Ricky Martin reinventa “Vuelve” ao lado de Los Ángeles Azules e TINI em versão que une diferente gerações

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Um dos maiores clássicos da carreira de Ricky Martin, “Vuelve”, ganha uma nova vida quase 25 anos após seu lançamento original em 1998. Desta vez, o porto-riquenho se une à cumbia inconfundível de Los Ángeles Azules e ao frescor pop de TINI, criando uma releitura que conecta gerações sem perder a essência romântica que tornou a música um sucesso mundial.

A nova versão mantém a melodia que marcou fãs de longa data, mas acrescenta camadas de sonoridade que a tornam contemporânea. A batida característica da cumbia de Los Ángeles Azules se encontra com a sensibilidade moderna de TINI, resultando em um encontro musical que dialoga tanto com quem viveu a estreia da música quanto com o público mais jovem.

O lançamento faz parte de um projeto especial da Sony Music Latin, que inclui recentes singles de Martin, como “Fuego de Noche, Nieve de Día” com Christian Nodal e “A Medio Vivir” com Carín León. O objetivo é reconectar os fãs com os clássicos, oferecendo novas versões e interpretando hits de formas inéditas. Para complementar, “Vuelve” chega acompanhada de um videoclipe dirigido por Andrés Ibañez, filmado entre Miami e Los Angeles, que reforça a energia da releitura.

Enquanto isso, Ricky segue com a turnê Ricky Martin Live, atualmente percorrendo cidades do México, com datas programadas para Uruguai, Paraguai, Argentina, além de apresentações na Europa, incluindo Sérvia, Croácia, Suíça, Polônia e Hungria. A turnê reforça a capacidade de Martin de se conectar com diferentes públicos, mostrando que sua música transcende gerações e fronteiras.

O álbum original Vuelve, lançado em 12 de fevereiro de 1998 pela Sony Music e Columbia Records, marcou o quarto disco de estúdio do cantor. Trabalhando com os produtores KC Porter, Robi Draco Rosa e Desmond Child, Martin trouxe um álbum de dance music latina e baladas pop, consolidando sua fama mundial após o sucesso de “María”, de A Medio Vivir (1995). A canção “La Copa de la Vida”, escrita para a Copa do Mundo FIFA de 1998, também faz parte do álbum e se tornou um fenômeno internacional.

Vuelve gerou seis singles que se tornaram clássicos: a faixa-título “Vuelve”, “La Copa de la Vida”, “La Bomba”, “Perdido Sin Ti”, “Por Arriba, Por Abajo” e “Casi un Bolero”. Entre eles, “Vuelve” e “Perdido Sin Ti” chegaram ao topo da Billboard Hot Latin Songs nos Estados Unidos, enquanto “La Copa de la Vida” conquistou o público europeu e latino-americano. Para promover o álbum, Martin embarcou na turnê mundial Vuelve, visitando Ásia, Austrália, Europa, América Latina e Estados Unidos, consolidando seu status de estrela global.

O álbum foi bem recebido pela crítica: suas faixas uptempo e produção foram elogiadas, embora alguns críticos tenham apontado excesso de baladas. Martin ainda recebeu o Grammy de Melhor Álbum Pop Latino no 41º Grammy Awards em 1999. Comercialmente, Vuelve estreou em primeiro lugar na parada de álbuns latinos da Billboard e chegou ao 40º lugar na Billboard 200. Nos Estados Unidos, as vendas superaram 888 mil cópias, enquanto no mercado internacional, incluindo Noruega, Portugal, Espanha, Austrália e Itália, o disco alcançou posições de destaque nas paradas, totalizando mais de seis milhões de cópias vendidas mundialmente até 2008.

Sean Hayes se une a The Morning Show como Wyatt, irmão de Bro, e se envolve em esquema de poder da UBN na 5ª temporada

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Se você acha que The Morning Show já tinha explorado todos os dramas possíveis da televisão matinal, a quinta temporada prova que ainda há muito por vir – e com uma novidade de peso. O vencedor do Emmy Sean Hayes acaba de ser confirmado no elenco. Ele vai interpretar Wyatt, o irmão mais velho e empresário de Bro (Boyd Holbrook), um personagem espirituoso que promete acrescentar uma boa dose de humor e tensão aos bastidores da UBN. As informações são do Deadline.

