Fer Ariza e Nacho lançam “Love pa’ ti no hay” — um single dançante sobre amor-próprio e recomeços

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O colombiano Fer Ariza, um dos nomes mais criativos e autênticos da nova geração da música latina, acaba de lançar o single “Love pa’ ti no hay”, ao lado do venezuelano Nacho, artista consagrado por hits que atravessaram fronteiras. A música é um convite para dançar, mas também para refletir — fala de fim de ciclos, relacionamentos tóxicos e a importância de se colocar em primeiro lugar.

Com um pé no merengue tradicional e outro na produção urbana contemporânea, a faixa traz batidas envolventes e refrão fácil de cantar. É o tipo de música que nasce leve, mas carrega uma mensagem poderosa por trás.

“Essa música representa evolução, ritmo e flow latino”, conta Fer Ariza. “Quisemos criar algo com verdade, com sabor, que fosse sentido no corpo e que também trouxesse uma mensagem sobre se valorizar.”

Se Fer Ariza representa a ousadia e a renovação do merengue urbano, Nacho entra como reforço de peso na faixa, com seu timbre inconfundível e bagagem de grandes sucessos. O encontro dos dois artistas resulta em uma música vibrante, com potencial para agitar festas e ganhar espaço nas paradas.

Mas o que diferencia “Love pa’ ti no hay” de tantos outros lançamentos latinos está no tom direto da letra. Sem rodeios, o eu lírico anuncia que não há mais espaço para relações que sufocam. Ao invés de lamentar, a música celebra o recomeço com autoestima e gingado.

Não é de hoje que Fer Ariza vem chamando atenção com seu estilo único. Misturando influências do Caribe com batidas atuais, o cantor tem conquistado um público cada vez mais diverso — de jovens conectados às trends até fãs que cresceram ouvindo clássicos do merengue.

“Love pa’ ti no hay” chega como mais um passo firme em uma trajetória que valoriza as raízes, mas olha para frente. Com esse lançamento, Fer Ariza mostra que o merengue pode, sim, dialogar com a geração do agora — desde que venha com identidade, criatividade e aquele tempero emocional que só a música latina sabe entregar.

A faixa já está disponível em todas as plataformas digitais. Se você curte música boa, dançante e com mensagem, vale dar o play — e se deixar levar.

Sarah Jessica Parker confirma conversas sobre o filme Abracadabra 3: “Gostaríamos de fazer”

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Os fãs das irmãs Sanderson podem começar a acender as velas — ao que tudo indica, Abracadabra 3 está, sim, nos planos da Disney. Durante sua participação recente no programa Watch What Happens Live!, comandado por Andy Cohen, a atriz Sarah Jessica Parker confirmou que o trio de protagonistas está envolvido em conversas iniciais para um possível retorno à franquia de Halloween mais querida do estúdio. As informações são do Deadline.

“Não há desenvolvimentos concretos, além do fato de que gostaríamos de fazer”, afirmou Parker, que viveu a excêntrica bruxa Sarah Sanderson nos dois filmes anteriores. “Temos conversado sobre isso.”

A declaração, ainda que breve, foi suficiente para movimentar as redes sociais e reacender o entusiasmo dos fãs que acompanham a saga desde sua estreia em 1993, quando Abracadabra (título original: Hocus Pocus) chegou aos cinemas. Na época, o longa dirigido por Kenny Ortega apresentava um trio de bruxas hilárias e malignas — Winifred, Mary e Sarah Sanderson — que são acidentalmente ressuscitadas por um adolescente na noite de Halloween, em Salem, Massachusetts. Embora o filme tenha tido recepção morna nos cinemas, conquistou status de cult com o passar dos anos, tornando-se um clássico absoluto das maratonas de outubro.

Quase 30 anos depois, a sequência finalmente saiu do papel. Lançado em 2022 diretamente no Disney+, Abracadabra 2 trouxe novamente Bette Midler, Kathy Najimy e Sarah Jessica Parker como as icônicas bruxas do século XVII. A trama acompanha duas jovens que, sem querer, reacendem a vela da chama negra, libertando as irmãs Sanderson na Salem contemporânea. Sedentas por vingança e poder, as bruxas tentam retomar sua força antes do nascer do sol de Halloween, enquanto as adolescentes precisam impedir um novo caos.

Embora a continuação tenha dividido a crítica, Abracadabra 2 conquistou boa audiência na plataforma de streaming e reacendeu o interesse pela franquia. O apelo nostálgico, aliado ao carisma atemporal das atrizes, tornou a produção um dos destaques da temporada de Halloween daquele ano.

