Fantástico de domingo (10) traz primeira entrevista de Gilberto Gil após perda de Preta Gil e musical especial de Ivan Lins com o filho Cláudio

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No domingo dedicado a homenagear os pais, o Fantástico trará um especial carregado de emoção e música, com entrevistas exclusivas e performances que falarão direto ao coração do público. Entre os momentos mais aguardados estará a primeira entrevista de Gilberto Gil após a dolorosa perda de sua filha Preta Gil, que terá falecido no último dia 20 de julho aos 50 anos. Em uma conversa profunda e repleta de afeto, realizada na sala de sua casa no Rio de Janeiro, o cantor e compositor de 83 anos compartilhará lembranças, reflexões e a forma como a família terá lidado com a ausência da filha tão querida.

Ao longo de quase uma hora, Gilberto Gil revelará uma sensibilidade rara, falando sobre Preta não apenas como uma artista e filha, mas como uma pessoa vibrante, cheia de vida e amor. “Preta será talvez a mais espevitada de todos os filhos. Ela será muito solta, com o exercício da bondade em todas as instâncias possíveis, muito solidária. Pretinha será uma menina incrível”, recordará com emoção. A declaração, carregada de saudade, refletirá o lado mais humano do ícone da música brasileira, que não poupará palavras para exaltar a personalidade alegre e generosa da filha.

A luta pela vida e o apoio da família

Gilberto também falará abertamente sobre os últimos anos difíceis que Preta enfrentou e como a família se mobilizará para lhe dar todo o suporte possível. “Essa luta da Preta pela vida não só nos comoverá como nos chamará para a responsabilidade. Os tempos nos Estados Unidos serão para cercá-la do maior conforto possível. Ela irá para lá continuar a luta pela vida, será uma coisa que nos pertencerá”, contará o músico, destacando o esforço coletivo para garantir que Preta tenha as melhores condições durante o tratamento.

Apesar do sofrimento e da dor da perda, Gilberto Gil mostrará que a vivência do período será também um aprendizado e um momento de união familiar. Ele enfatizará a força que a filha demonstrará em sua batalha, inspirando não apenas a família, mas também todos que a conhecerem e acompanharem sua trajetória. “Ela nos ensinará muito sobre coragem, sobre esperança. Preta será um exemplo de amor em meio à dificuldade”, dirá.

Ivan Lins e Cláudio Lins

Além da entrevista emocionante com Gilberto Gil, o programa reservará outro momento especial para celebrar o Dia dos Pais. O programa receberá Ivan Lins e seu filho Cláudio Lins para um musical que também resgatará memórias afetivas ligadas à música e à televisão.

No palco do quadro ‘Show da Vida’, pai e filho cantarão juntos “Lembra de Mim”, canção que marcará a abertura da novela ‘História de Amor’, sucesso da TV Globo na década de 1990. A música, composta por Ivan Lins, será interpretada com muita emoção pela dupla que, apesar das décadas de diferença de idade, demonstrará uma sintonia musical e afetiva que transcenderá gerações.

Em entrevista à repórter Renata Ceribelli, Ivan falará sobre a alegria de dividir o palco com Cláudio, que iniciará sua carreira como ator na mesma novela que eternizou a canção. “Será sempre emocionante cantar com ele. Ele será muito talentoso, será um menino lindo, carinhoso, um garoto excepcional”, declarará Ivan, que em junho completará 80 anos e celebrará 55 anos de carreira em 2025.

Cláudio, por sua vez, fará questão de lembrar com humor o respeito e o carinho pelo pai. “O que eu mais gostarei é que ele ainda me chamará de menino”, brincará, evidenciando o vínculo forte e afetuoso que os unirá, tanto no palco quanto na vida.

A chegada dos Backstreet Boys ao Brasil e outros destaques

O programa deste domingo ainda reservará um espaço para uma entrevista exclusiva com os Backstreet Boys, grupo que marcou a década de 1990 e que se preparará para uma nova turnê pelo Brasil em setembro de 2025. Os integrantes falarão sobre o reencontro com os fãs brasileiros, a emoção de retornar aos palcos e as expectativas para os shows que prometerão resgatar a nostalgia dos grandes hits que embalaram várias gerações.

A importância da entrevista de Gilberto Gil após a perda de Preta Gil

A morte de Preta Gil, que causará grande comoção no Brasil e entre os fãs da cantora e atriz, revelará um lado até então pouco conhecido do relacionamento entre Gilberto Gil e sua filha. A entrevista concedida ao Fantástico será mais do que uma fala pública; será um gesto de vulnerabilidade e acolhimento que se estenderá a todas as famílias que já passarem por perdas semelhantes.

Gilberto Gil, que sempre será conhecido pela sua poesia, sua música e sua visão crítica da sociedade, mostrará um lado profundamente humano ao falar sobre dor, esperança e a beleza do amor que permanecerá mesmo após a morte. Suas palavras serão um convite para que a sociedade veja além do espetáculo da fama e reconheça as lutas pessoais, as vitórias silenciosas e as histórias de superação que acompanharão cada vida.

Papagaios | Assista ao teaser do filme que estreia hoje no 53º Festival de Cinema de Gramado, unindo suspense e comédia

O cinema brasileiro recebe mais uma produção de destaque com a estreia mundial do longa-metragem Papagaios, dirigido pelo talentoso cineasta carioca Douglas Soares. O filme será apresentado na Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros do 53º Festival de Cinema de Gramado, um dos eventos mais tradicionais e respeitados do país. A obra propõe uma abordagem única sobre o fenômeno dos “papagaios de pirata” — pessoas que buscam aparecer em transmissões de TV ou diante de câmeras apenas para obter algum tipo de reconhecimento momentâneo.

Misturando suspense e comédia, o longa acompanha personagens que, por diferentes motivos, se veem envolvidos em situações que questionam os limites da ética e do comportamento humano. Ao mesmo tempo que diverte, o filme provoca reflexões sobre a necessidade de ser visto, reconhecido e validado socialmente, levantando questões universais sobre a fama e os desejos individuais.

Douglas Soares, que acumula mais de 40 prêmios por seus trabalhos no segmento de documentários, traz para sua estreia no longa de ficção uma sensibilidade rara para capturar nuances humanas. “Este é um filme sobre pessoas comuns em situações extraordinárias. Quero que o público se divirta, mas que também reflita sobre como a busca por reconhecimento pode transformar a vida de alguém”, afirma o diretor. Para ele, a experiência em documentários ajudou a construir personagens realistas, mesmo em um enredo que mescla elementos de suspense e humor.

