Patrulha das Fronteiras desta quarta (13/08) – Casos inusitados, como pele de urso e passaporte de falecido, agitam o episódio

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Nesta quarta-feira,13 de agosto, a partir das 22h45, o programa Patrulha das Fronteiras, exibido pela Record TV e apresentado por Reinaldo Gottino, mergulha no universo das alfândegas internacionais, mostrando como agentes ao redor do mundo lidam com situações inusitadas, arriscadas e, por vezes, surpreendentes. Com um olhar atento à fiscalização de portos e aeroportos, o programa revela histórias curiosas que vão muito além do que o passageiro comum imagina ser possível levar na bagagem.

O episódio desta semana promete prender a atenção do público com uma sequência de casos que desafiam a lógica e, ao mesmo tempo, evidenciam o trabalho detalhista dos agentes na prevenção de crimes transnacionais. Entre os itens apreendidos estão uma pele de urso, um colete com drogas escondidas, passaportes de pessoas já falecidas, chifres de cervo e até líquidos suspeitos, além de plantas medicinais proibidas e passageiros com histórias pessoais que despertam a atenção das autoridades.

O trabalho diário das fronteiras

As fronteiras internacionais são muito mais do que simples pontos de passagem de viajantes e mercadorias. Elas funcionam como barreiras estratégicas para impedir a circulação de itens ilícitos, proteger a saúde pública e garantir que leis nacionais e internacionais sejam respeitadas. Nesse cenário, a rotina dos agentes é intensa, exigindo atenção aos detalhes e uma intuição apurada para identificar irregularidades.

Reinaldo Gottino, ao apresentar Patrulha das Fronteiras, leva o público para dentro desse universo, mostrando não apenas a técnica dos profissionais, mas também a pressão emocional que acompanha cada decisão. Entre scanners de bagagens, interrogatórios e procedimentos legais, cada apreensão pode representar desde uma pequena irregularidade até a interrupção de um esquema de tráfico internacional.

O episódio desta quarta ilustra bem a diversidade de situações enfrentadas pelos agentes, revelando que a rotina na fronteira vai muito além da fiscalização convencional.

Casos curiosos e apreensões surpreendentes

Um dos casos mais impactantes do episódio envolve a apreensão de pele de urso na bagagem de um viajante. A situação chamou atenção não apenas pela ilegalidade do transporte de espécies protegidas, mas também pela forma como o item foi disfarçado entre roupas e objetos pessoais. O episódio evidencia a importância da fiscalização rigorosa e do conhecimento sobre legislações ambientais, mostrando que agentes precisam estar preparados para identificar desde pequenos produtos proibidos até animais exóticos escondidos.

Outro caso que surpreendeu os profissionais foi a descoberta de um colete contendo drogas escondidas. Disfarçado de equipamento pessoal, o item era aparentemente inofensivo, mas a inspeção minuciosa revelou substâncias ilícitas dentro de compartimentos ocultos. Esse tipo de apreensão ilustra o nível de criatividade dos criminosos e a necessidade de agentes altamente treinados para detectar tentativas sofisticadas de transporte de drogas.

Além dessas apreensões, o episódio mostra situações peculiares envolvendo passaportes de pessoas já falecidas. Em alguns casos, indivíduos tentaram utilizar documentos inválidos para contornar sistemas de controle de imigração. Embora possa parecer um caso estranho, a ação dos agentes é fundamental para impedir fraudes e garantir a segurança de fronteiras nacionais e internacionais.

Outros itens curiosos também chamam a atenção no episódio: chifres de cervo, frascos com líquidos suspeitos e plantas medicinais. Cada um desses casos revela uma faceta diferente da fiscalização, seja na proteção de espécies ameaçadas, na prevenção de transporte de substâncias perigosas ou na garantia de cumprimento de regras sanitárias e fitossanitárias.

Pessoas e histórias por trás das bagagens

Mais do que objetos, a Patrulha das Fronteiras também registra histórias humanas surpreendentes. Entre os episódios exibidos nesta quarta, um caso chamou atenção: um estudante que viajava para estudar na Alemanha, mas não falava alemão. A situação gerou estranhamento nos agentes, levantando questionamentos sobre planejamento, imigração e intenções de viagem. Esses momentos humanizam o programa, mostrando que, por trás das bagagens e das apreensões, existem pessoas com trajetórias, escolhas e, às vezes, contradições inesperadas.

