Assustadoramente Apaixonados chega à Netflix com herdeira que vê fantasmas e promotor investigando mortes sem solução

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A Netflix lançou Assustadoramente Apaixonados, série sul-coreana baseada no filme Spellbound (2011). A produção acompanha Cheon Yeo-ri, uma herdeira que comanda um hotel de luxo e passa a enxergar fantasmas após um acidente, e Ma Kang-wook, um promotor que investiga casos antigos e acaba ligado aos acontecimentos envolvendo essas aparições.

Vivida por Park Eun-bin (Uma Advogada Extraordinária Woo, The King’s Affection), Yeo-ri cresceu dentro de uma família poderosa e assumiu responsabilidades no Hotel Reina. Antes do acidente de iate, ela não acreditava em fenômenos sobrenaturais. Depois do ocorrido, começa a ver espíritos de pessoas que morreram em situações marcadas por injustiça.

A habilidade muda completamente sua rotina. Sem conseguir explicar o que acontece e com receio de envolver outras pessoas, Yeo-ri passa anos escondendo o segredo. O isolamento também afeta sua relação com a própria família, que disputa o futuro do grupo empresarial.

A vida dela muda quando conhece Ma Kang-wook, interpretado por Yang Se-jong (Dr. Romantic, Thirty But Seventeen). O personagem trabalha no Ministério Público de Seul e foi transferido para uma equipe responsável por casos arquivados após investigar o filho de um político acusado de assassinato.

Durante uma investigação sobre um corpo encontrado abandonado, Kang-wook percebe que Yeo-ri aparece ligada ao caso. A aproximação entre os dois acontece quando ele descobre que ela possui informações que podem ajudar a esclarecer mortes que permaneceram sem resposta.

A trama também acompanha a disputa pelo controle do Hotel Reina. Como herdeira da empresa, Yeo-ri se torna alvo de familiares interessados em assumir uma posição de poder dentro do grupo.

Um dos personagens envolvidos nesse conflito é Kang Min-hwan, interpretado por Ong Seong-wu (At Eighteen, Life Is Beautiful). Ele pertence a uma família ligada ao setor hoteleiro e mantém uma relação marcada por ambição e competição com os demais personagens.

Os casos investigados por Kang-wook acabam revelando informações ligadas ao passado de Yeo-ri e às relações dentro da família dela.

Assustadoramente Apaixonados adapta Spellbound (2011), filme estrelado por Son Ye-jin e Lee Min-ki. A série mantém a ideia central da obra original, mas desenvolve novos conflitos envolvendo a família da protagonista e as investigações conduzidas pelo promotor.

A produção tem roteiro de Choi Jung-mi e direção de Lee Min-soo. A estreia aconteceu pela emissora sul-coreana tvN em julho de 2026, com lançamento internacional pela Netflix.

Além de Park Eun-bin, Yang Se-jong e Ong Seong-wu, o elenco conta com Jo Hye-joo, Ye Soo-jung, Baek Ji-won, Lee Dal, Kim Seo-ra, Kim Do-wan e Lee Jun-hyeok.

Sessão da Tarde de segunda (20) traz Os Suburbanos: O Filme, com Rodrigo Sant’Anna vivendo a maior confusão de Jefinho

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A Sessão da Tarde desta segunda-feira, 20 de julho, apresenta Os Suburbanos: O Filme, comédia brasileira baseada na série exibida pelo Multishow. A história acompanha Jefinho, personagem interpretado por Rodrigo Sant’Anna (Tô de Graça, Zorra Total), um sujeito que sonha em fazer sucesso como cantor de pagode e acredita que uma oportunidade pode mudar sua vida.

Para conseguir uma chance no mundo do pagode, Jefinho decide se aproximar de um dono de gravadora e aceita até cuidar da piscina da casa do empresário. O problema é que a tentativa de chegar mais perto do sonho acaba trazendo uma série de complicações: ele se envolve com a esposa do patrão e ainda descobre que vai ser pai. Entre as confusões que surgem pelo caminho, Jefinho precisa encontrar uma forma de conciliar a nova fase da vida com o desejo de finalmente fazer sucesso na música.

