Capitão Planeta vai ganhar série live-action na Netflix com produção de Leonardo DiCaprio e Greg Berlanti

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Em um momento em que o mundo pede — ou melhor, grita — por narrativas conscientes e engajadas, um velho conhecido da televisão está prestes a ressurgir das memórias afetivas com nova roupagem e fôlego renovado. O clássico desenho animado Capitão Planeta e os Protetores da Natureza vai ganhar uma série live-action produzida pela Netflix, em parceria com dois nomes de peso: Leonardo DiCaprio, pela Appian Way, e Greg Berlanti, produtor por trás de diversos sucessos da DC na TV.

A informação foi revelada com exclusividade pelo site Deadline e já movimenta fãs nostálgicos e curiosos da cultura pop. O projeto ainda está em fase inicial de desenvolvimento, mas já tem como roteirista confirmada Tara Hernandez, conhecida pelo trabalho em A Senhora Davis. A série será produzida pela Berlanti Productions e pela Warner Bros. Television, que detém os direitos da animação original.

Do desenho ao discurso: uma missão que nunca envelhece

Criado no início da década de 1990 pelo empresário e ativista Ted Turner, Capitão Planeta sempre foi mais do que um desenho. Era, na verdade, uma tentativa sincera — e pioneira — de usar o entretenimento como instrumento de transformação social. Em meio a aventuras cheias de ação, vilões caricatos e bordões inesquecíveis, havia uma mensagem clara: cuidar do planeta é uma missão coletiva, e cada gesto importa.

Na trama, cinco jovens de diferentes partes do mundo recebem anéis com poderes ligados aos elementos da natureza — Terra, Fogo, Água, Vento e Coração. Juntos, eles invocam o Capitão Planeta, super-herói ecológico que surge para combater ameaças ambientais e inspirar atitudes sustentáveis. Mas o mais simbólico era o bordão ao final de cada episódio: “O poder é de vocês!” — um lembrete direto para o público jovem de que mudança real começa com pequenas escolhas.

Um herói que retorna em tempos de urgência climática

Não é difícil entender por que Leonardo DiCaprio está envolvido nesse projeto. Ativista ambiental assumido e engajado, o ator já produziu documentários, discursou na ONU e lidera uma fundação voltada à preservação da biodiversidade. Ao lado de Berlanti — mestre em construir universos heroicos que dialogam com temas sociais —, DiCaprio aposta na força simbólica do Capitão Planeta para reacender o debate sobre meio ambiente com linguagem atual e narrativa envolvente.

A roteirista Tara Hernandez tem o desafio de atualizar a história sem perder o coração da proposta original: um equilíbrio delicado entre entretenimento e educação. Em tempos de colapso climático, fake news ambientais e jovens ativistas sendo criminalizados, a série pode tocar em temas urgentes, mostrando que o ativismo pode ser acessível, empático e, sim, emocionante.

Da TV Colosso ao streaming

Para muitos brasileiros, o Capitão Planeta chegou junto com a infância. A série estreou por aqui em julho de 1991, dentro do Xou da Xuxa, na Rede Globo, e depois passou por outros programas icônicos como TV Colosso, Angel Mix e Festival de Desenhos. Também foi exibida em canais pagos como Cartoon Network, Tooncast, Boomerang e até no Canal Futura — reforçando seu caráter educativo.

A estética colorida, as lições diretas e a representatividade global dos Planeteers marcaram uma geração que cresceu ouvindo sobre buraco na camada de ozônio, poluição dos mares e desmatamento — e que, agora adultos, assistem a essas ameaças se concretizando. O retorno da série, portanto, tem tudo para unir gerações em torno de uma mesma causa.

Sem data, mas com propósito

Ainda não há elenco confirmado nem previsão de estreia, mas a expectativa é grande. Especialmente porque este não é o primeiro esforço para adaptar o herói ao live-action. Em 2016, um filme chegou a ser desenvolvido pela Paramount, com Glen Powell envolvido no roteiro e cogitado como protagonista — projeto que acabou engavetado.

Agora, com o apoio criativo da Netflix, a expertise narrativa de Berlanti, o engajamento ambiental de DiCaprio e o talento provocador de Tara Hernandez, o Capitão Planeta tem a chance real de voltar ao centro do debate — não só como símbolo de nostalgia, mas como um espelho necessário para tempos que pedem urgência, empatia e transformação.

