Super Mario Galaxy ultrapassa US$ 1 bilhão nas bilheterias e mostra como a Nintendo transformou seus jogos em uma das maiores franquias do cinema atual

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A Nintendo atingiu mais um feito expressivo fora dos videogames. Super Mario Galaxy ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em arrecadação mundial e se tornou o primeiro lançamento de 2026 a alcançar esse resultado. A informação foi divulgada pelo Deadline e coloca a animação na liderança das bilheterias globais do ano.

Mais do que um número impressionante, o desempenho mostra como a empresa japonesa conseguiu transformar um de seus personagens mais populares em uma potência cinematográfica. Em um período em que até produções ligadas a franquias tradicionais encontram dificuldades para atingir grandes resultados, a nova aventura do encanador alcançou um patamar reservado a poucos títulos.

O sucesso também confirma que a recepção extraordinária de Super Mario Bros., lançado em 2023, não foi um fenômeno isolado. A sequência manteve o interesse do público e reforçou o potencial da marca para sustentar uma série de produções nas telonas. Para a Nintendo, o resultado representa a validação de uma estratégia que começou a ganhar forma após o enorme êxito do primeiro longa.

Dirigida por Aaron Horvath e Michael Jelenic, a animação amplia significativamente a escala da história. Em vez de concentrar a ação apenas no Reino Cogumelo, a narrativa leva os personagens para diferentes sistemas estelares inspirados principalmente nos jogos Super Mario Galaxy e Super Mario Galaxy 2, dois dos títulos mais elogiados da era Nintendo Wii.

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A trama acompanha a tentativa de resgate da Princesa Rosalina, sequestrada por Bowser Jr. para alimentar uma arma capaz de colocar o universo em risco. A missão reúne Mario, Luigi, Peach, Toad e Yoshi em uma jornada espacial repleta de novos cenários, criaturas e desafios.

Para quem não conhece profundamente os jogos, o longa serve como porta de entrada para personagens importantes da franquia. Rosalina, por exemplo, é uma das figuras mais populares introduzidas nos últimos anos e desempenha um papel fundamental na mitologia desse universo. Ao seu lado estão os Lumas, criaturas cósmicas que ganharam destaque entre os fãs desde sua estreia nos consoles.

Outro elemento que pode chamar a atenção do público é a participação ampliada de Yoshi. Desta vez, o personagem não aparece apenas como uma referência para os jogadores veteranos, mas assume uma função relevante na aventura e participa ativamente dos principais acontecimentos da trama.

O elenco de dublagem traz de volta Chris Pratt, Anya Taylor-Joy, Charlie Day, Jack Black e Keegan-Michael Key. A produção também adiciona vozes de nomes conhecidos de Hollywood, como Donald Glover, Glen Powell, Brie Larson e Benny Safdie, ampliando ainda mais o alcance do projeto.

Entre as novidades mais comentadas está a inclusão de Fox McCloud, protagonista da série Star Fox. A presença do personagem alimentou discussões sobre a possibilidade de futuras conexões entre diferentes propriedades da Nintendo, algo que pode abrir caminho para novos projetos inspirados em outras franquias da companhia.

O resultado nas bilheterias ganha ainda mais relevância quando analisado dentro do cenário atual de Hollywood. Durante décadas, adaptações de videogames foram tratadas com cautela pelos estúdios e frequentemente enfrentavam dificuldades para conquistar o público. Nos últimos anos, esse panorama mudou, impulsionado pelo sucesso de produções como Sonic, Minecraft e Five Nights at Freddy’s. Ainda assim, nenhuma delas alcançou uma sequência de resultados tão expressiva quanto a obtida pela principal marca da Nintendo.

Com um orçamento estimado em US$ 110 milhões, a produção já multiplicou várias vezes seu investimento inicial e continua em cartaz em diversos mercados internacionais. O desempenho demonstra não apenas a popularidade do personagem, mas também a capacidade da empresa de transformar décadas de história nos videogames em experiências capazes de atrair diferentes gerações ao cinema.

Trailer de Parceiras no Crime revela segredo que muda amizade de décadas na nova série do Prime Video

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O Prime Video divulgou o primeiro trailer oficial de Parceiras no Crime, nova série estrelada por Octavia Spencer e Hannah Waddingham que estreia em 15 de julho. As imagens apresentam a premissa central da produção: duas amigas inseparáveis descobrem que conhecem muito menos uma da outra do que imaginavam.

Criada por Tessa Coates, a série acompanha uma amizade construída ao longo de décadas. A relação entre as protagonistas parece estável e baseada em total confiança até que uma revelação inesperada muda tudo. Uma delas descobre que sua melhor amiga leva uma vida dupla e atua secretamente como uma assassina internacional envolvida em operações ao redor do mundo.

