TV Globo exibe Oblivion no Domingo Maior: Tom Cruise em ação e mistério no futuro pós-apocalíptico

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 13 de julho, o Domingo Maior da Globo traz uma aventura de ficção científica que mistura suspense, ação e questionamentos sobre identidade e memória. O filme Oblivion (2013), estrelado por Tom Cruise, mergulha o espectador em um planeta Terra devastado e um enredo cheio de reviravoltas.

🌍 Um planeta irreconhecível e um futuro incerto

Ambientado no ano 2077, Oblivion apresenta uma Terra drasticamente transformada após uma guerra devastadora contra uma raça alienígena. A maior parte da humanidade abandonou o planeta e agora vive em uma colônia lunar, enquanto Jack Harper (Tom Cruise) permanece na Terra para garantir a manutenção dos equipamentos de segurança essenciais para a sobrevivência.

Com apenas duas semanas restantes para se juntar à colônia, a rotina de Jack muda completamente quando ele encontra uma espaçonave desconhecida com uma mulher dentro. Esse encontro inesperado o leva a questionar tudo o que acreditava sobre sua missão e sobre o passado do planeta.

🎬 Elenco e direção de peso

Dirigido por Joseph Kosinski e com roteiro assinado por Kosinski e Karl Gajdusek, Oblivion reúne um elenco de estrelas, além de Tom Cruise, com nomes como Olga Kurylenko, Nikolaj Coster-Waldau, Melissa Leo e Morgan Freeman, garantindo profundidade e carisma à narrativa.

A produção equilibra cenas de ação eletrizantes com um suspense psicológico envolvente, convidando o espectador a desvendar os segredos ocultos por trás do futuro sombrio apresentado.

📺 Onde assistir e detalhes técnicos

O filme tem duração de 1h 54min e está classificado como ficção científica e ação. Além de sua exibição no Domingo Maior, Oblivion está disponível para streaming na Amazon Prime Video (por assinatura) e pode ser alugado digitalmente a partir de R$ 6,90.

Imperdível para fãs de ficção científica e thrillers futuristas

Com um roteiro que mistura tecnologia, mistério e drama, Oblivion é uma excelente pedida para quem busca um entretenimento intenso e reflexivo na televisão. Prepare-se para uma viagem ao futuro, onde nada é exatamente o que parece.

“Hipertensão” | Clássico dos anos 80 da autora Ivani Ribeiro chega ao Globoplay Novelas em setembro

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Foto: Arquivo/ TV Globo

Se você gosta de novelas que mexem com o coração, despertam curiosidade e trazem personagens que ficam na memória, no dia 1º de setembro, o Globoplay Novelas vai resgatar uma joia da teledramaturgia brasileira que ficou guardada por quase 40 anos. Estamos falando de Hipertensão, uma novela que marcou época, escrita pela talentosa Ivani Ribeiro, com um elenco que é puro talento e uma história que mistura mistério, drama e muito afeto.

Para quem não conhece, essa novela é daquelas que parecem feitas sob medida para quem ama um enredo cheio de segredos, com personagens que convivem com o peso do passado, mas que também sonham com o futuro. E o melhor: tudo isso ambientado na pacata e encantadora cidade fictícia de Rio Belo, onde as emoções se misturam entre a simplicidade da vida no interior e os dramas profundos que só as grandes histórias conseguem contar.

Imagine só a cena: três homens morando juntos em uma fazenda, tentando seguir a vida depois da perda das mulheres que amavam — e ainda por cima, essas mulheres eram irmãs trigêmeas! É assim que começa a trama de Hipertensão. Napoleão, Candinho e Romeu, interpretados por grandes nomes da nossa dramaturgia, compartilham essa vida de lembranças, memórias e também de muita convivência diária.

A rotina desses personagens é interrompida quando chega a cidade um grupo de artistas mambembes, uma trupe de teatro itinerante que traz frescor e novas perspectivas para Rio Belo. Entre eles está Carina, uma jovem atriz que mexe com os sentimentos dos três homens — e não é para menos. Carina é praticamente a cópia das irmãs trigêmeas que eles perderam, e esse detalhe desperta uma série de dúvidas e mistérios: será que um deles é seu pai? Como isso pode ser possível?

Esse segredo — que se desenrola lentamente, episódio após episódio — é o motor que move a novela, criando um clima de suspense e emoção que mantém a gente grudado na tela.

Apesar de toda a tensão e do mistério, a trama é uma história que fala profundamente sobre família. Ela mostra como o amor pode permanecer, mesmo após a perda, e como a esperança pode se renovar quando menos se espera.

A novela traz ainda um crime misterioso — o assassinato de Luzia — que cria uma teia de suspeitos, tensões e segredos. Cada personagem tem sua história, seus motivos e seu jeito particular de lidar com o acontecimento, o que deixa tudo ainda mais envolvente.

Quem já viu sabe que é impossível não se emocionar com a luta de Odete, mãe de Luzia, que busca justiça e, ao mesmo tempo, tenta lidar com a dor imensa da perda. Também é impossível não se apaixonar pelo radialista Túlio, que tem seu próprio jeito de amar e proteger aqueles que lhe são caros.

