The Pitt | Jalen Thomas Brooks diz que elenco segue sem informações sobre 3ª temporada

A terceira temporada de The Pitt ainda não foi confirmada oficialmente, e o clima nos bastidores da produção segue cercado de incertezas. Quem reforçou isso recentemente foi o ator Jalen Thomas Brooks, intérprete de Mateo Diaz, ao revelar que nem mesmo o elenco tem qualquer noção concreta sobre os próximos passos da série.

Em entrevista ao Screen Rant, o ator deixou claro que o desenvolvimento da história continua sendo tratado com sigilo total pela equipe criativa. Segundo ele, cada nova temporada é construída com o objetivo de superar a anterior, mas sem que os atores tenham acesso antecipado aos rumos do roteiro. “Não faço ideia. Acho que ninguém realmente sabe o que eles estão preparando na sala de roteiristas. A cada temporada, eles tentam superar tudo, então vamos ver. Acho que todos temos que esperar”, afirmou.

A declaração chama atenção justamente por expor uma dinâmica comum em produções de streaming mais recentes, nas quais decisões sobre continuidade e arcos narrativos são mantidas em sigilo até fases avançadas da produção.

Um drama médico com estrutura narrativa diferenciada

The Pitt é uma série de drama médico norte-americana criada por R. Scott Gemmill. A produção estreou no catálogo da Max em 9 de janeiro de 2025 e rapidamente chamou atenção por sua proposta narrativa incomum dentro do gênero.

A série se diferencia por estruturar cada episódio como uma hora específica de um plantão de 15 horas no fictício Pittsburgh Trauma Medical Hospital. Essa escolha narrativa cria uma sensação de urgência constante, fazendo com que o público acompanhe praticamente em tempo real o desgaste físico e emocional dos profissionais de saúde.

O formato também permite explorar conflitos humanos de maneira mais intensa, já que cada episódio se concentra em eventos contínuos, sem saltos temporais tradicionais. Isso reforça o tom realista da produção e contribui para a construção de uma atmosfera de pressão constante dentro do hospital.

Renovação rápida e expansão do universo da série

O desempenho positivo da primeira temporada levou a Max a renovar rapidamente a produção. Em 14 de fevereiro de 2025, a plataforma confirmou oficialmente a segunda temporada de The Pitt, demonstrando confiança no potencial da série dentro do catálogo.

A renovação abriu espaço para a ampliação de personagens e para o aprofundamento de tramas já estabelecidas, ao mesmo tempo em que introduziu novas dinâmicas dentro do hospital fictício. No entanto, mesmo com a continuidade garantida, a produção ainda mantém total discrição sobre uma possível terceira temporada.

Essa falta de informações também atinge o elenco, como destacou Jalen Thomas Brooks, que segue sem saber se continuará interpretando Mateo Diaz nas próximas fases da história.

Elenco e mudanças ao longo das temporadas

O elenco de The Pitt reúne nomes conhecidos da televisão e constrói uma rede de personagens que sustentam o drama dentro do hospital. Entre os principais estão Noah Wyle como Dr. Michael “Robby” Robinavitch, Patrick Ball como Dr. Frank Langdon, Katherine LaNasa como Dana Evans, Supriya Ganesh como Dra. Samira Mohan, Fiona Dourif como Dra. Cassie McKay, Taylor Dearden como Dra. Melissa “Mel” King, Isa Briones como Dra. Trinity Santos, Gerran Howell como Dennis Whitaker e Shabana Azeez como Victoria Javadi.

Na primeira temporada, Tracy Ifeachor interpretou a Dra. Heather Collins. Já na segunda temporada, a narrativa passou a contar também com Sepideh Moafi no papel da Dra. Baran Al-Hashimi, ampliando o conjunto de personagens e adicionando novas camadas às histórias médicas e pessoais da produção.

Jalen Thomas Brooks integra o elenco desde o início como Mateo Diaz. Na segunda temporada, no entanto, sua participação foi reduzida devido a conflitos de agenda. Para manter a continuidade da história, a série incorporou a ausência do personagem à narrativa, explicando que ele passou a atuar no turno da noite no hospital.

Bastidores e disputa judicial envolvendo a produção

Apesar do sucesso e da boa recepção, The Pitt também enfrentou questões jurídicas nos bastidores. Em março de 2024, a Max encomendou oficialmente a série com 15 episódios, consolidando o projeto criado por R. Scott Gemmill, que também atua como showrunner e produtor executivo ao lado de nomes como Noah Wyle e John Wells.

