Sabadou com Virginia 14/06/2025 – Pedro Sampaio, Eri Johnson e Ju Knust, Bobeou, Chocou e Se Beber, Não Fale

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No Sabadou com Virginia deste sábado, 14 de junho de 2025, prepare-se para um programa repleto de música, histórias emocionantes, humor e muitas surpresas. Recebendo grandes nomes do entretenimento como Pedro Sampaio, Eri Johnson e Ju Knust, a apresentadora Virginia Fonseca promete agitar a noite com sua energia contagiante — e, pela primeira vez, entra no estúdio acompanhada dos três filhos: Maria Alice, Maria Flor e o caçula José Leonardo, em um momento especial e familiar que promete encantar o público.

Durante o programa, os convidados se divertem nos quadros “Bobeou, Chocou” e “Se Beber, Não Fale”, onde o improviso e o bom humor ditam o ritmo. Entre risadas e brincadeiras, também há espaço para conversas íntimas e revelações surpreendentes.

Pedro Sampaio celebra nova fase internacional

O DJ e cantor Pedro Sampaio compartilha os bastidores de sua mais recente parceria com ninguém menos que o astro colombiano J Balvin, com quem lançou a música Perversa.

“Sou muito fã do J Balvin. Ele é um dos maiores artistas latinos da atualidade e tem uma presença muito forte no Brasil. Quando criei Perversa, sabia que queria algo que fosse do Brasil para o mundo. Fiz questão de que ele cantasse o refrão em português — e mesmo com o sotaque, ele topou na hora. Foi incrível!”, revela Pedro, empolgado com o alcance do projeto.

Ao relembrar sua trajetória, o artista detalha como decidiu assumir os vocais de suas faixas autorais:
“Comecei como DJ e achava que meu trabalho era produzir e tocar. Mas quando ninguém queria cantar as músicas que eu compunha, pensei: ‘Por que não eu?’. E assim nasceu essa minha versão cantor, que hoje é uma das minhas maiores paixões.”

Ele ainda destaca seu envolvimento direto em todas as etapas da carreira:
“Eu boto a mão na massa em tudo: show, repertório, cenário… Sou muito trabalhador e acho que o público percebe isso. A conexão é mais verdadeira quando o artista está presente em cada detalhe.”

Eri Johnson e Ju Knust revivem sucesso do teatro

Na conversa com Virginia, Eri Johnson e Ju Knust falam sobre o sucesso da comédia Aluga-se um Namorado, em cartaz no Teatro Multiplan, em São Paulo. A peça é uma remontagem do clássico que Eri estrelou há duas décadas e continua conquistando plateias.

“É uma das comédias mais respeitosas em cartaz hoje. A trama gira em torno de uma jovem judia que decide alugar um namorado que finja ser judeu para agradar os pais. O que ela não sabe é que ele não é judeu, e isso desencadeia uma confusão hilária — mas cheia de respeito e empatia”, explica Eri.

Ju Knust, celebrando uma nova fase na carreira, se mostra entusiasmada com o convite para integrar o elenco:
“O Eri teve essa ideia de remontar a peça, que foi um sucesso absoluto, e me chamou. Estou muito feliz, porque além do humor, é uma peça com mensagem e sensibilidade.”

Ela também compartilha uma curiosidade sobre sua recente mudança no nome artístico:
“Consultei uma numeróloga e ela disse que o nome Juliana estava ótimo, mas que se eu usasse Ju, a energia poderia fluir ainda melhor. E, desde que mudei, realmente senti uma diferença positiva. Estou em uma fase muito boa.”

Amizade com Roberto Carlos

No encerramento do bate-papo, Eri ainda emociona ao falar sobre sua amizade com Roberto Carlos, a quem reverencia não apenas como ídolo da música, mas como ser humano.

“Tenho um carinho imenso pelo Roberto. Ele é uma pessoa incrível, generosa. Há mais de uma década que a gente navega junto, literalmente e figurativamente. Ele é um mestre, em todos os sentidos.”

Com emoção, leveza e muitos momentos marcantes, o Sabadou com Virginia promete ser uma edição imperdível — reunindo talento, amizade e histórias que tocam o coração.

Ramo: Entre o Amor e o Poder estreia no Globoplay com episódios intensos e paixões proibidas

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta segunda-feira, 14, o Globoplay dá as boas-vindas a mais uma produção turca de tirar o fôlego. Chega ao catálogo a novela Ramo: Entre o Amor e o Poder, uma história que atravessa as fronteiras do crime, da paixão e da coragem de mudar o próprio destino. Com 130 capítulos, a saga promete conquistar o público com um enredo vibrante, cheio de conflitos emocionais, reviravoltas e escolhas difíceis. Para quem quiser maratonar, os 19 primeiros episódios já estão disponíveis. Os próximos chegam sempre às segundas-feiras, até 25 de agosto.

Sinopse da trama

Na linha de frente da trama está Ramo (vivido por Murat Yıldırım), um homem criado em um bairro pobre da cidade de Adana, na Turquia, onde comanda uma rede criminosa ligada ao contrabando de combustível. Apesar da vida dura, Ramo nunca perdeu o senso de justiça — e começa a se incomodar com as regras do jogo: enquanto o trabalho é dividido entre todos, o lucro fica concentrado nas mãos do poderoso Cengiz (Kerem Atabeyoğlu), seu chefe.

