carregada de tensão e transformação, reflete sobre poder, sacrifício e os limites do próprio corpo em troca de força.

Ao trazer essa jornada para o formato live-action, a Netflix aposta não apenas na popularidade da obra original, mas na força narrativa de uma mitologia contemporânea que mistura fantasia sombria e crítica social. A produção promete unir efeitos visuais de alto nível a um enredo introspectivo, marcado por escolhas difíceis e evolução solitária.

O que se sabe até agora

Até o momento, não há informações sobre data de estreia ou início das filmagens. A Netflix sinalizou que mais detalhes serão revelados em breve. Enquanto isso, o anime de Solo Leveling segue disponível na Crunchyroll, e o mangá continua sendo publicado no Brasil pela Panini.

Machick 2: a sequência do game brasileiro que virou febre chega em agosto prometendo ainda mais caos e humor

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Foto: Reprodução/ Internet

Se você achou que o primeiro Machick já era uma loucura, prepare-se: a sequência do sucesso brasileiro chega no dia 21 de agosto de 2025 com ainda mais ação, humor e bizarrices. Desenvolvido pelo estúdio nacional DeadPIxel, o jogo será lançado inicialmente para PC via Steam, com versões para PlayStation, Xbox e Nintendo Switch previstas para breve.

De piada a fenômeno gamer

Lançado em 2024, Machick surpreendeu a cena gamer ao transformar uma ideia aparentemente absurda em um dos games indie mais assistidos no YouTube. Com galinhas armadas até os dentes, sapos bizarros, explosões e uma dose generosa de humor nonsense, o jogo conquistou streamers e jogadores de todo o mundo — uma combinação perfeita para viralizar.

Agora, Machick 2 chega para ampliar essa fórmula. O visual está mais polido, as armas são ainda mais criativas e os chefões trazem aquele toque de pesadelo que virou marca registrada da série. A demo já está disponível na Steam, convidando os fãs a mergulharem no caos e testarem suas habilidades.

Mais do que uma atualização, uma revolução no absurdo

Ao invés de simplesmente atualizar o primeiro jogo, o diretor criativo Arthur Câmara revelou que a equipe preferiu apostar alto. “Recebemos muitos pedidos de atualizações, mas decidimos fazer algo muito maior e mais ousado”, afirmou. O resultado? Um jogo que mistura combates frenéticos, galinhas dançarinas, sapos cuspidores de fogo e um humor que varia do surreal ao hilário.

Humor, ação e uma legião de fãs

Com uma jogabilidade acessível, porém desafiante, Machick 2 tem tudo para repetir o sucesso do original e se tornar ainda mais popular. A comunidade já está a postos para compartilhar os momentos mais insanos, memes e estratégias em uma experiência que promete agradar tanto aos fãs do primeiro jogo quanto a novos jogadores em busca de diversão e irreverência.

Ficha técnica

Título: Machick 2
Lançamento: 21 de agosto de 2025 (PC / Steam)
Plataformas: PC, PlayStation 4 e 5, Xbox One e Series S|X, Nintendo Switch 1 e 2 (em breve)
Desenvolvedora: DeadPIxel
Gênero: Survivor-like com humor e ação caótica
Demo: Disponível na Steam

Luccas e Gi hackeiam o algoritmo da emoção em novo filme da Netflix

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Foto: Reprodução/ Internet

A geração que cresceu com “Bom Dia, Luccas” agora vai encontrar algo bem diferente na tela: uma missão de resgate com altas doses de aventura, drama familiar e uma crítica digital com jeito de ficção científica pop. Pode parecer exagero, mas “Luccas e Gi em: Amor de Mãe”, que estreia no dia 11 de julho na Netflix, talvez seja o projeto mais emocional (e ambicioso) da carreira de Luccas Neto até aqui.

E não, não tem nada de historinha simplista. O novo longa — que também marca uma virada estética e temática na trajetória dos irmãos — mistura influenciador frustrado, irmã sequestrada por uma agência sinistra e uma mãe que vira heroína. Parece Black Mirror versão infantojuvenil? Quase isso, só que com coração no lugar do cinismo.

🎭 Uma comédia com alma (e uma crítica nas entrelinhas)

A trama acompanha Luccas, um jovem sonhador que quer usar a internet como trampolim para melhorar de vida. Nada de mansão com piscina em Alphaville: o objetivo é tirar a mãe do sufoco e reconstruir o que sobrou da família. Mas o roteiro vira de cabeça pra baixo quando Gi é sequestrada por uma agência secreta e vira marionete digital. Literalmente.

