Frank Aguiar recebe Rick Batista e Dantas do Forró no Aqui tem Nordeste desta terça (12/08)

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Nesta terça, 12 de agosto, a TV Aparecida promove um encontro especial no programa Aqui tem Nordeste, a partir das 19h30. No palco, o cantor Frank Aguiar, conhecido como o “Rei do Baião”, recebe dois grandes representantes da música nordestina contemporânea: Rick Batista e Dantas do Forró. Juntos, eles prometem apresentar ao público uma noite recheada de talento, história e diversidade musical, que celebra as raízes e as variações do forró e da música popular nordestina.

A nova geração de uma tradição musical

O programa terá início com a apresentação de Rick Batista, cantor e compositor nascido e criado em Ipatinga, Minas Gerais. Filho do renomado Amado Batista, uma das vozes mais populares da música sertaneja brasileira, Rick traz consigo um legado familiar, mas também um estilo próprio que tem conquistado seu espaço.

Desde pequeno, Rick sempre admirou o pai e sonhou em trilhar o caminho da música. No entanto, foi só aos 27 anos que ele decidiu se reconectar com seu sonho de infância. “Sempre gostei de música, mas demorei um pouco para realmente me dedicar a ela”, conta o artista. Nessa fase, começou a tocar violão, compor suas primeiras músicas e estudar canto, aprimorando suas habilidades artísticas.

Em 2019, Rick lançou sua primeira música, um marco importante em sua carreira. A partir daí, passou a acompanhar Amado Batista em turnês pelo Brasil, participando de shows, gravações e divulgações em rádios e TVs por todas as capitais brasileiras. Essa experiência foi fundamental para seu crescimento como artista e para ampliar sua presença no cenário musical.

No “Aqui tem Nordeste”, Rick Batista apresentará um repertório que mescla a influência sertaneja herdada do pai com elementos próprios, mostrando sua versatilidade e identidade musical. Seu carisma e técnica prometem encantar o público e reforçar o elo entre gerações dentro da música brasileira.

o ritmo pé de serra que conquista São Paulo

Após a apresentação de Rick Batista, o programa receberá Dantas do Forró, um dos principais nomes do forró pé de serra na atualidade. Natural de Itapetim, cidade do sertão pernambucano, Dantas iniciou sua trajetória musical ainda na infância, tocando zabumba e triângulo — instrumentos fundamentais para a batida tradicional do forró.

Com mais de 20 anos de carreira, o artista se destaca não só pela voz e ritmo, mas também pela autenticidade e pela conexão profunda com a cultura nordestina. Dantas teve a oportunidade de aprender com grandes mestres, como o saudoso Pedro Sertanejo, uma referência para muitos músicos da região.

Ao longo de sua trajetória, Dantas participou de shows, gravações e apresentações ao lado de nomes consagrados da música nordestina, como Anastácia, Flávio José, Oswaldinho do Acordeon, Cézar do Acordeon e Luiz Wilson. Sua presença é fundamental para a difusão do forró tradicional, especialmente no estado de São Paulo, onde contribui para manter viva a chama do ritmo autêntico.

No palco do programa, Dantas promete mostrar sua energia contagiante e apresentar canções que celebram o cotidiano, as festas e as emoções do povo nordestino, reforçando a importância do forró pé de serra para a cultura popular brasileira.

Nesta edição, o encontro entre Rick Batista, Dantas do Forró e Frank Aguiar simboliza a continuidade e a renovação de uma tradição musical que atravessa gerações e fronteiras. A mistura entre a música sertaneja, o forró pé de serra e o baião promete encantar os fãs de música regional e cativar novos públicos.

Motivos para você assistir Juntos, o terror corporal sobrenatural que une amor e medo

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No universo do cinema de terror, sempre há espaço para novas maneiras de assustar e emocionar. O longa-metragem Juntos, estreia do diretor Michael Shanks em 2025, surge como uma obra singular, capaz de mexer não apenas com os olhos, mas com o corpo e o coração. Misturando horror corporal — aquele tipo que provoca arrepios ao mostrar o corpo humano se transformando e perdendo o controle — com um drama emocional profundo, o filme acompanha a história de Millie e Tim, um casal em crise enfrentando uma força misteriosa que altera seus corpos e coloca em xeque o próprio amor que os une.

Se você gosta de experiências cinematográficas que mexem não só com o susto, mas com o coração e a mente, aqui vão bons motivos para correr até o cinema na próxima quinta-feira, 14 de agosto.

A química verdadeira que vai além da tela

A decisão de escalar Alison Brie e Dave Franco, casal também na vida real, para interpretar os protagonistas adiciona uma camada extra de autenticidade e intimidade ao filme. A química natural dos dois transborda na tela e torna as transformações e conflitos ainda mais impactantes. O resultado é um terror que dialoga com o público em vários níveis, convidando-o a sentir o medo e o amor de forma intensa e simultânea.

Alison e Dave são conhecidos por trabalhos que vão desde comédias divertidas até dramas aclamados, mas aqui entregam performances densas e vulneráveis, explorando a complexidade de um relacionamento marcado por perdas, dúvidas e a inquietante sensação de estar preso a algo maior e incompreensível.

Um terror que mexe com o corpo e a mente

Diferente dos filmes que se apoiam em sustos previsíveis, o filme mergulha no desconforto do terror corporal, fazendo do corpo dos protagonistas o epicentro do medo. As cenas em que seus membros começam a se fundir, os movimentos que fogem da lógica humana, e as sensações contraditórias entre atração e repulsa não só perturbam como também funcionam como metáforas para as complexidades das relações humanas — especialmente aquelas marcadas por dependência, trauma e necessidade de pertencimento.

O diretor Michael Shanks utiliza efeitos práticos de forma magistral, evitando o exagero digital e trazendo um realismo cru às transformações bizarras, reforçado por uma trilha sonora que amplifica a sensação de angústia e imersão. O espectador não está apenas assistindo ao que acontece, ele sente junto, quase tocando o desespero e a luta que consomem Millie e Tim.

Risos em meio ao terror: o equilíbrio perfeito

Mas Juntos não é só terror. O roteiro traz também momentos de humor e leveza, que surgem especialmente por meio da interação dos protagonistas e do olhar sensível do diretor para as falhas e belezas do amor. Esse equilíbrio torna o filme mais humano e próximo, evitando que o peso da trama se torne opressor e permitindo que o público se conecte de verdade com os personagens.

