KYGO: Back at the Bowl | Show histórico do DJ Norueguês chega aos cinemas de São Paulo e Brasília

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Nesta quinta-feira, 25 de setembro, os fãs de música eletrônica em São Paulo e Brasília terão a chance de vivenciar um espetáculo único nos cinemas: KYGO: Back at the Bowl. O filme registra de forma inédita a apresentação do DJ e produtor norueguês no lendário Hollywood Bowl, um dos palcos mais icônicos da história da música mundial. Captado com 18 câmeras em 8K e projetado em formatos imersivos como SCREENX (270°) e 4DX, o longa promete transportar o público para o coração do show, oferecendo uma experiência audiovisual sem precedentes.

Kygo é mais do que um DJ: é um fenômeno internacional. Com mais de 23 bilhões de streams, turnês esgotadas em mais de 60 países e participação nos maiores festivais do mundo, ele se consolidou como um dos artistas mais ouvidos da atualidade. Entre seus feitos, destaca-se o recorde de artista mais rápido a atingir 1 bilhão de streams, além de dez singles com certificação Platinum. Atualmente, integra a lista dos 50 músicos mais transmitidos de todos os tempos no Spotify, mostrando sua capacidade única de conectar-se com públicos de diferentes culturas e gerações.

No Brasil, a relação de Kygo com o público é histórica. Em 2016, sua apresentação na Cerimônia de Encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio emocionou milhões de pessoas, deixando uma marca duradoura na memória nacional. Mais recentemente, ele encantou multidões no GPWeek em São Paulo, em 2022, reforçando a proximidade com o público brasileiro. Seu álbum de estreia, Cloud Nine, alcançou o topo da Billboard Top Dance/Electronic Albums nos Estados Unidos, consolidando seu sucesso internacional e repercussão também no mercado brasileiro.

A direção de KYGO: Back at the Bowl é assinada por Sam Wrench, vencedor do Emmy® e indicado ao Grammy®, conhecido por grandes produções musicais, incluindo Taylor Swift: The Eras Tour e Billie Eilish Live at the O2. Wrench traz para o filme um cuidado técnico excepcional: a captação em 8K, a edição refinada e o som remasterizado permitem que cada espectador sinta a energia do show como se estivesse presente no Hollywood Bowl.

O filme explora formatos imersivos como SCREENX e 4DX, levando a experiência audiovisual a outro patamar. No SCREENX, o público é cercado por imagens em 270°, enquanto o 4DX acrescenta efeitos físicos, como movimento, vento e vibrações, proporcionando uma sensação real de presença no espetáculo. É uma maneira inovadora de aproximar a plateia da intensidade e da emoção que caracterizam os shows de Kygo.

Mais do que números e recordes, Kygo representa a evolução da música eletrônica no cenário global. Seu estilo combina melodias cativantes com produção técnica sofisticada, criando faixas que transitam entre a energia dos grandes festivais e a sensibilidade das playlists pessoais. O filme permite que o público entenda não apenas a grandiosidade de suas apresentações, mas também o trabalho detalhado por trás de cada show, evidenciando a dedicação do artista em transformar cada performance em uma experiência memorável.

KYGO: Back at the Bowl é também um testemunho do poder da música de unir pessoas e emoções. Cada faixa, cada efeito visual e cada detalhe da produção foram cuidadosamente planejados para criar uma narrativa audiovisual que emociona tanto quem acompanhou a turnê quanto novos espectadores. É uma celebração da música como linguagem universal, capaz de transcender fronteiras e conectar culturas diferentes em torno de uma experiência comum.

A estreia global de KYGO: Back at the Bowl ocorre em 26 de setembro, com lançamentos simultâneos em diversos países. No Brasil, a distribuição está a cargo da Sato Company, que promete levar o público a sentir a energia e a emoção do espetáculo mesmo fora dos grandes palcos internacionais.

Para fãs de Kygo, entusiastas da música eletrônica ou simplesmente apreciadores de cinema de alta qualidade, o filme representa uma oportunidade rara: vivenciar a grandiosidade de um show histórico sem sair da cidade. A experiência imersiva permite sentir cada batida, cada vibração da plateia e a intensidade das performances, transformando a ida ao cinema em um verdadeiro mergulho na carreira do artista.

The Manipulated | Trailer revela D.O. como vilão em novo k-drama de suspense e vingança

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O universo dos k-dramas está prestes a ganhar um capítulo intenso e eletrizante com a estreia de The Manipulated, série sul-coreana de suspense e vingança que coloca Do Kyung-soo, também conhecido como D.O. do grupo EXO, em um papel completamente diferente do que os fãs estão acostumados. Prevista para chegar ao Disney+ em 5 de novembro de 2025, a produção promete prender os espectadores do início ao fim, combinando intrigas, reviravoltas e uma narrativa emocionalmente complexa.

A história gira em torno de Tae-joong, um homem comum cuja vida muda de maneira drástica e inesperada. Injustamente acusado de um crime hediondo, ele é enviado à prisão e, ao descobrir que sua trajetória foi manipulada por Yo-han, embarca em uma jornada de vingança, marcada por violência, estratégias calculadas e um desejo de justiça que desafia todos os limites. Ao longo da narrativa, o público acompanha não apenas a busca por revanche de Tae-joong, mas também o impacto psicológico de descobrir que a própria existência pode ter sido orquestrada por alguém.

Um vilão complexo: D.O. em nova faceta

Do Kyung-soo, ou D.O., assume o papel de Yo-han, o antagonista da série. Reconhecido mundialmente como integrante do EXO e por sua carreira sólida como ator, D.O. agora mergulha em um papel que explora a escuridão e a complexidade de um vilão calculista. Segundo os primeiros trailers divulgados pelo Disney+, Yo-han é um personagem frio, inteligente e manipulador, capaz de destruir vidas com frieza estratégica, sem qualquer hesitação moral.