Uma sátira social sobre a fama

No centro de Papagaios está a figura do “papagaio de pirata”, que inspira tanto o título quanto o tom do filme. A obra expõe, de forma irônica, o comportamento daqueles que desejam aparecer na televisão ou nas redes sociais, muitas vezes sem considerar consequências ou ética. Cada personagem representa uma faceta desse fenômeno, mostrando que a fama instantânea pode seduzir, confundir e até colocar vidas em risco.

Ao longo da narrativa, o público é convidado a observar como pequenos atos de vaidade ou ambição se acumulam, levando a situações inesperadas e, por vezes, perigosas. O suspense não surge apenas das ações externas, mas também das tensões internas de cada personagem, que precisam lidar com seus próprios desejos e limitações. E é justamente essa mistura de tensão e humor que torna o longa envolvente, capaz de prender a atenção do espectador do início ao fim.

Festival de Cinema de Gramado: palco para novos talentos

A estreia do longa no 53º Festival de Cinema de Gramado representa um marco na carreira de Douglas Soares, que chega ao evento com seu primeiro longa-metragem de ficção. O festival, que já revelou inúmeros talentos do cinema nacional, é reconhecido por prestigiar obras autorais e oferecer visibilidade para cineastas que se destacam pela originalidade e qualidade técnica.

Além de Papagaios, a Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros contará com outros cinco filmes: A Natureza das Coisas Invisíveis, Cinco Tipos de Medo, , Querido Mundo e Sonhar com Leões. Juntos, eles disputam categorias como Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator e Atriz, Melhor Roteiro, Fotografia, Montagem, Trilha Musical, Direção de Arte, Ator e Atriz Coadjuvante, e Desenho de Som.

O prêmio de Melhor Filme inclui, além do tradicional Kikito, R$ 40 mil. O vencedor de Melhor Direção recebe R$ 10 mil, e as demais categorias são premiadas com R$ 5 mil. Para Soares, esse reconhecimento vai muito além do valor financeiro: é uma chance de consolidar sua carreira e mostrar ao público brasileiro uma obra que mescla entretenimento e reflexão social.

O olhar do diretor e a construção do longa

Douglas Soares sempre teve interesse em observar comportamentos humanos. Em seus documentários, ele capturava situações reais com sensibilidade e atenção aos detalhes, e essa experiência foi fundamental para criar Papagaios. “No documentário, você observa o real. No longa, você cria o real dentro de uma narrativa. Mas a essência de observar e compreender pessoas continua sendo a mesma”, explica.

O roteiro, também assinado por Soares, equilibra suspense, comédia e crítica social, mantendo o ritmo da narrativa e o interesse do espectador. Cada cena é cuidadosamente construída para gerar identificação com os personagens, ao mesmo tempo em que provoca risadas e reflexões. O filme nos lembra que todos, em algum momento, já tivemos o desejo de ser notados, ainda que de maneiras simples ou inesperadas.

A experiência do público

O público que assistir ao filme no Festival de Gramado poderá experimentar uma mistura de emoções. Momentos de suspense se alternam com cenas cômicas, enquanto a sátira social nos convida a questionar comportamentos contemporâneos. A obra consegue entreter e, simultaneamente, levar o espectador a pensar sobre os valores que norteiam nossas escolhas e ações.

A estreia mundial está marcada para o dia 17 de agosto, às 18h, no Palácio dos Festivais, em Gramado. Os ingressos estão à venda no site oficial do festival, e a expectativa é de que a sessão reúna tanto a crítica especializada quanto o público interessado em cinema nacional de qualidade.

Reflexão sobre o impacto da fama

Mais do que uma comédia ou suspense, a trama é um filme que reflete sobre a influência da fama na vida das pessoas. Ele questiona até que ponto a busca por reconhecimento pode alterar comportamentos, relações e decisões. Cada personagem traz suas próprias fragilidades, mostrando que a exposição e a vaidade podem ter efeitos complexos e imprevisíveis.

O filme também funciona como uma espécie de espelho da sociedade contemporânea, marcada pela cultura do imediatismo e da visibilidade. Douglas Soares consegue transformar um fenômeno comum — o desejo de aparecer — em uma narrativa envolvente, capaz de dialogar com públicos de diferentes idades e experiências.

Um filme para rir, refletir e se emocionar

O filem promete proporcionar uma experiência cinematográfica completa: humor, suspense, crítica social e emoção. A combinação desses elementos faz com que o longa seja não apenas um entretenimento, mas também uma oportunidade de reflexão sobre nossos próprios comportamentos e desejos.

Para Douglas Soares, a obra é um convite à empatia e à compreensão do ser humano. “Quero que o público se identifique com os personagens, que se divirta com suas situações, mas que também pense sobre o que faria em um cenário semelhante. O filme fala sobre escolhas, ética e humanidade, e espero que cada espectador leve essas reflexões consigo”, afirma o diretor.

James Gunn compartilha novos detalhes do filme Superman – Man of Tomorrow

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O futuro do universo cinematográfico da DC começa a se desenhar com clareza. Desde que James Gunn assumiu a tarefa de reestruturar a franquia ao lado do produtor Peter Safran, cada anúncio e cada lançamento têm sido acompanhados de perto por fãs e críticos. A missão vai além de revitalizar personagens icônicos: é reconquistar a confiança de um público que viveu altos e baixos com o antigo DCEU. O primeiro grande marco dessa fase foi Superman (2025), filme que trouxe uma versão jovem, vulnerável e inspiradora do herói. O sucesso abriu caminho para Man of Tomorrow, previsto para 2027, e já cercado de expectativa.

Nas redes sociais, Gunn destacou a conexão entre Man of Tomorrow e a segunda temporada de Pacificador. Ele reforçou que cada produção pode ser apreciada isoladamente, mas admitiu que há um elo narrativo entre os dois projetos. O contraste entre os universos chama atenção: enquanto Superman lida com dilemas morais e políticos, Pacificador explora humor ácido, crítica social e violência. Integrar essas tonalidades tão distintas é um movimento ousado que pode definir a identidade do novo DCU.

A base do novo capítulo

O lançamento de Superman marcou o início do “Capítulo 1: Deuses e Monstros”, a etapa que reinicia totalmente o universo DC nos cinemas. Escrito e dirigido por Gunn, o filme trouxe David Corenswet como Clark Kent, Rachel Brosnahan como Lois Lane e Nicholas Hoult no papel de Lex Luthor. Inspirado em All-Star Superman, o longa apresentou um herói ainda em formação, lidando com responsabilidades que vão além de seus poderes.

A trama mistura política internacional, manipulação midiática e a ameaça de Ultraman, um clone usado para incriminar o protagonista. Lex Luthor surge como cérebro da crise, explorando ciência e desinformação para seus fins. No desfecho, o Homem de Aço recupera sua imagem, reafirma sua conexão com a humanidade e consolida seu papel como símbolo de esperança.