Amor, identidade e a fusão dos corpos como metáfora

Além disso, o longa levanta reflexões poderosas sobre o que significa estar junto, sobre os sacrifícios que o amor pode exigir, e até que ponto podemos abrir mão da nossa individualidade para sermos “inteiros” com o outro. A fusão literal dos corpos do casal funciona como uma metáfora visual para esses dilemas, convidando o espectador a pensar sobre seus próprios relacionamentos, seus medos e desejos.

O reconhecimento nos festivais e a bilheteria que surpreende

Desde sua estreia na seção Meia-noite do Festival de Cinema de Sundance, em janeiro de 2025, Juntos tem sido aclamado pela crítica. Distribuído pela Neon após uma das maiores vendas do festival, o filme também conquistou espaço em festivais internacionais como o de Sydney. A repercussão positiva se traduz em uma bilheteria global de mais de 18 milhões de dólares, mostrando que o público está ávido por histórias que unam inovação, emoção e um terror diferente do habitual.

Direção autoral e efeitos práticos que dão vida ao horror

Para os fãs do cinema autoral e daqueles que valorizam o cinema artesanal, a estreia de Michael Shanks é uma promessa de talento e uma demonstração de que o horror pode ser muito mais do que simples efeitos ou clichês. A direção cuidadosa, a fotografia que reforça o clima sombrio do interior, e os efeitos práticos que dão vida às metamorfoses bizarras do corpo humano, criam uma atmosfera sufocante e inesquecível.

Promoção especial: leve alguém e pague apenas um ingresso

O filme também traz um apelo especial para o público brasileiro: a Diamond Films lançou uma promoção que permite que casais paguem apenas um ingresso quando forem ao cinema “grudados”. Além disso, quem registrar esse momento e postar no Instagram usando a hashtag #JuntosNoCinema pode ganhar um ano de ingressos grátis. É um convite perfeito para vivenciar a experiência do filme acompanhado, reforçando que, mesmo diante do medo e da transformação, estar junto é o que realmente importa.

Muito além do terror

Juntos é uma obra que vai muito além do medo imediato. Ele provoca, inquieta e emociona, trazendo para as telas um tema universal, envolto em um cenário sobrenatural que é ao mesmo tempo aterrorizante e belo. Se você busca uma experiência cinematográfica que desafie seus sentidos e seus sentimentos, esse filme merece um lugar especial na sua lista.

A combinação de um roteiro afiado, atuações sensíveis e uma direção autoral promissora faz de Juntos uma das produções mais esperadas de 2025. É o tipo de filme que permanece na mente e no corpo depois que as luzes do cinema se acendem, convidando a pensar no que realmente significa se unir a alguém — para o bem e para o mal.

Conversa com Bial desta segunda (11/08): Os Garotin, a voz da black music que conquistou o Grammy Latino

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Nesta segunda-feira, 11 de agosto, o programa Conversa com Bial vai abrir espaço para um encontro que promete emocionar e inspirar quem acompanha a música brasileira contemporânea. O grupo Os Garotin, trio formado por Léo Guima, Anchietx e Cupertino, estará junto com uma cantora e compositora que compartilha a paixão pela black music — um movimento cultural que pulsa nas veias do Brasil e que, através deles, revela suas múltiplas cores, histórias e sonoridades.

A história do Os Garotin é, antes de tudo, uma história de amizade e resistência. Nasceram em São Gonçalo, região metropolitana do Rio, em um ambiente onde os sonhos costumam se deparar com muitos desafios. Mas a música foi a ponte que uniu esses três amigos e que os conduziu para além do que imaginavam: para o reconhecimento nacional e internacional.

De uma festa a um Grammy: a força da união

Tudo começou em 2019, em uma festa de aniversário na casa que Cupertino dividia com Léo Guima. Eles já eram amigos, cada um com sua caminhada e projeto musical, mas foi naquele momento que a mágica aconteceu. Ao se juntarem, perceberam uma sintonia que ia muito além do que a soma de suas vozes. A amizade se transformou em música, e a música, em um projeto que logo ganharia forma.

A empresária Paula Lavigne percebeu o potencial do trio e apostou na união dos três. Com o incentivo certo, os Garotin começaram a trabalhar juntos, e em agosto de 2023 lançaram o primeiro EP, “Os Garotin Sessions”. O que parecia um experimento virou um marco, e em 2024, com o lançamento do álbum “Os Garotin de São Gonçalo”, eles conquistaram corações com 12 faixas que falam de amor, de luta e de identidade.

O reconhecimento veio em forma de prêmios, mas principalmente no carinho do público. Em novembro de 2024, o trio trouxe para casa o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa — uma conquista histórica que simboliza mais do que um troféu. É a celebração de um som genuíno, de uma voz que ecoa da periferia para o mundo.

Música que fala de gente, da vida e da rua

Os Garotin não fazem apenas música; eles contam histórias. Histórias de quem vive a periferia, de quem sente na pele as injustiças e as alegrias da vida. As letras falam de amor, claro, mas também de representatividade negra, de orgulho da cultura carioca e da vivência única de São Gonçalo.

É impossível não se emocionar com “Vini Jr.”, uma homenagem ao jogador Vinícius Júnior, que assim como eles, veio das mesmas ruas e enfrentou obstáculos para chegar onde está. Essa conexão com suas raízes é o que dá à música deles uma autenticidade rara.

Musicalmente, o trio transita com leveza e talento entre o R&B, o soul, o pop e a MPB. O legado de nomes como Tim Maia, Gilberto Gil e Jorge Ben está presente, mas os Garotin trazem sua própria linguagem, um som contemporâneo e pulsante, que fala diretamente aos jovens e aos amantes da boa música.

Além do trio: vozes que se complementam

Cada integrante também lançou trabalhos solo que aprofundam suas visões e estilos, trazendo mais nuances para o que o grupo representa. Léo Guima, Anchietx e Cupertino seguem suas carreiras individuais com EPs que exploram seus universos pessoais, mas que dialogam harmoniosamente com o som coletivo de Os Garotin.

Além disso, a presença da cantora e compositora convidada no programa reforça a ideia de que a black music é uma rede de encontros, trocas e fortalecimento. É essa união de vozes, diferentes e complementares, que faz a música crescer e se transformar em uma linguagem universal.

