
O Supercine deste sábado, 9 de maio, na Globo, apresenta Alice e Só, um filme brasileiro que combina romance, comédia e música em uma narrativa jovem e despretensiosa. A história acompanha dois amigos que decidem largar a rotina e cair na estrada em busca de um objetivo claro: tocar no maior festival de covers do mundo. Dirigido por Daniel Lieff, o longa marca a estreia do cineasta no cinema e aposta em um olhar simples, com foco total na trajetória dos personagens e nas mudanças que surgem ao longo do caminho.
A trama acompanha Alice, interpretada por Bruna Linzmeyer, uma jovem apaixonada por música que quer viver dos palcos. Ao lado dela está Sócrates, vivido por Johnny Massaro, seu melhor amigo e parceiro de estrada. Os dois decidem montar uma banda quase por impulso e seguir viagem pela América do Sul. O plano inicial é chegar a um festival internacional e tentar uma oportunidade na cena musical. Conforme a viagem avança, a dupla percebe que o trajeto começa a interferir diretamente nas escolhas e na forma como enxergam o próprio sonho.
No meio do caminho, os dois amigos conhecem Tinho, um ex-roqueiro vivido por Felipe Camargo, que decide entrar na viagem e acaba mudando completamente a dinâmica do grupo. Tinho chega com uma bagagem cheia de histórias do passado, experiências de palco e uma visão mais dura da vida artística. Aos poucos, ele faz com que Alice e Sócrates repensem não só a música, mas também o que realmente significa perseguir um sonho.
O filme é só sobre música ou fala de algo maior?
Apesar da trilha sonora e do universo musical serem o ponto de partida, Alice e Só vai além disso. O filme também fala sobre amizade, liberdade e amadurecimento, mostrando como a estrada pode transformar pessoas de maneiras inesperadas. A viagem funciona quase como um espelho emocional dos personagens. Cada parada traz uma nova situação, e cada situação revela um pouco mais sobre quem eles são e o que estão dispostos a enfrentar para seguir em frente.
Onde essa história foi gravada?
As filmagens aconteceram em 2016, passando por diferentes cenários do Brasil e do Paraguai. Entre os principais locais estão Foz do Iguaçu, as Cataratas do Iguaçu, trechos da BR-277 e cidades como Ciudad del Este e Presidente Franco. Essa combinação de paisagens ajuda a reforçar o clima de estrada e liberdade, deixando o filme com uma sensação bem real de movimento constante.
O projeto sempre teve esse nome?
Nem sempre. Antes de se chamar Alice e Só, o longa passou por títulos como Partiu Paraguai e Bamo Nessa. A mudança aconteceu ao longo do desenvolvimento, quando a história foi sendo ajustada para focar mais na relação entre os protagonistas e na jornada emocional da dupla.
















