Kevin James se reinventa em Família à Prova de Balas: Ação, comédia e um pai disposto a tudo pela família

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Foto: David Scott Holloway

Quando pensamos em Kevin James, a imagem que vem à mente é a de um comediante capaz de arrancar gargalhadas com seu jeito simples e carismático. Mas no seu novo filme, Família à Prova de Balas (“Guns Up”), que estreia no Brasil em 31 de julho, James vai além. Ele mostra que é possível misturar ação eletrizante com o humor que lhe é tão natural — e ainda contar uma história de amor e proteção familiar que toca fundo no coração. Abaixo, confira o trailer do filme:

Um pai comum, um herói improvável

No centro da trama está Raymond ‘Ray’ Hayes, um ex-policial que, como muitos pais, só quer construir um futuro tranquilo para sua esposa e filhos. Ray quer deixar para trás os dias turbulentos da força policial e investir em um negócio familiar, buscando aquela estabilidade que todo pai sonha para os seus. Mas o passado insiste em persegui-lo — e quando ele se vê marcado pela máfia, a luta para proteger quem ama ganha um novo sentido.

É nesse conflito entre o desejo de paz e a necessidade de ação que Kevin James brilha. Ele não interpreta apenas o homem que dá socos e tiros, mas aquele que enfrenta medos, dúvidas e o peso da responsabilidade que todos os pais conhecem tão bem.

Risadas no meio do caos

Se o filme fosse só ação, talvez faltasse algo. Mas Família à Prova de Balas entende que a vida real é uma mistura: às vezes, a gente se vê diante do inesperado — e a melhor arma é um sorriso ou uma piada certeira. Kevin James usa seu talento para aliviar a tensão, mostrando que até nos momentos mais complicados, o humor é um refúgio, uma forma de manter a humanidade intacta.

O elenco, com nomes como Christina Ricci e Luis Guzmán, dá suporte a essa mistura, trazendo personagens que ajudam a construir um mundo onde perigo e afeto andam lado a lado.

No fim das contas, Família à Prova de Balas é uma homenagem àqueles que correm riscos diários para garantir segurança e amor dentro de casa. É um lembrete de que, por trás de cada pai, mãe ou responsável, existe uma força imensa — uma vontade de proteger que não mede esforços.

Esse filme chega para nos lembrar que, mesmo quando o mundo lá fora parece louco e caótico, dentro de casa podemos encontrar a coragem para continuar, a inspiração para lutar, e o motivo para nunca desistir.

Na telona, uma experiência para todos

Com estreia marcada para o dia 31 de julho e distribuição da Diamond Films, o longa promete não só divertir como também conectar o público com uma história universal e verdadeira — aquela que fala do amor, da luta e da resiliência da família.

Ghosts of Hiroshima: James Cameron leva às telas a inacreditável história de um homem que sobreviveu a duas bombas atômicas

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Foto: Reprodução/ Internet

O cinema, por vezes, se transforma em ponte entre o passado e o presente — uma ponte feita de lembranças, traumas e a difícil arte de não esquecer. É justamente nesse território sensível que se insere O Último Trem de Hiroshima, novo projeto dirigido por James Cameron (Titanic, Avatar), que teve seu primeiro trailer divulgado esta semana e já provoca emoção e expectativa. As informações são do Variety.

Inspirado no livro Ghosts of Hiroshima, do pesquisador Charles Pellegrino (The Ghosts of Vesuvius), o filme narra a história real de Tsutomu Yamaguchi, o homem que sobreviveu às duas maiores tragédias nucleares da humanidade — Hiroshima e Nagasaki — em um intervalo de apenas três dias.

Entre o horror e a esperança

Na madrugada de 6 de agosto de 1945, Yamaguchi estava em Hiroshima a trabalho quando a primeira bomba caiu. Ferido e desorientado, conseguiu embarcar em um trem de volta para sua cidade natal — Nagasaki — na esperança de reencontrar a família. Três dias depois, sobreviveu ao segundo ataque atômico. Mais do que uma ironia do destino, sua jornada se tornou símbolo da resiliência humana diante da destruição total.

A produção pretende explorar não apenas os fatos históricos, mas também o impacto emocional, social e espiritual dessa experiência. O filme propõe uma narrativa íntima e empática, guiada pela pergunta: o que resta do ser humano depois do fim?

