Neste domingo, 11 de maio de 2025, o “Acerte ou Caia!” vai ser diferente. E muito especial. Em clima de comemoração do Dia das Mães, Tom Cavalcante comanda uma edição que promete emocionar, divertir e aquecer o coração. É dia de colocar o amor de mãe (e o espírito competitivo também!) à prova com um time de duplas superqueridas: mães e filhos famosos, lado a lado, disputando prêmios e protagonizando momentos inesquecíveis. Se prepara que vem muita nostalgia, carinho e bom humor por aí!
Adriana Bombom e Lily Nobre
Essa dupla é puro brilho e simpatia! Adriana Bombom marcou gerações com seu jeito único na TV — quem não lembra dela nos tempos de Xuxa? — e também participou de A Fazenda, mostrando que não foge de desafios. Já a filha, Lily Nobre, herdou o talento dos pais (ela é filha do cantor Dudu Nobre) e vem se destacando como cantora e compositora. Ah, e ela também já foi jurada do Canta Comigo! As duas são pura energia e prometem trazer uma dose generosa de diversão, música e conexão familiar.
Camila Loures e Lilian Loures
A internet vai parar pra ver essas duas juntas! Camila Loures é um fenômeno nas redes sociais — são mais de 30 milhões de seguidores acompanhando seus vídeos, desafios, vlogs e podcasts. Ela é carisma puro! E sabe de quem ela puxou isso tudo? Da mãe, Dona Lilian, que também tem seu canal no YouTube e adora compartilhar receitas e momentos em família. As duas têm uma relação linda e devem arrancar muitas risadas (e quem sabe umas lágrimas de emoção também) durante o jogo.
Caio Paduan e Ivana Paduan
Caio é aquele tipo de ator que a gente vê na TV e sente que conhece há anos. Com mais de 15 anos de carreira, já fez de tudo um pouco — teatro, novela, série… E agora está brilhando na RECORD, com papéis em Reis e na próxima superprodução Paulo, O Apóstolo. Ao lado dele vai estar Dona Ivana, sua mãe, que tem um jeitão firme e carinhoso. A sintonia entre os dois é linda, e a gente mal pode esperar pra ver como essa dupla vai se sair nas perguntas e desafios do programa!
Dado Dolabella e Pepita Rodríguez
Essa dupla é puro talento! Dado ficou conhecido tanto pelas novelas quanto por vencer a primeira edição de A Fazenda. Além disso, ele também canta e tem uma legião de fãs. Já sua mãe, Pepita Rodríguez, é uma verdadeira dama da TV. Nascida na Espanha, mas com alma brasileira, ela fez história nas novelas e hoje se dedica à literatura — já escreveu quatro livros! Depois de um tempinho longe da TV, Pepita está de volta ao palco ao lado do filho, e a gente aposta que vai ser emocionante vê-los juntos.
Eleandro Passaia e Enedina Passaia
Pra fechar esse time com chave de ouro, temos o jornalista e apresentador Eleandro Passaia, do Balanço Geral. Sempre sério nas notícias, agora ele vai mostrar seu lado mais descontraído ao lado da mãe, Dona Enedina. Os dois têm uma conexão linda, e ela, que sempre foi presença constante na vida do filho, agora entra em cena como parceira de jogo. Vai ser lindo ver essa troca entre mãe e filho, cheia de cumplicidade e carinho.
Um domingo pra rir, se emocionar e lembrar da força desse laço que é pra vida toda. O especial do Dia das Mães no Acerte ou Caia! promete ser daqueles programas que aquecem o coração. Então já deixa o controle na mão, junta a família no sofá e vem curtir com a gente essa homenagem cheia de amor!
No segundo capítulo da franquia, M3GAN 2.0 mostra que não foi só a androide assassina que precisou evoluir — o próprio terror aqui passa por uma reinvenção. O filme abandona o susto fácil dos jump scares para investir em algo mais instigante: o medo moderno, existencial, profundamente humano diante do avanço descontrolado da tecnologia.
Mas que fique claro: M3GAN 2.0 não tenta ser um tratado sério sobre inteligência artificial. Pelo contrário. Ele se diverte com o próprio exagero, assume sua veia cômica e entrega uma comédia de terror deliciosamente absurda, que ri de si mesma e do mundo ao redor.
Um espetáculo de horror, risos e absurdo
Fazia tempo que o cinema de terror não se permitia rir tanto — e com tanto estilo. M3GAN 2.0 é hilário, levemente surreal, assumidamente tolo e, por isso mesmo, surpreendentemente inteligente. É raro ver uma continuação que supera seu original em praticamente todos os aspectos, mas aqui o feito é alcançado com coragem e muita personalidade.
A sequência de maior destaque talvez seja a mais improvável: um grupo de M3GANs executando uma performance sincera de “This Woman’s Work”, de Kate Bush. O choque entre a música e o contexto é tão inusitado, tão incrivelmente bem coreografado, que o momento beira o sublime. É cinema trash em sua forma mais sofisticada e autoconsciente — um delírio audiovisual que arranca risos pela ousadia, não pela paródia.