Um dos grandes diferenciais de Hipertensão é o elenco. Com nomes como Paulo Gracindo, Ary Fontoura, Cláudio Corrêa e Castro, Maria Zilda Bethlem, Elizabeth Savalla e tantos outros, a novela é uma verdadeira aula de interpretação. Muitos desses atores se tornaram ícones da televisão brasileira, e assistir a essa novela é como ter uma aula sobre a arte de atuar.

Para quem gosta de conhecer o trabalho dos veteranos e também quer ver nomes que continuaram brilhando no cenário atual, essa é uma chance imperdível. O carisma e a entrega desses artistas fazem toda a diferença na construção dessa história tão envolvente.

Por que Hipertensão ainda fala com a gente, mesmo depois de tantos anos?

É curioso pensar que uma novela escrita e exibida em meados dos anos 80 consegue ainda hoje tocar temas tão presentes na vida real. A busca por identidade, a reconstrução da família, o enfrentamento da perda e a sede por justiça são sentimentos universais que não têm prazo de validade.

Além disso, o cenário da pequena cidade – com suas tradições, fofocas, alianças e rivalidades – traz uma atmosfera que muita gente reconhece e sente saudade. É aquele lugar onde todo mundo se conhece, mas onde cada um esconde suas próprias dores.

E o melhor é que a narrativa, apesar de clássica, não envelheceu. Os mistérios continuam surpreendendo, e o jeito como a história é contada faz com que a gente se conecte com cada personagem, com suas dúvidas, medos e sonhos.

Onde e como assistir

Se você quer embarcar nessa viagem no tempo e se apaixonar por uma novela que combina drama, mistério e emoção, basta assinar o Globoplay e sintonizar o canal Globoplay Novelas a partir do dia 1º de setembro.

A novela vai ao ar de segunda a sexta, às 14h30, com reprises à noite, além de maratonas especiais aos domingos — para quem prefere ver tudo de uma vez só.

Tela Quente exibe nesta segunda (11) o explosivo Bad Boys Para Sempre, estrelado por Will Smith e Martin Lawrence 

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta segunda, 11 de agosto, a Tela Quente traz para a sua programação um filme que promete muita ação, humor e emoção: Bad Boys Para Sempre. Quase 17 anos depois do segundo filme lançado em 2003, Will Smith e Martin Lawrence voltam a interpretar os detetives Mike Lowrey e Marcus Burnett, numa aventura que mistura nostalgia com novos desafios, mostrando que, mesmo depois de tanto tempo, a parceria entre os dois ainda é uma das mais divertidas e eletrizantes do cinema.

Quem cresceu nos anos 90 provavelmente se lembra da primeira vez que viu a dupla Mike e Marcus na tela. A franquia se tornou um marco do cinema de ação ao unir cenas explosivas a uma química de amizade e humor que parecia verdadeira. Depois do segundo filme, que ampliou a adrenalina e o escopo da história, os fãs ficaram na expectativa por uma continuação que demorou muito a chegar.

Bad Boys Para Sempre não só atende a essa expectativa, como também traz uma atualização interessante para a franquia. O mundo mudou, e os personagens também. Agora, a narrativa reflete as fases da vida dos protagonistas, o equilíbrio entre o perigo da profissão e as responsabilidades pessoais, e o valor da amizade que supera o tempo.

Sinopse: Quando o passado retorna, não há escapatória

No filme, segundo informa o AdoroCinema, acompanhamos Mike Lowrey, ainda tão destemido e audacioso quanto sempre foi, apaixonado por seu trabalho e pelo seu carro rápido. Já Marcus Burnett está em um momento diferente: mais centrado na família e na vida longe do perigo constante. Essa oposição dá um tempero especial para a história, porque coloca em xeque o que significa ser um “bad boy” em diferentes momentos da vida.

Mas a paz dura pouco. Quando Mike se torna alvo de uma tentativa de assassinato, Marcus não tem escolha a não ser se juntar a ele para caçar quem está por trás da ameaça. O antagonista é Armando Aretas, um jovem com um passado obscuro e motivação pessoal que vai mexer profundamente com Mike. Para complicar ainda mais, Isabel Aretas, mãe de Armando, entra em cena como uma figura implacável que não quer nada além da morte do protagonista.

Essa combinação de ação, perigo real e conflitos pessoais dá ao filme uma dimensão emocional que vai além dos tiroteios e perseguições, mostrando os personagens mais vulneráveis e humanos.

Elenco de peso e personagens que fazem a diferença

A força do filme está também no elenco. Além dos protagonistas, que retomam seus papéis com naturalidade e carisma, novos personagens trazem frescor à trama. Kate del Castillo, uma atriz mexicana reconhecida internacionalmente, aparece como a poderosa e ameaçadora Isabel Aretas, entregando uma antagonista que foge do estereótipo e tem camadas complexas.

Vanessa Hudgens e Alexander Ludwig representam a nova geração da polícia, prontos para mostrar seu valor ao lado dos veteranos. Essa mistura cria um equilíbrio interessante entre o respeito pelo passado e a necessidade de renovação.

Joe Pantoliano, que interpreta o Capitão Howard, volta para garantir que a pressão sobre Mike e Marcus continue, com suas reclamações e frustrações, mas também com momentos de alívio cômico. Já os membros da família de Marcus, incluindo sua esposa Theresa e a filha Megan, são importantes para mostrar o lado mais sensível e humano do detetive, trazendo equilíbrio à tensão da história.

