Superman já tem data oficial para chegar ao streaming no Brasil — veja onde assistir ao novo épico da DC!

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Atualmente nos cartaz das telonas levando uma nova abordagem para o herói mais icônico da cultura pop, Superman já tem data marcada para chegar ao streaming no Brasil. A partir do dia 26 de agosto, os fãs poderão conferir em casa a superestreia que marcou o início de uma nova era para o universo cinematográfico da DC.

Disponível nas principais plataformas de aluguel digital — como Apple TV, Prime Video, Google Play e Claro TV+ — o longa chega com força total, após um desempenho estável nas bilheterias e uma recepção positiva da crítica. Nos Estados Unidos, o lançamento digital rola um pouco antes: 15 de agosto, com exclusividade inicial no Prime Video. As informações são do O Vício.

Mas o que torna essa versão do Superman tão especial? A resposta vai muito além dos efeitos visuais ou da clássica capa vermelha. Estamos falando de um novo ponto de partida, um reboot com alma, cérebro e coração — e que coloca o herói mais uma vez no centro da conversa cultural.

Um novo começo: James Gunn assume o leme

O filme marca o primeiro capítulo do novo DCU (DC Universe), agora sob o comando de James e Peter Safran, os chefes do recém-criado DC Studios. E, se depender da dupla, o caos do antigo universo compartilhado da DC fica definitivamente para trás. Gunn não só dirige como também assina o roteiro, inspirado nos quadrinhos de All-Star Superman, de Grant Morrison e Frank Quitely — uma das versões mais reverenciadas do herói nos últimos anos. O resultado é uma história que honra o passado, mas dialoga com o presente de forma inteligente e emocional.

Trama política, dilemas morais e um Superman mais humano

Diferente das abordagens anteriores mais sombrias ou distantes, Superman (2025) traz um Clark Kent mais próximo do público. Interpretado por David Corenswet, o personagem já atua como Superman há três anos quando a trama começa — e vive o desafio de equilibrar a identidade secreta de repórter em Metrópolis com a responsabilidade de ser um símbolo de esperança no mundo.

Mas essa esperança é colocada à prova. Envolvido em um conflito geopolítico entre os fictícios Borávia e Jarhanpur, Superman acaba caindo numa armadilha criada por ninguém menos que Lex Luthor — agora vivido por Nicholas Hoult em uma performance sutil, cínica e ameaçadora.

A grande virada vem quando Luthor utiliza um clone sinistro, o Ultraman, para manchar a reputação do herói. De salvador da Terra, Clark se torna o alvo número um da opinião pública — e isso abre espaço para um arco de reconstrução, dúvidas, queda e renascimento.

Krypto, Liga da Justiça e novos aliados

Se você achou que ia assistir mais do mesmo, é aí que o filme começa a subverter expectativas. Clark não está sozinho: mesmo isolado em uma dimensão artificial, ele conta com o apoio inesperado do seu fiel escudeiro de quatro patas, Krypto, o Supercão, que brilha em momentos de emoção e leveza.

O roteiro ainda introduz novos rostos do universo DC que têm tudo para crescer nos próximos filmes: a destemida Mulher-Gavião (Isabela Merced), o enigmático Metamorfo (Anthony Carrigan), o genial Senhor Incrível (Edi Gathegi) e o irreverente Lanterna Verde Guy Gardner, vivido por Nathan Fillion em um tom debochado que pode dividir opiniões — mas rouba a cena.

Vale a pena?

Vale. Mesmo que você não seja fã de quadrinhos ou tenha se cansado dos blockbusters de super-heróis, o longa-metragem entrega algo raro: coração verdadeiro. Não é um filme só sobre poderes — é sobre identidade, pertencimento, esperança e coragem. Se James continuar nesse caminho, pode ser que a DC finalmente tenha encontrado sua fórmula — que, ironicamente, é menos sobre explosões e mais sobre humanidade.

Quando O Brutalista chega ao streaming? Conheça o filme que consagrou Adrien Brody como grande vencedor do Oscar!

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Imagine um filme que não apenas conta uma história, mas esculpe emoções em concreto. Um drama que transita entre os escombros do passado e os traços brutos de um novo mundo. Assim é O Brutalista, o elogiado longa estrelado por Adrien Brody, que finalmente chega ao Brasil no dia 22 de agosto, diretamente no catálogo do Prime Video — sem custo adicional para os assinantes. As informações são do Rolling Stone.

Aclamado pela crítica, premiado nas maiores cerimônias de cinema do mundo e celebrado como uma das obras mais impactantes dos últimos anos, o filme é muito mais que uma experiência visual: é um mergulho profundo na alma de um homem que tenta reconstruir não apenas cidades, mas a própria vida.

Um protagonista em ruínas — e reconstrução

No centro da trama está László Toth, um arquiteto judeu-húngaro que sobreviveu ao Holocausto. Carregando cicatrizes visíveis e invisíveis, ele deixa para trás um continente marcado por horrores e imigra para os Estados Unidos com a esperança de começar de novo. Mas, como tantas outras histórias de recomeço, a dele é marcada por barreiras — culturais, emocionais e estruturais.

Interpretado com rara sensibilidade por Adrien Brody — que levou o Oscar de Melhor Ator por esse papel —, László é um homem calado, introspectivo, que vê na arquitetura não apenas uma profissão, mas uma linguagem para expressar tudo aquilo que não consegue dizer em palavras. Sua busca pelo “sonho americano” é menos sobre glória e mais sobre encontrar um lugar onde possa existir sem precisar apagar quem foi.

Qual é o significado do título?

O título do filme não é por acaso. “O Brutalista” faz referência ao movimento arquitetônico do brutalismo, conhecido pelo uso de concreto aparente, estruturas pesadas e formas geométricas rígidas. Um estilo que, à primeira vista, pode parecer duro, impessoal. Mas que, no contexto do filme, ganha outra camada: a de uma arquitetura emocional.

A dureza da forma espelha a dureza da vida. As estruturas frias e cinzentas não escondem imperfeições — ao contrário, as revelam. São como László: marcadas, resistentes, honestas.

Uma produção que respira cinema de verdade

Sob a direção de Brady Corbet, que também assina o roteiro ao lado de Mona Fastvold, “O Brutalista” é um exemplo raro de cinema autoral em larga escala. Filmado no formato clássico VistaVision — pouco utilizado hoje em dia —, o longa impressiona por seu visual imersivo e sua fotografia minuciosa, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Fotografia.

O elenco é um show à parte: Felicity Jones, Guy Pearce, Joe Alwyn, Raffey Cassidy, Stacy Martin, Emma Laird, Isaach de Bankolé e Alessandro Nivola formam um conjunto poderoso que dá vida a personagens que cruzam a trajetória de László, influenciando-o de formas sutis e, às vezes, devastadoras.

A trilha sonora, vencedora do Oscar de Melhor Trilha Original, mistura o industrial com o clássico, o melancólico com o épico. Cada nota parece dialogar com os ambientes frios e grandiosos do brutalismo, amplificando a solidão do protagonista e suas pequenas vitórias silenciosas.

