A noite de sábado na Record será marcada por tensão e ação explosiva com a exibição de “Caçada Brutal” (First Kill, no original) na faixa Super Tela, no dia 3 de maio de 2025. O longa, protagonizado por Bruce Willis e Hayden Christensen, combina adrenalina, drama familiar e reviravoltas em um suspense policial envolvente.
Uma caçada que se transforma em um pesadelo
Lançado originalmente em 2 de agosto de 2021 no serviço de streaming Paramount+, o filme tem 1h37min de duração e traz a assinatura do diretor Steven C. Miller, especialista em filmes de ação intensos. O roteiro é de Nick Gordon, que cria um enredo denso sobre escolhas morais e sobrevivência.
Na história, Will (Hayden Christensen) é um homem comum que decide levar seu filho para uma viagem de caça, tentando estreitar os laços familiares. No entanto, tudo muda quando ele e o garoto testemunham o assassinato de um policial cometido por um criminoso armado. O que parecia ser um episódio isolado logo se transforma em um pesadelo ainda maior: o filho de Will é sequestrado pelo assassino, e agora ele precisa entrar em ação para salvar o menino.
Enquanto isso, Bruce Willis interpreta um policial veterano que investiga um assalto a banco ocorrido na mesma região — crime que, aos poucos, revela ligações inesperadas com o sequestro e a família envolvida. A narrativa se desdobra em tensão crescente, com confrontos armados, perseguições pela floresta e segredos que vêm à tona.
Um duelo de interpretações
Com uma filmografia recheada de clássicos de ação, Bruce Willis entrega uma performance contida e misteriosa, que contrasta com a carga emocional intensa vivida por Hayden Christensen, conhecido mundialmente pelo papel de Anakin Skywalker na franquia Star Wars. Juntos, eles conduzem a história com carisma e credibilidade, criando um clima de suspense constante.
Gethin Anthony, conhecido por seu trabalho em Game of Thrones, também participa do elenco, contribuindo para o tom sombrio e imprevisível do filme.
Disponível no streaming
Quem desejar assistir ao filme fora da TV aberta pode encontrá-lo na plataforma Adrenalina Pura, disponível por assinatura. Com classificação indicativa não recomendada para menores de 14 anos, Caçada Brutal é uma escolha certeira para quem busca um suspense cheio de reviravoltas, ação bem coreografada e dilemas familiares que tocam fundo.
Super Tela aposta alto no suspense policial
A faixa Super Tela da Record é conhecida por trazer filmes de tirar o fôlego nas noites de sábado — e com Caçada Brutal, a promessa é de mais uma exibição que vai deixar o público grudado na tela. O equilíbrio entre drama familiar e ação intensa torna o longa uma boa pedida para quem gosta de tramas com emoções à flor da pele.
Petra Costa nunca foi uma diretora que se escondeu atrás da neutralidade. Com Democracia em Vertigem (2019), ela já havia exposto seu olhar sensível e politicamente engajado sobre o colapso da democracia brasileira. Em Apocalipse nos Trópicos, sua nova investida documental que estreou nesta segunda (14) na Netflix, a cineasta vai ainda mais fundo — e mais fundo aqui também significa mais escuro, mais perturbador, mais corajoso.
Desta vez, Petra não foca apenas nos bastidores da política institucional. O que está em jogo agora é o casamento entre fé e poder, mais especificamente a ascensão das igrejas neopentecostais como uma força política organizada e decisiva no Brasil contemporâneo. O epicentro desse terremoto ideológico é Silas Malafaia, figura central no documentário — e símbolo vivo da mistura explosiva entre autoritarismo religioso, populismo e um projeto de dominação cultural.
Um protagonista sem máscara
Petra não precisa desmascarar Malafaia — ele faz isso sozinho, com uma desenvoltura perturbadora. Dentro do próprio jato particular, pilotando uma BMW, vociferando ofensas contra um motociclista, ou discursando ao lado de Jair Bolsonaro, o pastor é filmado com acesso surpreendente, quase íntimo. E talvez seja isso o mais assustador: sua tranquilidade diante da câmera, sua certeza absoluta, a crença inabalável de que está certo — mesmo quando seu discurso transborda intolerância, arrogância e desprezo pela diversidade humana.
Há algo de perverso no carisma de Malafaia, e Petra registra isso sem histeria, mas com um incômodo crescente. Ele grita, zomba, ataca minorias, debocha da imprensa, e ainda assim se apresenta como “homem de Deus”. O que Apocalipse nos Trópicos revela, com precisão dolorosa, é o quanto essa retórica violenta encontrou eco num país onde milhões de pessoas sentem-se abandonadas, desorientadas, e carentes de líderes com respostas prontas — mesmo que essas respostas venham cheias de ódio.
Uma nação em transe
Petra conecta, com lucidez e indignação contida, o crescimento da bancada evangélica, a campanha de desinformação nas redes sociais, a figura de Bolsonaro como “ungido”, e o desfecho trágico do 8 de janeiro de 2023 — quando extremistas invadiram as sedes dos Três Poderes, sob a bênção simbólica de um discurso antidemocrático alimentado há anos.
É impossível assistir ao documentário e sair ileso. A sensação que fica é de um Brasil à deriva, tomado por um messianismo fabricado, onde o nome de Deus serve de escudo para práticas que nada têm de espirituais. A câmera de Petra, mesmo sem grandes recursos visuais, constrói um mosaico de ruínas emocionais e morais. E não há vilões caricatos — há seres humanos que escolheram, conscientemente, o caminho do autoritarismo.
A ousadia de continuar
Apocalipse nos Trópicos é um filme incômodo, provocador e profundamente humano. Petra não se coloca como juíza — ela se posiciona como cidadã, como filha, como artista que não aceita calar diante do retrocesso. Sua narração continua melancólica, mas agora com um tom de exaustão. Como se dissesse: “nós avisamos”. A esperança existe, mas está fraturada. E talvez seja esse o sentimento mais honesto que o filme nos deixa.
Em tempos de normalização do absurdo, Petra Costa tem a ousadia de continuar documentando a barbárie. E faz isso com a serenidade de quem entende que o cinema é mais do que entretenimento — é também memória, denúncia e resistência.
Duas décadas após conquistarem o público com a comédia adolescente Sexta-Feira Muito Louca (2003), Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan estão de volta em Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda, a sequência que resgata não apenas os personagens icônicos Tess e Anna, mas também a magia da fórmula corpo-trocado com uma nova roupagem emocional, atualizada e surpreendentemente madura. Dirigido por Nisha Ganatra e escrito por Jordan Weiss, o filme entrega uma comédia sensível e espirituosa, que respeita o legado do original sem deixar de se reinventar.
