Vale a pena assistir Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda? A comédia que une gerações com humor

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Mais de duas décadas após o lançamento de Sexta-Feira Muito Louca (2003), um filme que marcou toda uma geração, a Disney resolveu apostar numa sequência que, ao mesmo tempo, resgata a nostalgia e se reinventa para conquistar públicos novos e antigos. Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda chegou aos cinemas em 2025, com Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan de volta aos papéis que as consagraram como mãe e filha, Tess e Anna Coleman.

Mas será que essa continuação consegue manter o frescor e a diversão do original? Será que o clássico “troca de corpos” ainda funciona, mais de 20 anos depois? A resposta, felizmente, é um sonoro “sim” — mas com algumas surpresas a mais que fazem desse filme uma experiência não só engraçada, mas também tocante e atual.

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Reencontro com personagens que marcaram época

Para quem cresceu assistindo Sexta-Feira Muito Louca, a mera ideia de ver Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan juntas novamente já é motivo de emoção. A dupla tem uma química inegável, que ultrapassa a tela, e voltou a brilhar sob a direção da talentosa Nisha Ganatra, conhecida por seu trabalho que mistura comédia e sensibilidade em filmes como The High Note.

No novo filme, Anna Coleman não é mais aquela adolescente atrapalhada que troca de corpo com a mãe. Agora, ela é uma produtora musical e mãe de Harper, uma garota que está no meio das turbulências da pré-adolescência. Já Tess, que continua sua trajetória marcante, é avó e mantém aquela personalidade forte, com um tempero de sabedoria que só a idade traz.

O filme não só revive essas personagens, mas também acrescenta novas camadas. Ver a evolução delas é um dos pontos altos, porque mostra como as relações familiares mudam e se adaptam com o tempo, sem perder o afeto que as une.

A trama que mistura gerações e conflitos reais

A história de Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda se passa 22 anos após os acontecimentos do primeiro filme. Anna agora tem uma filha, Harper, que está passando pelas descobertas e conflitos típicos da idade. Ao mesmo tempo, Anna está prestes a se casar com Eric, pai de Lily, uma nova personagem britânica que será a futura meia-irmã de Harper.

Esse cenário cria um terreno fértil para atritos típicos de famílias modernas e reconstituídas: as meninas não se dão bem, a mãe de uma teme ser deixada para trás, enquanto a outra deseja voltar para Londres. Essas tensões familiares são muito reais e atuais, mostrando que comédia não precisa ser rasa para funcionar — muito pelo contrário.

O ponto alto é quando, durante a despedida de solteira de Anna, um terremoto sobrenatural faz com que Tess, Anna, Harper e Lily troquem de corpos entre si. Isso reativa a velha fórmula de “se colocar no lugar do outro”, mas com um toque muito mais complexo e divertido, envolvendo duas gerações e duas adolescentes lidando com suas próprias inseguranças.

Humor com coração e toques de emoção

Ao contrário do que muitos poderiam temer, o filme não se limita a repetir as piadas do passado. O roteiro de Jordan Weiss investe em situações cômicas — claro! —, mas também fala sobre temas profundos como envelhecimento, maternidade, luto e aceitação.

Por exemplo, há cenas em que Tess, no corpo da filha, se atrapalha com redes sociais e tenta acompanhar a vida digital da geração mais nova, causando situações hilárias e muito atuais. Por outro lado, Anna, no corpo da filha Harper, precisa encarar a responsabilidade de ser mãe e produtora, além de lidar com o novo contexto familiar.

Esse equilíbrio entre humor e emoção é a grande sacada do filme. Não é só rir pelo riso — é rir com propósito, se emocionar e, de quebra, refletir sobre a importância de escutar o outro, mesmo quando as diferenças parecem intransponíveis.

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Novos rostos que brilham e dão fôlego à trama

Além da volta dos personagens originais, o filme apresenta um elenco jovem e talentoso que acrescenta frescor à narrativa.

Julia Butters, que chamou a atenção em Era Uma Vez em… Hollywood, interpreta Harper, a filha de Anna. Ela consegue transmitir o conflito típico da pré-adolescência, a mistura de sarcasmo, insegurança e sabedoria precoce, trazendo uma nova camada para o enredo.

Sophia Hammons dá vida à Lily, a garota britânica que também enfrenta seus próprios dilemas e tem uma relação difícil com Harper. Manny Jacinto, conhecido por seu carisma, interpreta Eric, o pai de Lily e futuro marido de Anna, trazendo um charme despretensioso ao papel.

Esse mix gera uma dinâmica de família moderna, que é parte do que torna o filme tão atual e relevante para o público de hoje.

Produção caprichada que valoriza os detalhes

As filmagens aconteceram entre junho e agosto de 2024, em locações que variam entre Los Angeles e outros cenários que ajudam a construir o universo do filme. A direção de arte é um capítulo à parte, com espaços que refletem as personalidades das personagens: a casa de Tess é elegante, controlada, com toques clássicos; já o lar de Anna é mais descontraído, moderno e desorganizado, cheio de vida.

O figurino acompanha essa ideia, diferenciando gerações e estilos com sutileza. É possível sentir o cuidado da produção para que cada detalhe conte algo sobre as personagens, mesmo sem precisar de diálogo.

Outro destaque é a trilha sonora, que mistura canções atuais com músicas que remetem aos anos 2000, criando uma ponte afetiva entre passado e presente. A banda fictícia Pink Slip, que apareceu no filme original, ganha uma nova versão da música “Take Me Away”, que funciona como um elo emocional entre as gerações.

O que o filme traz de novo para o gênero?

Embora a fórmula de troca de corpos seja um clássico das comédias de fantasia, o novo longa-metragem consegue se destacar porque trata a situação como uma oportunidade para explorar questões complexas, sem perder a leveza.

Ele fala sobre envelhecer, sobre como o amor familiar se transforma e precisa ser constantemente reaprendido. Também mostra que a comunicação entre gerações é cheia de ruídos e mal-entendidos — mas que o diálogo e a empatia podem ressignificar tudo.

Por isso, o filme não é só para quem é fã da franquia ou da Disney, mas para qualquer pessoa que já tenha enfrentado conflitos familiares, dúvidas sobre seu papel na vida ou simplesmente goste de rir com histórias que emocionam.

Nostalgia com respeito e frescor

Um ponto que merece ser destacado é como o filme lida com a nostalgia. Ele não cai no fan service exagerado, que muitas vezes atrapalha sequências. As referências ao original estão lá, sim — a banda Pink Slip, os personagens clássicos, algumas piadas internas — mas sempre com equilíbrio.

Isso permite que o filme seja acessível para quem nunca viu Sexta-Feira Muito Louca e também para os fãs de longa data, que vão se divertir e se emocionar sem se sentir presos a um roteiro datado.

Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan provam que a química entre elas é atemporal, assim como o carisma. O retorno de ambas aos seus papéis é, mais do que um resgate, uma celebração do que essas personagens representam para várias gerações.

Para quem é esse filme?

Se você é fã do gênero comédia familiar, de histórias que misturam fantasia e emoção, ou apenas procura uma produção leve e divertida para assistir com a família, o filme é uma excelente escolha.

Ele conversa tanto com o público mais velho, que vai se identificar com as nuances da relação entre mãe e filha, quanto com os mais jovens, que encontrarão personagens com as quais se reconhecem — sem falar nas situações engraçadas que só uma troca de corpos pode proporcionar.

Além disso, o filme traz uma mensagem importante: não importa a idade, sempre é possível aprender com o outro, se reconectar e crescer. É uma celebração do afeto familiar e da aceitação das diferenças.