Agora, com Sarah Jessica Parker admitindo que o desejo de continuar existe, os rumores ganham ainda mais força. A Disney ainda não oficializou a produção de um terceiro longa, mas tudo indica que a porta está aberta — e que as bruxas ainda têm muitos feitiços na manga

Lily-Rose Depp negocia papel em Werwulf, novo terror de Robert Eggers ambientado na Inglaterra medieval

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A atriz Lily-Rose Depp está em negociações para integrar o elenco de “Werwulf”, novo filme de terror de época dirigido por Robert Eggers. A informação foi divulgada com exclusividade pela Variety e confirma que o cineasta por trás de obras como A Bruxa e O Farol volta a apostar em uma narrativa sombria e atmosférica, desta vez ambientada na Inglaterra do século XIII. O longa tem estreia marcada para o Natal de 2026, com distribuição pela 20th Century Studios.

Após colaborar com Eggers em “Nosferatu”, previsto para 2025, Lily-Rose pode agora estrelar mais uma incursão pelo horror sob a batuta do diretor. O projeto também marca o reencontro entre Eggers e Aaron Taylor-Johnson, confirmado no elenco de Werwulf. O roteiro será coescrito com Sjón, poeta islandês que contribuiu para a profundidade mitológica de O Homem do Norte, outro trabalho marcante do diretor.

A delicadeza e a densidade de uma nova protagonista do terror

Filha de Johnny Depp e da cantora francesa Vanessa Paradis, Lily-Rose tem se esforçado para construir uma carreira autoral longe das convenções do estrelato familiar. Ao longo dos últimos anos, ela escolheu papéis que exigem entrega emocional, coragem artística e uma estética menos convencional — atributos que a têm aproximado do cinema de gênero.

Em 2023, a atriz protagonizou “The Idol”, da HBO, interpretando Jocelyn, uma popstar em crise, emocionalmente abalada e pressionada pela indústria e pelos próprios traumas. A série, apesar da recepção dividida, serviu como vitrine para o talento de Lily-Rose, revelando uma atriz disposta a se expor e a explorar camadas densas de suas personagens.

Já no aguardado “Nosferatu”, ela vive Ellen, a jovem que se torna o centro da obsessão do vampiro interpretado por Bill Skarsgård. Com direção também de Eggers, o remake do clássico alemão de 1922 apresenta um olhar mais psicológico e sensível sobre a personagem — uma oportunidade que Lily-Rose agarrou com intensidade, segundo relatos de bastidores.

Terror histórico, poesia sombria e um novo arquétipo feminino

Werwulf promete unir o rigor estético característico de Eggers com elementos sobrenaturais profundamente enraizados no imaginário europeu medieval. A ambientação no século XIII — um período onde o medo se confundia com fé, e a ignorância gerava monstros — oferece o cenário ideal para que a narrativa explore lendas sobre licantropia, paranoia coletiva e violência ritualizada.

Caso seja confirmada no elenco, Lily-Rose poderá interpretar uma personagem feminina que transita entre o real e o simbólico, como já fez em papéis anteriores. Seu olhar introspectivo, somado à sua presença etérea e ao domínio do silêncio dramático, pode torná-la peça central de um filme que parece mais interessado em provocar inquietação do que em sustos fáceis.

“Lilo & Stitch” bate US$ 1 bilhão em bilheteria e se consolida como maior filme de 2025

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Numa era em que remakes muitas vezes tropeçam na própria sombra, “Lilo & Stitch” fez o que poucos achavam possível: emocionar, surpreender e explodir nas bilheteiras. O live-action da Disney, lançado em março de 2025, atingiu a marca histórica de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, tornando-se o maior filme do ano — e desbancando o poderoso Um Filme Minecraft, que até então liderava com US$ 954 milhões.

Dirigido por Dean Fleischer Camp (Marcel the Shell with Shoes On) e roteirizado por Chris K.T. Bright e Mike Van Waes, o filme é mais do que uma simples releitura: é um mergulho sensível e pulsante no universo de Lilo, a garotinha havaiana cheia de imaginação, e Stitch, um experimento alienígena que parece saído de um pesadelo intergaláctico — mas que encontra nela um lar.

O caos encontra o coração

A dobradinha entre a pequena Maia Kealoha, em sua estreia nas telonas como Lilo, e Chris Sanders, criador e voz original de Stitch, é simplesmente eletrizante. Se na animação de 2002 a relação entre os dois já era encantadora, aqui ela ganha uma profundidade emocional rara. Stitch continua caótico, explosivo e imprevisível — mas agora também é palpável, com texturas e expressões digitais que o transformam num dos personagens mais vivos da Disney nos últimos anos.

A química entre Lilo e sua irmã Nani (vivida por Sydney Agudong) também sustenta o peso emocional da trama, ao retratar uma família que tenta se reconstruir enquanto o mundo insiste em rotulá-la como disfuncional. Em meio a perseguições galácticas, visitas de assistentes sociais e momentos absurdamente engraçados, Lilo & Stitch grita com leveza uma verdade universal: família não é perfeita — é resistência, é caos, é amor que escolhe ficar.