O filme mantém a mesma equipe principal da série, trazendo de volta personagens conhecidos pelo público. Carla Cristina Cardoso (A Dona do Pedaço, Vai na Fé) interpreta Gislaine, Babu Santana (Tim Maia, Cidade de Deus) vive Wellinto, e Nando Cunha (Salve Jorge, O Rei do Gado) retorna como Dinda/Jurandir.

O elenco também conta com Mariah da Penha (Os Suburbanos), Tadeu Mello (A Grande Vitória, Os Normais), Marcello Caridade (Os Suburbanos) e Isabella Marques (Os Suburbanos). Entre as participações especiais estão Cristiana Oliveira (Pantanal, Insensato Coração), Paulo César Grande (Vale Tudo, A Viagem) e Jojo Todynho (Vai Que Cola).

Dirigido por Luciano Sabino, o longa chegou aos cinemas em 2022 e leva para a tela a mesma proposta da série: acompanhar as confusões de Jefinho, sua família e seus amigos em situações que misturam música, relacionamento e os desafios da vida no subúrbio carioca.

Além da exibição na Globo, Os Suburbanos: O Filme também pode ser assistido pelo Telecine e pelo Globoplay, onde está disponível para quem quiser conferir a história de Jefinho fora da programação da TV aberta.

Filme de Call of Duty finalmente escolhe seu caminho e vai adaptar Modern Warfare, confirma diretor

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Durante anos, a adaptação de Call of Duty para o cinema existiu mais como um projeto anunciado do que como um filme de verdade. Agora, pela primeira vez, surgiu uma informação concreta. Em um painel da Fanatics Fest, o diretor Peter Berg revelou que a história será ambientada no universo de Modern Warfare. A informação foi publicada pela Variety.

A declaração reduz bastante o campo de possibilidades. Em vez de tentar reunir elementos de diferentes fases da franquia, a produção parte justamente da série que apresentou personagens como Captain Price, Ghost, Soap MacTavish e Gaz, nomes que se tornaram referência para quem acompanha Call of Duty há anos.

Lançada em 2003, a franquia nasceu com campanhas inspiradas na Segunda Guerra Mundial. Poucos anos depois, mudou completamente de cenário ao levar os jogadores para conflitos contemporâneos. Foi essa mudança que redefiniu a série e colocou Modern Warfare entre os capítulos mais importantes da história da marca.

Esse universo também abriu espaço para campanhas mais cinematográficas, operações especiais em diferentes países e personagens que continuaram aparecendo em novos jogos. O reboot lançado em 2019 reforçou ainda mais essa identidade e apresentou esses protagonistas para uma geração que não havia jogado os títulos originais.

Até o momento, o filme não teve elenco, roteiro ou data de estreia divulgados. Berg também não revelou se a história será baseada em algum jogo específico ou se utilizará apenas os personagens e o cenário de Modern Warfare para contar uma narrativa inédita.

O interesse de Hollywood por Call of Duty não surgiu agora. Em 2015, a Activision criou a Activision Blizzard Studios, divisão responsável por desenvolver filmes e séries baseados nas franquias da empresa. Desde então, o projeto passou por diferentes fases de desenvolvimento, mas permaneceu sem novidades relevantes durante anos.

A série continua sendo uma das maiores da indústria dos games. São mais de 400 milhões de cópias vendidas em todo o mundo e uma receita que ultrapassa US$ 15 bilhões desde o lançamento do primeiro jogo. O capítulo mais recente é Call of Duty: Black Ops 7, lançado em novembro de 2025.

Toy Story 5 encosta em US$ 1 bilhão e prova que a Pixar ainda sabe levar multidões aos cinemas

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A corrida de Toy Story 5 rumo ao clube do bilhão está cada vez mais perto do fim. A nova animação da Pixar já soma US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais e deve ultrapassar a marca histórica nos próximos dias, resultado que confirma a força de uma franquia que continua relevante mesmo após três décadas.

O desempenho impressiona principalmente porque a série já havia encerrado sua história duas vezes: primeiro com Toy Story 3, depois com Toy Story 4. Ainda assim, o quinto filme encontrou espaço para justificar seu retorno, apostando em um tema bastante atual: a relação das crianças com a tecnologia.

