Gilmelândia canta suas memórias no “Aqui Tem Nordeste” e apresenta o projeto “Forró da Gil” na TV Aparecida

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Na noite desta terça-feira (15), a TV Aparecida abre espaço para um reencontro musical com as raízes do Brasil. No programa “Aqui Tem Nordeste”, apresentado por Frank Aguiar, quem assume o palco é Gilmelândia, artista baiana que há 25 anos transita entre ritmos, afetos e identidades, e que agora resgata sua própria história com o forró no projeto “Forró da Gil”.

Mais conhecida do grande público pela passagem marcante na Banda Beijo, nos anos 2000, quando emplacou sucessos como “Maionese” e “Bate Lata”, Gilmelândia retorna ao cenário nacional com uma proposta diferente — e profundamente pessoal. O show, que rodou festas juninas pelo país, virou um EP disponível nas plataformas digitais e reúne clássicos de Dominguinhos, Luiz Gonzaga e Elba Ramalho, nomes que, segundo ela, ajudaram a moldar sua relação com a música desde a infância.

Entre o axé e o xodó

O “Forró da Gil” não é uma ruptura com a carreira anterior da cantora, mas sim uma expansão. Gilmelândia continua sendo a artista vibrante e comunicativa que marcou época no Axé Music, mas agora se apresenta com novos elementos: zabumba, triângulo, sanfona — e memórias.

A apresentação desta terça-feira terá um clima de roda de São João, com arranjos cuidadosamente construídos para valorizar a melodia e a força interpretativa da cantora. Acompanhada por uma banda que mistura percussões do axé com os elementos típicos do forró pé-de-serra, Gilmelândia promete emocionar o público com faixas como “Eu Só Quero Um Xodó”, “São João na Roça” e “Frevo Mulher”.

Um reencontro com a própria história

Em 2024, Gilmelândia completa 25 anos de trajetória artística. Ao longo dessas duas décadas e meia, a baiana colecionou palcos, viveu diferentes fases da indústria musical e enfrentou, como tantas artistas brasileiras, os desafios de se manter autêntica em um mercado movido por modas passageiras.

Seu retorno ao forró não é apenas uma escolha estética, mas um gesto afetivo. Uma forma de olhar para dentro, de reconhecer a menina que ouvia Luiz Gonzaga no interior da Bahia, antes mesmo de subir nos trios elétricos de Salvador.

O “Aqui Tem Nordeste”, exibido às terças na TV Aparecida, vem se consolidando como vitrine para artistas populares que dialogam com o imaginário cultural do país. Sob o comando de Frank Aguiar, o programa valoriza a música de raiz, os ritmos tradicionais e as vozes que mantêm vivas as expressões nordestinas.

Lições de Liberdade: vale a pena assistir? Descubra por que esse filme pode te emocionar!

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Nem todo filme que emociona precisa gritar. Às vezes, basta um olhar entre um homem e um pinguim para dizer tudo. Lições de Liberdade, que estreia nos cinemas brasileiros no dia 24 de julho, é uma dessas obras raras que tocam fundo com simplicidade, delicadeza e uma verdade que não se perde no tempo.

Inspirado na autobiografia do britânico Tom Michell, o filme dirigido por Peter Cattaneo (Unidas pela Esperança, Ou Tudo ou Nada e Amigos Imaginários) não é apenas uma história sobre um animal resgatado — é um retrato de como pequenos gestos, em tempos sombrios, podem se tornar grandes revoluções pessoais. E talvez por isso tanta gente vá sair do cinema com o coração leve… e os olhos marejados.

Um homem em crise, um país em silêncio

Interpretado com sutileza por Steve Coogan (Volta ao Mundo em 80 Dias – Uma Aposta Muito Louca e Alan Partridge: Alpha Papa), Tom é um professor que foge de sua própria estagnação ao aceitar lecionar em um internato isolado na Patagônia argentina, durante os anos de chumbo da ditadura militar. É nesse cenário duro, de silêncios impostos e liberdades tolhidas, que ele encontra um pinguim coberto de óleo em uma praia — um ser tão perdido quanto ele.

O que poderia ser apenas um momento curioso se transforma numa jornada de afeto, transformação e resistência emocional. Tom cuida do animal, batizado de Juan Salvador, e começa a perceber que, ao salvar o pinguim, talvez esteja também se salvando.

Humor, ternura e crítica social

O tom do filme oscila entre o encantamento e a dor. Não há maniqueísmo: há humanidade. O roteiro assinado por Jeff Pope (indicado ao Oscar por Philomena) sabe a hora certa de fazer sorrir e a hora certa de calar. Em uma Argentina onde até as aves corriam perigo, um homem britânico e um pinguim se tornam símbolo de leve resistência.

Jonathan Pryce (Dois Papas), como o diretor da escola, adiciona peso dramático com uma performance que reforça o contraste entre regras e sentimentos, rigidez e afeto. O elenco coadjuvante — com Vivian El Jaber, Alfonsina Carrocio, Julia Fossi e Bruno Blas — contribui para uma atmosfera de sinceridade, onde o inusitado é tratado com respeito e verdade.

Lições além da tela

O que faz Lições de Liberdade ser tão tocante é a sua verdade silenciosa. Não há heroísmo espetacular. Não há frases de efeito. Mas há algo precioso: a lembrança de que, mesmo em tempos difíceis, ainda podemos nos conectar — com os outros, com nós mesmos, com a natureza.

Em tempos de tanta polarização e descrença, esse tipo de história parece um abraço inesperado. E nos lembra de que às vezes os maiores professores não são humanos — mas nos tornam mais humanos.