O que esperar do encontro com Pedro Bial

No programa, Pedro Bial vai conduzir uma conversa que promete ir além das notas musicais e das conquistas. Será uma troca sobre identidade, cultura, pertencimento e sonhos. Os Garotin e a cantora vão abrir o coração e compartilhar seus processos criativos, as inspirações e os desafios enfrentados para se manterem fieis às suas raízes em um mercado que muitas vezes tenta ditar padrões.

Esse é um momento para escutar a força da juventude negra da periferia do Rio, para conhecer a história por trás do sucesso e para entender como a música pode ser um instrumento de transformação social.

Um sopro de esperança e representatividade

Mais do que artistas premiados, Os Garotin representam um movimento que cresce com a força de quem quer ocupar o espaço que sempre lhes foi negado. É uma voz de resistência, que fala de um Brasil plural, diverso e cheio de potencial.

Quando eles cantam, contam a história de milhares de jovens que, como eles, sonham alto e trabalham duro para fazer arte que toca o mundo. A black music, através desses artistas, deixa de ser só um gênero musical para virar uma celebração da cultura negra e da periferia brasileira.

O trio tem uma relação profunda com seus fãs, que se reconhecem nas letras, nos ritmos e no jeito sincero de fazer música. Eles não só entretêm — eles acolhem, inspiram e fortalecem. Cada apresentação é um abraço coletivo, uma troca de energia que renova a fé no poder da arte.

No Alvo desta segunda (11/08): Andressa Urach abre o jogo com revelações inéditas

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Na noite desta segunda, 11 de agosto, o programa No Alvo recebe uma convidada que há anos não passa despercebida pelo público e pela mídia brasileira: Andressa Urach. Modelo, empresária e personalidade da televisão, Andressa tem uma trajetória marcada por altos e baixos, polêmicas, transformações radicais e muita coragem para encarar os desafios que a vida lhe apresentou. Em uma entrevista sincera, profunda e por vezes emocionada, ela abrirá seu coração para falar sobre sua relação com a fama, os momentos difíceis que enfrentou, sua busca pela fé e pelo autoconhecimento, além dos aprendizados que colheu ao longo do caminho. Como ela mesma afirmará, “não será fácil ser a Andressa Urach”, e essa frase resumirá a complexidade de uma vida pública repleta de reviravoltas.

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A carreira artística da modelo começou em 2011, quando trabalhou como assistente de palco no programa “Legendários”, da Rede Record. Logo depois, tornou-se dançarina do cantor Latino, ganhando espaço no meio artístico e conquistando uma base de fãs que se expandiu nos anos seguintes. O ponto de virada em sua carreira veio em 2012, quando Andressa foi vice-campeã do Miss Bumbum, um concurso que valoriza a beleza e o corpo feminino. Essa conquista abriu portas para sua participação em um dos realities mais assistidos do Brasil, “A Fazenda 6”. Lá, Andressa protagonizou momentos marcantes e controversos, que a colocaram definitivamente no radar da mídia nacional.

Em 2015, a influenciadora lançou seu primeiro livro, “Morri para Viver”, no qual relatou detalhes de sua vida e sua luta para sobreviver após uma grave infecção causada por procedimentos estéticos. Essa fase representou um momento de virada, não só em sua saúde física, mas também em seu estado emocional e espiritual. O episódio traumático levou Andressa a uma profunda reflexão sobre a própria vida, o valor do autoconhecimento e a importância da fé. Ela revelou ao público que a espiritualidade se tornou um alicerce fundamental para reconstruir sua autoestima e sua visão de mundo. O segundo livro, “Desejos da Alma”, lançado em 2019, reforçou essa nova fase da vida de Andressa, trazendo temas como superação, perdão e a busca por significado em meio às adversidades.

No programa, Andressa se mostrará disposta a ir além das manchetes sensacionalistas e dos estereótipos que, por vezes, a acompanharam. Ela falará abertamente sobre o preço da fama, as dificuldades de se reinventar diante dos olhos do público e a constante luta contra o julgamento alheio. Revelará também os momentos em que se sentiu sabotada ou incompreendida, ressaltando que, apesar de tudo, continuará firme em sua busca por uma vida mais autêntica e equilibrada.

A fé, mais uma vez, ganhará destaque na conversa, como fonte de força e esperança para seguir em frente. Andressa destacará que, mesmo diante das tempestades, acredita que é possível transformar o sofrimento em aprendizado e crescimento. Durante a entrevista, ela deixará escapar a possibilidade de um novo livro, com histórias inéditas e relatos pessoais que ainda não foram compartilhados publicamente. Esse material, segundo ela, poderá trazer uma visão ainda mais íntima e verdadeira sobre sua trajetória, mostrando nuances que o público talvez desconheça.

The Noite com Danilo Gentili de hoje (11): Yudi Tamashiro e Mila falam sobre família e nova missão no Japão

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Poucas histórias de vida mostram com tanta clareza que os caminhos da fama e do sucesso podem ser transformados pelo poder da fé, da coragem e do amor como a de Yudi Tamashiro e Mila. Eles, que se tornaram nomes conhecidos da televisão e da música brasileiras, vivem hoje um capítulo que foge dos holofotes tradicionais para abraçar um propósito maior: uma missão evangelística no Japão, país que une suas origens e sonhos. No programa The Noite com Danilo Gentili que será exibido nesta segunda-feira, 11 de agosto, o casal abrirá o coração para falar sobre essa nova fase, a chegada do primeiro filho, Davi Yudi, o lançamento do DVD Trono e o plano audacioso de largar tudo para recomeçar do zero em terras nipônicas. Mais do que um anúncio, a conversa será um convite para refletir sobre recomeços, superação e o poder de encontrar um significado maior na vida.