Pedro Pascal finaliza gravações como Senhor Fantástico em Vingadores: Doomsday

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As filmagens de Vingadores: Doomsday começaram em abril de 2025, no renomado Pinewood Studios, localizado na Inglaterra, e continuam a se expandir para locações deslumbrantes como o Bahrein e o Windsor Great Park. Este projeto grandioso representa um dos maiores desafios já enfrentados pela Marvel Studios, tanto em escala quanto em complexidade narrativa.

Recentemente, uma notícia que empolgou os fãs ao redor do mundo foi confirmada: Pedro Pascal, o talentoso ator que interpreta Reed Richards — o icônico Senhor Fantástico — já concluiu todas as suas cenas no set. Isso indica que as sequências envolvendo o Quarteto Fantástico, um dos grupos mais esperados pelos fãs, estão praticamente finalizadas, mesmo que as filmagens devam continuar até agosto para garantir que cada detalhe esteja perfeito. As informações são do Deadline.

Mas Doomsday vai muito além da simples reunião de personagens. Trata-se de um marco histórico na indústria do entretenimento, abrindo as portas para uma nova era no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), repleta de surpresas, emoção e desafios inéditos.

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O impacto do MCU e o que Doomsday representa

Desde que os Vingadores se uniram pela primeira vez em 2012, a Marvel revolucionou a forma de contar histórias de super-heróis no cinema. A combinação de ação espetacular com dramas pessoais profundos conquistou uma legião de fãs. Filmes como Infinity War e Endgame não foram apenas sucessos comerciais, mas fenômenos culturais que influenciaram gerações.

Agora, o próximo filme dos Vingadores chega para fechar a chamada “Saga do Multiverso”, um arco narrativo que tem sido construído cuidadosamente nas últimas fases do MCU, explorando realidades paralelas, universos alternativos e as complexidades que surgem quando essas dimensões se cruzam.

A particularidade de Doomsday está em sua escala épica. Este filme não reúne apenas os Vingadores tradicionais, mas também incorpora o Quarteto Fantástico, os X-Men originais, os Novos Vingadores — também conhecidos como Thunderbolts — e os heróis de Wakanda. Essa mistura inédita de universos cria uma teia de relações e conflitos complexos, algo que nunca foi visto na história do cinema de super-heróis.

Elenco confirmado do filme

Chris Hemsworth retorna como Thor, trazendo seu carisma e força ao papel do Deus do Trovão. Vanessa Kirby faz sua estreia como a Mulher Invisível, personagem fundamental do Quarteto Fantástico, cuja habilidade de se tornar invisível e gerar campos de força adiciona uma nova dimensão à equipe.

Pedro Pascal, conhecido por papéis marcantes em séries como The Mandalorian e Narcos, empresta sua versatilidade para o papel de Reed Richards, o brilhante cientista cuja elasticidade desafia as leis da física e da imaginação.

Um dos grandes choques para os fãs foi a confirmação da participação de Robert Downey Jr., que não retorna como Tony Stark — seu personagem histórico —, mas assume o papel do enigmático e temido Doutor Destino, um dos vilões mais complexos e carismáticos dos quadrinhos da Marvel. A expectativa é alta para ver como Downey irá dar vida a esse personagem tão multifacetado.

Além disso, o elenco traz de volta nomes lendários como Patrick Stewart e Ian McKellen, reprisando seus papéis como Professor X e Magneto, respectivamente. Essa escolha consolida a integração dos X-Men ao MCU, uma notícia que vem sendo aguardada ansiosamente por fãs de longa data.

Completam o time estrelas como Florence Pugh, Simu Liu, Tenoch Huerta Mejía, Anthony Mackie, Sebastian Stan, James Marsden e Rebecca Romijn, criando uma mistura de rostos familiares e novos talentos que enriquecem ainda mais o universo de Doomsday.

Desafios, mudanças e bastidores

A jornada para o filme não foi isenta de percalços. Inicialmente, a Marvel Studios planejava encerrar a Fase Seis com dois filmes: The Kang Dynasty e Secret Wars. Contudo, um imprevisto envolvendo o ator Jonathan Majors, que interpretaria o vilão Kang, levou a uma reestruturação da narrativa.

Com os irmãos Russo — que já haviam comandado os épicos Infinity War e Endgame — retornando à direção, o projeto foi renomeado para Doomsday. Essa mudança trouxe uma nova perspectiva e frescor para o roteiro, que ficou a cargo de Stephen McFeely e Michael Waldron, ambos roteiristas renomados com trabalhos que exploram tanto ação quanto profundidade emocional.

Os irmãos Russo também adotaram um método de trabalho flexível, muitas vezes gravando cenas mesmo sem o roteiro finalizado. Essa abordagem permite que a narrativa evolua organicamente, incorporando ideias dos atores e da equipe técnica, enriquecendo o filme com nuances inesperadas e momentos genuinamente emocionantes.

Por trás das câmeras, profissionais de destaque contribuem para o resultado visual impressionante. Newton Thomas Sigel, diretor de fotografia conhecido por seu trabalho em filmes com forte apelo visual, e Gavin Bocquet, designer de produção responsável por criar ambientes memoráveis, garantem que cada cenário e cada tomada sejam uma experiência visual única para o público.

Entenda a sinopse do filme

O enredo de Doomsday se passa 14 meses após os eventos de Thunderbolts (2025). A história acompanha uma aliança sem precedentes entre Vingadores, heróis de Wakanda, o Quarteto Fantástico, Novos Vingadores e X-Men, todos unindo forças para enfrentar uma ameaça global — e multiversal — encarnada pelo Doutor Destino.

Este desafio exige que heróis de realidades distintas deixem suas diferenças e conflitos de lado para proteger não só o planeta Terra, mas todo o multiverso, um conceito que expande o escopo da narrativa para além do tradicional. Essa dinâmica promete cenas carregadas de emoção, tensão e momentos épicos de ação.

Para os fãs, ver personagens que antes pertenciam a universos separados interagindo e trabalhando juntos é um sonho que finalmente se torna realidade, abrindo possibilidades criativas quase ilimitadas para a Marvel.

O futuro do MCU começa agora

Com estreia marcada para 18 de dezembro de 2026, o longa-metragem é aguardado como um dos maiores lançamentos do cinema mundial. Mas o que acontece após esse filme já está sendo planejado: a sequência, intitulada Avengers: Secret Wars, prevista para dezembro de 2027, promete aprofundar ainda mais os mistérios do multiverso e as consequências dos eventos que irão impactar profundamente o universo Marvel.

Essa nova fase da Marvel aposta em narrativas mais densas, personagens complexos e uma maior diversidade, refletindo o público global cada vez mais atento e exigente. O MCU caminha para histórias que combinam ação e emoção, com personagens cheios de camadas e dilemas reais, tornando a experiência mais humana e acessível.

Saiba tudo sobre os filmes de hoje (9) no Cine Aventura e Super Tela da Record TV

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O Cine Aventura deste sábado, 9 de agosto, promete prender a atenção do público com um longa que mistura adrenalina, mistério e uma boa dose de reflexão. A Record TV exibe o filme 57 Segundos, produção norte-americana de 2023 que une elementos de suspense e ficção científica em uma trama marcada por reviravoltas e dilemas éticos.

Dirigido por Rusty Cundieff e escrito em parceria com Macon Blair, o longa é inspirado no conto Fallen Angel, do autor britânico E.C. Tubb. No elenco, dois nomes de peso se destacam: Josh Hutcherson, conhecido pelo público por sua participação na franquia Jogos Vorazes, e Morgan Freeman, consagrado como um dos atores mais respeitados de Hollywood. Juntos, eles conduzem uma história que questiona até onde alguém pode ir quando recebe a chance de manipular o tempo — ainda que por menos de um minuto.