Kevin James se reinventa em Família à Prova de Balas: Ação, comédia e um pai disposto a tudo pela família

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Foto: David Scott Holloway

Quando pensamos em Kevin James, a imagem que vem à mente é a de um comediante capaz de arrancar gargalhadas com seu jeito simples e carismático. Mas no seu novo filme, Família à Prova de Balas (“Guns Up”), que estreia no Brasil em 31 de julho, James vai além. Ele mostra que é possível misturar ação eletrizante com o humor que lhe é tão natural — e ainda contar uma história de amor e proteção familiar que toca fundo no coração. Abaixo, confira o trailer do filme:

Um pai comum, um herói improvável

No centro da trama está Raymond ‘Ray’ Hayes, um ex-policial que, como muitos pais, só quer construir um futuro tranquilo para sua esposa e filhos. Ray quer deixar para trás os dias turbulentos da força policial e investir em um negócio familiar, buscando aquela estabilidade que todo pai sonha para os seus. Mas o passado insiste em persegui-lo — e quando ele se vê marcado pela máfia, a luta para proteger quem ama ganha um novo sentido.

É nesse conflito entre o desejo de paz e a necessidade de ação que Kevin James brilha. Ele não interpreta apenas o homem que dá socos e tiros, mas aquele que enfrenta medos, dúvidas e o peso da responsabilidade que todos os pais conhecem tão bem.

Risadas no meio do caos

Se o filme fosse só ação, talvez faltasse algo. Mas Família à Prova de Balas entende que a vida real é uma mistura: às vezes, a gente se vê diante do inesperado — e a melhor arma é um sorriso ou uma piada certeira. Kevin James usa seu talento para aliviar a tensão, mostrando que até nos momentos mais complicados, o humor é um refúgio, uma forma de manter a humanidade intacta.

O elenco, com nomes como Christina Ricci e Luis Guzmán, dá suporte a essa mistura, trazendo personagens que ajudam a construir um mundo onde perigo e afeto andam lado a lado.

No fim das contas, Família à Prova de Balas é uma homenagem àqueles que correm riscos diários para garantir segurança e amor dentro de casa. É um lembrete de que, por trás de cada pai, mãe ou responsável, existe uma força imensa — uma vontade de proteger que não mede esforços.

Esse filme chega para nos lembrar que, mesmo quando o mundo lá fora parece louco e caótico, dentro de casa podemos encontrar a coragem para continuar, a inspiração para lutar, e o motivo para nunca desistir.

Na telona, uma experiência para todos

Com estreia marcada para o dia 31 de julho e distribuição da Diamond Films, o longa promete não só divertir como também conectar o público com uma história universal e verdadeira — aquela que fala do amor, da luta e da resiliência da família.

“Lilo & Stitch” bate US$ 1 bilhão em bilheteria e se consolida como maior filme de 2025

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Numa era em que remakes muitas vezes tropeçam na própria sombra, “Lilo & Stitch” fez o que poucos achavam possível: emocionar, surpreender e explodir nas bilheteiras. O live-action da Disney, lançado em março de 2025, atingiu a marca histórica de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, tornando-se o maior filme do ano — e desbancando o poderoso Um Filme Minecraft, que até então liderava com US$ 954 milhões.

Dirigido por Dean Fleischer Camp (Marcel the Shell with Shoes On) e roteirizado por Chris K.T. Bright e Mike Van Waes, o filme é mais do que uma simples releitura: é um mergulho sensível e pulsante no universo de Lilo, a garotinha havaiana cheia de imaginação, e Stitch, um experimento alienígena que parece saído de um pesadelo intergaláctico — mas que encontra nela um lar.

O caos encontra o coração

A dobradinha entre a pequena Maia Kealoha, em sua estreia nas telonas como Lilo, e Chris Sanders, criador e voz original de Stitch, é simplesmente eletrizante. Se na animação de 2002 a relação entre os dois já era encantadora, aqui ela ganha uma profundidade emocional rara. Stitch continua caótico, explosivo e imprevisível — mas agora também é palpável, com texturas e expressões digitais que o transformam num dos personagens mais vivos da Disney nos últimos anos.

A química entre Lilo e sua irmã Nani (vivida por Sydney Agudong) também sustenta o peso emocional da trama, ao retratar uma família que tenta se reconstruir enquanto o mundo insiste em rotulá-la como disfuncional. Em meio a perseguições galácticas, visitas de assistentes sociais e momentos absurdamente engraçados, Lilo & Stitch grita com leveza uma verdade universal: família não é perfeita — é resistência, é caos, é amor que escolhe ficar.

Do Havaí para o mundo — e para o topo

Ambientado com sensibilidade no coração do Havaí, o filme não apenas respeita a cultura local, mas a celebra em cada detalhe: da trilha sonora envolvente às referências visuais que tornam o cenário mais do que um pano de fundo — é uma personagem viva. Com isso, a produção conquistou o público de diferentes gerações, culturas e latitudes. Foi trend no TikTok, dominou memes no Instagram e gerou reações emocionadas no X (antigo Twitter), com fãs compartilhando cenas favoritas sob a hashtag #OhanaÉTudo.

Não por acaso, o filme cresceu semana após semana nas bilheterias, quebrando recordes em mercados como Japão, Brasil, Reino Unido e Filipinas — e atingindo um marco raríssimo: o primeiro live-action da Disney a alcançar US$ 1 bilhão sem ser parte do universo Marvel, Star Wars ou Frozen.

