“A Profissional” leva ação implacável ao Cine Maior deste domingo (20/07), na tela da Record TV

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Neste domingo, 20 de julho de 2025, os espectadores da Record TV terão um encontro marcado com a tensão, a adrenalina e a vingança no ar. O “Cine Maior” exibe o eletrizante A Profissional (The Protégé), filme dirigido por Martin Campbell (007 – Cassino Royale) e estrelado por um trio de peso: Maggie Q, Samuel L. Jackson e Michael Keaton. Com uma trama que mistura ação afiada, drama pessoal e jogos mentais, o longa mergulha fundo no universo dos assassinos profissionais e da busca por justiça pessoal.

Mas A Profissional é mais do que apenas balas cruzando o ar: é também uma história sobre vínculos improváveis, traumas de infância, sobrevivência e o preço de viver à margem da humanidade. O filme, lançado originalmente em 2021, conquistou fãs do gênero e agora ganha uma nova chance de impactar o público brasileiro em rede nacional, ao alcance do controle remoto.

Anna: a assassina que aprendeu a viver nas sombras

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, no centro da narrativa está Anna (Maggie Q), uma matadora de aluguel fria, inteligente e letal, que foi resgatada ainda criança no Vietnã pelo lendário assassino Moody (Samuel L. Jackson). Moody não apenas salvou sua vida — ele moldou seu destino, tornando-se seu mentor e a única figura paterna que ela conheceu. A relação entre os dois, embora permeada por uma rotina de violência, é de profunda cumplicidade e afeto. Eles compartilham segredos, memórias e um modo de viver à margem, onde a confiança é uma moeda rara.

Quando Moody é brutalmente assassinado, Anna vê seu mundo ruir. A dor da perda se transforma em fúria e determinação. Ela parte então em uma jornada de vingança que a coloca no caminho de Michael Rembrandt (Michael Keaton), um enigmático e perigoso homem de negócios que guarda mais segredos do que aparenta. Entre os dois nasce uma estranha conexão — um jogo de sedução e ameaça, de igual para igual, que desafia suas convicções e os empurra para uma espiral cada vez mais perigosa.

A mente por trás da câmera: Martin Campbell

Martin Campbell é um nome conhecido entre os amantes da ação. Neozelandês de nascimento e britânico por formação, Campbell foi o responsável por revitalizar a franquia James Bond em duas ocasiões: com GoldenEye (1995) e Cassino Royale (2006). Sua assinatura está nos enquadramentos elegantes, nas coreografias de luta realistas e na construção de heróis que sangram, falham e se reinventam.

Em A Profissional, Campbell abandona o glamour dos espiões e mergulha em um submundo sujo, onde a moral é cinzenta e a violência tem um peso emocional. O diretor opta por cenas de ação menos estilizadas e mais cruas, dando ao filme uma atmosfera mais sombria, quase melancólica. Não é à toa: em seu cerne, o longa fala sobre orfandade, luto e identidades forjadas sob extrema violência.

Protagonismo feminino em um gênero masculino

Maggie Q, nascida Margaret Denise Quigley, é uma atriz que tem no currículo papéis marcantes em produções como Missão: Impossível 3, Divergente e na série Nikita. Em A Profissional, ela entrega sua performance mais complexa até então, equilibrando a frieza letal de uma assassina com momentos de fragilidade emocional intensos. Anna não é uma heroína no sentido clássico — ela é uma sobrevivente. E Maggie Q domina cada nuance dessa condição, seja nas lutas corpo a corpo meticulosamente coreografadas ou nos silêncios onde o olhar diz mais do que qualquer linha de diálogo.

O protagonismo feminino em filmes de ação ainda é um terreno em disputa. Embora nomes como Charlize Theron (Atômica), Uma Thurman (Kill Bill) e Angelina Jolie (Salt) tenham consolidado personagens memoráveis, o espaço ainda é dominado por homens. Anna se junta a esse seleto grupo com mérito e personalidade própria, sem apelar para estereótipos nem romantizações.

Samuel L. Jackson: o mentor que se tornou lenda

Figura onipresente no cinema americano das últimas décadas, Samuel L. Jackson interpreta Moody com seu já conhecido carisma — mas também com uma inesperada ternura. Moody é duro, sim, mas vê em Anna algo que ele mesmo perdeu: uma chance de redenção, de deixar um legado que não seja apenas morte. Sua morte prematura na trama é o catalisador de toda a jornada de Anna, mas sua presença paira sobre o filme inteiro. É como se ele fosse o fantasma que orienta seus passos — ou que cobra sua promessa.

Michael Keaton: vilão ou vítima?

Michael Keaton entrega uma de suas performances mais ambíguas como Rembrandt, um antagonista que nunca é completamente definido como vilão. Ele é tão letal quanto Anna, mas também fascinantemente eloquente, inteligente e… sedutor. A química entre os dois personagens é estranha, tensa e carregada de subtexto. Em vários momentos, o espectador é levado a se perguntar: eles se desejam? Se odeiam? Se entendem? Ou tudo isso ao mesmo tempo?

Essa complexidade é mérito do roteiro de Richard Wenk (O Protetor, Os Mercenários 2), que foge do maniqueísmo e constrói diálogos carregados de ironia, cinismo e dilemas morais. Rembrandt não é um simples vilão de filme de ação — ele é um espelho de Anna, um “e se” de sua própria trajetória.

Bastidores e filmagens: de Bucareste ao Vietnã

As filmagens de A Profissional começaram em janeiro de 2020 e percorreram locações em Bucareste, Londres e Da Nang, no Vietnã. O cenário internacional reforça o caráter global da trama, com suas tramas de conspiração e operações secretas. A direção de fotografia aposta em tons escuros, ambientes urbanos sufocantes e cenários minimalistas, dando ao filme uma estética noir moderna.

Durante a produção, o filme passou por mudanças de título: inicialmente chamado Ana, depois The Asset, até ser lançado como The Protégé. Essas mudanças refletem as diferentes camadas da narrativa, que é tanto uma história de vingança quanto de identidade.

Recepção crítica: entre elogios e ressalvas

Na época de seu lançamento, The Protégé recebeu críticas mistas. Enquanto parte da imprensa especializada elogiou a performance de Maggie Q e a direção eficiente de Campbell, outros apontaram que a trama não traz grandes inovações ao gênero. Ainda assim, o filme conquistou um público fiel — especialmente entre os amantes de thrillers com protagonistas femininas fortes.

O consenso entre os críticos foi que o filme é competente, bem dirigido, com cenas de ação sólidas e atuações acima da média. Seu desempenho modesto nas bilheteiras (US$ 8 milhões arrecadados) pode ser atribuído à concorrência acirrada na época e ao cenário ainda afetado pela pandemia.

Impacto e legado: um novo clássico cult?

Desde então, A Profissional tem sido redescoberto por meio das plataformas de streaming como Telecine, Paramount+ e Prime Video. Sua exibição pela Record TV marca uma nova fase de popularização do filme no Brasil — especialmente entre os espectadores que buscam filmes de ação mais densos e bem construídos.

