Saiba qual filme vai passar no Cine Aventura deste sábado, 24 de janeiro, na Record TV

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A tarde de sábado, 24 de janeiro de 2026, ganha um clima especial na programação da Record TV. Dentro da sessão Cine Aventura, a emissora exibe Kung Fu Panda 2, animação que marcou uma virada mais emocional e madura na franquia da DreamWorks e que, mesmo após anos de seu lançamento, continua conquistando públicos de diferentes gerações.

Lançado em 2011 e produzido inteiramente em 3D, o filme não é apenas uma continuação direta do sucesso anterior. Ele amplia o universo apresentado no primeiro longa e aprofunda o olhar sobre seu protagonista, transformando uma história de aventura em uma jornada sobre identidade, memória e superação. É justamente esse equilíbrio entre diversão e sentimento que faz de Kung Fu Panda 2 uma escolha certeira para um sábado à tarde em família.

Neste segundo capítulo, Po já vive o sonho que sempre desejou. Ele é o Dragão Guerreiro, protege o Vale da Paz e luta lado a lado com os Cinco Furiosos, sendo reconhecido como herói por todos ao seu redor. Ainda assim, algo parece fora do lugar. O mestre Shifu percebe que, apesar de toda a evolução, Po ainda não alcançou a chamada paz interior, um conceito que passa a conduzir sua trajetória ao longo do filme.

A trama ganha força com a chegada de um novo e ameaçador vilão. Lorde Shen, herdeiro do clã dos pavões que governava Gongmen City, representa uma ruptura com tudo o que o kung fu simboliza. Ao transformar fogos de artifício em armas de guerra, Shen cria canhões capazes de destruir cidades inteiras e, com isso, ameaça não apenas a China, mas a própria existência das artes marciais.

O passado do vilão é marcado pelo medo. Ao ouvir a profecia da cabra vidente que anunciava que um guerreiro preto e branco seria responsável por sua queda, Shen conclui que os pandas eram a origem desse destino. Movido pelo pavor de perder o poder, ele ordena o extermínio dos pandas gigantes. A violência de seus atos choca seus próprios pais, que decidem expulsá lo de Gongmen City, selando o início de uma trajetória guiada pelo ressentimento e pela vingança.

Enquanto Shen tenta reescrever o futuro à força, Po passa a ser confrontado por lembranças que nunca teve coragem de enfrentar. Durante uma batalha contra lobos que roubam metal do Vale da Paz, um símbolo desperta um flashback inesperado. A cena desestabiliza o herói e levanta questões profundas sobre sua origem, abrindo uma ferida que ele acreditava não existir.

Na tentativa de entender quem realmente é, Po procura o Sr. Ping, seu pai adotivo. Com carinho e sinceridade, ele conta que encontrou Po ainda filhote em uma caixa de rabanetes atrás de seu restaurante. A revelação é simples, mas carregada de afeto. Ainda assim, não é suficiente para acalmar a inquietação que começa a crescer dentro do Dragão Guerreiro.

A narrativa se intensifica quando Po e os Cinco Furiosos recebem a notícia da morte de Mestre Rino Trovão, líder do conselho que protegia Gongmen City. Assassinato cometido por Shen com uma de suas novas armas. A cidade, agora sob domínio do vilão, simboliza o avanço do medo e da desesperança. Mesmo assim, Po e seus amigos seguem viagem, determinados a impedir que Shen destrua o kung fu e conquiste a China.

Em Gongmen City, os heróis encontram um cenário de desolação. Mestres tradicionais, como Boi e Crocodilo, estão presos e desacreditados, convencidos de que não há como vencer alguém que transformou tradição em alvo. A ameaça parece grande demais, e a confiança no kung fu começa a ruir.

Capturados e levados ao palácio de Shen, Po e os Cinco conseguem escapar, mas o passado volta a interferir. Ao reconhecer o mesmo símbolo na plumagem do vilão, Po se perde novamente em suas memórias, permitindo que Shen escape e cause ainda mais destruição. A falha deixa claro que, enquanto não resolver seu conflito interno, Po não conseguirá cumprir seu papel como guerreiro.

Mesmo orientado por Tigresa a se esconder e se proteger, Po decide seguir sozinho. Ele invade a fábrica de canhões, mas acaba gravemente ferido e cai desacordado em um rio. O resgate pela cabra vidente marca um ponto de virada na história. Levado até a antiga vila onde nasceu, destruída durante o massacre dos pandas, Po finalmente encara a verdade.

Guiado pela vidente, ele se lembra de seus pais biológicos e do sacrifício que fizeram para salvá lo. Sua mãe o escondeu em uma caixa de rabanetes antes de ser morta, garantindo que ele tivesse uma chance de viver. A dor da lembrança vem acompanhada de um entendimento essencial. Apesar da tragédia, Po teve uma vida feliz, cercada de amor, cuidado e pertencimento.

É a partir dessa aceitação que Po alcança a paz interior. Transformado, ele retorna a Gongmen City não movido pela raiva, mas pela serenidade. No confronto final, Po usa o equilíbrio emocional para redirecionar os ataques dos canhões e salvar seus amigos. Em um diálogo marcante, ele afirma que as cicatrizes podem se curar e que o passado não pode ser mudado, mas o futuro está sempre em aberto.

A queda de Shen, derrotado por sua própria obsessão, encerra o conflito e devolve a paz à China. De volta ao Vale da Paz, Po se reencontra com o Sr. Ping e reafirma, com afeto, que ele é e sempre será seu pai. A cena final resume a essência do filme.

Superman ganha nova linha de brinquedos licenciados – Herói da DC chega ao varejo com novidades para fãs de todas as idades

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Com o sucesso de Superman nos cinemas, a icônica figura do herói mais famoso da DC Comics agora também ocupa as prateleiras do varejo brasileiro. A Sunny Brinquedos, uma das principais importadoras e distribuidoras de produtos licenciados no Brasil, anunciou a chegada de uma linha inédita de brinquedos baseada no novo longa da Warner Bros. Pictures, que estreou oficialmente nos Estados Unidos em 11 de julho de 2025.

