“Criaturas da Mente” | Documentário de Marcelo Gomes ultrapassa 10 mil ingressos e se firma como um dos mais vistos de 2025

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Existe um tipo de filme que a gente não apenas assiste — a gente atravessa. “Criaturas da Mente”, novo documentário dirigido por Marcelo Gomes, é exatamente isso: uma travessia. De telas para dentro da pele. Do visível para o simbólico. Da lógica científica para a sabedoria esquecida. Um filme que caminha com os pés no chão da floresta, mas com os olhos voltados para o que mora do lado de dentro: nossos sonhos.

Nas últimas treze semanas, o longa já foi visto por mais de 10 mil pessoas, conquistando espaço entre os documentários mais assistidos do ano, segundo a Comscore Brasil. Em vez de cifras explosivas ou campanhas massivas, a força de “Criaturas da Mente” se espalha de boca em boca, como quem compartilha um segredo antigo que finalmente voltou à superfície.

A mente que sonha é também corpo que lembra

A jornada começa com Sidarta Ribeiro, neurocientista de fala mansa e pensamento expansivo, conhecido por seu trabalho sobre sono e sonhos. Mas não é ele quem carrega o filme — é o sonho em si. O longa nos leva por caminhos inesperados: não há apenas dados, experimentos ou estatísticas, mas sim encontros, saberes, escutas. É a ciência estendendo a mão para tradições ancestrais e dizendo: “eu também quero entender”.

As conversas com Mãe Beth de Oxum, Ailton Krenak, Mizziara de Paiva, Marcelo Leite, Ana Flávia Mendonça, entre outras vozes, ampliam esse terreno. Em vez de substituir uma lógica por outra, o filme constrói pontes. E em cada uma delas, o sonho aparece como bússola — uma linguagem que não precisa ser traduzida, apenas sentida.

Um filme que não tem pressa

Marcelo Gomes nunca foi um diretor de respostas fáceis. E aqui ele vai ainda mais fundo. Em “Criaturas da Mente”, há silêncio, pausa, contemplação. A narrativa se desenrola com o tempo das coisas vivas — o tempo da memória, da intuição, da escuta.

Com imagens densas, mas delicadas, e uma trilha sonora que se insinua mais do que se impõe, a obra convida o espectador a não apenas olhar, mas a estar presente. Há momentos em que a imagem simplesmente respira. E essa escolha de deixar o tempo fluir é o que transforma o filme em uma experiência quase meditativa.

Um país que pensa com o coração

Mais do que tratar do inconsciente, o documentário fala de um Brasil profundo. Um Brasil que sonha com tambor, que conversa com as águas, que dança enquanto pensa. Um país que por muito tempo foi retratado como folclórico, mas que aqui ganha voz com a autoridade que lhe é devida.

Ao colocar a espiritualidade como parte legítima do conhecimento, o filme escancara uma ferida: por que sempre fomos ensinados a desconfiar de tudo que não vem da Europa ou dos livros acadêmicos? “Criaturas da Mente” não responde — mas também não se cala. Ele mostra. E o que se vê é um mosaico de saberes que pulsa, que sangra, que sonha junto.

Resistência nas entrelinhas

Em meio a tantas camadas, há também o gesto político de filmar. Marcelo Gomes, em entrevistas, lembra que tanto a ciência quanto o cinema sofreram duros ataques nos últimos anos. Financiamentos cortados, pesquisadores desacreditados, artistas silenciados. “Esse documentário é uma resposta. É o cinema dizendo: a gente não parou”, afirmou o diretor.

E ele tem razão. O filme se afirma não apenas como obra de arte, mas como testemunho de um tempo em que sonhar foi visto como fraqueza. Agora, é reerguido como potência.

A produção é assinada por João Moreira Salles e Maria Carlota Bruno, pela VideoFilmes, em parceria com Globo Filmes, GloboNews e Carnaval Filmes — uma união que mistura o afeto do cinema autoral com a estrutura de grandes distribuidoras.

Sessões como rituais

Talvez por tocar algo tão íntimo e ao mesmo tempo tão coletivo, “Criaturas da Mente” tenha conquistado seu público de forma quase silenciosa. Esgotando sessões pontuais, como um culto delicado à memória onírica que o filme desperta.

Entre 31 de julho e 7 de agosto, segue em cartaz em três cidades:

  • São Paulo: Espaço Petrobras de Cinema Augusta, todos os dias às 18h
  • Salvador: Cinema do Museu (Circuito Saladearte), dias 3/8 (14h) e 4/8 (13h)
  • João Pessoa: Cine Bangüê, sessão única no dia 31/7, às 20h30

One Piece | Netflix revela nova imagem oficial da aguardada 2ª temporada

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Os ventos mudaram — e levam consigo os Chapéus de Palha rumo a uma aventura muito mais densa, vibrante e cheia de camadas. Depois de surpreender o mundo com uma adaptação live-action que quebrou a maldição das adaptações ruins de anime, a Netflix divulgou a primeira imagem oficial da 2ª temporada de One Piece. O clique, embora simples, já reacende o entusiasmo de uma base de fãs que se mostrou calorosa e apaixonada desde o lançamento da primeira temporada, em agosto de 2023.

Mais do que uma simples continuação, o que está por vir promete mergulhar em um dos arcos narrativos mais emocionantes e decisivos da saga de Monkey D. Luffy e seus companheiros. Com a introdução de personagens centrais como Crocodile, Ace, Nico Robin e Vivi, a adaptação segue firme em sua rota: respeitar a obra de Eiichiro Oda, conquistar novos públicos e manter o espírito de aventura, companheirismo e liberdade que define One Piece há mais de 25 anos.

