Four Hands | Tudo o que já sabemos sobre o novo k-drama que marca o retorno de Song Kang após o serviço militar

O primeiro trailer de Four Hands oferece uma prévia de um drama que pretende ir além das tradicionais histórias ambientadas em escolas. A nova produção da tvN acompanha jovens músicos que dedicaram a maior parte de suas vidas ao aperfeiçoamento artístico e agora precisam lidar com uma realidade em que talento, sozinho, não garante espaço entre os melhores. A série marca o retorno de Song Kang à televisão após o serviço militar e aposta em um cenário pouco explorado pelos k-dramas recentes: o universo exigente da formação de pianistas e instrumentistas de música clássica.

Na trama, Song Kang interpreta Kang Bi-o, um pianista visto por professores e colegas como alguém destinado aos maiores palcos do mundo. Acostumado a ocupar o primeiro lugar em apresentações e avaliações, ele cresceu cercado por expectativas que transformaram a excelência em obrigação. O trailer sugere que a história não pretende apenas mostrar suas conquistas, mas também o custo emocional de viver sob a constante pressão de corresponder à imagem de prodígio construída ao seu redor.

A chegada de Choi Jeong-yo, personagem de Lee Jun-young, acrescenta uma nova camada à narrativa. Diferentemente de Bi-o, ele não teve uma trajetória cercada por reconhecimento e oportunidades. Ao ingressar na Escola de Artes da Coreia, ele reencontra alguém que marcou profundamente seu passado, abrindo espaço para uma relação que mistura admiração, ressentimentos antigos e questões que nunca foram completamente resolvidas. O vínculo entre os dois personagens aparece como um dos pilares da história.

Hong Jae-in, interpretada por Jang Gyu-ri, surge como uma personagem que enxerga a música de forma diferente dos colegas. Enquanto muitos estão focados em concursos, classificações e carreiras, ela busca algo mais subjetivo: encontrar obras capazes de provocar emoções genuínas. Sua trajetória tem potencial para abordar uma discussão interessante sobre a diferença entre dominar uma técnica e desenvolver uma identidade artística própria.

O material divulgado também chama atenção por tratar a música como parte essencial da narrativa, e não apenas como elemento decorativo. Ensaios, audições e apresentações aparecem ligados diretamente aos conflitos dos personagens. Cada conquista, erro ou oportunidade parece influenciar não apenas suas carreiras, mas também suas relações pessoais, transformando a arte em uma extensão dos sentimentos que carregam.

O título Four Hands faz referência a apresentações em que dois pianistas dividem o mesmo piano. Dentro da série, o conceito ganha um significado mais amplo. A expressão funciona como uma metáfora para personagens que seguem caminhos diferentes, mas permanecem conectados por experiências, escolhas e emoções compartilhadas. É uma ideia que conversa diretamente com os temas centrais do drama: parceria, rivalidade e crescimento.

Outro aspecto que pode despertar o interesse do público é a forma como a produção retrata o ambiente das escolas de artes. Em vez de romantizar a formação de jovens talentos, a série parece mostrar um espaço onde dedicação extrema, disciplina e competitividade fazem parte da rotina. Para quem tem curiosidade sobre o universo da música clássica profissional, o drama promete apresentar um olhar mais próximo dos desafios enfrentados por estudantes que sonham em transformar paixão em profissão.

Além de Song Kang, Lee Jun-young e Jang Gyu-ri, o elenco conta com Kim Joo-hun, Yoon Se-ah e Jung Jin-young. A direção é assinada por Park Hyun-seok, conhecido por trabalhos como Song of the Bandits, enquanto o roteiro fica sob responsabilidade de Shin Yi-won.

Cem Anos Depois leva o legado de Drácula para uma investigação repleta de mistérios e segredos históricos

Os vampiros nunca saíram de moda, mas poucos personagens continuam despertando tanto interesse quanto Drácula. Mais de um século após a publicação do clássico de Bram Stoker, a autora Deyse O. S. aposta em uma nova abordagem para explorar o universo do famoso conde em Cem Anos Depois, romance que mistura suspense, investigação histórica e elementos de mistério.