Desta vez, a história se passa dois anos após os acontecimentos do longa anterior. Bonnie ganha Lilypad, um tablet em formato de sapo criado para ajudá-la a socializar. O problema é que o novo aparelho rapidamente ocupa o lugar que antes pertencia aos brinquedos. Jessie, agora responsável pelo grupo, percebe a mudança e tenta encontrar uma forma de impedir que a amizade entre Bonnie e seus antigos companheiros desapareça.

A decisão de colocar um dispositivo eletrônico no centro da narrativa funciona justamente por dialogar com uma realidade que muitas famílias vivem hoje. Em vez de transformar a tecnologia em vilã, o roteiro prefere discutir como ela pode aproximar ou afastar as pessoas, dependendo da forma como é usada.

Woody retorna para ajudar Jessie depois de receber um pedido de socorro. Buzz Lightyear também volta à aventura, acompanhado do restante da turma. No caminho, os brinquedos encontram novos personagens, como Atlas, um GPS falante; Clica, uma câmera de brinquedo; e Amigo Rolinho, criado para ensinar crianças a usar o banheiro. A principal novidade, porém, é Lilypad, personagem que movimenta praticamente todos os conflitos da trama.

O elenco original continua sendo um dos maiores atrativos do filme. Tom Hanks retorna como Woody, Tim Allen dubla Buzz Lightyear e Joan Cusack volta ao papel de Jessie. As novidades incluem Greta Lee como Lilypad, Conan O’Brien como Amigo Rolinho, além de Craig Robinson, Mykal-Michelle Harris e Shelby Rabara.

Nos bastidores, Andrew Stanton, diretor de Procurando Nemo e WALL-E, assume a direção e também participa do roteiro ao lado de Kenna Harris. O filme marca ainda o primeiro capítulo principal da franquia desenvolvido sem o envolvimento direto de John Lasseter, um dos criadores de Toy Story.

Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, o longa figura entre as animações mais caras já produzidas pela Pixar. Até agora, porém, o retorno financeiro tem acompanhado esse investimento.

A Odisseia estreia com US$ 264 milhões no mundo e dá a Christopher Nolan a maior abertura de sua carreira nos cinemas

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Christopher Nolan voltou a provar que seu nome, sozinho, ainda consegue mobilizar o público. A Odisseia estreou arrecadando US$ 264 milhões em todo o mundo, um resultado que coloca o longa entre as maiores aberturas dos últimos anos e registra a melhor estreia da carreira do diretor. Do total, US$ 124,5 milhões vieram dos Estados Unidos e US$ 139,6 milhões dos demais mercados internacionais.

Os números impressionam porque se trata de uma adaptação de um poema escrito há quase três mil anos. Em vez de apostar em uma franquia já consolidada ou em personagens conhecidos do grande público, Nolan escolheu levar para as telas a obra de Homero. A resposta nas bilheterias mostra que havia espaço para um projeto dessa escala quando conduzido por um cineasta que conquistou a confiança do público ao longo de mais de duas décadas.

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A produção acompanha Odisseu, rei de Ítaca, interpretado por Matt Damon, durante o difícil retorno para casa após a Guerra de Troia. O caminho é marcado por encontros com figuras da mitologia grega, como o Ciclope Polifemo, a feiticeira Circe e a ninfa Calipso, enquanto Penélope aguarda seu marido resistindo à pressão dos pretendentes que disputam o trono.

Além de Matt Damon, o elenco reúne Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, Uncharted) como Telêmaco, filho de Odisseu; Anne Hathaway (Interestelar, Os Miseráveis) no papel de Penélope; Zendaya (Duna, Euphoria) como a deusa Atena; Robert Pattinson (The Batman, Mickey 17) interpretando Antínoo; e Charlize Theron (Mad Max: Estrada da Fúria, Atômica) vivendo a ninfa Calipso.