Movido pela indignação e pelo desejo de garantir uma vida melhor para sua família, ele decide romper com o sistema e desafiar quem está no topo. Só que o destino tem um golpe inesperado: Ramo se apaixona por Sibel (Esra Bilgiç), justamente a filha de seu maior inimigo. O que era uma luta por justiça vira também uma batalha interna entre o amor e a lealdade.

Ramo: Entre o Amor e o Poder não é apenas uma novela sobre o submundo do crime. É, acima de tudo, uma história sobre pessoas em conflito consigo mesmas, entre o que sentem e o que acreditam ser certo. Ramo é um protagonista que erra, se desespera, ama, se vinga — tudo em intensidade máxima. A cada capítulo, o público acompanha seus dilemas entre proteger quem ama, manter sua honra e seguir em frente com o plano de derrubar um sistema corrupto que domina sua vida. A relação com Sibel, envolta em desejo, medo e tensão, é o fio condutor que atravessa essa jornada cheia de suspense, romance e dor.

Produção grandiosa

Com direção de Yağız Alp Akaydın e roteiro de Deniz Karaoglu e Toprak Karaoglu, a novela é visualmente impactante, com fotografia que valoriza tanto os contrastes das cidades turcas quanto os olhares silenciosos dos personagens. O elenco traz nomes consagrados como Cemre Baysel, İlhan Şen, Görkem Sevindik, İdil Fırat, İlker Aksum, İlkay Kayku, Yiğit Özşener e Sacide Taşaner, que completam a narrativa com atuações densas e sensíveis.

Após duas temporadas, série Goosebumps é cancelada pelo Disney+; futuro da franquia é repensado

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Foto: Reprodução/ Internet

A série de terror sobrenatural Goosebumps, produzida pela Sony Pictures Television e exibida nas plataformas Disney+ e Hulu, foi oficialmente cancelada após duas temporadas. A decisão, comunicada recentemente e revelada com exclusividade pela revista Variety, marca o fim de uma tentativa contemporânea de renovar uma das franquias mais icônicas da literatura infantojuvenil de horror.

Contudo, a produtora responsável já estuda possibilidades para a continuidade do universo Goosebumps em outras plataformas, além de explorar diferentes direções criativas para o licenciado que R.L. Stine criou na década de 1990 e que se transformou em um fenômeno cultural global.

Uma franquia com história e legado

Lançada originalmente como uma série de livros na década de 1990 pelo autor americano R.L. Stine, Goosebumps rapidamente se tornou um fenômeno mundial. Com mais de 300 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, a obra conquistou gerações por sua combinação única de suspense, terror acessível e personagens com os quais o público jovem se identificava.

Além dos livros, a franquia ganhou diversas adaptações televisivas, com destaque para a série de 1995 que utilizava o formato antológico, apresentando episódios independentes com histórias diferentes e monstrinhos icônicos. Em 2015, os livros voltaram às telas em forma de filme, estrelado por Jack Black, e um segundo longa estreou em 2018.

Essa popularidade e o potencial para alcançar novos públicos motivaram a Sony Pictures Television a apostar numa nova série live-action para o streaming, em um momento de expansão do mercado audiovisual e da popularidade de plataformas digitais.

Desenvolvimento e proposta da nova série

Anunciada em 2020, em meio à pandemia de COVID-19, a nova série Goosebumps representou uma tentativa de modernizar o universo criado por Stine. Diferentemente do formato antológico episódico do passado, a produção optou por uma narrativa serializada, em que cada temporada tem um arco contínuo e um elenco fixo, ainda que elementos clássicos e criaturas do universo Goosebumps fossem inseridos em alguns episódios.

Rob Letterman, diretor do filme original de 2015, voltou para atuar como roteirista, produtor executivo e diretor do episódio piloto, trabalhando ao lado de Nicholas Stoller, colaborador de longa data. Essa parceria visava garantir uma fidelidade ao tom dos livros, mas com uma roupagem mais atual e voltada para um público jovem adulto.

A produção envolveu a Scholastic Entertainment (detentora dos direitos dos livros), a Sony Pictures Television e a Original Film, estúdio responsável pelos filmes anteriores da franquia. Devido às restrições impostas pela pandemia, parte do desenvolvimento e das reuniões ocorreu via videoconferência, uma adaptação necessária para manter o cronograma.

A filmagem principal começou em outubro de 2022, em Vancouver, no Canadá, contando com equipes experientes e forte aposta em efeitos práticos para conferir realismo às cenas assustadoras, além do uso de efeitos visuais digitais quando necessário.

Sinopse das temporadas e elenco principal

Primeira temporada

Estreou em 13 de outubro de 2023 simultaneamente no Disney+ e Hulu, como parte dos blocos temáticos “Hallowstream” e “Huluween”. A narrativa acompanha cinco estudantes do ensino médio que investigam a misteriosa morte, ocorrida 30 anos antes, de um adolescente chamado Harold Biddle. Conforme desvendam pistas, descobrem segredos obscuros ligados ao passado de suas próprias famílias. A temporada misturou suspense, drama familiar e terror, com jovens atores como Justin Long, Ana Yi Puig, Miles McKenna, Will Price e Zack Morris.