Do Havaí para o mundo — e para o topo

Ambientado com sensibilidade no coração do Havaí, o filme não apenas respeita a cultura local, mas a celebra em cada detalhe: da trilha sonora envolvente às referências visuais que tornam o cenário mais do que um pano de fundo — é uma personagem viva. Com isso, a produção conquistou o público de diferentes gerações, culturas e latitudes. Foi trend no TikTok, dominou memes no Instagram e gerou reações emocionadas no X (antigo Twitter), com fãs compartilhando cenas favoritas sob a hashtag #OhanaÉTudo.

Não por acaso, o filme cresceu semana após semana nas bilheterias, quebrando recordes em mercados como Japão, Brasil, Reino Unido e Filipinas — e atingindo um marco raríssimo: o primeiro live-action da Disney a alcançar US$ 1 bilhão sem ser parte do universo Marvel, Star Wars ou Frozen.

Um marco no coração da Disney

Mais do que um fenômeno financeiro, a animação representa um novo respiro para a Disney. Após um período de críticas a remakes pouco inspirados, o estúdio enfim entrega um filme que conversa com o presente sem trair o passado — e que faz adultos chorarem tanto quanto as crianças riem.

Com o sucesso estrondoso, rumores já apontam para uma continuação ou até uma série derivada no Disney+, além de expansões temáticas nos parques da empresa. Stitch, que já era um ícone do “caos adorável”, agora assume também o posto de embaixador de uma nova era — mais emocional, mais humana, mais universal.

Capitão Planeta vai ganhar série live-action na Netflix com produção de Leonardo DiCaprio e Greg Berlanti

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Em um momento em que o mundo pede — ou melhor, grita — por narrativas conscientes e engajadas, um velho conhecido da televisão está prestes a ressurgir das memórias afetivas com nova roupagem e fôlego renovado. O clássico desenho animado Capitão Planeta e os Protetores da Natureza vai ganhar uma série live-action produzida pela Netflix, em parceria com dois nomes de peso: Leonardo DiCaprio, pela Appian Way, e Greg Berlanti, produtor por trás de diversos sucessos da DC na TV.

A informação foi revelada com exclusividade pelo site Deadline e já movimenta fãs nostálgicos e curiosos da cultura pop. O projeto ainda está em fase inicial de desenvolvimento, mas já tem como roteirista confirmada Tara Hernandez, conhecida pelo trabalho em A Senhora Davis. A série será produzida pela Berlanti Productions e pela Warner Bros. Television, que detém os direitos da animação original.

Do desenho ao discurso: uma missão que nunca envelhece

Criado no início da década de 1990 pelo empresário e ativista Ted Turner, Capitão Planeta sempre foi mais do que um desenho. Era, na verdade, uma tentativa sincera — e pioneira — de usar o entretenimento como instrumento de transformação social. Em meio a aventuras cheias de ação, vilões caricatos e bordões inesquecíveis, havia uma mensagem clara: cuidar do planeta é uma missão coletiva, e cada gesto importa.

Na trama, cinco jovens de diferentes partes do mundo recebem anéis com poderes ligados aos elementos da natureza — Terra, Fogo, Água, Vento e Coração. Juntos, eles invocam o Capitão Planeta, super-herói ecológico que surge para combater ameaças ambientais e inspirar atitudes sustentáveis. Mas o mais simbólico era o bordão ao final de cada episódio: “O poder é de vocês!” — um lembrete direto para o público jovem de que mudança real começa com pequenas escolhas.

Um herói que retorna em tempos de urgência climática

Não é difícil entender por que Leonardo DiCaprio está envolvido nesse projeto. Ativista ambiental assumido e engajado, o ator já produziu documentários, discursou na ONU e lidera uma fundação voltada à preservação da biodiversidade. Ao lado de Berlanti — mestre em construir universos heroicos que dialogam com temas sociais —, DiCaprio aposta na força simbólica do Capitão Planeta para reacender o debate sobre meio ambiente com linguagem atual e narrativa envolvente.

A roteirista Tara Hernandez tem o desafio de atualizar a história sem perder o coração da proposta original: um equilíbrio delicado entre entretenimento e educação. Em tempos de colapso climático, fake news ambientais e jovens ativistas sendo criminalizados, a série pode tocar em temas urgentes, mostrando que o ativismo pode ser acessível, empático e, sim, emocionante.

Da TV Colosso ao streaming

Para muitos brasileiros, o Capitão Planeta chegou junto com a infância. A série estreou por aqui em julho de 1991, dentro do Xou da Xuxa, na Rede Globo, e depois passou por outros programas icônicos como TV Colosso, Angel Mix e Festival de Desenhos. Também foi exibida em canais pagos como Cartoon Network, Tooncast, Boomerang e até no Canal Futura — reforçando seu caráter educativo.

A estética colorida, as lições diretas e a representatividade global dos Planeteers marcaram uma geração que cresceu ouvindo sobre buraco na camada de ozônio, poluição dos mares e desmatamento — e que, agora adultos, assistem a essas ameaças se concretizando. O retorno da série, portanto, tem tudo para unir gerações em torno de uma mesma causa.