A obra apresenta uma proposta diferente das tradicionais releituras do personagem. Em vez de acompanhar diretamente o vampiro, a narrativa se concentra em um grupo de pesquisadores da Noruega encarregado de viajar até a Transilvânia para reunir documentos, objetos e registros relacionados à figura de Drácula. A missão faz parte da preparação de uma grande exposição museológica chamada “Draculheim”, dedicada a investigar a história por trás da lenda.

O ponto de partida pode parecer simples, mas rapidamente se transforma em uma investigação cheia de perguntas sem respostas. Ao longo da jornada, arqueólogos, historiadores e antropólogos passam a encontrar vestígios do passado que desafiam explicações convencionais, levando o grupo a mergulhar em uma trama marcada por descobertas inquietantes.

Suspense construído a partir de documentos e pistas

Um dos diferenciais de Cem anos depois está na forma como a história é contada. A autora utiliza cartas, diários, manuscritos, pergaminhos e outros documentos para construir a narrativa. Esse recurso ajuda a criar a sensação de que o leitor acompanha uma investigação real, descobrindo informações ao mesmo tempo que os personagens.

A estrutura também contribui para o ritmo da leitura. Os capítulos curtos e as constantes revelações mantêm a tensão elevada, enquanto novas pistas surgem para conectar acontecimentos separados por décadas. Para quem gosta de histórias que funcionam como um quebra-cabeça, o livro aposta justamente nesse processo de montar as peças aos poucos.

Vila das Brumas se torna peça central da narrativa

Grande parte da trama acontece em Vila das Brumas, uma pequena localidade situada na Transilvânia. Apesar de seu tamanho reduzido, o lugar exerce papel fundamental na construção da atmosfera da obra.

O cenário reúne elementos clássicos das histórias de mistério: um castelo antigo, uma igreja, uma taverna, edifícios históricos e uma população cercada por lendas e acontecimentos do passado. Esse ambiente reforça a sensação constante de isolamento e incerteza que acompanha os protagonistas durante a investigação.

Uma história que conecta passado e presente

Ambientado em 1997, o romance não se limita a um único período histórico. A narrativa percorre diferentes épocas para explicar acontecimentos que influenciam diretamente a investigação conduzida pelos pesquisadores.

Segundo a autora, a construção da história envolveu pesquisas sobre eventos históricos, guerras, descobertas arqueológicas e tecnologias de diferentes momentos da história. Esse trabalho serve como base para criar conexões entre fatos reais e elementos ficcionais, ampliando a sensação de verossimilhança da trama.

Para quem o livro é indicado?

Cem anos depois pode agradar especialmente leitores que gostam de suspense investigativo, mistérios históricos e narrativas que expandem universos literários já conhecidos. Embora utilize a mitologia de Drácula como ponto de partida, a obra busca construir sua própria identidade ao focar na investigação dos acontecimentos deixados pelo personagem.

Trailer de Insaciável revela terror sobrenatural envolvendo uma perigosa tendência de emagrecimento

A Diamond Films revelou o primeiro trailer de Insaciável, novo longa da cineasta Natalie Erika James, conhecida por explorar o terror a partir de conflitos humanos e emocionais. Desta vez, a diretora mergulha em uma história que combina horror sobrenatural e transformações corporais para abordar um tema cada vez mais presente nas discussões contemporâneas: a busca por padrões estéticos a qualquer custo.

As primeiras imagens apresentam Hana, uma estudante de medicina que se envolve em uma tendência clandestina de emagrecimento que promete resultados rápidos e extremos. O método, no entanto, vai além de qualquer limite racional: consumir cinzas humanas. A partir dessa decisão, a jovem passa a conviver com fenômenos inexplicáveis que transformam sua rotina em uma sequência de acontecimentos cada vez mais perturbadores.

Sem entregar os principais mistérios da trama, o trailer sugere que a prática está ligada a uma espécie de maldição. Enquanto tenta compreender o que está acontecendo, Hana passa a ser assombrada pela presença da pessoa cujas cinzas ingeriu. O terror não surge apenas das aparições sobrenaturais, mas também da deterioração física e emocional da protagonista, que vê sua percepção da realidade se tornar cada vez mais instável.