Reserva Imovision adiciona “Um Pombo Pousou num Galho refletindo sobre a Existência” e o sci-fi “Você é o Universo” em seu catálogo

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A Reserva Imovision reafirma seu compromisso em apresentar ao público uma curadoria que ultrapassa o entretenimento convencional. Em seu catálogo mais recente, duas produções inéditas ganham destaque por sua singularidade estética e temática: “Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência”, do aclamado cineasta sueco Roy Andersson, e “Você É o Universo”, uma ficção científica contemplativa que revisita a solidão e a esperança em meio à imensidão cósmica.

Roy Andersson e a arte de capturar o extraordinário no cotidiano

Conhecido por sua abordagem única e visualmente distinta, Roy Andersson convida o espectador a mergulhar em uma experiência cinematográfica longe das narrativas tradicionais. Em “Um Pombo Pousou num Galho…”, a rotina banal é transformada em um cenário de profunda reflexão sobre a existência humana.

O filme acompanha Sam e Jonathan, personagens quase arquetípicos, que transitam por uma série de cenas estáticas, onde o tempo parece suspenso. Cada quadro é carregado de ironia e melancolia, temperados por um humor sutil que provoca o espectador a contemplar a fragilidade e o absurdo da condição humana. A narrativa fragmentada se assemelha a uma colagem de momentos — ora trágicos, ora cômicos — que juntos formam uma meditação sobre o desespero e, ao mesmo tempo, a beleza inerente às imperfeições da vida.

Mais do que um filme, é uma obra para ser revisitada e discutida, um convite à contemplação do que muitas vezes passa despercebido em nosso cotidiano apressado.

“Você É o Universo”: uma jornada sensível no silêncio do espaço

Distante dos clichês habituais da ficção científica, “Você É o Universo” apresenta uma trama intimista e visualmente impressionante. Dirigido com sensibilidade, o filme acompanha Andriy Melnyk, um coletor de lixo espacial que vive isolado após uma catástrofe que devastou a Terra.

Quando um chamado inesperado irrompe sua rotina solitária, Andriy embarca em uma missão que transcende o físico e alcança uma dimensão existencial profunda. A vastidão do cosmos torna-se o cenário para explorar temas universais como a conexão humana, a memória e o desejo resiliente de preservar a vida e a esperança diante da iminência do fim.

Indicado ao People’s Choice Award no Festival de Toronto, “Você É o Universo” se destaca por sua narrativa humana e emotiva, rompendo com as convenções do gênero e oferecendo uma experiência que toca a alma, ao mesmo tempo em que expande a visão sobre o que a ficção científica pode representar.

“Baía dos Lagartos” mistura terror e afeto em um thriller brasileiro profundamente humano

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Uma vila à beira-mar onde os dias parecem repetidos, os rostos familiares se tornam estranhos e uma lenda antiga ronda cada esquina. É nesse cenário aparentemente tranquilo, mas recheado de camadas ocultas, que se desenrola “Baía dos Lagartos”, novo romance do autor brasileiro Wilson Roberto Costa.

O livro não apenas flerta com o terror e o suspense sobrenatural — ele mergulha profundamente em questões humanas e existenciais. Quem somos quando ninguém está olhando? E se algo — ou alguém — idêntico a você estivesse vagando por aí, com seus gestos, sua voz, mas intenções que você não ousaria ter?

Ecos de um passado que se recusa a morrer

Na trama, acompanhamos Daniel, um homem que retorna à vila onde passou a infância, após anos afastado, para visitar o avô Tadeu, um senhor excêntrico com fama de contar histórias improváveis. Só que dessa vez, o velho parece convencido de que existe algo real por trás da lenda que persegue sua família há décadas: a presença de doppelgängers — cópias perfeitas de pessoas reais que atravessam uma fenda invisível na região, misturando-se silenciosamente entre os habitantes.

O ponto central da investigação é um objeto insólito: um lagarto de madeira com duas cabeças, supostamente ligado ao portal que separa os dois mundos. Obcecado em encontrar o artefato e provar sua teoria, Tadeu recorre a Ruy Gill, um detetive particular de reputação modesta, mas com curiosidade de sobra.

