“Caçadores do Fim do Mundo” | Diamond Films divulga trailer da aventura pós apocalíptica estrelada por Dave Bautista e Samuel L. Jackson

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No coração de um planeta devastado, onde o sol não é mais apenas fonte de vida, mas também de destruição, nasce uma história sobre a busca pela humanidade em meio ao caos. É esse cenário que dá o tom a “Caçadores do Fim do Mundo” (Afterburn), a nova aventura pós-apocalíptica que estreia nos cinemas brasileiros no dia 28 de agosto.

Mais do que um filme de ação, essa produção nos convida a refletir sobre o que realmente importa quando tudo ao redor parece ruir. No centro dessa narrativa está Jake, um ex-militar vivido por Dave Bautista, um homem marcado pelo passado e por cicatrizes invisíveis que só quem sobrevive entende.

Sobrevivência e redenção em cada passo

Jake não é um herói tradicional. Ele é a representação da resistência, da luta diária que muitos carregam silenciosamente. Vivendo em um mundo onde a lei foi substituída pela brutalidade, ele usa suas habilidades para encontrar artefatos — pequenos fragmentos do que a humanidade já foi, verdadeiros tesouros em um cenário esquecido.

Quando Valentine, papel de Samuel L. Jackson, entra em cena com a missão de recuperar uma obra de arte icônica, Jake se vê diante do desafio mais complexo da sua trajetória. Não é apenas uma caçada por objetos valiosos; é uma busca por sentido, por memória, por aquilo que não pode se perder mesmo diante do apocalipse.

Uma parceria forjada na adversidade

A interação entre Bautista e Jackson traz à tela uma dinâmica de tensão e cumplicidade, que revela as nuances humanas por trás da dureza do mundo pós-tempestade solar. São dois homens que, apesar das diferenças, compartilham o peso de sobreviver em um futuro incerto — e, talvez, a esperança de recomeçar.

Com a direção de J.J. Perry, especialista em coreografar cenas de tirar o fôlego, o filme equilibra ação eletrizante e emoção profunda, um convite para o público sentir cada passo dessa jornada árdua.

Vozes que ecoam no silêncio da destruição

Além dos protagonistas, o elenco conta com nomes que carregam histórias e personagens memoráveis, como Olga Kurylenko e Kristofer Hivju. Juntos, eles compõem um mosaico de personagens que refletem a diversidade e complexidade da luta pela sobrevivência

Uma obra que fala ao coração

“Caçadores do Fim do Mundo” é mais que uma aventura; é um olhar sensível sobre o que significa ser humano em um mundo que perdeu sua referência. É uma história que fala de perdas, de resiliência, de escolhas difíceis — e de um fio tênue de esperança que pode mudar tudo.

O trailer, já disponível em versões legendada e dublada, dá um gostinho dessa experiência, com imagens poderosas e sequências que prendem o espectador do primeiro ao último segundo.

No dia 28 de agosto, a Diamond Films convida o público brasileiro a embarcar nessa viagem intensa e emocionante. Um convite para olhar o apocalipse não só como destruição, mas também como um momento de reflexão sobre a força que existe em cada um de nós para enfrentar o desconhecido e buscar a luz mesmo quando tudo parece perdido.

Pssica | Netflix revela trailer da minissérie impactante dirigida por Quico e Fernando Meirelles

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Foto: Rodrigo Maltchique/Netflix

No dia 20 de agosto, a Netflix abre as comportas de um Brasil raramente visto nas grandes telas com a estreia de “Pssica”, minissérie brasileira que promete arrepiar a pele e mexer com o coração. Com apenas quatro episódios, a produção é pequena no formato, mas gigante na ambição estética, social e narrativa.

Dirigida por Quico Meirelles e com um episódio assinado pelo pai, Fernando Meirelles (de “Cidade de Deus”), “Pssica” traz um retrato brutal, sensível e surpreendentemente poético da Amazônia que vive fora dos cartões-postais. A produção é baseada na obra homônima do escritor paraense Edyr Augusto, um cronista da violência, da beleza e das contradições do Norte brasileiro.

Uma maldição sobre os rios

A palavra que dá nome à série — pssica — carrega o peso de uma lenda. No imaginário popular amazônico, trata-se de uma maldição, um mal invisível que assombra quem tenta escapar de seu destino. E é justamente esse fio místico que costura as três histórias centrais da série.

Janalice (vivida por Domithila Cattete) é uma jovem raptada por uma rede de tráfico humano e lançada à própria sorte. Preá (interpretado com intensidade por Lucas Galvino) é um rapaz criado à margem da lei que, entre remos e balas, herda o comando de uma gangue de criminosos ribeirinhos — os “ratos d’água”. Já Mariangel (Marleyda Soto), que carrega as dores da guerra em seu olhar, atravessa os rios em busca de vingança pela chacina de sua família.

Esses três destinos se entrelaçam como as correntezas da própria Amazônia, num enredo que mistura denúncia social, realismo fantástico e thriller emocional.

Um Brasil que raramente vemos

Filmada em Belém e nos arredores da Amazônia Atlântica, “Pssica” impressiona não apenas pelo roteiro potente, mas pela escolha de locações autênticas e por sua equipe majoritariamente nortista. A série não tenta pasteurizar o Norte, mas sim ouvi-lo, habitá-lo e senti-lo em sua complexidade.

A fotografia exalta a beleza crua da região — rios de lama, palafitas, florestas cortadas por barcos barulhentos, becos molhados por chuvas tropicais. Mas há, também, uma paleta de cores emocionais: o vermelho da vingança, o azul dos sonhos interrompidos e o verde profundo de um Brasil esquecido.

“Conheci o livro há alguns anos e percebi que a leitura me apresentou temas urgentes e uma realidade que precisa ser discutida. Estou realizada ao saber que agora vamos lançar essa minissérie para que mais pessoas conheçam essas histórias”, conta Andrea Barata Ribeiro, uma das produtoras da série.

Potência nos bastidores

Além da direção de Quico e Fernando Meirelles, o time criativo de “Pssica” é liderado por nomes de peso como Bráulio Mantovani (indicado ao Oscar por “Cidade de Deus”), Fernando Garrido e Stephanie Degreas, responsáveis pelo roteiro. A produção é da O2 Filmes, com coprodução de Cristina Abi.

No elenco, um sopro de diversidade e novidade: Ademara, Ana Luiza Rios, Bruno Goya, Claudio Jaborandy, David Santos, Felipe Rocha, Gabriel Knoxx, Luca Dan, Maycon Douglas, Ricardo Teodoro, Sandro Guerra, Sendí Baré, Welket Bungué e Wesley Guimarães.