A produção, dirigida por James Gunn e estrelada por David Corenswet, Rachel Brosnahan e Nicholas Hoult, marca o início oficial do Universo DC (DCU) sob a nova gestão criativa de Gunn e Peter Safran. Inspirada na HQ All-Star Superman, a trama acompanha um Clark Kent mais jovem, dividido entre sua origem extraterrestre e sua humanidade enquanto repórter em Metrópolis e símbolo de esperança para o mundo. Com um visual repaginado, narrativa emocional e conflitos contemporâneos, o filme já ultrapassou os US$ 400 milhões em bilheteria global, reforçando a popularidade do personagem e abrindo caminho para novos produtos licenciados.

Nova linha de brinquedos

A linha oficial de brinquedos do novo Superman já está disponível nas principais lojas físicas e e-commerce do país. Os produtos licenciados foram desenvolvidos com base nos elementos visuais e personagens apresentados no filme e contam com bonecos articulados, acessórios interativos, playsets temáticos e itens de roleplay.

Voltada tanto para o público infantil quanto para colecionadores e fãs de cultura pop, a linha permite reviver — ou reinventar — cenas do filme por meio da brincadeira e da imaginação.

Confira os destaques:

🦸‍♂️ Figura de Ação Superman (R$119,99)

Inspirado diretamente no visual do novo filme, o boneco articulado do Superman apresenta detalhes no uniforme e uma escultura que remete à versão de David Corenswet. Ideal para crianças e fãs que desejam recriar as aventuras do herói.

🐶 Boneco Krypto (R$599,99)

O supercão Krypto chega em versão articulada com tecnologia que permite “flutuar” acima da mão utilizando sensores. Sem necessidade de controle remoto, o brinquedo proporciona uma experiência interativa e lúdica.

👿 Figura de Ação Ultraman (R$119,99)

Personagem antagonista do novo longa, Ultraman é apresentado como um clone criado por Lex Luthor. O boneco segue a mesma proposta da figura do Superman, com articulações e acabamento detalhado.

💥 Pack de Batalha Superman vs Kaiju (R$599,99)

Representando um dos confrontos do filme, este pack reúne Superman e um Kaiju para batalhas em escala reduzida. Uma peça ideal para recriar cenas de ação ou ampliar a coleção.

❄️ Playset Fortaleza da Solidão (R$499,99)

Inspirado no esconderijo do herói, o cenário vem com elementos interativos, espaço para os bonecos e detalhes que remetem à Fortaleza apresentada nas produções da DC.

🦸‍♂️ Roleplay Superman Clássico (R$249,99)

Com capa e símbolo do herói, o kit de roleplay permite que crianças se transformem no Superman e entrem em aventuras imaginárias como seu personagem favorito.

Sobre o filme

O novo “Superman” (2025) marca uma renovação ousada do universo DC, e o elenco escolhido por James Gunn reflete esse novo fôlego criativo. David Corenswet, que assume o papel de Clark Kent / Superman, tem no currículo uma ascensão notável com papéis em “The Politician” (2019), da Netflix, e “Hollywood” (2020), de Ryan Murphy, além de estrelar “Pearl” (2022), prequela do aclamado terror de Ti West. Rachel Brosnahan, como a intrépida Lois Lane, é amplamente reconhecida por sua atuação premiada como protagonista em “The Marvelous Mrs. Maisel” (2017–2023), além de participações expressivas em “House of Cards” (2013–2015) e “I’m Your Woman” (2020). Nicholas Hoult, no papel de Lex Luthor, já tem uma sólida carreira com destaque em franquias como “X-Men” (onde interpretou o Fera em filmes como “X-Men: Primeira Classe”, “Dias de um Futuro Esquecido” e “Apocalipse”), além de atuações elogiadas em “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “Tolkien” (2019), “The Menu” (2022) e na série “The Great” (2020–2023).

Skyler Gisondo, escalado como o carismático Jimmy Olsen, é conhecido por seu trabalho em “Santa Clarita Diet” (2017–2019), “Booksmart” (2019), “Licorice Pizza” (2021) e na aclamada série “The Righteous Gemstones” (2019–2024). Isabela Merced, que interpretará a heroína Kendra Saunders / Mulher-Gavião, já demonstrou versatilidade em papéis como a jovem Dora em “Dora e a Cidade Perdida” (2019), em “Sweet Girl” (2021), “Let It Snow” (2019) e no recente “Madame Teia” (2024), onde interpretou Anya Corazon. Nathan Fillion, sempre querido pelo público nerd, será Guy Gardner / Lanterna Verde — um papel que parece feito sob medida para ele, veterano de séries como “Firefly” (2002–2003), “Castle” (2009–2016) e “The Rookie” (2018–presente), além de várias participações no universo DC em animações e na franquia Guardiões da Galáxia, também sob a direção de Gunn.

Edi Gathegi, como Michael Holt / Senhor Incrível, já passou por franquias como “Crepúsculo” (como Laurent), “X-Men: Primeira Classe” (2011), “StartUp” (2016–2018) e “The Harder They Fall” (2021), da Netflix. Anthony Carrigan, que viverá o mutável Rex Mason / Metamorfo, é amplamente celebrado por seu papel como NoHo Hank na premiada série “Barry” (2018–2023), além de participar de “Gotham” (2014–2019), onde interpretou Victor Zsasz, e do recente “Bill & Ted: Encare a Música” (2020). María Gabriela de Faría, como a engenheira tecnopunk Angela Spica, já integrou o elenco de “Deadly Class” (2018–2019), produzida pelos irmãos Russo, e teve destaque em produções latinas como “Yo Soy Franky” (2015–2016).

