Nair Nany vem ao Brasil pela primeira vez para participação especial em gravação de DVD gospel em São Paulo

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A espera terminou. A cantora angolana Nair Nany, que se tornou uma sensação entre os admiradores da música gospel com sucessos como “Melhor Amigo / O Que Seria de Mim”, finalmente vem ao Brasil — e a data já está marcada. No dia 10 de setembro, ela desembarca em São Paulo para participar da gravação do novo DVD do pastor e cantor Marcos Freire, em um evento que promete marcar a história da música cristã contemporânea.

Com voz potente, carisma marcante e uma fé que transborda em suas ministrações, Nair Nany será uma das atrações principais de uma noite de celebração, comunhão e adoração, ao lado de grandes nomes do cenário gospel nacional, como Aline Barros, Fernanda Brum, Anderson Freire, Camila Vieira e Paulo Vieira.

A filha de Angola conquista o Brasil

Natural de Angola, Nair Nany tem conquistado uma legião de admiradores brasileiros por meio das redes sociais e plataformas de streaming. Seu estilo emocional, carregado de espiritualidade e entrega, encontrou eco entre fiéis e ouvintes que se identificam com letras que falam sobre intimidade com Deus, superação, dor e consolo.

O dueto com Eunice Zumbuca e Dimy Francisco, em “Melhor Amigo / O Que Seria de Mim”, tornou-se viral, rendendo centenas de milhares de execuções nas plataformas e compartilhamentos em vídeos de testemunhos e pregações. Em um momento em que a música gospel angolana ganha projeção internacional, Nair Nany se destaca como uma das principais vozes dessa nova geração.

Um convite especial e histórico

A vinda da artista a solo brasileiro foi idealizada pelo próprio Marcos Freire, que fez o convite para que ela participasse da gravação de seu novo DVD. O evento reunirá diferentes vertentes da música cristã e promete unir culturas e sotaques num só propósito: exaltar a fé e o amor de Deus.

Nas palavras do pastor, essa será uma “noite profética” — e não é para menos. A presença de Nair Nany marca uma aproximação ainda maior entre os ministérios africanos e brasileiros, fortalecendo laços espirituais e culturais. “Estamos trazendo a filha de Angola para, juntos, declararmos nas horas escuras que Deus é a nossa luz”, disse Marcos Freire em publicação nas redes.

A nova fase do gospel internacional

A participação de Nair Nany em eventos no Brasil também simboliza um novo capítulo na relação do país com artistas internacionais da música gospel. Por muito tempo, nomes norte-americanos ocuparam esse espaço, mas agora vozes africanas, como a de Nany, vêm ganhando mais representatividade, ampliando o repertório, os ritmos e as narrativas de fé compartilhadas entre os continentes.

Para o público, a expectativa é grande. Comentários nas redes sociais expressam alegria, emoção e ansiedade pela chegada da cantora. “Nunca pensei que veria Nair Nany aqui, pessoalmente. Vai ser uma noite para glorificar!”, escreveu uma seguidora

Um momento para ser vivido com o coração

Mais do que um show, a gravação será um grande culto musical, em que diferentes gerações de adoradores se reunirão para louvar, orar e agradecer. A estreia da cantora no Brasil não será apenas uma apresentação: será o início de uma nova etapa na carreira da cantora e, possivelmente, o ponto de partida para novas conexões entre igrejas, ministérios e públicos ao redor do mundo.

Rental Family ganha trailer emocionante e promete nova fase brilhante para Brendan Fraser

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Depois de comover o mundo com sua atuação arrebatadora no drama A Baleia, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator, Brendan Fraser volta a ser o centro das atenções com um novo trabalho que promete tocar o público de maneira diferente — mas igualmente poderosa. Rental Family, seu mais recente projeto, é uma comédia dramática ambientada no Japão que mescla ternura, reflexão e humanidade em cada cena. O longa estreia mundialmente no prestigiado Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF) em setembro de 2025, com lançamento previsto nos Estados Unidos para 21 de novembro. No Brasil, ainda não há data definida, mas as expectativas já são altas.

Produzido pela Searchlight Pictures e dirigido pela cineasta Hikari, o filme mergulha em uma temática real e, ao mesmo tempo, quase surreal: o fenômeno das “famílias de aluguel” no Japão — um serviço no qual pessoas contratam atores para desempenhar papéis familiares, como cônjuges, filhos, pais ou amigos, em contextos emocionais, terapêuticos ou sociais. A ideia pode parecer absurda à primeira vista, mas revela muito sobre o mundo moderno e o modo como lidamos com a solidão, o luto e a carência de vínculos afetivos reais.

E é justamente nesse território delicado que Brendan brilha, mais uma vez, como um ator que não tem medo de se despir emocionalmente diante das câmeras

O que Fraser entrega em Rental Family vai muito além de uma boa performance. É o retrato de um artista que renasceu após anos de ostracismo, dores físicas, traumas pessoais e rejeições profissionais. Desde seu aclamado retorno em A Baleia, ele tem escolhido seus papéis com o cuidado de quem entende que a atuação pode ser, também, uma forma de cura — tanto para ele quanto para o público.

No novo filme, Fraser interpreta um homem americano que vive isolado em Tóquio. Expatriado, emocionalmente perdido e carregando cicatrizes invisíveis, seu personagem tropeça na existência solitária até cruzar com uma empresa especializada em fornecer “relacionamentos temporários”. Curioso e sem grandes expectativas, ele se aproxima daquele universo como observador, mas logo se vê envolvido emocionalmente com os “papéis” e as pessoas que encontra ali.

A grande força da atuação de Fraser neste filme está justamente na contenção. Ao invés de grandes explosões dramáticas, ele opta por silêncios, gestos mínimos, olhares carregados de significado. Uma escolha que exige maturidade e segurança — qualidades que Fraser conquistou ao longo dos anos e agora exibe com uma beleza rara.

Dirigido com sensibilidade por Hikari, conhecida por trabalhos como 37 Seconds, o filme é uma coprodução entre Japão e Estados Unidos e tem roteiro coescrito por Stephen Blahut. Mais do que ambientado no Japão, o filme utiliza a cultura japonesa como metáfora de um mundo em transformação — um mundo no qual as relações humanas estão cada vez mais negociadas, temporárias, digitais ou mediadas por contratos.

O conceito de “família de aluguel”, embora inusitado para o público ocidental, é um fenômeno crescente no Japão real. Existem empresas que oferecem serviços onde atores assumem papéis em festas de aniversário, jantares, reuniões familiares ou até mesmo para preencher o vazio deixado por perdas ou ausências. Não se trata de farsas mal-intencionadas, mas de tentativas — por vezes dolorosas — de suprir uma carência afetiva que a vida contemporânea insiste em intensificar.

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No filme, esse contexto é abordado com delicadeza e empatia. Ao longo da narrativa, o público é convidado a refletir sobre o que significa amar, perder, recomeçar — e até que ponto uma relação pode ser “encenada” antes de se tornar, de fato, verdadeira.