A presença de atores amazônidas e nordestinos em papéis centrais reforça o compromisso da obra com a representatividade regional e a autenticidade da narrativa.

A violência como legado, o afeto como resistência

“Pssica” é um grito silencioso vindo dos confins da floresta. Uma história sobre violência estrutural, tráfico humano, desigualdade, mas também sobre afeto, fé popular, sobrevivência e a busca por uma segunda chance.

Não há romantização dos traumas, mas há espaço para a emoção. As escolhas dos personagens, muitas vezes extremas, são retratadas com empatia. “A série fala daquilo que te molda quando tudo ao redor parece querer te destruir. Mas também mostra que há resistência nos corpos que sangram, nos olhos que choram, nas mãos que não se rendem”, comenta Quico Meirelles.

Por que assistir?

“Pssica” não é só mais uma série brasileira — é uma produção que ousa sair do eixo, que respira o Norte com sua linguagem própria e entrega drama, ação, poesia e denúncia em doses equilibradas. É um convite a ver o Brasil com outros olhos — mais abertos, mais atentos, mais humanos.

Se há uma “maldição” que paira sobre os personagens, talvez seja a mesma que atravessa grande parte dos brasileiros: o peso de nascer e viver à margem. Mas “Pssica” também mostra que existe beleza em cada tentativa de quebrar esse destino.

“Ne Zha 2”: A animação que desafiou Hollywood chega ao Brasil como fenômeno bilionário do cinema chinês

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Um garoto indomável, forjado por raios divinos e pelas dores do destino, está prestes a desembarcar nos cinemas brasileiros. Mas ele carrega mais do que uma lenda ancestral da mitologia chinesa. Carrega um símbolo: o de uma nova era para a animação mundial — uma era em que a força criativa rompe as amarras do eixo Hollywood, e onde o bilionário sucesso de bilheteria deixa de ser privilégio exclusivo do Ocidente.

Estamos falando de “Ne Zha 2: O Renascimento da Alma”, superprodução chinesa que estreia no Brasil na segunda semana de setembro. A animação, sequência direta de “Ne Zha” (2019), causou verdadeiro abalo sísmico na indústria cinematográfica: ultrapassou os US$ 2 bilhões em bilheteria global, desbancou “Inside Out 2” como a animação mais lucrativa da história e tornou-se o primeiro filme de língua não inglesa a atingir tal marca.

No 16º Show de Inverno, evento anual realizado em Campos do Jordão, a distribuidora responsável pela estreia nacional celebrou a chegada do título como um “sinal dos tempos”: o mundo está sedento por novas vozes, por novas estéticas, por histórias que ultrapassem as narrativas ocidentais convencionais. E, acima de tudo, está pronto para abraçar protagonistas como Ne Zha.

O poder de uma história enraizada

O sucesso de “Ne Zha 2” não se explica apenas pelos números astronômicos. Ele se sustenta sobre pilares culturais sólidos. O filme, assim como seu antecessor, é inspirado em um dos textos mais antigos e reverenciados da mitologia chinesa: o romance épico “Fengshen Yanyi”, ou “Investidura dos Deuses”, do século XVI.

A história gira em torno do jovem Ne Zha, filho de um comandante humano, que ressurge após ter sido desintegrado em batalha contra forças celestiais. Com seu corpo reconstruído graças ao sacrifício de um sábio taoísta e a um misterioso Lótus Sagrado, Ne Zha renasce ao lado do antigo rival Ao Bing — filho do temido Rei Dragão do Leste. Unidos pelo destino e pela dor, os dois se veem no centro de uma nova batalha entre deuses, monstros e homens.

Por trás dos efeitos visuais espetaculares e batalhas de tirar o fôlego, há temas universais: paternidade, culpa, destino e livre-arbítrio. “Ne Zha 2” emociona não só pelos olhos, mas pelo coração — e isso o torna acessível a qualquer plateia, em qualquer canto do mundo.

Um feito sem precedentes: da China para o mundo

Com um orçamento estimado em US$ 80 milhões, o filme — dirigido e roteirizado por Jiaozi — se pagou em apenas dois dias de exibição na China. Em sua 11ª jornada nas salas chinesas, o longa ultrapassou a arrecadação de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015) em solo norte-americano, tornando-se a maior bilheteria de todos os tempos em um único território.

E não parou por aí. Três semanas após a estreia no Ano-Novo Chinês de 2025, o longa alcançou a impressionante marca de US$ 1,7 bilhão, superando “Inside Out 2”. Em junho, passou a integrar o seleto grupo dos seis filmes mais rentáveis da história, ao cruzar a fronteira dos US$ 2 bilhões.

Esse resultado coloca a China em uma nova posição estratégica na cadeia global do entretenimento — não mais como mercado consumidor, mas como potência produtora e exportadora de conteúdo cultural.

A ascensão do Fengshen Universe

“Ne Zha 2” é mais do que uma continuação: é parte de um ambicioso projeto da Enlight Pictures, estúdio que criou o chamado Fengshen Universe — uma espécie de “MCU da mitologia chinesa”. Ao lado de “Ne Zha” (2019) e “Jiang Ziya” (2020), o novo filme expande a mitologia taoísta em uma narrativa cinematográfica com potencial de franquia global.

Em entrevista à imprensa internacional, Jiaozi afirmou que “o universo Fengshen é um convite à reconciliação entre o ancestral e o moderno, entre a tecnologia e a espiritualidade, entre o Oriente e o mundo”. A ideia é seguir investindo em continuações, spin-offs e até séries animadas com base nessa mitologia riquíssima.

Um mercado em transformação

Segundo relatório da Mordor Intelligence, o setor global de animação e efeitos visuais movimenta hoje cerca de US$ 179 bilhões, com previsão de atingir US$ 311 bilhões até 2029. Esse crescimento exponencial é puxado por novas demandas de público, por plataformas de streaming e pela sofisticação de estúdios fora dos tradicionais polos americanos e japoneses.

“Ne Zha 2” chega ao Brasil nesse contexto: como um sinal de que o cinema mundial está em transição. O sucesso da animação reitera que o futuro não está mais centralizado em um único território — ele é plural, polifônico, e disposto a ouvir todas as vozes. Do Brasil à China, do México à Coreia do Sul, do Egito à França.

Um filme para além das telas

Mais do que um blockbuster, “Ne Zha 2” carrega um espírito transformador. Para o público chinês, representa orgulho nacional. Para o público internacional, representa a descoberta de uma nova forma de sonhar.

E para o cinema, como arte e indústria, simboliza uma nova chance de se reinventar. Porque quando uma animação bilionária que fala mandarim, evoca dragões e medita sobre o destino da alma humana conquista o mundo, uma coisa fica clara: estamos prontos para olhar além dos nossos próprios mitos. E talvez, como Ne Zha, estejamos todos prontos para renascer.

