Henry Freitas leva sua “terapia musical” para a Beira Mar de Fortaleza em ação da Skol nesta quarta-feira (23)

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Quem passa pela orla de Fortaleza nesta quarta-feira (23) pode se preparar para um encontro inesperado, vibrante e gratuito com um dos nomes mais promissores da música popular nordestina: Henry Freitas. O cantor, músico e compositor pernambucano será a atração surpresa da Skol, que promove um grande esquenta para o Fortal com um trio elétrico especial na Beira Mar, a partir das 17h.

A ação celebra o retorno da Skol ao Fortal – um dos maiores festivais de música do Brasil – e promete unir o pôr do sol, o calor cearense e uma multidão animada sob o comando de um artista que vem ganhando os holofotes do país.

Uma trajetória que começou cedo

Aos 27 anos, Henry Freitas já carrega uma bagagem musical digna de veteranos. Nascido em Recife (PE), mas criado no interior da Paraíba, ele sempre teve a música como companheira de vida. Desde pequeno, vivia cercado por instrumentos, ritmos e melodias que pulsavam nas feiras, festas e rádios locais. Ainda adolescente, fez parte de bandas da região, onde aprendeu os primeiros acordes da estrada artística.

Mas foi em 2017, no vizinho Rio Grande do Norte, que o sonho virou projeto profissional. Henry lançou seu trabalho solo e, desde então, tem trilhado um caminho de crescimento consistente no cenário nacional, sem pressa, mas com presença.

O poder da “Terapia do Henry”

Hoje, não é exagero dizer que Henry Freitas se tornou uma sensação. Dono de um carisma espontâneo, o cantor conquistou empresários, público e crítica com uma performance completa: ele canta, toca, interage, emociona. E é exatamente esse conjunto que ele batizou carinhosamente de “Terapia do Henry” – uma experiência ao vivo que mistura forró, sofrência, alegria e superação emocional.

Seu repertório vai de regravações que embalam multidões até canções autorais que já são hinos nos paredões e playlists Brasil afora. Entre elas, estão sucessos como “Me Bloqueia”, “Mantenha Distância”, “Eu Nem Lembro”, “Me Evita Mais”, “B.O Pro Coração”, “Novinha Bandida” e o estouro mais recente: “Tem Café”, que alcançou o Top 10 do Spotify Brasil, chegando à 9ª posição.

Uma vibe redonda como a Skol

A escolha de Henry como rosto e voz da ação surpresa da Skol é mais do que acertada: ele representa exatamente a leveza, a alegria e o espírito de curtição que a marca busca celebrar. O evento na Beira Mar será ao ar livre e gratuito, aberto a todos que quiserem viver um fim de tarde inesquecível ao som de muito forró, arrocha e música feita para dançar e sentir.

“O Henry tem essa energia contagiante que é a cara do verão nordestino. Essa parceria com a Skol celebra não só a música, mas a rua, o povo, a alegria do reencontro”, destaca a produção da ação.

Fortal começa com o pé direito

O show desta quarta-feira marca oficialmente o início da temporada do Fortal, um dos eventos mais aguardados do calendário nacional. Com trios elétricos, grandes artistas e um público fiel que lota a capital cearense todos os anos, o festival se consolida como um verdadeiro carnaval fora de época – e Henry Freitas chega para aquecer os corações logo na véspera.

Para os fãs, a apresentação na Beira Mar é um convite a cantar junto, registrar momentos únicos e se entregar ao ritmo de uma nova geração da música nordestina.

De Pernambuco para o Brasil

A história de Henry é também a de muitos jovens talentos do Nordeste que transformam a arte em ponte entre o interior e os grandes palcos. Seu sucesso não foi moldado em estúdios caros, mas sim nas vivências do sertão, nas madrugadas em banda, nas pequenas festas que exigiam fôlego e amor.

Hoje, com milhões de ouvintes mensais nas plataformas digitais e uma agenda lotada de shows, Henry se firma como representante de uma nova cena musical: mais autêntica, mais conectada com as dores e delícias do cotidiano brasileiro.

Conexão com o público é sua marca

Para além dos números e rankings, o que mais impressiona em Henry é a conexão que ele constrói com o público. Não à toa, seus shows têm sido descritos como momentos de cura coletiva. Entre um refrão e outro, há espaço para desabafo, riso, abraço, dança e memória afetiva.

“Cada música que eu faço ou canto tem um pedaço de mim, mas também tem um pedaço de quem ouve”, disse o artista em recente entrevista. “É isso que me move: saber que estou fazendo parte da história de alguém.”

Cine Pipoca exibe neste domingo, no Samsung TV Plus, os filmes “Por Amor”, “As Coisas Impossíveis do Amor” e “Pegando Fogo”

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Nem sempre os melhores filmes são os que nos fazem rir. Às vezes, são justamente aqueles que nos colocam diante da nossa própria vulnerabilidade, que nos lembram das perdas que atravessamos e nos fazem ver o quanto somos capazes de resistir, mesmo quando tudo parece ruir. É nesse espírito que o canal Cine Pipoca, disponível gratuitamente no Samsung TV Plus, apresenta neste domingo (27), a partir das 16h15, o especial “A Dor Ensina o Caminho” – uma programação que convida o espectador a mergulhar em três histórias potentes, sensíveis e profundamente humanas.

A seleção de filmes não só emociona como oferece um raro espaço de contemplação em tempos apressados. São tramas que lidam com a dor do luto, o peso da culpa, a fragilidade das relações familiares e, sobretudo, a capacidade do ser humano de amar – mesmo (ou especialmente) quando tudo parece desmoronar.

Três filmes, três jornadas emocionantes

Cada um dos títulos escolhidos para compor o especial representa uma forma diferente de viver e transformar a dor. Não há fórmulas fáceis nem finais previsíveis. O que une os três longas é o olhar delicado sobre pessoas partidas, mas ainda inteiras o suficiente para seguir.

Por Amor – Quando dois mundos quebrados se encontram

Estrelado por Ashton Kutcher e Michelle Pfeiffer, Por Amor (título original: Personal Effects) é mais do que uma história de luto. É um filme sobre os acasos que aproximam pessoas em ruínas. Kutcher interpreta um jovem devastado pela perda da irmã assassinada. Ele carrega nos olhos uma raiva silenciosa e uma tristeza que não encontra palavras.

Ao conhecer uma mulher mais velha, interpretada com imensa sensibilidade por Pfeiffer, que também vive o luto pela morte do marido, ele descobre que o afeto pode surgir dos escombros. Ambos estão marcados, mas se reconhecem na dor. O filme, dirigido por David Hollander, é um retrato sutil sobre como o amor pode nascer não da completude, mas da vulnerabilidade compartilhada.

As Coisas Impossíveis do Amor – O peso invisível da culpa

Em As Coisas Impossíveis do Amor (The Other Woman), Natalie Portman entrega uma de suas atuações mais emocionantes. No papel de Emilia, uma jovem advogada que perde a filha recém-nascida e se vê isolada entre o luto, o casamento em crise e a tentativa de construir um vínculo com o enteado, o filme revela a complexidade da maternidade, da dor silenciosa e da pressão social sobre as mulheres que não seguem o “roteiro ideal”.