Um caminho do anonimato à consagração

A jornada do filme foi, curiosamente, semelhante à do personagem principal: discreta, determinada e, no fim, gloriosa. “O Brutalista” teve sua estreia no prestigiado Festival de Veneza, em setembro de 2024, onde Corbet venceu o Leão de Prata de Melhor Direção.

Nos Estados Unidos, começou tímido, em poucas salas, arrecadando pouco mais de US$ 266 mil no fim de semana de estreia. Mas a força do boca a boca, as críticas entusiasmadas e o peso das premiações fizeram o longa crescer aos poucos. Em poucas semanas, já estava presente em mais de mil salas e ultrapassava os US$ 50 milhões de bilheteria mundial, com um custo de produção modesto: US$ 9,6 milhões.

Além das 10 indicações ao Oscar, o filme venceu em três categorias importantes e ainda conquistou três Globos de Ouro, incluindo Melhor Filme – Drama. O American Film Institute o incluiu na lista dos 10 melhores filmes do ano.

Duração longa, impacto ainda maior

O filme tem 215 minutos de duração — sim, são 3 horas e 35 minutos. Em exibições nas telonas dos cinemas, o longa foi dividido em duas partes com um intervalo de 15 minutos. No streaming, esse intervalo é simbólico, reduzido a cerca de um minuto, o que permite uma maratona contínua, caso você deseje (e consiga) encarar essa jornada emocional de uma vez só.

Mas não se assuste com o tempo. O filme não desperdiça um minuto sequer. Cada cena constrói, demole e reconstrói sensações, como um arquiteto que esboça, destrói e redesenha a mesma estrutura até que ela revele algo verdadeiro.

Por que você deveria assistir?

Porque “O Brutalista” é cinema feito com alma. Não é só uma história sobre um arquiteto; é sobre a busca de qualquer um que já precisou reconstruir sua vida após uma tragédia. É sobre lidar com o silêncio do luto, com a estranheza de um novo começo, com a rigidez do mundo e com a esperança de moldá-lo — nem que seja um pouquinho — ao nosso jeito de existir.


O Telefone Preto 2 | Tudo o que sabemos sobre a sequência sombria que promete expandir o universo de terror estrelado por Mason Thames

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A escuridão ainda ecoa. Depois do sucesso inesperado do primeiro filme, lançado em 2021, a Universal Pictures decidiu retornar ao porão abafado onde a tensão e o sobrenatural andam lado a lado. A sequência, intitulada O Telefone Preto 2, tem estreia marcada para o dia 17 de outubro de 2025, e promete ser mais do que uma simples continuação — está sendo anunciada como o início de uma nova franquia de terror. Mas o que sabemos até agora sobre essa volta ao universo perturbador criado por Joe Hill?

De conto a franquia: a origem do terror

O primeiro filme nasceu da mente criativa de Joe Hill, filho do mestre do horror Stephen King. A história curta, lançada em 2004, foi adaptada para o cinema pelo diretor Scott Derrickson, conhecido por filmes como O Exorcismo de Emily Rose (2005) e Doutor Estranho (2016). Com roteiro coescrito por C. Robert Cargill, o filme se destacou pelo clima opressor e uma tensão crescente, misturando violência realista e elementos sobrenaturais com uma delicadeza rara no gênero.

Na trama original, acompanhamos Finney, um garoto sequestrado por um misterioso assassino conhecido como O Agarrador. Trancado em um porão à prova de som, Finney encontra sua única chance de escapar em um telefone preto desconectado da parede — por onde ele começa a se comunicar com as almas das vítimas anteriores do serial killer.

A combinação entre o terror psicológico, o simbolismo do telefone e as atuações intensas fizeram do longa um sucesso tanto de crítica quanto de público. Com orçamento modesto, o filme arrecadou mais de US$ 161 milhões nas bilheteiras mundiais, se tornando uma das grandes surpresas do terror nos últimos anos.

Uma sequência que ninguém esperava — e agora todos querem

Mesmo com o final do primeiro filme sugerindo um encerramento sólido para a jornada de Finney, o próprio Joe Hill não descartou a possibilidade de expandir esse universo sombrio. Segundo Scott Derrickson, o autor apresentou uma “ideia maravilhosa” para uma sequência — e a recepção calorosa do público serviu como combustível para que esse plano saísse do papel.

Agora, O Telefone Preto 2 vem sendo trabalhado como algo ainda maior. Não apenas uma continuação, mas uma porta de entrada para um universo narrativo mais amplo, algo nos moldes de franquias como Invocação do Mal ou Atividade Paranormal. Mas ao contrário dessas sagas, a aposta aqui é no horror psicológico com atmosfera sufocante, quase teatral, onde os personagens precisam lidar tanto com monstros reais quanto com os próprios traumas.

O elenco retorna — e ganha reforços

Um dos grandes trunfos do primeiro filme foi o elenco. Felizmente, os principais nomes estão de volta.

Mason Thames retorna ao papel de Finney, o jovem protagonista que sobreviveu a um dos piores horrores imagináveis. O ator, que desde então tem se destacado em produções como For All Mankind (Apple TV+), carrega agora o peso de aprofundar um personagem marcado por perdas e cicatrizes invisíveis.

Ao seu lado, está novamente Madeleine McGraw, que vive Gwen, a irmã sensitiva de Finney. A jovem atriz, também conhecida por seu trabalho em Outcast e Toy Story 4 (voz de Bonnie), foi uma das grandes revelações do primeiro longa — equilibrando carisma, inocência e intensidade emocional em uma atuação memorável.

O sempre versátil Ethan Hawke também está confirmado, reprisando o perturbador papel do vilão conhecido como O Agarrador. Hawke, que raramente se aventura por vilões tão extremos, entregou uma performance impactante e desconcertante, usando gestos sutis, mudanças de tom e, claro, as icônicas máscaras criadas por Tom Savini para dar vida ao assassino.

Jeremy Davies, no papel do problemático pai de Finney e Gwen, também retorna. Com passagens por séries como Lost e Justified, Davies oferece sempre um tom emocionalmente denso, o que deve se intensificar ainda mais agora que seu personagem carrega a culpa por não ter protegido os filhos.

Outra presença confirmada é Miguel Cazarez Mora, que viveu Robin, o espírito de uma das vítimas do Agarrador. Sua atuação como um tipo de mentor espiritual para Finney foi um dos elementos mais tocantes do primeiro filme.

A grande novidade no elenco é o premiado ator Demián Bichir, indicado ao Oscar por Uma Vida Melhor (2011). Ainda não há detalhes sobre seu personagem, mas sua entrada no universo do terror psicológico já está gerando grande expectativa entre os fãs do gênero.

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Nos bastidores

A sequência mantém Scott Derrickson na direção, além de contar novamente com C. Robert Cargill no roteiro e produção. A dupla, que também colaborou em A Entidade (2012), é conhecida por seu domínio da construção de tensão e da ambientação sombria. A produção executiva ainda conta com Jason Blum, nome por trás da Blumhouse Productions, responsável por reviver o terror moderno com hits como Corra! e Fragmentado.