TurmaTube ganha vida: série live-action “A Primeira Aventura” marca nova fase do universo criado por Viih Tube

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Imagina só trocar os desenhos animados por rostos reais, a tela fria por uma floresta viva, e dar à infância o palco que ela merece. Esse é o espírito por trás de “TurmaTube – A Primeira Aventura”, nova série live-action inspirada na animação criada por Viih Tube, que conquistou as famílias brasileiras com histórias doces, visuais cativantes e um compromisso inabalável com valores como empatia, diversidade e respeito.

Agora, os animaizinhos da TurmaTube — antes saltitantes nas telas em forma de desenhos — ganham carne, osso e muita personalidade em um projeto ousado, sensível e cheio de vida, gravado em pleno mato, entre árvores, barracas e risadas de verdade. É nesse cenário que o universo idealizado por Viih cresce, amadurece e, ao mesmo tempo, mantém sua essência: ser feito por e para crianças, sem perder a conexão com o coração dos adultos.

Do YouTube à floresta: o poder de sonhar grande

A história da TurmaTube começa com uma ideia aparentemente simples: criar uma animação infantil que conversasse com as emoções dos pequenos. Mas Viih Tube — influenciadora, atriz, empresária e mãe — sabia que queria mais. Não bastava entreter, era preciso ensinar com carinho, acolher sem julgamento e celebrar as diferenças com naturalidade.

Depois do sucesso da animação lançada em 2023, que rapidamente virou febre entre crianças de 2 a 4 anos, a criadora deu o próximo passo. Agora, com um público um pouco mais crescido — crianças de 5 a 7 anos — nasce a primeira série live-action da TurmaTube, um projeto que coloca crianças reais no centro da narrativa, vivendo aventuras que misturam fantasia, música e descobertas emocionais.

“Sempre sonhei com algo que fosse além do desenho. Queria ver essas crianças vivendo aquilo de verdade, correndo na floresta, se sujando, se abraçando. Queria que o público se visse nelas”, diz Viih, emocionada nos bastidores da gravação.

Criança brincando é criança aprendendo

Gravada em Sapucaí-Mirim, no interior de Minas Gerais, dentro da tradicional colônia NR Acampamentos, a série traz como cenário a própria natureza — e isso muda tudo. Não há efeitos especiais grandiosos ou cenários artificiais: aqui, o mato é real, o vento bagunça o cabelo, e as experiências acontecem com cheiro de terra molhada.

É nesse espaço que o grupo de amigos formado por Mari Yumi (Lara), Lorena Candido (Valentina), Theo Radicchi (Ruan), Diego Laumar (Nino), Vitinho Lima (Tião), Helena Vilhena (Nina) e Davi Damin (Hugo) vai se conhecendo, criando laços, enfrentando medos e celebrando conquistas pequenas — mas profundamente significativas.

Entre uma brincadeira e outra, a série planta sementes importantes: o cuidado com o outro, o respeito ao tempo de cada um, a escuta atenta e a beleza do coletivo. E faz isso de forma leve, com música, cor e simplicidade.

No centro dessa dinâmica está a Prô Júlia, interpretada pela própria Viih Tube, uma figura adulta que não controla, mas acompanha. “Ela é como aquela professora que a gente lembra com carinho, que não gritava, que olhava no olho. A Prô Júlia está lá, mas quem resolve os conflitos são as crianças”, explica Viih

Representatividade que nasce da convivência

Em um país tão plural como o Brasil, ver uma série infantil com elenco diverso, sem estereótipos ou caricaturas, ainda é raro — mas absolutamente necessário. Em TurmaTube – A Primeira Aventura, as diferenças de origem, tom de pele, personalidade e modos de pensar não são discutidas, são vividas. Estão ali, presentes e integradas, como devem ser na vida real.

As crianças se expressam com liberdade, sem filtros adultos, e constroem uma convivência que valoriza as singularidades sem forçar lições de moral. Cada personagem tem sua maneira de lidar com o mundo — e é isso que faz da série um espaço tão rico e acolhedor.

“As crianças entendem muito mais do que a gente imagina. Elas não precisam de discursos longos sobre inclusão, elas precisam ver isso na prática. E foi isso que a gente fez”, conta Clara Ramos, diretora geral do projeto.

Por trás das câmeras: um time que acredita no afeto

Além da direção sensível de Clara, o projeto reúne nomes como Plinio Scambora (diretor e diretor de fotografia), Raquel Tejada (direção de arte), Fernanda Melo (figurinos), Ricardo Feliciano (montagem) e uma produção assinada por Viih Tube ao lado de Tomás Darcyl, Ricardo Costianovsky e Clara Ramos. Um time experiente que entendeu desde o início que o maior efeito especial da série seria algo simples, porém raro: a verdade nos olhos de uma criança.

Toda a equipe técnica trabalhou com foco no conforto, segurança e bem-estar dos pequenos atores, respeitando seus ritmos e suas emoções. Nada era forçado: se alguém estava triste, a gravação parava. Se a cena virava brincadeira, melhor ainda. Foi dessa liberdade que nasceram os momentos mais bonitos.

Viih Tube: de fenômeno digital à construtora de futuros possíveis

Com apenas 24 anos, Viih Tube tem uma trajetória que impressiona. De youtuber adolescente a influenciadora de milhões, ela se reinventou diversas vezes — como atriz, escritora, empresária e agora como produtora de conteúdo infantil. Mas talvez seu maior mérito esteja em entender o valor da infância como território sagrado.

Depois de sua participação no BBB 21, Viih decidiu usar sua visibilidade para falar de temas mais profundos — como saúde mental, redes sociais e, agora, infância com propósito. Com a TurmaTube, ela não entrega apenas um produto: entrega uma experiência feita com escuta, sensibilidade e intenção.

“Quero que as crianças cresçam com afeto, com referências positivas, com personagens que se parecem com elas. E quero que os pais saibam que existe conteúdo em que podem confiar”, diz Viih.

Redragon e Baly apostam no universo mobile com o lançamento do jogo gratuito “Dragondash”

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Em tempos em que jogar virou mais que um hobby — tornou-se cultura, mercado e comunidade —, a Redragon e a Baly resolveram dar um passo ousado, mas natural: transformar uma simples lata de energético em um portal para um novo universo de aventura. O resultado dessa ideia? “Dragondash”, jogo mobile gratuito lançado nesta semana e que já começa a despertar o interesse de quem vive conectado à energia do mundo gamer.

