Saiba qual filme vai passar na Supercine deste sábado (09/08)

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Na noite do próximo sábado, 9 de agosto de 2025, a TV Globo leva ao ar no Supercine o longa-metragem O Amanhã é Hoje, uma produção espanhola que combina comédia, drama e fantasia para contar a história de uma família comum que, de repente, se vê transportada para um futuro repleto de mudanças tecnológicas e sociais.

De acordo com informações do AdoroCinema, dirigido por Nacho G. Velilla, o longa é estrelado por Carmen Machi, Javier Gutiérrez e Carla Díaz e se passa inicialmente no verão espanhol de 1991. É nesse cenário ensolarado, entre praias, roupas coloridas e a energia de uma década marcada pela música pop e pela ausência de smartphones, que a narrativa começa a se desenrolar.

O filme, que também está disponível por assinatura no Amazon Prime Video, promete uma sessão de sábado à noite cheia de momentos divertidos, mas também de situações que convidam à reflexão sobre o tempo, as relações e as transformações do mundo.

O enredo: quando um dia muda para sempre

A trama acompanha uma grande família durante as férias em uma praia espanhola. Entre os integrantes, está Lulu (interpretada por Carla Díaz), uma adolescente que vive o turbilhão de emoções típico da idade. Após uma discussão familiar, ela decide fugir com o namorado — um gesto impulsivo, mas carregado de intenções dramáticas, como se quisesse dizer aos pais que precisa ser ouvida.

No entanto, seus planos são interrompidos por uma tempestade inesperada. E não se trata de qualquer chuva de verão: o fenômeno meteorológico desencadeia algo inexplicável. Quando a tempestade passa, os pais de Lulu — vividos por Carmen Machi e Javier Gutiérrez — descobrem que não estão mais no mesmo tempo.

O ano não é mais 1991. É 2022.

O choque do futuro

O que para o espectador pode ser apenas uma mudança numérica de três décadas, para os personagens é um mergulho em um universo completamente novo. A Espanha que eles conheciam já não existe como antes. Os telefones públicos desapareceram, substituídos por celulares com telas sensíveis ao toque. As ruas estão cheias de pessoas com fones de ouvido sem fio, e as conversas acontecem tanto pessoalmente quanto por mensagens instantâneas.

O filme explora, com humor e uma pitada de melancolia, a reação dos pais diante dessas novidades: a alta tecnologia, as novas formas de comportamento e comunicação, a diversidade mais visível, os costumes reformulados. É um retrato divertido e, ao mesmo tempo, realista do choque cultural que qualquer pessoa sentiria ao pular 31 anos no tempo.

Mais do que isso, “O Amanhã é Hoje” usa o artifício da viagem temporal para falar de temas universais: a passagem do tempo, a dificuldade de adaptação e, sobretudo, a importância da família como ponto de referência, independentemente da época.

Humor e emoção na medida certa

O diretor Nacho G. Velilla é conhecido por equilibrar comédia e emoção em seus trabalhos. Aqui, ele constrói cenas hilárias — como o momento em que os personagens tentam entender um aplicativo de mensagens — ao lado de diálogos carregados de afeto e saudade.

As piadas não estão apenas no texto, mas também na atuação física dos atores, que exageram de forma proposital os gestos e reações para realçar o contraste entre os anos 1990 e o presente. Mas, por trás das gargalhadas, o roteiro traz momentos de introspecção. Afinal, o que fazer quando se percebe que perdeu anos da vida em um piscar de olhos?

Elenco que dá vida ao tempo

Além do trio principal, o filme conta com um elenco de peso no cinema espanhol: Asier Rikarte, Pepón Nieto, Antonia San Juan, Silvia Abril, Marta Fernández-Muro, Antonio Pagudo, Mina El Hammani, Aixa Villagrán, Gabriel Guevara, Toni Garrido, Elena de Lara, Blanca Tamarit e Claudia García.

Carmen Machi e Javier Gutiérrez, intérpretes dos pais de Lulu, entregam atuações que transitam com naturalidade entre o exagero cômico e a vulnerabilidade emocional. Carla Díaz, por sua vez, traz para Lulu uma intensidade que ajuda o público a entender que a trama não é apenas sobre pais deslocados, mas também sobre os conflitos e buscas da juventude.

Reflexões que ficam após a sessão

Apesar de seu tom leve e divertido, o longa deixa algumas questões no ar. O que faríamos se pudéssemos ver o futuro? Como lidaríamos com a constatação de que as pessoas e os lugares que conhecemos mudaram — e nós não participamos desse processo?

O roteiro não oferece respostas definitivas, mas provoca reflexões. Em tempos de avanço tecnológico acelerado, a experiência dos personagens serve como metáfora para a sensação que muitos já têm: de que o mundo muda mais rápido do que conseguimos acompanhar.

Por que vale a pena assistir

Em um mundo em que a rotina e as obrigações muitas vezes nos impedem de parar para refletir sobre nossas relações, “O Amanhã é Hoje” oferece um respiro. É entretenimento, sim, mas também um convite para pensar sobre como o tempo molda quem somos — e sobre como, no fim, o que realmente importa são as conexões humanas.

Ao levar essa história para a televisão aberta, o Supercine mantém sua tradição de apresentar filmes que equilibram diversão e conteúdo. Para quem gosta de rir, se emocionar e, de quebra, se lembrar de como eram as coisas antes da internet, esta é uma ótima pedida.


Nova temporada de Os Feiticeiros Além de Waverly Place ganha teaser e revela novos personagens

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No universo da televisão infantojuvenil, poucas séries conseguiram deixar uma marca tão sólida quanto Os Feiticeiros de Waverly Place. Lançada em 2007, a produção da Disney conquistou fãs ao redor do mundo por sua mistura inteligente de humor, fantasia e histórias de família. Mais de uma década após o fim da série original, chega agora Os Feiticeiros Além de Waverly Place, que retoma a magia, os mistérios e os personagens que conquistaram gerações — mas com uma abordagem atualizada para os desafios do século 21.

A segunda temporada acaba de ganhar um teaser inédito, que você pode conferir logo abaixo, e está deixando os fãs curiosos, oferecendo um gostinho do que está por vir. Para aumentar ainda mais a expectativa, o elenco foi reforçado com novos personagens cheios de carisma e energia, que prometem agitar o universo mágico dos Russo.

A nova temporada, que estreia no Disney+ em 8 de outubro de 2025, traz um olhar mais maduro, com novos personagens que expandem o universo mágico dos Russo, ao mesmo tempo em que oferece reencontros com os rostos queridos da série original, como Alex e Justin Russo, interpretados novamente por Selena Gomez e David Henrie.

