Saiba qual filme vai passar na Temperatura Máxima deste domingo, 1º de fevereiro, na TV Globo

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A Temperatura Máxima deste domingo, 1º de fevereiro de 2026, leva ao público da TV Globo uma das aventuras mais envolventes do Universo Marvel. Homem-Aranha: Longe de Casa chega à programação como uma opção certeira para quem busca entretenimento, efeitos visuais impressionantes e uma história que vai além das tradicionais batalhas entre heróis e vilões.

No longa, Peter Parker tenta seguir em frente após acontecimentos que mudaram sua vida para sempre. Ainda lidando com perdas profundas, o jovem decide participar de uma excursão escolar pela Europa, acreditando que a viagem pode ser a oportunidade perfeita para colocar a máscara de lado e viver experiências comuns da adolescência. Entre museus, passeios turísticos e conversas desajeitadas com MJ, Peter sonha com dias normais, longe do peso de ser um super-herói.

Esse desejo, no entanto, dura pouco. Eventos estranhos começam a ocorrer em cidades icônicas do continente europeu, colocando em risco milhares de pessoas. Criaturas misteriosas surgem do nada, causando destruição e pânico. É nesse contexto que Nick Fury reaparece, convocando Peter para assumir novamente seu papel como Homem-Aranha, mesmo fora de casa e longe de seus recursos habituais.

O filme ganha uma nova camada com a introdução de Quentin Beck, o enigmático Mysterio. Interpretado por Jake Gyllenhaal, o personagem surge como um herói experiente que afirma vir de outra realidade. Carismático e confiante, ele rapidamente conquista a confiança de Peter, que passa a enxergá-lo como uma referência e até como um possível sucessor de figuras que marcaram sua trajetória.

Tom Holland entrega uma atuação madura e sensível, reforçando o lado humano do personagem. Seu Peter Parker é inseguro, carrega culpa, sente medo e questiona constantemente se está pronto para assumir tamanha responsabilidade. Essa vulnerabilidade aproxima o herói do público e torna seus conflitos ainda mais reais, especialmente para espectadores mais jovens.

Zendaya também se destaca como MJ, trazendo uma personagem mais observadora, sarcástica e emocionalmente presente. A relação entre ela e Peter se desenvolve de forma natural, com diálogos simples e momentos silenciosos que dizem muito sobre os sentimentos dos dois. Jacob Batalon, no papel de Ned, garante o alívio cômico e mantém o tom leve que já se tornou marca registrada dessa fase do herói nos cinemas.

Visualmente, Homem-Aranha: Longe de Casa se diferencia ao explorar cenários fora dos Estados Unidos. As cidades europeias não são apenas pano de fundo, mas parte ativa da narrativa. Veneza, Londres e Praga ajudam a construir sequências de ação criativas, além de reforçarem a ideia de que o mundo está cada vez mais interligado e vulnerável a ameaças globais.

A direção de Jon Watts equilibra bem humor, ação e drama. O filme não se apoia apenas em grandes explosões ou lutas coreografadas, mas investe em conflitos psicológicos e ilusões visuais que desafiam o protagonista de maneiras inéditas. O uso da mente como campo de batalha traz frescor ao gênero e transforma o antagonista em um dos mais memoráveis dessa fase do universo Marvel.

Outro ponto forte da narrativa é a reflexão sobre legado. Peter se vê pressionado a ocupar um espaço que ainda não se sente capaz de assumir. A ausência de antigos mentores pesa, e o filme trabalha esse vazio com delicadeza, mostrando que crescer nem sempre significa estar pronto, mas sim aprender a lidar com a responsabilidade mesmo quando ela assusta.

Lançado em 2019, o longa marcou o encerramento de um grande ciclo do cinema de super-heróis. Após eventos grandiosos que redefiniram o destino de vários personagens, Homem-Aranha: Longe de Casa funciona como um respiro emocional, ao mesmo tempo em que aponta novos caminhos para o futuro do herói. O sucesso foi imediato, com o filme ultrapassando a marca de um bilhão de dólares em bilheteria mundial.