As filmagens começaram em novembro de 2024, em Toronto, sob o título de produção Mysterium. A expectativa é de que as gravações se encerrem em janeiro de 2025, mantendo um cronograma apertado, mas promissor. Até o momento, detalhes da trama estão sendo mantidos em segredo absoluto — uma estratégia comum em franquias que apostam no impacto das revelações.

O que esperar de O Telefone Preto 2?

Embora ainda não haja uma sinopse oficial, especulações indicam que o novo filme pode expandir o universo espiritual criado no primeiro longa. Será que outras crianças também conseguiram se comunicar com o além? Quem são as vozes que atendem do outro lado da linha? O retorno do Agarrador também levanta uma pergunta crucial: estamos lidando com uma nova manifestação sobrenatural ou há mais por trás da figura desse vilão do que imaginávamos?

Outro ponto que desperta curiosidade é o papel de Gwen. Sua mediunidade será aprofundada? Teremos um novo tipo de antagonista? A presença de Demián Bichir no elenco pode indicar a introdução de figuras com conhecimento paranormal — como investigadores, médiuns ou até novos assassinos.

Além disso, o visual icônico das máscaras — que já são quase um símbolo da franquia — deve voltar com novas variações. Joe Hill chegou a mencionar que elas foram parte da inspiração para construir uma sequência, o que sugere que elas podem ter até um significado mais profundo do que o inicialmente mostrado.

Caminho para o futuro

A estratégia de transformar a história em franquia não é acidental. Em tempos em que o terror se consolida como um dos gêneros mais lucrativos e artisticamente férteis do cinema, a Universal aposta em expandir esse universo com histórias que se comunicam, mas que também podem caminhar por si só. Se bem-sucedido, a sequência pode abrir espaço para prequels, spin-offs e outras histórias ambientadas no mesmo universo, explorando temas como mediunidade, violência doméstica, luto e redenção — sempre com o terror como pano de fundo.

Quando chega aos cinemas Invocação do Mal 4: O Último Ritual? Saiba tudo sobre o encerramento da saga dos Warren

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Os fãs do terror já podem se preparar: a tão esperada continuação da saga dos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren está chegando às telonas brasileiras no dia 4 de setembro de 2025 — um dia antes da estreia nos Estados Unidos. Intitulado Invocação do Mal 4: O Último Ritual, este capítulo promete encerrar com força total a jornada do casal mais famoso do cinema assustador.

O que aguardar desse último capítulo?

Depois de três filmes que conquistaram o público ao redor do mundo com histórias baseadas nos relatos reais dos Warrens, essa nova produção chega com o compromisso de elevar ainda mais o suspense, a tensão e as aparições sobrenaturais. Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam para viver Ed e Lorraine Warren, trazendo toda a humanidade e emoção que já conquistaram os fãs. A química entre os atores e a mistura do terror clássico com dramas pessoais é o que mantém a franquia viva e relevante.

Além deles, o elenco traz nomes como Mia Tomlinson, que interpreta Judy Warren — a filha do casal, cuja presença adiciona uma camada nova e interessante à trama. Ben Hardy também aparece como Tony Spera, namorado de Judy, prometendo dinamizar as relações familiares e o drama da história. Com Steve Coulter no papel do Padre Gordon e outros atores de peso, o filme aposta numa equipe sólida para criar uma atmosfera ainda mais envolvente e aterrorizante.

Quem são os Warrens?

Para quem não conhece bem a história por trás da franquia, Ed e Lorraine Warren foram um casal real que se tornou referência em investigações paranormais. Eles trabalharam em casos famosos, como o do Amityville — que inspirou dezenas de filmes e documentários — e em muitos outros fenômenos ligados a possessões, exorcismos e aparições. Seus relatos foram a base para a criação do universo de “Invocação do Mal”, que mistura ficção e fatos reais para provocar medo e reflexão. Desde o lançamento do primeiro filme, em 2013, a série se transformou em um sucesso internacional, combinando sustos bem construídos, histórias emocionantes e uma mitologia que cresceu ao longo dos anos. Spin-offs como “Annabelle” e “A Freira” expandiram ainda mais esse universo, dando novas cores e detalhes à trama dos Warrens.

Por dentro da produção

O diretor Michael Chaves, que comandou o terceiro filme, volta para essa despedida da série. Em entrevistas, ele já adiantou que o roteiro traz um desfecho marcante, que une emoção e terror numa mistura que promete agradar aos fãs mais fiéis. Os produtores James Wan e Peter Safran, que desde o começo vêm garantindo a identidade da franquia, retornam para supervisionar a qualidade do projeto. James Wan, especialmente, é um nome que dispensa apresentações no gênero, sendo o criador do primeiro “Invocação do Mal” e dos spin-offs. O roteiro, escrito por David Leslie Johnson-McGoldrick com revisões de Ian Goldberg e Richard Naing, traz uma narrativa consistente e carregada de tensão, buscando fechar todas as pontas soltas e aprofundar os personagens sem perder o ritmo do suspense.

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Cenário, filmagens e trilha sonora

As filmagens começaram no final de 2024, em Londres, cenário escolhido para dar uma nova textura visual ao filme. A ambientação europeia adiciona um clima mais sombrio e clássico, que casa perfeitamente com a atmosfera assustadora da história. Na trilha sonora, houve uma novidade: Benjamin Wallfisch assume a composição musical, substituindo Joseph Bishara, que marcou presença nas trilhas anteriores da franquia. Wallfisch é conhecido por criar atmosferas sonoras intensas e cheias de suspense, o que deve ajudar a elevar ainda mais o impacto emocional e aterrorizante do filme.

Os personagens que você vai ver

O elenco principal retorna com Vera Farmiga, conhecida por sua atuação intensa como Lorraine Warren e Patrick Wilson, que vive Ed Warren desde o começo da série (presente também em todos os filmes anteriores). Além deles, Mia Tomlinson assume o papel de Judy Warren, a filha do casal, trazendo uma nova dinâmica familiar para a trama — sua personagem começa a ganhar mais destaque nesta sequência. Ben Hardy interpreta Tony Spera, namorado de Judy, adicionando tensão e emoção ao enredo. Steve Coulter retorna como Padre Gordon (que apareceu em “Invocação do Mal 3: A Ordem do Diabo” de 2021), junto com outros nomes que prometem enriquecer a narrativa e intensificar o clima de mistério e suspense.

O que dizem os atores e a equipe

Vera Farmiga fala sobre seu papel com entusiasmo, destacando a oportunidade de explorar o lado mais sombrio e emocional do terror, enquanto Patrick Wilson reforça o desafio e a satisfação de dar vida a um homem que enfrenta forças que a ciência ainda não explica — e que faz tudo isso pelo amor à família. Michael Chaves ressalta que o filme não é só sobre assustar, mas também sobre fechar com chave de ouro a história desses personagens tão queridos, conectando tudo o que veio antes e dando um final à altura para os fãs.

Por que essa franquia faz tanto sucesso?

Invocação do Mal conquistou seu espaço ao misturar elementos tradicionais do terror com histórias inspiradas na vida real, o que aumenta o sentimento de veracidade e deixa o público mais envolvido — e, claro, mais assustado. Além disso, a franquia conseguiu construir um universo compartilhado, com spin-offs e histórias paralelas, algo raro no gênero de terror, que geralmente foca em narrativas isoladas. Isso amplia o interesse do público, cria conexões entre os filmes e mantém a saga viva e pulsante.

