Caldeirão com Mion Especial de Inverno deste sábado (09) recebe Vitor Kley, Marina Sena, Zaynara e Pocah

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Neste sábado, 9 de agosto de 2025,, a cidade de Foz do Iguaçu será o cenário de um momento marcante na televisão brasileira: a despedida do programa Caldeirão com Mion especial de Inverno, da TV Globo. A produção escolheu a cidade paranaense para realizar uma edição especial, que promete reunir música, histórias emocionantes e muita energia boa, em um encontro caloroso entre artistas, apresentador e público.

Para encerrar essa passagem com chave de ouro, quatro grandes nomes da música brasileira subirão ao palco para aquecer os corações dos espectadores: Vitor Kley, Marina Sena, Zaynara e Pocah. Cada um trará seu estilo e sua história, compondo uma mistura musical diversa e cheia de significado.

O apresentador Marcos Mion conduzirá o programa com seu jeito carismático e energia contagiante, equilibrando momentos de descontração com relatos sensíveis e inspiradores. Ele permitirá que cada artista compartilhe suas trajetórias, revelando as inspirações por trás de suas músicas e mostrando o lado humano por trás do espetáculo.

A escolha de Foz do Iguaçu para essa despedida não será aleatória. Conhecida mundialmente pelas impressionantes Cataratas do Iguaçu, a cidade oferecerá uma conexão simbólica entre natureza, força e renovação — elementos que dialogam diretamente com o espírito do programa, que busca mais do que o entretenimento: quer promover a união e o afeto.

Durante as gravações, o Caldeirão de Inverno não ficará restrito ao estúdio. A produção irá explorar a cultura local, apresentando pratos típicos como a chipa e envolvendo o público em ações especiais, entre elas um emocionante pedido de casamento que certamente tocará o coração dos presentes.

Para Vitor Kley, essa participação será uma experiência repleta de sentimentos. O cantor gaúcho trará ao palco uma homenagem especial a um artista que marcou sua infância e sua relação com o pai, recentemente falecido. Ele dividirá com o público o significado profundo de suas canções, mostrando como a música pode ser uma ponte entre gerações e emoções.

Marina Sena, por sua vez, encantará com sua voz única e presença marcante. Natural de Minas Gerais, ela falará sobre a importância de manter a autenticidade e a expressão verdadeira na música, ressaltando que seu trabalho é uma forma de cura e diálogo interno.

Já Zaynara e Pocah representarão a pluralidade e a força da música brasileira contemporânea. Zaynara com sua fusão entre regional e urbano, e Pocah, símbolo do empoderamento feminino no funk, abordarão também temas importantes como representatividade e diversidade, inspirando o público a valorizar a própria voz e identidade.

Além dos shows, o programa trará o quadro Sobe o Som, onde as atrizes Priscilla Castelo Branco e Julia Rabello disputarão contra os atores Raul Gazolla e Humberto Martins numa competição divertida para adivinhar músicas com poucos instrumentos. Essa brincadeira promete momentos de risadas e descontração, mostrando que, nos bastidores, o amor pela música une a todos.

Por fim, o público poderá acompanhar cenas da Excursão Caldeirão, um passeio que revelará as belezas naturais e culturais de Foz do Iguaçu, promovendo o turismo e a valorização da região.

Assim, o programa fechará seu ciclo em Foz do Iguaçu com uma edição que promete emocionar, entreter e celebrar a arte em todas as suas formas, deixando uma marca afetiva e inesquecível tanto para a cidade quanto para os telespectadores de todo o Brasil.

Terror Shaman estreia com clipe sinistro e promete desafiar a fé em confrontos sombrios

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O cinema de terror está prestes a ganhar um novo e inquietante capítulo com o lançamento de Shaman, um filme que mergulha fundo em um território pouco explorado pelo gênero: o embate entre fé, cultura e forças sobrenaturais ancestrais. Com uma trama que combina possessão demoníaca e um choque cultural intenso, a produção promete envolver o público não apenas pelo medo, mas também por provocações filosóficas sobre o que significa realmente enfrentar o desconhecido.

O longa-metragem acompanha a história de uma missionária, interpretada por Sara Canning (The Vampire Diaries), que se muda para uma comunidade indígena isolada no coração do Equador com seu marido, papel de Daniel Gillies (The Originals), e seu filho, vivido pelo jovem Jett Klyne (Sweet Tooth).

O objetivo inicial da família é levar sua fé cristã aos moradores locais, porém, o que deveria ser uma missão pacífica se transforma em um conflito tenso e assustador quando o filho começa a manifestar sinais de possessão por uma entidade ancestral, muito anterior às crenças ocidentais da família. É nesse momento que a narrativa se aprofunda em dilemas poderosos: até que ponto a missão religiosa pode se sobrepor ao respeito às tradições culturais? Como lidar com o sobrenatural quando ele escapa das categorias familiares?

A missão da mãe se torna uma luta desesperada para salvar seu filho — mas a salvação pode não vir das formas que ela conhece. O xamã da aldeia, interpretado por atores locais como Humberto Morales (La Casa Lobo) e Alejandro Fajardo (Monos), surge como uma figura enigmática que desafia suas convicções e oferece um caminho alternativo. Este choque entre o xamanismo e o cristianismo cria uma tensão palpável, carregada de simbolismos e questionamentos sobre poder, espiritualidade e colonialismo.

Direção sensível para um terror que vai além do susto

A direção de Antonio Negret, que traz no currículo trabalhos marcantes como a série Prodigal Son, imprime à produção uma atmosfera de suspense psicológico que se sobressai pela sensibilidade com que trata os temas culturais e humanos. A colaboração com o roteirista Daniel Negret, seu irmão, reforça o tom familiar e intimista do filme, que aposta mais em construir tensão e emoção do que em clichês do gênero.

Elenco e autenticidade cultural

Além do trio principal, o terror conta com um elenco que inclui nomes como Humberto Morales (La Casa Lobo) e Alejandro Fajardo (Monos), atores locais que ajudam a dar vida à comunidade indígena retratada. A escolha de atores da região confere autenticidade à trama, respeitando as raízes culturais e evitando estereótipos simplistas.

Clima de tensão no clipe oficial

O clipe recentemente divulgado, que você pode conferir logo abaixo, oferece um vislumbre do clima pesado e angustiante que Shaman constrói ao longo da narrativa. Com cenas que transitam entre uma calma inquietante e momentos de terror explícito, o teaser mostra a mãe tentando desesperadamente salvar seu filho, enquanto forças invisíveis se movem ao redor deles.

Quando o filme estreia?

O longa-metragem estará disponível a partir de 8 de agosto nas plataformas de vídeo sob demanda (VOD), oferecendo ao público a chance de experimentar o suspense e a tensão na segurança — e ao mesmo tempo no aconchego — de suas casas. O formato digital amplia o alcance da produção, ao mesmo tempo em que permite uma imersão que muitas vezes os cinemas não conseguem proporcionar, especialmente em obras que mexem com o psicológico.