Quem acompanha a carreira de Hayes lembra do impacto que ele causou no início dos anos 2000 em Will & Grace. Agora, ele traz sua presença marcante para o mundo de The Morning Show, onde intrigas e ambições profissionais se misturam a conflitos pessoais. Wyatt chega em um momento estratégico, quando a série está lidando com os desdobramentos do quarto ano, que terminou com Bradley (Reese Witherspoon) detida em Belarus e um esquema de ocultação envolvendo executivos da UBN vindo à tona.

Além de Hayes, o elenco segue robusto. Jeff Daniels, Reneé Rapp e Jesse Williams continuam recorrentes, enquanto nomes como Jennifer Aniston, Reese Witherspoon, Billy Crudup, Mark Duplass e Jon Hamm mantêm o núcleo principal. A química entre eles sempre foi um dos pontos fortes da série, e a chegada de Wyatt promete gerar novas dinâmicas e algumas tensões inesperadas.

Para quem ainda não assistiu, a série estreou em 1º de novembro de 2019 na Apple TV+ e rapidamente se destacou pelo retrato intenso e realista da televisão matinal americana. Inspirada no livro Top of the Morning: Inside the Cutthroat World of Morning TV, de Brian Stelter, a série acompanha Alex Levy (Aniston), âncora de longa data, enquanto lida com a queda de seu parceiro de 15 anos, Mitch Kessler, após um escândalo de má conduta sexual. No mesmo período, Bradley Jackson surge como repórter de campo impulsiva, pronta para desafiar o status quo e transformar a rotina da emissora.

O diferencial de The Morning Show sempre foi equilibrar drama pesado com momentos de leveza e até humor. É exatamente por isso que a entrada de Sean Hayes faz tanto sentido. Wyatt, com seu jeito espirituoso, tem potencial para desarmar situações tensas e provocar reações inesperadas, seja nos bastidores da UBN ou na tela, envolvendo Alex, Bradley e Bro em novas confusões.

Nos bastidores, a produção da série também tem histórias interessantes. Originalmente, Jay Carson era showrunner e também produtor executivo, mas acabou deixando o projeto por diferenças criativas, sendo substituído por Kerry Ehrin. Mimi Leder assumiu a direção e também é produtora executiva, garantindo que a narrativa se mantenha consistente e envolvente. E não é pouca coisa: cada episódio custa cerca de 15 milhões de dólares, e Aniston e Witherspoon recebem dois milhões por capítulo, sem contar taxas e pontos de propriedade. Ou seja, estamos falando de um projeto de altíssimo investimento, tanto em talento quanto em produção.

Vale a pena assistir Velhos Bandidos? Comédia dramática combina risos e sentimentos em história envolvente de aposentados

O cinema brasileiro tem se destacado nos últimos anos por produções que conseguem equilibrar entretenimento e reflexão social, e Velhos Bandidos se insere exatamente nesse grupo. O longa, que reúne nomes como Fernanda Montenegro, Ary Fontoura, Bruna Marquezine, Vladimir Brichta e Lázaro Ramos, propõe uma história que, à primeira vista, poderia ser apenas mais uma comédia popular. Mas ao mergulhar em suas quase duas horas de narrativa, o espectador percebe que há muito mais em jogo do que risadas momentâneas: há dilemas morais, crítica social e um olhar sensível sobre o envelhecimento e as relações humanas. Mas afinal, vale a pena assistir?

A trama gira em torno de Marta (Fernanda Montenegro) e Rodolfo (Ary Fontoura), um casal de aposentados que decide planejar um audacioso assalto a banco. Diferentemente do que muitos poderiam imaginar, o roteiro não se apoia apenas no absurdo da situação — a decisão do casal tem motivações concretas e emocionalmente carregadas: o crime surge como um recurso extremo para custear um tratamento experimental contra o câncer. Essa escolha narrativa transforma o filme de uma simples comédia em uma história com densidade e sentido, permitindo que o público se envolva com os personagens e reflita sobre limites, sobrevivência e ética.