Dilsinho e Léo Foguete embalam o verão com “Minha Gata”, aposta certeira para o Carnaval

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O clima de Carnaval começa a tomar conta do Brasil muito antes do primeiro bloco ganhar as ruas, e a música tem papel central nesse aquecimento. Atento a esse movimento, Dilsinho acaba de apresentar ao público a canção “Minha Gata”, uma parceria com Léo Foguete que une o romantismo do pagode à vibração contagiante do forró. O resultado é uma faixa leve, dançante e pensada para acompanhar o verão e a folia que se aproxima.

Lançada nas plataformas digitais ainda no início de fevereiro, “Minha Gata” chega como uma forte candidata a integrar a trilha sonora do Carnaval. A música aposta em um refrão fácil, melodia envolvente e uma letra que fala sobre cuidado, afeto e prioridade emocional, temas que dialogam com diferentes públicos e reforçam a conexão com quem ouve.

Na narrativa da canção, o personagem central deixa claro que a felicidade está diretamente ligada ao bem estar da pessoa amada. Se ela não está bem, a festa perde o sentido. A balada pode esperar, os compromissos são deixados de lado e o foco passa a ser o carinho, o cuidado e a presença. Essa inversão de valores, simples e sincera, ajuda a explicar a identificação imediata que a música provoca.

O lançamento veio acompanhado de um videoclipe gravado no Rio de Janeiro, cidade que traduz com naturalidade o espírito do verão brasileiro. Colorido, leve e com clima festivo, o vídeo reforça a mensagem da música ao mostrar que, quando a pessoa amada não pode ir até a festa, a festa encontra um jeito de chegar até ela. A produção aposta em imagens solares e em uma atmosfera descontraída, ampliando o apelo popular da canção.

Dilsinho celebra o momento e destaca a importância desse lançamento em sua trajetória. O cantor revela que a música foi pensada para uma das épocas mais alegres do ano e que carrega uma energia positiva que combina com o Carnaval. Para ele, a parceria com Léo Foguete trouxe frescor à faixa e ajudou a construir uma sonoridade que transita entre estilos sem perder identidade.

Já Léo Foguete vê a colaboração como um encontro especial. Admirador do trabalho de Dilsinho, o artista ressalta que o processo criativo foi leve e marcado por troca e sintonia. Segundo ele, “Minha Gata” tem cara de verão, energia de festa e potencial para tocar em diferentes espaços, dos palcos aos paredões, das playlists digitais aos blocos de rua.

A escolha de lançar a música semanas antes do Carnaval também é estratégica. O período permite que o público se familiarize com a canção, cante junto e a incorpore naturalmente ao repertório da festa. Em um país onde a música dita o ritmo da celebração, sair na frente pode ser decisivo para transformar um lançamento em sucesso.

Além do apelo carnavalesco, “Minha Gata” se destaca por ir além da folia. A música fala de afeto, cuidado e presença, elementos que permanecem relevantes mesmo depois que os confetes são varridos das ruas. Essa combinação de mensagem emocional com batida dançante amplia o alcance da faixa e reforça sua longevidade.

Murilo Huff é o convidado especial do Domingo Legal (1ª) em programa recheado de atrações

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O mês de fevereiro começa em clima de festa na televisão brasileira, e o Domingo Legal promete entregar uma edição especial para o público do SBT. Neste domingo, 1º de fevereiro, o programa comandado por Celso Portiolli recebe o cantor Murilo Huff, um dos principais nomes do sertanejo atual, em uma participação que reúne música de sucesso, desafios inusitados e muita descontração.

Conhecido por sua trajetória marcada por letras românticas e melodias que rapidamente conquistaram o público, Murilo Huff sobe ao palco do Domingo Legal para apresentar alguns dos maiores hits de sua carreira. O musical promete ser um dos pontos altos da atração, com canções que embalam histórias de amor, superação e desilusões, temas que ajudaram a consolidar o cantor entre os mais ouvidos do país.

Entre as músicas escolhidas estão “Uma Ex”, “Anestesiado”, “Mentes Tão Bem” e o sucesso “Deixa Eu”, faixa que recentemente alcançou o Top 8 do Spotify Brasil e permaneceu por várias semanas entre as dez canções mais tocadas da plataforma. O bom desempenho nas paradas reforça o momento especial vivido pelo artista, que segue ampliando sua base de fãs e consolidando seu espaço no cenário musical nacional.

