Mario volta com tudo! Universal libera primeiro trailer de “Super Mario Galaxy: O Filme”

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L to R: Mario, Bowser, and Luigi in Nintendo and Illumination’s THE SUPER MARIO GALAXY MOVIE, directed by Aaron Horvath and Michael Jelenic.

A Universal Pictures finalmente deu o que os fãs estavam esperando: o primeiro trailer oficial de Super Mario Galaxy: O Filme saiu, e promete levar o encanador mais famoso do mundo para uma aventura ainda maior e mais divertida. Depois do sucesso do primeiro filme lançado em 2023, que conquistou tanto a crítica quanto o público, a sequência chega com estreia marcada para abril de 2026 nos cinemas brasileiros. E já dá pra sentir no trailer que vai ser uma viagem e tanto!

O longa é mais uma parceria da Illumination com a Nintendo, mantendo a mesma equipe do primeiro filme: Aaron Horvath e Michael Jelenic na direção, Matthew Fogel no roteiro e Brian Tyler na trilha sonora. Ou seja, quem gostou do clima do filme anterior pode esperar mais do mesmo – só que maior, mais colorido e, claro, mais espacial.

Mario e sua turma estão de volta

No trailer, vemos Mario e seus amigos enfrentando novos desafios em galáxias cheias de cores, planetas malucos e cenários que parecem saídos diretamente do jogo Super Mario Galaxy (2007). Mario, dublado por Chris Pratt, continua cheio de energia e carisma, enquanto Anya Taylor-Joy volta como Princesa Peach, mostrando que não está só para ser resgatada.

O irmão atrapalhado Luigi, dublado por Charlie Day, também retorna, trazendo aquela mistura de medo e coragem que os fãs adoram. Já o vilão Bowser, com a voz de Jack Black, promete ser tão ameaçador quanto engraçado, mantendo o humor que marcou o filme de 2023. E não podemos esquecer de Toad (Keegan-Michael Key) e Kamek (Kevin Michael Richardson), que ajudam a dar aquela pitada de diversão e confusão que todo filme do Mario precisa.

Uma aventura nas estrelas

O grande diferencial deste filme é que a história sai do Reino dos Cogumelos e vai parar no espaço. Mario e seus amigos têm que enfrentar um novo vilão e embarcar em uma missão intergaláctica cheia de ação, desafios malucos e, claro, muitas risadas. O trailer mostra planetas flutuantes, gravidade maluca e até power-ups que lembram diretamente o jogo, dando aquela sensação de nostalgia que qualquer fã vai amar.

Além da aventura, o filme promete momentos emocionantes. É aquele tipo de história que fala sobre amizade, coragem e união, mas sem perder o humor que a franquia sempre teve. A Princesa Peach, por exemplo, tem participação ativa e mostra que pode sim liderar e salvar o dia, reforçando uma narrativa mais moderna e inclusiva.

Por que a gente está animado

Se o primeiro filme era divertido, emocionante e cheio de referências, a sequência promete elevar tudo isso a outro nível. A ideia de levar Mario, Luigi, Peach e companhia para o espaço dá liberdade para criar situações malucas, risadas garantidas e momentos emocionantes, tudo enquanto homenageia os jogos clássicos que marcaram gerações.

Para quem é fã da Nintendo, é uma chance de ver os personagens ganhando vida de um jeito que só o cinema consegue proporcionar. Para quem nunca jogou Mario, é a oportunidade perfeita de entrar nesse universo de aventuras, cores e gargalhadas.

A estreia, marcada para abril de 2026, promete ser um dos grandes lançamentos de animação do ano, unindo nostalgia, diversão e inovação em um só filme. E pelo trailer, já dá pra sentir que Mario continua sendo o herói que conquistou o mundo – agora, literalmente, entre as estrelas.

Traição Entre Amigas ganha nova data de estreia: Larissa Manoela e Giovanna Rispoli encaram seus papéis mais maduros no filme de Bruno Barreto

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Depois de muita expectativa, Traição Entre Amigas finalmente ganhou sua nova data oficial de lançamento: o filme chega aos cinemas no dia 11 de dezembro, marcando o retorno de Bruno Barreto (Flores Raras, Dona Flor e Seus Dois Maridos) à direção de uma história sobre afeto, imperfeições e o limite entre lealdade e perda. O longa estava programado para estrear mais cedo, mas o novo calendário coloca a produção como um dos últimos lançamentos nacionais do ano — e promete encerrar 2025 com uma narrativa intensa e profundamente humana.