O vídeo concentra boa parte de sua narrativa justamente nessa descoberta. Em vez de apostar apenas em cenas de ação, as primeiras imagens mostram o impacto da revelação na dinâmica entre as personagens. A surpresa inicial rapidamente dá lugar a perseguições, confrontos e situações de risco que passam a fazer parte da rotina da dupla.

As cenas divulgadas também indicam que a série pretende equilibrar suspense e humor. Enquanto uma das protagonistas tenta compreender o passado secreto da amiga, ambas acabam envolvidas em missões que exigem improvisação e confiança mútua. O resultado lembra produções de espionagem mais leves, nas quais os relacionamentos entre os personagens têm tanto peso quanto as sequências de ação.

O material promocional sugere que a química entre as duas atrizes será um dos elementos centrais da série. Grande parte das cenas do trailer explora justamente o contraste entre uma amizade construída ao longo de muitos anos e a descoberta de um segredo capaz de transformar completamente essa relação.

Sessão da Tarde de hoje (08/06) exibe Todo Tempo Que Temos; Vale a pena assistir ao romance com Florence Pugh e Andrew Garfield?

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A Sessão da Tarde desta segunda-feira, 8 de junho de 2026, traz uma produção bem diferente dos romances tradicionais que costumam ocupar a programação da televisão. Todo Tempo Que Temos, estrelado por Florence Pugh e Andrew Garfield, chega à Globo após conquistar espaço nos cinemas e no streaming graças a uma história que aborda amor, família e os desafios da vida adulta de maneira mais próxima da realidade.

Dirigido por John Crowley, o longa acompanha Tobias e Almut, duas pessoas que se conhecem de forma inesperada e constroem uma vida juntos. O relacionamento passa por diversas fases, incluindo mudanças profissionais, planos familiares e acontecimentos que obrigam o casal a reavaliar suas prioridades.

O que o público pode esperar da história?

Quem pretende assistir ao filme esperando uma comédia romântica leve pode se surpreender. Embora o romance seja o centro da narrativa, a produção funciona principalmente como um drama sobre escolhas, amadurecimento e a forma como as pessoas lidam com situações que fogem do controle.

A trama acompanha diferentes momentos da vida dos protagonistas, mostrando não apenas o início da relação, mas também os desafios que surgem conforme os anos passam. Isso faz com que o espectador acompanhe a evolução dos personagens de forma mais completa.

O filme é baseado em uma história real?

Não. O roteiro foi criado por Nick Payne especialmente para o cinema. Apesar disso, muitos espectadores se identificaram com a história porque os conflitos apresentados são bastante universais. Questões relacionadas à família, carreira, sonhos pessoais e relacionamentos aparecem de forma natural ao longo da narrativa.

Por que Florence e Andrew receberam tantos elogios?

Grande parte da força emocional do filme está nas atuações dos protagonistas. Florence Pugh interpreta Almut, uma chef de cozinha ambiciosa que tenta equilibrar vida profissional e pessoal. Já Andrew Garfield vive Tobias, um homem que busca reconstruir sua vida após experiências difíceis.

A química entre os dois personagens faz com que muitos dos momentos mais simples da história pareçam genuínos. Em vez de apostar em grandes discursos ou cenas exageradas, o filme valoriza conversas, gestos e situações cotidianas que ajudam a desenvolver a relação do casal.

O que diferencia este romance de outros lançamentos recentes?

Um dos elementos mais interessantes é a forma como a história é contada. Em vez de seguir uma linha cronológica tradicional, o roteiro alterna diferentes períodos da vida dos protagonistas.

Essa estrutura permite que o público descubra informações gradualmente e compreenda melhor a importância de determinados acontecimentos. Ao mesmo tempo, evita que a narrativa siga caminhos previsíveis.

Outro diferencial é que o longa não tenta transformar seus personagens em figuras perfeitas. Tobias e Almut cometem erros, enfrentam dúvidas e precisam lidar com decisões difíceis, tornando a experiência mais próxima da vida real.

O filme fez sucesso nos cinemas?

Sim. Após estrear no Festival Internacional de Cinema de Toronto em 2024, o longa recebeu atenção da crítica especializada e ganhou força graças ao boca a boca do público.

Distribuído pela A24 nos Estados Unidos, o filme arrecadou cerca de US$ 58,6 milhões mundialmente. O resultado foi considerado positivo para uma produção de médio orçamento focada em drama e romance, sem ligação com franquias famosas ou personagens já conhecidos.