Yudi nasceu em 4 de agosto de 1992 em Santos, litoral de São Paulo, mas passou quatro anos da infância no Japão, terra de seus ancestrais. Foi nessa mistura cultural que se moldou o menino que, aos 9 anos, foi descoberto no programa Raul Gil e que rapidamente conquistou espaço na televisão brasileira, tornando-se apresentador do infantil Bom Dia & Cia ao lado de Priscilla Alcântara. Na música, Yudi também fez sua marca, transitando do hip hop ao sertanejo, lançando álbuns, vídeos e colecionando prêmios como o “Troféu Super Cap de Ouro” e o “Prêmio Jovem Brasileiro”. Apesar do sucesso e da fama, a vida não foi apenas um conto de glamour: momentos de dor, vícios e perdas testaram sua força e fizeram com que ele buscasse algo além do que o brilho das câmeras poderia oferecer. Foi na fé que encontrou esse caminho, um reencontro com ele mesmo e com Mila, a mulher que viria a ser sua companheira e parceira de vida.

Mila, que também teve sua trajetória marcada pela música e pelo entretenimento, lembra com carinho e emoção os tempos de infância, quando o destino ainda não havia os unido definitivamente. Anos depois, foi em um evento evangelístico que seus caminhos se cruzaram novamente, desta vez para nunca mais se separarem. “Eu reencontrei o Yudi e vi um homem transformado. O Yudi daquela época eu não voltaria nem ferrando”, contou ela com sinceridade. As palavras refletem uma transformação profunda, fruto da busca por sentido e do enfrentamento de desafios que todos, de alguma forma, enfrentamos em nossas vidas.

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Hoje, o casal celebra a chegada do primeiro filho, Davi Yudi, um presente que simboliza a renovação, o amor e a continuidade da missão que escolheram abraçar juntos. Mais do que isso, anunciam o lançamento do DVD gospel Trono, um projeto que expressa seu compromisso com a música de fé e com o desejo de levar uma mensagem de esperança a quem precisa. Mas talvez o anúncio mais impactante seja o plano de se mudarem para o Japão, a terra natal de Yudi, para iniciar uma missão evangelística em um país onde o evangelho ainda é pouco falado, porém muito verdadeiro quando encontrado.

O desafio de recomeçar do zero no Japão

“Poucas pessoas sabem, mas nós vamos largar tudo aqui e morar no Japão, começar do zero. Queremos evangelizar lá, um país em que o evangelho é pouco falado, mas, onde existe, é muito verdadeiro. Estamos tirando o visto agora e o nosso plano é ir a partir de novembro, se der tudo certo”, revela Yudi, mostrando uma coragem que muitos apenas sonham em ter. Mila reforça o sonho antigo que agora ganha forma: “Meu sonho sempre foi ir para lá viver e criar o meu filho. Essa era uma das coisas que eu tinha no meu coração e agora vou realizar.”

A decisão de começar do zero, longe dos confortos conhecidos, é um ato de fé e uma demonstração clara de que o verdadeiro valor da vida está no propósito, e não nas posses ou no reconhecimento social. Para o casal, o Japão representa mais que uma mudança geográfica; é o símbolo da união entre passado e futuro, cultura e espiritualidade, desafio e esperança. Eles sabem que não será uma tarefa fácil. O país tem uma cultura única, tradicional, com uma espiritualidade própria que, embora não amplamente aberta ao evangelho cristão, tem uma sinceridade que o casal admira e quer respeitar.

Superação e fé

A trajetória de Yudi é marcada por altos e baixos, sucessos e quedas, mas sobretudo por uma luta constante pela própria redenção. Depois de perder o pai, um dos momentos mais difíceis de sua vida, ele também enfrentou vícios e o esvaziamento das falsas amizades e aplausos superficiais. “Foi na dificuldade que eu me agarrei em Deus e comecei a me desprender das falsas amizades e falsos aplausos. Fui tratando dentro de mim a ponto de me sentir seguro e encontrar uma missão na minha vida. É isso o que eu faço hoje. Prego a palavra de Deus para as pessoas que também estão perdidas, querem encontrar um rumo na vida e se sentirem amadas”, revela ele.

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Construindo uma família com propósito

Para Mila, a caminhada ao lado de Yudi é uma continuação do reencontro espiritual e emocional que os uniu. O casal vive uma rotina de trabalho focada em levar mensagens de fé e esperança por meio da música e da evangelização, criando um ambiente sólido para a chegada e crescimento de Davi. “Criar o nosso filho num lugar diferente, com uma cultura diferente, mas com o mesmo fundamento de amor e fé, é o que nos move”, diz Mila com um sorriso que revela orgulho e serenidade.

Música que toca o coração e transforma vidas

O lançamento do DVD Trono é um marco simbólico e real desse momento. Com músicas que falam de superação, amor divino e transformação, o projeto mostra um lado artístico renovado e comprometido com a missão espiritual do casal. A música, que sempre foi uma paixão e uma profissão para ambos, agora se torna um canal para levar conforto, esperança e renovação a quem ouve.

O futuro no Japão

O recomeço no Japão simboliza também uma oportunidade de testemunhar de perto a pluralidade cultural e espiritual do mundo, uma chance de aprender, compartilhar e crescer. O país, conhecido pela tecnologia avançada e pelas tradições milenares, oferece um campo fértil para o casal plantar sementes de fé, respeitando e dialogando com a realidade local.

Yudi e Mila, com toda a sua história, mostram que não importa quantas vezes você precise recomeçar, o fundamental é ter um propósito claro e um coração aberto para as mudanças. Eles se tornam um exemplo de que a vida é feita de ciclos, e que a verdadeira vitória está na capacidade de se reinventar, de encontrar forças na fé e no amor, e de caminhar com coragem rumo ao desconhecido.

Saiba a duração de Invocação do Mal 4: O Último Ritual, o filme mais longo da franquia

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O universo de Invocação do Mal está prestes a ganhar um novo capítulo — e não é qualquer capítulo. Com estreia marcada para o dia 5 de setembro de 2025, Invocação do Mal 4: O Último Ritual chega prometendo ser o mais intenso e profundo filme da série até hoje. E não é só pela trama que isso acontece: o longa terá nada menos que 135 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 15 minutos de terror e emoção. As informações são do Digital Spy.

Para quem acompanha a franquia desde o começo, sabe que cada filme é uma experiência tensa e cheia de sustos, mas este novo tempo de tela é um sinal claro de que os realizadores querem ir além do simples susto: querem contar uma história mais completa, mais humana, mais complexa. É como se, dessa vez, o espectador fosse convidado a se sentar e acompanhar, passo a passo, uma jornada que vai misturar medo, fé e os laços familiares que unem os Warrens.