Dirigido por Don Roos, o longa evita os clichês do melodrama e mergulha fundo na psique de sua protagonista. É sobre o que não se diz, sobre os olhares julgadores, sobre a expectativa de superação instantânea. E, principalmente, sobre o longo e solitário processo de perdoar a si mesma.

Pegando Fogo – Um recomeço temperado pela redenção

Para encerrar a seleção, Pegando Fogo (Burnt) traz Bradley Cooper em um papel que combina intensidade, caos e transformação. Ele interpreta Adam Jones, um chef genial e egocêntrico que perdeu tudo por causa do próprio temperamento destrutivo. Tentando reerguer sua carreira e sua vida pessoal, ele enfrenta antigos fantasmas e aprende, a duras penas, que talento sem humildade é um prato frio demais para se digerir.

O filme, dirigido por John Wells, equilibra a tensão das cozinhas de alto nível com o drama existencial de um homem que precisa reaprender a viver. Mais do que uma história de superação profissional, é um estudo sobre redenção e a necessidade de se deixar ajudar – mesmo quando o orgulho insiste em cozinhar tudo sozinho.

Um domingo para se emocionar – e refletir

O especial “A Dor Ensina o Caminho” não é feito apenas para os fãs de drama. É uma curadoria pensada para quem busca sentido, para quem reconhece na arte um espelho possível da vida real. Assistir a esses filmes em sequência não é apenas maratonar – é atravessar uma experiência que nos convida a olhar para dentro.

O Samsung TV Plus, plataforma gratuita de canais por streaming disponível em smart TVs da marca, tem se destacado justamente por oferecer conteúdos variados e com fácil acesso. O canal Cine Pipoca, onde a programação especial será exibida, é uma dessas boas surpresas: uma janela gratuita para grandes histórias.

Samsung TV Plus e o compromisso com narrativas que importam

Enquanto muitos serviços de streaming apostam em volume e algoritmos, o Samsung TV Plus mostra que a curadoria ainda importa. A plataforma oferece dezenas de canais temáticos com programação 24h, e o Cine Pipoca é um dos que mais chama atenção por sua combinação de clássicos e estreias discretas, que muitas vezes passaram batido nas salas de cinema.

A proposta do canal é clara: aproximar o público de filmes que contam boas histórias, que emocionam, provocam e divertem. E o especial do dia 27 é um exemplo de como a televisão gratuita pode, sim, oferecer conteúdo de qualidade – desde que exista atenção aos detalhes e respeito pela inteligência emocional do espectador.

Entre perdas e recomeços: o que aprendemos com esses filmes

Mais do que entretenimento, os três longas reunidos neste domingo têm algo em comum: todos tratam da reconstrução de algo que foi perdido. Um ente querido, uma carreira, uma confiança, uma identidade. São narrativas que colocam seus protagonistas em rota de colisão com o passado, mas não para que eles se destruam – e sim para que aprendam a construir um novo presente, ainda que torto, ainda que imperfeito.

É impossível não se identificar. Afinal, todos nós já perdemos algo. Todos nós, em algum momento, tentamos seguir adiante com o coração em frangalhos. E é por isso que filmes assim importam. Porque, mesmo em suas ficções, eles nos dizem: você não está sozinho

Onde assistir

📺 Canal: Cine Pipoca – disponível no Samsung TV Plus (acesso gratuito em Smart TVs Samsung)

🗓️ Data: Domingo, 27 de julho

🕓 Horário: A partir das 16h15

Magia do mundo bruxo ganha vida com a nova coleção Harry Potter da Riachuelo e FANLAB

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Em 31 de julho, fãs de Harry Potter celebram o aniversário do bruxo mais querido da história da literatura e do cinema. Este ano, essa data ganha um significado especial com o lançamento da nova coleção inspirada no universo mágico da saga, idealizada pela Riachuelo em parceria com a FANLAB — marca de cultura pop da gigante do varejo. Além das peças licenciadas, o projeto traz de volta o Store in Store, espaços temáticos que prometem encantar os fãs com cenografias imersivas em lojas selecionadas, levando a magia para dentro do cotidiano e aproximando ainda mais esse universo fascinante do público brasileiro.

Harry Potter: mais que uma saga, um fenômeno cultural

Desde sua criação nos anos 1990 pela autora J.K. Rowling, Harry Potter transcendeu as páginas dos livros para se transformar em um fenômeno global, moldando a cultura pop de diversas gerações. O universo mágico criado por Rowling inspira histórias, produtos, parques temáticos, eventos e, claro, fãs apaixonados que mantêm viva a chama do bruxo que conquistou o mundo.

No Brasil, a saga encontrou terreno fértil para se tornar um marco cultural, com comunidades engajadas, eventos temáticos e uma base crescente de seguidores nas redes sociais. A cada aniversário do personagem, a magia parece se renovar, conectando jovens, adultos e famílias em uma experiência coletiva de nostalgia, encantamento e pertencimento.

É neste contexto que a Riachuelo e a FANLAB atuam, entendendo que não vendem apenas produtos, mas proporcionam experiências que tocam o emocional dos fãs e ampliam a relação afetiva com o universo Harry Potter.

O que a nova coleção traz de especial?

A coleção Harry Potter que estreia em julho na Riachuelo vai muito além do tradicional merchandising. Ela oferece uma curadoria pensada para englobar os diferentes públicos da saga — de crianças a adultos, de fãs casuais a colecionadores dedicados.

Entre as peças, estão camisetas estampadas que homenageiam personagens icônicos e as quatro casas de Hogwarts — Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa-Lufa — símbolos que carregam histórias, valores e identificação para cada fã. Além disso, a linha inclui pijamas temáticos, moletons, tricôs e uma seleção especial de itens de moda casa, que trazem conforto aliado à magia da estética do mundo bruxo.

Para quem quer mais do que roupa, a coleção oferece acessórios exclusivos: capas das casas, bolsas com inscrições que remetem aos feitiços e à escrita mágica, garrafas personalizadas, canecas e bonés, tornando possível carregar um pouco do encanto no dia a dia.

Essa diversidade de produtos revela o cuidado da Riachuelo e FANLAB em atender às expectativas de um público exigente, que valoriza a qualidade, o design e a autenticidade da marca oficial Harry Potter.

Store in Store: mergulhando na magia

O projeto Store in Store, que volta a acontecer pelo segundo ano consecutivo, é uma das grandes apostas para transformar a experiência de compra em uma verdadeira viagem ao universo de Hogwarts.

Em lojas selecionadas, os fãs poderão entrar em ambientes temáticos que recriam locais emblemáticos da saga, com cenografias cuidadosamente elaboradas para encantar e envolver o público. Esses espaços são muito mais do que pontos de venda; são verdadeiros pontos de encontro para fãs que desejam vivenciar a magia.

Em 2023, o projeto Store in Store foi reconhecido com o prêmio da Warner Bros Discovery na categoria “Melhor execução de varejo”, evidenciando o alto padrão e o impacto positivo da iniciativa.

Onde encontrar a magia?

A cenografia das lojas temáticas estará disponível em locais estratégicos, abrangendo as principais regiões do país para alcançar um público diverso.