James retorna ao cinema com propósito

Conhecido por transformar tragédias em epopeias sensíveis, Cameron retoma seu lugar como contador de histórias humanas. “Este não é um filme de guerra. É um filme sobre humanidade, memória e sobrevivência. E é também um lembrete urgente do que o ser humano é capaz de fazer — e de suportar”, afirmou o diretor em nota à imprensa.

A parceria com Pellegrino, que também trabalhou nos bastidores de Titanic e é profundo conhecedor de catástrofes históricas, garante o compromisso com a veracidade e a profundidade dos relatos. O longa será lançado em 2025, coincidindo com os 80 anos dos bombardeios de Hiroshima e Nagasaki.

Memória viva em cada frame

O trailer já revela um recorte visual impactante, marcado por silêncio, fumaça, sombras humanas gravadas nas paredes. A fotografia aposta na sobriedade, no olhar contemplativo. Mais do que mostrar a explosão, o filme quer mostrar o depois — o que acontece com as vidas interrompidas, com as famílias devastadas, com os que sobrevivem e precisam reaprender a viver.

Segundo fontes ligadas à produção, o filme também contará com depoimentos reais e arquivos históricos inéditos. Cameron pretende dar voz não só a Yamaguchi, mas a uma geração que viu o mundo acabar e ainda assim lutou para reconstruí-lo.

Legado, não espetáculo

Embora envolva efeitos visuais de última geração, o foco não está na grandiosidade tecnológica — mas na dimensão humana do trauma. O filme resgata o horror não como espetáculo, mas como advertência. O diretor espera que o público reflita sobre os perigos da guerra, do esquecimento e da desumanização.

A expectativa é que O Último Trem de Hiroshima percorra festivais internacionais e dispute prêmios importantes, mas seu impacto vai além dos troféus. “Queremos que esse filme seja visto por estudantes, professores, líderes políticos e por qualquer pessoa que acredite que a paz é um esforço coletivo de memória”, disse um dos produtores.

F1: O Filme ultrapassa 1 milhão de espectadores no Brasil e conquista as bilheteiras com velocidade máxima

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Foto: Reprodução/ Internet

Quando as luzes se apagam na sala de cinema e o rugido dos motores preenche o espaço, o espectador não está apenas assistindo a um filme — ele está sendo transportado diretamente para o centro de uma corrida de Fórmula 1. Com essa proposta visceral e ambiciosa, F1: O Filme não só chegou aos cinemas brasileiros, mas cruzou a linha de chegada como um dos maiores sucessos do ano. Em menos de um mês, o longa ultrapassou a marca de R$ 27,9 milhões em bilheteria no país, com mais de 1,1 milhão de pessoas já impactadas pela experiência.

O realismo como protagonista

Diferente de tudo que o gênero já viu, o longa dirigido por Joseph Kosinski (de Top Gun: Maverick) aposta em uma imersão radical: atores como Brad Pitt e Damson Idris gravaram cenas dentro de carros reais da Fórmula 1, nos próprios circuitos do campeonato mundial de 2024.

Não há truque de computação gráfica capaz de simular o que foi captado ali. O público sente o calor, o tremor, a tensão da largada. “É quase como se o cinema tivesse descoberto uma nova maneira de nos colocar dentro da ação”, diz o crítico esportivo e cineasta Lucas Pina, em entrevista exclusiva. “Você não vê a corrida — você participa.”

Brad Pitt no papel mais acelerado da carreira

O astro vencedor do Oscar interpreta Sonny Hayes, um ex-piloto que deixou a Fórmula 1 no auge e retorna ao mundo das corridas em um momento de crise pessoal e profissional. Sua missão: ajudar a salvar uma equipe à beira do colapso, treinando e convivendo com um jovem talento cheio de garra e ambição.

A química entre Pitt e Idris (que vive Joshua Pierce) é um dos pontos altos do filme, e remete ao clássico embate entre experiência e juventude, algo muito presente no universo do automobilismo. Já Javier Bardem, no papel de Ruben Cervantes, entrega a intensidade de um homem que aposta tudo na última cartada.

O toque de Hamilton: autenticidade com assinatura campeã

Se a autenticidade é a alma do filme, muito disso se deve ao envolvimento direto de Lewis Hamilton, heptacampeão mundial da Fórmula 1 e produtor do projeto. Ele foi responsável por garantir que todos os detalhes — dos capacetes aos diálogos dos boxes — refletissem a realidade do paddock.