Críticos destacaram a abordagem leve e sincera, que combina ação com temas atuais como fake news e jogos de poder. Corenswet recebeu elogios por equilibrar inocência e firmeza, Brosnahan foi reconhecida por dar à Lois Lane um protagonismo além do romance, e Hoult impressionou ao transformar Luthor em uma presença ameaçadora e carismática.

O que podemos esperar de Man of Tomorrow?

Se o primeiro filme apresentou o herói a um novo público, o novo longa-metragem tem a missão de consolidá-lo como líder de um universo em expansão. O título, clássico nos quadrinhos, indica que a história explorará legado, responsabilidades e desafios futuros.

Gunn tem sido discreto sobre detalhes, mas pistas já alimentam teorias. Questionado sobre o papel de Lois Lane, respondeu apenas: “Ela é importante”, sinalizando que a personagem terá relevância central, possivelmente conectando Clark às decisões políticas e sociais que surgirão.

O anúncio do filme veio acompanhado de artes oficiais de Jim Lee, Jorge Jimenez e Mitch Gerards. As ilustrações destacam a relação ambígua entre Superman e Luthor: em algumas, os dois aparecem lado a lado; em outras, em confronto direto. A armadura de Luthor sugere que o vilão terá uma presença mais física e ameaçadora, diferente de sua atuação nos bastidores.

Elenco e personagens

O núcleo principal retorna, mantendo a química que agradou em 2025. Além de Corenswet e Brosnahan, Nicholas Hoult volta como Luthor, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen e Wendell Pierce como Perry White. A manutenção desses personagens reforça que a narrativa não se restringe a superpoderes, mas explora jornalismo, ética e a busca pela verdade em um mundo polarizado. Clark Kent continua sendo mais que Superman: é repórter, observador do mundo e participante ativo das questões sociais. Essa dualidade é um dos diferenciais que o destacam dentro do gênero de heróis.

A ponte com Pacificador

Enquanto Superman abordou reputação e aceitação, Man of Tomorrow foca em liderança e alianças, cenário em que Pacificador terá ligação direta. A série de John Cena mostrou um anti-herói cínico e contraditório; na segunda temporada, eventos do longa do Superman devem dialogar com a visão de justiça de Christopher Smith. Essa interação oferece ao público diferentes perspectivas sobre heroísmo: uma baseada na esperança e no altruísmo, outra marcada por violência e pragmatismo. A estratégia de Gunn amplia o leque de experiências dentro do DCU, equilibrando personagens idealizados e figuras mais humanas e controversas.

Resumo da novela A Viagem de hoje (15) – Andrezza descobre que é estéril, volta para Raul

No capítulo de A Viagem que vai ao ar nesta segunda-feira, 15 de setembro, Tato fica revoltado ao saber que não poderá tomar qualquer atitude sem a aprovação de Queiroz, sentindo-se cada vez mais sufocado. Maroca insiste para que Raul vá atrás de Andrezza na fazenda, e o rapaz acaba confessando a Estela que não é dele a culpa pela falta de filhos: é Andrezza quem não pode engravidar.

Enquanto isso, Otávio decide deixar uma casa para Okida, decisão que provoca estranheza entre os herdeiros. Bia briga com Tato ao ouvir a proposta de viverem juntos sem casamento, reagindo com firmeza contra a ideia. Em meio às tensões, Ismael surge com uma proposta perigosa: promete ajudar Tato a reverter a situação do testamento de Otávio, plantando mais intrigas.

Raul chega à fazenda e deixa Andrezza confusa. Pouco depois, a moça flagra Guiomar pedindo a Raul que esconda dela a verdade sobre sua esterilidade. Sentindo-se enganada, Andrezza explode de raiva por terem ocultado durante tanto tempo que era ela quem não poderia ter filhos. Raul tenta consolá-la e afirma que agora que sabe a verdade, eles podem lutar juntos.

Cheia de rancor da mãe, Andrezza decide voltar com Raul. Guiomar, abatida e arrependida, acompanha a filha e o genro de volta para casa. O retorno acontece justamente no dia da inauguração da Casa da Sopa, evento que reúne amigos e familiares em clima de confraternização.

Mas a comemoração é bruscamente interrompida quando policiais chegam à casa de Alberto. Lá, encontram uma maleta cheia de drogas e o prendem em flagrante. Na delegacia, o delegado avisa a Alberto que o crime é inafiançável, mergulhando o fazendeiro em desespero. Enquanto isso, Regina comemora a vitória de Ismael, parabenizando-o pelo sucesso do plano que levou Alberto à ruína.

O que vai rolar nos próximos capítulos de A Viagem?

Estela começa a desconfiar de que Ismael esteja por trás da prisão de Alberto. Maria, ao escutar a conversa de Dinah e Estela sobre o caso, entra em pânico. Enquanto isso, a alegria toma conta da casa de Zeca com o lançamento de seu primeiro disco. No entanto, Téo, cada vez mais influenciado por Alexandre, perde o controle, destrói sua própria casa e foge de carona em um caminhão. O motorista, assustado ao ver Alexandre no lugar de Téo, exige que ele desça.

Cininha organiza uma manifestação na pensão em apoio a Alberto, que permanece preso. Na estrada, Raul, Mauro e Lisa encontram Téo, mas o rapaz não os reconhece. Ele acaba sendo internado em um hospital psiquiátrico. Pouco depois, Alberto é solto, e a esperança volta à família.

Comovidos, Cininha e Tibério chegam a propor ao delegado que eles mesmos fiquem presos no lugar de Alberto. No hospital, o psiquiatra explica a Lisa e Josefa que Téo precisa de internação prolongada. Andrezza confessa a Maroca que ainda existe a possibilidade de engravidar. Já Maria revela a Dinah que foi enganada por Ismael, confirmando que ele armou toda a situação contra Alberto.

Mauro conta a Carmem que Téo foi internado. Lisa tem uma ideia inusitada: pede ao médico que a deixe vestir a fantasia do Mascarado para se aproximar de Téo. O psiquiatra autoriza. Enquanto isso, Ismael mente para Bia, dizendo que Alberto foi preso por tráfico. Alberto é libertado, mas Bia corre até a casa da mãe para defender Ismael e criticar Alberto. Dinah, firme, joga a verdade no rosto da filha: foi Ismael quem armou tudo. Estela, indignada, expulsa Bia de casa.

Mais tarde, Dinah paga a conta do hospital de Téo e continua recebendo flores misteriosas enviadas por Otávio. No dia seguinte, Bia lê no jornal que Alberto é inocente e que Ismael estava por trás de tudo. O pai, no entanto, inventa uma nova mentira, e Bia acaba acreditando. Regina, cúmplice, ainda inventa que Ismael é cardíaco, despertando a compaixão da jovem.

