Wicked For Good | Sequência do musical de sucesso ganha pôster oficial e promete um final épico para a história de Elphaba e Glinda

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A magia de Wicked está longe de terminar — na verdade, está prestes a atingir seu auge! A Universal Pictures revelou o primeiro pôster oficial de Wicked For Good, a segunda parte da adaptação cinematográfica do aclamado musical da Broadway. A imagem confirma o tão aguardado retorno de Elphaba (Cynthia Erivo) e Glinda (Ariana Grande), agora em uma fase mais intensa e dramática da história que conquistou plateias em todo o mundo.

Após o enorme sucesso de Wicked – Parte 1, lançado nos cinemas em 2024 e que já está disponível nas plataformas digitais, a continuação promete expandir o universo de Oz, aprofundar os dilemas das protagonistas e entregar números musicais ainda mais grandiosos. A estreia está marcada para o dia 20 de novembro de 2025, e os fãs já podem começar a contagem regressiva para a conclusão dessa jornada encantadora e emocionante.

Sob a direção de Jon M. Chu (Podres de Ricos, Em um Bairro de Nova York), o primeiro filme trouxe uma versão vibrante, visualmente deslumbrante e fiel ao espírito do musical original, com performances marcantes de Ariana Grande e Cynthia Erivo. Ambas foram aclamadas por sua química em cena e por darem vida, com força e emoção, à complexa relação entre Glinda e Elphaba — duas jovens bruxas com visões muito diferentes de mundo, mas unidas por uma amizade improvável e transformadora.

Além das protagonistas, o elenco de Wicked For Good traz de volta grandes nomes que brilharam no primeiro filme, como Jonathan Bailey (o Fiyero), Michelle Yeoh (Madame Morrible), Jeff Goldblum (O Mágico de Oz), Marissa Bode, Ethan Slater, Bowen Yang e Bronwyn James, formando um time de peso que promete manter o alto nível da produção.

Inspirada no romance de Gregory Maguire, Wicked oferece um olhar alternativo sobre o universo de O Mágico de Oz, explorando os eventos que aconteceram muito antes da chegada de Dorothy. A história gira em torno de Elphaba, uma jovem inteligente e idealista, marcada pela cor verde de sua pele, e Glinda, uma jovem carismática, popular e ambiciosa. A narrativa mostra como a relação entre elas molda os rumos da terra de Oz e revela que nem sempre os heróis são os que parecem — e as vilãs, nem sempre são tão más assim.

Se a primeira parte emocionou e surpreendeu, Wicked For Good promete fechar a saga com chave de ouro, entregando ao público o desfecho definitivo dessa história sobre empatia, coragem, escolhas e amizade. E, claro, com muita música, magia e momentos de arrepiar.

Como Treinar o Seu Dragão segue firme nas bilheterias e já ultrapassa US$ 350 milhões no mundo

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Desde que estreou nos cinemas em 12 de junho de 2025, o remake live-action de Como Treinar o Seu Dragão tem chamado muita atenção e feito bonito nas bilheterias. Já são mais de US$ 358 milhões arrecadados globalmente. Nos Estados Unidos, o filme acumulou US$ 160,4 milhões e continua liderando as bilheterias mesmo na segunda semana, faturando US$ 37 milhões só no último fim de semana — deixando para trás as estreias do terror Extermínio: A Evolução e da animação Elio, que juntos não passaram de US$ 51 milhões.

A estreia nos EUA foi além do esperado, com US$ 83 milhões só no fim de semana de lançamento — acima das previsões que indicavam algo entre US$ 70 e 80 milhões. As sessões antecipadas já tinham dado um sinal forte, com US$ 8 milhões só nas prévias de quinta-feira (12). Isso fez o mercado revisar as expectativas para cima, e o público confirmou o interesse.