O peso da perda como motor da ação

O protagonista, Franklin Fausti (Josh Hutcherson), é um blogueiro especializado em tecnologia. Sua vida, porém, é marcada por uma tragédia pessoal: a morte de sua irmã gêmea, Natalie, causada pelo vício em um medicamento chamado Zonastin. A droga, fabricada pela empresa do bilionário Sig Thorensen (Greg Germann), foi vendida como um analgésico de última geração, mas gerou dependência e destruiu inúmeras vidas.

Com um sentimento de justiça misturado à dor, Franklin decide expor as práticas ilegais da farmacêutica. Determinado, ele se infiltra no mundo corporativo em busca de provas contra Thorensen. É nessa trajetória que seu caminho cruza com o de Anton Burrell (Morgan Freeman), um magnata da tecnologia prestes a apresentar ao mundo o Tri-Band 5, um dispositivo capaz de tratar doenças crônicas e vícios sem a necessidade de medicamentos tradicionais.

O encontro que muda o destino

Franklin consegue marcar uma entrevista exclusiva com Burrell para falar sobre sua inovação tecnológica. No entanto, o momento é interrompido por um ataque armado. Em um ato de coragem, Franklin interfere e impede que Burrell seja ferido, ganhando a gratidão do empresário.

Após o tumulto, Franklin encontra um anel deixado para trás por Burrell. O que inicialmente parece apenas uma joia peculiar revela-se algo extraordinário: o objeto permite que seu portador volte 57 segundos no tempo. Pode parecer pouco, mas essa janela temporal abre um leque quase infinito de possibilidades — e tentações.

Entre a vantagem pessoal e a missão maior

No início, Franklin não resiste a usar o anel para fins mais triviais. Ele aproveita o dom para ajustar conversas, impressionar pessoas, ganhar pequenas apostas e tentar se aproximar de sua colega Jala (Lovie Simone), por quem sente atração. Mas a lembrança da morte da irmã e a necessidade de fazer justiça logo reassumem o controle de suas ações.

Com inteligência e paciência, ele passa a usar o poder do anel como ferramenta estratégica. Cada volta de 57 segundos se transforma em uma chance de obter informações, evitar armadilhas e avançar em sua investigação contra Thorensen. Ao lado de seu amigo Andy, Franklin consegue reunir provas comprometedores, incluindo documentos que mostram que a empresa sabia dos riscos letais do Zonastin.

A escalada do perigo

As descobertas de Franklin não ficam sem resposta. Thorensen, percebendo que está prestes a ser exposto, decide agir. Ele manda sequestrar Franklin, levando-o para um avião particular na tentativa de fugir das autoridades. No entanto, a perseguição policial provoca uma pane no voo, que termina em um acidente.

O desfecho é trágico para Thorensen, que não sobrevive, enquanto Franklin escapa com vida. A vitória contra o vilão, porém, deixa um gosto agridoce: ele percebe que, apesar de ter feito justiça, o poder do anel ainda representa um perigo real.

Super Tela apresenta o filme O Dia do Atentado

Neste sábado, 9 de agosto, a Record TV traz para sua Super Tela um filme que não só emociona, mas também resgata a força da solidariedade em meio à tragédia. O Dia do Atentado (Patriots Day, título original) é uma produção que combina drama e ação para contar a história do atentado que paralisou Boston em 15 de abril de 2013, durante a tradicional Maratona da cidade.

Mais do que um filme de suspense, a obra dirigida por Peter Berg presta uma homenagem às pessoas que, em meio ao caos, mostraram coragem, humanidade e resiliência — desde os policiais e agentes do FBI até os socorristas, médicos e cidadãos comuns que correram para ajudar as vítimas.

A tragédia que abalou Boston

O cenário é uma manhã ensolarada de primavera, quando milhares de corredores e espectadores se reúnem para celebrar a corrida mais famosa dos Estados Unidos. A Maratona de Boston é uma festa esportiva que reúne atletas profissionais e amadores em um espírito de superação e comunidade.

De repente, duas explosões quase simultâneas abalam a linha de chegada, espalhando pânico, destruição e deixando dezenas de feridos, muitos em estado grave. O filme começa justamente nesse momento, acompanhando o sargento Tommy Saunders (Mark Wahlberg), que está escalado para reforçar a segurança do evento.

A partir desse instante, a narrativa se desenvolve como uma corrida contra o tempo para identificar e capturar os responsáveis pelo atentado, enquanto a cidade vive o choque e a dor da perda.

Retrato humano do heroísmo

O que torna O Dia do Atentado tão impactante é o foco no lado humano da tragédia. Em vez de apenas mostrar cenas de ação e suspense, o filme mergulha nas histórias individuais que revelam a profundidade do sofrimento, mas também a força e o espírito de união que emergiram do desastre.

Tommy Saunders, personagem inspirado em policiais reais, simboliza o esforço daqueles que arriscaram a própria vida para proteger os outros. Ao lado dele, a enfermeira Carol Saunders (Michelle Monaghan) representa o lado da esperança e da cura, dedicando-se incansavelmente aos feridos.

As relações entre os personagens são apresentadas com sensibilidade, mostrando como o medo, a dor e a incerteza deram lugar à solidariedade e ao compromisso coletivo.

Uma investigação intensa

Paralelamente aos esforços de resgate, o filme acompanha a investigação liderada pelo agente especial do FBI Richard Deslauries (Kevin Bacon) e o comissário da polícia de Boston Ed Davis (John Goodman). Eles coordenam uma das maiores operações policiais da história recente dos EUA para capturar os terroristas.

A caçada policial é tensa e cheia de reviravoltas, culminando em um cerco dramático à cidade e em um confronto armado que testará a coragem e a determinação dos envolvidos.

Ao mostrar o lado investigativo, o filme destaca o profissionalismo e a colaboração entre diferentes forças de segurança, evidenciando a complexidade e urgência do caso.

Equilíbrio entre ação e emoção

Dirigido por Peter Berg, conhecido por sua capacidade de equilibrar sequências de ação intensas com histórias humanas — como em O Grande Herói e Horizonte Profundo —, O Dia do Atentado não decepciona nesse aspecto.

As cenas de perseguição e combate são realizadas com realismo e tensão, mas sempre preservando o respeito às vítimas e evitando sensacionalismo. Isso faz com que o filme seja emocionante sem perder a profundidade necessária para refletir sobre o impacto da tragédia.

Recepção e reconhecimento

Lançado em 2016, o filme recebeu elogios tanto da crítica quanto do público. No site Rotten Tomatoes, alcançou 81% de aprovação, enquanto o Metacritic registrou uma média de 69 pontos, indicando avaliações positivas.

Além disso, conquistou a nota máxima “A+” do CinemaScore, o que confirma sua capacidade de emocionar e envolver o espectador. O longa também foi incluído em listas de melhores filmes do ano por instituições respeitadas, como o National Board of Review, o que reforça sua relevância artística e social.

Uma narrativa de resiliência e esperança

Mais do que a violência do atentado, o que permanece no filme é a mensagem de esperança. A trama mostra como, mesmo diante de uma ameaça brutal, a comunidade de Boston — policiais, agentes federais, profissionais de saúde e cidadãos — se uniu para enfrentar o terror, proteger uns aos outros e seguir em frente. No desfecho, depoimentos reais das vítimas e sobreviventes ressaltam essa força coletiva, inspirando o público a valorizar a solidariedade em momentos difíceis.