O que parecia um delírio de um senhor envelhecido logo se transforma em uma espiral de eventos inexplicáveis. Rostos duplicados, histórias que se repetem, pessoas que desaparecem. O próprio Daniel começa a duvidar da própria memória — e da realidade à sua volta.

Suspense que respira maresia

Wilson Roberto Costa não economiza nos detalhes sensoriais. A vila descrita em Baía dos Lagartos tem cheiro de sal, o calor é quase tátil, e o som das ondas se mistura com o suspense crescente. Mas o verdadeiro terror está na construção psicológica. Ao contrário de sustos fáceis, o autor opta por um suspense silencioso, atmosférico, onde o medo se instala devagar — e permanece mesmo quando o livro é fechado.

Entre os pontos altos da narrativa está o modo como Costa trabalha o legado familiar. O medo que perpassa gerações, os segredos que não foram ditos, as culpas que se acumulam em silêncio. Há um peso emocional sutil, que torna o horror ainda mais potente: não estamos apenas diante de uma vila com fenômenos inexplicáveis — estamos diante de uma história sobre pertencimento, identidade e o que se herda além do sangue.

Literatura nacional com fôlego internacional

Em um mercado cada vez mais receptivo a obras que misturam gêneros, Baía dos Lagartos se destaca por sua originalidade e ambição narrativa. O romance dialoga com o suspense clássico, mas com um ritmo próprio, ancorado em personagens complexos e numa mitologia que parece brotar naturalmente do chão brasileiro.

“Lilo & Stitch” bate US$ 1 bilhão em bilheteria e se consolida como maior filme de 2025

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Numa era em que remakes muitas vezes tropeçam na própria sombra, “Lilo & Stitch” fez o que poucos achavam possível: emocionar, surpreender e explodir nas bilheteiras. O live-action da Disney, lançado em março de 2025, atingiu a marca histórica de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, tornando-se o maior filme do ano — e desbancando o poderoso Um Filme Minecraft, que até então liderava com US$ 954 milhões.

Dirigido por Dean Fleischer Camp (Marcel the Shell with Shoes On) e roteirizado por Chris K.T. Bright e Mike Van Waes, o filme é mais do que uma simples releitura: é um mergulho sensível e pulsante no universo de Lilo, a garotinha havaiana cheia de imaginação, e Stitch, um experimento alienígena que parece saído de um pesadelo intergaláctico — mas que encontra nela um lar.

O caos encontra o coração

A dobradinha entre a pequena Maia Kealoha, em sua estreia nas telonas como Lilo, e Chris Sanders, criador e voz original de Stitch, é simplesmente eletrizante. Se na animação de 2002 a relação entre os dois já era encantadora, aqui ela ganha uma profundidade emocional rara. Stitch continua caótico, explosivo e imprevisível — mas agora também é palpável, com texturas e expressões digitais que o transformam num dos personagens mais vivos da Disney nos últimos anos.

A química entre Lilo e sua irmã Nani (vivida por Sydney Agudong) também sustenta o peso emocional da trama, ao retratar uma família que tenta se reconstruir enquanto o mundo insiste em rotulá-la como disfuncional. Em meio a perseguições galácticas, visitas de assistentes sociais e momentos absurdamente engraçados, Lilo & Stitch grita com leveza uma verdade universal: família não é perfeita — é resistência, é caos, é amor que escolhe ficar.

Do Havaí para o mundo — e para o topo

Ambientado com sensibilidade no coração do Havaí, o filme não apenas respeita a cultura local, mas a celebra em cada detalhe: da trilha sonora envolvente às referências visuais que tornam o cenário mais do que um pano de fundo — é uma personagem viva. Com isso, a produção conquistou o público de diferentes gerações, culturas e latitudes. Foi trend no TikTok, dominou memes no Instagram e gerou reações emocionadas no X (antigo Twitter), com fãs compartilhando cenas favoritas sob a hashtag #OhanaÉTudo.

Não por acaso, o filme cresceu semana após semana nas bilheterias, quebrando recordes em mercados como Japão, Brasil, Reino Unido e Filipinas — e atingindo um marco raríssimo: o primeiro live-action da Disney a alcançar US$ 1 bilhão sem ser parte do universo Marvel, Star Wars ou Frozen.

