Resumo semanal da novela O Senhor e a Serva de 23/10 a 24/10

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Capítulo 009 da novela O Senhor e a Serva deQuinta-feira, 23 de outubro
Magnus aproxima-se de Caius em uma conversa franca e profunda, fazendo-o revisitar escolhas passadas e refletir sobre os erros cometidos, enfatizando a necessidade de assumir responsabilidades e enfrentar as consequências de suas ações. Enquanto isso, Elisa encontra na fé um refúgio que a fortalece diante das adversidades, permitindo que encare os desafios com coragem e determinação. O capítulo mergulha na introspecção dos protagonistas, mostrando a luta interna de cada um e destacando temas de resiliência, autoconhecimento e amadurecimento emocional.

Capítulo 010 da novela O Senhor e a Serva de Sexta-feira, 24 de outubro
Após o reencontro emocionante com a família de Caius, Elisa é surpreendida pela chegada inesperada de uma mulher misteriosa, criando tensão e despertando curiosidade sobre os novos rumos que sua vida poderá tomar. Paralelamente, diante do povo de Roma, Domiciano impõe um teste extremo à fé de um apóstolo, forçando-o a uma escolha de vida ou morte que revela a crueldade do imperador e a força da convicção individual. O capítulo explora suspense, fé e desafios pessoais, marcando mudanças significativas na trajetória dos personagens e destacando o embate entre poder, coragem e moralidade.

Mãe e filha transformam reconciliação em livro comovente sobre afeto, cuidado e recomeço

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Foto: Reprodução/ Internet

No novo livro Aquele Tempo Entre Nós, disponível nas livrarias físicas e digitais, a oradora espírita Mayse Braga e sua filha, a psicóloga Marianna Braga, compartilham com coragem e sensibilidade uma jornada de reconexão familiar — feita não apenas de lembranças, mas também de silêncios, conflitos, aprendizados e reencontros possíveis.

Mais do que um registro de experiências pessoais, a obra é um convite ao diálogo entre gerações. Em forma de conversa escrita, mãe e filha percorrem momentos de desgaste emocional, crises de saúde e ressentimentos acumulados, até reencontrarem, juntas, um novo caminho de afeto e compreensão. O livro nasce após um momento crítico: duas internações de Mayse em 2022, que a levaram a viver temporariamente com a filha — e, nesse convívio, ressignificar antigas mágoas e renovar os vínculos entre ambas.

“Contar o que vivemos foi tanto uma forma de oferecer companhia a quem atravessa essa jornada quanto um exercício terapêutico que nos lembrou que o amor pode fazer mais do que proteger: ele pode também libertar.”
— Mayse Braga, oradora espírita

Com décadas de trajetória como comunicadora respeitada no meio espírita, Mayse se une à escuta atenta e à vivência clínica de Marianna para construir uma obra que transita entre espiritualidade, psicologia e humanidade. O livro alterna pontos de vista entre mãe e filha e revela com franqueza o que tantas famílias enfrentam em silêncio: o medo de não serem compreendidas, a dificuldade de perdoar, o peso da sobrecarga, e a urgência de falar o que realmente importa — enquanto ainda é tempo.

“Escrever esse livro me ajudou a entender a mim mesma e à minha mãe de um jeito novo e transformador.”
— Marianna Braga, psicóloga

Aquele Tempo Entre Nós é tecido com memórias — recentes e distantes —, e com temas que vão do cansaço do cuidado à beleza de uma música compartilhada. A cada capítulo, as autoras abrem espaço para reflexões sobre o envelhecer, a vulnerabilidade, a escuta ativa e o valor das pequenas reconciliações do dia a dia.

Sem tom confessional ou autoajuda, o livro propõe um gesto raro: descer do púlpito e sentar à mesa, lado a lado, com quem se ama, para tentar, palavra por palavra, desfazer o que se perdeu — e reconstruir o que ainda pode existir.

Para leitores espiritualmente conectados ou em busca de relações mais saudáveis com seus pais ou filhos, a obra funciona como um espelho generoso: não aponta culpados, mas revela caminhos. E, talvez, o maior deles seja a coragem de admitir que nem todo amor é simples, mas que o afeto sincero — ainda que imperfeito — pode ser a base para um novo começo.

HBO Max intensifica combate ao compartilhamento de senhas e anuncia mudanças até 2026

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Foto: Reprodução/ Internet

Durante muito tempo, dividir a senha do streaming com a família, um amigo ou até aquele colega de trabalho mais próximo foi quase um ato de afeto moderno. Em tempos de tantas plataformas, mensalidades salgadas e uma infinidade de títulos a acompanhar, o compartilhamento de contas acabou se tornando um “jeitinho” comum — tolerado pelas empresas, aceito pelos usuários e até celebrado em memes nas redes sociais. Mas esse tempo, ao que tudo indica, está chegando ao fim. E a HBO Max é a próxima a apertar o cerco.

Durante a apresentação dos resultados financeiros do segundo trimestre de 2025, JB Perrette, chefe da divisão de streaming e jogos da Warner Bros. Discovery (WBD), foi direto ao ponto: a empresa vai endurecer o jogo contra o uso compartilhado de senhas fora do núcleo familiar. A declaração foi mais do que um aviso. Foi um prenúncio de uma mudança significativa na forma como as plataformas se relacionam com seu público — e com seus próprios números. As informações são do Deadline.