Elenco afiado, roteiro esperto e comentários sociais pontuais
O elenco brilha, com atuações precisas que equilibram bem o tom entre o nonsense e o drama. Alison Williams, em especial, entrega uma performance fria, quase robótica, que encaixa perfeitamente com o clima do filme. Sua personagem é o eixo de tensão e equilíbrio entre o absurdo e a crítica — e ela domina a tela com segurança do começo ao fim.
Apesar de o roteiro apoiar-se em clichês previsíveis, isso não compromete a experiência. Pelo contrário: os lugares-comuns são usados com ironia e timing cômico impecável. E os comentários sobre regulamentação de inteligência artificial surgem aqui e ali de forma inesperadamente pertinente — quase como provocações sutis em meio ao caos cênico. É um filme que ri, mas também pensa.
A Tela Quente da próxima segunda-feira, 14 de julho de 2025, exibe Sonic 2: O Filme, continuação do longa lançado em 2020 e inspirado no clássico personagem dos videogames da SEGA. A produção reforça o tom familiar da franquia, combinando humor, ação e referências à cultura gamer.
Nova aventura e novos aliados
Na trama, Sonic vive tranquilamente em Green Hills e deseja provar que está pronto para assumir o papel de herói. Enquanto seus tutores, Tom e Maddie, viajam ao Havaí, o vilão Dr. Robotnik retorna à Terra em busca de uma esmeralda com poderes destrutivos. Desta vez, ele conta com a ajuda de Knuckles, personagem conhecido pelos fãs dos jogos.
Para impedir os planos do antagonista, Sonic une forças com Tails, uma raposa inventora que chega ao planeta em busca do ouriço azul. Juntos, os dois embarcam em uma jornada para localizar a esmeralda antes que ela caia em mãos erradas.
Elenco e dublagem
O elenco reúne nomes como Jim Carrey, no papel de Robotnik, James Marsden, Tika Sumpter e as vozes de Ben Schwartz (Sonic), Colleen O’Shaughnessey (Tails) e Idris Elba (Knuckles). No Brasil, a versão dublada conta com os trabalhos de Tatá Guarnieri, Raphael Rossatto, Manolo Rey, entre outros.
Dirigido por Jeff Fowler, o filme mantém o estilo visual vibrante do primeiro longa e apresenta sequências de ação mais ambiciosas, além de explorar a relação entre os personagens com mais profundidade.
Para além da ação
Mais do que cenas de perseguição e efeitos visuais, o filme aborda temas como responsabilidade, amizade e pertencimento. Sonic, inicialmente impulsivo e ansioso, aprende a importância da parceria e do autocontrole ao longo da trama. A introdução de Tails e Knuckles amplia a narrativa e sugere novos caminhos para a franquia.
Exibição e streaming
Além da exibição na TV Globo, o filme também está disponível no serviço de streaming Universal+, para assinantes. A produção tem duração de 2h02 e é indicada para todas as idades.
Neste sábado, 9 de agosto de 2025, o Cine Aventura da Record TV leva ao ar um dos thrillers de ficção científica mais comentados dos últimos anos: 57 Segundos, longa norte-americano de 2023 que combina ação, suspense e questionamentos éticos profundos sobre até onde o ser humano pode — ou deve — ir para alterar seu próprio destino.
Dirigido por Rusty Cundieff e baseado no conto Fallen Angel, do escritor britânico E.C. Tubb, o filme é estrelado por Josh Hutcherson (Jogos Vorazes, O Círculo) e pelo lendário Morgan Freeman (Um Sonho de Liberdade, Invictus). Com uma narrativa que une alta tecnologia, vingança pessoal e dilemas morais, a produção se destaca não apenas pelo ritmo acelerado, mas também pela reflexão que provoca no público.
Uma história que começa com perda e vingança
A trama acompanha Franklin Fausti (Hutcherson), um blogueiro de tecnologia movido por uma dor pessoal. Sua irmã gêmea, Natalie, morreu após desenvolver dependência de um poderoso analgésico chamado Zonastin, fabricado por uma das maiores farmacêuticas do mundo. O responsável por esse império é o inescrupuloso Sig Thorensen (Greg Germann), homem de negócios que não mede esforços para proteger seus lucros — mesmo que isso signifique esconder os efeitos devastadores de seus produtos.
Determinando a expor a verdade, Franklin investe seu tempo em investigar os bastidores da indústria farmacêutica, publicando matérias afiadas em seu blog. Sua chance de ouro surge quando consegue uma entrevista exclusiva com o magnata da tecnologia Anton Burrell (Morgan Freeman), conhecido por suas invenções revolucionárias e seu carisma no mundo corporativo.
O encontro que muda tudo
Durante a entrevista, Burrell se prepara para apresentar ao mundo sua mais nova criação: o Tri-Band 5, um dispositivo de saúde vestível capaz de ajudar no tratamento de doenças como diabetes, hipertensão e vícios sem o uso de medicamentos tradicionais. É um salto tecnológico que poderia transformar milhões de vidas.
Mas antes que a revelação seja concluída, um homem armado invade o evento. Franklin, agindo por instinto, intervém e salva Burrell. Na confusão, ele encontra um anel misterioso deixado para trás — aparentemente sem valor, mas que guarda um segredo impressionante: quem o usa pode voltar exatamente 57 segundos no tempo.