Também participam Lupita Nyong’o (Pantera Negra, Um Lugar Silencioso: Dia Um), Jon Bernthal (O Justiceiro, The Bear), Samantha Morton (The Walking Dead, Minority Report), Benny Safdie (Oppenheimer, Joias Brutas) e John Leguizamo (John Wick, Encanto), que interpretam figuras centrais da mitologia grega e acompanham Odisseu em diferentes momentos de sua trajetória.

Matt Damon passou por uma preparação física intensa para interpretar o protagonista. O ator perdeu peso, seguiu uma dieta rigorosa e deixou a barba crescer durante um ano. A decisão partiu do próprio Nolan, que preferiu evitar próteses para manter uma aparência mais natural em cena.

O projeto também representa um marco técnico na carreira do diretor. Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, é o filme mais caro que Nolan já realizou e o primeiro totalmente registrado com câmeras IMAX de 70 mm. As gravações aconteceram entre fevereiro e agosto de 2025 em locações espalhadas por Marrocos, Grécia, Itália, Escócia, Islândia e Saara Ocidental, buscando cenários reais para reproduzir a dimensão da história.

Outro ponto que ajuda a explicar o interesse do público é a proposta do filme. Embora seja inspirado em um clássico da literatura, Nolan trata a mitologia de maneira mais física e dramática, concentrando a narrativa na sobrevivência de Odisseu, nos efeitos da guerra e na longa distância entre o herói e sua família. A fantasia está presente, mas serve como parte do percurso, e não como o centro da história.

Vingadores: Ultimato ganha relançamento com cenas inéditas e um novo desfecho que abre caminho para o próximo grande filme da Marvel

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Se existe um filme que marcou uma geração de fãs da Marvel, esse filme é Vingadores: Ultimato. Sete anos depois da estreia original, o longa retorna aos cinemas em uma edição especial que não se limita a reviver a nostalgia. A nova versão traz cerca de sete minutos de material inédito, incluindo uma abertura diferente, cenas extras distribuídas ao longo da história e um desfecho que faz a ligação direta com Vingadores: Doutor Destino, próximo grande capítulo do Universo Cinematográfico Marvel.

Quem já assistiu ao filme dezenas de vezes não precisa esperar uma história completamente diferente. A espinha dorsal continua a mesma. Depois do estalo de Thanos, os heróis sobreviventes tentam encontrar uma forma de desfazer a tragédia que eliminou metade da vida no universo. O que muda agora são pequenos acréscimos que ajudam a encaixar Ultimato na nova fase da Marvel e oferecem um contexto maior para os acontecimentos que virão nos próximos anos.

Boa parte da força do filme continua justamente onde sempre esteve: nos personagens. Ao longo de mais de três horas, o roteiro acompanha heróis que chegam ao limite físico e emocional. Tony Stark tenta reconstruir a própria vida depois de tudo o que perdeu. Steve Rogers carrega a responsabilidade de manter o grupo unido. Thor enfrenta as consequências do fracasso diante de Thanos, enquanto Natasha Romanoff faz de tudo para impedir que os Vingadores acabem de vez. São conflitos que dão peso às grandes cenas de ação e explicam por que o filme continua funcionando tão bem mesmo anos depois.

O elenco ajuda a transformar essa despedida em um dos momentos mais importantes do MCU. Robert Downey Jr., Chris Evans, Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Benedict Wong, Danai Gurira, Jon Favreau e Josh Brolin dividem espaço em uma produção que reuniu praticamente toda a trajetória construída pela Marvel desde Homem de Ferro, em 2008.

O impacto de Ultimato também aparece nos números. Com um orçamento estimado entre US$ 356 milhões e US$ 400 milhões, o longa arrecadou cerca de US$ 2,799 bilhões nas bilheterias mundiais e permaneceu durante um período como a maior bilheteria da história do cinema. O resultado consolidou o filme como um dos maiores sucessos comerciais já produzidos por Hollywood.

O relançamento chega em um momento estratégico para a Marvel. Depois de alguns anos tentando reorganizar a franquia e apresentar novos personagens, o estúdio começa a preparar o terreno para sua próxima grande saga. A inclusão de uma sequência ligada diretamente a Vingadores: Doutor Destino deixa claro que essa nova exibição também funciona como uma ponte entre o passado e o futuro da franquia.