Contra todas as previsões, a primeira temporada navegou — e muito bem

Quando a Netflix anunciou o projeto live-action de One Piece, em parceria direta com o próprio Oda, a reação foi imediata: medo, desconfiança e expectativa. Afinal, a tarefa de transformar um universo visualmente excêntrico, emocionalmente profundo e narrativamente extenso em uma série com atores reais parecia uma armadilha inevitável. Mas o que aconteceu foi o oposto.

A temporada de estreia, com seus oito episódios, não só foi bem recebida pela crítica e pelo público como também renovou a esperança de que adaptações de anime podem funcionar com o devido cuidado. Mérito da direção afiada de Steven Maeda e Matt Owens, de um elenco entrosado e, claro, da presença vigilante de Oda como produtor executivo.

O carisma de Iñaki Godoy como Luffy conquistou rapidamente a audiência. O ator mexicano deu vida ao protagonista com um equilíbrio encantador entre ingenuidade, coragem e leveza. Emily Rudd (Nami), Mackenyu (Zoro), Jacob Romero (Usopp) e Taz Skylar (Sanji) também brilharam em seus papéis, formando um grupo coeso e espirituoso que, em poucos episódios, já parecia uma verdadeira família em alto-mar.

A nova imagem e o início de um novo capítulo

A foto inédita compartilhada pela Netflix mostra os tripulantes a bordo do Going Merry, cercados por um mar de possibilidades e um céu de cores saturadas. A imagem sugere uma continuidade imediata dos eventos da primeira temporada — ou seja, os Chapéus de Palha partem de East Blue para o mundo desconhecido da Grand Line.

De East Blue ao deserto de Alabasta

A expectativa para a nova temporada se concentra na adaptação do arco de Alabasta, um dos momentos mais importantes da história. A narrativa envolve intriga política, guerra civil, organizações secretas, traições e laços de amizade sendo testados ao limite. É também o primeiro grande confronto da tripulação com um dos Sete Corsários, Crocodile — um vilão que representa uma ameaça muito maior do que qualquer outra que eles enfrentaram até aqui.

Além disso, é nesse arco que entram personagens como Vivi, princesa infiltrada entre os vilões; Ace, irmão de Luffy; e Nico Robin, figura enigmática que inicialmente se apresenta como antagonista. A inclusão desses nomes marca o início da transição da série para tramas mais densas, com escolhas morais complexas, passados trágicos e dilemas existenciais.

Escalação poderosa: rostos novos para histórias queridas

E se o roteiro já promete, o elenco escalado para dar vida a esses personagens é de peso. A Netflix anunciou, de uma vez, uma leva impressionante de nomes que se unem à produção: Joe Manganiello como Crocodile – O ex-Shichibukai é um dos vilões mais icônicos da saga, e Manganiello traz o porte físico e a intensidade sombria que o personagem exige. Charithra Chandran como Vivi – Conhecida por Bridgerton, a atriz indiana assume o papel da princesa revolucionária com empatia e presença.

Lucas Amorim como Ace – O ator brasileiro foi recebido com entusiasmo pelos fãs nas redes sociais. A emoção da relação entre Luffy e Ace será um dos destaques emocionais da temporada. Katey Sagal como Dr. Kureha – A veterana atriz dará vida à médica rabugenta, mentora de Chopper, outro personagem esperado com ansiedade. Lera Abova como Nico Robin, David Dastmalchian como Mr. 3, Jazzara Jaslyn como Miss Valentine, Camrus Johnson como Mr. 5, entre outros.

E quanto ao nosso querido renazinho?

Uma das grandes questões ainda sem resposta é: como será o visual de Chopper? O personagem, uma rena que comeu a fruta do humano e atua como médico da tripulação, tem aparência fofa e transformações corporais variadas — um desafio para o live-action. Fãs especulam que ele poderá ser criado com uma combinação de CGI e animatrônico, mas nenhuma imagem oficial foi divulgada até agora.

O arco de Drum Island, onde Chopper é introduzido, é também um dos mais comoventes da obra. A relação com o Dr. Hiriluk, sua luta contra o preconceito e a construção de sua identidade são elementos emocionais que, se bem trabalhados, podem entregar um dos episódios mais tocantes da série até agora.

De gigantes a reinos em guerra: o mundo se expande

Entre os demais personagens anunciados para a temporada, há rostos importantes que indicam o escopo épico da narrativa: Clive Russell como Crocus, o médico excêntrico que vive no interior de um monstro marinho. Werner Coetser e Brendan Murray como Dorry e Brogy, os gigantes eternamente duelando em Little Garden. Sendhil Ramamurthy como Nefertari Cobra, rei de Alabasta. Sophia Anne Caruso como Miss Goldenweek, uma agente da Baroque Works com poderes artísticos. Mark Harelik como Dr. Hiriluk, médico-poeta que marca a origem de Chopper. Anton David Jaftha como K.M., um novo personagem original criado exclusivamente para a série.

Expectativas e desafios pela frente

Com filmagens em andamento na Cidade do Cabo, na África do Sul, ainda não há uma data oficial de estreia da nova temporada. A Netflix também não confirmou o número exato de episódios, mas é provável que o formato de 8 a 10 episódios se mantenha. O desafio agora é crescer sem perder o tom. A série terá que equilibrar os momentos de comédia e leveza com a intensidade dos novos conflitos, especialmente considerando o peso dramático dos próximos arcos.

Também será fundamental desenvolver ainda mais o vínculo entre os Chapéus de Palha — é nessa fase que a relação entre eles deixa de ser circunstancial e se torna inquebrável. E, claro, o público estará atento à fidelidade dos confrontos, à evolução de Nami como líder emocional, ao protagonismo crescente de Zoro e à forma como personagens femininas como Robin e Vivi serão tratadas.