A série original sempre se destacou por sua capacidade de equilibrar elementos fantásticos e cotidianos. Os protagonistas não eram apenas jovens feiticeiros poderosos, mas também adolescentes lidando com as complicações da escola, amizades, primeiros amores e conflitos familiares. Isso criou uma conexão genuína com o público jovem que cresceu acompanhando suas histórias.

A nova temporada mantém essa essência, mas também a amplia para refletir as complexidades de uma geração que vive em um mundo digitalizado, globalizado e repleto de novas perspectivas sobre identidade, diversidade e responsabilidades. Além disso, o amadurecimento dos personagens originais, agora adultos, adiciona camadas emocionais e dramáticas que enriquecem o enredo.

Reencontros que emocionam

Para os fãs de longa data, rever Alex e Justin Russo em cena é uma oportunidade para relembrar a jornada de crescimento deles, agora em novos estágios da vida. Alex, que na série original era a feiticeira rebelde e destemida, retorna com sua energia vibrante, porém mais sábia, pronta para enfrentar os novos desafios e ajudar uma nova geração a descobrir seus poderes.

Justin, por sua vez, escolheu abrir mão da magia para levar uma vida normal, dedicando-se à família. Essa escolha traz um contraste fascinante entre os irmãos: um abraçando o mundo mágico, o outro preferindo o ordinário. Essa dinâmica familiar, construída em torno de decisões e consequências, aproxima o público ao mostrar que cada escolha tem seus prós e contras, especialmente quando se trata de equilibrar dons especiais com responsabilidades pessoais.

Outro momento que aquece o coração dos fãs é o retorno de Jerry Russo, o patriarca e mentor da família, interpretado por David DeLuise. Sua presença reafirma a importância da herança e das raízes na construção do mundo mágico dos Russo, ao mesmo tempo em que oferece humor e sabedoria.

Personagens novos

A nova geração de feiticeiros chega para dar continuidade à saga, mas também para renovar a trama com suas próprias histórias e conflitos. Billie, interpretada por Janice LeAnn Brown, é o grande destaque — uma jovem feiticeira rebelde que desafia as regras e os costumes do mundo mágico. Sua chegada ao universo dos Russo coloca em movimento uma série de acontecimentos que prometem balançar as estruturas estabelecidas.

Billie representa a inquietude e o desejo de liberdade que muitos jovens sentem, e a série utiliza sua jornada para abordar temas importantes como autodescoberta, identidade e pertencimento. Sua relação com Winter (Taylor Cora), melhor amiga e confidente, reforça a importância da amizade e do apoio em tempos de transformação.

Os filhos de Justin, Roman (Alkaio Thiele) e Milo (Max Matenko), também trazem uma visão fresca sobre crescer entre o mundo mágico e o mundano. Suas experiências mostram as dúvidas e alegrias de crescer num lar onde a magia faz parte da rotina, mas onde as responsabilidades comuns também têm seu espaço.

A produção por trás da magia

O retorno dos Feiticeiros de Waverly Place não aconteceu por acaso. Os criadores Jed Elinoff e Scott Thomas foram cuidadosos para que a série mantivesse o espírito original, ao mesmo tempo em que se adaptasse às demandas atuais do público e do mercado.

Dirigido por Andy Fickman no piloto, o projeto ganhou uma equipe diversa e experiente, incluindo a presença de nomes como Raven-Symoné e Danielle Fishel na direção de alguns episódios, trazendo experiências variadas que enriquecem o universo da série.

A produção, filmada em Los Angeles, contou com cuidados especiais na criação dos efeitos visuais e na ambientação, para oferecer um espetáculo que agrade tanto aos fãs antigos quanto às novas gerações. A diversidade no elenco é outra conquista importante, refletindo um mundo mais plural e inclusivo.

Temas que atravessam gerações

Embora a magia seja o elemento central, a produção não se limita ao fantástico. A série aborda temas universais como a importância da família, o valor da amizade, o desafio de crescer e fazer escolhas, além de questões contemporâneas, como a busca por identidade, a aceitação das diferenças e o equilíbrio entre o tradicional e o moderno.

A trama também explora o dilema de viver entre dois mundos: o mágico e o comum. Muitos personagens se veem divididos entre aceitar seus dons ou tentar levar uma vida “normal”, tema que ecoa as dúvidas reais de jovens que enfrentam pressões para se conformar ou se destacar.

Morre Arlindo Cruz, sambista que eternizou o coração do Rio e do Brasil, aos 66 anos

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Na tarde desta sexta-feira, 8 de agosto, o Rio de Janeiro e o Brasil perderam uma das vozes mais autênticas e inconfundíveis da história do samba. Arlindo Domingos da Cruz Filho, conhecido mundialmente como Arlindo Cruz, faleceu aos 66 anos no Hospital Barra D’Or, na Zona Oeste carioca, após uma longa e heroica luta contra as sequelas de um acidente vascular cerebral hemorrágico sofrido em 2017. Um guerreiro até o último instante, Arlindo não apenas deixou um legado musical, mas também uma história de resistência, amor e inspiração que atravessa gerações. As informações são do G1.

Ao seu lado até os momentos finais esteve Babi Cruz, sua companheira de vida e força constante por mais de 26 anos, que, emocionada, confirmou o falecimento e ressaltou a imensidão do coração do artista. Ela confirmou o falecimento em lágrimas, simbolizando a força e a determinação que marcaram toda a trajetória do artista que sempre será lembrado pelas suas canções.

Nascido em 14 de setembro de 1958, no bairro do Méier, na zona norte do Rio, Arlindo cresceu em um ambiente permeado pela cultura musical carioca. O samba fazia parte da rotina familiar tão naturalmente quanto o café coado pela manhã. Filho de Aracy e Arlindo Cruz, foi presenteado com seu primeiro cavaquinho aos 7 anos, instrumento que se tornaria uma extensão de sua alma e acompanharia toda sua trajetória artística. Já aos 12 anos, dominava melodias de ouvido, um talento precoce que foi lapidado na Escola Flor do Méier, onde estudou teoria musical e violão clássico — a base técnica que lhe permitiu, ao longo da vida, unir rigor e emoção em suas composições.