Um elenco que dá vida à história

Além de Mark Wahlberg, que entrega uma performance marcada por intensidade e empatia, o filme conta com um elenco forte e experiente. Kevin Bacon e John Goodman compõem a liderança da investigação com sobriedade, enquanto J.K. Simmons encarna um policial cuja bravura foi fundamental. Michelle Monaghan, como a enfermeira Carol, traz um olhar de compaixão que equilibra o tom do filme, conectando o espectador às emoções mais íntimas das vítimas.

Domingo Legal recebe Raça Negra e traz Geraldo Luís, Dani Brandi e Marco Pagetti para falar sobre o retorno do Aqui Agora, e os quadros Quem Arrisca Ganha Mais e Até Onde Você Chega?

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O próximo Domingo Legal, que vai ao ar pelo SBT na manhã deste domingo, 10 de agosto, promete mais do que simples entretenimento: será uma manhã de pura nostalgia, gargalhadas e emoção. Sob o comando vibrante e acolhedor de Celso Portiolli, a atração vai abrir espaço para encontros marcantes, desafios divertidos e um show especial que promete tocar fundo na memória afetiva do público. O grande destaque fica por conta da presença de um dos grupos mais amados e atemporais do Brasil: o Raça Negra, que sobe ao palco para relembrar clássicos e reforçar por que se tornou um verdadeiro patrimônio da música nacional.

Com mais de 40 anos de carreira, o Raça Negra é sinônimo de romantismo, samba e pagode com identidade própria. Liderado pelo carismático Luiz Carlos, o grupo atravessou gerações embalando histórias de amor, paixões de verão e encontros inesquecíveis. Músicas como Cheia de Manias, Cigana e É Tarde Demais se tornaram trilha sonora de casamentos, festas de família e até daqueles momentos solitários em que a música parece conversar diretamente com a alma. No palco do SBT, o repertório será uma verdadeira viagem no tempo, capaz de emocionar quem viveu os anos 90 e 2000 e conquistar também os mais jovens, que reconhecem o valor e o peso dessas canções no cenário musical brasileiro. A atmosfera será de baile romântico, daqueles que fazem a gente cantar sem perceber, sorrir sem razão aparente e, por alguns minutos, esquecer do relógio.

Mas o domingo não será feito apenas de música. O quadro Passa ou Repassa, um clássico da televisão brasileira, promete arrancar gargalhadas com desafios inusitados e, claro, as famosas tortas na cara que continuam sendo as verdadeiras estrelas da competição. Desta vez, o time azul contará com o ator Joaquim Lopes, a jornalista Fernanda Gentil e o influenciador Lucas Guedez, enquanto o time amarelo será formado pelo ator Oscar Magrini, a atriz Helga Nemeczyk e o ilusionista Pyong Lee. Entre risadas, improvisos e pequenas provocações amistosas, a disputa vai mostrar que, mesmo quando a competitividade aparece, o que vale é a diversão e o clima leve que une gerações em frente à TV.

Outro momento especial será a participação dos apresentadores Geraldo Luís, Dani Brandi e Marco Pagetti para falar sobre o retorno do lendário telejornal Aqui Agora. Ícone dos anos 90, o programa se destacou pela linguagem direta, popular e próxima das pessoas, registrando o dia a dia do Brasil de forma única. Agora, de cara nova, retorna à programação do SBT com o desafio de reconectar-se ao público sem perder a essência. No palco, Celso Portiolli conduz uma conversa descontraída que mistura nostalgia e expectativas para essa nova fase, mostrando como a TV aberta segue encontrando formas de se reinventar.

E como todo bom domingo no SBT, não vai faltar adrenalina. O quadro Quem Arrisca Ganha Mais colocará duas duplas frente a frente na disputa por até R$ 100 mil, em um jogo que exige raciocínio rápido, coragem e uma boa dose de sorte. Cada decisão tomada pode aproximar do prêmio ou custar tudo, e a cada rodada a tensão aumenta, envolvendo tanto a plateia presente quanto os telespectadores que torcem de casa. Na sequência, o Até Onde Você Chega? continua sua busca pelo próximo milionário, levando ao palco pessoas comuns que enfrentam perguntas e desafios que podem transformar completamente suas vidas. A cada acerto, cresce a expectativa; a cada dúvida, o coração dispara, e o público vibra junto.

No Viver Sertanejo de domingo (10), Daniel recebe sua família e Seu José Camilo em homenagem ao Dia dos Pais

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Neste domingo, 10 de agosto, o programa Viver Sertanejo traz uma edição especial dedicada ao Dia dos Pais, mostrando um lado intimista e acolhedor do cantor e apresentador Daniel. Conhecido por sua voz marcante e por sua longa trajetória na música sertaneja, Daniel abriu as portas de sua casa para receber o público em um café da manhã familiar, onde compartilhou histórias, memórias e canções carregadas de emoção e significado.

Com sua esposa Aline e suas três filhas — Lara, Luiza e Olívia — Daniel proporcionou um momento genuíno de afeto e conexão, revelando uma faceta pouco vista do artista: a do pai presente, dedicado e orgulhoso da família que construiu. O episódio convida os espectadores a acompanharem uma manhã simples, mas repleta de amor, música e tradições que atravessam gerações.

A experiência começa logo na cozinha da casa, onde Daniel assume o papel de chef do café da manhã. Entre aromas de café fresco, pães e quitutes caseiros, o cantor revela que gosta de cuidar desse momento para a família. “Eu sou quem prepara o café todas as manhãs, deixo bilhetinhos carinhosos na mesa para as meninas e acordo elas para a escola. Depois que a gente vira pai, a gente fica mais babão”, confessa com um sorriso afetuoso, arrancando risadas das filhas.

Essa rotina simples, porém repleta de afeto, traduz a intimidade e o comprometimento de Daniel com o papel paterno. Para ele, a paternidade não é apenas um título, mas uma experiência transformadora que modifica a forma como se vê o mundo e valoriza o que realmente importa.

Entre uma mordida e outra, Daniel se volta para suas filhas e começa a contar histórias da infância, especialmente aquelas ligadas à sua relação com o pai, Seu José Camilo. Ele compartilha lembranças vivas das viagens de caminhão por Brotas, onde aprendeu técnicas vocais valiosas com o avô. “O vô, quando tinha oportunidade, me levava em viagens curtas e me ensinava a técnica de primeira e segunda voz. Ele dizia: ‘puxa uma moda aí’, e quando eu errava, ele me orientava a ‘tampa o ouvido do meu lado, pra você se adaptar à sua voz’. E não é que funcionava?”, relembra com a voz carregada de emoção.

Esse ensinamento passado de geração para geração é, para Daniel, um símbolo da continuidade do legado musical e afetivo em sua família. O carinho e o respeito por essas raízes são evidentes quando ele convida o pai para uma apresentação emocionante de “Jeitão de Caboclo”, interpretada em dupla, que reverbera as tradições sertanejas e o amor familiar.

O programa também reserva momentos musicais especiais que misturam vozes e gerações. Daniel divide vocais com a filha mais velha, Lara, interpretando “Tantinho”, canção que ganha uma nova vida ao ser cantada com essa cumplicidade familiar. Em seguida, Daniel, Seu José Camilo e Lara formam um trio emocionante para a música “Campeão de Pialo”, que traz no ritmo a força do sertão e a celebração da família.

Não fica de fora a participação das filhas Luiza e Lara em um dueto cheio de doçura, cantando “Meninas Grandes”, que reflete a conexão e o carinho entre irmãs. Para fechar as apresentações, Daniel se apresenta solo com “Tempo”, uma canção que dedica à família, refletindo sobre o valor do tempo compartilhado e a importância de cada momento vivido juntos.

Essas interpretações não são apenas demonstrações de talento; são verdadeiros diálogos afetivos que reforçam os laços entre os integrantes da família e mostram ao público que a música sertaneja é, acima de tudo, uma expressão de vida, amor e história.