O longa também entrou na pauta de discussões sobre representatividade asiática em Hollywood, já que Maggie Q é uma das poucas atrizes de ascendência vietnamita a protagonizar uma grande produção de ação nos Estados Unidos. Sua performance é frequentemente citada como uma das mais subestimadas do gênero na década.

Cine Maior: ação com propósito na TV aberta

O “Cine Maior” da Record TV vem se destacando por trazer títulos de ação que não apenas entretêm, mas também provocam o público. Em um cenário onde o streaming domina a atenção, a TV aberta ainda desempenha um papel crucial ao democratizar o acesso a produções de alto nível. Filmes como A Profissional ganham uma nova vida ao atingir públicos diversos, muitos dos quais podem estar vendo Maggie Q ou Michael Keaton pela primeira vez.

Caldeirão com Mion aquece o inverno com estreia especial direto de Foz neste sábado (19/07)

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O Brasil tem muitos rostos, sotaques, ritmos e histórias. E quando um programa de entretenimento se propõe a reunir tudo isso sob o mesmo céu — e, neste caso, sob o mesmo véu de névoa das Cataratas do Iguaçu — o resultado é mais do que um show: é um retrato emocional do país real. É com essa proposta que o “Caldeirão de Inverno” estreia sua nova temporada neste sábado, dia 19 de julho de 2025, diretamente de Foz do Iguaçu, no Paraná. Sob o comando carismático de Marcos Mion, o programa ganha uma roupagem especial, com cenário natural impactante, presença de figuras locais, homenagens musicais e aquele toque de emoção que virou marca registrada da atração.

A nova temporada do “Caldeirão” chega com frescor e, ao mesmo tempo, com o calor humano que aquece as tardes de sábado do público da TV Globo. Mas, desta vez, tudo ganha um novo significado. Foz do Iguaçu, cidade símbolo de diversidade cultural, religiosa e linguística, se torna o ponto de partida para uma jornada que pretende revelar mais do que paisagens: quer mostrar a alma dos brasileiros.

O próprio Marcos Mion define a proposta

“A gente adora fazer essas viagens e levar o ‘Caldeirão’ para dentro do Brasil e o Brasil para dentro do ‘Caldeirão’. Mostrar a riqueza de um lugar que vai além da beleza natural. A ideia é emocionar, contar histórias que nos conectam”.

O palco é a natureza

Instalado com vista privilegiada das Cataratas do Iguaçu, o estúdio montado para as gravações mistura o impacto visual das quedas d’água com o dinamismo de um programa que une jogos, convidados famosos e histórias de gente comum. O efeito é cinematográfico. A sensação de grandiosidade da natureza aliada à leveza dos quadros do programa cria uma estética única: espetáculo e intimismo convivem lado a lado.

As belezas naturais não são só pano de fundo — são protagonistas. A produção fez questão de incluir imagens aéreas captadas por drones e helicópteros, aproveitando o cenário para compor vinhetas, transições e até momentos poéticos entre um quadro e outro.

Diversidade como essência

Foz do Iguaçu é conhecida por abrigar mais de 80 etnias convivendo em harmonia. É uma cidade que respira pluralidade, onde brasileiros, paraguaios, argentinos, muçulmanos, católicos, budistas e tantos outros compartilham o mesmo espaço com respeito e convivência.

Essa pluralidade está refletida no “Caldeirão de Inverno”. A produção mergulhou no cotidiano local e trouxe para a tela personagens que representam essa miscigenação, como Dona Evelina, guia turística há mais de 60 anos, que tem a mesma idade de existência do Parque Nacional do Iguaçu. Ela narra, com doçura e orgulho, a evolução da região, a chegada dos turistas, e, principalmente, o amor pela terra.

“Cada gota das Cataratas conta uma história”, diz Evelina, emocionada em um dos momentos mais tocantes do programa.

Música para aquecer corações

A estreia traz também uma homenagem memorável ao grupo Roupa Nova, ícone da música brasileira. A performance emociona e faz o público cantar junto hits como “Dona”, “Volta pra Mim” e “Sapato Velho”, que atravessam gerações. Para além do entretenimento, é uma forma de reforçar a memória afetiva do público com canções que embalaram amores, festas, despedidas e recomeços.

Os músicos, visivelmente comovidos, celebraram o momento como uma oportunidade rara de unir cenário, público e trajetória:

“Cantar com esse fundo das Cataratas e sentir essa energia é como renovar a fé na música e no Brasil”, disse Nando, um dos integrantes do grupo.

Quadros clássicos com tempero regional

O “Caldeirão de Inverno” também adapta seus quadros tradicionais para o clima local. No “Sobe o Som”, por exemplo, uma onça de pelúcia — símbolo da fauna da região — entra em cena para dar dicas aos participantes, que precisam adivinhar qual música está tocando.

Na estreia, os convidados são Gil do Vigor e Sarah Andrade, que disputam com as atrizes Giovana Cordeiro e Kenya Sade. A brincadeira flui entre risadas, improvisos e memórias musicais. Giovana, por exemplo, se emociona ao lembrar de quando foi a um show do Roupa Nova com a mãe, fã incondicional da banda.

“É impossível ouvir essas músicas e não lembrar da minha infância. Tem cheiro, tem memória, tem carinho”, comentou.

Desde que assumiu o comando do “Caldeirão”, Marcos Mion trouxe uma nova identidade ao programa. Mais do que um apresentador, ele se posiciona como um mediador afetivo entre o público e as histórias contadas ali. Ele escuta, reage, brinca, acolhe. E isso se torna ainda mais visível em uma temporada fora do eixo Rio-São Paulo.

“Fazer o ‘Caldeirão’ em Foz do Iguaçu é valorizar o Brasil fora dos holofotes. É sair da bolha e mostrar que há vida, emoção e talento em todo canto do país”, afirma Mion.

Para que essa conexão entre paisagem, emoção e espetáculo aconteça de maneira fluida, há uma equipe por trás que orquestra cada detalhe. A direção artística é de Geninho Simonetti, a produção é comandada por Tatynne Lauria e Matheus Pereira, enquanto a direção de gênero da TV Globo é assinada por Monica Almeida.

Essa estrutura técnica foi responsável por transformar as gravações em uma experiência imersiva. Cada câmera posicionada nas margens das Cataratas, cada plano sequência entre as árvores e passarelas do parque, foi pensada para fazer o público sentir que também está lá.

A proposta do “Caldeirão de Inverno” vai além da diversão. Ele assume o papel de catalisador de orgulho nacional. Em tempos em que o noticiário pesa, que as redes sociais saturam, que o tempo corre, assistir a um programa que desacelera e celebra o afeto, a cultura e o riso torna-se um gesto de resistência.

É como se o sábado ganhasse um novo significado. Não apenas mais um dia para descansar, mas uma oportunidade de se reconectar com o país, com a música, com as histórias reais. E, quem sabe, até com um pouco da própria esperança.