Um terror que dialoga com espiritualidade e história

O que diferencia o filme de outros filmes de terror que lidam com possessão é sua atenção especial às raízes culturais indígenas e ao confronto com o colonialismo religioso. O embate entre a missão cristã e o xamanismo ancestral não é tratado como um simples conflito entre o bem e o mal, mas como uma complexa colisão de mundos e crenças.

Christopher Nolan encerra filmagens do épico grego A Odisseia, que promete revolucionar o cinema em 2026

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Nesta sexta-feira, 8 de agosto, a indústria cinematográfica comemorou o encerramento das gravações de um dos projetos mais ambiciosos da última década: A Odisseia, a aguardada adaptação do clássico poema épico grego atribuído a Homero, dirigido por Christopher Nolan. Conhecido por seu estilo autoral, narrativas densas e inovação técnica, Nolan une forças com um elenco estelar e uma equipe técnica de ponta para criar um filme que promete não apenas emocionar, mas transformar o modo como o cinema épico é concebido.

Um sonho antigo, finalmente realizado

Nolan sempre foi fascinado pela complexidade da mente humana e pelas grandes histórias que atravessam o tempo. Após o sucesso estrondoso de Oppenheimer (2023), filme que lhe rendeu seu primeiro Oscar de Melhor Diretor, Nolan partiu para um desafio ainda maior: adaptar A Odisseia, uma das obras fundadoras da literatura ocidental, e uma narrativa repleta de aventura, magia, sofrimento e triunfo.

Ao anunciar o projeto, Nolan expressou sua ambição: “Quero contar essa história como nunca foi vista, respeitando sua essência mitológica, mas trazendo o público para dentro da jornada de Odisseu de forma visceral e emocional.” E é justamente essa promessa que tem animado fãs de mitologia, amantes do cinema épico e críticos ao redor do mundo.

Produção grandiosa, inovação e riscos

Com um orçamento estimado em impressionantes US$ 250 milhões, o longa-metragem é uma das maiores produções da história recente, e o primeiro grande longa a ser filmado inteiramente com câmeras IMAX de 70mm — um equipamento que, embora consagrado, traz desafios logísticos enormes. As câmeras são volumosas e delicadas, exigindo uma equipe altamente especializada para operar em condições muitas vezes adversas.

As filmagens começaram em fevereiro de 2025 e se estenderam por seis meses, passando por locações globais que buscavam dar autenticidade e grandiosidade à narrativa: o Marrocos, a Grécia, a Itália, a Escócia, a Islândia e até o deserto do Saara Ocidental.

Cada local escolhido não foi aleatório: Aït Benhaddou, no Marrocos, serviu para recriar a cidade de Tróia, enquanto as Ilhas Égadi na Sicília abrigaram as cenas do encontro com o temível Ciclope Polifemo. A majestosa Islândia proporcionou as paisagens para as provas de resistência de Odisseu, e o castelo Findlater na Escócia deu forma a elementos da corte do herói.

A decisão de filmar em cenários naturais, e não em estúdios ou usando CGI em excesso, reforça o compromisso de Nolan com uma estética imersiva e visceral, onde o espectador quase toca a poeira das batalhas e sente o frio cortante dos ventos nórdicos.

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Controvérsia no Saara Ocidental: quando arte e política se cruzam

Nem tudo, entretanto, foi tranquilo durante a produção. As filmagens nas Dunas Brancas, região do Saara Ocidental, território marcado por uma longa disputa entre Marrocos e o povo saharaui, despertaram polêmicas.

Ativistas e organizações internacionais denunciaram a produção por, em sua visão, legitimar a ocupação marroquina na região ao escolher filmar ali. A Frente Polisário, representante dos saharauis, emitiu declarações afirmando que a presença da equipe de Nolan poderia ser interpretada como um apoio indireto à controvérsia política.

Por outro lado, o Centro Cinematográfico Marroquino celebrou o filme como uma oportunidade histórica para a indústria local, destacando que a trama é o primeiro longa-metragem americano de grande orçamento a explorar a região, o que poderá abrir portas para outras produções e para o desenvolvimento econômico da área.

Esse embate entre arte e política mostra que o cinema, especialmente em grandes produções globais, não se limita a contar histórias — ele também é um ator na geopolítica, com o poder de influenciar percepções e gerar debates relevantes.

Um elenco para entrar para a história

A escolha do elenco é outro destaque do projeto. Combinando atores veteranos e estrelas em ascensão, Nolan reuniu um time capaz de traduzir a complexidade dos personagens mitológicos em seres humanos com emoções e conflitos reais.

No centro, Matt Damon assume o papel de Odisseu, o rei de Ítaca. Conhecido por sua versatilidade e por interpretar personagens que transmitem força e vulnerabilidade, Damon traz à tela um herói que é menos um guerreiro invencível e mais um homem astuto, marcado pela saudade e pela esperança.

Ao seu lado, Tom Holland interpreta Telêmaco, filho de Odisseu, uma figura jovem e cheia de dúvidas, representando a busca da nova geração por identidade e propósito.

Charlize Theron vive Circe, a poderosa deusa-feiticeira cuja personagem promete cenas de impacto e que reforça a presença feminina forte na narrativa. Anne Hathaway e Zendaya, ambas colaboradoras frequentes de Nolan, dão vida a personagens femininas complexas que serão essenciais para a trama, assim como Lupita Nyong’o, que confere profundidade e força ao elenco.

O elenco ainda conta com Robert Pattinson, Jon Bernthal, Benny Safdie, Elliot Page, John Leguizamo, Mia Goth, Corey Hawkins e Logan Marshall-Green, um time capaz de garantir um equilíbrio entre tradição e inovação, trazendo credibilidade e frescor para os papéis mitológicos.

Música e figurino: cores e sons que transportam o espectador

Para criar o universo sonoro e visual do filme, Nolan voltou a contar com colaboradores de confiança. O compositor Ludwig Göransson, vencedor do Oscar e que já assinou a trilha de “Oppenheimer”, promete uma música que vai além do tradicional épico, incorporando elementos que evocam a atmosfera mítica e os dilemas emocionais dos personagens.

A figurinista Ellen Mirojnick, por sua vez, buscou inspiração tanto em referências históricas quanto em interpretações artísticas contemporâneas para criar trajes que, apesar de algumas críticas por não serem “tradicionalmente” históricos, carregam a ideia de unir passado e presente em uma narrativa visual poderosa.

Cada peça de roupa, cada adereço foi pensado para comunicar a complexidade dos personagens e a grandiosidade da história, tornando o figurino parte integrante da narrativa.

O que esperar de A Odisseia na tela grande?

Com estreia marcada para 17 de julho de 2026 nos Estados Unidos, o filme já vem despertando grande expectativa. Pré-vendas antecipadas de ingressos para sessões IMAX 70mm ultrapassaram US$ 1,5 milhão, um sinal claro do entusiasmo do público.

A promessa é de um filme que une ação, fantasia, drama e aventura, trazendo à tona temas universais como coragem, sacrifício, lealdade, saudade e a busca incessante por um lar e pela identidade.