A mudança de data vem acompanhada de um burburinho crescente porque o filme funciona como um divisor de águas para suas duas protagonistas: Larissa Manoela (Além da Ilusão, Modo Avião, Carrossel) e Giovanna Rispoli (Cinderela Pop, Totalmente Demais, Das Tripas Coração) vivem aqui os papéis mais desafiadores e emocionalmente complexos de suas carreiras. Elas interpretam Penélope e Luiza, melhores amigas que passam anos construindo uma relação quase familiar — até que uma traição inesperada abala tudo o que parecia inabalável.

O filme é baseado no primeiro livro de Thalita Rebouças (Fala Sério, Mãe!, É Fada!, Tudo por um Pop Star), escrito antes de ela se tornar um fenômeno teen. É um texto que carrega nuances adultas, dores reais e situações que fogem do conforto. A própria autora divide o roteiro com Marcelo Saback (De Pernas pro Ar, Minha Mãe É Uma Peça 3, É Fada!), trazendo sua visão íntima da história para a tela enquanto Saback ajuda a equilibrar humor, intensidade emocional e conflito.

Essa adaptação chega aos cinemas pelas mãos da LC Barreto, produtora responsável por alguns dos filmes mais marcantes do nosso cinema, em parceria com a Imagem Filmes, que assina a distribuição. O conjunto reforça que Traição Entre Amigas é uma produção grande, cuidadosa e pensada para dialogar tanto com o público jovem quanto com espectadores que buscam narrativas sobre amadurecimento.

A trama começa com o encontro de Luiza e Penélope em um curso de teatro. A partir dali, as duas se tornam inseparáveis, construindo uma amizade que mistura sonhos, inseguranças e planos compartilhados. Luiza segue para a Psicologia, sempre metódica e observadora; Penélope escolhe o Jornalismo, mas vive com o coração preso ao desejo de atuar. Mesmo com personalidades opostas, elas se completam na medida certa — até que um deslize muda tudo.

Numa festa, Penélope acaba se envolvendo com o namorado de Luiza. É uma linha que se cruza rápido, daqueles erros que parecem pequenos no instante, mas carregam um peso enorme quando a verdade aparece. O filme acompanha o impacto emocional desse rompimento, explorando sentimentos como culpa, mágoa, vergonha e raiva com honestidade rara. Ao invés de transformar a história em uma vilanização simples, o roteiro mergulha na complexidade de ambas as personagens e mostra como cada uma tenta lidar com o que sobrou.

O afastamento é inevitável. Luiza decide fugir do colapso pessoal e se muda para Nova York, em busca de um recomeço e de um mundo onde não precise revisitar a dor todos os dias. Penélope fica, tentando reconstruir sua identidade e enfrentando as consequências de suas atitudes enquanto se arrisca em relacionamentos pela internet — que trazem liberdade, mas também perigos e desilusões.

Além das protagonistas, o elenco conta com André Luiz Frambach (Todas as Garotas em Mim, Malhação: Viva a Diferença, Rensga Hits!), Emanuelle Araújo (Ó Paí, Ó, Malhação: Viva a Diferença, Samantha!), e Dan Ferreira (Segundo Sol, Encantado’s, Todas as Flores), nomes que ajudam a expandir o universo emocional das personagens e dar corpo às relações ao redor delas.

A escolha de Barreto para comandar esse projeto é um dos pontos altos da produção. Com décadas de carreira e experiência tanto no drama quanto na comédia, ele costura a narrativa com delicadeza e precisão, mantendo o equilíbrio entre momentos leves e passagens mais duras. É um tipo de direção que reconhece que amizade também é um território emocional tão profundo quanto amor romântico — e às vezes, muito mais difícil de curar.

Sculpted Light | Novo BL chinês promete tensão psicológica, romance sombrio e estreia eletrizante em dezembro

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O fim do ano vai ganhar um brilho especial para quem acompanha dramas BL asiáticos. Mantendo o ritmo de lançamentos que têm conquistado fãs no mundo inteiro, a China se prepara para apresentar “Sculpted Light”, produção recém-anunciada que chega agora em dezembro com a promessa de provocar, envolver e surpreender.

O projeto já nasce cercado de expectativa. Não apenas por trazer dois protagonistas carismáticos — Ruihao, como Lin Qiuyi, e Zijie, vivendo Xing Guangyao — mas também por apostar em um enredo que foge do convencional. Em vez de uma história leve ou romântica desde o início, “Sculpted Light” mergulha em territórios mais sombrios, onde a sedução é usada como estratégia e a vulnerabilidade pode ser apenas fachada.

Um encontro que parece simples, mas esconde um jogo complexo

Tudo começa com Lin Qiuyi, um jovem que se acostumou a observar, seduzir e manipular. Para ele, identificar uma “presa fácil” nunca foi um problema. Seu charme, combinado a uma confiança quase ensaiada, sempre o ajudou a assumir o papel de predador em suas relações — até que ele cruza o caminho de Xing Guangyao.