Sabadou com Virginia deste sábado (19/07) recebe Os Barões da Pisadinha e o humosorista Gui Santana

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Neste sábado, dia 19 de julho de 2025, o programa Sabadou com Virginia volta à tela do SBT com mais uma edição recheada de convidados especiais, muita música, emoção e aquele toque característico de irreverência que já virou marca registrada da atração. Sob o comando da influenciadora e empresária Virginia Fonseca, o programa receberá no palco nomes de peso como a dupla Os Barões da Pisadinha, o humorista Gui Santana e a apresentadora de games Nyvi Estephan. A dupla Lucas Guedez e Margareth Serrão completa o time com sua energia contagiante.

Os Barões da Pisadinha celebram novo momento da carreira

Destaque absoluto no cenário do forró eletrônico, Os Barões da Pisadinha chegam ao Sabadou para apresentar seus maiores hits e também relembrar o início da trajetória que conquistou o país. Rodrigo Barão compartilhou um pouco do começo da parceria musical com Felipe: “Conheci o Felipe tocando guitarra. Passou um tempo e ele me chamou para montar um grupo. O nome era Barões do Forró Prime e, graças a Deus, foi dando certo”.

Felipe Barão, por sua vez, falou sobre o lançamento do novo projeto da dupla. “Lançamos o Forró & Desmantelo, nosso quinto DVD, voltado para o São João, com a proposta de resgatar a origem dos Barões”. O projeto, que mistura sonoridade tradicional com batidas modernas, tem sido bem recebido pelo público e reforça o espaço da dupla na cena musical nacional.

Gui Santana relembra início no humor e passagem pela MTV

Outro destaque da noite é a participação do humorista Gui Santana, que ficou conhecido pelas hilárias imitações no programa Pânico na TV. No bate-papo com Virginia, ele volta às origens e conta que tudo começou ainda na infância. “Minha primeira imitação foi do Zacarias. Eu tinha uns 5 ou 6 anos, mas não conseguia fazer a voz dele porque era muito novinho. Só fazia a carinha. Depois fui crescendo e comecei a fazer direitinho”, relembra com carinho.

Gui também falou sobre a estreia na televisão. “Minha primeira oportunidade na TV foi na MTV, no programa do Marcos Mion e do Cazé Peçanha, o Quinta Categoria. Era um show de calouros com comediantes, um misto de improviso com humor. Fiz a imitação do William Bonner”.

O humorista promete boas gargalhadas no programa, com quadros e dinâmicas que exploram o seu talento para personagens e improvisos.

Nyvi Estephan e o desafio de ser mulher no mundo gamer

A apresentadora e streamer Nyvi Estephan, referência no universo dos games, também marca presença no Sabadou. Em conversa com Virginia, ela fala sobre os desafios de consolidar uma carreira na área de eSports em um mercado que ainda enfrenta preconceitos.

“É muito inusitado. Até hoje eu ainda tenho que explicar que esse é o meu trabalho. A profissão de apresentadora de games não é algo comum para o público geral, mas aos poucos isso vem mudando”, relata Nyvi, que já comandou grandes transmissões de torneios internacionais e festivais do segmento.

Com estilo próprio e uma comunicação leve, Nyvi se tornou um nome forte na interseção entre entretenimento digital e jogos eletrônicos, sendo inspiração para muitas mulheres que desejam ingressar nesse universo.

Quadros inusitados garantem leveza e entretenimento

Como já é de praxe, o Sabadou com Virginia aposta em quadros que mesclam humor, emoção e um toque de romance. Um dos destaques da noite é o “Sabadou Tem Que Beijar”, que traz uma história curiosa: Vanessa, participante do quadro, inscreveu o próprio pai, Marcelo, em busca de um novo amor.

Outros quadros da noite incluem o sempre divertido “Em Busca do Corte Perfeito”, que viraliza nas redes sociais com cortes hilários, e o irreverente “Se Beber Não Fale”, onde os convidados precisam manter o jogo de cintura mesmo diante das perguntas mais inusitadas.

Virginia e sua força como comunicadora

Virginia Fonseca, que iniciou sua carreira como influenciadora digital, vem mostrando um amadurecimento profissional notável à frente do Sabadou. Com naturalidade, ela transita entre momentos cômicos, emocionantes e descontraídos, criando uma conexão real com os convidados e com o público.

Além disso, Virginia tem conseguido imprimir sua identidade no formato do programa, o que tem sido um diferencial importante para o sucesso da atração. Entre danças, interações e papos sinceros, ela demonstra segurança e carisma – ingredientes essenciais para o entretenimento aos sábados à noite.

Um programa para toda a família

Com uma linguagem leve, mas contemporânea, o Sabadou com Virginia tem conseguido dialogar com diferentes faixas etárias. Da criança que se diverte com os desafios ao avô que se emociona com as histórias de superação dos participantes, o programa constrói pontes geracionais a partir de algo essencial: a autenticidade.

Neste sábado, a promessa se repete: um programa alto astral, com música de qualidade, boas risadas e momentos para aquecer o coração. Do forró eletrônico à nostalgia dos anos 2000, passando pelo universo gamer e pelas piadas de improviso, o Sabadou segue celebrando a diversidade do entretenimento brasileiro.

Miles Morales só em 2027: “Homem-Aranha: Além do Aranhaverso” tem estreia adiada mais uma vez

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Na manhã desta sexta-feira (18), os fãs do universo do Homem-Aranha acordaram com uma notícia agridoce: a aguardada continuação “Homem-Aranha: Além do Aranhaverso” foi oficialmente adiada — de novo. Agora, o terceiro capítulo da aclamada trilogia animada chega aos cinemas em 25 de junho de 2027, três anos após a data inicialmente prevista, que era março de 2024.

A notícia, divulgada durante evento promocional exclusivo da Sony Pictures, veio acompanhada de imagens inéditas e um teaser fechado para convidados, reacendendo o entusiasmo — e também a ansiedade — em torno de uma das franquias mais queridas dos últimos anos.

Uma espera que já dura anos

A sequência direta de “Spider-Man: Across the Spider-Verse” (2023), o novo filme é mais do que apenas mais um capítulo de uma franquia de super-heróis. Para milhões de pessoas ao redor do mundo, ele representa um marco emocional, cultural e até geracional. A nova data, marcada para meados de 2027, adia novamente o encontro do público com Miles Morales, personagem que redefiniu o que significa ser o Homem-Aranha no século XXI.

“É frustrante, claro, mas eu prefiro esperar e ver algo incrível do que receber algo apressado”, disse Beatriz Monteiro, fã da trilogia desde o primeiro filme de 2018. “O Aranhaverso é mais do que entretenimento, ele conversa com quem somos, com nossas dúvidas, com o peso de fazer escolhas.”

O impacto do Aranhaverso

Desde o lançamento de “Homem-Aranha no Aranhaverso” (2018), a abordagem ousada da animação — tanto visual quanto narrativa — estabeleceu um novo padrão para o gênero. O longa ganhou o Oscar de Melhor Animação e foi amplamente celebrado por sua inovação, representatividade e potência emocional.