Interpretada por Midori Francis (The Sex Lives of College Girls e Grey’s Anatomy), Hana ocupa o centro de uma narrativa que utiliza o horror para discutir pressão estética, pertencimento social e os limites que algumas pessoas estão dispostas a ultrapassar em busca de aceitação. A prévia indica que esses temas serão fundamentais para o desenvolvimento da história, funcionando como algo mais profundo do que um simples pano de fundo para os sustos.

Corredores vazios, ambientes claustrofóbicos, sombras constantes e imagens de transformação corporal ajudam a construir uma sensação de desconforto crescente. Em vez de depender exclusivamente de cenas de impacto imediato, o filme parece investir em uma inquietação gradual, característica que marcou os trabalhos anteriores de Natalie Erika James.

Além de Midori Francis, o elenco reúne Danielle Macdonald (Dumplin’ e Bird Box Barcelona), Madeleine Madden (A Roda do Tempo), Robert Taylor (Longmire), Showko Showfukutei e Annie Shapero. Embora o foco do trailer esteja na jornada de Hana, as imagens sugerem que os personagens ao seu redor terão papel importante para desvendar a origem da prática que desencadeia os eventos sobrenaturais.

Antes de sua estreia comercial, o longa-metragem ganhou projeção no Festival de Cinema de Sundance 2026, onde foi selecionado para a seção Midnight, vitrine tradicional dedicada a produções de terror, suspense e fantasia. A participação no evento ajudou a colocar o longa entre os títulos mais comentados do gênero neste ano, especialmente pela forma como combina elementos clássicos do horror com discussões bastante atuais sobre imagem corporal e comportamento coletivo.

Whalefall | Filme com Josh Brolin e Austin Abrams ganha primeiro trailer e leva história de sobrevivência dentro de uma baleia para os cinemas

A 20th Century Studios divulgou o primeiro trailer de Whalefall, adaptação do romance de Daniel Kraus publicado em 2023. O longa-metragem acompanha Jay Gardiner, um jovem mergulhador que parte em busca dos restos mortais do pai e acaba preso dentro de uma baleia-cachalote durante a expedição. Com pouco tempo para agir e recursos limitados, ele precisa encontrar uma forma de escapar antes que o oxigênio se esgote.

A trama é baseada em um dos elementos centrais do livro: a relação entre Jay e seu pai, Mitt Gardiner, interpretado por Josh Brolin. A busca pelos restos mortais do personagem dá início à história e conduz as decisões do protagonista ao longo da narrativa. O trailer indica que as lembranças dessa relação terão papel importante no desenvolvimento dos acontecimentos. As informações são do Deadline.

Austin Abrams (Euphoria, Lobos e Dash & Lily) assume o papel principal. O elenco também reúne Josh Brolin (Duna e Vingadores: Ultimato), Elisabeth Shue (Cobra Kai e De Volta para o Futuro 2), John Ortiz (Velozes e Furiosos e Bumblebee), Jane Levy (Evil Dead e Zoey e Sua Fantástica Playlist) e Emily Rudd (One Piece e Rua do Medo: Rainha do Baile). A direção é de Brian Duffield, roteirista de A Babá e diretor de Ninguém Vai Te Salvar, que também assina o roteiro ao lado de Daniel Kraus, autor da obra original.

Diferentemente de outros filmes de sobrevivência ambientados em ambientes abertos, o longa-metragem concentra grande parte da narrativa em um espaço extremamente limitado. A história acompanha os esforços do protagonista para lidar com a falta de oxigênio, os ferimentos provocados pelo acidente e o tempo reduzido para encontrar uma saída.

O filme adapta integralmente o romance lançado por Kraus, obra que ganhou destaque por combinar uma história de sobrevivência com um drama familiar centrado em perda, luto e reconciliação. O livro foi publicado em diversos países e rapidamente se tornou um dos trabalhos mais conhecidos do autor.

Whalefall chega aos cinemas dos Estados Unidos em outubro. Até o momento, a 20th Century Studios não confirmou uma data de lançamento para o mercado brasileiro.

Netflix confirma terceira e última temporada de Manual de Assassinato para Boas Garotas e encerrará adaptação dos livros de Holly Jackson

A Netflix anunciou a renovação de Manual de Assassinato para Boas Garotas para uma terceira temporada, que também será a última da produção. Com a decisão, a plataforma concluirá a adaptação da trilogia escrita por Holly Jackson, encerrando a história de Pip Fitz-Amobi exatamente no ponto em que a autora finalizou a narrativa nos livros. As informações são da Variety.