Disponível para Android e iOS, o game é uma colaboração entre a Redragon, uma das marcas de periféricos gamers mais queridas do Brasil, e a Baly, líder nacional no mercado de energéticos. Com desenvolvimento assinado pela Vneta Games Inc — mesma criadora de “Flunkey Farm” —, o título já ultrapassa a marca de 500 downloads na Play Store, e tudo indica que essa corrida mal começou.

Draquinho na pista: jogabilidade simples, carisma explosivo

A premissa do jogo é simples e viciante: o jogador assume o controle de Draquinho, o mascote oficial da Redragon, em uma corrida cheia de obstáculos, pulos, desvios e… latinhas de Baly Energy Drink. A cada 200 latinhas coletadas, uma nova skin do personagem é desbloqueada, criando um ciclo de recompensa que fala diretamente ao espírito competitivo e explorador dos gamers.

Mas o jogo vai além do entretenimento. Ele foi pensado para estreitar laços com a comunidade gamer, aproveitando o apelo dos dispositivos móveis e oferecendo uma experiência leve, divertida e gratuita. E o detalhe mais criativo da estratégia está na embalagem: o game pode ser acessado por QR Code estampado na lata do Baly Gamer Redragon, o energético lançado especialmente para a colaboração entre as duas marcas.

Um game na lata: marketing que joga junto

Quem vê o lançamento como apenas mais uma ação de marketing pode estar perdendo de vista algo maior. Segundo Michelle Uemura, gerente de branding e marketing da Redragon, a ideia é mais profunda: reforçar identidade, criar vínculos e entregar valor emocional aos consumidores.

“A Redragon e a Baly são líderes de vendas em seus ramos, sendo referência no mercado. O lançamento do Dragondash é uma forma de celebrar essa parceria de sucesso e de proporcionar uma experiência divertida para os nossos consumidores”, afirma Michelle.

O mascote Draquinho, antes presente apenas em embalagens e produtos, agora ganha vida própria no ambiente mobile. “A ideia do Dragondash surgiu como forma de ampliar a presença do nosso mascote em diferentes universos. Queríamos oferecer uma experiência divertida que conectasse os fãs do energético e da Redragon em um ambiente que já faz parte do nosso dia a dia, o mobile”, explica Michelle.

Entre latas e telas: uma jogada de aproximação

A proposta de unir a linguagem lúdica dos jogos com a presença consolidada das marcas entre os jovens é uma das tendências mais interessantes da atualidade. Grandes empresas têm buscado novas formas de se conectar com o público, e iniciativas como o Dragondash apontam para um futuro onde entretenimento e branding caminham juntos — e literalmente correm lado a lado.

Nesse cenário, a Baly leva vantagem por já ter presença consolidada em festas, eventos e academias. Agora, ela entra com força total em um universo onde o consumo é digital, e a fidelização passa por interações criativas. O QR Code na lata é mais do que uma ponte para o jogo: é um convite direto ao consumidor para mergulhar em um universo onde o produto deixa de ser apenas uma bebida e passa a ser experiência.

Comunidade em construção: pequenos passos, grandes conexões

Mesmo com números ainda tímidos, como os 500 downloads iniciais, a aposta é de longo prazo. O game não se propõe a competir com gigantes do mobile, mas a criar reconhecimento e estreitar vínculos com quem já é fã — ou pode vir a ser. Ao dar protagonismo ao mascote, a Redragon amplia sua narrativa, e a Baly passa a habitar um novo tipo de consumo, mais simbólico e interativo.

É o tipo de movimento que não se mede apenas por métricas frias de cliques ou tempo de tela, mas por engajamento afetivo. Quando o consumidor se vê jogando com um personagem que já conhece, coletando latinhas que ele mesmo bebe, a relação entre marca e público se transforma.

Mais do que um jogo: o início de um novo capítulo

O Dragondash não é apenas um game. É um gesto. Uma forma de dizer: “Ei, a gente te entende, gamer. E estamos aqui, lado a lado, com diversão e energia.”

Ao apostar em uma estratégia que mistura produto físico, universo mobile e storytelling, Redragon e Baly não apenas acompanham uma tendência de mercado — elas ajudam a escrevê-la. E, se depender da energia de Draquinho e da comunidade que começa a se formar ao seu redor, essa corrida está apenas no começo.

Para baixar o jogo:
📱 Dragondash está disponível gratuitamente nas lojas Google Play e App Store. Para acessar direto, basta escanear o QR Code nas latas do energético Baly Gamer Redragon.

Jogue. Corra. Colete. E divirta-se.

“A História de Mahalia Jackson” é destaque emocionante da “Sessão da Tarde” desta quarta (23/07)

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Nesta quarta-feira, 23 de julho de 2025, a Sessão da Tarde reserva um daqueles filmes que não apenas ocupam a tela — eles a transcendem. A História de Mahalia Jackson é mais que um drama biográfico. É um convite à alma. Um retrato poderoso de uma mulher que usou sua voz para muito além da música, se tornando símbolo de fé, resistência e esperança em meio à dura realidade da segregação racial nos Estados Unidos.

Estrelado pela multipremiada cantora Ledisi, vencedora do GRAMMY, o filme não só emociona pela música, mas também pela força de sua protagonista. Mahalia Jackson não cantava apenas com a garganta — cantava com a alma, com cicatrizes e com sonhos.

Uma infância entre a dor e o destino

Nascida em Nova Orleans, Mahalia Jackson cresceu em uma América ainda profundamente marcada pela escravidão e racismo institucional. Órfã de mãe ainda criança, ela foi criada por sua tia Mahala (ou “Tia Duke”, como era chamada), uma mulher rígida, amarga e muitas vezes violenta. O filme mergulha nessa relação delicada, dando ao público um retrato honesto das dores que moldaram o coração e o canto de Mahalia.

Mas o que poderia ter sido o fim de muitos, foi o combustível dela. As feridas da infância não a destruíram — elas temperaram sua fé, fortaleceram sua identidade e inspiraram sua missão. A dor, para Mahalia, se transformava em hino. E a igreja foi o palco onde ela começou a espalhar sua luz.

Muito além da música: ativismo, fé e coragem

Ao longo da vida, Mahalia não se contentou em ser apenas uma cantora. Em tempos em que mulheres negras eram silenciadas, ela fez o contrário: cantou mais alto. Em um país dividido, sua música uniu. Sua amizade com o Dr. Martin Luther King Jr. não foi apenas simbólica. Ela esteve ao lado dele em alguns dos momentos mais cruciais do movimento pelos direitos civis nos EUA.

Na Marcha sobre Washington, em 1963, foi Mahalia quem, com sua voz, preparou o palco espiritual para o célebre discurso “I Have a Dream”. Sua fé não era só religiosa, era uma fé social, política e profundamente transformadora.