Além de Fraser, o elenco do longa é composto por grandes nomes do cinema japonês, como Mari Yamamoto, Takehiro Hira e o veterano Akira Emoto. Essa ponte entre Ocidente e Oriente não é apenas geográfica, mas simbólica: representa o cruzamento de duas culturas com maneiras muito distintas de expressar emoções, de lidar com o luto, o silêncio e o afeto.

Mari Yamamoto, em especial, tem sido destacada como um dos grandes nomes do filme. Sua personagem, uma gestora da empresa de “aluguel”, se aproxima do protagonista de Fraser de forma cuidadosa e transformadora. Aos poucos, o que era um serviço prestado se torna uma conexão autêntica — algo que desafia as regras do negócio e coloca em xeque a linha tênue entre o que é pago e o que é sentido.

A química entre os dois atores é um dos pontos altos da produção. Fraser e Yamamoto constroem juntos uma relação que vai do estranhamento à ternura, da formalidade à cumplicidade, em um crescendo emocional que jamais soa forçado ou artificial. Pelo contrário: tudo em Rental Family pulsa verdade, mesmo quando os personagens estão “fingindo” ser quem não são.

O Japão como paisagem emocional

A escolha do Japão como cenário não é mero capricho estético. As ruas silenciosas, os apartamentos pequenos, os templos, os cafés discretos e as convenções sociais rígidas funcionam como extensão dos sentimentos do protagonista. O país — e sua cultura — viram espelho da alma de um homem que desaprendeu a se conectar, mas que encontra, nos gestos sutis dos outros, uma nova chance de pertencimento.

É também um lembrete de que a solidão não tem nacionalidade. É um sentimento que atravessa fronteiras e que, embora possa assumir formas diferentes dependendo do lugar, é universal em sua dor — e na sua busca por cura.

Muito além do drama

Apesar da carga emocional, o filme não é um drama no sentido tradicional. Hikari equilibra a narrativa com toques de comédia sutil, irônica e, por vezes, surpreendentemente leve. Situações absurdas — como um jantar de família onde ninguém é, de fato, parente — geram momentos de humor que funcionam não como alívio, mas como forma de revelar a fragilidade das relações humanas.

É um riso que nasce da identificação, do desconforto e, muitas vezes, da tristeza. Um tipo de humor que dialoga com o cinema de diretores como Hirokazu Kore-eda, onde as fronteiras entre a família real e a escolhida são constantemente desafiadas.

Talvez o maior mérito de Rental Family seja dar continuidade à jornada pessoal e artística de Fraser de maneira tão coerente. Ele, que durante anos foi lembrado apenas por sucessos comerciais dos anos 1990 (A Múmia, George, o Rei da Floresta), agora ressurge como um intérprete que inspira identificação por sua humanidade e vulnerabilidade.

Ao aceitar papéis que exploram o luto, o abandono, a dor e a esperança, Fraser não apenas reconstrói sua carreira — ele se reconstrói como símbolo. Um símbolo de que é possível voltar, mesmo quando tudo parece perdido. De que há beleza na fragilidade. E de que o cinema ainda pode ser um espaço de empatia profunda.

Entenda o afastamento de Brendan de Hollywood

O ator já foi o rosto sorridente e carismático que preenchia as telonas dos cinemas em uma época em que Hollywood ainda parecia um lugar de sonhos infinitos. Nos anos 1990 e começo dos anos 2000, ele era sinônimo de aventura, diversão e charme, com papéis que conquistaram plateias ao redor do mundo. Mas, de repente, esse rosto começou a desaparecer. O que aconteceu com Brendan Fraser? Por que um ator tão querido e popular se afastou tanto da ribalta?

Para entender, é preciso ir além do brilho e dos aplausos. O caminho de Fraser passou por muitas sombras — e seu silêncio não foi escolha simples, mas fruto de uma série de desafios profundos, que misturavam dores físicas, sofrimentos emocionais e até feridas que ele precisou proteger a sete chaves. É a história de um homem que, diante da adversidade, precisou aprender a cuidar de si mesmo para poder se reencontrar.

Muitos lembram Fraser como o herói de aventuras, cheio de energia para correr, saltar, enfrentar perigos e arrancar risadas. Mas o que poucos sabem é o custo que tudo isso teve para o corpo do ator. Durante anos, ele conviveu com dores crônicas, resultado de lesões causadas pelas demandas físicas dos filmes. Cirurgias na coluna, nos joelhos e outros procedimentos médicos se tornaram parte da sua rotina — e não só as dores físicas o afastaram, mas também o desgaste mental que vem junto.

Essa batalha constante fez com que Fraser se afastasse lentamente dos papéis que exigiam a agilidade e o vigor dos seus dias de maior fama. A indústria, que é rápida em substituir rostos, começou a deixá-lo de lado, e ele viu seu espaço se estreitar.

Além das dores físicas, Fraser enfrentou um trauma que por muito tempo ficou guardado em seu íntimo. Em 2018, ele revelou publicamente que foi vítima de um assédio dentro da indústria, um episódio que abalou não só sua confiança, mas também sua carreira. A coragem de contar essa história foi um ato de resistência, mas também expôs o lado cruel de Hollywood, onde muitas vezes o silêncio era imposto para proteger interesses maiores.

No meio de tudo isso, veio também o impacto da vida pessoal. Fraser enfrentou um divórcio e precisou se reinventar não só como artista, mas como pai e homem. Foram anos de introspecção, afastamento da fama e das grandes produções, um tempo de cuidar da saúde e da mente.

Foi só na última década que o mundo voltou a notar Brendan Fraser. Não mais como o jovem galã dos filmes de ação e comédia, mas como um ator capaz de mergulhar fundo em personagens complexos, humanos, cheios de nuances e fragilidades. Séries como The Affair e Doom Patrol foram sua volta ao jogo.

Mas o momento decisivo veio com A Baleia, em 2022. Na pele de um homem solitário e doente que tenta se reconciliar com sua filha, Fraser entregou uma performance visceral, crua e verdadeira. Não era só atuação: era um reencontro consigo mesmo, uma demonstração de que, por trás do personagem, existia alguém que havia passado por um caminho difícil, mas que ainda tinha muito a dizer.

Conversa com Bial desta terça (05/08) celebra 40 anos do axé com Felipe Pezzoni e Emanuelle Araújo

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Na edição desta terça-feira, 5 de agosto de 2025, o Conversa com Bial mergulha no universo vibrante do axé para celebrar os 40 anos de um dos movimentos musicais mais marcantes da cultura brasileira. O programa reúne dois representantes de gerações distintas da Banda Eva — Felipe Pezzoni e Emanuelle Araújo — para uma homenagem carregada de história, ritmo e pertencimento. O especial vai além da memória afetiva: é um convite para refletir sobre o legado de um gênero que nasceu das ruas de Salvador e ganhou as rádios do país, levando consigo a identidade baiana, a alegria do Carnaval e o pulsar de uma cultura que nunca deixou de se reinventar.

Da rua ao palco: o axé como símbolo cultural

O axé não nasceu de fórmulas de estúdio. Ele brotou do asfalto quente, do batuque dos blocos, da energia que corre pelas avenidas de Salvador nos dias de Carnaval. Mais do que um ritmo, é uma vivência coletiva — uma expressão musical e corporal que desafia a lógica de mercado e se sustenta na potência popular. Ao longo de quatro décadas, o axé transformou artistas anônimos em estrelas e colocou a Bahia no centro do mapa da música brasileira. A força desse movimento está na sua capacidade de se conectar com o povo, atravessando gerações e se renovando sem perder a alma.