O que torna Velhos Bandidos particularmente interessante é a forma como o roteiro articula humor e drama. A entrada de Nancy e Sid (Bruna Marquezine e Vladimir Brichta), jovens assaltantes que se envolvem com o casal, cria uma dinâmica geracional fascinante. É nesse encontro que a narrativa ganha leveza, mas também tensão, alternando momentos de risadas com situações de suspense bem construídas. A interação entre experiência e impulsividade funciona como motor da história, fazendo com que cada cena contribua para o desenvolvimento da trama e para a evolução emocional dos personagens.

Outro ponto que merece atenção é a construção do assalto. Mais do que uma sequência de ação, ele funciona como um ato de enfrentamento simbólico: o plano do casal se transforma em uma forma de desafiar estruturas e instituições que operam com decisões éticas questionáveis. Essa camada de crítica social eleva o filme, que foge do lugar-comum da comédia de erros ou do filme policial, oferecendo algo mais complexo e interessante ao espectador que busca entretenimento com significado.

As atuações, por sua vez, são um dos pontos mais fortes do longa. Fernanda Montenegro, em mais uma atuação memorável, consegue equilibrar vulnerabilidade e força, tornando Marta uma personagem profundamente humana. Ary Fontoura complementa com sensibilidade, construindo um Rodolfo que se movimenta entre o humor e a fragilidade de forma natural. Bruna Marquezine e Vladimir Brichta dão ritmo e leveza às cenas mais dinâmicas, funcionando como contraponto geracional e garantindo que o filme não perca energia em momento algum. Lázaro Ramos, como o investigador Oswaldo, adiciona ainda mais complexidade à narrativa, oferecendo tensão e equilíbrio entre os extremos cômicos e dramáticos.

Além disso, Velhos Bandidos se destaca por desafiar estereótipos do cinema nacional ao colocar personagens idosos no centro de uma trama de ação e crime. Marta e Rodolfo não são apenas coadjuvantes ou figuras nostálgicas: eles são protagonistas, agentes de suas próprias decisões, e a narrativa valoriza a experiência, o planejamento e a sabedoria adquirida com a idade. Essa abordagem é refrescante e pouco explorada, reforçando o valor da produção não apenas como entretenimento, mas como uma reflexão sobre relevância, protagonismo e envelhecimento.

Akane-banashi | Anime sobre rakugo estreia em 2026 e chega a várias regiões via Netflix e YouTube

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A primeira temporada do anime Akane-banashi, adaptação do mangá homônimo criado por Yuki Suenaga (roteiro) e Takamasa Moue (ilustração), ganhará distribuição internacional fora da Ásia pela Netflix e pelo canal oficial da série no YouTube, conforme divulgado pelo Anime News Network (ANN). A produção, que combina drama, comédia e elementos da cultura tradicional japonesa, estreia na TV Asahi, no Japão, em abril de 2026, dentro do bloco IMAnimation. Para o restante das Américas, a série será disponibilizada digitalmente a partir de maio.

A trama acompanha a história de Akane Osaki, uma adolescente determinada a se tornar uma rakugoka de destaque, buscando vingar a injustiça que resultou na expulsão de seu pai da Escola Arakawa seis anos antes. O rakugo, forma de narrativa tradicional japonesa, exige que o artista conte histórias sentado, interpretando múltiplos personagens apenas com a voz, gestos sutis e expressões faciais, transmitindo humor e emoção de maneira singular. O Anime une essa tradição cultural a uma narrativa de superação, ambição e amadurecimento, conquistando tanto público quanto crítica, não apenas no Japão, mas também em outros territórios.

A produção do anime está a cargo do estúdio ZEXCS, com direção de Ayumu Watanabe (conhecido por Summer Time Rendering), composição de série assinada por Michihiro Tsuchiya, design de personagens e direção de animação de Kii Tanaka, e trilha sonora criada por Akio Izutsu. A abertura da série será a música Hitotarashi, interpretada por Keisuke Kuwata. No elenco principal de vozes, estão Anna Nagase como Akane Osaki, Takuya Eguchi como Karashi Neriyama, e Rie Takahashi como Hikaru Koragi. A autenticidade do rakugo no anime contou com a supervisão do renomado Kikuhiko Hayashiya, garantindo que a arte tradicional fosse representada com precisão e respeito.