Vale a pena assistir na Sessão da Tarde?

Para quem gosta de histórias emocionais, personagens bem desenvolvidos e filmes que permanecem na memória após o término, a resposta é sim.

“Todo Tempo Que Temos” não depende de efeitos especiais, grandes reviravoltas ou cenas de ação para prender a atenção. Seu principal atrativo está justamente na forma como retrata momentos comuns da vida e mostra que, muitas vezes, as experiências mais marcantes surgem das relações que construímos ao longo do caminho.

Muito Prazer ganha trailer e mostra como um motel falido vira palco de uma comédia sobre internet e dinheiro

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O diretor Jorge Furtado, responsável por produções como O Homem que Copiava e Saneamento Básico, o Filme, retorna aos cinemas em agosto com Muito Prazer, longa que utiliza a comédia para discutir um tema cada vez mais presente na vida dos brasileiros: a transformação da intimidade em conteúdo digital e as oportunidades e os riscos criados pela economia da internet.

A trama acompanha Rubem, personagem de Daniel de Oliveira (Bingo: O Rei das Manhãs), um motorista de aplicativo que recebe como herança um motel em situação precária. Ao chegar ao local, ele conhece Grace, interpretada por Luisa Arraes (Grande Sertão), antiga funcionária que continuou vivendo no imóvel mesmo após o encerramento das atividades. Sem condições de vender a propriedade ou quitar as dívidas acumuladas, os dois buscam uma forma de transformar o negócio em uma fonte de renda novamente.

A solução surge com Nalva, personagem de Samantha Jones (Renascer), que enxerga na internet uma oportunidade para recuperar as finanças do grupo. A partir daí, a história passa a explorar como plataformas digitais e novos modelos de negócios podem gerar lucro rapidamente, mas também criar problemas difíceis de controlar.

Muito Prazer discute como a internet alterou a relação das pessoas com privacidade, exposição e consumo de conteúdo. Em um período em que cada vez mais brasileiros utilizam redes sociais e plataformas digitais para trabalhar ou complementar a renda, o tema ganha relevância imediata para o público.

Esse aspecto diferencia o longa de muitas comédias tradicionais. Em vez de apostar apenas em situações engraçadas, a narrativa utiliza o humor para levantar discussões sobre temas contemporâneos. A premissa pode gerar risadas, mas também convida o espectador a refletir sobre até onde alguém está disposto a ir para resolver problemas financeiros e quais são as consequências de transformar experiências privadas em mercadoria.

Outro elemento que pode despertar interesse é a escolha do cenário principal. O motel funciona como uma representação de negócios tradicionais que precisam encontrar novas formas de sobreviver em um mercado cada vez mais influenciado pela tecnologia. Embora a história seja ficcional, a situação enfrentada pelos personagens dialoga com desafios reais de empreendedores que precisaram adaptar suas atividades às mudanças de comportamento do consumidor nos últimos anos.

Para quem acompanha a carreira de Jorge Furtado, o filme também marca a continuidade de uma característica que tornou suas obras populares entre crítica e público: usar histórias simples para discutir questões econômicas e sociais reconhecíveis. Foi o que aconteceu em Saneamento Básico, o Filme, que abordava a falta de recursos em uma pequena comunidade, e em O Homem que Copiava, que utilizava dificuldades financeiras como ponto de partida para desenvolver sua narrativa.

O elenco reúne nomes conhecidos da televisão e do cinema nacional. Além dos protagonistas, a produção conta com Drica Moraes (Sob Pressão) e Felipe Velozo (No Rancho Fundo). A presença desses atores reforça a expectativa de uma narrativa focada tanto nos conflitos pessoais quanto nas situações de humor criadas pela trama.

Scooby-Doo: Origens ganha primeira prévia oficial e revela como a Netflix vai reconstruir a origem da Mistério S.A.

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A Netflix divulgou as primeiras imagens de Scooby-Doo: Origens, série que vai recontar o início da história de um dos grupos mais conhecidos da cultura pop. O vídeo tem apenas alguns segundos, mas já entrega um momento importante: o encontro entre o cão detetive e Salsicha Rogers. Na cena, o filhote de Dogue Alemão caminha por uma floresta até encontrar seu futuro melhor amigo, que o recebe com carinho.

A prévia também ajuda a mostrar qual será o foco da produção. Em vez de apresentar a Mistério S.A. já formada e resolvendo casos, a série voltará no tempo para explicar como tudo começou. A história acompanha Daphne, Fred, Velma e Salsicha ainda adolescentes, antes de se tornarem a equipe de investigadores conhecida pelo público há décadas.