Mais do que um espetáculo visual, a narrativa pretende fazer o público refletir sobre o preço das escolhas e os desafios das jornadas pessoais, usando a mitologia grega como um espelho para dilemas humanos eternos.

Christopher Nolan e a reinvenção da jornada do herói

Conhecido por seus filmes que desafiam a linearidade do tempo e a percepção da realidade, Nolan propõe com A Odisseia uma releitura que respeita as raízes do mito, mas o coloca em diálogo com o século XXI.

O herói Odisseu não é um ser perfeito; é um homem com medos, dúvidas e uma determinação que vem da humanidade que ele carrega. Essa abordagem torna a história não apenas uma aventura épica, mas uma profunda reflexão sobre o que significa ser humano diante das adversidades.

Muita ação no Set! Homem-Aranha: Um Novo Dia revela cena com polícia e capotamento de carro

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No universo dos super-heróis do cinema, poucos personagens conseguiram conquistar o público com tanta emoção, ação e identificação quanto o Homem-Aranha interpretado por Tom Holland. Depois de três filmes que marcaram uma geração e deram um novo fôlego ao Aranha dentro do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), agora chega o quarto capítulo da saga: Homem-Aranha: Um Novo Dia (Spider-Man: Brand New Day). A promessa? Trazer desafios inéditos e muita adrenalina para o herói de Nova York.

Um vídeo fresquinho direto do set já deixou os fãs em polvorosa. Com cenas repletas de ação — e até um carro de polícia capotando de tirar o fôlego —, a produção deixa claro que este filme quer mesmo equilibrar uma narrativa intensa com sequências cheias de emoção. Embora ainda tenhamos poucos detalhes oficiais, o filme é um dos lançamentos mais aguardados do MCU para 2026, não só pela volta de Tom, mas também pelas novidades que chegam para agitar a franquia. Abaixo, confira o vídeo:

Um elenco que mistura o já conhecido com o novo

Holland volta como Peter Parker/Homem-Aranha, claro, acompanhado de rostos que o público já ama, como Zendaya (a sempre carismática MJ) e Jacob Batalon, que interpreta Ned Leeds, o melhor amigo do herói. Mas o que realmente chama a atenção é a chegada de nomes fresquinhos, como Sadie Sink — conhecida por “Stranger Things” —, que ainda mantém o papel misterioso, e Jon Bernthal, reprisando Frank Castle, o Justiceiro. A presença do Justiceiro sugere uma vibe mais sombria e complexa para o longa.

Além disso, temos a confirmação de Mark Ruffalo como Bruce Banner/Hulk, conectando o filme diretamente a outros eventos importantes do MCU. Michael Mando retorna como Mac Gargan/Escorpião, dando pistas de que os vilões clássicos vão ganhar mais destaque nesta nova fase.

Há também rumores de que Charlie Cox pode voltar como Matt Murdock/Demolidor — o advogado que ajudou Peter em “Sem Volta para Casa” e que vem conquistando cada vez mais fãs no universo Marvel.

Essa mistura de caras já conhecidos com apostas novas dá um tom bem interessante para o filme, que quer ser um verdadeiro “novo dia” para o Homem-Aranha — respeitando suas raízes, mas abrindo espaço para histórias fresquinhas e personagens diferentes.

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Uma longa jornada até “Um Novo Dia”

Chegar até aqui não foi nada fácil. Desde 2019, Sony e Marvel Studios têm discutido o futuro do personagem dentro do MCU, com negociações e idas e vindas que geraram muita especulação. Foi só em 2021, com Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, que o personagem teve uma das maiores celebrações nas telas, reunindo versões diferentes do Aranha.

Naquela época, o ator chegou a dizer que aquele poderia ser seu último filme no papel, o que deixou os fãs apreensivos. Mas o carinho do público e o desejo dos estúdios de continuar a história abriram caminho para uma nova trilogia, começando justamente com “Um Novo Dia”.

O roteiro, assinado pelos veteranos Chris McKenna e Erik Sommers, passou por um processo longo, incluindo uma pausa devido à greve dos roteiristas nos EUA em 2023. Depois que a greve terminou, o projeto voltou com força, agora sob a direção de Destin Daniel Cretton, conhecido pelo sucesso “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. Essa escolha mostra o interesse da Marvel e Sony em mesclar ação empolgante com uma história que mexe com o lado emocional — algo que Cretton já sabe fazer muito bem.

Um Amigão da Vizinhança mais urbano e próximo da realidade

O longa-metragem vai mostrar um Peter Parker diferente — um herói que atua mais como um protetor das ruas de Nova York, lidando com problemas do dia a dia e crimes urbanos, sem a pressão de salvar o mundo inteiro como vimos em “Sem Volta para Casa”. Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, comentou que o público vai finalmente ver o Amigo da Vizinhança combatendo os desafios da cidade, num tom mais próximo da realidade das ruas.

Personagens como o Justiceiro aparecem para trazer um clima de thriller policial, mesmo com a adaptação do personagem para o tom mais familiar do MCU. O roteiro ainda faz homenagens às HQs clássicas, como a famosa edição que apresentou o Justiceiro no universo do Aranha, o que deve agradar os fãs de longa data.

Filmagens em locações reais para dar mais autenticidade

As gravações começaram em agosto de 2025, com Glasgow, na Escócia, sendo o cenário escolhido para representar Nova York em várias cenas urbanas. Isso pode até parecer curioso, mas é uma estratégia já usada na indústria para trazer mais realismo e dinamismo para as filmagens. Tom falou sobre como gosta de filmar em locações reais — isso ajuda os atores a se envolverem mais profundamente com a história e os personagens. O uso do Pinewood Studios, em Buckinghamshire, garante que cenas mais complexas possam ser feitas com efeitos visuais de alta qualidade, unindo o melhor dos dois mundos: realismo e tecnologia.

Agenda dos atores e impacto no roteiro

Um ponto que chamou atenção foi a agenda apertada de alguns atores. Zendaya, por exemplo, está envolvida em projetos pesados como a série “Euphoria” e a franquia “Duna”, o que deve fazer com que sua participação como MJ seja menor nesta nova fase. Já Jacob Batalon deve ganhar mais destaque, com Ned Leeds assumindo um papel maior nessa fase do Homem-Aranha. A entrada de Sadie Sink, ainda envolta em mistério, promete trazer uma energia nova ao elenco, abrindo espaço para possíveis novos personagens e gerações.

Ligações com a Fase Seis do MCU

O novo longa-metragem tem estreia marcada para 31 de julho de 2026, e faz parte da tão aguardada Fase Seis do MCU — que promete revolucionar o universo Marvel com grandes histórias. A presença de Hulk e o possível retorno do Demolidor mostram que o filme vai se conectar com outros eventos da Marvel, mesmo que o foco principal seja mais urbano e individual. Isso reforça que Peter Parker continua parte de um universo maior, cheio de heróis e histórias entrelaçadas.