A apresentação de Gottino ressalta a dimensão humana dessas situações. Não se trata apenas de mostrar objetos ilícitos, mas de contextualizar cada caso, trazendo à tona a realidade de viajantes, agentes e familiares. A narrativa destaca a responsabilidade social da fiscalização, que protege não só a lei, mas também a integridade de pessoas e do meio ambiente.

A tecnologia a serviço da segurança

Outro ponto destacado pelo programa é o uso de tecnologia avançada na fiscalização. Scanners corporais, máquinas de raio-X, sensores químicos e inteligência artificial são apenas algumas das ferramentas utilizadas pelos agentes para identificar irregularidades. A combinação entre tecnologia e experiência humana aumenta significativamente a eficiência da fiscalização, permitindo apreensões precisas e minimizando riscos.

O episódio mostra como essas ferramentas são aplicadas em tempo real, com agentes realizando inspeções detalhadas e cruzando informações para garantir que nada passe despercebido. Em muitos casos, a tecnologia permite detectar itens escondidos de maneira engenhosa, como o colete com drogas ou os líquidos suspeitos, reforçando a importância do investimento contínuo em inovação.

Juliana Paes e Globo não chegam a acordo, e atriz fica fora de “Quem Ama Cuida”, nova novela de Walcyr Carrasco

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Foto: Reprodução/ Internet

A possível volta de Juliana Paes ao horário nobre da TV Globo movimentou bastidores e fãs, mas não se concretizará desta vez. As negociações para que a atriz integrasse o elenco de Quem Ama Cuida, próxima novela das nove escrita por Walcyr Carrasco, foram encerradas após semanas de tentativas de conciliação de agendas. A informação foi revelada pelo jornalista Gabriel Vaquer, da Folha de São Paulo, e confirma que o principal impasse foi a incompatibilidade de compromissos já assumidos pela atriz.

Juliana Paes, que nos últimos anos transita entre TV aberta, streaming e cinema, caminha em 2026 com uma agenda especialmente apertada. A atriz, conhecida por sucessos como Pantanal e A Dona do Pedaço, já havia se comprometido com a segunda temporada da série Os Donos do Jogo, produção da Netflix que será gravada ao longo do próximo ano. As datas extensas de filmagem ocuparam praticamente todo o calendário da artista, impossibilitando sua presença regular no ritmo intenso exigido pelo folhetim das nove.

Na Globo, o trabalho mais recente de Juliana foi em Renascer, exibida em 2024. Na primeira fase da novela, ela interpretou Jacutinga, uma cafetina carismática e de personalidade marcante que rapidamente conquistou o público. A participação curta, porém impactante, já refletia uma mudança na relação profissional da atriz com a emissora, agora baseada em contratos por obra. À época, Juliana não retornou nas fases seguintes de Renascer justamente por compromissos previamente assumidos, situação semelhante ao que volta a acontecer com Quem Ama Cuida.

Sem Juliana, a equipe da próxima novela das nove segue avançando em ritmo acelerado. A história parte de um acontecimento brutal: a morte do milionário Rogério Brandão, vivido por Antonio Fagundes, ator conhecido por produções como Rei do Gado e Bom Sucesso. O assassinato ocorre na mesma noite em que o personagem anuncia seu casamento com Adriana, papel de Letícia Colin, que brilhou recentemente em Todas as Flores e Novo Mundo.

A cuidadora Adriana, surpreendida por uma acusação injusta, é condenada pelo crime e perde a liberdade sem conseguir se defender. Na prisão, encontra pouca esperança além do apoio de Pedro, filho do advogado responsável por colocá-la atrás das grades. Após seis anos encarcerada, Adriana retorna ao mundo determinada a provar sua inocência e retomar sua vida. Sua jornada é marcada por feridas profundas, pela busca de reparação e pelo enfrentamento daqueles que a traíram.