O próprio diretor conta que tudo começou com um simples e-mail: “Eu escrevi para o Lewis dizendo que queria fazer o filme de corrida mais autêntico já feito. Ele não hesitou em topar”, lembra Kosinski.

Trilha sonora que acelera o coração

E como se não bastasse a adrenalina visual, a trilha sonora do filme tem a assinatura do lendário Hans Zimmer, responsável por transformar motores em música e curvas em emoção. “A música não apenas acompanha a cena — ela a conduz”, afirmou o compositor em material de divulgação. A batida das faixas se funde com o som dos pneus queimando, resultando numa das trilhas mais intensas do cinema recente.

Cultura pop e legado da Fórmula 1

O sucesso de F1: O Filme também marca um ponto de virada cultural: é a primeira vez que o automobilismo é retratado com tamanha profundidade, qualidade e impacto cinematográfico. Não é à toa que o filme já é apontado como um divisor de águas no gênero esportivo.

Em exibição nos cinemas

Com distribuição em todo o Brasil, F1: O Filme segue em cartaz nas principais redes de cinema. Para quem busca uma experiência cinematográfica de tirar o fôlego, essa é uma sessão obrigatória — e, preferencialmente, na maior tela possível.

Arquivo A desta quinta (17) investiga quem são os “Novos Católicos” em edição especial

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Na próxima quinta-feira (17/7), às 21h, a TV Aparecida exibe um episódio especial do Arquivo A com o tema “Novos Católicos”. A reportagem, conduzida pelo jornalista Eduardo Gois, se aprofunda em um movimento silencioso, mas significativo: o de brasileiros que, em meio aos desafios da vida moderna, têm redescoberto a fé católica — seja por herança familiar, seja por um reencontro espiritual.

Católicos ainda são maioria no Brasil — mas o perfil está mudando

De acordo com dados do Censo Demográfico de 2022, o catolicismo ainda representa 56,7% da população brasileira. Isso significa que, apesar da crescente diversidade religiosa no país, a fé católica permanece como a predominante em 5.300 dos 5.570 municípios.

O programa mostra, no entanto, que esses números agora representam um mosaico mais complexo. Há aqueles que nasceram em lares católicos e mantêm a fé ativa; outros que se afastaram e retornaram em momentos de crise; e ainda os que descobriram a doutrina por meio de gestos concretos de amor ao próximo.

Fé que transforma vidas: testemunhos que inspiram

A reportagem mergulha em depoimentos comoventes que revelam como a fé católica tem sido redescoberta de forma autêntica por brasileiros de diferentes realidades. Entre eles, jovens que trocaram a indiferença espiritual pelo engajamento em comunidades, adultos que encontraram no Evangelho uma resposta para traumas pessoais e pessoas que se aproximaram da Igreja por meio de ações sociais, missões ou projetos de acolhimento.

“Ser católico hoje vai além da missa de domingo”, destaca um dos entrevistados. “É viver o Evangelho todos os dias — na família, no trabalho, nas pequenas atitudes.”

Catolicismo no cotidiano: uma vivência para além do templo

O programa reforça que o catolicismo continua sendo uma força viva no país, mas que se manifesta de forma cada vez mais plural. Evangelização digital, movimentos jovens, voluntariado, projetos sociais e missionários: a reportagem mostra como os “novos católicos” vivem a fé na prática, com compaixão, diálogo e presença ativa nas comunidades.

Bambi: The Reckoning ganha prévia assustadora e transforma clássico em slasher brutal

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Um dos personagens mais sensíveis da história da animação agora ganha contornos sombrios e assustadores. Em Bambi: The Reckoning, o clássico cervo da floresta retorna às telas de forma irreconhecível, reimaginado como uma força implacável de vingança e destruição. A nova produção de terror dos criadores de Ursinho Pooh: Sangue e Mel (2023) estreia nos cinemas dos Estados Unidos no próximo dia 25 de julho e faz parte do controverso universo que transforma figuras da infância em protagonistas de histórias sangrentas.

Nova prévia antecipa o clima de tensão e horror

Divulgado nesta quarta-feira (16), o novo trecho do filme reforça o tom de suspense que a produção pretende entregar. No vídeo, uma mulher observa atentamente o lado de fora de uma janela, enquanto uma criança folheia desenhos que remetem à figura de um cervo. Aos poucos, o ambiente vai sendo tomado por uma atmosfera estranha — até que mãe e filho testemunham algo perturbador, encerrando a cena em um silêncio carregado de tensão.