Na nova trama, reencontramos Anna Coleman (Lohan), agora adulta, mãe de uma pré-adolescente e prestes a se tornar madrasta. Tess (Curtis), por sua vez, vive uma fase consagrada: avó dedicada, vencedora do Oscar e com a mesma energia controladora de sempre. Quando as engrenagens da vida — e uma nova onda sobrenatural — as colocam de volta no corpo uma da outra, mãe e filha precisam, mais uma vez, se reconectar e repensar suas trajetórias. Só que agora há mais em jogo: duas famílias, gerações diferentes, responsabilidades complexas e um mundo que também mudou.
Ganatra, que tem experiência em projetos sensíveis com apelo cômico (The High Note, Late Night), acerta ao equilibrar o humor característico do primeiro filme com o peso emocional de duas mulheres que se amam profundamente, mas vivem em tempos e papéis distintos. A nova troca de corpos não é apenas um recurso narrativo repetido, mas um espelho para refletir sobre envelhecer, maternar, amar de novo e (re)aprender com o outro.
O carisma que atravessa o tempo
O maior trunfo do filme é, sem dúvida, a química intacta entre Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan. Se, em 2003, ambas entregaram performances hilárias e inesperadamente comoventes, em 2025 elas exibem um entrosamento ainda mais afiado, agora temperado com a bagagem da maturidade — delas enquanto atrizes e das personagens enquanto mulheres.
Curtis continua dominando com facilidade cada nuance cômica, e se diverte ao interpretar uma avó no corpo da filha adulta, enquanto Lohan, em um de seus retornos mais celebrados ao cinema, exibe uma delicadeza que não anula sua veia cômica. Seu timing permanece afiado, e há um brilho nostálgico em vê-la retornar ao papel que ajudou a eternizá-la como uma estrela da geração millennial.
Julia Butters, a jovem atriz revelada em “Era Uma Vez em… Hollywood”, também brilha como a filha de Anna. Ela oferece o contraponto de uma nova geração que assiste ao caos intergeracional com perplexidade, sarcasmo e, claro, uma dose de sabedoria precoce.
Foto: Reprodução/ Internet
Humor com coração
O roteiro de Jordan Weiss — criadora da série Dollface — opta por não reinventar completamente a roda. A estrutura segue familiar: as protagonistas trocam de corpos, enfrentam situações inusitadas no cotidiano da outra, criam embaraços públicos e finalmente descobrem, através dessa experiência, algo profundo sobre si mesmas. No entanto, o charme do filme está em como essa estrutura é revestida por novos temas.
Questões como envelhecimento, maternidade, luto, reconstrução familiar e até menopausa ganham espaço em meio ao riso fácil. Ao tratar dessas pautas sem perder o humor leve, o filme respeita sua audiência mais velha — aquela que cresceu com o original — ao mesmo tempo que oferece uma porta de entrada acolhedora para o público jovem.
Há cenas memoráveis: um jantar de noivado que descamba em caos corporal e emocional; um momento constrangedor (e hilário) de Tess, no corpo de Anna, tentando usar redes sociais; e uma tocante conversa entre as duas personagens num quarto de hotel, que remete diretamente ao clímax emocional do primeiro filme.
Nostalgia sem ser refém
A nostalgia é um ingrediente inevitável, mas felizmente Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda não se rende ao fan service fácil. As referências ao primeiro longa existem — uma menção ao show de rock adolescente, um flashback discreto, uma piadinha interna sobre a banda Pink Slip — mas funcionam como camadas adicionais e não como muletas narrativas.
Há, inclusive, um mérito na maneira como o filme se posiciona no universo da Disney sem precisar se tornar uma sequência “infantilizada”. Ele é mais maduro, mais introspectivo em certos momentos, e mais emocionalmente ambicioso do que se esperaria de uma comédia familiar padrão. Ainda assim, continua acessível, engraçado e encantador.
O peso da continuidade
Ganatra também acerta ao construir um universo visual que espelha o crescimento das personagens. A casa de Tess é agora mais elegante, mas ainda tem resquícios de sua personalidade controladora. Anna vive em um espaço mais orgânico e desorganizado, refletindo sua nova identidade como mãe e profissional. As escolhas estéticas — desde o figurino até a direção de arte — ajudam a contar a história com riqueza de detalhes, mesmo nos momentos mais caricatos.
A trilha sonora mistura canções atuais com músicas que evocam os anos 2000, criando uma ponte afetiva com o passado, mas sem parecer datada. A montagem tem ritmo ágil e preciso, fazendo com que mesmo os momentos mais absurdos pareçam verossímeis dentro da lógica do filme.
Foto: Reprodução/ Internet
Uma comédia com identidade própria
Ao final, o longa-metragem entrega exatamente o que promete — e mais um pouco. É um filme sobre família, sobre crescer e reaprender, sobre ceder espaço e retomar a escuta. Faz rir com sinceridade, emociona com suavidade e, principalmente, reafirma o poder do cinema de ser um reencontro: entre mãe e filha, entre gerações, entre atores e suas plateias.
Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan provam, mais uma vez, que carisma não tem prazo de validade. E que, sim, às vezes o raio cai duas vezes no mesmo lugar — e quando isso acontece com talento, empatia e propósito, só nos resta agradecer.
Nos próximos capítulos de A Viagem, a trama acompanha uma fase delicada e emocionante na vida de Andreza (Thaís Campos) e Raul (Miguel Falabella). Depois de anos de desafios e conflitos, Andreza finalmente descobre que está grávida, um momento que traz alegria, mas também revela segredos que podem abalar a relação do casal.
A felicidade da gravidez vem acompanhada de uma notícia impactante: Raul é estéril e, portanto, não é o pai biológico do bebê. Apesar da surpresa e do choque que isso poderia causar, ele decide guardar o segredo e assumir a criança. Essa decisão revela não apenas o amor que sente por Andreza, mas também a responsabilidade e a coragem de enfrentar juntos um desafio inesperado.
Mesmo com a notícia da gravidez, o casal não escapa de tensões. Brigas frequentes e mal-entendidos ameaçam afastar Andreza e Raul, enquanto ela chega a se reaproximar de Antônio (Jorge Pontual), seu antigo namorado. O romance, no entanto, não se concretiza, e a narrativa mostra que os laços construídos com confiança e respeito têm força para superar qualquer obstáculo.