O musical ganha ainda mais força com a participação especial da dupla Paulo & Nathan, que divide o palco com Murilo na interpretação da música “Camisa de Força”. O encontro promete agradar em cheio os fãs do sertanejo contemporâneo, trazendo sintonia, emoção e uma performance cheia de energia para o público de casa.

Além de mostrar seu talento musical, Murilo Huff também se permite viver um lado mais descontraído durante o programa. A convite de Celso Portiolli, o cantor aceita participar, pela primeira vez, do divertido quadro “Cardápio Surpresa”, um dos mais populares do Domingo Legal. No desafio, os convidados precisam provar pratos nada convencionais, preparados especialmente para surpreender — e, muitas vezes, arrancar caretas e gargalhadas.

Os pratos exóticos são assinados pela chef Andréia Pimentel, conhecida por sua criatividade e por testar os limites dos participantes do quadro. Entre sabores inesperados e combinações improváveis, Murilo encara o desafio com bom humor, rendendo momentos espontâneos e divertidos que prometem conquistar o público e se tornar assunto nas redes sociais.

A participação do cantor reforça a proposta do Domingo Legal de reunir entretenimento para toda a família, misturando música, humor, desafios e interação com os convidados. Ao longo dos anos, o programa se consolidou como uma das principais atrações dominicais da televisão brasileira, mantendo uma fórmula que equilibra diversão leve e conteúdos capazes de agradar diferentes faixas etárias.

Celso Portiolli, à frente da atração, conduz o programa com seu estilo carismático e próximo do público, criando um ambiente descontraído que permite aos convidados se sentirem à vontade para mostrar diferentes lados de suas personalidades. No caso de Murilo Huff, essa combinação entre talento musical e espontaneidade promete render uma participação memorável.

Tainá Müller assume o comando do Café Filosófico e marca nova fase do clássico da TV Cultura

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Um dos programas mais emblemáticos da TV Cultura inicia um novo capítulo de sua trajetória. A partir da segunda quinzena de abril, o Café Filosófico passa a ser apresentado por Tainá Müller, marcando uma renovação importante na atração que há mais de duas décadas ocupa as noites de domingo da emissora, sempre em parceria com o Instituto CPFL. O programa segue no ar às 20h, agora com um formato mais próximo, atual e dialogado.

Reconhecida por sua carreira sólida na televisão, no cinema e no streaming, Tainá ficou nacionalmente conhecida por trabalhos como a série Bom Dia, Verônica, além de participações em novelas e projetos autorais. Recentemente, ela também ampliou sua atuação artística ao estrear como diretora no documentário Apolo. Agora, a artista retorna às origens no jornalismo para conduzir conversas que transitam entre filosofia, cultura e sociedade.

Antes de se firmar como atriz, Tainá iniciou sua trajetória como jornalista. Com o tempo, a atuação ganhou protagonismo em sua carreira, mas o interesse pela reflexão e pelo pensamento crítico nunca ficou em segundo plano. Formada com pós-graduação em Filosofia Contemporânea pela PUC-RJ, ela sempre manteve uma relação próxima com o universo intelectual — inclusive como espectadora assídua do próprio Café Filosófico.

O convite para assumir a apresentação do programa surge como um reencontro profissional e pessoal. Para Tainá, o projeto representa a oportunidade de voltar ao espaço da entrevista e da escuta atenta, algo que ela considera essencial em um momento de tantas transformações sociais e culturais.

A chegada da nova apresentadora acompanha um processo de atualização do Café Filosófico. O programa estreia novo cenário, identidade visual repaginada e uma dinâmica mais interativa, que inclui a participação da plateia e uma relação mais próxima entre convidados e público. A proposta é tornar as conversas ainda mais acessíveis, sem abrir mão da profundidade que consagrou a atração ao longo de seus 23 anos no ar.

Para a TV Cultura, essa renovação dialoga com a necessidade de pensar o presente e o futuro. A emissora aposta na sensibilidade e na bagagem intelectual de Tainá Müller para conduzir debates relevantes, conectando temas filosóficos às questões práticas do cotidiano.

Desde sua criação, o Café Filosófico se destacou por levar reflexões complexas à televisão aberta de forma clara e envolvente. O programa construiu uma identidade própria ao abordar assuntos contemporâneos com rigor, mas também com abertura para diferentes perspectivas.