A produção é realizada em parceria entre a John Wells Productions e a Warner Bros Television, com o episódio piloto também escrito por Gemmill.

No entanto, em agosto de 2024, a série foi alvo de um processo movido por Sherri Crichton, viúva de Michael Crichton, em nome do espólio do autor. A ação alegava quebra de contrato e questionava possíveis semelhanças com a série ER, da qual Crichton é associado como criador.

Em novembro do mesmo ano, a Warner Bros Television respondeu ao processo com uma moção pedindo arquivamento, argumentando que The Pitt seria “um programa completamente diferente”, sem relação direta com a obra citada.

Algo Horrível Vai Acontecer vai ter 2ª temporada? Série da Netflix se torna fenômeno e deixa futuro em aberto

A série Algo Horrível Vai Acontecer chegou ao catálogo da Netflix em março de 2026 meio que de surpresa e, em pouco tempo, já estava entre os assuntos mais comentados da plataforma. Não foi só o suspense que chamou atenção, mas também aquele tipo de final que deixa o espectador olhando para a tela e pensando: “ok, e agora? acabou mesmo?”

Desde então, a pergunta que não quer calar começou a circular entre fãs e curiosos. Afinal, vai ter segunda temporada ou não?

Uma história de terror que mexe mais com a cabeça do que com susto

Diferente de muita série de terror por aí, Algo Horrível Vai Acontecer não aposta em monstros ou cenas exageradas. Aqui, o medo vem de outro lugar, mais silencioso e até mais desconfortável.

A história acompanha uma jovem prestes a se casar que começa a sentir que alguma coisa está errada. Só que não dá pra apontar exatamente o quê. A partir daí, tudo vai ficando meio estranho, meio confuso, e a sensação de insegurança só aumenta.

O mais interessante é que a série brinca o tempo todo com essa dúvida. O que é real e o que é coisa da cabeça da protagonista? E essa resposta nunca vem de forma fácil.

Quem criou essa história toda?

A série foi criada por Haley Z. Boston, que também escreve e participa da produção executiva. Ela trabalhou ao lado dos irmãos Duffer, conhecidos por produções cheias de mistério e suspense.

A ideia principal aqui não é assustar com sustos fáceis, mas sim incomodar aos poucos. Aquele tipo de história que vai crescendo devagar e, quando você percebe, já está completamente dentro da tensão dos personagens.

Elenco ajuda a deixar tudo ainda mais intenso

O elenco também ajuda bastante a deixar a história mais forte e convincente.

Camila Morrone interpreta a protagonista e entrega uma atuação bem emocional, cheia de insegurança e momentos de dúvida.

Adam DiMarco vive o noivo, que em vários momentos parece apoiar, mas ao mesmo tempo deixa uma pulga atrás da orelha do público.

Além deles, também aparecem Jeff Wilbusch, Karla Crome, Gus Birney, Jennifer Jason Leigh, Ted Levine e Sawyer Fraser, completando o clima estranho e cheio de tensão da série.

Por que todo mundo ficou falando dessa série?

O que fez Algo Horrível Vai Acontecer viralizar não foi só a história em si, mas o jeito como ela mexe com sentimentos bem comuns.

Quem nunca ficou com aquela sensação de dúvida antes de tomar uma grande decisão? Ou já imaginou se está enxergando as coisas da forma certa? A série pega exatamente esse tipo de insegurança e transforma em algo muito maior.

Além disso, o final aberto virou combustível para teorias. Tem gente tentando explicar cada detalhe, cada cena, cada olhar dos personagens. E isso acabou mantendo a série viva mesmo depois do último episódio.

Quando a série estreou?

A estreia aconteceu em 26 de março de 2026 na Netflix. Em poucos dias, ela já tinha entrado nas listas de mais assistidas em vários países, principalmente por causa do boca a boca na internet.

E a tal segunda temporada, vai rolar?

Por enquanto, não existe confirmação oficial de uma continuação. A série foi divulgada como minissérie, ou seja, com começo, meio e fim já planejados.

Só que o sucesso mudou um pouco essa conversa. A criadora Haley Z. Boston já comentou que existe sim espaço para expandir esse universo, mas isso dependeria de encontrar uma ideia que faça sentido, e não só “esticar” a história.

Nos bastidores, a Netflix ainda não deu nenhum sinal claro sobre renovação. Então, oficialmente, continua tudo em aberto.

O que pode acontecer daqui pra frente

Se uma segunda temporada acontecer, ela pode seguir alguns caminhos diferentes. Pode continuar a história da protagonista, mostrando o que vem depois daquele final, ou até virar algo mais “antologia”, com novas histórias dentro do mesmo estilo.