Segunda temporada

Lançada em 10 de janeiro de 2025, a segunda temporada mudou o foco para um novo elenco, com gêmeos Cece e Devin explorando um forte abandonado, desencadeando eventos ligados ao desaparecimento de quatro adolescentes há três décadas. O elenco contou com nomes como David Schwimmer, Ana Ortiz e Sam McCarthy, trazendo uma atmosfera ainda mais sombria e misteriosa. O uso de novos personagens e histórias pretendia expandir o universo da série, trazendo diferentes facetas do horror e do suspense.

Recepção crítica e reação do público

Apesar da expectativa gerada pela nova abordagem, a série recebeu críticas mistas. Alguns elogiaram o visual moderno, a produção caprichada e o esforço para adaptar os elementos clássicos de Goosebumps para uma narrativa contínua. Contudo, muitos críticos apontaram que a mudança do formato antológico para um arco de temporada único comprometeu o dinamismo e o frescor característicos da franquia original.

Além disso, a série enfrentou desafios para conquistar um público amplo e consistente. A disputa acirrada pelo tempo de atenção dos espectadores nas plataformas de streaming, aliada a uma enorme oferta de produções similares de terror jovem, dificultou a consolidação da série entre os grandes sucessos do momento. Os índices de audiência, embora razoáveis, não justificaram investimentos maiores para uma terceira temporada, sobretudo considerando o alto custo de produção e a busca por resultados mais expressivos.

Cancelamento e o futuro da franquia

Em 7 de agosto de 2025, a Disney+ anunciou o cancelamento da série após duas temporadas. A decisão, segundo fontes internas, foi influenciada por uma combinação de fatores, incluindo a performance moderada da série, mudanças na estratégia editorial da plataforma e a necessidade de priorizar conteúdos com maior retorno comercial. Porém, a Sony Pictures Television, responsável pela produção, já manifestou interesse em continuar explorando a franquia, buscando novos parceiros e redes para possíveis adaptações. A ideia é não abandonar o universo Goosebumps e reinventar a narrativa, talvez até mesmo retomar o formato antológico que consagrou a série nos anos 90. Produtores como Conor Welch e Pavun Shetty já haviam declarado interesse em adaptar outros livros clássicos da coleção, como Night of the Living Dummy, para futuras temporadas, indicando que há muito conteúdo valioso ainda a ser explorado.

Desafios da adaptação em tempos modernos

Adaptar a trama para o streaming e para uma nova geração de espectadores não foi tarefa simples. A série precisou equilibrar o legado da obra original com as expectativas contemporâneas, que exigem narrativas mais complexas, personagens tridimensionais e temas atuais. Além disso, o mercado audiovisual atual é altamente competitivo, com grandes investimentos em produções originais para atrair e manter assinantes. Séries de terror para jovens adultos são muitas, e se destacar requer algo que vá além do nome conhecido. Outro desafio foi a produção em meio à pandemia, que exigiu adaptações no formato de trabalho, uso intensivo de tecnologia para reuniões e coordenação à distância, impactando cronogramas e custos.

Participações especiais e curiosidades da produção

A série trouxe momentos especiais para os fãs de Goosebumps. O próprio autor R.L. Stine participou como dublador de um personagem em forma de apresentador de podcast na segunda temporada, um toque divertido planejado para aproximar o criador do público. Os efeitos práticos usados na série foram um destaque, pois a equipe buscou criar monstros e situações que parecessem o mais real possível, visando aumentar a imersão do espectador, uma escolha aplaudida por fãs do terror clássico. O elenco variado, que trouxe desde jovens atores promissores até veteranos como Morgan Freeman (em participações especiais), também adicionou peso à produção, mesmo que a recepção não tenha sido unânime.

O legado e a esperança para novos projetos

Apesar do cancelamento, a série permanece uma marca valiosa e querida no universo do entretenimento jovem e infantojuvenil. A Sony Pictures Television, juntamente com a Scholastic Entertainment, continuará a explorar novas formas de revitalizar a franquia. Seja por meio de séries, filmes ou até projetos interativos, o mundo criado por R.L. Stine ainda possui enorme potencial para encantar e assustar as próximas gerações.

Resumo da novela Quando Me Apaixono de quarta, 14/05 (SBT)

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Foto: Reprodução/ Internet

O clima é de festa no jardim da mansão, que foi cuidadosamente decorado para celebrar os 25 anos de Roberta e Renata. A comemoração promete ser inesquecível — mas também carrega a tensão de reencontros e revelações que podem mudar o destino de todos.

Enquanto os convidados aproveitam o ambiente elegante e descontraído, um grupo musical se prepara para subir ao palco. O que ninguém imagina é que, entre os músicos, está Josefina disfarçada, escondida sob uma nova aparência, mas com as mesmas intenções sombrias de sempre.