Um marco no coração da Disney

Mais do que um fenômeno financeiro, a animação representa um novo respiro para a Disney. Após um período de críticas a remakes pouco inspirados, o estúdio enfim entrega um filme que conversa com o presente sem trair o passado — e que faz adultos chorarem tanto quanto as crianças riem.

Com o sucesso estrondoso, rumores já apontam para uma continuação ou até uma série derivada no Disney+, além de expansões temáticas nos parques da empresa. Stitch, que já era um ícone do “caos adorável”, agora assume também o posto de embaixador de uma nova era — mais emocional, mais humana, mais universal.

Drama britânico Adolescência se torna a série mais vista da Netflix em 2025 e conquista 13 indicações ao Emmy

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Em um ano marcado por grandes estreias e o retorno de franquias globais, ninguém esperava que o título mais assistido da Netflix em 2025 viesse de uma produção britânica enxuta, intimista e devastadora. Mas foi exatamente isso que aconteceu com “Adolescência”, minissérie criada por Jack Thorne e dirigida por Philip Barantini, que alcançou 144,8 milhões de visualizações em apenas três meses — superando gigantes como Round 6, Bridgerton e The Witcher. As informações são do site Omelete.

Lançada em 13 de março, a série apresenta a história dos Miller, uma família comum que se vê tragada por uma tragédia brutal: Jamie, o filho de 13 anos, é acusado de assassinar uma colega da escola. A partir desse momento, a narrativa mergulha em um turbilhão de emoções, revelações e tensões sociais, onde a verdade não é clara — e a culpa é um peso insuportável.

Stephen Graham, um dos grandes nomes do drama britânico contemporâneo, interpreta Eddie, o pai que luta contra o colapso emocional e a desintegração de sua própria identidade diante da suspeita que recai sobre o filho. Ao lado dele estão Owen Cooper, revelação do ano no papel de Jamie, e Erin Doherty, como a psicóloga Briony Ariston, encarregada de decifrar o que há por trás do silêncio do menino. Completando o elenco, Ashley Walters dá vida ao implacável inspetor Luke Bascombe, que conduz uma investigação imersa em pressão política e comoção popular.

Da tensão doméstica ao fenômeno global

O que torna Adolescência tão singular não é apenas seu enredo — mas a forma como ele é contado. Filmada com câmeras próximas, cortes secos e um realismo que lembra o cinema social de Ken Loach, a série evita o espetáculo e aposta na densidade emocional. Cada episódio é um soco no estômago, expondo as fragilidades de um sistema de justiça que ainda tenta entender a juventude que pretende julgar.

Não à toa, a série conquistou 13 indicações ao Emmy 2025, incluindo Melhor Série Limitada, Melhor Ator (Stephen Graham), Melhor Atriz Coadjuvante (Erin Doherty), Melhor Roteiro e Melhor Direção. Críticos ao redor do mundo aclamaram a obra como “um novo padrão para dramas sobre crime e família”, e o jornal britânico The Guardian chamou a produção de “o drama mais corajoso e desconcertante da década”.

Superando “Round 6” e outros gigantes

Segundo o novo relatório da própria Netflix, que adota como métrica a divisão do tempo total assistido pelo tempo de duração da série, Adolescência lidera com 144,8 milhões de visualizações. A segunda temporada de Round 6 ficou em 117,3 milhões, enquanto a terceira temporada — lançada apenas quatro dias antes do fechamento do semestre — já acumulava 71,5 milhões, mostrando a força contínua do fenômeno coreano.

Ainda assim, o que surpreende é a curva ascendente de Adolescência, que começou com divulgação discreta, mas conquistou o público pelo boca a boca, pelas redes sociais e pelas resenhas apaixonadas da crítica. Em fóruns internacionais e no TikTok, cenas específicas da série viralizaram — especialmente os confrontos entre Eddie e Jamie, que colocam em xeque o amor paternal diante da dúvida moral.

“Retratos Femininos” visita pontos icônicos de São Paulo e recebe a psicóloga Pamela Magalhães em conversa inspiradora sobre saúde emocional

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Neste sábado, 19 de julho, às 13h, a TV Aparecida exibe uma edição exclusiva do Retratos Femininos, que destaca a trajetória da psicóloga e comunicadora Pamela Magalhães, em um passeio intimista por pontos históricos da capital paulista. Com condução de Abiane Souza, o episódio conecta a paisagem urbana de São Paulo ao percurso profissional de uma das vozes mais influentes na promoção da saúde emocional no Brasil.

