“Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito” ganha pôster exclusivo em IMAX e data de estreia no Brasil

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Em um mundo dividido entre luz e sombras, entre humanidade e monstros, entre perda e redenção, chega aos cinemas a tão aguardada primeira parte da trilogia Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito, prometendo ser um marco definitivo na história da animação japonesa. Com lançamento agendado para 11 de setembro de 2025, a produção chegará ao Brasil e a toda a América Latina, incluindo exibições em salas IMAX® e formatos premium, numa experiência cinematográfica que promete ser tão arrebatadora quanto emocional.

A distribuidora Crunchyroll, em parceria com a Sony Pictures Entertainment, prepara um lançamento de peso, digno da legião de fãs que Demon Slayer construiu ao redor do mundo. E, para marcar o início da contagem regressiva, foi revelado um pôster exclusivo IMAX®, exibido no Japão em comemoração à estreia local do filme no último final de semana.

O mundo espera por Tanjiro Kamado

O protagonista Tanjiro Kamado, cuja jornada já inspirou milhões, retorna agora para o momento mais decisivo de sua trajetória. Após enfrentar perdas irreparáveis, inimigos letais e dilemas existenciais, o jovem espadachim se prepara para o embate final contra Muzan Kibutsuji, o demônio primordial. Mas desta vez, não haverá margem para erros. Tudo o que foi vivido — das lágrimas às vitórias, dos companheiros conquistados às feridas abertas — culmina no lugar mais perigoso de todos: o Castelo Infinito, um domínio tão distorcido quanto os sentimentos que o construíram.

Este é mais do que um filme. É o início do fim.

Uma odisseia emocional: muito além da luta entre o bem e o mal

Demon Slayer nunca foi apenas sobre espadas, poderes e combates. Desde sua estreia, a obra de Koyoharu Gotouge se destacou por sua humanidade crua e sensível, revelando a profundidade de um protagonista que carrega o peso do luto e da responsabilidade. A cada arco, vimos Tanjiro se reconstruir diante das adversidades, mantendo uma fé quase sagrada no valor da empatia — mesmo com aqueles que já se perderam para as trevas.

O Castelo Infinito, portanto, não representa apenas o reduto final de Muzan. Ele é, em essência, o espelho das dores, dos traumas e dos medos mais íntimos de cada personagem. Um lugar onde o tempo se distorce, onde a realidade se dobra, e onde a morte espreita em cada esquina.

Direção refinada, produção de excelência

Sob a direção do talentoso Haruo Sotozaki, que já conduziu as temporadas anteriores com maestria, e com a inconfundível qualidade da ufotable na produção de animação e roteiro, o filme promete entregar o melhor da técnica e da arte japonesa contemporânea. Quem já testemunhou a fluidez dos combates, os detalhes viscerais dos quadros e o cuidado estético com cada atmosfera da série sabe o que esperar — e também sabe que será surpreendido.

A trilha sonora, envolvente e dramática, mais uma vez cumpre seu papel como personagem silencioso, capaz de conduzir a emoção com mais força do que qualquer linha de diálogo. A experiência em IMAX® será, sem dúvida, a maneira ideal de mergulhar nesse universo que mistura poesia visual e violência brutal com uma harmonia raramente vista.

Ingressos: hora de se preparar

Se você é fã ou apenas está curioso para entender por que Demon Slayer é considerado um fenômeno global, marque no calendário: a venda oficial de ingressos começa em 15 de agosto de 2025. E não se engane — como tem sido tradição nas estreias anteriores, a disputa por ingressos será intensa. O apelo emocional da série, aliado ao espetáculo visual que se anuncia, faz da ida ao cinema um evento coletivo, onde o silêncio da sala é interrompido por suspiros, lágrimas e aplausos.

As sessões especiais em IMAX® e salas 4DX devem ser as primeiras a esgotar. A recomendação é clara: consulte os cinemas da sua cidade e garanta o seu lugar o quanto antes.

Relembrando a trajetória até aqui

Demon Slayer começou como um sucesso modesto, mas em pouco tempo se transformou em um fenômeno mundial. Com episódios disponíveis na Crunchyroll, a história ganhou força graças à sua narrativa emocionalmente intensa, personagens cativantes e uma estética visual deslumbrante.

Na jornada até o Castelo Infinito, Tanjiro não esteve sozinho. Ao seu lado, construíram-se amizades que beiram a irmandade. Zenitsu Agatsuma, com sua covardia hilária e coragem explosiva; Inosuke Hashibira, selvagem e leal; e a própria Nezuko, cuja presença muda diz mais que palavras — todos cresceram, sofreram e amadureceram sob nossos olhos.

Além deles, os Hashira, espadachins de elite com personalidades e histórias marcantes, também foram fundamentais. De Kyojuro Rengoku, cuja bravura acendeu chamas em corações ao redor do mundo, a Mitsuri Kanroji, que combate com a força do amor, passando por Tengen Uzui, Muichiro Tokito e outros, cada um deixou sua marca nesse épico.

O que esperar de Castelo Infinito?

Mais do que qualquer arco anterior, o Castelo Infinito será uma prova definitiva. A batalha que se anuncia envolve estratégia, sacrifício, fé e redenção. A dimensão misteriosa criada por Muzan será o palco para confrontos psicológicos tão intensos quanto os físicos. Cada Hashira terá seu momento. Cada demônio, seu último ato. E Tanjiro enfrentará não apenas o vilão supremo, mas os limites do seu próprio corpo, alma e convicções.

É impossível sair ileso desse confronto. E é exatamente isso que o público espera — uma catarse coletiva, onde se chora, se vibra, se lamenta e, acima de tudo, se honra os personagens como se fossem reais.

Demon Slayer e seu impacto

Falar de Demon Slayer é falar de um movimento cultural. O anime redefiniu o consumo de animação japonesa no Ocidente. O filme “Mugen Train”, lançado em 2020, bateu recordes de bilheteria e se tornou o longa-metragem japonês mais lucrativo da história, ultrapassando até mesmo obras como “A Viagem de Chihiro”, de Hayao Miyazaki.

No Brasil, o impacto também foi profundo. Feiras de anime, eventos de cosplay e lojas geek viram um aumento impressionante na busca por produtos relacionados à obra. A série se transformou em uma porta de entrada para novos fãs do gênero, especialmente entre adolescentes e jovens adultos que encontraram nos personagens representações de suas próprias angústias, esperanças e batalhas internas.

Além do anime: concertos, álbuns e emoção sonora

A experiência Demon Slayer não se limita à tela. Para os apaixonados pela trilha sonora da série — que mistura elementos tradicionais japoneses com orquestrações contemporâneas de tirar o fôlego — a Crunchyroll disponibilizou quatro álbuns oficiais e quatro concertos orquestrais completos em plataformas de streaming musical. É possível reviver cenas marcantes apenas com os acordes que as embalaram.

Ouvir a música tema de Rengoku ou os acordes da batalha no Distrito do Entretenimento é reviver emoções com intensidade pura. É, de certa forma, manter os personagens vivos dentro de nós.

Um fenômeno que ainda não terminou

Se o Castelo Infinito marca o começo do fim, ele também representa a consagração de uma das narrativas mais comoventes da última década. Demon Slayer fala sobre dor, mas também sobre cura. Fala sobre monstros, mas mostra que os verdadeiros inimigos, muitas vezes, estão dentro de nós.