A espera por um desfecho com mais profundidade

O casal Ed e Lorraine Warren, interpretado mais uma vez por Patrick Wilson e Vera Farmiga, é a alma da franquia. Eles não são apenas caçadores de fantasmas: são pessoas reais, com medos, dúvidas, esperança e, acima de tudo, um amor que sustenta tudo o que fazem. Neste quarto filme, a presença deles se torna ainda mais humana e visceral.

Ao lado deles, personagens como Judy Warren, a filha do casal, interpretada por Mia Tomlinson, trazem uma nova camada emocional à trama. A jovem Judy está inserida em um universo que vai além do medo: é sobre proteger a família e enfrentar os horrores que ameaçam não só a casa, mas a própria alma.

Essa duração maior dá espaço para esse desenvolvimento, permitindo que o público realmente sinta o peso da missão que esses personagens carregam — algo que vai muito além das cenas de ação sobrenatural.

O que a duração diz sobre o filme

No cinema de terror, tempo é quase tudo. Um filme muito longo pode perder o ritmo, enquanto um muito curto pode deixar pontas soltas e personagens rasos. Aqui, o desafio foi usar essas 2 horas e 15 minutos para construir um ambiente onde o suspense cresce com calma, quase como um sussurro que vai ficando cada vez mais alto — até o grito final.

Essa escolha indica que a direção de Michael Chaves, que retorna depois de ter comandado o terceiro filme da franquia, está focada em uma narrativa mais cuidadosa, em que o terror não vem apenas dos sustos repentinos, mas da construção do medo dentro da história e dos próprios personagens.

Os roteiristas, entre eles David Leslie Johnson-McGoldrick, Ian Goldberg e Richard Naing, aproveitaram para desenvolver uma trama que respira. Eles se inspiraram nos relatos reais dos Warrens, o que dá ao filme uma autenticidade que ultrapassa o gênero e toca questões mais profundas sobre fé, dúvida e o mal em si.

O legado dos Warrens e a força da verdade

Invocação do Mal sempre foi mais do que filmes de terror: é uma homenagem ao trabalho do casal Warren, que dedicou a vida a investigar fenômenos que desafiam a lógica. E é essa verdade, ainda que cercada de mistério, que torna a franquia tão cativante.

Neste filme, o casal não está sozinho. Ao lado deles, novas faces entram em cena para dar vida a uma das histórias mais marcantes do arquivo Warren — o caso da família Smurl, famosa por alegações de possessão demoníaca nos anos 80. A escolha desse enredo dá ao filme uma carga dramática pesada, porque o público sabe que não se trata só de ficção, mas de relatos que causaram sofrimento real.

Essa responsabilidade também é sentida no elenco que acompanha os protagonistas. Ben Hardy, como Tony Spera, e o grupo que interpreta os membros da família Smurl ajudam a dar humanidade e realismo às situações extremas vividas no filme.

Por dentro da produção: dedicação e paixão

Um filme desse porte não nasce do acaso. Foram meses de preparação, desde o desenvolvimento do roteiro até as filmagens que aconteceram em Londres, entre setembro e novembro de 2024. A escolha da cidade não foi apenas prática, mas estratégica: o clima, a arquitetura e a atmosfera da capital inglesa contribuem para criar o ambiente sombrio e opressor que o filme pede.

Michael Chaves teve a missão de guiar essa produção com delicadeza e firmeza, equilibrando a pressão de atender às expectativas dos fãs e a vontade de entregar algo novo. E um dos grandes acertos foi a trilha sonora, composta por Benjamin Wallfisch, que assume o lugar de Joseph Bishara. A música em filmes de terror é quase um personagem — e Wallfisch promete dar ao filme uma assinatura sonora que prende o espectador na cadeira.

O impacto emocional além do susto

Se existe algo que diferencia Invocação do Mal 4 dos demais filmes da franquia é a maneira como ele abraça o lado humano da história. Não é só sobre fantasmas e demônios: é sobre como uma família lida com o desconhecido, o perigo e o medo.

Essa sensibilidade ajuda a construir um terror que não está apenas no que é visto na tela, mas naquilo que o público sente no peito. O medo de perder quem amamos, a dúvida sobre o que é real e o que não é, a luta para manter a fé mesmo diante do inexplicável — tudo isso transforma o filme em uma experiência emocional profunda.

O que esperar da estreia

Com a data de estreia chegando, a ansiedade cresce entre os fãs e também entre os amantes do cinema de terror que ainda não conhecem o universo dos Warrens. O filme promete não só sustos e cenas de arrepiar, mas também um roteiro que respeita o espectador, dando espaço para a reflexão e a empatia.

No Brasil, embora a data oficial de lançamento ainda não esteja confirmada, é esperado que o longa chegue aos cinemas pouco tempo depois da estreia americana, permitindo que o público nacional também mergulhe nesse último ritual.

Netflix inicia filmagens da nova série live-action de Scooby-Doo ainda em 2025

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A turma mais famosa do mundo dos mistérios está prestes a voltar, desta vez em um formato completamente novo. A Netflix confirmou que as filmagens da sua nova série live-action de Scooby-Doo começarão ainda este ano, durante o outono americano, que vai de setembro a dezembro de 2025. Com produção acelerada, a expectativa é que o público possa conferir as aventuras da turma já no meio de 2026, dando continuidade a um legado que já dura mais de cinco décadas. As informações são da Variety.

A série promete trazer uma história inédita, focada em um grupo de jovens em um acampamento de verão que se une para desvendar o mistério do desaparecimento de um filhote de dogue alemão — um cachorro que pode ter testemunhado um assassinato com elementos sobrenaturais. Essa proposta traz um frescor à narrativa, combinando amizade, suspense e uma pitada de mistério além do natural, e que deve conquistar tanto os fãs antigos quanto as novas gerações.

O cenário escolhido para essa nova temporada da turma do Scooby-Doo é inspirador. O acampamento de verão é um espaço que simboliza descobertas, conexões e o desafio de enfrentar o desconhecido lado a lado com amigos. A série quer explorar essa dinâmica, mostrando como esses jovens se juntam para enfrentar um mistério que vai muito além do habitual vilão mascarado — agora com um toque de sobrenatural que eleva a tensão e o suspense.

