Temperatura Máxima 02/03: Mulan é grande destaque de domingo

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No próximo domingo, dia 2 de março, a Temperatura Máxima traz uma superprodução repleta de ação, emoção e heroísmo para as telas da TV Globo. A partir das 13h55, os telespectadores poderão conferir a versão live-action de “Mulan” (2020), uma das adaptações mais ambiciosas da Disney nos últimos anos.

Uma história de coragem e honra

Baseado na lenda chinesa de Hua Mulan, o filme acompanha a trajetória de uma jovem destemida (interpretada por Liu Yifei) que decide se disfarçar de homem e assumir o lugar de seu pai doente no exército imperial. Com o reino sob ameaça de invasores liderados pelo guerreiro Bori Khan (Jason Scott Lee), Mulan adota o nome de Hua Jun e parte para um rigoroso treinamento, onde precisa provar seu valor e esconder sua verdadeira identidade.

Diferente da animação lançada em 1998, esta versão dirigida por Niki Caro adota um tom mais realista, trazendo intensas sequências de batalha, cenários grandiosos e uma abordagem mais séria da história. Embora alguns elementos icônicos da animação, como o dragão Mushu e as músicas cantadas, tenham ficado de fora, o filme compensa com coreografias de luta impressionantes e efeitos visuais deslumbrantes.

O elenco do longa-metragem conta com grandes nomes do cinema asiático, incluindo Donnie Yen (Rogue One: Uma História Star Wars, O Grande Mestre) como o comandante Tung, Jet Li (O Templo Shaolin, Máquina Mortífera 4) no papel do Imperador, Gong Li (Memórias de uma Gueixa, Lanterna Vermelha) como a enigmática vilã Xian Lang e Tzi Ma (O Preço da Verdade, A Chegada) interpretando o pai de Mulan.

Onde assistir?

Para quem deseja embarcar nessa jornada épica, além da exibição na TV Globo, o filme também está disponível para streaming no Disney+, permitindo que os fãs revivam a história dessa guerreira sempre que quiserem.

Jogos Mortais 11 é adiado indefinidamente pela Lionsgate, mas franquia segue viva

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Foto: Reprodução/ Internet

Fãs de Jogos Mortais, podem respirar – ou pelo menos tentar. O tão aguardado Jogos Mortais 11 foi adiado indefinidamente pela Lionsgate, e isso pegou muita gente de surpresa. O filme estava previsto para estrear em 26 de setembro de 2025, mas foi removido do calendário sem uma nova data definida. Agora, a pergunta que não quer calar: isso significa que a franquia morreu de vez?

A resposta parece ser um sonoro “não”. Embora o The Hollywood Reporter tenha revelado que há conflitos internos entre o estúdio e os produtores, a Lionsgate decidiu responder aos rumores de um jeito bem inusitado: com um comunicado do próprio Billy, o icônico fantoche de Jigsaw. Na mensagem, ele dispara:

“Eu vi os rumores. Eles dizem que é Game Over. Vocês todos deveriam me conhecer melhor do que isso. O jogo nunca acaba.”

Se isso não é um recado direto para os fãs, então nada mais é!

O que está rolando nos bastidores?

Pelo que se sabe, o problema não é o roteiro. Patrick Melton, roteirista do filme ao lado de Marcus Dunstan, contou ao THR que eles entregaram um rascunho do roteiro em maio de 2024. Desde então, o projeto ficou “parado em um nível gerencial” – ou seja, os chefões da Lionsgate ainda não deram o sinal verde para seguir adiante.

Melton também soltou uma declaração intrigante: segundo ele, a história de Jogos Mortais 11 é extremamente relevante para os tempos atuais, da mesma forma que Jogos Mortais 6 foi na época. Para quem não lembra, esse sexto filme colocou Jigsaw em rota de colisão com executivos de planos de saúde, uma crítica direta ao sistema. Agora, Melton menciona que o novo enredo poderia ter um impacto semelhante, especialmente após o assassinato do CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson.

E agora, o que acontece?