“O Retorno” | Ralph Fiennes e Juliette Binoche vivem drama épico e visceral na releitura sombria da Odisseia

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Imagine Odisseu não como o herói invencível da mitologia grega, mas como um homem esgotado, marcado por duas décadas de guerras, ausências e arrependimentos. Assim é “O Retorno”, drama épico dirigido por Uberto Pasolini, que estreia nos cinemas brasileiros em 4 de setembro, com distribuição da O2 Play. Estrelado por Ralph Fiennes e Juliette Binoche, o longa é uma releitura sóbria e profundamente emocional da última parte da Odisseia, clássico de Homero — agora sem criaturas mitológicas, mas com muita humanidade à flor da pele.

Após estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF) em 2024, o filme marca o reencontro histórico de Fiennes e Binoche quase três décadas após o clássico “O Paciente Inglês”, vencedor do Oscar. Na nova produção, os dois mergulham em personagens complexos, carregados de perdas, silêncios e escolhas que moldaram o destino de uma família e de um reino.

Um herói despido da mitologia

O longa recusa a grandiosidade típica das adaptações de Homero. O que vemos é um Odisseu envelhecido, irreconhecível até para os seus, que chega à ilha de Ítaca como um náufrago de si mesmo, nu na areia, mais espectro do que homem. A direção de Pasolini opta por retratar o herói sem glória, mas com profundidade — um soldado marcado pelas feridas da guerra e pela dor do tempo perdido.

O roteiro, assinado por Edward Bond e John Collee, opta por uma abordagem intimista: sem deuses, sem monstros, sem milagres. Apenas as consequências humanas de duas décadas de guerra e ausência. A câmera se aproxima mais das expressões do que dos combates, dando protagonismo ao que arde por dentro.

Penélope: a fortaleza silenciosa

Juliette Binoche interpreta Penélope com a gravidade de quem segurou um império em ruínas com as próprias mãos. Pressionada por pretendentes que querem ocupar o trono deixado vago, ela se mantém firme, tecendo a mortalha do sogro como forma de adiar uma decisão inevitável. Sua resistência é feita de gestos sutis, de escolhas simbólicas, de uma fé silenciosa na volta de um homem que o mundo já deu como morto.

A relação entre Penélope e Odisseu, quando finalmente se reencontram, não é marcada por explosões emocionais, mas por camadas de ressentimento, saudade e reconhecimento tardio. Binoche oferece uma atuação contida e poderosa, equilibrando dor e dignidade.

Telêmaco: entre o pai ausente e o presente desmoronando

Charlie Plummer dá vida a Telêmaco, o filho deixado para trás, agora um jovem dividido entre o dever e a mágoa. Ao reencontrar o pai, não há idealização: há confronto, mágoa e cobranças. A juventude de Telêmaco é atravessada pelo peso de um legado que ele não pediu, e por uma ausência que moldou sua identidade.

Sua trajetória no filme é tanto uma busca por pertencimento quanto uma libertação. No fim, é ele quem decide partir, não como fuga, mas como uma afirmação: o ciclo precisa ser quebrado.

Um drama visualmente sóbrio e emocionalmente denso

Rodado em locações na Grécia e na Itália, especialmente em Corfu e no Peloponeso, o filme possui uma fotografia elegante, mas jamais espalhafatosa. O cenário natural dialoga com o tom melancólico da narrativa. Os silêncios pesam, e a trilha sonora composta por Rachel Portman (executada pela Roma Film Orchestra) reforça a carga emocional com delicadeza.

Diferente de outras adaptações que apostam no espetáculo, O Retorno aposta na crueza da experiência humana, em olhares que dizem mais que palavras, em mãos calejadas que carregam o passado como cicatriz.

Sangue, vingança e esgotamento

A sequência do arco — famosa na Odisseia — ganha uma roupagem mais sombria e visceral. Odisseu, disfarçado, vence os pretendentes em um desafio de arco e flecha, revelando sua identidade. Em seguida, o massacre. Flechas voam, portas se fecham, a vingança se cumpre. Mas não há catarse.

O pedido de Penélope para que seu filho poupe Antínoo, o mais violento dos pretendentes, é ignorado. Telêmaco o mata, e sua mãe, horrorizada, percebe que o retorno não trouxe paz — apenas mais morte. A violência que Odisseu tentou deixar para trás o seguiu até em casa.

Bastidores de um projeto sonhado por décadas

O diretor Uberto Pasolini planejava adaptar a Odisseia há mais de 30 anos. Em 2022, finalmente tirou o projeto do papel com produção internacional envolvendo Itália, Grécia, Reino Unido e França. O orçamento de US$ 20 milhões é modesto para um épico, mas usado com precisão e sobriedade. A estreia nos Estados Unidos aconteceu em dezembro de 2024, com lançamento no Reino Unido em abril de 2025.

“Conversa com Bial” presta homenagem a Preta Gil nesta segunda (21/07), celebrando sua trajetória de coragem, arte e afeto

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Nesta segunda-feira, 21 de julho de 2025, o Conversa com Bial exibe uma edição especial que é, ao mesmo tempo, tributo e abraço: uma homenagem afetuosa a Preta Gil, que nos deixou no último domingo (20), aos 50 anos. A cantora, atriz, apresentadora e empresária será lembrada não com silêncio, mas com memória viva — daquelas que não se apagam.

A atração vai ao ar em horário especial, antes do Jornal da Globo, e resgata dois momentos marcantes da artista no programa. Em vez de uma despedida formal, o episódio é um reencontro com a essência vibrante de uma mulher que transformava sua história em palco e sua dor em ponte com o outro.

Uma homenagem feita de memórias, música e emoção

Preta Gil estará presente através de imagens, risos, confidências e canções. O programa revisita sua participação em 2017, quando dividiu o palco com Gal Costa, em um encontro entre duas forças femininas da música brasileira. E também revive a entrevista de 2024, quando, já em tratamento contra o câncer, lançou sua autobiografia e tocou o país com sua lucidez, sinceridade e coragem.

Era Preta em estado puro: inteira, frágil e forte. Numa conversa com Pedro Bial que foi mais confissão do que entrevista, ela falou abertamente sobre o diagnóstico, o término de um casamento público e doloroso, e os novos caminhos que surgiram a partir da dor. Dividir essas vivências não foi um ato de vaidade — foi de generosidade.

Preta Gil: a mulher que transformava a vida em poesia

Ao refletir sobre o livro Preta Gil: Os Primeiros 50, ela falou sobre reencontros consigo mesma, os limites do corpo e a urgência da alma. “Eu precisei quase morrer para me reencontrar com a vida”, disse, com a doçura firme de quem aprendeu a sobreviver sem perder a ternura.

Essa era Preta: sem filtros, sem concessões, com uma paixão por viver que transbordava. Em sua trajetória, não se limitou a um único rótulo. Foi artista em muitas frentes, e em todas elas deixou marcas profundas. Foi também filha de Gilberto Gil, neta de Wangry Gadelha, e dona de uma luz própria que não se apagava nem nas horas mais difíceis.