Crítica – “Como Treinar o Seu Dragão” é a aventura que conquista mais pelo coração do que pela batalha

No resto do mundo, o filme também está indo muito bem, somando US$ 114 milhões logo no lançamento. México, Reino Unido, Irlanda e China são alguns dos países onde a recepção foi mais quente, com arrecadações de US$ 14 milhões, US$ 11,2 milhões e US$ 11,2 milhões, respectivamente. Esses números já superam as projeções iniciais, mostrando que a história tem muito chão pela frente.

Uma história que a gente já conhece, mas com cara nova

Essa saga que muita gente conhece e ama ganhou uma versão em live-action que dá um novo fôlego para a aventura. Soluço (Mason Thames) é um jovem viking que não se encaixa nos padrões da sua comunidade. Enquanto seu pai, o chefe Stoico (Gerard Butler), espera um guerreiro forte e destemido, Soluço é mais sensível e pensa diferente. Ele não sabe caçar dragões, e nem quer.

Quando ele acaba capturando um dragão raro chamado Fúria da Noite, em vez de matá-lo, Soluço forma uma amizade inesperada com a criatura — a quem batiza de Banguela. Essa relação muda tudo, colocando em xeque tudo o que os vikings acreditavam sobre os dragões.

Com a ajuda da destemida Astrid (Nico Parker) e do ferreiro meio atrapalhado Bocão Bonarroto (Nick Frost), Soluço lidera uma mudança importante. Eles descobrem que dragões podem ser amigos, não inimigos. Mas quando uma ameaça antiga volta a rondar a ilha, essa amizade se torna mais do que especial — é a única chance de salvar todo mundo.

Uma aventura com alma

O diretor Dean DeBlois, que já comandou a trilogia animada, traz uma narrativa mais profunda, que não se apoia só nos efeitos visuais ou nas cenas de ação. O filme fala sobre coragem, amizade, respeito ao diferente e a força que nasce da compreensão.

Os personagens ganham camadas emocionais novas, os dragões parecem mais reais do que nunca, e o universo de Berk se mostra um lugar cheio de vida e desafios. No fim, é uma história sobre crescer, enfrentar o medo e, principalmente, aprender a se conectar com aquilo que parecia distante.

E pelo jeito, essa nova versão conquistou o público. Você já conferiu? Vale a pena voar junto com Soluço e Banguela — sem precisar sair do lugar.

Como Treinar o Seu Dragão voa alto nas bilheterias e já ultrapassa US$ 450 milhões no mundo todo

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Se havia alguma dúvida sobre o apelo da amizade entre um jovem viking e um dragão mal-humorado, ela foi enterrada sob uma avalanche de ingressos vendidos. O remake live-action de Como Treinar o Seu Dragão ultrapassou a marca de US$ 454,5 milhões nas bilheteiras mundiais, confirmando que a magia da história original continua mais viva do que nunca — agora com carne, osso e muitos efeitos visuais.

Nos Estados Unidos, o filme já soma US$ 200,5 milhões, depois de conquistar mais US$ 19,4 milhões no último fim de semana. O desempenho mantém o longa firme entre os primeiros colocados do ranking americano — e mostra fôlego de blockbuster em um verão disputadíssimo nos cinemas.

Um voo mais alto do que o esperado

A estreia norte-americana rendeu US$ 83 milhões logo de cara, superando até as previsões mais otimistas, que apostavam entre US$ 70 e US$ 80 milhões. Parte desse impulso veio das sessões antecipadas de quinta-feira, que renderam US$ 8 milhões — e ajudaram a empurrar as expectativas para o alto.

Fora dos EUA, o filme já arrecadou US$ 114 milhões, com destaques para o México (US$ 14 mi), Reino Unido e Irlanda (US$ 11,2 mi) e China, que também marcou US$ 11,2 milhões — um número expressivo para um título ocidental em solo asiático.