O elenco, já adiantado pela produção, reúne nomes consagrados e talentos contemporâneos. Tony Ramos, que recentemente esteve em Terra e Paixão e A Regra do Jogo, integra o grupo, assim como Isabel Teixeira, de Pantanal e Todas as Flores, escalada como a grande antagonista da história. Também estão confirmadas Agatha Moreira, conhecida por Verdades Secretas e Éramos Seis, Bianca Bin, de O Outro Lado do Paraíso, e Mariana Ximenes, que participou de novelas como América e Nos Tempos do Imperador.

Mesmo sem a atriz no elenco, Quem Ama Cuida segue despertando interesse por sua trama de injustiça, reviravoltas e fortes embates emocionais, características marcantes do autor Walcyr Carrasco. A novela marca um novo capítulo da faixa nobre da Globo e deve ganhar ainda mais destaque à medida que novas confirmações forem anunciadas.

Samara Weaving retorna em Casamento Sangrento 2, que estreia no Brasil em abril de 2026

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A 20th Century Studios confirmou: “Casamento Sangrento 2” (título oficial ainda provisório) tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 9 de abril de 2026. A aguardada continuação do aclamado terror de 2019 traz de volta Samara Weaving no papel de Grace Le Domas, em uma trama que promete expandir o universo sangrento e satírico do primeiro longa.

Sob direção da dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, do coletivo Radio Silence, a produção resgata os elementos que consagraram o original: tensão crescente, humor ácido e reviravoltas chocantes. Com roteiro assinado por Guy Busick e Ryan Murphy — sim, o mesmo criador de American Horror Story — a sequência promete levar a mitologia da franquia a novos patamares.

Grace está de volta — e nada será como antes

Depois de escapar com vida (e fúria) da família Le Domas, Grace agora se vê diante de uma nova caçada, cujos detalhes seguem sob sigilo. A personagem que se tornou símbolo de resistência no terror contemporâneo volta com feridas abertas — físicas e emocionais — e pode ter se tornado alvo de forças ainda mais sombrias ligadas à seita da família.

Com um roteiro que deve explorar as origens do pacto demoníaco por trás do jogo de caça, Casamento Sangrento 2 se posiciona não apenas como uma continuação, mas como uma ampliação do universo criado no primeiro filme. Fontes ligadas à produção indicam que o tom será mais sombrio e psicológico, sem abrir mão da violência gráfica estilizada que marcou a obra original.

Elenco de peso e novas camadas de horror

Além do retorno de Samara Weaving (A Babá, Três Anúncios Para um Crime), o filme contará com Kathryn Newton (Freaky – No Corpo de um Assassino, The Society), Sarah Michelle Gellar (Buffy: A Caça-Vampiros, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado), Shawn Hatosy (Southland, Animal Kingdom), Néstor Carbonell (Lost, Bates Motel), Kevin Durand (The Strain, Legião), Olivia Cheng (Warrior, Marco Polo), Josh Lucas (Ford vs Ferrari, Poseidon), e ninguém menos que David Cronenberg (A Mosca, Crimes of the Future) e Elijah Wood (O Senhor dos Anéis, Maniac) — dois nomes reverenciados no cinema de gênero, agora atuando lado a lado em um projeto que promete ser tão imprevisível quanto brutal.

A presença de Cronenberg, mestre do horror corporal, levanta especulações sobre a abordagem estética e simbólica do novo capítulo. Elijah Wood, por sua vez, reforça a tendência de atores consagrados que migram para produções de gênero com propostas ousadas e inteligentes.

Do cult ao fenômeno: o legado de Casamento Sangrento

Lançado em 2019, Casamento Sangrento foi um dos maiores acertos do terror moderno ao unir crítica social, ironia afiada e uma protagonista marcante. A combinação de narrativa ágil, direção inventiva e uma estética visual refinada transformou o longa em um sucesso cult instantâneo. Agora, sete anos depois, a sequência surge como uma resposta ao apetite do público por histórias com personalidade e sangue pulsante.

A nova produção da 20th Century Studios busca não apenas atender às expectativas, mas superá-las, ampliando as discussões e a tensão de forma mais ambiciosa. A julgar pelo histórico da equipe criativa e do elenco, há todos os ingredientes para que Casamento Sangrento 2 entre para a lista das continuações de terror que realmente valem a pena.