Andreza decide compartilhar a novidade com Raul de forma singela e emocionante. Primeiro, comenta sobre o desejo de comprar uma casa com quintal, deixando pistas da novidade, e depois confirma a gravidez com o exame positivo. Raul, surpreso, tenta disfarçar a reação, mas acompanha a esposa enquanto ela conta a notícia à família, proporcionando cenas cheias de ternura, emoção e cumplicidade.
O momento marca uma virada na história do casal. Raul e Andreza aprendem que amor vai além de vínculos biológicos: envolve cuidado, responsabilidade e coragem para enfrentar situações complexas juntos. A gravidez se torna símbolo de esperança, recomeço e da força que o amor verdadeiro pode oferecer, mesmo em meio a segredos e desafios.
Vem aí nos próximos capítulos da novela
Téo se depara com o estado preocupante em que se encontra, levando-o a refletir sobre os rumos de sua vida. Enquanto isso, Dinah decide levar a família para a fazenda, buscando tranquilidade e espaço para lidar com questões pessoais e espirituais. Lisa compartilha com Carmem suas suspeitas sobre a obsessão de Josefa por Téo e decide participar dos encontros na casa de Alberto, onde se impressiona com as experiências mediúnicas. Esses encontros prometem revelar segredos e testar a percepção da jovem sobre a realidade ao seu redor.
Cininha ajuda Agenor a conquistar Fátima, ditando bilhetes de amor que encantam a jovem. Enquanto isso, Téo descobre que Tainá vendeu um projeto seu, e Raul percebe ter sido manipulado por ela. Mesmo com boas intenções, ele entrega os projetos de Téo e agora busca justiça e vingança, criando uma tensão crescente entre os personagens.
Na fazenda, Dinah escolhe um local para montar uma barraca esotérica, onde tratará de Otávio. Eles compartilham momentos íntimos na cachoeira e meditam na floresta, fortalecendo seu vínculo e explorando a espiritualidade de forma intensa. Maroca se preocupa com o sumiço do casal, demonstrando cuidado e atenção.
Fátima recebe o bilhete de amor com entusiasmo, trazendo leveza à narrativa. Já Téo pede a Agenor para levar Lisa para passear, mas enfrenta resistência do pai; Zeca intervém e ajuda o futuro cunhado, fortalecendo laços e mostrando solidariedade. No escritório, Raul leva Tainá e a humilha publicamente, enquanto Josefa revela a Alberto que Téo foi traído por uma colega e que Raul está envolvido com ela.
Alfredo, por sua vez, se prepara para lançar Naná como dançarina e contribui com um cheque significativo para o Mascarado, que arrecada doações para portadores de HIV, mostrando que a trama também aborda solidariedade e responsabilidade social.
No clube, Lisa e Téo se divertem no stand de tiro, mas acontecimentos inesperados, como o soco de Tato que atinge Bia por engano, mostram que os conflitos pessoais e emocionais continuam presentes. As revelações no encontro mediúnico, com a incorporação de Alexandre pelo médium, trazem ainda mais suspense e mistério, mantendo a narrativa intensa e envolvente.
Quando a Disney anunciou que revisitaria Branca de Neve, seu primeiro clássico animado, de 1937, em uma nova versão live-action, a expectativa era gigantesca. A animação original não apenas marcou a história do cinema, mas também inaugurou a era de longas-metragens animados do estúdio. O projeto, portanto, vinha carregado de responsabilidade, nostalgia e ambição.
O filme, dirigido por Marc Webb e estrelado por Rachel Zegler no papel da princesa e Gal Gadot como a Rainha Má, chegou aos cinemas em março de 2025 como uma das maiores apostas da Disney nos últimos anos. O orçamento, que girou entre 240 e 270 milhões de dólares, refletia a confiança do estúdio em transformar o conto dos Irmãos Grimm em mais um fenômeno bilionário, nos moldes de A Bela e a Fera (2017).
Mas a realidade foi bem diferente. O longa enfrentou uma enxurrada de polêmicas antes mesmo da estreia, dividiu a crítica e teve uma recepção fria nas bilheteiras. Para completar, o próprio elenco acabou envolvido em debates políticos e culturais que extrapolaram o cinema — e, mais recentemente, foi Gal Gadot quem precisou se retratar após declarações polêmicas feitas em Israel.
A polêmica declaração de Gal Gadot
Durante a turnê de divulgação em Israel, país natal da atriz, Gadot foi questionada sobre os motivos que explicariam o desempenho aquém do esperado de Branca de Neve nos cinemas. Sua resposta surpreendeu: ela sugeriu que parte do fracasso teria sido consequência de boicotes e críticas motivadas por questões políticas ligadas ao conflito Israel-Palestina.
A fala gerou repercussão imediata. Para muitos críticos, atrelar a má performance do filme exclusivamente às tensões políticas reduzia a complexidade do fracasso comercial e desviava a atenção de fatores internos da própria produção, como a recepção negativa ao roteiro, às mudanças em relação ao original e à estratégia de marketing da Disney.
Nas redes sociais, fãs e especialistas reagiram com indignação. Houve quem considerasse o comentário uma tentativa de transferir responsabilidades. Outros apontaram que a fala reforçava a dificuldade da atriz em separar sua identidade nacional de sua carreira em Hollywood.
O pedido de retratação no Instagram
Diante da repercussão, Gal Gadot recorreu ao Instagram para esclarecer seu posicionamento. Em um story, a atriz escreveu:
“Às vezes, respondemos perguntas de forma emotiva. Quando o filme saiu, senti que aqueles que são contra Israel me criticaram de forma muito pessoal. Foi por essa perspectiva que respondi. É claro que o filme não fracassou somente por pressões externas. Existem muitos fatores que determinam o êxito ou não de um filme, e o sucesso nunca é garantido.”
O tom foi de equilíbrio. Gadot buscou reconhecer que sua fala inicial havia sido impulsiva e que reduzir o fracasso do longa a uma única causa seria injusto. Ao mesmo tempo, reafirmou a dificuldade de se desvincular de sua identidade israelense em sua trajetória profissional.
Ainda assim, para parte do público e da crítica, a retratação não foi suficiente para encerrar a polêmica. O episódio expôs, mais uma vez, o peso da política e da representatividade em Hollywood, especialmente quando figuras públicas carregam bandeiras tão marcantes.