Sem data, mas com propósito

Ainda não há elenco confirmado nem previsão de estreia, mas a expectativa é grande. Especialmente porque este não é o primeiro esforço para adaptar o herói ao live-action. Em 2016, um filme chegou a ser desenvolvido pela Paramount, com Glen Powell envolvido no roteiro e cogitado como protagonista — projeto que acabou engavetado.

Agora, com o apoio criativo da Netflix, a expertise narrativa de Berlanti, o engajamento ambiental de DiCaprio e o talento provocador de Tara Hernandez, o Capitão Planeta tem a chance real de voltar ao centro do debate — não só como símbolo de nostalgia, mas como um espelho necessário para tempos que pedem urgência, empatia e transformação.

Self Run estreia na orla de Recife com proposta inovadora que une esporte, música ao vivo e experiências personalizadas

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A orla de Boa Viagem, no Recife, será palco de uma experiência esportiva inédita no próximo domingo (20). A capital pernambucana recebe a primeira edição da Self Run, corrida oficial da rede de academias Selfit, com proposta de unir esporte, música e experiências sensoriais. A largada será às 5h da manhã no Parque Dona Lindu, com expectativa de participação de mais de 3 mil pessoas.

Organizada pela empresa HC Sports, a mesma responsável pela Meia Maratona do Sol, a Self Run traz como diferencial a integração de atrações musicais ao longo do percurso. A corrida conta com três modalidades de distância – 5 km, 10 km e 15 km – e foi pensada para atender diferentes perfis de corredores, desde iniciantes até atletas experientes.

Música ao vivo no percurso

Um dos principais atrativos da prova será a presença de palcos montados em pontos estratégicos da orla, por onde os corredores passarão durante o trajeto. O objetivo é criar uma atmosfera envolvente e motivadora, aliando o estímulo físico ao entretenimento.

Na Praça de Boa Viagem, os atletas serão acompanhados pelo som da banda Seu Peppe, com repertório focado em pop e MPB. No Terceiro Jardim, a banda recifense Zero Bronka assume o palco com uma mistura de pop e rock. Já na linha de chegada, a banda Mr. Peter fará o encerramento da corrida com um show ao vivo na arena principal.

Medalha com tempo gravado e interação digital

Após cruzar a linha de chegada, os corredores terão acesso a um serviço exclusivo: será possível gravar o tempo médio da corrida no verso da medalha, com gravação feita no local. A arena de chegada contará com telão em tempo real, exibindo os nomes e tempos dos participantes. A proposta é transformar a medalha em um registro personalizado de desempenho, tornando o momento da chegada ainda mais especial.

Premiações e inclusão

Com premiação total superior a R$ 14 mil, a Self Run valoriza o desempenho dos atletas no percurso de 15 km. As categorias Geral, Aluno Selfit e Pessoa com Deficiência (PCD) serão contempladas com prêmios em dinheiro, troféus e planos gratuitos nas academias da rede.

Na categoria Geral (masculino e feminino), os três primeiros colocados receberão R$ 2 mil, R$ 1 mil e R$ 500, respectivamente. O quarto colocado ganha um plano anual de academia e o quinto, seis meses. Nos percursos de 10 km e 5 km, os cinco primeiros colocados das categorias recebem troféus. Todos que concluírem a prova no tempo regulamentar ganham medalha de participação.

Projeto nacional

A Self Run representa o início de um projeto maior da rede Selfit, que prevê a realização de novas edições em outros estados brasileiros. A proposta é transformar a corrida em um circuito nacional, democratizando o acesso ao esporte e incentivando hábitos saudáveis.

Ariana Grande terá música inédita em “Wicked: Parte 2”, sequência do musical de sucesso

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A magia da Terra de Oz está longe de acabar. A sequência do musical que conquistou o mundo, Wicked, promete trazer uma novidade especial para os fãs: uma canção inédita interpretada por Ariana Grande, que retorna ao papel de Glinda, a Bruxa Boa do Sul. A informação veio de quem conhece os bastidores da produção — o decorador Lee Sandales e o designer de produção Nathan Crowley, em entrevista ao portal Set Decor. As informações são da CNN.

Um momento só para Glinda

A nova música, intitulada “Girl in The Bubble”, será cantada por Ariana Grande em uma cena íntima, ambientada na luxuosa suíte de Glinda na famosa Cidade das Esmeraldas. A composição é assinada por Stephen Schwartz, compositor responsável pela trilha original do musical da Broadway. A canção promete revelar um lado mais profundo e talvez até vulnerável da personagem que, até agora, encantou plateias com sua energia vibrante e presença magnética.