O primeiro impulso decisivo na carreira veio ao lado do lendário Candeia, um mestre que lhe ensinou que o samba é resistência, história e poesia. Em 1981, Arlindo tornou-se figura frequente na roda de samba do Cacique de Ramos, um verdadeiro santuário do gênero, onde conviveu com grandes nomes como Jorge Aragão, Beth Carvalho, Almir Guineto e Beto Sem Braço. Ali, a tradição pulsava viva, cheia de improvisos e narrativas da vida cotidiana, formando o cenário perfeito para o amadurecimento do seu estilo único. Não demorou para que suas composições começassem a ser gravadas por vozes consagradas, como Beth Carvalho, que eternizou “Grande Erro”, e Alcione, com “Novo Amor”.

Quando Jorge Aragão deixou o Fundo de Quintal, Arlindo foi convidado a integrar o grupo, onde permaneceu por doze anos, transformando o coletivo em sua casa e laboratório criativo. Clássicos como “Seja Sambista Também” e “O Mapa da Mina” nasceram dessa fase, consolidando a poesia urbana e o balanço autêntico que definiram sua assinatura musical. Em 1993, iniciou sua carreira solo, lançando o álbum Arlindinho e, posteriormente, consolidando parcerias memoráveis, como com o Sombrinha, que garantiram uma série de sucessos e a consagração definitiva de seu nome no samba.

O auge comercial e artístico veio em 2009, com o álbum MTV ao Vivo: Arlindo Cruz, gravado em São Paulo e que ultrapassou a marca de 100 mil cópias vendidas, tornando-se um marco para o gênero. Sua arte ecoou não apenas nas rodas de samba e bares, mas também nas avenidas das escolas de samba do Rio, onde conquistou 19 concursos de samba-enredo por agremiações como Império Serrano e Vila Isabel. Reconhecido internacionalmente, Arlindo recebeu cinco indicações ao Grammy Latino, levando a riqueza do samba brasileiro para os mais diversos palcos do mundo.

Em março de 2017, a vida testou sua resistência de maneira cruel com um AVC hemorrágico que quase silenciou seu cavaquinho. O artista enfrentou meses de internação, cirurgias delicadas e uma árdua rotina de fisioterapia, incluindo tratamentos inovadores, como o uso de óleo de cannabis. Apesar das limitações físicas e da fala comprometida, Arlindo jamais perdeu a alegria, a esperança e o sorriso que se tornaram símbolos de uma luta incansável pela vida. Em 2018, seus 60 anos foram celebrados com uma homenagem emocionante de amigos, fãs e parceiros, reafirmando seu legado e a admiração que inspirava.

Nos anos seguintes, mesmo diante das dificuldades e complicações de saúde, Arlindo permaneceu um farol de inspiração para muitos, até sua internação definitiva em maio de 2025. A partida física deixou um vazio imenso, mas sua história, marcada por coragem e amor à cultura popular, segue viva no coração de seus admiradores e na memória do samba.

Mais do que um músico, Arlindo Cruz foi um narrador da alma brasileira. Suas letras capturaram os amores, as dores, as batalhas e as esperanças do povo. Músicas como “Meu Lugar” e “O Show Tem Que Continuar” se tornaram verdadeiros hinos, traduzindo o sentimento coletivo e conectando gerações. Seu cavaquinho, banjo e voz eram pontes que ligavam comunidades, rodas de samba e a essência do Rio de Janeiro.

Casado oficialmente com Babi Cruz desde 2012, pai dedicado de Arlindinho e Flora, Arlindo encontrou na família seu porto seguro. Arlindinho, seu filho, seguiu os passos do pai e juntos lançaram o projeto Pagode 2 Arlindos pouco antes do acidente, perpetuando uma herança musical que atravessará os tempos.

Em 2025, Arlindo foi homenageado com a biografia O Sambista Perfeito, obra que reuniu depoimentos emocionados de grandes nomes como Zeca Pagodinho e Martinho da Vila, celebrando não apenas os prêmios e conquistas, mas a identidade cultural e o afeto que ele construiu ao longo da vida.

A despedida oficial acontecerá na quadra do Império Serrano, escola de samba que foi seu segundo lar e paixão. Espera-se um encontro de gerações, sambistas, fãs e amigos que, juntos, celebrarão a trajetória de Arlindo com música, alegria e saudade — na cadência do samba que nunca deixará de tocar.

Encontro com Patrícia Poeta de hoje (11) recebe Thame & Thiago e destaca caso de advogado salvo por manobra de Heimlich

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Nesta segunda-feira, 11 de agosto, o Encontro com Patrícia Poeta promete unir música, emoção e informação. O programa, exibido nas manhãs da TV Globo, recebe a dupla sertaneja Thame & Thiago, que vai embalar o público com sucessos e novidades da carreira. Mas, além da música, a atração também traz uma pauta de utilidade pública que pode literalmente salvar vidas: como agir diante de um engasgo grave.

O assunto ganhou relevância nacional após viralizar nas redes sociais um vídeo impressionante em que o advogado Alex Rogério Bahia de Araújo é salvo por um juiz, no meio de uma audiência em Salvador, ao se engasgar com uma bala de maçã verde. A cena, que poderia ter terminado de forma trágica, mostrou na prática como a manobra de Heimlich pode ser decisiva.

O caso que parou as redes sociais

A audiência transcorria normalmente até que Alex, que participava da sessão, ingeriu rapidamente uma bala de maçã verde para poder falar em seguida. A pressa e o ato de engolir o doce inteiro causaram o problema: a bala ficou presa na garganta, bloqueando a passagem de ar.

“Eu acabei engolindo a bala rápido porque precisava falar e me engasguei. Fiquei forçando a garganta e decidi me levantar para tentar fazer a manobra de Heimlich em mim mesmo”, contou o advogado ao g1.

Foi nesse momento que o juiz Danilo Gonçalves Gaspar, que conduzia a audiência, percebeu a gravidade da situação. Mesmo nunca tendo aplicado a manobra antes, Danilo agiu com rapidez: levantou-se, posicionou-se atrás do advogado e executou o movimento característico – uma pressão firme e repetida no abdômen, abaixo do esterno.

O resultado foi imediato: a bala foi expelida e Alex conseguiu voltar a respirar.

A experiência prévia do advogado

Curiosamente, essa não foi a primeira vez que Alex esteve diante de um engasgo grave. Ele já havia usado a mesma técnica para salvar outras pessoas.

“Já ajudei minha tia idosa, um sobrinho e até uma criança que se engasgou com uma bala, como aconteceu comigo. Ela tinha uns seis anos e já estava com a boca roxa, sem respirar. Apliquei a manobra e felizmente deu certo”, relembrou.

O advogado, agora na posição de vítima, ressalta a importância de todos conhecerem o procedimento. “A gente acha que nunca vai precisar, mas quando acontece, cada segundo conta. Saber o que fazer pode fazer toda a diferença.”