De primeira, Guangyao parece ser exatamente o tipo de pessoa que Lin Qiuyi escolheria: delicado, silencioso, gentil, aparentemente frágil. O tipo de perfil que desperta no protagonista uma sensação automática de controle. Só que essa impressão começa a ruir rápido demais. Pequenos detalhes, respostas calculadas, olhares que não combinam com o rosto suave: tudo aponta para alguém que está longe de ser dominado.

A partir desse encontro, o drama estabelece sua espinha dorsal: a colisão entre duas personas cuidadosamente construídas. Nada no comportamento de Guangyao é simples, e Lin Qiuyi percebe, aos poucos, que caiu numa teia que ele acreditava controlar.

Quando a presa revela os dentes

Um dos elementos mais fortes do dorama é a maneira como a série trabalha a inversão de papéis. Guangyao ocupa o lugar da doçura, mas esconde a inteligência afiada, a frieza emocional e a capacidade de virar um jogo sem levantar a voz.

Ele observa Lin Qiuyi com calma, quase com curiosidade. Não reage de forma imediata. Não se deixa impressionar. O mais interessante é que, mesmo quando o público acha que finalmente entendeu o que está acontecendo, um novo detalhe surge e embaralha tudo novamente.

Já Lin Qiuyi enfrenta um choque menos evidente, porém mais profundo: ele se vê desarmado diante de alguém que não apenas enxerga suas estratégias, mas também usa o próprio silêncio como arma. Isso cria uma tensão constante, que se espalha pelos diálogos, pelos gestos e até pelo ritmo das cenas.

Um BL que aposta no psicológico, não no óbvio

“Sculpted Light” não pretende ser um romance previsível. A paixão, se existir, nasce do confronto, da sutileza, das dúvidas e do jogo de poder que se forma entre os dois protagonistas. O que o público deve encontrar é um drama mais maduro, que se distancia do tom tradicionalmente delicado dos BLs chineses e flerta com elementos de suspense emocional.

O próprio título — “Luz Esculpida”, em tradução literal — sugere esse movimento: personagens que são talhados pelas próprias sombras, que revelam sua natureza aos poucos, quase como se estivessem sendo lapidados pela relação que constroem.

Elenco em ascensão e química que já chama atenção

Mesmo antes da estreia, Ruihao e Zijie já são assunto nas redes. Bastaram poucas imagens de divulgação para que fãs começassem a comentar a tensão presente nos olhares e a forma como os personagens mantém uma proximidade carregada de significados.

É essa química — adulta, contida, cheia de subtexto — que promete ser um dos grandes diferenciais da série. O BL chinês tem se destacado justamente por esse tipo de narrativa, que usa pequenos gestos para transmitir mais do que palavras diretas conseguiriam.

A expectativa é que “Sculpted Light” siga esse mesmo caminho, oferecendo cenas densas, diálogos cheios de camadas e uma relação que vai se transformando de forma calculada.

Mariana Lewis vive fase decisiva da carreira com formatura histórica na Guildhall, estreia em “The Hunger Games On Stage” e indicação no British Web Awards

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Foto: Reprodução/ Internet

A atriz brasileira Mariana Lewis atravessa um momento raro na trajetória de jovens talentos que se lançam ao cenário internacional: tudo acontece ao mesmo tempo, e cada conquista parece ampliar o alcance da próxima. Recém-formada pela Guildhall School of Music & Drama, em Londres, Mariana celebra não apenas o fim de um ciclo intenso de estudos, mas a consolidação de um caminho que a levou a estrear na primeira adaptação teatral de Jogos Vorazes e a ser indicada ao British Web Awards 2025 como Melhor Atriz Coadjuvante pela série Queen Lear.

A trajetória até aqui é resultado de anos de dedicação e de um gesto que já carrega significado histórico: Mariana foi a primeira brasileira a ingressar na Guildhall, uma instituição que há décadas ocupa o topo do ensino de artes dramáticas no Reino Unido. A escola moldou carreiras de nomes consagrados do teatro e do cinema britânico, e agora também acolheu a presença de uma jovem artista que chegou trazendo sotaque, referências brasileiras e a certeza de que a diversidade enriquece qualquer cena.

Mariana descreve a formação como um processo profundo, moldado por rigor técnico, investigação artística e encontros que transformaram seu modo de criar. Mais do que o diploma, ela destaca as descobertas internas que surgiram durante a jornada: a compreensão do próprio corpo em cena, a lapidação da voz como instrumento expressivo e a coragem de experimentar linguagens que antes pareciam distantes. A experiência, segundo ela, foi tão desafiadora quanto libertadora, e trouxe a confirmação de que artistas brasileiros podem ocupar espaços de excelência no exterior sem abrir mão de suas identidades.