Com o novo formato, a ideia é ampliar esse alcance, aproximando ainda mais o conteúdo do público e estimulando o diálogo. A parceria com o Instituto CPFL continua sendo um dos pilares do projeto, garantindo a curadoria de temas e convidados alinhados aos desafios do mundo atual.

Saiba qual filme vai passar no Cine Aventura deste sábado, 31 de janeiro, na Record TV

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O Cine Aventura deste sábado, 31 de janeiro de 2026, aposta em um personagem que já conquistou gerações para animar a programação da Record TV. O canal exibe “Gato de Botas”, animação da DreamWorks Animation que coloca em evidência um dos heróis mais carismáticos do universo de Shrek, em uma história repleta de ação, humor e emoção.

Lançado em 2011, o filme nasceu como uma forma de explorar o passado do felino espadachim antes de sua entrada triunfal na franquia Shrek. Mesmo inspirado em um conto de fadas europeu do século XVII, o longa ganha identidade própria ao misturar aventura clássica com uma narrativa moderna e cheia de personalidade.

A trama acompanha o Gato de Botas em um momento decisivo de sua vida. Considerado um fora da lei na cidade de São Ricardo, ele carrega a culpa por um crime do passado que destruiu sua reputação. Sempre confiante e elegante, o herói agora precisa conviver com a fama de vilão, enquanto sonha com uma chance de provar que não é quem todos pensam.

Essa oportunidade surge quando ele descobre a existência dos lendários feijões mágicos, capazes de levar até o castelo do gigante onde vive a famosa Gansa dos Ovos de Ouro. Para o Gato, roubar os feijões não é apenas uma aventura, mas a possibilidade real de limpar seu nome e recuperar sua honra.

Durante a missão, o felino encontra Kitty Pata-Mansa, uma ladra habilidosa, inteligente e tão charmosa quanto perigosa. Entre desconfianças, provocações e olhares cúmplices, os dois acabam formando uma parceria cheia de tensão e química, que se torna um dos grandes destaques do filme.

O caminho também leva ao reencontro com Humpty Dumpty, um antigo amigo que guarda mágoas profundas e sonhos ambiciosos. Juntos, eles elaboram um plano arriscado que envolve traições, segredos e escolhas difíceis, colocando à prova o valor da amizade e o verdadeiro significado de lealdade.

Mais do que perseguições e cenas de ação, “Gato de Botas” se destaca por seu lado emocional. A história fala sobre erros do passado, segundas chances e o desejo de pertencer. O herói, sempre confiante por fora, revela fragilidades que o tornam ainda mais próximo do público.

Dublado por Antonio Banderas, conhecido por A Máscara do Zorro e Dor e Glória, o personagem ganha uma voz marcante que combina perfeitamente com sua personalidade sedutora e corajosa. Salma Hayek, vista em Frida e Eternos, empresta força e carisma à Kitty, enquanto Zach Galifianakis, de Se Beber, Não Case!, adiciona humor e emoção ao imprevisível Humpty Dumpty.

Com visual vibrante, trilha sonora envolvente e um roteiro que equilibra humor e sentimento, “Gato de Botas” é daqueles filmes que funcionam tanto para crianças quanto para adultos. Cada cena carrega leveza, mas também mensagens sobre responsabilidade, amizade e redenção.

Supercine deste sábado (31) exibe “Caminhos da Memória”, suspense futurista com Hugh Jackman

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O Supercine deste sábado, 31 de janeiro de 2026, leva ao ar um suspense envolvente que mistura ficção científica, romance e atmosfera noir. A TV Globo exibe “Caminhos da Memória”, longa estrelado por Hugh Jackman (Logan, Os Miseráveis) e Rebecca Ferguson (Missão: Impossível, Duna), que convida o público a mergulhar em um futuro onde o passado pode ser revivido como nunca antes.

Ambientado em uma realidade próxima marcada por mudanças climáticas extremas, o filme acompanha Nick Bannister, um investigador particular especializado em memórias. Vivendo em uma cidade parcialmente submersa, ele trabalha ajudando pessoas a revisitar lembranças importantes por meio de uma tecnologia capaz de acessar o subconsciente humano e projetar o passado de forma quase palpável.