Novo salário do protagonista

Quando o ator que interpreta o Amigão da Vizinhança estrelou seu primeiro filme, ele recebia cerca de 500 mil dólares — um valor que, para muitos, já parecia incrível para um jovem ator começando sua jornada no Universo Cinematográfico Marvel. Mas o que parecia um bom começo se transformou em uma ascensão meteórica: agora, para protagonizar Homem-Aranha: Um Novo Dia, Holland vai ganhar impressionantes 25 milhões de dólares, o que equivale a cerca de 138 milhões de reais na cotação atual.

Essa evolução financeira reflete o quanto o ator se tornou fundamental para a franquia e para a Marvel ao longo de uma década. Em 10 anos de UCM, Tom Holland não só conquistou o coração dos fãs como também elevou sua carreira a um patamar extraordinário, se tornando uma das estrelas mais rentáveis e requisitadas do cinema mundial.

Só para ter uma ideia da dimensão desse sucesso, os filmes solo do Homem-Aranha com Tom ultrapassaram a marca de 4 bilhões de dólares em bilheteria — um recorde que consolidou o ator e o personagem como pilares do MCU.

Quilos Mortais desta sexta (08) apresenta emocionante episódio sobre a trajetória de Bethany

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Nesta sexta-feira, 8 de agosto, às 22h45, o reality show Quilos Mortais traz ao público uma narrativa que ultrapassa os números da balança para alcançar as profundezas do ser humano. O episódio inédito acompanha Bethany, uma psicóloga de 42 anos que enfrenta um desafio colossal: conviver com seus 276 quilos e, ao mesmo tempo, lidar com feridas emocionais antigas e barreiras internas que dificultam sua transformação. As informações são da Record TV.

Leia também:
Confira como está Bethany, participante do programa Quilos Mortais da Record TV

A vida por trás dos números: conhecendo Bethany

Bethany não é uma paciente comum. Com formação em psicologia, ela conhece bem os labirintos da mente humana e compreende, em teoria, a importância de cuidar da saúde emocional. Mas quando o olhar precisa se voltar para si mesma, sua história se mostra complexa e carregada de nuances.

Mãe dedicada de duas filhas — Isabella, de 18 anos, e Zowie, de 10 — Bethany vive um cotidiano marcado pelas limitações que o excesso de peso lhe impõe. São tarefas simples do dia a dia que se tornam desafios gigantescos, como acompanhar as filhas em momentos importantes, brincar no parque ou mesmo atividades corriqueiras dentro de casa. A culpa por não poder estar mais presente e ativa na vida das meninas acompanha seus dias silenciosamente.

A dinâmica familiar tem suas tensões. Isabella, ainda muito jovem, assumiu cedo um papel de cuidadora, tentando equilibrar o suporte à mãe com a construção de sua própria identidade. Já o marido, figura central na história, é um parceiro constante que divide a carga física e emocional de um lar onde a saúde de Bethany muitas vezes é o eixo principal das preocupações.

Cicatrizes que o tempo não cura: feridas emocionais e traumas do passado

Desde a infância, a jovem conviveu com rejeição e a sensação de não pertencimento, sentimentos que cresceram em meio a conflitos familiares e dificuldades sociais. Na adolescência, um relacionamento abusivo deixou marcas profundas, afetando diretamente sua autoestima e ampliando o ciclo de sofrimento.

A luta contra crises de ansiedade e episódios de pânico que acompanham sua trajetória só reforçaram o isolamento. Para Bethany, a comida tornou-se uma espécie de porto seguro — um mecanismo de conforto e proteção diante de um mundo que, para ela, parecia hostil demais.

O paradoxo da psicóloga que resiste à própria cura

Um dos aspectos mais impactantes da história de Bethany é a contradição entre seu conhecimento profissional e a resistência emocional que apresenta diante da própria terapia e tratamento psicológico.

Apesar de entender o valor da psicoterapia, Bethany encara o processo com uma mistura de desconfiança e medo. Ela se apega à cirurgia bariátrica como uma solução quase milagrosa — uma esperança rápida para a transformação que tanto deseja — sem perceber que o verdadeiro e maior desafio está no enfrentamento das questões emocionais que alimentam seus comportamentos e dificultam a mudança.

Essa resistência não é incomum em quem vive com obesidade extrema, especialmente quando há um histórico de traumas não elaborados e uma relação complexa com o próprio corpo e a autoestima. O episódio expõe esse embate interno de forma sensível, mostrando que a cura não é linear e que o caminho pode ser tortuoso.

Além da balança: reconstruir a autoestima e a vida

Para Bethany, a verdadeira batalha não está apenas no número que a balança marca, mas no processo lento e cheio de obstáculos de autoconhecimento, aceitação e reconstrução da autoestima.

Cada pequena conquista, seja física ou emocional, representa um passo fundamental para vencer o medo, a insegurança e as feridas que o tempo não cicatrizou. A série mostra momentos de fragilidade, mas também flashes de esperança e a redescoberta da força interior que ela tem — uma força que talvez estivesse oculta sob o peso do corpo e das emoções.

Esse processo de transformação vai muito além da estética: é sobre recuperar o direito de viver plenamente, de se amar e se aceitar, de reconstruir relações familiares e sociais e de reencontrar a própria identidade.

O peso invisível da responsabilidade familiar

A moça carrega uma culpa que muitas vezes pesa quase tanto quanto os quilos que somam seu corpo. Ela teme não estar presente para as filhas da forma como gostaria e se preocupa com o impacto que sua condição pode ter sobre o futuro delas.

A relação entre Bethany e suas filhas é marcada por um amor imenso, mas também por tensões e angústias naturais de quem vive diante de tantas limitações. Isabella, em particular, vive o delicado papel de suporte emocional e prático para a mãe, enfrentando seu próprio processo de amadurecimento e desafios pessoais.

O episódio ressalta como a obesidade extrema impacta não só o indivíduo, mas todo o núcleo familiar, colocando à prova relações, expectativas e o equilíbrio emocional de todos.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta segunda (11/08)

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No próximo dia 11 de agosto de 2025, a Sessão da Tarde da TV Globo traz para o público uma versão intensa, épica e cheia de surpresas do clássico conto de fadas que atravessa gerações: Branca de Neve e o Caçador (2012). Longe da delicadeza e inocência que associamos tradicionalmente à história da princesa dos irmãos Grimm, este filme traz uma Branca de Neve que se reinventa como uma heroína de coragem, luta e transformação, cercada de personagens complexos e cenários de tirar o fôlego.

Para quem gosta de uma narrativa que mescla fantasia, ação, drama e aventura, esta exibição promete não apenas entreter, mas também inspirar reflexões sobre poder, beleza, resistência e autoconhecimento — temas que ecoam fortemente nos tempos atuais.

Uma trama de poder, traição e redenção

A história começa com o rei Magnus, interpretado por Noah Huntley, que, viúvo, se apaixona pela misteriosa e bela Ravenna (Charlize Theron). Sem saber, o monarca entrega seu reino a uma mulher de intenções sombrias. Com a morte do rei, Ravenna assume o trono, usando de magia negra e crueldade para manter seu domínio absoluto. Para isso, aprisiona a filha do rei, Branca de Neve (Kristen Stewart), numa masmorra, condenando-a a anos de isolamento.