O diretor Jon M. Chu já havia dado pistas sobre a inclusão de faixas inéditas na sequência, confirmando que, além da música para Glinda, haveria também uma para Elphaba, personagem interpretada por Cynthia Erivo. A expectativa agora é para conhecer como esses novos momentos musicais vão se encaixar na história que ainda está por vir.

Clássicos que emocionam e novas melodias que surpreendem

Quem assistiu à primeira parte de Wicked sabe que a trilha sonora é uma peça-chave para o sucesso do filme. E Wicked: Parte 2 manterá a tradição de trazer de volta as canções que já são hinos para os fãs, como:

  • “For Good”, a música que celebra a amizade e a transformação pessoal;
  • “No Good Deed”, que entrega toda a força e o drama da personagem Elphaba;
  • “Thank Goodness”, que mistura leveza e crítica social.

Junto com essas canções, as novidades prometem refrescar o espetáculo e dar novas camadas emocionais à trama.

O primeiro filme que conquistou corações

Lançado em novembro de 2024, Wicked: Parte Um já deixou uma marca profunda. A história de Elphaba e Glinda, interpretadas por Cynthia Erivo e Ariana Grande, conquistou público e crítica, combinando fantasia, emoção e um olhar atual sobre temas como identidade e aceitação.

Com uma bilheteria que ultrapassou os US$ 700 milhões, o filme se tornou um dos maiores sucessos do ano, abrindo caminho para a tão aguardada continuação. O carisma da dupla protagonista, a riqueza dos cenários e a força das músicas foram alguns dos ingredientes que fizeram o público querer mais.

O que vem por aí em Wicked: Parte 2?

A continuação promete mergulhar mais fundo na trajetória de Elphaba, mostrando como ela se torna a temida Bruxa Má do Oeste, enquanto a amizade entre ela e Glinda enfrenta provações e escolhas difíceis. A nova música de Ariana, situada em sua suíte na Cidade das Esmeraldas, será um momento para o público enxergar além do brilho e da alegria que a personagem costuma mostrar.

A estreia está marcada para 20 de novembro de 2025 no Brasil — um dia antes do lançamento nos Estados Unidos — e os fãs já contam os dias para voltar a esse universo mágico.

Um elenco e produção de excelência

Além de Ariana Grande e Cynthia Erivo, o filme conta com nomes como Michelle Yeoh, Jeff Goldblum e Jonathan Bailey, entre outros, em papéis de apoio que enriquecem a narrativa. Os cenários assinados por Lee Sandales e Nathan Crowley prometem transportar o público para uma Oz ainda mais vibrante e encantadora, reforçando o cuidado com cada detalhe visual.

Por que Wicked ressoa tanto com o público?

Desde o início nos palcos da Broadway, Wicked chamou atenção por seu olhar humano sobre personagens que antes eram vistos apenas como “vilões”. A narrativa mostra as camadas de Elphaba e Glinda, suas vulnerabilidades, escolhas e a complexidade das relações humanas. Isso gera identificação e empatia, especialmente para quem já se sentiu diferente ou à margem.

A entrada de Ariana Grande, com sua voz poderosa e influência pop, ampliou o alcance da história para uma nova geração, que encontrou nela uma representante da coragem e da autenticidade.

A música que já nasceu especial

A expectativa para “Girl in The Bubble” é grande. A colaboração com Stephen Schwartz, que ajudou a criar os clássicos originais, garante que a nova faixa terá a mesma qualidade e sensibilidade que conquistaram milhões. Para Ariana, a música é uma oportunidade de mostrar novas facetas de Glinda, e para os fãs, um presente que une tradição e inovação.

Contagem regressiva

Com tudo isso, Wicked: Parte 2 promete não apenas continuar a história, mas aprofundar sentimentos e ampliar o universo mágico que tantos amam. Em novembro de 2025, será hora de voltar a Oz, se emocionar e cantar junto — agora com uma canção inédita que deve ficar para sempre na memória.

Enaldinho estreia “A Origem de Happy/Angry” em Recife com espetáculo inédito e interativo

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Talvez você conheça o Enaldinho das trollagens mirabolantes, dos vídeos cheios de energia no YouTube ou dos desafios que fazem a criançada grudar na tela como se fosse mágica. Mas agora, imagine o mesmo Enaldinho subindo ao palco, olhos nos olhos com o público, coração na mão e uma história para contar — uma história que, no fundo, é sobre todos nós.

É exatamente isso que acontece em “A Origem de Happy/Angry”, o espetáculo que chega a Recife no dia 27 de julho, no Classic Hall, às 17h30min. Uma peça que mistura teatro, música, ação, humor, tecnologia e emoção verdadeira — e que já está emocionando plateias por onde passa.

Uma peça que começa no coração

“A Origem de Happy/Angry” nasceu de uma vontade simples, mas poderosa: transformar dor em diálogo. Transformar aquilo que machuca em algo que cura. O próprio Enaldinho, em entrevistas, fala com sinceridade sobre os anos difíceis da escola, sobre as piadinhas cruéis, as exclusões, o sentimento de inadequação que o acompanhava como uma sombra.