O filme também inclui Frank Grillo como o implacável Coronel Rick Flagg Sr., personagem que amplia as conexões com o Esquadrão Suicida — e Grillo é veterano de ação, tendo interpretado Brock Rumlow / Ossos Cruzados no Universo Marvel (“Capitão América: O Soldado Invernal”, “Guerra Civil”, “Vingadores: Ultimato”), além de protagonizar a franquia “Uma Noite de Crime”. A portuguesa Sara Sampaio, escalada como Eve Teschmacher, tem feito a transição do mundo da moda para a atuação, participando de filmes como “Crisis” (2021), ao lado de Gary Oldman, e “Caddle Call” (2023). Por fim, a australiana Milly Alcock, que dará vida à jovem Kara Zor-El / Supergirl, conquistou o mundo com sua interpretação de Rhaenyra Targaryen jovem na primeira temporada de “House of the Dragon” (2022), além de estrelar séries como “Upright” (2019–2022) e “Reckoning” (2019).

Um convite ao imaginário

Ao trazer os brinquedos do Superman para o varejo, a Sunny Brinquedos oferece aos fãs brasileiros a oportunidade de se conectarem mais profundamente com o universo cinematográfico, além de promover o valor simbólico do brincar. A linha alia qualidade, acessibilidade e representatividade para diferentes idades, ampliando o alcance cultural do herói da DC Comics.

Os brinquedos licenciados também reforçam a aposta da Warner Bros. Discovery em fortalecer as marcas do novo DCU por meio de produtos oficiais, mantendo viva a relação emocional entre personagens e fãs.

Onde encontrar

Todos os produtos da linha Superman já estão disponíveis nas principais lojas físicas e plataformas digitais, incluindo o e-commerce oficial da Sunny Brinquedos. A expectativa é que a linha se destaque entre os lançamentos mais procurados do ano, especialmente com a repercussão positiva do filme.

Como Nasce um Rio | Curta baiano vence festival LGBTQIA+ e conquista plateias ao redor do mundo

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Uma animação brasileira está comovendo plateias ao redor do mundo ao tratar com lirismo e profundidade temas como identidade, desejo e pertencimento. Vencedor do prêmio de Melhor Curta L no 14º Festival Rio LGBTQIA+, Como Nasce um Rio, dirigido por Luma Flôres, é um exemplo do poder do cinema em criar pontes afetivas entre vivências individuais e coletivas.

Produzido pela Mulungu Realizações Culturais em parceria com a Anomura Filmes, o curta mergulha na jornada íntima de Ayla, uma personagem LGBTQIA+ em processo de descoberta e reconciliação consigo mesma. Longe de seguir uma narrativa convencional, a obra propõe uma experiência sensorial, onde som, imagem e movimento compõem uma linguagem simbólica que emociona, convida à escuta e evoca memórias.

Uma fábula visual sobre corpo, tempo e identidade

Com 8 minutos de duração, Como Nasce um Rio não busca explicações fáceis ou discursos didáticos. A proposta da diretora Luma Flôres é outra: abrir espaço para o silêncio, a contemplação e a fluidez — como um rio que encontra seus próprios caminhos. O curta traduz em poesia visual a vivência de alguém que aprende a aceitar os próprios desejos e a viver o corpo como território de existência.

A fotografia de Maíra Moura Miranda, a trilha sonora de Andrea Martins e a montagem delicada de Karol Azevedo completam uma estética que se distancia do óbvio. O filme não fala sobre resistência com gritos, mas com sutileza. E talvez seja justamente por isso que ele reverbera com tanta força.

Reconhecimento que atravessa fronteiras

Após o prêmio no Festival Rio LGBTQIA+, um dos mais importantes do país no debate de gênero e diversidade, Como Nasce um Rio segue colecionando reconhecimentos internacionais. A animação já foi selecionada para o Tribeca Film Festival, em Nova York, para o Melbourne International Animation Festival, na Austrália, e para o Anifilm, na República Tcheca. Em sua nova fase, o curta entra na programação do 78º Edinburgh International Film Festival, um dos mais tradicionais do mundo, além de festivais na Suíça, Hong Kong, Canadá, Croácia e Kosovo.

No Brasil, o filme também foi destaque no XX Panorama Internacional Coisa de Cinema, em Salvador, vencendo tanto o júri oficial quanto o júri das associações BRADA, API e GAMA, que destacaram a força estética e a relevância política da obra.

Produção independente, identidade coletiva

Por trás do curta está a Mulungu Realizações Culturais, produtora baiana que tem se consolidado como referência na realização de conteúdos autorais com protagonismo de mulheres, pessoas negras e LGBTQIA+. O histórico da empresa inclui longas como Menarca, Receba! e o documentário Cais, além da coprodução de Mulheres Negras em Rotas de Liberdade, projeto filmado no Brasil e na África com participação de nomes como Sueli Carneiro, Luedji Luna e Conceição Evaristo.

Sabadou com Virginia deste sábado (09) recebe Rodriguinho, Gaab, Beca Milano e Nadja Haddad

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite do próximo sábado, 9 de agosto, o Sabadou com Virginia volta ao SBT com uma edição especial que promete conquistar o público com uma mistura equilibrada de entretenimento leve, bate-papos sinceros e muita energia familiar. Sob o comando da carismática Virginia Fonseca, o programa reforça sua identidade ao combinar música, gastronomia e momentos de conexão que atravessam gerações, fortalecendo o clima afetivo que vem conquistando os telespectadores desde sua estreia.

A principal novidade da noite é o lançamento do Sabake Off Brasil, uma competição culinária inspirada no famoso reality Bake Off Brasil. O desafio coloca frente a frente duas duplas familiares: Virginia e sua mãe, Margareth Serrão, e o cantor Rodriguinho com seu filho Gaab. Mais do que uma disputa de confeitaria, a competição destaca a cozinha como espaço de transmissão de saberes, memórias e afetos, onde os laços entre mãe e filha e entre pai e filho ganham um significado especial.

Para avaliar as duplas, o programa conta com a jurada Beca Milano, confeiteira renomada que traz um olhar técnico, mas também humano, à disputa. “Desde pequena, a cozinha sempre foi meu refúgio. Fazer bolos virou uma tradição que carrego com muito carinho”, conta Beca, ressaltando a confeitaria como uma forma de expressão e acolhimento.