Mas a força da jovem princesa não se dobra. Após anos presa, ela consegue fugir e inicia uma jornada para recuperar seu reino e libertar seu povo. Nesse caminho, Branca de Neve encontra aliados inesperados, entre eles Eric (Chris Hemsworth), o caçador contratado para capturá-la, mas que acaba se tornando seu protetor e companheiro de luta.

Ao lado de Branca de Neve, sete anões — humanos com características e personalidades distintas — se unem para enfrentar os exércitos da rainha malvada. Juntos, eles formam uma resistência determinada a pôr fim à tirania de Ravenna.

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Personagens que fogem do clichê

Um dos grandes méritos do filme é a profundidade dada aos seus personagens, que vão muito além do maniqueísmo que costuma marcar adaptações desse tipo.

Charlize Theron cria uma Rainha Ravenna complexa: bela, sedutora e ao mesmo tempo aterrorizante. Sua obsessão pela beleza e pela juventude, aliada à sede de poder, cria uma antagonista que, apesar de cruel, desperta empatia por suas inseguranças e medos. Não é apenas uma vilã caricata, mas uma mulher marcada por suas próprias dores, o que a torna assustadoramente humana.

Kristen Stewart entrega uma Branca de Neve que não espera ser salva — ela é a própria salvadora de seu povo. Combinando inocência e força, Stewart interpreta uma personagem que descobre sua identidade e capacidade de liderar, mesmo diante da adversidade.

Chris Hemsworth, no papel do caçador Eric, também surpreende ao trazer nuances a um personagem que, em outras versões, poderia ser apenas um ajudante ou interesse amoroso. Ele começa como um homem endurecido pela vida, mas sua jornada ao lado de Branca de Neve o transforma, trazendo à tona sua humanidade e coragem.

Os sete anões, interpretados por atores como Ian McShane, Nick Frost e Toby Jones, têm destaque e características próprias, cada um com seu jeito de contribuir para a luta contra o mal, o que humaniza ainda mais o grupo.

Produção caprichada e visual impressionante

Filmado majoritariamente no Reino Unido, o filme conta com paisagens naturais deslumbrantes — a praia de Marloes Sands, em Pembrokeshire, é uma das locações mais marcantes, que conferem realismo e beleza aos cenários de fantasia. A ambientação medieval foi cuidadosamente construída, com figurinos indicados ao Oscar, que ajudam a compor a atmosfera sombria e épica da história.

O uso de efeitos visuais, também reconhecido com indicações ao Oscar, trouxe vida ao reino mágico, às batalhas e à magia que permeia a narrativa, garantindo que o espectador sinta a grandiosidade e o perigo que cercam Branca de Neve e seus aliados.

A trilha sonora, com músicas exclusivas como “Breath of Life” da banda Florence and the Machine, adiciona emoção e intensidade às cenas, complementando a experiência audiovisual.

O impacto cultural e o legado do filme

Desde seu lançamento em 2012, o longa marcou uma mudança na forma como contos de fadas podem ser adaptados para o cinema contemporâneo. Ao trazer uma protagonista ativa e empoderada, o filme dialoga com debates atuais sobre representatividade feminina e autonomia.

Com uma bilheteria que ultrapassou os 390 milhões de dólares mundialmente, o filme conquistou seu público mesmo diante da concorrência com outra adaptação do mesmo conto — Espelho, Espelho Meu (Mirror Mirror), lançada no mesmo ano, mas com tom mais leve e cômico.

Além disso, o sucesso levou à produção da sequência O Caçador e a Rainha do Gelo (2016), que aprofundou o universo criado, ampliando o debate sobre poder, escolha e redenção.

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A importância dos contos de fadas para a cultura contemporânea

Contos de fadas são parte essencial da cultura humana há séculos, servindo como metáforas, ensinamentos e formas de entretenimento que atravessam gerações. O que Branca de Neve e o Caçador faz de especial é revisitar esse legado e atualizá-lo para um público que busca mais do que magia e romance — deseja personagens com os quais possa se identificar, lutas que façam sentido no mundo real e narrativas que empoderem.

Em uma época marcada por discussões sobre igualdade, diversidade e justiça, essa releitura é um convite para olhar para o passado com outros olhos e perceber que histórias antigas podem ter novos significados, que nos inspiram a sermos protagonistas de nossas próprias jornadas.

Curiosidades que você talvez não saiba

Antes da escolha final, vários atores foram considerados para o papel do caçador Eric, entre eles Tom Hardy, Johnny Depp, Viggo Mortensen e Hugh Jackman. Chris Hemsworth acabou ficando com o papel, consolidando sua versatilidade após o sucesso como Thor.

Charlize Theron foi a primeira atriz confirmada no elenco, após Angelina Jolie e Winona Ryder serem cogitadas para o papel da rainha Ravenna.

A produção consultou acadêmicos da Universidade de Oxford e da Universidade de Chichester para garantir a autenticidade das cenas de batalhas e ambientação medieval.

Bob Hoskins, que interpreta Muir, viveu seu último papel no cinema neste filme antes de se aposentar da atuação.

O filme teve que acelerar sua data de estreia para competir com a outra adaptação do conto, Mirror Mirror, gerando uma disputa interessante entre os estúdios Universal e Relativity Media.

Bake Off Brasil – Mão na Massa estreia 11ª temporada neste sábado (09) com a prova Bolo Identidade

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No próximo sábado, 9 de agosto, o público brasileiro terá a oportunidade de acompanhar a estreia da 11ª temporada do Bake Off Brasil – Mão na Massa, na tela do SBT, às 20h45. Reconhecida por reunir talentos da confeitaria amadora em uma competição que alia técnica, criatividade e emoção, a atração volta com um formato que respeita a tradição do programa, mas que também incorpora desafios inéditos para os participantes.

Um retorno marcado pela emoção e pelo profissionalismo

A estreia desta temporada se destaca pelo clima de reencontro e expectativa. A apresentadora Nadja Haddad retorna à tenda, local icônico do programa, com a mesma energia acolhedora que conquistou os telespectadores desde suas primeiras participações. Em declarações recentes, Nadja ressaltou o significado desse momento para ela e para os competidores.

“É uma emoção muito grande estar de volta. Eu sinto o nervosismo e a empolgação de cada participante, e isso torna tudo ainda mais especial”, comentou a apresentadora. “Aqui, não basta apenas adoçar o paladar dos jurados. É preciso ir além, mostrar técnica, personalidade e um olhar apurado para os detalhes. Só um vai conquistar o tão almejado avental preto.”

O tom de Nadja reflete o equilíbrio entre o aspecto competitivo e o espaço de aprendizado que o Bake Off sempre procurou estabelecer, oferecendo um ambiente de crescimento para confeiteiros amadores que sonham em aperfeiçoar suas habilidades.

Jurados que equilibram rigor técnico e sensibilidade

Ao lado de Nadja, os chefs Beca Milano e Giuseppe Gerundino retomam seus papéis como jurados principais, trazendo para a competição um olhar criterioso, porém justo. A expertise e a experiência de ambos são fundamentais para garantir a excelência dos pratos apresentados, ao mesmo tempo que orientam os participantes a superarem seus limites.