Entre expectativa e realidade: o filme em si
O live-action já nascia cercado de debates. A escolha de Rachel Zegler, atriz de ascendência colombiana e polonesa, gerou resistência em setores conservadores que esperavam uma protagonista mais próxima da aparência da animação de 1937.
Zegler também alimentou polêmicas em entrevistas ao criticar o filme original, chamando-o de antiquado e descrevendo o príncipe como “assustador”. Essas falas foram amplamente exploradas por opositores do longa, que intensificaram campanhas de boicote.
Outro ponto delicado foi a decisão da Disney de reinterpretar os Sete Anões. A proposta de diversidade e inclusão recebeu elogios de uns, mas desagradou fãs que esperavam fidelidade ao clássico.
Dessa forma, quando o filme estreou, já havia uma atmosfera carregada de debates e divisões.
O desempenho nas bilheteiras
A pré-estreia mundial, realizada no Alcázar de Segóvia, na Espanha, buscava reforçar a ligação com a animação original, cujo castelo icônico foi inspirado naquela construção. Apesar do glamour do evento, as expectativas não se confirmaram.
A crítica se mostrou dividida. Rachel Zegler foi elogiada por sua entrega no papel, e a fotografia chamou atenção pelo cuidado estético. No entanto, problemas de ritmo e a interpretação de Gal Gadot como vilã foram apontados como pontos fracos.
No total, o filme arrecadou 205,6 milhões de dólares, muito abaixo do necessário para cobrir seus custos e ainda distante do bilhão almejado pelo estúdio.
Curiosamente, a trajetória mudou quando o longa chegou ao Disney+ em junho. No streaming, o filme se tornou uma das produções mais assistidas do mês, mostrando como o público atual consome cinema de formas cada vez mais fragmentadas.
O contraste entre Rachel Zegler e Gal Gadot
Se dentro das telas Zegler e Gadot contracenaram como heroína e vilã, fora delas também se tornaram polos de debates distintos.
Zegler foi alvo de críticas por suas falas sobre a animação original e por sua postura considerada “desrespeitosa” com o legado da princesa. Gadot, por sua vez, acabou sendo o centro da polêmica política.
Esse contraste reforçou como o filme se tornou muito mais do que um simples live-action: ele virou símbolo de discussões sobre diversidade, representatividade, política e o próprio papel da nostalgia na cultura pop.
O peso das redes sociais
A trajetória do filme também é um retrato do poder das redes sociais sobre o cinema atual. Cada entrevista, cada declaração, cada rumor era dissecado em tempo real por fãs e detratores.
No TikTok e no Twitter, campanhas de boicote se espalharam rapidamente, mas também surgiram movimentos de apoio ao filme. Essa polarização, típica da era digital, certamente influenciou a forma como o público recebeu o longa nas bilheteiras.
O universo dos games e do cinema de ação recebeu uma notícia que pegou muitos fãs de surpresa: Mortal Kombat 2, sequência do filme lançado em 2021, teve sua estreia adiada. Inicialmente previsto para 24 de outubro de 2025, o longa agora chega aos cinemas em 15 de maio de 2026. A informação foi confirmada pelo site Deadline, e, embora nenhum motivo oficial tenha sido divulgado, especialistas apontam razões estratégicas que fazem sentido tanto para o público quanto para o estúdio.
Apesar de inicialmente causar frustração em alguns fãs ansiosos, o adiamento pode ser encarado como um movimento pensado para garantir que o filme seja um sucesso global. Segundo o site americano, fontes próximas à produção afirmam que as sessões teste da sequência superaram expectativas, deixando a equipe de produção otimista quanto ao potencial de bilheteria do longa. Além disso, a mudança de data coloca o filme em um período mais favorável para blockbusters, evitando concorrência com lançamentos fortes previstos para outubro.
Maio: o momento certo para o blockbuster
O novo calendário não foi definido aleatoriamente. Outubro, embora associado ao Halloween, é considerado um período de baixa performance para estreias nos Estados Unidos, especialmente para filmes de ação que dependem de grandes audiências. A estreia de Mortal Kombat 2 ocorreria apenas uma semana antes do feriado, o que poderia prejudicar a bilheteria. Em contrapartida, maio marca o início da temporada de blockbusters e é historicamente um mês de grande movimento nos cinemas, principalmente entre adolescentes e jovens adultos, que formam parte significativa do público da franquia.
Outro fator estratégico envolveu a concorrência direta de outros títulos previstos para outubro, como a cinebiografia de Bruce Springsteen, Deliver Me From Nowhere, e adaptações literárias populares da autora Colleen Hoover. A mudança para maio de 2026 permite ao estúdio colocar Mortal Kombat 2 em um período mais estratégico, garantindo que o filme tenha visibilidade e alcance máximos.
Sessões teste e a expectativa dos fãs
As sessões teste do novo filme tiveram resultados surpreendentemente positivos. O público reagiu com entusiasmo às cenas de luta, aos efeitos visuais e ao desenvolvimento dos personagens. Esse feedback não apenas aumentou a confiança da equipe, mas também reforçou que o longa tem potencial para superar o desempenho de seu antecessor, que já havia surpreendido em bilheteria ao equilibrar ação intensa com fidelidade ao universo dos jogos.
O primeiro longa-metragem ganhou elogios por trazer à tela personagens icônicos como Sub-Zero, Scorpion, Liu Kang e Sonya Blade, combinando coreografias de luta impactantes com efeitos visuais de última geração. A sequência promete elevar ainda mais a adrenalina, ampliando o universo da franquia e explorando rivalidades que os fãs acompanham há décadas.
Novo pôster e a estética da sequência
Junto ao anúncio do adiamento, o estúdio divulgou um novo pôster oficial, que rapidamente se espalhou pelas redes sociais e sites especializados. Com cores escuras e detalhes em vermelho e azul, a arte reforça o clima sombrio e intenso da franquia, trazendo os protagonistas em poses que sugerem ação e confronto.
MORTAL KOMBAT II will now release in theaters on May 15, 2026. The film was originally set for release this coming October. pic.twitter.com/7xeuvXcqOv
O pôster não apenas representa a estética visual da sequência, mas também sinaliza que a narrativa continuará explorando a tensão entre heróis e vilões, enquanto mantém o estilo visual que tornou a adaptação cinematográfica de Mortal Kombat tão icônica. Cada detalhe, desde o cenário até a postura dos personagens, reflete a intenção de entregar aos fãs uma experiência que remeta diretamente aos jogos.