É quando a mãe, interpretada por Vivian Duarte, assume protagonismo ao lado do filho para salvá-la. No caminho, o que parecia só mais uma missão vira também um acerto de contas emocional — e um lembrete de que não existe download que substitua afeto.

🎬 Bastidores de um filme feito com sangue geek e suor de mãe

Luccas não apenas estrela como ajudou a criar o roteiro. A ideia nasceu da vontade de ir além do conteúdo “pipoca” e trazer um pouco mais de profundidade para o público que o acompanha desde sempre. “A gente quis falar sobre o valor da família, das conexões reais e do quanto precisamos uns dos outros para crescer. A Gi me emocionou em várias cenas”, contou o criador em entrevista exclusiva.

E, falando nela: Gi Alparone, com seus 16 anos e zero tempo para ser coadjuvante, mergulhou de cabeça no projeto. Ela não só atuou como colaborou nas ideias e no processo criativo. Resultado: uma performance madura, com brilho próprio, que faz jus ao sobrenome.

💻 Entre tela e toque: o filme provoca sem perder a leveza

Apesar da embalagem de aventura infantil e das cores vibrantes que a direção de arte entrega com eficiência, o longa traz questões mais profundas do que aparenta: como a tecnologia pode nos conectar… ou nos aprisionar? Qual o limite entre a fama e o afeto? O que vale mais: likes ou presença?

Essas perguntas passam discretas, mas estão lá — principalmente para quem assiste com os olhos de quem cresceu.

🌟 Produção com cara de cinema (e coração de série da infância)

Com 95 minutos de duração, filmado em 4K e com áudio em 5.1, o projeto tem clima de estreia nos cinemas, mas mantém o DNA pop de Luccas, com piadas na medida, ritmo ágil e uma trilha sonora que embala bem os momentos de tensão e emoção.

Além de Luccas, Gi e Vivian, o elenco traz nomes como Helena Fernandes, Antonio Fragoso, Rogério Rolim e Paula Frascari, completando o time com atuações que equilibram leveza e emoção.

🔮 Um novo futuro para os irmãos mais famosos da internet

Se antes Luccas e Gi eram associados a conteúdo 100% infantil, agora o jogo virou. “Amor de Mãe” é um filme de transição, que aponta para um novo tipo de narrativa: mais madura, mais pessoal, mais conectada com as dores e afetos reais de crianças e famílias de 2025.

E talvez seja essa a maior força do filme: não tentar falar com adultos como se fossem crianças, nem com crianças como se fossem bobas.

“Nerve – Um Jogo Sem Regras” é o destaque do Cine Aventura deste sábado (12)

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 12 de julho de 2025, às 15h, o Cine Aventura da Record TV convida o público para uma experiência onde o limite entre jogo e realidade se desfaz em tempo real. O filme da vez é “Nerve – Um Jogo Sem Regras”, um thriller tecnológico protagonizado por Emma Roberts e Dave Franco, que explora os bastidores sombrios da cultura digital e coloca em pauta um dilema cada vez mais atual: até onde você iria por aprovação online?

👁‍🗨 O jogo começou — e a internet está assistindo

Nerve apresenta o universo de um jogo clandestino online onde participantes, chamados de “jogadores”, cumprem desafios transmitidos ao vivo para uma legião de “observadores” — que, com um clique, decidem o rumo da partida.

No centro da trama está Vee DeMarco (Roberts), uma estudante tímida que decide sair da zona de conforto ao se inscrever como jogadora. O que começa como uma brincadeira inocente rapidamente se transforma em um pesadelo em alta velocidade, com tarefas cada vez mais perigosas ditadas pela audiência anônima. Ao lado de Ian (Franco), Vee se vê presa num jogo que não aceita desistência — e que transforma o mundo digital em um campo de sobrevivência real.

💻 Entre o hype e o colapso

Com estética moderna, cores neon, ritmo alucinante e uma trilha sonora pulsante, Nerve é um filme feito sob medida para a geração conectada — mas não se engane: a narrativa vai além do visual estilizado. Dirigido por Ariel Schulman e Henry Joost (de Catfish), o longa mergulha fundo nas consequências psicológicas da exposição online e no poder que o anonimato da internet dá a seus usuários.

Mais do que uma trama de ação juvenil, o filme atua como um espelho incômodo da era dos virais, dos desafios perigosos e do culto à validação virtual. O enredo pode parecer ficção, mas carrega elementos assustadoramente familiares — principalmente para quem já viveu a pressão de agradar seguidores ou de “performar” diante de uma tela.