Não Tenho Medo | Minissérie mexicana da Netflix acompanha garoto que enfrenta um segredo assustador no meio da floresta

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A Netflix adicionou ao catálogo uma nova minissérie mexicana de drama e suspense que acompanha uma descoberta capaz de mudar completamente a infância de um garoto. Em Não Tenho Medo, Miguel, um menino de 10 anos que vive em uma pequena comunidade do interior, encontra uma criança escondida em um lugar isolado da floresta e acaba envolvido em uma história muito mais sombria do que poderia imaginar.

Ambientada no verão de 1986, a produção acompanha um período em que Miguel levava uma rotina tranquila, cercado pelas histórias e crenças da região onde morava. Entre os moradores, existiam rumores sobre uma bruxa que viveria na floresta, algo que alimentava a imaginação das crianças e fazia parte das lendas locais.

A situação muda quando ele encontra Felipe, um garoto preso em um buraco e em uma condição misteriosa. No primeiro momento, Miguel acredita que está diante de um fantasma, principalmente porque o menino afirma estar morto. A descoberta, porém, revela uma realidade muito mais cruel: Felipe é vítima de um sequestro e precisa de ajuda.

Como uma amizade muda a forma de Miguel enxergar o mundo?

O encontro entre os dois garotos é o ponto central da história. Miguel começa tentando entender quem é Felipe e por que ele está escondido naquele local, mas a convivência transforma a relação entre eles em uma amizade construída em segredo.

A partir desse momento, o protagonista passa a enxergar situações que antes pareciam impossíveis de imaginar. O garoto percebe que o perigo não está apenas nas histórias assustadoras contadas pelos adultos, mas também nas atitudes de pessoas próximas, aquelas que deveriam representar proteção e confiança.

A produção acompanha esse conflito pelo olhar de uma criança que ainda está tentando compreender o mundo ao redor. Miguel não é apresentado como alguém preparado para enfrentar grandes problemas. Ele sente medo, tem dúvidas e precisa tomar decisões difíceis sem contar com todas as respostas.

A série troca o terror tradicional por um suspense mais humano

Apesar de trazer elementos ligados ao medo e às lendas populares, a história não segue o caminho de um terror convencional. O foco está nas consequências emocionais da descoberta de Miguel e na maneira como ele precisa lidar com uma situação que ultrapassa sua idade.

A floresta funciona como um espaço cercado por mistérios, mas o verdadeiro conflito acontece quando o garoto começa a perceber que a ameaça pode estar mais próxima do que imaginava.

A narrativa usa esse cenário para falar sobre perda de inocência, amizade e a dificuldade de aceitar que o mundo adulto nem sempre é seguro. A relação entre Miguel e Felipe conduz a maior parte da trama, mostrando como os dois personagens encontram apoio um no outro em uma situação extrema.

Quem participa do elenco da produção mexicana?

O elenco conta com Luis Alberti, Fátima Molina e Humberto Busto. A produção é inspirada em uma obra literária e combina drama, suspense e elementos de mistério em uma história curta, dividida em formato de minissérie. A escolha de acompanhar os acontecimentos pela perspectiva de Miguel aproxima o público dos conflitos do personagem e deixa a trama mais pessoal.

Para quem Não Tenho Medo pode funcionar?

A minissérie é indicada para quem gosta de histórias com segredos, investigações e personagens jovens enfrentando situações inesperadas. Em vez de apostar apenas em sustos, a produção trabalha o impacto psicológico de uma descoberta que muda completamente a vida de uma criança.

O maior diferencial está na forma como a trama transforma uma situação assustadora em uma história sobre amizade e escolhas. Miguel precisa decidir se permanece em silêncio ou se enfrenta pessoas e circunstâncias que parecem grandes demais para ele.

Cinemaço deste domingo (19) coloca John Travolta e Nicolas Cage frente a frente em A Outra Face, um dos grandes clássicos da ação dos anos 90

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O Cinemaço deste domingo, 19 de julho, apresenta A Outra Face, longa de ação e ficção científica dirigido por John Woo que transformou uma ideia bastante improvável em um dos filmes mais lembrados da década de 1990. A produção coloca John Travolta e Nicolas Cage em lados completamente diferentes de uma mesma história: um agente do FBI e um criminoso trocam de rosto após uma cirurgia experimental e passam a disputar a própria identidade.