O resultado coloca a nova adaptação de Como Treinar o Seu Dragão muito além da linha de segurança dos estúdios — que projetavam entre US$ 175 e 185 milhões para a janela inicial. Ou seja: com pouco tempo de exibição, o longa já ultrapassou sua própria projeção-base.Um clássico com nova pele — mas mesma alma

Dirigido por Dean DeBlois, o mesmo nome por trás da trilogia animada da DreamWorks, o novo Como Treinar o Seu Dragão aposta na nostalgia com responsabilidade: entrega um visual mais realista, sem perder o coração da história.

Mason Thames dá vida ao jovem Soluço, um viking franzino, teimoso e idealista que quer provar seu valor em uma sociedade onde o heroísmo é medido pela força. Ao derrubar um lendário Fúria da Noite, ele encontra o que ninguém esperava: um dragão ferido, assustado — e extremamente parecido com ele. Em vez de acabar com a criatura, ele decide compreendê-la.

Essa escolha muda tudo.

Com Gerard Butler reprisando o papel de Stoico, o pai durão que não sabe lidar com um filho tão diferente, e Nico Parker como a corajosa Astrid, o live-action mergulha em temas como coragem, empatia e quebra de tradições — com peso emocional e momentos épicos.Um herói improvável em tempos de guerra

Soluço não é o guerreiro típico. Ele lidera com sensibilidade, observa antes de atacar e escuta antes de julgar. Em uma era de histórias barulhentas, Como Treinar o Seu Dragão se destaca por valorizar a escuta e a transformação. Quando uma ameaça ancestral surge e coloca dragões e humanos em rota de colisão, é o elo entre um garoto e seu dragão — agora chamado Banguela — que pode impedir a destruição total.A nova era dos dragões está apenas começando?

Com a bilheteira voando mais alto a cada semana e o retorno caloroso do público, fica difícil não imaginar que a DreamWorks e a Universal já estejam de olho em futuras sequências. Afinal, se o primeiro voo foi esse sucesso, quem não gostaria de ver mais capítulos nessa jornada entre céu, fogo e amizade?

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos estreia teaser explosivo com Galactus em destaque

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Foto: Reprodução/ Internet

A Marvel começou a aquecer o motor da Fase 6 com um novo teaser eletrizante de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, revelando as primeiras cenas inéditas do colossal vilão Galactus. A prévia chegou como um impacto cósmico para os fãs, mostrando que o filme promete combinar emoção familiar, ação grandiosa e ameaças de proporções galácticas.

🧬 Um novo Quarteto, um novo começo — com um elenco de peso

Dessa vez, a equipe mais icônica da Marvel ganha vida com um elenco estelar. Pedro Pascal, conhecido por The Last of Us e The Mandalorian, assume o papel do brilhante e determinado Reed Richards, o Senhor Fantástico. Ao seu lado, a talentosa Vanessa Kirby (Missão: Impossível) interpreta a enigmática e poderosa Sue Storm, a Mulher-Invisível.

Completando o grupo estão dois nomes que já conquistaram o público em séries de sucesso:
🔥 Joseph Quinn, de Stranger Things, como o impulsivo Johnny Storm, o Tocha-Humana
🪨 Ebon Moss-Bachrach, aclamado por O Urso, como o inconfundível Ben Grimm, o Coisa

O filme promete explorar o lado humano da equipe, sem deixar de lado a grandiosidade que o Quarteto exige.

🌠 Galactus dá as caras — e não vem sozinho

No teaser mais recente, Galactus, o devorador de mundos, aparece pela primeira vez de forma ameaçadora e impressionante. A escala do vilão, sempre difícil de adaptar, parece finalmente ganhar a proporção que os fãs esperavam há décadas. E segundo rumores, ele não será a única ameaça cósmica no radar do grupo.

🧪 Estreia marcada para julho de 2025 — com o peso de abrir a Fase 6 do MCU

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos tem estreia confirmada para os cinemas brasileiros em 24 de julho de 2025. E não é só mais um reboot — o longa será a porta de entrada da aguardada Fase 6 do Universo Cinematográfico Marvel, uma etapa que promete redefinir os rumos do multiverso.