A expectativa do fandom
O adiamento, embora frustrante para quem aguardava outubro, aumentou a ansiedade e o engajamento dos fãs. Fóruns, redes sociais e grupos especializados se encheram de discussões sobre possíveis reviravoltas na trama, personagens que retornarão e novas lutas épicas. O público está ansioso não apenas por mais ação, mas também por desenvolvimento dos personagens e momentos de drama que aprofundem as relações dentro do universo Mortal Kombat.
O engajamento nas redes sociais é significativo. Hashtags relacionadas ao filme frequentemente alcançam tendências globais, mostrando que a espera, mesmo que prolongada, só aumenta a atenção e a expectativa. Para os fãs, cada teaser ou anúncio é um convite para mergulhar novamente em um universo cheio de adrenalina e rivalidades históricas.
O legado da franquia Mortal Kombat
Desde os anos 90, Mortal Kombat se tornou sinônimo de ação, combates intensos e fatalities memoráveis. O primeiro filme, lançado em 1995, já estabelecia essa tradição, mas foi a versão de 2021 que provou que uma adaptação de jogo para o cinema podia ser moderna e fiel ao material original.
Com Mortal Kombat 2, os produtores enfrentam o desafio de agradar fãs antigos e novos, equilibrando nostalgia e inovação. A narrativa promete explorar não apenas os torneios de combate, mas também os dramas pessoais dos personagens, aprofundando rivalidades e alianças que dão mais peso emocional às batalhas. O objetivo é criar uma experiência cinematográfica completa, que una ação, efeitos visuais impressionantes e enredo envolvente.
Cena da novela 'A Viagem'. Foto: Reprodução/ Internet
Capítulo 078 da novela A Viagem– terça, 2 de setembro Alexandre sorri satisfeito ao ver o desenrolar dos acontecimentos, enquanto Tato compra, sem saber, a moto de Alexandre, despertando lembranças profundas em Alexandre sobre a encarnação anterior. Otávio desperta em um campo florido, em contraste com Alexandre, que caminha pelo sombrio Vale dos Suicidas, enquanto Alberto chega ao local do acidente e se desespera ao constatar a morte do amigo, levando o corpo ao IML e acionando Queiroz para as providências burocráticas, antes de ir à casa de Otávio comunicar a Tato e Dudu sobre a gravidade do acidente, deixando Dinah aflita com a ausência de notícias do marido, e ligando para Estela, que está na fazenda com ela. Alberto acompanha os filhos e as mulheres ao velório, onde Dudu, Tato e Dinah se abraçam em silêncio, emocionados, e mais tarde Dinah pede para ficar sozinha, lembrando que Otávio sabia de sua morte e sempre agiu por amor a ela; ela rememora os momentos felizes com ele enquanto Otávio é recebido por Júlia no plano espiritual e levado até seu pai terreno, recebendo flores e saudade de Dinah, que ainda esconde a morte de Otávio de Estela. Enquanto isso, Maroca conta a Estela sobre Andrezza e Antônio, Téo e Lisa, em Paraty, escutam pelo rádio a notícia da morte de Otávio, e Raul revela a verdade a Maroca, enquanto Dinah lamenta por não ter ido com o marido, que agora repousa na “enfermaria” espiritual; influenciado por Alexandre, Téo se mostra agressivo com Lisa, que conversa com Alexandre, pede proteção e deixa Téo em paz, sem contar a ele o ocorrido, enquanto Alberto explica a Carmem a influência do espírito sobre Téo, um médium inconsciente. Raul confronta Andrezza sobre Antônio, buscando salvar o casamento, enquanto ela expressa satisfação com o rumo da vida; Lisa relata a Alberto os acontecimentos e enfrenta a raiva de Téo, Geraldão distribui dinheiro alegando ter ganho no jogo, Tato se torna frio e ríspido com todos, Dinah encontra um bilhete de Otávio, e Agenor se alegra com o retorno de Lisa, que recebe proteção do amor de Alexandre. Glória sonha com um casamento perdido, Dudu lamenta no quarto do pai, Sofia teme pela gravidez e Zeca se desespera; Guiomar celebra o interesse de Andrezza pela fazenda e a apresenta como nova dona, enquanto Cininha espalha a notícia da perda do bebê de Sofia e Vovó se revolta; Fátima e Cininha seguem Tibério, Téo pede desculpas a Dinah, que os leva à “Casa da Sopa” criada por Otávio, e Fátima anuncia expansão do salão com academia. Dinah pede a Lisa que vá à sua casa para falar sobre Téo, pedindo desculpas por antigas desavenças e apresentando Paty como noiva do pai, enquanto Raul é destratado por Guiomar e Andrezza, Tato trata mal Glória e Dudu é agredido ao defendê-la, Dinah se emociona com as lembranças de Otávio, e Raul insiste para que Andrezza volte para casa, consolidando uma mistura intensa de dor, memórias e conflitos familiares.
Capítulo 079 – quarta, 3 de setembro Queiroz vai à casa de Dinah para conversar sobre Carmem, enquanto Bia questiona sobre os amigos do pai, e Ismael a ameaça para que não revele nada do que acontece em casa, ameaçando devolvê-la à mãe, o que deixa Dinah satisfeita com Carmem como nova sócia; Estela percebe a prece arriscada de Diná e a acompanha com Alberto para tentar interceder, enquanto Raul insiste com Andrezza para que volte, deixando Guiomar irritada, e Zeca estranha a atenção carinhosa que Agenor dedica a Téo. Tato se mostra imprudente com o carro do pai, levando Bia ao desespero, e os dois saem para uma boate, onde Tato sente ciúmes ao ver Bia com outro rapaz; Geraldão distribui presentes na pensão, mas acaba preso por assalto à mão armada, enquanto Diná sonha com momentos ao lado de Otávio, e Ismael ameaça Bia com informações que podem desmascarar Alberto, mostrando que os conflitos familiares e espirituais continuam em alta tensão, com ciúmes, perigos e segredos se entrelaçando de forma intensa.