“A comunicação com os consumidores está prestes a ficar mais agressiva”, disse Perrette. Palavras que, embora curtas, carregam muito peso.

O fim do “jeitinho” digital

Compartilhar senhas de streaming sempre foi um segredo mal guardado da internet. Nos grupos de amigos, nas conversas entre familiares ou até nas redes sociais, era comum ver mensagens como “Quem tem a senha da HBO Max?” ou “Troco login da Netflix pela Disney+”. Mesmo sem incentivar explicitamente essa prática, as plataformas sabiam que isso acontecia — e, em muitos casos, deixaram passar.

Essa “vista grossa” teve um motivo: conquistar território. Durante a guerra dos streamings que marcou a última década, o objetivo era ganhar base de usuários, acostumar o público com o serviço, criar uma sensação de dependência. E deu certo. Mas agora, com o mercado mais consolidado, a estratégia mudou. O foco passou da expansão para a rentabilidade.

E aí, o que antes era tolerado virou prejuízo.

A mudança de postura do mercado

A HBO Max não está sozinha nessa cruzada. Ela segue o caminho iniciado pela Netflix, que em 2023 iniciou sua própria ofensiva contra o compartilhamento de senhas, implementando mecanismos de verificação de dispositivos e incentivando usuários “extras” a pagarem uma taxa adicional para continuarem assistindo.

Na época, a medida gerou polêmica. Muitos previram o colapso da base de assinantes, revolta nas redes sociais e cancelamentos em massa. Mas o que se viu foi diferente: a Netflix, mesmo enfrentando críticas, aumentou sua receita e conquistou novos assinantes pagantes. O modelo mostrou que o “fim da farra das senhas” poderia sim funcionar — ao menos do ponto de vista financeiro.

Desde então, Disney+, Hulu, Paramount+, Amazon Prime Video e agora a HBO Max têm caminhado na mesma direção.

Por que agora?

A Warner Bros. Discovery vive uma fase delicada. Apesar de ter adicionado 3,4 milhões de novos assinantes de streaming no segundo trimestre de 2025, impulsionada principalmente pela expansão internacional, a empresa ainda luta para transformar esse crescimento em lucro sólido.

A fusão entre WarnerMedia e Discovery, que originou a WBD em 2022, gerou muitas expectativas e também muitos cortes. Cancelamentos de produções, reestruturações internas e ajustes no catálogo do HBO Max (agora apenas “Max” em alguns mercados) foram reflexos dessa busca por eficiência.

Agora, a empresa parece mais estável — e pronta para mirar no lucro. O combate ao compartilhamento de senhas se encaixa perfeitamente nessa nova etapa: é uma forma de converter usuários “fantasmas” em assinantes reais, sem grandes investimentos em conteúdo novo ou marketing.

Segundo Perrette, a meta é fechar as brechas até o final de 2025, com impactos financeiros visíveis já em 2026. É um movimento pensado com frieza, com foco em resultados de longo prazo.

O impacto para os usuários brasileiros

No Brasil, onde a HBO Max encontrou uma base fiel graças a parcerias com operadoras, promoções agressivas e um catálogo recheado de títulos populares (como Game of Thrones, Euphoria, Harry Potter e novelas clássicas da Warner), o impacto pode ser especialmente sensível.

Muitos brasileiros dividem o streaming com amigos e familiares, como forma de reduzir os custos em meio à alta dos preços. Com a nova política, esse comportamento será desincentivado, e muitos usuários terão que decidir entre pagar individualmente ou abrir mão do conteúdo.

É provável que a WBD adote uma estratégia de comunicação gradual no país, explicando as mudanças e oferecendo alternativas para que o impacto não seja tão brusco. Mas, ainda assim, a reação pode ser ruidosa.

Um novo ciclo de consumo?

A repressão ao compartilhamento de senhas pode, paradoxalmente, forçar uma reorganização saudável no mercado de streaming. Ao invés de tentar manter assinaturas em todas as plataformas o tempo todo, os consumidores podem passar a escolher com mais critério o que assinar por mês, conforme suas prioridades.

Esse comportamento já existe — e tende a crescer. Com as plataformas criando conteúdos mais episódicos e lançando séries em blocos ou semanalmente, muitos usuários assinam por um mês, assistem ao que desejam, e depois cancelam. É a era do “streaming rotativo”.

Essa dinâmica, se bem compreendida pelas empresas, pode ser mais sustentável e até mais vantajosa: cria ciclos de audiência, fideliza por conteúdo e evita a saturação. Mas, para isso, é preciso ouvir o público e adaptar estratégias — e não apenas apertar os controles.

O futuro é pago, mas pode ser melhor

Em um mundo digital em constante transformação, o compartilhamento de senhas foi um reflexo da cultura do acesso. Agora, com as plataformas voltando o olhar para o faturamento, a tendência é que o acesso fique mais restrito — e mais caro.