Um legado de alegria, liberdade e resistência

Desde a juventude, Preta desafiou expectativas. Começou nos bastidores, dirigindo videoclipes. Depois, encarou os palcos, a TV, os microfones e as redes sociais com a mesma intensidade. Sucessos como “Sou Como Sou” e “Sinais de Fogo” expressaram sua identidade sem amarras — e abriram caminhos para outras tantas vozes.

O Bloco da Preta, que arrasta multidões no carnaval do Rio, virou símbolo dessa potência alegre e política. No trio elétrico, ela era festa e manifesto. E fora dele, representatividade viva para mulheres gordas, pretas, bissexuais, mães, artistas. Falava sobre tudo: do corpo ao amor, da fé à maternidade, da política ao prazer.

Preta não apenas ocupava espaço. Ela recriava o espaço. Provocava e acolhia. Desafiava e cuidava. Denunciava injustiças com o mesmo fervor com que celebrava encontros.

Um adeus que é também um “obrigada”

A homenagem no Conversa com Bial é atravessada pela emoção de quem conheceu, admirou ou apenas se sentiu tocado por ela. Pedro Bial, visivelmente emocionado, costura o episódio com lembranças e reflexões. “Preta era luz em tempos nublados. Ela nos ensinou que vulnerabilidade não é fraqueza — é força em estado puro”, diz, em uma das passagens mais tocantes da edição.

O programa desta noite convida à reflexão, mas também à gratidão. Ao celebrar a vida de Preta, resgata a importância de sermos verdadeiros, mesmo — ou principalmente — quando isso nos expõe. Ela provou que é possível amar com intensidade, se mostrar com coragem e viver com poesia, mesmo quando tudo parece ruir.

A ausência que deixa presença

O Brasil ainda tenta digerir a partida precoce de uma artista que foi além da arte. Mas sua voz permanece. Permanece na música, nos vídeos, nas palavras, nos corpos que ela inspirou a amar a si mesmos. Preta se foi fisicamente — mas ficou onde sempre quis estar: no coração do povo, na avenida, na TV, no som alto, no choro libertador, no riso sem culpa.

Como ela mesma dizia, “a vida tem que ser celebrada, mesmo com dor”. E ninguém celebrou a vida com tanta entrega, cor, humor e coragem como ela.

Um legado que ecoa

Nesta noite, ao assistirmos Preta Gil no Conversa com Bial, não estaremos apenas relembrando uma artista. Estaremos sendo convidados a viver um pouco mais como ela viveu: com verdade, com intensidade, com coragem de ser.

Estrelado por Christina Ricci, Família à Prova de Balas chega aos cinemas na próxima quinta, 31 de julho

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No próximo dia 31 de julho, o público brasileiro terá a oportunidade de conferir nas telonas uma mistura inédita de ação e comédia com o lançamento de Família à Prova de Balas. Distribuído pela Diamond Films, o longa traz uma trama envolvente, que combina o ritmo acelerado de uma noite cheia de perigos com momentos de leveza e humor familiar.

O filme destaca a versatilidade da atriz Christina Ricci, que conquistou fãs ao dar vida à icônica Wednesday Addams, na clássica Família Addams de Tim Burton. Agora, Ricci se reinventa na pele de Alice, uma esposa determinada e mãe corajosa, que, junto com seu marido Ray Haynes, interpretado por Kevin James, enfrenta uma série de desafios que vão muito além do cotidiano.

Um pai, uma missão e uma vida dupla

Raymond “Ray” Hayes é um homem dividido. Ex-policial, ele tenta construir uma vida pacífica ao lado da família, sonhando com a abertura de um restaurante ao lado da esposa Alice. No entanto, sua rotina escondida como agente ligado à máfia ameaça esse sonho. A promessa de deixar o mundo do crime para trás se torna um desafio quando uma última missão — comandada pelo enigmático Ignatius, vivido por Luis Guzmán — foge do controle, colocando em risco tudo o que Ray mais preza.

A história ganha um ritmo eletrizante quando as duas vidas de Ray — pai dedicado e criminoso — colidem, e sua família se vê no meio de uma perigosa situação. Sem saber dos segredos do marido, Alice precisa encontrar forças para proteger os seus, enquanto Ray luta para manter o equilíbrio entre essas realidades conflitantes.

Christina Ricci: talento e humanidade em novo papel

Reconhecida mundialmente por sua atuação marcante como Wednesday Addams, Christina Ricci desafia-se mais uma vez em um papel que exige equilíbrio entre humor e emoção. Em Família à Prova de Balas, Ricci imprime à personagem Alice uma mistura de vulnerabilidade e força, traduzindo na tela a figura de uma mulher comum que se torna extraordinária quando o amor pela família está em jogo.

A trajetória da atriz inclui filmes como Buffalo 66, Speed Racer e a recente série Wandinha, onde sua capacidade de interpretar personagens complexas ficou ainda mais evidente. Agora, ela mostra que sabe levar a comédia com o mesmo talento e profundidade, trazendo leveza para uma narrativa carregada de ação.

Kevin James e o equilíbrio entre comédia e drama

Do outro lado, Kevin James empresta seu carisma e timing cômico para a figura de Ray Hayes. Conhecido por papéis que transitam entre a comédia e o drama, James consegue humanizar seu personagem, fazendo com que o espectador se identifique com o dilema de um homem que quer proteger sua família a qualquer custo, mesmo quando as circunstâncias parecem conspirar contra ele.

A química entre Ricci e James cria um ritmo dinâmico, repleto de momentos que alternam entre o suspense e o riso, mostrando que uma boa história de ação pode também ser um retrato sensível das relações familiares.

Produção e distribuição

Família à Prova de Balas chega às salas de cinema com o respaldo da Diamond Films, uma das maiores distribuidoras independentes da América Latina. O lançamento promete movimentar o mercado nacional e oferecer uma opção de entretenimento que agrada a diferentes públicos — daqueles que buscam adrenalina nas cenas de ação até os que preferem a leveza de uma comédia bem construída.

No “Companhia Certa” desta segunda (21/07), Fábio Porchat revela histórias inéditas e fala sobre carreira e humor

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Ronnie Von e Fábio Porchat (Foto: Divulgação RedeTV!)

Na noite desta segunda-feira, 21 de julho de 2025, às 0h, o público terá um encontro especial com um dos maiores nomes da comédia brasileira da atualidade. Fábio Porchat — ator, humorista, roteirista, diretor e apresentador — será o convidado do programa Companhia Certa, comandado por Ronnie Von. Essa participação reforça a relação de admiração e respeito que existe entre os dois, especialmente depois que Porchat conduziu com maestria o programa no último sábado, 11, em uma edição comemorativa dos 81 anos do veterano apresentador.

Em um bate-papo leve, divertido e, ao mesmo tempo, repleto de momentos de reflexão, Porchat revisitará memórias, falará sobre seu processo criativo e dividirá histórias pessoais, como sua profunda amizade com o saudoso Paulo Gustavo. Além disso, ele abordará temas importantes, como o papel do humor na sociedade, a responsabilidade do artista e os desafios de construir uma carreira sólida em um meio tão dinâmico quanto a comédia brasileira contemporânea.