No meio da festa, Gonçalo se aproxima de Roberta com carinho e uma pontada de esperança. Em tom afetuoso, ele tenta convencê-la a revelar o paradeiro da mãe, ainda sem imaginar o que está prestes a acontecer.

Tomada pela emoção do momento e pelo peso das escolhas que fez ao longo da vida, Roberta baixa a guarda diante da família e do público presente. Com lágrimas nos olhos, ela pede perdão por todo o mal que causou a Renata e Jerônimo. Em um gesto inesperado, ela diz que finalmente sabe onde Josefina está — e sua confissão deixa todos atônitos.

Renata, emocionada, pega o microfone em meio ao jardim florido e se declara diante de todos: com o coração cheio de amor, ela apresenta Jerônimo como seu esposo, o homem mais maravilhoso e bonito do mundo. O momento é puro romantismo, arrancando sorrisos, aplausos e olhares de admiração.

Mas, nos bastidores da festa, o perigo ainda ronda. Josefina observa tudo, disfarçada e sorrateira, pronta para agir — e sua presença silenciosa promete fazer desta noite de comemoração um marco dramático na vida da família Monterrubio.

Ingrid Guimarães troca o salto pelo mato na comédia Perrengue Fashion

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Você consegue imaginar uma influencer de moda tentando sobreviver no meio da floresta amazônica? Pois é exatamente isso que promete a nova comédia nacional Perrengue Fashion, estrelada por ninguém menos que Ingrid Guimarães, ícone do humor brasileiro quando o assunto é rir das próprias vaidades.

No longa, Paula Pratta (Ingrid), uma fashionista das redes sociais com milhões de seguidores e zero tempo para assuntos “fora da bolha”, vê sua vida virar do avesso quando o filho, Cadu (Filipe Bragança), abandona uma campanha publicitária para se jogar em uma missão ambiental no coração da Amazônia. Com a carreira em risco e a vaidade em jogo, Paula pega seu assistente fiel — o hilário Taylor (Rafa Chalub) — e vai parar no meio da floresta, tentando resgatar o filho… e o cachê da campanha de Dia das Mães.

Mas o que era pra ser uma visita rápida e prática vira um choque de realidade — e de valores. Longe do Wi-Fi, das selfies e do look do dia, Paula vai descobrir um mundo onde a natureza fala mais alto que o algoritmo, e onde salvar uma floresta pode ser mais importante que bombar no engajamento.

🎬 Bastidores, direção e estreia

Filmado entre São Paulo e a Amazônia, Perrengue Fashion tem direção de Flavia Lacerda (de O Auto da Compadecida 2) e roteiro assinado por Ingrid Guimarães ao lado de Marcelo Saback, Célio Porto e Edu Araújo — um time que já mostrou saber misturar humor com crítica social na medida certa.

A produção é da Amazon MGM Studios em parceria com a Morena Filmes, e o lançamento está marcado para o dia 9 de outubro nos cinemas de todo o Brasil.

👠 Da passarela para o barro (com muito humor no caminho)

A ideia do filme é brincar com os contrastes entre o universo das redes sociais e o mundo real — aquele em que a floresta está queimando, a água escasseia e salvar o planeta é mais urgente do que viralizar. Com o carisma afiado de Ingrid e um elenco que mistura leveza e carisma, Perrengue Fashion promete risadas, identificação e até algumas reflexões sobre prioridades, família e o que realmente vale a pena.

Dia D | Steven Spielberg retorna ao suspense do desconhecido em novo filme com estreia em 2026

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Foto: Reprodução/ Internet

A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer de “Dia D” (Disclosure Day), novo longa-metragem dirigido por Steven Spielberg (“O Resgate do Soldado Ryan”, “A Lista de Schindler”), e a prévia já deixa claro que o cineasta volta a explorar um de seus terrenos favoritos: o impacto do desconhecido sobre pessoas comuns. Com um clima de tensão crescente e muitas perguntas no ar, o filme desponta como um dos lançamentos mais aguardados do próximo ano. Abaixo, confira o vídeo:

Com lançamento previsto para 11 de junho de 2026 nos cinemas brasileiros, o longa-metragem marca o reencontro de Steven com o roteirista David Koepp (“Jurassic Park”, “Guerra dos Mundos”), parceiro recorrente em produções que equilibram espetáculo, tensão e conteúdo. A nova colaboração renova a expectativa do público por uma história que transita entre o suspense, a ficção e o drama humano, elementos que se tornaram a assinatura criativa da dupla ao longo dos anos.

O elenco reforça o peso da produção e chama atenção pela variedade de perfis. O protagonismo fica por conta de Josh O’Connor (“The Crown”, “Rivais”), que divide a cena com Emily Blunt (“Oppenheimer”, “No Limite do Amanhã”). Também integra o time Eve Hewson (“Flora and Son”, “Behind Her Eyes”), além de nomes consagrados como Colin Firth (“O Discurso do Rei”, “1917”), Colman Domingo (“Rustin”, “Sing Sing”) e Wyatt Russell (“Lodge 49”, “Thunderbolts”). É um elenco pensado para sustentar conflitos emocionais intensos, algo essencial para um filme que promete trabalhar mais com tensão psicológica do que com respostas fáceis.