A rotina de Nick muda completamente quando ele conhece Mae, uma mulher misteriosa que o procura para recuperar uma lembrança aparentemente banal. O encontro, no entanto, desperta uma conexão intensa entre os dois. Quando Mae desaparece sem deixar rastros, o investigador passa a usar sua própria tecnologia para reconstruir cada detalhe da relação e tentar entender quem ela realmente era.

O que começa como uma busca romântica se transforma em uma obsessão perigosa, levando Nick a descobrir segredos sombrios que envolvem crime, corrupção e memórias que talvez devessem permanecer enterradas. À medida que ele se aprofunda no passado, a linha entre lembrança e realidade se torna cada vez mais frágil.

Além de Hugh Jackman, o filme conta com Rebecca Ferguson, que imprime mistério e ambiguidade à personagem Mae, reforçando sua presença marcante já vista em produções como O Rei do Show e Duna. O elenco também inclui Thandiwe Newton (Westworld, Missão: Impossível 2), Cliff Curtis (Avatar, Fear the Walking Dead), Natalie Martinez (Kingdom, Under the Dome), Marina de Tavira (Roma) e Daniel Wu (Into the Badlands).

“Caminhos da Memória” marca a estreia de Lisa Joy como diretora de cinema, após seu sucesso como cocriadora da série Westworld. O longa carrega fortes influências do cinema neo-noir, com uma estética melancólica, cenários urbanos decadentes e reflexões sobre amor, perda e o peso das lembranças. Lisa Joy também assina o roteiro e a produção ao lado de Jonathan Nolan, seu parceiro criativo em projetos anteriores.

A ambientação futurista, combinada ao clima de investigação clássica, cria um universo visual sofisticado e introspectivo, onde o avanço tecnológico contrasta com emoções profundamente humanas.

Recepção e trajetória do filme

Lançado em 2021, “Reminiscence”, título original do filme, teve uma recepção dividida da crítica. Muitos elogiaram sua ambição narrativa, o visual estilizado e a proposta reflexiva, enquanto outros apontaram semelhanças com obras consagradas do gênero, como Blade Runner e Chinatown. Apesar disso, o longa conquistou espaço entre os fãs de ficção científica mais contemplativa.

Nos cinemas, o filme não alcançou grandes números de bilheteria, especialmente por ter sido lançado de forma simultânea nos Estados Unidos nos cinemas e no streaming HBO Max. Ainda assim, ao longo do tempo, passou a ser redescoberto pelo público, ganhando nova vida em exibições televisivas como a do Supercine.

“Alerta Apocalipse” estreia nos cinemas e reúne Joe Keery, Georgina Campbell e Liam Neeson em noite especial de lançamento em Nova York

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Já em cartaz nos cinemas brasileiros, “Alerta Apocalipse” chega ao público com a promessa de unir suspense, ação e um humor afiado em uma história de ameaça global. Para marcar a estreia do longa, o elenco principal participou de uma sessão especial em Nova York, na última quinta-feira, dia 29, celebrando o lançamento internacional da produção ao lado do roteirista David Koepp.

A exibição reuniu Joe Keery, conhecido mundialmente como Steve Harrington da série Stranger Things, Georgina Campbell, vencedora do BAFTA por Assassino sem Rastro e vista recentemente em Noite Passada em Soho, e o veterano Liam Neeson, astro de sucessos como Busca Implacável, A Lista de Schindler e A Perseguição. Após uma breve conversa com o público, o trio acompanhou a sessão ao lado de convidados e fãs.

Enquanto isso, no Brasil, o filme também ganhou destaque com uma pré-estreia exclusiva, realizada na quarta-feira, dia 28, reunindo influenciadores, formadores de opinião e admiradores do elenco, reforçando a expectativa em torno do lançamento.

A trama de “Alerta Apocalipse” gira em torno de um incidente que sai completamente do controle. Travis, personagem de Joe Keery, e Naomi, vivida por Georgina Campbell, trabalham em uma empresa de armazenamento e levam uma vida aparentemente comum. Tudo muda quando um fungo altamente perigoso escapa de uma antiga instalação militar, colocando cidades inteiras em risco.

Para tentar conter a catástrofe, entra em cena Robert Quinn, interpretado por Liam Neeson, um ex-agente de bioterrorismo que acreditava ter deixado o passado para trás. Forçado a retornar à ação, ele se junta aos dois jovens em uma missão que exige decisões rápidas, coragem e sangue-frio diante de uma ameaça que não pode ser vista a olho nu.