A Banda Eva e o papel de protagonismo no axé

Dentro dessa trajetória, poucas bandas foram tão emblemáticas quanto a Banda Eva. Surgida nos anos 1980 como bloco de Carnaval, o grupo se tornou sinônimo de sucesso ao longo dos anos 1990, especialmente após a chegada de Ivete Sangalo, que ajudou a projetar o axé para todo o Brasil. Mas a história da banda vai muito além de um nome. Cada vocalista que passou pelo Eva trouxe uma nova leitura do gênero, mantendo viva a chama de um projeto que carrega a missão de unir tradição e renovação. De Emanuelle Araújo a Felipe Pezzoni, o Eva atravessou diferentes fases, cada uma marcada por desafios, recomeços e canções que marcaram época.

Um encontro que conecta passado, presente e futuro

O Conversa com Bial cria o cenário ideal para esse encontro simbólico. Sem pressa, com a sensibilidade que já é marca do programa, o episódio constrói uma narrativa que valoriza o percurso artístico de seus convidados, mas também o impacto coletivo da música baiana na formação cultural do país. Ao resgatar momentos históricos da Banda Eva e refletir sobre o espaço do axé na contemporaneidade, o programa costura um painel sensível de tudo o que esse gênero representa: resistência, alegria, transformação e pertencimento. Não se trata apenas de comemorar 40 anos de estrada — mas de reconhecer a importância de manter vivo um som que pulsa na alma do Brasil.

Com imagens de arquivo, trechos musicais e um olhar documental, o programa desta terça (05) presta uma homenagem não só aos artistas, mas a todos que constroem o axé diariamente: compositores, músicos, foliões, produtores e fãs que carregam o ritmo como uma extensão de sua própria identidade.

MasterChef Brasil desta terça (05/08) exibe prova criativa com menu monocromático e recebe Paola Carosella como jurada convidada

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Nesta terça-feira, 5 de agosto de 2025, a cozinha mais famosa do país promete fortes emoções e muita criatividade culinária. No 11º episódio do MasterChef Brasil, os nove cozinheiros ainda na competição enfrentarão uma das provas mais desafiadoras da temporada: cozinhar em trios, elaborando pratos com menus monocromáticos, ou seja, que mantenham a mesma paleta de cor do início ao fim. E como se não bastasse a exigência estética e técnica, os participantes ainda terão que se revezar na cozinha, testando o entrosamento e a capacidade de trabalhar sob pressão.

Para tornar a noite ainda mais especial — e nostálgica —, o programa contará com a presença da querida Paola Carosella como jurada convidada. A chef argentina, que marcou época no MasterChef com seu olhar sensível e exigente, retorna ao balcão dos jurados ao lado de Helena Rizzo e Henrique Fogaça, emocionando os competidores e fãs do programa.

Desafio criativo: quando cor e sabor precisam andar juntos

Na prova principal do episódio, os participantes serão divididos em trios e sorteados para cozinhar pratos de uma única cor predominante — como branco, vermelho, verde, amarelo ou roxo. O objetivo não é apenas criar um prato saboroso, mas também harmonioso e visualmente coerente com a proposta cromática.

O desafio exige domínio técnico, paladar apurado e uma boa dose de inventividade. Afinal, limitar-se a ingredientes de uma mesma cor impõe barreiras, mas também abre caminho para combinações inusitadas e para o uso de ingredientes menos comuns.

E para deixar tudo ainda mais imprevisível, a dinâmica de revezamento entre os membros da equipe exigirá comunicação eficaz e confiança mútua. Cada trio terá que se organizar estrategicamente, pois apenas um cozinheiro poderá estar na bancada por vez, enquanto os outros observam da “caixinha do tempo”.

O retorno emocionante de Paola Carosella

A presença de Paola no episódio promete momentos de emoção para os competidores e para os fãs de longa data do MasterChef. Jurada original do programa por várias temporadas, Paola volta ao estúdio onde se consagrou como uma das figuras mais carismáticas e influentes da gastronomia na televisão brasileira.

Com seu olhar crítico, mas também humano, ela oferecerá comentários precisos e sugestões técnicas valiosas, além de compartilhar suas impressões com os colegas jurados Helena Rizzo e Henrique Fogaça, que têm conduzido a temporada com equilíbrio e exigência.

A interação entre os três promete ser um dos pontos altos do episódio, especialmente para os fãs nostálgicos que acompanham o programa desde suas primeiras edições.

Onde assistir

O 11º episódio do MasterChef Brasil vai ao ar nesta terça-feira (05), às 22h20, na Band, com transmissão simultânea pelo site oficial Band.com.br e pela plataforma Bandplay. Para quem perder a exibição inédita, haverá reprise no domingo, às 16h, também na tela da Band.

Se Não Fosse Você | Adaptação do best-seller de Colleen Hoover ganha trailer e promete tocar fundo os corações

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Foto: Divulgação/ Paramount Pictures

Em um mundo em que o silêncio às vezes fala mais alto do que mil palavras, Se Não Fosse Você surge como um grito contido, um desabafo emocional sobre tudo aquilo que deixamos de dizer. O novo longa, inspirado no best-seller da escritora Colleen Hoover, acaba de ganhar seu primeiro trailer oficial — e ele já chegou arrebatando o público com sua carga emocional crua e realista. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

A direção é de Josh Boone, o mesmo que fez milhares de corações chorarem com A Culpa é das Estrelas. Agora, ele retorna ao drama familiar com uma nova história sobre perdas, cicatrizes que o tempo não apaga e a difícil arte de se reconectar com quem a gente ama. A estreia está marcada para o dia 23 de outubro nos cinemas brasileiros, com distribuição da Paramount Pictures.

A trama gira em torno de Morgan Grant, interpretada por Allison Williams, uma mulher que trocou sonhos por responsabilidades quando se tornou mãe ainda adolescente. Sua vida, dedicada quase inteiramente à filha Clara (Mckenna Grace) e ao marido Chris, começa a ruir quando um acidente tira Chris de cena de forma repentina.

A tragédia, no entanto, é apenas a porta de entrada para um turbilhão emocional ainda maior: revelações dolorosas, mágoas antigas, segredos de família e feridas nunca curadas transformam o luto em confronto. De um lado, uma mãe tentando reconstruir sua vida a partir do que sobrou. Do outro, uma filha que se recusa a perdoar o passado ou compreender o presente.

Mais do que um drama sobre perdas, o filme é um retrato nu e cru de como o amor pode ser falho, frustrante, imperfeito — e, mesmo assim, necessário.

Boone prova, mais uma vez, que sabe como contar histórias que doem bonito. Ele não se apoia em exageros ou em frases de efeito. Seu olhar é íntimo, quase cúmplice. Ele entende que, às vezes, um gesto vale mais que um discurso, e que os maiores conflitos acontecem dentro da gente.