O mangá original começou a ser serializado em fevereiro de 2022 na revista shōnen Weekly Shōnen Jump, da Shueisha, e até janeiro de 2026 já somava 20 volumes tankōbon. A publicação em inglês é feita pela Viz Media na América do Norte. Reconhecido por sua sensibilidade e detalhamento cultural, o mangá já recebeu indicações a prêmios importantes, consolidando-se como uma das obras mais promissoras da última década.

A história de Akane tem início na infância, quando ela nutria uma profunda admiração pelo pai e sua arte. No entanto, a carreira dele e de outros aspirantes ao nível mais alto do rakugo, o shin’uchi, é abruptamente interrompida durante os testes. Seis anos depois, Akane, sob a tutela secreta do antigo mestre de seu pai, decide perseguir o sonho de se tornar uma shin’uchi na Escola Arakawa, movida pela vontade de vingança e pelo desejo de provar o valor do rakugo como profissão. A série acompanha não apenas sua evolução artística, mas também seu crescimento emocional e as complexidades de suas relações pessoais.

Antes da estreia oficial, o primeiro episódio terá uma exibição internacional em Nova York, no dia 1º de abril de 2026, organizada pela Japan Society, oferecendo aos fãs e críticos uma experiência antecipada. A série será transmitida no YouTube para o público da América do Norte e América Latina e estará disponível globalmente na Netflix, além de plataformas regionais, como Abema, no Japão. No Sudeste Asiático, os direitos ficaram com a Medialink, ampliando ainda mais o alcance internacional da produção.

Na TV Brasil, Programa Mosaico comemora centenário de Thiago de Mello com série especial de quatro episódios

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O programa Mosaico, da Rádio Nacional da Amazônia, dedica uma série especial à vida e à obra de Thiago de Mello, um dos maiores nomes da literatura brasileira, em comemoração ao centenário do poeta, que faleceu em 2022. A primeira transmissão especial será na segunda-feira (30), data em que Thiago completaria 100 anos, a partir das 12h30, reunindo depoimentos, música, poesia e análises de especialistas sobre sua trajetória.

A série, composta por quatro episódios, inclui trechos de um documentário inédito, produzido pela Editora Valer, responsável pela programação que celebra o centenário do escritor. O conteúdo busca explorar a vida do poeta amazonense, seu engajamento social e sua influência na literatura e na música brasileira.

Entre os dias 26 e 30 de março, o Festival Literário do Amazonas oferece oficinas, palestras, rodas de conversa, mesas de debate e recitais musicais gratuitos no Valer Teatro, em Manaus, ampliando as celebrações pelo centenário de Thiago de Mello.

Apresentado por Ana Pimenta, o programa também destaca o legado musical do poeta, incluindo o álbum Mormaço na Flores – Mandela, que dialoga com a força poética e o engajamento social presentes em sua obra.

Entre os convidados da série especial estão Neiza Teixeira, escritora e coordenadora editorial da Editora Valer, e o filho do poeta, Thiago de Mello Jr., que compartilham memórias pessoais e revelam como os versos do artista inspiraram nomes consagrados da música brasileira, como Pixinguinha, Sérgio Ricardo e Ary Barroso.

Com esta programação, o Mosaico reforça a importância de Thiago de Mello para a literatura e a cultura brasileiras, oferecendo ao público uma imersão completa na vida, na poesia e na música de um dos escritores mais influentes do país.

O Labirinto dos Garotos Perdidos | Filme brasileiro LGBTQIA+ estreia com trailer provocador

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O filme brasileiro O Labirinto dos Garotos Perdidos, dirigido por Matheus Marchetti, ganhou seu primeiro trailer, anunciando a estreia nos cinemas como o lançamento inaugural da Filmicca. O longa acompanha a jornada de um jovem do interior que se perde durante a madrugada em uma grande cidade, atravessando encontros intensos, desejos inesperados e situações de perigo, enquanto um assassino em série ronda as ruas.