A HBO Max tem o desafio de não apenas proteger sua receita, mas também preservar a relação de confiança com seu público. É possível? Sim. Mas requer mais do que notificações e bloqueios.

Será preciso diálogo, empatia e inovação.

Crítica – A Mulher no Jardim é uma beleza visual desperdiçada por um roteiro sem alma

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Ainda que A Mulher no Jardim não possa ser rotulado como um desastre completo, há uma sensação persistente de déjà vu ao longo de toda a experiência. A trama parece seguir caminhos já trilhados inúmeras vezes, e o roteiro — frágil em sua construção — não oferece novidades nem profundidade emocional suficientes para sustentar as ambições temáticas do longa.

A direção de Jaume Collet-Serra, por outro lado, é a grande força motriz da produção. Com domínio técnico e um olhar apurado para atmosferas densas, o cineasta constrói sequências visualmente impactantes, reforçadas por uma cinematografia elegante e por sustos eficazes, que remetem ao melhor do terror psicológico contemporâneo. Infelizmente, esse brilho técnico contrasta com o vazio narrativo que se impõe cada vez mais à medida que o filme avança.

Há uma tentativa clara de abordar o luto e a insatisfação com os papéis familiares — especialmente o da maternidade — como formas sutis, porém poderosas, de opressão emocional. Contudo, o resultado é confuso e até desconfortável. Ao transformar a doença mental em uma entidade antagonista, ligada diretamente à frustração de uma mulher que quer mais da vida do que apenas cuidar dos filhos, o filme cai em armadilhas narrativas perigosas. Em vez de explorar com empatia os conflitos internos da protagonista Ramona, a obra opta por uma personificação cruel e distorcida do sofrimento psíquico.

Os filhos da personagem principal pouco contribuem para a narrativa além de servirem como catalisadores de sua decadência emocional, sem jamais se desenvolverem como figuras com vida própria. Isso empobrece a dimensão dramática da história e compromete o peso emocional que o roteiro tenta, sem muito sucesso, sustentar.

No fim das contas, A Mulher no Jardim é um filme que impressiona pela forma, mas decepciona pelo conteúdo. Suas intenções são nobres, mas mal executadas; sua estética é refinada, mas aplicada a uma estrutura narrativa previsível, arrastada e emocionalmente desorientada. Não chega a ser uma total perda de tempo, mas tampouco é uma experiência que se recomende com entusiasmo.

Estrelado por Michael B. Jordan, Thriller psicológico Pecadores estreia nos cinemas brasileiros

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Já em cartaz nos cinemas de todo o Brasil, “Pecadores” chegou ao circuito nacional com grande expectativa e não decepcionou. O novo longa da Warner Bros. Pictures, estrelado por Michael B. Jordan e dirigido por Ryan Coogler, conquistou a crítica internacional e tem impressionado o público com sua narrativa densa, estética marcante e uma abordagem pouco convencional para o gênero de terror. Com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes em suas primeiras avaliações, o filme vem se destacando por equilibrar sustos, emoção e um olhar profundo sobre identidade, pertencimento e os fantasmas – reais ou simbólicos – que cada um carrega.

Uma história de reencontros, traumas e assombrações familiares

No centro da trama estão os irmãos gêmeos Smoke e Stack, ambos vividos por Michael B. Jordan, em uma interpretação tecnicamente desafiadora e emocionalmente potente. Após anos afastados, os dois retornam à cidade natal para tentar um novo começo. No entanto, a viagem de volta acaba revelando feridas antigas e segredos enterrados que ainda assombram a comunidade — e os próprios protagonistas.

O longa mergulha em temas como luto, reconciliação, memória coletiva e espiritualidade, costurando a narrativa com tensão crescente e atmosferas cuidadosamente construídas. A experiência vai muito além de um terror convencional, explorando camadas simbólicas com um estilo visual que carrega a marca autoral de Coogler.

A estreia de Ryan Coogler no terror – e uma homenagem ao cinema

Famoso por sucessos como Pantera Negra e Creed, Ryan Coogler faz aqui sua estreia no cinema de horror com um projeto pessoal, que ele define como uma “carta de amor ao cinema”. O diretor explica que sua paixão pelas telonas surgiu justamente da vivência coletiva do medo nas salas escuras: “Foi nesse ambiente, com desconhecidos compartilhando o mesmo arrepio, que me conectei com o poder do cinema. ‘Pecadores’ foi concebido para esse tipo de experiência: intensa, coletiva e transformadora”.

Além da direção, Coogler também assina o roteiro e reuniu uma equipe criativa de peso: a diretora de fotografia Autumn Durald Arkapaw, a designer de produção Hannah Beachler (vencedora do Oscar por Pantera Negra), o editor Michael P. Shawver, a figurinista Ruth E. Carter e o compositor Ludwig Göransson, parceiro habitual do cineasta, que aqui cria uma trilha sonora envolvente e simbólica.

Terror que vai além do susto fácil

“Pecadores” é um filme que provoca desconforto, não apenas pelo suspense ou pelos elementos sobrenaturais, mas por tocar em feridas abertas da sociedade. É um terror que se ancora na vivência negra, na relação com a ancestralidade, e no impacto que o trauma social e familiar tem sobre a formação da identidade. A escolha por abordar essas temáticas através do terror psicológico amplia o impacto emocional da obra e reforça a proposta de Coogler de entregar uma experiência artística com propósito.