Um marco no coração da Disney

Mais do que um fenômeno financeiro, a animação representa um novo respiro para a Disney. Após um período de críticas a remakes pouco inspirados, o estúdio enfim entrega um filme que conversa com o presente sem trair o passado — e que faz adultos chorarem tanto quanto as crianças riem.

Com o sucesso estrondoso, rumores já apontam para uma continuação ou até uma série derivada no Disney+, além de expansões temáticas nos parques da empresa. Stitch, que já era um ícone do “caos adorável”, agora assume também o posto de embaixador de uma nova era — mais emocional, mais humana, mais universal.

Grey’s Anatomy anuncia estreia da 22ª temporada nos Estados Unidos para 16 de outubro

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Foto: Reprodução/ Internet

Após quase duas décadas marcando gerações com histórias emocionantes e intensas, Grey’s Anatomy está pronta para dar mais um passo. A ABC anunciou oficialmente que a 22ª temporada da série médica mais longeva da TV americana estreia em 16 de outubro nos Estados Unidos, renovando a promessa de drama, tensão e humanidade que cativou milhões de fãs pelo mundo.

Incertezas sobre o elenco principal aumentam curiosidade

O anúncio, embora esperado, traz ainda uma atmosfera de mistério: quais rostos acompanharão Meredith Grey nessa nova fase? A intérprete da protagonista, Ellen Pompeo, que se tornou sinônimo da série, ainda não confirmou sua permanência, alimentando especulações e curiosidade entre os espectadores.

Esta nova temporada seguirá um formato mais enxuto, com 18 episódios — um ajuste estratégico da ABC para lidar com os custos crescentes do elenco veterano, que permanece entre os mais bem pagos da televisão. Essa decisão traz um frescor e a chance de focar em histórias mais intensas, evitando o desgaste das temporadas muito longas.

Desde seu lançamento em 2005, Grey’s Anatomy transformou-se em muito mais do que um drama hospitalar. Através da trajetória da médica Meredith Grey, acompanhamos temas profundos como amizade, perdas, amor e resiliência, sempre com um olhar atento para as complexidades da vida real. A série soube se reinventar ao longo dos anos, adaptando seu elenco e suas narrativas para manter a relevância e a emoção.

Elenco original e as mudanças ao longo das temporadas

O elenco original contava com nove talentos que hoje fazem história na televisão, e mesmo com as inúmeras mudanças — saídas de nomes icônicos e chegadas de novos personagens —, Grey’s Anatomy não perdeu sua essência. Na 16ª temporada, por exemplo, o grupo tinha dezesseis atores, entre eles ainda figuras emblemáticas como Ellen Pompeo e James Pickens Jr., pilares da narrativa.

Mesmo com as oscilações naturais que acompanham séries tão longas, a produção segue firme entre os programas mais assistidos nos EUA, conquistando tanto a audiência quanto o reconhecimento da crítica. Prêmios como o Globo de Ouro de Melhor Série de Drama e diversas indicações ao Emmy reforçam o valor artístico e cultural da produção.

Como acompanhar as temporadas atuais e anteriores

Hoje, os fãs podem acompanhar a 21ª temporada no Sony Channel, enquanto as temporadas anteriores estão disponíveis no Disney+, proporcionando uma maratona completa para os apaixonados pela série.

“Eita, Lucas!” deste sábado (26/07) desembarca em Governador Valadares com MC Daniel

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Foto: Divulgação/SBT

Não tem tempo ruim quando a energia é boa e o povo é caloroso. E é com essa vibe que o “Eita, Lucas!” segue sua caravana pelos quatro cantos do Brasil, levando alegria, desafios inusitados e histórias emocionantes para a televisão aberta. Neste sábado, 26 de julho de 2025, a Arena do programa estaciona em Governador Valadares, no coração de Minas Gerais, antes de seguir rumo à ensolarada Itabuna, na Bahia. E como já virou marca registrada, o público pode esperar muito mais do que risadas: tem talento, música, superação e, claro, prêmios em dinheiro!

Foto: Divulgação/SBT

Governador Valadares: quando a voz vale 5 mil reais (ou um banho gelado)

Em solo mineiro, o quadro “Chuveiro ou Dinheiro” promete arrancar gargalhadas e aplausos em medidas iguais. A proposta é simples, mas o nervosismo é real: subir ao palco, cantar com garra e tentar convencer o público – e os jurados – de que merece embolsar até 5 mil reais. Mas se desafinar… o castigo vem de cima: um banho de chuveiro na frente da plateia lotada!

“Tem que ter coragem e carisma. Aqui a gente valoriza quem se arrisca, quem coloca o coração na voz, mesmo que desafine um pouquinho”, brinca Lucas Guimarães, apresentador da atração, que se mostra cada vez mais à vontade nesse papel que mistura comunicador, parceiro e incentivador do povo.

E para deixar tudo ainda mais animado, o convidado especial da semana é ninguém menos que MC Daniel. O funkeiro, que tem arrastado multidões por onde passa, chega com o sorriso largo e uma playlist cheia de sucessos. Ele também entra na dança do quadro, ajudando Lucas a decidir quem leva o prêmio e quem vai sair de banho tomado.

“Adoro estar perto do povo. Esse programa tem uma vibe boa demais. É leve, engraçado, mas também tem histórias que tocam a gente”, comentou Daniel, que aproveita para cantar os hits que o consagraram como um dos nomes mais populares do funk atual.