No Programa Silvio Santos de domingo (03/08), Patrícia Abravanel recebe Alexandre Pires, homenageia o grupo Raça Negra e lança nova estrela

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Neste domingo, 3 de agosto de 2025, o público de todo o Brasil tem um encontro marcado com a tradição, a música e a emoção em mais uma edição especial do “Programa Silvio Santos”. Sob o comando de Patrícia Abravanel, que vem ganhando cada vez mais espaço e desenvoltura no palco herdado do pai, a atração promete uma noite recheada de surpresas, homenagens e momentos que celebram a música popular brasileira em suas mais diversas formas. As informações são do O Planeta TV.

Desde a estreia do comando de Patricia, o programa tem passado por uma revitalização sutil, mas consistente, que mantém a essência que consagrou o formato, mas também imprime uma nova identidade, feita para um público mais jovem, sem perder o charme das gerações que acompanham o “Programa Silvio Santos” há décadas.

Alexandre Pires

Um dos grandes nomes confirmados para esta edição é o cantor Alexandre Pires, que retorna ao palco da atração para uma participação especial, trazendo sua voz única e um repertório que faz todo mundo cantar junto. Para quem cresceu nos anos 1990 e início dos anos 2000, o nome Alexandre Pires é sinônimo de sucesso, ritmo e emoção.

O cantor ficou mundialmente conhecido à frente do grupo Só Pra Contrariar (SPC), uma das maiores bandas de pagode da história do Brasil, responsável por clássicos que marcaram época e até hoje embalam festas, rádios e playlists. Músicas como “Depois do Prazer”, “Que Se Chama Amor” e “Mineirinho” são verdadeiros hinos para diferentes gerações, e nesta edição do programa, o público terá a oportunidade de reviver esses momentos com uma apresentação ao vivo, repleta de energia e emoção.

Além dos grandes sucessos que marcaram sua carreira com o SPC, Alexandre também aproveita a ocasião para apresentar novidades de sua trajetória solo, como a música “Beijo de Outro Ângulo”, parceria recente com o cantor sertanejo Murilo Huff. Essa mistura de estilos reforça a versatilidade do artista, que transita com naturalidade entre o samba, o pagode, o pop e o sertanejo, conquistando fãs de diferentes públicos.

Entre uma música e outra, Alexandre Pires participará dos quadros do programa, que são a marca registrada do “Silvio Santos”. Com muito bom humor e carisma, ele interage com Patricia Abravanel, contando histórias de bastidores, desafios da carreira e momentos curiosos que viveu ao longo dos anos. Essa troca descontraída faz parte do charme do programa e aproxima o artista do público, criando uma atmosfera intimista e divertida.

Raça Negra: a história de um ícone da música brasileira em homenagem emocionante

Outro ponto alto da edição será a homenagem ao grupo Raça Negra, um dos nomes mais respeitados e queridos da música popular brasileira. Com quase 40 anos de carreira, a banda tem uma trajetória marcada por sucessos incontestáveis e uma legião de fãs fiéis espalhados por todo o país.

Formado na década de 1980, o Raça Negra é reconhecido por ter popularizado o pagode romântico, com canções que falam diretamente ao coração e que se tornaram trilhas sonoras de histórias de amor, festas e encontros familiares. Hits como “Cheia de Manias”, “Cigana” e “É Tarde Demais” atravessam décadas e continuam em alta, seja nas rádios, nas plataformas digitais ou nas apresentações ao vivo.

A homenagem no programa promete ser uma celebração da carreira e do legado do grupo, com uma retrospectiva que inclui imagens raras, depoimentos emocionados dos integrantes e convidados especiais, além de manifestações dos fãs. A produção preparou ainda surpresas ao vivo, que certamente vão comover a plateia e quem assiste de casa.

Não Erre a Letra

Para os fãs dos quadros tradicionais do programa, uma novidade que promete divertir é a estreia do influenciador e cantor André Marinho no quadro “Não Erre a Letra”. Ex-integrante do grupo pop Br’oz, André traz seu carisma e talento para um desafio que mistura música, memória e bom humor.

O quadro “Não Erre a Letra” é conhecido por colocar artistas e convidados à prova para que eles cantem músicas populares, mas com letras embaralhadas, desafiando o conhecimento e a rapidez de raciocínio dos participantes. É um momento que sempre gera risadas, momentos espontâneos e muita interação com a plateia.

André, que hoje atua também como influenciador digital, promete trazer uma energia nova e leve para o quadro, encantando o público com sua simpatia e capacidade de improvisação. A participação dele traz ainda uma conexão especial para quem acompanha a música pop brasileira dos anos 2000, pois o Br’oz marcou época com seus hits e impacto na cultura jovem daquela época.

Patricia Abravanel: construindo seu espaço com carisma e naturalidade

Desde que assumiu o comando do programa, a filha de Silvio Santos vem mostrando sua habilidade natural para conduzir a atração sem perder a leveza, o humor e a emoção que são marcas registradas da atração. Mais do que herdeira do nome e do legado, a apresentadora tem conquistado o público com sua espontaneidade, carisma e capacidade de lidar com diferentes momentos, do humor descontraído às homenagens emocionantes.

Patricia conversa com o público e os convidados de um jeito simples e direto, como se estivesse falando com amigos em casa, o que deixa o clima do programa sempre leve e acolhedor — uma das maiores qualidades do “Programa Silvio Santos”. E, ao mesmo tempo, ela dá sua cara ao programa, mostrando que está no comando com segurança e que o legado está em boas mãos para continuar conquistando gerações.

Domingão com Huck de hoje (03/08) revela elenco da Dança dos Famosos e homenageia Taís Araújo no Linha do Tempo

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Neste domingo, 3 de agosto de 2025, o Domingão com Huck marca a estreia oficial da nova temporada da Dança dos Famosos 2025, em um programa recheado de reencontros, emoção e celebração da arte. Taís Araújo será a grande homenageada do quadro Linha do Tempo.

A temporada 2025 da Dança dos Famosos começa com a promessa de manter o alto nível de entretenimento e emoção que consagrou o quadro ao longo dos anos. No palco do Domingão com Huck, os 16 novos competidores serão apresentados ao público neste domingo (4), ao lado de seus professores. A cerimônia de revelação do elenco ocorre ao vivo, com direito a torcida, música e clima de festa.

Nas redes sociais, os primeiros nomes já foram confirmados: a cantora Wanessa Camargo e o influenciador Álvaro, que agora enfrentam o desafio de mostrar talento e resistência também na pista de dança. Outros nomes serão divulgados durante a transmissão, o que aumenta a expectativa dos fãs.

Além dos novos participantes, a atração também celebra o legado da competição. Estarão presentes no palco artistas que marcaram edições anteriores, como Gil do Vigor, Rafa Kalimann, Xande de Pilares, Carla Diaz, Lucy Alves, Thalita Morete, Lexa, Barbara Reis, Juliano Floss, MC Daniel, Samuel de Assis e Klara Castanho. O reencontro entre gerações promete uma das aberturas mais emocionantes dos últimos anos.