Gravado entre a tradicional Estação da Luz e o emblemático Mercado Municipal, o programa utiliza a cidade como pano de fundo para uma conversa profunda sobre propósito, escuta terapêutica e o papel transformador da psicologia na vida cotidiana. A escolha dos cenários não é apenas estética — reflete a identidade multifacetada da própria convidada, que transita entre a clínica, a educação, os palcos e as redes sociais com fluidez e consistência.

Ao longo do episódio, Pamela revisita momentos-chave de sua formação e carreira, revelando como a vivência em contextos hospitalares contribuiu para desenvolver uma abordagem humanizada e centrada no vínculo com o paciente. A psicóloga compartilha, ainda, os desafios e aprendizados que marcaram sua expansão profissional para o campo do autoconhecimento em larga escala, através de cursos, palestras e iniciativas voltadas ao desenvolvimento pessoal.

Desde 2009, Pamela tem se dedicado a criar experiências formativas que unem embasamento técnico, empatia e linguagem acessível, dialogando com públicos diversos no Brasil e fora dele. Sua presença digital, que soma mais de três milhões de seguidores, é fruto de um trabalho estratégico de comunicação emocional, pautado pela escuta ativa e pelo incentivo à reflexão individual.

Além da atuação nas redes, a psicóloga também se destaca na mídia tradicional, com participações regulares em programas de rádio e TV, além da apresentação de um podcast de grande alcance, voltado às questões do comportamento humano e das emoções contemporâneas. É, ainda, autora de livros que figuram entre os mais vendidos do segmento de desenvolvimento pessoal.

Em um roteiro que mistura elementos biográficos, registros urbanos e reflexões sobre o bem-estar emocional, Retratos Femininos entrega ao público um conteúdo original, que vai além da entrevista convencional. Trata-se de um retrato construído com rigor jornalístico, sensibilidade visual e atenção ao protagonismo feminino.

“Você Bem Melhor” deste sábado (19/07) exibe história emocionante de superação e alerta sobre sinais silenciosos do corpo

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Neste sábado, 19 de julho de 2025, às 16h, a TV Aparecida apresenta uma edição inédita do programa Você Bem Melhor que traz à tona um tema urgente e ainda pouco debatido com a profundidade que merece: como sintomas discretos podem ser a porta de entrada para diagnósticos mais sérios — e como o autoconhecimento pode salvar vidas.

Sob a condução do Dr. Rodrigo Gurgel, a atração dá voz à trajetória de Irati de Paula, convidada especial que compartilha sua experiência pessoal desde os primeiros sinais que pareciam inofensivos até a descoberta de uma condição de saúde que exigia atenção imediata.

Irati notou, ao longo de semanas, pequenas alterações: retração de pele na região das axilas, queda capilar persistente e unhas quebradiças. Em um primeiro momento, atribuiu tudo aos efeitos naturais da menopausa — uma etapa biológica que, muitas vezes, acaba por camuflar sintomas que poderiam acender alertas mais cedo.

No entanto, a insistência em ouvir o próprio corpo e buscar respostas a levou a uma bateria de exames, que revelou um diagnóstico mais complexo. Essa virada em sua jornada será o fio condutor do episódio, que convida o público a refletir sobre a importância da escuta corporal e da prevenção.

Para aprofundar a discussão, o programa contará com a presença do mastologista e ginecologista endócrino Dr. Matheus Galhardo. O especialista fará uma análise técnica do caso e orientará o público sobre os sinais menos óbvios de doenças relacionadas à saúde feminina, especialmente em fases hormonais de transição, como a menopausa.

“O corpo se comunica de forma precisa, mas muitas vezes ignoramos o que ele tenta dizer. Identificar essas pistas precocemente pode ser determinante entre um diagnóstico tardio e uma chance real de tratamento eficaz”, destaca Galhardo.

Além do depoimento e da análise clínica, o programa também exibirá o quadro interativo Plantão Saúde, espaço dedicado às dúvidas do público, com respostas ao vivo de profissionais da área médica. É uma oportunidade de tirar dúvidas diretamente com especialistas, tornando o conhecimento acessível, claro e confiável.