O ponto de partida da trama é um assassinato ocorrido durante o último verão no Acampamento Ruby-Spears. O caso acaba aproximando os quatro jovens, que passam a investigar acontecimentos estranhos ligados ao crime. No meio dessa história está Scooby-Doo, ainda filhote, que pode ter visto algo importante e se transforma em uma peça fundamental para a investigação.

Essa escolha representa uma mudança interessante em relação às versões mais conhecidas da franquia. Em vez de apostar apenas em monstros mascarados e mistérios resolvidos em poucos minutos, a série trabalha uma única investigação que acompanha toda a temporada. Isso permite que o público conheça melhor os personagens e entenda como surgiu a amizade entre eles.

Outro detalhe que chama atenção é que a produção procura responder perguntas que nunca receberam muito espaço nas animações. Como Scooby entrou na vida de Salsicha? Quando Fred, Daphne e Velma passaram a trabalhar juntos? O que levou esse grupo tão diferente a formar uma equipe? Essas questões estão no centro da narrativa e ajudam a diferenciar a série de outras adaptações já lançadas.

O elenco reúne jovens atores que vêm ganhando destaque em produções de cinema e streaming. Mckenna Grace interpreta Daphne Blake, enquanto Abby Ryder Fortson assume o papel de Velma. Já Salsicha será vivido por Tanner Hagen, e Fred Jones por Maxwell Jenkins.

Uma notícia que deve agradar quem cresceu assistindo aos desenhos é a presença de Frank Welker como a voz de Scooby-Doo. O ator acompanha o personagem há décadas e continua sendo uma das vozes mais associadas ao cachorro detetive.

Nos bastidores, a série está sendo produzida pela Netflix em parceria com a Warner Bros. Television. As gravações começaram em 2026, e o projeto surge em um momento em que diversas franquias clássicas estão ganhando novas versões para o streaming.

Por que a franquia continua relevante mais de 50 anos depois?

O lançamento do live-acition não acontece por acaso. Mesmo criado em 1969, Scooby-Doo continua sendo uma das franquias mais reconhecidas da cultura pop mundial. Poucos personagens da animação conseguiram permanecer em atividade por tanto tempo e, ao mesmo tempo, continuar atraindo novas gerações de espectadores.

Um dos motivos para essa longevidade é a simplicidade da fórmula criada pela série original. Mistérios, investigações, humor e um grupo de jovens com personalidades diferentes formaram uma combinação que continua funcionando décadas depois. Enquanto outras produções ficaram presas à época em que foram lançadas, a série conseguiu se adaptar a diferentes momentos da televisão e do streaming sem abandonar suas características principais.

Ao longo dos anos, a franquia recebeu diversas versões, desde desenhos clássicos até produções mais modernas como O Mistério S/A, considerada por muitos uma das adaptações mais ambiciosas da marca. Além disso, Scooby-Doo também chegou aos cinemas em filmes live-action, estrelou dezenas de animações lançadas para vídeo e participou de encontros com personagens de outros universos, ampliando ainda mais seu alcance.

Domingo Maior (07/06) exibe Operações Especiais, filme policial estrelado por Cléo Pires sobre corrupção e disputas de poder

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A Globo exibe na noite de hoje, 7 de junho de 2026, o filme brasileiro Operações Especiais, produção policial dirigida por Tomás Portella e estrelada por Cléo Pires. Lançado em 2014, o longa combina ação, investigação criminal e conflitos internos dentro das forças de segurança, acompanhando uma policial novata enviada para uma missão em uma cidade dominada pelo avanço da criminalidade.

Na trama, Francis Corrêa (Cléo Pires) acaba de ingressar na Polícia Civil quando é designada para integrar uma força-tarefa em São Judas do Livramento, município fictício do interior do Rio de Janeiro que enfrenta uma onda crescente de violência. A cidade passa a receber criminosos que deixaram comunidades da capital após grandes operações policiais, criando um cenário de insegurança que desafia as autoridades locais. As informações são do AdoroCinema.

Enquanto tenta se adaptar à nova rotina, Francis precisa lidar com a desconfiança de colegas mais experientes e provar que tem capacidade para atuar em operações de alto risco. Ao lado de outros agentes, ela participa de ações que inicialmente conseguem reduzir a criminalidade e conquistar o apoio da população.

No entanto, conforme a operação avança, a equipe passa a enfrentar resistência de grupos que são afetados pela nova realidade da cidade. É nesse momento que o filme deixa de focar apenas no combate ao crime e passa a explorar interesses políticos, corrupção e disputas de poder que influenciam diretamente o trabalho policial.