Mas também existe a possibilidade de não ter continuação nenhuma e a série ficar exatamente como é hoje, com aquele final aberto que continua gerando conversa.

Dark Horse | Jim Caviezel surge caracterizado como Jair Bolsonaro em nova imagem do filme

O longa-metragem Dark Horse voltou a ganhar força nas redes e no noticiário após a divulgação de uma nova imagem de bastidores. Nela, o ator Jim Caviezel aparece caracterizado como o ex-presidente Jair Bolsonaro, em uma cena que recria um dos momentos da campanha presidencial de 2018.

A foto rapidamente reacendeu o interesse em torno da produção, que ainda está em fase de pós-produção e segue sem data oficial de estreia no Brasil. Mesmo assim, o projeto já vem sendo bastante comentado por conta do tema e da abordagem escolhida.

Qual é a proposta de Dark Horse?

A ideia do filme é revisitar a trajetória política de Jair Bolsonaro, com foco especial na eleição de 2018 e nos acontecimentos que marcaram aquele período. A produção aposta em uma narrativa com tom de thriller político, misturando drama, bastidores de campanha e acontecimentos reais que ganharam grande repercussão.

Mais do que apenas recontar fatos, o longa tenta construir uma visão cinematográfica sobre poder, influência da mídia e o ambiente de tensão política vivido no Brasil naquele momento. A proposta é apresentar uma história intensa, com ritmo de drama e forte carga emocional.

Quem está no elenco?

O protagonista é interpretado por Jim Caviezel, que assume o papel de Jair Bolsonaro. O elenco também conta com Marcus Ornellas como Flávio Bolsonaro, Sérgio Barreto como Carlos Bolsonaro e Eddy Finlay como Eduardo Bolsonaro.

Já Camille Guaty interpreta Michelle Bolsonaro, completando o núcleo familiar retratado no filme. A escolha do elenco mistura nomes conhecidos do cinema internacional com atores de diferentes perfis, reforçando a proposta de uma produção de grande alcance.

Produção e bastidores

O filme é dirigido por Cyrus Nowrasteh e escrito por Mário Frias. A produção executiva fica a cargo de Eduardo Verástegui, que já esteve envolvido em outros projetos de forte carga política e social.

No Brasil, a produção envolve a GoUp Entertainment, responsável por parte da execução do longa. Desde que foi anunciado, o projeto chama atenção por seu tema sensível e pela forma como pretende abordar eventos recentes da política brasileira.

Qual é a história do filme?

A história de Dark Horse acompanha a ascensão de Jair Bolsonaro até a vitória nas eleições de 2018. O atentado sofrido durante a campanha aparece como um dos pontos centrais da narrativa, servindo como elemento importante para o desenvolvimento do enredo.

O filme também inclui cenas da vida militar do personagem e momentos familiares que ajudam a construir um retrato mais amplo. A proposta é equilibrar política e drama pessoal, criando uma narrativa que mistura reconstituição de fatos com uma abordagem cinematográfica mais intensa.

Controvérsias e bastidores

Desde o início da produção, o filme tem sido alvo de discussões e especulações, principalmente em relação ao seu financiamento e a possíveis mudanças no roteiro ao longo do processo. Algumas dessas informações circularam na mídia, mas não foram oficialmente confirmadas pela equipe do projeto.

Apesar disso, os responsáveis afirmam que o filme segue em pós-produção e dentro do cronograma previsto. Segundo a produção, ajustes e regravações fazem parte do processo natural de desenvolvimento de um longa desse porte.

Situação atual e lançamento

Até o momento, o filme ainda não tem data oficial de estreia no Brasil. O projeto segue em busca de distribuidoras e deve chegar aos cinemas em 2026, caso o planejamento seja mantido.

A divulgação da nova imagem reacendeu a curiosidade do público e colocou novamente o filme no centro das atenções, especialmente por se tratar de uma história política recente e ainda muito presente no debate público.

Michael decepciona no Rotten Tomatoes com nota baixa e aumenta a curiosidade antes da estreia nos cinemas

A cinebiografia Michael ainda nem estreou oficialmente, mas já está dando o que falar. O longa, um dos projetos mais comentados da Lionsgate, apareceu pela primeira vez no Rotten Tomatoes e a recepção inicial não foi nada animadora: apenas 26% de aprovação após mais de 43 críticas registradas.

Para uma produção desse porte, cercada de expectativa e com uma das figuras mais icônicas da música mundial como tema, o número chamou atenção e já começou a alimentar debates entre fãs e críticos. Ainda assim, como sempre acontece nessas fases iniciais, a pontuação pode mudar conforme novas avaliações forem sendo adicionadas.