Michael B. Jordan, que também atua como produtor executivo, afirma que o projeto o desafiou profundamente. “Este filme tem muitas camadas. Quero que o público se divirta, claro, mas também que saia do cinema pensando, refletindo, sentindo a música, a atmosfera, os silêncios. Quero que a experiência reverbere por dias”, afirmou o ator.

Pré-estreias com reflexão e representatividade

Antes do lançamento oficial, o filme teve pré-estreias em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, onde uma sessão especial foi seguida por um bate-papo sobre o impacto social e simbólico da obra. Participaram do debate nomes como o influenciador João Sales (@maratonize), a criadora de conteúdo Donna Paula Soares (@donnacachos), o jornalista João Paulo Barreto (Jornal A Tarde) e a educadora Gleissia Santos, do Instituto Cultural Steve Biko. A conversa abordou as representações negras no cinema de gênero, a importância de narrativas que respeitam identidades plurais e o lugar do horror como metáfora social.

Elenco de peso e atuações elogiadas

Além de Jordan em papel duplo, o elenco de “Pecadores” inclui Hailee Steinfeld, Wunmi Mosaku, Jayme Lawson, Delroy Lindo, Jack O’Connell, Miles Caton, Omar Miller e Li Jun Li. O conjunto de atuações contribui para a intensidade emocional da narrativa, com destaque para a dinâmica entre os irmãos e os personagens secundários que orbitam sua volta ao lar.

Um novo patamar para o cinema de gênero

“Pecadores” é mais do que um filme de terror: é um marco na colaboração entre Michael B. Jordan e Ryan Coogler, e representa uma guinada criativa para ambos. É também um exemplo de como o cinema de gênero pode se reinventar ao ser utilizado como veículo para debates contemporâneos, experiências sensoriais e reflexões sociais.

Distribuído pela Warner Bros. Pictures e produzido pela Proximity Media, o longa já está em exibição nas principais salas de cinema do país. Uma experiência pensada para a tela grande, com luzes apagadas, som envolvente e uma história que continua pulsando mesmo depois que os créditos sobem.

Vale a pena assistir Drácula – Uma História de Amor Eterno? O filme promete, mas entrega pouco

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Foto: Reprodução/ Internet

Se você, como eu, cresceu ouvindo histórias de vampiros que misturam mistério, medo e um toque sombrio de romance, a notícia de um novo filme do Drácula sempre causa aquele frio na espinha — mas também aquela curiosidade quase irresistível. Em 2025, o diretor francês Luc Besson resolveu revisitar a lendária figura do conde Drácula, trazendo para as telas sua visão de uma história que se propõe ser mais do que um simples filme de terror: é, na intenção, uma “história de amor eterno”.

Porém, para além das expectativas que um clássico pode despertar, a chegada desse novo Drácula trouxe uma mistura de empolgação, decepção e um debate pesado que vai muito além da telona — afinal, o nome de Besson também está envolvido em controvérsias que não podemos ignorar. Então, que tal a gente conversar com calma sobre essa obra que tem dado o que falar? Vou contar tudo: os pontos altos, as falhas, o contexto, o elenco e o que essa adaptação representa — ou não — para a mitologia vampírica.

Luc Besson no comando

Antes de falar sobre o filme, vamos combinar: falar de Luc Besson é falar de uma figura que mexe com paixões, seja por seu estilo marcante, seja pelas polêmicas que o acompanham nos últimos anos.

Besson não é nenhum novato. Ele já dirigiu clássicos cult, como “O Quinto Elemento” e “Nikita”, filmes que marcaram a cultura pop e conquistaram fãs ao redor do mundo com sua estética visual ousada e personagens carismáticos. Mas nos últimos tempos, seu nome também tem sido associado a acusações sérias, especialmente relacionadas a agressões sexuais. E isso pesa — e muito — na forma como o público e a crítica recebem seus trabalhos.

É uma discussão importante: será que dá para separar a obra do artista? Não existe uma resposta única, mas é inegável que a sombra dessas acusações deixa um gostinho amargo e dificulta assistir ao filme sem pensar no que está por trás das câmeras.

Qual é a proposta do filme?

Dito isso, vamos para o que o filme entrega. Logo no início, fica claro que essa não é uma versão tradicional do Drácula. Aqui, o personagem principal, interpretado por Caleb Landry Jones, não é aquele monstro sedento por sangue e medo. Ele é um vampiro melancólico, atormentado, que parece mais um anti-herói romântico do que um vilão assustador.

O filme tenta construir uma narrativa onde Drácula é alguém que sofre, que busca redenção e até amor. Esse tom é refletido no subtítulo escolhido para a produção: Uma História de Amor Eterno.

A ideia até tem seu charme e poderia funcionar muito bem se o roteiro fosse mais sólido e as emoções fossem realmente transmitidas para o espectador. Mas, infelizmente, a execução não acompanha essa ambição.