O filme constrói sua tensão a partir do choque entre personalidades muito diferentes. Travis é impulsivo, emocionalmente instável e tenta reconstruir a própria vida, enquanto Naomi é pragmática, inteligente e determinada, dividindo-se entre trabalho, estudos e maternidade. A convivência forçada dos dois ganha novas camadas com a presença de Quinn, um homem experiente, cínico e marcado por anos lidando com o pior da humanidade.

Essa dinâmica dá ao longa um ritmo envolvente, alternando momentos de tensão extrema com diálogos carregados de ironia e humanidade, sem perder o senso de urgência.

O roteiro é assinado por David Koepp, um dos nomes mais respeitados de Hollywood, responsável por filmes como Jurassic Park, Homem-Aranha (2002), Missão: Impossível e Contágio. Autor também do romance que inspirou o longa, Koepp comentou durante o evento em Nova York sobre a longa trajetória da história.

Segundo ele, a ideia amadureceu ao longo de anos e carrega o desejo de provocar inquietação no espectador, explorando o medo coletivo diante de ameaças biológicas e o impacto disso nas relações humanas.

Além dos protagonistas, “Alerta Apocalipse” conta com participações de destaque, como Vanessa Redgrave, vencedora do Oscar por Julia, Lesley Manville, indicada ao Oscar por Trama Fantasma, Sosie Bacon, conhecida por Sorria e Mare of Easttown, e o ator irlandês Aaron Heffernan, que reforça o clima internacional da produção.

Otávio Mesquita e Fabiano Moraes planejam novo quadro de entrevistas no “Operação Mesquita”

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O programa “Operação Mesquita”, exibido nas madrugadas do SBT, pode passar por uma reformulação em breve com a chegada de um novo quadro de entrevistas. O apresentador Otávio Mesquita se reuniu recentemente, em São Paulo, com Fabiano Moraes, publicitário, empresário e quarto colocado da 17ª edição de “A Fazenda”, para alinhar ideias e discutir a criação do projeto, que deve apostar em conversas leves, atuais e conectadas com o entretenimento digital.

A proposta do novo quadro é abrir espaço para entrevistas descontraídas com nomes da cena artística, influenciadores e criadores de conteúdo, aproximando ainda mais o programa do público que acompanha tanto a televisão quanto as redes sociais. Segundo Fabiano Moraes, a conversa foi positiva e deixou boas expectativas para o futuro da parceria. A previsão é que a novidade comece a ser desenvolvida e colocada em prática após o Carnaval.

“Foi um encontro muito produtivo. Sempre admirei o trabalho do Otávio Mesquita e acredito que esse quadro tem tudo para dar certo. A ideia é receber convidados interessantes, com conversas leves, espontâneas e que dialoguem com o que o público gosta de assistir hoje”, destacou Moraes.

Renovação constante na TV

Para Otávio Mesquita, a criação de novos formatos é essencial para manter a televisão dinâmica e relevante. À frente do “Operação Mesquita” há mais de uma década, o apresentador reforça a importância de valorizar talentos revelados em realities shows e transformá-los em oportunidades reais dentro da programação.

“A televisão precisa se reinventar o tempo todo. Os realities apresentam pessoas com potencial, carisma e boa comunicação, e o Fabiano é um exemplo disso. Ele fala bem, tem presença de câmera e ideias interessantes. Estamos ajustando os detalhes para colocar esse projeto no ar o quanto antes”, afirmou Mesquita.

O apresentador também ressaltou o respaldo da emissora. Segundo ele, todas as novidades passam por avaliação interna e contam com o apoio do SBT, emissora onde o programa mantém bons índices de audiência nas madrugadas, frequentemente alcançando a vice-liderança.

Destaque em “A Fazenda 17”

Durante sua participação em “A Fazenda 17”, Fabiano Moraes chamou atenção do público pela postura estratégica e pelo bom relacionamento com outros participantes, incluindo Luiz Otávio Mesquita, conhecido como Mesquitinha, filho do apresentador. A afinidade entre os dois acabou sendo um dos pontos comentados da temporada.