Esse ambiente cria um espaço perfeito para o desenvolvimento dos personagens, revelando suas personalidades, medos e coragens. O filhote de dogue alemão perdido não é apenas um ponto central do mistério, mas também um elo emocional que une a turma e mostra a importância do cuidado, da amizade e da lealdade.

Os mestres por trás do mistério

A responsabilidade de dar vida a essa nova fase da franquia ficou nas mãos de profissionais experientes. Josh Appelbaum e Scott Rosenberg, conhecidos por seu trabalho em produções como “Citadel” e “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, assinam o roteiro e são produtores executivos da série. A dupla traz um olhar moderno e dinâmico para a narrativa, combinando ação, suspense e profundidade emocional.

Além deles, Greg Berlanti, produtor executivo pela Berlanti Productions — famosa por séries de sucesso da DC Comics na emissora CW — também faz parte do time. Sua experiência em criar universos ricos em personagens e histórias complexas é um diferencial que deve enriquecer ainda mais a produção.

Uma trajetória de sucesso e reinvenção

Scooby-Doo é muito mais do que um simples desenho animado; é uma verdadeira instituição da cultura pop que atravessou gerações, continentes e estilos de narrativa. Desde sua estreia em 1969, a turma formada por Fred, Daphne, Velma, Salsicha e, claro, o icônico Scooby-Doo, conquistou o público com uma fórmula única que mistura mistério, humor e aventura leve — elementos que, até hoje, continuam a encantar crianças e adultos.

Ao longo dos mais de cinquenta anos de existência, Scooby-Doo se reinventou inúmeras vezes para se manter relevante. Passou por diversas versões animadas, especiais para a TV, séries derivadas e longas-metragens, tanto animados quanto live-action. Cada uma dessas adaptações trouxe novas camadas para os personagens e para a narrativa, respeitando a essência da franquia mas também respondendo às demandas de seu tempo.

Nos anos 2000, os filmes live-action lançados pela Warner Bros. marcaram uma tentativa ousada de trazer a turma para o mundo real, com efeitos visuais que deram vida ao personagem canino e uma abordagem mais moderna, mas ainda assim familiar. Já em outras versões animadas mais recentes, a franquia explorou temas mais sombrios e complexos, como em “Scooby-Doo on Zombie Island” (1998), que adicionou uma atmosfera de horror quase real ao mistério tradicional, agradando um público mais velho.

O desafio de renovar uma lenda

Reinventar uma franquia com tanto peso cultural quanto Scooby-Doo não é uma tarefa simples. A expectativa dos fãs é alta, e a própria história da série impõe um desafio: como inovar e trazer frescor para a narrativa, sem trair a essência que tornou a turma tão querida? A série precisa encontrar o equilíbrio delicado entre o clássico e o contemporâneo, entre a aventura divertida e o suspense que prende a atenção do público.

O contexto atual do entretenimento, com uma audiência cada vez mais diversificada e exigente, demanda personagens mais complexos, histórias com múltiplas camadas emocionais e narrativas visuais impactantes. A nova produção tem a missão de traduzir isso para o universo de Scooby-Doo, que até hoje é associado a um mistério leve e descomplicado, com pitadas de humor.

Outro aspecto importante é a transição do desenho animado para o live-action. Trazer personagens que eram caricatos e estilizados para um formato mais realista requer adaptação no roteiro, na caracterização, e até mesmo no tom da história. É preciso preservar a química e as personalidades dos personagens, ao mesmo tempo em que se ajusta a linguagem para um público moderno, acostumado a narrativas mais densas e visuais sofisticados.

Shrek 5 é adiado para 2027 e marca o aguardado retorno do ogro mais querido do cinema

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Foto: Reprodução/ Internet

A espera vai ser um pouco mais longa para os fãs do ogro mais querido do cinema. A Universal Pictures e a DreamWorks Animation anunciaram que o lançamento do tão aguardado Shrek 5 foi adiado para 30 de junho de 2027, afastando-se do calendário original previsto para o fim de 2026. As informações são da Variety.

O comunicado oficial não detalhou os motivos do adiamento, mas indicou que a estratégia da Universal nos últimos anos tem sido concentrar esforços nas suas produções animadas de maior sucesso, como Meu Malvado Favorito, Como Treinar o Seu Dragão e Super Mario Bros. – O Filme — que têm tido destaque nos meses de verão do hemisfério norte.

Um retorno esperado, mas envolto em mistério

A nova produção promete trazer de volta as vozes que marcaram gerações: Mike Myers como Shrek, Eddie Murphy como Burro, e Cameron Diaz na princesa Fiona. A grande novidade do elenco é Zendaya, que dará voz a Felicia, filha de Shrek, ampliando o universo familiar do ogro e trazendo uma nova camada à história.

Nos bastidores, o filme será dirigido por Walt Dohrn e Conrad Vernon, veteranos da franquia e experientes em animações de sucesso. Dohrn tem uma ligação profunda com a série — já atuou como roteirista, artista e dublador na franquia, enquanto Vernon dirigiu Shrek 2 e Madagascar 2, além de emprestar sua voz ao famoso Biscoito de Gengibre.

Apesar de todo o alvoroço, os detalhes da trama de Shrek 5 continuam um mistério bem guardado, aumentando a expectativa do público para descobrir que nova aventura está reservada para Shrek e seus amigos.

Uma franquia que marcou gerações

Para entender a importância desse adiamento, vale lembrar que Shrek não é apenas uma animação qualquer: desde o seu lançamento em 2001, revolucionou o gênero com sua combinação de humor irreverente, personagens carismáticos e uma história que brinca com contos de fadas clássicos, mas com um toque moderno. A franquia teve até agora quatro filmes principais, sendo Shrek para Sempre (2010) o último, que na época foi anunciado como o encerramento da saga. Mas a história do ogro e seu universo nunca parou de gerar interesse — e os fãs mantiveram viva a chama por mais aventuras.

O percurso conturbado do quinto filme

Na verdade, a ideia de um quinto filme não é nova. Desde o lançamento do segundo filme em 2004, o então CEO da DreamWorks Animation, Jeffrey Katzenberg, já vislumbrava uma história contada em cinco capítulos, onde cada filme responderia perguntas e revelaria novas facetas do personagem principal. Originalmente, o plano era que Shrek 5 fosse lançado em 2013.

No entanto, a DreamWorks decidiu encerrar a série após o quarto filme, que foi visto como o capítulo final da jornada de Shrek. Isso fez com que os planos para uma sequência fossem temporariamente descartados.