O poder e a tentação
No início, Franklin vê no anel uma oportunidade de resolver pequenos problemas: corrigir erros triviais, ganhar dinheiro em jogos de azar, conquistar a atenção de Jala (Lovie Simone), colega por quem sente atração. Mas a euforia inicial logo dá lugar a uma ambição maior: usar o poder para derrubar Thorensen e expor seus crimes.
O protagonista mergulha então em um jogo perigoso. Ele se infiltra na empresa de Thorensen, coletando provas de que o executivo sabia dos efeitos letais do Zonastin e tentou acobertar a morte de uma funcionária, Susan Miller, que denunciava as práticas ilegais.
Com a ajuda de seu amigo Andy, Franklin divulga as informações para a imprensa, provocando um terremoto no mundo corporativo.
A escalada da tensão
A vitória de Franklin, no entanto, é breve. Ciente de que está encurralado, Thorensen parte para o contra-ataque. Ele sequestra Franklin e tenta fugir de avião, mas a intervenção da polícia provoca uma pane na aeronave. O acidente é inevitável. Franklin sobrevive, mas o vilão encontra seu fim.
No desfecho, Burrell oferece a Franklin um lugar em sua equipe de pesquisa para desenvolver a tecnologia do anel. É uma proposta tentadora, mas ele recusa. O peso ético e o risco de abuso são grandes demais. Em um gesto definitivo, Franklin destrói o anel, convencido de que poder manipular o tempo é algo que ninguém deveria ter.
Entretenimento com reflexão
Embora o longa tenha todas as marcas de um blockbuster — perseguições, ação, efeitos visuais e reviravoltas —, ele também funciona como uma parábola sobre ambição, responsabilidade e limites morais. A premissa da viagem no tempo não é usada apenas como um recurso narrativo, mas como uma metáfora sobre segundas chances e sobre a tendência humana de querer controlar o destino.
A performance de Hutcherson é intensa, transmitindo bem o conflito entre desejo e prudência. Já Morgan Freeman, com seu carisma habitual, entrega um Burrell enigmático: não se sabe ao certo se ele é um benfeitor ou alguém que tem seus próprios interesses ocultos.
Os bastidores da produção
As filmagens do filme começaram em abril de 2022, em Lafayette, Louisiana. Antes disso, Freeman foi visto na cidade explorando locações e, segundo reportagens locais, chegou a contribuir com ideias para partes do roteiro.
Dirigido por Rusty Cundieff — conhecido por trabalhos que mesclam crítica social e entretenimento —, o longa também tem no roteiro Macon Blair, que ajuda a equilibrar a tensão com momentos de humor e humanidade.
O lançamento e a recepção
O filme estreou nos cinemas e no formato digital em 29 de setembro de 2023, distribuído pela The Avenue. A crítica especializada se dividiu: alguns elogiaram o ritmo e a originalidade da premissa, enquanto outros acharam que o roteiro poderia explorar mais as implicações filosóficas da viagem no tempo.
Ainda assim, o público que gosta de thrillers com toques de ficção científica encontrou em 57 Segundos uma opção vibrante e instigante.
Onde assistir além da TV
SeAlém da exibição na Record TV, o filme também pode ser encontrado em diferentes plataformas para quem prefere escolher o melhor horário para assistir. O filme está disponível no Telecine e no Adrenalina Pura, acessível para assinantes, garantindo qualidade de imagem e som de cinema. Já no Prime Video, é possível adquirir a produção em HD, com compra a partir de R$ 29,90, ideal para quem deseja ter o título sempre à disposição na biblioteca digital.
A ética da viagem no tempo: e se fosse você?
Um dos elementos mais interessantes da produção é a provocação que ele lança ao público: o que você faria se pudesse voltar menos de um minuto no tempo?.
Poderia parecer pouco, mas imagine as possibilidades: evitar um acidente, mudar uma frase mal colocada, impedir uma perda financeira. Por outro lado, como mostra o filme, cada interferência abre espaço para manipulação, abuso de poder e até vício.
Esse debate sobre o uso responsável da tecnologia ecoa temas atuais, como inteligência artificial e manipulação genética: até onde devemos ir? E quem decide quando é “longe demais”?
As atuações que sustentam o filme
Além da dupla protagonista, o elenco conta com Greg Germann no papel de um vilão calculista e frio, Lovie Simone como Jala, o interesse amoroso que representa para Franklin uma espécie de âncora emocional, e Bevin Bru e Sammi Rotibi em papéis de apoio que ajudam a construir a rede de aliados e adversários do protagonista.
Morgan Freeman, com sua presença inconfundível, dá peso à narrativa, criando um Burrell que transita entre a figura de mentor e a de enigma moral. Já Hutcherson prova que consegue carregar um papel principal com energia e vulnerabilidade.
Um thriller que conversa com o presente
Embora seja ambientado em um cenário fictício, 57 Segundos dialoga com preocupações muito reais: a ganância corporativa, a manipulação de informações e a relação entre tecnologia e saúde.
A escolha de colocar como antagonista uma indústria farmacêutica não é aleatória. O filme ressoa com debates contemporâneos sobre transparência, ética médica e o impacto de medicamentos no bem-estar da população.