Essa introdução prepara o terreno para a história de Xana (Roxanne McKee, de Game of Thrones) e Benji (Tom Mulheron, de The Last Kingdom), mãe e filho que sofrem um acidente de carro em uma floresta remota. Feridos e desorientados, os dois acabam se tornando alvos de uma criatura misteriosa e violenta — uma nova e terrível versão de Bambi.

Da delicadeza ao pesadelo: a reinvenção de um clássico

Muito distante do tom lírico do longa original de 1942, Bambi: The Reckoning resgata a dor da perda — mas agora sob o olhar de um filme slasher, repleto de cenas gráficas e estética angustiante. A figura do cervo, marcada pela orfandade na infância de muitas gerações, é convertida em símbolo de fúria, agindo como uma máquina de matar movida por instinto e trauma.

A produção integra o chamado Twisted Childhood Universe, iniciativa da Jagged Edge Productions em parceria com a ITN Studios. O mesmo universo já trouxe à tona Ursinho Pooh: Sangue e Mel e prepara outros títulos como Peter Pan’s Neverland Nightmare e Pinocchio: Unstrung — todos com o objetivo de revisitar a cultura pop infantil por meio da linguagem do horror contemporâneo.

Criação, direção e proposta estética

O longa é dirigido por Dan Allen (Unhinged), com roteiro de Rhys Warrington (It Came from Below), que apostam em uma abordagem intensa e visualmente agressiva. Com locações em florestas densas e iluminação dramática, a proposta é criar uma experiência claustrofóbica para o espectador. A direção de arte aposta em elementos naturais distorcidos e criaturas animalescas que flertam com o surreal, mas sem abrir mão da brutalidade física típica do gênero slasher.

Entre a crítica e o fascínio do público

Assim como outras produções do mesmo universo, Bambi: The Reckoning tem dividido opiniões. Enquanto parte do público celebra a ousadia de subverter ícones infantis e inseri-los em narrativas de terror, críticos mais tradicionais questionam os limites do revisionismo cultural e os riscos da exploração comercial da nostalgia.

Ainda assim, o filme chega com forte apelo entre os fãs do cinema de horror alternativo, especialmente os que apreciam a estética trash, o gore e os elementos caricatos de produções B. Há também uma leitura mais simbólica: a infância ferida pelo abandono e pela perda pode, aqui, se transformar em força selvagem — ainda que essa força venha acompanhada de sangue.

Lançamento e expectativa

A estreia nos Estados Unidos está confirmada para o dia 25 de julho, em salas selecionadas. Ainda não há confirmação oficial sobre o lançamento no Brasil, mas é possível que o longa chegue via plataformas digitais, como ocorreu com títulos anteriores do mesmo universo.

Em Fortaleza, Shopping Iguatemi Bosque recebe Bob Esponja – A Experiência pela primeira vez

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Um abacaxi no fundo do mar agora também tem endereço em Fortaleza. Pela primeira vez na capital cearense, Bob Esponja – A Experiência convida o público a mergulhar — literalmente — no mundo encantado da Fenda do Biquíni. A mostra interativa ocupa o piso L1 do Shopping Iguatemi Bosque até o dia 24 de agosto e transforma as férias em um passeio repleto de cor, memória afetiva e descoberta para toda a família.

Entre conchas, hambúrgueres de siri e muita nostalgia

Quem passar pelo espaço vai se deparar com ambientes cenográficos que parecem saídos diretamente da tela da televisão. Do restaurante Siri Cascudo à casa de Patrick Estrela, da autoescola da exigente Sra. Puff ao guarda-roupa excêntrico de Bob Esponja, a exposição transporta o visitante para dentro da série que marcou gerações.

Com mais de mil metros quadrados de área, a experiência vai além da contemplação. O público pode tocar, explorar e interagir com cada cenário. Há também figurinos originais usados em musicais e até peças desfiladas pela grife Moschino em Milão, além de roteiros autografados por Wendel Bezerra — voz oficial de Bob Esponja no Brasil.