Carisma e inteligência: um encontro de gerações no sofá do Companhia Certa

Desde que estreou na televisão brasileira, Fábio Porchat chama atenção não apenas pelo talento, mas também pelo carisma natural que lhe permite se conectar com públicos dos mais variados. No Companhia Certa, programa de Ronnie Von conhecido pelo tom intimista e pela qualidade das entrevistas, ele terá a chance de mostrar uma faceta mais pessoal e reflexiva.

É também um momento de celebração, já que Ronnie Von recentemente completou 81 anos, e foi justamente Fábio quem comandou a edição especial — um gesto simbólico que representa a passagem do bastão entre gerações. Agora, no papel de convidado, Porchat poderá revelar histórias inéditas e visões de mundo que o tornam único.

O processo criativo por trás do sucesso

Uma das características mais marcantes de Fábio Porchat é sua versatilidade. Com uma carreira que transita entre teatro, televisão, cinema, internet e stand-up, ele é um artista completo que entende profundamente as várias nuances do humor. Em seu programa no GNT, Que História É Essa, Porchat?, essa essência fica clara.

“Pensei: ‘O que eu sei fazer? Sei bater papo, improvisar, consigo melhorar as histórias das pessoas e ainda sou engraçado […] E se eu fizesse o programa só com o ‘filé mignon’ dos talk shows?”, conta Porchat durante a entrevista. Essa ideia de criar um formato dinâmico, centrado na sua personalidade e estilo, mostra a confiança que ele tem no seu trabalho e o desejo constante de inovar.

Porchat também destaca que seu programa foi pensado para que “o programa corra atrás de mim e não o contrário”. Essa inversão traz uma nova dinâmica para o talk show, colocando o apresentador no centro, mas sempre deixando espaço para a conversa e o improviso natural.

A amizade com Paulo Gustavo: parceria, aprendizado e saudade

Um dos momentos mais emocionantes da conversa é quando Porchat fala sobre Paulo Gustavo, grande amigo e parceiro de cena, que nos deixou precocemente em 2021. Os dois se conheceram na escola de teatro no Rio de Janeiro e, desde então, criaram uma conexão artística e pessoal muito forte.

“Éramos uma dupla em Infraestruturas. Eu escrevia os textos e corria para ele ler comigo, porque ele era brilhante, muito engraçado, então ele me falava: ‘Hum, isso aqui não tá funcionando’. Eu ia para casa, mexia. Esses textos não foram escritos pelo Paulo, mas, evidentemente, têm o DNA dele em todos eles e em mim também, lógico”, relembra Porchat.

Essa troca constante de críticas, ideias e sugestões ajudou a moldar grande parte do humor brasileiro dos anos 2000, especialmente um estilo que mistura sátira social com linguagem coloquial e humor ácido. Paulo Gustavo e Fábio Porchat representam uma geração que quebrou barreiras e levou a comédia nacional a novos patamares.

Porta dos Fundos: a revolução do humor na internet

Fábio Porchat é também um dos sócios-fundadores da produtora Porta dos Fundos, fenômeno que transformou o cenário da comédia no Brasil. Fundada em 2012, junto a Antonio Tabet, Gregório Duvivier, João Vicente de Castro e Ian SBF, a produtora conquistou milhões de fãs ao levar esquetes humorísticos ao YouTube, com roteiros inteligentes e críticas afiadas à sociedade.

“Tem que fazer rir, esse é o ponto de partida. Mas o humor também pode lançar luz sobre certos assuntos e, às vezes, jogar sombra. O humor está aí para provocar reflexão”, afirma Porchat, ressaltando o papel social da comédia. O canal rapidamente se tornou um dos mais influentes da internet brasileira, usando sua plataforma para questionar preconceitos, política, cultura e a vida cotidiana com irreverência.

Nem sempre as reações foram positivas: algumas esquetes geraram polêmica, e Porchat chegou a receber ameaças por vídeos que criticavam instituições como a polícia. Ainda assim, ele mantém firme a visão de que o humor é uma ferramenta poderosa para provocar mudanças e abrir debates.

Trajetória e formação: de um jovem ousado a referência nacional

Fábio Porchat nasceu no Rio de Janeiro, em 1º de julho de 1983, filho de Fábio Ferrari Porchat de Assis, político e roteirista. Passou parte da infância em São Paulo e, desde jovem, mostrou talento especial para comunicação e arte. Em 2002, participou do programa do Jô Soares com uma esquete aplaudida de pé, que abriu portas para sua carreira.

Com formação em Artes Cênicas pela Casa de Arte das Laranjeiras (CAL), no Rio, Porchat construiu seu caminho com peças teatrais de sucesso e participações em programas como Zorra Total e Esquenta. Em 2005, estreou no teatro com Infraestruturas, ao lado de Paulo Gustavo, sob direção de Malu Valle — espetáculo que marcou o início de sua trajetória brilhante.

No cinema, participou de filmes como Vai que Dá Certo, Meu Passado Me Condena e dublou o personagem Olaf na versão brasileira de Frozen. Sua versatilidade o levou também para a TV paga, com programas como Papo de Segunda no GNT, além de apresentar talk shows na Record.

Humor com propósito: reflexões e responsabilidades

Para Porchat, o humor vai muito além do entretenimento; é uma forma de diálogo, protesto e até terapia coletiva. Em tempos difíceis, ele acredita que a comédia tem o poder de aproximar as pessoas e trazer à tona temas delicados.

“Rir é um ato político. Quando a gente ri de algo, está assumindo uma posição, dizendo que não aceita certas coisas. Isso pode incomodar, mas também abrir portas para o diálogo”, explica. Essa postura mostra a maturidade de quem já enfrentou altos e baixos, críticas, e soube usar sua visibilidade para falar de temas importantes.

Episódios inéditos e momentos de descontração

No Companhia Certa, Porchat promete revelar histórias nunca antes contadas, mostrando seu lado mais humano e espontâneo. Conhecido por valorizar a autenticidade, ele não tem medo de rir de si mesmo ou de tratar assuntos delicados com leveza.

A edição traz também momentos de humor afiado, fruto da química entre Porchat e Ronnie Von, que juntos criam um ambiente de conversa natural e agradável — quase como um encontro entre amigos.

O futuro de Fábio Porchat: sempre em busca de inovação

Com a carreira consolidada, Porchat segue explorando novas frentes. Seu programa no GNT se mantém relevante, ele continua à frente do Porta dos Fundos e desenvolve projetos em cinema, teatro e televisão.

Terror psicológico Keeper, do diretor de O Macaco, ganha trailer e promete suspense intenso

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Foto: Reprodução/ Internet

Em um mundo em que o terror muitas vezes se traduz em gritos, sangue e sustos fáceis, há uma vertente mais silenciosa – porém não menos perturbadora – que vem conquistando espaço entre cinéfilos e críticos: o terror psicológico. E é exatamente nesse território que o aguardado Keeper fincou suas raízes. Com estreia confirmada para 14 de novembro de 2025 nos Estados Unidos, o novo filme dirigido por Osgood Perkins (O Macaco, Longlegs) promete uma experiência angustiante, claustrofóbica e emocionalmente carregada.

Estrelado por Tatiana Maslany – aclamada por sua atuação multifacetada em Orphan Black – e Rossif Sutherland, o longa teve seu primeiro trailer divulgado recentemente. A prévia, marcada por imagens densas, trilha inquietante e um clima de crescente tensão, já deixa claro que Keeper não pretende seguir fórmulas prontas. Ao invés disso, convida o público a mergulhar em um abismo emocional junto de sua protagonista.