A narrativa mistura romance, horror e suspense, explorando uma odisseia sensual com pitadas de humor negro e cenas macabras que refletem os desafios e os prazeres de relações amorosas na juventude. À medida que o protagonista se envolve em situações bizarras e encontros inesperados, a tensão aumenta com a presença de um assassino que persegue garotos da mesma idade dele, transformando a cidade em um cenário de ameaça constante.

O elenco traz nomes promissores do cinema nacional: Gabriel Muglia, Giuliano Garutti e Lucas Bocalon, que dão vida aos personagens em meio a uma narrativa sensorial, intensa e provocadora. A direção de Matheus Marchetti aposta em uma estética urbana, sombria e, ao mesmo tempo, intimista, reforçando a experiência sensorial do espectador.

O longa teve estreia mundial na 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, chamando atenção pela abordagem ousada do cinema LGBTQIA+ brasileiro, ao mesmo tempo em que combina elementos de terror e romance em uma trama envolvente e cheia de reviravoltas.

Com O Labirinto dos Garotos Perdidos, Marchetti reafirma a capacidade do cinema nacional de explorar histórias LGBTQIA+ com autenticidade, sensibilidade e uma estética provocadora, oferecendo ao público uma experiência intensa e reflexiva sobre amor, desejo e vulnerabilidade em meio ao perigo urbano.

Frieren e a Jornada para o Além | Anime retorna em 2027 com terceira temporada e apresenta Mahat, o novo vilão

O anime Frieren e a Jornada para o Além encerrou sua segunda temporada nesta sexta-feira (27) e anunciou oficialmente a terceira temporada, marcada para estrear em outubro de 2027. A nova fase da série irá adaptar o arco da Terra Dourada, onde a maga élfica Frieren e seus discípulos enfrentarão Mahat, o último e mais poderoso dos Sete Sábios que serviam ao Rei Demônio. O primeiro pôster da temporada já revelou o visual do antagonista, gerando grande expectativa entre os fãs.

A protagonista, Frieren, é uma maga élfica que fez parte do grupo de aventureiros responsável por derrotar o Rei Demônio e restaurar a paz no mundo após uma jornada de dez anos. O grupo inclui Himmel, herói humano; Eisen, guerreiro anão; e Heiter, sacerdote humano. Antes de partirem, os aventureiros observam os Meteoros da Era, uma chuva de meteoros que ocorre a cada cinquenta anos, e Frieren se compromete a se reencontrar com eles na próxima ocasião.

Cinquenta anos depois, Frieren retorna à capital e percebe que o mundo mudou, e seus antigos companheiros envelheceram. Após a última aventura para assistir à chuva de meteoros, Himmel morre de velhice. Durante o funeral, Frieren expressa culpa por não ter se aproximado mais do amigo. Ela visita os demais antigos companheiros e aceita o pedido de Heiter para cuidar e ensinar Fern, uma criança órfã adotada por ele. Além disso, recebe um convite para viajar ao norte, em direção ao local de descanso das almas, para se despedir de Himmel e expressar seus sentimentos. Ao longo dessa jornada, Frieren é acompanhada por Stark, jovem guerreiro treinado por Eisen.

A longevidade élfica de Frieren faz com que ela perceba anos ou décadas de forma efêmera, tornando a aventura de dez anos com seu grupo quase instantânea sob sua perspectiva. A narrativa do anime se estende por longos períodos, com desenvolvimento físico e emocional dos personagens explorado através de flashbacks periódicos, oferecendo profundidade e contexto à história.

O anime é baseado no mangá de Kanehito Yamada (roteiro) e Tsukasa Abe (ilustração), publicado na revista Weekly Shōnen Sunday, da Shogakukan, desde 28 de abril de 2020. Em janeiro de 2023, a obra entrou em hiato e retornou em março do mesmo ano. Até dezembro de 2025, foram lançados 15 volumes compilados em tankōbon.