Com um formato que alia informação de qualidade, acolhimento e linguagem direta, Você Bem Melhor segue consolidando seu papel como referência em saúde e bem-estar na TV brasileira. A edição deste sábado, em especial, se destaca por transformar uma vivência real em ferramenta de conscientização — mostrando que prestar atenção aos sinais do corpo pode ser o primeiro passo para cuidar de si com responsabilidade.

“Jurassic World: Reino Ameaçado” é o destaque da Temperatura Máxima deste domingo (20/07) na TV Globo

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 20 de julho de 2025, o Temperatura Máxima da TV Globo traz para a tela Jurassic World: Reino Ameaçado, um filme que vai muito além da ação e dos dinossauros imponentes. Mais do que uma sequência de suspense e aventura, o longa convida o público a pensar sobre a relação entre a humanidade e a natureza, e os desafios éticos que emergem quando tentamos controlar o que não dominamos por completo.

A trama se passa três anos depois do fim do Jurassic Park, numa Ilha Nublar onde os dinossauros vivem livres — sem humanos por perto. Mas o equilíbrio está ameaçado: um vulcão adormecido está prestes a entrar em erupção e colocar em risco a vida dessas criaturas pré-históricas. É aí que entra Claire, interpretada por Bryce Dallas Howard (O Abrigo, A Vila), uma mulher determinada que acredita que esses animais merecem uma chance de sobrevivência. Para isso, ela pede ajuda de Owen (Chris Pratt, Guardiões da Galáxia, Passageiros), um ex-treinador de velociraptors, para juntos retornarem à ilha e resgatar os dinossauros.

Esse chamado para salvar o que poderia ser uma nova extinção traz à tona um debate profundo — até onde vai nossa responsabilidade quando criamos vida em laboratório? Quando temos o poder, temos também o dever? O filme entrega cenas de ação emocionantes, mas é no dilema moral que ele realmente se destaca.

Além de Bryce Dallas Howard e Chris Pratt, o filme conta com Jeff Goldblum (Independence Day, O Grande Hotel Budapeste), que retorna no papel icônico do Dr. Ian Malcolm, trazendo à tona sua famosa crítica sobre os limites da ciência e o perigo da arrogância humana.

O elenco também inclui James Cromwell (Babe – O Porquinho Atrapalhado, L.A. Confidential), Geraldine Chaplin (Barry Lyndon, The Artist), Ted Levine (O Silêncio dos Inocentes, Monstros S.A.), Rafe Spall (Prometheus, O Agente da U.N.C.L.E.) e Toby Jones (Capitão América: O Primeiro Vingador, O Espião que Sabia Demais), trazendo profundidade ao enredo que vai além da ação.

Dirigido por J.A. Bayona, conhecido por seu olhar sensível e visual impactante em filmes como O Impossível e Sete Minutos Depois da Meia-Noite, o longa une efeitos especiais de última geração com uma narrativa que toca o coração — e faz o espectador sair da zona de conforto.

Para quem quiser reviver a aventura depois da exibição, o filme também está disponível nas plataformas Globoplay e Telecine, com toda a qualidade que os fãs merecem.

Foto: Reprodução/ Internet

Lançamento nos cinemas

Em cartaz nos cinemas, Jurassic World: Recomeço chega como um convite para mergulhar não só em ação e efeitos espetaculares, mas em uma história que pulsa com os dilemas do nosso tempo. Depois de cinco anos dos eventos que transformaram o mundo dos dinossauros, a Terra se tornou um lugar onde essas criaturas gigantes só conseguem sobreviver em bolsões isolados, cercados por um clima tropical que lembra a era em que dominaram o planeta.

Nesse cenário delicado, uma equipe corajosa embarca numa missão que vai muito além do simples resgate: eles buscam coletar o DNA das três maiores criaturas da terra, do ar e do mar. Essas amostras podem ser a chave para um medicamento capaz de salvar vidas humanas, unindo assim os destinos da natureza e da humanidade numa única jornada.

O filme conduzido por Gareth Edwards, que já mostrou sensibilidade em grandes produções, ganha vida pelas interpretações de Scarlett Johansson, Jonathan Bailey e Mahershala Ali. Mais do que heróis de aventura, seus personagens carregam dúvidas, medos e a responsabilidade de lidar com forças que nem sempre podem controlar. É nesse entrelace entre o humano e o selvagem que a história ganha seu impacto emocional.