E é dessa sombra que surge Angry, o vilão da história. Não aquele vilão de capa preta e gargalhada maligna, mas aquele que mora dentro da gente quando a vida machuca. Angry é o medo. É a insegurança. É a raiva que a gente não sabe onde colocar.

Do outro lado, está Happy, o menino que sonha em ser youtuber, que acredita no impossível e que, mesmo caindo, levanta. Mesmo chorando, sorri. Mesmo sendo ridicularizado, insiste em ser ele mesmo.

E aí, a mágica acontece. Porque de repente o palco deixa de ser palco, e vira espelho. A plateia deixa de ser plateia, e vira personagem.

Bullying: o que não se vê também machuca

A peça não finge que o bullying é coisa boba. Não o transforma em piada. Ao contrário: trata o tema com a delicadeza de quem já foi ferido por ele, mas com a coragem de quem escolheu não se calar.

Os vilões da escola — Rei, Vini, Larissa, Nicolas e Jessi — não são apenas “maus”. São complexos, são jovens também perdidos em suas próprias dores, muitas vezes repetindo padrões. Isso é outro acerto do espetáculo: ele não aponta dedos, mas constrói pontes.

E nessa travessia, crianças e adolescentes percebem que não estão sozinhos. Pais enxergam melhor o mundo interior de seus filhos. Professores entendem que, muitas vezes, o silêncio de um aluno é um pedido de ajuda disfarçado.

Emoção, cor, música e… um pouquinho de mágica

Visualmente, o espetáculo é um deleite. Painéis de LED gigantes, efeitos especiais, músicas originais, coreografias vibrantes e um ritmo ágil que prende até o público mais inquieto. É teatro para o século XXI, pensado para uma geração acostumada a estímulos constantes, mas que também precisa — e deseja — conteúdo com alma.

Os pequenos se encantam com as cores, os adolescentes com os conflitos, os adultos com as mensagens profundas escondidas nos detalhes. O resultado é um raro fenômeno: uma peça que fala com todos, sem ser genérica.

E quando a luz baixa, e Happy encara Angry numa cena tensa, de arrepiar, o silêncio da plateia diz tudo. Todo mundo já teve seu próprio Angry. Todo mundo já quis, ao menos uma vez, sumir. Todo mundo já lutou contra aquela voz que diz: “você não é bom o bastante”.

Mas a peça, como a vida, mostra que essa voz pode ser calada — com amor, com empatia e, principalmente, com coragem.

Enaldinho: mais que ídolo, referência emocional

Enaldinho poderia seguir fazendo vídeos e acumulando views. Já tem milhões de seguidores, uma legião de fãs fiéis e uma carreira consolidada. Mas ele escolheu algo diferente. Escolheu usar sua visibilidade para abrir portas, criar conversas, provocar emoções verdadeiras.

Não é à toa que, ao final da peça, muitos pais se aproximam emocionados. Não é só sobre seus filhos. É sobre eles também. Sobre o que passaram. Sobre o que não souberam lidar. Sobre o que nunca disseram — e agora veem sendo dito em cena.

É um fenômeno raro: um youtuber que virou porta-voz de sentimentos reais, que faz sucesso sem apelar, que diverte sem diminuir, que ensina sem parecer professor.

Recife como palco de encontros e reencontros

A vinda do espetáculo a Recife é especial por si só. A cidade é conhecida por seu calor — e não falo do clima. Falo do jeito como o público abraça quem sobe ao palco, do entusiasmo contagiante, da entrega nas palmas, nos risos e nas lágrimas.

O Classic Hall, com sua estrutura impecável e capacidade para milhares de pessoas, vai receber esse encontro como merece: com som de qualidade, visibilidade perfeita e toda a estrutura para que famílias vivam uma tarde inesquecível.

E, talvez, mais do que uma apresentação, esse seja um reencontro consigo mesmo. Com o sonho que ficou esquecido. Com a dor que nunca foi nomeada. Com a criança interior que ainda mora dentro de cada adulto.

O espetáculo não termina no palco

“A Origem de Happy/Angry” é só o começo. O personagem Angry continuará suas aventuras no canal de Enaldinho, ganhando novos contornos, histórias e significados. A proposta é expandir esse universo e seguir dialogando com o público de forma contínua.

Mas quem vê ao vivo, vê primeiro. E vê diferente. Sente diferente. Porque estar ali, no teatro, é viver uma experiência imersiva, coletiva, cheia de verdade.

“Universal Pictures revela arte inédita de “Wicked: Parte II”, aguardada continuação da saga das Bruxas de Oz

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A Universal Pictures acaba de revelar uma arte inédita de “Wicked: Parte II”, aguardada continuação do fenômeno de 2024 que conquistou fãs no mundo inteiro. Nesta nova fase, a história das lendárias bruxas de Oz chega ao seu capítulo final, trazendo de volta as poderosas interpretações das atrizes indicadas ao Oscar, Cynthia Erivo e Ariana Grande, em uma trama que mistura magia, drama e músicas emocionantes.