Além da competição, a edição terá a participação especial de Nadja Haddad, apresentadora oficial do Bake Off Brasil. Nadja compartilha sua visão sobre o papel do apresentador, que vai muito além de comandar o programa, envolvendo cuidado e empatia com os participantes. “Para mim, apresentar é uma missão de vida: cuidar das pessoas e criar conexões que ultrapassam as câmeras”, afirma, emocionando o público com sua sensibilidade. Sua presença reforça o compromisso do Sabadou com Virginia em construir um espaço onde o acolhimento e a troca genuína são tão valorizados quanto o entretenimento.

Música, família e histórias que emocionam

O programa reserva ainda um momento especial para a conversa com Rodriguinho e Gaab, que representam duas gerações da música brasileira. Rodriguinho, com 37 anos de carreira no samba, fala sobre sua trajetória, seu gosto por esportes como basquete e tênis, e seu projeto “Rodriguinho Acústico”, que resgata sua carreira em formato intimista. Gaab, da nova geração, destaca o projeto “Legado”, que une família e música numa criação coletiva e cheia de emoção. “O Legado é um espaço onde a gente cria juntos, celebrando nossa história e sentimentos”, explica o cantor, mostrando como a arte fortalece os vínculos afetivos entre eles.

Além da competição e dos bate-papos musicais, o programa amplia seu repertório com quadros que prometem agradar diferentes públicos. No “Em Busca do Corte Perfeito”, o barbeiro João Silva apresenta seu novo programa, “Programa do João”, que estreia logo após o “Sabadou” no SBT. O quadro oferece dicas práticas de estilo e cuidados masculinos, combinando carisma e conhecimento técnico para engajar quem se interessa por moda e beleza. Outro destaque é o “Se Beber, Não Fale”, que convida os participantes a se soltarem num clima descontraído, revelando histórias inusitadas e momentos de humor, reforçando o tom acessível e divertido do programa.

Entenda a trajetória do programa

Desde o início, o programa se destaca por unir entretenimento, cultura e afetividade num formato que conversa diretamente com as famílias brasileiras. A condução espontânea e natural de Virginia é um dos pontos fortes da atração, que valoriza a proximidade e o diálogo com o público. A programação diversificada, que inclui música, gastronomia, moda e conversas autênticas, cria um ambiente acolhedor e leve, perfeito para quem busca opções de lazer em família no fim de semana.

Exibido aos sábados à tarde, o programa chegou em 2025 com a missão de renovar o entretenimento na TV aberta, apostando numa linguagem contemporânea que dialoga com as novas gerações, sem perder o apelo para todas as idades. A edição deste sábado reforça essa proposta, ao unir elementos tradicionais e modernos numa celebração da diversidade cultural e familiar brasileira.

A estreia do Sabake Off Brasil exemplifica bem essa estratégia, ao resgatar tradições culinárias e afetivas dentro de um formato competitivo que aproxima o público, especialmente por meio das histórias pessoais dos participantes. A produção investe em dinamismo e interatividade, garantindo qualidade e inovação. Convidados como Beca Milano e Nadja Haddad ampliam a credibilidade e o charme da atração, que também aposta nas redes sociais para aumentar o alcance e o engajamento.

“SuperPop” desta quarta (23/07) recebe Popó Freitas para uma conversa exclusiva com Luciana Gimenez

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Na vida, alguns enfrentam batalhas. Outros, constroem uma carreira inteira dentro delas. Nesta quarta-feira (23), o SuperPop, programa comandado por Luciana Gimenez na RedeTV!, abre espaço para uma conversa intensa, ao vivo, com um dos maiores nomes do esporte brasileiro: Acelino “Popó” Freitas. Um homem que aprendeu desde cedo que vencer exige muito mais do que força — exige resiliência.

No quadro “Palavra-Chave”, Popó vai revisitar momentos decisivos da sua trajetória. Mas, mais do que falar sobre vitórias, a noite promete revelar o ser humano por trás dos títulos. Um filho da periferia de Salvador que sonhou alto, caiu, se reergueu e transformou a dor em potência.

O menino da Cidade Nova

Antes de ser chamado de “Mão de Pedra”, Popó era apenas o Acelino da Cidade Nova, bairro simples de Salvador. Filho de Babinha, um ex-pugilista, e de Dona Zuleica, cozinheira conhecida pela melhor feijoada da vizinhança, ele cresceu em um casebre de menos de 7 metros quadrados — onde panos serviam de paredes e o futuro parecia estreito como o espaço onde dormia com os irmãos.

Foi alfabetizado por uma vizinha, Neuraci, e encontrou no boxe, aos 14 anos, um caminho improvável para mudar de vida. Seu irmão Luís Cláudio foi o primeiro a ver o talento escondido naquele garoto franzino. E assim, entre socos no saco de pancadas improvisado e lutas de rua que logo ganhariam regras e ringues, nascia o Popó que o Brasil aplaudiria de pé anos depois.

Um campeão forjado na dor e no foco

A carreira de Popó não foi feita de sorte. Foi feita de disciplina. De acordar cedo. De resistir à fome, à dúvida, aos comentários de quem dizia que o menino do bairro nunca daria em nada.

Com o tempo, vieram os cinturões, os aplausos, a fama. Tetracampeão mundial de boxe. Títulos conquistados nas quatro maiores organizações do mundo (WBO, WBA, WBC e IBF). Um cartel de 41 vitórias em 43 lutas, 34 delas por nocaute. Uma lenda viva do esporte brasileiro.

Mas por trás de cada soco bem dado, existia um peso ainda maior: o de segurar as pontas na vida pessoal.

Quando a luta não é só no ringue

A entrevista no SuperPop também vai abordar os momentos em que Popó sentiu o chão fugir. O fim de seu primeiro casamento com Eliana Guimarães foi um desses. A turbulência emocional refletiu diretamente na sua performance esportiva — e culminou em sua primeira derrota no boxe. Um baque que doeu mais do que qualquer gancho de direita.

Foi justamente nesse momento que ele entendeu: ou cuidava da vida fora dos ringues, ou o Popó dos ringues deixaria de existir. A reconciliação com a família e a própria história o colocou de novo nos trilhos. E o levou a mais uma vitória — dessa vez, mais interna do que pública.