Allison Williams e Mckenna Grace brilham em atuações comoventes

Interpretar uma relação tão quebrada e ao mesmo tempo tão forte não é tarefa fácil. Mas Allison Williams e Mckenna Grace entregam performances que transbordam sinceridade. Allison — que já mostrou seu talento em Corra! e M3GAN — encarna Morgan com uma mistura de exaustão, amor reprimido e força silenciosa. Já Mckenna, aos 18 anos, impressiona ao viver Clara, uma adolescente ferida que usa a rebeldia como escudo. Juntas, elas constroem uma dinâmica intensa, marcada por diálogos cheios de mágoa, olhares carregados de frustração e momentos de silêncio que falam por si. É um embate de gerações, mas também de dores que não foram acolhidas. Difícil não se identificar.

Família, segredos e a difícil jornada do perdão

No fundo, o filme é sobre aquilo que a gente esconde — dos outros e de nós mesmos. Morgan teve sua juventude interrompida e viveu à sombra das escolhas que fez para proteger Clara. Clara, por sua vez, sente que nunca teve espaço para ser quem é de verdade. A comunicação entre as duas é quase inexistente, e quando a verdade finalmente aparece, ela não liberta — machuca.

A revelação de que Chris, o marido e pai que sustentava emocionalmente a família, mantinha segredos, faz com que mãe e filha tenham que reconstruir suas identidades. Mas para isso, é preciso coragem. É preciso perdoar, e talvez até amar, mesmo quando tudo está quebrado.

Foto: Divulgação/ Paramount Pictures

Colleen Hoover no comando emocional da produção

Autora de sucessos como É Assim que Acaba e Verity, Colleen Hoover é uma especialista em escrever o que as pessoas sentem, mas não dizem. E neste projeto, ela foi além do papel de escritora: atuou como produtora executiva, acompanhando de perto o processo criativo da adaptação. Ela garantiu que a alma da história — aquela sensação de que estamos lendo ou vendo algo muito pessoal — fosse mantida.

Elenco afiado e narrativa cheia de nuances

Além de Williams e Grace, o elenco traz Dave Franco, Mason Thames, Scott Eastwood e Willa Fitzgerald em papéis fundamentais. Franco vive um amigo da família que guarda mais do que aparenta. Thames interpreta um jovem com quem Clara cria uma conexão inesperada. Eastwood aparece em flashbacks como Chris, o pai cuja morte muda tudo. Já Fitzgerald interpreta uma personagem envolta em mistério, que tem ligação direta com os segredos revelados.

Quando chega aos cinemas?

Com previsão de estreia para o dia 23 de outubro de 2025, Se Não Fosse Você chega aos cinemas como uma das apostas mais emocionantes do ano. A distribuição fica por conta da Paramount Pictures, que já deu sinais de que pretende investir pesado na divulgação do longa, especialmente entre o público feminino e os fãs das obras de Colleen Hoover.

Saiba qual filme é exibido na Tela de Sucessos desta sexta (08/08)

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Na próxima sexta-feira, 8 de agosto de 2025, o SBT resgata da memória – e do limbo cinematográfico – um dos filmes mais controversos dos anos 2000: O Filho do Máskara (2005). Com direção de Lawrence Guterman e estrelado por Jamie Kennedy, o longa será exibido na Tela de Sucessos, faixa tradicional da emissora dedicada a filmes de apelo popular. A escolha, no mínimo curiosa, reacende debates sobre o peso das sequências no cinema, o culto às franquias e o que acontece quando uma continuação falha em capturar a essência do original.

O que parecia ser uma tentativa de reviver o sucesso estrondoso de O Máskara (1994), estrelado por Jim Carrey, acabou se tornando uma aula prática de como não fazer uma sequência. Mas, apesar das críticas devastadoras e da bilheteria decepcionante, o filme conquistou certa notoriedade — ainda que como símbolo do que deu errado — e é exatamente por isso que sua exibição hoje merece ser revista sob uma nova lente.

Lançado em 1994, O Máskara não foi apenas um sucesso comercial: foi um fenômeno cultural. Estrelado por um Jim Carrey em plena ascensão e com efeitos visuais inovadores para a época, o filme transformou um personagem de quadrinhos underground da Dark Horse Comics em um ícone do cinema pop. Combinando humor anárquico, energia cartunesca e um toque de irreverência, o longa original arrecadou mais de US$ 350 milhões e foi indicado ao Oscar de melhores efeitos visuais. Para muitos fãs, era impensável uma continuação sem o carisma de Carrey ou a direção afiada de Chuck Russell.

E, no entanto, foi exatamente isso que aconteceu.

O que é O Filho do Máskara?

Segundo a sinopse do AdoroCinema, o longa-metragem surge mais de uma década depois do original, com uma proposta radicalmente diferente: transformar a mitologia caótica e adulta do primeiro filme em uma comédia familiar sobre paternidade e responsabilidade. Jamie Kennedy interpreta Tim Avery, um cartunista inseguro e relutante em ser pai, que se vê em apuros quando seu cachorro encontra a máscara de Loki — o objeto mágico que dá a quem a usa poderes ilimitados e absurdos. Após usá-la em uma festa de Halloween, Tim engravida sua esposa ainda com a máscara no rosto, gerando um bebê sobrenatural com os mesmos poderes. A partir daí, o que se segue é uma batalha insana entre o pai, o bebê e o próprio Loki, interpretado por Alan Cumming, em busca do artefato mágico.

O tom do filme é completamente diferente do original. Onde antes havia humor sombrio e crítica social, agora há cores vibrantes, piadas infantis e referências exageradas a desenhos animados. A tentativa de dialogar com o público infantil e ao mesmo tempo manter a mitologia dos quadrinhos resultou em um Frankenstein cinematográfico que não agrada nem crianças, nem adultos, nem fãs do original.

Um fracasso anunciado

Com um orçamento estimado entre US$ 84 e US$ 100 milhões, O Filho do Máskara arrecadou apenas US$ 57,6 milhões mundialmente — um desastre financeiro. Mas o fracasso nas bilheteiras foi apenas a ponta do iceberg: a recepção crítica foi implacável. O filme recebeu oito indicações ao Framboesa de Ouro, vencendo na categoria “Pior Remake ou Sequência”. Jamie Kennedy e Traylor Howard também foram alvos das premiações negativas, como o Stinkers Bad Movie Awards.

Sites especializados o colocaram frequentemente entre as piores continuações de todos os tempos. No Rotten Tomatoes, mantém uma nota crítica de apenas 6%, com consenso afirmando que o filme é “barulhento, visualmente saturado e sem graça”. No IMDb, a nota 2.2 reflete o desprezo dos espectadores.

A ausência de Jim Carrey e o que poderia ter sido

A sequência foi sonhada desde o sucesso do primeiro filme. A revista Nintendo Power, inclusive, chegou a lançar um concurso nos anos 90 cujo vencedor ganharia um papel em “The Mask II”, estrelado por Carrey. Porém, o ator recusou um cachê de US$ 10 milhões para retornar ao papel, alegando que refazer personagens já interpretados oferecia pouco desafio artístico — uma filosofia que Carrey manteve por anos, com raras exceções.