Qual é a história do filme?

O filme conta a trajetória de Michael Jackson, desde os primeiros passos como líder do Jackson 5 até sua explosão como um dos maiores artistas solo da história da música. A ideia é mostrar não só o lado brilhante dos palcos, mas também os bastidores de uma carreira marcada por pressão, fama global e momentos decisivos.

A proposta da produção é revisitar grandes fases da vida do cantor, incluindo performances que marcaram gerações e consolidaram seu nome como referência no pop mundial. Ao mesmo tempo, o longa tenta construir um retrato mais humano, explorando o impacto da fama em sua vida pessoal.

Quem está no elenco?

Um dos pontos que mais chamou atenção no projeto é a escolha de Jaafar Jackson para interpretar o próprio tio, Michael Jackson. A semelhança física e a ligação familiar aumentaram ainda mais a curiosidade em torno da performance.

O elenco também reúne nomes conhecidos de Hollywood, como Colman Domingo, Miles Teller, Nia Long, Laura Harrier, Kat Graham, Larenz Tate e Derek Luke. A mistura de gerações e estilos reforça a ambição do projeto em alcançar um público amplo.

Bastidores movimentados e muitos ajustes

A produção de Michael (2026) não teve um caminho exatamente tranquilo. Ao longo do processo, surgiram relatos de mudanças no roteiro, refilmagens e até discussões sobre a duração final do filme, que inicialmente teria chegado a cerca de quatro horas.

Esses ajustes acabaram levando a cortes e reorganizações na narrativa, com o objetivo de tornar o filme mais fluido. Em meio a isso, o projeto também passou por adiamentos até chegar à previsão atual de estreia em 2026.

Apesar dos rumores que circularam sobre possíveis problemas internos, a equipe envolvida na produção afirma que o longa seguiu em andamento dentro do planejado, com ajustes normais para um projeto dessa escala.

Primeiras reações dividem opiniões

A nota inicial no Rotten Tomatoes acabou colocando ainda mais holofote no projeto. Enquanto parte da crítica aponta problemas de ritmo e escolhas narrativas, outros reconhecem o peso da proposta e a dificuldade de transformar a vida de um artista tão complexo em um único filme.

Esse tipo de divisão não é incomum em cinebiografias, especialmente quando envolvem figuras icônicas como Michael Jackson. Muitas vezes, o impacto real do filme só fica mais claro após o contato com o público geral.

Quando o filme chega nos cinemas?

A estreia de Michael (2026) está marcada para 23 de abril de 2026 no Brasil, com distribuição da Universal Pictures.

Nintendo revela Splatoon Raiders exclusivo do Switch 2 com foco em exploração solo e lançamento em 2026

A Nintendo surpreendeu os gamers ao anunciar oficialmente Splatoon Raiders, novo título da franquia Splatoon que chega com uma proposta bem diferente do que os jogadores estão acostumados. O jogo está previsto para 23 de julho de 2026 e será exclusivo do Nintendo Switch 2, reforçando a estratégia da empresa de fortalecer sua nova geração de hardware com grandes lançamentos próprios.

Qual é a proposta de Splatoon Raiders?

Desta vez, a série deixa de lado o foco tradicional em batalhas multiplayer para apostar em uma experiência totalmente voltada ao modo solo. Em Splatoon Raiders, o jogador assume o papel de um explorador em busca de tesouros em ilhas desconhecidas, enfrentando ambientes perigosos e cheios de desafios.

A movimentação com tinta, característica marcante da franquia, continua sendo o centro da jogabilidade, mas agora aplicada a uma experiência mais voltada à exploração e progressão. O objetivo é atravessar cenários complexos, resolver obstáculos e descobrir segredos escondidos ao longo das ilhas.

Quem são os inimigos da vez?

Os Salmonids retornam como principais adversários da nova aventura. Essas criaturas marinhas, já conhecidas dos fãs da série, aparecem em maior número e com comportamento mais agressivo, tornando a jornada ainda mais desafiadora.

Durante a exploração, o jogador precisará lidar com ataques constantes e situações de perigo, exigindo não apenas habilidade de combate, mas também estratégia para avançar pelos cenários sem ser encurralado.

Novas mecânicas e sistema de customização

Um dos grandes diferenciais de Splatoon Raiders está no sistema de customização. O jogo permitirá equipar diferentes gadgets mecânicos que alteram a forma como o jogador interage com o ambiente, facilitando a exploração e a coleta de relíquias escondidas.