O desafio de D.O. vai além da atuação tradicional. Interpretar um vilão complexo exige transmitir emoções sutis e pensamentos estratégicos através de olhares, gestos e diálogos calculados. Para os fãs do artista, que já o acompanharam em papéis mais heroicos e ternos, essa nova faceta promete surpreender e consolidar sua versatilidade como ator. A expectativa é que a performance de D.O. seja um dos grandes destaques da série, capaz de gerar discussões e análises sobre moralidade, poder e manipulação.

Elenco de peso e química na tela

Além de D.O., o elenco de The Manipulated inclui nomes de destaque como Ji Chang-wook, Lee Kwang-soo, Jo Yoon-su e Pyo Ye-jin. Ji Chang-wook interpreta Tae-joong, o protagonista cuja vida é drasticamente alterada. Conhecido por suas performances em dramas de ação e romance, Ji traz para o personagem uma combinação de vulnerabilidade emocional e força física, criando uma empatia imediata com o público.

Lee Kwang-soo assume o papel de Baek Do-kyung, enquanto Jo Yoon-su e Pyo Ye-jin acrescentam camadas de complexidade à narrativa. Ye-jin, em particular, interpretará o interesse amoroso de Tae-joong, oferecendo momentos de ternura e humanidade em meio ao clima tenso e sombrio da história. Essa dinâmica entre personagens cria um equilíbrio entre ação, drama e emoção, garantindo que a série não seja apenas sobre vingança, mas também sobre relações humanas, confiança e traição.

O elenco diversificado e talentoso é uma das razões pelas quais The Manipulated já vem chamando atenção internacional, com fãs de k-dramas e do cinema sul-coreano aguardando ansiosamente a estreia. A química entre os atores, especialmente entre D.O. e Ji Chang-wook, promete cenas intensas de confronto, diálogo e suspense psicológico, elementos fundamentais para o sucesso de um drama de vingança.

Produção e equipe por trás da série

A série foi escrita por Oh Sang-ho, conhecida por roteiros que combinam suspense, drama psicológico e ação, e dirigida por Park Shin-woo e Kim Chang-ju. A produção é assinada em conjunto pelo Disney+, CJ ENM e Studio Dragon, com a participação da produtora Simplex Films, reconhecida por trazer projetos de alto padrão técnico e narrativo.

Em novembro de 2024, a Disney+ anunciou o título oficial em inglês para a série, consolidando sua estratégia de expansão internacional. Com a transição do Star para o Hulu, em 8 de outubro de 2025, The Manipulated também se beneficia de uma distribuição mais ampla nos mercados internacionais, ampliando o alcance da produção sul-coreana e atendendo à crescente demanda por k-dramas de alta qualidade fora da Coreia do Sul.

O roteiro da série promete não apenas cenas de ação e suspense, mas também uma exploração profunda da psicologia humana. A história de Tae-joong, um homem cuja vida foi manipulada desde a base, oferece espaço para discutir temas como identidade, justiça e moralidade, enquanto os espectadores acompanham sua transformação de vítima a agente de sua própria vingança.

Crítica | Bom Menino é um terror sobrenatural visto pelos olhos de um herói improvável

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O terror contemporâneo frequentemente busca inovação em fórmulas já consolidadas: casas assombradas, entidades malignas e sustos repentinos são elementos recorrentes no gênero. Entretanto, o filme Bom Menino, dirigido por Ben Leonberg e coescrito com Alex Cannon, se destaca justamente por subverter essa lógica, oferecendo uma perspectiva inédita: a narrativa é conduzida pelos olhos de um cachorro, Indy, o Nova Scotia Duck Tolling Retriever que acompanha seu tutor Todd na antiga casa da família. Essa escolha narrativa não é apenas curiosa; é transformadora, redefinindo a experiência do terror e o modo como o espectador se conecta emocionalmente com a trama.

A história começa com um acontecimento familiar traumático — a morte de um parente — que leva Todd e Indy a se mudarem para um imóvel isolado no campo. O que deveria representar um recomeço tranquilo rapidamente se transforma em um pesadelo sobrenatural. Forças invisíveis aos olhos humanos começam a se manifestar, e o filme explora de forma brilhante a diferença entre a percepção humana e animal. Enquanto Todd é retratado como vulnerável, muitas vezes impotente diante das manifestações sombrias, Indy assume o papel de protagonista, o herói improvável que enxerga o perigo antes de qualquer outra pessoa.

O grande mérito de Bom Menino está na construção do suspense a partir dessa perspectiva não convencional. Filmado quase inteiramente do ponto de vista do cachorro, o longa evita diálogos excessivos e se apoia em expressões, sons sutis e silêncios estratégicos para criar tensão. Cada sombra, cada canto vazio e cada som aparentemente inócuo ganha significado na ótica de Indy, transformando o familiar em assustador. Essa abordagem cria uma imersão intensa, que aproxima o público do instinto e da sensibilidade do animal, tornando a experiência do medo mais visceral e emocionalmente carregada.

Visualmente, o filme remete a uma estética próxima ao found footage, reforçando a sensação de imediatismo e presença. Essa escolha estilística potencializa a conexão do espectador com o ponto de vista de Indy, enquanto a narrativa cuidadosamente modulada alterna momentos de calma e tensão crescente, mantendo a atenção sem recorrer a sustos previsíveis ou clichês do gênero. A câmera muitas vezes registra o mundo de baixo para cima, os objetos deslocados ou os reflexos distorcidos, ampliando a sensação de vulnerabilidade humana em contraste com a sagacidade animal.

Além da inovação técnica, Bom Menino aborda temas universais com profundidade inesperada. Lealdade, proteção, medo do desconhecido e coragem assumem novas dimensões quando vistos através de um olhar canino. Indy não é apenas um coadjuvante ou um elemento fofo da trama; ele é a consciência alerta, o guardião silencioso que encara o sobrenatural com determinação. Essa inversão de papéis — o humano frágil e o animal heroico — provoca reflexão sobre a relação entre homens e animais e sobre como percebemos segurança, confiança e amor incondicional.