Raul pede ajuda a Dinah para convencer Guiomar a passar uns dias na fazenda. Cininha, por sua vez, ouve Tibério aconselhando o Mascarado a se revelar para Carmem. Dinah insiste com Guiomar e consegue que ela aceite viajar, mas, na estrada, sob influência de Alexandre, Guiomar manda Dinah voltar para o Rio. Mesmo assim, um motorista oferece carona às duas.

No hospital, Téo desperta e vê Lisa fantasiada de Mascarado. Sem perceber que é ela, começa a falar mal da própria companheira. A enfermeira é obrigada a aplicar um sedativo. Em clima de euforia, Raul e Andrezza comemoram a viagem de Guiomar em uma boate. Mas, ao voltarem para casa, ficam decepcionados ao encontrá-la de volta.

Dinah passa mal, preocupando Estela. Ao mesmo tempo, Tato decide abandonar o sobrenome do pai e assinar apenas o da mãe. Dinah sonha com Otávio, que lhe promete um reencontro próximo, mas ao despertar se decepciona por ter sido apenas um sonho. Guiomar se enfurece ao descobrir que Andrezza saiu sem sua permissão.

No Vale dos Suicidas, Alexandre implora ao mentor André para sair, mas reafirma que não perdoará seus inimigos, bloqueando sua própria evolução. Raul, cansado das brigas, decide sair de casa. No hospital, Téo descobre que é Lisa quem tem se passado pelo Mascarado e reage mal.

Cininha passa a ser paparicada por Tibério, enquanto Guiomar tenta convencer Andrezza a viajar com ela. Raul pede a Dinah que acompanhe a esposa e a sogra, e ela aceita. Tato provoca Dudu e o joga na piscina, mas Alberto chega a tempo de salvar o menino.

Samuel confidencia a Otávio que Júlia é sua alma gêmea. Ismael, cada vez mais pressionado, promete levar Bia para a Europa, mas Estela se opõe. Ele ameaça que fará a viagem mesmo sem autorização da mãe. Nesse momento, o Mascarado finalmente tira a máscara diante de Carmem.

Crítica | Tron: Ares é visualmente atraente, mas narrativamente vazio

Tron: Ares chega aos cinemas com a responsabilidade de carregar o legado de uma das franquias mais icônicas da ficção científica digital. O filme, no entanto, rapidamente demonstra que seu maior problema não é a ambição, mas a execução. Tentando equilibrar duas frentes — reviver a estética digital que marcou o universo Tron e dialogar com questões contemporâneas sobre tecnologia e sociedade —, a produção acaba sendo um híbrido confuso, incapaz de cumprir plenamente qualquer uma dessas propostas. O resultado é um filme que impressiona visualmente, mas carece de substância narrativa, oferecendo nostalgia sem propósito.

O primeiro Tron se destacou por sua ousadia estética e pela criação de um universo digital coerente, quase surreal, que se sustentava por ideias originais e um design inovador. Tron: Ares parece ter esquecido essa lição. A decisão de transpor a ação digital para o mundo real, que poderia gerar sequências memoráveis e eletrizantes, é tratada de forma segura e previsível. As perseguições de motos digitais pelo trânsito urbano, por exemplo, parecem coreografadas mais para impressionar visualmente do que para criar tensão ou emoção. Há momentos em que a tecnologia é exibida como fim em si mesma, em vez de instrumento para narrativa ou desenvolvimento de personagens.

Mesmo os poucos pontos positivos, como a trilha sonora, não conseguem sustentar a experiência. A música, de fato grandiosa e energética, tenta preencher lacunas narrativas e emocionais, mas funciona mais como um colchão sonoro para o vazio da história do que como elemento integrador. Algumas sequências parecem mais clipes estilizados do que partes de uma narrativa coerente, evidenciando a fragilidade estrutural do roteiro.

Narrativamente, Tron: Ares é superficial. Os personagens se movem sem motivações claras, e os diálogos pouco inspirados não ajudam na construção de empatia. O filme insinua reflexões sobre a obsessão tecnológica, o consumismo e o hype midiático, mas não se aprofunda. Os temas permanecem na superfície, sem impacto dramático, sem consequências para a trama e, sobretudo, sem criar sentido para a audiência.

O apego à nostalgia é evidente e paradoxalmente prejudicial. Referências ao passado lembram o público do quão ousado o original foi, mas não acrescentam nada de novo. Em vez de expandir o universo, o filme repete fórmulas seguras, evitando riscos criativos e desperdiçando o potencial de um mundo que poderia ter sido explorado de maneiras mais inventivas e corajosas. Cada piscadela ao passado funciona mais como comparação do que como homenagem.

O maior déficit de Tron: Ares é emocional. Sem personagens memoráveis ou tensão real, o filme falha em criar qualquer conexão duradoura com o espectador. Efeitos visuais e conceitos futuristas não substituem a narrativa ou a capacidade de envolver emocionalmente. Um Tron memorável sempre foi sobre imersão: um mundo digital fascinante em que estética, enredo e ideias se entrelaçam. Aqui, cada elemento parece isolado, incapaz de formar um todo coeso.

Em última análise, Tron: Ares se apresenta como um espetáculo visual, mas padece de substância. Poderia ter sido um renascimento ousado de um universo icônico, mas se transforma em uma experiência superficial, dominada por nostalgia e efeitos sem propósito. Visualmente competente e, em certos momentos, esteticamente prazeroso, o filme fracassa em construir história, tensão e personagens. É uma oportunidade perdida que evidencia a dificuldade de inovar em franquias consagradas: é mais fácil repetir fórmulas do que ousar.

Vale a pena assistir Tron: Ares? Um espetáculo visual que desafia a nostalgia, mas perde força na trama

Quando se pensa em Tron, imediatamente vem à mente um universo digital único, onde luzes de neon iluminam circuitos e arenas virtuais se tornam palcos de batalhas memoráveis. O clássico de 1982 já impressionava pelo seu design inovador e pela ousadia de transportar o público para dentro de um computador, criando uma experiência cinematográfica praticamente inédita na época. Dez anos após Tron: O Legado, a Walt Disney Pictures finalmente lança Tron: Ares, a terceira parcela da franquia, dirigida por Joachim Rønning e estrelada por Jared Leto, Greta Lee, Evan Peters, Jodie Turner-Smith, Gillian Anderson e Jeff Bridges. Mas a pergunta que paira no ar é inevitável: vale a pena conferir este novo capítulo?

O filme tem a difícil tarefa de equilibrar duas frentes: honrar a estética digital que marcou o universo Tron e, ao mesmo tempo, dialogar com questões contemporâneas sobre tecnologia, identidade e poder. No entanto, essa ambição, embora louvável, se choca com uma execução que frequentemente se mostra confusa e superficial.