A origem de tudo: do laboratório à TV

Entre as surpresas da exposição está a versão digital da HQ educativa “The Intertidal Zone”, criada por Stephen Hillenburg antes mesmo do nascimento oficial do personagem. O material, raramente visto pelo público, revela como o criador misturou sua formação em biologia marinha com sua paixão pela animação para dar vida a uma das esponjas mais famosas do mundo.

E sim, a famigerada fórmula secreta do hambúrguer de siri também está lá. Mas, como era de se esperar, continua envolta em mistério.

Sucesso nacional chega ao Ceará com estrutura inédita

Depois de passar por São Paulo e Recife, onde conquistou multidões, a maior mostra imersiva já feita sobre Bob Esponja estreia em Fortaleza com toda sua estrutura original. Desenvolvida pela YDreams Global em parceria com a Paramount, a exposição propõe uma leitura contemporânea e artística do universo do personagem, misturando humor, tecnologia e cultura pop.

Para os organizadores, trazer o projeto ao Nordeste é também uma forma de democratizar o acesso a grandes experiências interativas, tornando a arte e a diversão acessíveis a diferentes públicos.

Diversão para todas as idades — e sentidos

Com classificação livre e uma ambientação pensada para encantar crianças, jovens e adultos, “Bob Esponja – A Experiência” é mais do que uma simples homenagem a um ícone da TV. É uma celebração sensorial, onde o tato, a visão e a imaginação caminham juntos. É também um espaço de encontro entre pais e filhos, onde histórias se cruzam e lembranças ganham novas formas.

Rodriguinho presta homenagem a Jorge Ben Jor com releitura intimista em projeto acústico

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Rodriguinho, um dos principais nomes do pagode contemporâneo brasileiro, lança uma versão especial do medley “Por Causa de Você e Chove Chuva”, clássicos de Jorge Ben Jor de 1963. Disponível nas principais plataformas digitais e no YouTube, a faixa integra o projeto Rodriguinho Acústico, gravado ao vivo no Teatro Bradesco, em São Paulo, em uma apresentação marcada pela proximidade com o público e o resgate das raízes musicais.

Medley une gerações e estilos com arranjos sofisticados

Com arranjos cuidadosamente elaborados, Rodriguinho imprime sua identidade artística ao medley, trazendo uma roupagem acústica que respeita a essência original das canções de Jorge Ben Jor. O resultado é uma fusão entre o samba-rock característico do icônico músico e o pagode romântico que consolidou Rodriguinho como um dos principais nomes do gênero nas últimas décadas. A releitura traz uma sonoridade que conecta diferentes públicos e gerações, reforçando a perenidade da música brasileira.

Projeto Rodriguinho Acústico: mais que um show, uma celebração

Gravado em um dos palcos mais prestigiados do país, o Teatro Bradesco, o Rodriguinho Acústico representa um momento especial de renovação e maturidade musical para o artista. O projeto reúne versões intimistas de seus grandes sucessos e homenagens a artistas que marcaram sua trajetória, como Jorge Ben Jor. A escolha pelo formato acústico permite um contato mais direto e verdadeiro com o público, aproximando o espectador da essência da música.

Rodriguinho fala sobre a homenagem e seu processo criativo

“Esse projeto é muito especial para mim. Sempre sonhei em fazer algo nesse formato, mais próximo, mais intimista, mais verdadeiro. Homenagear o Jorge Ben Jor foi uma forma de agradecer por tudo que ele representa na nossa música”, declarou Rodriguinho, destacando o peso e a importância da influência do mestre Jorge Ben Jor em sua carreira. O cantor também ressaltou o desafio e a satisfação de reinventar clássicos que fazem parte do patrimônio cultural brasileiro.

Além do lançamento nas plataformas de áudio, o medley está disponível no canal oficial de Rodriguinho no YouTube, ampliando o alcance da homenagem. A divulgação digital é parte estratégica do projeto, que aposta na aproximação com o público por meio de conteúdo audiovisual de qualidade. O formato acústico também se adapta bem às tendências atuais, valorizando a autenticidade e a simplicidade na experiência musical.

Embaúba Filmes lança trailer oficial de “Nada”, suspense poético dirigido por Adriano Guimarães

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A produtora Embaúba Filmes acaba de revelar o trailer oficial de Nada, um filme brasileiro que já está mexendo com as expectativas do público e da crítica, graças a sua proposta única e sensorial. Sob a direção de Adriano Guimarães, conhecido pelo elogiado Temporada, Nada promete transformar a experiência cinematográfica, unindo mistério, poesia e uma reflexão sobre a presença invisível da tecnologia em nossas vidas.