Flavio de Souza, criador de “Castelo Rá-Tim-Bum”, reflete sobre legado da TV Cultura no “Provoca” desta terça (22/07)

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Na próxima terça-feira, 22 de julho de 2025, o “Provoca”, apresentado por Marcelo Tas na TV Cultura, recebe Flavio de Souza, um dos grandes nomes por trás da magia que encantou crianças e adultos com programas como Castelo Rá-Tim-Bum, Mundo da Lua e Rá Tim Bum. Em uma conversa que mistura memórias, curiosidades e reflexões, Flavio revela os ingredientes que fizeram desses programas eternos na memória do público, além de debater a importância da arte como experiência coletiva e transformadora.

Quando questionado sobre por que os programas da TV Cultura resistem ao tempo e continuam queridos, Flavio é direto: o sucesso veio do esforço apaixonado de equipes cheias de talento e entusiasmo. “Não foi sorte. Foi uma soma de pessoas dedicadas que queriam fazer o melhor, cada uma no seu papel”, explica. Essa combinação, segundo ele, resultou em um conteúdo que ultrapassou gerações e segue vivo graças à autenticidade e ao cuidado.

Flavio resgata uma história pouco conhecida: a criação do Castelo Rá-Tim-Bum surgiu a partir de uma dificuldade técnica enfrentada no Rá Tim Bum. Após o programa ganhar um prêmio internacional em Nova York e atrair olhares do mundo, a impossibilidade de dublar a atração — devido à mistura inseparável entre música e diálogo — levou Flavio e Cao Hamburger a criar algo novo. “Essa limitação virou oportunidade”, conta ele, “e assim nasceu o Castelo, com sua identidade própria, que encanta até hoje.”

Versatilidade em cena: do universo infantil ao humor da TV Globo

Poucos sabem que Flavio também atuou nos bastidores de um dos maiores sucessos do humor brasileiro: Sai de Baixo. Ele lembra o desafio de escrever para um gênero tão diferente do seu universo original. “Tive que aprender a fazer piada do zero, foi uma aventura louca”, admite. O resultado, surpreendentemente, foi um sucesso que o fez descobrir novas facetas como roteirista.

A arte além da função: alimento para o espírito coletivo

No diálogo final com Marcelo Tas, Flavio reflete sobre a arte como fenômeno que, mesmo sem função clara, tem um poder único de transformação. “Às vezes, parece um gasto inútil, algo que não serve para nada prático. Mas, quando é boa, ela nos alimenta de uma forma que não dá para medir”, diz. Para ele, a arte cria laços invisíveis entre pessoas desconhecidas, formando uma comunidade efêmera que enriquece a existência.

Resumo da novela História de Amor de hoje (13) – Casamento de Bianca e Daniel marca união

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No capítulo de História de Amor que vai ao ar neste sábado, 13 de setembro, Assunção (Nuno Leal Maia) encara um dos momentos mais dolorosos de sua trajetória ao ouvir do médico que sua paralisia é irreversível. O choque inicial o deixa abalado, mas, pouco a pouco, ele encontra forças para aceitar a realidade. Amparado por Valquíria (Cláudia Mauro), o ex-atleta decide transformar a própria dor em propósito, assumindo a missão de lutar pelos direitos das pessoas com deficiência. Unidos, Assunção e Valquíria iniciam uma nova etapa de vida, marcada pela superação e pela esperança de que suas escolhas possam inspirar outros. Enquanto isso, Xavier (Ricardo Petráglia) tem sua rotina virada de cabeça para baixo ao ganhar um carro importado em uma rifa. O prêmio, que parecia trazer apenas felicidade, logo gera discórdias dentro de casa: Marta (Bia Nunnes) insiste em vender o veículo para quitar dívidas, enquanto Ritinha (Ingrid Fridman) e o pai sonham em aproveitar o luxo e desfilar com o automóvel pelas ruas, criando um clima de disputa familiar carregado de humor e tensão.