O que é a manobra de Heimlich

A manobra de Heimlich é um procedimento de primeiros socorros criado na década de 1970 pelo médico americano Henry Heimlich. Seu objetivo é desobstruir as vias aéreas de uma pessoa que esteja sofrendo asfixia causada por um corpo estranho – geralmente comida ou objetos pequenos.

A técnica consiste basicamente em aplicar compressões rápidas e firmes na região abdominal, forçando o ar presente nos pulmões a empurrar o objeto que está bloqueando a passagem.

De acordo com especialistas, o método pode ser feito em adultos, crianças maiores de um ano e até em si mesmo, adaptando a posição das mãos e usando, por exemplo, o encosto de uma cadeira ou uma superfície firme para fazer a pressão.

A importância da informação

No Encontro, Patrícia Poeta vai receber especialistas em primeiros socorros para demonstrar, ao vivo, como a manobra deve ser realizada e quais são os cuidados necessários. O objetivo é capacitar o público e reforçar que qualquer pessoa pode aprender.

Em situações de engasgo grave, os sinais de alerta são claros:

  • Incapacidade de falar ou tossir;
  • Respiração difícil ou impossível;
  • Mudança de cor nos lábios e rosto (ficando azulados ou arroxeados);
  • Mãos levadas instintivamente à garganta.

Nestes casos, a ação deve ser imediata. O engasgo total é uma emergência e, se não for resolvido rapidamente, pode levar à perda de consciência e até à morte em poucos minutos.

Thame & Thiago: música e descontração após o susto

Após o momento sério e informativo, o Encontro também terá espaço para leveza e entretenimento. A dupla Thame & Thiago, conhecida por unir o sertanejo romântico a uma pegada moderna, vai conversar sobre a trajetória, novos projetos e, claro, cantar sucessos que embalam o público.

Universal+ estreia Matices, nova minissérie espanhola que explora o thriller psicológico

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No universo das produções de suspense psicológico, a Espanha tem se destacado nos últimos anos com séries e filmes que misturam mistério, drama e profundidade emocional. Em 15 de agosto, o Universal+ reforça essa tendência com a estreia de Matices, uma minissérie que promete prender o espectador do início ao fim, trazendo à tona questões complexas sobre saúde mental, relacionamentos e segredos enterrados.

A série gira em torno da psiquiatra Eviana Marlow, interpretada com intensidade pela atriz Elsa Pataky, que se vê no epicentro de uma trama carregada de mistério. Eviana junta-se a um grupo seleto de pacientes que participam de um tratamento psicológico diferenciado, realizado numa vinícola luxuosa, propriedade de seu pai, Tomás Marlow (Eusebio Poncela). Tomás não é um psiquiatra comum; ele é uma lenda na área, conhecido por métodos pouco ortodoxos e uma filosofia que mistura ciência e ritual.

O tratamento proposto pelo Dr. Marlow é uma “cerimônia de ruptura e renascimento”, uma espécie de imersão profunda onde os pacientes são levados a confrontar as experiências traumáticas mais dolorosas de suas vidas. A ideia é que, ao enfrentar esses momentos sombrios, cada participante possa alcançar uma transformação pessoal e uma cura verdadeira. No entanto, o que deveria ser um processo de libertação se transforma em uma armadilha quando o Dr. Marlow é encontrado morto dentro da vinícola.

A partir daí, a narrativa se transforma num thriller de investigação, onde os laços familiares, os segredos do passado e as emoções reprimidas se entrelaçam em uma teia de desconfiança. A busca pelo assassino é conduzida pelo agente da Guarda Civil Héctor Castro (Raúl Prieto), que precisa desvendar um quebra-cabeça complexo: todos os presentes no local do crime têm motivos e histórias que podem incriminá-los, inclusive Eviana, a filha do morto.

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Personagens complexos

Um dos grandes trunfos da trama está no seu elenco, que reúne nomes consagrados do cenário espanhol em papéis que exploram as nuances humanas em sua forma mais crua. Maxi Iglesias, conhecido por suas atuações em séries como Velvet e Valeria, dá vida a um dos pacientes, trazendo à tona a vulnerabilidade e os conflitos internos que permeiam o grupo.

Luis Tosar, um dos atores mais premiados da Espanha, tricampeão do Goya, empresta sua força e intensidade para compor um personagem que acrescenta ainda mais tensão à trama, representando as forças invisíveis que movem as dinâmicas do grupo e a sombra que paira sobre a vinícola.

Além deles, Juana Acosta, Hovik Keuchkerian — famoso por seu papel em La Casa de Papel — e Miriam Giovanelli integram o elenco, dando vida a personagens cujas relações com o falecido Dr. Marlow oscilam entre a admiração, a dependência e a rejeição. Essa ambiguidade gera uma atmosfera carregada, em que as motivações de cada um são desconfiadas e nada é exatamente o que parece.

Um thriller psicológico que questiona os limites da mente e da ética

O que torna a série mais do que um simples suspense é sua capacidade de provocar reflexões sobre os limites da mente humana e da prática psiquiátrica. A “cerimônia de ruptura e renascimento” é uma metáfora poderosa para os processos de autoconhecimento e de enfrentamento dos próprios demônios internos — mas também levanta questões inquietantes sobre até onde a ciência pode ir e onde a obsessão pelo controle pode transformar a cura em destruição.

O assassinato do Dr. Marlow é o estopim para o desenrolar dessas questões, enquanto os personagens tentam não só desvendar o crime, mas também lidar com seus próprios traumas e a sombra do médico que, ao mesmo tempo, era mentor e algoz.

Matices conta com uma produção cuidadosa que alia cenários luxuosos a uma fotografia que captura a tensão crescente entre os personagens. A vinícola, cenário principal da série, é um personagem por si só — um ambiente isolado e repleto de simbolismos que intensificam a sensação de claustrofobia e mistério.

A direção trabalha com ritmo preciso, equilibrando momentos de silêncio perturbador com cenas carregadas de emoção e suspense. As reviravoltas são constantes, mantendo o espectador em alerta e incentivando a desconfiar de cada gesto e palavra dos personagens.