Lançado em 1997, o filme chegou aos cinemas em uma época em que grandes produções de ação apostavam em conceitos exagerados, mas poucos foram tão longe quanto A Outra Face. A proposta de trocar fisicamente os protagonistas poderia parecer apenas uma desculpa para cenas de ação, mas o longa usa essa situação para explorar a relação entre os dois personagens e as consequências de perder a própria vida para alguém.

Qual é a história do filme?

O filme acompanha Sean Archer, agente do FBI que nunca conseguiu superar a morte do filho, assassinado durante uma tentativa de ataque realizada pelo terrorista Castor Troy. A obsessão em capturar o criminoso passa a definir sua carreira, até que ele finalmente consegue colocá-lo sob custódia.

Durante a operação, Archer descobre que Castor deixou uma bomba escondida em Los Angeles. O problema é que a única pessoa capaz de revelar a localização do explosivo é Pollux Troy, irmão do terrorista, que se recusa a colaborar sem falar diretamente com Castor.

A equipe do FBI decide então recorrer a um procedimento médico experimental conduzido pelo Dr. Malcolm Walsh. A cirurgia permite que Sean use o rosto de Castor para se passar pelo criminoso e conseguir as informações necessárias.

O plano parece funcionar, mas tudo muda quando Castor desperta do coma. Aproveitando a situação, ele assume o rosto de Sean Archer e passa a ocupar o lugar do agente, incluindo sua posição dentro do FBI e sua relação com a família.

Por que a ideia do filme continua chamando atenção quase 30 anos depois?

O ponto mais curioso do longa-metragem está na forma como a troca de rostos muda completamente a vida dos personagens. Sean não perde apenas sua aparência. Ele perde sua credibilidade, seu trabalho e a possibilidade de provar quem realmente é.

Castor aproveita a nova identidade para construir uma versão pública de Sean Archer e se aproximar da esposa e da filha do agente. O criminoso passa a ocupar uma posição de confiança, enquanto o verdadeiro Archer precisa encontrar uma maneira de recuperar sua vida.

O roteiro transforma a cirurgia em um conflito psicológico. A pergunta central não é apenas quem está usando qual rosto, mas até onde uma pessoa consegue continuar sendo ela mesma quando todos ao redor acreditam em outra versão da história.

Como Nicolas Cage e John Travolta aproveitaram seus personagens?

A atuação dos protagonistas é uma das maiores marcas do longa. John Travolta interpreta Sean Archer como um agente determinado e controlado, mas precisa mudar completamente sua postura quando passa a viver como Castor Troy.

Nicolas Cage segue o caminho contrário. Como Castor, ele cria um criminoso imprevisível, com movimentos exagerados e uma personalidade caótica. Depois da troca, o ator precisa interpretar alguém fingindo ser Sean, criando uma versão distorcida do agente do FBI.

O filme funciona justamente porque os dois atores não interpretam apenas seus próprios personagens. Em vários momentos, eles precisam interpretar um personagem tentando convencer outras pessoas de que é outra pessoa.

O elenco também conta com Joan Allen, como Eve Archer, esposa de Sean; Gina Gershon, como Sasha Hassler; Alessandro Nivola, como Pollux Troy; e Chloë Grace Moretz, que aparece ainda criança como Jamie Archer.

Como John Woo levou seu estilo de ação para Hollywood?

Antes de trabalhar nos Estados Unidos, John Woo construiu sua carreira em Hong Kong com filmes conhecidos pelas cenas de ação bem coreografadas e pelo uso de câmera em movimento.

Em “ Outra Face, o diretor levou essas características para uma grande produção americana. O filme tem sequências marcadas por perseguições de barco, confrontos armados e cenas de luta com uma estética diferente dos filmes policiais tradicionais daquele período.