Sem sua estrela principal, a New Line Cinema decidiu reinventar a franquia. Sai a sátira adulta, entra a comédia familiar. Sai Stanley Ipkiss, entra Tim Avery — nome que, aliás, homenageia o lendário cartunista Tex Avery. A conexão com o universo animado, aliás, é uma das poucas tentativas genuínas de encontrar um novo caminho para a franquia, embora falhe por falta de sutileza.

Um filme que virou cult (por acidente)

Curiosamente, O Filho do Máskara encontrou nos últimos anos um público alternativo. Entre canais de YouTube que analisam “filmes ruins que merecem uma segunda chance”, cinéfilos fascinados por desastres de produção e crianças que o assistiram despretensiosamente em sessões da tarde, o longa adquiriu um status de so bad it’s good (tão ruim que é bom). Não por méritos técnicos ou artísticos, mas justamente por seu absurdo. O bebê de olhos brilhantes, o cachorro que põe a máscara e o Loki carnavalesco de Alan Cumming renderam incontáveis memes, edições cômicas e paródias online.

Se o objetivo do filme era entreter famílias em uma tarde chuvosa, talvez ele tenha alcançado esse pequeno êxito. Mas, como continuação de um clássico dos anos 90, o resultado é desastroso.

A crítica social involuntária

Curiosamente, ao tratar de forma desajeitada o tema da paternidade, o filme acaba levantando questões que vão além do roteiro bizarro. Tim Avery representa o homem moderno às voltas com as expectativas profissionais e familiares. Um pai que se vê impotente diante da hiperatividade de um filho que ele mal entende. A luta entre o cachorro e o bebê — ambos afetados pela máscara — vira metáfora de ciúmes e disputas de atenção, refletindo um lar caótico e desestruturado. Loki, o deus ausente em busca de aprovação paterna, espelha o próprio Tim. E Odin, em seu papel de patriarca rígido, sintetiza a pressão das gerações passadas sobre a parentalidade contemporânea.

Claro, tudo isso é enterrado sob camadas de computação gráfica datada e um humor duvidoso. Mas não deixa de ser curioso como, em meio ao desastre, o filme toca — ainda que superficialmente — em temas relevantes.

Vale a pena assistir?

Se você espera um filme com a mesma inventividade do original, prepare-se para se decepcionar. Mas se encarar O Filho do Máskara como uma obra avulsa, quase paródica de si mesma, pode encontrar momentos de diversão, ainda que involuntária. As animações exageradas, os efeitos caricatos e a narrativa nonsense são dignas de uma madrugada de risadas despreocupadas — ou de um jogo de bebida para cada vez que o bebê usa seus poderes de forma caótica.

No fim, o filme não oferece respostas, redenções nem grandes reviravoltas. É uma colcha de retalhos de ideias que tentam resgatar um espírito anárquico sem o mesmo talento. Ainda assim, permanece como um curioso retrato de uma época em que Hollywood acreditava que bastava colocar uma marca conhecida no título para atrair público — e que sequências podiam viver apenas da fama do original.

Vale a pena assistir Juntos? Descubra o terror corporal que une amor e horror de forma única!

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O cinema de terror contemporâneo está sempre em busca de novas formas de causar impacto, seja por meio de narrativas inovadoras, efeitos visuais impressionantes ou pelo aprofundamento psicológico de seus personagens. Em 2025, o gênero recebe uma contribuição notável com o lançamento de Juntos, filme de estreia na direção do roteirista Michael Shanks. Misturando horror corporal, sobrenatural e drama íntimo, o longa traz uma narrativa inquietante que explora as profundezas do amor, da perda da identidade e das transformações físicas extremas.

Protagonizado pelo casal na vida real Alison Brie e Dave Franco, o longa-metragem não apenas entrega sustos e cenas grotescas, mas também oferece uma reflexão sobre os desafios e a complexidade das relações humanas quando levadas ao limite.

O longa estreou mundialmente no Festival de Cinema de Sundance, em 26 de janeiro de 2025, um dos principais palcos do cinema independente, conhecido por revelar obras inovadoras e autores promissores. O filme chamou atenção desde sua primeira exibição pela sua abordagem ousada do horror corporal, gênero marcado por transformações físicas grotescas e a exploração do corpo como fonte de medo e desconforto.

Após Sundance, o longa foi lançado nos Estados Unidos pela distribuidora Neon em 30 de julho, seguida pelo lançamento na Austrália, pela Kismet Movies, no dia seguinte. Apesar de seu orçamento relativamente modesto de 17 milhões de dólares, o filme arrecadou 10,9 milhões mundialmente — números que, embora não façam dele um blockbuster, confirmam sua relevância entre fãs do gênero e críticos especializados.

A crítica internacional tem celebrado a trama pela habilidade de Michael Shanks em equilibrar cenas intensas de horror corporal com uma narrativa emocionalmente complexa. O diretor, conhecido até então como roteirista, demonstrou uma capacidade promissora de transpor para a direção sua visão única sobre o medo e a intimidade.

Um casal à beira da fusão

A história central acompanha Millie Wilson (Alison Brie), uma professora de inglês que consegue um emprego em uma escola do interior, e seu namorado de longa data, Tim (Dave Franco), um aspirante a músico. Ambos decidem deixar a vida agitada da cidade grande para recomeçar em um local mais tranquilo, buscando estabilidade e um futuro juntos.

No entanto, a mudança não acontece sem tensões. Pouco antes da partida, Millie pede Tim em casamento em uma festa com amigos, mas sua hesitação deixa clara a fragilidade da relação. Essa dúvida acompanha o casal durante toda a narrativa, colocando o relacionamento sob uma lente de crise e vulnerabilidade.

Durante uma tempestade, enquanto exploram a região próxima à nova casa, o casal cai acidentalmente em uma caverna. Lá, Tim bebe da água de uma piscina natural e começa a manifestar sintomas físicos estranhos. No dia seguinte, eles acordam com as pernas parcialmente presas, um sinal de que algo sobrenatural e perturbador os afetou.

Com o passar dos dias, Tim experimenta sensações de atração física incontrolável por Millie, acompanhadas de dores e transformações bizarras. Esses episódios provocam confusão, medo e frustração no casal, que já enfrenta problemas emocionais antes mesmo do incidente.

A chegada de Jamie, um colega de trabalho de Millie, acrescenta mistério à trama. Ele explica que a caverna foi anteriormente uma igreja da Nova Era que desabou, sugerindo que forças antigas e místicas estão em ação.

O enredo evolui para um clímax aterrador, quando Tim e Millie começam a se fundir fisicamente — seus corpos se entrelaçam de maneira grotesca e impossível. Essa união forçada se torna o principal conflito da história, representando a perda da autonomia e os dilemas da dependência emocional. Eles enfrentam o horror de literalmente se tornarem um só corpo, uma experiência que traz questionamentos sobre identidade, amor e sacrifício.

Desconforto físico e metáfora emocional

O horror corporal é um subgênero que tem ganhado cada vez mais espaço no cinema de terror contemporâneo, graças a produções que exploram o corpo humano como fonte de terror — seja pela transformação, deformação, invasão ou fusão.