A produção por trás do sucesso

O caminho para o lançamento do longa-metragem foi longo e cheio de idas e vindas. Desde o fim do segundo filme em 2003, houve vários planos e roteiros, mudanças de diretores, atrasos e dúvidas sobre a continuidade da franquia.

O próprio Michael Bay, diretor dos dois primeiros filmes, manifestou vontade de comandar o terceiro, mas questões de orçamento e agendas complicaram o projeto. Ao longo dos anos, nomes como Joe Carnahan entraram e saíram da produção. Muitas vezes parecia que o filme não sairia do papel.

Só em 2018, com os diretores belgas Adil El Arbi e Bilall Fallah no comando e a confirmação de Will Smith e Martin Lawrence de volta, as coisas finalmente começaram a acontecer. A produção ganhou ritmo e, em 2019, as filmagens ocorreram em cidades como Atlanta, Miami e Cidade do México, dando ao filme uma identidade visual vibrante e contemporânea.

A magia da dublagem brasileira

Para o público brasileiro, a experiência de assistir ao filme é enriquecida pela dublagem, que foi cuidadosamente realizada pelo estúdio Delart. A direção de dublagem, comandada por Manolo Rey, e a tradução feita por Guilherme Mendes garantem que o humor e a emoção dos personagens não se percam na adaptação para o português.

Vozes conhecidas como as de Márcio Simões (Mike Lowrey) e Mauro Ramos (Marcus Burnett) emprestam autenticidade e personalidade, fazendo com que os espectadores brasileiros se sintam ainda mais próximos da história e dos personagens.

Impacto e recepção

Lançado no início de 2020, o filme foi recebido com entusiasmo tanto pelos fãs antigos quanto pelo público novo. Os críticos destacaram a capacidade do filme de trazer ação de alta qualidade sem perder o humor e a humanidade dos personagens.

Will Smith e Martin Lawrence provaram que, mesmo após tantos anos, a química entre eles permanece intacta, reforçando o que torna a franquia tão especial: a amizade real entre os protagonistas, que se traduz na tela em momentos de leveza em meio ao caos.

Além disso, o filme dialoga com temas atuais, como o peso do envelhecimento, o papel da família e a necessidade de reinventar-se, tornando a história mais rica e acessível para diferentes gerações.

Conheça curiosidades da franquia

Um detalhe que vai agradar os fãs é a participação especial do próprio Michael Bay, que aparece como mestre de cerimônias em uma cena de casamento, uma homenagem sutil à sua importância para a franquia.

Outro ponto curioso é a aparição do DJ Khaled, que interpreta Manny, o açougueiro, inserindo um toque de humor e autenticidade à trama.

A fotografia do filme merece destaque, com o uso de equipamentos de última geração, como as câmeras Sony CineAlta VENICE e lentes Panavision anamórficas, que garantem imagens vibrantes e cenas de ação visualmente impactantes.

A estreia mundial do filme aconteceu em Hollywood, com Will Smith e Martin Lawrence chegando ao evento dirigindo um Porsche 911 Carrera 4S customizado, mostrando que estilo e atitude fazem parte da marca Bad Boys até no tapete vermelho.

Onde posso assistir?

Além da exibição especial na Tela Quente, você pode assistir o filme em várias plataformas de streaming por assinatura, como a Amazon Prime Video e a Universal+. Para quem prefere alugar o filme, o Prime Video oferece a opção de locação a partir de R$ 5,90, permitindo que você assista quando quiser. Confira todas as opções disponíveis nas plataformas digitais e aproveite a ação da dupla Mike Lowrey e Marcus Burnett no conforto da sua casa.

Ghosts of Hiroshima: James Cameron leva às telas a inacreditável história de um homem que sobreviveu a duas bombas atômicas

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Foto: Reprodução/ Internet

O cinema, por vezes, se transforma em ponte entre o passado e o presente — uma ponte feita de lembranças, traumas e a difícil arte de não esquecer. É justamente nesse território sensível que se insere O Último Trem de Hiroshima, novo projeto dirigido por James Cameron (Titanic, Avatar), que teve seu primeiro trailer divulgado esta semana e já provoca emoção e expectativa. As informações são do Variety.

Inspirado no livro Ghosts of Hiroshima, do pesquisador Charles Pellegrino (The Ghosts of Vesuvius), o filme narra a história real de Tsutomu Yamaguchi, o homem que sobreviveu às duas maiores tragédias nucleares da humanidade — Hiroshima e Nagasaki — em um intervalo de apenas três dias.

Entre o horror e a esperança

Na madrugada de 6 de agosto de 1945, Yamaguchi estava em Hiroshima a trabalho quando a primeira bomba caiu. Ferido e desorientado, conseguiu embarcar em um trem de volta para sua cidade natal — Nagasaki — na esperança de reencontrar a família. Três dias depois, sobreviveu ao segundo ataque atômico. Mais do que uma ironia do destino, sua jornada se tornou símbolo da resiliência humana diante da destruição total.

A produção pretende explorar não apenas os fatos históricos, mas também o impacto emocional, social e espiritual dessa experiência. O filme propõe uma narrativa íntima e empática, guiada pela pergunta: o que resta do ser humano depois do fim?