A renovação dá à série algo que nem sempre acontece com adaptações literárias: a possibilidade de desenvolver e concluir todos os acontecimentos planejados desde o início. Desde sua estreia, a produção tem seguido a estrutura dos romances originais, dedicando cada temporada a um dos livros da trilogia. A temporada final será baseada em “As Good As Dead”, terceiro volume da saga publicada por Jackson.

A série acompanha Pip Fitz-Amobi, estudante que decide reexaminar um assassinato ocorrido anos antes em sua cidade. O que começa como um projeto escolar evolui para uma investigação que expõe informações ocultadas durante anos e coloca a protagonista em contato direto com pessoas ligadas ao caso. Ao longo das duas primeiras temporadas, a personagem passa de observadora a participante dos acontecimentos que tenta desvendar, carregando consequências que se acumulam a cada nova descoberta.

A escolha de adaptar o terceiro livro permite à produção explorar uma etapa diferente da trajetória de Pip. Enquanto os capítulos iniciais apresentavam uma jovem determinada a encontrar respostas para um crime antigo, a fase final da história mostra alguém que já conhece o peso das decisões tomadas durante suas investigações. Essa mudança de perspectiva é um dos elementos centrais do último romance e deve orientar os episódios finais da adaptação.

A autora Holly Jackson afirmou que considera “As Good As Dead” seu livro preferido da trilogia. Segundo ela, a obra apresenta uma protagonista transformada pelos acontecimentos anteriores e confrontada por situações que colocam à prova sua visão de justiça, responsabilidade e segurança. A adaptação televisiva deverá seguir essa mesma linha narrativa.

Emma Myers retorna ao papel principal após liderar as duas primeiras temporadas. A atriz divide novamente a cena com Zain Iqbal, intérprete de Ravi Singh, personagem que se tornou uma peça importante na trajetória investigativa de Pip. O elenco da temporada final também contará com os retornos de Henry Ashton, Asha Banks, Jude Morgan-Collie, Eden H. Davies e Yali Topol Margalith.

Outro detalhe confirmado é que a terceira temporada terá quatro episódios. O formato acompanha o modelo de produção adotado pela série desde sua criação para a televisão britânica, priorizando histórias mais concentradas e diretamente ligadas aos eventos dos livros.

Desenvolvida por Poppy Cogan e produzida pela Moonage Pictures, Manual de Assassinato para Boas Garotas nasceu como uma adaptação para a BBC antes de chegar ao catálogo internacional da Netflix. A distribuição global ampliou o alcance da produção e colocou a série entre os títulos de suspense juvenil mais assistidos da plataforma em diversos mercados.

Sessão da Tarde exibe Meu Sangue Ferve Por Você e leva a trajetória de Sidney Magal para a televisão nesta terça (9)

A Sessão da Tarde desta terça, 9 de junho de 2026, exibe Meu Sangue Ferve Por Você, filme brasileiro lançado em 2024 que retrata um dos capítulos mais conhecidos da vida de Sidney Magal. Em vez de contar toda a trajetória do cantor, a produção concentra sua narrativa no início do relacionamento entre o artista e Magali West, história que acabou se tornando uma das mais duradouras do meio artístico brasileiro.

Dirigido por Paulo Machline, o longa acompanha Magal em um momento de grande popularidade. No final dos anos 1970, o cantor acumulava sucessos nas rádios, participações frequentes na televisão e uma agenda intensa de apresentações pelo país. É nesse cenário que acontece o encontro com Magali, durante uma gravação televisiva. A partir desse momento, a trama passa a mostrar como a relação se desenvolveu em meio às exigências da carreira e à exposição constante da vida pública. As informações são do AdoroCinema.

O filme utiliza uma história de amor real para apresentar ao público um retrato do universo do entretenimento brasileiro da época. A produção recria os bastidores dos programas de auditório, os figurinos extravagantes que marcaram a imagem de Sidney Magal e a influência que a televisão exercia sobre a carreira dos artistas. Para os espectadores mais jovens, o longa também funciona como uma introdução a um período importante da cultura popular brasileira.