Foto: Reprodução/ Internet

Roteiro fraco e personagens apagados

Um dos principais problemas da produção é justamente o roteiro, que não consegue sustentar a proposta de forma convincente. A trama é confusa, cheia de buracos e algumas escolhas parecem até contraditórias.

Os personagens clássicos da história, como Mina, Jonathan Harker e Van Helsing, aparecem de forma muito superficial, praticamente como meros figurantes. Zoë Bleu, que vive Elisabeta/Mina, tem pouco espaço para desenvolver sua personagem, e o mesmo acontece com o Jonathan, que mal é mencionado.

Já Van Helsing, interpretado por Christoph Waltz, é um padre caçador de vampiros que poderia ser o contraponto ideal para Drácula. Porém, sua presença não é tão marcante quanto se espera, e a relação entre ele e o vampiro nunca ganha a complexidade ou a tensão necessárias.

Quebra de regras e falta de coerência

Se você é fã do universo vampírico, provavelmente já sabe que há regras básicas que não podem ser violadas — ou pelo menos, não sem uma boa justificativa. Uma das mais famosas é a vulnerabilidade dos vampiros à luz do sol.

Em Uma História de Amor Eterno, essa regra é ignorada várias vezes. Em uma cena, o sol pode matar Drácula, e em outra, ele simplesmente caminha tranquilamente à luz do dia, sem nenhum dano aparente. Isso não só irrita o espectador que entende o universo, mas também enfraquece a credibilidade da história.

As atuações: O que salva no meio do caos

Apesar das falhas, o elenco tenta entregar o melhor possível. Caleb Landry Jones traz para Drácula uma interpretação interessante, mostrando um vampiro mais vulnerável e humano, o que rende algumas cenas que funcionam emocionalmente.

Christoph Waltz, mesmo com um personagem limitado pelo roteiro, mantém sua presença imponente. Zoë Bleu tem potencial, mas o roteiro não lhe dá espaço para brilhar.

No geral, as atuações são um dos poucos pontos positivos da produção, mostrando que, quando há talento, mesmo uma história fraca pode ser parcialmente resgatada.

O legado de Drácula e as dificuldades de reinvenção

Adaptar uma obra clássica é sempre um desafio. Drácula, em particular, é uma história que já ganhou centenas de versões no cinema, teatro, televisão e literatura. Cada nova tentativa precisa encontrar um jeito de respeitar a fonte e, ao mesmo tempo, trazer algo novo.

Muitos diretores conseguiram isso, fazendo do vampiro não só um símbolo do horror, mas também uma figura complexa, cheia de camadas e mistérios. Alguns exploraram o romance, outros o terror, e alguns, o psicológico.

Vale a pena assistir?

Se você é fã de filmes de terror e vampiros, pode valer a pena assistir a Drácula – Uma História de Amor Eterno só para formar sua própria opinião e experimentar essa visão alternativa do personagem.

Mas vá preparado: não espere o horror gótico clássico, nem um romance arrebatador. O filme exige paciência e, talvez, um olhar indulgente.

Se quiser um bom filme de Drácula, pode ser melhor recorrer a outras versões mais tradicionais ou inovadoras — mas que consigam equilibrar roteiro, personagens e atmosfera.

No Domingo Legal, Celso Portiolli surpreende e envia recado carinhoso para Tatá Werneck e Adriane Galisteu ao vivo

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Neste domingo (12), Celso Portiolli, conhecido por seu carisma e irreverência, protagonizou um momento inusitado e delicado durante a apresentação do Domingo Legal. O apresentador do SBT aproveitou a atração para mandar um recado cheio de humor e carinho às colegas de profissão Tatá Werneck e Adriane Galisteu, quebrando o protocolo e arrancando aplausos da plateia. As informações são do iBahia.

O episódio aconteceu durante uma pausa descontraída na dinâmica do programa. Portiolli, sempre atento à repercussão de seu trabalho, mencionou os elogios que recebeu de Tatá e Galisteu em um episódio recente do Lady Night, talk show do Multishow comandado por Tatá Werneck. No programa, as apresentadoras brincaram ao comentar sobre a irreverência e o carisma de Portiolli, chamando-o de “pedaço de mal caminho” de forma bem-humorada.

“Deixa eu mandar um beijo carinhoso para a Tatá Werneck e para a Adriane Galisteu. Falaram muito bem de mim lá no Lady Night, falaram que eu sou um pedaço de mal caminho”, disse Portiolli, sorrindo e interagindo com o público. Mas ele não parou por aí. Com sua característica simpatia, continuou: “Quero mandar um recado para as duas, vocês também são maravilhosas. Pega meu beijo, eu adoro as duas. Eu já fui lá”, completou, arrancando risadas e aplausos da plateia presente.

O gesto, embora simples, ganhou destaque por mostrar uma faceta menos competitiva do ambiente televisivo. Em meio à disputa acirrada entre emissoras e programas de domingo, a demonstração de respeito e admiração entre profissionais de canais diferentes se destacou como um exemplo de cordialidade e humanidade.