James retorna ao cinema com propósito

Conhecido por transformar tragédias em epopeias sensíveis, Cameron retoma seu lugar como contador de histórias humanas. “Este não é um filme de guerra. É um filme sobre humanidade, memória e sobrevivência. E é também um lembrete urgente do que o ser humano é capaz de fazer — e de suportar”, afirmou o diretor em nota à imprensa.

A parceria com Pellegrino, que também trabalhou nos bastidores de Titanic e é profundo conhecedor de catástrofes históricas, garante o compromisso com a veracidade e a profundidade dos relatos. O longa será lançado em 2025, coincidindo com os 80 anos dos bombardeios de Hiroshima e Nagasaki.

Memória viva em cada frame

O trailer já revela um recorte visual impactante, marcado por silêncio, fumaça, sombras humanas gravadas nas paredes. A fotografia aposta na sobriedade, no olhar contemplativo. Mais do que mostrar a explosão, o filme quer mostrar o depois — o que acontece com as vidas interrompidas, com as famílias devastadas, com os que sobrevivem e precisam reaprender a viver.

Segundo fontes ligadas à produção, o filme também contará com depoimentos reais e arquivos históricos inéditos. Cameron pretende dar voz não só a Yamaguchi, mas a uma geração que viu o mundo acabar e ainda assim lutou para reconstruí-lo.

Legado, não espetáculo

Embora envolva efeitos visuais de última geração, o foco não está na grandiosidade tecnológica — mas na dimensão humana do trauma. O filme resgata o horror não como espetáculo, mas como advertência. O diretor espera que o público reflita sobre os perigos da guerra, do esquecimento e da desumanização.

A expectativa é que O Último Trem de Hiroshima percorra festivais internacionais e dispute prêmios importantes, mas seu impacto vai além dos troféus. “Queremos que esse filme seja visto por estudantes, professores, líderes políticos e por qualquer pessoa que acredite que a paz é um esforço coletivo de memória”, disse um dos produtores.

Duna: Parte Dois retorna aos cinemas brasileiros em exibição especial

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Se você perdeu Duna: Parte Dois na primeira rodada ou quer reviver essa experiência épica na tela grande, aqui vai uma ótima notícia: o filme retorna aos cinemas brasileiros entre 27 de fevereiro e 6 de março para uma exibição especial! O relançamento chega em grande estilo, logo após a produção garantir cinco indicações ao Oscar 2025, incluindo Melhor Filme, Melhor Design de Produção e Melhores Efeitos Visuais.

Sob a direção de Denis Villeneuve, a sequência acompanha Paul Atreides (Timothée Chalamet) em sua jornada ao lado dos Fremen e de Chani (Zendaya), enquanto enfrenta desafios colossais para lutar pelo destino de Arrakis. O elenco ainda traz nomes de peso como Rebecca Ferguson, Josh Brolin, Austin Butler, Florence Pugh, Léa Seydoux, Christopher Walken e Javier Bardem, tornando essa superprodução ainda mais grandiosa.

Com impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, Duna: Parte Dois conquistou fãs e críticos, sendo aclamado por sua estética deslumbrante, narrativa intensa e performances marcantes. Essa reexibição é a chance perfeita para mergulhar de novo (ou pela primeira vez) nesse universo fascinante, agora no melhor formato possível: a tela do cinema.

Mas corre, porque essa volta é por tempo limitado e só em salas selecionadas! Para garantir seu ingresso, confira a programação da sua cidade.

Crítica – Wicked: Parte 2 entrega grandiosidade e emoção, mas perde força frente ao impacto do primeiro filme

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Depois do fenômeno cinematográfico que foi a Parte 1, o segundo capítulo da adaptação dirigida por Jon M. Chu chega aos cinemas sob expectativas quase míticas — e sem a mesma capacidade de sustentá-las. Se o primeiro filme conquistou o público pela força emocional, pelo apuro estético e pela fidelidade arrebatadora ao musical da Broadway, Wicked: Parte 2 tenta expandir o universo de Oz e concluir a jornada de Elphaba e Glinda com espetáculo, cor e densidade dramática. No entanto, o que deveria ser um desfecho épico assume um caráter mais irregular: visualmente exuberante, narrativamente relevante, mas dramaticamente menos necessário do que se imaginava.

Um espetáculo maior e paradoxalmente mais frágil

O novo longa é maior, mais ambicioso e, curiosamente, mais frágil. É inegável que esta Parte 2 é mais segura de si do que seu antecessor. Chu dirige com firmeza o gigantesco aparato visual, construindo cenários grandiosos, figurinos elaborados e efeitos digitais mais polidos, que ajudam a moldar uma Oz ainda mais viva — e mais ameaçada pela tirania, pelo medo e pelos jogos políticos do Mágico.

Porém, apesar desse rigor estético, a narrativa se esvazia em vários momentos, transmitindo a sensação de uma trama secundária, quase protocolar, como se existisse apenas para conectar o fim da Parte 1 ao arco clássico já conhecido de O Mágico de Oz. Com isso, o impacto dramático se dilui, e a transformação de Elphaba na temida “Bruxa Má” frequentemente parece mais uma sequência de episódios do que um clímax emocional genuíno.