Solidão, desconfiança e um mal invisível

A sinopse oficial é direta, mas carregada de possibilidades perturbadoras. o longa-metragem acompanha um casal, Liz (Tatiana Maslany) e Malcolm (Rossif Sutherland), que decide passar um fim de semana em uma cabana remota – uma escapada romântica, aparentemente inofensiva. Mas logo após a chegada, Malcolm precisa retornar à cidade de forma inesperada, deixando Liz sozinha. É nesse isolamento que as coisas começam a se desestruturar. As informações são do AdoroCinema.

Liz passa a sentir que algo não está certo na casa. Sons sem explicação, mudanças sutis no ambiente, sensações que não sabe se são reais ou fruto de sua mente. À medida que os dias se arrastam, ela começa a descobrir segredos horripilantes ligados ao local – e, talvez, ao próprio relacionamento que achava conhecer tão bem.

Trata-se de um enredo que parte de uma situação cotidiana para mergulhar em um horror íntimo, com fortes camadas emocionais e psicológicas. A cabana não é apenas um cenário, mas um reflexo da psique da protagonista – um espaço onde o medo, a solidão e a dúvida assumem formas concretas.

Tatiana Maslany: entrega e intensidade

O papel de Liz exige uma performance intensa, contida e sensível – características que Tatiana Maslany já demonstrou dominar em trabalhos anteriores. A atriz, vencedora do Emmy por Orphan Black, volta a explorar os limites da psique humana em um papel que depende quase exclusivamente de sua presença em tela.

Liz é uma mulher cercada por incertezas. Ela está sozinha, em um lugar desconhecido, com pistas sutis de que talvez esteja sendo observada. Maslany interpreta esse desconforto com olhar atento e gestos contidos, transmitindo a angústia crescente que se instala ao redor – e dentro – da personagem.

Ao escolher Maslany como protagonista, a produção aposta em um talento reconhecido por sua capacidade de nuance, e isso pode ser o grande trunfo emocional do filme. Liz não é apenas uma vítima do ambiente: ela é, ao mesmo tempo, sobrevivente, cúmplice e guardiã dos próprios traumas.

Osgood Perkins e o horror da sugestão

Filho de Anthony Perkins (o icônico Norman Bates de Psicose), Osgood Perkins vem desenvolvendo uma assinatura própria como diretor e roteirista. Seus filmes anteriores, como The Blackcoat’s Daughter e Longlegs, apostam em um terror de construção lenta, marcado por atmosferas densas, silêncio opressivo e simbolismos visuais.

Em Keeper, Perkins une esses elementos a um roteiro escrito por Nick Lepard, em sua estreia no cinema, para entregar uma obra que pretende incomodar mais do que chocar. Não espere gritos estridentes ou cenas explícitas: o verdadeiro horror aqui parece vir do que não se vê, do que se pressente – e do que se carrega internamente.

O diretor já declarou em entrevistas anteriores que está mais interessado em explorar o “desconforto constante” do que a adrenalina passageira. Com Keeper, ele busca criar uma experiência que continue reverberando na mente do espectador muito depois dos créditos finais.

Fotografia e som: aliados do suspense

Com direção de fotografia de Jeremy Cox, Keeper aposta em uma estética minimalista e opressiva. Ambientes frios, iluminação natural e sombras bem posicionadas criam uma sensação constante de vulnerabilidade. A cabana em que Liz se encontra sozinha não é apenas um lugar físico – ela se torna um personagem, uma entidade que parece observar e interagir com a protagonista.

A trilha sonora, mantida sob sigilo até o momento, também promete ser crucial. Se seguir o padrão dos filmes anteriores de Perkins, será marcada por sons ambientes distorcidos, silêncios incômodos e composições que mais sugerem do que descrevem. Tudo em Keeper parece ser pensado para criar uma sensação de desconforto prolongado, um mergulho lento em uma paranoia crescente.

Distribuição e expectativa global

Keeper foi apresentado ao mercado internacional durante o Festival de Cannes 2024, mais precisamente no Marché du Film, onde chamou atenção de distribuidores pelo mundo. A Neon, responsável por títulos como Titane e Memória, adquiriu os direitos para os Estados Unidos e também os direitos internacionais, apostando alto no potencial do longa. No Canadá, a distribuição ficará a cargo da Elevation Pictures.

Originalmente previsto para outubro, o lançamento foi adiado para novembro – uma decisão estratégica para posicionar o filme no outono americano, época em que produções mais artísticas e introspectivas costumam ter mais espaço e atenção.

No Brasil, a estreia ainda não foi confirmada, mas espera-se que, com a força da Neon no circuito internacional, Keeper chegue aos cinemas nacionais ou, ao menos, às principais plataformas de streaming em data próxima à estreia americana.


O terror do cotidiano

Há algo de universal e atemporal em histórias que tratam do isolamento. E Keeper parece explorar esse sentimento de forma simbólica e emocional. Em um mundo hiperconectado, a solidão ainda é um dos medos mais profundos – talvez mais que fantasmas ou monstros. Liz, deixada sozinha em um ambiente hostil e silencioso, vive a materialização desse pavor.

“Profissão Repórter” desta terça (22/07) investiga os avanços e os perigos do monitoramento por câmeras no Brasil

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Foto: Reprodução/ Internet

Em São Paulo, o futuro parece já ter chegado. Mais de 30 mil câmeras espalhadas pela cidade observam, registram e, cada vez mais, decidem quem deve ser abordado, revistado, levado à delegacia. Em um contexto urbano de crescimento populacional, desigualdade e insegurança, a capital paulista se transformou em um imenso laboratório de vigilância, onde inteligência artificial e reconhecimento facial são apontados como promessas de eficiência na segurança pública.

Mas o que acontece quando a máquina erra o rosto? Quando a tecnologia se engana sobre quem você é?

Foi isso que o Profissão Repórter da última terça-feira (22) quis investigar. A equipe liderada por Chico Bahia, Talita Marchiori e outros jornalistas do programa mergulhou nas entranhas do sistema de videomonitoramento da cidade e descobriu que, entre capturas bem-sucedidas de foragidos da Justiça, há também falhas que mudam — e ferem — vidas inteiras.

A central do Smart Sampa: entre dados e decisões

O ponto de partida da reportagem é a central do Smart Sampa, programa da Prefeitura de São Paulo que concentra as câmeras públicas da cidade. As imagens, monitoradas em tempo real, são processadas por softwares de reconhecimento facial. Quando um rosto registrado no banco de dados das polícias é identificado, o sistema emite um alerta e aciona as forças de segurança.

Segundo dados da própria Prefeitura, o sistema já colaborou para prender 1.481 foragidos da Justiça. O número impressiona — mas 23 pessoas também foram presas por engano, e outras 1.212 foram abordadas de forma equivocada, sem chegar a ser detidas.

A frieza das estatísticas esconde dramas como o de Bárbara Maria Mendonça, 39 anos, produtora de eventos, moradora da Zona Oeste. “Em menos de uma hora, fui parada duas vezes. Saí de casa para ir ao posto de saúde e voltei tremendo. Nunca fui de sair muito, mas agora tenho medo até de ir na padaria”, conta, com os olhos cheios d’água. Desde o episódio, Bárbara tem evitado andar sozinha e passou a tomar medicamentos para ansiedade.