Campeãs recentes do reality também retornam ao palco: Tati Machado (vencedora de 2024), Priscila Fantin (2023) e Vitória Strada (2022) participarão da apresentação especial. A ideia é inspirar os novos competidores com histórias de superação, dedicação e conexão com o público.

Linha do Tempo homenageia Taís Araújo

A atriz Taís Araújo será a grande homenageada deste domingo no quadro Linha do Tempo, que revisita momentos marcantes da trajetória de personalidades brasileiras. Em cartaz atualmente na reprise de Vale Tudo como Raquel, e com mais de 30 anos de carreira, Taís fará uma viagem por suas conquistas pessoais e profissionais, desde os primeiros papéis na infância até se consolidar como uma das principais atrizes do país.

Imagens de arquivo, depoimentos de colegas de trabalho e familiares, e momentos marcantes da TV e do cinema irão compor a homenagem. Mais do que uma retrospectiva, o Linha do Tempo com Taís Araújo será um tributo à representatividade, ao talento e à força de uma artista que atravessa gerações.

Pequenos Gênios: talento que impressiona

O programa ainda exibe mais uma rodada do Pequenos Gênios, quadro que reúne crianças com altas habilidades cognitivas em desafios de memória, lógica e raciocínio. Em um país onde a educação é um tema sensível, o sucesso do quadro evidencia o interesse do público por histórias de jovens talentos que impressionam tanto pela inteligência quanto pelo carisma.

Tragédia do voo Voepass 2283: Domingo Espetacular de hoje (03/08) traz registros exclusivos e investigações inéditas

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Às 13h22 do dia 9 de agosto de 2024, o céu azul de um bairro tranquilo foi rompido por um som surdo, seco e definitivo. Em segundos, o que era silêncio virou caos. O avião da Voepass Linhas Aéreas, que seguia de Cascavel (PR) para São Paulo, caiu em parafuso sobre o condomínio Recanto Florido, levando consigo 62 vidas — entre elas médicos, professores, crianças, famílias inteiras.

Nesta semana em que a tragédia completa um ano, o Domingo Espetacular, da Record TV, apresenta uma reportagem especial que não se limita a rever o desastre. O programa mergulha fundo nas histórias humanas que ficaram enterradas sob os escombros, nas dúvidas que ainda pairam sobre a causa do acidente e nas dores que seguem vivas, dia após dia, para quem ficou. As informações são da Record TV.

O voo que não voltou

O ATR-72, matrícula PS-VPB, parecia mais uma aeronave rotineira da malha regional brasileira. O embarque, no aeroporto de Cascavel, começou por volta das 11h30. Passageiros com destino a reuniões, consultas médicas, eventos acadêmicos e reencontros familiares tomavam seus lugares. Nada anunciava o desfecho.

Mas 1 hora e 24 minutos depois da decolagem, o avião caiu em queda vertical. Especialistas chamam de “parafuso chato” — uma perda total de controle que faz a aeronave girar sobre si mesma até o impacto.

Testemunhas viram o avião em espiral no céu. Moradores ouviram o som da turbina cessando repentinamente antes do impacto, seguido de uma explosão. O que restou foi uma cratera, destroços carbonizados e uma dor que se espalhou por todo o país.

“Eu vi meu filho embarcar. Nunca pensei que seria a última vez”

No especial, o Domingo Espetacular traz relatos inéditos de familiares que, até hoje, tentam reconstruir suas rotinas em meio à ausência. A professora aposentada Ivone Bernardes, mãe de Gustavo, um dos oncologistas que embarcaram para um congresso em São Paulo, segura uma foto do filho durante a entrevista.

“Ele era meu único filho. O sonho dele era salvar vidas. E a vida dele foi levada por algo que ninguém explica direito até hoje.”

Na sala da casa dela, os quadros continuam nos mesmos lugares. A xícara do café, o porta-retratos, o jaleco no armário. Tudo ali. O tempo não passou. Ele apenas parou.

Imagens que congelam o tempo

O especial também revela vídeos feitos por passageiros minutos antes da decolagem. Um menino de quatro anos ri ao lado da irmã, segurando um ursinho de pelúcia. Um grupo de médicos tira uma selfie. Um casal celebra o aniversário de casamento. Momentos banais, íntimos e preciosos — que hoje se tornaram relíquias.

As imagens inéditas, obtidas com exclusividade pelo programa, são um soco no estômago e uma lembrança cruel de que por trás de estatísticas há sempre histórias, laços, afetos. Gente.

O que aconteceu com a aeronave?

Embora o relatório final do CENIPA ainda não tenha sido publicado, o que se sabe é que a queda foi repentina e catastrófica. Investigações iniciais apontaram para possível acúmulo de gelo nas asas, um problema conhecido na aviação com esse tipo de aeronave — o ATR-72. Mas o que preocupa especialistas é que alertas sobre manutenção precária e procedimentos operacionais inseguros já vinham sendo feitos nos bastidores da empresa.

Um ano depois, e ainda sem respostas

O avião caiu em agosto de 2024. Estamos em agosto de 2025. E o Brasil ainda não conhece o laudo final das causas do acidente. A Força Aérea Brasileira prometeu concluir os trabalhos até o fim do ano, mas para as famílias, o atraso é doloroso.

A Comissão Externa da Câmara dos Deputados, criada para acompanhar o caso, realizou apenas duas audiências públicas em um ano. Nenhum representante da Voepass prestou depoimento formal. O Ministério Público Federal abriu procedimento investigativo, mas os avanços são lentos.

Enquanto isso, a empresa continua operando voos — inclusive na mesma rota de Cascavel para São Paulo.

Quando e que horas vai passar?

A matéria completa vai ao ar neste domingo, 3 de agosto, às 20h30, na Record TV. A reportagem mergulha na dimensão mais profunda da tragédia: a humana. Porque um acidente não termina quando as sirenes param. Ele continua — nas vidas de quem ficou.

Saiba quais filmes vão passar na Sessão da Tarde (04/08 a 08/08)

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta segunda-feira, 4 de agosto, a TV Globo exibe um dos dramas mais emocionantes dos últimos anos na Sessão da Tarde: Paternidade (Fatherhood), estrelado por Kevin Hart, em um papel que foge totalmente da comédia escrachada que costuma marcar sua carreira. O filme, dirigido por Paul Weitz, mergulha fundo nos desafios da paternidade solo e no luto, e promete arrancar lágrimas e sorrisos do público brasileiro.

Baseado em uma história real, o longa traz à tona a jornada de Matthew Logelin, interpretado por Hart, um homem comum que se vê diante da missão extraordinária de criar sua filha recém-nascida sozinho, após a morte súbita de sua esposa — que falece um dia depois do parto. A narrativa é adaptada do livro de memórias “Two Kisses for Maddy: A Memoir of Loss and Love”, escrito pelo próprio Logelin, e traz uma perspectiva honesta, dolorosa e ao mesmo tempo reconfortante sobre como é perder tudo e, ainda assim, encontrar motivos para seguir em frente.