Um legado cinematográfico que pesa

Para entender as expectativas que cercam Tron: Ares, é preciso revisitar a história conturbada da produção. Desde 2010, logo após o lançamento de O Legado, a ideia de uma sequência já circulava entre os criadores. Roteiros foram reescritos diversas vezes, diretores e atores mudaram, e títulos provisórios como Tron: Ascension surgiram e desapareceram. A Disney, com sua postura cautelosa, adiou indefinidamente o projeto, enquanto os fãs aguardavam ansiosamente por uma continuação que pudesse expandir o universo estabelecido. Esse histórico cria uma pressão dupla: o longa precisa satisfazer tanto os fãs antigos quanto atrair novos espectadores em um mercado saturado de ficção científica.

A narrativa original de Tron se destacava por sua coerência interna: o mundo digital tinha regras claras, um estilo visual próprio e personagens que, apesar da artificialidade, transmitiam emoções e dilemas compreensíveis. Tron: Ares, por outro lado, parece se perder em meio à nostalgia, tentando recriar o brilho visual dos filmes anteriores sem oferecer uma trama igualmente robusta. A sensação é de que o filme se apoia mais na memória afetiva do público do que em suas próprias qualidades.

Um elenco de peso, mas subaproveitado

Jared Leto assume o papel-título como Ares, mas sua presença, embora visualmente marcante, não é suficiente para salvar o roteiro. Greta Lee como Eve Kim e Evan Peters como Julian Dillinger oferecem performances corretas, mas a falta de profundidade nos personagens impede qualquer conexão emocional significativa com o público. Jodie Turner-Smith, no papel de Athena, é uma das poucas a demonstrar energia e intenção dramática, mas seus momentos são isolados e pouco explorados.

Jeff Bridges retorna como Kevin Flynn, trazendo uma pontinha de nostalgia e credibilidade ao filme, mas até mesmo ele parece limitado pelo roteiro, incapaz de imprimir a complexidade de antes. Gillian Anderson, sempre elegante, desempenha Elisabeth Dillinger com classe, mas sua função na história é periférica, reforçando a sensação de que o longa falha em criar protagonistas memoráveis ou relacionamentos convincentes.

Essa lacuna entre elenco e narrativa é crucial: quando os personagens não têm motivação clara ou desenvolvimento coerente, mesmo os atores mais talentosos não conseguem segurar a trama. Em Tron: Ares, o público é constantemente lembrado de que está diante de uma obra que prioriza o espetáculo visual em detrimento da construção emocional.

Estética e ação: brilho sem substância

Visualmente, Tron: Ares é um deleite. A produção investe pesado em efeitos especiais, cenários digitais e sequências de ação que remetem à identidade visual da franquia. As motos de luz, as arenas e a transposição do mundo digital para o urbano impressionam e comprovam o domínio técnico da equipe. No entanto, a estética, por mais impressionante que seja, funciona muitas vezes de maneira isolada, sem integrar-se à narrativa.

As perseguições e batalhas, embora visualmente coreografadas com precisão, carecem de tensão real. A sensação de perigo e urgência, que era fundamental no primeiro filme, é substituída por um show de luzes e efeitos. A tecnologia, que no universo original tinha um propósito narrativo claro, aqui é exibida como fim em si mesma. O resultado é uma experiência que encanta os olhos, mas deixa o espectador emocionalmente distante.

A trilha sonora, grandiosa e energética, cumpre parcialmente o papel de preencher essas lacunas. Porém, em vez de fortalecer a narrativa, funciona mais como um colchão sonoro, destacando ainda mais o vazio da história central. Sequências inteiras parecem clipes estilizados, lindos de ver, mas sem carga dramática ou impacto duradouro.

Problemas de roteiro e narrativa

O maior desafio de Tron: Ares está no roteiro. Jesse Wigutow e Jack Thorne tentam construir uma história que dialogue com o mundo contemporâneo, abordando temas como obsessão tecnológica, consumismo e o impacto da mídia digital. No entanto, essas reflexões permanecem superficiais. Diálogos pouco inspirados e personagens que agem sem motivação consistente minam qualquer tentativa de crítica social ou filosófica.

O filme parece dividido entre duas ideias conflitantes: reviver a nostalgia de O Legado e, simultaneamente, atualizar o universo para um público moderno. Infelizmente, nenhuma das duas vertentes é explorada com profundidade. Referências ao passado funcionam mais como comparações do que como homenagem, lembrando ao espectador do quanto o original era ousado e inventivo. Em vez de expandir o universo, Ares se contenta em repetir fórmulas seguras, evitando riscos criativos que poderiam gerar momentos memoráveis.

Nostalgia versus inovação

A nostalgia é uma faca de dois gumes em Tron: Ares. Ela garante um reconhecimento imediato, mas também destaca as falhas do filme. Onde o primeiro Tron impressionava por sua inovação e coragem estética, Ares se apega a elementos já testados, sem ousar realmente. Cada piscadela para o passado reforça a sensação de que a produção teme criar algo novo, e isso enfraquece o impacto da história.

O desafio era enorme: revitalizar uma franquia cultuada, mantendo a identidade visual e conceitual, e ainda assim oferecer algo inovador. A decisão de transpor a ação para o mundo real poderia ter sido uma oportunidade de ouro, criando sequências eletrizantes que explorassem o contraste entre digital e físico. No entanto, a execução segura e previsível resulta em momentos que impressionam mais pela técnica do que pelo storytelling.

Tron: Ares e o déficit emocional

Se há um ponto crítico em Tron: Ares, é a ausência de conexão emocional. Personagens pouco desenvolvidos, motivação confusa e diálogos superficiais tornam difícil qualquer empatia. O público não se preocupa verdadeiramente com os riscos enfrentados, e os conflitos parecem mais decorativos do que centrais. Efeitos visuais e conceitos futuristas não substituem a necessidade de narrativa sólida ou envolvimento emocional.

Em Tron: O Legado, a relação entre Sam e Quorra era um dos pilares que sustentava a trama, oferecendo uma tensão emocional e uma história de aprendizado e descoberta. Em Ares, relações semelhantes existem, mas são diluídas por excesso de exposição visual e falta de profundidade dramática. A sensação é de um filme fragmentado, bonito de ver, mas frio para sentir.

Vale a pena assistir?

Tron: Ares é, sem dúvida, uma experiência visual marcante. Para aqueles que buscam efeitos especiais, cores neon e uma transposição digital-realidade, o filme oferece momentos de grande beleza estética. Porém, quando se olha para além da superfície, a obra revela suas fragilidades: narrativa fraca, personagens pouco desenvolvidos, diálogos insatisfatórios e um apego à nostalgia que impede inovação.