Enquanto o futuro de Jogos Mortais 11 segue indefinido, a Lionsgate já preencheu sua vaga no calendário: Os Estranhos: Capítulo 2 assumiu a data de 26 de setembro de 2025.

Mas os fãs de Jigsaw sabem que ele sempre tem uma carta na manga. O jogo pode estar pausado, mas se o próprio Billy garantiu que ele nunca acaba… É bom ficarmos atentos!

Resumo da novela Roque Santeiro de sábado, 03/05 (Viva)

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Abaixo, confira o resumo da novela Roque Santeiro do capítulo 166 – sábado, 03 de maio de 2025

A violência dá o tom desse capítulo tenso e doloroso. Matilde, cansada das chantagens e da manipulação de Ronaldo, finalmente toma uma atitude firme e diz um sonoro “não” quando ele aparece mais uma vez pedindo dinheiro. Mas a coragem dela acaba desencadeando o pior: transtornado e sem controle, Ronaldo parte pra cima e agride Matilde covardemente.

O momento é brutal e revoltante. Vizinhos ouvem os gritos e acionam a polícia, que chega a tempo de flagrar Ronaldo em plena agressão. Ele é preso na hora, algemado diante de todos, sem conseguir escapar da consequência de seus atos. Matilde, machucada física e emocionalmente, é amparada, mas o trauma da violência deixa marcas profundas.

Enquanto isso, em outro canto da cidade, o coração do Padre Albano vive um conflito daqueles. Cada vez mais envolvido por Tânia e os sentimentos que crescem dentro dele, o padre se vê dividido entre sua vocação religiosa e o desejo que insiste em falar mais alto. Sem saber o que fazer, ele se refugia na fé: reza, quase desesperado, pedindo forças para esquecer Tânia e manter-se fiel aos seus votos. Mas no fundo, ele sabe — não vai ser fácil abrir mão desse amor proibido.

Superman ressurge com força total: novo trailer é lançado com ação global e destaque na Estação da Sé, em São Paulo

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A espera finalmente acabou para os fãs do universo DC: a Warner Bros. Pictures lançou um novo trailer eletrizante de Superman, primeiro filme do novo DC Studios sob a direção de James Gunn (Guardiões da Galáxia). O vídeo inédito não só apresenta cenas jamais vistas como também entrega um vislumbre mais claro do tom emocional, da estética visual e da carga dramática que prometem redefinir o legado do maior super-herói de todos os tempos. Abaixo, confira o novo trailer:

No material divulgado, podemos ver mais da nova abordagem do personagem — agora interpretado por David Corenswet — em meio a sequências de ação intensas, conflitos pessoais e uma atmosfera épica que mistura esperança, coragem e responsabilidade. Gunn, que também assina o roteiro, parece apostar numa fusão entre o clássico e o contemporâneo, equilibrando o peso mítico do Superman com dilemas humanos mais palpáveis. O novo universo da DC não quer apenas impactar: quer emocionar.

Ação global transforma o metrô de São Paulo em palco heroico

Para marcar o lançamento do trailer, a Warner orquestrou uma campanha de mídia Out Of Home (OOH) que chamou atenção em várias partes do mundo. No Brasil, a ação ganhou destaque na Estação da Sé, no coração do metrô paulistano. Quem passou por lá nos últimos dias foi surpreendido por uma ambientação poderosa: os telões exibiram o icônico escudo vermelho e amarelo do Superman, além de teasers e a data de lançamento do trailer, gerando grande expectativa entre os passageiros.

No dia do lançamento oficial, a estação virou quase uma pré-estreia antecipada, com fãs e curiosos parando para registrar o momento. A ação, que faz parte de uma campanha global coordenada em diversos países — como Reino Unido, Itália, Canadá, Japão e França —, reforça o apelo universal do personagem e coloca Superman de volta ao centro da cultura pop mundial.

Novo pôster destaca o herói em sua essência

As novidades da semana não pararam por aí. Na terça-feira (13), um novo pôster oficial do filme também foi divulgado, trazendo o protagonista em sua pose clássica: ereto, imponente, com o olhar voltado para o horizonte — um símbolo de esperança em meio ao caos. A imagem remete diretamente ao arquétipo do herói, ao mesmo tempo em que reforça o novo visual e identidade desse Superman da nova geração.