Drama com alma e coração

Engana-se quem pensa que Kevin Hart só sabe fazer rir. Em Paternidade, o ator mostra uma faceta mais contida, vulnerável e, acima de tudo, humana. Seu personagem não é um super-herói, nem um pai perfeito. Matthew é um homem que chora escondido no banheiro, que tropeça em fraldas, que se perde na rotina e que sente medo de não ser suficiente. E é exatamente por isso que o filme funciona tão bem: ele retrata o cotidiano de um pai real, falho, mas incrivelmente dedicado.

Ao lado de Hart, o elenco conta com Melody Hurd, no papel da pequena Maddy Logelin, que brilha em tela com uma presença encantadora e natural. Alfre Woodard, como a sogra Marian, adiciona uma camada de conflito e afeto, representando o lado da família que não confia totalmente na capacidade de Matthew como pai solo. Lil Rel Howery, DeWanda Wise, Paul Reiser e Anthony Carrigan completam o time, equilibrando momentos de leveza com toques de reflexão.

Dublagem brasileira ajuda a dar ainda mais emoção

Para o público que acompanhará o longa, a versão dublada promete reforçar ainda mais o impacto emocional da história. As vozes de Marcelo Garcia, Carina Eiras, Rodrigo Oliveira, Telma da Costa, Mário Cardoso e Manuela Mota emprestam carisma e emoção aos personagens, mantendo a essência da performance original sem perder a fluidez que os brasileiros já esperam das produções dubladas da TV Globo.

Nesta terça, 5 de agosto, a sua tarde traz uma comédia romântica cheia de emoção, conflitos familiares e representatividade latina. A Globo exibe o filme “O Pai da Noiva” (Father of the Bride, 2022), uma releitura moderna do clássico de mesmo nome, estrelado agora por Andy García e Gloria Estefan. Dirigido por Gaz Alazraki, o longa foi originalmente lançado pela HBO Max e é a terceira adaptação cinematográfica do romance de Edward Streeter — sim, aquela história que atravessa gerações.

Diferente das versões anteriores, esta nova edição abraça a diversidade cultural ao retratar uma família cubano-americana de Miami enfrentando as típicas turbulências emocionais que um casamento pode provocar — principalmente quando envolve tradições diferentes, segredos familiares e pais com dificuldade de deixar os filhos alçarem voo.

Um casamento, dois pais e muitas confusões

A trama gira em torno de Billy Herrera (Andy García), um renomado arquiteto que vê seu mundo desmoronar quando a esposa Ingrid (Gloria Estefan) anuncia que quer o divórcio. O casamento está por um fio, mas antes que o casal possa contar a novidade às filhas, a mais velha, Sofia (Adria Arjona), chega com uma bomba ainda maior: está noiva e quer se casar em apenas um mês.

Para evitar atritos durante os preparativos, Billy e Ingrid decidem esconder o pedido de divórcio. Mas a situação vai ficando cada vez mais tensa quando Billy descobre que a cerimônia não será nada tradicional. Sofia e o noivo Adan (Diego Boneta) querem um casamento simples, longe dos padrões luxuosos que Billy sonhava — e pior: querem se mudar para o México para trabalhar em uma ONG. O conservador pai da noiva não gosta da ideia, tampouco do genro, e tenta controlar tudo como sempre fez.

Como se não bastasse, entra em cena Hernan (Pedro Damián), o milionário e extravagante pai de Adan. Disposto a bancar a festa, Hernan irrita Billy ao tentar “comprar” o controle do casamento. Os dois pais travam um duelo silencioso — com direito a festas em iates, mansões em ilhas e muito ego ferido no caminho.

Amor, crise e reconciliação

Entre desentendimentos, vestidos sob medida e tradições confrontadas, a história vai ganhando profundidade. Sofia tenta conciliar os desejos de todos, enquanto a irmã mais nova, Cora (Isabela Merced), luta para se firmar como estilista e deixar sua marca no grande dia. Há espaço também para reconciliações, como a de Billy com sua própria vulnerabilidade e o reencontro emocional com Ingrid, sua companheira de tantos anos.

A tempestade literal que atinge a cidade na véspera do casamento funciona como metáfora dos conflitos familiares — e também como gatilho para uma união mais sincera entre os Herrera e os Castillo. Quando a ponte que leva ao local da cerimônia desmorona, todos precisam trabalhar juntos para salvar o grande dia, que acaba sendo celebrado de forma improvisada e cheia de carinho na casa da família.

Elenco afinado e diversidade em foco

O elenco é um dos grandes trunfos da produção. Andy García entrega um pai orgulhoso, cabeça-dura, mas cheio de camadas. Gloria Estefan, em uma rara atuação dramática, dá vida a uma mulher cansada das imposições do marido, mas ainda aberta ao recomeço. Adria Arjona, Isabela Merced e Diego Boneta completam o time com atuações carismáticas, representando uma nova geração que desafia os moldes tradicionais sem abrir mão da empatia e do respeito.

Com direção do mexicano Gaz Alazraki (Club de Cuervos), o filme aposta no humor leve, no calor humano e na representatividade latina. A ambientação em Miami, os diálogos bilíngues e os conflitos geracionais dão um frescor ao enredo já conhecido — e mostram que, mesmo depois de tantas versões, a história de um pai aprendendo a deixar a filha partir ainda encontra eco em muitas famílias.

Na quarta (6), a TV aberta traz um respiro de leveza com Imagine Só! (2009), uma comédia familiar recheada de fantasia, ternura e boas risadas. Estrelado por Eddie Murphy, o longa acompanha um pai workaholic que redescobre o valor da imaginação — e da paternidade — ao lado da filha de 8 anos.

Murphy interpreta Evan Danielson, um executivo do mercado financeiro que está em plena crise profissional e pessoal. Divorciado e desconectado da própria filha, ele vive pressionado por resultados e à sombra do rival excêntrico Johnny Pena Branca (Thomas Haden Church). É então que sua filha Olivia (vivida pela jovem Yara Shahidi, que mais tarde se tornaria estrela da série Black-ish) o convida para entrar em seu universo secreto, onde princesas imaginárias e um cobertor mágico chamado “betoa” guiam decisões importantes.

Entre um toque de ternura e outro de nonsense, Evan passa a ouvir os conselhos do mundo encantado da filha — e, para surpresa geral, começa a se dar muito bem no trabalho. Mas o que começa como uma estratégia desesperada logo se transforma numa reconexão verdadeira entre pai e filha.

Bastidores curiosos e trilha sonora nostálgica

Imagine That (título original) é uma coprodução entre a Paramount Pictures e a Nickelodeon Movies, e marca uma fase em que Eddie Murphy buscava se reinventar em comédias voltadas ao público infantil. Dirigido por Karey Kirkpatrick, o filme também conta com participações de Martin Sheen, Nicole Ari Parker e aparições dos jogadores da NBA Allen Iverson e Carmelo Anthony.

Apesar do carisma do elenco, o longa não teve boa performance nas bilheteiras: arrecadou pouco mais de 22 milhões de dólares no mundo todo, bem abaixo das expectativas. No Brasil, ele nem chegou aos cinemas — foi lançado diretamente em DVD com o título Imagine Só! (antes disso, chegou a ser anunciado como Minha Filha é um Sonho).