No filme, o uso do body horror vai além do choque visual: serve como metáfora para as crises emocionais vividas pelo casal. A fusão grotesca de Tim e Millie simboliza o medo de perder a individualidade na relação, a dificuldade de manter-se como “eu” quando se está profundamente conectado a outro ser.

As cenas de transformação são intensas e realistas, utilizando maquiagem prática e efeitos especiais para transmitir a sensação de desconforto e alienação. O público é convidado a experimentar o horror através dos sentidos, sentindo a angústia e o desespero dos protagonistas.

Essa abordagem faz com que o terror seja mais palpável e psicológico, mexendo com os sentimentos do espectador ao criar uma empatia com o sofrimento físico e emocional do casal.

Química real e vulnerabilidade

Um dos grandes destaques do filme está na dupla de protagonistas. Alison Brie e Dave Franco, além de serem casados na vida real, trazem para a tela uma química palpável que dá credibilidade aos conflitos e momentos de ternura entre Millie e Tim.

Ambos são conhecidos por trabalhos em comédias e dramas, mas aqui surpreendem ao mergulhar em personagens que vivem um relacionamento à beira do colapso, pressionados por forças sobrenaturais e por seus próprios medos.

As atuações carregam nuances que exploram desde a intimidade cotidiana até o desespero diante da perda do controle sobre o corpo e o amor. É uma atuação que transpira autenticidade e tensão, essencial para que o terror corporal funcione também como drama humano.

Mistérios, cultos e o peso do passado

Além da trama principal, Juntos insere elementos de mistério que enriquecem a narrativa. O casal descobre que a caverna onde caíram já foi um local de culto da Nova Era, e que outros moradores desapareceram após visitá-la, vítimas do mesmo fenômeno.

A figura enigmática de Jamie, inicialmente um simples colega de trabalho, revela-se ligada ao mistério da fusão e ao ritual por trás da força sobrenatural que ameaça Tim e Millie. Sua revelação como uma entidade que já passou pelo processo de fusão amplia o universo do filme, trazendo um aspecto quase mitológico e ritualístico à história.

Esses elementos criam um clima de suspense e horror crescente, colocando o casal diante de escolhas difíceis que envolvem sacrifício, sobrevivência e aceitação.

Temas universais sob um olhar horripilante

Embora a produção americana seja um filme de terror, seu coração pulsa em temas universais: amor, medo da perda, identidade e transformação. O filme usa o horror corporal para aprofundar reflexões sobre o que significa estar em um relacionamento intenso, onde os limites entre o “eu” e o “nós” se confundem.

A história aborda também o medo do abandono e a dependência emocional, mostrando como o amor pode ser tanto um refúgio quanto uma prisão. A fusão física dos protagonistas funciona como metáfora para esses dilemas, tornando a experiência do terror também uma jornada psicológica e emocional.

Direção promissora de Michael Shanks

Michael Shanks demonstra, em sua estreia como diretor, um controle firme da narrativa e do clima. Ele constrói uma atmosfera claustrofóbica e opressiva, combinando o visual perturbador das transformações com o drama dos personagens.

O roteiro, também assinado por Shanks, equilibra momentos de tensão extrema com cenas de introspecção, sem perder o ritmo e mantendo o espectador envolvido. A direção de arte, o design de som e a fotografia colaboram para intensificar a sensação de desconforto e imersão.

Para quem busca um terror que vá além dos sustos fáceis e explore temas humanos em meio a um cenário sobrenatural, o filme é uma obra imperdível de 2025, que certamente deixará marcas duradouras.

Crítica | Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda traz de volta o charme do clássico em sequência divertida e nostálgica

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Foto: Reprodução/ Internet

Duas décadas após conquistarem o público com a comédia adolescente Sexta-Feira Muito Louca (2003), Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan estão de volta em Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda, a sequência que resgata não apenas os personagens icônicos Tess e Anna, mas também a magia da fórmula corpo-trocado com uma nova roupagem emocional, atualizada e surpreendentemente madura. Dirigido por Nisha Ganatra e escrito por Jordan Weiss, o filme entrega uma comédia sensível e espirituosa, que respeita o legado do original sem deixar de se reinventar.

Na nova trama, reencontramos Anna Coleman (Lohan), agora adulta, mãe de uma pré-adolescente e prestes a se tornar madrasta. Tess (Curtis), por sua vez, vive uma fase consagrada: avó dedicada, vencedora do Oscar e com a mesma energia controladora de sempre. Quando as engrenagens da vida — e uma nova onda sobrenatural — as colocam de volta no corpo uma da outra, mãe e filha precisam, mais uma vez, se reconectar e repensar suas trajetórias. Só que agora há mais em jogo: duas famílias, gerações diferentes, responsabilidades complexas e um mundo que também mudou.

Ganatra, que tem experiência em projetos sensíveis com apelo cômico (The High Note, Late Night), acerta ao equilibrar o humor característico do primeiro filme com o peso emocional de duas mulheres que se amam profundamente, mas vivem em tempos e papéis distintos. A nova troca de corpos não é apenas um recurso narrativo repetido, mas um espelho para refletir sobre envelhecer, maternar, amar de novo e (re)aprender com o outro.

O carisma que atravessa o tempo

O maior trunfo do filme é, sem dúvida, a química intacta entre Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan. Se, em 2003, ambas entregaram performances hilárias e inesperadamente comoventes, em 2025 elas exibem um entrosamento ainda mais afiado, agora temperado com a bagagem da maturidade — delas enquanto atrizes e das personagens enquanto mulheres.

Curtis continua dominando com facilidade cada nuance cômica, e se diverte ao interpretar uma avó no corpo da filha adulta, enquanto Lohan, em um de seus retornos mais celebrados ao cinema, exibe uma delicadeza que não anula sua veia cômica. Seu timing permanece afiado, e há um brilho nostálgico em vê-la retornar ao papel que ajudou a eternizá-la como uma estrela da geração millennial.

Julia Butters, a jovem atriz revelada em “Era Uma Vez em… Hollywood”, também brilha como a filha de Anna. Ela oferece o contraponto de uma nova geração que assiste ao caos intergeracional com perplexidade, sarcasmo e, claro, uma dose de sabedoria precoce.

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Humor com coração

O roteiro de Jordan Weiss — criadora da série Dollface — opta por não reinventar completamente a roda. A estrutura segue familiar: as protagonistas trocam de corpos, enfrentam situações inusitadas no cotidiano da outra, criam embaraços públicos e finalmente descobrem, através dessa experiência, algo profundo sobre si mesmas. No entanto, o charme do filme está em como essa estrutura é revestida por novos temas.

Questões como envelhecimento, maternidade, luto, reconstrução familiar e até menopausa ganham espaço em meio ao riso fácil. Ao tratar dessas pautas sem perder o humor leve, o filme respeita sua audiência mais velha — aquela que cresceu com o original — ao mesmo tempo que oferece uma porta de entrada acolhedora para o público jovem.

Há cenas memoráveis: um jantar de noivado que descamba em caos corporal e emocional; um momento constrangedor (e hilário) de Tess, no corpo de Anna, tentando usar redes sociais; e uma tocante conversa entre as duas personagens num quarto de hotel, que remete diretamente ao clímax emocional do primeiro filme.