🎭 Elenco afinado, tensão na medida

Além do carisma natural de Emma Roberts e Dave Franco, o elenco conta com Emily Meade, Juliette Lewis e participações que dão ritmo e consistência à trama. A química entre os protagonistas segura a tensão emocional enquanto os desafios se intensificam — e fazem o espectador pensar: quem realmente está no controle?

📺 Não é só mais um jogo. É o retrato de uma geração.

Nerve provoca, entretém e inquieta. No fim, o que sobra é uma pergunta que atravessa a tela: ser visto vale mais do que estar seguro? O filme entrega adrenalina e crítica social com a mesma intensidade — e é uma ótima pedida para quem busca ação com conteúdo.

Twisted Metal 2ª temporada chega no Brasil em agosto — e promete ser ainda mais insana!

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Para quem ficou grudado na primeira temporada de Twisted Metal, a espera está quase no fim. No próximo dia 10 de agosto, a HBO Max estreia no Brasil a segunda temporada da série que conquistou público e crítica com sua mistura única de ação, drama e personagens complexos. O anúncio veio acompanhado do trailer oficial, que revela um tom mais sombrio, cenas eletrizantes e promete ampliar o universo caótico que já conhecemos.

A série, que originalmente foi produzida pelo Peacock nos Estados Unidos, agora chega à HBO Max com uma estratégia de lançamento semanal. Isso significa que, diferente do que muitos estão acostumados com maratonas, o público terá tempo para digerir cada episódio, criar teorias, debater os acontecimentos e aproveitar o suspense crescendo semana após semana — um convite para que a experiência seja mais intensa e coletiva.

O que chama atenção em Twisted Metal não é apenas a ação frenética, cheia de veículos transformados em máquinas de destruição e batalhas explosivas. O que faz a série se destacar é a forma como ela constrói personagens que, apesar de viverem num mundo brutal, carregam histórias profundas, medos, dilemas e motivações que nos fazem torcer, odiar e, por vezes, até entender o lado mais obscuro deles.

Nesta segunda temporada, o trailer mostra que essa dualidade — entre o caos nas ruas e o drama interno dos personagens — será ainda mais explorada. O universo de Twisted Metal se torna mais sombrio, mais tenso e, ao mesmo tempo, ainda mais humano. A violência estilizada ganha camadas narrativas, tornando cada confronto não só uma explosão de ação, mas um momento de revelação sobre o que move aqueles que estão no centro da tempestade.

A mudança para a HBO Max no Brasil também reforça o compromisso da plataforma em trazer produções que dialogam com um público que busca mais do que entretenimento fácil. Twisted Metal é uma aposta certeira nesse sentido, ao combinar qualidade técnica, roteiro consistente e um apelo que mistura nostalgia da franquia original com uma linguagem moderna, que fala diretamente com o público atual.

Se você ainda não conhece a série, esta é a hora perfeita para mergulhar nesse universo caótico. Para os fãs, a expectativa é alta — e o que o trailer mostra é que a segunda temporada tem tudo para superar as expectativas, trazendo reviravoltas, cenas de tirar o fôlego e um aprofundamento maior nos conflitos que já amamos (ou odiamos).

Marque no calendário: 10 de agosto. Ligue sua HBO Max e prepare-se para uma temporada intensa, cheia de adrenalina, drama e aquele clima único que só Twisted Metal sabe entregar.

Emoção e intensidade na Sala São Paulo: Osesp apresenta Tchaikovsky e Shostakovich sob regência de Vasily Petrenko

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A Fundação Osesp, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e o Ministério da Cultura, segue desdobrando a força de sua programação em 2025 com mais uma apresentação de peso na Sala São Paulo. Entre os dias 17 e 19 de julho, o maestro Vasily Petrenko retorna ao pódio da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo em um programa que equilibra lirismo, intensidade e reflexão.

Na abertura da noite, o público será conduzido ao romantismo arrebatador do Concerto para piano nº 1, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky. Considerada uma das peças mais emblemáticas do repertório pianístico, a obra será interpretada pelo aclamado pianista macedônio Simon Trpceski, reconhecido por sua combinação de virtuosismo técnico e sensibilidade poética. Com sua introdução marcada por trompas solenes e um tema inesquecível, o concerto promete emocionar tanto iniciantes quanto ouvintes experientes.