No dia 22 de julho, o Shopping Tietê Plaza, em São Paulo, inaugura o Expresso de Hogwarts, com uma réplica da famosa locomotiva que transporta os alunos para a escola de magia e bruxaria. No dia seguinte, o Shopping Aricanduva, também em São Paulo, reabre o Salão Comunal, espaço que promete despertar memórias afetivas e encantar os visitantes com sua atmosfera acolhedora.

Em Sorocaba, no Esplanada Shopping, o dia 24 marca a chegada do Beco Diagonal, local mágico conhecido por suas lojas e peculiaridades — uma das passagens mais icônicas para o mundo bruxo.

No dia 26 de julho, o Palladium Shopping em Curitiba recebe a Plataforma 9¾, espaço que se destaca pela novidade em seu visual e promete ser um ponto de visita obrigatório para os fãs da saga no sul do país. Já em Belo Horizonte, o Minas Shopping inaugura sua versão da mesma plataforma no dia 30 de julho.

Esses corners temáticos estarão disponíveis até janeiro de 2026, garantindo uma experiência contínua e renovada para os visitantes ao longo de seis meses.

O poder das experiências para marcas e fãs

A estratégia de criar espaços temáticos e coleções oficiais vai muito além da simples comercialização. É uma forma de criar conexão, fidelizar clientes e fortalecer a relação emocional entre marcas e consumidores.

Para a Riachuelo e a FANLAB, que já possuem expertise em cultura pop, o universo Harry Potter representa uma oportunidade única de ampliar seu alcance e se posicionar como referência na oferta de produtos e experiências ligadas à cultura geek e pop.

Por outro lado, para os fãs, essas iniciativas trazem a possibilidade de vivenciar o universo mágico de forma tangível, participar de eventos temáticos e colecionar itens que reforçam sua identidade enquanto parte da comunidade global de seguidores da saga.

O cenário do varejo e cultura pop

A aposta em coleções licenciadas e experiências imersivas tem se mostrado uma tendência consolidada no varejo, principalmente no segmento jovem e geek. Consumidores buscam cada vez mais experiências que dialoguem com seus interesses pessoais e proporcionem momentos memoráveis.

Além disso, a cultura pop, especialmente franquias como Harry Potter, Marvel, Star Wars e outras, tem se consolidado como um dos principais motores de engajamento para marcas que desejam se conectar com públicos diversos.

Nesse sentido, a Riachuelo e a FANLAB atuam de forma estratégica ao investir em coleções que aliem moda, cultura e entretenimento, criando um diferencial competitivo importante no mercado brasileiro.

O que esperar para os próximos meses?

Com duração até janeiro de 2026, a coleção e as lojas temáticas terão ações especiais ao longo do período para manter o interesse e o encantamento dos consumidores.

Eventos, promoções, lançamentos de produtos exclusivos e até mesmo experiências interativas estão previstos para reforçar o vínculo dos fãs com a marca e com o universo Harry Potter.

Assim, a magia continuará presente não apenas no vestuário e acessórios, mas em toda a experiência de compra e relacionamento com a marca.

Para fãs de todas as idades

Um dos grandes méritos dessa coleção e dos espaços temáticos é a capacidade de reunir públicos de diferentes faixas etárias e perfis. Crianças encantadas pelo mundo mágico, jovens que cresceram lendo os livros, adultos que compartilham memórias afetivas e colecionadores ávidos encontram ali motivos para celebrar.

A experiência se torna, portanto, uma oportunidade para famílias se conectarem, para amigos compartilharem interesses comuns e para fãs expressarem sua paixão pelo universo Harry Potter de maneira autêntica.

Marcos e Belutti levam seus maiores sucessos à Suhai Music Hall em show emocionante no dia 25 de outubro

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No dia 25 de outubro, os fãs de sertanejo têm um encontro marcado na Suhai Music Hall, em São Paulo. Marcos & Belutti, uma das duplas mais queridas do cenário nacional, sobem ao palco para um show que promete emocionar e celebrar uma trajetória marcada por grandes sucessos e conexões profundas com o público.

Com mais de 15 anos de estrada, a dupla construiu um legado sólido, repleto de canções que fizeram parte da vida de milhões. Hits como “Domingo de Manhã”, “Aquele 1%” e “Insubstituível” são exemplos do repertório que emociona diferentes gerações, revelando a força do trabalho e o carinho que Marcos & Belutti dedicam aos seus fãs.

Números que refletem paixão e dedicação

Mais do que os títulos e prêmios, a verdadeira medida do sucesso da dupla está na relação com o público. São mais de 2 bilhões de visualizações nos vídeos oficiais, 1 bilhão de streamings nas plataformas digitais e uma base fiel de mais de 15 milhões de seguidores nas redes sociais — números que atestam a proximidade e a admiração recíproca entre artistas e fãs.

Essa presença marcante mostra que Marcos & Belutti vão além das músicas: eles acompanham, celebram e emocionam a vida de muita gente, dia após dia.

O espetáculo preparado para encantar

A apresentação na Suhai Music Hall foi cuidadosamente pensada para oferecer um espetáculo à altura da carreira da dupla. O palco será o cenário ideal para reviver grandes sucessos e também apresentar novidades que reforçam a identidade única da dupla.

Com capacidade para receber o público com conforto, a casa oferece acessibilidade e estrutura completa, como ar-condicionado, para garantir que todos desfrutem da noite sem preocupações.

O show começa às 22h, mas as portas abrem duas horas antes, dando tempo para que o público se acomode e aproveite cada momento.

Informações importantes para o público

O evento é exclusivo para maiores de 16 anos, sendo que os jovens nessa faixa etária devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis legais para entrar. Essa medida reforça o compromisso com a segurança e o bem-estar do público.

Os ingressos já estão disponíveis para compra online no site Ticket Store, com pagamento facilitado via cartão de crédito, débito ou PIX. A pré-venda exclusiva para clientes Suhai Seguradora começa no dia 28 de julho, a partir das 12h, seguida da venda geral no mesmo dia e horário.

Diversidade de opções para todos os gostos

Os fãs poderão escolher entre diferentes setores, que variam desde áreas VIPs mais exclusivas até plateias com preços acessíveis, contemplando tanto ingressos inteiros quanto meia-entrada. Essa variedade permite que o público encontre o espaço ideal para curtir a noite conforme sua preferência e orçamento.

“No Céu da Pátria Nesse Instante” | Documentário de Sandra Kogut sobre a tensão da democracia brasileira lança pôster oficial

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Em 8 de janeiro de 2023, o Brasil viveu um daqueles dias que entram para a história e para a memória coletiva, um momento que marcou o país e o mundo: a invasão do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal — os símbolos máximos da democracia nacional — por uma multidão movida por raiva, desinformação e polarização extrema. Um episódio tão tenso que colocou em xeque os pilares da convivência democrática e expôs as fissuras de um Brasil dividido.

É justamente esse capítulo intenso e doloroso que a cineasta Sandra Kogut escolheu filmar, com a sensibilidade de quem entende que a história não se limita a fatos frios, mas se constrói em emoções, medos e nuances humanas. No Céu da Pátria Nesse Instante, seu mais recente documentário, não apenas narra o que aconteceu, mas revela as camadas de tensão, incerteza e angústia que permearam aquele período.