Nostalgia sem ser refém

A nostalgia é um ingrediente inevitável, mas felizmente Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda não se rende ao fan service fácil. As referências ao primeiro longa existem — uma menção ao show de rock adolescente, um flashback discreto, uma piadinha interna sobre a banda Pink Slip — mas funcionam como camadas adicionais e não como muletas narrativas.

Há, inclusive, um mérito na maneira como o filme se posiciona no universo da Disney sem precisar se tornar uma sequência “infantilizada”. Ele é mais maduro, mais introspectivo em certos momentos, e mais emocionalmente ambicioso do que se esperaria de uma comédia familiar padrão. Ainda assim, continua acessível, engraçado e encantador.

O peso da continuidade

Ganatra também acerta ao construir um universo visual que espelha o crescimento das personagens. A casa de Tess é agora mais elegante, mas ainda tem resquícios de sua personalidade controladora. Anna vive em um espaço mais orgânico e desorganizado, refletindo sua nova identidade como mãe e profissional. As escolhas estéticas — desde o figurino até a direção de arte — ajudam a contar a história com riqueza de detalhes, mesmo nos momentos mais caricatos.

A trilha sonora mistura canções atuais com músicas que evocam os anos 2000, criando uma ponte afetiva com o passado, mas sem parecer datada. A montagem tem ritmo ágil e preciso, fazendo com que mesmo os momentos mais absurdos pareçam verossímeis dentro da lógica do filme.

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Uma comédia com identidade própria

Ao final, o longa-metragem entrega exatamente o que promete — e mais um pouco. É um filme sobre família, sobre crescer e reaprender, sobre ceder espaço e retomar a escuta. Faz rir com sinceridade, emociona com suavidade e, principalmente, reafirma o poder do cinema de ser um reencontro: entre mãe e filha, entre gerações, entre atores e suas plateias.

Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan provam, mais uma vez, que carisma não tem prazo de validade. E que, sim, às vezes o raio cai duas vezes no mesmo lugar — e quando isso acontece com talento, empatia e propósito, só nos resta agradecer.

Extermínio: A Evolução chega às plataformas digitais — terror pós-apocalíptico disponível para aluguel e compra

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Quase três décadas após o lançamento de Extermínio (2002), o mundo volta a mergulhar no pesadelo viral com Extermínio: A Evolução, terceiro capítulo de uma das sagas mais influentes do cinema de terror moderno. Estrelado por Aaron Taylor-Johnson, Jodie Comer e Ralph Fiennes, e dirigido por Danny Boyle, o longa já está disponível para aluguel e compra nas principais plataformas digitais do Brasil, oferecendo uma nova e inquietante perspectiva sobre o colapso da civilização.

O terceiro capítulo da aclamada franquia que revolucionou o gênero zumbi com uma abordagem realista e intensa — o longa pode ser encontrado nas lojas virtuais Apple TV (iTunes), Amazon Prime Video, Claro TV+, Google Play e Microsoft Films & TV (Xbox) pelo valor sugerido de R$ 29,90. Após a compra, o título fica disponível de forma permanente na conta do usuário, podendo ser assistido quantas vezes quiser; no caso do aluguel, o espectador pode ver o filme várias vezes dentro do período estipulado pela plataforma escolhida.

O filme, originalmente batizado de 28 Years Later, representa um marco não apenas para a franquia iniciada em 2002, mas também para o gênero de zumbis como um todo. Em um tempo em que as narrativas apocalípticas se multiplicam, “Extermínio: A Evolução” surpreende ao mesclar espetáculo e intimidade, violência e contemplação, medo coletivo e drama humano.

Se o primeiro filme revolucionou o terror ao introduzir infectados ágeis e uma estética documental angustiante, e sua sequência — Extermínio 2 — levou a saga a um tom mais militarizado, agora Danny Boyle e Alex Garland propõem um novo tipo de narrativa: menos sobre o colapso inicial e mais sobre o que vem depois. O vírus da raiva não é mais um surto emergente — é uma realidade crônica, que moldou uma geração inteira.

Um mundo isolado, uma ponte para o horror

A história se passa em uma ilha fortificada ao norte da Inglaterra, onde uma comunidade de sobreviventes vive há anos em relativo equilíbrio. Essa bolha de segurança, no entanto, é rompida quando um grupo decide cruzar a ponte que os separa do continente — agora um território inóspito, dominado por infectados ainda mais agressivos, facções humanas violentas e uma natureza que retomou seu espaço com fúria.

A ponte, enquanto elemento narrativo, funciona como símbolo de transição, separando não apenas dois territórios físicos, mas também dois estados mentais: o da ilusão de ordem e o do caos absoluto. A metáfora é potente e recorrente ao longo do filme, reforçando a noção de que, após tanto tempo, não há retorno possível à antiga ideia de civilização.

Personagens entre o instinto e a empatia

O elenco é liderado com brilho por Jodie Comer, que interpreta Isla, uma líder comunitária determinada a proteger sua gente a qualquer custo. Isla não é uma heroína convencional — é falha, mas profundamente humana. Aaron Taylor-Johnson, como Jamie, encarna a inquietação da juventude que cresceu em um mundo fragmentado e busca algo mais além dos muros da ilha. Já Ralph Fiennes, no papel do ambíguo Dr. Kelson, traz uma dose de mistério e tensão moral à trama, lembrando que mesmo os gestos científicos mais nobres podem esconder motivações obscuras.

Esses personagens não enfrentam apenas monstros — enfrentam dilemas sobre autoridade, sacrifício, fé, e o custo da sobrevivência a longo prazo. As atuações são contidas e intensas, refletindo o peso de uma existência onde o passado virou mito e o futuro, uma ameaça.

Estética radical: o apocalipse através das lentes do cotidiano

Uma das decisões mais ousadas de Danny Boyle foi a adoção de iPhones 15 Pro Max para registrar grande parte das cenas de ação. Com mais de 20 aparelhos filmando simultaneamente em algumas sequências, o cineasta resgata a estética crua e quase documental do original, mas com tecnologia de ponta.

O resultado são imagens com textura orgânica, movimentos rápidos e composições que colocam o espectador no centro da confusão. É uma estética que conversa com o mundo atual, onde tragédias são registradas em tempo real, muitas vezes por testemunhas amadoras. O apocalipse, aqui, é íntimo, próximo e registrável — como se o horror pudesse ser transmitido ao vivo de qualquer esquina.

Obstáculos e renascimentos: a saga por trás das câmeras

A existência de Extermínio: A Evolução é quase um milagre. Desde 2007, fãs especulavam sobre uma possível continuação, mas o projeto enfrentou bloqueios criativos e jurídicos. A ideia original era lançar 28 Months Later, mas desentendimentos com estúdios e a dispersão dos criadores adiaram tudo por anos.

Foi somente quando Garland reapresentou a proposta como um renascimento completo da franquia — com nova trilogia e novos protagonistas — que o projeto deslanchou. Boyle afirmou, em entrevistas, que o tempo decorrido entre os filmes foi crucial para amadurecer o enredo e permitir que o mundo real influenciasse diretamente a história contada.

O que vem por aí?