Portiolli, que apresenta o Domingo Legal há anos, sempre se destacou pela habilidade de equilibrar humor, improviso e momentos emocionantes. Ele consegue transformar situações corriqueiras em episódios memoráveis, criando uma conexão genuína com o público. A homenagem às colegas da concorrência, portanto, não foi apenas um gesto de educação, mas também uma forma de reforçar sua imagem de apresentador próximo e acessível.

Tatá Werneck, conhecida por seu estilo irreverente e sua capacidade de improvisação, e Adriane Galisteu, veterana da televisão brasileira, demonstraram em outras ocasiões carinho e respeito por Portiolli. O encontro indireto entre os três, mediado pelas câmeras, mostrou que a admiração mútua pode existir mesmo entre profissionais que atuam em diferentes emissoras, reforçando que o reconhecimento sincero transcende a concorrência.

Convidados especiais e muita diversão marcam edição especial de Dia das Crianças

O programa encantou o público com uma mistura de nostalgia, música, diversão e emoção, reunindo convidados que marcaram gerações ainda na infância e que, naquele dia, seguiam brilhando em novas fases de suas carreiras. Foi uma verdadeira viagem no tempo, onde adultos relembraram sua infância e os pequenos se divertiram com atrações pensadas especialmente para eles.

O clássico quadro Passa ou Repassa teve um papel central nesta edição, trazendo toda a energia e a bagunça que se tornaram marca registrada da atração. O time azul foi formado por Lorena Queiroz, Stefany Vaz e Giulia Garcia, enquanto o time amarelo contou com Gabriel Miller, Nicholas Torres e Lucas Santos. Entre tortas na cara, desafios divertidos e muita interação, o público teve a oportunidade de relembrar momentos da infância desses artistas e acompanhar como eles cresceram, mantendo o talento e o carisma que conquistaram ainda jovens.

A diversão não parou por aí. A edição contou com shows musicais de nomes que encantam gerações inteiras: Patati Patatá e a Galinha Pintadinha subiram ao palco para animar a plateia com canções que marcaram a infância de milhões de brasileiros. A presença dessas atrações garantiu momentos de pura alegria, cantoria e dança, proporcionando uma experiência completa para toda a família.

Wanessa Camargo relembra carreira e desafios no “SuperPop” desta quarta-feira, 28 de janeiro, na RedeTV!

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Wanessa Camargo será a convidada especial do “SuperPop” desta quarta-feira, 28, em uma entrevista que promete revisitar momentos marcantes de sua trajetória artística e pessoal. O programa, comandado por Luciana Gimenez, vai ao ar a partir das 23h45, na RedeTV!, e traz a cantora em um bate-papo intimista sobre fama, reinvenção e amadurecimento.

Filha do sertanejo Zezé Di Camargo com Zilu, Wanessa cresceu sob os holofotes, mas construiu ao longo dos anos uma carreira própria, marcada por constantes transformações. Cantora, compositora e atriz, ela se firmou como um dos nomes mais populares da música brasileira nos anos 2000 e segue em evidência ao transitar entre diferentes estilos musicais e formatos de mídia.

Durante a atração, Wanessa participa do quadro “InstaPop”, no qual revisita sua história a partir de publicações nas redes sociais. A dinâmica serve como ponto de partida para reflexões sobre sua relação com a família, os altos e baixos da carreira e experiências recentes na televisão. Entre os assuntos abordados estão suas participações em programas de grande repercussão, como o “Dança dos Famosos” e o “Lip Sync”, ambos exibidos pela TV Globo, nos quais mostrou versatilidade e disposição para novos desafios.

Nascida em Goiânia, em 28 de dezembro de 1982, Wanessa alcançou o estrelato ainda jovem, no início dos anos 2000, ao assinar contrato com a gravadora BMG. Seus três primeiros álbuns de estúdio, lançados entre 2000 e 2002, levaram seu nome no título e conquistaram certificações de ouro, impulsionados por sucessos como O Amor Não Deixa, Eu Quero Ser o Seu Amor e Sem Querer. Nesse período, ela se consolidou como um ídolo adolescente, com forte presença nas rádios e na televisão.

Entre 2002 e 2004, Wanessa também integrou o elenco de apresentadores do programa “Jovens Tardes”, da TV Globo, ampliando sua atuação para além da música. A partir de meados da década, no entanto, a artista passou a buscar uma imagem mais madura e maior controle criativo sobre seu trabalho. O álbum “W”, lançado em 2005, marcou essa virada, com participação mais ativa na concepção do projeto e singles que mostravam uma Wanessa mais confiante e segura artisticamente.

Nos anos seguintes, ela seguiu explorando novos caminhos sonoros. Em “Total” (2007), incorporou diferentes gêneros musicais, enquanto “Meu Momento” (2009) trouxe influências do pop internacional e do R&B, incluindo a colaboração com o rapper Ja Rule na faixa Fly, que alcançou o topo das rádios brasileiras. A ousadia artística se intensificou na década seguinte, quando Wanessa mergulhou de vez na música eletrônica.

A partir de 2010, com o EP “Você Não Perde por Esperar” e o álbum “DNA” (2011), a cantora passou a se apresentar com frequência em casas noturnas voltadas ao público LGBT, consolidando-se como um ícone para essa comunidade. As performances e o repertório em inglês marcaram uma fase de grande identificação com o público das pistas, além de reforçarem sua imagem de artista aberta à experimentação.