Se você é um fã de longa data da franquia, provavelmente assistirá motivado pela curiosidade e pela lembrança afetiva de Tron: O Legado. Nesse caso, prepare-se para se deslumbrar com o visual, mas aceite que a experiência emocional e narrativa será limitada. Para novos espectadores, Ares pode funcionar como entretenimento escapista, mas dificilmente criará conexão duradoura ou provocará reflexão sobre os temas que pretende abordar.

Em última análise, Tron: Ares é um filme que impressiona mais pela forma do que pelo conteúdo. Ele cumpre parcialmente o papel de expandir o universo Tron, mas esquece que a força real da franquia sempre esteve na combinação equilibrada de estética, narrativa e ideias provocativas. Sem personagens memoráveis ou tensão dramática, o longa se torna um espetáculo visual bonito, porém vazio.

Resumo da novela Terra Nostra de sábado (25/10) – Augusto enfrenta desafios nos negócios e Tiziu é registrado

No resumo do capítulo da novela Terra Nostra deste sábado, 25 de outubro de 2025, Augusto demonstra não ter noção de como administrar os negócios do pai, enquanto Marco Antônio se esforça para solucionar o problema de Tiziu. Anacleto sugere a possibilidade de desaparecer com metade da colheita de Altino, aumentando a tensão na família. Ao mesmo tempo, Angélica mostra determinação em apoiar o marido e revela conhecimento sobre o cultivo de café, fortalecendo sua participação nos assuntos da fazenda.

Juliana garante que levará Mariana consigo quando se mudar, e Padre Olvão realiza uma visita à fazenda de Gumercindo, reforçando os laços da comunidade. Francesco leva Paola para almoçar na confeitaria, enquanto Matheu e Gumercindo auxiliam Augusto nos desafios do trabalho. Por fim, Francesco e Marco Antônio resolvem a situação de Tiziu: para poder estudar, o menino deve ser registrado, e eles assumem o papel de testemunhas, celebrando juntos esse passo importante na vida da criança. Paola se emociona e vibra com as flores que recebe do banqueiro, marcando um momento de leveza em meio às responsabilidades familiares.

O que vai acontecer nos próximos capítulos da novela Terra Nostra?

Janete passeia em Paris enquanto Tiziu é oficialmente registrado com o nome de Júlio Francisco Santana, orgulhosamente escolhido pelo próprio menino. Matheu e Gumercindo organizam o trabalho da fazenda de Altino, e, após meses de esforço, a colheita chega ao fim, motivando os colonos a prepararem uma grande festa. Augusto autoriza seu sogro a negociar o café das fazendas, e Francesco aproveita o domingo para visitar Paola, levando flores e passeando pela cidade de braços dados. Tiziu mantém o uniforme mesmo aos domingos, enquanto Marco Antônio estranha a ausência do pai.

Rosana, sentindo-se indisposta, demonstra preocupação com o sexo do bebê. Matheu retira Leonora da festa, pois é chegada a hora do parto. Todos aguardam ansiosos, e nasce um menino, enchendo Gumercindo de emoção e lágrimas escondidas, enquanto Angélica, temendo uma menina, observa apreensiva. Gumercindo e Augusto viajam para São Paulo; Amadeu aguarda o dinheiro para deixar a fazenda, e Bartolo teme que outros colonos sigam o mesmo caminho. Marco Antônio desconfia de um envolvimento entre o pai e Paola, mas Augusto nega. Matheu se mostra feliz, embora não responda se Juliana tenha sido esquecida.

Anacleto e Inêz chegam a São Paulo para vender o café, mas Altino morre, e Francesco se preocupa com o grande empréstimo avalizado por ele. Matheu se surpreende ao saber que Gumercindo não vendeu o café devido ao baixo preço de mercado. Enquanto os pais insistem para que Paola volte à fazenda, ela prefere permanecer na capital. Gumercindo se queixa a Maria do Socorro sobre o excesso de café sem compradores, e Augusto demonstra habilidade política, impressionando Angélica. Bartolo decide ir embora, mas Matheu garante que Gumercindo honrará os pagamentos.

Rosana se ressente por permanecer em resguardo, mas comemora a chegada do filho. Augusto deixa a administração das fazendas com Angélica. Amadeu reclama pelo pagamento, quase confronta Matheu e abandona a propriedade. Juliana revela sua gravidez, e Marco Antônio e Francesco comemoram a novidade. Leonora, relutante em retornar à Itália, entra em conflito com o marido, enquanto Matheu busca contornar a situação, equilibrando emoções e responsabilidades familiares.

Episódio 2 de It: Bem-Vindos a Derry é antecipado para o Halloween na HBO Max

O Halloween de 2025 promete ser ainda mais aterrorizante para os fãs de terror. A HBO Max anunciou a antecipação do segundo episódio da série It: Bem-Vindos a Derry, prequela dos filmes It (2017) e It: Capítulo Dois (2019). Originalmente previsto para estrear no dia 2 de novembro, o episódio agora estará disponível no streaming em 31 de outubro, oferecendo aos espectadores a oportunidade de mergulhar no clima sombrio de Derry na noite mais icônica do ano.

A Warner Bros. anunciou oficialmente que o lançamento foi antecipado, destacando a intenção de conectar a estreia à vibe única do Halloween. “Queríamos que nossos espectadores sentissem o terror de Derry justamente na noite mais assustadora do ano”, explicou um porta-voz do serviço de streaming. Além do simbolismo, a mudança também busca incentivar maratonas, discussões online e uma imersão total na sombria cidade fictícia do Maine, onde cada canto esconde segredos aterrorizantes.

Uma prequela que expande o universo de Stephen King

Baseada no clássico romance de Stephen King publicado em 1986, It: Bem-Vindos a Derry oferece um olhar inédito sobre a cidade que virou palco dos aterrorizantes eventos dos filmes. Ambientada em 1962, a trama acompanha a chegada de um casal e seu filho a Derry justamente quando um menino desaparece misteriosamente. A partir desse ponto, acontecimentos inexplicáveis começam a assombrar a comunidade local, dando início a uma escalada de suspense e terror.

O desenvolvimento da série envolveu novamente Andy e Barbara Muschietti, diretores dos filmes, em parceria com Jason Fuchs, roteirista responsável pelo projeto. O trio buscou expandir o universo cinematográfico, explorando as origens do medo e do próprio Pennywise. “Queríamos entender de onde vem o terror de Derry e o que moldou o palhaço que todos conhecem”, comentou Andy Muschietti em entrevista recente, destacando o cuidado em manter fidelidade à obra original.

A série estreou oficialmente em 26 de outubro de 2025, com episódios semanais, permitindo aos fãs acompanhar gradualmente a construção do suspense. A antecipação do segundo episódio para a véspera de Halloween reforça o impacto da narrativa e cria um ponto de encontro ideal para quem busca sustos e tensão.