Os Enforcados | Fernando Coimbra retorna ao Brasil com thriller sobre ambição e corrupção

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Nesta quinta-feira, 14 de agosto, os cinemas brasileiros recebem Os Enforcados, novo longa-metragem de Fernando Coimbra, diretor consagrado por trabalhos como O Lobo Atrás da Porta, além de séries internacionais como Narcos, Perry Mason e Outcast. Distribuído pela Paris Filmes, o filme reúne um elenco de peso, com Leandra Leal e Irandhir Santos nos papéis principais, além de participações especiais de Irene Ravache e Stepan Nercessian. A produção é assinada pela Gullane, em coprodução com Fado Filmes, Globo Filmes, Telecine e Pavuna Pictures.

Após anos dirigindo projetos no exterior, Coimbra volta ao Brasil para explorar temas próximos da realidade brasileira, combinando suspense, drama e crítica social. “Estava morrendo de saudade de trabalhar no Brasil, falando na minha língua e sobre algo que conheço profundamente e vivo diariamente”, explica o cineasta. Para Coimbra, essa conexão com o país é essencial para construir histórias autênticas, onde o cotidiano se entrelaça com dilemas universais de ambição, poder e moralidade.

O longa acompanha Valério (Irandhir Santos) e Regina (Leandra Leal), um casal que vive confortavelmente na Zona Oeste do Rio de Janeiro graças ao império do jogo do bicho, construído pelo pai e pelo tio de Valério. Apesar de acreditar ter mantido suas mãos limpas, Valério se vê pressionado a lidar com questões familiares e exigências de um meio que obedece a suas próprias regras. Motivados pela ambição, o casal planeja um último golpe que acreditam ser infalível, mas a realidade se mostra implacável. “Os Enforcados é, antes de tudo, sobre um casamento”, afirma Coimbra. “O casal sela um pacto e faz um plano de vida que é incapaz de cumprir. Só que esse plano se faz a partir de um crime. Um último crime que os levaria à realização de seus sonhos. Mas a realidade é muito diferente do sonho, e as coisas desandam.”

A narrativa do filme foi inspirada em Macbeth, de William Shakespeare, mas Coimbra optou por contar a história sob a perspectiva feminina, destacando a complexidade de Regina. Assim como na tragédia clássica, os protagonistas se veem presos em uma escalada de ambição e violência, mas com um toque de humor ácido e crítica social tipicamente brasileira. “O jogo do bicho é um pano de fundo para retratar esse universo corrupto que eles habitam. Mas o filme é construído em cima dos personagens”, detalha o diretor. “Ele disseca essas personalidades em todas as suas camadas e explora a dinâmica de poder que existe na maioria das relações passionais.”

Para dar vida a personagens tão complexos, Coimbra precisou de atores capazes de transmitir múltiplas camadas emocionais. A parceria com Leandra Leal se repete após o sucesso de O Lobo Atrás da Porta, onde a atriz demonstrou grande capacidade de mergulhar em papéis densos. “Eu sabia do que a Leandra é capaz e que ela potencializaria as camadas de Regina”, explica o diretor. Irandhir Santos, escolhido para interpretar Valério, já era um desejo antigo de Coimbra, que elogia a intensidade e a criatividade do ator. “Os dois são muito focados e criativos. Construímos os personagens juntos”, acrescenta.

A ambiguidade moral dos protagonistas é uma característica marcante tanto em Os Enforcados quanto em O Lobo Atrás da Porta. “Não há bem e mal claros. Eles mesmos são seus piores antagonistas, cruzam limites que não deveriam e que vão levá-los à ruína”, explica o diretor. No entanto, enquanto o filme anterior focava em crimes de cunho pessoal e intimista, o filme mergulha na corrupção da elite econômica brasileira, trazendo uma abordagem crítica sobre o poder e as falhas estruturais da sociedade.

Coimbra revela que a ideia para o longa surgiu ainda durante as filmagens de O Lobo Atrás da Porta, ao observar a Barra da Tijuca. “Temos índices de criminalidade gigantes e desigualdade de renda absurda, mas o audiovisual tende a olhar o crime apenas na periferia, no subúrbio, na comunidade. E a elite? Boa parte é extremamente corrupta. São aqueles que se declaram cidadãos de bem, mas fazem muita coisa ilegal para enriquecer”, afirma o diretor. Essa percepção crítica permeia todo o roteiro, conferindo à narrativa uma dimensão social além do suspense e do drama íntimo.

O roteiro passou por aprimoramentos em laboratórios internacionais, incluindo o Laboratório de Sundance em 2015, e recebeu reconhecimento com o Sundance Global Filmmaking Awards. A pandemia e os trabalhos de Coimbra fora do país atrasaram a produção, mas o cineasta nunca deixou de trabalhar no projeto. “Eu precisava constantemente adaptar o roteiro para refletir o sentimento de absurdo que vivíamos. O filme cresceu junto com o país”, comenta.

O longa combina elementos de thriller, drama e crítica social de forma equilibrada. O jogo do bicho, símbolo da ilegalidade que permeia a vida dos protagonistas, serve de metáfora para a corrupção estrutural, enquanto a relação entre Valério e Regina oferece um estudo íntimo de ambição, desejo e limites morais. A tensão entre sonho e realidade, planos e consequências, transforma a narrativa em uma tragédia moderna que dialoga com o público brasileiro de maneira direta e envolvente.

O elenco de apoio, incluindo Irene Ravache e Stepan Nercessian, contribui para reforçar a densidade dramática da trama, ao mesmo tempo em que complementa a história central com atuações sólidas. A ambientação no Rio de Janeiro, com locações cuidadosamente escolhidas, ajuda a construir o contraste entre riqueza, poder e ilegalidade, tornando o cenário quase um personagem dentro da narrativa.