A primeira adaptação animada foi produzida pelo estúdio Madhouse e dirigida por Keiichirō Saitō, com supervisão de roteiro de Tomohiro Suzuki, design de personagens de Reiko Nagasawa e trilha sonora composta por Evan Call. A série estreou com um especial de duas horas em 29 de setembro de 2023, dentro do bloco Kin’yō Road Show da Nippon TV, sendo a primeira série de anime a iniciar dessa forma. A produção conta com dois cours consecutivos, mantendo um ritmo contínuo de narrativa.

As músicas de abertura e encerramento também chamaram atenção. O primeiro tema de abertura, Yūsha (“Hero”), foi interpretado por Yoasobi, enquanto Milet cantou o tema de encerramento Anytime Anywhere e a música do primeiro episódio, Bliss. A segunda música de abertura, Hareru (“晴る”), foi apresentada pelo grupo Yorushika.

Novo trailer de “O Drama” antecipa comédia romântica com Zendaya e Pattinson

O público brasileiro já pode se preparar para O Drama, nova comédia romântica protagonizada por Zendaya (Euphoria, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, Duna: Parte Dois) e Robert Pattinson (O Batman, Duna, Tenet), com estreia marcada para 9 de abril de 2026. O filme ganhou recentemente um trailer que se destaca pelo formato de vídeo de casamento, mostrando os preparativos da cerimônia e as tensões que ameaçam transformar o grande dia em um verdadeiro caos. Abaixo, confira o vídeo:

O longa é escrito e dirigido por Kristoffer Borgli (Doente de Mim Mesma, O Homem dos Sonhos), cineasta conhecido por explorar personagens complexos e situações inesperadas, equilibrando humor e drama de forma instigante. A produção tem o selo da A24, famosa por apoiar projetos autorais e inovadores, e conta com distribuição da Diamond Films, maior distribuidora independente da América Latina.

Um casamento que não sai como planejado

O longa-metragem acompanha os dias que antecedem o casamento de um casal que, aparentemente, tem tudo planejado. No entanto, um segredo revelado às vésperas da cerimônia coloca o relacionamento em risco, gerando conflitos, mal-entendidos e momentos de humor ácido. Zendaya interpreta a noiva, enquanto Pattinson vive o noivo, formando uma dupla que promete química e performances intensas, capazes de prender a atenção do público.

O elenco conta ainda com Alana Haim (Licorice Pizza, Swan Song), Mamoudou Athie (Tipos de Gentileza, Underwater) e Hailey Gates (Rivais, The Lovebirds), que dão vida a amigos e familiares cujas ações intensificam os conflitos e adicionam camadas de humor e drama à narrativa. Em outubro de 2024, Athie e Haim foram confirmados no elenco, fortalecendo o time de jovens talentos em ascensão.

Produção internacional e equipe de peso

As gravações de O Drama começaram em 21 de outubro de 2024 no Reino Unido e também incluíram locações em Boston, Massachusetts. Após quase dois meses de trabalho intenso, a produção foi concluída em 12 de dezembro de 2024.

Além de Borgli, o longa conta com Ari Aster (Midsommar, Hereditário), Lars Knudsen (The Lighthouse, Midsommar) e Tyler Campellone como produtores executivos pela Square Peg, com a A24 também envolvida na produção. Esse time renomado garante ao filme um cuidado especial com roteiro, direção de arte e fotografia, fugindo dos clichês das comédias românticas tradicionais e apostando em narrativa contemporânea e autoral.

O que podemos esperar do filme?

Desde o anúncio do elenco e da trama, O Drama vem despertando grande expectativa entre público e crítica internacional. O trailer, que viralizou nas redes sociais, indica o tom do filme: divertido, sensível e cheio de momentos inesperados. A combinação de romance, humor e drama promete não apenas entreter, mas também provocar identificação com situações da vida real, mostrando que até os casamentos aparentemente perfeitos escondem tensões e surpresas.

A produção explora não apenas o romance central, mas também os relacionamentos secundários, as expectativas sociais e os segredos que surgem nas famílias e círculos de amizade. Essa abordagem mais profunda, somada à performance de atores experientes como Zendaya e Pattinson, cria uma narrativa envolvente e emocionalmente rica.