O episódio especial do programa também oferece flashes de edições anteriores, nas quais artistas renomados do meio sertanejo compartilharam suas experiências pessoais sobre a relação com seus pais. Figuras como César Menotti & Fabiano, Cezar & Paulinho e a dupla Chitãozinho & Xororó trouxeram depoimentos emocionados que reforçam a importância do afeto e da presença paterna na formação de suas trajetórias.

Essas histórias, relembradas ao longo do programa, criam um mosaico rico em sensibilidade e humanidade, mostrando que a música, para esses artistas, é mais que um ofício — é também um meio de honrar as raízes familiares e os ensinamentos recebidos.

Em tempos em que a correria do dia a dia muitas vezes distancia pais e filhos, o episódio especial do Viver Sertanejo com Daniel é um convite para desacelerar, olhar para dentro de casa e celebrar os pequenos momentos que fazem toda a diferença. O programa lembra que o Dia dos Pais não precisa ser marcado por grandes eventos ou presentes caros, mas por presença, afeto e dedicação.

Daniel, com seu jeito carinhoso e espontâneo, mostra que é possível ser um artista consagrado e, ao mesmo tempo, um pai presente que valoriza as tradições familiares e a conexão emocional com seus filhos.

Além das canções e histórias, o público poderá acompanhar cenas que mostram a rotina real da família, com brincadeiras, conversas descontraídas e momentos de cumplicidade. É um retrato de uma família comum, com desafios e alegrias, mas que se mantém unida pelo amor e pela música.

Confira como está Bethany, participante do programa Quilos Mortais da Record TV

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Nesta sexta-feira, 8 de agosto, o reality Quilos Mortais voltou a emocionar o público com a história de Bethany, uma mulher de 42 anos que carrega não apenas o peso físico de 276 quilos, mas também uma bagagem emocional profunda, repleta de dores, medos e desafios que vão muito além da balança.

Psicóloga por formação, a moça conhece o funcionamento da mente humana, mas sua própria mente se tornou um território difícil de conquistar. Sua trajetória nos ensina que conhecimento teórico nem sempre é sinônimo de aceitação ou cura. O que vemos no programa é a luta real de uma pessoa que, mesmo sabendo o que deve ser feito, precisa encontrar dentro de si forças que muitas vezes parecem invisíveis.

O peso da vida que não se mede na balança

Mãe dedicada, Bethany vive a difícil realidade de ter limitações físicas que a impedem de estar presente em pequenos momentos do dia a dia com suas duas filhas, Isabella e Zowie. Aquelas brincadeiras no parque, os passeios e até mesmo a simples rotina de casa transformam-se em obstáculos gigantes. A culpa de não conseguir estar sempre ao lado delas é um sentimento que a acompanha silenciosamente, fazendo com que sua dor seja sentida não só em seu corpo, mas em seu coração.

Isabella, aos 18 anos, precisou amadurecer cedo para ajudar a mãe e segurar as pontas de uma família onde a saúde emocional e física de Bethany estava no centro das atenções. Já o marido, mesmo diante dos desafios, mostra-se um apoio firme, dividindo o peso da rotina e o fardo das preocupações que rondam a casa.

Feridas invisíveis: a sombra que acompanha o excesso de peso

Desde criança, a mulher carregava marcas que o tempo não apaga: rejeição, conflitos familiares, e uma constante sensação de não pertencimento. Na adolescência, essas dores ganharam uma nova dimensão com um relacionamento abusivo, que deixou cicatrizes profundas em sua autoestima.

Para ela, a comida virou mais que sustento — tornou-se um refúgio, um alento para crises de ansiedade e pânico que a afastavam do mundo. Nesse cenário, a luta contra o excesso de peso ganhou um significado que ultrapassa a estética: era uma batalha pela própria sobrevivência emocional.

O paradoxo da terapeuta que se resiste a si mesma

Bethany é um exemplo vivo do quanto a luta contra a obesidade envolve também batalhas internas. Mesmo compreendendo o valor da terapia, ela se via imersa em medos e resistências que dificultavam a própria cura.

A cirurgia bariátrica surgiu para ela como um sonho de transformação rápida, uma esperança de solução definitiva. No entanto, o programa mostra que não basta perder quilos; é necessário encarar as emoções escondidas por trás desse peso, algo que Bethany precisou aprender com muita paciência e apoio.

A virada e os desafios do processo

Com a ajuda do Dr. Nowzaradan, a mulher deu seus primeiros passos na mudança: perdeu mais de 50 quilos e realizou a cirurgia bariátrica. Mas a caminhada estava longe de ser fácil. O retorno dos quilos revelou que o trabalho emocional é tão essencial quanto o físico — e que a persistência é fundamental.

Bethany hoje: renascimento e esperança

Após a cirurgia bariátrica, a participante do reality enfrentou um novo capítulo de sua luta. Embora a operação tenha sido um marco importante, o processo de transformação não se encerrou ali. A perda inicial de peso trouxe esperança, mas também revelou que os desafios emocionais continuavam muito presentes. Mesmo sendo psicóloga, Bethany teve dificuldades para manter o acompanhamento psicológico, e isso impactou diretamente sua capacidade de sustentar as mudanças no corpo.

A importância da empatia e do cuidado integral

A história da moça é um convite à reflexão sobre a complexidade da obesidade e a necessidade de um olhar que vá além do físico. Ela mostra que o processo de cura é delicado, envolve emoções, traumas, e, acima de tudo, o direito de cada pessoa de ser acolhida com empatia.

Saiba qual filme vai passar no Cinemaço deste domingo (10)

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 10 de agosto, o Cinemaço da TV Globo traz um dos filmes mais icônicos e provocativos da cultura pop dos últimos 30 anos: Clube da Luta. Dirigido pelo aclamado cineasta David Fincher, o longa estreou em 1999 e rapidamente se tornou uma obra cult, reverenciada por sua narrativa ousada, direção estilosa e temas que continuam extremamente atuais. A exibição é uma oportunidade para revisitar um filme que provocou debates intensos sobre o consumismo, a masculinidade, a alienação e a busca por identidade na sociedade moderna.

O filme acompanha a história de um protagonista anônimo — interpretado por Edward Norton — um homem preso em uma rotina sufocante, marcada pela insônia e um vazio existencial. Incapaz de encontrar sentido na vida corporativa e materialista que leva, ele busca alívio frequentando grupos de apoio para diferentes tipos de doenças e traumas, mesmo sem sofrer nenhuma delas.

Esse refúgio emocional é ameaçado quando ele conhece Marla Singer (Helena Bonham Carter), outra impostora nos grupos de apoio, cuja presença o incomoda e o tira do equilíbrio. A vida do protagonista muda radicalmente ao conhecer Tyler Durden (Brad Pitt), um carismático vendedor de sabonetes com uma filosofia de vida anárquica e radical.

Após uma explosão destrutiva em seu apartamento, o protagonista se muda para a casa decadente de Tyler. Os dois, de personalidades opostas, iniciam uma série de brigas informais que rapidamente se transformam no Clube da Luta — um espaço clandestino onde homens frustrados, alienados pela sociedade consumista, encontram uma válvula de escape física e psicológica.

O clube cresce e se espalha pelo país, evoluindo para uma organização chamada “Projeto Destruição”, que visa subverter as estruturas capitalistas que o filme critica ferozmente. Essa transformação revela o potencial perigoso das ideologias extremistas e das revoltas sociais quando não canalizadas com responsabilidade.