O filme retrata de forma emocionante essa jornada ao lado do líder ativista, com destaque para a atuação comovente de Columbus Short como Dr. King. A relação dos dois era construída sobre confiança, cumplicidade e esperança. Ela não era apenas uma voz de fundo. Era protagonista na luta pela dignidade do povo negro.


Ledisi: quando a intérprete se torna Mahalia

Se há uma escolha que eleva ainda mais o filme, é a escalação de Ledisi como Mahalia. A cantora não apenas interpreta — ela incorpora a essência da artista. Ledisi já havia vivido Mahalia no filme Selma (2014), mas aqui ela entrega uma performance completa, íntima, poderosa e comovente. É impossível não se emocionar quando sua voz toma conta da tela e atinge o coração do espectador.

Não é só atuação. É verdade. E talvez por isso ela tenha sido indicada ao NAACP Image Awards como Melhor Desempenho Inovador — uma indicação mais que justa. Quando canta “Precious Lord”, por exemplo, é impossível não sentir um arrepio que atravessa gerações.

Denise Dowse: um legado por trás das câmeras

A direção é de Denise Dowse, atriz veterana que aqui faz sua estreia e também seu último trabalho como diretora antes de falecer, em 2022. Há algo profundamente sensível na maneira como Dowse conduz a narrativa. Ela não dramatiza a dor gratuita, mas nos oferece momentos de humanidade, doçura e fé, mesmo nas situações mais amargas.

A diretora tem a sabedoria de dar espaço para que a música seja personagem principal. Em vez de interromper com discursos expositivos, ela permite que os hinos falem por si. E como falam! Cada performance é uma oração, um ato de resistência.

Do gospel às telas: um filme que ecoa esperança

Com participações de peso como Keith David, Janet Hubert, Corbin Bleu e Vanessa Williams, o filme também acerta ao retratar uma época complexa e dolorosa sem perder a poesia. A reconstituição de época, os figurinos e o cuidado com os diálogos nos transportam para uma América onde cantar era, para muitos, a única forma de sobreviver e afirmar sua existência.

Mahalia Jackson quebrou barreiras — não apenas musicais, mas raciais e espirituais. Ela abriu caminho para artistas como Aretha Franklin, Whitney Houston, e tantas outras vozes negras femininas que continuam a inspirar o mundo.

O que torna Mahalia eterna

Mais do que uma biografia, A História de Mahalia Jackson é um testemunho. Uma lembrança de que arte é instrumento de cura e que fé, quando aliada à coragem, pode mudar a história.

Mahalia Jackson faleceu em 1972, mas sua voz ainda ecoa. Ecoa em igrejas, em movimentos sociais, em playlists, e agora, nesta quarta-feira, na tela da TV Globo. Em tempos difíceis, revisitar sua trajetória é também um ato de reconexão com o que há de mais puro na humanidade: a capacidade de lutar por amor, justiça e dignidade com a força de uma canção.

Por que você não pode perder

Se você procura uma história que emociona, que inspira e que te faz levantar da poltrona acreditando em algo maior, A História de Mahalia Jackson é o filme certo. Ele toca, sim, em feridas — mas também oferece cura. E talvez seja exatamente disso que o mundo precise agora: lembrar que, mesmo diante do caos, ainda existem vozes como a de Mahalia que cantam esperança.

Dica no Reserva Imovision: “Você é o Universo” é um romance cósmico sobre solidão, amor e sobrevivência

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No meio de tantas estreias barulhentas, continuações de franquias e produções de bilheteria, existe um outro cinema que sussurra. Um cinema que fala com o coração apertado, com olhos úmidos e com a coragem de encarar o silêncio. “Você é o Universo” (U Are The Universe), dirigido por Pavlo Ostrikov, é exatamente isso: uma ficção científica que, sob a superfície de uma missão espacial, esconde uma profunda e tocante reflexão sobre o que significa ser humano — especialmente quando já não existe mais ninguém.

O longa de 2024 é uma co-produção entre Ucrânia e Bélgica, com 101 minutos de duração que parecem condensar não só os últimos suspiros da humanidade, mas também a última história de amor do universo.

Uma ficção científica de alma ucraniana

O filme nos transporta para um futuro não tão distante, mas claramente distópico. O protagonista, Andriy Melnyk, é um astronauta ucraniano encarregado de uma tarefa bastante simbólica: transportar lixo nuclear até Calisto, uma das luas de Júpiter. A solidão do personagem já é latente desde os primeiros minutos — ele não é um herói intergaláctico, nem um aventureiro destemido. Andriy é um homem comum, perdido em sua própria rotina mecânica, aprisionado dentro de um cargueiro que atravessa o espaço frio e indiferente.

E é justamente quando a Terra explode que a ficção científica de “Você é o Universo” atinge sua primeira curva emocional. O que poderia ser apenas mais uma jornada tecnológica se transforma num luto cósmico. Andriy não perdeu apenas seu planeta, mas também qualquer referência de lar, família, propósito.

É nesse contexto que ele capta uma transmissão vinda de uma estação espacial distante. Do outro lado da comunicação está Catherine, uma mulher francesa igualmente isolada — não apenas no espaço, mas também em seus próprios traumas e fragilidades. A conexão entre os dois, no início, é tênue, quase casual. Mas rapidamente cresce em intensidade e beleza. Porque quando o universo inteiro silencia, qualquer voz que escapa do vazio se torna indispensável.

Amor em tempos de extinção

Dizer que “Você é o Universo” é uma história de amor seria, ao mesmo tempo, uma simplificação e uma precisão. O que vemos se desenvolver entre Andriy e Catherine é mais do que um romance. É uma necessidade vital, uma âncora diante do colapso. Não há corpos que se tocam, não há encontros físicos. O amor aqui nasce da escuta, da troca de palavras, da esperança frágil de que, talvez, ainda valha a pena acreditar em algo — mesmo que esse algo seja tão etéreo quanto um sinal de rádio vindo do outro lado da galáxia.

O diretor Pavlo Ostrikov conduz essa aproximação com uma sensibilidade notável. Não há pressa, não há exageros. Tudo se constrói no tempo do silêncio, das hesitações, dos monólogos sussurrados para si mesmo. A relação dos dois se torna a própria resistência diante do absurdo — como se amar, mesmo sem garantias, fosse o último ato possível de humanidade.

Um espelho da nossa época

Embora situado no espaço e com uma premissa futurista, “Você é o Universo” reflete com potência o nosso presente. A solidão de Andriy é a solidão de tantos em meio à hiperconectividade. A perda da Terra ecoa o medo coletivo da crise climática, das guerras, da instabilidade global. E o desejo de encontrar alguém, mesmo quando tudo parece perdido, é o fio que nos une enquanto espécie.