Beca Milano destacou o retorno à tenda como um momento de conexão e transformação: “Voltar para esse ambiente é sempre uma satisfação enorme. Queremos que os participantes sintam que estão em um espaço de acolhimento, onde podem se desafiar e evoluir.”

Já Giuseppe Gerundino afirmou estar animado para essa nova etapa: “É uma honra estar novamente aqui, participando desse processo de descoberta e desenvolvimento dos confeiteiros amadores. Vamos construir uma temporada memorável.”

A dinâmica entre os jurados garante que os critérios de avaliação sejam claros e justos, equilibrando a exigência técnica com a valorização da criatividade e da história pessoal de cada participante.

Provas da estreia: técnica apurada e expressão pessoal

A 11ª temporada abre com duas provas que ilustram bem o espírito do Bake Off Brasil. A prova criativa desafia os confeiteiros a confeccionar um bolo chamado “Doce Identidade”, que deve ter 20 cm de diâmetro, 10 cm de altura e pelo menos duas camadas de recheio.

O diferencial da prova está na exigência de que cada bolo contenha um elemento que represente a personalidade ou trajetória do participante, além de incorporar uma técnica de pintura artística na decoração. O desafio estimula os confeiteiros a expressarem sua identidade por meio da confeitaria, transformando cada receita em uma narrativa visual e gustativa.

O tempo estipulado para a execução é de três horas, período no qual os competidores devem demonstrar habilidade no manuseio dos ingredientes, precisão na montagem e criatividade na finalização. Esta prova representa a síntese do conceito do programa: aliando técnica a uma mensagem pessoal.

Na sequência, a prova técnica testa a capacidade dos participantes de seguir uma receita exigente: a “Torta de Cookies”, que consiste em uma torta de dois andares com massa feita de cookies, enriquecida com gotas de chocolate ao leite, nozes trituradas e uma ganache de chocolate meio amargo cremosa.

A decoração é sofisticada, com tiras e drip de chocolate, uma escultura elaborada em chocolate com acabamento em pó dourado, apresentada em um prato de caramelo. Durante o preparo, os jurados acompanham de perto e oferecem dicas técnicas, reforçando o caráter formativo do programa.

O melhor desempenho nesta prova rende o primeiro avental azul da temporada, que simboliza excelência e um passo importante na competição.

Premiação que reforça o incentivo e a valorização do talento

Além do reconhecimento pelo título de melhor confeiteiro amador do Brasil, o vencedor desta temporada receberá uma série de prêmios que estimulam o desenvolvimento pessoal e profissional. Entre eles, quatro diárias em um resort de luxo para desfrutar com um acompanhante, uma linha completa de eletrodomésticos modernos e um ultracongelador — equipamento essencial para quem deseja avançar na confeitaria.

Essas recompensas reforçam o compromisso do programa em valorizar o trabalho e a dedicação dos participantes, incentivando-os a transformar sua paixão em possibilidades reais.

Por que o Bake Off Brasil permanece relevante

Desde sua estreia, o programa conquistou um lugar especial na televisão nacional. O programa se destaca por combinar uma competição saudável com momentos de aprendizado genuíno, respeito entre os competidores e histórias que emocionam o público.

Diferente de outros reality shows que exploram conflitos e polêmicas, o Bake Off prioriza o incentivo, a colaboração e a superação. A tenda, cenário principal, funciona como um espaço de criação e troca, onde erros são oportunidades de aprendizado e conquistas são celebradas coletivamente.

Além disso, o programa aproxima os espectadores do universo da confeitaria, apresentando técnicas acessíveis e inspiradoras, o que amplia o interesse pelo tema e incentiva muitos a experimentarem receitas em casa.

Expectativas para a nova temporada

A 11ª temporada do programa traz ingredientes para uma edição equilibrada entre tradição e inovação. A continuidade da equipe, composta por Nadja Haddad, Beca Milano e Giuseppe Gerundino, garante a manutenção da qualidade e da identidade do programa.

Os desafios foram elaborados para estimular o aprimoramento técnico e a criatividade dos participantes, destacando a expressão individual sem perder o foco na excelência culinária.

A diversidade dos competidores também deve contribuir para um espetáculo rico em experiências, histórias e perspectivas, aproximando o público e reforçando o papel da confeitaria como forma de expressão cultural.

The Paper apresenta trailer e um escritório pouco convencional no universo de The Office

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Depois de quase uma década acompanhando as trapalhadas e dramas da equipe da Dunder Mifflin, os fãs de The Office têm agora um novo motivo para celebrar. A tão aguardada série The Paper, que expande o universo criado pelo clássico da comédia americana, acaba de lançar seu trailer oficial, trazendo um gostinho do humor irreverente, personagens cativantes e histórias que prometem conquistar tanto os fãs antigos quanto novos públicos. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

Ambientada no mesmo universo fictício da série original, porém em um cenário diferente, a trama mergulha no cotidiano de um jornal local, um microcosmo que reflete os desafios do mundo real — e com o estilo único do formato mockumentary que marcou época com The Office. Com uma mistura equilibrada de humor e crítica social, a série estreia no streaming Peacock no dia 4 de setembro de 2025, com grande expectativa para seu lançamento no Brasil em breve. As informações são da CNN.

O que é The Paper?

Criada pelos renomados Greg Daniels e Michael Koman — ambos nomes consolidados e respeitados no cenário da comédia televisiva — The Paper surge como um spin-off de The Office, série que conquistou fãs em todo o mundo entre 2005 e 2013, mudando para sempre o modo como a comédia é feita na televisão americana.

Se na produção original o foco era o escritório da empresa de papel Dunder Mifflin, desta vez a história acompanha a equipe de um jornal local, o Toledo Truth-Teller, situado em Toledo, Ohio. O enredo gira em torno do cotidiano de repórteres, fotógrafos e funcionários que tentam manter viva uma instituição que, apesar da crise do jornalismo impresso, ainda representa uma voz importante na comunidade.

A narrativa mostra a luta constante de uma redação que enfrenta cortes, pressões digitais, falta de recursos e conflitos internos, mas que, mesmo assim, não perde o bom humor, a paixão pelo que faz e a esperança de continuar fazendo a diferença.

Ao contrário da rotina de escritório estática de Scranton, a série apresenta um ambiente de trabalho dinâmico, onde o caos e o imprevisto são frequentes — o que abre espaço para cenas engraçadas, personagens carismáticos e uma crítica social sutil, mas impactante.

Foto: Reprodução/ Internet

Rostos novos com boas surpresas e participações especiais

O destaque da série fica por conta de Domhnall Gleeson, ator irlandês reconhecido por sua versatilidade em produções como Star Wars, Ex Machina e Brooklyn. Em The Paper, Gleeson interpreta Ned Sampson, o editor-chefe que precisa conduzir a equipe durante uma fase turbulenta, equilibrando as pressões financeiras com a missão editorial do jornal.