Os Enforcados não se limita a contar uma história de crime e ambição: é também um estudo sobre relações humanas, escolhas morais e a pressão que a busca pelo poder exerce sobre os indivíduos. Fernando Coimbra constrói uma narrativa em que o público é convidado a refletir sobre o que leva pessoas comuns a cruzar limites e até que ponto o desejo por status, dinheiro ou reconhecimento pode ser perigoso.

O diretor também explora o casamento como núcleo central do filme, mostrando como os desejos individuais se entrelaçam e colidem com a realidade, criando situações imprevisíveis e, muitas vezes, trágicas. Regina e Valério são cúmplices e antagonistas ao mesmo tempo, refletindo sobre o delicado equilíbrio entre parceria e ambição desmedida.

Com estreia marcada para 14 de agosto, o filme chega com expectativas elevadas, tanto pelo histórico do diretor quanto pela repercussão em festivais internacionais como Toronto, Rio, São Paulo, Recife e Havana. O longa promete se destacar pelo suspense, pela profundidade dos personagens e pela crítica social sutil, mas contundente, mostrando um Brasil onde a moralidade e a ilegalidade se entrelaçam de forma complexa e intrigante.

Vought Rising | Série prequela de The Boys revela primeiras imagens dos atores caracterizados

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O universo de The Boys está prestes a ganhar uma nova dimensão com Vought Rising, a aguardada prequela que mergulha nas origens da enigmática Vought Enterprises. Ambientada na década de 1950, a série promete não apenas expandir a narrativa conhecida pelos fãs, mas também oferecer uma reflexão crítica sobre poder, ambição e a manipulação ética que sustentou a ascensão dos super-heróis corporativos, ou Supes, no mundo de Eric Kripke.

Com um elenco de peso liderado por Jensen Ackles e Aya Cash, a série tem a difícil missão de equilibrar a nostalgia de uma época histórica marcante com os tons sombrios e satíricos que fizeram The Boys se tornar um fenômeno global. Abaixo, confira as primeiras imagens oficiais do elenco. As fotos mostram Jensen Ackles como Soldier Boy em um uniforme que remete aos anos 1950, evocando o patriotismo e a estética da época, enquanto Aya Cash surge como Clara Vought, a ambiciosa fundadora da corporação.

O contexto histórico e a ascensão da Vought

A década de 1950 foi um período de grandes transformações para os Estados Unidos e para o mundo. O fim da Segunda Guerra Mundial trouxe esperança, mas também um clima de tensão, com a Guerra Fria se intensificando e a corrida armamentista e tecnológica contra a União Soviética em pleno auge. É nesse cenário que Vought Rising se situa, explorando como uma pequena empresa farmacêutica evoluiu para a gigante corporativa que dominaria o mercado de Supes décadas mais tarde.

A narrativa da série promete mostrar os primeiros passos da Vought Enterprises: experimentos científicos aparentemente inofensivos, investimentos em propaganda e marketing, e o desenvolvimento inicial do Composto V, substância responsável por conferir habilidades sobre-humanas. Esses elementos não apenas transformam pessoas comuns em heróis e vilões, mas também revelam o lado sombrio da ciência quando usada para lucro e poder, em vez de bem-estar social.

Segundo fontes envolvidas na produção, a série irá aprofundar como as decisões éticas questionáveis e a ambição desenfreada de Clara Vought, a fundadora da corporação, moldaram a trajetória da empresa e definiram os padrões morais que ainda seriam vistos em personagens como Homelander e companhia. A perspectiva histórica combina com a ficção de forma inteligente, permitindo que o público compreenda como eventos globais e interesses corporativos se entrelaçam na criação dos Supes.

O herói de guerra com segredos

Um dos destaques da série é o personagem Soldier Boy, interpretado por Jensen Ackles. Diferente de Homelander, cuja imagem de líder dos Sete é marcada pelo culto à personalidade, Soldier Boy representa uma era anterior, onde heróis estavam intimamente ligados à guerra, patriotismo e propaganda militar. Mas, como a série promete revelar, por trás da máscara heroica há segredos sombrios.

As primeiras imagens divulgadas mostram Ackles com um uniforme que remete diretamente aos anos 1950, adaptado para suas habilidades sobre-humanas. Esse visual não é apenas uma homenagem aos heróis da época, mas também uma representação da militarização e da disciplina que cercava os primeiros Supes. Soldier Boy será o elo entre a realidade histórica e a ficção fantástica, mostrando o impacto humano e psicológico de ser um “experimento vivo” da Vought.

Além disso, a série promete explorar a tensão entre imagem pública e realidade pessoal. Soldier Boy surge como um símbolo de heroísmo e sacrifício, mas também como um reflexo das consequências éticas da manipulação genética e da propaganda. O personagem será peça-chave para que o público compreenda como os Supes se tornaram ferramentas corporativas, ao mesmo tempo em que se questiona a moralidade de usar seres humanos como armas.

A visionária Clara Vought

Aya Cash, que retorna à franquia como Tempesta, terá a oportunidade de mostrar uma nova faceta de sua personagem: Clara Vought, a ambiciosa fundadora da corporação. Nesta fase da história, Clara ainda não é a figura totalmente vilanesca que os fãs conhecem, mas sim uma visionária determinada a consolidar seu legado, independentemente do preço ético.

Clara Vought representa a face corporativa da narrativa: manipuladora, estratégica e disposta a usar todos os recursos à sua disposição, incluindo a mídia e a opinião pública, para promover seus Supes. Sua trajetória em Vought Rising mostrará como a ambição e a visão de longo prazo podem ser usadas tanto para o progresso quanto para a corrupção, estabelecendo as bases para os eventos que moldariam o universo de The Boys.