O lançamento está marcado para o dia 20 de novembro e, como no primeiro filme, os fãs terão a opção de assistir à versão dublada, com as vozes de Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). Além das protagonistas, o elenco conta com grandes nomes como Jonathan Bailey, Jeff Goldblum e Michelle Yeoh, que também retornam para fortalecer ainda mais a narrativa encantadora e complexa de Oz.

Um universo de magia e conflitos

“Wicked: Parte II” retoma a jornada das bruxas em um momento delicado: Elphaba (Cynthia Erivo), agora exilada e conhecida como a Bruxa Má do Oeste, luta para revelar as verdades ocultas sobre o governo do Mágico de Oz (Jeff Goldblum). Enquanto isso, Glinda (Ariana Grande), agora símbolo da bondade e glamour, enfrenta dilemas profundos ao se preparar para um casamento real com o Príncipe Fiyero (Jonathan Bailey).

O filme mergulha nas tensões entre amizade, poder e sacrifício, explorando como as escolhas que cada personagem faz reverberam não só em suas vidas, mas em todo o reino de Oz. A direção do premiado Jon M. Chu garante um equilíbrio entre cenas visuais deslumbrantes e uma narrativa emocionalmente rica, que promete conquistar públicos de todas as idades.

O brilho de um elenco estrelado

A força do filme também vem do seu elenco cuidadosamente escolhido. Cynthia Erivo, conhecida por sua voz poderosa e performances marcantes, dá vida a Elphaba com uma intensidade que traduz toda a complexidade da personagem — uma mulher verde e incompreendida que desafia o status quo. Já Ariana Grande, além de estrela da música, mostra seu talento como atriz ao interpretar Glinda, que enfrenta o peso das expectativas sociais e pessoais.

Complementando o trio principal, Michelle Yeoh, vencedora do Oscar por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, interpreta Madame Morrible, a enigmática diretora da Universidade Shiz, enquanto Jeff Goldblum empresta seu carisma único ao papel do Mágico de Oz. O príncipe Fiyero ganha forma nas mãos de Jonathan Bailey, aclamado por sua versatilidade e presença magnética.

O filme também apresenta uma série de personagens coadjuvantes que enriquecem a trama, como Ethan Slater (Boq), Marissa Bode (Nessarose), e novos rostos como Bowen Yang e Bronwyn James, que interpretam os assistentes de Glinda, conferindo humor e leveza em meio ao drama.

Uma produção marcada pela inovação e respeito ao original

A jornada para adaptar o musical da Broadway para as telas do cinema foi longa e cheia de desafios, mas com um resultado que promete honrar a obra original. Baseado no livro de Gregory Maguire e no espetáculo de Stephen Schwartz e Winnie Holzman, o filme preserva o encanto e a profundidade da história, com novidades e elementos visuais que só o cinema pode proporcionar.

Um destaque técnico do longa é a gravação dos vocais ao vivo durante as filmagens, uma técnica que intensifica a emoção das performances e aproxima o público do universo musical de Oz. A direção de fotografia de Alice Brooks e o trabalho de produção de Nathan Crowley ajudam a construir um mundo que é ao mesmo tempo fantástico e palpavelmente real.

O que esperar da continuação?

Além de revelar os desdobramentos da relação entre Elphaba e Glinda, “Wicked: Parte II” promete responder a perguntas deixadas no ar, como o destino dos personagens Boq e Fiyero, a segurança da irmã de Elphaba, Nessarose, e a chegada inesperada de Dorothy Gale, a garota do Kansas que pode mudar o rumo da história.

O filme propõe um mergulho nos conceitos de amizade verdadeira, coragem para enfrentar a adversidade e a importância de enxergar o outro com empatia, mesmo quando as circunstâncias parecem irremediáveis. É uma celebração da complexidade humana dentro de um universo fantástico, que se conecta profundamente com temas universais.

O fenômeno Wicked: da Broadway às telas do cinema

Desde sua estreia nos palcos em 2003, Wicked conquistou plateias pelo mundo com sua releitura da clássica história de Oz, mostrando as bruxas sob uma nova luz. Quebrando recordes de público e rendendo prêmios, o musical tornou-se um marco cultural, com apresentações em diversos países, incluindo Brasil, Reino Unido, Japão e Austrália.

A transição para o cinema, portanto, era uma expectativa natural para fãs e produtores. A Universal Pictures e os nomes por trás da adaptação têm mantido uma linha de respeito e inovação, garantindo que tanto espectadores que já conhecem a peça quanto os que estão descobrindo Oz pela primeira vez possam se encantar.