O principal diferencial de Operações Especiais está justamente nessa abordagem. Em vez de apresentar apenas confrontos entre policiais e criminosos, o roteiro discute os desafios enfrentados por agentes que tentam cumprir suas funções em um ambiente marcado por pressões externas e interesses conflitantes.

O elenco reúne nomes conhecidos do audiovisual brasileiro. Além de Cléo Pires no papel principal, o filme conta com Fabrício Boliveira (Simonal e Faroeste Caboclo) como Décio, Thiago Martins (Cidade dos Homens e Bom Sucesso) como Roni, Marcos Caruso (Avenida Brasil e Travessia) como o delegado Paulo Fróes, Fabiula Nascimento (Sob Pressão e Vai Que Cola) como Rosa e Antonio Tabet (Porta dos Fundos) como Claudemir Toscano.

Dirigido por Tomás Portella, que posteriormente comandaria produções como Impuros e A Divisão, o longa apresenta elementos que mais tarde se tornariam marcas de sua carreira: operações policiais, conflitos institucionais e histórias inspiradas em questões ligadas à segurança pública brasileira.

Para quem gosta de produções como Tropa de Elite, A Divisão e Carcereiros, Operações Especiais oferece uma proposta semelhante, mas com foco na trajetória de uma policial em início de carreira. A personagem de Cléo Pires funciona como o ponto de vista do público dentro daquele universo, permitindo acompanhar tanto as operações quanto os bastidores da corporação.

Onde assistir?

Além da exibição no Domingo Maior, o longa-metragem brasileiro também está disponível no catálogo da Netflix.

Integrante da equipe de Obsessão revela pagamento recebido após filme multiplicar orçamento e faturar US$ 250 milhões

O sucesso de Obsessão nos cinemas ganhou um novo capítulo fora das telas. Meses após o terror psicológico se transformar em uma das produções independentes mais rentáveis dos últimos anos, uma integrante importante da equipe decidiu revelar publicamente quanto recebeu para trabalhar no filme. A declaração chamou atenção não apenas pelo valor informado, mas pelo tom de arrependimento demonstrado pela profissional.

Responsável pela direção de arte do longa, ela afirmou em seu perfil oficial no Instagram que recebeu US$ 6.741,36 pelo trabalho realizado durante a produção. Na mesma publicação, fez um desabafo que rapidamente repercutiu entre profissionais do audiovisual e fãs do gênero. “Me arrependo todos os dias de não ter mudado o rumo dessa produção. Fui aconselhada a não fazer isso e, ingenuamente, dei ouvidos”, escreveu.

A repercussão ocorre porque o longa-metragem alcançou um resultado raro até mesmo para os padrões de Hollywood. Produzido com apenas US$ 750 mil, o longa ultrapassou a marca de US$ 250 milhões em arrecadação mundial, multiplicando seu investimento inicial centenas de vezes e se consolidando como um dos casos mais impressionantes de retorno financeiro recente no cinema de terror.

Dirigido, escrito e editado por Curry Barker, o filme surgiu a partir da trajetória do cineasta na internet. Antes de estrear nos cinemas, Barker era conhecido pelos vídeos publicados em seu canal no YouTube, onde produzia esquetes de humor e projetos independentes. O reconhecimento veio após o curta de terror The Chair, lançado em 2023, chamar a atenção do produtor James Harris. Em vez de expandir aquela história, Barker apresentou uma ideia inédita que misturava romance obsessivo, elementos sobrenaturais e horror psicológico.

A trama acompanha Bear Bailey, interpretado por Michael Johnston, funcionário de uma loja de música que nutre sentimentos por sua amiga Nikki Freeman, vivida por Inde Navarrette. Ao encontrar um objeto capaz de realizar desejos, ele toma uma decisão impulsiva: deseja que Nikki o ame mais do que qualquer pessoa no mundo. O pedido aparentemente funciona, mas desencadeia uma sequência de acontecimentos cada vez mais perturbadores, transformando uma paixão não correspondida em uma espiral de violência, paranoia e morte.

O longa conquistou o público justamente por fugir dos caminhos mais previsíveis do gênero. Em vez de depender exclusivamente de sustos ou criaturas sobrenaturais, a narrativa utiliza a obsessão emocional como principal combustível para o horror. A relação entre Bear e Nikki se deteriora rapidamente, levando a situações desconfortáveis e chocantes que ajudaram a impulsionar o debate sobre o filme nas redes sociais.