De Minas à Bahia: emoção na estrada com o “Gaga de Itamotinga”

Após a folia mineira, a equipe do “Eita, Lucas!” ruma para o sul da Bahia. Em Itabuna, o público acompanha uma verdadeira jornada de superação e carisma com o quadro “Carona da Sorte”. Nele, Felipe – mais conhecido como “Gaga de Itamotinga” – embarca em uma carona especial com Lucas Guimarães pelas ruas da cidade, enfrentando provas, conversando com moradores e revelando sua história de vida com bom humor e autenticidade.

Felipe se tornou um fenômeno local não só por sua forma divertida de se expressar, mas por sua capacidade de rir de si mesmo e inspirar os outros com leveza e simpatia. Ao lado de Lucas, ele encara o desafio de vencer a inteligência artificial Áurea em uma série de perguntas e missões que testam memória, agilidade e sensibilidade.

O ápice da carona acontece em uma plantação de cacau, cenário típico da região cacaueira baiana. Lá, Felipe precisa cumprir um desafio envolvendo a colheita e o processamento do fruto, valendo até 10 mil reais em prêmios. Entre suor e risadas, o momento rende imagens lindas e uma conexão direta com a cultura local.

Um programa que é cara do Brasil

Mais do que um programa de auditório, “Eita, Lucas!” tem se consolidado como um verdadeiro retrato do Brasil profundo. Com linguagem popular, locações reais e histórias que misturam humor e emoção, o programa busca dar visibilidade a personagens comuns que, de repente, se tornam protagonistas em rede nacional.

Lucas Guimarães, que ficou conhecido nas redes sociais, mostra no palco da televisão que tem carisma e empatia de sobra. Ele escuta, vibra, brinca, abraça e se envolve com cada participante de forma genuína. Não à toa, a atração tem conquistado cada vez mais público e elogios pela abordagem humanizada.

“É muito mais do que um programa de prêmios. A gente quer levar alegria, autoestima e mostrar que o povo brasileiro é cheio de histórias lindas. E também sabe se divertir como ninguém!”, resume Lucas.

Convidados especiais que somam à festa

A cada edição, o “Eita, Lucas!” recebe artistas e personalidades que, além de entreter, também compartilham um pouco da própria trajetória. No palco, eles se misturam à plateia, participam dos quadros e cantam seus sucessos.

MC Daniel, por exemplo, não poupou elogios à experiência. “Ver a alegria desse povo, cantar junto, dar risada com Lucas… é tudo de bom. O Brasil precisa de mais coisas assim”, comentou o artista, que aproveitou para divulgar sua nova música e ainda surpreender um fã que estava na plateia.

Cultura local valorizada

O “Eita, Lucas!” também se destaca por integrar elementos regionais em cada cidade por onde passa. Seja numa plantação de cacau, em uma feira popular, ou em rodas de conversa com moradores antigos, o programa respeita as tradições locais e as transforma em cenários vivos de afeto e reconhecimento.

Em Itabuna, por exemplo, a produção destacou a importância histórica da cultura cacaueira na economia e na memória da cidade. Já em Governador Valadares, a música mineira e o jeitinho acolhedor dos valadarenses foram o pano de fundo perfeito para os quadros.

Prêmios, mas também autoestima

Ao fim de cada episódio, o saldo vai além dos valores distribuídos. Participantes saem transformados, cheios de histórias para contar e com um brilho diferente nos olhos. O público também se sente representado, vendo pessoas parecidas consigo ocupando o centro do palco, com dignidade e humor.

Felipe, o “Gaga de Itamotinga”, resumiu o sentimento com um sorriso largo e olhos marejados: “Nunca pensei que ia aparecer na televisão assim, sendo eu mesmo, com meu jeito, minhas falas… E ainda sair com um prêmio! Mas o melhor foi o carinho das pessoas”.

“Outlander” | Última temporada ganha trailer completo e promete encerramento emocionante

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Foto: Reprodução/ Internet

É chegada a hora de se despedir de Claire e Jamie Fraser. O canal Starz lançou o trailer completo da oitava e última temporada de Outlander, prometendo uma conclusão emocionante que mescla amor, destino e as inevitáveis batalhas da história. A estreia está prevista para início de 2026, e embora a data exata ainda não tenha sido divulgada, o clima de despedida paira no ar, convidando fãs antigos e novos a se prepararem para encerrar essa jornada junto aos personagens que marcaram uma década de narrativas épicas. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

Desde que fez sua estreia em 9 de agosto de 2014, Outlander se consolidou como uma produção híbrida de romance, drama e viagem no tempo, adaptando os premiados livros de Diana Gabaldon. Criada para a TV por Ronald D. Moore e produzida pela parceria entre a Sony Pictures Television e a Left Bank Pictures, a série acompanhou os Fraser através de capítulos complexos da história, alternando entre cenários do século XVIII e da era contemporânea, com altos investimentos em figurino, cenografia e fidelidade histórica. O trailer divulgado retoma todos esses elementos, intensificando a expectativa para o capítulo final da saga.

Logo nos primeiros segundos, somos transportados para um campo enevoado, onde Claire caminha sozinha, seus pensamentos narrados como monólogo interior. A voz dela ecoa sobre escolhas irrevogáveis, o peso de decisões passadas e o amor que sobrevive mesmo quando tudo ao redor desmorona. Jamie surge em seguida, montado a cavalo em meio a tropas, o semblante carregado por rugas que contam uma vida inteira de cuidado, saudade e batalhas. A ambientação sugere que os últimos episódios terão um clima soturno, ainda que repleto de humanidade e esperança.