Paralelamente à formatura, a atriz vive outro marco: sua estreia como Glimmer na primeira produção teatral inspirada na saga The Hunger Games. A personagem, conhecida dos livros e do cinema como uma competidora do Distrito 1, ganha no palco uma nova dimensão. Mariana entrega uma versão mais densa, forte e estratégica da tributo, construindo fisicalidade, presença e intensidade dramática que dialogam com a grandiosidade do universo distópico criado por Suzanne Collins. Para ela, interpretar Glimmer é uma oportunidade de ressignificar uma figura icônica e mostrar ao público uma camada que vai além da imagem superficial atribuída à personagem.

Enquanto brilha nos palcos, a atriz também colhe frutos no audiovisual digital. Sua indicação ao British Web Awards 2025 como Melhor Atriz Coadjuvante por Queen Lear reforça a pluralidade de sua atuação e a capacidade de transitar entre diferentes formatos. A premiação, uma das mais relevantes do circuito de webséries do Reino Unido, reconhece produções de diversos países e destaca o trabalho de artistas que exploram novas narrativas. A série do Canal Demais, que revisita temas shakespearianos a partir de uma estética contemporânea, aparece ainda em outras categorias, incluindo Melhor Drama, Melhor Adaptação, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Edição, Melhor Atriz para Claudia Alencar e Melhor Pôster. Atualmente, Queen Lear ocupa o quarto lugar na Copa do Mundo das Webséries, consolidando sua força internacional.

Em meio a tantas conquistas, Mariana reflete sobre o momento com maturidade e gratidão. Ela reconhece que viver a formatura, a estreia e uma indicação internacional simultaneamente cria uma espécie de colagem emocional, onde cada elemento fortalece o outro. A atriz destaca que seu maior propósito continua sendo contar histórias que atravessam fronteiras e conectam pessoas, independentemente do idioma ou do formato.

Cine Aventura deste sábado (20) exibe “De Volta à Ilha da Imaginação Nim”, produção australiana cheia de emoção

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A Record TV aposta em emoção, aventura e consciência ambiental para a programação deste sábado, 20 de dezembro, ao exibir no Cine Aventura Especial o filme “De Volta à Ilha da Imaginação Nim”. A produção australiana de 2013 convida o público a revisitar um universo repleto de paisagens exuberantes, desafios intensos e uma protagonista determinada a proteger tudo aquilo que ama. Mais do que uma simples continuação, o longa apresenta uma Nim mais madura, consciente e pronta para enfrentar ameaças reais ao seu mundo particular.

Nesta nova fase da história, Nim, agora com 14 anos, não é mais apenas a menina curiosa que explorava a ilha guiada pela imaginação. Ela se tornou uma jovem firme, responsável e profundamente conectada ao ambiente em que vive. A ilha deixou de ser apenas um refúgio encantado e passou a representar um território ameaçado pela ganância humana. É nesse contexto que o filme constrói sua narrativa, equilibrando entretenimento e reflexão de forma acessível para toda a família. (Via AdoroCinema)

O conflito central surge quando empreendedores implacáveis e caçadores ambiciosos passam a enxergar a ilha como uma oportunidade de lucro. A exploração ilegal e a destruição iminente colocam em risco não apenas o ecossistema local, mas também os animais que Nim considera sua família. Diante desse cenário, a jovem percebe que sua coragem, embora essencial, não será suficiente para enfrentar sozinha forças tão poderosas e organizadas.

É nesse momento que entra em cena Edmund, um jovem que fugiu do continente buscando isolamento e uma nova chance de recomeçar. Diferente de Nim, Edmund carrega suas próprias dores e conflitos internos, o que inicialmente gera desconfiança entre os dois. No entanto, ao longo da trama, a relação se transforma em uma parceria baseada na confiança, no respeito e no objetivo comum de proteger a ilha. A união dos dois personagens reforça uma das principais mensagens do filme: grandes batalhas só podem ser vencidas quando há colaboração e empatia.

“De Volta à Ilha da Imaginação Nim” se destaca por ir além da aventura tradicional. Embora traga cenas de ação, perseguições e momentos de tensão, o longa aposta fortemente em uma mensagem ambiental clara e necessária. A preservação da natureza, o respeito aos animais e a responsabilidade humana diante dos recursos naturais são temas abordados de forma direta, porém sensível, tornando o filme educativo sem ser didático demais.

A ambientação é um dos grandes trunfos da produção. Gravado na Austrália, país conhecido por sua biodiversidade única, o filme utiliza cenários naturais exuberantes que ajudam a construir uma atmosfera envolvente e autêntica. As paisagens não funcionam apenas como pano de fundo, mas como parte essencial da narrativa, reforçando a importância da ilha como personagem viva dentro da história.