Um convite para se perder e se encontrar em Oz

Mais do que um espetáculo visual, “Wicked: Parte II” é uma história sobre escolhas, consequências e, sobretudo, a força da conexão entre duas pessoas muito diferentes que compartilham um destino. É um convite para refletir sobre preconceitos, redenção e o verdadeiro significado do poder — não aquele que é imposto, mas o que nasce da coragem e da empatia.

“O Homem de Toronto” agita o Supercine deste sábado (26/07) com a química explosiva de Kevin Hart e Woody Harrelson

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Foto: Reprodução/ Internet

No próximo sábado, 26 de julho de 2025, o Supercine da TV Globo reserva uma noite cheia de adrenalina, risadas e muita confusão com a exibição do filme “O Homem de Toronto”, produção de 2022 que une ação e comédia numa mistura surpreendentemente eficaz. Sob a direção de Patrick Hughes, o longa conta com o talento da dupla Kevin Hart e Woody Harrelson em uma trama onde identidades se confundem, desencadeando uma sequência de eventos inesperados e hilários. As informações são do AdoroCinema.

Um encontro improvável entre o ordinário e o letal

A história começa simples: Teddy (Kevin Hart) é um típico nova-iorquino azarado, cheio de inseguranças, tentando salvar seu casamento e dar um novo rumo para a sua vida. Ao alugar um Airbnb para um fim de semana romântico, ele é confundido com Randy (Woody Harrelson), o temido assassino conhecido como “O Homem de Toronto”. A partir desse erro, a vida de Teddy se transforma em um caos absoluto.

Randy, o verdadeiro “Homem de Toronto”, é um profissional frio, calculista e quase implacável, com um olhar capaz de congelar qualquer ambiente. O contraste entre a vulnerabilidade desastrada de Teddy e a frieza certeira de Randy cria uma dinâmica irresistível, que é ao mesmo tempo engraçada e cheia de tensão.

Essa dupla improvável é o motor que guia o filme. Enquanto Teddy tenta navegar em um mundo que não conhece, cercado por agentes secretos, assassinos rivais e armadilhas, Randy precisa lidar com a invasão de sua vida controlada e solitária.

Humor e ação: a receita do filme

O filme é uma celebração da comédia de ação dos anos 80 e 90, com piadas rápidas, perseguições alucinantes e cenas de luta bem coreografadas. Kevin Hart imprime em Teddy sua assinatura: um personagem nervoso, falho, mas sempre com uma ponta de bom humor e carisma, mesmo quando tudo parece prestes a desmoronar.

Woody Harrelson, por sua vez, equilibra a figura de assassino letal com momentos de leveza e até um toque de ironia. A tensão entre os dois personagens rende diálogos memoráveis e uma química natural que sustenta a narrativa.

O elenco de apoio complementa esse universo. Kaley Cuoco aparece como Maggie, adicionando uma camada emocional e humorística, enquanto Ellen Barkin, Tomohisa Yamashita e outros nomes trazem mais intensidade à trama, expandindo o espectro de personagens e situações.

Por trás das câmeras: desafios e superações

A jornada para a realização de O Homem de Toronto não foi fácil. Originalmente, Jason Statham deveria estrelar ao lado de Kevin Hart, mas sua saída pouco antes das filmagens exigiu uma rápida reestruturação. Woody Harrelson entrou para preencher esse vazio, trazendo uma energia diferente que, no fim, ajudou a definir o tom do filme.

Além disso, a pandemia de COVID-19 interrompeu a produção, que só foi retomada em outubro de 2020, em Toronto — coincidência curiosa com o título do filme. Os atrasos e mudanças exigiram flexibilidade da equipe e reforçaram a resiliência dos envolvidos.

A trilha sonora, composta por Ramin Djawadi, famoso por seu trabalho em Game of Thrones, acrescenta uma camada emocional que equilibra ação e comédia, elevando cenas de perseguição e momentos mais introspectivos.

Recepção e legado

Apesar da recepção crítica dividida — com avaliações negativas no Rotten Tomatoes e Metacritic — o filme conquistou público e fãs por seu humor e pela química dos protagonistas. A estreia na Netflix em 2022 ampliou seu alcance global, permitindo que um público diverso conhecesse a proposta leve e divertida do longa.

O Homem de Toronto não se propõe a ser um filme de ação revolucionário, mas sim uma produção que entretém com eficiência, combinando humor, ritmo e personagens memoráveis.

Reflexões além da comédia

O que diferencia esse filme de outras comédias de ação é sua reflexão sutil sobre identidade e expectativas. Teddy é um homem comum forçado a encarnar uma figura muito maior e mais temida — o que o obriga a confrontar seus medos e limitações. Randy, o assassino, por sua vez, revela desejos humanos inesperados, como o anseio por uma vida mais simples.

Entre tiros e perseguições, o filme fala sobre como, às vezes, somos obrigados a reinventar a nós mesmos, mesmo que isso signifique vestir máscaras desconfortáveis.

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