Capítulo 080 – quinta, 4 de setembro Diná expressa à mãe o desejo de ter ido encontrar Otávio, enquanto Tato aumenta sua agressividade com Dudu e Glória, e Johnny o alerta sobre a presença constante de Alberto na casa, querendo ocupar o lugar de Otávio; Alberto percebe a influência de Alexandre sobre Tato e discute com ele, que chega a jogar o médico na piscina, rindo orgulhoso de sua ação, enquanto Tato volta a discutir com Dudu, exigindo intervenção de Alberto, que posteriormente relata os acontecimentos a Estela. Guiomar apoia o romance de Antônio com Andrezza e sugere que ele tire Raul da cabeça dela; Agenor demonstra carinho por Téo, que o recompensa financeiramente para a compra de um táxi, enquanto Ismael informa Bia sobre suspeitas que podem comprometer Alberto, e Andrezza e Antônio se beijam novamente, mostrando que as tensões de amor, ciúmes, vingança e influências espirituais continuam a moldar cada relação e decisão, com confrontos e sentimentos extremos permeando a vida de todos.
Capítulo 081 da novela A Viagem– sexta, 5 de setembro Alberto reforça a Diná que o amor é eterno e não morre, enquanto Andrezza liga para Raul, desligando sem responder sobre um possível retorno, e depois tenta novamente, deixando a situação em aberto; Ismael envolve Maria em seu plano contra Alberto, enquanto o médico informa Estela que a influência de Alexandre sobre os possuídos será detalhada novamente. Tato chega em casa bêbado e agressivo com Dudu e Glória, e Ismael se encontra com Maria em um restaurante, beijando-a, enquanto Diná flagra Maria usando um vestido seu, mas decide não puni-la, demonstrando tristeza por não ter confiado, e entrega a roupa como gesto de perdão. Andrezza e Antônio se beijam novamente, Paty nomeia sua boneca de Lisa, e Tato revela a Ismael sua intenção de demitir Queiroz; Maria é instruída a avisar sobre visitas de Alberto e Estela e colocar um pacote na maleta de Alberto, enquanto Diná permanece imersa nas lembranças de Otávio, que é agora cuidado por um anjo, evidenciando que a trama segue entrelaçada entre amor, vingança, espiritualidade e dramas familiares de forma intensa e contínua.
No capítulo da novela A Viagem que vai ao ar hoje, 7 de outubro, Ismael mantém o olhar frio e ameaçador. Ele diz a Bia que só não a mata porque ainda precisa dela para concluir o plano de fuga que vem preparando há semanas. A tensão é densa, e Bia sente o peso de cada palavra — sabe que está diante de um homem sem limites, capaz de qualquer coisa para alcançar a liberdade.
Enquanto isso, a vida na vila segue em outro ritmo. Bia, tentando afastar o medo, comenta com Igor que Lisa tem namorado, numa tentativa de esfriar o interesse do rapaz. Igor finge indiferença, mas fica visivelmente incomodado com a notícia.
Mais tarde, o pessoal da vila se arruma para o coquetel de inauguração da nova academia de Fátima. O evento é animado e atrai curiosos de todos os cantos. Fátima, orgulhosa, recebe os convidados com o sorriso de quem transformou um sonho em realidade. Risadas, brindes e música preenchem o ambiente, marcando um raro momento de descontração coletiva.
Do outro lado da cidade, Andrezza e Antônio retornam de viagem trazendo boas notícias. Eles mostram para Guiomar o troféu de primeiro lugar conquistado na competição, celebrando juntos o sucesso. Mas a alegria dura pouco. Quando vai guardar o casaco do marido, Andrezza encontra uma calcinha no bolso de Raul. O choque é imediato. Ela sente o sangue ferver, incapaz de acreditar no que vê.
Guiomar observa a reação da nora com um olhar disfarçado, satisfeita com o efeito de sua armadilha. Foi ela quem colocou a peça ali, determinada a semear discórdia no casamento de Andrezza. A tensão explode. Raul, sem entender o motivo da acusação, se revolta e ofende Guiomar, chamando-a de mentirosa e manipuladora. Em meio ao confronto, Andrezza, tomada pela raiva e pela decepção, perde o controle e dá um tapa no rosto do marido.
Raul, humilhado, tenta se defender. Diz que é inocente e exige que Andrezza ligue para Diná para comprovar sua versão. Mesmo desconfiada, ela cede. Do outro lado da linha, Diná confirma friamente que Raul realmente esteve em sua casa na noite anterior. O alívio vem acompanhado de culpa — Andrezza percebe que o marido dizia a verdade o tempo todo e sente o peso de ter duvidado dele.
O clima na casa fica tenso. Raul, ferido no orgulho, se recolhe em silêncio. Guiomar, contrariada por ver seu plano desmoronar, tenta fingir surpresa, mas o olhar de Andrezza já não é o mesmo — agora há desconfiança e raiva por trás da aparente calma.
Enquanto isso, em outro ponto da história, Zeca tenta se aproximar de Sofia. Ele a observa com carinho e uma ponta de timidez, buscando uma brecha para iniciar uma conversa. Sofia, gentil, percebe o interesse e sorri discretamente, mas mantém a distância, ainda incerta sobre os próprios sentimentos.
O que vai rolar nos próximos capítulos de A Viagem?
A noite cai intensa sobre a cidade. Dentro de uma boate cheia de luzes e sons ensurdecedores, Tato se diverte sem imaginar o que o aguarda. De repente, o ambiente parece mudar — algo sombrio se aproxima. Alexandre, em espírito, o obsedia silenciosamente. Sua presença é fria e sufocante. Tato sente um arrepio percorrer o corpo, mas não entende o motivo. Aos poucos, perde o controle, bebendo além da conta e se deixando dominar por uma energia destrutiva.
Enquanto isso, na vila, o clima é de celebração. Fátima organiza o coquetel de inauguração da academia, e o evento reúne amigos e curiosos. Naná se apresenta com sua habitual alegria, cantando com emoção. Mauro, entre os convidados, não consegue tirar os olhos dela — observa de boca aberta, encantado com a desenvoltura e o carisma da moça.
Mais tarde, em casa, Andrezza se aproxima de Raul para pedir desculpas. Arrependida, admite que se deixou levar pela raiva e pela desconfiança. Pede perdão pela bofetada e por ter duvidado dele. Raul, ainda magoado, aceita as desculpas em silêncio, mas o olhar dos dois revela o quanto o casamento anda frágil.
Enquanto isso, Tato chega em casa completamente bêbado. Diná o encontra no sofá, desfigurado pelo excesso de bebida, e sente o coração apertar. No dia seguinte, o jovem acorda de ressaca, e Diná o encara com firmeza: promete que não permitirá que ele siga o mesmo caminho trágico de Alexandre.