O trailer evita explicar demais, mas entrega pistas suficientes para despertar curiosidade. A história parece girar em torno de um evento global, algo que esteve oculto por muito tempo e que, ao vir à tona, ameaça mudar completamente a forma como a humanidade enxerga a própria realidade. Não há cenas de ação exageradas nem grandes discursos explicativos. O que domina é a sensação de urgência, o silêncio desconfortável e olhares carregados de apreensão.

As comparações com “Contatos Imediatos de Terceiro Grau” são inevitáveis, já que Spielberg retorna ao tema do encontro com algo além da compreensão humana. A diferença é o tom. Se no clássico de 1977 havia fascínio e certa inocência diante do desconhecido, “Dia D” parece seguir um caminho mais sombrio e ansioso. Aqui, a revelação não soa como uma promessa de descoberta, mas como um choque inevitável.

O título original, Disclosure Day, ajuda a entender essa proposta. A ideia de “disclosure” aponta para uma revelação definitiva, um momento sem volta. Entre fãs, já surgem interpretações que ligam o nome “Dia D” a um paralelo simbólico com o marco histórico da Segunda Guerra Mundial. Só que, desta vez, a batalha não acontece em um campo físico, mas na mente coletiva das pessoas, forçadas a lidar com uma verdade que pode desmontar certezas antigas.

Ao longo da carreira, Spielberg sempre demonstrou habilidade para transformar conceitos grandiosos em histórias profundamente humanas. Mesmo quando fala de extraterrestres, guerras ou eventos globais, o foco costuma estar nas reações individuais, no medo, na esperança e na fragilidade emocional. Pelo que o trailer indica, “Dia D” segue exatamente esse caminho, apostando mais na atmosfera e na construção de tensão do que em explicações diretas.

Trailer da 2ª temporada de Frieren reforça a fantasia sensível que conquistou fãs ao redor do mundo

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A segunda temporada de Frieren e a Jornada para o Além acaba de ganhar um novo trailer, divulgado neste domingo (11) pela TOHO Animation, reacendendo o entusiasmo dos fãs do anime que se destacou por sua narrativa contemplativa e emocionalmente profunda. A prévia indica que a nova fase seguirá explorando o impacto do tempo, das memórias e das conexões humanas dentro de um universo de fantasia que foge dos clichês tradicionais do gênero.

Conhecido no Brasil como Frieren e a Jornada para o Além e, em Portugal, simplesmente como Frieren, o anime é baseado no mangá escrito por Kanehito Yamada e ilustrado por Tsukasa Abe. A obra é publicada desde abril de 2020 na revista Weekly Shōnen Sunday, da Shogakukan, e já soma 15 volumes lançados até dezembro de 2025. O sucesso é refletido também nos números: o mangá ultrapassou a marca de 17 milhões de cópias em circulação, além de ter recebido prêmios de grande prestígio, como o 14º Mangá Taishō e o Prêmio Novo Criador do 25º Prêmio Cultural Osamu Tezuka, ambos em 2021.

A trama acompanha Frieren, uma maga elfa que integrou o lendário grupo responsável por derrotar o Rei Demônio após uma jornada de dez anos. Ao lado do herói humano Himmel, do guerreiro anão Eisen e do sacerdote Heiter, ela ajudou a restaurar a paz no mundo. Ao final da aventura, o grupo se separa após testemunhar a Chuva de Meteoros da Era, um fenômeno raro que ocorre a cada cinquenta anos, prometendo se reencontrar no futuro.

Quando Frieren retorna décadas depois para cumprir essa promessa, ela se depara com uma realidade dolorosa: seus antigos companheiros envelheceram, enquanto ela permanece praticamente imutável. A morte de Himmel, ocorrida após uma última viagem do grupo para ver novamente os meteoros, se torna um ponto de virada na vida da protagonista. No funeral, Frieren percebe que nunca se dedicou de verdade a compreender os sentimentos e a humanidade de seus amigos, algo que passa a carregar como arrependimento.

É a partir desse despertar emocional que a história avança. Frieren aceita o pedido de Heiter para cuidar e ensinar magia à jovem Fern, uma órfã criada por ele. Ao mesmo tempo, surge um novo propósito: viajar rumo ao norte, até o local conhecido como o descanso das almas, onde a maga acredita que poderá reencontrar Himmel, dizer o que ficou guardado e se despedir de forma definitiva. Durante essa jornada, elas são acompanhadas por Stark, um jovem guerreiro treinado por Eisen, que passa a integrar o grupo e trazer uma nova dinâmica à narrativa.

A longa vida de Frieren é um elemento central da obra. Para uma elfa, décadas passam como breves momentos, e isso faz com que a antiga aventura contra o Rei Demônio pareça quase efêmera. O anime constrói sua narrativa explorando essa diferença de percepção do tempo, alternando o presente com flashbacks que revelam o crescimento físico e emocional dos personagens humanos, enquanto Frieren aprende, lentamente, a valorizar cada encontro e cada despedida.

The Love School – Escola do Amor 12/04/2025: ‘Como recuperar a confiança perdida?’