O desempenho da direção de Leonberg se mostra seguro e criativo. Ele equilibra a tensão com momentos de afeto genuíno, evitando transformar o filme em uma experiência meramente assustadora. O roteiro, coescrito por Cannon, complementa essa visão, construindo personagens humanos críveis e um cão que, mesmo sem palavras, transmite emoções complexas. A narrativa é cuidadosamente dosada, evitando exageros visuais e permitindo que o espectador absorva a história de forma gradual, quase como se estivesse explorando a casa assombrada ao lado de Indy.

No campo do terror contemporâneo, Bom Menino se firma como uma obra original e necessária. Ele prova que o gênero ainda pode inovar sem abandonar seus elementos clássicos — medo do desconhecido, presença sobrenatural e suspense crescente —, simplesmente mudando o ponto de vista e convidando o público a enxergar o mundo por uma perspectiva completamente nova. Ao mesmo tempo, o filme cumpre seu papel emocional, lembrando que a coragem nem sempre se apresenta da forma esperada e que os verdadeiros heróis podem vir em formas inesperadas.

Marty Supreme | Novo trailer mostra Timothée Chalamet se tornando lenda do pingue-pongue

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Foto: Reprodução/ Internet

O novo trailer de Marty Supreme chegou, e com ele a promessa de uma história de vida tão improvável quanto inspiradora. Timothée Chalamet (Conhecido por Me Chame Pelo Seu Nome, Duna, Adoráveis Mulheres, Wonka) assume o papel de Marty Reisman, um malandro nova-iorquino que transforma partidas de pingue-pongue em lenda. Abaixo, confira o novo vídeo:

Com direção de Josh Safdie e roteiro co-escrito com Ronald Bronstein, o filme mistura drama, comédia e esportes, acompanhando um homem que começou jogando pelas apostas das ruas de Manhattan e terminou colecionando mais de 22 títulos oficiais, incluindo o recorde de atleta mais velho a vencer um campeonato nacional.

Marty Reisman: do improviso à grandeza

A história de Marty é, acima de tudo, uma narrativa sobre persistência e autenticidade. Ele não era apenas um jogador talentoso; era um performer nato. Cada saque, cada jogada, cada aposta era uma expressão de sua personalidade — ousada, imprevisível e cheia de energia. No filme, vemos Marty enfrentando rivais, críticos e desafios pessoais, sempre buscando provar seu valor em um mundo que parecia não acreditar nele.

O longa mostra não só suas vitórias, mas também os obstáculos, os erros e os momentos de dúvida que tornam sua jornada tão humana e fascinante. Não é só sobre esportes; é sobre como alguém comum pode, com coragem e determinação, se tornar extraordinário.

Josh Safdie e a energia de Nova York

Josh Safdie, famoso por Joias Brutas, imprime em Marty Supreme seu estilo inconfundível: uma câmera que respira junto com os personagens, cortes rápidos e um ritmo que faz o espectador sentir cada tensão, cada vitória e cada derrota. A Nova York dos anos 1950 se transforma em personagem: vibrante, caótica, cheia de cor e som, refletindo a própria vida de Marty, que parece sempre estar no lugar certo — ou no momento errado — para fazer história.

Chalamet em um papel que diverte e inspira

Além de Chalamet, o filme traz Gwyneth Paltrow (de Homem de Ferro e Prodigal Son) como Kay Stone, empresária que cruza o caminho de Marty e transforma sua carreira; Odessa A’zion (de Hellraiser e Bottoms) como Raquel, parceira e confidente do protagonista; e Kevin O’Leary (de Shark Tank) interpretando Milton Rockwell, magnata das apostas esportivas.

O filme ainda conta com surpresas: Tyler Okonma (Tyler, The Creator; Call Me If You Get Lost) como Wally, treinador excêntrico; Abel Ferrara (de Bad Lieutenant e King of New York) como Ezra, mentor sombrio; e Fran Drescher (de The Nanny e Happily Divorced) como a Sra. Mauser, mãe de Marty, trazendo humor e humanidade à narrativa. Um elenco eclético que reflete a própria energia do longa: inesperado, vibrante e cheio de vida.

Uma história que vai além do esporte

Marty Supreme não é só sobre vitórias em campeonatos. É sobre ambição, erros, superação e legado. Marty Reisman se torna um exemplo de coragem e autenticidade, provando que, mesmo quando todos duvidam, é possível trilhar um caminho que deixa marca. O filme também dialoga com temas universais: os desafios de envelhecer, a pressão por reconhecimento e o equilíbrio entre talento e disciplina. A história de Marty é, acima de tudo, uma celebração da vida, da ousadia e da paixão pelo que se faz.

O longa-metragem estreou no Festival de Cinema de Nova York, em 6 de outubro de 2025, sendo elogiado por crítica e público. Nos Estados Unidos, chega pela A24 no dia 25 de dezembro de 2025, e estreia no Brasil em 8 de janeiro de 2026.

Romance do Wattpad ganha vida! O Bad Boy e Eu chega às telonas nesta quinta (13)

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Se você é fã de romances adolescentes e histórias que aquecem o coração, vai gostar de saber que o longa-metragem O Bad Boy e Eu estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 13 de novembro, com distribuição da Diamond Films. Inspirado no fenômeno do Wattpad, o longa traz Siena Agudong (Upside Down Magic – Escola de Magia, No Good Nick, Deixe-nos Entrar) e o influenciador Noah Beck (Larray: Canceled, Noah Beck Tries Things, The D’Amelio Show) nos papéis principais. Abaixo, se liga no trailer:

Sob a direção de Justin Wu (Loucos por Nada, Le Devoir), a adaptação promete emocionar quem já se encantou com o livro e conquistar uma nova geração de espectadores com a história de Dallas Bryan e Drayton Lahey — um encontro improvável entre a doce líder de torcida e o misterioso bad boy que vai transformar sua vida.