Hoje, ele vive um novo capítulo ao lado de Emilene Juarez, nutricionista e influenciadora digital. Juntos, compartilham a rotina, os treinos e a criação dos filhos. Popó é pai de seis — Rafael, Igor, Iago, Gustavo, Juan e o caçula, Popozinho.

Uma fé que também nocauteia o medo

Apesar do perfil explosivo dentro do ringue, Popó é um homem sereno fora dele. De fala direta, mas coração aberto. Encontra conforto e equilíbrio em sua fé — é evangélico, frequentador da Igreja Batista Caminho das Árvores, em Salvador. Lá, segundo ele, aprendeu que não existe glória que supere a humildade.

E é essa mesma humildade que o faz retornar ao bairro onde cresceu, sempre que pode. Não apenas para visitar, mas para transformar. Lá, construiu um ginásio de treinamento, onde jovens da periferia podem encontrar no esporte uma rota alternativa ao abandono.

Uma história que virou série, livro, podcast

Em 2019, Popó teve sua vida contada na série “Irmãos Freitas”, exibida pelo canal Space e posteriormente em plataformas como HBO Max e Amazon Prime Video. A produção, dirigida por Sergio Machado e Aly Muritiba, mostra um Popó mais íntimo: o filho, o irmão, o amigo — o homem que lutou dentro e fora das cordas.

A sua trajetória também foi narrada com profundidade no livro “Com as Próprias Mãos”, do jornalista Wagner Sarmento, com prefácio de Galvão Bueno. Já na internet, Popó mostra sua versão mais descontraída e afiada no “PopodCast”, programa em que entrevista celebridades, analisa lutas e comenta bastidores do mundo esportivo — com direito a tretas, provocações e bom humor.

Realities, aprendizados e novas lutas

Popó também se aventurou no universo dos realities. Participou do Power Couple Brasil, ao lado de Emilene, e do Dancing Brasil, ambos da Record. Mesmo não indo longe nas competições, conquistou o público com carisma e sinceridade.

Mais do que vencer, Popó sempre parece disposto a aprender — seja em uma luta, numa eliminação ou num tropeço pessoal.

O SuperPop como palco da verdade

No programa desta quarta, a dinâmica “Palavra-Chave” vai puxar da memória de Popó tudo aquilo que não está nos vídeos das lutas ou nas manchetes esportivas. São histórias da infância, dos treinos, da família, dos medos e da fé. Histórias que constroem quem ele é — e que, em muitos casos, ainda permanecem desconhecidas do grande público.

Luciana Gimenez conduz o quadro com leveza, mas também com profundidade, buscando no olhar do lutador aquele brilho que não vem das medalhas, mas da superação.

Um ídolo com os pés no chão (e as mãos de pedra)

Aos 48 anos, Popó sabe que seu tempo nos ringues já passou. Mas sua história continua viva, pulsando, inspirando. Ele se tornou o que muitos atletas jamais conseguem ser: alguém que transcende o próprio esporte.

Não importa se o palco é um ginásio, um podcast, um livro ou um programa de televisão. Onde estiver, Popó carrega consigo a essência de quem nunca deixou de lutar — por si mesmo, pela família, por seus valores e por um futuro melhor para quem vem depois.

Oat Pasakorn se pronuncia após críticas de fãs por comentários em live sobre ABO

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Foto: Reprodução/ Internet

O ator tailandês Oat Pasakorn, conhecido por sua versatilidade em séries e filmes do gênero dramático, de ação e sobrenatural, se viu recentemente no centro de uma intensa repercussão nas redes sociais. Tudo começou após uma live em que conversava descontraidamente com amigos sobre seu próximo projeto ambientado no universo ABO, ao lado do ator Boat Yongyut. Durante a transmissão, Oat comentou sobre as particularidades do omegaverse, tema que, embora popular entre fãs de ficção e romances com dinâmicas de hierarquia social e instintos, despertou reações diversas, incluindo críticas de parte do público.

O universo ABO, derivado do gênero omegaverse, apresenta estruturas de relacionamentos complexas e muitas vezes sexualizadas, com categorias como alfa, beta e ômega, que exploram hierarquias emocionais e físicas. Apesar de muitos fãs compreenderem o contexto, alguns espectadores consideraram os comentários de Oat inadequados, apontando que determinadas falas poderiam reforçar estereótipos ou tratar com leveza assuntos sensíveis.

Nos dias seguintes à live, mensagens, posts e comentários nas redes sociais se multiplicaram, dividindo opiniões. Alguns fãs manifestaram desapontamento e questionaram o tom de humor utilizado pelo ator. A situação ganhou repercussão suficiente para que Oat decidisse se pronunciar pessoalmente, assumindo responsabilidade e buscando esclarecer seu posicionamento de forma transparente.

Optando por uma abordagem pessoal, Oat publicou um texto escrito à mão em suas redes sociais. Nele, o ator se desculpou diretamente com o público e reconheceu que algumas de suas palavras poderiam ter causado desconforto. “Gostaria de pedir sinceras desculpas por ter falado sem a devida consideração e por ter feito piadas em excesso. Reconheço que minhas palavras foram inadequadas e podem ter causado desconforto a muitas pessoas”, escreveu, demonstrando empatia e sensibilidade ao impacto de seus comentários.

Oat também ressaltou que pretende aprender com o episódio para melhorar sua postura em situações futuras. “Lamento profundamente minhas ações e levarei isso como uma lição para ser mais atento e cuidadoso com o que digo e com a forma como me expresso no futuro. Sinto muito de verdade”, acrescentou. A mensagem, clara e direta, foi recebida de forma positiva por uma parte significativa dos fãs, que valorizaram a humildade do ator ao assumir o erro publicamente.

Apesar disso, a discussão sobre os limites do humor e da interpretação de temas delicados em transmissões ao vivo permanece acesa. Especialistas em comunicação e comportamento digital apontam que celebridades e influenciadores precisam equilibrar autenticidade e responsabilidade, especialmente ao tratar de universos ficcionais que abordam relações sensíveis ou sexualidade. Para muitos, a situação de Oat serve como um alerta sobre como comentários em lives podem gerar repercussões inesperadas e intensas.