É impossível assistir ao filme sem pensar na guerra que assola a Ucrânia desde 2022. A destruição literal do planeta no filme se torna uma metáfora para o colapso que tantas pessoas vivem em seu dia a dia. A dor da separação, da perda, da reconstrução incerta — tudo isso está ali, embutido nas camadas mais sutis da narrativa.

O longa, por isso, também é político. Não no sentido panfletário, mas no seu gesto de afirmar que vidas ucranianas (e, por extensão, de qualquer canto do mundo) têm valor, têm histórias, têm direito a amor — mesmo nos momentos mais extremos.

Um cinema que emociona pelo detalhe

Esteticamente, o filme opta por uma fotografia limpa, fria, com tonalidades metálicas que reforçam a sensação de isolamento. Os interiores do cargueiro onde Andriy vive são minimalistas, claustrofóbicos. A câmera, muitas vezes estática, captura a repetição dos gestos, o esvaziamento dos dias, o peso da espera.

Mas é nos pequenos detalhes que o filme floresce. Uma música antiga que toca no fundo. Um diário de bordo que se transforma em confissão. Um olhar perdido na tela de um monitor. Tudo isso compõe uma atmosfera delicada e profundamente tocante. Ostrikov entende que a ficção científica não precisa de explosões para emocionar — às vezes, basta uma única voz dizendo “estou aqui”.

A atuação de [ator de Andriy, não informado na sinopse] é contida, quase silenciosa, mas cheia de nuances. A voz, muitas vezes mais importante que a expressão facial, carrega o peso de um homem que viu o fim do mundo, mas ainda se permite esperar o recomeço.

Catherine: a luz no fim do espaço

A personagem de Catherine, interpretada por [atriz não informada na sinopse], é tão crucial quanto Andriy para o equilíbrio do filme. Ela representa o outro lado da existência — não menos solitário, mas talvez mais consciente do absurdo de tudo. Sua maneira de lidar com a situação é diferente, mais irônica, mais filosófica.

A química entre os dois se dá pela diferença de perspectivas. Catherine questiona, provoca, ri quando Andriy quer chorar. Ela o força a sair do piloto automático, a sentir. E, no fim das contas, talvez seja ela quem mais precisa ser ouvida, mesmo que não admita.

Festival de Toronto e reconhecimento internacional

“Você é o Universo” fez parte da seleção oficial do Festival Internacional de Cinema de Toronto, um dos mais prestigiados do mundo, e também do Festival de Cinema Europeu Imovision. Essa trajetória não é por acaso. O filme, apesar de sua origem modesta, tem uma força universal que dialoga com espectadores de diferentes culturas e gerações.

Ele pertence a uma linhagem de filmes de ficção científica intimistas, como “Moon” (2009), “Aniquilação” (2018), “O Primeiro Homem” (2018) e “Ela” (2013). Obras que usam o espaço não como espetáculo visual, mas como metáfora existencial. Em “Você é o Universo”, a pergunta não é “para onde vamos?”, mas “o que somos quando tudo acaba?”.

Para quem é esse filme?

Se você está em busca de um filme acelerado, cheio de reviravoltas e efeitos visuais explosivos, talvez “Você é o Universo” não seja sua primeira opção. Mas se você se interessa por histórias que tocam fundo, que exploram sentimentos humanos em situações-limite, esse filme é uma joia rara.

É um convite ao silêncio, à escuta, à contemplação. É um lembrete de que, mesmo no vazio do espaço, o amor pode ser o último planeta habitável.

Onde assistir?

“Você é o Universo” está disponível na plataforma Reserva Imovision, especializada em cinema autoral, europeu e independente. Se você ainda não conhece, vale explorar o catálogo — é um verdadeiro tesouro para quem busca experiências cinematográficas fora do eixo hollywoodiano.

O longa tem classificação indicativa de 14 anos, por conter linguagem imprópria, temas sensíveis e cenas de violência. Nada gráfico ou gratuito, mas ainda assim importante para o contexto emocional da trama.

Mulher-Maravilha | Novo longa da heroína avança no DC Studios com roteirista de Supergirl e Jovens Titãs

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Depois do lançamento de Superman sob o comando de James Gunn, o universo cinematográfico da DC está ganhando forma — e a Mulher-Maravilha, uma das heroínas mais icônicas dos quadrinhos, finalmente começa a ter seu lugar garantido nessa nova fase. Agora, o longa solo da amazona deu um passo importante: já tem roteirista confirmada!

Quem assume o desafio é Ana Nogueira, roteirista que já está bem familiarizada com o universo da DC. Ela foi a responsável pelo roteiro de Supergirl, previsto para chegar aos cinemas em 26 de junho de 2026, e também estava envolvida no desenvolvimento de Jovens Titãs — ainda que esse projeto específico nunca tenha sido oficialmente anunciado.

A informação sobre Ana ter sido escolhida para comandar a história da Mulher-Maravilha foi divulgada primeiro por Umberto Gonzalez, do The Wrap, jornalista conhecido por adiantar novidades confiáveis do mundo da DC. Logo depois, a própria DC confirmou a notícia, reforçando que o projeto realmente está caminhando.

Segunda peça do novo DCU

Esse novo filme da Mulher-Maravilha será o segundo longa oficial da chamada “primeira leva” do DCU (Universo DC), que começou com o Superman de James Gunn, lançado em 2025. A direção ficará nas mãos de Craig Gillespie, conhecido por trabalhos como Cruella e Eu, Tonya — ou seja, pode-se esperar uma visão estilosa, intensa e com uma protagonista poderosa.

Ana Nogueira foi inicialmente contratada pela Warner para escrever um filme da Supergirl estrelado por Sasha Calle, que deu vida à heroína em The Flash (2023). Apesar de essa versão da personagem ter vindo de um “mundo alternativo”, Nogueira parece ter conquistado o estúdio com sua abordagem, garantindo novos desafios dentro do DC Studios.

Quem é Supergirl, afinal?

Pra quem ainda está se familiarizando com esse universo, vale um parêntese rápido: Supergirl (ou Super-Moça, como muitos brasileiros ainda chamam) é um codinome usado por várias personagens da DC ao longo dos anos. Mas a versão mais conhecida é Kara Zor-El, prima do Superman, que chegou à Terra após passar um bom tempo na misteriosa Zona Fantasma.

Por causa dessa passagem pela Zona Fantasma, Kara teve uma exposição diferente à luz do sol amarelo da Terra — o que, acredite se quiser, faz com que ela tenha potencialmente mais força do que seu primo, Clark Kent.

Kara nasceu em Argo City, uma cidade fictícia do planeta Krypton, criada nos quadrinhos como uma das últimas sobreviventes da tragédia que destruiu o mundo natal do Superman. Desde então, a personagem teve várias adaptações nos quadrinhos, animações e até séries de TV.