Dallas Bryan, interpretada por Siena Agudong, está determinada a honrar a memória de sua mãe e focar em seu maior sonho: conquistar uma vaga na escola de dança mais prestigiada do país. Ela entra no último ano do Ensino Médio com a cabeça apenas nos estudos e nos ensaios, sem interesse em festas, paqueras ou romances — amorzinho? Nem pensar.

Mas, como toda boa história adolescente, o inesperado acontece. Dallas conhece Drayton Lahey, o capitão do time de futebol americano e garoto mais popular da escola, interpretado por Noah Beck. Entre encontros, desencontros e conversas sinceras, os dois começam a se conhecer de verdade. Aos poucos, a barreira da timidez e das inseguranças se desfaz, e o que era apenas amizade se transforma em algo maior: um romance adolescente que mistura paixão, risadas e momentos de emoção.

A história não é só sobre amor; ela fala de crescimento, amadurecimento e da importância de enfrentar perdas, inseguranças e medos. É aquele tipo de história que lembra que, às vezes, a vida tem seus próprios planos — e que é possível encontrar alguém que te entende no momento mais inesperado.

Além dos protagonistas, o filme ainda conta com James Van Der Beek (Dawson’s Creek, Pose, How I Met Your Mother) no papel de Leroy Lahey, o severo pai de Drayton, que adiciona tensão e humor à narrativa. O roteiro, assinado por Crystal Ferreiro (The Beauty of Disaster) e Mary Gulino (CollegeHumor Originals, Hot Date), consegue equilibrar romance, drama e momentos engraçados, sem perder o charme que conquistou milhões de leitores do Wattpad.

Com distribuição da Diamond Films, o filme chega aos cinemas de todo o Brasil nesta quinta, 13 de novembro. O Bad Boy e Eu é uma ótima pedida para quem gosta de romances adolescentes, fãs de histórias Wattpad, ou simplesmente quem quer se divertir e se emocionar com uma trama leve, divertida e cheia de momentos fofos.

Presença de Sadie Sink no MCU ganha força, e atriz pode estrelar papel misterioso em Vingadores: Doomsday

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Foto: Jordan Strauss/Invision/AP

O futuro do Universo Cinematográfico da Marvel parece ganhar novos contornos a cada semana, mas poucas notícias recentes causaram tanto burburinho quanto a possibilidade de Sadie Sink, estrela de Stranger Things e uma das jovens atrizes mais comentadas de Hollywood, integrar o elenco do próximo grande evento dos Vingadores. Embora ainda haja mistério em torno de qual personagem ela interpretará, fontes confiáveis apontam que sua participação está praticamente confirmada — e que tudo isso está diretamente conectado ao gigantesco projeto que a Marvel prepara para 2026.

A especulação ganhou peso após uma matéria do Deadline, assinada pelo colunista Baz Bamigboye, revelar que, apesar de não haver clareza sobre sua participação em Homem-Aranha: Um Novo Dia — filme marcado para estrear em 31 de julho —, o que parece certo é que Sink fará parte do elenco de Vingadores: Doomsday, longa que começou a ser filmado em 2025 e promete ser o epicentro da Fase Seis do MCU. Segundo Bamigboye, “ainda não sei qual é o papel dela no filme do Aranha, mas sei que ela estará no elenco do próximo filme dos Vingadores, que gravará em Londres no fim de 2026”.

A declaração foi suficiente para incendiar as redes sociais. Fãs imediatamente começaram a especular se ela poderia interpretar uma jovem heroína clássica dos quadrinhos — como Songbird, Pyro, Crystal, Kid Omega, Frances Barrison, Jean Grey jovem ou até uma nova versão da Feiticeira Escarlate em outra realidade. Até o momento, porém, nada foi confirmado.

Enquanto isso, a Marvel segue construindo o que parece ser seu maior conjunto de produções desde Ultimato. Vingadores: Doomsday, o quinto filme da equipe, é desenvolvido como um espetáculo colossal, reunindo personagens dos Vingadores tradicionais, Wakanda, X-Men, Quarteto Fantástico e até variantes do multiverso. Trata-se de um projeto que, segundo pessoas próximas ao estúdio, está sendo moldado como um divisor de águas — não apenas para o MCU, mas para toda a indústria.

Dirigido novamente pelos irmãos Russo, responsáveis por Guerra Infinita e Ultimato, e roteirizado por Michael Waldron em parceria com Stephen McFeely, o filme foi concebido como uma fusão épica entre sagas clássicas dos quadrinhos, conflitos multiversais e reencontros históricos de personagens já vistos na tela. O elenco escalado revela essa ambição: nomes como Chris Hemsworth, Vanessa Kirby, Anthony Mackie, Sebastian Stan, Letitia Wright, Paul Rudd, Simu Liu, Florence Pugh, David Harbour, Pedro Pascal, Tom Hiddleston, Ebon Moss-Bachrach, Hannah John-Kamen, Kelsey Grammer, Tenoch Huerta, Lewis Pullman, Danny Ramirez, Joseph Quinn e muitos outros se reúnem em um dos maiores elencos já vistos no cinema moderno. Até astros do antigo universo da Fox retornam, como Patrick Stewart, Ian McKellen, James Marsden, Rebecca Romijn, Alan Cumming e Channing Tatum como Gambit.

Mas a maior surpresa — e também a mais controversa — é o retorno de Robert Downey Jr., não como Tony Stark, mas como Doutor Destino, líder da Latvéria e um dos vilões mais icônicos da Marvel. A decisão dividiu opiniões, mas elevou ainda mais o interesse pelo filme, que promete reintroduzir o personagem ao MCU em uma versão poderosa, imponente e central na narrativa. A história acompanha uma coligação de heróis e grupos — os Vingadores, os Wakandanos, os Novos Vingadores, os X-Men e o Quarteto Fantástico — unindo forças para impedir que Destino domine não apenas a Terra, mas as fissuras do multiverso.