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The Love School - Escola do Amor
Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 12 de abril de 2025, o The Love School – Escola do Amor exibe mais uma edição ao vivo, trazendo à tona um dos temas mais desafiadores dentro dos relacionamentos: a reconstrução da confiança após a traição. Sob a condução dos especialistas Renato e Cristiane Cardoso, o programa mergulha nas dores e dilemas enfrentados por casais que viram o amor ruir diante de promessas quebradas.

O episódio promete emocionar o público com o depoimento impactante de Ellen e Eurico, que viveram o que muitos chamariam de um “relacionamento de conto de fadas” – até a rotina e as frustrações tomarem conta da relação. Juntos desde 2015, o casal começou sua história com sintonia e muitos sonhos em comum. Mas, com o passar dos anos, os desafios da vida real se tornaram obstáculos difíceis de vencer.

Desigualdade de esforço e a chegada da traição

A gravidez de Ellen marcou uma virada no relacionamento. Enquanto ela se desdobrava para sustentar a casa, Eurico se distanciava, entregue ao comodismo e aos jogos virtuais. O descompasso entre as responsabilidades aumentou o abismo emocional entre os dois. Discussões se tornaram frequentes, e o sentimento de frustração tomou o lugar do afeto.

Em 2019, o casamento chegou ao limite. Separados, Eurico envolveu-se com outra mulher e formou uma nova família. A traição e o abandono devastaram Ellen, que se viu sozinha, lidando com a dor de um amor traído e um lar desfeito.

Existe vida após a traição?

É esse o ponto central que Renato e Cristiane pretendem explorar durante o programa: é possível reconstruir um relacionamento que foi despedaçado pela infidelidade? Segundo os apresentadores, sim – desde que haja disposição verdadeira de ambas as partes para mudar, reconhecer erros e restaurar o que foi quebrado.

“Perdoar não significa esquecer o que houve, mas escolher não viver preso ao passado. A confiança pode ser reconstruída, mas exige trabalho, paciência e verdade”, comenta Renato Cardoso, que ao lado de Cristiane atua há mais de uma década orientando casais em crise.

Histórias reais, conselhos práticos

Além do relato de Ellen e Eurico, o programa contará com análises comportamentais, orientações práticas e técnicas para fortalecer o vínculo emocional entre os parceiros, mesmo depois de uma grande decepção. A proposta do The Love School é oferecer ferramentas para casais lidarem com temas que muitas vezes são evitados ou silenciados, como traições, separações, dependência emocional, falta de diálogo e ressentimentos.

Cristiane reforça que cada história é única, mas que há padrões de comportamento que se repetem e podem ser evitados. “A dor da traição é profunda, mas com ajuda e disposição, é possível restaurar o amor e ter um recomeço mais maduro e consciente.”

Ponto de apoio para milhares de casais

Desde sua estreia, o The Love School se consolidou como um espaço seguro para debater os dilemas da vida a dois. A linguagem acessível, combinada com a experiência dos apresentadores, transformou o programa em referência para quem busca melhorar ou salvar o relacionamento.

O caso de Ellen e Eurico representa milhares de histórias semelhantes, vividas silenciosamente por casais em todo o país. Ao trazê-las à luz, o programa não apenas promove o diálogo, mas inspira decisões conscientes, sejam elas de reconstrução ou de recomeço individual.

📺 O The Love School – Escola do Amor vai ao ar ao vivo neste sábado, às 12h, pela Record TV.

Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá estreia nos cinemas com reencontro emocionante e um retrato profundo da resistência indígena

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Foto: Reprodução/ Internet

Após emocionar o público em uma sessão lotada no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, no Rio de Janeiro, o documentário Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá estreia nesta quinta-feira (11) nos cinemas brasileiros. Mais do que um filme, ele é um reencontro histórico, uma cura familiar e um poderoso gesto de cinema feito por e para povos originários.

A produção entra em cartaz em 13 cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Vitória, Brasília, João Pessoa, Fortaleza, Maceió, Poços de Caldas, Balneário Camboriú e outras, com distribuição da Embaúba Filmes. E chega cercada de afeto, memória e ancestralidade.

Uma história interrompida pela ditadura — e religada pelo afeto

Nos anos 1960, em pleno regime militar, Luiz Kaiowá, indígena guarani kaiowá, deixou sua terra natal em Mato Grosso do Sul com outros parentes. Passaram por São Paulo, Rio de Janeiro… até que foram levados à força por agentes da Funai até Minas Gerais. Lá, Luiz viveu mais de 15 anos entre os Tikmũ’ũn (Maxakali), onde teve duas filhas: Maiza e Sueli.

Mas a história tomou um rumo abrupto quando, ainda com Sueli nos braços, Luiz foi transferido de volta ao Mato Grosso do Sul. Ele nunca mais voltou. Sueli cresceu sem o pai — e com perguntas que só o tempo, a política e a força da ancestralidade poderiam responder.

Décadas depois, em tempos de internet nas aldeias e articulação indígena crescente, Sueli reencontra o pai. E decide transformar esse gesto em algo maior: um filme ritual, um documento afetivo, uma travessia entre povos e tempos.

Quando o cinema vira reencontro — e também resistência

Co-dirigido por Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna, o filme acompanha os preparativos, trocas e emoções de Sueli antes de finalmente reencontrar o pai, hoje um dos mais respeitados xamãs guarani kaiowá.