O Prime Video revela ao público o trailer de A Lista Terminal: Lobo Negro, prequela da aclamada série The Terminal List, prometendo explorar as origens de um personagem central do universo criado por Jack Carr. A nova produção traz Taylor Kitsch no papel de Ben Edwards, acompanhado por Tom Hopper, Robert Wisdom e Chris Pratt, garantindo um elenco sólido e capaz de transmitir a intensidade emocional e o suspense que os fãs esperam. Abaixo, confira o vídeo:
Co-criado por Jack Carr, autor do best-seller que deu origem à série original, e David DiGilio, showrunner da primeira temporada, Lobo Negro se situa cinco anos antes dos acontecimentos de A Lista Terminal. A narrativa foca em Ben Edwards, um jovem agente da Marinha que, após vivenciar eventos traumáticos no campo de batalha, evolui para operador paramilitar da CIA. O projeto, segundo os criadores, não apenas apresenta sequências de ação impressionantes, mas também investiga o impacto psicológico da guerra e das operações secretas sobre o indivíduo.
A série original, A Lista Terminal, introduziu o público ao universo de James Reece, interpretado por Chris Pratt, um veterano do exército americano que retorna aos Estados Unidos depois que seu pelotão da Marinha sofre uma emboscada durante uma missão secreta. O sucesso da primeira temporada mostrou a combinação de ação intensa, suspense psicológico e dilemas morais, estabelecendo a base para a expansão do universo com Lobo Negro. Agora, a prequela amplia o contexto, permitindo que os espectadores conheçam as experiências que moldaram Ben Edwards antes mesmo de cruzar com Reece.
O enredo acompanha a transformação de Ben Edwards de um jovem marinheiro idealista em um operador paramilitar da CIA, revelando os desafios que enfrenta em missões de alto risco e o preço humano da guerra. O desenvolvimento do personagem é cuidadosamente explorado, mostrando não apenas suas habilidades estratégicas, mas também sua vulnerabilidade emocional, questionamentos éticos e o impacto psicológico que as operações secretas têm sobre ele. O público tem a oportunidade de testemunhar a evolução de Edwards, compreendendo os fatores que o levam a se tornar o homem determinado, mas atormentado, que a série original apresenta.
O elenco da série contribui significativamente para a profundidade da narrativa. Taylor Kitsch, conhecido por papéis em produções de ação e drama, entrega uma performance que equilibra intensidade física e emocional. Tom Hopper e Robert Wisdom completam o time com papéis estratégicos, representando aliados e figuras de autoridade que desafiam Edwards em diferentes níveis. Chris Pratt, embora não seja o protagonista, mantém sua presença simbólica no universo compartilhado, conectando diretamente Lobo Negro à série original e reforçando a continuidade narrativa que os fãs valorizam.
A abordagem da trama também explora temas mais amplos, como lealdade, traição e a linha tênue entre justiça e vingança. Ao acompanhar Edwards, os espectadores são convidados a refletir sobre as consequências das decisões tomadas em nome da segurança nacional e sobre como experiências traumáticas podem redefinir a vida de uma pessoa. Essa profundidade temática sugere que a série não se limita à ação, mas busca apresentar uma narrativa madura e relevante, capaz de engajar tanto fãs de thrillers militares quanto público interessado em dramas psicológicos.
Além do foco em Edwards, a série oferece um olhar detalhado sobre o funcionamento interno da CIA e de operações paramilitares, mostrando os processos de seleção, treinamento e execução de missões secretas. Essa atenção aos detalhes contribui para a verossimilhança da série, criando uma experiência imersiva para o público. O realismo das sequências de ação, aliado ao desenvolvimento de personagens complexos, permite que a série se destaque no cenário de thrillers de espionagem, combinando entretenimento com autenticidade narrativa.
Para os fãs de The Terminal List, a prequela representa uma oportunidade de vivenciar a jornada de Edwards desde o início, compreendendo suas escolhas e os eventos que moldam sua personalidade. A série também convida novos espectadores a mergulhar no universo criado por Jack Carr, oferecendo uma narrativa autossuficiente que combina tensão, emoção e reflexão sobre os impactos da guerra e do serviço militar na vida de um indivíduo.
No litoral norte de São Paulo, onde a Mata Atlântica se encontra com o oceano Atlântico, surge uma história de transformação silenciosa. Ilhabela e o arquipélago de Alcatrazes não são apenas paraísos naturais; eles se tornaram exemplos vivos de como a proteção ambiental pode regenerar a vida marinha e trazer prosperidade às pessoas que dependem do mar para viver. É essa realidade que o Globo Repórter apresenta nesta sexta-feira, 5 de setembro, conduzindo o público por uma jornada de descobertas, beleza e ciência.
Para Tiago Eltz, que comanda a reportagem, a experiência foi inesquecível: “Cada ilha é uma surpresa. A riqueza da vida marinha é impressionante, e conhecer as pessoas que vivem aqui — de pesquisadores a pescadores tradicionais — foi fascinante. Acompanhar o cerco, técnica de pesca centenária, foi um momento único. Ilhabela mistura praias isoladas, cachoeiras exuberantes, áreas de Mata Atlântica preservada e santuários de aves. É emocionante mostrar isso ao público.”