O processo até chegar a esse formato, porém, foi turbulento. Em 2022, The Kang Dynasty e Secret Wars foram anunciados como os dois próximos filmes dos Vingadores, representando o final da Saga do Multiverso. Destin Daniel Cretton chegou a ser contratado para dirigir Kang Dynasty, enquanto Jonathan Majors reprisaria o papel do vilão Kang, o Conquistador. Mas tudo mudou depois de 2023. As acusações legais envolvendo Majors resultaram em sua demissão, forçando a Marvel a reescrever completamente o rumo da história. A saída de Cretton também exigiu nova direção criativa. A partir disso, Waldron assumiu toda a reformulação do roteiro, e o estúdio decidiu abandonar a Saga de Kang, reorganizando o futuro da franquia.

Foi só em julho de 2024 que a reconstrução tomou forma definitiva: os Russo foram anunciados como diretores de Doomsday, McFeely entrou como co-roteirista e Downey foi confirmado como Doutor Destino. Junto disso, o filme ganhou o novo subtítulo e reforçou sua proposta de ser um evento monumental, projetado para redefinir a estrutura narrativa do MCU nos próximos anos.

As filmagens, iniciadas em abril de 2025 no Pinewood Studios, na Inglaterra, envolveram centenas de profissionais, gravações em múltiplos cenários reais e cenas de batalha de alta complexidade técnica. Sequências específicas foram rodadas no Bahrein, escolhidas por sua geografia singular e pela possibilidade de criar paisagens que remetem tanto à Latvéria quanto a regiões devastadas por portais multiversais. A produção se encerrou em setembro do mesmo ano, entrando imediatamente na fase de pós-produção, que deve durar mais de 14 meses — reflexo da dimensão gigantesca do projeto.

O enredo oficial segue sendo guardado a sete chaves, mas o que se sabe é que os eventos de Doosmday se passam quatorze meses após Thunderbolts (2025). A narrativa mostrará a união inédita entre os maiores heróis do MCU e mutantes clássicos, todos empurrados para uma guerra inevitável contra Doutor Destino. A escala, segundo fontes internas, será maior do que qualquer batalha já vista no universo Marvel, incluindo Wakanda, Nova Asgard, Kamar-Taj e até reinos alternativos.

É nesse quebra-cabeça gigantesco que Sadie Sink entra. Seu papel pode parecer pequeno dentro do escopo colossal do filme, mas fontes internas afirmam que ela interpretará uma personagem que deve crescer em importância na sequência direta, Vingadores: Guerras Secretas, prevista para 17 de dezembro de 2027. É por isso que sua contratação desperta tanta curiosidade: a Marvel raramente escala uma atriz jovem e em ascensão para um papel irrelevante, especialmente em projetos tão estratégicos.

A Queda do Céu chega aos cinemas brasileiros: Um chamado urgente para ouvir e enxergar os Yanomami

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Chega nesta quinta-feira, 20 de novembro, aos cinemas de diversas capitais e cidades brasileiras, o documentário “A Queda do Céu”, obra dirigida por Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, baseada no livro de mesmo nome escrito pelo xamã Yanomami Davi Kopenawa e pelo antropólogo Bruce Albert. Depois de uma trajetória internacional arrebatadora, marcada por 25 prêmios e exibição em mais de 80 festivais ao redor do mundo, o filme finalmente estreia no país onde sua mensagem é mais urgente — e onde seu impacto pode ser transformador.

A chegada do longa ao circuito nacional, passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Poços de Caldas, Recife, Salvador, Sorocaba e Vitória, representa mais do que uma distribuição ampla: é a tentativa de aproximar o Brasil de uma realidade que sempre existiu, mas que muitos ainda desconhecem. “A Queda do Céu” não é apenas cinema — é testemunho, denúncia, espiritualidade e convite.

Um filme guiado pela sabedoria Yanomami

Filmado ao longo de um período intenso de convivência com a comunidade de Watorikɨ, o documentário acompanha Davi Kopenawa durante o ritual Reahu, um dos mais importantes da cultura Yanomami, voltado à cura, à despedida e à continuidade da vida. A câmera observa com delicadeza, respeitando tempos, ritmos e silêncios. Não há pressa em explicar: há espaço para sentir.

É justamente essa escolha estética e ética que dá ao filme seu caráter imersivo. O espectador entra em contato com o pensamento Yanomami não como espectador distante, mas como visitante convidado a ouvir. E ouvir, aqui, significa encarar a gravidade do momento: o garimpo ilegal que avança, as doenças que retornam, os rios contaminados, a floresta ferida.

Kopenawa, como tem feito há décadas, traduz para o mundo o impacto espiritual dessa destruição. Para os Yanomami, quando a floresta adoece, não é apenas o território que sofre. O céu, sustentado pelos seres espirituais e pelo equilíbrio da natureza, ameaça cair. A metáfora é literal, profunda e atravessa todo o longa.

Da COP30 ao grande público

Antes de chegar aos cinemas brasileiros, o filme teve uma exibição especial na COP30, onde foi recebido como uma obra essencial para compreender a crise humanitária que atinge os Yanomami e a dimensão global do problema ambiental. Enquanto líderes mundiais discutem políticas de preservação, “A Queda do Céu” mostra, com sensibilidade e contundência, o que acontece quando a floresta deixa de ser vista como lar e passa a ser tratada como recurso.

Uma trajetória internacional de respeito e impacto

A estreia mundial na Quinzena dos Realizadores de Cannes marcou o início de uma jornada que levou o documentário a países de todos os continentes. A obra conquistou prêmios importantes em festivais como:

  • DOC NYC (EUA) – Grande Prêmio do Júri
  • DMZ Docs (Coreia do Sul) – Prêmio Especial do Júri
  • Festival do Rio (Brasil) – Melhor Som e Melhor Direção de Documentário
  • GIFF (México) – Melhor Documentário Internacional
  • DocLisboa (Portugal) – Prêmio Fundação INATEL
  • Bozcaada EcoFilm Festival (Turquia) – Prêmio Principal Fethi Kayaalp

A recepção crítica também impressiona: o longa mantém 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, um feito raro até mesmo entre produções internacionais.