Mas a história de Shrek nunca foi esquecida. Em 2014, o desenvolvimento de um novo filme voltou a ganhar força, especialmente após a compra da DreamWorks pela NBCUniversal em 2016. A partir daí, Shrek 5 começou a ser oficialmente retomado, com diversas atualizações ao longo dos anos e a confirmação do elenco original.

O que esperar do novo filme?

Segundo Michael McCullers, roteirista do filme, Shrek 5 promete uma “grande reinvenção” para a série. O produtor executivo Chris Meledandri, CEO da Illumination — estúdio responsável pelo sucesso da franquia Minions — afirmou que o objetivo é identificar e honrar os elementos que os fãs mais amam em Shrek, trazendo-os de forma renovada, à semelhança do que fizeram com Super Mario Bros. – O Filme.

Essa abordagem reforça a expectativa de que o novo filme será, ao mesmo tempo, uma homenagem aos clássicos que marcaram os anos 2000 e uma aposta para conquistar as novas gerações, com uma narrativa atualizada e novos personagens.

A trajetória dos diretores Walt Dohrn e Conrad Vernon

Para além da nostalgia e da nostalgia, o envolvimento de Walt Dohrn e Conrad Vernon na direção é um fator promissor para o novo Shrek. Dohrn já mostrou sua versatilidade ao longo da franquia, inclusive emprestando sua voz ao icônico vilão Rumpelstiltskin, em Shrek para Sempre.

Conrad Vernon, por sua vez, é conhecido por seu trabalho em filmes populares, como Madagascar 2, que também combinam humor e emoção em doses equilibradas.

Juntos, eles prometem trazer uma direção cuidadosa e criativa, que valorize tanto a comédia quanto os aspectos mais emocionais da narrativa.

Neusa Borges retorna às telonas em Os Quatro dos Passos, aventura infantojuvenil que valoriza Florianópolis e a cultura brasileira

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Depois de muitos anos longe das grandes telas, a atriz Neusa Borges retorna ao cinema com um papel que marca não apenas sua carreira, mas também um importante momento para o cinema nacional: o filme Os Quatro dos Passos, dirigido por Beatriz Silva e Yasser Socarrás, é uma produção infantojuvenil que mistura aventura, suspense, comédia e romance, tudo ambientado em Florianópolis — cidade natal da atriz e cenário da filmagem.

No longa, Neusa vive Dona Chica, bisavó de dois dos protagonistas, uma personagem que carrega consigo um mistério envolvente e uma presença que guia os jovens pela trama. A história gira em torno de quatro adolescentes — Francisca, Jacinto, Lúcio e Camila — que, em uma tentativa de fugir da temida recuperação escolar, acabam se envolvendo em uma jornada que mistura o real e o sobrenatural, passando pela tradição da Procissão do Senhor dos Passos, evento religioso reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como Patrimônio Cultural do Brasil.

O roteiro assinado por Glauco Broering aposta em uma combinação audaciosa: a energia da juventude, a força da cultura local e um gênero híbrido que inclui animação, cenas em live-action e elementos de found footage, técnica que remete a um tipo de filme gravado em primeira pessoa, muito usada para criar suspense e realismo.

A diretora Beatriz Silva conta que a ideia de contar essa história a partir do olhar dos adolescentes foi decisiva para ela se envolver no projeto. “Quando li o roteiro, logo percebi que não era só sobre aventura, era uma narrativa que trazia a cultura brasileira para o primeiro plano, mas sem perder o frescor e o olhar genuíno dos jovens protagonistas,” comenta Beatriz.

Já o co-diretor Yasser Socarrás destaca o protagonismo dos quatro jovens negros na trama, ressaltando a importância da representatividade. “Em muitas histórias, especialmente de aventura, esses personagens são raramente o centro. Aqui, eles são quem movem a narrativa, com coragem, curiosidade e amizade. Isso é revolucionário para o cinema nacional,” afirma.

Dona Chica: o elo entre gerações

Neusa Borges, uma artista que acumulou décadas de experiência na televisão e no teatro, confessa que foi um convite especial poder viver Dona Chica. “Ela é uma mulher cheia de história, cheia de sabedoria, mas também um pouco misteriosa. Senti que era uma chance de trazer para a tela algo que vem da minha própria vivência e do amor por Florianópolis,” diz a atriz.

Para Neusa, participar de uma produção que celebra a cultura local, com elementos tão fortes da religiosidade popular, foi uma forma de homenagear suas raízes e contribuir para que as tradições brasileiras ganhem visibilidade na cultura pop.

Florianópolis: muito mais que cenário

Os locais escolhidos para as filmagens foram cuidadosamente selecionados para mostrar não só as belezas naturais da capital catarinense, mas também seu patrimônio histórico e cultural. Igrejas antigas, ruas estreitas e paisagens que transitam entre o urbano e o natural criam o ambiente perfeito para essa aventura que, apesar de ambientada em um lugar específico, fala para o Brasil inteiro.

A Procissão do Senhor dos Passos, que acontece anualmente e envolve milhares de fiéis, serve como pano de fundo para a trama, trazendo uma atmosfera de mistério e tradição que conecta passado e presente.

Nostalgia e inovação de mãos dadas

Os diretores explicam que uma das inspirações para o filme foram os clássicos infantojuvenis das décadas de 80 e 90, como “Os Goonies” e “Conta Comigo”. Essas histórias de amizade, descoberta e aventura sempre tocaram o imaginário popular, e “Os Quatro dos Passos” revive essa essência, ao mesmo tempo em que insere elementos que falam diretamente à geração atual, como a diversidade racial e a tecnologia.

Essa junção cria um filme que é ao mesmo tempo um presente para as crianças e adolescentes de hoje e uma viagem nostálgica para adultos que cresceram assistindo essas obras.

Linguagens que aproximam o público

A mistura de animação, live-action e found footage não é apenas um recurso visual: é também uma maneira de dialogar com diferentes faixas etárias e gostos. A animação ilustra as histórias contadas por Dona Chica, dando vida às lendas e ao folclore local. O found footage cria uma sensação de urgência e suspense, e o live-action dá o tom realista à aventura.

Esse casamento de estilos traz frescor e dinamismo, tornando a experiência mais rica e convidativa para quem assiste.