Mulher-Maravilha: uma nova fase

A escolha de Ana Nogueira como roteirista para o novo filme da Mulher-Maravilha mostra que o estúdio está apostando em nomes com uma pegada criativa forte, mas também já inseridos no universo que estão tentando construir. Não se sabe ainda qual será o tom desse novo filme da amazona — se ele vai se aproximar mais do estilo aventuresco e mitológico do primeiro longa estrelado por Gal Gadot, ou se terá uma proposta completamente diferente, mais pé no chão, moderna ou até mais sombria.

Aliás, por enquanto, nem a atriz que vai interpretar Diana Prince foi anunciada. Com Gal Gadot aparentemente fora do projeto — e com James Gunn reformulando toda a linha de heróis — tudo indica que teremos uma nova Mulher-Maravilha nos cinemas.

O que esperar daqui pra frente?

O que dá pra saber é que a DC quer mesmo trazer uma nova energia para seus filmes. Depois de muitos altos e baixos nos últimos anos, parece que o estúdio está aprendendo com os erros do passado e buscando formas de construir um universo coeso, com histórias bem amarradas e personagens marcantes.

Se Superman abriu com um fôlego novo, Supergirl deve expandir ainda mais esse universo cósmico e cheio de dilemas familiares e existenciais. Já o filme da Mulher-Maravilha pode ser a peça que une tudo isso com o legado das amazonas, da mitologia e de uma heroína que simboliza força, justiça e compaixão.

Predador: Terras Selvagens | Elle Fanning lidera nova era da franquia em um filme emocionante e brutal

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Quase quatro décadas após a primeira aparição do lendário caçador alienígena nas telonas, a saga Predador ganha um novo fôlego com Terras Selvagens, que estreia em 6 de novembro de 2025. No centro da nova trama está Elle Fanning, uma escolha ousada, interpretando Thia — uma sintética da Weyland-Yutani Corporation que, ao lado de um jovem Predador exilado, luta para sobreviver em um planeta tão hostil quanto enigmático. Abaixo, confira o trailer do filme:

O novo trailer, que você pode conferir logo abaixo, deixou fãs e críticos em alerta: o que parecia mais uma continuação, talvez seja, de fato, o ponto de reinvenção mais corajoso da franquia até agora.

De monstros a aliados: uma nova narrativa nasce

A história se passa em um futuro distante, em um planeta remoto, onde Thia desperta após um pouso forçado. Ela é uma androide criada para servir — mas com falhas de sistema que a tornaram “demasiado humana”. É nesse mundo inóspito que ela conhece um jovem Predador (interpretado por Dimitrius Schuster-Koloamatangi), que, como ela, foi rejeitado por aqueles que o criaram.

Essa premissa, que mistura ficção científica, ação e drama psicológico, é conduzida com sensibilidade pelo diretor Dan Trachtenberg (Rua Cloverfield, 10), conhecido por extrair tensão com poucas palavras e muito ambiente. Ao contrário dos filmes anteriores, onde o Predador era o inimigo, aqui ele se torna um espelho — e isso muda tudo.

Elle Fanning: vulnerável, intensa, inesperada

Ao longo da carreira, Elle Fanning tem provado que é capaz de habitar personagens com uma força silenciosa, como em The Neon Demon ou The Great. Em Terras Selvagens, ela se despede dos papéis clássicos de princesas ou vítimas e mergulha numa figura complexa: uma inteligência artificial em busca de propósito, empatia e sobrevivência.

Thia não luta como uma soldado. Ela pensa, hesita, observa. E quando age, o faz com uma mistura de instinto e cálculo. Sua relação com o Predador cresce sem palavras, apenas com gestos, olhares e escolhas compartilhadas. Juntos, eles não enfrentam apenas inimigos externos — mas os próprios sistemas que os consideram descartáveis.

O Predador de Dimitrius: juventude, exílio e dignidade

Dimitrius Schuster-Koloamatangi traz um Predador que carrega uma juventude que nunca vimos antes na franquia. Ele não é o guerreiro lendário, o caçador implacável. Ele é um pária. Frágil, hesitante, mas com sede de honra — e de pertencimento.

Seu traje é menos elaborado, seu corpo mais esguio. O olhar, porém, transmite algo raro para uma criatura até então vista como um monstro: dúvida. É um Predador que aprende. Que escolhe não matar, mas proteger. E essa escolha custa caro — tanto para ele quanto para Thia.

A selva do futuro: estética brutal, beleza decadente

O planeta onde tudo se passa foi construído com uma estética decadente e orgânica, que remete às ruínas de civilizações perdidas misturadas a florestas alienígenas, cavernas de cristais e tempestades ácidas. A fotografia aposta em tons ferrugem, esmeralda e cinza, numa paleta que mistura a decadência de mundos esquecidos com a beleza selvagem do desconhecido.

O som é outro personagem do filme. O silêncio domina, cortado apenas por ruídos naturais ou o zumbido ameaçador de tecnologias alienígenas. A trilha sonora é sutil, mas cresce nos momentos de confronto emocional — mais do que físico.

O passado que moldou o presente: a evolução de uma franquia de culto

1987: o nascimento do mito

Tudo começou em 1987. No auge dos filmes de ação musculosos, Predador foi lançado com Arnold Schwarzenegger liderando uma tropa de elite enviada à selva da América Central para resgatar reféns. O que parecia um thriller militar clássico logo revelou sua verdadeira natureza: um filme de horror e ficção científica sobre a sobrevivência diante do desconhecido.

O monstro, interpretado por Kevin Peter Hall, era algo novo. Com mandíbulas expostas, tecnologia de invisibilidade, visão térmica e um código de honra, o Predador não era apenas uma ameaça. Era um ritualista. Um caçador. Um guerreiro. Diferente de qualquer vilão alienígena que o cinema já tinha visto.

1990: o Predador urbano

Predador 2 levou o monstro para Los Angeles em plena guerra de gangues. Danny Glover substituiu Schwarzenegger como protagonista e a caçada se tornou urbana. O filme foi menos celebrado à época, mas introduziu elementos importantes para o universo expandido, como a nave dos Predadores e a famosa cena em que um crânio de xenomorfo (de Alien) aparece — dando origem aos crossovers futuros.

2004–2007: os crossovers com Alien

Alien vs. Predador (2004) e Aliens vs. Predador: Requiem (2007) dividiram opiniões. Se por um lado eram emocionantes para os fãs que queriam ver essas duas criaturas icônicas em confronto, por outro, sofriam com roteiros frágeis e pouco desenvolvimento de personagens. Ainda assim, foram sucessos de bilheteria e consolidaram a relação entre as duas franquias.