O trailer intercala cenas da família Fraser em momentos distintos no tempo. Vemos Jovem Ian ao lado de Claire e Jamie, agora adultos, e William Ransom em uniforme britânico, seu rosto misturando orgulho e conflito. A dualidade temporal se acentua ao mostrar Brianna e Roger nos anos 80, lidando com o nascimento de sua filha, diagnosticada com um problema cardíaco, o que os obriga a viajar para o futuro em busca de atendimento médico. Esse choque entre passado e presente reforça o tema central da série: os laços que unem gerações, não importando o século.

A narrativa de Outlander sempre foi construída sobre múltiplas camadas de drama e romance. Claire é médica, mulher moderna jogada em pleno século XVIII; Jamie é guerreiro selvagem e apaixonado, mas também homem de honra e cultura. Esse contraste funciona como base para explorar questões como poder, escolha, identidade e resistência. O trailer sugere que a temporada final vai mergulhar profundamente nos dilemas sociais e emocionais desses personagens, sem economizar em retratos de guerra, sofrimento ou redenção.

A temporada final, dividida em dez episódios, foi estrategicamente planejada em duas partes pela equipe de produção. Segundo Ronald D. Moore, isso permite que a história receba o fechamento que merece, cuidando de cada arco com atenção aos detalhes e ao crescimento dos personagens. Isso inclui a reconstrução do Fraser’s Ridge após a morte de Malva Christie e as cicatrizes deixadas por esse crime. Claire, acusada injustamente de assassinato, chegou a ser presa; embora tenha sido libertada quando Tom Christie admitiu sua culpa, a experiência deixou marcas profundas em sua relação com a comunidade que ajudou a construir.

Paralelamente, a série explora a Guerra da Independência Americana como pano de fundo inevitável. Jamie, agora colono nos treze estados, é convocado para lutar na Batalha de Saratoga, um dos confrontos mais decisivos da revolução. Sua lealdade à causa rebelde contrastará com sua conexão com personagens que o cercam, como William. A temporada promete tratar dessa escolha como dilema moral: lutar por uma nação emergente enquanto enfrenta o custo emocional e familiar de uma guerra.

Do lado de Brianna e Roger, o emocional também se aprofunda. A chegada de uma filha com um problema cardiovascular desencadeia um dilema impossível: continuar no século XVIII ou sacrificar tudo para buscar tratamento no futuro. A viagem aos anos 80 proporciona alívio médico, mas expõe os MacKenzies ao preconceito moderno. Brianna, formada em engenharia, enfrenta o machismo disfarçado do ambiente corporativo e a pressão de equilibrar carreira e maternidade. Roger, escritor e historiador, tenta construir uma nova vida enquanto carrega o peso de viver fora do tempo que ama.

A força de Outlander sempre esteve na química entre Caitriona Balfe e Sam Heughan. Suas performances carregam autenticidade emocional, mostrando um casal que se ama profundamente, mesmo quando partidos pela distância ou pela guerra. O trailer reforça isso ao mostrar olhares intensos, abraços demorados e momentos que condensam muitos anos de vivências. Esses pequenos gestos silenciosos — uma mão no ombro, um sorriso melancólico — sintetizam a jornada de amor que atravessa séculos.

Visualmente, o trailer impressiona. Paisagens da Escócia e da América colonial se misturam em planos amplos e panorâmicos. A produção não abre mão dos figurinos ricos, da iluminação planejada para transmitir nostalgia e tensão, e da direção de arte que transforma cada cena numa pintura viva sobre o tempo. A trilha sonora, em especial, retoma arranjos folk da cultura celta misturados à tensão épica, remetendo à tradição musical da série.

No Brasil, a série encontrou visibilidade também na TV aberta, tendo sido exibida pela Band entre setembro e dezembro de 2023. Apesar da transmissão ter sido interrompida por questões contratuais, a série recebeu reprise em 2024, e conquistou público fiel nas madrugadas. Hoje, muitos fãs acompanham por streaming, o que reforça a popularidade e o valor cultural da produção em território nacional.

A trajetória de Outlander refletiu uma mudança na maneira como enxergamos dramas televisivos. Ao longo das temporadas, conquistou reconhecimento do público e da crítica por suas tramas complexas, protagonistas femininas fortes e a capacidade de misturar romance, política e história de forma envolvente. A série recebeu diversos prêmios e se tornou um case de sucesso internacional, contribuindo para o fortalecimento da Starz como canal de referência em narrativa original.

A expectativa em torno da última temporada é gigantesca. Fãs criaram teorias sobre o destino dos Frasers, novos maratonistas revisitam cada temporada com entusiasmo e as redes sociais se enchem de lembranças, memes e homenagens. A pergunta mais repetida entre admiradores é: será que Claire e Jamie encontrarão um final pacífico juntos? A própria autora Diana Gabaldon já falou que o último livro da saga ainda não foi publicado, o que deixa espaço para a série seguir um caminho próprio — talvez mais emocional, talvez mais simbólico — ao encerrar a história.

Por ora, as informações confirmadas apontam para uma temporada intensa, emocional, com batalhas épicas e momentos íntimos. O trailer mostrou que, mesmo diante da guerra e do tempo implacável, o coração humano continua resistindo. Claire e Jamie não são apenas sobreviventes do tempo ou da revolução; são defensores de uma ideia: de que o amor, a verdade e a coragem podem transcender qualquer era.

À medida que nos aproximamos de 2026, Outlander se prepara para oferecer uma conclusão à altura de sua própria ambição. Será o fim de uma era na televisão, mas também uma celebração do que faz as histórias permanecerem: personagens que amamos, dilemas que reverberam, e a certeza de que algumas histórias existem para nos lembrar que somos feitos de tempo — e de escolhas.