🧨 Doutor Destino retorna — e agora com rosto conhecido

Como se Galactus não fosse o bastante, o filme também marca a entrada oficial de um dos maiores vilões da Marvel: Doutor Destino. E dessa vez, ele será vivido por ninguém menos que Robert Downey Jr., numa reviravolta ousada e surpreendente. O ator, que eternizou o Homem de Ferro, agora se reinventa no papel do maior inimigo do Quarteto, indicando que essa nova fase do MCU não terá medo de romper com o familiar para surpreender o público.

🔥 Rumo ao apocalipse: “Vingadores: Doomsday” e “Guerras Secretas” no horizonte

Após a estreia do Quarteto, a Fase 6 segue em ritmo acelerado até seus dois épicos finais:

  • Vingadores: Doomsday, previsto para 2026
  • Vingadores: Guerras Secretas, previsto para 2027

Ambos prometem reunir realidades alternativas, versões múltiplas de personagens e uma escala de batalha nunca antes vista na Marvel.

O Deserto de Akin estreia em 31 de julho e ganha cartaz oficial, imagens inéditas e nova versão do trailer

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Foto: Reprodução/ Internet

Com estreia marcada para 31 de julho, o novo filme de Bernard Lessa mistura política, afeto e pertencimento ao contar a jornada de um médico cubano deslocado no Brasil. O longa teve sua estreia na abertura do Festival de Vitória e já deixou claro: é um daqueles filmes que ficam ecoando depois dos créditos finais.

Por trás de cada deserto existe uma travessia — geográfica, emocional ou política. Em O Deserto de Akin, o que se atravessa é o Brasil, mas também os afetos, os silêncios e as fronteiras entre quem chega e quem já está à deriva. Com direção do capixaba Bernard Lessa, o filme chega aos cinemas em 31 de julho, depois de uma estreia de prestígio na abertura do 32º Festival de Vitória, onde concorre na categoria de Melhor Longa Nacional.

A história acompanha Akin, médico cubano vivido pelo premiado Reynier Morales (vencedor de Melhor Ator no Festival do Rio 2024), que desembarca em uma comunidade indígena no Espírito Santo como parte do (agora extinto) programa Mais Médicos. Mas o filme não se limita à função profissional. Akin é um estrangeiro num país à beira do colapso político e afetivo — e o que ele encontra aqui não são só pacientes, mas um espelho: do próprio deslocamento, da solidão e do desejo de se enraizar.O Deserto de Akin

Um filme sobre acolhimento — e suas rachaduras

Durante sua permanência, Akin é acolhido por Érica (Ana Flavia Cavalcanti) e Sérgio (Guga Patriota), dois brasileiros que também carregam suas próprias lacunas, memórias partidas e zonas de silêncio. Não é romance, necessariamente. É algo mais tênue, mais humano. Talvez amizade, talvez afeto suspenso, talvez uma tentativa de pertencimento compartilhado entre quem já não sabe onde — ou com quem — está.

O filme, no fundo, é sobre isso: sobre encontros possíveis em tempos difíceis. E sobre como, às vezes, o gesto de permanecer é um ato de resistência. Entre consultas médicas, caminhadas na mata e conversas atravessadas pelo idioma e pela hesitação, O Deserto de Akin constrói um retrato silencioso e delicado de uma experiência real vivida por centenas de profissionais estrangeiros que atuaram no Brasil — e que, com a mudança de governo em 2018, viram seus contratos encerrados de forma abrupta, em um cenário que flertava com xenofobia institucional.

Do Espírito Santo para o mundo: paisagens, corpos e política

Rodado entre Nova Almeida, Aracruz, Vitória e Vila Velha, o filme valoriza os cenários capixabas com uma fotografia que mistura rusticidade e lirismo. Mas, acima de tudo, valoriza os rostos. Os corpos em trânsito. As vozes contidas. A atuação de Morales impressiona justamente pela contenção — ele diz muito com o olhar, com a hesitação no português, com o desconforto de quem precisa se adaptar sem ser convidado.