No papel principal, Filipe Bragança interpreta Sidney Magal e assume a tarefa de reproduzir características que ajudaram a transformar o cantor em um fenômeno nacional. Ao lado dele está Giovana Cordeiro, que interpreta Magali West. O elenco ainda reúne Caco Ciocler, Emanuelle Araújo, Sidney Santiago e Julia Konrad, personagens que ajudam a contextualizar os desafios pessoais e profissionais enfrentados pelo casal naquele período.

Um dos diferenciais da produção é a escolha por focar em um momento específico da vida do cantor. Em vez de seguir o formato tradicional de cinebiografia que percorre décadas da carreira de uma personalidade, o roteiro concentra sua atenção nos acontecimentos que aproximaram Magal e Magali. A decisão permite aprofundar aspectos da vida pessoal do artista sem deixar de lado o contexto de sua ascensão profissional.

A trilha sonora também tem papel importante na narrativa. As músicas ajudam a situar o espectador na época retratada e reforçam a identidade artística construída por Sidney Magal ao longo de sua carreira. O repertório contribui para mostrar por que o cantor se tornou um dos nomes mais populares da música brasileira durante os anos 1970 e 1980.

Temporada final de O Urso coloca seus personagens diante das decisões mais importantes da série

O Disney+ divulgou o trailer da temporada final de O Urso, antecipando um desfecho que deve colocar os personagens diante das consequências de decisões tomadas ao longo de toda a série. Mais do que mostrar a pressão diária de uma cozinha profissional, as novas imagens indicam que os episódios finais serão dedicados a temas que acompanharam a produção desde o início: família, luto, ambição, amadurecimento e a busca por um propósito além do trabalho.

Para quem não se lembra exatamente de onde a história parou, o acontecimento mais importante da quarta temporada foi a saída de Carmy Berzatto do restaurante. Depois de anos tentando transformar o negócio em uma referência da gastronomia de Chicago, o chef percebeu que sua dedicação à cozinha estava cada vez mais ligada a cobranças pessoais e traumas que nunca conseguiu superar totalmente. Ao deixar o restaurante, Carmy não abandona apenas um projeto profissional, mas também a identidade que construiu para si desde a juventude.

A decisão muda completamente o cenário para os episódios finais. Sem a presença de seu principal líder, a equipe precisa encontrar uma nova forma de seguir em frente. É nesse contexto que Sydney Adamu assume um papel ainda mais importante. Após receber uma proposta para trabalhar em outro restaurante, a chef decidiu permanecer onde ajudou a construir grande parte do projeto. Agora, ela passa a carregar a responsabilidade de liderar a equipe em um momento em que qualquer erro pode ter consequências significativas para o futuro do negócio.

O trailer sugere que essa transição estará no centro da narrativa. Ao longo das temporadas, Sydney demonstrou talento técnico, criatividade e capacidade de liderança, mas a reta final deve mostrar os desafios de assumir a responsabilidade por decisões que afetam não apenas sua carreira, mas também a vida de todos ao seu redor. A série parece interessada em explorar o peso dessa escolha e os impactos que ela terá em sua trajetória.

Os problemas financeiros continuam sendo outra questão fundamental da história. A temporada anterior mostrou que, apesar dos elogios recebidos pela qualidade dos pratos, o restaurante ainda enfrentava dificuldades para manter uma operação estável. Uma crítica publicada por um importante jornal local destacou justamente essa contradição: excelência na cozinha, mas inconsistência na experiência oferecida aos clientes. A repercussão levou os investidores a exigir resultados em um prazo limitado, criando uma pressão que permanece presente nos episódios finais.

Em meio a esse cenário, algumas alternativas começaram a surgir. A tradicional operação de sanduíches Beef, que continuou atraindo clientes mesmo durante os momentos mais difíceis, passou a ser vista como uma oportunidade real de crescimento. A possibilidade de expandir a marca pode representar uma saída para os problemas financeiros e se tornar uma peça importante no futuro da equipe.

O trailer também reforça a importância de personagens que ganharam espaço ao longo da série. Richie chega à temporada final depois de uma transformação que poucos poderiam prever nos primeiros episódios. O personagem que antes parecia preso ao passado encontrou um propósito dentro do restaurante e passou a desempenhar um papel essencial na relação com os clientes e na organização do serviço. Sua experiência e sua capacidade de lidar com situações de pressão devem ser ainda mais valiosas agora.