A crítica internacional reconhece a força da obra

Em sua análise no The New York Times, a jornalista Devika Girish descreveu o filme como “um lembrete doloroso de que os Yanomami resistem a invasões há mais de um século”. Para ela, um dos momentos mais marcantes é quando um ancião encara a câmera e pede aos diretores: “Parem de nos incomodar. Contem isso aos brancos.”

Outros críticos reforçaram essa visão:

  • Jason Gorber (POV Magazine) destacou o ritmo contemplativo e coerente com a espiritualidade Yanomami.
  • Ankit Jhunjhunwala (The Playlist) elogiou o mergulho profundo na vida da comunidade.
  • Carlos Aguilar (Variety) chamou o filme de “uma das obras documentais mais necessárias da memória recente”.

O que significa o filme estrear no Brasil agora

A chegada de “A Queda do Céu” aos cinemas brasileiros é mais do que o encerramento de um ciclo de festivais. Ela simboliza a devolução de uma conversa ao seu território original. É a oportunidade para que brasileiros de diferentes regiões se encontrem com uma narrativa que, apesar de fazer parte da história nacional, raramente ganha espaço no audiovisual. O filme possui classificação indicativa de 12 anos, o que permite que jovens também tenham acesso a essa discussão — essencial em um momento em que a pauta indígena, ambiental e humanitária pede atenção urgente.

Disney divulga nova prévia de Percy Jackson e os Olimpianos focada em Percy; Segunda temporada estreia em dezembro

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Foto: Reprodução/ Internet

A Disney divulgou ontem, sexta-feira (21), uma nova prévia de Percy Jackson e os Olimpianos, reforçando a expectativa para a estreia da segunda temporada da série, marcada para 10 de dezembro no Disney+. O material foca exclusivamente em Percy Jackson, interpretado por Walker Scobell, e destaca momentos que evidenciam a evolução emocional e heroica do personagem.

A divulgação faz parte de uma estratégia mais ampla do estúdio, que, ao longo da semana, lançou vídeos individuais de outros personagens, incluindo Annabeth (Leah Sava Jeffries) e Grover (Aryan Simhadri). Agora, ao centrar a atenção em Percy, a campanha retoma o elemento mais essencial da saga: a jornada pessoal de um garoto que descobre ser um semideus enquanto tenta, ao mesmo tempo, continuar sendo apenas um adolescente tentando se encontrar no mundo.

Com a estreia cada vez mais perto, a nova prévia reforça a atmosfera de amadurecimento do protagonista, que encara desafios maiores, responsabilidades inevitáveis e um destino que o empurra constantemente à linha de frente. Desde o primeiro enquadramento até as cenas de ação mais intensas, o vídeo reafirma que a segunda temporada será marcada por conflitos internos tão importantes quanto as ameaças externas.

Um retorno que carrega peso emocional

Percy Jackson e os Olimpianos estreou originalmente em 19 de dezembro de 2023, adaptando fielmente O Ladrão de Raios, o primeiro livro da saga de Rick Riordan. A primeira temporada conquistou fãs e crítica por se manter próxima ao material original, oferecendo um olhar contemporâneo sem abandonar a essência que tornou os livros fenômenos mundiais.

A recepção positiva não foi apenas emocional: a série foi elogiada pela consistência visual, pelo ritmo narrativo e pelo elenco infantojuvenil que demonstrou maturidade e sensibilidade. Walker Scobell, em especial, chamou atenção pela forma como equilibrou vulnerabilidade e humor, dois pilares fundamentais do personagem Percy.

Esse impacto inicial foi reforçado pelo desempenho expressivo dos dois primeiros episódios, que somaram 13,3 milhões de visualizações nos primeiros seis dias de disponibilidade no Disney+ e Hulu, um número significativo que consolidou o interesse pela adaptação.

A temporada chegou a ser reconhecida pela crítica especializada e rendeu à produção 16 indicações ao Children’s & Family Emmy®, em dezembro de 2024, incluindo melhor série infantojuvenil. Para os fãs, esse reconhecimento foi a confirmação de que a franquia finalmente havia encontrado um formato digno de sua mitologia.

A nova fase da história

Com a renovação oficial anunciada em 7 de fevereiro de 2024, a segunda temporada adaptará o livro O Mar de Monstros, um dos capítulos mais importantes da jornada de Percy. A história aprofunda vínculos afetivos, amplia o universo da série e introduz personagens essenciais para o futuro da saga.

Entre eles, está Tyson, interpretado por Daniel Diemer, o ciclope que redefine completamente a forma como Percy enxerga família e pertencimento. A presença do personagem no material de divulgação já indica que sua relação com o protagonista será um eixo emocional da temporada.

Também se junta ao elenco Tamara Smart como Thalia, filha de Zeus, cuja chegada transforma a dinâmica interna do Acampamento Meio-Sangue e reabre discussões sobre destino, lealdade e poder, elementos centrais da mitologia construída por Riordan.

A temporada começa com o Acampamento Meio-Sangue sob ameaça. As barreiras que protegem o local enfraquecem, monstros se aproximam com mais frequência e uma sensação crescente de perigo paira sobre todos. Para restabelecer a segurança, Percy e Annabeth iniciam uma jornada em busca do Velocino de Ouro, artefato capaz de restaurar as proteções e (ao mesmo tempo) salvar a vida de Grover, que se encontra em uma situação de risco.

A nova prévia mostra breves instantes dessa missão, sem entregar detalhes cruciais, mas deixando evidente que o formato visual será ainda mais ambicioso que o da primeira temporada. Entre mares revoltos, ambientes míticos e batalhas coreografadas, a sensação é de que a série se prepara para entregar sua temporada mais ousada até agora.