Homem-Aranha: Um Novo Dia surpreende e mostra Peter Parker refém de tanque de guerra em vídeo exclusivo

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Na manhã desta segunda-feira, 8, um novo vídeo dos bastidores de Homem-Aranha: Um Novo Dia foi divulgado, mostrando uma cena impactante: Peter Parker, vivido por Tom Holland, preso a um tanque de guerra. A imagem, carregada de tensão, já nos dá pistas de que essa nova fase trará desafios intensos, mas com um foco mais íntimo na jornada do herói. Abaixo, veja o vídeo:

Desde que a poeira caiu depois de Sem Volta para Casa, ficou claro que a vida de Peter Parker não seria mais a mesma. O garoto de Queens, que sempre tentou equilibrar os dilemas da juventude com os perigos de ser um herói, agora se encontra num lugar mais solitário, mais difícil. E é exatamente nesse cenário que Homem-Aranha: Um Novo Dia vem nos apresentar um Peter diferente — um Peter que precisa aprender a ser ele mesmo, mesmo quando tudo parece estar contra.

Imagine ter que reconstruir não só sua vida, mas sua identidade. É isso que o novo filme quer mostrar, trazendo um herói que está menos preocupado em lutar contra alienígenas e mais focado em cuidar da própria comunidade, enfrentando problemas que, embora menos espetaculares, são muito mais próximos do nosso cotidiano.

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Um herói mais humano, mais real

O que sempre tornou o Amigão da Vizinhança especial foi essa combinação rara: um superpoderoso que carrega dentro de si as inseguranças, os medos e as responsabilidades de qualquer jovem comum. Em Um Novo Dia, essa característica volta ao centro da narrativa. O filme aposta em um olhar íntimo, que privilegia as pequenas batalhas — aquelas que não aparecem nos jornais, mas que definem quem somos.

Peter não é mais aquele garoto impressionado e um pouco perdido diante dos Vingadores. Ele é um jovem que encara as ruas de Nova York com a coragem que nasce da necessidade de proteger o que ama, mesmo que isso signifique enfrentar o desconhecido e se reinventar.

A volta de MJ e as conexões que movem Peter

Zendaya retorna como MJ, a personagem que conquistou não só o coração de Peter, mas de milhões de fãs ao redor do mundo. Embora sua presença seja mais discreta devido à agenda da atriz, o impacto emocional da relação deles continua sendo um pilar fundamental para o herói.

O amor, o apoio e as dificuldades dessa relação são o que mantém Peter ancorado, especialmente em um momento em que ele parece mais perdido. MJ é mais do que uma parceira: é um espelho, uma motivação e, em muitos momentos, o lar para onde Peter pode voltar quando o mundo se torna muito pesado.

Sadie Sink: a novidade que intriga

Com a chegada de Sadie Sink ao elenco, o filme ganha uma camada de mistério e expectativa. Conhecida por sua intensidade e profundidade em papéis anteriores, Sadie traz consigo a promessa de um personagem que pode abalar o mundo do Aranha, seja como uma aliada inesperada, uma rival ou até mesmo algo mais complexo.

Enquanto a Marvel mantém silêncio sobre o papel exato dela, as teorias já florescem entre fãs, ansiosos para descobrir qual será o impacto dessa nova figura na vida de Peter.

Um novo olhar para o Homem-Aranha no MCU

Ao contrário das produções anteriores, onde Peter se via envolvido em grandes conflitos que abarcavam todo o universo, Um Novo Dia quer focar no essencial: a cidade, as pessoas comuns, os desafios reais. O filme promete um ritmo diferente, menos espetacular e mais próximo do cotidiano, mas sem perder a emoção e a intensidade que marcam o personagem.

Essa mudança é uma forma de reconectar o herói às suas origens e mostrar que, mesmo em um universo gigante e cheio de heróis poderosos, o Cabeça de Teia continua sendo alguém que entende o valor das pequenas coisas.

Quando o filme estreia?

Com estreia marcada para julho de 2026, Um Novo Dia abre as portas para a Fase Seis do MCU, uma fase cheia de promessas e que prepara o terreno para grandes eventos. Ainda assim, o filme mostra que é possível contar histórias impactantes mesmo com um foco mais intimista.

Peter Parker, com sua teia que conecta pessoas, lugares e emoções, segue sendo uma peça fundamental nesse quebra-cabeça colossal. Sua jornada de crescimento e autodescoberta será, sem dúvida, uma das narrativas mais emocionantes dessa nova etapa.


Marty Supreme | Timothée Chalamet encanta como protagonista no trailer oficial

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A A24, estúdio que há anos se consolidou como sinônimo de inovação e qualidade cinematográfica, acaba de divulgar o primeiro trailer de Marty Supreme, produção que promete ser um marco em sua história. Dirigido por Josh Safdie, conhecido por trabalhos como Joias Brutas, o longa traz Timothée Chalamet no papel principal e já desperta grande expectativa, tanto pela qualidade do elenco quanto pelo investimento histórico do estúdio, estimado em impressionantes US$ 70 milhões. Abaixo, veja o trailer:

O filme acompanha a trajetória fictícia de Marty Mauser, um jovem talentoso no pingue-pongue, esporte muitas vezes subestimado, que encontra na determinação e na coragem a chave para realizar seus sonhos. Apesar de ter inspiração em Marty Reisman, jogador profissional de tênis de mesa, Marty Supreme não se configura como uma biografia. A narrativa, cuidadosamente construída pelo roteiro de Ronald Bronstein — colaborador frequente de Safdie —, mistura ficção, comédia e aventura esportiva, criando um universo próprio, leve e ao mesmo tempo emocionante.

Para Chalamet, o novo filme representa um novo desafio em sua carreira. Após a vitória no SAG Awards e a indicação ao Oscar por sua interpretação de Bob Dylan em Um Completo Desconhecido, o ator retorna às telonas em um papel que exige não apenas presença dramática, mas também habilidades físicas aprimoradas.

“Josh me encorajou a realizar algumas das minhas próprias acrobacias, o que tornou a experiência incrivelmente imersiva”, revelou Chalamet em entrevista recente. Além disso, o ator precisou adaptar sua visão para algumas cenas: o diretor optou por fazê-lo usar óculos de grau com lentes de contato por baixo, criando um efeito visual que deixava seus olhos aparentarem menores — algo que, segundo Chalamet, atrapalhou temporariamente sua visão, mas acrescentou autenticidade ao personagem.

O comprometimento do ator foi intenso. Durante meses, ele treinou rigorosamente com ex-jogadores de tênis de mesa Diego Schaaf e Wei Wang, aperfeiçoando reflexos, movimentos e a precisão necessária para tornar as partidas de pingue-pongue críveis nas telonas. O resultado, visível no trailer, promete impressionar não apenas fãs de cinema, mas também apreciadores de esportes.