Um novo começo para a DC nos cinemas

Superman estreia no Brasil em 10 de julho, com sessões também em versões acessíveis, incluindo audiodescrição, legendas descritivas e Libras — uma iniciativa importante para garantir que todos possam viver a emoção de ver o Homem de Aço em ação nas telonas.

Esse será o primeiro capítulo oficial do novo universo DC nos cinemas, agora sob a liderança criativa de James Gunn e Peter Safran. A proposta? Reconstruir o legado de personagens icônicos com narrativas mais coesas, emocionalmente profundas e conectadas. E nada melhor do que começar com o herói que representa tudo isso.

Prepare-se para reencontrar Clark Kent em um novo mundo, onde o peso de salvar a humanidade se mistura com o desafio de encontrar seu lugar entre os homens. O Superman de 2025 não voa apenas pelos céus — ele atravessa gerações, inspira coragem e convida o público a acreditar, mais uma vez, que a esperança é indestrutível.

O Retorno | Ralph Fiennes e Juliette Binoche se reencontram nas telas em drama épico que estreia em setembro

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Quase três décadas depois de emocionarem plateias em O Paciente Inglês, Ralph Fiennes e Juliette Binoche voltam a dividir o mesmo enquadramento em “O Retorno”, novo drama dirigido por Uberto Pasolini que estreia nos cinemas brasileiros no dia 4 de setembro, com distribuição da O2 Play.

Inspirado na parte final da Odisseia de Homero, o longa transporta o espectador para a mítica ilha de Ítaca, onde Odisseu — também conhecido pelo nome latino Ulisses — retorna após anos de guerra e provações, para reencontrar seu lar, seu trono e sua esposa, Penélope.

Uma história de amor, perda e reencontros

Na pele do herói grego, Ralph Fiennes vive um Odisseu marcado pelas cicatrizes do tempo e da batalha, prestes a enfrentar não mais deuses ou monstros, mas os desafios íntimos do retorno: o estranhamento, a saudade, os segredos que resistiram à espera. Já Juliette Binoche interpreta uma Penélope forte e resiliente, que sustentou sozinha o peso do palácio e da esperança durante a ausência do marido.

Esse reencontro em cena ganha um brilho especial pela carga emocional que a própria dupla carrega: Binoche e Fiennes não atuavam juntos desde 1996, quando protagonizaram o premiado O Paciente Inglês, filme que rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante à francesa e solidificou ambos como ícones do cinema romântico da década de 90. Eles também dividiram o elenco em O Morro dos Ventos Uivantes, de 1992.

Uma odisseia reinventada com olhar poético

Com uma abordagem intimista e poética, Uberto Pasolini (de Ou Tudo ou Nada e Uma Vida Comum) opta por contar não a jornada do herói em alto-mar, mas o que acontece depois do final clássico. Como é voltar para casa após anos longe? Como retomar laços interrompidos pelo tempo? E, acima de tudo, será que o “retorno” realmente leva de volta para o lugar de onde se partiu?

Filmado com elegância e paisagens deslumbrantes, o longa teve sua estreia mundial no Festival de Toronto (TIFF) em 2024 e chamou atenção da crítica por sua sensibilidade ao tratar um mito grego milenar com tons contemporâneos de solidão, pertencimento e reconciliação.

Expectativas altas para setembro

Além de reunir dois grandes nomes do cinema europeu, o longa carrega o prestígio de seu protagonista: Ralph Fiennes, que vem de uma indicação ao Oscar 2025 de Melhor Ator por sua performance em Conclave. O reencontro com Binoche, agora sob a luz de um mito ancestral, promete ser um dos grandes momentos cinematográficos do ano.