Marcus também entra na reta final em um momento especial de sua carreira. O confeiteiro conquistou reconhecimento nacional por seu trabalho, resultado de uma evolução construída gradualmente ao longo das temporadas. Tina, por sua vez, consolidou sua posição como uma das profissionais mais respeitadas da cozinha, tornando-se um exemplo de crescimento pessoal e profissional dentro da série.

Fora do ambiente de trabalho, os conflitos familiares continuam sendo parte central da narrativa. Um dos momentos mais marcantes da quarta temporada foi a conversa entre Carmy e Donna. Após anos de afastamento, os dois conseguiram abordar questões que influenciaram profundamente a história da família Berzatto. O reencontro não resolveu todos os problemas, mas abriu espaço para uma compreensão que parecia impossível nas temporadas anteriores.

Outro capítulo importante para quem pretende acompanhar o desfecho da série é o especial Gary. Ambientado anos antes dos acontecimentos da primeira temporada, o episódio acompanha uma viagem entre Richie e Mikey Berzatto e oferece uma visão mais íntima da amizade entre os dois. Além de aprofundar a história de Richie, o especial ajuda a entender por que a ausência de Mikey continua influenciando tantas decisões dos personagens principais.

As imagens divulgadas no trailer deixam claro que a temporada final não será apenas uma história sobre salvar um restaurante. O encerramento de O Urso parece interessado em mostrar como seus personagens lidam com mudanças inevitáveis, perdas, novas responsabilidades e a necessidade de construir uma vida além das funções que exercem todos os dias. Depois de quatro temporadas acompanhando suas conquistas e fracassos, a série chega ao fim com uma pergunta simples, mas decisiva: quem são essas pessoas quando a cozinha deixa de ser o centro de tudo?

Enola Holmes 3 estreia em julho na Netflix e coloca a jovem detetive diante do desaparecimento de Sherlock às vésperas de seu casamento

Netflix lançou o trailer completo de Enola Holmes 3 e revelou os principais detalhes da continuação estrelada por Millie Bobby Brown. O novo filme chega ao catálogo em 1º de julho e dá sequência aos acontecimentos do segundo longa-metragem, lançado em 2022. Desta vez, a história coloca a protagonista diante de uma investigação que afeta diretamente sua família: Sherlock Holmes desaparece sem deixar pistas, obrigando Enola a assumir a responsabilidade de descobrir o que aconteceu.

O desaparecimento de Sherlock é o ponto de partida da trama e representa uma mudança importante para a série. Nos filmes anteriores, Enola investigava casos envolvendo clientes ou pessoas que cruzavam seu caminho. Agora, o mistério envolve o próprio detetive mais famoso da Inglaterra. Isso significa que a personagem precisará lidar não apenas com os desafios da investigação, mas também com as consequências emocionais de procurar alguém tão próximo.

Além do novo caso, o filme mostra uma fase diferente na vida da protagonista. Enola está prestes a se casar com Lorde Tewkesbury, personagem interpretado por Louis Partridge. A relação entre os dois vem sendo desenvolvida desde o primeiro filme e ganha mais espaço nesta continuação. O casamento surge como um elemento importante da narrativa porque coloca Enola diante de escolhas sobre seu futuro, especialmente em relação à carreira que construiu como detetive independente.

Para quem assistiu aos filmes anteriores, vale lembrar que Tewkesbury também passou por mudanças significativas. Agora integrante da Câmara dos Lordes, ele ocupa uma posição de maior influência na sociedade britânica. Essa nova realidade pode ter impacto direto na história e na forma como o casal enfrenta os acontecimentos do filme.

O retorno de Henry Cavill como Sherlock Holmes é outro dos principais atrativos da continuação. Embora o personagem desapareça logo no início da trama, sua presença continua sendo fundamental para os acontecimentos da história. Nos dois primeiros filmes, a franquia apresentou uma versão mais próxima e familiar de Sherlock, criando uma dinâmica diferente da vista em outras adaptações do personagem. Isso torna seu desaparecimento ainda mais relevante para a jornada de Enola.