Fabiano também se tornou um personagem marcante do reality por optar frequentemente por permanecer no sofá da sede, comportamento que viralizou nas redes sociais, rendeu um apelido carinhoso do público e até inspirou um hit musical entre os fãs do programa. A estratégia, longe de prejudicá-lo, contribuiu para sua permanência no jogo e garantiu sua chegada à reta final da competição.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta sexta, 30 de janeiro, na TV Globo

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A Sessão da Tarde desta sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, promete levar o público a um universo de fantasia, música e despedidas marcantes. A TV Globo exibe “Descendentes 3”, terceiro e último filme da franquia da Disney que conquistou uma geração ao revisitar os clássicos contos de fadas sob uma nova perspectiva: a dos filhos dos vilões mais famosos do cinema.

Lançado em 2019, o longa encerra a trilogia com uma história mais madura, sem perder o tom leve e colorido que consagrou a saga. Entre números musicais vibrantes e conflitos emocionais, o filme fala sobre escolhas, pertencimento e a coragem de mudar o próprio destino.

Na trama, Mal, Evie, Carlos e Jay retornam à Ilha Proibida com um objetivo nobre: oferecer a outros jovens descendentes de vilões a oportunidade de viver em Auradon, um reino que simboliza recomeço e inclusão. A ideia é ampliar pontes entre dois mundos que sempre viveram separados pelo medo e pelo preconceito.

Mas o plano não sai como esperado. Quando a barreira mágica que isola a Ilha Proibida é danificada, o equilíbrio entre os reinos fica ameaçado. O perigo obriga os protagonistas a enfrentarem desafios ainda maiores do que nos filmes anteriores, colocando à prova amizades, lealdades e decisões que podem mudar o futuro de todos.

Ao longo da narrativa, o filme se aprofunda principalmente nos conflitos de Mal, que precisa lidar com o peso de suas origens e com as responsabilidades que assumiu. O tom da história reflete o amadurecimento dos personagens e do próprio público que acompanhou a franquia desde o início.

O anúncio de “Descendentes 3” aconteceu em fevereiro de 2018, quando o Disney Channel confirmou que a história teria um capítulo final. A direção ficou novamente sob o comando de Kenny Ortega, conhecido por seu trabalho em High School Musical, enquanto o roteiro foi assinado por Sara Parriott e Josann McGibbon, responsáveis por manter a identidade jovem e musical da franquia.

As gravações ocorreram no Canadá, entre maio e julho de 2018, e desde o início o projeto foi tratado como uma despedida definitiva dos personagens. Isso se reflete no tom mais emocional do filme, que aposta em grandes momentos visuais e em uma narrativa pensada para fechar ciclos.

O filme reúne novamente o elenco que se tornou sinônimo da franquia. Dove Cameron, conhecida também por Schmigadoon! e Agents of S.H.I.E.L.D., retorna como Mal, protagonista da história. Sofia Carson, de produções como Continência ao Amor e Pretty Little Liars: The Perfectionists, vive Evie, enquanto Booboo Stewart, lembrado por A Saga Crepúsculo e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, interpreta Jay.

Cameron Boyce, que atuou em Jessie e Gente Grande, retorna como Carlos, em uma participação que ganhou ainda mais significado após sua morte em 2019. Mitchell Hope, de Let It Snow, completa o grupo central como Ben, o rei de Auradon.

O longa também traz de volta China Anne McClain, conhecida por A Casa da Raven e Black Lightning, no papel de Uma, além de Sarah Jeffery, vista em Charmed, como Audrey, e Anna Cathcart, de Para Todos os Garotos que Já Amei, como Dizzy.

A música segue como um dos grandes pilares de Descendentes 3. As canções ajudam a conduzir a narrativa, reforçam os conflitos emocionais e transformam momentos decisivos em grandes espetáculos visuais. As coreografias elaboradas e o figurino vibrante contribuem para o clima de fantasia que conquistou o público ao longo dos anos.

O filme também carrega uma carga emocional especial por marcar a despedida definitiva da franquia e a última participação de Cameron Boyce na saga, tornando cada cena ainda mais significativa para fãs e elenco.