“A Voragem” | HBO Max mergulha na selva da alma humana em nova série colombiana

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Foto: Reprodução/ Internet

Existe algo na selva que não pode ser explicado — só sentido. Um tipo de silêncio espesso, de verde que parece eterno, de calor que invade a alma. É nesse cenário ao mesmo tempo mágico e ameaçador que A Voragem, nova série da HBO Max, se desenrola. Mas engana-se quem acha que se trata apenas de mais uma aventura exótica. A série, inspirada na célebre obra do escritor colombiano José Eustasio Rivera, mergulha fundo nas contradições humanas e transforma um romance clássico de 1924 em uma experiência audiovisual intensa e atual.

Com uma primeira temporada de oito episódios — três já disponíveis na plataforma e os dois últimos programados para 7 de agosto —, A Voragem estreia com ambição e sensibilidade. Ao invés de apenas contar uma história, ela convida o espectador a atravessá-la, como quem caminha por dentro da mata fechada, tropeçando em emoções, conflitos e escolhas irreversíveis.

De Bogotá à floresta: uma fuga que vira provação

A série começa com um gesto de rebeldia. Arturo Cova, um poeta idealista interpretado com intensidade por Juan Pablo Urrego (Distrito Salvaje, El Patrón del Mal), foge da capital com Alicia (vivida pela expressiva Viviana Serna, de Narcos: México), uma jovem que se recusa a aceitar um casamento arranjado. A fuga romântica, impulsiva e cheia de promessas se transforma rapidamente numa viagem sem retorno.

Eles partem rumo aos llanos — as planícies colombianas — e depois penetram a selva amazônica, acreditando que encontrarão liberdade e paz longe da sociedade opressora. Mas o que os espera é uma realidade muito mais crua, onde a natureza, ao invés de acolher, engole. É nesse caminho que conhecem Clemente Silva, personagem vivido por Nelson Camayo, que dá voz e corpo a um homem forjado pelo sofrimento e pelas perdas que só a selva é capaz de impor.

Essa é, em essência, a espinha dorsal da trama: uma jornada em busca de um paraíso idealizado que, aos poucos, se revela um pesadelo profundo.

A selva não é só cenário. Ela é personagem.

Uma das maiores forças da série está em como ela retrata a floresta. Nada nela é pintado com cores de cartão-postal. O que vemos é uma natureza viva, imprevisível, e às vezes, francamente hostil. A selva aqui não é pano de fundo — ela reage, molda e transforma quem se atreve a atravessá-la. Ela é personagem central, silenciosa, mas presente o tempo inteiro.

A fotografia é um espetáculo à parte. Com planos que exploram a densidade das folhas, o vapor da terra molhada e a luz filtrada entre as copas, a série constrói uma atmosfera quase hipnótica. Os sons — de bichos, de água, de vento — são tão importantes quanto os diálogos. Tudo contribui para essa sensação de que estamos, junto com os personagens, sendo lentamente engolidos por algo maior do que nós.

O diretor Luis Alberto Restrepo, conhecido por trabalhos densos como La Ley del Corazón e Garzón, orquestra a narrativa com firmeza e sensibilidade. Ele não se apressa. Deixa que a selva dite o ritmo, que os silêncios falem tanto quanto as palavras.

Um clássico da literatura que ganha nova vida

Adaptar um livro como La Vorágine, com seu estilo rebuscado e seu caráter alegórico, não é tarefa fácil. José Eustasio Rivera escreveu a obra em tom de denúncia e poesia, combinando uma crítica feroz à exploração de trabalhadores na indústria do látex com uma profunda reflexão sobre a alma humana.

A série faz um trabalho cuidadoso ao respeitar esse espírito. Não se trata de uma transposição literal — e isso é uma virtude. A Voragem pega o núcleo emocional do livro e o transforma em drama visual. Os diálogos são mais acessíveis, os personagens têm mais nuances, e há um foco claro em tornar a história relevante para o público atual.

Ainda assim, há momentos em que o texto original ecoa. Frases que soam como poemas surgem em meio ao caos. E isso não acontece à toa. A produção teve consultoria literária e cuidou para que a adaptação não perdesse a alma da obra.

Amor, obsessão e liberdade

No centro da história está o casal Arturo e Alicia. Ele é apaixonado por liberdade, por ideias, por poesia — mas também por controle. Com o passar dos episódios, Arturo deixa de ser o herói romântico idealista e revela um lado possessivo, até mesmo violento. Já Alicia é a alma livre que paga um alto preço por não querer se submeter. O embate entre os dois é carregado de tensão emocional, e a atuação de Urrego e Serna sustenta cada reviravolta com autenticidade.

A presença de Clemente, por sua vez, funciona quase como um espelho do que Arturo pode se tornar. Ele é o retrato do homem que já enfrentou a floresta — e saiu quebrado, mas sobrevivente. Sua experiência traz densidade à narrativa e abre espaço para discussões sobre masculinidade, poder e redenção.

Tapete vermelho, emoção e resgate cultural

O lançamento da série foi celebrado com um evento especial em Bogotá, no último dia 24 de julho. O Teatro Colón recebeu elenco, equipe técnica, jornalistas e convidados especiais. Tapete vermelho, coquetel, discursos emocionados e muita expectativa marcaram a noite. Não era apenas uma estreia — era a chegada de um projeto que busca reconectar o público com um dos maiores símbolos da literatura colombiana.