A mansão de Daniel (José de Abreu) e Bianca (Maria Ribeiro) é palco de uma festa de casamento repleta de emoção, que celebra não apenas a união do casal, mas também o entrelaçamento de diferentes histórias de amor. No auge da celebração, Fábio (Guilherme Faro) surpreende ao pedir Soninha (Flávia Alessandra) em casamento diante de todos os convidados, arrancando aplausos e lágrimas. Pouco depois, a jovem pega o buquê da noiva, reforçando o simbolismo de que novos começos estão a caminho. A festa também traz momentos de ternura com outros casais, como Mariana (Monique Curi) e Renato (Marcelo Saback), Leozinho (Hugo Gross) e Lu (Anna de Aguiar), além de Wandinha (Cláudia Lira) e Fabrício (Fábio Junqueira), que aproveitam a noite como um marco de renovação afetiva.

Em meio à alegria, há também despedidas marcantes. Bruno (Cláudio Lins) decide seguir para os Estados Unidos em busca de novos horizontes e se despede com emoção de Joyce. A jovem, apesar da tristeza, assume um recomeço ao lado de Caio (Ângelo Paes Leme), com quem cria a filha dos dois, inaugurando uma fase de amadurecimento e responsabilidade. Antes de partir, Bruno ainda conversa com Marininha (Christine Fernandes), que lhe declara sua fidelidade e promete esperá-lo, deixando no ar a esperança de um reencontro futuro.

Você Bem Melhor deste sábado (16/08) conta a emocionante história de Arthur e o caminho até o diagnóstico raro

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O programa Você Bem Melhor, exibido pela TV Aparecida neste sábado, 16 de agosto de 2025, às 16h, promete emocionar os telespectadores ao contar a história de Arthur, um menino cuja infância foi marcada por desafios inesperados. Sob a condução do doutor Rodrigo Gurgel, a atração vai mostrar a luta de uma família em busca de respostas sobre a saúde e o desenvolvimento do filho.

Ainda nos primeiros anos de vida, os pais de Arthur notaram que algo não parecia caminhar como esperado. Movimentos simples, como correr e pular, demoravam mais para surgir. O menino, que nasceu em plena pandemia, também apresentava uma fala enrolada, dificultando a comunicação. No começo, os pais acreditaram que essa lentidão estivesse relacionada ao isolamento social, que reduziu estímulos e convivência. Mas, com o tempo, a preocupação cresceu.

Na escola, os professores reforçaram essa percepção, levantando a hipótese de que Arthur pudesse estar dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Foi o ponto de partida para uma investigação mais aprofundada.

Terapias, dúvidas e uma espera difícil

Com orientação médica, Arthur iniciou acompanhamento fonoaudiológico. Sua irmã, que também passou por tratamento semelhante, teve alta rapidamente. Já ele, não apresentava evolução no mesmo ritmo, o que aumentava a ansiedade da família.

A rotina passou a ser preenchida por consultas, terapias e exames. Cada ida ao consultório trazia esperança, mas também insegurança. Os pais conviviam com a difícil realidade de não ter respostas rápidas e de precisar lidar com a comparação natural em relação ao desenvolvimento de outras crianças.

A busca por respostas

Foi então que um neuropediatra decidiu investigar além do óbvio. Entre diversos exames realizados, estava o Exoma, um teste genético complexo que leva meses para revelar resultados. Durante quase um ano, a família viveu a angústia da espera, equilibrando fé, paciência e resiliência.

O diagnóstico, finalmente alcançado, trouxe não apenas clareza sobre a condição de Arthur, mas também novas perspectivas de cuidado e acolhimento. É esse processo de descoberta e aprendizado que será detalhado no programa, em uma conversa sensível conduzida por Rodrigo Gurgel, com a presença dos pais do menino.

Um relato que acolhe outras famílias

A história de Arthur não é isolada. Muitos pais enfrentam jornadas semelhantes, repletas de dúvidas, idas a médicos e incertezas sobre o futuro. Ao compartilhar sua experiência no Você Bem Melhor, a família abre espaço para um diálogo necessário sobre desenvolvimento infantil, saúde mental e a importância do diagnóstico precoce.

Vale a pena assistir A Grande Viagem Da Sua Vida? Um filme bonito, mas nem sempre funciona

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O cinema de fantasia romântica nos presenteou em 2025 com A Grande Viagem Da Sua Vida, dirigido por Kogonada e escrito por Seth Reiss. O filme reúne nomes de peso como Margot Robbie, Colin Farrell, Kevin Kline e Phoebe Waller-Bridge, e chegou aos cinemas do Brasil e Portugal em 18 de setembro pela Sony Pictures. Mas, apesar do elenco talentoso e da premissa intrigante, será que a obra realmente vale a pena?