O elenco principal também traz de volta Helena Bonham Carter como Eudoria Holmes. Nos filmes anteriores, a personagem teve participação importante em momentos decisivos da história e desempenhou papel fundamental na formação da personalidade independente de Enola. Sua presença sugere que a família Holmes terá uma participação ainda maior nos acontecimentos desta continuação.

Outra novidade é a presença do Dr. Watson, interpretado por Himesh Patel. Conhecido por ser o parceiro mais próximo de Sherlock nas histórias clássicas, o personagem pode ajudar a preencher lacunas sobre os últimos passos do detetive antes de seu desaparecimento. Para os leitores e espectadores familiarizados com o universo criado por Arthur Conan Doyle, essa é uma das adições mais interessantes do novo longa.

Nos bastidores, Enola Holmes 3 marca uma mudança importante. Pela primeira vez, a direção não está nas mãos de Harry Bradbeer, responsável pelos filmes anteriores. O comando passa para Philip Barantini, cineasta conhecido por trabalhos com ritmo mais intenso e foco maior na tensão dramática. A troca pode resultar em uma abordagem diferente para a franquia, especialmente em cenas de suspense e investigação.

Apesar da mudança na direção, a continuidade da série é garantida pela permanência do roteirista Jack Thorne. Ele segue adaptando os livros de Nancy Springer, autora responsável por criar a personagem e expandir o universo dos Holmes com uma perspectiva centrada em Enola.

Desde sua estreia em 2020, a franquia conquistou espaço entre as produções mais populares da Netflix por combinar mistério, aventura e personagens carismáticos. Ao contrário de muitas histórias de detetive, os filmes acompanham o crescimento da protagonista, mostrando como ela constrói sua própria identidade em um mundo que frequentemente tenta definir seu papel com base nas expectativas da sociedade da época.

Novo trailer de Ponto Sem Retorno mostra Jacob Elordi cruzando um mundo vazio no próximo filme de Ridley Scott

Ridley Scott retorna à ficção científica em Ponto Sem Retorno, adaptação do romance de Peter Heller lançado em 2012. O filme ganhou um novo trailer que revela mais detalhes da trama protagonizada por Jacob Elordi e apresenta o cenário pós-apocalíptico que servirá de pano de fundo para a história. A produção estreia nos cinemas brasileiros no dia 27 de agosto.

Na trama, uma pandemia devastou a população mundial e deixou poucos sobreviventes espalhados por regiões isoladas. Jacob Elordi interpreta Hig, um ex-piloto civil que vive em um aeroporto abandonado no Colorado ao lado de seu cachorro. Sua única companhia constante é Bangley, personagem de Josh Brolin (Duna: Parte Dois e Onde os Fracos Não Têm Vez), um ex-fuzileiro naval responsável por proteger o local de invasores e outras ameaças. (Via: AdoroCinema)

O trailer mostra que a sobrevivência diária faz parte da rotina dos dois personagens. Com recursos limitados e pouca comunicação com o restante do mundo, eles vivem em uma área relativamente segura, mas cercada por perigos. A situação muda quando Hig capta um misterioso sinal de rádio vindo de uma região distante.

A transmissão desperta a possibilidade de que existam outras comunidades sobreviventes além das que ele conhece. Movido pela curiosidade e pela esperança de encontrar algo diferente da vida que leva há anos, Hig decide partir em busca da origem do sinal.

O filme utiliza a aviação como um elemento importante da narrativa. Mesmo após o colapso da civilização, Hig continua pilotando seu pequeno avião para monitorar áreas próximas e observar o que restou do mundo. Essas viagens aéreas permitem que ele enxergue territórios que poucos sobreviventes conseguem alcançar, ampliando sua percepção sobre o que ainda existe além de sua zona de segurança.

Durante sua jornada, o protagonista encontra novos personagens que passam a fazer parte da história. Margaret Qualley (A Substância e Maid) interpreta Cima, enquanto Guy Pearce (Amnésia e O Brutalista) vive Pops, um ex-SEAL da Marinha e pai da personagem. O elenco também conta com Allison Janney (Eu, Tonya e Mom) e Benedict Wong (Doutor Estranho e Marco Polo).