AXN estreia “Sutura”, série brasileira que une drama médico e suspense criminal com Cláudia Abreu

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O AXN amplia sua presença no audiovisual nacional com a estreia de “Sutura”, nova série brasileira que chega à programação do canal no dia 31 de janeiro, às 22h40. Estrelada por Cláudia Abreu, a produção aposta em uma narrativa intensa que une o universo da medicina ao suspense criminal, explorando dilemas éticos, tensões sociais e escolhas que colocam vidas em risco dentro e fora da sala de cirurgia.

Ambientada em São Paulo, Sutura parte de um ponto de vista pouco convencional para o gênero médico ao deslocar parte de sua trama para fora do ambiente hospitalar tradicional. A série propõe um olhar crítico sobre o exercício da profissão em um contexto marcado por desigualdade, violência urbana e falhas estruturais, construindo uma história que dialoga diretamente com a realidade brasileira contemporânea.

Dois médicos, dois mundos, uma escolha perigosa

A trama acompanha Ícaro, interpretado por Humberto Morais, um jovem médico recém-formado que cresceu na periferia da capital paulista. Talentoso e determinado, ele vê seu futuro ameaçado ao descobrir que não poderá iniciar a residência médica devido a uma dívida acumulada ao longo da faculdade. Sem recursos e pressionado pelo tempo, Ícaro se vê encurralado por um sistema que dificulta o acesso de jovens profissionais às oportunidades que deveriam consolidar suas carreiras.

Em paralelo, o público conhece a Dra. Mancini, personagem de Cláudia Abreu, uma cirurgiã reconhecida e experiente que enfrenta um momento decisivo em sua vida pessoal e profissional. Após vivenciar um trauma recente, ela passa a questionar sua trajetória, sua relação com a medicina e o próprio sentido de continuar exercendo a profissão. Afastada do prestígio que construiu ao longo dos anos, Mancini tenta reconstruir sua identidade em meio a conflitos internos e perdas profundas.

O encontro entre Ícaro e Mancini acontece em um momento de fragilidade para ambos. O que começa como uma relação marcada pela necessidade e pela desconfiança se transforma em uma parceria arriscada, quando os dois decidem atuar como médicos clandestinos, prestando atendimento a criminosos que não podem procurar hospitais ou serviços oficiais de saúde.

Ética, sobrevivência e tensão constante

Ao assumirem essa vida dupla, os protagonistas entram em um território onde ética profissional e sobrevivência pessoal se chocam a todo momento. Cada atendimento realizado fora da lei representa uma ameaça: seja pela possibilidade de serem descobertos, seja pela violência do ambiente em que passam a circular. A série explora de forma gradual as consequências dessas escolhas, mostrando como decisões tomadas em momentos de desespero podem gerar efeitos irreversíveis.

Sutura utiliza o suspense criminal para intensificar o drama humano de seus personagens. As cirurgias improvisadas, realizadas sob pressão extrema, funcionam como elementos centrais da narrativa, ao mesmo tempo em que simbolizam a fragilidade dos limites morais que os protagonistas tentam preservar.

Produção nacional com identidade própria

Criada e roteirizada por Fabio Montanari, e dirigida por Diego Martins e Jessica Queiroz, Sutura é uma produção 100% brasileira que busca equilíbrio entre entretenimento e reflexão social. A série incorpora temas como endividamento estudantil, desigualdade de oportunidades, precarização do trabalho e violência urbana, sempre integrados à história de forma orgânica.

Ao mesclar características clássicas dos dramas médicos, gênero consagrado internacionalmente, com elementos de thrillers policiais, a produção constrói uma identidade própria, distante de fórmulas importadas e alinhada ao cotidiano das grandes cidades brasileiras. O resultado é uma narrativa dinâmica, marcada por tensão crescente e conflitos humanos profundos.

Cláudia Abreu em um papel de grande densidade dramática

A atuação de Cláudia Abreu é um dos destaques da série. Sua personagem transita entre a autoridade de uma cirurgiã experiente e a vulnerabilidade de alguém que enfrenta perdas e questionamentos internos. A Dra. Mancini surge como uma figura complexa, que carrega culpa, medo e ambição em igual medida, contribuindo para a força emocional da narrativa.

Humberto Morais, por sua vez, entrega um Ícaro intenso e realista, representando uma geração de jovens profissionais que se depara com barreiras estruturais mesmo após anos de dedicação. A relação entre os dois protagonistas sustenta o eixo dramático da série, alternando momentos de cumplicidade, conflito e tensão constante.

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