Miles Morales, o jovem negro e latino que assume o manto de Homem-Aranha após a morte de Peter Parker em sua realidade, se tornou um ícone instantâneo. Sua história ressoou entre jovens e adultos por falar sobre identidade, pertencimento e responsabilidade em um mundo cada vez mais complexo e fragmentado.

“Ele é o primeiro Homem-Aranha que se parece comigo”, afirmou André Ribeiro, estudante de design. “É mais do que representatividade estética, é sobre ter alguém que sente o mesmo peso que a gente sente, mesmo sendo um super-herói.”

Produção marcada por desafios

A jornada até “Além do Aranhaverso” foi turbulenta. O filme começou a ser desenvolvido ainda antes do lançamento do primeiro, com planos ambiciosos de expansão do universo e exploração de múltiplos estilos de animação. Com o sucesso do segundo filme em 2023, que terminou com um suspense de tirar o fôlego, a expectativa pelo terceiro capítulo cresceu exponencialmente.

Contudo, a produção sofreu um duro golpe com a greve da SAG-AFTRA em 2023, que suspendeu os trabalhos de dublagem e comprometeu o cronograma original. A greve terminou em novembro do mesmo ano, mas o atraso causado foi suficiente para empurrar o filme para o segundo semestre de 2027.

Um elenco poderoso, um universo ainda maior

O novo filme promete continuar a história a partir do ponto exato onde o anterior terminou: com Miles Morales preso na Terra-42, confrontando uma versão alternativa e sombria de si mesmo.

O elenco de dubladores traz novamente Shameik Moore como Miles Morales, Hailee Steinfeld como Gwen Stacy, e Jason Schwartzman como o ameaçador vilão O Mancha, cujo corpo é coberto por portais interdimensionais.

Além disso, o longa contará com a volta de Karan Soni como Pavitr Prabhakar (Homem-Aranha Índia), e Jharrel Jerome, que dá voz à versão Gatuno de Miles G. Morales. A direção continua nas mãos do trio Joaquim Dos Santos, Kemp Powers e Justin K. Thompson, garantindo a mesma sensibilidade e inventividade que marcaram os dois primeiros filmes.

Expectativas e o fardo de continuar algo grandioso

Com o terceiro filme, os cineastas enfrentam o peso de concluir uma das trilogias animadas mais ambiciosas e emocionantes da história recente do cinema. Para muitos fãs, o adiamento é um sinal de que os estúdios estão dispostos a priorizar a qualidade — uma raridade em tempos de cronogramas apertados e lançamentos em série.

“Depois do final do segundo filme, eu passei meses pensando no que viria a seguir”, conta a professora de artes visuais Daniela Guimarães. “A história do Miles me inspira como educadora, como artista e como mulher negra. Saber que teremos que esperar mais dois anos é doloroso, mas acho que também é uma chance de preparar o coração.”

O legado em construção

Mesmo com a nova data, “Homem-Aranha: Além do Aranhaverso” já se consolida como um dos lançamentos mais aguardados da década. A expectativa não gira apenas em torno de efeitos visuais impressionantes ou de participações especiais, mas do que a história tem a dizer sobre amadurecimento, identidade e o eterno dilema de “quem somos quando ninguém está olhando?”.

Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan trocam de corpos — de novo — em “Sexta-Feira Ainda Mais Louca”

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Em uma espécie de reencontro afetuoso com o passado — tanto para o público quanto para suas protagonistas —, “Sexta-Feira Ainda Mais Louca” chega aos cinemas no dia 7 de agosto de 2025, prometendo mais do que apenas uma nova comédia sobre troca de corpos: é também uma jornada emocional sobre amadurecimento, reconciliação e as complexidades da família moderna.

A continuação do filme de 2003, estrelado por Lindsay Lohan e Jamie Lee Curtis, apresenta um roteiro atualizado e afetivo, que dialoga com os desafios contemporâneos da maternidade, dos relacionamentos e da convivência entre gerações. A direção é de Nisha Ganatra, com roteiro de Jordan Weiss, conhecida pela série “Dollface”.

O retorno de um clássico com nova camada emocional

O longa da Disney lançado há mais de 20 anos tornou-se um queridinho entre o público ao mostrar uma adolescente rebelde e sua mãe controladora que, após um misterioso incidente, acabam trocando de corpos e vivenciando o cotidiano uma da outra. A experiência, claro, termina com lições valiosas e um novo olhar sobre suas diferenças.

Na nova trama, essa estrutura é resgatada, mas atualizada. Anna, vivida novamente por Lindsay Lohan, agora é uma mulher adulta, mãe solo de uma adolescente, e prestes a se tornar madrasta da filha do novo companheiro (interpretado por Manny Jacinto, de “The Good Place”). Já Tess, personagem de Jamie Lee Curtis, agora é avó, realizada profissionalmente, e continua cheia de energia, mas com novas responsabilidades e dilemas próprios da terceira idade.

Dessa vez, a troca de corpos não acontece apenas entre mãe e filha. O novo clipe divulgado pela IGN revela que Anna troca de corpo com sua filha, enquanto Tess troca de corpo com a enteada da neta — um espelhamento de gerações que amplia os conflitos, a comédia e, sobretudo, o potencial dramático da história.

A química imbatível entre Lohan e Curtis

Se havia alguma dúvida de que o tempo pudesse ter esfriado a conexão entre as atrizes, essa ideia foi rapidamente descartada. Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan demonstram não apenas entrosamento em cena, mas também afeição real fora das câmeras. Ambas falaram publicamente sobre o quanto o reencontro foi emocional e significativo.

Curtis, que conquistou um Oscar em 2023 por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, tem explorado papéis cada vez mais ousados e multifacetados. “Voltar à Tess foi como visitar uma velha amiga, mas agora com outra bagagem, outra maturidade”, comentou a atriz em entrevistas recentes. “Essa história sempre foi sobre empatia, e acho que precisamos ainda mais disso hoje.”

Já Lindsay Lohan, após alguns anos afastada dos grandes estúdios e um discreto retorno à atuação, parece reviver com este filme um de seus papéis mais icônicos. “Anna cresceu. Eu cresci. E revisitar esse universo foi um presente. É uma comédia, sim, mas há verdade emocional nela. Muita verdade”, revelou a atriz.

Um olhar atual sobre os laços familiares

O roteiro de Jordan Weiss propõe não apenas repetir a fórmula do primeiro filme, mas atualizá-la com um olhar sensível sobre os novos arranjos familiares. O filme trata, com leveza e empatia, de questões como madrastidade, famílias recompostas, os desafios de ser mãe solo e os conflitos típicos da adolescência moderna.

Anna, agora no papel de mãe, se vê às voltas com uma filha em plena ebulição emocional e ainda precisa construir laços com uma enteada que não a aceita de imediato. Tess, por sua vez, tenta manter seu espaço como avó, sem invadir o território da filha, mas ainda exercendo influência — muitas vezes indesejada — sobre a criação da neta.