Diferentemente de muitas produções pós-apocalípticas recentes, Ponto Sem Retorno não parece concentrar sua narrativa em guerras entre facções ou grandes sequências de ação. O material divulgado até agora indica que a história acompanha principalmente a busca de Hig por respostas, explorando temas como isolamento, perda, reconstrução de vínculos e a tentativa de encontrar novos caminhos em um mundo profundamente transformado.

O roteiro foi escrito por Mark L. Smith, indicado ao Oscar por O Regresso e responsável por projetos como Twisters. A adaptação leva para o cinema uma obra que ganhou reconhecimento justamente por abordar o gênero pós-apocalíptico sob uma perspectiva mais humana, acompanhando personagens comuns diante das consequências de uma tragédia global.

As filmagens foram realizadas na Itália ao longo de 2025. A produção passou por regiões montanhosas, áreas rurais e locais próximos a Roma, além de utilizar os tradicionais estúdios Cinecittà. As imagens do trailer destacam paisagens amplas, estradas vazias e espaços abandonados que ajudam a transmitir a dimensão do colapso retratado na história.

Backrooms: Um Não-Lugar bate US$ 212 milhões nos cinemas e transforma uma história criada na internet no maior sucesso já lançado pela A24

Foto: Reprodução/ Internet

Quando Kane Parsons publicou os primeiros vídeos de Backrooms no YouTube, a ideia parecia distante do circuito comercial de Hollywood. Poucos anos depois, o projeto se tornou a maior bilheteria da história da A24. De acordo com a Variety, o longa já arrecadou mais de US$ 212 milhões mundialmente, incluindo US$ 135 milhões no mercado norte-americano.

O resultado coloca a produção em uma posição inédita dentro do catálogo do estúdio. Conhecida por filmes como Everything Everywhere All at Once, Hereditário e Moonlight, a A24 construiu sua identidade apostando em projetos autorais e produções de menor escala. Backrooms mudou esse cenário ao entregar um alcance comercial que a empresa nunca havia experimentado.

O percurso do filme ajuda a explicar por que seu desempenho se tornou um assunto relevante para a indústria. Diferentemente de adaptações baseadas em livros, quadrinhos ou videogames, a produção nasceu a partir de uma lenda criada coletivamente na internet. A ideia dos Backrooms começou com uma imagem simples publicada online: um conjunto de salas vazias, iluminadas por luzes fluorescentes e sem qualquer indicação de saída. A partir daí, usuários passaram anos expandindo esse universo por meio de histórias, teorias e vídeos.

Parsons foi um dos responsáveis por transformar esse conceito em algo maior. Seus curtas apresentavam câmeras encontradas, expedições fracassadas e registros de pessoas desaparecendo dentro de um ambiente que parecia existir fora da realidade conhecida. O estilo visual adotado pelo criador ajudou a definir a aparência que mais tarde seria levada para as telas de cinema.

Na adaptação, o foco recai sobre Clark, dono de uma loja de móveis que tenta reorganizar a própria vida após um divórcio. Enquanto enfrenta dificuldades financeiras e problemas pessoais, ele descobre uma passagem para um espaço impossível de explicar pelas regras normais do mundo. O que inicialmente parece uma curiosidade logo se transforma em uma sequência de acontecimentos que afetam sua percepção da realidade.

Em vez de construir a narrativa apenas em torno de criaturas ou perseguições, o roteiro utiliza o ambiente como principal elemento de tensão. Corredores sem fim, salas que parecem familiares e estruturas que mudam de forma criam uma sensação constante de insegurança. O medo surge da dúvida sobre o que existe logo após a próxima curva e da impossibilidade de compreender completamente aquele lugar.

A versão cinematográfica também amplia elementos que apareciam apenas de forma fragmentada nos vídeos originais. A Async Research Institute ganha papel central na história, oferecendo ao público uma visão mais ampla das pesquisas realizadas dentro dessa dimensão. Isso permitiu que a produção dialogasse tanto com quem já acompanhava o universo online quanto com espectadores que estavam conhecendo a história pela primeira vez.

Outro fator importante foi a escolha do elenco. Chiwetel Ejiofor assume o papel principal, acompanhado por Renate Reinsve, Mark Duplass, Finn Bennett, Lukita Maxwell e Avan Jogia. A presença de atores reconhecidos ajudou a dar peso dramático a uma narrativa baseada em um conceito que nasceu fora dos meios tradicionais de entretenimento.

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