Um mergulho na tensão e no medo do presente

O filme acompanha diversos personagens, de diferentes pontos do espectro político brasileiro, durante os meses turbulentos que antecederam e envolveram o episódio do dia 8 de janeiro. A narrativa foge do registro tradicional para explorar o ambiente emocional — aquele medo difuso, a ansiedade crescente e as “realidades paralelas” criadas por fake news que tornaram o momento ainda mais explosivo.

Para Sandra Kogut, o filme é “também sobre todo o medo e tensão que estavam contidos naquele momento”. É um convite a olhar para o Brasil não apenas como um cenário político, mas como um país de gente real, com dúvidas, paixões e fragilidades.

Esse olhar empático transforma a obra em um documento vivo, capaz de ajudar o público a compreender o presente para refletir sobre o futuro.

O poder do documentário para dar sentido à confusão

Num mundo saturado por informações imediatas e muitas vezes conflitantes, documentários como esse cumprem uma função essencial: desacelerar o olhar, abrir espaço para a escuta e o entendimento.

No Céu da Pátria Nesse Instante não é apenas um registro do que aconteceu — é um esforço para decifrar o caos, mostrando que, por trás de atos extremos, existem pessoas com histórias, medos e motivações complexas.

Esse processo de humanização é fundamental para evitar simplificações perigosas que alimentam ainda mais a polarização. Ao dar voz a diferentes lados, o filme constrói uma narrativa rica, que resiste à tentação de transformar tudo em preto e branco.

Um legado para o futuro

A diretora lembra que sabia da importância do momento para o Brasil, e da necessidade de um registro que pudesse ser revisitado por gerações futuras.

“Era um momento sério, que a gente ia querer olhar de novo com o tempo, para tentar entender, explicar para os nossos filhos”, afirma Kogut, ressaltando o papel do cinema como uma ferramenta para a memória histórica e a educação.

Essa consciência do valor histórico e educativo do documentário reforça seu impacto, tornando-o uma peça chave na reflexão sobre a democracia brasileira contemporânea.

Um filme que cruzou fronteiras

No Céu da Pátria Nesse Instante foi recebido com reconhecimento internacional, ganhando espaço em festivais renomados como o Festival de Málaga, Dok.fest München, Festival du Cinéma Brésilien de Paris, IDFA em Amsterdã — o maior festival de documentários do mundo — e o Festival de Cinema de Jeonju, na Coreia do Sul, entre outros.

O interesse global pelo filme demonstra como os temas de polarização, crise democrática e desinformação têm ressonância mundial, e como o Brasil virou um espelho para questões que desafiam democracias em todo o planeta.

No Brasil, a obra foi premiada no 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, conquistando o Troféu de Melhor Montagem e o Prêmio Especial do Júri — merecidos reconhecimentos à qualidade artística e à relevância do tema.

Produção colaborativa que reflete o compromisso cultural

O documentário conta com o apoio do ProAC, por meio da Política Nacional Aldir Blanc, e foi produzido pela Ocean Films em parceria com Marola Filmes, Kiwi Filmes, GloboNews, Globo Filmes e Canal Brasil. A distribuição fica por conta da O2 Play e Lira Filmes.

Essa rede de colaboração mostra a força do audiovisual brasileiro e o interesse conjunto em dar voz a histórias que ajudam a entender a complexidade do país.

Por que esse filme importa — hoje e sempre

Em tempos em que o espaço para o diálogo é estreito, e as fake news ameaçam corroer a confiança nas instituições, entender a raiz dos conflitos é essencial.

No Céu da Pátria Nesse Instante surge como um convite a esse entendimento. Ao acompanhar os acontecimentos de perto, com humanidade e profundidade, o filme reforça a importância da democracia — não como uma abstração, mas como algo que impacta diretamente a vida das pessoas.

É uma obra que provoca reflexões, que inquieta, que emociona, e que, acima de tudo, chama à responsabilidade coletiva.

O pôster oficial: uma imagem que fala por si

A arte do pôster, que retrata a invasão ao Congresso Nacional, é emblemática e potente. Ela sintetiza a gravidade do episódio e serve como um chamado à vigilância e à preservação dos valores democráticos.

Assistir para lembrar e agir

Mais do que um filme para ser visto, No Céu da Pátria Nesse Instante é um convite para o debate, para a conscientização e para a defesa da democracia.

Ao levar o espectador a revisitar um momento crucial com sensibilidade e coragem, Sandra Kogut entrega uma obra que ficará viva na memória coletiva — um instrumento para que jamais esqueçamos o preço da liberdade e o cuidado que ela exige.

Antes mesmo da estreia da 2ª temporada, “Wandinha” é renovada para a 3ª — e prova que o gótico nunca sai de moda

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Foto: Reprodução/ Internet

Diga o que quiser sobre tendências passageiras da cultura pop. Pode falar dos hits que explodem num dia e evaporam no outro, das séries que lotam as timelines e desaparecem na semana seguinte. Mas há algo em Wandinha que escapou disso tudo — como se ela, com seu olhar gelado e passos calculados, tivesse atravessado a bagunça ruidosa do streaming e nos lembrado de algo essencial: o estranho, quando é verdadeiro, toca fundo.

Essa é, talvez, a melhor explicação para o anúncio inesperado (ou não tanto assim) feito pela Netflix: Wandinha foi renovada para sua terceira temporada antes mesmo da estreia da segunda, marcada para os dias 6 de agosto e 3 de setembro de 2025, em duas partes.

E quer saber? Essa renovação precoce nem soa como aposta — soa como consequência. Porque o fenômeno Wandinha não é hype. É identidade.

Uma garota sombria e um espelho invertido da cultura pop

Lá em 2022, quando a primeira temporada estreou, poucos previam que uma adolescente gótica, que raramente sorri, se tornaria uma das figuras mais reconhecíveis e queridas do entretenimento mundial.

Mas bastaram algumas semanas — e um punhado de frases afiadas — para que a personagem, vivida por Jenna Ortega, invadisse nossas telas, nossos feeds, nossas playlists, nosso guarda-roupa.

Sim, estamos falando de uma série que acumula mais de 1 bilhão de horas assistidas em menos de um mês, que liderou por semanas os rankings globais da Netflix, que superou até Stranger Things e Bridgerton. Mas mais do que um sucesso numérico, Wandinha se tornou um símbolo cultural. Um desses momentos em que a arte encontra o espírito do tempo — e o traduz em preto e branco (com um toque de sangue).

A anti-heroína que todos queriam, mas ninguém esperava

Há algo de profundamente libertador em assistir alguém como Wandinha ocupar o centro da narrativa. Ela não está interessada em ser boazinha. Não quer se apaixonar. Não precisa da aprovação de ninguém. E ainda assim (ou por causa disso), ela se conecta com milhões.

É como se, ao recusarmos os sorrisos forçados, a empatia automática e os finais felizes enlatados, estivéssemos abrindo espaço para uma verdade mais crua, mais autêntica. Wandinha é essa verdade. Ela é o incômodo necessário. A contradição viva. O silêncio eloquente.

E nesse silêncio, muita gente se viu. Gente que sempre se sentiu “demais” — ou “de menos”. Gente que aprendeu a sobreviver nas margens. Gente que nunca foi convidada pro baile da escola, mas que dançou sozinha no quarto até tarde da noite.