Ao trocar de corpos com suas respectivas filhas, as duas mulheres se deparam com as inseguranças, dores e desafios das adolescentes da geração Z, ao mesmo tempo em que precisam lidar com seus próprios traumas e dilemas mal resolvidos. “O filme fala sobre escuta, sobre não subestimar a vivência do outro só porque ele é mais jovem ou mais velho”, explica Nisha Ganatra.

Expansão do elenco e reforço da representatividade

Além de Curtis e Lohan, o elenco conta com a presença de Julia Butters, que ficou conhecida por seu papel em “Era Uma Vez em… Hollywood”, e de Sophie Hammons, estrela adolescente em ascensão. Elas vivem, respectivamente, a filha de Anna e a filha do novo marido de Anna — que também acabam afetadas pela troca de corpos. O filme traz ainda Manny Jacinto no papel do novo parceiro da protagonista, representando uma visão mais diversa e atual das famílias reconstituídas.

A representatividade, aliás, é uma das preocupações centrais do novo projeto. Em entrevista à Variety, a diretora afirmou que queria mostrar uma família “com muitas camadas, múltiplas experiências e diferentes tipos de vínculo”. “Não são mais só pai, mãe e filho. As famílias mudaram. E a gente precisava contar essa história também.”

A fórmula da comédia com alma

Embora a proposta seja leve e divertida, como se espera de uma produção Disney, o filme aposta também na carga emocional — e em uma boa dose de autocrítica geracional. Em vários momentos, a Tess de Jamie Lee Curtis precisa lidar com o fato de que não entende as gírias da neta, enquanto a Anna de Lindsay Lohan tenta, sem muito sucesso, aplicar os métodos de criação da própria mãe em sua filha.

Essa troca constante de visões e perspectivas gera não apenas situações engraçadas, mas também reflexões tocantes sobre o tempo, a evolução das relações e a necessidade de adaptar-se sem perder a essência. “A comédia está no choque de mundos, mas o coração do filme está no reencontro entre mães e filhas, avós e netas, e até nas falhas que todos cometemos tentando fazer o melhor”, aponta Jordan Weiss.

Aposta da Disney para o verão americano

“Sexta-Feira Ainda Mais Louca” chega aos cinemas com status de grande aposta da Disney para o verão americano de 2025. Com um orçamento confortável, mas sem se apoiar em efeitos mirabolantes, o longa foca no carisma do elenco e na força da narrativa. O marketing também vem apostando no fator nostalgia, com trailers que resgatam cenas do filme original e brincadeiras com o tempo que passou.

Novo filme do Juiz Dredd com Taika Waititi promete renovar a franquia com visão ousada

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A famosa Mega-City One, aquela cidade caótica onde a lei é feita e aplicada por um único homem, está prestes a ganhar uma nova versão nas telonas. O icônico personagem Juiz Dredd vai voltar aos cinemas com um filme dirigido por ninguém menos que Taika Waititi, o nome por trás de sucessos como Thor: Ragnarok e Jojo Rabbit. A notícia vem animando fãs de quadrinhos e cinema, mesmo que o projeto ainda esteja no início, sem elenco confirmado ou data de estreia.

Segundo informações do site The Hollywood Reporter, o roteiro está sendo desenvolvido por Drew Pearce, roteirista de Hobbs & Shaw e O Dublê, enquanto Waititi ficará responsável pela direção. Embora o longa-metragem ainda não tenha um estúdio confirmado, só a presença desses dois nomes já coloca a produção entre as apostas mais quentes de Hollywood para os próximos anos.

Quem é Taika Waititi e por que isso importa?

Se você já assistiu a algum filme do Taika Waititi, sabe que ele tem uma mistura única de humor, emoção e estilo visual que conquista o público. Ele é conhecido por dar um toque irreverente e sensível às histórias, o que pode ser um sopro de frescor para a franquia do Juiz Dredd, que tem um tom bastante sombrio e violento. Mas vale lembrar que nem todos os projetos que ele abraçou deram certo — como o live-action de Akira, que foi cancelado, ou um filme de Star Wars que está engatilhado há anos. Então, apesar do entusiasmo, fica aquela curiosidade: será que dessa vez vai?

Juiz Dredd: uma lenda dos quadrinhos britânicos

O Juiz Dredd nasceu lá na revista britânica 2000 AD, em 1977, criado por John Wagner e Carlos Ezquerra. O personagem vive em um futuro distópico, onde Mega-City One é uma cidade cheia de crimes e caos, e Dredd é quem mantém a ordem — mas com uma justiça bastante severa. Dredd não é só um policial; ele é juiz, júri e executor, tudo ao mesmo tempo. Essa combinação de autoridade total faz dele um personagem complexo, que levanta discussões sobre poder, justiça e moralidade.

Um pouco da história no cinema

Até agora, Dredd já foi interpretado por dois grandes atores. Em 1995, Sylvester Stallone tentou trazer o personagem para o grande público, mas o filme acabou não agradando muito, tanto os fãs quanto a crítica. Já em 2012, Karl Urban ganhou elogios pela sua versão mais fiel e intensa, conquistando uma legião de fãs — apesar da bilheteria modesta. Agora, com Taika Waititi no comando, a expectativa é de uma mistura de ação, humor e crítica social, que pode renovar a forma como esse universo é apresentado.

O que esperar daqui para frente?

Ainda não há muitos detalhes sobre elenco ou estreia, mas a movimentação já deixa claro que a Marvel e os produtores estão interessados em fazer deste filme um destaque no calendário. Com o roteiro de Drew Pearce e o olhar criativo de Waititi, a nova versão de Juiz Dredd pode ser um marco, equilibrando o peso do personagem com uma pegada contemporânea e criativa.

Marvel divulga vídeo de bastidores de “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” – produção marca o início da Fase 6 do MCU

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A Marvel Studios divulgou nesta sexta-feira (18) um vídeo exclusivo dos bastidores de “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”, o filme que chega aos cinemas brasileiros em 24 de julho de 2025. A produção marca o início da Fase 6 do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) e apresenta um novo elenco para os icônicos personagens.

Novo elenco dá vida aos personagens clássicos

O longa é estrelado por Pedro Pascal, conhecido por seus papéis marcantes em The Last of Us, The Mandalorian, Narcos, Kingsman: O Círculo Dourado e Game of Thrones. Ele interpreta Reed Richards, também conhecido como Sr. Fantástico, o líder do grupo. Vanessa Kirby, que ganhou destaque em produções como Missão: Impossível – Acerto de Contas, The Crown (pela qual recebeu indicação ao Emmy), Pieces of a Woman, The Kettering Incident e Vikings, vive Susan Storm, a Mulher-Invisível. Joseph Quinn, que conquistou o público em séries como Stranger Things, Game of Thrones, Howards End e no filme Overlord, assume o papel do irmão dela, Johnny Storm, a Tocha Humana. Completando o quarteto, Ebon Moss-Bachrach, conhecido por suas atuações em O Urso (The Bear), Justiceiro (The Punisher), Girls, Homeland e Rastro de Mentiras (The Following), interpreta Ben Grimm, o Coisa.