Baleias-jubarte: gigantes que escolheram novas águas
Durante décadas, as baleias-jubarte migravam principalmente para Abrolhos, na Bahia, para reprodução e descanso. Nos últimos anos, porém, o litoral paulista tem se tornado uma parada cada vez mais frequente. Em 2025, mais de 695 indivíduos foram registrados na região de Ilhabela — um número histórico.
“Estar em alto mar, vendo esses gigantes saltarem e espirrar água, é uma experiência emocionante. Cada movimento transmite força, elegância e liberdade”, descreve Eltz. O litoral de São Paulo abriga cerca de 15 espécies de baleias, o que representa aproximadamente 15% de toda a diversidade mundial. A população global de jubartes já ultrapassa os 30 mil indivíduos, um salto notável se comparado aos cerca de mil registrados em 1988, resultado de décadas de esforço em conservação.
A recuperação dessas espécies, no entanto, traz desafios. O canal de Ilhabela é rota tradicional de embarcações pesqueiras e comerciais, exigindo monitoramento constante e ajustes nas rotas para garantir a segurança das baleias. Cada ação reforça a importância da convivência entre humanos e fauna marinha baseada em respeito e planejamento.
Pesca sustentável: tradição e modernidade lado a lado
O impacto da preservação ambiental vai além da vida marinha. Em Ilhabela, o método de pesca conhecido como cerco — usado há mais de um século — combina tradição e sustentabilidade. Consiste em cercar cardumes com redes estratégicas, evitando desperdício e respeitando a reprodução dos peixes.
Além disso, técnicas modernas como o Ikejime, de origem japonesa, vêm sendo adotadas. Elas permitem capturar peixes de maneira a reduzir sofrimento e preservar a qualidade da carne, tornando o pescado mais valorizado internacionalmente, especialmente para a culinária japonesa. O resultado é claro: mais renda para as famílias e incentivo à conservação do ecossistema.
“Antes, os pescadores precisavam escolher entre sustento e preservação. Hoje, eles perceberam que é possível ter ambos. Peixes saudáveis, oceanos protegidos e melhores rendimentos caminham juntos”, explica Tiago Eltz.
Alcatrazes: santuário de aves e tubarões
Enquanto Ilhabela encanta pelo encontro com as baleias, Alcatrazes, a cerca de 35 quilômetros da costa de São Sebastião, impressiona pela diversidade de aves e pelo retorno de espécies marinhas antes ameaçadas. O arquipélago abriga o maior ninhal de fragatas do Atlântico Sul, além de atobás e corvos-marinhos. Durante a reprodução, o local se transforma em um verdadeiro refúgio: fragatas inflando seus papos vermelhos, filhotes aprendendo a voar e aves cuidando de ninhos delicados.
A criação do Refúgio de Vida Silvestre de Alcatrazes trouxe também o retorno de tubarões ameaçados. Áreas de proteção com pesca restrita e navegação controlada garantiram a segurança desses predadores, fortalecendo o equilíbrio ecológico da região.
Moradores locais, incluindo pescadores, atuam como guardiões da fauna, monitorando ninhos, evitando a captura ilegal e apoiando pesquisas de campo. Esse engajamento demonstra que conservação não depende apenas de governos ou ONGs, mas de um esforço comunitário contínuo.
Ciência, pesquisa e educação ambiental
Pesquisadores desempenham papel central na preservação de Ilhabela e Alcatrazes. Eles estudam migração de baleias, monitoram aves e mapeiam tubarões e peixes, gerando dados fundamentais para políticas públicas e projetos de educação ambiental.
“Cada estudo é uma peça do quebra-cabeça da conservação. Conhecer os trajetos das baleias, áreas vulneráveis ou comportamento dos tubarões é essencial para proteger o oceano e sustentar quem dele depende”, afirma Eltz.
O turismo sustentável também tem papel importante. Passeios de observação de baleias, mergulhos educativos e visitas a áreas protegidas permitem que visitantes aprendam sobre pesca sustentável e conservação, ao mesmo tempo em que movimentam a economia local.
Um modelo de esperança e equilíbrio
A transformação de Ilhabela e Alcatrazes é uma história de otimismo. Mostra que políticas públicas eficazes, engajamento comunitário e respeito às tradições podem gerar um ciclo virtuoso: preservação ambiental aliada à prosperidade.
Cada baleia que retorna, cada fragata que inflama seu papo vermelho ou cada tubarão que nada livre é prova de que os esforços valem a pena. Para pesquisadores, cada dado reforça a importância de investir em ciência e monitoramento. E para o público do Globo Repórter, a experiência é uma oportunidade de se encantar, refletir e compreender a responsabilidade de proteger o planeta.
Ilhabela e Alcatrazes provam que a convivência entre humanos e natureza não é apenas possível, mas enriquecedora. O programa convida os espectadores a mergulhar nesse universo, aprender sobre a biodiversidade e perceber que a preservação ambiental é essencial — para a vida marinha, para as comunidades e para o futuro do planeta.
“É inspirador ver que, tão perto de grandes cidades, a vida marinha floresce e as pessoas prosperam. O que acontece aqui é um verdadeiro modelo de conservação, que merece ser conhecido e replicado”, conclui Tiago Eltz.