A história é, à primeira vista, curiosa: David (Colin Farrell) tem seu carro guinchado e acaba em uma misteriosa “Companhia de Aluguel de Carros”, recebendo um Saturn SL 1994 com um GPS especial que o leva a uma sequência de viagens que misturam fantasia e introspecção. Ao longo do caminho, ele conhece Sarah (Margot Robbie), uma mulher cética sobre amor e relacionamentos, e juntos embarcam numa jornada que desafia a lógica, explorando memórias e arrependimentos.

A ideia é original, mas a execução nem sempre acompanha a ambição. A narrativa salta de uma fantasia para outra com tanta frequência que, em alguns momentos, o espectador se perde entre portas misteriosas, faróis no Canadá e estufas que remetem à infância de David. O roteiro de Seth Reiss aposta muito na metáfora e na emoção, mas deixa lacunas que podem irritar quem prefere uma história mais coesa e linear.

Atuação que salva a experiência

O ponto forte do filme é, sem dúvida, o elenco. Colin Farrell dá vida a David com vulnerabilidade e charme, equilibrando nostalgia e arrependimento. Margot Robbie brilha como Sarah, transmitindo ao mesmo tempo força, fragilidade e ceticismo emocional. A química entre os dois funciona como o fio condutor da narrativa, mantendo o público engajado mesmo quando a história se torna confusa.

Kevin Kline e Phoebe Waller-Bridge têm papéis menores, mas importantes para equilibrar o tom do filme. Kline oferece momentos de ternura paternal, enquanto Waller-Bridge adiciona humor sutil em meio à intensidade dramática. Sem essas atuações, o filme correria ainda mais risco de se perder em sua própria ambição.

Fantasia ou exagero?

O GPS mágico do carro é a principal ferramenta narrativa e, ao mesmo tempo, seu maior desafio. Ele conduz os protagonistas por locais surreais e emocionalmente carregados, desde portas misteriosas em florestas até reencontros com o passado. A ideia de usar um objeto cotidiano como catalisador para reflexões profundas é interessante, mas o filme exagera na quantidade de eventos fantasiosos, tornando-se, por vezes, cansativo.

A beleza visual é indiscutível: a fotografia, os cenários e o design de produção criam uma experiência estética de primeira linha. Mas quando a fantasia se sobrepõe à narrativa, perde-se o equilíbrio entre emoção e coerência, deixando o público mais confuso do que inspirado.

Romance com nuances reais

Apesar disso, A Grande Viagem Da Sua Vida acerta ao tratar do amor de forma honesta. David e Sarah não são personagens perfeitos; ambos têm falhas, arrependimentos e medos, o que os torna humanos. A jornada deles questiona expectativas irreais sobre relacionamentos e destaca a importância do perdão e da compreensão — tanto de si mesmo quanto do outro.

No entanto, o filme se torna indulgente com o sentimentalismo. Muitas cenas parecem calculadas para emocionar, e a combinação de flashbacks, viagens surreais e confrontos emocionais pode cansar. É um romance bonito, mas que exige paciência e disposição do público para aceitar o que, em outras mãos, poderia parecer excessivo ou desconexo.

Ousadia que nem sempre compensa

O maior mérito de Kogonada é a ousadia. Ele tenta algo diferente, combinando fantasia, romance e introspecção de forma quase poética. Mas essa ambição também é sua maior fraqueza. A história às vezes se perde em simbolismos e sequência de eventos sem muita lógica interna, e alguns momentos de emoção intensa não têm o mesmo impacto porque a narrativa exige demais do espectador.

O filme, em muitos momentos, se parece com uma série de vinhetas ligadas por um carro e um GPS, em vez de um arco coeso. Isso não significa que não haja momentos de brilho — existem, e são intensos — mas eles estão espalhados em um mar de experimentações que nem todos apreciarão.