Ana Flavia Cavalcanti entrega mais uma performance potente e ao mesmo tempo terna. Érica é uma mulher com dores acumuladas, mas que oferece espaço. E esse gesto, no filme, tem um peso enorme: acolher alguém, mesmo com medo, é também se permitir ser transformado.

No elenco ainda estão Welket Bungué (A Viagem de Pedro) e Patricia Galleto, ampliando a dimensão humana da narrativa com presenças igualmente marcantes.

A estética de um cinema que observa mais do que grita

Bernard Lessa já vinha se destacando por filmes como A Mulher e o Rio (2019) e A Matéria Noturna (2021), premiado no Festival de Brasília. Mas em O Deserto de Akin, ele talvez tenha encontrado seu filme mais maduro. Há uma calma no olhar — mas uma calma inquieta, que observa as rachaduras das instituições, a falência das promessas políticas, e a força dos pequenos gestos de cuidado.

Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá estreia nos cinemas com reencontro emocionante e um retrato profundo da resistência indígena

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Foto: Reprodução/ Internet

Após emocionar o público em uma sessão lotada no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, no Rio de Janeiro, o documentário Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá estreia nesta quinta-feira (11) nos cinemas brasileiros. Mais do que um filme, ele é um reencontro histórico, uma cura familiar e um poderoso gesto de cinema feito por e para povos originários.

A produção entra em cartaz em 13 cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Vitória, Brasília, João Pessoa, Fortaleza, Maceió, Poços de Caldas, Balneário Camboriú e outras, com distribuição da Embaúba Filmes. E chega cercada de afeto, memória e ancestralidade.

Uma história interrompida pela ditadura — e religada pelo afeto

Nos anos 1960, em pleno regime militar, Luiz Kaiowá, indígena guarani kaiowá, deixou sua terra natal em Mato Grosso do Sul com outros parentes. Passaram por São Paulo, Rio de Janeiro… até que foram levados à força por agentes da Funai até Minas Gerais. Lá, Luiz viveu mais de 15 anos entre os Tikmũ’ũn (Maxakali), onde teve duas filhas: Maiza e Sueli.

Mas a história tomou um rumo abrupto quando, ainda com Sueli nos braços, Luiz foi transferido de volta ao Mato Grosso do Sul. Ele nunca mais voltou. Sueli cresceu sem o pai — e com perguntas que só o tempo, a política e a força da ancestralidade poderiam responder.

Décadas depois, em tempos de internet nas aldeias e articulação indígena crescente, Sueli reencontra o pai. E decide transformar esse gesto em algo maior: um filme ritual, um documento afetivo, uma travessia entre povos e tempos.

Quando o cinema vira reencontro — e também resistência

Co-dirigido por Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna, o filme acompanha os preparativos, trocas e emoções de Sueli antes de finalmente reencontrar o pai, hoje um dos mais respeitados xamãs guarani kaiowá.

Não se trata apenas de uma biografia. O filme é tecido com línguas indígenas, cantos cerimoniais, silêncios cheios de sentido e imagens que respeitam o tempo da escuta. Filmado em territórios maxakali e guarani kaiowá, o longa traz o cotidiano das aldeias, suas lutas, seus encantados e suas formas de resistir ao apagamento histórico.

A diretora Sueli resume: “Não é só um filme. São nossos encantados, nossos rituais, que dão a força para chegar até aqui.”

Uma produção coletiva, viva e ancestral

O filme não se faz apenas com câmeras: ele se constrói com coletividade, fé e tempo. A equipe envolve outros cineastas indígenas como Alexandre Maxakali, responsável pela fotografia, e as guarani kaiowá Michele e Daniela Kaiowá, que assinam direção assistente e direção de fotografia.