Origem do Quarteto Fantástico e poderes dos personagens

Criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1961, o Quarteto Fantástico é um dos grupos mais emblemáticos da Marvel Comics, responsável por revolucionar o gênero de super-heróis ao explorar relações familiares e dilemas pessoais. A história acompanha quatro astronautas que, durante uma missão espacial, são expostos a uma tempestade de raios cósmicos e desenvolvem habilidades extraordinárias.

Reed Richards ganha a capacidade de esticar seu corpo de forma elástica. Susan Storm pode tornar-se invisível e gerar campos de força. Johnny Storm adquire o poder de controlar o fogo e voar. Ben Grimm transforma-se em uma criatura rochosa com força sobre-humana. No filme, a trama se aprofunda nos desafios pessoais e coletivos do grupo, que precisa aprender a lidar com seus poderes recém-descobertos enquanto enfrenta ameaças poderosas.

Robert Downey Jr. retorna como vilão Doutor Destino

Uma das grandes novidades da produção é a participação do ator Robert Downey Jr., que retorna ao MCU interpretando Doutor Destino (Doctor Doom), um dos vilões mais icônicos e complexos da Marvel. Downey Jr. é reconhecido mundialmente pelo papel de Tony Stark/Homem de Ferro, personagem central das primeiras cinco fases do MCU.

Doutor Destino é um antagonista tradicional do Quarteto Fantástico, conhecido por sua inteligência brilhante, habilidades mágicas e armaduras tecnológicas. Sua presença no filme indica a construção de um arco narrativo que será fundamental para os próximos lançamentos do MCU, incluindo os filmes “Vingadores: Doomsday” (2026) e “Vingadores: Guerras Secretas” (2027).

Fase 6 do MCU: renovação e expansão do universo

“Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” dá início à Fase 6 do MCU, que deve culminar com os eventos dos próximos filmes dos Vingadores, prometendo amarrar várias linhas narrativas. A Marvel segue a estratégia de renovar o elenco e apresentar personagens clássicos em versões contemporâneas, buscando manter o interesse dos fãs antigos e atrair novos públicos.

A Fase 6, conforme revelado pela Marvel, vai explorar temas mais amplos e conectados, com foco em construção de universos paralelos e conflitos épicos, mantendo o equilíbrio entre ação, emoção e humor característicos da franquia.

Bastidores: esforço e inovação tecnológica

O vídeo divulgado apresenta cenas da produção, incluindo trechos das filmagens com o elenco principal em ação, momentos de ensaio e a complexa montagem dos efeitos visuais que serão usados para dar vida aos poderes dos personagens.

A interação natural entre os atores e o comprometimento da equipe técnica são destacados, revelando a busca da Marvel por trazer uma narrativa que combine fidelidade às origens dos personagens e inovação visual.

Expectativas para a estreia e futuro da franquia

Com estreia marcada para 24 de julho de 2025, “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” é um projeto estratégico para a Marvel Studios, que aposta na renovação de uma das suas franquias mais tradicionais para continuar expandindo o MCU.

“Eita, Lucas!” exibe edição especial gravada em Itabuna neste sábado (19/07), com show de Felipe Amorim

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Neste sábado, 19 de julho de 2025, às 15h30, o SBT exibe uma edição especial do programa “Eita, Lucas!”, apresentado por Lucas Guimarães, diretamente de Itabuna, no sul da Bahia. A atração, que se firmou como uma das mais humanizadas da televisão aberta nos últimos anos, aposta novamente em sua fórmula de sucesso: emoção genuína, histórias de superação e a alegria de transformar vidas com prêmios, visibilidade e respeito.

Gravado em clima de festa e acolhimento, o episódio traz protagonistas que representam o que há de mais verdadeiro no povo brasileiro: resiliência, fé, senso de humor e amor pela vida, mesmo em meio às adversidades. Além disso, conta com a participação musical do cantor Felipe Amorim, que leva seus sucessos para animar o público direto da Arena.

Um palco para vidas invisibilizadas

A proposta do “Eita, Lucas!” vai além do entretenimento. Ao trazer para o centro da cena pessoas comuns com histórias extraordinárias, o programa rompe com a lógica do espetáculo superficial e coloca a empatia como força motriz. A cada novo episódio, Lucas Guimarães — influenciador, empresário e agora comunicador — usa sua espontaneidade e generosidade para criar espaços de escuta e valorização da vida real.

“Eu acredito profundamente que todo mundo carrega uma história que merece ser contada. Meu papel aqui não é só distribuir prêmios, mas reconhecer trajetórias, dores, vitórias e afetos. É mostrar que cada vida importa”, afirmou Lucas nos bastidores da gravação em Itabuna.

Tiago: o gari que dança contra o preconceito

Um dos destaques da edição deste sábado é Tiago, um gari que ficou conhecido por seus vídeos espontâneos nas redes sociais. Em meio à rotina pesada da coleta de lixo nas ruas de Itabuna, ele e seus colegas encontraram um modo inusitado de enfrentar o cansaço: a dança.

Gravando vídeos improvisados entre um ponto e outro, os garis passaram a compartilhar cenas de alegria, brincadeiras e coreografias que rapidamente viralizaram. Tiago, com seu sorriso largo e carisma magnético, tornou-se símbolo de uma geração que, mesmo enfrentando preconceitos e dificuldades estruturais, escolhe resistir com leveza.

Mas nem tudo são aplausos. Em um depoimento emocionante, ele conta que, por trás das câmeras, a realidade é dura: “As pessoas nos olham com desdém. Já escutei de tudo. Mas o que me move é saber que, com nosso trabalho, a cidade fica melhor. E se posso levar alegria também, então meu esforço vale em dobro”, disse, emocionado.

No quadro “Lucas por Aí”, Tiago e seus colegas serão surpreendidos com a chance de disputar prêmios que podem chegar a R$ 10 mil, em uma dinâmica cheia de brincadeiras, carinho e reconhecimento.

Neide da Tapioca Chique: sonho de Paris com gosto de resistência

Outra história comovente que o programa traz nesta edição é a de Neide, conhecida como “Neide da Tapioca Chique”, moradora de Jaboatão dos Guararapes (PE). Com uma barraca de tapiocas cor-de-rosa montada à beira-mar, ela virou personagem querida de turistas e moradores locais, não só pelo sabor de seus quitutes, mas pelo brilho nos olhos e pelas histórias que conta.

Aos 53 anos, Neide sustenta a família com muito esforço. Acorda antes do sol nascer, prepara a massa artesanalmente e monta sua barraca todos os dias. Seu maior sonho? Conhecer Paris, a cidade das luzes. “Quando vejo fotos, sinto que tenho algo lá. É uma vontade que nem sei explicar. Mas sei que é quase impossível”, disse, antes de ser surpreendida.

Ela acreditava estar participando de uma simples reportagem para a TV Jornal, afiliada do SBT em Pernambuco. Mas quem chega é Lucas Guimarães, com microfone na mão e um convite que muda tudo: participar do “Carona da Sorte”, quadro do programa que distribui prêmios e oportunidades inesperadas para pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade.