A trilha sonora é outro destaque: assinada por Mark Mancina, inclui releituras de clássicos dos Beatles, como “Here Comes the Sun”, “Nowhere Man” e “All You Need Is Love” — que, aliás, não poderia combinar melhor com a mensagem do filme.

A quinta-feira, 7, promete altas doses de adrenalina com Tomb Raider: A Origem (2018), filme que marca o retorno da icônica heroína dos games às telonas — agora em uma versão mais realista e pé no chão, estrelada por Alicia Vikander. O longa é um reboot da franquia e acompanha os primeiros passos de Lara Croft, antes de se tornar a lendária caçadora de tesouros.

Na trama, Lara é uma jovem independente que ganha a vida fazendo entregas de bicicleta pelas ruas de Londres. Seu passado está marcado pelo desaparecimento do pai, o milionário e arqueólogo Lord Richard Croft (vivido por Dominic West). Quando descobre pistas sobre o último paradeiro dele, Lara decide ir até uma ilha misteriosa no mar do Japão — e o que começa como uma tentativa de reencontro familiar se transforma numa missão de sobrevivência cheia de armadilhas, inimigos sombrios e segredos milenares.

O vilão da vez é Mathias Vogel (interpretado por Walton Goggins), membro de uma organização secreta chamada Trinity, que está na ilha com seus próprios objetivos. Lara, ao lado do capitão de barco Lu Ren (Daniel Wu), precisa correr contra o tempo para impedir que algo perigoso seja libertado.

Uma Lara Croft menos “super-heroína”, mais humana

Diferente da versão explosiva interpretada por Angelina Jolie nos anos 2000, esta nova Lara é mais vulnerável e cheia de falhas — e é justamente isso que a torna interessante. Alicia Vikander, vencedora do Oscar, entrega uma personagem determinada, atlética, mas sem perder a humanidade. Ao longo do filme, ela apanha, cai, sangra e, ainda assim, se levanta.

O filme é inspirado diretamente no game homônimo lançado em 2013, que também foi um reboot da franquia original, atualizando a personagem para um público mais exigente e contemporâneo. A direção é de Roar Uthaug, cineasta norueguês com experiência em filmes de ação e desastre.

Bastidores e recepção

O filme foi filmado em locações diversas, como a Cidade do Cabo, na África do Sul, e o interior da Inglaterra, trazendo visuais que reforçam o clima de aventura. Lançado em 2018, o filme arrecadou cerca de US$ 273 milhões no mundo todo, superando o segundo longa da era Angelina Jolie. A crítica, porém, foi dividida: enquanto alguns elogiaram o realismo e a performance de Vikander, outros apontaram problemas no ritmo e no desenvolvimento da trama.

Na sexta, 8 de agosto, a emissora reapresenta um dos maiores sucessos do cinema nacional na Sessão da Tarde: 2 Filhos de Francisco. Muito mais do que um drama musical ou uma biografia de uma das duplas sertanejas mais famosas do país, o filme é uma poderosa ode à persistência familiar, à fé inabalável de um pai e ao Brasil profundo que ainda pulsa em cada esquina do sertão.

Com direção sensível de Breno Silveira (1964–2022), o longa foi lançado em 2005 e conquistou plateias por todo o país, tornando-se um marco não apenas na bilheteria — ultrapassando 5 milhões de espectadores — mas também no imaginário emocional do povo brasileiro.

Na pequena Capela do Rio do Peixe, interior de Goiás, começa a jornada de Francisco Camargo, vivido com imensa sensibilidade por Ângelo Antônio. Lavrador humilde, Francisco carrega no peito uma certeza teimosa: de que dois de seus nove filhos se tornarão músicos famosos. Não é só ambição — é a convicção de que a arte pode ser o caminho da salvação.

É nesse chão vermelho, marcado por dificuldades e um cotidiano simples, que nasce o primeiro embrião da dupla Zezé Di Camargo & Luciano. Antes de serem nomes conhecidos nos palcos e rádios, eram apenas Mirosmar e Emival, dois garotos com um acordeão, um violão e uma esperança costurada pelo olhar insistente do pai.

A trajetória da dupla infantil ganha impulso com o apoio do empresário Miranda (interpretado por José Dumont), até que um acidente trágico interrompe abruptamente os planos: Emival morre, e Mirosmar mergulha no luto.

Esse é um dos momentos mais comoventes do longa — não apenas pela dor real retratada, mas pela maneira com que o filme respeita o silêncio do trauma, sem precisar de melodrama excessivo. A ausência do irmão vira cicatriz, mas também combustível.

Depois da perda, Mirosmar (interpretado por Márcio Kieling e depois por Dáblio Moreira, na infância) tenta, falha, insiste. Casado, pai de duas meninas e às voltas com dificuldades financeiras, ele vê sua carreira estagnar — até surgir Welson, o irmão mais novo, futuro Luciano (interpretado por Thiago Mendonça e Wigor Lima na infância). É com ele que finalmente nasce a dupla que conquistaria o Brasil.

Amor de pai, fé que move montanhas

Muito antes de estarem em capas de revistas ou em palcos iluminados, Zezé e Luciano foram dois garotos carregados pelo amor obstinado de um homem simples, que não media esforços para ver os filhos brilharem.

O retrato de Francisco — com sua dureza às vezes ríspida, mas sempre amorosa — foi tão marcante que rendeu a Ângelo Antônio o prêmio de Melhor Ator no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Dira Paes, como a mãe, Helena, também oferece um contraponto de sensibilidade e acolhimento, vencendo como Melhor Atriz Coadjuvante. Thiago Mendonça, no papel de Luciano adulto, também foi premiado por sua atuação.

Roll Over and Die ganha novo teaser e anuncia elenco de peso para estreia em 2026

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Foto: Reprodução/ Internet

O universo dos animes acaba de receber uma nova promessa para 2026. A aguardada adaptação de Roll Over and Die: I Will Fight for an Ordinary Life with My Love and Cursed Sword! revelou nesta semana um novo teaser trailer e confirmou os nomes que darão voz aos personagens principais. A produção, que mistura fantasia sombria com temas de superação e afeto, é baseada na light novel homônima escrita por kiki — e vem chamando atenção por tratar temas delicados com uma abordagem mais madura e emocional.

A prévia divulgada apresenta um vislumbre do tom dramático da série e dá uma boa ideia do que os fãs podem esperar: batalhas intensas, personagens densos e uma protagonista que desafia o rótulo de “heroína tradicional”. No vídeo que você pode conferir logo abaixo é possível sentir a carga emocional da narrativa, com destaque para o laço entre Flum Apricot e Milkit, as duas protagonistas que compartilham não apenas uma jornada de sobrevivência, mas também um vínculo afetivo crescente.

Entre as novidades, o anúncio do elenco de voz empolgou o público. Flum será dublada por Ayaka Nanase, enquanto Miku Itou emprestará sua voz à tímida e leal Milkit. A escalação também inclui nomes conhecidos, como Misaki Kuno, Takaya Kuroda e Aya Endo, compondo um grupo diversificado que deve dar profundidade e autenticidade aos personagens. Ao todo, sete novos dubladores foram revelados, sinalizando que a produção está avançando a passos largos.