Um mergulho no silêncio e na memória

Diferente dos thrillers tradicionais, Nada é um convite ao silêncio e à contemplação. A narrativa acompanha uma comunidade comum que começa a sentir os efeitos de uma tecnologia invisível e inquietante, capaz de alterar a percepção do tempo e da realidade — um tema que desperta mais perguntas do que respostas, evocando a sutileza poética de Manoel de Barros e o minimalismo dramático de Samuel Beckett.

Com uma fotografia intimista assinada por André Carvalheira, o filme utiliza uma paleta de cores que enfatiza a tensão contida. O design de som, conduzido por Guile Martins, vai além da ambientação: os ruídos do passado ganham voz e tornam-se parte da narrativa, ampliando a sensação de estranhamento e imersão.

Reconhecimento no Brasil e no mundo

Desde a sua produção, Nada tem circulado por importantes festivais internacionais — da Espanha à Índia, da Rússia ao México — conquistando prêmios que ressaltam sua direção, arte e sonoridade. No Festival de Brasília, por exemplo, levou para casa os troféus de Melhor Direção, Direção de Arte e Edição de Som. O longa também recebeu apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, do Ministério da Cultura e do Fundo Setorial do Audiovisual, destacando o papel fundamental do investimento público em obras que desafiam o convencional.

Elenco e equipe que dão voz ao silêncio

Além de Adriano Guimarães na direção, o roteiro de Emanuel Aragão — que também escreveu o sucesso Que Horas Ela Volta? — confere ao filme uma profundidade rara. No elenco, nomes experientes como Bel Kowarick (Babilônia), Denise Stutz (Amores Roubados) e Thais Puello (3%) trazem a intensidade necessária para dar vida a esse universo enigmático. A edição de Sergio Azevedo fecha o time, garantindo ritmo e atmosfera à obra que, mesmo marcada pela lentidão e pelo silêncio, mantém o espectador atento e imerso.

Expectativa para um lançamento que foge do óbvio

Ainda sem data oficial para estreia comercial, o lançamento do trailer já intensifica a curiosidade em torno de Nada. Para quem busca um cinema brasileiro que se arrisca, que provoca e que desperta emoções pela sutileza, este filme surge como um dos lançamentos mais instigantes dos últimos tempos. Uma obra que promete ampliar os horizontes do que é possível no audiovisual nacional, deixando claro que o silêncio também fala — e muito.

Sony Pictures e Spotify lançam experiência digital imersiva para celebrar a estreia de Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado

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A nova versão de “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” estreia nos cinemas nesta quinta-feira (18) com a difícil missão de atualizar uma das franquias de terror mais marcantes dos anos 1990. Mas, antes mesmo de a primeira cena chegar às telonas, a Sony Pictures já conseguiu algo inédito: colocar o público dentro da história. Em parceria com o Spotify, a distribuidora lançou uma ação digital imersiva, personalizada e pioneira no Brasil, que promete mexer com os nervos dos fãs de suspense — e também com seus perfis musicais.

A campanha é ativada por meio do The Stage, formato de mídia interativo em tela cheia (full screen) do Spotify, que conecta marcas e usuários por meio de experiências digitais de alto impacto. Nesta edição, o palco é o próprio universo do terror: ao acessar a experiência, o usuário tem sua conta “invadida” de maneira simbólica e lúdica — e descobre quem ele seria dentro do enredo do filme.

Você não apenas assiste. Você participa.

A jornada criada pela campanha vai além de uma simples ação promocional. Ela parte de uma proposta narrativa: inserir o usuário diretamente na trama, como se ele fosse mais uma peça de um quebra-cabeça sombrio que está prestes a ser montado. Com base nos dados de escuta, hábitos e preferências do usuário na plataforma, o sistema personaliza uma experiência audiovisual que culmina com a entrega de uma playlist única, feita sob medida, com trilha sonora alinhada à atmosfera do novo longa.

A proposta é clara: fazer com que o ouvinte mergulhe no clima tenso e claustrofóbico do filme antes mesmo de pisar na sala de cinema. É uma estratégia ousada que une engajamento digital, nostalgia e inovação tecnológica, criando uma ponte emocional com o público — especialmente o jovem, fã de terror e ávido por experiências imersivas.