A carreira de Pasakorn, contudo, é marcada por uma trajetória consistente e diversificada. Ele se destacou em produções como Amaldiçoado (2024), Lutadores Zumbis (2017), Oh Meu Fantasma 4 (2015), Faça-me Estremecer 3 (2015), e As Damas de Ferro Rugem! (2014), transitando entre papéis principais, secundários e participações especiais. Seu talento para interpretar personagens complexos, somado à presença carismática, consolidou sua reputação como um dos atores mais versáteis da televisão tailandesa.

Park Min-young surge como femme fatale no trailer de O Beijo da Sereia, novo k-drama do Prime Video

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O Prime Video divulgou o trailer oficial de “O Beijo da Sereia”, novo k-drama sul-coreano que promete mistério, sedução e suspense psicológico. A prévia apresenta Park Min-young em um papel radicalmente diferente de seus trabalhos mais conhecidos, assumindo a postura de uma femme fatale envolta em segredos, enquanto antecipa uma trama marcada por mortes misteriosas e jogos de manipulação. A estreia no Brasil já está confirmada para o dia 2 de março de 2026.

Produzida pela emissora sul-coreana tvN, a série chega ao catálogo do streaming com o título original “Siren’s Kiss”, reforçando o simbolismo mitológico que envolve sua narrativa. A divulgação do trailer rapidamente chamou atenção dos fãs de k-dramas, especialmente por mostrar Park Min-young em uma faceta mais sombria e enigmática, distante das protagonistas românticas que marcaram sua carreira.

Além de Park Min-young, conhecida por sucessos como O que Há de Errado com a Secretária Kim? e A Esposa do Meu Marido, o elenco principal conta com Wi Ha-joon, ator que ganhou projeção internacional após Round 6 e que também esteve em produções como Bad and Crazy e O Romance da Meia-noite em Hagwon. A dupla protagoniza uma relação marcada por tensão, atração e desconfiança, conforme indicado nas primeiras imagens divulgadas.

A história acompanha Cha Wooseok, personagem de Wi Ha-joon, um investigador de elite da Unidade de Investigação de Fraudes de Seguros (SIU). Reconhecido por sua habilidade incomum de perceber mentiras e padrões ocultos, Wooseok se envolve em um caso complexo que liga uma série de mortes aparentemente acidentais a esquemas sofisticados de fraude contra seguradoras. À medida que a investigação avança, o personagem se vê cada vez mais próximo de uma mulher tão fascinante quanto perigosa.

É nesse ponto que entra a personagem de Park Min-young, envolta em mistério desde o primeiro momento do trailer. Sua presença é associada a charme, inteligência e uma aura ameaçadora, levantando dúvidas sobre suas reais intenções. A narrativa sugere que ela pode ser tanto peça-chave para a resolução do caso quanto a responsável por conduzir o investigador a um caminho sem volta.

Visualmente, o trailer aposta em uma estética elegante e sombria, combinando cenários urbanos, iluminação contrastada e trilha sonora tensa, reforçando o tom de suspense psicológico da produção. O título “O Beijo da Sereia” também indica um jogo simbólico entre atração e destruição, remetendo à figura mitológica que seduz para, em seguida, conduzir suas vítimas ao perigo.

A nova produção marca mais um investimento do Prime Video em conteúdos asiáticos, especialmente no segmento de k-dramas, que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado internacional. A escolha de nomes consagrados do audiovisual sul-coreano reforça a expectativa de que a série dialogue tanto com o público fiel do gênero quanto com novos espectadores atraídos por tramas de crime e suspense.

Opinião – A televisão brasileira vive de reprises porque perdeu a coragem de criar o novo

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Foto: Reprodução/ Internet

Há algo curioso — e preocupante — acontecendo na televisão brasileira. Enquanto o público se transforma, busca novas narrativas e mergulha em plataformas de streaming, as emissoras parecem andar em círculos. O que antes era espaço de inovação, ousadia e experimentação virou terreno de reciclagem. E a mais nova promessa desse looping criativo é a possível continuação de Avenida Brasil, um dos maiores fenômenos da história da TV Globo.

A ideia de revisitar um sucesso desse porte é tentadora. A novela de João Emanuel Carneiro foi um divisor de águas em 2012 — ousada, vibrante e pop, com personagens antológicos e um ritmo narrativo que modernizou o gênero. Só que o tempo passou. E a simples pergunta — “precisamos mesmo de uma sequência?” — já revela o problema.

A cultura da repetição

Remakes e continuações sempre existiram, mas hoje parecem ser o centro da estratégia da teledramaturgia. A Globo, que um dia apostava em histórias inéditas e autores dispostos a arriscar, agora vive de revisitar o passado. Pantanal, Elas por Elas, Renascer, Vale Tudo e agora, supostamente, Avenida Brasil 2. É uma tendência que beira o esgotamento criativo.

A justificativa oficial costuma ser “homenagear clássicos”, “apresentar a nova geração” ou “celebrar a memória afetiva do público”. Mas, sejamos honestos: no fundo, trata-se de uma tentativa de recuperar audiência perdida. O passado virou uma estratégia de sobrevivência. E o problema é que, quando o passado se torna muleta, o futuro deixa de existir.

O risco da continuação impossível

Entre todos os títulos cogitados para ganhar sequência, Avenida Brasil é o caso mais simbólico — e talvez o mais perigoso. Sua história se fechou com perfeição: Carminha foi perdoada, Nina se libertou, e o ciclo de vingança se transformou em redenção. Tudo ali tinha um ponto final emocional e narrativo. Reabrir esse universo seria como desenterrar uma história que já encontrou paz.

Além disso, o contexto de 2012 não existe mais. A novela foi o retrato de um país que ainda acreditava em mobilidade social, no mito do “novo rico” e no poder da esperteza como ascensão. Era um Brasil de classe média ascendente, de memes inocentes e humor popular. Hoje, o cenário é outro — mais cínico, mais fragmentado e muito menos disposto a comprar a mesma história embrulhada em nostalgia.