Dirigido por Brendan Maher, o longa conta com roteiro assinado por Ray Boseley e Cathy Randall, que souberam adaptar a história para um público que cresceu junto com a personagem Nim. A transição da infância para a adolescência é retratada com sensibilidade, mostrando uma protagonista que aprende a lidar com responsabilidades maiores, escolhas difíceis e consequências reais.

O elenco contribui significativamente para a força do filme. Bindi Irwin, filha do lendário ambientalista Steve Irwin, entrega uma atuação natural e carismática, que ganha ainda mais força por sua ligação real com a causa ambiental. Sua presença confere autenticidade à personagem e reforça o discurso de preservação defendido pela narrativa. Ao seu lado, Matthew Lillard acrescenta experiência e versatilidade ao elenco, enquanto Toby Wallace, no papel de Edmund, traz profundidade emocional ao personagem. John Waters completa o time principal, ajudando a sustentar a trama com atuações consistentes.

Lançado oficialmente em 28 de março de 2013, na Austrália, o filme se consolidou como uma continuação que dialoga tanto com o público jovem quanto com adultos. Ele mantém o espírito aventureiro do primeiro longa, mas adiciona camadas mais complexas, tornando a experiência mais rica e reflexiva.

Para quem não conseguir acompanhar a exibição na TV ou desejar rever essa jornada emocionante, o filme também está disponível em Video On Demand. É possível assistir a “De Volta à Ilha da Imaginação Nim” no Prime Video, com opção de aluguel a partir de R$ 6,90, tornando o acesso fácil e acessível.

Sessão da Tarde apresenta A Caminho de Casa nesta quinta, 2 de janeiro

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A quinta-feira, 2 de janeiro, promete ser especial para todos que amam uma boa história de superação e amizade! A Sessão da Tarde traz o emocionante A Caminho de Casa (A Dog’s Way Home), uma produção que vai conquistar o coração de toda a família. Prepare-se para uma jornada cheia de aventura, emoção e muito amor, com uma protagonista canina que vai deixar todo mundo encantado.

Bella não é uma cadelinha qualquer. Ela é a fiel amiga de Lucas, um estudante de veterinária que tem uma relação especial com os animais. Juntos, eles formam um laço indestrutível, até que um dia, a vida deles sofre uma reviravolta. Bella é capturada por um controle de animais e levada para um abrigo a mais de 400 milhas de casa. Separada de seu dono, ela fica perdida em um mundo desconhecido, mas algo dentro dela nunca a faz desistir: o amor e a lealdade incondicional.

Em uma jornada cheia de obstáculos, Bella atravessa florestas, cidades e encontra perigos inesperados, mas nada é capaz de quebrar seu espírito. Determinada a reencontrar Lucas, ela segue seu instinto e enfrenta o desconhecido com coragem e esperança. Durante sua jornada, Bella cruza com várias pessoas, cada uma delas tocada pela sua determinação e pelo seu amor incondicional, mudando as suas vidas de maneiras inesperadas.

O filme é inspirado no livro de W. Bruce Cameron, o mesmo autor de Quatro Vidas de um Cachorro, que também emocionou os fãs com a história de outros animais com destinos tocantes. Uma das grandes surpresas do filme é a interpretação vocal de Bryce Dallas Howard, que empresta sua voz à adorável Bella. A crítica tem elogiado a sensibilidade e o carisma de Bryce ao dar vida a essa personagem canina tão única.

O elenco é composto por grandes nomes como Edward James Olmos, conhecido por suas atuações em filmes e séries de sucesso, e Alexandra Shipp, que já encantou o público em produções como X-Men: Apocalipse. Além disso, Bryce Dallas Howard, famosa por seu trabalho em Jurassic World, dá voz à adorável Bella, trazendo toda a emoção e carisma para o personagem canino. Sob a direção sensível de Charles Martin Smith, responsável por filmes que exploram temas profundos e emocionantes, A Caminho de Casa se encaixa perfeitamente no gênero Drama/Aventura, misturando momentos de tensão com toques de ternura e superação.

Horário e onde assistir

Se você é fã de filmes emocionantes e inspiradores, não pode perder! A Caminho de Casa será exibido na Sessão da Tarde, às 15h30, logo após o Jornal Hoje, na TV Globo. Já pode preparar a pipoca, chamar a família e acomodar todo mundo no sofá para acompanhar essa jornada que vai mexer com os sentimentos de todos.

Corujão 02/03: Globo exibe a comédia brasileira Qualquer Gato Vira-Lata

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Na madrugada de domingo, 2 de março, o Corujão traz uma dose extra de diversão e romance para os telespectadores da TV Globo com a exibição de “Qualquer Gato Vira-Lata”. O longa, estrelado por Cleo Pires, Malvino Salvador e Dudu Azevedo, é baseado na peça de teatro escrita por Juca de Oliveira e promete arrancar boas risadas enquanto acompanha uma história cheia de reviravoltas amorosas.