A história ganha novas camadas

No enredo do filme, cinco amigos vivem o que seria um verão comum até um trágico acidente virar suas vidas do avesso. Ao optarem por esconder o crime e manter o segredo entre eles, acabam sendo perseguidos por uma figura misteriosa que, um ano depois, conhece os detalhes de tudo o que aconteceu naquela noite. Com uma estética mais sombria e ritmo de thriller psicológico, a nova produção não só reinventa a franquia iniciada em 1997, como também conecta seu passado a essa nova fase: personagens sobreviventes da história original retornam para auxiliar os jovens em perigo, resgatando traumas antigos e ampliando o universo narrativo.

Terror com estratégia digital de ponta

Com essa ação inédita no Spotify, a Sony Pictures mostra que as estratégias de divulgação para o cinema estão se expandindo para além do trailer. A fusão entre entretenimento e plataformas de consumo de música reforça uma tendência do mercado audiovisual: a experiência do público começa muito antes da estreia e pode acontecer em múltiplos formatos — inclusive no feed de recomendações musicais.

A escolha pelo The Stage se alinha a uma lógica de experiência personalizada que tem ganhado força no mercado internacional, mas ainda é rara no cenário brasileiro. Ao associar o terror psicológico da trama ao perfil do usuário, a campanha cria uma experiência envolvente e emocionalmente conectada com o público-alvo do filme.

Rodrigo Sant’Anna e Flávia Reis prometem emoção e gargalhadas no Conversa com Bial desta quinta (17)

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta quinta-feira, 17 de julho, o Conversa com Bial abre espaço para uma dupla que domina a arte do riso com talento, verdade e generosidade: Rodrigo Sant’Anna e Flávia Reis. Em um bate-papo inédito que vai ao ar na TV Globo e no GNT, os dois humoristas compartilham histórias que ultrapassam os palcos e refletem sobre o impacto do humor na construção de suas trajetórias pessoais e profissionais.

Veteranos da comédia e amigos de longa data, Rodrigo e Flávia prometem emocionar o público com relatos de bastidores, memórias de superação e homenagens marcantes — em especial, a nomes como Paulo Gustavo e Maurício Sherman, figuras fundamentais na vida de ambos.

Do subúrbio ao estrelato: humor como ferramenta de ascensão

Rodrigo Sant’Anna, conhecido por personagens inesquecíveis como a Valéria do Zorra Total e atualmente no ar com Tô de Graça, no Multishow, relembra como o sucesso o surpreendeu de forma avassaladora. “Quando a Marília Gabriela me convidou para uma entrevista, eu entendi que aquilo era muito maior do que eu imaginava”, revela, em um dos trechos mais aguardados da conversa.

Ele também recorda o início da carreira no teatro, com a montagem de Os Suburbanos. “Era tudo feito na raça. A banda tocava ao vivo entre os esquetes e eu precisava pegar empréstimo com a minha mãe pra conseguir pagar a galera. Mas foi ali que tudo começou”, antecipa.

Flávia Reis: da palhaçaria hospitalar ao riso na televisão

A atriz e comediante Flávia Reis traz à tona uma visão delicada e profunda sobre o riso como acolhimento — especialmente em seu trabalho voluntário em hospitais. “No hospital, o limite do humor é o outro. Às vezes, o maior presente é só estar presente”, diz ela, em um dos momentos mais sensíveis do programa.

Além disso, Flávia compartilha os bastidores do convite de Maurício Sherman para integrar o Zorra, e também conta como Paulo Gustavo a impulsionou a criar a personagem Vanda da Van. “Ele disse: ‘Abre meu stand up com a Vanda’. Aquilo foi um divisor de águas pra mim”, revela.

Reconexão e identidade: o humor como espelho da vida

Tanto Rodrigo quanto Flávia falam sobre o desafio e a responsabilidade de fazer humor em um país com tantas realidades distintas. Rodrigo destaca a importância de se reconectar com as próprias raízes como forma de manter o humor autêntico. “Sempre que fico travado, volto pra minha infância. É onde tudo começa e tudo faz sentido”, diz.

Já Flávia destaca que o riso, quando nasce do afeto, é mais do que piada: é escuta. É presença. “Humor não é só fazer rir. É saber o que o outro precisa naquele momento.”

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