O cinema sul-coreano continua a se destacar no cenário mundial por sua habilidade em combinar ação, suspense e complexidade psicológica. Mantis (Samagwi), recém-lançado na Netflix, é um exemplo perfeito dessa tendência. Funcionando como spin-off de Kill Boksoon (2023), o filme dirigido e co-escrito por Lee Tae-sung aprofunda o universo dos assassinos profissionais, explorando rivalidades, lealdade e ambição em um submundo marcado pela violência e pela intriga.
Mantis se passa após a morte de Cha Min-kyo, líder da MK Entertainment e personagem central de Kill Boksoon. Com a queda da organização, abre-se um vácuo de poder que muda completamente o equilíbrio do mundo dos assassinos de elite. É nesse contexto que surge Han-ul (Im Si-wan), um matador de alto nível que retorna de férias acreditando que sua reputação será suficiente para garantir sua posição. Logo, ele descobre que rivalidade, alianças instáveis e figuras experientes, como Dok-go (Jo Woo-jin), ainda dominam o submundo. A trama acompanha Han-ul enquanto ele navega por um cenário imprevisível, onde cada decisão pode significar vida ou morte.
O ponto mais notável de Mantis é a forma como a ação se entrelaça com a narrativa. As cenas de combate são elaboradas com uma precisão impressionante: desde lutas corpo a corpo em espaços apertados até embates estratégicos em ambientes abertos. Cada golpe e cada perseguição não serve apenas para gerar adrenalina; eles revelam detalhes sobre os personagens, suas habilidades, limites e dilemas internos. Essa abordagem transforma a ação em uma extensão da história, tornando cada sequência crucial para o desenvolvimento da trama.
Han-ul não é apenas um assassino habilidoso: ele enfrenta dilemas morais e questiona suas próprias escolhas, tornando-se um protagonista multidimensional. O filme constrói uma dinâmica tensa entre ele, seu antigo parceiro e rival Jae-yi (Park Gyu-young), e Dok-go, que representa experiência e segredos do passado. Essa tríade cria uma rede de relações marcada por rivalidade, lealdade e ambição, garantindo que cada interação tenha profundidade emocional.
Além disso, Mantis explora o conceito de sucessão dentro do submundo dos assassinos. Habilidade e reputação sozinhas não garantem segurança; inteligência estratégica e compreensão da hierarquia são essenciais para sobreviver. Esse olhar quase político sobre o submundo adiciona camadas à narrativa, mostrando que traições silenciosas e alianças instáveis são tão importantes quanto a ação física.
O elenco se destaca pela química e autenticidade. Im Si-wan equilibra frieza e humanidade, enquanto Park Gyu-young e Jo Woo-jin entregam performances que misturam tensão emocional e credibilidade física. A participação de Sul Kyung-gu reforça a continuidade com Kill Boksoon, oferecendo um elo narrativo que enriquece a experiência para o público familiarizado com o universo original.
Visualmente, Mantis é impecável. Lee Tae-sung alterna entre planos amplos, que destacam a ação estratégica, e enquadramentos fechados, que aumentam a tensão. A trilha sonora contribui de forma significativa para a atmosfera, intensificando os momentos de suspense e introspecção. A edição ágil mantém o ritmo, sem sacrificar a clareza narrativa, garantindo que o espectador esteja constantemente envolvido.
Além da ação, o filme aborda questões profundas sobre legado, reputação e o custo pessoal de viver no submundo. Han-ul e seus colegas enfrentam dilemas sobre lealdade versus ambição, respeito conquistado versus necessidade de adaptação. Esses temas conferem densidade ao roteiro, transformando Mantis em mais do que um simples filme de ação: é uma reflexão sobre poder, ética e sobrevivência.
Pontos críticos
Apesar de suas qualidades, o longa-metragem não é perfeito. Algumas subtramas poderiam ter sido mais exploradas, e certos desfechos podem parecer previsíveis para quem acompanha regularmente thrillers de assassinos profissionais. No entanto, essas pequenas falhas não comprometem a experiência geral, que equilibra ação, suspense e drama emocional com eficácia.
Então, realmente vale a penaassistir?
A resposta é sim. O filme consegue combinar ação coreografada, tensão constante e desenvolvimento psicológico de personagens de forma equilibrada e envolvente. Lee Tae-sung entrega uma direção segura, o elenco performa com intensidade, e a narrativa mantém o público engajado do início ao fim. Mesmo com algumas previsibilidades, o filme se firma como um spin-off de qualidade, capaz de enriquecer o universo de Kill Boksoon e conquistar novos espectadores.
Para fãs de ação coreana, thrillers psicológicos e narrativas de assassinos de elite, o filme é mais do que recomendado: é uma experiência cinematográfica que combina entretenimento, profundidade e inovação narrativa.
No resumo da novela A Nobreza do Amor de hoje, 10 de abril, Lúcia/Alika confronta as mentiras inventadas por Virgínia e contesta as versões apresentadas por ela. Enquanto isso, Ana Maria se mostra contente ao dançar com Manoel. Salma observa e identifica sinais de envolvimento amoroso entre Tonho e Lúcia/Alika. Ao escutar uma conversa de Virgínia com familiares, Mirinho interpreta que Lúcia/Alika pode ter interesse nele.