Tati (Cleo Pires, O Tempo e o Vento, Operações Especiais) é uma jovem apaixonada por seu namorado Marcelo (Dudu Azevedo, Os Dez Mandamentos, Jesus), um rapaz rico e mimado que não valoriza o relacionamento. Após uma briga e uma pausa no namoro, Tati decide reconquistá-lo de uma forma inusitada: tornando-se cobaia do experimento de Conrado (Malvino Salvador, Fina Estampa, Haja Coração), um professor de biologia que defende a teoria de que os relacionamentos humanos seguem as mesmas regras da sedução no reino animal.

No início, a estratégia parece funcionar, mas, com o tempo, a convivência entre Tati e Conrado desperta sentimentos inesperados. Agora, ela precisa decidir entre seguir seu plano inicial ou abrir espaço para um novo amor.

Elenco e produção

Além do trio protagonista, o elenco conta com Rita Guedes (Alma Gêmea, Amor & Sexo), Álamo Facó (Divã a Dois, Paraíso Tropical) e Leticia Novaes (O Último Virgem). A direção fica por conta de Tomas Portella (Qualquer Gato Vira-Lata 2, Operação Big Hero – Série).

Estrelado por Michael B. Jordan, Thriller psicológico Pecadores estreia nos cinemas brasileiros

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Já em cartaz nos cinemas de todo o Brasil, “Pecadores” chegou ao circuito nacional com grande expectativa e não decepcionou. O novo longa da Warner Bros. Pictures, estrelado por Michael B. Jordan e dirigido por Ryan Coogler, conquistou a crítica internacional e tem impressionado o público com sua narrativa densa, estética marcante e uma abordagem pouco convencional para o gênero de terror. Com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes em suas primeiras avaliações, o filme vem se destacando por equilibrar sustos, emoção e um olhar profundo sobre identidade, pertencimento e os fantasmas – reais ou simbólicos – que cada um carrega.

Uma história de reencontros, traumas e assombrações familiares

No centro da trama estão os irmãos gêmeos Smoke e Stack, ambos vividos por Michael B. Jordan, em uma interpretação tecnicamente desafiadora e emocionalmente potente. Após anos afastados, os dois retornam à cidade natal para tentar um novo começo. No entanto, a viagem de volta acaba revelando feridas antigas e segredos enterrados que ainda assombram a comunidade — e os próprios protagonistas.

O longa mergulha em temas como luto, reconciliação, memória coletiva e espiritualidade, costurando a narrativa com tensão crescente e atmosferas cuidadosamente construídas. A experiência vai muito além de um terror convencional, explorando camadas simbólicas com um estilo visual que carrega a marca autoral de Coogler.

A estreia de Ryan Coogler no terror – e uma homenagem ao cinema

Famoso por sucessos como Pantera Negra e Creed, Ryan Coogler faz aqui sua estreia no cinema de horror com um projeto pessoal, que ele define como uma “carta de amor ao cinema”. O diretor explica que sua paixão pelas telonas surgiu justamente da vivência coletiva do medo nas salas escuras: “Foi nesse ambiente, com desconhecidos compartilhando o mesmo arrepio, que me conectei com o poder do cinema. ‘Pecadores’ foi concebido para esse tipo de experiência: intensa, coletiva e transformadora”.

Além da direção, Coogler também assina o roteiro e reuniu uma equipe criativa de peso: a diretora de fotografia Autumn Durald Arkapaw, a designer de produção Hannah Beachler (vencedora do Oscar por Pantera Negra), o editor Michael P. Shawver, a figurinista Ruth E. Carter e o compositor Ludwig Göransson, parceiro habitual do cineasta, que aqui cria uma trilha sonora envolvente e simbólica.

Terror que vai além do susto fácil

“Pecadores” é um filme que provoca desconforto, não apenas pelo suspense ou pelos elementos sobrenaturais, mas por tocar em feridas abertas da sociedade. É um terror que se ancora na vivência negra, na relação com a ancestralidade, e no impacto que o trauma social e familiar tem sobre a formação da identidade. A escolha por abordar essas temáticas através do terror psicológico amplia o impacto emocional da obra e reforça a proposta de Coogler de entregar uma experiência artística com propósito.

Michael B. Jordan, que também atua como produtor executivo, afirma que o projeto o desafiou profundamente. “Este filme tem muitas camadas. Quero que o público se divirta, claro, mas também que saia do cinema pensando, refletindo, sentindo a música, a atmosfera, os silêncios. Quero que a experiência reverbere por dias”, afirmou o ator.