O DNA sombrio da série: Burton, Elfman e uma estética que é personagem

Parte do fascínio de Wandinha vem da sua atmosfera — que não é só visual, é sensorial. Quando os créditos sobem, a gente sente que respirou o mesmo ar gelado da Escola Nunca Mais. Que caminhou pelas florestas da Romênia. Que ouviu os estalos dos corredores antigos e o ranger de portões enferrujados.

O toque de Tim Burton, que dirigiu os quatro primeiros episódios e assinou a produção, é mais do que reconhecível — é visceral. A estética gótica, os enquadramentos excêntricos, o humor desconcertante… tudo remete àquele universo burtoniano que brinca com o macabro como quem serve chá.

A trilha sonora, claro, fica por conta de Danny Elfman. E ela não só embala, como assombra. A música de Wandinha é quase um feitiço — daquelas melodias que você ouve e já sente a temperatura cair uns três graus.

Enid, Thornhill, Tio Chico: por que o elenco também é uma dança de opostos

Se Wandinha é o núcleo, o elenco ao redor dela é a órbita. E cada personagem contribui com camadas que enriquecem o universo da série.

Temos Enid, a colega de quarto colorida e expansiva, interpretada com doçura por Emma Myers. O contraste entre as duas — o preto-e-branco versus o arco-íris — gera uma das dinâmicas mais cativantes da série. É quase como se fossem duas metades de uma mesma inquietação adolescente.

Christina Ricci, que viveu Wandinha nos anos 90, retorna agora como a misteriosa professora Thornhill. É mais do que uma participação especial: é uma ponte entre gerações. Um aceno afetuoso aos fãs mais antigos, sem depender da nostalgia fácil.

No papel de Tio Chico, Fred Armisen rouba a cena com uma mistura deliciosa de esquisitice e afeto. Catherine Zeta-Jones como Morticia e Luis Guzmán como Gomez reimaginam o casal icônico com uma latinidade calorosa e um humor sinistro, mas sempre apaixonado.

E não dá para esquecer dos estudantes da Escola Nunca Mais: Xavier, Bianca, Tyler… todos habitando um mundo onde o estranho é norma, e a normalidade, uma aberração.

Segunda temporada: o que esperar de Wandinha versão 2025?

A nova temporada já nasce com a responsabilidade de manter (ou superar) o padrão altíssimo da anterior. Mas ao que tudo indica, não faltam planos ambiciosos.

A segunda temporada será dividida em duas partes. Uma estreia no dia 6 de agosto, a outra, no 3 de setembro. A estratégia visa prolongar o envolvimento do público e, claro, gerar mais teorias, fanarts e especulações.

Nas palavras dos criadores Al Gough e Miles Millar, a nova leva de episódios mergulhará ainda mais fundo nos segredos da Escola Nunca Mais, nas catacumbas da família Addams, e nos conflitos internos de Wandinha. Mais mistério, menos romance — como a própria Jenna Ortega já havia sugerido.

E por falar nela…

Jenna Ortega: a atriz que virou ícone — e que carrega Wandinha com a alma

A escolha de Jenna Ortega para o papel principal pode ter parecido ousada num primeiro momento. Mas hoje, soa como destino.

Com sua entrega milimétrica, seu olhar penetrante e sua postura que mistura vulnerabilidade e dureza, Jenna construiu uma Wandinha tridimensional. Não é uma caricatura. É uma adolescente complexa, com feridas, intuições e um senso de justiça próprio.

O fato de a atriz ter feito questão de participar ativamente da construção da personagem — inclusive coreografando a icônica dança do episódio 4 — diz muito sobre sua conexão com o papel.

Jenna não está apenas interpretando Wandinha. Ela é Wandinha. E o mundo, ao que tudo indica, está feliz com isso.

Terceira temporada confirmada: o que ainda pode ser contado?

A Netflix anunciou a renovação da série para a 3ª temporada mesmo antes de a segunda ir ao ar. É o tipo de decisão rara — e reveladora. Porque não se trata apenas de audiência. É uma aposta na longevidade de um universo narrativo que ainda tem muito a oferecer.

O que vem por aí? Ninguém sabe ao certo. Mas as pistas apontam para mais segredos da família Addams, novos vilões sobrenaturais e dilemas emocionais que vão testar os limites de Wandinha — inclusive os dela consigo mesma.

Fala-se em novos parentes, em novos professores, em mais lendas sinistras escondidas nas sombras da Escola Nunca Mais. E, claro, em mais sarcasmo, mais silêncio e mais frases cortantes que nos farão rir sem culpa.

Muito além do entretenimento: o impacto cultural de Wandinha

Você pode ver Wandinha como uma série de mistério adolescente. Ou como uma sátira gótica. Ou até como uma homenagem a Tim Burton. Mas o que talvez a torne tão especial é que ela também é um sinal dos tempos.

Em um mundo em que ser diferente ainda é motivo de exclusão, Wandinha representa a coragem de ser quem se é — mesmo que isso assuste os outros. Ou talvez, justamente por isso.

Ela virou figurinha de WhatsApp. Tema de festa. Look de Halloween. Letra de música indie. Página de diário. Referência fashion. Inspiração para quem achava que não pertencia.

E tudo isso sem nunca forçar a barra. Sem lição de moral. Sem discurso pronto. Só sendo… ela mesma.

A força do estranho — e por que precisamos disso agora

Vivemos numa época de ruído constante, onde tudo parece urgência, polidez ensaiada e sorrisos de filtro. E então surge Wandinha: quieta, firme, afiada.

Ela nos lembra que o silêncio também fala. Que o estranho pode ser belo. Que não precisamos nos encaixar em nada para merecer estar aqui.

Talvez por isso, essa série tenha se tornado um fenômeno global. Não porque agrada a todos. Mas porque acolhe quem nunca se sentiu agradado por ninguém.

Enquanto a nova temporada não chega…

Reveja aquela cena da dança. Repare nos detalhes da Escola Nunca Mais. Ouça a trilha sonora num dia nublado. Vista preto com mais convicção. Escreva uma carta com sarcasmo afetuoso. Ou apenas sinta-se à vontade na sua própria esquisitice.

Porque Wandinha não é só uma série que assistimos. É um lugar simbólico para onde fugimos quando o mundo parece idiota demais. É um lembrete de que somos muitos — e estamos acordando.

E agora que sabemos que ela volta para uma terceira temporada, podemos respirar aliviados.

Mesmo que Wandinha não o faça.

Cinesystem oferece ingressos grátis para quadrigêmeos e descontos especiais para grupos inspirados no novo “Quarteto Fantástico”

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Foto: Reprodução/ Internet

Na era das superproduções e experiências imersivas, a magia de ir ao cinema ganha contornos ainda mais surpreendentes quando a criatividade se une ao carinho por quem ama a sétima arte. E se depender da Cinesystem, um dos maiores circuitos de cinema do Brasil, o ato de assistir a um bom filme pode se transformar em uma ocasião inesquecível, divertida — e com aquele gostinho de economia que todo mundo adora.