Toda a obra é falada em maxakali, guarani kaiowá e português, costurando línguas como se fossem fios de um tecido que reconecta histórias e culturas separadas à força. Antes do reencontro físico, vieram vídeo-cartas, telefonemas e trocas digitais entre Sueli e Luiz. Só em 2022 uma delegação pôde percorrer os mais de 1800 km até as terras indígenas no Mato Grosso do Sul para esse abraço que virou cinema.

Reconhecimento da crítica e dos festivais

O longa-metragem teve estreia consagrada no 57º Festival de Cinema de Brasília, onde levou o prêmio de Melhor Direção. Também passou pela Mostra de Cinema de Tiradentes, pelo Festival de Cachoeira e pela Mostra Ecofalante, onde recebeu menção honrosa do júri.

A crítica especializada tem elogiado não só a potência do tema, mas também a forma como ele é tratado. O Coletivo Crítico chamou o filme de “porta-retrato de uma história familiar construído diante de nossos olhos”, enquanto o Papo de Cinema destacou que o longa marca “uma tendência positiva do cinema brasileiro recente: histórias de alto valor contadas por quem as viveu, com sensibilidade e autonomia.”

Um abraço filmado, um ato de cura

Em tempos em que o Brasil redescute sua memória e o cinema brasileiro busca narrativas mais diversas e honestas, Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá surge como uma joia rara. Ele não fala por povos indígenas — ele fala com e a partir deles.

Entre encontros adiados, câmeras ligadas e cantos ancestrais, o que vemos é mais do que um filme: é um abraço que resistiu ao tempo, à política e ao esquecimento. E que agora pode ser compartilhado com o mundo inteiro.

Entre Nós, o Amor: drama francês estreia dia 17 de julho com olhar sensível sobre maternidade e recomeços

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Foto: Reprodução/ Internet

Na próxima quinta-feira, 17 de julho, chega aos cinemas brasileiros o emocionante drama francês Entre Nós, o Amor (Une Vie Rêvée), dirigido por Morgan Simon e distribuído pela Imovision. Com 97 minutos de duração, o longa mergulha na vida de uma mulher à margem da sociedade que, apesar de tudo, ainda busca algum sentido no afeto — e talvez, quem sabe, no milagre do Natal.

Nicole: entre dívidas, frustrações e silêncios

Aos 52 anos, Nicole vive um cotidiano que passa longe das idealizações românticas da meia-idade. Moradora de um conjunto habitacional nos subúrbios franceses, ela enfrenta o peso de estar desempregada, endividada e emocionalmente exausta. A relação com o filho adolescente, Serge, de 19 anos, está por um fio. E, como se não bastasse, ela ainda perde o talão de cheques e o cartão de crédito — mais uma rachadura num cotidiano que já vinha se despedaçando.

Entre as rugas que se aprofundam e os silêncios que se acumulam, Nicole tenta manter a dignidade e encontrar um motivo para levantar da cama todos os dias. E é nesse cenário cru e realista que o filme começa a desenhar um fio de esperança.

Quando o Natal chega e o inesperado acontece

O pano de fundo natalino não traz glamour nem luzes piscando em excesso. Em vez disso, Entre Nós, o Amor aposta num retrato sóbrio e íntimo da solidão, dos laços quebrados e da resistência emocional. Mas é justamente nesse clima gelado — típico do inverno francês — que o calor humano se insinua: a possibilidade de um reencontro, de uma reconciliação ou de um gesto inesperado pode mudar o destino dessa mulher invisível para o mundo, mas intensamente viva por dentro.

Um filme sobre invisibilidade social — e amor que persiste

Com uma direção delicada e um olhar afiado para as dores silenciosas do cotidiano, Morgan Simon constrói um drama que fala sobre o que muitas vezes não se vê: o amor entre mãe e filho, o peso do envelhecimento feminino, a violência da pobreza — e a força discreta de quem continua tentando, mesmo sem ter mais forças.