F1: O Filme acelera nas bilheterias e já faz história como maior estreia da Apple nos cinemas

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Foto: Reprodução/ Internet

A bandeira verde foi dada, e quem largou na frente foi F1: O Filme. A produção estrelada por Brad Pitt não apenas entrou com força total no circuito internacional, como já está quebrando recordes. Segundo a revista Variety, o longa deve encerrar o fim de semana com um impressionante US$ 60 milhões arrecadados, garantindo o posto de melhor estreia cinematográfica da Apple Studios até agora, tanto nos Estados Unidos quanto no exterior.

Só na sexta-feira (27), o filme já tinha feito US$ 25 milhões em solo americano, superando — com certa folga — os US$ 23,2 milhões conquistados por Assassinos da Lua das Flores, filme de Martin Scorsese que até então era o maior lançamento da Apple nas telonas.

O desempenho é ainda mais simbólico por se tratar de um projeto que mescla ficção com o universo real da Fórmula 1, algo nunca antes feito com essa escala. E o mais interessante: parte das cenas foi gravada durante os próprios finais de semana de corrida, em meio ao frenesi de verdade dos paddocks.

Brad Pitt volta à pista com elegância e adrenalina

No filme, Brad Pitt vive um ex-piloto veterano que retorna à Fórmula 1 para ajudar a levantar uma escuderia fictícia chamada APXGP. Seu parceiro nas pistas é o jovem talento vivido por Damson Idris, enquanto nos bastidores o elenco é reforçado por nomes de peso como Kerry Condon (Os Banshees de Inisherin), Javier Bardem (Onde os Fracos Não Têm Vez) e Tobias Menzies (The Crown).

É uma história sobre segundas chances, rivalidades nas curvas e a busca pela velocidade perfeita — mas também uma carta de amor à Fórmula 1, capturando com autenticidade a tensão, o glamour e os bastidores do esporte mais veloz do mundo. E com Pitt ao volante, o carisma se encarrega do resto.

Enquanto isso… M3GAN 2.0 engasga na largada

Do outro lado da pista, M3GAN 2.0 não conseguiu repetir o sucesso do primeiro filme. A aguardada sequência da boneca assassina high-tech, produzida por James Wan, estreou com apenas US$ 10,4 milhões na sexta-feira, e agora projeta um primeiro fim de semana abaixo dos US$ 20 milhões, número considerado decepcionante diante da expectativa criada.

Apesar de ainda contar com fãs da franquia e apelo nas redes sociais, a continuação parece ter sido ofuscada pelo brilho e barulho de F1 — tanto pela presença de Brad Pitt quanto pela força da Fórmula 1 como fenômeno global, especialmente após o sucesso da série Drive to Survive, da Netflix.

Apple Studios acelera no cinema — e o mercado sente o impacto

O desempenho de F1 marca um novo momento para a Apple, que até então vinha apostando majoritariamente em lançamentos híbridos — cinema e streaming — com foco em prestígio. Agora, com uma superprodução voltada para o grande público, o estúdio mostra que também sabe correr no circuito blockbuster e ganhar terreno com velocidade.

E com um calendário cada vez mais competitivo e recheado de grandes estreias, F1: O Filme mostra que o cinema ainda pode ser uma pista em que história, emoção e espetáculo correm lado a lado — e vencem.

Fim de uma era: Queer Eye chega ao fim na 10ª temporada e se despede como um dos realities mais amados da Netflix

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Foto: Reprodução/ Internet

Nem todo makeover é sobre roupas novas, cortes de cabelo ou receitas práticas. Às vezes, a maior transformação acontece quando alguém diz: você merece ser cuidado. Desde 2018, foi isso que o Fab Five fez semanalmente em Queer Eye, reality da Netflix que uniu carisma, escuta, empatia e humanidade como nenhum outro. Agora, com a confirmação de que a 10ª temporada será a última, o programa se prepara para sua despedida — deixando fãs do mundo todo com o coração apertado e cheio de gratidão.

O anúncio veio pelas redes sociais da Netflix, com uma foto oficial dos bastidores da nova temporada, e trouxe de volta a lembrança do impacto que a série teve: não apenas nas pessoas que passaram pelas transformações no programa, mas também em milhões de espectadores que se viram, se emocionaram, se permitiram mudar.