A complexidade de Clara Vought também permitirá à série explorar temas de gênero, poder e liderança em um contexto historicamente dominado por homens. Ao mostrar uma mulher comandando os rumos da ciência e da mídia na década de 1950, a

Criatividade por trás das câmeras

A produção da série está sob o comando de Paul Grellong, conhecido por seu trabalho em The Boys, em parceria com Eric Kripke, criador da série original. A dupla promete manter o tom irreverente e satírico que tornou a franquia um sucesso global, enquanto mergulha nas complexidades morais e históricas da origem da Vought. A direção criativa visa equilibrar ação, drama e crítica social, criando uma experiência audiovisual única.

O design de produção, figurinos e ambientação refletem cuidadosamente a década de 1950, trazendo elementos que remetem ao contexto histórico, como a Guerra Fria, a propaganda política e o surgimento da cultura pop americana. Essa atenção aos detalhes não apenas cria autenticidade, mas também reforça a crítica social e cultural que permeia toda a franquia. narrativa amplia a discussão sobre ética, ambição e moralidade corporativa, sem perder o humor negro característico da franquia.

Novo trailer de Beast of War mostra tubarão gigante ameaçando soldados australianos

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O novo trailer de Beast of War, dirigido pelo australiano Kiah Roache-Turner, já está disponível e promete deixar os fãs de suspense e terror em alerta. Nas cenas divulgadas, um grupo de jovens soldados australianos luta pela sobrevivência no meio do oceano Pacífico, após seu navio ser destruído em um ataque aéreo japonês durante a Segunda Guerra Mundial. Mas além de enfrentar fome, sede e o clima hostil, eles precisam encarar um inimigo ainda mais mortal: um tubarão branco de proporções gigantescas, que se mostra obstinado em caçá-los. Abaixo, confira o vídeo:

O trailer revela a atmosfera tensa do longa, com sequências de alto impacto que combinam efeitos visuais e ação em alto-mar. A mistura de animatrônico de meia tonelada com computação gráfica torna o predador extremamente realista, aumentando a sensação de perigo iminente e suspense constante. Cada movimento do tubarão, desde a aproximação silenciosa até o ataque devastador, é mostrado com detalhes que prometem fazer o público prender a respiração.

O filme se passa em 1942, e explora não apenas a luta contra a natureza, mas também a pressão psicológica e o medo enfrentados pelos soldados isolados. Os protagonistas precisam encontrar força e estratégia para sobreviver, enquanto o oceano se torna um campo de batalha onde cada decisão pode ser fatal.

O elenco reúne nomes conhecidos do cinema australiano, como Mark Coles Smith, Joel Nankervis, Sam Delich, Lee Tiger Halley, Sam Parsonson, Maximillian Johnson e Steve Le Marquand. A presença de Masa Yamaguchi como o comandante japonês Tetsuo Harada e Lauren Grimson como Hazel acrescenta profundidade ao drama humano que se desenrola em meio ao horror do ataque do tubarão.

Nos bastidores, a equipe técnica mostra cuidado extremo com a ambientação e realismo. A direção de fotografia é assinada por Mark Wareham, o design de produção por Esther Rosenberg, e a direção de arte por Meiko Wong, garantindo que tanto o ambiente quanto os efeitos do tubarão sejam convincentes e imersivos. A maquiagem e o figurino, liderados por Natalie Stanfield e Tracey Rose Sparke, completam a recriação histórica do período da Segunda Guerra Mundial.

Beast of War marca mais uma aposta de Kiah Roache-Turner em gêneros de tensão e criaturas ameaçadoras, seguindo o estilo que ele já demonstrou em produções anteriores, como Wyrmwood: Road of the Dead. O filme combina thriller psicológico, drama de guerra e terror marítimo, criando uma experiência única para os amantes do suspense e da ação.

Quando o filme chega aos cinemas?

O longa tem estreia confirmada nos Estados Unidos em 10 de outubro de 2025, mas ainda não há previsão de lançamento nos cinemas brasileiros. Com o trailer já circulando, o público internacional já começa a se preparar para um filme que promete suspense co

Toque Familiar | A sensível obra-prima sobre memória, velhice e dignidade chega ao Brasil

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O cinema tem o poder de nos conectar com nossas próprias experiências, nossos medos mais íntimos e nossas alegrias silenciosas. Em sua estreia brasileira marcada para 18 de setembro, “Toque Familiar”, longa-metragem de Sarah Friedland, promete exatamente isso: um mergulho visceral na fragilidade humana, nos laços familiares e na complexa relação entre memória e identidade. Vencedor de três prêmios no prestigiado Festival de Veneza em 2024 — Leão do Futuro (Melhor Filme de Estreia), Melhor Direção na seção Orizzonti e Melhor Atriz para Kathleen Chalfant — o filme chega às telas brasileiras com o selo da Imovision, trazendo uma experiência cinematográfica intensa e profundamente tocante.

A obra já havia conquistado público e crítica internacionais. Com 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e 88/100 no Metacritic, “Toque Familiar” também foi destaque na 48ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, onde levou o prêmio de Melhor Filme de Ficção, consolidando-se como um dos filmes mais elogiados e comentados do último ano. Mas mais do que números e troféus, o que torna a experiência de assistir ao filme tão impactante é sua humanidade crua e honesta, que se infiltra em cada cena e cada silêncio.

Uma história que reflete nossa própria humanidade

No centro da história está Ruth, uma mulher que enfrenta os primeiros estágios do Alzheimer e é levada a se mudar para uma casa de repouso. A narrativa se desenrola de maneira sensível, quase poética, explorando não apenas os desafios da memória em declínio, mas também os laços que nos conectam à nossa história pessoal, à nossa família e à nossa própria dignidade.