Nesse contexto, a revelação sobre o pagamento recebido pela diretora de arte trouxe uma nova discussão para a trajetória do projeto. A direção de arte é uma das áreas responsáveis por construir visualmente o universo apresentado ao público, definindo ambientes, objetos, decoração e detalhes que ajudam a transmitir a atmosfera da história. Em um filme que aposta constantemente em desconforto visual e tensão crescente, o trabalho desse departamento tem influência direta no resultado visto em tela.

O caso também evidencia um tema recorrente no cinema independente: a distância entre os salários pagos durante a produção e os lucros obtidos após um sucesso inesperado. Projetos de baixo orçamento costumam operar com recursos limitados e equipes reduzidas, o que frequentemente leva profissionais a aceitarem remunerações inferiores às praticadas em produções maiores. Quando o filme alcança resultados extraordinários, como aconteceu com Obsessão, surgem questionamentos sobre quem realmente participa dos ganhos gerados pela obra.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre possíveis acordos de participação nos lucros envolvendo a equipe técnica do longa. Ainda assim, a publicação da diretora de arte colocou os bastidores do filme no centro das atenções e reacendeu um debate que ultrapassa este caso específico: o reconhecimento financeiro dos profissionais que ajudam a transformar projetos modestos em fenômenos globais.

Backrooms: Um Não-Lugar bate recorde histórico da A24 ao ultrapassar US$ 191 milhões em bilheteria mundial e superar sucessos premiados do estúdio

O filme Backrooms alcançou um marco importante para a A24 ao se tornar a maior bilheteria da história do estúdio. Segundo informações publicadas pelo Deadline, a produção dirigida por Kane Parsons ultrapassou os US$ 191 milhões arrecadados mundialmente por Marty Supreme, estrelado por Timothée Chalamet, assumindo o primeiro lugar entre os maiores sucessos comerciais da distribuidora.

Enquanto Marty Supreme precisou de 53 dias para superar os números de Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, que durante anos ocupou a liderança da A24, o filme atingiu o topo do ranking em apenas dez dias de exibição. Nos Estados Unidos, o longa também estabeleceu um novo recorde para o estúdio ao ultrapassar os US$ 96 milhões arrecadados por Marty Supreme em apenas seis dias.

Os números ganham ainda mais relevância quando comparados ao orçamento da produção. O filme custou menos de US$ 10 milhões e foi desenvolvido em parceria com a Chernin Entertainment. Em um mercado onde produções de grande porte frequentemente ultrapassam a faixa dos US$ 100 milhões, o desempenho do longa-metragem se destaca pela relação entre investimento e retorno financeiro.

O sucesso de Backrooms evidencia o interesse crescente de Hollywood por propriedades intelectuais criadas na internet. Antes da adaptação para os cinemas, a obra já possuía uma audiência consolidada por meio da websérie de Kane Parsons e da creepypasta que inspirou o projeto, fatores que ajudaram a transformar o filme em um dos maiores sucessos comerciais da A24.

A história acompanha Clark, personagem interpretado por Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão, Doutor Estranho), proprietário de uma loja de móveis que enfrenta dificuldades financeiras e problemas pessoais. Sua vida muda quando ele descobre uma passagem escondida que leva aos Backrooms, um espaço labiríntico formado por corredores intermináveis, salas vazias e ambientes que desafiam as leis da realidade.

Ao investigar o local, Clark encontra vestígios de pesquisas conduzidas pelo Async Research Institute, organização que estuda o fenômeno há décadas. O que inicialmente parece uma descoberta extraordinária rapidamente se transforma em uma luta pela sobrevivência diante de entidades desconhecidas e de um ambiente que parece alterar a percepção da realidade.

Paralelamente, a terapeuta Mary Kline, interpretada por Renate Reinsve (A Pior Pessoa do Mundo), acaba envolvida nos acontecimentos. Conforme a trama avança, o filme revela que os Backrooms não funcionam apenas como um espaço físico misterioso. O local também parece absorver lembranças, medos e traumas de quem entra nele, transformando experiências pessoais em ambientes distorcidos e ameaçadores.

Essa abordagem ajudou a diferenciar o longa de outras produções de terror recentes. Em vez de depender apenas de criaturas ou sustos repentinos, o roteiro utiliza a sensação constante de desorientação e isolamento para construir tensão. O conceito que tornou os Backrooms populares na internet foi preservado, mas ganhou uma estrutura narrativa mais ampla para o cinema.

O elenco também reúne Mark Duplass (The Morning Show), Finn Bennett (True Detective: Night Country), Lukita Maxwell (Shrinking) e Avan Jogia (Zombieland: Atire Duas Vezes). No entanto, um dos elementos mais comentados da produção tem sido a direção de Kane Parsons. Aos poucos, o cineasta vem se consolidando como um dos exemplos mais bem-sucedidos da nova geração de criadores que migraram das plataformas digitais para a indústria cinematográfica.