Representatividade que transforma

A presença de quatro jovens negros como protagonistas é, sem dúvida, um dos pontos altos do filme. Em tempos em que debates sobre diversidade e inclusão ganham força, “Os Quatro dos Passos” mostra na prática como a representatividade pode ser natural, orgânica e central em uma história que, acima de tudo, é sobre humanidade.

“Eles são esses jovens, com sonhos, medos e desafios, que embarcam juntos numa aventura. Isso muda a forma como o público se vê e se conecta com o cinema,” explica Yasser Socarrás.

Tela Quente | Bad Boys para Sempre agita a noite com ação eletrizante e reencontro da dupla Will Smith e Martin Lawrence

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Foto: Reprodução/ Internet

Há encontros que o tempo não apaga. E, nesta segunda, 11 de agosto, milhões de brasileiros terão a chance de reencontrar dois velhos conhecidos que marcaram época no cinema: Mike Lowrey e Marcus Burnett, a dupla de detetives mais carismática e improvável que Hollywood já viu. A Tela Quente exibe Bad Boys para Sempre, o terceiro capítulo da franquia que mistura ação, humor e amizade verdadeira.

O filme, lançado em 2020, não é apenas mais uma sequência. Ele carrega o peso de quase duas décadas de espera desde o último “Bad Boys II” (2003) e o desafio de provar que, mesmo com o tempo passando, o espírito rebelde e a química entre Will Smith e Martin Lawrence continuam intactos.

De volta à ação

Em Bad Boys para Sempre, Mike e Marcus já não são os mesmos garotos imprudentes de 1995. A idade trouxe dores no corpo, responsabilidades familiares e reflexões sobre o futuro. Marcus pensa seriamente em pendurar o distintivo. Mike, por outro lado, ainda vive para a adrenalina — até que um atentado quase lhe tira a vida e traz à tona um inimigo ligado ao seu passado.

A partir daí, os dois são arrastados para uma caçada perigosa, enfrentando criminosos que não medem esforços para acabar com suas vidas. No meio do fogo cruzado, velhas piadas se misturam a novas feridas, e a parceria é posta à prova como nunca antes.

A química que atravessa décadas

O grande trunfo da franquia sempre foi a interação entre Smith e Lawrence. No primeiro filme, essa combinação foi novidade. No segundo, ela se consolidou. No terceiro, é pura nostalgia somada à maturidade.

Assistir aos dois juntos hoje é perceber que a amizade que vemos na tela também existe fora dela. Eles brincam, se provocam e, ao mesmo tempo, se cuidam — como irmãos que já passaram por tudo. Isso cria uma conexão com o público difícil de reproduzir.

Entre atrasos e incertezas

O caminho para “Bad Boys para Sempre” chegar às telas foi quase tão cheio de obstáculos quanto uma perseguição pelas ruas de Miami. Planos para um terceiro filme começaram logo após o sucesso do segundo, mas esbarraram em questões orçamentárias, agendas conflitantes e mudanças na direção.

Durante anos, boatos iam e vinham. Datas de estreia eram anunciadas e canceladas. Chegou um momento em que até Martin Lawrence declarou, em entrevistas, que já não acreditava que o projeto veria a luz do dia.

A reviravolta aconteceu quando os diretores belgas Adil El Arbi e Bilall Fallah assumiram o projeto, trazendo um olhar mais contemporâneo, mas sem apagar a essência que os fãs amavam. As filmagens começaram em 2018 e terminaram no início de 2019, gravadas entre Miami e Atlanta.

O sucesso inesperado

Lançado em janeiro de 2020, o filme tinha tudo para ser apenas um reencontro divertido para os fãs. Mas foi muito além: tornou-se o maior sucesso de bilheteria da franquia, arrecadando mais de 426 milhões de dólares no mundo todo e batendo o recorde de maior estreia de janeiro na história dos cinemas.

Parte desse êxito se deve ao equilíbrio entre ação eletrizante, humor afiado e momentos de emoção genuína — uma fórmula que conquistou tanto o público antigo quanto novos espectadores.

Personagens que marcam

Além da dupla principal, o filme apresenta novos rostos que trazem frescor à franquia. Paola Núñez vive Rita, chefe da equipe de elite AMMO e ex-namorada de Mike, enquanto Vanessa Hudgens, Alexander Ludwig e Charles Melton interpretam jovens agentes que desafiam os métodos tradicionais dos protagonistas.

No lado oposto, Kate del Castillo dá vida à vilã Isabel Aretas, uma mulher determinada a destruir tudo e todos que cruzaram seu caminho. Seu filho, Armando (Jacob Scipio), se revela um antagonista com motivações pessoais que adicionam peso à trama.

Curiosidades de bastidores

  • O diretor original da franquia, Michael Bay, faz uma participação especial como mestre de cerimônias em uma das cenas.
  • Muitas cenas de perseguição foram feitas em locações reais de Miami, mantendo a autenticidade visual que se tornou marca registrada dos filmes.
  • DJ Khaled, famoso no mundo da música, aparece como Manny, o Açougueiro, em um papel que mistura comédia e tensão.

Mais que tiros e explosões

O filme não é só ação e piadas. Ele também fala sobre envelhecer, encarar o passado e aceitar mudanças. Mike precisa lidar com segredos que guardou por anos. Marcus enfrenta o dilema entre proteger a própria vida e cumprir seu dever como policial.

Essa camada emocional dá profundidade ao filme e mostra que, mesmo dentro de um blockbuster de ação, é possível tratar de temas humanos.

Por que assistir hoje?

Na exibição desta segunda na Tela Quente, o filme ganha um sabor especial. É chance de rever — ou conhecer — uma das duplas mais icônicas do cinema, em uma história que combina adrenalina, humor e emoção na medida certa.

Para quem acompanhou a franquia desde os anos 90, é como reencontrar velhos amigos que, apesar das rugas, continuam com a mesma disposição para aprontar. Para quem nunca viu, é um convite para mergulhar em um universo onde a lealdade vale tanto quanto a mira certeira.

E o futuro?

O sucesso foi tão grande que a Sony já confirmou um quarto filme, com Will Smith e Martin Lawrence de volta. Isso mostra que, mesmo depois de tanto tempo, a fórmula “Bad Boys” continua viva e pronta para novas histórias.

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