O filme levanta questões fundamentais: o que resta quando a memória se dissolve? Quem somos quando nossas lembranças, que moldaram nossa identidade, começam a desaparecer? Sarah Friedland não oferece respostas fáceis; ela nos convida a refletir sobre a vulnerabilidade do corpo envelhecido, a complexidade das relações familiares e a beleza que ainda pode ser encontrada em uma vida que se transforma a cada momento.

A diretora que conheceu a realidade de perto

Sarah Friedland, nascida em 1994 nos Estados Unidos, não é apenas cineasta — ela é também coreógrafa e estudiosa de cultura moderna e mídia pela Brown University. Antes de dirigir “Toque Familiar”, trabalhou como assistente de grandes nomes do cinema, como Steve McQueen e Kelly Reichardt, experiências que influenciaram sua sensibilidade narrativa e sua atenção aos detalhes do movimento e da corporalidade.

O longa nasceu de uma experiência pessoal profundamente marcante. A diretora acompanhou sua avó durante os estágios de demência e observou como a família passou a tratá-la no verbo passado, como se já tivesse deixado de existir. Essa percepção sobre a linha tênue entre a pessoa que foi e a que ainda permanece em seu corpo físico tornou-se o ponto de partida para a construção do filme. Para aprofundar sua pesquisa e garantir autenticidade, Friedland trabalhou por três anos como cuidadora, convivendo com idosos em casas de repouso, aprendendo seus hábitos, seus medos e, principalmente, suas formas de comunicação não verbal.

Um dos aspectos mais impressionantes do processo criativo de Friedland foi a decisão de envolver residentes reais em oficinas de cinema, na Villa Gardens, em Pasadena. Esses participantes não apenas atuaram, mas tornaram-se co-criadores, contribuindo para uma narrativa genuína, sem estereótipos, e respeitando integralmente a ética e o consentimento.

Kathleen Chalfant: uma performance que transcende o cinema

Se Sarah Friedland construiu um universo sensível e delicado, Kathleen Chalfant foi a artista escolhida para dar vida à protagonista, Ruth. Com uma carreira icônica no teatro americano, especialmente na Broadway, Chalfant entrega aqui o que muitos críticos consideram sua melhor performance no cinema.

O LA Times descreveu sua atuação como “monumental e profundamente humana”, ressaltando a capacidade da atriz de encarnar múltiplas dimensões de Ruth — mãe, amante, profissional, criança e mulher. Cada gesto, cada olhar e até o silêncio da atriz carregam camadas de emoção que conectam o espectador diretamente com a experiência da personagem. A habilidade de Chalfant em humanizar a velhice e a vulnerabilidade de sua memória transforma a narrativa em um espelho que reflete nossas próprias memórias, perdas e relações familiares.

Um filme que se constrói nos detalhes

O filme não se apoia em efeitos grandiosos ou trilhas sonoras convencionais para emocionar o público. Ao contrário, Friedland optou por uma abordagem sensorial mais intimista, utilizando sons ambientes como a verdadeira trilha sonora. O barulho do ar-condicionado, murmúrios, passos e toques se tornam o score natural do filme, permitindo que o público experimente o universo mental de Ruth de forma imersiva.

Outro elemento que chama atenção é a exploração da sexualidade na velhice. Ao retratar flertes, desejos e relacionamentos afetivos entre idosos, o filme desafia estigmas e tabus. Cenas delicadas, que mesclam ciúme, prazer e vulnerabilidade, humanizam personagens que muitas vezes são invisibilizados na narrativa cinematográfica tradicional. É uma abordagem rara e necessária, que mostra que a vida emocional e sexual não se encerra com a idade ou com o declínio cognitivo.

Um percurso de reconhecimento internacional

Desde sua estreia em Veneza, o longa-metragem percorreu diversos festivais ao redor do mundo, incluindo o New York Film Festival e o AFI Fest, gerando debates significativos sobre a representação da velhice, memória e cuidados com idosos. Nos Estados Unidos, o filme ganhou espaço em veículos de prestígio como The New Yorker, onde discussões sobre ética, cinema e empatia foram amplamente destacadas. Além disso, exibições especiais com bate-papos e workshops tornaram a experiência ainda mais enriquecedora, reforçando a importância do filme como ferramenta de reflexão social.

No Brasil, a expectativa é igualmente alta. A Imovision aposta no longa como um dos destaques de 2025, oferecendo ao público brasileiro a oportunidade de vivenciar uma obra que não apenas entretém, mas provoca empatia e introspecção.

Um filme sobre nós, para nós

Mais do que um relato sobre Alzheimer ou velhice, o drama é uma história sobre humanidade, fragilidade e conexão. Cada cena, cada interação e cada silêncio lembram ao público que, por trás da memória, existe a dignidade de cada indivíduo e a necessidade de relações genuínas.

A abordagem de Friedland — ética, respeitosa e profundamente sensível — transforma o filme em uma experiência quase terapêutica. Ele nos força a pensar sobre como tratamos nossos idosos, como lidamos com perdas e como encontramos beleza e significado mesmo em meio à fragilidade humana.

Resumo da novela A Escrava Isaura de segunda (08/09) – Gabriel sofre confronto com Coronel Sebastião

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No capítulo de A Escrava Isaura que vai ao ar nesta segunda-feira, 5 de setembro, Gioconda enfrenta o Coronel Sebastião, ameaçando-o com firmeza diante de sua truculência. Isaura, por outro lado, prefere que o pai tente “comprá-la”, evitando confrontos diretos, enquanto Henrique corre para socorrer Gabriel, que desmaia e fica fraco nos ombros do amigo.