2010: o respiro de “Predadores”

Produzido por Robert Rodriguez, Predadores (2010) voltou ao conceito original: humanos sendo caçados em um planeta desconhecido. Com Adrien Brody no papel principal, o filme trouxe novas variações da espécie e uma tentativa de retomar a tensão e o mistério do primeiro longa. Foi bem recebido, mas não revitalizou a franquia como esperado.

2018: o tropeço de O Predador

O Predador (2018), dirigido por Shane Black, tentou misturar comédia, ação e ficção científica com uma trama confusa sobre engenharia genética. Apesar do elenco promissor, o tom do filme destoou do legado da franquia e não agradou nem ao público nem à crítica.

2022: a surpresa de Predador: A Caçada

Foi só em 2022, com Predador: A Caçada, que a franquia voltou a surpreender. Situado no século XVIII, o longa acompanhava uma jovem indígena, Naru, enfrentando um Predador com arco, flecha e inteligência. A abordagem intimista, quase artesanal, e o foco na cultura nativa americana renderam elogios e um novo respeito à marca.

Terras Selvagens – o passo mais ousado

Predador: Terras Selvagens é, talvez, o filme mais arriscado da franquia. Não por trazer algo “inédito”, mas por se afastar do confronto violento como única proposta. Aqui, a sobrevivência é emocional, filosófica. É sobre o que nos torna dignos de existir — mesmo que sejamos um robô com falhas ou uma criatura caçada pelo próprio povo.

Dan Trachtenberg entrega um filme que não tem pressa. Ele quer que a floresta seja sentida. Que o perigo seja latente. Que a amizade entre Thia e o jovem Predador surja com dor, hesitação e confiança conquistada com sacrifício.

“Ted Lasso” tá de volta! Nova temporada já tá sendo gravada e traz desafio inédito para o técnico mais gente boa da TV

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Foto: Reprodução/ Internet

Depois de muito suspense, Ted Lasso está oficialmente de volta! A Apple TV+ confirmou que as gravações da 4ª temporada começaram em julho, entre Kansas (EUA) e Londres (Inglaterra). E a novidade que mais chamou atenção? Ted vai comandar um time feminino da segunda divisão do futebol inglês. Isso mesmo, o técnico mais gente boa da TV vai precisar se adaptar a um universo totalmente novo.

Um novo desafio para o técnico mais querido

Se antes Ted era o treinador atrapalhado e otimista de um time masculino, agora ele vai encarar um time feminino com seus próprios desafios, histórias e dinâmicas. A sinopse oficial já avisa: essa é a maior missão que ele já enfrentou. E, claro, com aquele jeitinho leve, engraçado e cheio de coração que a gente já conhece.

Além disso, a série vai falar sobre temas super importantes hoje em dia, como visibilidade no esporte feminino, diversidade e liderança com empatia — tudo isso sem perder a essência divertida e inspiradora.

Filmagens entre dois mundos: Kansas e Londres

As gravações acontecendo tanto em Kansas, a cidade natal do Ted, quanto em Londres, onde muita coisa já rolou, indicam que a temporada pode explorar mais a vida pessoal do treinador. Será que ele vai tentar se reconectar com o filho? Ou vai lidar com dilemas sobre onde realmente se sente em casa? Só esperando pra ver!

Foto: Reprodução/ Internet

De piada publicitária a fenômeno mundial

Você sabia que Ted Lasso nasceu como uma propaganda? Em 2013, Jason Sudeikis criou o personagem para um comercial da NBC Sports que queria promover a Premier League nos Estados Unidos. Mas quem diria que aquele treinador atrapalhado viraria uma série premiada e amada pelo mundo inteiro?

Desde a estreia em 2020, a série conquistou fãs com seu humor inteligente, emoção verdadeira e um jeito único de acreditar no lado bom da vida.

O elenco que a gente ama (e suas histórias)

O elenco querido da série está de volta para a 4ª temporada, reunindo atores que já conquistaram o público em outras produções famosas. Jason Sudeikis, que você pode conhecer de Quero Matar Meu Chefe e Saturday Night Live, volta como Ted Lasso. Hannah Waddingham, que brilhou em Game of Thrones e Sex Education, retorna como Rebecca Welton. Brett Goldstein, de SuperBob e Soulmates, continua como Roy Kent, enquanto Phil Dunster, visto em Strike Back e Humans, segue como Jamie Tartt. Brendan Hunt, conhecido por We’re the Millers e Bless This Mess, interpreta Coach Beard, e Juno Temple, que esteve em O Cavaleiro das Trevas Ressurge e Vinyl, volta como Keeley Jones. Nick Mohammed, famoso por Intelligence e The Martian, é Nathan Shelley, e Jeremy Swift, de Downton Abbey e The Durrells, permanece como Higgins. Também estão de volta Toheeb Jimoh, que participou de The Power e Anthony, no papel de Sam Obisanya, e Cristo Fernández, conhecido por Who Speaks Love e Day of the Dead, como Dani Rojas. Os nomes que vão integrar o elenco feminino ainda não foram divulgados, mas a expectativa é que tragam diversidade e novas histórias fortes para enriquecer ainda mais a trama.

Humor e emoção que vão além do campo

Mesmo sendo uma comédia, Ted Lasso já mostrou que não tem medo de tratar de assuntos sérios, como saúde mental, inseguranças, masculinidade e perdão. Agora, com o foco no futebol feminino, a série tem a chance de falar de igualdade, luta por respeito e protagonismo de forma leve e profunda ao mesmo tempo.

A história que a gente não queria que acabasse

Originalmente, a série foi pensada para ter apenas três temporadas. Jason Sudeikis já tinha falado que a história tinha começo, meio e fim. Mas a galera amou tanto o personagem e o universo criado que acabou sendo impossível dar adeus.

Por isso, a Apple TV+ decidiu dar um “plus” e fazer essa 4ª temporada, que promete surpreender e emocionar a gente mais uma vez.

O que a gente já sabe sobre a 4ª temporada

  • ✅ Confirmada oficialmente desde março de 2025
  • 🎬 Gravações começaram em julho de 2025
  • ⚽ Ted agora treina um time feminino da segunda divisão inglesa
  • 📺 Exclusiva no Apple TV+
  • 👀 Teaser já lançado no canal oficial da Apple TV+
  • ⏳ Estreia prevista para 2026, ainda sem data oficial
  • 🌟 Elenco original volta e novos nomes serão anunciados

Por que ainda precisamos de Ted Lasso?

Em tempos difíceis, lideranças frias e cheias de arrogância, Ted Lasso é aquele sopro de esperança que a gente precisava. Ele mostra que dá para liderar com gentileza, aprender com os erros e continuar acreditando nas pessoas.

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