É difícil imaginar uma sequência que não soe artificial ou oportunista. E é justamente isso que torna o projeto duvidoso: ele parece nascer mais do desejo de repetir um faturamento bilionário do que da vontade de contar uma nova história.

O declínio da ousadia

A teledramaturgia brasileira já foi sinônimo de risco. Dos experimentos narrativos de Janete Clair e Dias Gomes à linguagem de João Emanuel Carneiro e Glória Perez, as novelas eram espelhos do país — complexas, provocativas, cheias de identidade.

Hoje, o que se vê é o medo de errar. E, nesse medo, a repetição vira um abrigo confortável. O público, no entanto, não é o mesmo. Ele é mais exigente, mais fragmentado e, sobretudo, saturado de reprises disfarçadas de novidade.

Ao insistir em reviver o que deu certo, as emissoras passam a mensagem de que não confiam mais em sua própria capacidade de criar impacto. E isso é trágico. Porque o verdadeiro legado de uma novela como Avenida Brasil não está em continuar sua história, mas em inspirar novas.

A nostalgia como produto

A nostalgia, quando usada com propósito, pode ser poderosa. Ela reconecta o espectador à emoção do passado. Mas, quando usada como isca comercial, vira um produto vazio. O público é levado a acreditar que está revivendo algo, quando na verdade está consumindo uma simulação do que já foi.

Essa lógica transforma o que antes era arte popular em franquia. E novela não deveria ser franquia. Ela é viva, orgânica, construída no calor do momento — no diálogo com o país, com o cotidiano e com o público. Quando o mercado tenta industrializar esse sentimento, tudo perde verdade. A sensação é a de ver um disco riscado: o mesmo som repetido até a exaustão, com a ilusão de que se trata de algo novo.

The Beauty revela trailer perturbador e transforma a busca pela perfeição em um pesadelo mortal

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Foto: Reprodução/ Internet

O universo da moda, tradicionalmente associado ao glamour, à elegância e à busca incessante pela perfeição, ganha contornos sombrios e perturbadores em The Beauty, nova produção criada por Ryan Murphy em parceria com Matt Hodgson. Teve seu trailer oficial revelado nesta segunda-feira (5), a série é baseada na aclamada HQ homônima escrita por Jeremy Haun e Jason A. Hurley e promete ser um dos lançamentos mais impactantes da televisão em 2026. Misturando drama, suspense, terror psicológico e crítica social, a obra mergulha fundo nos limites da vaidade humana e nos perigos de uma sociedade obcecada pela aparência. Abaixo, confira o vídeo:

A trama se inicia quando o mundo da alta costura é abalado por uma sequência de mortes misteriosas e extremamente macabras envolvendo supermodelos internacionais. O que, a princípio, parece uma série de crimes isolados logo se revela parte de algo muito maior e mais perigoso. Para investigar o caso, o FBI envia a Paris os agentes Cooper Madsen e Jordan Bennett, dois profissionais experientes que rapidamente percebem que estão lidando com uma ameaça que ultrapassa fronteiras, leis e até mesmo conceitos básicos de ética e humanidade.

À medida que a investigação avança, os agentes descobrem a existência de um vírus sexualmente transmissível capaz de transformar pessoas comuns em versões fisicamente perfeitas de si mesmas. Corpos esculturais, rostos simétricos e juventude quase eterna passam a ser possíveis graças a essa “benção” científica. No entanto, o que parece um milagre moderno cobra um preço alto e brutal. As consequências da infecção são tão devastadoras quanto imprevisíveis, levando a deformações, surtos violentos e, em muitos casos, à morte.

No centro desse pesadelo está uma figura conhecida apenas como “A Corporação”, um bilionário da tecnologia interpretado por Ashton Kutcher. Misterioso, frio e extremamente calculista, ele é o criador da droga revolucionária apelidada de “A Beleza”. Por trás de um discurso de progresso, inovação e liberdade estética, esconde-se um império trilionário construído sobre experimentos ilegais, manipulação genética e exploração humana. Para proteger seus segredos e manter o controle absoluto sobre o mercado da perfeição, A Corporação não hesita em recorrer à violência extrema, acionando seu executor pessoal conhecido apenas como O Assassino, vivido por Anthony Ramos.

Enquanto Cooper e Jordan tentam juntar as peças desse quebra-cabeça mortal, a narrativa se expande para outros personagens igualmente impactados pela epidemia. Um deles é Jeremy, interpretado por Jeremy Pope, um forasteiro perdido e desesperado que se vê envolvido no caos causado pela disseminação da droga. Em busca de um propósito e tentando sobreviver em um mundo que valoriza apenas a aparência, ele representa o olhar mais humano e vulnerável da história, funcionando como um contraponto emocional à frieza das grandes corporações e ao cinismo da indústria da beleza.

A série adota uma narrativa global, levando os personagens a uma corrida contra o tempo por cidades icônicas como Paris, Veneza, Roma e Nova Iorque. Cada cenário não serve apenas como pano de fundo estético, mas também reforça a crítica central da obra: a padronização da beleza e o culto ao corpo perfeito são fenômenos globais, alimentados por redes de poder, consumo e influência midiática. Ryan Murphy utiliza essas paisagens para criar um contraste constante entre o belo e o grotesco, o luxo e a decadência.

No elenco, Evan Peters, colaborador frequente de Murphy, assume o papel do agente Cooper Madsen, entregando mais uma atuação intensa e complexa. Rebecca Hall interpreta Jordan Bennett, uma investigadora inteligente, pragmática e emocionalmente marcada pelos horrores que descobre ao longo do caso. Isabella Rossellini surge como Franny Forst, uma figura influente e enigmática ligada ao mundo da moda, cuja presença adiciona ainda mais camadas de mistério à trama. Bella Hadid, supermodelo na vida real, interpreta Ruby, personagem que dialoga diretamente com a crítica à indústria fashion e ao culto à imagem.

Do ponto de vista temático, a série se encaixa perfeitamente na filmografia e no estilo narrativo de Ryan Murphy. Conhecido por explorar os limites da sociedade contemporânea em séries como American Horror Story, Nip/Tuck e Pose, o criador volta a provocar o público ao questionar até onde a humanidade está disposta a ir em nome da perfeição. A série aborda questões como bioética, capitalismo extremo, exploração do corpo, identidade e o impacto psicológico da busca incessante por aceitação e reconhecimento.