Edward Norton entrega uma performance que mistura fragilidade e intensidade, compondo um personagem que é o retrato da alienação contemporânea. Brad Pitt, no papel de Tyler Durden, rouba a cena com seu estilo rebelde e magnetismo, tornando-se um símbolo da insatisfação juvenil e da crítica aos valores da era do consumo.

Helena Bonham Carter como Marla Singer, enigmática e perturbada, acrescenta uma dimensão complexa às relações entre os protagonistas, sendo muito mais do que um interesse romântico comum em filmes de ação.

David Fincher e a direção ousada

A direção de David Fincher é uma das grandes forças por trás do sucesso e do impacto cultural de Clube da Luta. Conhecido por seu estilo visual sombrio e detalhista, Fincher criou uma atmosfera tensa e inquietante que permeia o filme do início ao fim.

Sua escolha de utilizar a violência como metáfora para a revolta contra os valores da geração jovem é clara, mas ele evita o apelo gratuito, preferindo aprofundar a complexidade psicológica dos personagens. Além disso, o tom homoerótico presente no livro original de Chuck Palahniuk é preservado no filme, contribuindo para um olhar subversivo que instiga o espectador.

Polêmica e aclamação: o percurso do filme

Na época do lançamento, o longa-metragem dividiu opiniões. Executivos da 20th Century Fox ficaram apreensivos com o conteúdo e alteraram a campanha de marketing, o que contribuiu para uma bilheteria abaixo das expectativas iniciais. A crítica, por sua vez, mostrou-se polarizada, com alguns enxergando no filme uma glorificação da violência, enquanto outros o reconheceram como uma obra instigante e inteligente.

Porém, com o lançamento em DVD e a popularização via internet, o filme conquistou uma legião de fãs e se consolidou como uma obra cult. Atualmente, é considerado uma das produções mais influentes do final do século XX, inspirando debates acadêmicos, culturais e sociais.

A profundidade do roteiro e a mensagem subjacente

O roteiro, adaptado por Jim Uhls a partir do livro de Chuck Palahniuk, vai além da trama de ação para explorar temas complexos como a identidade fragmentada, a masculinidade tóxica e a crítica ao consumismo desenfreado.

A figura de Tyler Durden funciona como a personificação das ansiedades e desejos reprimidos do protagonista, revelando-se posteriormente como uma manifestação da dissociação psicológica. Esse plot twist é uma das marcas registradas do filme, provocando reflexão sobre o que define o “eu” e até que ponto podemos confiar em nossas percepções.

Impacto cultural e legado

O longa influenciou diversas áreas, desde o cinema até a moda e a música, com frases icônicas como “A primeira regra do Clube da Luta é: você não fala sobre o Clube da Luta” entrando para o vocabulário popular.

Além disso, o filme levantou discussões sobre a saúde mental, o papel do homem na sociedade contemporânea e o perigo das ideologias radicais que podem surgir da insatisfação social.

A sequência em graphic novel e a espera por um retorno

Em 2013, Chuck Palahniuk anunciou uma sequência para seu romance em forma de graphic novel, intitulada Fight Club 2, lançada em 2015. A história continua a explorar os temas originais, aprofundando a jornada dos personagens e as consequências dos eventos do primeiro livro e filme.

Até o momento, não há confirmação de uma adaptação cinematográfica dessa continuação, deixando os fãs na expectativa de um possível retorno do universo de Clube da Luta nas telas.

Uma obra que desafia gerações

Apesar dos mais de 20 anos desde seu lançamento, o filme permanece relevante e instigante para novas gerações. Sua análise sobre a crise de identidade, a busca por propósito e a crítica ao consumismo globalizado continuam a ressoar em tempos de instabilidade social e econômica. A complexidade do filme, aliada à sua estética marcante e narrativa envolvente, faz dele uma obra que merece ser assistida e discutida com atenção.

Domingo Maior exibe Planeta dos Macacos: O Confronto neste domingo (10)

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 10 de agosto de 2025, o Domingo Maior da TV Globo reserva uma programação imperdível para os fãs de ficção científica e ação, exibindo o aclamado filme Planeta dos Macacos: O Confronto. Dirigido por Matt Reeves e lançado em 2014, o longa-metragem é a sequência direta de A Origem e foi reconhecido pela crítica e pelo público por sua narrativa envolvente, efeitos visuais impressionantes e uma reflexão profunda sobre a convivência entre diferentes espécies e a luta pela sobrevivência.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama se passa dez anos após a humanidade ter sido praticamente dizimada por uma pandemia causada pelo vírus ALZ-113 — uma criação científica que saiu do controle. Essa epidemia não apenas dizimou grande parte da população humana, mas também provocou uma reviravolta evolutiva nos macacos, que, por meio do vírus, adquiriram inteligência e habilidades avançadas.

No novo cenário, os macacos liderados por César, um chimpanzé que se tornou o símbolo da nova ordem símia, vivem numa floresta próxima a São Francisco, construindo uma comunidade estruturada e pacífica. César, interpretado por Andy Serkis, é um líder sábio, que acredita na coexistência e na possibilidade de paz entre humanos e macacos, mesmo após anos de conflito e sofrimento.

Enquanto isso, os humanos sobreviventes tentam restabelecer a vida na cidade destruída. Um grupo liderado por Malcolm (Jason Clarke) busca reativar uma usina hidrelétrica dentro do território dos macacos para recuperar energia e infraestrutura essenciais para a reconstrução.

A trama central gira em torno do delicado equilíbrio entre os dois grupos: os macacos, que defendem seu território e desejam manter a paz, e os humanos, que precisam da energia da barragem para sobreviver, mas carregam o medo e a desconfiança. Malcolm representa o lado conciliador dos humanos, que tenta negociar e construir pontes de entendimento com César. Já Dreyfus (Gary Oldman), o líder humano mais duro, vê nos macacos uma ameaça e prepara seus seguidores para um confronto inevitável.

Por outro lado, dentro da própria comunidade símia, surge uma figura controversa: Koba (Toby Kebbell), um bonobo que sofreu abusos e experimentos cruéis por humanos. Seu ressentimento e sede de vingança fazem dele o antagonista interno, que deseja exterminar todos os humanos, sem espaço para diálogo.

Essa dinâmica cria um cenário complexo, onde o medo, a desconfiança, a esperança e a luta pelo poder se entrelaçam, conduzindo a um conflito que vai além da luta física, envolvendo também questões morais e éticas.

Uma das maiores qualidades do filme é sua construção de personagens multifacetados, que fogem do maniqueísmo tradicional. César, interpretado por Andy Serkis com o uso da tecnologia de captura de movimentos, transcende a mera figura digital para se tornar um personagem cheio de nuances, emoções e dilemas internos.

Jason Clarke, como Malcolm, apresenta um humano idealista, porém realista, que tenta preservar a humanidade em meio ao caos. Gary Oldman traz ao personagem Dreyfus a tensão de alguém que viu a humanidade sucumbir e agora acredita que a única saída é a força bruta.

Toby Kebbell como Koba entrega uma performance visceral, mostrando como traumas passados podem transformar uma criatura em símbolo do ódio e da violência.

O elenco de apoio, incluindo Keri Russell como Ellie e Kodi Smit-McPhee como Alexander, também contribui para dar vida a um elenco diversificado e emocionalmente envolvente.

Uma produção de alto nível e inovações técnicas

A excelência técnica do filme merece destaque especial. A captura de movimentos utilizada para representar os macacos com realismo e expressividade é referência na indústria cinematográfica. Andy Serkis, pioneiro nessa técnica, entrega uma interpretação que torna César um personagem com quem o público facilmente se conecta, graças à sua complexidade emocional e humanidade.