André, finalmente, é solto, mas o clima permanece carregado de conflito e desconfiança. Helena se encontra com Gabriel e, com preocupação, explica que seu pai é contra o namoro dos dois, aumentando o drama emocional que paira sobre eles. A situação explode quando o Coronel Sebastião vê Gabriel ao lado da filha e dispara, atingindo o rapaz. Helena recebe castigo por sua desobediência, enquanto Gabriel é levado ferido, precisando de ajuda imediata. Gioconda, furiosa, não se intimida e ameaça novamente o Coronel Sebastião, deixando claro que não permitirá abusos.

O que vai rolar nos próximos capítulos de A Escrava Isaura?

Isaura revela a Gertrudes que Leôncio empurrou Tomásia, deixando ambas tensas com o comportamento do homem. No mesmo dia da chegada de Leôncio, Gertrudes sofre um ataque cardíaco, frágil diante dos acontecimentos, mas ainda determinada a proteger Isaura. Enquanto isso, Tomásia e o Conde Campos trocam elogios na festa de casamento, desfrutando de momentos de felicidade em contraste com os conflitos que se desenrolam ao redor.

Gertrudes confessa a Isaura seu arrependimento por não ter concedido sua liberdade antes, um gesto de dor e reconhecimento de erros passados. Tomásia, por sua vez, sabe do retorno de Leôncio e se entristece, ciente de que a presença dele pode abalar a paz recém-conquistada. Isaura insiste em contar à avó que Leôncio foi agressivo com Tomásia, e o homem os flagra conversando, aumentando a tensão.

O Coronel Sebastião visita Malvina, enquanto Gabriel decide pedir a mão de Helena em casamento, demonstrando coragem e amor em meio ao caos. Belchior revela a Rosa a identidade de seu pai, trazendo novas verdades à tona. Gertrudes, mesmo debilitada, pede que chamem o tabelião para finalmente libertar Isaura, mas Leôncio reage com violência, agarrando a jovem. Joaquina revela a Rosa a verdade sobre sua mãe, adicionando mais camadas de segredo à trama familiar.

Enquanto isso, Gabriel tenta conseguir dinheiro emprestado para Miguel, e Tomásia decide ajudá-lo, mostrando generosidade e empatia. Leôncio confessa a Henrique que se sente atraído por Isaura, complicando ainda mais as relações. O Conde Campos e Tomásia passam a noite juntos, mas ela não consegue evitar sonhar com Leôncio, deixando seu coração dividido entre paixão e lembranças dolorosas.

O dia termina com Gertrudes insistindo na presença do tabelião, determinada a garantir a liberdade de Isaura, enquanto cada personagem enfrenta dilemas de amor, vingança e justiça, moldando os destinos da família de maneira irrevogável.

Resumo semanal da novela Paulo, O Apóstolo de 10/09 a 12/09

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Foto: Reprodução/ Internet

Capítulo da novela Paulo, O Apóstolo – Quarta-feira, 10 de setembro

O imperador Nero finalmente revela seus verdadeiros objetivos a Paulo, surpreendendo todos que observam a trajetória do apóstolo com tensão e apreensão. Com sua autoridade absoluta, Nero apresenta um pedido inesperado, colocando Paulo diante de um dilema moral e espiritual: obedecer ao imperador ou manter sua fé e princípios inabaláveis. Em Jerusalém, antigas ameaças do sinédrio se tornam realidade, e a cidade se enche de rumores e conspirações que testam a coragem dos seguidores de Cristo. O capítulo mostra o contraste entre o poder terreno e a força interior do apóstolo, enfatizando o embate constante entre justiça, fé e autoridade. Cada diálogo, olhar e decisão revela a complexidade de um mundo em que a lealdade a Deus e a sobrevivência humana se chocam.

Capítulo – Quinta-feira, 11 de setembro

Durante uma conversa carregada de tensão com Nero, Paulo recebe um presente inesperado entregue por Popeia, gesto que mistura intriga, simbolismo e astúcia política. Enquanto isso, os sicários revelam toda a sua crueldade: Albino e Ananias são pressionados com ameaças e jogos de poder, obrigando-os a tomar decisões que podem determinar suas vidas. A situação evidencia a constante batalha entre princípios, moral e sobrevivência, e mostra como cada personagem precisa navegar em um ambiente de intrigas e manipulações para proteger a si mesmo e aos outros. O capítulo intensifica o suspense, revelando que fé, estratégia e coragem se entrelaçam de forma inevitável na luta contra a opressão do império.

Capítulo da novela Paulo, O Apóstolo – Sexta-feira, 12 de setembro

Embora o resumo oficial não tenha sido divulgado, o clima sugere que os acontecimentos culminam em momentos decisivos para Paulo e seus seguidores. As tensões entre os fiéis e as autoridades romanas provavelmente atingem um ápice, testando limites de coragem, lealdade e fé. O capítulo promete revelações dramáticas, confrontos morais e desfechos inesperados que marcarão profundamente a trajetória do apóstolo, reforçando os temas de justiça divina, resistência diante da opressão e a força do espírito humano mesmo nos momentos mais sombrios.

Lee Jung-jae surge em novo k-drama e mostra lado inesperado em Nice to Not Meet You; Confira o trailer!