Na escola de música, Zeca observa Sofia ao lado do professor de violino e não consegue disfarçar o ciúme. Ela percebe, mas finge não notar. Diná, por sua vez, decide sair com Tato para uma conversa mais séria. Quer entender o que o está perturbando tanto.
Na vila, Agenor pega catapora, e como Fátima é a única que já teve a doença, todos a convencem a cuidar dele. A situação acaba gerando momentos cômicos, enquanto Fátima tenta manter a paciência. Já Igor e Lisa vivem uma tarde de romance à beira-mar — o beijo entre os dois sela uma aproximação que vinha sendo construída há tempos.
Do outro lado da história, o clima é de tensão e perigo. Ismael e Regina colocam em prática seu plano de fuga em um helicóptero. Mas a polícia os alcança. Tiros são disparados, e um deles atinge o piloto, que morre instantaneamente. Diante do caos, Ismael assume o comando da aeronave, eufórico por conseguir escapar da captura. Ordena a Regina que jogue o corpo do piloto no mato e se gaba de sua habilidade, convencido de que venceu a polícia.
Enquanto foge, Ismael exibe um brilho de loucura nos olhos. Ferido no braço, exige que Regina retire a bala, sem se importar com a dor. Ela obedece, temendo provocá-lo. Ao mesmo tempo, Diná revela a Téo que pretende cuidar de Tato e ajudá-lo a retomar o rumo da vida.
Lisa confidencia a Igor detalhes sobre seus antigos relacionamentos, e o rapaz a escuta com interesse e um toque de ciúme. Em outra parte da cidade, Estela, debilitada e delirante, deixa escapar o que Ismael fez com ela no passado. Alberto, ao ouvir, fica furioso e promete não descansar enquanto o criminoso não for capturado.
Guiomar, movida por novas intrigas, pede a Francisca o telefone e o endereço de Tainá. Já Carmem avisa a Adonay que a cirurgia dele está marcada — os dois se beijam, celebrando o recomeço.
Em um novo ataque espiritual, Alexandre influencia Diná, que chama Tato para dar uma volta. Quando Alberto chega, vê Alexandre ao lado dos dois — uma visão perturbadora. Ele implora que não saiam, mas Diná não compreende o alerta. Logo em seguida, Estela recebe uma ligação da delegacia: Ismael fugiu e está ferido.
Enquanto isso, Tainá, em conluio com Guiomar, liga para Raul. Andrezza, ao descobrir a ligação, se enfurece. Raul tenta se justificar, dizendo que Tainá não sabe de nada, mas a esposa exige o endereço da moça e decide tirar a história a limpo, disposta a confrontar a verdade.
Sob influência de Alexandre, Tato perde o controle e agarra Diná. Ela reage com firmeza e o afasta, chocada com o comportamento do irmão. Depois da briga, Tato grita que não quer mais vê-la. Desesperada, Diná procura Alberto e Estela para contar o ocorrido. Alberto confirma que viu Alexandre acompanhando os dois, mas Diná se recusa a acreditar, embora o medo já tenha tomado conta dela.
A confusão espiritual se intensifica. Alexandre parece cada vez mais determinado a destruir a paz da família, enquanto Ismael, ferido e delirante, continua fugindo. Ele e Regina abandonam o helicóptero e seguem viagem em um ônibus, tentando despistar a polícia.
Na vila, a vida segue seu curso entre dramas e pequenas alegrias. Agenor, ainda em recuperação, confessa a Zeca que pretende pedir Fátima em casamento. O jovem o apoia, mesmo entre risadas. Téo, empolgado com o sucesso de um novo projeto, compra um relógio e o entrega a Diná como presente, tentando se reaproximar.
Mas as boas notícias duram pouco. As crianças do orfanato pegam catapora, e o caos se instala. Lisa retorna de viagem e encontra a vila às escuras, sem energia elétrica. A rotina parece em suspenso, como se todos pressentissem algo maior.
No capítulo da novela A Viagem que vai ao ar nesta segunda, 13 de outubro, Diná toma uma atitude decisiva e joga os comprimidos fora, mostrando força e determinação em sua luta pela vida. Maroca (Yara Cortes) a incentiva, pedindo que continue lutando, e Diná promete nunca abandonar a amiga, fortalecendo o vínculo de solidariedade entre elas. Carmem recebe permissão para assistir à cirurgia do Mascarado, acompanhando de perto o procedimento crítico.
Enquanto isso, Fátima e Agenor comunicam a Tibério que estão de casamento marcado, celebrando uma nova fase em suas vidas. Porém, nem tudo é tranquilidade: Ismael ordena que um comparsa sequestre Patty (Viviane Pinheiro), e Regina acaba escutando a conversa, trazendo tensão e preocupação.
Em outro núcleo, Téo sai com Lisa e pede perdão pelo sofrimento que lhe causou, tentando reconquistar a confiança da ex. Hélio (Leonardo José) e Josefa (Tania Scher) almoçam na casa de Diná com Téo, fortalecendo os laços familiares em meio aos conflitos. Durante a cirurgia, a frequência cardíaca de Adonay começa a cair, e Carmem sussurra palavras de incentivo para o Mascarado lutar e reagir, criando um clima de suspense e emoção.
Enquanto dorme, Diná recebe uma mensagem espiritual de Otávio (Antonio Fagundes), alertando-a de que Patty corre perigo. Quando a filha vai ao balé, os sequestradores a esperam na saída, mas Diná chega a tempo e consegue impedir o sequestro, mostrando coragem e instinto protetor.
Confira o que vai acontecer nos próximos capítulos da novela A Viagem
Diná chega exatamente no momento em que os sequestradores saem do carro em direção à filha, conseguindo impedir o sequestro de Patty e salvando a menina de um grave perigo. Ismael fica furioso ao descobrir que seu plano fracassou e acusa Regina de traição, enquanto Téo não consegue acreditar que foi Otávio quem avisou Diná sobre o sequestro.
Enquanto isso, Estela revela sem querer que Bia está desaparecida, deixando Maroca preocupada. Estela suspeita que Ismael esteja envolvido no caso, e Bia, em contato com Igor, confessa que sente saudades de casa. Igor sugere que talvez seja o momento de ela retornar para a família. Paralelamente, Queiroz (Ricardo Petraglia) informa a Tato que seus cartões de crédito e cheques especiais foram cancelados, gerando irritação no rapaz e um confronto com Alberto. Bia tenta falar com a mãe, mas não consegue se expressar completamente; no segundo contato, Estela sente que é sua filha do outro lado da linha.