Ao seu lado está Sabrina Impacciatore, atriz italiana que ganhou notoriedade em séries como The White Lotus e filmes aclamados internacionalmente. Sua personagem, uma repórter experiente e determinada, traz profundidade e complexidade à trama, mostrando as nuances das mulheres que trabalham no jornalismo tradicional.

O elenco principal ainda inclui nomes promissores como Melvin Gregg, Chelsea Frei, Ramona Young e Gbemisola Ikumelo, jovens talentos que dão nova energia e diversidade à produção, criando uma dinâmica interessante entre personagens veteranos e novatos.

Para os fãs mais saudosistas, a série reservou uma surpresa especial: a participação de Oscar Núñez, que retorna como Oscar Martinez, seu querido personagem de The Office. Essa conexão direta entre as séries cria um elo emocional forte, além de fortalecer a sensação de continuidade do universo narrativo.

A herança de The Office

Para compreender o impacto que The Paper pode ter, é essencial relembrar o legado de The Office. A série original foi uma revolução no gênero de comédia televisiva, trazendo o formato mockumentary — ou “falso documentário” — para contar histórias aparentemente comuns, mas cheias de humanidade, humor e emoção.

Adaptada da produção britânica criada por Ricky Gervais e Stephen Merchant, a versão americana, liderada por Greg Daniels, conquistou milhões de fãs ao redor do mundo ao retratar o ambiente de trabalho em um escritório comum com personagens que se tornaram ícones da cultura pop, como Michael Scott, Jim Halpert, Pam Beesly e Dwight Schrute.

A força de The Office estava em transformar o ordinário em extraordinário, mostrando como as relações humanas — suas tensões, amores, amizades, desentendimentos — são universais e ao mesmo tempo únicas em cada contexto.

The Paper herda esse espírito, mas com um olhar renovado para os tempos atuais. A escolha de um jornal local como cenário é estratégica: o jornalismo enfrenta uma crise mundial, entre a digitalização, fake news, cortes de verba e uma disputa constante para se manter relevante e íntegro.

Ao explorar esses temas com o mesmo humor inteligente e empatia, a série promete não só divertir, mas também provocar reflexões sobre o papel da informação, da imprensa e da responsabilidade social.

Temas contemporâneos e diversidade

Além de homenagear a série original, a produção aposta em temas contemporâneos que ampliam o escopo da comédia. A crise do jornalismo tradicional é o pano de fundo para histórias que abordam desde a pressão por clicks e engajamento digital até questões éticas sobre o que deve ou não ser publicado.

A série também destaca a diversidade em seu elenco e roteiros, trazendo personagens femininas fortes, pessoas de diferentes etnias e orientações, que refletem o mundo atual em transformação. Essa pluralidade garante que a narrativa seja rica e inclusiva, ampliando o alcance e a identificação do público.

A aposta no formato mockumentary, aliado a essas questões contemporâneas, cria um equilíbrio entre nostalgia e inovação, proporcionando aos espectadores momentos de riso, mas também de empatia e compreensão.

Onde e quando assistir?

A estreia da série está confirmada para o dia 4 de setembro de 2025, exclusivamente pelo serviço de streaming Peacock, disponível nos Estados Unidos. Embora ainda não haja uma data oficial para o lançamento no Brasil, a expectativa é que a série chegue em breve às plataformas brasileiras, seja via Peacock Brasil (caso disponível) ou outras parceiras de streaming.

Os fãs brasileiros, acostumados a acompanhar as séries americanas de forma rápida, certamente terão acesso a essa nova produção, que traz o mesmo humor inteligente e sensibilidade emocional que conquistaram milhões em todo o mundo.

Por que vale a pena acompanhar a série?

Para quem é fã de The Office, a nova série representa uma oportunidade de revisitar o universo de humor e humanidade que marcou a série original, mas agora com um frescor e uma atualidade que refletem os desafios do mundo moderno.

Para quem nunca assistiu The Office, é uma excelente porta de entrada para o formato mockumentary, com personagens bem construídos, enredos envolventes e um equilíbrio perfeito entre comédia e drama.

A série mostra que, mesmo em um cenário de crise e incertezas, o riso e a empatia continuam sendo ferramentas poderosas para entendermos as relações humanas e as instituições que moldam nossas vidas.

Com um elenco talentoso, roteiros bem escritos e uma direção que respeita a tradição e aposta na inovação, The Paper tem tudo para se tornar um sucesso entre críticos e público, garantindo muitas risadas e reflexões ao longo das temporadas.

F1 – O Filme retorna às salas IMAX e XD dos cinemas brasileiros para uma experiência imersiva de tirar o fôlego

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Foto: Reprodução/ Internet

Desde sua estreia em junho, F1 – O Filme conquistou o público brasileiro e mundial, ultrapassando a marca de 1,3 milhão de espectadores e arrecadando mais de R$ 34 milhões nas bilheterias. Agora, o longa de Joseph Kosinski volta às salas IMAX e XD, proporcionando uma experiência sensorial completa, com telas gigantes, som imersivo e cenas de corrida que colocam o espectador no centro da ação.

A trama acompanha Sonny Hayes (Brad Pitt), um piloto que teve sua carreira interrompida após um grave acidente em 1993. Mais de trinta anos depois, ele vive longe do estrelato, lutando contra dificuldades pessoais e financeiras. A oportunidade de um retorno surge quando seu antigo parceiro de equipe, Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma escuderia decadente, convida Sonny para disputar as últimas nove corridas da temporada. Entre rivalidades, desafios técnicos e decisões difíceis, Sonny busca não apenas a vitória nas pistas, mas uma redenção pessoal.

No papel principal, Brad Pitt interpreta Sonny Hayes. Pitt é reconhecido mundialmente por filmes como Clube da Luta (1999), Bastardos Inglórios (2009) e Era Uma Vez em… Hollywood (2019), pelo qual recebeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Sua atuação transmite a complexidade de um homem em busca de uma última chance. Damson Idris, que vive o jovem rival Joshua “Noah” Pearce, destacou-se na série Snowfall (2017–2023) e no filme Velozes & Furiosos 9 (2021). Sua performance traz energia e tensão à relação conflituosa entre os dois pilotos.

Kerry Condon interpreta Kate McKenna, diretora técnica da equipe. Ela é conhecida por papéis em Better Call Saul (2015–2022) e no filme Três Anúncios para um Crime (2017). Condon dá vida a uma personagem que alia conhecimento técnico e sensibilidade. Tobias Menzies assume o papel de Peter Banning, personagem envolvido nas questões corporativas da equipe. Menzies ganhou destaque em séries como The Crown (2016–2020) e Outlander (2014–2022). Kim Bodnia interpreta Kaspar Molinski, chefe de equipe, com trabalhos notáveis em The Bridge (2011–2018) e Killing Eve (2018–2022). Javier Bardem vive Ruben Cervantes, ex-companheiro e atual dono da equipe. Bardem é aclamado por suas atuações em Onde os Fracos Não Têm Vez (2007) e Amor Bandido (2020).