Em 2016, Wanessa lançou o álbum “33”, que sinalizava uma aproximação com o sertanejo, gênero ligado às suas origens familiares. Apesar da recepção crítica dividida, o projeto rendeu um de seus maiores sucessos comerciais, Coração Embriagado. Posteriormente, a cantora manifestou insatisfação com os rumos tomados naquele momento e voltou a investir no pop, lançando singles como Mulher Gato e Loko!, além do álbum “Universo Invertido”, em 2020.

“Roda a Roda Jequiti” deste domingo (20/07): Patrícia e Rebeca Abravanel apresentam novos ganhadores

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RODA A RODA

Neste domingo, 20 de julho de 2025, às 19h20, o SBT abre as portas para sonhos, risos e lágrimas com uma edição especial do Roda a Roda Jequiti. Um clássico da televisão brasileira que atravessa décadas com o mesmo entusiasmo, agora em clima de celebração e emoção, comandado pelas carismáticas irmãs Patrícia e Rebeca Abravanel. Filhas de Silvio Santos, elas não apenas herdaram o legado, mas também o dom raro de conversar com o povo como quem senta ao lado da plateia — com humor, empatia e coração aberto.

Se ainda restam dúvidas sobre por que o Roda a Roda é um dos últimos grandes encontros de famílias em frente à TV, essa edição promete esclarecer tudo. Prepare-se para gargalhadas, histórias comoventes, viradas surpreendentes e um ambiente em que o calor humano é a verdadeira estrela da noite.

Duas irmãs, uma missão: transformar vidas com leveza e amor

Desde que assumiram o programa em edições especiais, Patrícia e Rebeca Abravanel provaram que são mais que herdeiras de um império midiático — são comunicadoras nata, com timing de palco, sensibilidade afiada e um dom raro de criar conexão com quem assiste.

Elas não apenas apresentam: vivem cada segundo do programa. Brincam entre si com cumplicidade, fazem piada com os convidados, escutam suas histórias com respeito e se emocionam junto. Há entre elas uma troca silenciosa que encanta: um olhar basta para entender o que a outra está sentindo.

“Parece um almoço de domingo com a família toda reunida. Cada participante que chega traz um pouco da casa dele pro nosso estúdio”, revelou Patrícia nos bastidores, pouco antes da gravação desta edição especial.

Mais que um game show: uma celebração da vida brasileira

A dinâmica do programa é conhecida — girar a roleta, adivinhar palavras e torcer para escapar da famigerada “Perde Tudo”. Mas o que acontece em torno disso é o que transforma a experiência: o palco do Roda a Roda se torna um território de superação, coragem e sonho.

Neste domingo, segundo informações apuradas com exclusividade pelo Almanaque Geek, os competidores vêm de diferentes partes do país e carregam histórias fortes: um entregador que vende Jequiti entre um pedido e outro; uma avó que viu nos cosméticos uma forma de sustentar os netos; uma mãe solo que luta diariamente contra a invisibilidade social.

“Tem histórias que a gente jamais imaginaria ouvir num game show. E elas chegam, sem filtro, com verdade, com lágrima, com fé. Isso é o Roda a Roda”, afirma uma produtora da atração, que acompanha os participantes desde a recepção até a despedida.

Emoção que ultrapassa a tela

O impacto do programa vai muito além do estúdio. Os consultores e clientes Jequiti que participam da atração passam por uma experiência completa: são recebidos com carinho pela equipe, ganham uma imersão nos bastidores do SBT e, muitas vezes, vivem ali um dos momentos mais marcantes de suas vidas.

“Eu chorei o dia inteiro quando soube que fui sorteada. Estar no palco, ver a Rebeca sorrindo pra mim, foi mágico. Nunca imaginei passar por isso”, diz Ana Luísa, de Bauru, participante da edição de maio.

A edição deste domingo promete seguir esse mesmo ritmo: histórias reais, emoções à flor da pele e um público que não só torce — vibra, se reconhece, se emociona junto. E não é raro ver lágrimas escorrendo nos rostos da plateia, da equipe técnica, dos câmeras, das próprias apresentadoras.

Prêmios que mudam trajetórias

Além da visibilidade e da experiência, os participantes concorrem a prêmios que podem realmente transformar destinos: barras de ouro, viagens, kits de produtos, dinheiro em espécie. Mas, muitas vezes, o maior prêmio é outro: o reconhecimento de uma trajetória de luta.

“Quando você está ali no palco, não é só sobre ganhar. É sobre mostrar que a gente existe, que a gente é capaz, que a gente tem valor”, disse um dos participantes após a gravação.

E há também os pequenos gestos que fazem a diferença: um abraço apertado de Rebeca, um elogio espontâneo de Patrícia, o carinho dos profissionais que cuidam dos bastidores com zelo. Tudo isso faz do Roda a Roda uma experiência que vai muito além do entretenimento.

Como participar?

Se você se emocionou e pensou “quero estar ali”, saiba que participar do Roda a Roda Jequiti é possível e acessível. Consultores da marca entram automaticamente nos sorteios a cada pedido registrado. Já os clientes podem participar adquirindo produtos com cupons promocionais e enviando para a Caixa Postal 05947-960.