Roberta Miranda, Anastácia, César Menotti & Fabiano e Calcinha Preta se encontram no Altas Horas deste sábado (19/07)

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altas horas
Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 19 de julho de 2025, a partir das 23h35, a TV Globo exibe uma edição especial do Altas Horas que promete entrar para a história do programa. Em clima de celebração, memória e troca musical, Serginho Groisman recebe no palco artistas consagrados do forró e do sertanejo — dois gêneros que, apesar de diferentes em sonoridade, compartilham origens populares, afetos do povo e um repertório marcado por emoção e pertencimento.

Com apresentações inéditas, colaborações improváveis e depoimentos comoventes, o programa coloca lado a lado nomes clássicos e expoentes da nova geração, propondo um verdadeiro encontro entre tempos, estilos e vivências.

Vozes femininas que abriram caminhos

Um dos destaques da noite é a presença de Roberta Miranda, uma das figuras mais importantes da história da música sertaneja. A cantora interpreta os sucessos “Vá com Deus” e “Corajosa” em performances que reafirmam sua força vocal e sua trajetória pioneira como mulher em um gênero dominado por homens. Em conversa com Serginho, Roberta compartilha lembranças de sua carreira e a importância da resistência feminina na música.

Na mesma linha de reverência, o programa recebe Anastácia, referência absoluta do forró e parceira de Dominguinhos em mais de 260 composições. Ao cantar “Eu Só Quero um Xodó”, ela revive um dos maiores clássicos da música brasileira. Com mais de 800 canções no currículo, Anastácia fala sobre seu legado e o orgulho de representar a cultura nordestina com autenticidade e paixão.

Encontros musicais inéditos e emocionantes

A edição também marca o retorno da dupla Matogrosso & Mathias, que relembra momentos marcantes da carreira ao interpretar “O Matuto”. Eles se unem a César Menotti & Fabiano para uma versão especial do clássico “Frente a Frente”, selando uma parceria musical rara e potente. A dupla mineira também canta “Leilão” e divide o palco com Mari Fernandez em “Prepara o Teu Psicológico”, promovendo um diálogo direto entre a tradição e a nova linguagem do piseiro.

Mari, que começou a compor aos 15 anos, relata sua trajetória de crescimento artístico e o impacto de ver suas músicas ganharem o país na voz de ídolos como Vitor Fernandes, outro convidado da noite. O cantor interpreta “Pode Chorar”, sucesso composto por Dorgival Dantas, e comenta sobre a importância de manter vivas as raízes nordestinas em sua obra.

Forró em destaque: entre superações e celebrações

A força do forró ganha ainda mais espaço com a presença de Taty Girl, que compartilha sua emocionante história de vida — dos dias como empregada doméstica até se tornar uma das vozes mais marcantes do forró romântico. Sua presença no programa é um símbolo de superação e reconhecimento artístico.

A noite se completa com a participação especial da banda Calcinha Preta, que comemora três décadas de estrada. Interpretando hits como “Você Não Vale Nada” e uma versão energética de “Frevo Mulher”, o grupo fala sobre sua origem, as mudanças ao longo dos anos e a mistura bem-sucedida entre forró e sertanejo — que deu origem ao chamado forronejo, subgênero que ganhou força nos anos 2000.

Tributos e memórias

Outro momento marcante da edição será a homenagem ao mestre Dominguinhos no quadro Memória Altas Horas, em celebração aos 25 anos do programa. A produção resgata imagens emblemáticas do artista em diversas participações no palco de Serginho, reforçando o legado do músico como ponte entre tradição e modernidade no forró.

O cantor Ralf, com sua voz inconfundível, retorna ao programa com o clássico “Nova York”, enquanto Chambinho do Acordeon, que interpretou Luiz Gonzaga no cinema, apresenta “Qui Nem Jiló” e relembra sua experiência de dar vida ao Rei do Baião nas telonas.