O momento é puro impacto. Neide desaba em lágrimas, abraça Lucas e repete: “Eu nunca fui sorteada pra nada. Nunca imaginei algo assim.” No decorrer do quadro, o público vai acompanhar sua trajetória, os desafios enfrentados e a energia contagiante dessa mulher que transformou uma tapioca em símbolo de resistência cultural e afetiva.

Música e celebração com Felipe Amorim

A emoção tem companhia musical nesta edição especial. O cantor Felipe Amorim, fenômeno do piseiro e do pop nordestino, se apresenta diretamente da Arena com seus maiores sucessos. Com uma base fiel de fãs e presença explosiva no palco, Felipe tem levado a música popular para novos espaços, misturando ritmos e conectando gerações.

Sua participação no “Eita, Lucas!” é mais do que um show: é uma celebração da cultura popular e da força que brota da periferia, dos bairros, das ruas e das feiras. A performance é pensada para integrar o conteúdo do programa, embalando os quadros com ritmo, empolgação e alegria.

Representatividade que toca o coração

Desde sua estreia, o “Eita, Lucas!” tem se destacado por uma linguagem acessível, mas emocionalmente potente. O programa não tenta esconder a vulnerabilidade dos participantes, nem explora o sofrimento com sensacionalismo. Pelo contrário, aposta na resignificação do cotidiano, com carinho, acolhimento e humor.

Lucas Guimarães vem se consolidando como um apresentador empático e autêntico, capaz de criar vínculos com o público e com os convidados. Com origem simples e trajetória marcada por superação, ele carrega a autoridade de quem também já sentiu na pele o peso do julgamento e a força da esperança.

“A gente está aqui pra mostrar que todo mundo tem valor. A TV precisa abrir espaço pra quem não aparece, pra quem batalha, pra quem não desiste. Esse é o nosso compromisso”, disse Lucas, em conversa com a produção.

“Companhia Certa” deste sábado (19/07) homenageia o apresentador com surpresa conduzida por Fábio Porchat

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A madrugada deste sábado, 19 de julho de 2025, às 0h30, promete ser marcada por emoção, reverência e muita ternura na programação da RedeTV!. Vai ao ar um episódio especial do programa “Companhia Certa”, dedicado a celebrar a vida e a carreira de Ronnie Von, que completa 81 anos no dia 17 de julho. Em uma reviravolta carinhosa, o apresentador será surpreendido no estúdio por um velho conhecido: Fábio Porchat, que assume o comando da atração por uma noite.

O especial, gravado recentemente sob sigilo absoluto, une gerações em torno de um dos maiores comunicadores da televisão brasileira. E o resultado é um reencontro memorável entre o passado e o presente da TV — e um tributo à elegância, generosidade e talento de Ronnie.

O aniversariante

Ronnie Von é um nome que transcende rótulos. Cantor, apresentador, entrevistador e figura de múltiplos talentos, ele começou sua trajetória artística nos anos 1960, durante a efervescência da música jovem brasileira. Embora vinculado à chamada Jovem Guarda, Ronnie sempre trilhou um caminho particular, com sonoridade mais refinada e referências internacionais.

Ao longo das décadas, construiu uma carreira sólida também na televisão. Tornou-se referência em programas voltados ao bom gosto, à escuta ativa e à valorização do ser humano. Na TV Gazeta, conduziu por mais de 15 anos o programa “Todo Seu”, que virou sinônimo de conversa elegante, acolhedora e profunda.

Uma nova proposta

O programa “Companhia Certa” nasceu como uma forma de resgatar esse estilo televisivo mais calmo, focado na escuta, e encontrou nas madrugadas da RedeTV! um espaço especial. Com cenário acolhedor, iluminação suave e trilha envolvente, a atração conquistou um público fiel, que enxerga em Ronnie Von uma presença amiga nas noites solitárias.

Neste especial, o programa se reinventa para prestar homenagem ao seu próprio condutor. A proposta: inverter os papéis. Quem normalmente entrevista, agora será entrevistado. E com um detalhe que torna tudo ainda mais afetivo — o entrevistador da noite é Fábio Porchat, admirador declarado de Ronnie.

Uma surpresa guardada a sete chaves

A homenagem foi organizada em absoluto segredo. Ronnie Von foi convidado a ir ao estúdio da RedeTV! com a justificativa de gravar um episódio temático. No entanto, ao chegar, ele descobriu que o centro da atração era ele mesmo. No cenário, encontrou Fábio Porchat já à sua espera, pronto para conduzir a conversa.

“Esse é um daqueles momentos raros em que a gente tem a chance de agradecer publicamente a quem nos inspirou. O Ronnie é mestre da elegância, do afeto e da escuta. É uma honra retribuir um pouco disso com essa surpresa”, afirmou Porchat nos bastidores da gravação.

Emoção em família

A surpresa não parou por aí. A esposa de Ronnie, Kika Von, e os filhos Ronaldo e Alessandra também estiveram presentes no estúdio, participando do programa em momentos alternados. A família compartilhou histórias de bastidores, lembranças de infância e traços íntimos da convivência com o “príncipe” da televisão brasileira.

“Meu pai é puro coração, mas também é exigente, detalhista, do tipo que repara até no ângulo da xícara”, brincou Ronaldo, arrancando risadas sinceras do pai. Já Kika, emocionada, destacou a capacidade de Ronnie de recomeçar e de manter a leveza mesmo em momentos difíceis.

Memórias que atravessam gerações

Ao longo do especial, o programa exibirá imagens raras da carreira de Ronnie Von: clipes de suas primeiras aparições musicais, trechos de programas antigos e depoimentos de amigos que marcaram sua vida artística.

Um dos momentos mais tocantes é a exibição de um vídeo especial gravado por Rita Lee, com quem Ronnie dividiu momentos emblemáticos nos anos 1970. Em sua mensagem, Rita se referiu ao apresentador como “um príncipe da sensibilidade, da generosidade e do humor fino que não se perde com o tempo”.

O encontro entre dois mestres da conversa

O diálogo entre Ronnie Von e Fábio Porchat tem tudo para entrar para a história recente da TV aberta. Porchat, que se destacou com programas como “Que História É Essa, Porchat?”, trouxe sua irreverência e naturalidade, mas soube equilibrar o tom com emoção, escuta e reverência ao homenageado.

“Eu cresci vendo esse cara na televisão. A elegância dele, a delicadeza… Tudo isso me ensinou, mesmo de longe. Estar aqui hoje, virando a mesa e fazendo ele falar, é um privilégio que eu nunca vou esquecer”, disse o humorista.

O bordão que virou símbolo de amizade

Durante a homenagem, um detalhe curioso e afetuoso chamou a atenção: camisetas personalizadas com a frase “É isso, Ronnie” foram usadas pela produção, pela família e por Porchat. O bordão nasceu espontaneamente durante uma conversa anterior entre os dois, e virou uma espécie de símbolo da relação divertida e respeitosa entre eles.

Ao perceber que todos no estúdio estavam vestidos com a frase que virou meme carinhoso, Ronnie caiu na gargalhada: “Se é isso, então é tudo”, respondeu, selando o momento com humor e afeto.