O longa ainda conta com Gwyneth Paltrow no papel de Carol Dunne, interesse amoroso de Marty, além de Odessa A’Zion, Kevin O’Leary, Tyler Okonma, Abel Ferrara e Fran Drescher, que interpreta a mãe de Marty, a Sra. Mauser. A presença de atores veteranos como Fran Drescher e nomes inusitados, como o artista francês Philippe Petit, demonstra a ousadia da produção em mesclar diferentes universos artísticos.

Segundo Safdie, a escolha de um elenco diversificado foi intencional. “Queríamos criar uma tapeçaria de personagens que refletisse a riqueza do mundo ao redor do nosso protagonista. Cada presença traz algo inesperado, seja humor, tensão ou emoção”, explicou o diretor.

Conhecido por seu estilo único de direção, Josh Safdie assina Marty Supreme com a experiência adquirida em longas como Joias Brutas, Bom Comportamento e Amor, Drogas e Nova York. O diretor mantém sua assinatura, mas agora em um projeto que combina comédia, drama e aventura esportiva, criando uma experiência cinematográfica inédita para o público.

A fotografia de Darius Khondji, filmada em 35 mm, reforça a proposta visual do filme. Khondji, que acumula experiência em projetos como Se7en e O Grande Gatsby, trouxe textura, profundidade e cores que valorizam tanto as cenas intimistas quanto as partidas de pingue-pongue, transformando cada ponto em um espetáculo visual. O veterano designer de produção Jack Fisk colaborou para criar cenários que equilibram realismo e fantasia, com locais que remetem à Nova York clássica e espaços inesperados do mundo do esporte.

Além da fotografia e do design, Safdie integrou cerca de 140 não-atores ao elenco, trazendo uma autenticidade crua e espontânea às cenas cotidianas. Essa escolha aproxima o público da realidade do protagonista, tornando cada vitória e cada desafio ainda mais palpáveis.

A história gira em torno de Marty Mauser, um jovem determinado a se destacar em um esporte tradicionalmente ignorado: o pingue-pongue. Enquanto lida com a pressão da competição, Marty inicia um romance com Carol Dunne, uma estrela de cinema interpretada por Gwyneth Paltrow. A trama combina momentos de humor, romance e tensão esportiva, explorando temas como perseverança, paixão e autodescoberta.

Embora inspirado em Marty Reisman, o roteiro evita se prender a fatos biográficos, optando por criar uma narrativa que mistura realidade e ficção. “Queríamos capturar a essência da coragem e do talento, sem nos limitar à cronologia de um atleta real”, explicou Ronald Bronstein, co-roteirista.

O filme também destaca a jornada pessoal de Marty, suas inseguranças e desafios familiares, incluindo a relação com a mãe, Sra. Mauser, interpretada por Fran Drescher. A dinâmica familiar e as relações afetivas são tão importantes quanto os jogos em si, criando um enredo rico em emoções e nuances.

Produção: história e desafios

O projeto foi anunciado em dezembro de 2023, quando Timothée Chalamet revelou que seu próximo trabalho seria um filme envolvendo pingue-pongue. No ano seguinte, a Variety confirmou que Josh Safdie dirigiria Marty Supreme, marcando seu primeiro projeto solo desde The Pleasure of Being Robbed (2008).

O orçamento de US$ 70 milhões torna o filme o mais caro da história da A24, superando Guerra Civil (2024). Essa cifra reflete não apenas o investimento em elenco e cenários, mas também a ambição de criar um filme que seja visualmente impressionante e narrativamente envolvente.

A fotografia principal começou em Nova York, em 23 de setembro de 2024, e se estendeu até 5 de dezembro do mesmo ano. Filmagens adicionais ocorreram no Japão, em fevereiro de 2025, garantindo diversidade de cenários e autenticidade em cenas que envolvem competições internacionais.

Expectativa e lançamento

A data de estreia nos Estados Unidos está marcada para 25 de dezembro de 2025, período estratégico que visa aproveitar o fluxo de público durante as festas de fim de ano. Além disso, a A24 contou com a Nordisk Film para cuidar da distribuição nos países nórdicos, incluindo Finlândia, Noruega, Dinamarca e Suécia.

O primeiro trailer revela um filme que combina ritmo acelerado, humor afiado e emoção intensa. Desde o treinamento rigoroso de Chalamet até as interações familiares e românticas, o filme promete se destacar como uma experiência cinematográfica completa, capaz de atrair tanto amantes de esportes quanto fãs de dramas humanos e comédias sofisticadas.

O impacto da A24 e a aposta em Marty Supreme

A A24 construiu sua reputação ao longo dos anos com produções inovadoras e cultuadas, como Hereditário, Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo e Moonlight. Cada filme do estúdio carrega a marca de ousadia narrativa, estética diferenciada e, muitas vezes, orçamentos modestos.

Mart Supreme, com seu investimento recorde, mostra que a A24 está pronta para expandir seus horizontes, mesclando a ousadia artística de sempre com um projeto ambicioso e comercialmente mais robusto. Essa produção pode marcar uma nova fase do estúdio, consolidando seu nome não apenas no circuito de festivais, mas também no mercado mainstream.

Todo Mundo em Pânico ganha reboot em 2026 com retorno de elenco icônico

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Foto: Reprodução/ Internet

Após meses de especulação sobre a continuidade da franquia, finalmente a Paramount anunciou que Todo Mundo em Pânico ganhará um reboot, e não uma sequência direta, como muitos imaginavam. A novidade, confirmada pelo The Hollywood Reporter (THR), promete trazer à tona personagens clássicos da série, ao mesmo tempo em que introduz a marca para novas gerações. O lançamento já está previsto para 12 de junho de 2026, embora o título oficial ainda não tenha sido divulgado.

O reboot contará com o retorno de nomes centrais da franquia, como Anna Faris, Regina Hall e os irmãos Marlon e Shawn Wayans. Faris, que interpreta Cindy Campbell, e Hall, a divertida Brenda Meeks, são dois dos rostos mais queridos pelos fãs. Marlon e Shawn Wayans, que além de atuarem também escreveram e moldaram o humor da franquia original, retornam para manter a química que tornou os filmes tão memoráveis. Em uma declaração conjunta, Faris e Hall afirmaram: “Mal podemos esperar para trazer Brenda e Cindy de volta à vida e nos reunirmos com nossos grandes amigos Keenen, Shawn e Marlon — três homens pelos quais literalmente morreríamos (no caso de Brenda, novamente).”