As armas também ganham novas possibilidades de modificação, podendo disparar diferentes tipos de tinta com efeitos variados. Isso amplia as opções estratégicas tanto para combate quanto para navegação, incentivando o jogador a adaptar seu estilo conforme os desafios encontrados.

Quem está por trás do desenvolvimento?

O desenvolvimento está a cargo da Nintendo EPD, equipe interna responsável por algumas das principais franquias da empresa. A própria Nintendo também assina a publicação do jogo, mantendo o controle criativo da produção.

Quando o jogo será lançado?

Splatoon Raiders tem lançamento confirmado para 23 de julho de 2026, chegando exclusivamente ao Nintendo Switch 2. A exclusividade reforça o papel do título como uma das apostas da Nintendo para impulsionar sua nova geração de consoles.

Um novo rumo para a franquia Splatoon

Com essa nova abordagem, a Nintendo aposta em expandir o universo Splatoon para além do competitivo tradicional. Ao focar em uma campanha solo com elementos de exploração e progressão, a empresa abre espaço para um estilo de jogo mais narrativo e imersivo.

Homem do Amanhã | Sequência de Superman inicia filmagens e revela bastidores com Lex Luthor e Brainiac

A nova fase do Superman já começou a sair do papel. Com a produção oficialmente em andamento, Homem do Amanhã, continuação direta do filme lançado em 2025, teve suas primeiras imagens de bastidores divulgadas e já deu algumas pistas interessantes sobre o que vem por aí.

As fotos mostram a equipe liderada por James Gunn trabalhando em cenas ambientadas na Penitenciária Van Kull. Para quem acompanha as histórias do herói, o local não é qualquer cenário. É justamente onde Lex Luthor costuma ser mantido sob vigilância. Só que, ao que tudo indica, essa estadia não deve durar muito.

Uma aliança improvável pode mudar tudo

As informações iniciais apontam para um caminho curioso na trama. Em vez de seguir apenas como antagonista, Lex Luthor pode acabar sendo peça-chave para ajudar o próprio Superman. O motivo tem nome e peso: Brainiac.

Conhecido nos quadrinhos como um dos inimigos mais perigosos do herói, Brainiac representa uma ameaça muito maior, daquelas que obrigam até velhos rivais a repensarem suas posições. A possível parceria entre Superman e Luthor já indica que o filme deve trabalhar não só ação, mas também conflitos mais estratégicos e até desconfortáveis.

Quem faz parte do elenco?

O elenco principal retorna praticamente completo, reforçando a continuidade da história dentro do novo universo da DC Studios. David Corenswet segue como Clark Kent, consolidando sua versão do herói, enquanto Rachel Brosnahan volta como Lois Lane.

Já Nicholas Hoult retorna como Lex Luthor, agora com um papel que promete ser ainda mais complexo. Entre as novidades, o destaque fica para Lars Eidinger, que assume o papel de Brainiac, além de Aaron Pierre como Lanterna Verde.

O elenco ainda conta com Skyler Gisondo, Sara Sampaio, Isabela Merced, Nathan Fillion e Edi Gathegi, ampliando o universo e indicando que a trama deve explorar diferentes núcleos.

Continuação direta do novo universo da DC

Homem do Amanhã dá sequência aos eventos de Superman, que marcou o início do novo universo comandado por James Gunn e Peter Safran.

O primeiro filme foi importante para redefinir o personagem nas telonas, apostando em um tom mais humano e acessível. Mesmo com algumas críticas ao excesso de elementos, o longa conseguiu conquistar o público e abriu caminho para uma construção mais organizada desse novo universo.

Inspiração nos quadrinhos

O título Homem do Amanhã não foi escolhido por acaso. Ele faz referência a histórias clássicas da DC Comics que exploram o papel do Superman como símbolo de esperança e futuro.

Ainda não está claro o quanto o filme vai beber diretamente dessas histórias, mas o nome já indica uma abordagem mais voltada para legado e evolução do personagem, o que combina com o momento atual do herói no cinema.

O que esperar da trama?

Com Brainiac entrando em cena, a expectativa é de uma ameaça muito maior do que a vista anteriormente. Isso deve levar o filme para um terreno mais grandioso, com consequências que podem ir além de Metrópolis.

Ao mesmo tempo, a possível parceria com Lex Luthor abre espaço para conflitos interessantes. Afinal, confiar em um inimigo histórico nunca é simples, e isso pode gerar momentos de tensão que vão além da ação.