Segundo o próprio Danny Boyle, o novo longa é apenas o começo. O filme já foi planejado como o primeiro capítulo de uma nova trilogia. Os próximos títulos, provisoriamente chamados de “28 Years Later: Part II” e “Part III”, terão Cillian Murphy de volta como ator e produtor executivo, além de ampliarem o escopo geográfico da história.

As filmagens devem ocorrer em locações na América do Sul e na Ásia, ampliando o olhar da franquia sobre os diferentes impactos culturais e políticos da epidemia. Garland prometeu que a segunda parte será ainda mais radical, com foco em temas como inteligência artificial, biotecnologia e coletivos autônomos de sobreviventes.

Saiba qual filme é exibido hoje (05/08) no Cine Record Especial

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta terça, 5 de agosto de 2025, o Cine Record Especial traz para a tela da Record TV o filme Assassinos Múltiplos (Título original: Acts of Vengeance), um thriller eletrizante que combina ação, drama e suspense de maneira única. Sob a direção de Isaac Florentine — conhecido por sua habilidade em artes marciais e sequências de luta (Undisputed II: Last Man Standing e Ninja: Shadow of a Tear) — e com roteiro de Matt Venne (autor de The Void e The Roost), a produção promete uma experiência visceral, envolvendo uma trama de perda, silêncio e busca implacável por justiça.

Um enredo que prende do começo ao fim

O centro da história é Frank Valera, interpretado pelo veterano Antonio Banderas, cuja carreira é marcada por personagens complexos e cheios de camadas (estrela em Desperado e A Máscara do Zorro). Frank é um advogado de sucesso que tem sua vida destruída pelo assassinato brutal de sua esposa e filha. A dor e o desespero o levam a fazer um voto de silêncio: ele não falará até que consiga encontrar o responsável por essa tragédia.

Essa decisão marca o início de uma jornada intensa e transformadora. Para se preparar para o confronto que sabe que virá, Frank mergulha em um treinamento rigoroso de artes marciais, transformando seu corpo e mente em armas poderosas para enfrentar o assassino Strode, papel vivido por Karl Urban (famoso por seus papéis em O Senhor dos Anéis e Doutor Estranho no Multiverso da Loucura). O embate entre esses dois personagens torna-se o ponto alto do filme, marcado por cenas de luta coreografadas com precisão e uma atmosfera de tensão crescente.

A construção do personagem Frank Valera é profundamente humana. A escolha de um voto de silêncio não apenas expressa a dor do luto, mas também simboliza sua determinação absoluta. Ao renunciar à fala, ele concentra suas energias na vingança e na justiça pessoal — um caminho doloroso e solitário que desafia suas próprias limitações físicas e emocionais.

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A direção afiada de Isaac Florentine

Isaac Florentine, diretor e coreógrafo de cenas de ação, é uma referência no gênero. Com um currículo que inclui títulos aclamados por fãs das artes marciais e filmes de ação — como Undisputed II: Last Man Standing (2006) e Ninja: Shadow of a Tear (2013) —, Florentine tem um talento especial para transformar sequências de luta em momentos narrativos que avançam a trama e aprofundam os personagens.

Em Assassinos Múltiplos, essa expertise fica evidente em cada cena de combate, que combina técnica e emoção. As batalhas não são apenas espetáculos visuais, mas também expressões da luta interna de Frank, seu sofrimento e sua busca por redenção.

O diretor também trabalha habilmente o suspense, usando enquadramentos e iluminação para criar uma atmosfera tensa, que mantém o público envolvido e apreensivo até o desfecho. A edição dinâmica e a trilha sonora pulsante ajudam a intensificar essa sensação, criando um ritmo que equilibra ação e momentos mais introspectivos.

Um roteiro que explora temas profundos

Matt Venne, roteirista conhecido por seu trabalho em filmes como The Void (2016) e The Roost (2005), constrói uma narrativa que vai além do simples thriller de ação. O roteiro do filme mergulha nas complexidades do luto, da perda e da transformação pessoal.

Ao escolher um advogado como protagonista, o filme cria uma tensão interessante entre o mundo racional e jurídico e o universo emocional da vingança e da justiça pessoal. Frank Valera não apenas luta contra um assassino, mas contra seus próprios demônios, tentando encontrar um propósito depois de uma tragédia que ameaça destruí-lo por completo.

O voto de silêncio, um elemento central da trama, funciona como uma metáfora para a dor que não se consegue expressar em palavras e a força que nasce do silêncio e da disciplina. Esse simbolismo dá profundidade ao personagem e convida o público a refletir sobre as diferentes formas de enfrentar a dor.

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O elenco que eleva a produção

Antonio Banderas é o coração do filme. Com uma carreira que mistura ação, drama e personagens icônicos — de Desperado (1995) a A Máscara do Zorro (1998), e até trabalhos mais recentes em Dolittle (2020) —, ele traz para Frank Valera uma intensidade e uma vulnerabilidade que fazem o público se importar profundamente com sua trajetória.

Karl Urban, conhecido por interpretar personagens marcantes como Éomer em O Senhor dos Anéis (2001-2003) e Skurge em Thor: Ragnarok (2017), oferece uma atuação sombria e implacável como Strode, o antagonista que não hesita em confrontar Frank. Sua preparação para as cenas de luta, que incluiu treinamento rigoroso em artes marciais, aumenta a veracidade dos confrontos e o equilíbrio dramático entre herói e vilão.

Cristina Serafini, Paz Vega (de Lucía y el sexo, 2001) e Robert Forster (veterano de Jackie Brown, 1997) completam o elenco com personagens que dão suporte à trama principal, enriquecendo a narrativa com suas próprias histórias e dilemas, ampliando o universo emocional do filme.

Curiosidades que tornam o filme ainda mais interessante

Uma das curiosidades mais marcantes é que tanto Antonio Banderas quanto Karl Urban passaram por um intenso treinamento em artes marciais para dar mais autenticidade às cenas de ação. Essa preparação resultou em sequências de luta mais realistas e emocionantes, o que é um diferencial para quem aprecia o gênero.

Outro ponto interessante é a escolha da Bulgária como local de produção. O país tem se tornado um polo para filmes de ação e grandes produções internacionais devido a seus custos acessíveis e infraestrutura de qualidade, e Assassinos Múltiplos é um exemplo claro dessa tendência.

O filme também se destaca por sua duração relativamente curta — 87 minutos —, o que ajuda a manter o ritmo acelerado e a evitar dispersões na narrativa, tornando a experiência intensa e direta.

Por que assistir ao filme no Cine Record Especial?

Para quem gosta de filmes que combinam ação com uma história que emociona, Assassinos Múltiplos é uma escolha certeira. A trajetória de Frank Valera, que enfrenta a perda mais dolorosa da vida e busca justiça com a força do corpo e da mente, oferece momentos de tensão e empatia.

Na tela da Record TV, o filme ganha ainda mais destaque por sua narrativa ágil e visual marcante, capazes de prender a atenção do público do início ao fim. Você pode assistir ao filme em diversas plataformas de streaming, incluindo a Adrenalina Pura, disponível por assinatura para quem busca muita ação e emoção na telinha.

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