A ambientação do filme combina cenários naturais exuberantes — gravados em locais como a Ilha de Vancouver, no Canadá — com as ruínas urbanas de São Francisco, mostrando um mundo destruído, mas ainda cheio de vida e esperança. Essa combinação cria uma atmosfera densa e crível, reforçada pela fotografia de alta qualidade e efeitos visuais de última geração.

A direção de Matt Reeves equilibra momentos de ação intensa com cenas introspectivas e diálogos que aprofundam a trama, garantindo que o espectador não seja apenas um expectador das batalhas, mas participe emocionalmente da história.

Temas universais e reflexão social

Mais do que um filme de ação e aventura, a obra propõe uma reflexão profunda sobre temas universais, como o medo do diferente, o ciclo da violência e as possibilidades — ou limitações — do perdão e da reconciliação.

A relação entre humanos e macacos no filme é uma metáfora para conflitos reais, sejam eles culturais, raciais ou políticos. A luta pela sobrevivência, o desejo de vingança e o desafio de liderar um grupo sob tensão constante dialogam com questões que permeiam a história da humanidade.

O filme questiona o que nos torna humanos: a capacidade de pensar, sentir e escolher, ou a violência e a destruição que muitas vezes acompanham nossa espécie? E até onde a busca por poder pode nos cegar para as consequências de nossas ações?

Recepção crítica e impacto cultural

Lançado em julho de 2014, o filme rapidamente conquistou o reconhecimento da crítica especializada e do público. No Rotten Tomatoes, site que compila críticas cinematográficas, o longa detém uma aprovação de 91%, com comentários que destacam seu equilíbrio entre efeitos especiais impressionantes e uma narrativa rica em emoção.

No Metacritic, outra plataforma de avaliação, o filme obteve 79 pontos em 100, indicando “revisões geralmente favoráveis”. Os críticos elogiaram especialmente a profundidade dos personagens, o roteiro envolvente e a direção segura de Matt Reeves.

Além do sucesso crítico, o filme foi um fenômeno comercial, arrecadando mais de 700 milhões de dólares em bilheteria global, se tornando um dos maiores sucessos de 2014. Esse sucesso impulsionou a franquia e contribuiu para que fosse continuada com outros filmes que exploram o mesmo universo.

Curiosidades sobre a produção

As filmagens começaram em 2013 e ocorreram em diversos locais para garantir a diversidade visual do cenário pós-apocalíptico. A Ilha de Vancouver, no Canadá, foi escolhida devido à sua semelhança com as florestas norte-americanas, oferecendo o ambiente perfeito para as cenas em meio à natureza.

Já as sequências urbanas foram filmadas em Nova Orleans, especialmente no parque Six Flags abandonado, que forneceu um cenário perfeito para retratar a decadência da civilização humana. Esse parque estava abandonado desde o furacão Katrina em 2005, o que adicionou uma autenticidade única às imagens.

A importância da dublagem e do público brasileiro

No Brasil, Planeta dos Macacos: O Confronto conta com um elenco de dubladores experientes que contribuem para a imersão do público na história. Guilherme Briggs dá voz a César, emprestando emoção e força ao líder dos macacos. Hélio Ribeiro dubla Malcolm, enquanto Luiz Carlos Persy interpreta Koba, dando intensidade ao antagonista símio.

Essa qualidade na dublagem faz com que o público brasileiro possa aproveitar a obra com a mesma intensidade dos espectadores internacionais, tornando a experiência ainda mais rica.

Premonição confirma 7º filme com retorno da roteirista responsável pelo sexto capítulo

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta sexta-feira, 8 de agosto, os fãs de terror foram surpreendidos por um anúncio que já movimenta as redes: a franquia Premonição terá um novo filme, o sétimo da saga. E para os que acompanham a série, a notícia ainda mais animadora é o retorno de Lori Evans Taylor, roteirista de Laços de Sangue, que estará à frente do roteiro desta nova produção. As informações são do Omelete.

Se você cresceu assustado com as mortes mirabolantes e cheias de suspense da série, sabe que isso é um motivo para comemorar. Afinal, Premonição não é um terror comum, daqueles que dependem só de fantasmas ou psicopatas. A protagonista aqui é a própria Morte, uma força invisível e impiedosa que vai atrás daqueles que tentaram enganá-la — e que não vai sossegar até recuperar o que é seu.

Vamos combinar: poucos filmes de terror conseguem ser tão criativos e tensos quanto Premonição. A ideia nasceu de uma história real que inspirou Jeffrey Reddick, o criador da série — uma história sobre uma mãe que teve um pressentimento ruim e avisou a filha para não embarcar num voo, que depois caiu. Dessa semente, nasceu uma narrativa que transforma um medo universal, o da morte, em algo concreto e palpável, mas ao mesmo tempo invisível.

Desde o primeiro filme, lançado em 2000, a franquia vem conquistando o público ao mostrar que não é preciso um assassino de rosto coberto ou uma criatura sobrenatural para causar medo. A Morte aqui é uma força silenciosa, que manipula o ambiente para alcançar quem escapou dela — e faz isso com uma criatividade assustadora.

O que faz a franquia ser diferente?

O charme — ou melhor, o terror — da série está nas suas sequências de mortes. Elas não são só acidentes, mas uma espécie de dominó de eventos, em que um pequeno detalhe desencadeia uma reação em cadeia até a fatalidade acontecer. E o mais impressionante é que essas cenas são tão bem planejadas que fazem o público prender a respiração e pensar: “como isso vai acontecer?”.

A franquia também ganhou fama por seu roteiro que mistura suspense com uma dose de drama — afinal, não é só matar os personagens, mas mostrar suas emoções, seus medos, seus laços com outras pessoas. No sexto filme, essa humanização ficou ainda mais evidente, com Lori Evans Taylor colocando seu toque especial para fazer a história ser mais do que uma série de sustos: uma experiência emocional.

O que podemos esperar do novo filme?

Embora ainda não saibamos quem vai dirigir ou quais atores vão entrar para o elenco, a volta de Lori Evans Taylor é uma ótima notícia para quem quer ver um roteiro bem trabalhado, que respeite a tradição da franquia e que ao mesmo tempo traga frescor para o público atual.

Com a evolução dos efeitos especiais e a experiência acumulada em seis filmes, dá para imaginar que Premonição 7 terá cenas ainda mais elaboradas e assustadoras. E é provável que a narrativa explore novas formas de abordar a inevitabilidade da morte, trazendo personagens mais complexos e talvez até algumas surpresas para quem acompanha a saga.

Uma franquia que vai além dos filmes

Pouca gente sabe, mas a franquia também ganhou histórias em quadrinhos e livros, que ampliaram o universo da série. Entre 2005 e 2006, foram lançadas novelizações que aprofundaram a trama dos filmes, e em 2006 e 2007 vieram HQs que exploraram outros personagens e cenários.

Isso mostra que o interesse pelo tema é forte e duradouro — afinal, o medo da morte é algo que acompanha a humanidade desde sempre, e ver essa força invisível personificada em histórias tão criativas é um convite para refletir, mesmo quando estamos nos assustando no escuro.

E a bilheteria, deu lucro?

Quando pensamos em franquias de terror que marcaram gerações, Premonição ocupa um lugar especial. Desde o seu lançamento em 2000, essa série vem conquistando fãs ao redor do mundo, não só pelo seu enredo único, mas também pelo sucesso que faz nas bilheterias, prova de que o medo é um sentimento universal — e que o público continua ávido por histórias que mexem com ele de forma inteligente.

A franquia já acumulou cerca de 667 milhões de dólares em bilheteria global, um número impressionante para filmes que, apesar de terem orçamentos modestos quando comparados a grandes blockbusters, conquistaram espaço cativo na preferência dos fãs de terror. Só nos Estados Unidos, quando ajustada a inflação até 2011, a história figura entre as dez maiores franquias de terror, com quase 350 milhões arrecadados.