Temperatura Máxima (07/06) exibe Matrix Resurrections e relembra como a franquia voltou a discutir o futuro da humanidade na era digital

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A Globo exibe neste domingo, 7 de junho de 2026, na Temperatura Máxima, Matrix Resurrections, filme que marcou o retorno de uma das franquias mais importantes da ficção científica no cinema. Lançado em 2021, o longa chegou quase vinte anos depois de Matrix Revolutions e trouxe de volta personagens que ajudaram a transformar a saga em um fenômeno cultural ao redor do mundo.

Dirigido por Lana Wachowski, responsável pela trilogia original ao lado de sua irmã Lilly Wachowski, o filme reencontra Thomas Anderson, mais conhecido como Neo. À primeira vista, ele leva uma vida comum e bem-sucedida como criador de jogos eletrônicos. No entanto, algo continua incomodando o personagem. Sonhos recorrentes, lembranças fragmentadas e uma constante sensação de que existe algo errado fazem com que ele volte a questionar tudo aquilo que considera real. (Via: AdoroCinema)

Essa é justamente uma das características que tornam Matrix Resurrections interessante. Em vez de apenas revisitar personagens conhecidos, o filme procura adaptar as ideias da franquia para um mundo muito diferente daquele que existia quando o primeiro Matrix chegou aos cinemas, em 1999. Naquela época, a internet ainda estava longe de ocupar o espaço que ocupa atualmente. Hoje, algoritmos influenciam decisões, redes sociais moldam comportamentos e a inteligência artificial se tornou parte das discussões sobre o futuro da sociedade.

Dentro desse contexto, o novo filme utiliza a Matrix para levantar questões que parecem mais próximas da realidade do que nunca. A ameaça já não está apenas em máquinas gigantes ou agentes perseguindo humanos. O controle agora acontece de maneiras mais sutis, explorando emoções, inseguranças e a necessidade constante de aprovação que faz parte da experiência digital moderna.

Outro ponto que diferencia o longa dos capítulos anteriores é a atenção dedicada à relação entre Neo e Trinity. Se nos filmes da trilogia original as grandes batalhas e os conflitos entre humanos e máquinas ocupavam o centro da narrativa, aqui a conexão entre os dois personagens se torna o principal motor da história. Essa escolha dá ao filme um tom mais emocional e ajuda a explicar muitas das decisões tomadas ao longo da trama.

Grande parte da curiosidade em torno da produção estava justamente no retorno de Keanu Reeves (John Wick, Velocidade Máxima) e Carrie-Anne Moss (Memento, Jessica Jones). Afinal, os acontecimentos de Matrix Revolutions pareciam encerrar de forma definitiva a jornada dos personagens. Descobrir como Neo e Trinity voltariam a esse universo se tornou um dos maiores mistérios do projeto durante sua divulgação.

Além dos rostos conhecidos, a produção apresenta novos personagens importantes para a continuidade da franquia. Yahya Abdul-Mateen II (Aquaman, Watchmen) interpreta uma nova versão de Morpheus, enquanto Jessica Henwick (Glass Onion, Punho de Ferro) ganha espaço como Bugs, uma personagem fundamental para os rumos da história. Jonathan Groff (Mindhunter, Hamilton) assume uma nova encarnação de Smith, um dos antagonistas mais marcantes da série.

Entre as novidades, um dos destaques é o Analista, vivido por Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother, Garota Exemplar). O personagem surge como uma representação dos métodos mais modernos de controle dentro da Matrix e desempenha papel decisivo nos acontecimentos do filme.

A trajetória de Matrix Resurrections também foi marcada pelos desafios enfrentados fora das telas. As filmagens começaram em fevereiro de 2020, mas precisaram ser interrompidas poucas semanas depois por causa da pandemia de COVID-19. Como aconteceu com diversas produções de Hollywood naquele período, o cronograma precisou ser reorganizado até que os trabalhos fossem retomados em Berlim, na Alemanha.

Mesmo diante dessas dificuldades, Lana Wachowski optou por acompanhar de perto as principais cenas de ação, mantendo um envolvimento criativo direto em momentos importantes da produção. Essa escolha ajudou a preservar características que fizeram da franquia uma referência visual ao longo dos anos.