O anúncio do reboot vem em um momento de grande nostalgia para o público dos anos 2000. A franquia original, lançada em 2000, rapidamente se tornou um fenômeno de bilheteria, arrecadando mais de 270 milhões de dólares mundialmente. Dirigido por Keenen Ivory Wayans e escrito por Marlon e Shawn Wayans, o primeiro filme combinava sátira de filmes de terror com humor físico exagerado e referências à cultura pop, criando uma fórmula única que conquistou tanto críticos quanto o público.

A trama original gira em torno de um grupo de jovens que, acidentalmente, atropela um homem e tenta encobrir o ocorrido. Um ano depois, eles começam a ser perseguidos por um assassino mascarado inspirado no icônico Ghostface. Embora a premissa lembre filmes de terror clássicos, o diferencial está na paródia escrachada que mistura momentos absurdos e sátiras de diversos filmes de sucesso, como Scream, I Know What You Did Last Summer, Halloween, The Sixth Sense, The Blair Witch Project, e até obras fora do gênero, como Matrix e Charlie’s Angels.

Além de satirizar filmes de terror, o longa se destacou por suas personagens memoráveis e humor ácido. Cindy Campbell, Brenda Meeks, Shorty e Doofy se tornaram ícones da comédia cinematográfica. O humor físico, muitas vezes grotesco, como nas cenas de festas e assassinatos exagerados, ajudou a definir a identidade da franquia. Um exemplo clássico é a morte de Buffy, cuja cabeça continua falando após ser decapitada, mostrando o nível de absurdo que o filme alcançava sem perder o tom cômico.

O sucesso comercial do primeiro filme garantiu quatro continuações: Scary Movie 2 (2001), Scary Movie 3 (2003), Scary Movie 4 (2006) e Scary Movie 5 (2013). Cada filme manteve a fórmula de paródias, inserindo novas referências cinematográficas e personagens, enquanto preservava o estilo irreverente. As continuações, apesar de críticas mistas, foram rentáveis e ajudaram a consolidar Todo Mundo em Pânico como uma das franquias de comédia mais reconhecidas da década de 2000.

O reboot de 2026 promete manter a essência que tornou a franquia famosa. A expectativa é que Cindy e Brenda continuem no centro da narrativa, desta vez interagindo com uma nova geração de personagens. Ao mesmo tempo, o retorno de Marlon e Shawn Wayans indica que o filme seguirá explorando sátiras sociais e humor irreverente, adaptando-se às tendências atuais do cinema e às novas formas de consumo cultural, incluindo influências das redes sociais.

Além do humor, a franquia sempre se destacou por suas críticas sutis à cultura pop e aos clichês de filmes de terror. O primeiro longa satirizava não apenas os filmes do gênero, mas também comportamentos sociais exagerados, como a obsessão por concursos de beleza, estrelato e relações superficiais. Esses elementos, que podem parecer exagerados, ajudaram a franquia a se diferenciar, oferecendo mais do que apenas risadas: uma observação divertida sobre a própria sociedade.

O reboot chega em um momento ideal para revisitar essas críticas, incorporando elementos contemporâneos da cultura pop e do comportamento social. A franquia terá a oportunidade de explorar questões como diversidade, representatividade e as novas formas de humor, mantendo o tom irreverente e absurdo que conquistou fãs pelo mundo todo. A expectativa é de que o filme consiga dialogar com fãs antigos e, ao mesmo tempo, conquistar um público jovem.

Historicamente, a franquia também se destacou por lançar carreiras de atores que hoje são referência em Hollywood. Anna Faris construiu uma trajetória sólida em comédias, Regina Hall consolidou-se em papéis cômicos e dramáticos, e os Wayans continuam sendo nomes de destaque em produções de humor. O retorno desse elenco é um sinal de que a essência da franquia será preservada, combinando nostalgia com inovação.

Curiosidades do primeiro filme mostram o nível de absurdo e criatividade que marcou a franquia. Uma das cenas mais lembradas é a morte de Drew Decker, perseguida pelo assassino enquanto situações totalmente improváveis acontecem ao seu redor. Outro exemplo é a festa de Cindy, onde Bobby e outros personagens vivem situações bizarras e exageradas, mesclando sexo, violência e comédia física de forma única.

Além disso, o filme parodiava diversos filmes e séries além do terror, como The Usual Suspects, Shakespeare Apaixonado e Buffy the Vampire Slayer. Essa capacidade de transitar entre gêneros diferentes e inserir referências pop foi um dos fatores que garantiram o sucesso e a longevidade da franquia, tornando-a um ponto de referência para produções similares.

O impacto cultural da série é inegável. A franquia de longa-metragens não apenas redefiniu o gênero de comédia de terror, como também mostrou que era possível criar filmes de sátira que fossem ao mesmo tempo acessíveis e críticos. A combinação de humor absurdo, críticas sociais e referências culturais fez da franquia um marco dos anos 2000 e um exemplo de como a comédia pode ser ousada e inteligente.

O reboot, portanto, surge como uma oportunidade de reconectar gerações. Para os fãs originais, é a chance de reviver personagens e momentos icônicos. Para novos espectadores, é uma introdução à comédia irreverente que definiu a década de 2000. A expectativa é que o filme consiga equilibrar nostalgia e inovação, mantendo a essência da franquia e adaptando-se às tendências atuais do entretenimento.

Com o lançamento previsto para 2026, a Paramount aposta em uma mistura de nostalgia e inovação. O retorno de Cindy e Brenda, junto aos Wayans, garante que o humor escrachado continue presente, enquanto a introdução de novos personagens e referências modernas possibilita dialogar com um público mais jovem. O reboot também oferece uma oportunidade de atualizar o gênero de paródia de forma mais inclusiva e representativa.

Stefany Borba lança Um Jardim Onde Morrem as Flores e Nascem Segredos e mergulha em mistérios familiares

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Em Um Jardim Onde Morrem as Flores e Nascem Segredos, Stefany Borba oferece mais do que um simples romance de suspense: ela convida o leitor a explorar as complexas relações familiares, os segredos que se acumulam com o tempo e o peso das memórias não ditas. Publicado pela Trend Editora, o livro combina elementos de thriller psicológico com drama familiar, resultando em uma narrativa intensa e envolvente.

A história gira em torno de Maria Isabel, apelidada de Bel, uma jovem que retorna à casa de sua avó recentemente falecida. O que parecia ser uma visita corriqueira para organizar pertences rapidamente se transforma em uma jornada de descobertas e confrontos emocionais. Entre objetos esquecidos, fotografias antigas e lembranças soterradas, Bel começa a perceber que o passado da família guarda mistérios sombrios, capazes de abalar não apenas sua vida, mas também a comunidade ao redor.