Cada filme conseguiu, de alguma forma, manter a chama acesa e ampliar o interesse do público. O primeiro filme, que começou tudo, custou 23 milhões de dólares e arrecadou mais de 112 milhões no mundo todo. Foi como uma prova de que aquela ideia diferente — a morte como uma força invisível e inevitável — tinha um apelo que ia muito além do esperado.

Depois vieram as continuações, cada uma trazendo sua dose de suspense e sequências criativas que fizeram os espectadores prenderem a respiração no cinema. O segundo filme, lançado em 2003, bateu quase 91 milhões, e o terceiro, em 2006, chegou a quase 119 milhões de dólares — sinais claros de que a franquia estava conquistando mais fãs a cada lançamento.

O quarto filme, lançado em 2009, trouxe o maior salto, com uma bilheteria mundial superior a 186 milhões, confirmando que Premonição tinha se tornado uma marca consolidada no gênero. Já o quinto filme, apesar de uma leve queda na bilheteria doméstica, continuou forte no mercado internacional, acumulando quase 158 milhões.

E então, em 2025, Laços de Sangue bateu seu próprio recorde, arrecadando 187 milhões de dólares globalmente, mostrando que o interesse pela franquia segue vivo e pulsante, mesmo depois de mais de 20 anos.

Por que a gente se importa tanto?

Talvez você se pergunte por que essa franquia toca tantas pessoas, mesmo depois de tantos anos e vários filmes. A resposta está no medo universal que ela explora — e na nossa própria relação com a vida e a morte.

Quem nunca teve um pressentimento, uma sensação estranha de que algo ruim ia acontecer? Quem nunca tentou fugir de uma situação perigosa, mesmo que por um triz? Esses sentimentos são universais, e a franquia transforma isso em um suspense que faz sentido.

Além disso, ao humanizar seus personagens — mostrando seus dramas, suas esperanças e seus erros —, o público acaba se vendo neles. E isso torna cada morte na tela muito mais impactante.

O que está por vir?

Ainda há muitas perguntas no ar: qual será o desastre que desencadeará o sétimo filme? Como a morte vai caçar os sobreviventes dessa vez? Que surpresas o roteiro de Lori Evans Taylor preparou?

E claro, quem serão os novos rostos que vão tentar driblar o destino?

The Love School – Escola do Amor deste sábado (9) mostra a emocionante história de Caio e sua luta para encontrar a felicidade no amor

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Neste sábado, 9 de agosto, o programa The Love School – Escola do Amor, apresentado pelo casal Renato e Cristiane Cardoso, traz um tema profundamente humano e inspirador: a trajetória de Caio, um jovem que nasceu com uma síndrome rara e enfrentou dificuldades não apenas físicas, mas também emocionais, para acreditar que poderia ser feliz no amor.

O episódio mergulha na história real de uma vida marcada por desafios desde a infância, passando pela solidão da adolescência, até a construção da autoestima e a redescoberta do amor — principalmente o amor próprio, fundamental para qualquer relação saudável.

A história de Caio: uma luta além do físico

Caio nasceu com uma condição médica rara que exigiu diversas cirurgias ainda na infância. Esses procedimentos não foram apenas um desafio físico; marcaram também sua vida emocional. Desde muito cedo, ele percebeu que olhares e comentários das pessoas ao redor não eram comuns ou simplesmente curiosos — muitas vezes, eram julgamentos.

Na escola, no convívio social, ele sentia-se diferente e isolado. Os olhares atentos e, por vezes, incompreensivos, deixavam marcas invisíveis que crescemos dentro do peito. Para Caio, ser “normal” parecia algo distante e inalcançável. A insegurança tomou conta de sua autoestima, criando um muro difícil de derrubar.

Adolescência: o tempo das frustrações e da solidão

A adolescência, período naturalmente intenso em emoções e descobertas, tornou-se para Caio um momento de ainda mais sofrimento. Enquanto seus colegas viviam os primeiros flertes, as paqueras e os primeiros amores, ele se sentia excluído desse universo.

Ele via os outros meninos ganhando a atenção das garotas, trocando olhares, sorrisos e contatos, e, no seu mundo interno, crescia a frustração e o medo. “Era impossível ele ser feliz no amor”, como destacam Renato e Cristiane no programa, parecia uma sentença definitiva para o jovem.

Esse sentimento de rejeição não era apenas sobre o que os outros pensavam, mas também sobre o que Caio acreditava ser verdade para si mesmo. A insegurança criava barreiras, não só para viver um relacionamento amoroso, mas para se permitir sonhar com isso.

The Love School: amor próprio como ponto de virada

O programa tem como missão mostrar que a felicidade no amor começa dentro de cada pessoa, no relacionamento que temos conosco mesmos. Renato e Cristiane, especialistas em relacionamentos, acompanham a trajetória de Caio e oferecem reflexões que tocam fundo em qualquer um que já tenha sentido medo de amar.

Ao longo do episódio, os apresentadores destacam como a transformação de Caio começou quando ele entendeu que sua felicidade não depende do olhar alheio, mas da forma como ele se enxerga e se aceita.

Esse processo, que não é fácil nem rápido, envolve reconhecer o próprio valor, superar traumas e inseguranças e aprender a se amar para só depois se abrir para o amor do outro.

Histórias que inspiram e conectam

O relato de Caio não é único — há muitas pessoas que, por diversas razões, carregam feridas emocionais que dificultam viver relações saudáveis e felizes. O programa vai além do entretenimento, trazendo esperança e ensinamentos reais para quem acompanha.

Renato e Cristiane ressaltam que o amor não é um conto de fadas, mas uma construção diária, que exige coragem para enfrentar os próprios medos e limitações. Eles reforçam que todos merecem ser amados, e que a verdadeira transformação acontece quando a pessoa encontra em si mesma esse amor.

Um convite à reflexão

O episódio que vai ao ar neste sábado também é um convite para que cada espectador reflita sobre seus próprios bloqueios e crenças limitantes no amor. Quantas vezes nos sabotamos por medo de não sermos suficientes? Quantas vezes deixamos que a opinião dos outros nos defina?

A história de Caio inspira a superar esses obstáculos e a buscar a felicidade que está ao alcance de todos — começando pela autoaceitação.

O papel da família e da sociedade

Além da jornada pessoal de Caio, o programa aborda a importância do apoio familiar e social para quem enfrenta desafios semelhantes. A forma como somos tratados na infância e na adolescência pode influenciar profundamente nossa autoestima e capacidade de amar.

Renato e Cristiane destacam que o olhar acolhedor, o incentivo e o diálogo aberto são ferramentas essenciais para ajudar quem está em processo de reconstrução emocional.

O que esperar do programa?

Para quem acompanha o The Love School, este episódio promete ser um dos mais tocantes e reflexivos do ano. A combinação da narrativa verdadeira de Caio com as orientações sensíveis dos apresentadores cria um espaço seguro para o público se identificar, se emocionar e, principalmente, se fortalecer.

Os temas de autoconhecimento, resiliência e esperança são tratados com leveza e profundidade, fazendo do programa uma fonte de apoio para pessoas que buscam crescer em suas vidas afetivas.

Por que assistir?

Além de ser uma história inspiradora, o programa oferece ferramentas práticas e mensagens positivas que podem ajudar qualquer pessoa a superar inseguranças e acreditar na possibilidade do amor verdadeiro. A cada sábado, o programa se firma como uma referência para quem deseja entender mais sobre relacionamentos, seja amorosos, familiares ou pessoais, com um olhar empático e realista.

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