O trauma de um inocente: “Me confundiram com alguém que eu nunca vi”

O caso de Francisco Ferreira da Silva, de 80 anos, é ainda mais angustiante. Aposentado, voluntário em uma horta comunitária e morador da Zona Leste, Francisco foi levado à delegacia após ser identificado pelo sistema como um suposto criminoso. “Eu estava regando as plantas. Eles chegaram, perguntaram meu nome, mandaram eu subir na viatura. Nem entendi o porquê. Passei o dia preso, sem saber de nada.”

Foram quase dez horas de detenção até que o erro fosse reconhecido. O constrangimento público, a desconfiança de vizinhos e a vergonha permanecem. “Nunca passei por isso nem nos tempos difíceis da ditadura. Nunca imaginei que, com 80 anos, ia ser tratado como bandido.”

A família de Francisco relata que, após o ocorrido, ele passou a se isolar. “Ele parou de ir à horta. Disse que tem medo de ser confundido de novo. E agora?”, questiona a filha, Ana Cláudia.

Câmeras também vigiam do lado de dentro dos muros

A reportagem também revela que o reconhecimento facial não está restrito ao setor público. Os repórteres Everton Lucas e Francisco Gomes acompanharam reuniões em condomínios residenciais da capital paulista que discutem a instalação de câmeras com IA.

A promessa dos fornecedores é tentadora: portarias automatizadas, controle de acesso por biometria facial e até alerta automático para “pessoas suspeitas”. Mas o que define “suspeito”? Como é feito o cruzamento de dados? Para quem vai essa informação?

A reportagem aponta que as imagens privadas já estão sendo integradas ao sistema público de segurança, criando um enorme banco de dados que pode, eventualmente, escapar do controle dos próprios moradores.

“É uma sensação estranha. Ao mesmo tempo em que você se sente mais seguro, começa a se perguntar se a sua casa virou parte de um sistema maior que você não entende bem”, comenta Marcos, síndico de um condomínio na Vila Mariana. “E quando o rosto confundido for o do meu filho voltando da escola?”

A tecnologia também é usada para enganar — e lucrar

No interior do estado, o reconhecimento facial foi instrumento de um golpe perverso. A equipe de Esther Radaelli e João Lucas Martins acompanhou investigações em cidades como Júlio Mesquita e Guarantã, onde idosos foram vítimas de estelionatários que utilizaram suas imagens para contrair empréstimos falsos em bancos digitais.

As imagens eram captadas por redes sociais, documentos digitalizados ou câmeras públicas. “Bastava uma foto bem iluminada para burlar o sistema de verificação facial”, explica o delegado Gustavo Pozzer, responsável pelo caso.

Entre as vítimas, Pedro Nunes, 77 anos, descobriu que seu nome estava sujo no SPC por uma dívida que nunca contraiu. “Disseram que eu pedi um empréstimo de R$ 20 mil. Eu nem sei usar aplicativo de banco, quanto mais pedir dinheiro.”

O caso expõe um novo risco: o sequestro da identidade biométrica. Ao contrário de uma senha, o rosto de alguém não pode ser alterado. E se a tecnologia que deveria proteger acaba servindo para enganar, o problema é ainda mais grave.

Inteligência artificial pode reproduzir desigualdades

Especialistas ouvidos pela reportagem ressaltam que a inteligência artificial não é neutra. Ela aprende com dados — e se esses dados forem enviesados, o resultado também será. Pessoas negras, pobres ou periféricas, historicamente mais expostas a abordagens policiais, são também as mais vulneráveis aos erros da tecnologia.

“A gente costuma pensar que o computador é imparcial, mas ele apenas repete padrões. Se os bancos de dados usados no reconhecimento facial forem baseados em abordagens históricas injustas, isso será reproduzido sem filtro”, alerta a pesquisadora Bruna Freitas, doutora em direitos digitais.

Em outros países, como Reino Unido e Estados Unidos, cidades suspenderam o uso de reconhecimento facial após protestos e denúncias de abusos. No Brasil, a ausência de uma regulação clara preocupa especialistas, que alertam para o risco de um sistema de vigilância descontrolado, alimentado por interesses públicos e privados.

Entre o medo e a eficiência: o dilema da segurança moderna

O que o Profissão Repórter desta semana revela é que a tecnologia, quando usada sem critérios humanos, pode deixar de proteger para passar a punir. A eficiência do sistema é inegável — foragidos são capturados, desaparecidos localizados, investigações aceleradas.

Mas ao mesmo tempo, as falhas têm rostos, histórias e traumas. E muitas vezes, essas falhas não têm quem as responda.

O futuro nos observa — mas quem observa o futuro?

A matéria termina com um questionamento inevitável: quem vigia os vigilantes? Em uma cidade onde câmeras estão em cada esquina, e onde os rostos são processados por algoritmos que ninguém entende completamente, a linha entre segurança e abuso pode ser tênue.

A tecnologia está entre nós — e cada vez mais, sobre nós. Mas se ela for adotada sem transparência, sem justiça e sem humanidade, não estaremos apenas entregando nosso rosto ao Estado e ao mercado. Estaremos renunciando ao direito de sermos tratados como pessoas, e não como suspeitos.

Kleber Mendonça Filho estreia em Toronto com “O Agente Secreto”, thriller político que conquista o mundo

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O cinema brasileiro volta a ocupar lugar de destaque no cenário internacional com O Agente Secreto, novo longa-metragem de Kleber Mendonça Filho, que segue colhendo os frutos de uma trajetória de sucesso em grandes festivais pelo mundo. Após uma estreia arrebatadora em Cannes, onde venceu prêmios de Melhor Direção, Melhor Ator, o FIPRESCI da crítica e o “Art et Essai” da AFCAE, o longa acaba de ter confirmada sua première no Festival Internacional de Cinema de Toronto, um dos eventos mais prestigiados da América do Norte.

O filme faz parte da cobiçada seleção Special Presentations, onde divide espaço com obras de mestres do cinema mundial, como Jafar Panahi, Guillermo del Toro e Richard Linklater. A 50ª edição do TIFF (Toronto International Film Festival) acontece entre 4 e 14 de setembro, e marca mais uma etapa da consagração internacional do novo projeto do diretor pernambucano.

“Estou muito contente. Já estive em Toronto com Aquarius, Bacurau e Retratos Fantasmas, e esse anúncio é apenas o primeiro de uma longa lista de festivais importantes na América do Norte”, declarou Kleber.

Thriller político ambientado no Recife de 1977

Ambientado em um Brasil mergulhado em vigilância, paranoia e contradições, O Agente Secreto transporta o público para o Recife de 1977, onde acompanhamos a jornada de Marcelo (interpretado por Wagner Moura), um especialista em tecnologia que tenta se esconder do próprio passado. Ao retornar à cidade natal em busca de paz, ele descobre que a capital pernambucana, em plena ditadura, está longe de ser um abrigo seguro.