O Fab Five como a gente aprendeu a amar — e o novo integrante que chegou para ficar

Desde o início, Queer Eye conquistou o público com seus cinco especialistas carismáticos: Antoni Porowski, que ensinou a muitos que cozinhar pode ser um gesto de afeto consigo mesmo; Tan France, que descomplicou a moda e deu aula sobre autoestima com um blazer impecável; Karamo Brown, que ouviu dores profundas e acolheu cada história com a sensibilidade de um terapeuta de alma; Jonathan Van Ness, que transformou cuidados pessoais em rituais de amor-próprio, com brilho e sinceridade; E, claro, Bobby Berk, o arquiteto de ambientes — e de reconciliações emocionais dentro de casa.

A saída de Bobby após a 8ª temporada foi sentida como uma pequena perda dentro do universo da série. Mas sua cadeira foi ocupada com leveza por Jeremiah Brent, que estreou na 9ª temporada trazendo sua experiência no reality Ordem na Casa (vencedor do Emmy), seu olhar delicado para os espaços — e uma postura que uniu elegância e compaixão.

Agora, com a 10ª e última temporada a caminho, os cinco encerram juntos essa história com a mesma energia que sempre os moveu: a certeza de que toda pessoa merece se sentir valorizada e pertencente.

Muito além do espelho: o impacto de Queer Eye

Queer Eye foi um fenômeno por vários motivos. Pela leveza, pelo humor, pelos momentos emocionantes. Mas, principalmente, por conseguir falar de temas profundos com respeito, ternura e acolhimento. Racismo, gordofobia, homofobia, traumas familiares, saúde mental, abandono, religiosidade, luto, identidade de gênero — tudo isso esteve em pauta ao longo das temporadas. E nunca de forma sensacionalista, mas com vulnerabilidade compartilhada.

Era sobre fazer alguém se olhar no espelho com menos culpa, menos vergonha, mais amor. E isso, para muitas pessoas, foi revolucionário.

Em uma cultura obcecada por “melhorar a aparência”, Queer Eye disse: você já é digno de amor do jeito que é — só precisa se lembrar disso.

Um adeus sem amargura — só com gratidão

A 10ª temporada ainda não tem data confirmada de estreia, mas o sentimento de encerramento já começa a bater forte. Os fãs sabem que vai ser difícil dar tchau para esse grupo que virou companhia, conselheiro, abraço e risada ao longo dos anos. E ao mesmo tempo, sabem que o fim faz parte de qualquer transformação verdadeira.

Louise França canta “Risoflora” e reencontra Chico Science em estreia emocionante no Replay Da Lama ao Caos

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Há músicas que são raízes. Que se enterram fundo na alma e florescem mesmo depois de décadas. Assim é “Risoflora”, e assim é a estreia da cantora Louise França, filha de Chico Science, no projeto Replay Da Lama ao Caos, que celebra os 30 anos do álbum que fundou o movimento manguebeat.

Louise tinha apenas seis anos quando perdeu o pai. Cresceu ouvindo sua voz nas caixas de som, nos discos empoeirados, nas ruas do Recife. Mas agora é a vez dela. De abrir a própria voz. De cantar — e encantar — com uma versão de Risoflora que não tenta copiar Chico, mas que dialoga com ele num abraço sonoro de gerações.

“Essa música sempre me chamou”, conta Louise. “Era como se ela me esperasse.”

Herança e leveza nos bastidores

Nos bastidores da gravação, um momento carinhoso entre colegas quase virou disputa: Marcelo D2, um dos primeiros a mergulhar no projeto, também queria gravar “Risoflora”. Mas Louise foi direta: “Tive que dizer nananinanão, essa é minha!”, lembra ela, rindo. D2 entendeu — e ficou tudo em casa. O clima? De celebração, troca e muito afeto.

Uma estreia com alma e história

Louise transforma “Risoflora” em um rito pessoal, íntimo e político. Não há exageros. Só entrega. Sua interpretação é marcada por um timbre doce, mas firme — uma artista que não carrega o peso do legado, e sim o honra com naturalidade.