Percy no centro da narrativa

Ao focar exclusivamente em Percy, o vídeo divulgado pela Disney deixa clara uma mudança de tom. Se no primeiro ano ele estava descobrindo o mundo e tentando sobreviver a ele, agora enfrenta o peso da responsabilidade. Percy já não é mais apenas o garoto que se surpreende com a própria herança divina, ele é alguém que começa a compreender o impacto de cada escolha que faz.

O teaser enfatiza essa transformação: vemos Percy em conflito com seus próprios medos, questionando sua identidade, reagindo de forma mais madura às provocações do destino. O olhar de Walker Scobell, mais firme e mais reflexivo, sugere uma interpretação que acompanha o crescimento natural do personagem sem perder a leveza que sempre o acompanhou.

Essa abordagem é coerente com o livro O Mar de Monstros, onde a narrativa se aprofunda emocionalmente. Na obra, Percy se vê diante de questões relacionadas à confiança, à amizade e à ideia de família — temas universais que, abordados em um contexto fantástico, ganham ainda mais impacto.

Ao que tudo indica, a série seguirá esse mesmo caminho: aventuras épicas convivendo com dilemas íntimos, monstros dividindo espaço com conflitos pessoais e um herói que cresce não apenas na força, mas na sensibilidade.

A aposta continua sendo a fidelidade

Um dos trunfos da série desde sua estreia é justamente sua fidelidade aos livros. A presença direta de Rick Riordan na produção garantiu que as decisões criativas respeitassem a estrutura narrativa e o espírito da saga. Nada disso parece ter mudado.

A nova prévia reforça essa sensação ao incluir elementos visuais e frases que os leitores imediatamente reconhecem. Ao mesmo tempo, a série encontra espaço para modernizar o universo sem transformá-lo em algo irreconhecível. A estética continua colorida, viva e mística, mas amadurecida, acompanhando o próprio crescimento dos personagens.

Vale a pena assistir O Bad Boy e Eu? Só se você estiver disposto a encarar um romance adolescente que tropeça no próprio brilho

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Foto: Reprodução/ Internet

Existem filmes que abraçam seus clichês com orgulho. Existem filmes que tentam reinventar fórmulas gastas. E existe O Bad Boy e Eu, que parece não saber em qual dessas categorias quer entrar — e acaba caindo no meio do caminho, com força suficiente para deixar marcas no asfalto.

A produção tenta vender a ideia de um romance jovem com dança, futebol americano e dilemas emocionais. Na prática, entrega algo que lembra um longo comercial de perfume teen: bonito, iluminado, mas completamente vazio.

Uma protagonista esforçada num filme que não se esforça

Dallas Bryan (Siena Agudong) até tenta carregar o longa nas costas. Ela tem disciplina, tem carisma e tem um drama real — honrar a memória da mãe através da dança. Mas todo esse esforço se perde em um roteiro que parece ter sido escrito olhando para uma cartela de “clichês obrigatórios do cinema adolescente”.

Tudo é tão previsível que dá para adivinhar metade das falas antes que elas aconteçam, e a outra metade parece saída de um rascunho de fanfic não revisado.

O “bad boy” que não é bad boy — e o jogo que nunca começa

Drayton (Noah Beck), o quarterback mais mimado da escola, é apresentado como o típico garoto problemático que esconde dores profundas. Na teoria. Porque na prática, o personagem não passa de um pacote de poses: ora vulnerável, ora convencido, ora perdido — mas nunca convincente.

O romance entre os dois nasce tão rápido que parece contrato de namoro com prazo de entrega. Não há química suficiente para sustentar o drama, e o filme, que deveria explorar esse contraste, simplesmente pula as partes onde a relação deveria ser construída. Vai direto ao “estamos apaixonados” como quem avança episódios de uma série entediante.

A direção tenta, mas o roteiro sabota

Justin Wu até ensaia algumas soluções visuais interessantes, especialmente nas cenas de dança. Mas é difícil salvar um filme quando o roteiro de Mary Gulino parece preso a uma lista rígida de cenas obrigatórias:
– o momento “ele olha pra ela no corredor”;
– o treino que dá errado;
– a discussão melodramática no estacionamento;
– o beijo na hora mais conveniente possível.

É como se alguém tivesse apertado um botão de “modo automático”.

Quando a fofura vira constrangimento

Há uma tentativa clara de fazer do filme algo fofo, leve, reconfortante. Só que a falta de naturalidade transforma várias cenas em algo quase… desconfortável. É tudo limpo demais, arrumado demais, ensaiado demais. Parece que nenhum personagem sua, tropeça ou fala algo que uma pessoa real diria.

É o tipo de filmografia que parece viver numa bolha estilizada onde nada realmente importa — nem os conflitos, nem as escolhas, nem o próprio clímax.

James Van Der Beek aparece e… bem, é isso

A participação de James Van Der Beek quase funciona como um lembrete de que existe vida lá fora, no cinema que não tem medo de ser visceral, verdadeiro e imperfeito. Ele faz seu papel, entrega presença, e vai embora — deixando um vazio que o resto do elenco não consegue preencher.

Mas afinal: vale a pena assistir?

Se você gosta de filmes adolescentes que abraçam o clichê com força, talvez encontre aqui algo divertido. O problema é que O Bad Boy e Eu não abraça nada: ele hesita, titubeia, tenta ser profundo e fofo ao mesmo tempo, e acaba não sendo nenhum dos dois.

Para quem busca:

  • química real entre protagonistas,
  • conflitos bem construídos,
  • diálogos naturais,
  • ou qualquer coisa que fuja do óbvio…

…a resposta sincera é: não, não vale a pena assistir.

Mas se o que você quer é apenas deixar o cérebro em modo descanso, aceitar um romance de fórmulas prontas e aproveitar uma ou outra cena bonita de dança, então talvez o filme funcione como passatempo — desses que você esquece cinco minutos depois de terminar.