A HBO Max apostou alto na produção, que também conta com produção executiva de Jorge López Abella, Rous Mary Muñoz e José Lombana. O plano de lançamento foi cuidadosamente pensado: os três primeiros episódios já estão disponíveis na plataforma; outros três estreiam na próxima semana; e os dois últimos serão lançados em 7 de agosto. A série também será exibida no canal TNT a partir de sábado, 26 de julho, sempre à meia-noite.

Uma série sobre o que nos move — e o que nos destrói

Assistir A Voragem é como entrar num terreno desconhecido. A cada episódio, o espectador é desafiado a abandonar certezas, a rever ideias sobre liberdade, civilização e amor. A narrativa não entrega respostas fáceis, mas provoca. Ao final, a pergunta que fica não é “o que aconteceu?”, mas sim “quem nos tornamos ao atravessar essa floresta?”.

A série fala sobre paixão, mas também sobre obsessão. Sobre fugir das amarras da sociedade, mas acabar prisioneiro dos próprios impulsos. E principalmente, sobre o que resta quando o mundo idealizado desmorona.

Para quem é essa série?

Essa não é uma série para quem procura ação frenética ou soluções rápidas. A Voragem exige tempo, atenção e entrega. É uma obra que conversa com quem gosta de literatura, de drama humano, de paisagens que falam e silêncios que gritam. Mas também é, curiosamente, uma porta de entrada para quem nunca leu Rivera. A série pode funcionar como convite à leitura do livro — ou até como substituto sensorial para quem prefere vivenciar histórias com os olhos e os ouvidos.

Sessão da Tarde traz “Velozes & Furiosos 5: Operação Rio” nesta sexta-feira (01/08)

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta sexta-feira, 1º de agosto de 2025, a Sessão da Tarde traz de volta um dos filmes mais eletrizantes da franquia que conquistou fãs no mundo todo. “Velozes & Furiosos 5: Operação Rio” volta à tela da TV Globo para lembrar por que essa história de ação, velocidade e amizade ainda faz tanta gente vibrar.

Mas não é só isso. Esse quinto filme marcou uma mudança importante na série, que até então era quase toda corrida de rua. Aqui, a coisa fica maior: tem assalto, perseguição, muita explosão e claro, aquele clima intenso do Rio de Janeiro — ou, pelo menos, uma versão muito bem feita dele.

Vamos dar uma volta por essa aventura que mistura adrenalina e emoção, e conhecer os bastidores desse filme que não cansa de acelerar corações.

De perseguição nas ruas para o maior assalto da franquia

Até o quarto filme, “Velozes & Furiosos” era sinônimo das corridas ilegais e da paixão por carros modificados. Mas em “Operação Rio”, a história ganhou uma nova pegada, mais próxima dos grandes filmes de assalto e ação hollywoodianos.

O diretor Justin Lin, que já comandava a franquia desde o terceiro filme, resolveu acelerar em outra direção. Em vez de se concentrar só nas corridas, o foco passou para um grande roubo de 100 milhões de dólares — dinheiro de um empresário corrupto que está no centro de uma trama cheia de tensão.

Dom (Vin Diesel), Brian (Paul Walker) e Mia (Jordana Brewster) se veem fugindo da polícia e acabam no Rio, onde planejam esse golpe audacioso. Mas é claro que nada sai simples: muita perseguição, cenas de tirar o fôlego e, claro, aquele cofre gigante sendo arrastado pelas ruas, pra deixar qualquer um grudado na tela.

O Rio como você nunca viu (ou quase isso)

Quem assistiu na época se lembra da beleza das cenas na praia de Ipanema, no Cristo Redentor e em outras paisagens cariocas famosas. Mas, na prática, boa parte das cenas mais explosivas e das favelas foram recriadas em Porto Rico e Atlanta.

Isso aconteceu porque filmar em favelas reais é complicado — tanto para garantir a segurança quanto para controlar a produção. Mesmo assim, o esforço foi grande para deixar tudo com cara do Rio, com direito a casas pintadas, ruas modificadas e todo aquele jeitão brasileiro que a gente reconhece.

Nem só de fãs vive o filme

Apesar de ter conquistado muitos espectadores, o filme também levantou debates. Alguns brasileiros e críticos acharam que a produção exagerou nos estereótipos — apresentando o Rio quase só como um lugar de violência e corrupção.

Por outro lado, muitos defendem que “Operação Rio” é uma obra de ficção, feita para divertir e não para retratar a cidade de forma fiel. Entre os exageros e as licenças artísticas, o filme acabou criando uma imagem que até hoje divide opiniões.

Um elenco que não perde o ritmo

Além dos já conhecidos Vin Diesel e Paul Walker, a chegada de Dwayne Johnson na franquia trouxe uma nova energia. Seu personagem, o agente Luke Hobbs, rapidamente virou um dos favoritos do público — e deu mais peso às cenas de ação.

O elenco conta também com nomes como Ludacris, Tyrese Gibson, Gal Gadot, Jordana Brewster, Joaquim de Almeida e Elsa Pataky, formando um time que mistura carisma, humor e força.

Recorde de bilheteria e legado

“Velozes & Furiosos 5” não foi só um sucesso entre os fãs, mas também quebrou recordes de bilheteria, faturando mais de 625 milhões de dólares ao redor do mundo. Esse resultado abriu caminho para filmes ainda maiores, com efeitos mais elaborados e histórias mais ambiciosas.

Hoje, o filme é visto por muitos como o ponto de virada da franquia, quando ela deixou de ser apenas um filme sobre corridas para se transformar numa verdadeira saga de ação.