Foto: Reprodução/ Internet

Participação das equipes oficiais e locais icônicos

Além do elenco principal, o filme destaca-se pela participação especial de todas as dez equipes oficiais da Fórmula 1 da temporada 2023, com seus pilotos representando a si mesmos. Estrelas como Max Verstappen, Lewis Hamilton, Charles Leclerc e Fernando Alonso aparecem nas cenas, conferindo autenticidade e conexão direta com o universo real do esporte.

Para dar vida à história, as filmagens ocorreram em circuitos de corrida mundialmente conhecidos, como Silverstone, Monza e Spa-Francorchamps. Os atores Brad Pitt e Damson Idris passaram por um rigoroso treinamento, testando carros de Fórmula 3 e Fórmula 2, o que contribuiu para as cenas de corrida realistas e carregadas de adrenalina. Essa atenção aos detalhes, combinada com tecnologia de ponta, permite que o público vivencie a emoção das pistas, especialmente nas salas IMAX e XD, onde imagem e som oferecem uma sensação quase palpável da velocidade.

Embora a corrida seja o cenário principal, o filme explora temas universais como redenção, desafios pessoais e relacionamentos complexos. A rivalidade entre Sonny e Joshua vai além da competição, revelando conflitos internos e a busca por respeito e reconhecimento. A personagem Kate, por sua vez, traz uma perspectiva feminina importante, mostrando a força das mulheres no mundo da Fórmula 1, ainda majoritariamente masculino.

Estreia mundial e disponibilidade

O filme teve sua estreia mundial no Radio City Music Hall, em Nova York, em junho de 2025, seguido pela estreia europeia em Londres e pelo lançamento oficial no Brasil e em Portugal. Inicialmente, os direitos de distribuição foram adquiridos pela Apple, que manterá o filme disponível no Apple TV+ em data futura, enquanto a Warner Bros. Pictures ficou responsável pela distribuição teatral e home entertainment.

Saiba qual filme vai passar na Supercine deste sábado (09/08)

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite do próximo sábado, 9 de agosto de 2025, a TV Globo leva ao ar no Supercine o longa-metragem O Amanhã é Hoje, uma produção espanhola que combina comédia, drama e fantasia para contar a história de uma família comum que, de repente, se vê transportada para um futuro repleto de mudanças tecnológicas e sociais.

De acordo com informações do AdoroCinema, dirigido por Nacho G. Velilla, o longa é estrelado por Carmen Machi, Javier Gutiérrez e Carla Díaz e se passa inicialmente no verão espanhol de 1991. É nesse cenário ensolarado, entre praias, roupas coloridas e a energia de uma década marcada pela música pop e pela ausência de smartphones, que a narrativa começa a se desenrolar.

O filme, que também está disponível por assinatura no Amazon Prime Video, promete uma sessão de sábado à noite cheia de momentos divertidos, mas também de situações que convidam à reflexão sobre o tempo, as relações e as transformações do mundo.

O enredo: quando um dia muda para sempre

A trama acompanha uma grande família durante as férias em uma praia espanhola. Entre os integrantes, está Lulu (interpretada por Carla Díaz), uma adolescente que vive o turbilhão de emoções típico da idade. Após uma discussão familiar, ela decide fugir com o namorado — um gesto impulsivo, mas carregado de intenções dramáticas, como se quisesse dizer aos pais que precisa ser ouvida.

No entanto, seus planos são interrompidos por uma tempestade inesperada. E não se trata de qualquer chuva de verão: o fenômeno meteorológico desencadeia algo inexplicável. Quando a tempestade passa, os pais de Lulu — vividos por Carmen Machi e Javier Gutiérrez — descobrem que não estão mais no mesmo tempo.

O ano não é mais 1991. É 2022.

O choque do futuro

O que para o espectador pode ser apenas uma mudança numérica de três décadas, para os personagens é um mergulho em um universo completamente novo. A Espanha que eles conheciam já não existe como antes. Os telefones públicos desapareceram, substituídos por celulares com telas sensíveis ao toque. As ruas estão cheias de pessoas com fones de ouvido sem fio, e as conversas acontecem tanto pessoalmente quanto por mensagens instantâneas.

O filme explora, com humor e uma pitada de melancolia, a reação dos pais diante dessas novidades: a alta tecnologia, as novas formas de comportamento e comunicação, a diversidade mais visível, os costumes reformulados. É um retrato divertido e, ao mesmo tempo, realista do choque cultural que qualquer pessoa sentiria ao pular 31 anos no tempo.

Mais do que isso, “O Amanhã é Hoje” usa o artifício da viagem temporal para falar de temas universais: a passagem do tempo, a dificuldade de adaptação e, sobretudo, a importância da família como ponto de referência, independentemente da época.

Humor e emoção na medida certa

O diretor Nacho G. Velilla é conhecido por equilibrar comédia e emoção em seus trabalhos. Aqui, ele constrói cenas hilárias — como o momento em que os personagens tentam entender um aplicativo de mensagens — ao lado de diálogos carregados de afeto e saudade.

As piadas não estão apenas no texto, mas também na atuação física dos atores, que exageram de forma proposital os gestos e reações para realçar o contraste entre os anos 1990 e o presente. Mas, por trás das gargalhadas, o roteiro traz momentos de introspecção. Afinal, o que fazer quando se percebe que perdeu anos da vida em um piscar de olhos?

Elenco que dá vida ao tempo

Além do trio principal, o filme conta com um elenco de peso no cinema espanhol: Asier Rikarte, Pepón Nieto, Antonia San Juan, Silvia Abril, Marta Fernández-Muro, Antonio Pagudo, Mina El Hammani, Aixa Villagrán, Gabriel Guevara, Toni Garrido, Elena de Lara, Blanca Tamarit e Claudia García.

Carmen Machi e Javier Gutiérrez, intérpretes dos pais de Lulu, entregam atuações que transitam com naturalidade entre o exagero cômico e a vulnerabilidade emocional. Carla Díaz, por sua vez, traz para Lulu uma intensidade que ajuda o público a entender que a trama não é apenas sobre pais deslocados, mas também sobre os conflitos e buscas da juventude.

Reflexões que ficam após a sessão

Apesar de seu tom leve e divertido, o longa deixa algumas questões no ar. O que faríamos se pudéssemos ver o futuro? Como lidaríamos com a constatação de que as pessoas e os lugares que conhecemos mudaram — e nós não participamos desse processo?

O roteiro não oferece respostas definitivas, mas provoca reflexões. Em tempos de avanço tecnológico acelerado, a experiência dos personagens serve como metáfora para a sensação que muitos já têm: de que o mundo muda mais rápido do que conseguimos acompanhar.

Por que vale a pena assistir

Em um mundo em que a rotina e as obrigações muitas vezes nos impedem de parar para refletir sobre nossas relações, “O Amanhã é Hoje” oferece um respiro. É entretenimento, sim, mas também um convite para pensar sobre como o tempo molda quem somos — e sobre como, no fim, o que realmente importa são as conexões humanas.

Ao levar essa história para a televisão aberta, o Supercine mantém sua tradição de apresentar filmes que equilibram diversão e conteúdo. Para quem gosta de rir, se emocionar e, de quebra, se lembrar de como eram as coisas antes da internet, esta é uma ótima pedida.


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