Inspirada no aguardado “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”, que chega aos cinemas despertando nostalgia e expectativa nos fãs da Marvel, a rede preparou uma ação que une bom humor, afeto, família e, claro, pipoca. Durante os dias 24 a 30 de julho, quadrigêmeos que forem juntos ao cinema ganham ingressos totalmente gratuitos. E os benefícios não param por aí: grupos de quatro pessoas que forem aos cinemas vestindo ao menos uma peça de roupa igual — seja uma camiseta, um boné ou até meias combinando — garantem meia-entrada para todos os integrantes do quarteto.

A ideia é simples, mas poderosa: resgatar o prazer coletivo do cinema e reforçar que, quando estamos acompanhados de quem gostamos, a experiência fica ainda melhor. Seja com amigos, irmãos, casais ou aquele grupo que parece inseparável, a campanha valoriza a coletividade, o bom humor e o vínculo emocional com os heróis que marcaram gerações.

Promoção com identidade brasileira: da família à galera que se veste igual

É difícil não se encantar com a proposta da campanha. Em tempos em que a individualidade domina as relações e o consumo cultural muitas vezes acontece de forma isolada — via streaming, smartphones ou plataformas on demand —, uma ação que celebra o coletivo é, por si só, uma provocação poética.

“Nosso desejo é proporcionar momentos que realmente fiquem na memória dos nossos clientes”, comenta Samara Vilvert, gerente de Marketing da Cinesystem. “Mais do que apenas exibir filmes, queremos construir experiências que ultrapassem a tela. E, para isso, nada melhor do que envolver o público em ações que valorizam a convivência, a diversão e o lado lúdico do cinema.”

A ação contempla todos os multiplex da rede — com exceção das unidades Cinesystem Belas Artes Frei Caneca (SP) e Botafogo (RJ). Ou seja, quem está em cidades como São Luís, Maringá, Curitiba, São José dos Campos, Rio Branco e outros polos onde a rede atua, pode reunir o grupo e se jogar na aventura cinematográfica.

Pipoca, refrigerante e desconto: o combo perfeito da diversão

Quem for ao cinema entre os dias 24 e 30 de julho e participar da campanha ainda vai contar com uma vantagem extra. Além dos ingressos gratuitos (no caso dos quadrigêmeos) ou da meia-entrada (para quartetos vestidos com peças semelhantes), os grupos também ganham um desconto generoso de 40% no Combo Max Duplo — que inclui um balde de pipoca crocante e dois copões de refrigerante com 700ml cada.

O gesto, além de reforçar o senso de acolhimento, resgata a experiência completa de ir ao cinema: da chegada com cheirinho de pipoca até os minutos finais do filme, em que todo mundo sai comentando as cenas, teorias e surpresas. É uma forma de fazer com que o passeio ao cinema volte a ser um ritual coletivo, social, memorável.

Quarteto Fantástico: heróis, nostalgia e o poder do grupo

“Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” marca um novo capítulo na trajetória dos icônicos personagens da Marvel — Reed Richards (Sr. Fantástico), Sue Storm (Mulher Invisível), Johnny Storm (Tocha Humana) e Ben Grimm (Coisa). A nova produção reimagina a origem da equipe com um olhar mais contemporâneo e emocional, enquanto presta homenagem às versões clássicas dos quadrinhos.

O filme resgata a essência da colaboração, da amizade e da superação conjunta — pilares que, curiosamente, também estão por trás da campanha promocional da Cinesystem. Afinal, os verdadeiros heróis do cotidiano também são aqueles amigos que topam combinar roupas para pagar menos, os irmãos que sempre dividem o refrigerante e os pais que não perdem uma estreia ao lado dos filhos.

Tradição em criatividade: o DNA irreverente da Cinesystem

Quem acompanha a trajetória da rede Cinesystem já sabe: campanhas criativas e ousadas fazem parte do repertório da empresa. Em 2024, por exemplo, a rede já havia surpreendido ao oferecer ingressos grátis para todas as mulheres chamadas Rebeca ou Beatriz, em comemoração às conquistas olímpicas de atletas com esses nomes.

Outra ação memorável ocorreu no Dia do Gaúcho, quando clientes que compareceram às sessões trajando pilcha ganharam entrada gratuita. No Halloween, o público foi incentivado a ir fantasiado, garantindo entrada em dobro. E a promoção C20, no G20, também se destacou: ingressos a R$ 20 para todos os clientes durante a semana da conferência internacional.

Mais recentemente, a rede realizou a inusitada ação do “Cãosplay”, em que cães fantasiados como o Krypto, o cão do Superman, disputaram o prêmio de um ano de cinema grátis para seus donos. O vencedor foi escolhido nas redes sociais da Cinesystem, em uma campanha que viralizou pela ternura, criatividade e engajamento.

Cinema como ponto de encontro: um espaço para todos

No mundo frenético e, muitas vezes, solitário em que vivemos, o cinema permanece como um dos poucos lugares onde o coletivo ainda importa. Ver um filme ao lado de outras pessoas, dividir risadas, lágrimas e sustos, cria uma conexão poderosa — quase mágica. A campanha do “Quarteto Fantástico” da Cinesystem reforça justamente isso: que a sala escura é também um lugar de afeto, de reencontro, de partilha.

E, ao convidar o público a ir em grupo, a vestir roupas iguais e a se divertir com a ideia de ser “um quarteto fantástico da vida real”, a rede promove não apenas uma ação de marketing, mas um gesto de reencontro com a própria natureza do cinema: a de juntar as pessoas, emocionar e inspirar.

Como participar da campanha?

Para participar, basta seguir algumas orientações simples:

  • Quadrigêmeos precisam ir juntos à bilheteria de qualquer cinema Cinesystem participante e apresentar documentos de identificação que comprovem o parentesco. Cada um deles terá direito a ingresso gratuito.
  • Grupos de quatro pessoas, que podem ser amigos, parentes ou casais, precisam vestir ao menos uma peça de roupa igual (camiseta, boné, blusa, etc.). O grupo, então, receberá o benefício da meia-entrada para todos, mesmo que não possuam carteirinha de estudante ou outros documentos normalmente exigidos.
  • A promoção é válida para qualquer filme em cartaz, não apenas o “Quarteto Fantástico”, e está disponível entre os dias 24 e 30 de julho. O desconto de 40% no Combo Max Duplo também é automático, mediante a participação na campanha.

A programação completa dos filmes está disponível no site oficial da Cinesystem: www.cinesystem.com.br.

Maicon Clenk celebra 20 anos de magia com turnê nacional de “O Grande Show de Mágica”

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Se você ainda acha que mágica é só um coelho saindo da cartola ou uma carta desaparecendo entre os dedos, é porque ainda não viu Maicon Clenk em ação. Considerado um dos mais inovadores artistas da ilusão no Brasil, o ilusionista sobe aos palcos com uma superprodução à altura de seus 20 anos de trajetória artística: “O Grande Show de Mágica”, espetáculo que já arrancou suspiros e aplausos em Curitiba e, agora, se prepara para encantar o público de São Paulo no Teatro Sérgio Cardoso, entre os dias 11 e 21 de setembro. Depois, a mágica segue para Florianópolis.

Mas não se engane: esta não é apenas mais uma apresentação de truques. É um mergulho profundo na própria essência do ilusionismo, misturando teatro, dança, humor, história e tecnologia de ponta. É o que Clenk chama de “Teatro Ilusionista”, uma linguagem cênica autoral criada por ele que rompe as fronteiras do espetáculo tradicional e ressignifica a experiência de assistir a um show de mágica.