Um elenco de peso e o retorno de Pennywise

Entre os grandes atrativos da série está o retorno de Bill Skarsgård como Pennywise, personagem que se tornou ícone do terror moderno. Além de atuar, Skarsgård também participa como produtor executivo, garantindo que a essência ameaçadora do palhaço permaneça intacta.

O elenco principal conta ainda com Taylour Paige, Jovan Adepo, Chris Chalk e James Remar, atores que conferem profundidade dramática aos personagens. Stephen Rider, Clara Stack, Amanda Christine e Mikkal Karim-Fidler completam o time, enquanto Madeleine Stowe e Rudy Mancuso aparecem em participações recorrentes. Essa diversidade de personagens permite explorar múltiplas perspectivas sobre medo, trauma e vida em Derry, tornando a história mais rica e envolvente.

Barbara Muschietti comentou sobre os desafios enfrentados durante a produção, especialmente após a greve da SAG-AFTRA em 2023, que interrompeu temporariamente as filmagens. “Trabalhar com o elenco infantil depois da pausa foi desafiador. Tivemos que reajustar algumas cenas para capturar o crescimento natural das crianças sem comprometer a narrativa”, explicou.

Produção, locações e fidelidade à época

As gravações começaram em maio de 2023, em cidades canadenses como Toronto, Hamilton e Port Hope, inicialmente sob o título provisório Greetings from Fairview. A previsão era finalizar a produção em dezembro, mas a greve estendeu o cronograma, com conclusão apenas em agosto de 2024.

Cada detalhe foi pensado para recriar Derry nos anos 60: desde figurinos e veículos até a arquitetura urbana. A Delta Secondary School, em Toronto, serviu como uma das principais locações, representando a escola dos jovens protagonistas. O cuidado com cenários e ambientação é essencial para transmitir a atmosfera de nostalgia, mistério e tensão que permeia toda a série.

Estratégia de lançamento e envolvimento do público

A antecipação do episódio 2 para o Halloween vai além do simbolismo: é uma estratégia da HBO Max para criar uma experiência completa para os assinantes. O feriado proporciona o cenário perfeito para discussões online, teorias dos fãs e momentos de susto que fazem parte do charme da série.

No Brasil, o episódio estará disponível logo após a meia-noite de 31 de outubro, permitindo que os fãs mergulhem na história durante toda a noite de Halloween. Para quem prefere a programação tradicional, o episódio será exibido no canal HBO em 2 de novembro, mantendo a consistência da grade.

Confira o resumo da novela Terra Nostra (2 de abril a 4 de abril)

Capítulo 174 da novela Terra Nostra – quinta, 02 de abril

Rosana finge desinteresse, mas Angélica percebe que a irmã ficou encantada com a mudança de atitude de Marco. Francesco comemora ao ver o filho retomando sua rotina no banco. A surpresa toma conta de Marco ao descobrir que as fábricas entraram em falência. Enquanto isso, Josué se abre com Antenor sobre seu passado, após ser reconhecido. Janete se choca ao ouvir de Luíza o verdadeiro nome do marido. Maria do Socorro fica atônita com a situação envolvendo Marco e Rosana. Gumercindo decide retornar à fazenda, mesmo que tenha que enfrentar o desafio sozinho. Francesco fica incrédulo quando Marco anuncia sua decisão de reatar o relacionamento com Rosana.

Capítulo 175 – sexta, 03 de abril

Rosana revela à mãe que sente-se inclinada a voltar a viver com Marco. Gumercindo caminha por sua fazenda, sentindo-se plenamente em seu ambiente. Bartolo confessa seus sentimentos mais profundos a Leonora. Janete confronta Josué, que relembra um episódio antigo: um jogo de pôquer decisivo entre dois barões do café, onde uma aposta arriscada levou à perda de uma fazenda e ao suicídio do pai. Ele também revela que, anos depois, descobriu que o pai de Janete havia cometido um roubo. Janete rebate, explicando que seu pai também sofreu as consequências do jogo. Compreendendo que ela também foi vítima, Josué abandona seu desejo de vingança e declara seu amor sincero.

Capítulo 177 – sábado, 04 de abril

Francesco se orgulha ao ver Marco elegante novamente, com terno e barba aparada. Juliana fica surpresa com os planos de casamento do jovem. Rosana recebe flores do pretendente e se encanta com o gesto. Josué e Janete vivem momentos de romance intenso, fortalecendo ainda mais seu vínculo. Paola pede que Francesco não entregue todo o dinheiro de Anacleto, que deseja retornar à Sicília. Augusto leva Marco até a mansão, onde Maria do Socorro o trata com frieza. Nas ruas, Marco toma a iniciativa e beija Rosana, deixando claro seus sentimentos. Francesco orienta o filho a aceitar o futuro casamento de Janete. Enquanto isso, José Alceu escuta uma conversa entre Damião e Tiziu e descobre ser filho de Gumercindo. No retorno de viagem de seu pai, Rosana se mantém firme: quer reconstruir a vida ao lado de Marco.

Resumo da novela Terra Nostra de 8 a 11 de abril de 2026

Capítulo 178 – segunda, 08 de abril

Gumercindo explode em fúria e ameaça expulsar Marco caso ele tente se aproximar. Tiziu decide revelar tudo a José Alceu, enquanto Marco vai visitar Janete. Francesco compartilha com o filho a história conturbada do pai de Josué. De longe, José Alceu observa os movimentos de Gumercindo. Angélica e Augusto tentam interceder pelo rapaz, mas o patriarca permanece inflexível. Antenor estranha as perguntas de José Dirceu sobre acontecimentos antigos. Anacleto insiste em viajar para a Sicília, e Francesco promete que lhe entregará o dinheiro integral. Na pensão, Marco Antônio trata Juliana com frieza, mas consegue acalmar Matheu, que chega irritado, e sugere uma conversa franca entre amigos.

Capítulo 179 – terça, 09 de abril

Marco Antônio e Matheu têm uma conversa privada e resolvem suas diferenças, selando uma amizade com um firme aperto de mãos. Rosana pede à Maria do Socorro ajuda para convencer o pai a aceitar seu relacionamento. Matilde sente saudades dos pais, enquanto Janete ainda mantém reservas sobre as intenções de Josué. José Alceu inicia um diálogo com Gumercindo, que se mostra surpreso com a maturidade do garoto. Tiziu fica emocionado ao ver a reação de José Alceu diante do pai. Mesmo com a intervenção de Maria do Socorro, Gumercindo mantém-se inflexível. Determinado, Marco Antônio chega à mansão com a intenção de falar cara a cara com o patriarca.