A direção do anime está nas mãos de Nobuhara Kamanaka, que lidera a equipe do estúdio A.C.G.T. Já o roteiro fica por conta de Mariko Kunisawa, que já mostrou talento em narrativas protagonizadas por mulheres fortes em Ascendance of a Bookworm. A trilha sonora será composta por Ryo Takahashi, responsável por títulos como Arifureta, prometendo momentos de tensão e emoção na medida certa.

Com cinco volumes publicados da light novel até agora, Roll Over and Die já tem uma base fiel de leitores. A série ganhou ainda mais força com a versão em mangá, ilustrada por Sunao Minakata e publicada na revista Comic Ride, que já conta com sete volumes encadernados. A chegada do anime, portanto, marca um novo capítulo para a obra — e aumenta a expectativa entre fãs do gênero dark fantasy.

A história gira em torno de Flum Apricot, uma jovem escolhida para integrar um grupo de heróis, mas que logo é traída, vendida como escrava e dada como morta. Tudo muda quando ela encontra uma espada amaldiçoada que, ironicamente, lhe dá poder ao invés de destruí-la. A partir daí, ela embarca em uma jornada ao lado de Milkit para descobrir não apenas os segredos por trás de seu mundo, mas também para tentar viver, pela primeira vez, uma vida comum — ou pelo menos algo próximo disso.

O diferencial da obra está na maneira como aborda temas como abuso, preconceito e o desejo de se reconstruir emocionalmente. Não é à toa que o título chama a atenção com sua proposta direta: “Roll over and die” (“role e morra”, em tradução livre) não é apenas uma provocação — é uma crítica ao destino imposto à protagonista e à forma como ela o desafia. Mais do que sobrevivência, Flum busca dignidade, afeto e pertencimento.

Outro ponto que deve chamar atenção na adaptação animada é a representação do relacionamento entre Flum e Milkit. Diferente de outros animes que tratam relações sáficas de forma superficial ou fetichizada, a obra aposta em um desenvolvimento emocional genuíno. As duas compartilham traumas, mas também constroem juntas um tipo de intimidade baseado no respeito e na cumplicidade.

Visualmente, o teaser indica que o anime vai apostar em uma paleta mais fria, com cenários sombrios e uma estética que remete à decadência de um mundo corrompido. Os primeiros character designs divulgados reforçam essa identidade visual: traços delicados contrastando com expressões marcadas pela dor. Tudo aponta para uma adaptação que não pretende suavizar a carga emocional da obra original.

Ainda sem data exata de estreia, o anime deve chegar às telas japonesas em algum momento de 2026. A expectativa é que a série também seja licenciada para streaming no Ocidente, dada a crescente popularidade de histórias que mesclam fantasia sombria com temáticas mais adultas. Com o mercado cada vez mais aberto a esse tipo de narrativa, a produção pode se destacar como um dos títulos mais impactantes do ano.

Para os fãs que buscam uma história diferente, com protagonistas femininas fortes, temas sensíveis tratados com respeito e uma dose intensa de emoção, a adaptação promete entregar tudo isso — e mais. E para quem ainda não conhece a obra, talvez seja a hora certa de mergulhar nas páginas da light novel ou do mangá, e acompanhar desde já a trajetória de Flum e Milkit.

Fantástico deste domingo (03/08) recebe Junior, Whindersson Nunes e Fábio Assunção

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 3 de agosto de 2025, o Fantástico vai ao ar com um trio de convidados que trazem, cada um à sua maneira, histórias que tocam fundo. O cantor Junior Lima, o humorista e artista multifacetado Whindersson Nunes e o ator Fábio Assunção se encontram no programa para dividir experiências de vida, redescobertas pessoais e novas fases profissionais que prometem mexer com o público. As informações são da TV Globo.

Junior: entre o vinil e a cura, um novo capítulo pessoal e musical

Junior Lima retorna aos holofotes com o projeto Solo – Vol. 2, e reserva um momento especial no Fantástico para falar não só de música, mas também da vida fora dos palcos. Durante a entrevista com Poliana Abritta, ele abre o coração sobre a fase delicada que viveu ao lado da esposa, Monica Benini, ao descobrir que a filha Lara, de apenas três anos, foi diagnosticada com síndrome nefrótica.

O relato é carregado de emoção e revela a fragilidade que nem o brilho artístico consegue blindar. “Foi um susto. A gente foi entendendo o que era junto com o diagnóstico, porque no início havia um desconhecimento que nos deixou muito aflitos”, conta Junior. Hoje, com o tratamento à base de corticoide surtindo efeito e Lara assintomática, o casal escolheu compartilhar a história para que outras famílias se sintam menos sozinhas em momentos parecidos.

No palco, Junior também canta. Ele traz ao programa faixas do novo álbum, como “Seus Planos”, “Cai a Chuva” e “Paraquedas”, além de relembrar um clássico nostálgico: “Enrosca”, que dividiu com a irmã Sandy ainda na juventude. “Sinto como se estivesse começando de novo. É difícil, claro, mas tem um gosto de descoberta, como se tudo fosse novidade outra vez”, revela o artista, que guarda em casa mais de 400 discos de vinil — uma paixão antiga que reflete sua conexão afetiva com a música.

Whindersson: o silêncio que virou entendimento

Também neste domingo, o programa exibe uma conversa franca entre a repórter Ana Carolina Raimundi e Whindersson Nunes. O humorista, que sempre usou o riso para tocar temas sérios, agora compartilha algo íntimo: o diagnóstico recente de superdotação — ou altas habilidades.

Para muitos, o termo pode soar como um rótulo de vantagem. Mas para Whindersson, foi uma chave que abriu portas internas. “Fez sentido. Algumas coisas que eu vivia na infância, a forma como eu criava, como eu absorvia o mundo, agora têm nome”, revela. E completa: “Minha busca hoje não é mais por aplauso. É por compreensão. Eu quero saber de onde vem a minha arte”.

O tom da conversa é reflexivo. Whindersson fala com maturidade sobre a relação entre genialidade e dor, produtividade e exaustão, fama e identidade. O riso continua lá, mas agora temperado por uma vontade real de entender a si mesmo — e ajudar outros a fazerem o mesmo.

Fábio Assunção: perguntas difíceis, respostas verdadeiras

No quadro Pode Perguntar, Fábio Assunção encara algo mais desafiador que qualquer papel da TV: um grupo de entrevistadores com transtorno do espectro autista, que o confronta com perguntas sinceras, diretas e cheias de afeto.

Em meio às perguntas, Fábio revisita escolhas da vida pessoal e profissional. Ele fala, por exemplo, sobre as ausências que marcaram a relação com os filhos. “Abdiquei de muita coisa. Ficava 15 dias com meus filhos, depois dois meses longe. Hoje isso está melhor resolvido, mas é algo que me doeu”, confessa.

O ator também reconhece as conquistas: os papéis marcantes, os reencontros com ele mesmo, o carinho do público. “Abri mão de muito, mas ganhei também. A gente não pode ter tudo. E tudo bem.”

O momento é delicado, honesto e sem filtros. Ao final, a conversa deixa no ar não uma lição, mas um convite à empatia — e ao olhar atento para o outro.

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