A TV aberta ainda pulsa

O especial do “Companhia Certa” mostra que a televisão aberta ainda tem espaço para narrativas humanas, emocionais e autênticas. Em um tempo em que o consumo de conteúdo é cada vez mais acelerado e disperso, a escolha por um programa feito com tempo, cuidado e sinceridade é quase um manifesto de resistência.

A RedeTV!, ao apostar em uma homenagem tão sensível, reafirma o valor da memória, da escuta e do legado artístico e pessoal de seus talentos. A produção do programa foi conduzida com sigilo absoluto, respeito e carinho — e o resultado é visível em cada detalhe da atração.

O homem, além do apresentador

A edição especial do “Companhia Certa” é mais do que uma homenagem: é um espelho em que Ronnie Von se vê refletido como artista, comunicador, pai, marido e amigo. Um tributo que celebra não só sua trajetória pública, mas também os afetos, vínculos e histórias que ele construiu ao longo de décadas.

Round 6 e Stranger Things ganham versão streetwear em nova coleção da New Era com a Netflix

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No universo onde moda e entretenimento caminham cada vez mais lado a lado, a New Era, maior referência global em bonés e headwear urbano, acaba de firmar uma parceria estratégica com a gigante do streaming Netflix. O resultado? Uma coleção exclusiva e limitada que une o streetwear à cultura pop com bonés inspirados nas séries de sucesso Round 6 e Stranger Things, além de modelos com o tradicional logo da plataforma.

Muito além de uma colaboração estética, a coleção marca um momento significativo no cruzamento entre audiovisual e vestuário, em que os fãs deixam de apenas assistir suas histórias favoritas para literalmente vestirem-nas. Neste lançamento, a moda atua como extensão de identidade e linguagem de pertencimento, especialmente entre jovens adultos que vivem conectados com narrativas que moldam comportamentos, influenciam tendências e inspiram novos códigos visuais.

A coleção está disponível em edição limitada exclusivamente no e-commerce oficial da New Era Brasil, e deve movimentar não apenas os aficionados por bonés de qualidade, mas também uma legião de admiradores das séries mais populares da atualidade.

Uma coleção pensada para vestir narrativas

Criada com foco na fusão entre entretenimento e moda urbana, a coleção New Era x Netflix surge como uma resposta à crescente demanda por produtos que traduzam referências da cultura pop em peças usáveis, colecionáveis e com valor simbólico. Os modelos desenvolvidos trazem bordados, estampas ocultas e elementos gráficos que remetem diretamente a aspectos visuais e narrativos de cada produção.

Os modelos seguem duas silhuetas clássicas da New Era: a 9FORTY, com sua aba curva e fechamento ajustável, e a 59FIFTY, icônica pelo encaixe exato e aba reta, símbolo máximo do lifestyle streetwear.

Os bonés de Round 6, por exemplo, brincam com ícones e símbolos do universo distópico da série sul-coreana — como os famosos triângulo, círculo e quadrado utilizados pelos guardas do jogo mortal — aplicados de maneira discreta e sofisticada. Já os modelos inspirados em Stranger Things mergulham no clima sombrio da série, incorporando detalhes ocultos que remetem ao “mundo invertido”, com bordados internos e elementos gráficos que só os fãs mais atentos reconhecem.

Por fim, os bonés com o logo da Netflix apostam em uma estética minimalista e atemporal, oferecendo opções para os que preferem uma abordagem clean, mas ainda assim conectada ao universo do streaming.

Moda como manifesto cultural

Mais do que simplesmente vestir, os bonés da coleção funcionam como uma declaração de identidade. Em tempos de consumo consciente e busca por autenticidade, peças com apelo emocional, narrativo e simbólico ganham valor — não apenas monetário, mas afetivo.

“Essa coleção representa a forma como o entretenimento está presente na rotina das pessoas. Não é só sobre assistir a uma série, mas sobre se identificar com ela a ponto de querer expressar isso no que se veste”, afirma Tatiana Marques, gerente de marketing da New Era Brasil. “Os fãs de Round 6 e Stranger Things são apaixonados por esses universos, e a parceria com a Netflix nos permitiu materializar esse sentimento em uma coleção que respeita a estética da marca, mas que também conversa com os códigos dessas histórias.”

A intersecção entre moda e cultura pop não é nova, mas vem se intensificando nos últimos anos com colaborações que ultrapassam o conceito de merchandising. A ideia é criar produtos com qualidade, design e storytelling — elementos que transformam simples peças de vestuário em itens de desejo com forte conexão emocional.

A força das séries como linguagem de comportamento

As séries da Netflix funcionam, hoje, como mais do que entretenimento. Elas ditam tendências, criam memes, influenciam debates sociais e, muitas vezes, moldam comportamentos. Round 6, por exemplo, virou um fenômeno global em 2021 ao expor, com uma estética instigante e brutal, as contradições do capitalismo e da desigualdade social, além de trazer uma linguagem visual única.

Stranger Things, com seu apelo nostálgico dos anos 80 e enredos entre o suspense e a ficção científica, se transformou em uma das maiores franquias da plataforma, com fãs fiéis ao redor do mundo. Sua estética vintage e ao mesmo tempo sombria fez escola — da música à decoração, passando pela moda e pelas redes sociais.

Nesse contexto, usar um boné inspirado nessas séries vai muito além de estilo: é um gesto de pertencimento. É como fazer parte de um clube de fãs silencioso, reconhecível apenas por aqueles que compartilham da mesma paixão. É um símbolo de conexão com algo maior — um universo imaginário que agora se projeta nas ruas.

A tendência da “moda fandom”

A coleção da New Era com a Netflix também sinaliza uma movimentação mais ampla do mercado de moda: o avanço da chamada moda fandom, ou seja, produtos desenvolvidos a partir de universos ficcionais que despertam um sentimento coletivo em comunidades online e offline.

Consumidores mais jovens, especialmente da Geração Z e dos millennials, são movidos por autenticidade e identificação emocional. E cada vez mais preferem consumir marcas e produtos que expressem valores, paixões e afinidades — seja com uma série, um artista, um jogo ou um universo cinematográfico.

Nesse sentido, colaborações como esta refletem uma estratégia acertada de marketing de experiência. Ao vestir uma peça que remete a Round 6 ou Stranger Things, o consumidor se apropria de um pedaço daquela narrativa, tornando-se um personagem dentro de um universo expandido.

Lançamento exclusivo

Outro ponto que valoriza a coleção é a sua exclusividade. A New Era anunciou que os modelos estão disponíveis apenas em seu site oficial brasileiro, e em quantidades limitadas. Isso significa que, além de visualmente atraentes, os bonés também carregam o status de item raro — algo altamente valorizado dentro do universo streetwear e de cultura sneakerhead.

A escassez programada é uma estratégia comum em colaborações desse tipo, pois aumenta a percepção de valor e o desejo de consumo. E considerando o histórico de outras coleções especiais da marca, a tendência é que os produtos se esgotem rapidamente, tornando-se itens disputados por colecionadores.

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