Mortal Kombat II ganha primeiro trailer explosivo e pôsteres inéditos com Karl Urban como Johnny Cage

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Foto: Reprodução/ Internet

A escuridão avança sobre o Plano Terreno — e os guerreiros estão de volta ao campo de batalha. Nesta semana, a Warner Bros. Pictures Brasil revelou com exclusividade o primeiro trailer oficial de “Mortal Kombat II”, sequência do longa lançado em 2021, acompanhado de pôsteres individuais inéditos que destacam personagens icônicos da franquia, agora sob uma nova ameaça: o domínio do impiedoso Shao Kahn.

Com direção novamente a cargo de Simon McQuoid, a produção mergulha de vez nas entranhas místicas e violentas do universo criado por Ed Boon e John Tobias, levando às telonas o que promete ser um dos confrontos mais viscerais da temporada cinematográfica. Se o primeiro filme foi uma introdução eletrizante, o segundo chega para elevar a aposta — e o risco.

Johnny Cage entra em cena

Entre as novidades mais aguardadas está a estreia do astro Karl Urban como Johnny Cage, astro de ação, provocador nato e combatente surpreendentemente letal. O personagem, ausente no primeiro longa, agora surge como peça-chave numa trama marcada por alianças perigosas e confrontos decisivos.

No novo filme, Cage se junta aos defensores do Plano Terreno numa missão urgente: frear o avanço das forças de Shao Kahn e impedir a queda definitiva do reino dos humanos. A balança entre mundos está prestes a ruir, e cada lutador terá de fazer escolhas que podem custar sua vida — ou sua alma.

O elenco de volta à luta

Reforçando a atmosfera de fidelidade aos jogos, o elenco retorna com nomes já familiares ao público. Chin Han vive novamente o ardiloso Shang Tsung, senhor de almas e aliado traiçoeiro da Exoterra. Joe Taslim retoma seu papel como o gélido e impiedoso Sub-Zero, enquanto Tadanobu Asano retorna como o sereno e enigmático Raiden. Hiroyuki Sanada, por sua vez, encarna mais uma vez o espírito vingativo de Hanzo Hasashi, o lendário Scorpion.

A presença desses personagens, agora mais densos e testados por perdas e desafios, fortalece a narrativa e promete confrontos de tirar o fôlego. O novo roteiro, assinado por Jeremy Slater (Moon Knight, The Umbrella Academy), busca aprofundar os vínculos entre mundos e os dilemas morais dos guerreiros — sem abrir mão do que a franquia faz de melhor: combates brutais e icônicos.

Entre o épico e o visceral

“Mortal Kombat II” é produzido por Todd Garner, James Wan, Toby Emmerich, E. Bennett Walsh e Simon McQuoid, com produção executiva de Michael Clear, Judson Scott, Jeremy Slater e Lawrence Kasanoff — nome histórico na trajetória de Mortal Kombat no cinema desde os anos 1990.

O jogo que chocou o mundo e se tornou lenda

Antes de se tornar uma franquia multimilionária no cinema, Mortal Kombat era apenas uma ideia ousada nas mãos de dois desenvolvedores da Midway Games: Ed Boon e John Tobias. O ano era 1992, e o mercado de jogos eletrônicos vivia sob a sombra de Street Fighter II. Mas foi com sangue, magia negra e artes marciais brutais que Mortal Kombat rompeu todas as expectativas — e deu início a uma das franquias mais controversas, influentes e duradouras da história dos videogames.

Hoje, com o segundo filme a caminho e personagens como Johnny Cage, Scorpion, Sub-Zero e Raiden novamente em evidência, vale voltar ao início e entender por que o primeiro Mortal Kombat não foi apenas um jogo: foi um divisor de águas cultural.

Personagens lendários e rivalidades eternas

Ao contrário de muitos jogos da época, Mortal Kombat não se limitou à pancadaria: ele criou um universo próprio, com mitologia e conflitos épicos entre reinos paralelos. A narrativa misturava torneios místicos, tradições orientais e guerra interdimensional — uma base rica que se desdobrou em continuações, séries animadas, HQs e filmes.

Personagens como o espectral Scorpion, o ninja gelado Sub-Zero, o deus do trovão Raiden e o irreverente astro de cinema Johnny Cage rapidamente ganharam status de ícones da cultura pop. Cada um tinha um estilo de luta, uma história de fundo e um fatality próprio — fórmula que ampliava o apelo do jogo para diferentes públicos.

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