A produção também marcou um momento importante na carreira de Woo em Hollywood, já que consolidou seu espaço dentro do cinema de ação americano após trabalhos anteriores no mercado internacional.

Quanto A Outra Face arrecadou nos cinemas?

Com orçamento estimado entre US$ 80 milhões, o filme teve um desempenho comercial forte. A produção arrecadou cerca de US$ 245,7 milhões mundialmente e recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Edição de Efeitos Sonoros na cerimônia de 1998.

O longa acabou se tornando uma referência entre filmes de ação dos anos 90, principalmente pela combinação entre uma ideia incomum, duas grandes estrelas no elenco e o estilo visual característico de John Woo.

Cine Maior exibe 12 Heróis neste domingo com Chris Hemsworth em história real sobre uma missão no Afeganistão

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A Record TV exibe neste domingo, 19 de julho, no Cine Maior, o filme 12 Heróis, produção de guerra baseada em uma operação real realizada por militares americanos pouco depois dos ataques de 11 de setembro de 2001.

Lançado em 2018, o longa acompanha o capitão Mitch Nelson, personagem interpretado por Chris Hemsworth, que lidera uma equipe das forças especiais enviada ao Afeganistão para uma missão que envolve estratégia, negociação e combate em território inimigo.

A história foi inspirada no livro Horse Soldiers, de Doug Stanton, que relata a atuação dos primeiros soldados americanos enviados ao país após os atentados. A produção acompanha um grupo que precisa se unir à Aliança do Norte para enfrentar o Talibã, mesmo com diferenças culturais e pouca confiança entre os envolvidos. (Via: AdoroCinema)

O que acontece em 12 Heróis?

Após os ataques de 11 de setembro, Mitch Nelson recebe a missão de comandar uma equipe das forças especiais em uma operação no Afeganistão. O objetivo é encontrar o general Abdul Rashid Dostum, líder da Aliança do Norte, e formar uma parceria para combater os integrantes do Talibã e da Al Qaeda.

A dificuldade da missão aparece logo no início. Os soldados americanos chegam a uma região onde o conhecimento local e as estratégias dos combatentes afegãos fazem diferença. Para avançar, eles precisam entender uma forma de guerra diferente daquela que aprenderam nos treinamentos.

Um dos elementos mais conhecidos da operação foi o uso de cavalos pelos combatentes da Aliança do Norte para atravessar áreas montanhosas. O filme explora justamente esse contraste entre equipamentos militares modernos e métodos usados por grupos acostumados ao terreno difícil do Afeganistão.

Quem está no elenco do filme?

Chris Hemsworth interpreta o capitão Mitch Nelson, líder da equipe responsável pela operação. Antes conhecido principalmente por grandes produções de ação e pelo papel de Thor nos filmes da Marvel, o ator assume um personagem militar baseado em Mark Nutsch, um dos soldados envolvidos na missão original.

Michael Shannon interpreta Hal Spencer, segundo comandante da equipe, enquanto Michael Peña vive Sam Diller, responsável pela área de inteligência.

O elenco também conta com Navid Negahban como o general Abdul Rashid Dostum, Trevante Rhodes como Ben Milo, Geoff Stults como Sean Coffers e Thad Luckinbill como Vern Michaels.

Onde o filme foi gravado?

As filmagens começaram em janeiro de 2017 no Novo México, nos Estados Unidos. A produção utilizou regiões como Orogrande, Socorro e Alamogordo para recriar as paisagens do Afeganistão.

As cenas de acampamentos militares foram feitas com estruturas semelhantes às utilizadas em treinamentos reais, ajudando a construir o visual das operações mostradas no longa.

A direção ficou com Nicolai Fuglsig, que trabalhou a partir do roteiro escrito por Ted Tally e Peter Craig. O filme foi produzido pela Alcon Entertainment, Black Label Media e Jerry Bruckheimer Films.

Como foi a recepção de 12 Heróis?

O filme chegou aos cinemas americanos em janeiro de 2018 e estreou no Brasil em março do mesmo ano.

Com um orçamento estimado em US$ 35 milhões, 12 Heróis arrecadou cerca de US$ 67 milhões mundialmente.