O reencontro com Brian O’Conner

Assistir ao filme hoje também tem um significado especial para quem acompanha a saga e sabe da história de Paul Walker. O ator faleceu em 2013, mas seu personagem ainda é lembrado com carinho por fãs e elenco.

Em “Operação Rio”, vemos um Brian mais maduro, preocupado com sua família, tentando construir uma vida estável — e isso deixa o filme com um toque mais humano e emotivo.

Por que assistir de novo?

Mesmo para quem já conhece a história, rever “Velozes & Furiosos 5” é uma experiência que vale a pena. Além da ação, a produção traz momentos que misturam emoção, humor e cenas de tirar o fôlego. Se você gosta de um filme que mistura adrenalina com laços de amizade e que ainda traz o Rio de Janeiro como cenário, esta é a hora perfeita para acelerar junto com Dom e sua turma.

Saiba qual filme é destaque no Cine Espetacular desta terça (05/08)

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Foto: Reprodução/ Internet

Se você cresceu acompanhando uma turma destemida que desmascarava vilões disfarçados de monstros e enfrentava o sobrenatural com uma boa dose de coragem (e sanduíches gigantes), então a noite de terça-feira promete um mergulho nostálgico — e divertido. No Cine Espetacular desta terça, 5 de agosto de 2025, será exibido “Scooby-Doo! e a Maldição do Monstro do Lago”, uma aventura live-action recheada de mistério, humor e afeto, ideal para todas as idades.

Lançado originalmente em 2010, o filme foi produzido para o Cartoon Network e chegou ao Brasil em 2011, conquistando um público que já estava acostumado às animações do cão medroso mais amado da cultura pop. Com direção de Brian Levant e um elenco jovem, a trama resgata a essência das histórias clássicas de Scooby-Doo, mas com uma roupagem moderna e energética que conquistou toda uma nova geração.

Um verão que prometia descanso… mas acabou em susto!

Férias de verão. Sol, descanso e zero mistérios, certo? Errado.

A história começa com a turma da Mistério S/A — composta por Fred, Daphne, Velma, Salsicha e Scooby-Doo — decidindo passar as férias juntos, longe das investigações e monstros. Mas, como já era de se esperar, o sossego não dura muito. Quando estranhas aparições começam a ocorrer perto de um lago aparentemente tranquilo, o grupo se vê envolvido em mais um enigma.

A lenda local fala de um monstro ancestral, que surge das águas e ameaça a tranquilidade do lugar. A princípio, ninguém acredita. Mas os ataques e aparições começam a se tornar mais frequentes, obrigando os jovens a voltarem à ativa para descobrir quem — ou o que — está por trás disso.

Enquanto isso, os laços entre os personagens são testados: Velma se apaixona por Salsicha, que por sua vez está dividido entre seus sentimentos e sua amizade com Scooby. Fred tenta mostrar liderança, mas também lida com seu relacionamento com Daphne. E Scooby? Entre um petisco e outro, segue sendo o coração do grupo — com seu medo irresistivelmente engraçado.

Elenco jovem, carisma em alta

O filme se destaca por trazer um elenco renovado, com atuações que buscam atualizar os personagens sem perder sua essência. Nick Palatas interpreta Salsicha com a descontração necessária, equilibrando humor e ingenuidade. Kate Melton dá vida à elegante e determinada Daphne, enquanto Robbie Amell entrega um Fred carismático, dividido entre o heroísmo e o charme desajeitado.

Mas quem rouba a cena, sem dúvida, é Hayley Kiyoko no papel de Velma Dinkley. Em um papel que exige um equilíbrio entre lógica, sensibilidade e curiosidade, Hayley mostra por que é considerada uma das jovens atrizes mais promissoras da época. Sua química com Palatas dá à trama uma camada emocional inesperada e bem-vinda.

A dublagem de Frank Welker, lenda viva da voz original de Scooby-Doo, traz uma familiaridade nostálgica que agrada tanto aos fãs antigos quanto aos novos.

Brian Levant e a missão de equilibrar humor, mistério e emoção

Com experiência em comédias familiares como “O Pestinha 2” e “Os Flintstones”, o diretor Brian Levant sabe como criar aventuras leves e envolventes. Em “Scooby-Doo! e a Maldição do Monstro do Lago”, ele aposta em efeitos visuais modestos, mas suficientes para sustentar a tensão, e em momentos de interação sincera entre os personagens, algo nem sempre presente em adaptações anteriores da franquia.

O tom do filme é mais próximo das animações do que das versões cinematográficas estreladas por Matthew Lillard e Sarah Michelle Gellar. Isso faz com que o longa funcione como uma ponte entre o universo clássico dos desenhos e o público jovem da TV.

Apesar do orçamento limitado, Levant acerta ao não exagerar nos sustos ou efeitos digitais — o foco está na investigação, nas relações de amizade e na tradição Scooby-Doo de desmascarar vilões com máscaras de borracha.

Por que vale a pena assistir?

O filme pode não ser uma superprodução cinematográfica, mas oferece exatamente o que propõe: diversão leve, mistério instigante e lições de amizade para todas as idades. Com um ritmo ágil, personagens bem definidos e momentos de emoção sincera, o filme é um lembrete de que o universo Scooby-Doo ainda tem muito a oferecer.

Além disso, é uma ótima oportunidade para apresentar a franquia a novas gerações, em um formato acessível e carismático. Para os fãs de longa data, é um reencontro reconfortante com personagens que marcaram infâncias — e continuam ensinando que, com coragem, uma boa equipe e biscoitos Scooby, é possível enfrentar qualquer monstro.

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