A trilha sonora perde vibração e derruba parte da magia

A trilha sonora representa o primeiro grande tropeço. Se na Parte 1 as canções eram memoráveis e emocionalmente carregadas, aqui elas soam menos marcantes e, em muitos momentos, burocráticas. A montagem musical raramente alcança o mesmo vigor; números que deveriam ser catárticos acabam em técnica sem transcendência. É uma perda sentida, sobretudo considerando a potência vocal de Cynthia Erivo e o salto impressionante de Ariana Grande desde o filme anterior.

Grandes momentos icônicos, mas tratados como notas de rodapé

Ainda assim, Wicked: Parte 2 entrega algumas das passagens mais icônicas do universo da franquia. A falsa morte de Elphaba é construída com força visual e tensão legítima. A transformação de Boq no Homem de Lata ganha contornos sombrios e finalmente confere ao personagem uma importância que sempre lhe faltou. A introdução de Dorothy, Espantalho e Totó funciona como ponte eficiente para o mito original — embora a aparição seja mais apressada do que o ideal.

O problema é que todas essas tramas parecem existir mais para cumprir o destino já conhecido de Elphaba do que para impulsionar a narrativa, funcionando como pequenos marcadores obrigatórios, não como motores dramáticos de fato.

O Mágico perde força e a crítica política também

Outro ponto frágil é a figura do Mágico. Embora a obra sempre o tenha retratado como manipulador, aqui o personagem surge diminuído, quase irrelevante. Falta presença, falta ameaça, falta convicção. Para um antagonista que deveria simbolizar o colapso moral de Oz, a construção é tímida e superficial. É uma escolha que enfraquece a crítica ao autoritarismo — um dos pilares ideológicos que sustentam o universo Wicked.

Ariana Grande dá um show e carrega o filme nas costas

Se há, porém, um elemento que realmente eleva este segundo filme, esse elemento é Ariana Grande. Sua Glinda surge mais contraditória, vulnerável e politizada, ganhando profundidade que ultrapassa a versão tradicionalmente dócil do musical. Grande entrega uma performance madura, tecnicamente precisa e emocionalmente consistente, transformando diálogos simples em momentos de impacto.

A queda de relevância de Madame Morrible — reduzida quase a um adereço — abre espaço para que Glinda se torne protagonista de fato no destino político e afetivo de Oz. Se a indicação ao Oscar era apenas uma possibilidade na Parte 1, aqui se torna uma expectativa real.

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Cynthia Erivo mantém a intensidade — mas recebe menos do que merece

Cynthia Erivo, por sua vez, mantém a força interpretativa que a consagrou, oferecendo uma Elphaba intensa, ferida e politicamente marcada. No entanto, o roteiro limita seu alcance emocional. Falta densidade interna, falta conflito, falta a queda dramática que deveria sustentar a mitologia da personagem. A produção confia demais no conhecimento prévio do público — recurso sempre perigoso — e entrega menos do que Erivo tem potencial para realizar.

Um final grandioso, mas com gosto de “poderia ser mais”

No desfecho, Wicked: Parte 2 é grandioso e emocional, honra a mitologia criada há décadas e entrega o espetáculo que os fãs esperam. Mas também deixa uma sensação persistente de frustração. É um filme lindamente filmado, tecnicamente impecável, cheio de momentos poderosos, mas que não sustenta por si só a própria importância. Depende demais da Parte 1, e ainda mais do imaginário coletivo moldado por O Mágico de Oz.

Resumo da novela Quando Me Apaixono de sexta, 16/05/2025

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Nas frias instalações do hospital psiquiátrico, Josefina caminha solitária pelo pátio deserto, consumida por remorsos e assombrações. Seus olhos, perturbados e fundos, se fixam em uma figura que surge diante dela: é Roberta, etérea e fantasmagórica, vestida com um longo traje cor de amora, como se flutuasse entre o mundo dos vivos e o além. Em um momento de desespero e esperança, Josefina estende os braços e implora que a filha não a abandone. Tenta abraçá-la, mas, assim que seus dedos se aproximam, Roberta se desfaz no ar como uma névoa delicada, deixando apenas um vazio angustiante.

Desesperada, Josefina grita pelo nome da filha enquanto vozes sombrias e zombeteiras ecoam ao seu redor. Vagando sem rumo, enlouquecida, ela chora com culpa e fúria até ser contida por enfermeiras, que a sedam para acalmá-la. O destino de Josefina se cumpre ali, enclausurada entre os próprios fantasmas, onde permanecerá até o último suspiro, assombrada pelo peso de suas escolhas.

Mas fora dos muros do passado, a vida floresce.

Com o passar dos anos, Renata segue construindo sua história ao lado de Jerônimo. O casal celebra a chegada de mais uma filha, somando amor ao seu lar. Enquanto isso, Matías e Adriana formam uma bela família com dois filhos encantadores. As famílias crescem, os vínculos se fortalecem, e o tempo, com sua sabedoria silenciosa, cura feridas e reabre caminhos.

Anos depois, todos se reencontram no tradicional Festival do Vinho, uma celebração que une gerações em torno de um sonho comum. É lá que o premiado Vino San Rafael, produzido na Fazenda A Bonita, é consagrado pelos jurados como o melhor da região. A alegria explode em aplausos quando Jerônimo, Carlos e Lázaro sobem ao palco para receber o troféu. Emocionado, Jerônimo dedica o prêmio à memória de seu irmão:

“Eu amei meu irmão e amei os sonhos que ele deixou. Defenderemos sua terra, seus ideais, e honraremos tudo o que ele acreditava. Esta vitória é para você, Rafa!”