Eu Antes de Mim chega à Netflix e transforma trabalho de escola em uma difícil conversa sobre um pai e as marcas do passado

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Foto: Reprodução/ Netflix

A Netflix colocou no catálogo Eu Antes de Mim, drama indonésio dirigido e roteirizado por Ginatri S. Noer. O filme acompanha um adolescente que recebe uma tarefa escolar aparentemente simples: pesquisar a própria história familiar. O problema é que, ao procurar respostas, ele acaba encontrando lembranças que a própria família tentou deixar para trás.

A pesquisa começa como uma obrigação comum, mas rapidamente muda de rumo. Ao reunir histórias sobre seus parentes, o jovem percebe que existem lacunas na trajetória da família, principalmente quando o assunto envolve seu pai. A relação entre os dois já era marcada por afastamento e conversas que nunca chegaram ao fim, e o trabalho acaba abrindo espaço para perguntas que ficaram guardadas por muito tempo.

A partir daí, o filme acompanha uma tentativa de aproximação entre duas pessoas que vivem na mesma casa, mas parecem estar em momentos completamente diferentes. O adolescente quer entender quem é o pai por trás da figura distante que conheceu durante anos, enquanto o homem precisa encarar escolhas antigas e as consequências delas dentro da própria família.

Foto: Reprodução/ Netflix

Uma pesquisa escolar acaba revelando problemas que estavam escondidos dentro de casa

O ponto mais interessante de Eu Antes de Mim está na forma como uma situação cotidiana vira uma investigação pessoal. O protagonista não está procurando uma grande aventura ou um segredo extraordinário. Ele apenas tenta montar a história da família e acaba descobrindo que algumas respostas são mais complicadas do que imaginava.

O roteiro acompanha esse processo sem transformar a relação entre pai e filho em algo fácil de resolver. Existe mágoa, falta de diálogo e uma distância construída ao longo dos anos. O filme entende que alguns conflitos familiares não desaparecem depois de uma única conversa, principalmente quando envolvem sentimentos acumulados.

A produção também trabalha com a ideia de que cada pessoa guarda uma versão diferente dos acontecimentos. O adolescente conhece apenas o lado que viveu, mas ao ouvir outras histórias começa a perceber que o passado do pai é muito mais complexo do que parecia.

Por que o filme aposta em uma relação familiar tão complicada?

Diferente de dramas que apresentam grandes momentos de reconciliação, Eu Antes de Mim segue um caminho mais próximo da realidade. A aproximação entre os personagens acontece aos poucos, com pequenas descobertas e conversas que nem sempre terminam bem.

O filme observa principalmente aquilo que costuma acontecer dentro de muitas famílias: pessoas que se gostam, mas têm dificuldade para demonstrar sentimentos; parentes que convivem durante anos sem realmente conhecer a história uns dos outros; e conflitos que continuam existindo porque ninguém consegue dar o primeiro passo.

A direção de Ginatri S. Noer mantém o foco nos personagens e nas consequências emocionais das situações apresentadas. O interesse da história está menos no que acontece externamente e mais na forma como essas descobertas mudam a maneira como o jovem enxerga a própria família.

Quem está no elenco do novo drama da Netflix?

O elenco é liderado por Ringgo Agus Rahman, que interpreta o pai do protagonista. O ator constrói um personagem cheio de contradições, alguém que precisa lidar com erros do passado e com a dificuldade de se comunicar com o próprio filho.

O jovem Bima Sena interpreta o adolescente responsável por conduzir a história, vivendo um personagem que passa de uma simples curiosidade sobre a família para uma fase de descobertas pessoais.

Widuri Puteri também faz parte do elenco principal da produção.

O que esperar de Eu Antes de Mim?

O longa não segue o caminho de um drama familiar exagerado. A história trabalha com conflitos mais silenciosos, aqueles que aparecem em conversas interrompidas, mudanças de comportamento e lembranças que ninguém quer comentar.

Eu Antes de Mim usa uma atividade escolar como ponto de partida para falar sobre uma questão maior: até que ponto conhecer o passado das pessoas próximas pode mudar a forma como enxergamos elas no presente?

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