Quando estreou nos cinemas em dezembro de 2021, o filme encontrou um cenário bastante diferente daquele vivido pelos capítulos anteriores. As salas de exibição ainda enfrentavam os impactos da pandemia, enquanto o streaming se consolidava como uma das principais formas de consumo de entretenimento. Nos Estados Unidos, o lançamento ocorreu simultaneamente nos cinemas e na HBO Max, uma estratégia que dividiu opiniões dentro da indústria.

Todo Mundo em Pânico estreia com força nas bilheterias, mas recebe nota baixa do público; entenda por que isso pode não ser uma má notícia para a franquia

O retorno de Todo Mundo em Pânico aos cinemas está provando que números de bilheteria e pesquisas de opinião nem sempre contam a mesma história. Enquanto o sexto filme caminha para uma estreia sólida ao redor do mundo, a produção recebeu nota “C+” no CinemaScore, avaliação considerada modesta para os padrões dos grandes lançamentos de Hollywood. À primeira vista, isso pode soar como um sinal de alerta. Mas, quando o assunto é uma comédia de paródia, a situação merece uma análise mais cuidadosa.

O sexto capítulo da franquia chega aos cinemas carregando uma responsabilidade importante: recuperar uma marca que ajudou a definir o humor popular dos anos 2000 e que passou mais de uma década longe das telonas. Para isso, o estúdio apostou justamente naquilo que muitos espectadores associam aos melhores momentos da série: o retorno da família Wayans e dos personagens que marcaram os primeiros filmes.

Marlon Wayans volta ao papel de Shorty Meeks, Shawn Wayans retorna como Ray Wilkins, Anna Faris reassume a personagem Cindy Campbell e Regina Hall interpreta novamente Brenda Meeks. A reunião desse elenco não é apenas um aceno ao passado. Ela funciona como uma tentativa clara de reconectar a franquia à fórmula que transformou os primeiros filmes em sucessos de público.

A trama acompanha o grupo mais de duas décadas após os acontecimentos do longa original. Novamente, um assassino mascarado surge no caminho dos protagonistas, criando o cenário perfeito para uma nova sequência de sátiras envolvendo os maiores fenômenos recentes do cinema de terror. E esse detalhe ajuda a entender por que a nota do CinemaScore talvez não seja tão preocupante quanto parece.

Ao contrário de um filme de ação ou de uma aventura familiar, uma comédia não costuma gerar reações uniformes. O humor é um dos elementos mais subjetivos do entretenimento. Uma piada que provoca gargalhadas em parte da plateia pode simplesmente não funcionar para outra. Quando a proposta envolve humor absurdo, referências específicas e sátiras exageradas, essa diferença de percepção tende a ficar ainda mais evidente.

É exatamente esse o território onde a comédia sempre existiu. A franquia nunca buscou ser sofisticada ou agradar a todos os públicos. Seu objetivo sempre foi brincar com os excessos do cinema comercial, transformar cenas famosas em piadas e rir dos clichês que dominam a cultura pop. Quem entra na sessão esperando esse tipo de experiência provavelmente encontrará algo próximo do que procura. Já quem espera uma abordagem mais moderna ou uma comédia convencional pode reagir de forma diferente.

Por isso, a nota “C+” talvez revele menos sobre a qualidade do filme e mais sobre o perfil de sua proposta. O CinemaScore mede a reação imediata dos espectadores ao deixarem a sala de cinema. É uma ferramenta útil, mas que nem sempre consegue capturar como determinados gêneros se comportam ao longo do tempo. Comédias irreverentes e produções de humor mais específico frequentemente recebem avaliações inferiores às de blockbusters que apostam em fórmulas mais amplas.

O dado que realmente merece atenção neste momento é outro: a capacidade do filme de atrair público mesmo após 13 anos sem um novo capítulo da série. Em uma época em que dezenas de produções disputam espaço nos cinemas e nas plataformas de streaming, fazer com que uma franquia lançada há mais de 25 anos volte a ocupar espaço nas conversas do público já representa um resultado significativo.

Mais do que uma simples continuação, o sexto capítulo funciona como um teste para medir se ainda existe espaço para grandes paródias no cinema atual. O gênero praticamente desapareceu das salas nos últimos anos, enquanto o terror vive uma fase de enorme popularidade. Essa combinação cria uma oportunidade interessante para a franquia voltar a comentar — e ridicularizar — os filmes que hoje dominam o imaginário do público.

Por enquanto, o cenário é claro: a nota do CinemaScore gerou manchetes, mas os números de bilheteria indicam que muita gente continua interessada em ver Cindy, Brenda, Ray e Shorty de volta à ação. Nas próximas semanas, será a arrecadação, e não uma pesquisa de saída, que mostrará qual desses indicadores conta a história mais completa sobre o retorno de Todo Mundo em Pânico.

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