Uma aposta do cinema contemporâneo

Com estreia marcada para 9 de abril de 2026, o longa-metragem surge como uma das produções mais promissoras do cinema autoral contemporâneo. A junção de um elenco talentoso, direção autoral, roteiro bem estruturado e produção internacional garante que o filme seja mais do que uma comédia romântica tradicional.

Karim Aïnouz revela trailer de Rosebush Pruning, sátira ácida sobre os segredos de uma família rica em Berlim

A MUBI, distribuidora global, produtora e plataforma de streaming, revelou o trailer e o pôster oficiais de Rosebush Pruning, o mais recente filme do cineasta Karim Aïnouz, conhecido por obras como Madame Satã, Motel Destino, O Jogo da Rainha e A Vida Invisível. O longa, considerado um dos lançamentos mais audaciosos e provocativos de 2026, estreou mundialmente na 76ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim, sendo indicado ao Urso de Ouro, principal prêmio do evento.

O filme se destaca por misturar suspense e comédia satírica, oferecendo uma visão ácida sobre os excessos e contradições de uma família rica norte-americana que se isola em uma luxuosa residência na Catalunha, na Espanha. Sob o sol espanhol, os membros dessa família vivem em um universo de privilégio, buscando amor, validação e diversão em seus guarda-roupas de grife, festas particulares e playlists de música pop. A chegada de um estranho ao círculo familiar, porém, coloca em evidência segredos enterrados, relações conturbadas e tensões que estavam latentes, culminando em um retrato instigante da decadência da elite patriarcal.

O elenco reúne nomes de peso do cinema e da televisão. Callum Turner (Mestres do Ar, Remando para o Ouro) interpreta Edward, o filho que apresenta o mundo da família a seu novo amigo, George. Riley Keough (Daisy Jones & The Six, Zola) dá vida à filha Anna, enquanto Jamie Bell (Rocketman, Todos Nós Desconhecidos) é Jack, o filho mais velho, envolvido em relações problemáticas que aumentam a tensão familiar. Lukas Gage (The White Lotus, Euphoria) interpreta Robert, Elena Anaya (A Pele Que Habito, MotherFatherSon) traz profundidade dramática à narrativa, e Tracy Letts (Lady Bird: A Hora de Voar, Ford vs Ferrari), Elle Fanning (Valor Sentimental, Um Completo Desconhecido) e Pamela Anderson (The Last Showgirl, Corra Que a Polícia Vem Aí!) completam o grupo, formando um elenco que mescla veteranos e jovens talentos em performances intensas e provocativas.

O filme inicia em uma praia espanhola, com Edward fazendo uma palestra a George sobre princípios da moda, antes de apresentar a família recém-transferida de Nova York para a Catalunha, após a morte repentina da matriarca, morta por lobos — um incidente que já sinaliza o tom de humor negro e absurdo do longa. Ao longo da narrativa, são revelados segredos, disputas internas e comportamentos hedonistas, enquanto cada personagem luta por atenção, poder e validação dentro de um núcleo familiar complexo e moralmente ambíguo. A chegada de Martha (Elle Fanning), namorada de Jack, intensifica os conflitos, mostrando relações incestuosas, rivalidades e ressentimentos profundos.

O roteiro é assinado por Efthimis Filippou, indicado ao Oscar®, conhecido por seu trabalho em filmes que combinam absurdo, crítica social e narrativa não convencional. O longa-metragem se inspira vagamente no clássico Fists in the Pocket (1965), de Marco Bellocchio, mas traz uma estética própria, marcada pelo visual luxuoso da Catalunha e pela direção sensível e provocadora de Aïnouz. As filmagens ocorreram entre 26 de setembro e 9 de novembro de 2025, em locações que incluíram Castellterçol e Barcelona, com duração total de 35 dias.

O longa é uma sátira ultrajante das contradições de famílias patriarcais, equilibrando humor negro, absurdo e suspense em doses precisas. Cada cena é cuidadosamente construída para provocar, divertir e perturbar ao mesmo tempo, evidenciando o talento de Aïnouz em trabalhar com tensão e estranhamento em narrativas familiares. Segundo críticos que já assistiram à estreia em Berlim, o filme combina performances poderosas, estética refinada e uma crítica social afiada, criando um dos trabalhos mais instigantes da carreira do diretor.