O longa mergulha nas engrenagens da repressão política com uma tensão crescente e um cuidado estético já característico das obras de Mendonça Filho. O diretor — que também assina o roteiro — constrói um thriller com ecos de cinema de espionagem e cinema autoral latino-americano, com atmosfera densa, silenciosa e explosiva.

Estrelado por Wagner Moura e um elenco de peso

Além da atuação poderosa de Wagner Moura, premiada em Cannes, o elenco reúne alguns dos nomes mais respeitados do audiovisual brasileiro: Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Hermila Guedes, Alice Carvalho, Roberto Diogenes, entre outros.

Cada um dos personagens funciona como peça fundamental de uma rede de segredos, conspirações e relações corrompidas entre tecnologia, política e sobrevivência pessoal. O trabalho de elenco é afinado e sensível, com destaque para a construção das tensões interpessoais que alimentam a atmosfera opressiva do filme.

Reconhecimento em Portugal, Polônia, Austrália e França

Antes mesmo de sua estreia no Brasil, O Agente Secreto já conquistou plateias em diferentes continentes. O longa teve sessões esgotadas em Portugal, onde as sete pré-estreias lotaram rapidamente. Também passou por eventos importantes como o Festival de Cinema de Sydney, na Austrália, e o New Horizons, na Polônia. Em Paris, o filme foi exibido ao ar livre nos jardins do Museu do Louvre, dentro da programação do Cinéma Paradiso Louvre — um feito raro para um filme latino-americano.

Esses eventos não só consolidam a reputação internacional de Kleber como um dos maiores autores do cinema contemporâneo, como também posicionam O Agente Secreto como uma das produções brasileiras mais comentadas e promissoras do ano.

Estreia no Brasil e distribuição global

Com lançamento comercial marcado para 6 de novembro nos cinemas brasileiros, O Agente Secreto terá também uma série de sessões especiais no país durante os meses de setembro e outubro. A expectativa é que essas pré-estreias estimulem o debate e consolidem o filme como um evento cinematográfico nacional.

Internacionalmente, o longa será lançado em 94 países de quatro continentes. A distribuição nos Estados Unidos e Canadá será feita pela NEON, mesma responsável por Parasita e Titane, enquanto a MUBI assume a exibição no Reino Unido, Irlanda, Índia e em países da América Latina (com exceção do Brasil). Entre os territórios já confirmados estão China, México, Coreia do Sul, Grécia, Nova Zelândia, Finlândia, Alemanha e Índia, consolidando uma presença global rara para uma produção brasileira.

Coprodução internacional e DNA brasileiro

Apesar do alcance global, O Agente Secreto mantém raízes profundas no Brasil. O filme é uma coprodução entre a CinemaScópio (Brasil), MK Productions (França), Lemming Film (Holanda) e One Two Films (Alemanha). A produção é assinada por Emilie Lesclaux, parceira criativa de longa data de Kleber, com distribuição nacional pela Vitrine Filmes — que também lançou Bacurau e Retratos Fantasmas no Brasil.

A junção entre expertise técnica internacional e sensibilidade brasileira dá ao filme uma força estética única. A direção de fotografia, os planos longos, os sons ambientes e os silêncios carregados são recursos usados de maneira estratégica para amplificar a tensão e a crítica social — marcas registradas do cineasta.

Kleber Mendonça Filho: entre a crítica e o público

Com O Agente Secreto, Kleber Mendonça Filho consolida-se definitivamente como uma voz autoral com alcance global. De O Som ao Redor a Bacurau, passando por Aquarius e Retratos Fantasmas, sua filmografia sempre navegou entre o íntimo e o político, com atenção aguçada aos detalhes sociais e culturais do Brasil contemporâneo — e agora, histórico.

Seu novo filme mergulha mais profundamente na linguagem do suspense, explorando o passado ditatorial com a mesma coragem crítica e apuro técnico que o consagraram. Ao mesmo tempo, oferece uma experiência imersiva para o público, que não precisa conhecer o contexto histórico para se deixar levar pela tensão crescente e pelos dilemas éticos que o roteiro propõe.

Um novo marco do cinema brasileiro

O Agente Secreto é mais do que um filme: é um testemunho artístico sobre um tempo sombrio da história brasileira, narrado com potência cinematográfica, inteligência política e coragem estética. A estreia em Toronto e a recepção internacional consolidam a produção como um marco do cinema latino-americano em 2025.

Retorno dos Irmãos Philippou: terror psicológico “Faça Ela Voltar” ganha trailer oficial e promete abalar o público

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Depois do sucesso impactante de Fale Comigo (2023), os irmãos australianos Danny e Michael Philippou estão de volta ao gênero que os consagrou — e, desta vez, com ainda mais coragem para explorar as profundezas do trauma humano. Faça Ela Voltar (Bring Her Back, no original), que chega aos cinemas brasileiros em 21 de agosto de 2025, já teve seu trailer oficial dublado divulgado pela Sony Pictures, e promete deixar marcas duradouras em quem assistir.

Com produção de Samantha Jennings e Kristina Ceyton, e roteiro assinado por Bill Hinzman e Danny Philippou, o longa entrega não apenas sustos, mas uma narrativa carregada de dor, obsessão e laços familiares corroídos pelo luto.

A história gira em torno de Andy (Billy Barratt) e Piper (Sora Wong), dois meio-irmãos que, após a trágica morte do pai, se veem sozinhos no mundo. Piper tem deficiência visual e Andy, embora ainda adolescente, sente o peso de proteger a irmã — mesmo quando tudo ao seu redor começa a desmoronar.

Eles são enviados para viver com Laura (Sally Hawkins), uma mulher isolada, marcada pela perda da filha e por comportamentos, no mínimo, peculiares. A nova casa, afastada da cidade, parece esconder segredos nos cantos, nas portas trancadas e nas ausências que ecoam pelos corredores. Lá, também vive Oliver (Jonah Wren Phillips), um garoto mudo com um olhar sempre perturbador.

À primeira vista, Laura parece gentil. Mas sua dor mal resolvida começa a se mostrar obsessiva. Ainda no funeral do pai das crianças, ela rouba uma mecha de cabelo do corpo — um gesto silencioso, mas carregado de intenções sombrias.

Quando o amor vira loucura

Laura não quer apenas acolher Andy e Piper. Ela quer trazer sua filha morta de volta à vida. E está disposta a tudo para isso. Com base em um ritual ocultista aprendido em fitas VHS russas, ela planeja um sacrifício que inclui Piper como peça central. Andy, por sua vez, começa a notar os sinais — e percebe que sua irmã corre perigo.

Mas Laura é astuta. Sabe como manipular. Coloca Andy contra ele mesmo, sugere que ele herdou o comportamento abusivo do pai, mina sua confiança até que ele mesmo duvide de sua sanidade. A atmosfera na casa se torna sufocante. O terror não vem só das sombras ou dos gritos — ele está no olhar desconfiado, nas palavras não ditas, no silêncio de Oliver.

O horror que cresce devagar… até explodir

À medida que o tempo passa, Oliver, o garoto mudo, começa a manifestar comportamentos inumanos. Ele mastiga facas, arranca pedaços do próprio corpo e, possuído pelo espírito demoníaco Tari, começa a falar com vozes que não são suas. Em uma cena especialmente angustiante, ele usa a voz de Andy para atrair Piper — uma das muitas provas de que neste filme, nada é o que parece.