“Cantar essa música é me conectar com meu pai, mas também com o que ele acreditava: arte como arma, música como resistência, som como ponte.”

Replay: um mergulho no mangue que ainda pulsa

O Replay Da Lama ao Caos é mais do que uma releitura de um disco histórico. É uma travessia musical feita de memória, identidade e reinvenção. Cada faixa do clássico de 1994 ganha nova roupagem nas mãos (e vozes) de artistas que bebem da lama fértil do manguebeat, mas seguem em seus próprios caminhos.

Além de Louise e D2, nomes como Duda Beat, Jup do Bairro, Sofia Freire, Chinaina, Mago de Tarso e Zegon fazem parte do projeto, que está disponível nas plataformas de streaming e virou também uma série documental exibida no Canal Bis e no Globoplay.

O episódio com Louise vai ao ar nesta sexta (11), às 21h, no Canal Bis.

Na mesma edição, Marcelo D2 e Zegon revisitam “Banditismo por uma Questão de Classe” com a urgência de quem ainda tem muito a dizer, e Jup do Bairro entrega uma performance visceral de “Monólogo ao Pé do Ouvido”.

Uma nova voz, uma velha força

A estreia de Louise França é mais do que um “começo de carreira”. É um reencontro simbólico com Chico Science, com o Recife, com o mangue que nunca deixou de florescer. Uma nova voz se junta ao coro — não para repetir o que já foi dito, mas para continuar dizendo.

Paramount+ e Good Cop lançam loja imersiva e doce mortal para celebrar a nova era de Dexter: Ressurreição

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Quem diria que um serial killer daria tanta vontade de tirar selfie e comer donut? Pois é. Dexter Morgan, o assassino mais metódico, calculista e carismático da TV está de volta — e não veio sozinho. A nova fase da franquia, “Dexter: Ressurreição”, chega nesta sexta-feira (11) ao Paramount+ com dois episódios de arrancar o fôlego (e talvez algumas unhas). E, pra marcar o retorno do justiceiro de jaleco ensanguentado, uma parceria no mínimo… deliciosa.

Sim, o Paramount+ se juntou com a Good Cop pra criar uma experiência imersiva que mistura crime, psicologia forense e confeitaria — e o resultado? Um espaço que parece saído direto do laboratório do Dexter, com cheiro de donut e clima de “cuidado onde pisa”.

🍩 Donut de edição limitada: mais viciante que Dexter no modo vigilante

Imagina morder um donut que poderia muito bem estar numa cena do crime — se não fosse tão gostoso. A partir de 11 de julho, todas as lojas e quiosques da Good Cop vão oferecer um donut exclusivo inspirado em Dexter, por R$ 17,90. Vermelho, intenso, com sabor misterioso (a receita é segredo de Estado), ele é perfeito pra comer enquanto você assiste à série tentando adivinhar quem vai ser o próximo da lista.

🧠 Dentro da mente de Dexter: a nova loja imersiva no Itaim Bibi

Agora segura essa: a loja da Good Cop no Itaim Bibi foi completamente transformada em um mergulho na mente do nosso serial killer preferido. Tem espaço imersivo, ambientação sombria, referências da série por todos os cantos, e aquele clima tenso que só Dexter sabe entregar. Spoiler: tem lugar pra tirar selfie e fingir que você também tem um dark passenger (mas sem o peso moral, relaxa).

A ideia é que o fã não só assista — mas viva o universo de Dexter por alguns minutos, com direito a registro nas redes sociais e donut na mão. Uma experiência completa pra quem gosta de um bom suspense servido com açúcar e uma pitada de loucura.

🎬 Dexter: Ressurreição — ele voltou, e continua letal

Na nova produção do Paramount+, Dexter está mais introspectivo, mais sombrio, e mais… você vai ver. “Ressurreição” promete reacender a febre pelo personagem que redefiniu o anti-herói da TV, misturando dilemas morais, justiça com as próprias mãos e muito suspense bem roteirizado.