Capítulo 180 da novela Terra Nostra – quarta, 10 de abril

Rosana pede a Marco que aguarde o momento certo para agir, mas ele sugere que ela deixe a casa imediatamente e venha morar com ele, sem esperar o consentimento de Gumercindo. Francesco se preocupa com a raiva do filho em relação ao patriarca. Angélica se surpreende quando Rosana admite estar disposta a fugir. O clima de negócios também aquece: Francesco se empolga com a proposta de formar uma cooperativa de refinadores de açúcar. Florinda se encanta com Marco, mas mantém a postura, seguindo os conselhos de Mariana. Padre Olavo, ainda sem batina, visita a fazenda. Gumercindo avisa Francesco que não deseja conversar com Marco. Rosana reafirma seu amor por Marco e garante que, se necessário, fugirá com ele.

Capítulo 181 – quinta, 11 de abril

Rosana declara com firmeza que nunca voltaria para Matheu e que agora só quer estar com Marco. Apesar dos apelos de todos, Gumercindo mantém sua decisão. José Alceu pressiona Tiziu para revelar detalhes sobre sua origem. Os colonos surpreendem Bartolo ao decidir colher a safra seguinte no regime de ameia. Matilde sonha com um futuro casamento com um brasileiro como Augusto. Janete sugere a Josué que unam forças e iniciem juntos uma nova vida. Marco anuncia ao pai que, assim que se unir a Rosana, irão morar na antiga residência de Paola. Angélica, escondida, escuta um discurso de Augusto e fica encantada. Enquanto isso, Matheu entra em conflito, perde o emprego e anuncia a Juliana que abraçará o caminho do anarquismo.

Capítulo 182 – sexta, 12 de abril

Amadeo se preocupa com o futuro incerto de Matheu, agora identificado como anarquista, e Juliana também teme pelas consequências para o marido. Padre Olavo tenta convencer Gumercindo a rever sua postura. Uma nova paixão surge quando Florinda é seguida pelas ruas por Bruno, um jovem que desperta seu interesse. Matilde continua sonhando em se tornar patroa. Marco escreve para Rosana, confirmando que a esperará no sobrado para começar a nova vida juntos, enquanto Maria do Socorro sente desconfiança. Francesco provoca Anacleto, questionando se ele realmente seguirá para a Sicília, apesar do dinheiro já estar à disposição. Matheu faz discurso inflamado na porta da fábrica, chamando a atenção de quem busca emprego. Gumercindo ameaça deserdar Rosana caso ela se encontre com Marco. Juvenal acompanha Rosana e Florinda até o sobrado, selando o início da nova fase da jovem.

Capítulo 183 – sábado, 13 de abril

Marco Antônio recebe Rosana com carinho, carregando-a até o quarto e demonstrando toda sua paixão. Francesco repreende o filho pelo comportamento impulsivo. Gumercindo, desconfiado, alerta Maria do Socorro que não falará mais com Rosana caso ela insista em morar com Marco. Augusto provoca discussões ao sugerir que algumas plantações de café poderiam ser queimadas, causando medo no sogro. Furioso, Gumercindo expulsa Rosana de casa, renega a filha e proíbe que ela leve Marinho, ameaçando entregar a criança ao pai. Matheu celebra suas novas convicções anarquistas, surpreendendo Amadeo e Toninho com seu discurso sobre greve. Bruno conquista Florinda e agenda um encontro noturno. Enquanto isso, Rosana e Marco Antônio finalmente iniciam sua vida juntos, determinados a enfrentar qualquer obstáculo.

Resumo da novela A Nobreza do Amor de hoje (09/04) – Alika confronta Virgínia após descoberta de armação

No resumo da novela A Nobreza do Amor de hoje, 9 de abril, Alika percebe que Virgínia armou contra ela, enquanto Mirinho se diverte ao saber que Virgínia sente ciúmes dele. Tonho se posiciona a favor de Lúcia/Alika, e Jendal reconhece a lealdade de Dumi. Chinua consegue salvar Akin, que, junto de Dumi, elabora um plano para enganar Jendal. Alika se emociona com o apoio recebido de Tonho.

Na cidade, Niara e Alika enfrentam rejeição de todos, e Viriato repreende os moradores durante a missa. Salma e Ana Maria demonstram apoio a Lúcia/Alika. Viriato sugere que Virgínia realize sua confissão na igreja, e Alika não hesita em confrontá-la diretamente.

Próximos capítulos da novela A Nobreza do Amor

Lúcia/Alika questiona as falsidades criadas por Virgínia, enquanto Ana Maria se diverte dançando com Manoel. Salma percebe a proximidade romântica entre Tonho e Lúcia/Alika. Mirinho, ao ouvir uma conversa de Virgínia com a família, acredita que Lúcia/Alika está interessada nele, e fica com ciúmes ao vê-la dançando com Tonho, planejando uma armação contra ele.

Jendal tem um pesadelo envolvendo Alika, e a jovem reage com revolta diante das atitudes de Mirinho. Jendal decide prender Soliman para que o paxá revele informações sobre o paradeiro de Alika. Graça e Virgínia subornam o inspetor Botelho, tentando incriminar Lúcia/Alika e Vera/Niara pelo roubo das joias de São Paulo. Botelho aceita o acordo, despertando a desconfiança de Adônis, que depois vai à casa de José buscar as duas para a acareação na delegacia. Soliman, encarcerado, revela a Chinua seu apoio à revolução em Batanga.

Kênia e Jendal investigam a saúde de Omar, e Mundica revela que Mirinho sabotou a carroça de Tonho. Diógenes questiona Virgínia e Graça sobre seu conhecimento prévio do inspetor. Jendal descobre que o navio de Soliman foi saqueado, enquanto Akin e outros populares comemoram a contribuição de Soliman à revolução, com doações de pertences valiosos.

Botelho se prepara para anunciar o veredito sobre as joias, declarando que as de Lúcia/Alika e Niara não são as mesmas roubadas em São Paulo, inocentando ambas. Virgínia se enfurece, e Diógenes mantém suas suspeitas. Lúcia/Alika exige de Diógenes que Virgínia lhe peça desculpas. Burak inventa para Jendal que o navio de Soliman foi atacado por piratas, e Dumi comenta com Akin sua preocupação com a resistência do paxá na prisão.

Mirinho decide cobrar o dinheiro do suborno pago a Botelho. Miguel muda de ideia e concorda em alugar a casa para que Lúcia/Alika inicie seu novo negócio. Diógenes repreende Virgínia publicamente. Geralda percebe o interesse de Onildo por Vera/Niara, enquanto Belmira se decepciona. Omar desperta, e Chinua e Çinar comemoram a notícia. Salma observa Tonho e Lúcia/Alika juntos, reforçando a proximidade entre os dois.

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