Na plateia, os rostos conhecidos refletem orgulho e emoção: Regina ajuda a reunir as crianças para a comemoração; Inês e Isidro trocam sorrisos no bar; Andrezinho, agora um jovem bonito, caminha entre amigos e parentes; Alzira acompanha Luz, já crescida, enquanto Karina e Lázaro cuidam de um menino que é o espelho do pai. Matilde embala, com ternura, uma criança que dorme serena em seus braços.

A fazenda A Bonita é agora um paraíso de famílias, risos e memórias — terras férteis não apenas de uvas, mas de amor, esperança e renovação.

Na sala de estar da fazenda, Rafael, o garotinho que leva o nome do tio, brinca entre as gêmeas idênticas Marina e Irene. Renata entra carregando nos braços sua filha caçula, envolvida pela paz de uma mãe realizada.

Ao cair da tarde, após a celebração, Renata e Jerônimo caminham pelos vinhedos com os filhos, todos vestidos com roupas brancas tradicionais. Em um momento simbólico de união, pisam uvas juntos, transformando aquele gesto ancestral em um ritual de amor e pertencimento.

Mais tarde, sozinhos diante do pôr do sol que banha os campos dourados, Renata e Jerônimo se olham com a mesma intensidade do primeiro encontro.

“O Retorno” | Ralph Fiennes e Juliette Binoche vivem drama épico e visceral na releitura sombria da Odisseia

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Imagine Odisseu não como o herói invencível da mitologia grega, mas como um homem esgotado, marcado por duas décadas de guerras, ausências e arrependimentos. Assim é “O Retorno”, drama épico dirigido por Uberto Pasolini, que estreia nos cinemas brasileiros em 4 de setembro, com distribuição da O2 Play. Estrelado por Ralph Fiennes e Juliette Binoche, o longa é uma releitura sóbria e profundamente emocional da última parte da Odisseia, clássico de Homero — agora sem criaturas mitológicas, mas com muita humanidade à flor da pele.

Após estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF) em 2024, o filme marca o reencontro histórico de Fiennes e Binoche quase três décadas após o clássico “O Paciente Inglês”, vencedor do Oscar. Na nova produção, os dois mergulham em personagens complexos, carregados de perdas, silêncios e escolhas que moldaram o destino de uma família e de um reino.

Um herói despido da mitologia

O longa recusa a grandiosidade típica das adaptações de Homero. O que vemos é um Odisseu envelhecido, irreconhecível até para os seus, que chega à ilha de Ítaca como um náufrago de si mesmo, nu na areia, mais espectro do que homem. A direção de Pasolini opta por retratar o herói sem glória, mas com profundidade — um soldado marcado pelas feridas da guerra e pela dor do tempo perdido.

O roteiro, assinado por Edward Bond e John Collee, opta por uma abordagem intimista: sem deuses, sem monstros, sem milagres. Apenas as consequências humanas de duas décadas de guerra e ausência. A câmera se aproxima mais das expressões do que dos combates, dando protagonismo ao que arde por dentro.

Penélope: a fortaleza silenciosa

Juliette Binoche interpreta Penélope com a gravidade de quem segurou um império em ruínas com as próprias mãos. Pressionada por pretendentes que querem ocupar o trono deixado vago, ela se mantém firme, tecendo a mortalha do sogro como forma de adiar uma decisão inevitável. Sua resistência é feita de gestos sutis, de escolhas simbólicas, de uma fé silenciosa na volta de um homem que o mundo já deu como morto.

A relação entre Penélope e Odisseu, quando finalmente se reencontram, não é marcada por explosões emocionais, mas por camadas de ressentimento, saudade e reconhecimento tardio. Binoche oferece uma atuação contida e poderosa, equilibrando dor e dignidade.

Telêmaco: entre o pai ausente e o presente desmoronando

Charlie Plummer dá vida a Telêmaco, o filho deixado para trás, agora um jovem dividido entre o dever e a mágoa. Ao reencontrar o pai, não há idealização: há confronto, mágoa e cobranças. A juventude de Telêmaco é atravessada pelo peso de um legado que ele não pediu, e por uma ausência que moldou sua identidade.

Sua trajetória no filme é tanto uma busca por pertencimento quanto uma libertação. No fim, é ele quem decide partir, não como fuga, mas como uma afirmação: o ciclo precisa ser quebrado.

Um drama visualmente sóbrio e emocionalmente denso

Rodado em locações na Grécia e na Itália, especialmente em Corfu e no Peloponeso, o filme possui uma fotografia elegante, mas jamais espalhafatosa. O cenário natural dialoga com o tom melancólico da narrativa. Os silêncios pesam, e a trilha sonora composta por Rachel Portman (executada pela Roma Film Orchestra) reforça a carga emocional com delicadeza.

Diferente de outras adaptações que apostam no espetáculo, O Retorno aposta na crueza da experiência humana, em olhares que dizem mais que palavras, em mãos calejadas que carregam o passado como cicatriz.