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Após o sucesso estrondoso de Round 6, que levou sua carreira a um público global, Lee Jung-jae retorna à televisão sul-coreana, mas desta vez em uma direção completamente diferente. Em Nice to Not Meet You, o ator assume um papel que à primeira vista parece durão, mas logo revela camadas de humor e sensibilidade, apresentando ao público uma faceta inédita de seu talento. O primeiro teaser da série sugere uma mistura de romance e comédia, deixando os fãs ansiosos para descobrir como Lee equilibrará leveza e intensidade em cena. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

Lee Jung-jae interpreta Im Hyun-joon, um ator cansado das tramas sérias e dramáticas que marcaram sua carreira até aqui. Em busca de algo novo, ele decide mergulhar no gênero romântico, tentando conquistar a audiência com charme, vulnerabilidade e momentos inesperados de humor. No caminho dessa transformação, Hyun-joon cruza com Wi Jing-shin, personagem de Lim Ji-yeon (A Lição), uma jornalista política que, após tentar expor um escândalo de corrupção, é transferida para cobrir entretenimento. A interação entre os dois promete diálogos ácidos, situações hilárias e cenas românticas que surpreenderão o público.

Escrita por Jung Yeo-rang (Dra. Cha), a série combina elementos clássicos de comédia romântica com críticas leves à mídia e ao ambiente político. O contraste entre uma jornalista política e o universo do entretenimento cria tensão narrativa, ao mesmo tempo que permite reflexões sobre ética, poder e os desafios enfrentados por profissionais em estruturas corporativas rígidas. Ao mesmo tempo, Im Hyun-joon lida com seu próprio conflito interno: a tentativa de se reinventar e fugir da imagem de “durão” que conquistou fama mundial, mostrando que até protagonistas consolidados podem se surpreender com novas experiências.

Um elenco que completa a história

Além de Lee e Lim Ji-yeon, a produção conta com Kim Ji-hoon (O Jogo da Morte) e Seo Ji-hye (Pousando no Amor) em papéis de apoio. Esses personagens enriquecem a narrativa com subtramas divertidas e complexas, equilibrando momentos cômicos e românticos com cenas mais sérias. A química entre o elenco principal e coadjuvantes é um dos pontos fortes da série, mantendo o ritmo leve e envolvente característico das melhores comédias românticas coreanas.

Estreia e acesso internacional

Nice to Not Meet You estreia em novembro na tvN, uma das principais emissoras de dramas da Coreia do Sul. Para o público brasileiro, a série estará disponível no Prime Video, garantindo acesso fácil e legal à produção. A expectativa é que o k-drama conquiste não apenas fãs de Lee Jung-jae, mas também aqueles que apreciam comédias românticas inteligentes, com personagens carismáticos e histórias envolventes.

O retorno estratégico de Lee Jung-jae

A participação de Lee Jung-jae marca um retorno calculado aos k-dramas após o fenômeno global de Round 6, consolidando-o como um dos atores mais versáteis da Coreia do Sul. Ao transitar do suspense intenso para a comédia romântica, ele desafia expectativas e prova que sua carreira continua em evolução. Para os fãs, é a oportunidade de ver o ator em um registro totalmente novo, combinando charme, humor e uma pitada de crítica social.

Crítica | Se Não Fosse Você é um drama familiar que conecta e emociona o espectador

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Quando uma história marcada por segredos e dores familiares chega às telonas, o desafio é transformar a intensidade emocional do livro em cinema sem perder a sutileza. Se Não Fosse Você, adaptação do romance de Colleen Hoover, dirigida por Josh Boone (A Culpa É das Estrelas), consegue traduzir com sensibilidade a complexidade do luto, do perdão e das relações familiares, oferecendo momentos de grande emoção e identificação.

O filme acompanha Morgan Grant (Allison Williams) e sua filha Clara (Mckenna Grace) após um acidente que muda suas vidas para sempre. A perda simultânea do marido/pai e da irmã/tia revela uma traição que abala profundamente a família. Essa premissa, carregada de potencial dramático, é explorada com atenção às nuances do luto, da culpa e da reconciliação. Boone e a roteirista Susan McMartin apostam em um drama psicológico que mergulha no impacto de segredos revelados e relações tensionadas, sem perder de vista o lado humano de cada personagem.

O filme adota uma narrativa não linear, alternando passado e presente, o que permite ao espectador vivenciar gradualmente os traumas e as revelações da família Grant. Essa abordagem aumenta o suspense e a profundidade emocional, revelando detalhes que enriquecem a compreensão dos personagens e das escolhas que moldam suas vidas. Embora o ritmo por vezes exija atenção, essa alternância cria um efeito de descoberta que mantém o público engajado e emocionalmente conectado.

Performances que encantam

Allison Williams entrega uma atuação emocionante, equilibrando vulnerabilidade e força, enquanto Mckenna Grace brilha como Clara, transmitindo toda a complexidade de uma adolescente lidando com dor, raiva e desejo de compreensão. O elenco de apoio, incluindo Dave Franco, Mason Thames e Willa Fitzgerald, contribui para o drama com interpretações sólidas, mesmo que alguns personagens tenham espaço mais restrito. A química entre Williams e Grace é especialmente cativante, tornando os momentos de confronto e reconciliação memoráveis.

Direção sensível e técnica competente

Josh Boone demonstra seu talento em conduzir cenas de diálogo intenso e confrontos familiares, preservando a emoção sem cair em exageros. A fotografia diferencia claramente passado e presente, utilizando paletas de cores que reforçam a atmosfera emocional de cada sequência. A trilha sonora acompanha a narrativa de forma elegante, realçando momentos-chave sem se sobrepor às atuações. Tecnicamente, o filme é sólido, equilibrando estética, ritmo e emoção.

Um filme que conecta com o público

Apesar de alguns momentos de maior intensidade dramática, Se Não Fosse Você mantém seu coração centrado na experiência humana. Escândalos familiares e revelações chocantes são apresentados de forma a impactar emocionalmente, sem perder o foco na construção das personagens. O resultado é um drama familiar que emociona, faz refletir e convida o público a acompanhar de perto a complexidade das relações familiares.

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