O livro inicia com uma pergunta aparentemente simples, mas cheia de significado: “por que alguém que ama flores nunca cuidou do próprio jardim?” A interrogação funciona como fio condutor da narrativa, simbolizando a dualidade entre cuidado e abandono, afeto e silêncio, lembranças doces e traumas dolorosos. À medida que Bel investiga o passado de sua família, ela se depara com desaparecimentos antigos, histórias não contadas e crimes que ainda ecoam pela cidade de Itapetininga, no interior de São Paulo.

O thriller de Stefany Borba se destaca pela construção de personagens autênticos e complexos. Entre avó, mãe e neta, três gerações de mulheres compartilham não apenas laços sanguíneos, mas também dores e legados invisíveis. O livro explora como o silêncio pode ser aprendido como forma de sobrevivência, revelando as marcas deixadas por traumas antigos e decisões difíceis. A narrativa mostra que segredos enterrados tendem a florescer, mesmo nos lugares mais inesperados.

Um dos momentos mais impactantes ocorre quando Bel encontra uma fotografia de 1978: sua avó segura um bebê. Pela expressão e pelos detalhes da imagem, Bel reconhece imediatamente que se trata de Roberta, a irmã mais velha de sua mãe, desaparecida há décadas. A descoberta coloca em movimento uma série de reflexões e investigações que conectam passado e presente, revelando camadas de mistério e suspense psicológico.

Além de suspense e drama, o livro levanta questões sobre papéis sociais, gênero e violência. Stefany Borba mostra, de forma sensível, como as mulheres carregam não apenas os segredos familiares, mas também as expectativas impostas pela sociedade. Entre medo e coragem, luto e perdão, a história evidencia que enfrentar memórias dolorosas é um processo necessário para o crescimento pessoal.

A narrativa também dialoga com o leitor, estimulando-o a refletir sobre sua própria vida. A metáfora do jardim — florescendo em meio a segredos e raízes profundas — simboliza que o crescimento exige coragem para encarar aquilo que está oculto. O livro demonstra que, muitas vezes, é preciso revolver a terra, mesmo sem saber o que será encontrado, para que a verdade venha à tona e as feridas possam ser curadas.

Um Jardim Onde Morrem as Flores e Nascem Segredos combina ritmo ágil com momentos de introspecção profunda, tornando-se um romance que prende do início ao fim. A tensão construída por Stefany Borba não depende apenas de eventos externos, como desaparecimentos ou crimes antigos, mas também do conflito interno dos personagens, que precisam confrontar suas memórias, traumas e medos mais profundos.

Ao longo da leitura, Bel se torna uma espécie de guia para o leitor, mostrando que investigar a própria história familiar exige coragem, paciência e sensibilidade. Cada capítulo revela não apenas segredos do passado, mas também aspectos universais das relações humanas: a dificuldade de perdoar, a necessidade de entender e a inevitável transformação que vem de olhar para dentro.

A obra reforça que segredos, embora enterrados, têm uma maneira de emergir. Stefany Borba não entrega respostas fáceis; ao contrário, convida à reflexão, mostrando que a vida, assim como um jardim, é feita de ciclos de crescimento, florescimento e, às vezes, de flores que não resistem. O thriller é, portanto, uma leitura que combina emoção, mistério e introspecção, lembrando que coragem e autoconhecimento caminham lado a lado.

aCenaCast | Videocast pernambucano dá voz a artistas e debates culturais locais

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Em Pernambuco, a produção cultural pulsa em cada esquina, nos palcos, nas ruas e nas pequenas casas de artistas independentes. Para dar visibilidade a essas histórias, nasceu o aCenaCast, videocast que estreou em julho de 2025 e já se tornou referência na valorização da arte local. Criado pelo portal aCena Recifense, o projeto reúne artistas, produtores e personalidades para discutir temas que refletem a identidade e a diversidade cultural do estado.

Com exibição quinzenal, o videocast é transmitido ao vivo no YouTube e também está disponível em áudio nas principais plataformas de streaming, como Spotify, Deezer, Amazon Music e YouTube Music. A primeira temporada segue até dezembro, totalizando 12 episódios que exploram diferentes aspectos da cena cultural pernambucana: música, teatro, performances drag, arte queer, eventos independentes e espaços culturais locais. O foco do aCenaCast está em dar voz a artistas marginalizados, como pessoas negras, LGBTQIAPN+ e periféricas, mostrando não apenas suas produções artísticas, mas também suas histórias de vida, desafios e conquistas.

Apresentadores que conectam arte e público

O programa é apresentado por Rodrigo Luz, produtor cultural e fundador do aCena Recifense, e pelo multiartista Andrews Bezerra, que conduzem entrevistas e debates de forma próxima e acessível. Na estreia, o episódio “O Panorama da Arte Drag Pernambucana” trouxe as drag queens Safira Blue e Sayuri Heiwa, que falaram sobre a resistência, a criatividade e os desafios da cena drag em Pernambuco.

Episódios seguintes abordaram a projeção nacional da arte local com Ruby Nox, participante do Drag Race Brasil, a presença de travestis na cena artística com Fabiana Oliveira e Gaby Lima, e o impacto da arte queer no teatro e na televisão com Vagiene Coqueluche e Betty Xuca. Cada episódio reforça a diversidade e o protagonismo artístico da região.

Arte, inclusão e acessibilidade

O aCenaCast vai além de entrevistas: é um espaço seguro de diálogo e reflexão, onde artistas podem compartilhar suas experiências e perspectivas de forma autêntica. O projeto também se destaca pela acessibilidade, oferecendo tradução simultânea em LIBRAS, garantindo que todos os públicos possam acompanhar os debates.

Segundo Rodrigo Luz, “o aCenaCast nasceu da necessidade de criar um espaço onde artistas pudessem falar livremente sobre suas histórias, angústias, conquistas e inquietações. É uma forma de valorizar quem faz a cultura acontecer, muitas vezes à margem da mídia tradicional”.

Próximos episódios: música, eventos e espaços culturais

A programação futura promete explorar ainda mais a música pernambucana, os bastidores de eventos locais e os espaços culturais que fomentam a produção artística no estado. A ideia é mostrar como Pernambuco se mantém vivo, plural e criativo, conectando público e artistas e fortalecendo a cena local.

Como acompanhar

Para assistir aos episódios, basta acessar o canal oficial do aCena Recifense no YouTube. Quem prefere ouvir os programas pode encontrá-los nas plataformas de streaming mencionadas. Atualizações, bastidores e informações sobre episódios futuros estão disponíveis no Instagram do aCena Recifense.

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