Outro ponto que deve ganhar destaque é o equilíbrio entre o lado heroico e o lado humano de Clark Kent. O retorno de personagens ligados ao Planeta Diário indica que o filme não deve abandonar esse aspecto mais próximo do público.

Quando estreia nos cinemas?

Por enquanto, a produção segue em andamento e ainda não teve uma data oficial de estreia confirmada. Considerando o início das filmagens, a previsão mais provável aponta para um lançamento entre 2026 e 2027.

Michael | Novo trailer troca o espetáculo pela emoção e dá pistas de uma cinebiografia mais íntima

O novo trailer de Michael, cinebiografia de Michael Jackson, chegou com uma pegada diferente do que muita gente esperava. Em vez de focar só nos grandes shows e nos momentos icônicos, a prévia puxa para algo mais pessoal, quase como se estivesse convidando o público a conhecer quem estava por trás do palco.

Quem rouba a atenção logo de cara é Jaafar Jackson, sobrinho do cantor e protagonista do filme. Em um depoimento sincero, ele relembra como era ver o tio se apresentando quando ainda era criança, falando da energia absurda dos shows e da reação dos fãs. Não é só sobre fama, é sobre memória, família e impacto real.

O trailer também traz participações de Nia Long e Colman Domingo, que vivem Katherine e Joe Jackson. E dá para perceber que a relação familiar vai ter bastante peso na história, o que já muda um pouco o tom em relação a outras cinebiografias musicais.

Uma história que vai além dos palcos

Dirigido por Antoine Fuqua e com roteiro de John Logan, o filme promete mostrar várias fases da vida de Michael Jackson. Desde o começo no Jackson 5 até a transformação em um fenômeno global.

Mas o interessante aqui é que não parece ser só uma sequência de sucessos e performances famosas. A ideia é mostrar também o peso da fama, a pressão constante e aquela obsessão por ser sempre o melhor. É o tipo de abordagem que tenta humanizar alguém que virou praticamente uma lenda.

E isso pode ser o grande diferencial do filme.

Um elenco que carrega expectativa (e pressão)

Escalar Jaafar Jackson para viver o próprio tio já seria uma escolha curiosa por si só. Mas também levanta uma expectativa enorme. Não é só parecer com Michael Jackson, é conseguir transmitir presença, carisma e tudo aquilo que fez dele um ícone.

Ao lado dele, o elenco ainda traz nomes como Miles Teller, Laura Harrier, Kat Graham, Larenz Tate e Derek Luke, o que reforça que a produção está apostando alto.

Bastidores com atraso, mas com ambição

O caminho até o filme não foi tão tranquilo. As gravações estavam previstas para 2023, mas acabaram sendo adiadas por causa da greve da SAG-AFTRA. Isso acabou atrasando todo o cronograma, mas também deu mais tempo para o projeto ganhar forma.

As filmagens começaram em 2024 e seguiram por alguns meses, com locações na Califórnia e um orçamento robusto. Dá para esperar uma produção caprichada, principalmente na recriação das diferentes fases da carreira do artista.

Quando estreia nos cinemas?

O longa-metragem chega aos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira, 23 de abril, com distribuição da Universal Pictures.

The Boys | Quando estreia o 4º episódio da 5ª temporada e o que esperar da reta final

Foto: Reprodução/ Internet

A reta final de The Boys já está pegando fogo, e o 4º episódio da 5ª temporada chega ao catálogo do Prime Video nesta quarta-feira, 22 de abril, por volta das 4h da manhã (horário de Brasília).

Para quem acompanha a série de perto, já virou rotina: ou você madruga para assistir antes de todo mundo, ou precisa correr para evitar spoilers nas redes. E considerando o nível de tensão dos episódios recentes, vale a pressa.

Calendário da temporada final

A despedida começou no dia 8 de abril de 2026, com dois episódios liberados de uma vez para já jogar o público no meio do caos. Desde então, a série entrou no ritmo semanal, com novos capítulos sempre às quartas-feiras.

Ao todo, são oito episódios, com o grande final marcado para 20 de maio. Ou seja, a temporada já passou da metade e agora não tem mais muito espaço para enrolação. Cada capítulo vem com cara de decisão importante.

O que aconteceu no 3º episódio?

O terceiro episódio praticamente bagunçou todo o tabuleiro. A Vought International tenta limpar a imagem de Soldier Boy e o reposiciona no jogo como se fosse uma peça indispensável, enquanto uma revelação muda tudo: a V1, primeira versão do Composto V, pode garantir algo próximo da imortalidade.

Isso coloca Homelander em um novo nível de obsessão, ainda mais instável e perigoso. Do outro lado, Billy Butcher decide ir até as últimas consequências e envolve Ryan em um plano extremo para derrotá-lo, mesmo sabendo o preço disso.