Marvel libera novo trailer de Quarteto Fantástico com cenas inéditas e clima de recomeço para o MCU

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Foto: Reprodução/ Internet

Na última sexta-feira, 11 de julho, a Marvel Studios não apenas lançou um novo trailer de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos — ela cravou, com todas as letras, que a Fase 6 do MCU será inaugurada com ambição, reverência e coragem. O vídeo, recheado de cenas inéditas, revelou detalhes até então guardados a sete chaves e, mais do que isso, deu sinais claros de que o novo Quarteto não está aqui para repetir fórmulas. Está aqui para reescrever o jogo. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

E a aposta é alta: Pedro Pascal, Vanessa Kirby, Joseph Quinn e Ebon Moss-Bachrach formam o novo núcleo emocional da Marvel. Só que, dessa vez, não são apenas super-heróis. São família. São pioneiros. São o ponto de partida de uma nova fase que promete desafiar o passado e provocar o futuro.

Quarteto reinventado: mais do que poderes, vínculos

Em um mercado saturado por equipes de heróis padronizadas, o novo Quarteto Fantástico se posiciona como algo raro: uma história de intimidade em meio ao caos cósmico. Pedro Pascal surge como um Reed Richards menos distante e mais quebrado, dividido entre genialidade e culpa. Vanessa Kirby traz à Sue Storm uma presença densa, mais contida, mas com tensão emocional clara: ela não é coadjuvante de ninguém — e o trailer deixa isso bem claro.

Enquanto isso, Joseph Quinn encarna Johnny Storm com carisma e sarcasmo na medida certa, equilibrando juventude e arrogância. Já Ebon Moss-Bachrach entrega um Ben Grimm (o Coisa) com alma de poeta trágico, visivelmente desconfortável com sua aparência, mas ainda mais tocante em sua lealdade. É, possivelmente, o Coisa mais humano já visto no cinema.

Do brilho ao abismo: o retorno sombrio de Robert Downey Jr. como Doutor Destino

Mas o grande trunfo — e talvez o maior risco criativo da Marvel até agora — é a reentrada de Robert Downey Jr. no MCU, desta vez como Victor Von Doom, o icônico e complexo Doutor Destino. O trailer entrega apenas flashes do personagem, envolto em sombras e silêncios — mas o impacto é imediato. Ao escalar Downey Jr., a Marvel não apenas inverte expectativas, como quebra o ciclo de nostalgia fácil: o herói mais amado agora é a ameaça central. E isso, por si só, muda tudo.

Tom e estética: ficção científica com alma vintage

Visualmente, Primeiros Passos é um aceno claro à ficção científica da Era de Ouro: retrô sem ser kitsch, colorido sem ser cartunesco. Há elementos que remetem à estética de “2001: Uma Odisseia no Espaço” e “Perdidos no Espaço”, mas com o peso emocional que o MCU vinha tentando resgatar desde Vingadores: Ultimato.

O trailer também insinua que a história será mais pé no chão do que os fãs imaginavam — com foco nos dilemas familiares, nas escolhas morais de Reed e no nascimento dos conflitos internos da equipe. Nada de vilões surgindo do nada ou raios coloridos em prédios genéricos. Aqui, o confronto começa dentro do lar.

O início de tudo — e o fim de uma era

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos chega aos cinemas brasileiros em 24 de julho de 2025 com a missão de dar início à Fase 6 do MCU — que culminará com Vingadores: Doomsday (2026) e Guerras Secretas (2027). A escalação de peso e o tom ousado sugerem que o filme será mais do que uma introdução: será a espinha dorsal da narrativa que levará o universo Marvel a seu clímax mais arriscado.

E mais do que efeitos especiais ou combates grandiosos, o que o novo trailer entrega é uma promessa de profundidade emocional — algo que muitos fãs vinham cobrando há anos. Se a Marvel cumprir o que insinua, Quarteto Fantástico pode não só resgatar o prestígio perdido do estúdio, mas também marcar o início de uma nova era — onde a ciência, o afeto e o conflito existencial dividem espaço com o heroísmo.

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