Pré-estreias com reflexão e representatividade

Antes do lançamento oficial, o filme teve pré-estreias em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, onde uma sessão especial foi seguida por um bate-papo sobre o impacto social e simbólico da obra. Participaram do debate nomes como o influenciador João Sales (@maratonize), a criadora de conteúdo Donna Paula Soares (@donnacachos), o jornalista João Paulo Barreto (Jornal A Tarde) e a educadora Gleissia Santos, do Instituto Cultural Steve Biko. A conversa abordou as representações negras no cinema de gênero, a importância de narrativas que respeitam identidades plurais e o lugar do horror como metáfora social.

Elenco de peso e atuações elogiadas

Além de Jordan em papel duplo, o elenco de “Pecadores” inclui Hailee Steinfeld, Wunmi Mosaku, Jayme Lawson, Delroy Lindo, Jack O’Connell, Miles Caton, Omar Miller e Li Jun Li. O conjunto de atuações contribui para a intensidade emocional da narrativa, com destaque para a dinâmica entre os irmãos e os personagens secundários que orbitam sua volta ao lar.

Um novo patamar para o cinema de gênero

“Pecadores” é mais do que um filme de terror: é um marco na colaboração entre Michael B. Jordan e Ryan Coogler, e representa uma guinada criativa para ambos. É também um exemplo de como o cinema de gênero pode se reinventar ao ser utilizado como veículo para debates contemporâneos, experiências sensoriais e reflexões sociais.

Distribuído pela Warner Bros. Pictures e produzido pela Proximity Media, o longa já está em exibição nas principais salas de cinema do país. Uma experiência pensada para a tela grande, com luzes apagadas, som envolvente e uma história que continua pulsando mesmo depois que os créditos sobem.

Último ato da família mais caótica da televisão: episódio final de The Righteous Gemstones vai ao ar neste domingo na HBO e MAX

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No domingo, 4 de maio, às 23h, a HBO e a plataforma Max exibem o nono e último episódio da temporada final de The Righteous Gemstones, encerrando com chave de ouro uma das séries de comédia mais provocativas e originais dos últimos tempos. Criada por Danny McBride, a produção conquistou o público ao mergulhar sem pudores no universo das megacorporações religiosas, onde fé, fortuna e falcatruas andam de mãos dadas.

Um clã de televangelistas à beira do colapso — ou da redenção

Ao longo de suas quatro temporadas, The Righteous Gemstones acompanhou as desventuras de uma família de televangelistas multimilionários que se equilibram entre o púlpito e o pecado. Ostentando poder, riqueza e influência, os Gemstones mantiveram sua fachada de pureza cristã enquanto lidavam com chantagens, traições internas, escândalos públicos e disputas ferozes por controle e reconhecimento.

Na temporada final, os conflitos atingiram seu auge. A codependência entre os irmãos Jesse, Judy e Kelvin foi testada ao limite, revelando feridas emocionais profundas e a dificuldade de romper com um passado carregado de glórias, mágoas e disputas. Agora, diante de decisões cruciais, a família precisará encarar sua maior provação: será possível seguir em frente sem negar a herança construída sobre alicerces tão frágeis?

Estrelas veteranas e participações surpreendentes

O elenco continua afiado, com Danny McBride liderando como Jesse Gemstone, o herdeiro impulsivo e megalomaníaco; Adam Devine como o carismático, mas ingênuo Kelvin; e Edi Patterson roubando cenas como a irreverente Judy. O consagrado John Goodman dá gravidade ao papel do patriarca Eli, figura central na construção (e destruição) do império Gemstone.

A quarta temporada ainda traz de volta personagens queridos como Amber (Cassidy Freeman), BJ (Tim Baltz), Keefe Chambers (Tony Cavalero), Martin Imari (Greg Alan Williams), Gideon (Skyler Gisondo), Baby Billy (Walton Goggins) e Aimee-Leigh (Jennifer Nettles), além de participações especiais de Megan Mullally, Seann William Scott e uma surpresa de peso com Bradley Cooper, que interpreta um personagem enigmático em um dos momentos mais marcantes da temporada.

Humor afiado, crítica social e drama familiar

Com sua mistura única de comédia ácida, sátira religiosa e drama familiar, The Righteous Gemstones consolidou-se como uma das produções mais ousadas do catálogo da HBO. A série brinca com o culto à personalidade no meio religioso, expondo os bastidores sombrios de um império erguido em nome da fé, mas guiado por ganância, vaidade e sede de poder.

A proposta sempre foi clara: rir da hipocrisia, mas sem perder de vista a humanidade dos personagens. Por isso, mesmo em meio a escândalos, perseguições bizarras e confrontos armados (sim, houve de tudo), a série sempre manteve um núcleo emocional forte, explorando a relação conturbada entre pais e filhos, irmãos rivais e casamentos à beira do colapso.