Christopher Nolan transforma mito em espetáculo! “A Odisseia” ganha cartaz oficial

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A Universal Pictures divulgou oficialmente o primeiro cartaz de “A Odisseia”, novo filme de Christopher Nolan (Oppenheimer, Dunkirk, A Origem), e o impacto foi imediato. Após o triunfo histórico de Oppenheimer, que lhe rendeu os Oscars de melhor diretor e melhor filme, Nolan retorna com um projeto ainda mais ambicioso: adaptar para o cinema um dos textos fundadores da literatura ocidental, o poema épico Odisseia, atribuído a Homero.

O longa-metragem surge como uma experiência cinematográfica total. Nolan, conhecido por sua obsessão por tempo, memória e identidade, encontra no mito grego um terreno fértil para discutir a persistência humana diante do caos. Assim como em Interestelar ou Amnésia, o diretor parece interessado em personagens que atravessam jornadas extremas, tanto físicas quanto emocionais, em busca de sentido e pertencimento.

No centro da narrativa está Odisseu, rei de Ítaca, interpretado por Matt Damon (O Resgate do Soldado Ryan, Perdido em Marte, Oppenheimer). Após o fim da Guerra de Tróia, o herói embarca em uma travessia longa e perigosa para retornar ao lar. Diferente dos guerreiros movidos apenas pela força, Odisseu se destaca pela inteligência, pela astúcia e pela capacidade de adaptação. Damon, ator frequentemente associado a personagens resilientes e moralmente complexos, parece uma escolha natural para dar humanidade a essa figura lendária.

Do outro lado do mar, em Ítaca, está Penélope, vivida por Anne Hathaway (Os Miseráveis, Interestelar, O Diabo Veste Prada). Enquanto o marido enfrenta monstros e deuses, Penélope sustenta o lar e resiste às pressões dos pretendentes, mantendo viva a esperança do reencontro. A presença de Hathaway sugere uma abordagem mais profunda da personagem, destacando não apenas a fidelidade, mas a força emocional e a solidão de quem espera. Em sintonia com o cinema de Nolan, Penélope deixa de ser apenas símbolo e passa a ser sujeito ativo do drama.

O elenco de A Odisseia impressiona pelo alcance e diversidade. Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, O Impossível), Zendaya (Duna, Euphoria), Mia Goth (Pearl, X – A Marca da Morte), Robert Pattinson (The Batman, O Farol), Charlize Theron (Mad Max: Estrada da Fúria, Monster) e Lupita Nyong’o (12 Anos de Escravidão, Pantera Negra) compõem um conjunto que mistura estrelas de grandes franquias, nomes do cinema autoral e vencedores do Oscar. Jon Bernthal (O Justiceiro, O Lobo de Wall Street) também integra o elenco, conhecido por dar intensidade a personagens marcados por conflitos internos.

Essa reunião de talentos sugere que Nolan não pretende tratar os personagens mitológicos como figuras unidimensionais. Cada encontro de Odisseu em sua jornada promete carregar peso dramático e simbólico. Criaturas como o Ciclope Polifemo, as Sereias e a feiticeira Circe surgem não apenas como obstáculos físicos, mas como manifestações de tentações, medos e escolhas que moldam o destino do protagonista. A mitologia, aqui, funciona como espelho das fragilidades humanas.

O projeto começou a ganhar forma em outubro de 2024, quando foi confirmado que Nolan desenvolveria seu novo filme novamente com a Universal Pictures, estúdio com o qual colaborou em Oppenheimer. A escolha reforçou a confiança criativa entre diretor e estúdio. Poucos meses depois, veio a confirmação oficial de que o filme seria uma adaptação da Odisseia, o que elevou ainda mais o nível de expectativa. As filmagens ocorreram entre fevereiro e agosto de 2025, passando por locações naturais na Grécia, Itália, Marrocos, Escócia, Islândia e no Saara Ocidental.

Esses cenários reais reforçam a filosofia de Nolan de privilegiar ambientes físicos em vez de excessos digitais. Montanhas, desertos, mares e paisagens extremas foram escolhidos para dar autenticidade à jornada de Odisseu, transformando a própria natureza em personagem. O ambiente, frequentemente hostil e imprevisível, reflete o estado emocional do protagonista, um recurso recorrente em filmes como Dunkirk e Interestelar.

Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, A Odisseia se torna o filme mais caro da carreira de Nolan. O investimento elevado reflete não apenas a escala da produção, mas a ambição estética e narrativa do projeto. Pela primeira vez, o diretor decidiu filmar um longa-metragem inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm, levando ao extremo sua defesa da experiência cinematográfica nas salas de exibição. O objetivo é criar imagens de impacto físico, que envolvam o espectador de forma quase sensorial.

Nos bastidores, Nolan mantém sua equipe de confiança. A produção é assinada por Emma Thomas (A Origem, O Cavaleiro das Trevas, Oppenheimer), parceira criativa e esposa do diretor, por meio da Syncopy. Os efeitos visuais ficam a cargo da DNEG, com supervisão de Andrew Jackson (Tenet, Dunkirk), responsável por equilibrar espetáculo e realismo. A montagem é novamente conduzida por Jennifer Lame (Tenet, Oppenheimer), enquanto a trilha sonora será composta por Ludwig Göransson (Pantera Negra, Oppenheimer), cuja música promete unir grandiosidade épica e emoção contida.

Narrativamente, A Odisseia acompanha os episódios mais emblemáticos do poema de Homero, explorando cada etapa da jornada como um rito de transformação. Ao longo do caminho, Odisseu se afasta cada vez mais do homem que partiu para a guerra, levantando a questão central da história: é possível voltar para casa sendo a mesma pessoa? Essa pergunta, profundamente humana, dialoga diretamente com o cinema de Nolan e com o mundo contemporâneo.

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