Só que nada sai como esperado. O vírus é destruído, alianças se quebram e tudo culmina em um confronto pesado entre Ryan e Homelander, que termina de forma brutal e deixa o garoto gravemente ferido. É aquele tipo de episódio que muda o rumo da história sem pedir licença.

O que esperar do 4º episódio?

Com tudo fora do lugar, o próximo episódio deve ser de reorganização, mas sem perder a tensão. Os Rapazes agora precisam pensar rápido, já que perderam uma das suas maiores armas, enquanto Homelander segue praticamente sem limites.

A expectativa é de um capítulo mais estratégico, mas ainda cheio de pressão, com Annie ganhando mais espaço à frente da resistência e Butcher lidando com as consequências das próprias escolhas.

Se a temporada continuar nesse ritmo, o 4º episódio deve ser mais um daqueles que deixam a sensação de que o fim está cada vez mais próximo — e que ninguém vai sair ileso dessa história.

Crítica – Maldição da Múmia tenta ressuscitar o terror clássico, mas entrega um filme sem alma e sem impacto

O longa-metragem Maldição da Múmia tinha tudo para funcionar. Terror clássico, uma entidade antiga, drama familiar e um diretor que já mostrou que sabe brincar com o gênero. Mas, no fim das contas, o filme disponível na Warner Bros. Pictures acaba sendo mais uma daquelas produções que parecem promissoras no papel, mas não conseguem transformar isso em algo realmente marcante na tela.

Dirigido por Lee Cronin, o longa tenta equilibrar emoção e horror, mas tropeça justamente nessa mistura. A sensação constante é de que o filme segura o freio quando deveria pisar fundo.

Começa bem… e depois se perde sem saber para onde ir

O início até engana. O desaparecimento de Katie cria um impacto interessante, dá peso emocional e faz você pensar que vem algo mais denso por aí. Quando a menina reaparece anos depois, claramente diferente, o clima muda e o suspense cresce.

Só que esse crescimento não se sustenta.

O filme começa a repetir ideias, alongar situações e, pior, não aprofunda o que realmente importa. A tensão que parecia promissora vai se diluindo aos poucos, até virar algo previsível.

Terror morno para quem esperava mais coragem

Se tem uma coisa que chama atenção aqui é como o filme parece tímido. Ainda mais vindo de alguém que dirigiu Evil Dead Rise, que não tinha medo de exagerar e ir longe no horror.

Em Maldição da Múmia, o gore até aparece, mas nunca impressiona de verdade. Tem cenas desconfortáveis, sim, mas nada que faça você realmente reagir. Parece tudo controlado demais, seguro demais.

E isso é um problema para um filme que deveria causar impacto.

Personagens que não ajudam a sustentar a história

O elenco, com nomes como Jack Reynor e Laia Costa, até faz o que pode. Mas o roteiro não ajuda muito. Falta profundidade, falta construção e, principalmente, falta fazer o público se importar de verdade.

A relação familiar, que deveria ser o coração da história, nunca atinge o nível emocional que promete. Você entende o drama, mas não chega a sentir.

Boas ideias jogadas no meio do caminho

O mais frustrante é perceber que o filme até tem boas sacadas. Elementos como o uso de código morse ou algumas situações envolvendo a transformação da Katie mostram que havia criatividade ali.

Mas tudo parece mal aproveitado. As ideias surgem e desaparecem sem grande impacto, como se o roteiro não soubesse o que fazer com elas.

Longo demais para o que entrega

Com mais de duas horas de duração, o filme até mantém um ritmo aceitável, mas não justifica esse tempo todo. Falta conteúdo para sustentar a duração.

Não chega a ser arrastado, mas também não empolga. É aquele tipo de filme que você acompanha até o final mais por curiosidade do que por envolvimento.

Vale a pena assistir?

Depende muito da expectativa.

Se você gosta de terror mais leve, com clima sobrenatural e sem grandes ousadias, talvez funcione. Agora, se a ideia é ver algo impactante, marcante ou minimamente inovador, a chance de decepção é grande.

No fim, Maldição da Múmia não é um desastre, mas também passa longe de ser memorável. É um filme que tinha potencial para ser muito mais, mas escolhe o caminho mais seguro possível.