Uma jornada mágica pela história da ilusão

O ponto de partida da apresentação é tão grandioso quanto a proposta artística: a história do ilusionismo em si. Em cena, somos transportados pelos tempos — do misticismo do Egito Antigo, onde os primeiros truques nasceram como rituais sagrados, até os palcos brilhantes de Las Vegas, lar dos grandes mestres da mágica moderna.

Entre aparições, levitações e teleportes de tirar o fôlego, Maicon presta homenagem a figuras históricas como Merlim, Houdini — o mestre do escapismo —, e George Méliès, o pioneiro dos efeitos especiais no cinema. Tudo isso envolvido em uma cenografia imersiva, que abraça o espectador com luzes, fumaça, trilhas emocionantes e mais de 100 figurinos elaborados especialmente para o espetáculo.

Mais de 20 grandes ilusões… e incontáveis surpresas

É difícil prever o que virá a seguir quando as cortinas se abrem para “O Grande Show de Mágica”. Clenk coleciona mais de 20 ilusões mundialmente consagradas ao longo da apresentação, mas também reserva espaço para momentos que só poderiam nascer da sua mente criativa. Há espaço para criaturas míticas, enigmas astrais, objetos flutuando no ar — e, segundo rumores, até um dinossauro pode aparecer.

A sensação é de estar diante de algo vivo, pulsante, onde tudo pode acontecer. E acontece.

Um mágico falido? Sim, com muito humor

Entre um truque de ilusão e outro, surge um Clenk bem diferente: um mágico brasileiro falido, que tenta — sem muito sucesso — impressionar a plateia com truques que insistem em dar errado. É um dos pontos altos do espetáculo e mostra o lado cômico do artista, que sabe rir de si mesmo e das expectativas do público.

“Essa parte é quase uma conversa com o público. Um momento de descompressão, de lembrar que a mágica também pode ser engraçada, caótica, e ainda assim encantadora”, conta Clenk, que interpreta o personagem com um misto de improviso, técnica e sensibilidade cômica.

Teatro Ilusionista: uma linguagem que mistura artes

É aí que está o diferencial da obra. Criador da linguagem artística chamada Teatro Ilusionista, Maicon Clenk não se contenta em ser apenas um mágico no palco. Ele é também diretor, bailarino, coreógrafo, ator e contador de histórias. E essa multidisciplinaridade aparece em cada momento do espetáculo.

A magia não vem sozinha. Ela caminha lado a lado com a dança, a música, a iluminação detalhista e até mesmo com acrobacias. Os truques se tornam metáforas visuais sobre o tempo, o mistério e a beleza do inexplicável. É uma celebração da arte como um todo — e uma homenagem à capacidade humana de se maravilhar.

Para todos os públicos, de todas as idades

A proposta de Clenk também é inclusiva e acessível. No palco, a figura tradicional do mágico é substituída por uma pluralidade de personagens interpretados não só por ele, mas também por atores, bailarinos e acrobatas. Em vez de ser o dono do mistério, Clenk compartilha o palco com sua trupe de ilusionistas modernos — todos parte ativa da criação daquele universo.

“Quero que todo mundo se sinta parte da mágica. Desde a criança que está vendo um show pela primeira vez até o adulto que talvez já tenha esquecido como é se encantar com o impossível”, diz Clenk.

20 anos de estrada e 20 milhões de espectadores

Com duas décadas de carreira, Maicon Clenk tem um currículo que impressiona. Suas obras já foram assistidas por mais de 20 milhões de pessoas e ele esteve em destaque em programas como Domingão do Faustão, Tudo É Possível e Eliana. Também foi um dos destaques da série internacional “Mestres do Ilusionismo”.

Entre seus trabalhos de maior sucesso está POLARIS, espetáculo dentro de um gigantesco globo de cristal, que virou referência no gênero e rendeu prêmios como o Troféu ABRASCE, o Troféu Gralha Azul de melhor espetáculo e o recente Troféu Picadeiro 2024 de ilusionismo.

O que podemos esperar da turnê?

A turnê nacional começa por Curitiba, segue para São Paulo e Florianópolis, com a promessa de outras datas ainda a serem divulgadas. Em cada cidade, o espetáculo é adaptado aos palcos locais, mantendo o rigor técnico e visual que já virou marca registrada de Clenk.

No Teatro Sérgio Cardoso, o espetáculo acontece entre os dias 11 e 21 de setembro, com sessões para o público geral e também para escolas e projetos sociais. Os ingressos variam de acordo com o setor, mas há opções com meia-entrada e acessibilidade para pessoas com deficiência.

“Universal Pictures revela arte inédita de “Wicked: Parte II”, aguardada continuação da saga das Bruxas de Oz

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Foto: Reprodução/ Internet

A Universal Pictures acaba de revelar uma arte inédita de “Wicked: Parte II”, aguardada continuação do fenômeno de 2024 que conquistou fãs no mundo inteiro. Nesta nova fase, a história das lendárias bruxas de Oz chega ao seu capítulo final, trazendo de volta as poderosas interpretações das atrizes indicadas ao Oscar, Cynthia Erivo e Ariana Grande, em uma trama que mistura magia, drama e músicas emocionantes.

O lançamento está marcado para o dia 20 de novembro e, como no primeiro filme, os fãs terão a opção de assistir à versão dublada, com as vozes de Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). Além das protagonistas, o elenco conta com grandes nomes como Jonathan Bailey, Jeff Goldblum e Michelle Yeoh, que também retornam para fortalecer ainda mais a narrativa encantadora e complexa de Oz.

Um universo de magia e conflitos

“Wicked: Parte II” retoma a jornada das bruxas em um momento delicado: Elphaba (Cynthia Erivo), agora exilada e conhecida como a Bruxa Má do Oeste, luta para revelar as verdades ocultas sobre o governo do Mágico de Oz (Jeff Goldblum). Enquanto isso, Glinda (Ariana Grande), agora símbolo da bondade e glamour, enfrenta dilemas profundos ao se preparar para um casamento real com o Príncipe Fiyero (Jonathan Bailey).

O filme mergulha nas tensões entre amizade, poder e sacrifício, explorando como as escolhas que cada personagem faz reverberam não só em suas vidas, mas em todo o reino de Oz. A direção do premiado Jon M. Chu garante um equilíbrio entre cenas visuais deslumbrantes e uma narrativa emocionalmente rica, que promete conquistar públicos de todas as idades.

O brilho de um elenco estrelado

A força do filme também vem do seu elenco cuidadosamente escolhido. Cynthia Erivo, conhecida por sua voz poderosa e performances marcantes, dá vida a Elphaba com uma intensidade que traduz toda a complexidade da personagem — uma mulher verde e incompreendida que desafia o status quo. Já Ariana Grande, além de estrela da música, mostra seu talento como atriz ao interpretar Glinda, que enfrenta o peso das expectativas sociais e pessoais.

Complementando o trio principal, Michelle Yeoh, vencedora do Oscar por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, interpreta Madame Morrible, a enigmática diretora da Universidade Shiz, enquanto Jeff Goldblum empresta seu carisma único ao papel do Mágico de Oz. O príncipe Fiyero ganha forma nas mãos de Jonathan Bailey, aclamado por sua versatilidade e presença magnética.