E mais: além da chance de participar do programa, todos ainda concorrem a brindes e prêmios exclusivos. Um incentivo que movimenta a rede, estimula o empreendedorismo e aproxima pessoas do sonho de brilhar na TV.

Um marco na televisão brasileira

O Roda a Roda nasceu em 2003, inspirado em clássicos internacionais, mas com alma 100% brasileira. Desde então, o programa consolidou-se como um fenômeno da TV aberta — resistindo ao tempo, às transformações tecnológicas e às mudanças de hábito do público.

Mesmo em plena era do streaming, ele mantém seu posto de audiência fiel, especialmente aos domingos, quando famílias inteiras ainda se reúnem para torcer juntas. A cada edição, o programa reafirma que a televisão, quando feita com verdade, ainda tem um lugar sagrado no coração do Brasil.

As novas madrinhas do público

Com o afastamento de Silvio Santos da televisão, muitos se perguntaram: quem seria capaz de manter viva a magia do SBT? A resposta veio aos poucos, com naturalidade — e tem nome duplo: Patrícia e Rebeca.

Elas não tentam imitar o pai, mas incorporam seu espírito: valorizam o povo, o improviso, a emoção. Em vez de copiar fórmulas antigas, criam um novo frescor para a televisão de auditório — um híbrido de tradição e modernidade.

Com talento, empatia e leveza, elas se consolidam como as novas madrinhas do Brasil televisivo — figuras que não apenas conduzem o programa, mas abraçam seus participantes com afeto e autenticidade.

Portanto, marque na sua agenda: domingo, às 19h20, no SBT, você tem um encontro com a emoção, com a esperança e com as histórias que representam o melhor do Brasil.

Superman ressurge com força total: novo trailer é lançado com ação global e destaque na Estação da Sé, em São Paulo

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A espera finalmente acabou para os fãs do universo DC: a Warner Bros. Pictures lançou um novo trailer eletrizante de Superman, primeiro filme do novo DC Studios sob a direção de James Gunn (Guardiões da Galáxia). O vídeo inédito não só apresenta cenas jamais vistas como também entrega um vislumbre mais claro do tom emocional, da estética visual e da carga dramática que prometem redefinir o legado do maior super-herói de todos os tempos. Abaixo, confira o novo trailer:

No material divulgado, podemos ver mais da nova abordagem do personagem — agora interpretado por David Corenswet — em meio a sequências de ação intensas, conflitos pessoais e uma atmosfera épica que mistura esperança, coragem e responsabilidade. Gunn, que também assina o roteiro, parece apostar numa fusão entre o clássico e o contemporâneo, equilibrando o peso mítico do Superman com dilemas humanos mais palpáveis. O novo universo da DC não quer apenas impactar: quer emocionar.

Ação global transforma o metrô de São Paulo em palco heroico

Para marcar o lançamento do trailer, a Warner orquestrou uma campanha de mídia Out Of Home (OOH) que chamou atenção em várias partes do mundo. No Brasil, a ação ganhou destaque na Estação da Sé, no coração do metrô paulistano. Quem passou por lá nos últimos dias foi surpreendido por uma ambientação poderosa: os telões exibiram o icônico escudo vermelho e amarelo do Superman, além de teasers e a data de lançamento do trailer, gerando grande expectativa entre os passageiros.

No dia do lançamento oficial, a estação virou quase uma pré-estreia antecipada, com fãs e curiosos parando para registrar o momento. A ação, que faz parte de uma campanha global coordenada em diversos países — como Reino Unido, Itália, Canadá, Japão e França —, reforça o apelo universal do personagem e coloca Superman de volta ao centro da cultura pop mundial.

Novo pôster destaca o herói em sua essência

As novidades da semana não pararam por aí. Na terça-feira (13), um novo pôster oficial do filme também foi divulgado, trazendo o protagonista em sua pose clássica: ereto, imponente, com o olhar voltado para o horizonte — um símbolo de esperança em meio ao caos. A imagem remete diretamente ao arquétipo do herói, ao mesmo tempo em que reforça o novo visual e identidade desse Superman da nova geração.

Um novo começo para a DC nos cinemas

Superman estreia no Brasil em 10 de julho, com sessões também em versões acessíveis, incluindo audiodescrição, legendas descritivas e Libras — uma iniciativa importante para garantir que todos possam viver a emoção de ver o Homem de Aço em ação nas telonas.

Esse será o primeiro capítulo oficial do novo universo DC nos cinemas, agora sob a liderança criativa de James Gunn e Peter Safran. A proposta? Reconstruir o legado de personagens icônicos com narrativas mais coesas, emocionalmente profundas e conectadas. E nada melhor do que começar com o herói que representa tudo isso.

Prepare-se para reencontrar Clark Kent em um novo mundo, onde o peso de salvar a humanidade se mistura com o desafio de encontrar seu lugar entre os homens. O Superman de 2025 não voa apenas pelos céus — ele atravessa gerações, inspira coragem e convida o público a acreditar, mais uma vez, que a esperança é indestrutível.

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