Crítica – Ataque Brutal tenta ser realista, mas se afoga no próprio absurdo com tubarões

Tem filmes que abraçam o absurdo e funcionam justamente por isso. Outros tentam ser sérios, realistas, quase documentais… e acabam tropeçando quando exageram na dose. Ataque Brutal, novo título da Netflix, fica preso exatamente nesse limbo desconfortável. Ele quer parecer um retrato cru de uma tragédia climática, mas ao mesmo tempo joga tubarões gigantes no meio da história como se isso fosse a coisa mais natural do mundo.

A premissa até chama atenção. Uma cidade litorânea é atingida por um furacão de categoria máxima, daqueles que deixam um rastro de destruição difícil de ignorar. Casas alagadas, ruas virando rios, pessoas isoladas, energia cortada. O início funciona. Existe uma sensação de caos real, de perigo iminente, de que algo sério está acontecendo. Por alguns minutos, o filme parece que vai seguir um caminho mais tenso, quase angustiante.

Só que essa expectativa dura pouco.

Quando o realismo afunda e o absurdo assume o controle

Quando os tubarões começam a aparecer nas águas da cidade, Ataque Brutal muda completamente de tom e parece não perceber isso. O problema não é nem a ideia em si. O cinema já mostrou várias vezes que conceitos absurdos podem render ótimos filmes quando existe consciência do próprio exagero. Aqui, no entanto, falta essa noção.

O longa continua tentando se levar a sério, mesmo quando a situação já passou do ponto do plausível. E isso quebra a experiência. Em vez de gerar tensão, muitos momentos acabam soando involuntariamente cômicos. Não porque sejam engraçados de propósito, mas porque é difícil comprar a lógica do que está acontecendo.

O espetáculo do exagero que prende, mas também cansa

Ao mesmo tempo, existe algo curioso. Mesmo com todos os problemas, o filme consegue prender a atenção. E isso acontece por um motivo bem simples: o espetáculo do absurdo. Cada novo ataque de tubarão vira quase um evento. Você sabe que vai exagerar, sabe que provavelmente não faz muito sentido, mas ainda assim quer ver até onde o filme vai.

E ele vai longe.

As cenas de ataque apostam em um nível de violência que, em vários momentos, beira o desnecessário. Não é aquele tipo de brutalidade que serve à história ou aos personagens. É mais um recurso para chocar, para causar impacto imediato. Funciona em partes, mas também cansa. Chega uma hora em que parece repetitivo, como se o filme dependesse disso para se manter interessante.

Efeitos visuais irregulares que revelam mais do que escondem

Tecnicamente, o filme também oscila bastante. O uso de efeitos visuais é inconsistente. Em algumas cenas, os tubarões até convencem, especialmente quando aparecem de forma mais sugerida, escondidos na água turva. Nessas horas, o suspense cresce e o filme mostra que poderia ter seguido um caminho mais eficiente.

Mas quando resolve mostrar demais, tudo perde força. O CGI entrega o jogo, e o perigo deixa de ser assustador para virar apenas barulho visual.

Personagens esquecíveis em meio ao caos

Outro ponto que pesa é a falta de conexão com os personagens. Em um cenário tão extremo, seria natural se importar com quem está tentando sobreviver. Só que o filme não dedica tempo suficiente para desenvolver essas pessoas. Elas estão ali mais para reagir ao caos do que para viver de fato a história.

Isso faz diferença. Sem envolvimento emocional, as cenas de perigo perdem impacto. Não importa tanto quem vai escapar ou quem não vai, porque o filme não constrói esse vínculo com o público.

Comparações inevitáveis que escancaram as falhas

Inevitavelmente, surgem comparações com produções como Águas Rasas e Predadores Assassinos, que conseguem equilibrar tensão, entretenimento e uma certa lógica interna. “Ataque Brutal” tenta seguir essa linha, mas não alcança o mesmo resultado. Falta controle, falta identidade e, principalmente, falta decidir que tipo de filme quer ser.

No fim, o problema não são os tubarões

No fim das contas, a sensação é de uma oportunidade mal aproveitada. Havia espaço para um thriller de sobrevivência intenso, talvez até angustiante, usando o desastre natural como base. Também havia espaço para um filme assumidamente exagerado, quase divertido no seu absurdo.

Mas ao tentar ser os dois ao mesmo tempo, o longa-metragem acaba não sendo nenhum deles por completo.

Ainda assim, não dá para dizer que é uma experiência totalmente descartável. Existe um certo entretenimento ali, principalmente para quem gosta de filmes caóticos, exagerados e sem muito compromisso com a lógica. É aquele tipo de produção que você assiste mais pela curiosidade do que pela qualidade.

Só não espere coerência.

Porque, no fim, o maior problema de Ataque Brutal não são os tubarões. É a falta de direção clara.

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