Rita Lee é celebrada em Os Ímpares com releituras que resgatam seu álbum pioneiro

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Foto: Reprodução/ Internet

Mais de 50 anos depois de lançar seu primeiro álbum solo, Rita Lee volta aos holofotes em grande estilo na série original do Curta!, “Os Ímpares”. A produção celebra o disco “Build Up” (1970), obra pouco reconhecida na época, mas fundamental para consolidar a artista como a rainha do rock brasileiro.

Um álbum à frente do seu tempo

Quando Rita Lee lançou “Build Up”, tinha apenas 22 anos e muita coragem. O disco, inicialmente pensado como musical, trazia uma sonoridade experimental que misturava gêneros e letras carregadas de ironia, política e sensibilidade. O público e a crítica, no entanto, não estavam preparados para essa ousadia — e o álbum acabou ignorado comercialmente.

Mas, como toda obra de arte verdadeira, “Build Up” envelheceu como um vinho raro, ganhando status de cult e influência para gerações futuras.

“Viagem ao fundo de mim” e “Tempo Nublado” ganham nova vida

No episódio dedicado à Rita Lee, duas faixas do álbum são regravadas por nomes da nova geração musical. Juliana Linhares, cantora potiguar, empresta sua voz a “Viagem ao fundo de mim”, trazendo uma interpretação que dialoga com a originalidade e rebeldia de Rita.

“Rita Lee é uma referência essencial para minha trajetória artística. A forma como ela constrói imagens e usa o deboche para tratar de temas políticos me inspira profundamente”, afirma Juliana.

Já Nina Becker, fã declarada desde criança, revisita “Tempo Nublado” com uma emoção especial. Ela guarda até hoje um molde do vinil original de “Build Up” que nunca foi prensado — uma relíquia que simboliza seu amor pelo disco.

“O álbum é quase uma peça teatral, com personagens e narrativas que cativam desde a infância”, lembra Nina.

O legado tropicalista de Rita Lee em foco

O episódio também conta com a participação do jornalista e escritor Guilherme Samora, que reforça a importância histórica do álbum:

“‘Build Up’ revela o quanto Rita Lee é tropicalista em essência. O disco era rebelde demais para a época, e talvez por isso não tenha sido compreendido à primeira vista. Mas essa mistura de delicadeza e provocação é o que torna a obra tão poderosa até hoje.”

“Os Ímpares”: um resgate cultural de álbuns esquecidos

Produzida pela Das Minas Produções e financiada pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), a série “Os Ímpares” tem uma proposta original e relevante: revisitar discos brasileiros que não receberam o reconhecimento merecido na época de seus lançamentos, mas que hoje são pilares da música nacional.

Com direção musical de Felipe Pinaud e participação de artistas como Clara Buarque, Roberta Sá e BNegão, a série é um encontro entre passado e presente, mostrando os bastidores das releituras e contando histórias pouco conhecidas desses álbuns.

Quando e onde assistir

O episódio sobre Rita Lee estreia no dia 14 de julho, às 21h, no CurtaOn – Clube de Documentários, disponível no Prime Video Channels, Claro tv+ e no site oficial CurtaOn.com.br.

Para quem gosta de música, história e arte, é uma oportunidade imperdível de revisitar um clássico e entender a força de uma artista que mudou para sempre a cara da música brasileira.

No Caldeirão com Mion, Mateus Solano embarca em uma viagem divertida à infância

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Depois de meses de ensaios, arranhando as notas mais altas e afinando os corações, chegou o momento que todo mundo aguardava: a final da primeira temporada do Caldeirão de Vozes vai rolar neste sábado, dia 12 de julho! Segure o coração e afine a garganta, porque os corais Villa Voice e Coral Livre vão se enfrentar numa disputa que promete fazer até o palco tremer — e, claro, levar para casa o cobiçado título de melhor grupo vocal do Brasil, junto com o prêmio de 100 mil reais.