Não se trata apenas de uma biografia. O filme é tecido com línguas indígenas, cantos cerimoniais, silêncios cheios de sentido e imagens que respeitam o tempo da escuta. Filmado em territórios maxakali e guarani kaiowá, o longa traz o cotidiano das aldeias, suas lutas, seus encantados e suas formas de resistir ao apagamento histórico.

A diretora Sueli resume: “Não é só um filme. São nossos encantados, nossos rituais, que dão a força para chegar até aqui.”

Uma produção coletiva, viva e ancestral

O filme não se faz apenas com câmeras: ele se constrói com coletividade, fé e tempo. A equipe envolve outros cineastas indígenas como Alexandre Maxakali, responsável pela fotografia, e as guarani kaiowá Michele e Daniela Kaiowá, que assinam direção assistente e direção de fotografia.

Toda a obra é falada em maxakali, guarani kaiowá e português, costurando línguas como se fossem fios de um tecido que reconecta histórias e culturas separadas à força. Antes do reencontro físico, vieram vídeo-cartas, telefonemas e trocas digitais entre Sueli e Luiz. Só em 2022 uma delegação pôde percorrer os mais de 1800 km até as terras indígenas no Mato Grosso do Sul para esse abraço que virou cinema.

Reconhecimento da crítica e dos festivais

O longa-metragem teve estreia consagrada no 57º Festival de Cinema de Brasília, onde levou o prêmio de Melhor Direção. Também passou pela Mostra de Cinema de Tiradentes, pelo Festival de Cachoeira e pela Mostra Ecofalante, onde recebeu menção honrosa do júri.

A crítica especializada tem elogiado não só a potência do tema, mas também a forma como ele é tratado. O Coletivo Crítico chamou o filme de “porta-retrato de uma história familiar construído diante de nossos olhos”, enquanto o Papo de Cinema destacou que o longa marca “uma tendência positiva do cinema brasileiro recente: histórias de alto valor contadas por quem as viveu, com sensibilidade e autonomia.”

Um abraço filmado, um ato de cura

Em tempos em que o Brasil redescute sua memória e o cinema brasileiro busca narrativas mais diversas e honestas, Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá surge como uma joia rara. Ele não fala por povos indígenas — ele fala com e a partir deles.

Entre encontros adiados, câmeras ligadas e cantos ancestrais, o que vemos é mais do que um filme: é um abraço que resistiu ao tempo, à política e ao esquecimento. E que agora pode ser compartilhado com o mundo inteiro.

Estrelado por Jorma Tommila, Sisu 2: Road to Revenge ganha data de estreia nos cinemas

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Foto: Reprodução/ Internet

Quando “Sisu” chegou aos cinemas em 2023, poucos poderiam prever que um filme finlandês de ação histórica, ambientado nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial, conquistaria tanta atenção internacional. A história de Aatami Korpi, um ex-comando que enfrenta sozinho um pelotão de soldados nazistas para proteger um tesouro de ouro, impressionou pelo ritmo eletrizante, pelas cenas de ação brutais e pela forma quase mitológica como retratou seu protagonista. Agora, pouco mais de dois anos depois, essa lenda silenciosa retorna às telas em “Sisu 2: Road to Revenge”, trazendo mais sangue, mais emoção e uma nova jornada pela selvageria da guerra — e além dela.

A primeira imagem e a data que os fãs esperavam

O estúdio responsável pela sequência divulgou recentemente a primeira imagem oficial do filme, revelando Aatami (novamente vivido por Jorma Tommila) em um cenário desolado, carregando um caminhão com o que restou de sua antiga casa. A fotografia já entrega o tom da história: um homem que, mesmo após ter sobrevivido ao impossível, não encontra paz — e carrega consigo tanto o peso físico de suas perdas quanto a determinação de reconstruir algo no meio do caos.

A data de estreia também foi confirmada: 21 de novembro de 2025, com lançamento simultâneo em diversos países. A expectativa é que o filme chegue ao circuito internacional com mais força do que o primeiro, já que “Sisu” se tornou um fenômeno cult fora da Finlândia, especialmente nos Estados Unidos.

Entre a reconstrução e a vingança

Se o primeiro filme mostrava Aatami defendendo seu ouro e sua vida de um pelotão nazista, a sequência promete mergulhar ainda mais fundo em sua história pessoal. Na nova sinopse, descobrimos que o protagonista retorna às ruínas da casa onde sua família foi assassinada durante a guerra. Determinado a preservar a memória deles, ele desmonta o que restou da construção, carrega tudo em um caminhão e parte em busca de um lugar seguro para reconstruí-la.

Mas o destino — e a guerra — não dão trégua. O comandante do Exército Vermelho responsável pelo massacre retorna, decidido a terminar o que começou. O resultado é uma perseguição implacável por terras devastadas, numa luta de vida ou morte que mistura ação de tirar o fôlego e uma profunda carga emocional.