🎻 Da fúria da beleza à densidade da existência

Após o intervalo, a atmosfera muda drasticamente com a Sinfonia nº 14 em sol menor, do compositor russo Dmitri Shostakovich. Composta em 1969, essa obra profunda e desafiadora propõe uma meditação crua sobre a morte e o sofrimento humano. Escrito para cordas, percussão e duas vozes solistas, o ciclo sinfônico se desdobra em 11 movimentos contínuos, baseados em poemas de autores como Lorca, Apollinaire e Rilke.

A interpretação contará com a soprano Julia Korpacheva e o baixo Gleb Peryazev, dois artistas que vêm se destacando internacionalmente pela expressividade e domínio técnico. A obra, que se inspira na tradição sinfônico-vocal iniciada por Beethoven e aprofundada por Mahler, reafirma a vocação de Shostakovich para abordar temas universais de forma contundente, crítica e profundamente humana.

🎟️ Serviço e transmissão

As apresentações acontecem de quinta (17) a sábado (19), com ingressos disponíveis a partir de R$ 42,00 no site oficial da Osesp. Para quem não puder comparecer presencialmente, a sessão de sexta-feira (18/jul), às 20h, será transmitida ao vivo pelo YouTube da Osesp, democratizando o acesso a essa experiência musical única.

Destaques do programa:

  • Concerto para piano nº 1 em si bemol menor, Op. 23 — P. I. Tchaikovsky
    Piano: Simon Trpceski
  • Sinfonia nº 14 em sol menor, Op. 135 — D. Shostakovich
    Vozes: Julia Korpacheva (soprano) e Gleb Peryazev (baixo)
    Regência: Vasily Petrenko

Como Nasce um Rio | Curta baiano vence festival LGBTQIA+ e conquista plateias ao redor do mundo

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Uma animação brasileira está comovendo plateias ao redor do mundo ao tratar com lirismo e profundidade temas como identidade, desejo e pertencimento. Vencedor do prêmio de Melhor Curta L no 14º Festival Rio LGBTQIA+, Como Nasce um Rio, dirigido por Luma Flôres, é um exemplo do poder do cinema em criar pontes afetivas entre vivências individuais e coletivas.

Produzido pela Mulungu Realizações Culturais em parceria com a Anomura Filmes, o curta mergulha na jornada íntima de Ayla, uma personagem LGBTQIA+ em processo de descoberta e reconciliação consigo mesma. Longe de seguir uma narrativa convencional, a obra propõe uma experiência sensorial, onde som, imagem e movimento compõem uma linguagem simbólica que emociona, convida à escuta e evoca memórias.

Uma fábula visual sobre corpo, tempo e identidade

Com 8 minutos de duração, Como Nasce um Rio não busca explicações fáceis ou discursos didáticos. A proposta da diretora Luma Flôres é outra: abrir espaço para o silêncio, a contemplação e a fluidez — como um rio que encontra seus próprios caminhos. O curta traduz em poesia visual a vivência de alguém que aprende a aceitar os próprios desejos e a viver o corpo como território de existência.

A fotografia de Maíra Moura Miranda, a trilha sonora de Andrea Martins e a montagem delicada de Karol Azevedo completam uma estética que se distancia do óbvio. O filme não fala sobre resistência com gritos, mas com sutileza. E talvez seja justamente por isso que ele reverbera com tanta força.

Reconhecimento que atravessa fronteiras

Após o prêmio no Festival Rio LGBTQIA+, um dos mais importantes do país no debate de gênero e diversidade, Como Nasce um Rio segue colecionando reconhecimentos internacionais. A animação já foi selecionada para o Tribeca Film Festival, em Nova York, para o Melbourne International Animation Festival, na Austrália, e para o Anifilm, na República Tcheca. Em sua nova fase, o curta entra na programação do 78º Edinburgh International Film Festival, um dos mais tradicionais do mundo, além de festivais na Suíça, Hong Kong, Canadá, Croácia e Kosovo.

No Brasil, o filme também foi destaque no XX Panorama Internacional Coisa de Cinema, em Salvador, vencendo tanto o júri oficial quanto o júri das associações BRADA, API e GAMA, que destacaram a força estética e a relevância política da obra.

Produção independente, identidade coletiva

Por trás do curta está a Mulungu Realizações Culturais, produtora baiana que tem se consolidado como referência na realização de conteúdos autorais com protagonismo de mulheres, pessoas negras e LGBTQIA+. O histórico da empresa inclui longas como Menarca, Receba! e o documentário Cais, além da coprodução de Mulheres Negras em Rotas de Liberdade, projeto filmado no Brasil e na África com participação de nomes como Sueli Carneiro, Luedji Luna e Conceição Evaristo.

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