Sangue, vingança e esgotamento

A sequência do arco — famosa na Odisseia — ganha uma roupagem mais sombria e visceral. Odisseu, disfarçado, vence os pretendentes em um desafio de arco e flecha, revelando sua identidade. Em seguida, o massacre. Flechas voam, portas se fecham, a vingança se cumpre. Mas não há catarse.

O pedido de Penélope para que seu filho poupe Antínoo, o mais violento dos pretendentes, é ignorado. Telêmaco o mata, e sua mãe, horrorizada, percebe que o retorno não trouxe paz — apenas mais morte. A violência que Odisseu tentou deixar para trás o seguiu até em casa.

Bastidores de um projeto sonhado por décadas

O diretor Uberto Pasolini planejava adaptar a Odisseia há mais de 30 anos. Em 2022, finalmente tirou o projeto do papel com produção internacional envolvendo Itália, Grécia, Reino Unido e França. O orçamento de US$ 20 milhões é modesto para um épico, mas usado com precisão e sobriedade. A estreia nos Estados Unidos aconteceu em dezembro de 2024, com lançamento no Reino Unido em abril de 2025.

CBS cancela o reboot de A Protetora após 5 temporadas e spin-off não avança

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A CBS decidiu colocar um ponto final em A Protetora (The Equalizer) após cinco temporadas de ação, mistério e muita justiça feita à sua maneira. A informação foi confirmada pela Variety, e a notícia pegou muitos de surpresa, mas, ao mesmo tempo, não foi algo completamente inesperado. Além de cancelar a série, a emissora também deu um fim no spin-off que estava em desenvolvimento.

O que pode ter contribuído para o cancelamento, claro, foi o desempenho da série nos últimos tempos. A audiência começou a cair, especialmente na última temporada, o que fez a CBS repensar se valia a pena continuar investindo na produção. E, para piorar, A Protetora é coproduzida pela CBS Studios e pela Universal Television, o que a tornava financeiramente mais cara para a emissora. Em uma época de otimização de recursos, onde cada decisão tem que fazer sentido, a série acabou perdendo sua chance de continuar.

A Trama: Robyn McCall em Busca de Justiça

Lançada em 2021, A Protetora trouxe uma versão moderna do clássico dos anos 80 com o mesmo nome, e também foi inspirada nos filmes estrelados por Denzel Washington. A série seguiu a história de Robyn McCall, uma ex-agente da CIA, interpretada pela incrível Queen Latifah. Depois de deixar a vida de espionagem para trás, Robyn decide usar todas as habilidades que aprendeu na agência para ajudar pessoas comuns que estão em apuros. Ela se torna uma vigilante anônima, ajudando aqueles que não têm mais a quem recorrer.

Robyn não é só uma heroína de ação – a série também nos mostra seu lado pessoal, lidando com problemas familiares e questões internas, o que dá à personagem uma profundidade muito interessante. A atriz Queen Latifah foi super elogiada por sua performance, e muitos fãs ficaram encantados com a maneira como ela trouxe uma nova energia ao personagem que, originalmente, foi interpretado por Edward Woodward nos anos 80.

Por Que Aconteceu?

O cancelamento de A Protetora não é uma surpresa total, especialmente com a queda na audiência que a série experimentou nas últimas temporadas. O público que acompanhava as aventuras de Robyn McCall acabou diminuindo, e isso pesou nas decisões da CBS. Além disso, o fato de a série ser coproduzida pela Universal Television fez com que os custos de produção fossem mais elevados para a emissora, o que acabou tornando o projeto menos atrativo, principalmente considerando o momento financeiro que as grandes emissoras e plataformas de streaming vivem atualmente.

Não podemos esquecer também que a emissora estava apostando no spin-off de A Protetora, mas, com o fracasso da série original em manter números consistentes, esse novo projeto também foi cancelado. Era a ideia de expandir a história e o universo da série, mas isso agora ficará apenas no papel.

O Legado da Série

Apesar de o fim de A Protetora ser triste para os fãs, a série deixa um legado positivo. Além de trazer uma protagonista feminina forte, que deu uma nova visão ao conceito da série original, A Protetora também abordou temas como justiça social, empoderamento e questões pessoais de uma maneira muito envolvente. A performance de Queen Latifah foi um dos pontos mais altos da série, e sua interpretação de Robyn McCall vai ser lembrada como uma das melhores em dramas de ação na TV.

Em tempos onde a competição no mercado de TV e streaming é cada vez mais acirrada, cancelamentos como esse são cada vez mais comuns. As emissoras precisam justificar o investimento em cada projeto e, com o desempenho de A Protetora caindo, a CBS optou por seguir em frente com outras opções.

Para quem está no Brasil, o fim da série não significa que não podemos continuar acompanhando Robyn McCall. A Protetora está disponível no Globoplay, o que significa que os fãs podem maratonar as temporadas passadas e reviver a jornada da personagem, que, mesmo com o cancelamento, continua sendo uma das mais memoráveis dos últimos tempos.