No núcleo de Andrezza, ela se sente mal após passar a noite com Antônio, descontente com suas próprias escolhas. Ao acordar, pede que ele esqueça o ocorrido. Raul garante a Guiomar que irá provar que Tainá está mentindo e promete desmascará-la. De volta para casa, Andrezza permanece abatida, mas Raul pede perdão e reforça que juntos conseguirão descobrir a verdade, prometendo que nada os separará.
Em outra frente, Carmem comenta com Lisa que Téo a procurou com desculpas porque ainda gosta dela, mas Lisa mantém que não quer mais reatar. Diná aconselha Téo, afirmando que ele não agiu bem com Lisa e deveria pedir a intercessão de Carmem. Apesar das brigas de Ismael com Regina, Téo decide agir: pede ajuda a Carmem para reconquistar Lisa, espalha faixas pela vila e entrega um balão em formato de estrela à amada, mostrando sua determinação em recuperar seu amor.
No capítulo da novela A Viagem que vai ao ar hoje, 16 de outubro, Estela é tomada por uma sensação profunda de perda e percebe, com o coração apertado, que algo terrível aconteceu à irmã. Em meio à dor, ela decide mudar-se com Bia para a casa de Maroca, buscando o amparo da família. Com a voz embargada, Estela revela a Alberto que Diná morreu, e a notícia se espalha com tristeza. Igor tenta confortar Bia, pedindo que ela seja forte diante da tragédia. Ao receber a confirmação da morte de Diná, Alberto fica arrasado, enquanto Estela se mostra inconsolável, incapaz de aceitar o destino cruel que separou as duas irmãs tão unidas.
Em um dos momentos mais emocionantes, Bia reaparece e abraça a mãe, surpreendendo Estela, que a recebe com um misto de alívio e dor. A jovem, entre lágrimas, conta que Diná morreu em seus braços, fazendo o desespero da mãe se intensificar. A família se reúne para o enterro de Diná, em uma cerimônia marcada por comoção e silêncio. Enquanto isso, Carmen comenta com Lisa que os vizinhos estão organizando um abaixo-assinado para expulsar as crianças abandonadas que vivem na casa de Adonai, o que provoca indignação. Para manter-se próxima da memória da irmã, Estela decide morar na antiga casa de Diná, tentando preencher o vazio deixado por sua partida.
No plano espiritual, Diná desperta em um lugar sereno e luminoso, sem compreender o que está acontecendo. Confusa, ela pede a Carlota que a ajude a falar com os familiares, acreditando que ainda está viva. Samuel, com serenidade, tenta acalmá-la, enquanto ela caminha por um cenário celestial, deslumbrada e inquieta. Aos poucos, Diná começa a entender que está em outra dimensão, e André lhe explica que, por enquanto, não poderá se comunicar com os vivos. Em meio a revelações espirituais e à dor da separação, Natália surge para confirmar o inevitável: Diná realmente morreu — e sua jornada agora é no além.
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Diná se recusa a acreditar nas palavras de Natália e acha que a mulher perdeu o juízo ao afirmar que estão no plano espiritual. Paciente, Natália explica que, com esforço e evolução, Diná poderá rever sua família, mas a moça se desespera e começa a acreditar que todos a abandonaram. No mundo dos vivos, Estela e Raul mergulham em um turbilhão de culpa, cada um se acusando pela morte de Diná. Enquanto isso, André tenta abrir os olhos da recém-chegada, confirmando que ela está morta, mas Diná rejeita a verdade e insiste em ir embora. O mentor espiritual afirma que o materialismo e o apego à Terra ainda a impedem de enxergar a realidade.
Na fazenda, Téo tenta conversar com Estela sobre Raul, mas ela o evita. Raul, por sua vez, revela a Andrezza que Tainá nunca viajou e mentiu sobre o filho. Cansada de interferências, Andrezza confessa a Guiomar que não quer ninguém controlando sua vida. No plano espiritual, André explica a Diná que sua missão na Terra terminou no momento em que encontrou Bia e pede que ela tenha paciência, prometendo que provas virão para que compreenda sua nova existência. É então que Diná reencontra Otávio, e os dois se abraçam emocionados. O reencontro culmina em um beijo, e Diná finalmente aceita que está morta.
Enquanto isso, Igor visita Bia e é recebido com gratidão por Maroca, que agradece por todo o carinho dedicado à neta. Lisa chega acompanhada de Téo, e o clima entre todos fica tenso. No plano espiritual, Diná começa a lembrar o instante em que chegou ao hospital e viu todos ao seu redor. Ela implora para ver Alexandre, mas Samuel explica que o espírito do irmão ainda não está preparado para esse encontro. Andrezza sugere a Raul que viaje com ela, e Téo, sob forte influência de Alexandre, volta a acusar Lisa de traição. Alberto tenta alertar Guiomar de que ela também está sendo dominada pela força negativa de Alexandre, mas ela não acredita.
Na Terra, a vida segue entre amor e conflito. Tato quebra o disco favorito de Otávio, deixando Dudu inconsolável, até ganhar um pônei de presente. Glória defende Bia quando o rapaz fala mal dela, e os dois acabam brigando — um confronto que termina em beijo, seguido de uma mordida de Bia, ainda confusa com os sentimentos. No além, Otávio adverte Diná: se ela resistir às orientações, ficará sozinha. Maroca, saudosa, chora abraçada ao retrato da filha. André promete a Diná que, quando estiver pronta, a levará para encontrar Alexandre, o que a enche de esperança.
Enquanto isso, Igor vai à casa de Lisa discutir a exposição das obras de Carmem, mas Téo chega e, tomado pela influência espiritual, volta a acusá-la de traição. Adonai, enciumado, flagra Carmem com Igor e decide arrumar as malas para ir embora, até ser contido por Tibério. A mãe de Sofia tenta convencer a filha a reatar com Zeca, enquanto Raul e Estela voltam a discutir por causa de Diná. Bia, cada vez mais rebelde, se aproxima de Johnny, que traz um recado de Ismael. Movido pelo ódio, Ismael promete se vingar de Diná, e Bia tenta fazê-lo desistir. Ao mesmo tempo, Diná sente a dor da saudade da mãe e pede a Otávio para ajudá-la a vê-la. Por fim, André anuncia que chegou o momento: Diná finalmente poderá rever Alexandre — e seu coração se enche de luz e emoção diante da promessa desse reencontro decisivo.