O lançamento nos cinemas da Alemanha está previsto para 23 de abril de 2026, pela MUBI, mas o trailer oficial e o pôster já permitem ao público ter uma amostra da obra, revelando luxo, decadência, intriga e o humor ácido que permeia toda a narrativa. Com Rosebush Pruning, Karim Aïnouz consolida seu estilo provocador e reforça sua reputação como um dos diretores mais ousados do cinema contemporâneo, trazendo ao público uma experiência cinematográfica única, que mistura estética refinada, crítica social e performances de impacto.

Raphaela Santos fortalece carreira no brega contemporâneo com “Ao Vivo na Paraíba” e transforma hits em sucesso ao vivo

Depois do sucesso meteórico de “Impossível”, parceria com Ludmilla que estreou no Top 200 do Spotify Brasil e somou mais de 2 milhões de plays em apenas 24 horas, Raphaela Santos apresenta agora seu projeto mais ambicioso: o Volume 1 de “Ao Vivo na Paraíba”, já disponível em todas as plataformas digitais. Gravado na orla de João Pessoa, diante de uma multidão estimada em 500 mil pessoas, o projeto marca um momento histórico na carreira da artista, reforçando sua posição como um dos principais nomes do brega contemporâneo.

O primeiro EP reúne cinco faixas, incluindo participações especiais, como a de Aldair Playboy, que contribui para ampliar a diversidade sonora do repertório. Entre elas, a grande estrela é a nova versão de “Rasga Minha Roupa”, música que já era um sucesso e agora ganha força ainda maior ao ser apresentada ao vivo. A faixa se destaca não apenas pela performance energética, mas também pelo envolvimento do público, que canta cada verso em uníssono, tornando o hit um verdadeiro fenômeno viral nas redes sociais, especialmente em plataformas de vídeos curtos como TikTok e Instagram.

Mais do que um estilo musical, o brega representa para Raphaela uma afirmação de identidade. “O brega é aquilo que faz bem, que permite ser quem você é, sem rótulos e abraçando o povo brasileiro”, afirma a artista. Reconhecida como uma das vozes mais influentes do gênero, ela construiu uma carreira sólida, baseada na identificação com o público e na capacidade de transformar hits em experiências que conectam diretamente com a plateia. Atualmente, Raphaela soma 3 milhões de ouvintes mensais no Spotify e 1,8 milhão de inscritos no YouTube, além de certificações expressivas, como o disco de platina de “Foi Logo Amor”.

Apesar de seu perfil mais caseiro, a cantora não hesitou em sair de sua rotina para surpreender os fãs. Nos últimos anos, Raphaela foi a botecos e comunidades do Recife para cantar seus sucessos de forma intimista e espontânea, criando momentos que rapidamente viralizaram. Entre essas apresentações, uma das mais comentadas foi a interpretação de “Meio Termo”, de Luan Santana, que chegou a ocupar a 24ª posição na Billboard Brasil Hot 100. Vídeos de fãs cantando, emocionados ou vibrando com a versão ao vivo de Raphaela viralizam nas redes, garantindo à artista um público novo e engajado.

O projeto “Ao Vivo na Paraíba” não só reforça a força da cantora dentro do brega contemporâneo, mas também evidencia sua capacidade de inovar e se reinventar. Cada canção do EP traz nuances diferentes, combinando elementos clássicos do brega com uma abordagem moderna, conectando a tradição do gênero com as tendências atuais de música ao vivo. O resultado é um trabalho que celebra a energia da multidão e o talento da artista, tornando cada faixa uma experiência única.

Além do alcance nas plataformas digitais, Raphaela mostra que o sucesso também está na conexão com o público. Sua relação próxima com os fãs, seja nas redes sociais ou em apresentações mais intimistas, consolida sua carreira e reforça seu papel como referência do gênero. Com o Volume 1 de “Ao Vivo na Paraíba”, a cantora entrega não apenas música, mas momentos de emoção compartilhada, reafirmando seu compromisso com a cultura popular brasileira.

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