O filme também apresenta uma série de personagens coadjuvantes que enriquecem a trama, como Ethan Slater (Boq), Marissa Bode (Nessarose), e novos rostos como Bowen Yang e Bronwyn James, que interpretam os assistentes de Glinda, conferindo humor e leveza em meio ao drama.

Uma produção marcada pela inovação e respeito ao original

A jornada para adaptar o musical da Broadway para as telas do cinema foi longa e cheia de desafios, mas com um resultado que promete honrar a obra original. Baseado no livro de Gregory Maguire e no espetáculo de Stephen Schwartz e Winnie Holzman, o filme preserva o encanto e a profundidade da história, com novidades e elementos visuais que só o cinema pode proporcionar.

Um destaque técnico do longa é a gravação dos vocais ao vivo durante as filmagens, uma técnica que intensifica a emoção das performances e aproxima o público do universo musical de Oz. A direção de fotografia de Alice Brooks e o trabalho de produção de Nathan Crowley ajudam a construir um mundo que é ao mesmo tempo fantástico e palpavelmente real.

O que esperar da continuação?

Além de revelar os desdobramentos da relação entre Elphaba e Glinda, “Wicked: Parte II” promete responder a perguntas deixadas no ar, como o destino dos personagens Boq e Fiyero, a segurança da irmã de Elphaba, Nessarose, e a chegada inesperada de Dorothy Gale, a garota do Kansas que pode mudar o rumo da história.

O filme propõe um mergulho nos conceitos de amizade verdadeira, coragem para enfrentar a adversidade e a importância de enxergar o outro com empatia, mesmo quando as circunstâncias parecem irremediáveis. É uma celebração da complexidade humana dentro de um universo fantástico, que se conecta profundamente com temas universais.

O fenômeno Wicked: da Broadway às telas do cinema

Desde sua estreia nos palcos em 2003, Wicked conquistou plateias pelo mundo com sua releitura da clássica história de Oz, mostrando as bruxas sob uma nova luz. Quebrando recordes de público e rendendo prêmios, o musical tornou-se um marco cultural, com apresentações em diversos países, incluindo Brasil, Reino Unido, Japão e Austrália.

A transição para o cinema, portanto, era uma expectativa natural para fãs e produtores. A Universal Pictures e os nomes por trás da adaptação têm mantido uma linha de respeito e inovação, garantindo que tanto espectadores que já conhecem a peça quanto os que estão descobrindo Oz pela primeira vez possam se encantar.

Um convite para se perder e se encontrar em Oz

Mais do que um espetáculo visual, “Wicked: Parte II” é uma história sobre escolhas, consequências e, sobretudo, a força da conexão entre duas pessoas muito diferentes que compartilham um destino. É um convite para refletir sobre preconceitos, redenção e o verdadeiro significado do poder — não aquele que é imposto, mas o que nasce da coragem e da empatia.

“Um Banquete de Halloween” | Terror autoral brasileiro ganha sessão exclusiva no Reag Bela Artes com presença do diretor Guile Branco

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O cinema brasileiro de terror vive um momento de destaque com a estreia do filme “Um Banquete de Halloween”, dirigido por Guile Branco, uma produção que mistura horror, drama e surrealismo para contar uma história sobre uma família à beira do colapso. No dia 29 de julho, às 20h, o longa será exibido no cinema Reag Belas Artes, em São Paulo, em uma sessão especial que contará com a presença do próprio diretor para um bate-papo exclusivo com o público.

Essa é uma oportunidade imperdível para os amantes do gênero que querem conhecer um filme que vai além dos sustos tradicionais, explorando temas profundos como sanidade mental, relações familiares disfuncionais e dinâmicas de poder tóxicas. Os ingressos já estão disponíveis para compra no site oficial do cinema e na bilheteria.

Uma trama intensa e inquietante

O filme gira em torno de Angela Long, interpretada por Lynn Lowry, uma ex-dançarina que gradualmente perde a sanidade, mergulhando em um turbilhão emocional que impacta toda sua família. As relações dentro desse núcleo familiar se transformam em um verdadeiro caos, marcado por eventos que vão desde um jantar infame até dinâmicas complexas que envolvem sadomasoquismo, segredos sombrios e até uma surpreendente referência a um dinossauro — um elemento que aumenta o caráter surreal da narrativa.

Esse jantar marca o ponto de inflexão da história, quando as tensões reprimidas explodem e os personagens enfrentam situações que os levam a limites extremos. O filme mistura horror visceral com humor ácido e provoca reflexões sobre os limites da sanidade e as complexidades da convivência familiar.

Lynn Lowry: uma estrela do terror clássico

Lynn Lowry, que interpreta Angela Long, é uma das maiores referências do cinema de terror dos anos 1970. Seu trabalho em filmes cult como The Crazies (1973), dirigido por George A. Romero, e Shivers (1975), de David Cronenberg, consolidou sua carreira como uma atriz versátil e memorável no gênero. Sua experiência traz profundidade ao papel de Angela, mesclando fragilidade e força em uma performance que conduz o filme com intensidade.

Elenco que combina talento e diversidade

Além de Lynn Lowry, o filme reúne um elenco que fortalece a trama com performances intensas e variadas. Entre os atores, destacam-se Julia Coulter, com experiência em produções independentes internacionais; Lou D’Amato, conhecido por trabalhos em suspense e terror, como The House at the End of the Street (2012); Asia Lynn Pitts, que participou de séries de terror e drama; Pancho Moler, lembrado por sua atuação em The Lords of Salem (2012); e James Griggs, que traz sua bagagem em produções independentes. O próprio diretor Guile Branco também assume um papel no longa, imprimindo sua visão e estilo pessoal em cena, o que dá ainda mais autenticidade à obra.

Um projeto de paixão e perseverança

Guile Branco conta que a gênese do roteiro levou quase dez anos para ser concluída. A longa trajetória mostra o comprometimento do diretor em contar uma história singular, ousada e cheia de nuances. “Depois de cerca de uma década escrevendo esse roteiro insano, finalmente decidi tirá-lo do papel e dar vida a essa loucura”, comenta Branco. “Estou muito feliz em apresentar ‘Um Banquete de Halloween’ ao público brasileiro. Convido todos a mergulharem nessa jornada com uma família perfeita (brincadeira) — relaxem e aproveitem esse passeio sangrento.”

Essa declaração revela o tom irreverente e a coragem com que o filme trata temas delicados, criando uma experiência que combina horror, drama e humor negro.

Disponibilidade e onde assistir

Além da sessão especial presencial em São Paulo, o filme estará disponível para aluguel e compra em diversas plataformas digitais a partir do dia 29 de julho. Entre os serviços estão Apple TV, YouTube Filmes, Vivo Play e Claro TV+. Os preços podem variar conforme o serviço e devem ser consultados nas respectivas plataformas

Por que assistir “Um Banquete de Halloween”?

Um Banquete de Halloween é mais do que um filme de terror: é um convite para refletir sobre as nuances do ser humano, suas relações, seus medos e suas loucuras. O filme escancara os limites da convivência familiar, o que acontece quando a sanidade se esvai e as tensões se tornam insuportáveis.

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