Tomado pelo ciúme ao flagrar Tonho dançando com Lúcia/Alika, ele decide preparar uma emboscada contra o rival. Jendal tem um pesadelo com Alika, enquanto ela reage indignada às atitudes de Mirinho. Determinado, Jendal ordena a prisão de Soliman como estratégia para obrigar o paxá a revelar onde Alika está. Graça e Virgínia recorrem ao suborno de Botelho para garantir que o inspetor confirme a suposta participação de Lúcia/Alika e Vera/Niara no roubo das joias ocorrido em São Paulo.
Próximos capítulos da novela A Nobreza do Amor
Botelho concorda com o acordo proposto por Graça e Virgínia. A presença do inspetor ao lado das duas chama a atenção de Adônis, que passa a desconfiar da situação. Ele segue até a casa de José para levar Lúcia/Alika e Vera/Niara à delegacia, onde ocorrerá a acareação sobre o roubo das joias.
Soliman é colocado na prisão e declara a Chinua seu apoio à revolução em Batanga. Kênia e Jendal procuram Çinar em busca de informações sobre o estado de saúde de Omar. Mundica revela que Mirinho foi o responsável por sabotar a carroça de Tonho.
Diógenes cobra explicações de Virgínia e Graça após descobrir que ambas já conheciam o inspetor Botelho. Jendal toma conhecimento de que o navio de Soliman foi saqueado. Akin e outros moradores celebram o posicionamento de Soliman a favor da revolução, acompanhado da doação de objetos de valor pelos apoiadores. Botelho, por fim, se prepara para anunciar sua decisão sobre o caso das joias roubadas.
Botelho conclui que as joias de Lúcia/Alika e Vera/Niara não correspondem às peças roubadas em São Paulo, inocentando as duas. Virgínia reage com indignação, enquanto Diógenes passa a desconfiar da situação. Lúcia/Alika afirma a Diógenes que Virgínia deveria pedir desculpas pelo ocorrido.
Burak mente para Jendal ao afirmar que o navio de Soliman foi atacado por piratas. Dumi comenta com Akin que teme a resistência de Soliman mesmo após a prisão. Mirinho decide cobrar o dinheiro do suborno que Botelho recebeu.
Miguel volta atrás e resolve alugar a casa para Lúcia/Alika dar início ao seu novo empreendimento. Diógenes repreende Virgínia pelas atitudes recentes. Geralda percebe o interesse de Onildo por Vera/Niara, o que deixa Belmira frustrada. Omar desperta e é celebrado por Chinua e Çinar. Salma observa Tonho e Lúcia/Alika juntos.
A dupla mais improvável da galáxia está de volta em O Mandaloriano e Grogu, longa que transforma a jornada iniciada em The Mandalorian em uma experiência pensada para as telonas. Com direção de Jon Favreau e participação criativa de Dave Filoni, o filme tenta equilibrar continuidade e expansão dentro de um universo que já tem fãs exigentes. Mas será que essa transição realmente entrega algo novo?
A história consegue expandir o universo?
A trama se passa em um momento delicado da galáxia, quando o Império já caiu, mas ainda deixa rastros perigosos. Din Djarin, interpretado por Pedro Pascal, não é mais o mesmo caçador de recompensas frio de antes. Sua parceria com Grogu mudou suas prioridades, e agora suas missões carregam um peso moral mais evidente.
O filme introduz uma nova missão que envolve figuras do submundo e ameaças maiores ligadas aos remanescentes imperiais. Ao mesmo tempo, amplia o cenário político, mostrando que a Nova República ainda está longe de ter controle total da situação.
Apesar disso, a sensação em alguns momentos é de que o roteiro joga seguro demais. Em vez de arriscar grandes mudanças, prefere expandir o que já era conhecido, o que pode agradar fãs, mas limitar o impacto para quem espera algo mais ousado.
A dinâmica entre Din Djarin e Grogu ainda funciona?
Se existe um ponto que o filme acerta sem esforço, é a relação entre Din Djarin e Grogu. A conexão entre os dois continua sendo o principal motor emocional da história.
Grogu mantém seu carisma silencioso, enquanto Din demonstra um lado mais humano e menos solitário. Pequenos gestos e interações simples conseguem transmitir mais do que longos diálogos, o que reforça por que essa dupla se tornou tão popular.
Mesmo assim, há momentos em que o filme parece depender demais dessa dinâmica, usando-a como apoio em cenas que poderiam ser mais desenvolvidas narrativamente.
O filme se sustenta como experiência independente?
Essa é a pergunta que mais pesa na experiência. Para quem já acompanhava The Mandalorian, tudo faz sentido e se encaixa naturalmente. Já para novos espectadores, o caminho pode ser mais confuso.
O filme não perde tempo explicando o passado dos personagens ou o contexto da história. Isso torna o ritmo mais ágil, mas também cria uma barreira de entrada. Em vários trechos, a sensação é de estar assistindo a uma continuação direta, e não a uma obra pensada para funcionar isoladamente.
Além disso, a estrutura narrativa ainda carrega traços do formato episódico, o que reforça a impressão de que poderia ser uma extensão da série.