O clímax se desenha com cenas brutais e momentos de puro desespero. A assistente social Wendy (Sally-Anne Upton), uma das poucas aliadas de Andy, tenta intervir — mas paga com a vida. Andy, gravemente ferido, é afogado por Laura. E tudo parece perdido.

Mas o que salva Piper é algo singelo. Em meio ao caos, ela chama Laura de “mamãe” — e, por um instante, a dor de Laura supera a presença do mal. É um momento de humanidade que interrompe o ritual, mas que não apaga os horrores vividos.

Um elenco que sente, sangra e emociona

O elenco de Faça Ela Voltar reúne talentos consagrados e jovens promessas do cinema e da TV. Sally Hawkins (indicada ao Oscar por A Forma da Água, As Aventuras de Paddington) interpreta Laura, a guardiã enlutada e perturbada. Billy Barratt (Invasion, Responsible Child) dá vida a Andy, o protagonista atormentado pelo passado e determinado a proteger sua irmã. Sora Wong (em seu primeiro papel de destaque no cinema) interpreta Piper, a meia-irmã deficiente visual.

Jonah Wren Phillips (Sweet Tooth, Young Rock) vive o enigmático Oliver, também conhecido como Connor Bird. Completam o elenco Sally-Anne Upton (Wentworth, How to Stay Married) como Wendy, a assistente social que tenta salvar os irmãos, Stephen Phillips (Total Control, Miss Fisher’s Murder Mysteries) como Phil, o pai falecido, e Mischa Heywood (Mystic, The Power of the Dog) como Cathy, a filha morta de Laura cuja ausência move toda a trama.

A direção dos irmãos Philippou mostra maturidade. Ao contrário de muitos filmes do gênero, que apostam em sustos fáceis, Faça Ela Voltar constrói um clima de angústia constante. A fotografia é fria, os ambientes são opressivos, e a trilha sonora funciona como um sussurro sombrio ao fundo de cada cena.

As críticas já apontam que este é um dos grandes filmes de horror de 2025. E não apenas pelos aspectos técnicos. O que diferencia Faça Ela Voltar é o coração que pulsa por trás da história — um coração quebrado, sim, mas que ainda bate. O filme fala sobre saudade, sobre traumas, sobre o que acontece quando não conseguimos aceitar a perda. E sobre como isso pode nos consumir por dentro.

Ariana Grande terá música inédita em “Wicked: Parte 2”, sequência do musical de sucesso

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A magia da Terra de Oz está longe de acabar. A sequência do musical que conquistou o mundo, Wicked, promete trazer uma novidade especial para os fãs: uma canção inédita interpretada por Ariana Grande, que retorna ao papel de Glinda, a Bruxa Boa do Sul. A informação veio de quem conhece os bastidores da produção — o decorador Lee Sandales e o designer de produção Nathan Crowley, em entrevista ao portal Set Decor. As informações são da CNN.

Um momento só para Glinda

A nova música, intitulada “Girl in The Bubble”, será cantada por Ariana Grande em uma cena íntima, ambientada na luxuosa suíte de Glinda na famosa Cidade das Esmeraldas. A composição é assinada por Stephen Schwartz, compositor responsável pela trilha original do musical da Broadway. A canção promete revelar um lado mais profundo e talvez até vulnerável da personagem que, até agora, encantou plateias com sua energia vibrante e presença magnética.

O diretor Jon M. Chu já havia dado pistas sobre a inclusão de faixas inéditas na sequência, confirmando que, além da música para Glinda, haveria também uma para Elphaba, personagem interpretada por Cynthia Erivo. A expectativa agora é para conhecer como esses novos momentos musicais vão se encaixar na história que ainda está por vir.

Clássicos que emocionam e novas melodias que surpreendem

Quem assistiu à primeira parte de Wicked sabe que a trilha sonora é uma peça-chave para o sucesso do filme. E Wicked: Parte 2 manterá a tradição de trazer de volta as canções que já são hinos para os fãs, como:

  • “For Good”, a música que celebra a amizade e a transformação pessoal;
  • “No Good Deed”, que entrega toda a força e o drama da personagem Elphaba;
  • “Thank Goodness”, que mistura leveza e crítica social.

Junto com essas canções, as novidades prometem refrescar o espetáculo e dar novas camadas emocionais à trama.

O primeiro filme que conquistou corações

Lançado em novembro de 2024, Wicked: Parte Um já deixou uma marca profunda. A história de Elphaba e Glinda, interpretadas por Cynthia Erivo e Ariana Grande, conquistou público e crítica, combinando fantasia, emoção e um olhar atual sobre temas como identidade e aceitação.

Com uma bilheteria que ultrapassou os US$ 700 milhões, o filme se tornou um dos maiores sucessos do ano, abrindo caminho para a tão aguardada continuação. O carisma da dupla protagonista, a riqueza dos cenários e a força das músicas foram alguns dos ingredientes que fizeram o público querer mais.

O que vem por aí em Wicked: Parte 2?

A continuação promete mergulhar mais fundo na trajetória de Elphaba, mostrando como ela se torna a temida Bruxa Má do Oeste, enquanto a amizade entre ela e Glinda enfrenta provações e escolhas difíceis. A nova música de Ariana, situada em sua suíte na Cidade das Esmeraldas, será um momento para o público enxergar além do brilho e da alegria que a personagem costuma mostrar.

A estreia está marcada para 20 de novembro de 2025 no Brasil — um dia antes do lançamento nos Estados Unidos — e os fãs já contam os dias para voltar a esse universo mágico.

Um elenco e produção de excelência

Além de Ariana Grande e Cynthia Erivo, o filme conta com nomes como Michelle Yeoh, Jeff Goldblum e Jonathan Bailey, entre outros, em papéis de apoio que enriquecem a narrativa. Os cenários assinados por Lee Sandales e Nathan Crowley prometem transportar o público para uma Oz ainda mais vibrante e encantadora, reforçando o cuidado com cada detalhe visual.

Por que Wicked ressoa tanto com o público?

Desde o início nos palcos da Broadway, Wicked chamou atenção por seu olhar humano sobre personagens que antes eram vistos apenas como “vilões”. A narrativa mostra as camadas de Elphaba e Glinda, suas vulnerabilidades, escolhas e a complexidade das relações humanas. Isso gera identificação e empatia, especialmente para quem já se sentiu diferente ou à margem.

A entrada de Ariana Grande, com sua voz poderosa e influência pop, ampliou o alcance da história para uma nova geração, que encontrou nela uma representante da coragem e da autenticidade.

A música que já nasceu especial

A expectativa para “Girl in The Bubble” é grande. A colaboração com Stephen Schwartz, que ajudou a criar os clássicos originais, garante que a nova faixa terá a mesma qualidade e sensibilidade que conquistaram milhões. Para Ariana, a música é uma oportunidade de mostrar novas facetas de Glinda, e para os fãs, um presente que une tradição e inovação.

Contagem regressiva

Com tudo isso, Wicked: Parte 2 promete não apenas continuar a história, mas aprofundar sentimentos e ampliar o universo mágico que tantos amam. Em novembro de 2025, será hora de voltar a Oz, se emocionar e cantar junto — agora com uma canção inédita que deve ficar para sempre na memória.

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