Mas aqui não é só sobre técnica — é sobre histórias que emocionam, superações que inspiram e aquele amor pela música que já conquistou jurados de peso como o maestro Marconi Araújo, a diva Zizi Possi e o fenômeno Edson Cordeiro. Eles vão estar de ouvidos atentos, prontos para sentir cada vibração, cada arrepio, e definir quem vai brilhar no pódio!

Além da música: bate-papo pra lá de especial com Mateus Solano no “Por Que, Mion?”

E se você pensa que o sábado vai ser só vozeirão, se prepara! O Caldeirão é mesmo um caldeirão — cheio de ingredientes variados e gostosos. No quadro Por Que, Mion?, o apresentador recebe o ator Mateus Solano para um papo leve, divertido e cheio de surpresas.

As perguntas das crianças, curiosas e sinceras, vão levar Solano para uma viagem à infância, essa fase mágica que é combustível para os sonhos e escolhas da vida. “Falar de infância é voltar para a raiz da imaginação, da ludicidade. É onde tudo começa”, conta o ator, que já dá um spoiler: “Tenho um pressentimento de que vai ser uma grande palhaçada. Vocês não podem perder!”

Então já sabe, né?

Neste sábado, sua missão é clara: sintonizar no programa e embarcar numa jornada de música, emoção e gargalhadas. Vem soltar a voz, se inspirar e se divertir com os finalistas do Caldeirão de Vozes e a energia contagiante do bate-papo com Mateus Solano. Prepare o coração, o fôlego e o sorriso — porque essa noite vai ficar na memória!

Tela de Sucessos desta sexta (11) traz ação e humor com Jackie Chan em Fora do Rumo

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Foto: Reprodução/ Internet

Se a sua sexta-feira pede um filme que mistura muita ação, adrenalina e humor na medida certa, já pode preparar a pipoca! Nesta sexta, 11 de julho de 2025, a Tela de Sucessos do SBT traz Fora do Rumo, um longa que une o melhor de dois mundos: o estilo marcante do mestre das artes marciais Jackie Chan e as trapalhadas irreverentes do ator e comediante Johnny Knoxville.

Leia a sinopse do filme

No filme, Jackie Chan vive Bennie Black, um detetive durão de Hong Kong que está numa missão pessoal. Depois da morte do parceiro, ele faz de tudo para encontrar o responsável. A situação fica ainda mais tensa quando a jovem que ele criou, filha de um amigo próximo, é sequestrada por criminosos. Para salvar essa garota e colocar um fim na ameaça que ronda sua vida e sua carreira, Bennie precisa formar uma dupla nada convencional com Connor Watts — interpretado por Johnny Knoxville, o famoso do reality Jackass. Connor é um apostador norte-americano atrapalhado e nada confiável, o tipo de parceiro que coloca ainda mais fogo no parquinho.

Direção e elenco

Dirigido por Renny Harlin, conhecido por filmes de ação como Duro de Matar 2, o longa traz cenas eletrizantes de luta, perseguições de tirar o fôlego e uma boa dose de humor que quebra a tensão, garantindo um ritmo leve e divertido do começo ao fim.

Além dos protagonistas, o elenco conta com a presença de Fan Bingbing, que interpreta Samantha, uma personagem fundamental na trama; Eric Tsang no papel de Yung, e Eve Torres como Dasha. A história ainda é enriquecida com atuações de Winston Chao, Yeon Jung-hoon, Michael Wong e outros nomes que completam essa aventura cheia de perigos, emoção e algumas surpresas.

Para quem gosta de ação misturada com comédia, Fora do Rumo é um prato cheio. A dinâmica entre o durão Jackie e o atrapalhado Johnny cria momentos hilários e inesperados, enquanto o enredo entrega aquela boa dose de adrenalina típica dos filmes de perseguição e investigação.

Onde posso assistir?

E se você não quiser esperar a exibição na TV, pode assistir Fora do Rumo quando quiser nas plataformas de streaming Amazon Prime Video e Max — basta ser assinante para entrar nessa jornada cheia de reviravoltas e tiroteios.

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