Um herói que não morre e não fala muito

Parte do fascínio de Aatami Korpi está no seu silêncio. No primeiro filme, ele pronuncia apenas uma frase — e isso acontece nos momentos finais. Seu carisma não vem de discursos inflamados, mas da forma como se movimenta, reage e sobrevive, mesmo quando tudo está contra ele.

Jorma Tommila, que retorna ao papel, já declarou em entrevistas que interpretar Aatami é um desafio único: “É um personagem que fala pouco, mas expressa muito. Cada gesto, cada olhar, precisa carregar o peso da história dele. É quase como atuar em silêncio, mas com o corpo inteiro.”

A visão do diretor Jalmari Helander

O diretor e roteirista Jalmari Helander também retorna, mantendo a autoria total da obra. Conhecido por criar filmes visualmente impactantes, Helander revelou que o processo criativo para a sequência começou ainda durante a pós-produção do primeiro longa.

“Eu sabia que Aatami tinha mais histórias para contar. Ele é um personagem que sobreviveu ao impensável, mas isso não significa que está em paz. O que acontece depois? Onde ele encontra sentido? Essas perguntas ficaram comigo, e ‘Road to Revenge’ é minha tentativa de respondê-las — com muita ação, claro”, afirmou.

Helander também revelou que, desta vez, a narrativa será mais abrangente geograficamente. Enquanto o primeiro filme se passava majoritariamente nas paisagens geladas da Lapônia, a sequência levará o público a outros cenários da Finlândia e até mesmo a zonas controladas pelo Exército Vermelho.

Novos rostos, velhas cicatrizes

Além de Tommila, o elenco ganha reforços de peso. Entre os nomes confirmados estão Stephen Lang — conhecido por “Avatar” e “O Homem nas Trevas” — e Richard Brake, que brilhou como antagonista em “Game of Thrones” e “Batman Begins”. A presença desses atores promete elevar ainda mais o nível das interações entre heróis e vilões, com personagens que não apenas representam ameaças físicas, mas também psicológicas.

Einar Haraldsson e Ergo Küppas também se juntam à produção, interpretando soldados e oficiais que cruzam o caminho de Aatami. Embora detalhes sobre seus papéis sejam mantidos em sigilo, sabe-se que a dinâmica entre o protagonista e esses novos inimigos será marcada por confrontos intensos e imprevisíveis.

Da inspiração à produção

Helander já admitiu que o primeiro “Sisu” teve como referências o clássico “First Blood” (1982) e a figura real de Simo Häyhä, o lendário atirador finlandês que combateu o Exército Vermelho. Para “Road to Revenge”, ele afirma ter buscado inspiração também em filmes de estrada e narrativas de perseguição incessante, como “Mad Max: Fury Road”.

As filmagens aconteceram em diferentes regiões da Finlândia, explorando tanto ambientes gelados e isolados quanto áreas urbanas destruídas pela guerra. Com um orçamento de 11 milhões de euros — quase o dobro do filme original —, a produção teve liberdade para criar cenas mais elaboradas, explosões de maior escala e coreografias de combate ainda mais detalhadas.

Uma ação crua, mas com coração

Embora o primeiro filme tenha se destacado pela violência gráfica, muitos críticos elogiaram o equilíbrio entre brutalidade e emoção. Aatami não é apenas uma máquina de matar; ele é um homem marcado por perdas irreparáveis, que encontra motivação na memória da família.

Helander já avisou que esse elemento emocional será ainda mais forte na sequência. “Não se trata apenas de vingança. É sobre memória, sobre preservar algo em um mundo que parece querer destruir tudo. A ação é o veículo, mas o motor do filme é o coração de Aatami”, disse o diretor.

O peso cultural de ‘Sisu’

A palavra “sisu” é um termo finlandês intraduzível, que expressa coragem, determinação e resiliência diante de adversidades extremas. Ao dar esse título ao filme, Helander não apenas apresentou uma história de ação, mas também transmitiu um conceito profundamente ligado à identidade finlandesa.

O sucesso internacional de “Sisu” ajudou a popularizar essa ideia, transformando Aatami em uma espécie de embaixador cultural — mesmo que seu método de “resiliência” envolva picaretas, minas terrestres e confrontos sangrentos.

Expectativa dos fãs

Desde o anúncio da sequência, fóruns e redes sociais têm sido palco de discussões sobre como será a nova jornada de Aatami. Muitos fãs esperam que o filme mantenha o tom estilizado e exagerado do original, enquanto outros estão curiosos para ver se haverá mais profundidade dramática.

O lançamento da primeira imagem e a confirmação da data só aumentaram a ansiedade. “Sisu” se tornou um daqueles filmes que geram uma comunidade fiel, disposta a rever cada detalhe, especular sobre a trama e criar teorias sobre o destino do protagonista.

O caminho até novembro de 2025

Com a produção já concluída e a pós-produção em andamento, a sequência segue firme para seu lançamento no fim de 2025. A Sony Pictures, por meio da Screen Gems, será responsável pela distribuição internacional, garantindo que o filme chegue a um público ainda maior.

Se o primeiro longa foi uma surpresa, a sequência chega com expectativas elevadas — e, ao que tudo indica, pronta para entregar um espetáculo visual e narrativo que mistura brutalidade, poesia e um senso inabalável de justiça.

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