The Beauty revela trailer perturbador e transforma a busca pela perfeição em um pesadelo mortal

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Foto: Reprodução/ Internet

O universo da moda, tradicionalmente associado ao glamour, à elegância e à busca incessante pela perfeição, ganha contornos sombrios e perturbadores em The Beauty, nova produção criada por Ryan Murphy em parceria com Matt Hodgson. Teve seu trailer oficial revelado nesta segunda-feira (5), a série é baseada na aclamada HQ homônima escrita por Jeremy Haun e Jason A. Hurley e promete ser um dos lançamentos mais impactantes da televisão em 2026. Misturando drama, suspense, terror psicológico e crítica social, a obra mergulha fundo nos limites da vaidade humana e nos perigos de uma sociedade obcecada pela aparência. Abaixo, confira o vídeo:

A trama se inicia quando o mundo da alta costura é abalado por uma sequência de mortes misteriosas e extremamente macabras envolvendo supermodelos internacionais. O que, a princípio, parece uma série de crimes isolados logo se revela parte de algo muito maior e mais perigoso. Para investigar o caso, o FBI envia a Paris os agentes Cooper Madsen e Jordan Bennett, dois profissionais experientes que rapidamente percebem que estão lidando com uma ameaça que ultrapassa fronteiras, leis e até mesmo conceitos básicos de ética e humanidade.

À medida que a investigação avança, os agentes descobrem a existência de um vírus sexualmente transmissível capaz de transformar pessoas comuns em versões fisicamente perfeitas de si mesmas. Corpos esculturais, rostos simétricos e juventude quase eterna passam a ser possíveis graças a essa “benção” científica. No entanto, o que parece um milagre moderno cobra um preço alto e brutal. As consequências da infecção são tão devastadoras quanto imprevisíveis, levando a deformações, surtos violentos e, em muitos casos, à morte.

No centro desse pesadelo está uma figura conhecida apenas como “A Corporação”, um bilionário da tecnologia interpretado por Ashton Kutcher. Misterioso, frio e extremamente calculista, ele é o criador da droga revolucionária apelidada de “A Beleza”. Por trás de um discurso de progresso, inovação e liberdade estética, esconde-se um império trilionário construído sobre experimentos ilegais, manipulação genética e exploração humana. Para proteger seus segredos e manter o controle absoluto sobre o mercado da perfeição, A Corporação não hesita em recorrer à violência extrema, acionando seu executor pessoal conhecido apenas como O Assassino, vivido por Anthony Ramos.

Enquanto Cooper e Jordan tentam juntar as peças desse quebra-cabeça mortal, a narrativa se expande para outros personagens igualmente impactados pela epidemia. Um deles é Jeremy, interpretado por Jeremy Pope, um forasteiro perdido e desesperado que se vê envolvido no caos causado pela disseminação da droga. Em busca de um propósito e tentando sobreviver em um mundo que valoriza apenas a aparência, ele representa o olhar mais humano e vulnerável da história, funcionando como um contraponto emocional à frieza das grandes corporações e ao cinismo da indústria da beleza.

A série adota uma narrativa global, levando os personagens a uma corrida contra o tempo por cidades icônicas como Paris, Veneza, Roma e Nova Iorque. Cada cenário não serve apenas como pano de fundo estético, mas também reforça a crítica central da obra: a padronização da beleza e o culto ao corpo perfeito são fenômenos globais, alimentados por redes de poder, consumo e influência midiática. Ryan Murphy utiliza essas paisagens para criar um contraste constante entre o belo e o grotesco, o luxo e a decadência.

No elenco, Evan Peters, colaborador frequente de Murphy, assume o papel do agente Cooper Madsen, entregando mais uma atuação intensa e complexa. Rebecca Hall interpreta Jordan Bennett, uma investigadora inteligente, pragmática e emocionalmente marcada pelos horrores que descobre ao longo do caso. Isabella Rossellini surge como Franny Forst, uma figura influente e enigmática ligada ao mundo da moda, cuja presença adiciona ainda mais camadas de mistério à trama. Bella Hadid, supermodelo na vida real, interpreta Ruby, personagem que dialoga diretamente com a crítica à indústria fashion e ao culto à imagem.

Do ponto de vista temático, a série se encaixa perfeitamente na filmografia e no estilo narrativo de Ryan Murphy. Conhecido por explorar os limites da sociedade contemporânea em séries como American Horror Story, Nip/Tuck e Pose, o criador volta a provocar o público ao questionar até onde a humanidade está disposta a ir em nome da perfeição. A série aborda questões como bioética, capitalismo extremo, exploração do corpo, identidade e o impacto psicológico da busca incessante por aceitação e reconhecimento.

O desenvolvimento da série foi anunciado oficialmente em 30 de setembro de 2024, quando o canal FX confirmou que estava trabalhando em uma adaptação da HQ com Ryan Murphy e Matt Hodgson à frente do projeto. Em agosto de 2025, a emissora revelou que a estreia estava prevista para 2026, informação reforçada pelo próprio Murphy em outubro do mesmo ano, quando indicou janeiro como o mês escolhido. Finalmente, em 3 de dezembro de 2025, o FX confirmou a data oficial de estreia: 21 de janeiro de 2026.

As filmagens aconteceram entre novembro de 2024 e junho de 2025, passando por diversas locações internacionais, o que reforça a ambição visual e narrativa da série. O cuidado com a fotografia, o figurino e a ambientação já é evidente no trailer, que apresenta uma estética elegante, perturbadora e altamente estilizada, alinhada ao tom crítico e provocador da história.

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