Vale a pena assistir?
Depende do seu envolvimento com o universo de Star Wars. Para fãs da série, o filme entrega exatamente o que se espera: mais aventura, mais desenvolvimento dos personagens e novas peças nesse quebra-cabeça galáctico.
Para quem busca uma experiência totalmente nova ou independente, o resultado pode parecer limitado. Falta um senso maior de evento, algo que realmente justifique a mudança para o cinema.
Qaundo estreia nos cinemas?
O Mandaloriano e Grogu já tem data marcada para chegar aos cinemas. O longa está programado para estrear em 21 de maio de 2026 no Brasil e em Portugal, reforçando sua importância dentro do calendário de lançamentos de Star Wars.
O retorno de Frank Castle já tem horário definido e deve movimentar a noite desta terça-feira (12) entre os fãs da Marvel. O especial O Justiceiro: Uma Última Morte estreia às 22h (horário de Brasília) no catálogo do Disney+, repetindo a estratégia da plataforma de concentrar grandes lançamentos no período noturno.
Essa escolha de horário não é aleatória. O Disney+ vem transformando estreias em eventos coletivos, criando uma experiência quase simultânea entre os assinantes. Em vez de liberar conteúdos ao longo do dia, a plataforma aposta em um momento único, em que todos assistem juntos, comentam e reagem em tempo real.
O que acontece com Frank Castle nesta nova fase da história?
Frank Castle retorna em um momento diferente da sua trajetória. Interpretado por Jon Bernthal, ele surge tentando se afastar da vida violenta que marcou sua existência como o Justiceiro, conhecido no universo Marvel como Punisher.
A história mostra um personagem mais silencioso, tentando viver longe da guerra que sempre o acompanhou. Não é uma mudança simples, nem definitiva. É mais uma tentativa de respirar fora do caos, como alguém que tenta descobrir quem é quando não está lutando o tempo todo.
Esse momento de aparente calmaria, porém, dura pouco. O crime volta a crescer em Nova York e Frank acaba sendo puxado novamente para a violência. O especial trabalha essa virada de forma mais emocional do que explosiva, mostrando o desgaste interno de alguém que nunca consegue realmente se afastar do próprio passado.
Quem está por trás da produção e qual é o foco dessa nova abordagem?
A direção do especial fica com Reinaldo Marcus Green, que também assina o roteiro ao lado de Jon Bernthal. Essa colaboração dá um tom mais pessoal à produção, como se a narrativa tivesse sido construída com mais atenção às emoções do personagem do que apenas à ação.
O projeto faz parte da nova linha de especiais da Marvel Studios, que aposta em histórias mais curtas e focadas. A proposta é contar narrativas fechadas, sem a necessidade de grandes conexões imediatas com outras produções, permitindo um olhar mais direto sobre personagens específicos.
No caso do Justiceiro, isso abre espaço para uma abordagem mais íntima, explorando não apenas suas ações, mas principalmente suas consequências emocionais.
O anti-herói ainda faz parte do MCU ou está isolado dentro dele?
Frank Castle continua inserido no Universo Cinematográfico Marvel, mas sua presença dentro desse universo funciona de maneira mais independente. Ele não ocupa o centro das grandes histórias, mas circula em regiões mais sombrias e urbanas da narrativa.
Após suas participações em produções como Demolidor: Renascido, o personagem passou a atuar em um espaço mais realista, lidando com o crime de forma mais direta e menos ligada ao lado fantástico da Marvel. Isso reforça a identidade do vigilante como alguém que existe na borda desse universo, sempre conectado, mas nunca totalmente integrado.
Por que esse retorno chama tanta atenção do público?
O Justiceiro sempre foi um personagem que gera interesse justamente por fugir do padrão tradicional de heróis. Ele não age movido por esperança ou idealismo, mas por dor, perda e um senso de justiça extremamente pessoal. Isso faz com que cada nova história carregue um peso diferente.
A interpretação de Jon Bernthal também se tornou um dos pontos centrais dessa conexão com o público. Ele conseguiu trazer mais humanidade ao personagem sem suavizá-lo, mostrando tanto a brutalidade quanto a fragilidade de Frank Castle. Isso ajudou a consolidar uma das versões mais marcantes do anti-herói nas adaptações recentes.
Outro fator que aumenta a expectativa é a participação direta do ator no desenvolvimento da história. Isso sugere uma narrativa menos engessada e mais próxima de uma visão autoral, o que pode trazer uma abordagem mais emocional e menos previsível.
O que esse especial pode indicar para o futuro do personagem?
Mesmo sendo tratado como uma história fechada, “Uma Última Morte” pode funcionar como um ponto de transição dentro do MCU. A Marvel vem testando novos formatos para entender melhor como certos personagens podem ser explorados em narrativas menores antes de possíveis expansões.
Isso abre espaço para diferentes caminhos. O Justiceiro pode continuar aparecendo em histórias urbanas mais isoladas ou até ser integrado em novos conflitos dentro do universo Marvel. No entanto, tudo depende da recepção do público a essa fase mais introspectiva.
Mais do que apontar para o futuro, o especial parece interessado em olhar para dentro do próprio personagem.