Uma despedida digna de um culto

Criada, escrita e protagonizada por Danny McBride, The Righteous Gemstones conta ainda com direção de nomes como Jody Hill e David Gordon Green, colaboradores habituais de McBride em outros sucessos como Vice Principals e Eastbound & Down. A produção executiva inclui John Carcieri, Jeff Fradley, Brandon James e Jonathan Watson, com David Brightbill na produção geral. Os roteiros contam com colaboração de Edi Patterson, Kevin Barnett e Chris Pappas como produtores consultivos.

O episódio final promete reunir todos os elementos que tornaram a série um sucesso: humor irreverente, tensão familiar, críticas sociais afiadas e reviravoltas imprevisíveis. Seja você um devoto da série desde o início ou alguém curioso para ver como essa epopeia termina, o encerramento de The Righteous Gemstones tem tudo para ser memorável.

Dragões invadem o Brasil: turnê especial do live-action de Como Treinar o Seu Dragão terá elenco em São Paulo

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Mason Thames (right) as Hiccup with his Night Fury dragon, Toothless, in Universal Pictures’ live-action How to Train Your Dragon, written and directed by Dean DeBlois.

Pode preparar o grito de guerra viking (e uma caixa de lenços): a mágica e emocionante história de Como Treinar o Seu Dragão está prestes a ganhar vida nas telonas — agora em versão live-action. E os fãs brasileiros têm um motivo extra para comemorar. A Universal Pictures acaba de anunciar que São Paulo será palco de uma turnê especial para promover o novo filme, que estreia nos cinemas do Brasil no dia 12 de junho.

De 24 a 28 de maio, o diretor Dean DeBlois e os atores Gerard Butler (Stoico), Mason Thames (Soluço) e Nico Parker (Astrid) desembarcam na capital paulista para uma série de encontros com a imprensa, fãs e eventos promocionais. Uma rara e imperdível chance de ver de perto os rostos por trás dessa história que já conquistou corações ao redor do mundo.

Uma nova era para Berk — e para os fãs

Depois de mais de uma década encantando plateias com sua versão animada, Como Treinar o Seu Dragão ganha uma nova roupagem: um espetáculo em live-action que promete manter a essência mágica da trilogia da DreamWorks Animation, mas com um toque ainda mais épico e visceral. E a melhor parte? O responsável pela trilogia original, o aclamado Dean DeBlois — indicado três vezes ao Oscar e vencedor do Globo de Ouro — está de volta à direção, garantindo fidelidade à alma da saga.

Com mais de US$ 1,6 bilhão arrecadados nas bilheterias globais e milhões de fãs ao redor do mundo, a franquia baseada na obra da autora britânica Cressida Cowell é considerada uma das mais queridas da animação moderna. Agora, o desafio é transformar esse carinho em algo palpável — com atores de carne e osso, cenários reais e dragões mais vivos do que nunca (obrigado, CGI!).

Reencontros e novas apostas

No novo filme, o público reencontrará o carismático e impulsivo Soluço, interpretado agora por Mason Thames (O Telefone Preto), e a destemida Astrid, vivida por Nico Parker, que já brilhou em The Last of Us. Mas a nostalgia atinge em cheio com o retorno de Gerard Butler como Stoico, o chefe viking e pai de Soluço. Ele, que já havia dublado o personagem nas animações, agora assume o papel fisicamente, dando vida — e imponência — ao líder de Berk.

Ao lado deles está o sempre divertido Nick Frost, como o atrapalhado e excêntrico ferreiro Bocão Bonarroto, que traz alívio cômico e sabedoria rústica à jornada.

Dragões, tradição e uma amizade que muda tudo

A trama continua sendo um conto atemporal sobre coragem, descoberta e transformação. Ambientado na isolada e acidentada Ilha de Berk — onde vikings e dragões travam batalhas há gerações —, o filme acompanha a improvável amizade entre Soluço, um jovem subestimado por todos, e Banguela, um misterioso e temido dragão da raça Fúria da Noite.

Ao desafiar as tradições violentas do seu povo, Soluço inicia uma revolução silenciosa que pode mudar para sempre a relação entre humanos e dragões. Em um mundo dividido pelo medo, essa aliança improvável é posta à prova quando uma ameaça ancestral ressurge, forçando todos a escolherem entre a guerra ou um novo caminho de coexistência.

Emoção garantida — para todas as idades

Além de efeitos visuais impressionantes e cenas de voo que prometem tirar o fôlego, o longa aposta em mensagens universais sobre empatia, coragem e aceitação. É entretenimento de primeira, mas também um lembrete de que crescer significa, muitas vezes, aprender a ouvir o outro — mesmo quando esse “outro” cospe fogo.

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