O desenvolvimento da série foi anunciado oficialmente em 30 de setembro de 2024, quando o canal FX confirmou que estava trabalhando em uma adaptação da HQ com Ryan Murphy e Matt Hodgson à frente do projeto. Em agosto de 2025, a emissora revelou que a estreia estava prevista para 2026, informação reforçada pelo próprio Murphy em outubro do mesmo ano, quando indicou janeiro como o mês escolhido. Finalmente, em 3 de dezembro de 2025, o FX confirmou a data oficial de estreia: 21 de janeiro de 2026.

As filmagens aconteceram entre novembro de 2024 e junho de 2025, passando por diversas locações internacionais, o que reforça a ambição visual e narrativa da série. O cuidado com a fotografia, o figurino e a ambientação já é evidente no trailer, que apresenta uma estética elegante, perturbadora e altamente estilizada, alinhada ao tom crítico e provocador da história.

Para Sempre Minha | Novo terror com Tatiana Maslany e Rossif Sutherland estreia nos cinemas em novembro

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A distribuidora Diamond Films acaba de anunciar a chegada de mais um suspense psicológico aos cinemas brasileiros: Para Sempre Minha (Keeper, no original), novo longa dirigido por Osgood Perkins, que estreia em novembro deste ano. O filme promete ser um dos destaques do gênero terror em 2025 e já teve seu teaser oficial divulgado, revelando um clima tenso, soturno e emocionalmente perturbador.

Com um elenco liderado por Tatiana Maslany (She-Hulk, Orphan Black) e Rossif Sutherland (Possessor, Reign), o longa mergulha em um suspense íntimo e arrepiante, onde as fronteiras entre amor, obsessão e terror se confundem.

O teaser, que você pode conferir logo acima, entrega pouco da trama — e justamente por isso, deixa uma impressão poderosa. Com cortes secos, cenas silenciosas e imagens repletas de tensão emocional, o vídeo antecipa um filme psicológico, com atmosfera melancólica e crescente sensação de claustrofobia. Tatiana Maslany, como Liz, parece viver uma mulher em luto, isolada emocionalmente, enquanto Malcolm, personagem de Rossif Sutherland, sugere uma figura ambígua entre protetor e ameaça. Em poucas imagens, a narrativa já se desenha como uma história onde o amor e a escuridão caminham lado a lado.

Uma história de dor, segredos e possessão emociona

Escrito por Nick Leopard — roteirista de Animais Perigosos —, Para Sempre Minha promete explorar os limites do luto, da vulnerabilidade e das relações tóxicas. Embora os detalhes da trama estejam sendo mantidos em sigilo, o longa já vem sendo descrito nos bastidores como um “terror silencioso e psicológico”, com foco na desconstrução da intimidade. Além de Maslany e Sutherland, o elenco conta com Claire Friesen, Birkett Turton e Erin Boyes, todos em papéis ainda não revelados, mas que, segundo a produção, terão funções-chave para o desfecho impactante da trama.

O retorno de Osgood Perkins ao terror

Osgood Perkins, diretor do filme, tem se consolidado como um dos nomes mais autorais do terror contemporâneo. Com um estilo marcado por atmosferas densas, construção lenta e fotografia meticulosamente sombria, ele já dirigiu títulos cultuados como O Filho de Rosemary (2015), A Enviada do Mal (2016) e o recente Longlegs – Vínculo Mortal (2024), também distribuído pela Diamond Films.

Neste novo projeto, Perkins retoma sua obsessão por personagens femininas complexas e isoladas, envolvidas em dilemas emocionais tão profundos quanto perturbadores. Segundo a distribuidora, a trama será um filme sobre a dor da perda e os monstros que surgem quando o amor é deturpado pelo desespero.

Parceria contínua com a Diamond Films

A Diamond Films, que distribuiu o elogiado Longlegs – Vínculo Mortal no ano passado — atraindo mais de meio milhão de espectadores aos cinemas brasileiros —, continua investindo em produções autorais e ousadas dentro do gênero do terror. A aposta em Para Sempre Minha reafirma o compromisso da distribuidora em trazer ao público brasileiro filmes que equilibram qualidade estética, profundidade narrativa e tensão emocional.

Esse será o segundo filme de Osgood Perkins lançado pela Diamond, que tem se destacado no mercado nacional como uma das principais plataformas para a exibição de thrillers e suspenses psicológicos fora do circuito hollywoodiano mais tradicional.

Tatiana Maslany em papel intenso e desafiador

Conhecida por seu trabalho multifacetado em Orphan Black — pelo qual recebeu o Emmy de Melhor Atriz — e mais recentemente no universo Marvel como She-Hulk, Tatiana Maslany retorna agora ao drama psicológico com um papel que promete explorar camadas emocionais profundas e uma performance silenciosamente devastadora.

Em Para Sempre Minha, Maslany interpreta uma mulher aparentemente em processo de reconstrução pessoal, após uma perda marcante. À medida que o enredo avança, sua personagem se vê envolvida em um relacionamento perturbador, onde afeto e manipulação se entrelaçam perigosamente.

O filme marcará também o reencontro da atriz com o gênero do horror, onde ela já demonstrou domínio nas nuances entre o humano e o monstruoso.

O que esperar de “Para Sempre Minha”?

Embora a sinopse oficial ainda não tenha sido divulgada, o teaser e as primeiras informações sobre o longa indicam que estamos diante de uma obra intimista, minimalista e carregada de tensão emocional — característica marcante da filmografia de Osgood Perkins. É esperado que o filme siga a estética dos terrores psicológicos que priorizam clima, atmosfera e desenvolvimento de personagem, ao invés de sustos fáceis ou violência gráfica. A abordagem sensível e ao mesmo tempo angustiante de Perkins atrai não apenas os fãs do gênero, mas também o público interessado em narrativas sobre o trauma, a dor e a psique humana.

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