Resumo da novela Cara e Coroa de sexta-feira, 02/05 (Viva)

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Foto: Reprodução/ Internet

Capítulo 223 de Cara e Coroa – Sexta, 02 de maio de 2025

A tensão cresce quando Mauro, furioso, percebe que o jornal deu apoio a Fernanda e não a ele, como esperava. Com os nervos à flor da pele, ele exige que Amorim vá até Fernanda e a traga até ele. A raiva de Mauro é visível, e ele está disposto a fazer o que for necessário para reverter a situação a seu favor, sem medir as consequências.

Enquanto isso, Mauro faz uma ligação para Antenor, pedindo que ele o ajude a resolver um problema urgente. Ele pede que Antenor leve dinheiro e sua filha, Belinha, até ele. A ansiedade de Mauro é palpável, e ele sabe que precisa de Belinha ao seu lado para garantir o que quer. A relação entre pai e filha se torna cada vez mais complexa, com segredos e manipulações no ar.

Dinda e Vivi, em um momento de confidência, discutem sobre a possibilidade de Belinha estar envolvida no quadro de Geninho. Elas trocam ideias sobre o que isso poderia significar, e uma sensação de alerta começa a pairar no ar. A preocupação com o destino de Belinha cresce à medida que as peças desse quebra-cabeça vão se encaixando.

Juan, em uma tentativa de evitar que Cacilda descubra o que está acontecendo em Porto do Céu, decide esconder o jornal. Ele sabe que, se Cacilda souber o que está acontecendo, pode decidir voltar para a cidade e colocar tudo a perder. A preocupação de Juan com a reação de Cacilda mostra o quanto ele está investido na situação, tentando controlar cada movimento com cautela.

Enquanto isso, Miguel descobre que Antenor saiu de casa sem dizer nada a ninguém e se preocupa com seu desaparecimento. A ausência repentina de Antenor levanta mais dúvidas e incertezas, deixando Miguel inquieto e com medo de que algo ruim tenha acontecido.

No meio dessa confusão, Geninho consegue convencer Belinha a voltar para casa. Ele a lembra da importância de salvar o avô e do papel crucial que ela pode desempenhar nesse momento crítico. Relutante, Belinha decide ceder e retornar, com a esperança de que suas ações possam fazer a diferença e garantir que seu avô receba a ajuda necessária.

A história ganha mais tensão quando Antenor chega ao encontro de Mauro, trazendo o dinheiro que ele lhe pediu. O encontro entre os dois homens é carregado de expectativa, e o que acontecerá a seguir pode mudar completamente o rumo dos acontecimentos. Cada passo dado por Mauro e Antenor parece ser uma peça importante no tabuleiro de poder e manipulação em Porto do Céu.

Reboot de Resident Evil estreia em 2026 com direção de Zach Cregger e abordagem inédita

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Foto: Reprodução/ Internet

A saga Resident Evil ganhará uma nova versão nos cinemas — e, desta vez, com uma proposta bastante distinta do que os fãs dos games estão acostumados. Em entrevista à revista SFX Magazine, o diretor e roteirista Zach Cregger (A Hora do Mal, Acompanhante Perfeita e Saindo do Armário) confirmou que o reboot cinematográfico não será completamente fiel aos jogos originais, optando por um caminho mais autoral, com foco em um terror psicológico enraizado em isolamento e tensão crescente.

Quando o filme chega nos cinemas?

Com estreia prevista para o dia 18 de setembro de 2026, o novo longa marca uma nova fase da franquia nas telonas. O roteiro é assinado por Cregger em parceria com Shay Hatten (Exército de Ladrões: Invasão da Europa e Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes), o que sinaliza uma narrativa que equilibra ação estilizada e atmosfera opressiva — características cada vez mais valorizadas nas produções contemporâneas de horror.

Uma história inédita no universo

Ainda sem título oficial divulgado, o novo filme não será uma reencenação direta dos eventos clássicos de Raccoon City. Segundo informações não confirmadas oficialmente, a trama será centrada em um entregador comum que, ao realizar uma entrega em um hospital remoto, acaba isolado no local após o surto de uma infecção letal. Sozinho e cercado por criaturas mutantes, o personagem precisa enfrentar horrores que desafiam tanto sua sobrevivência quanto sua sanidade.

O papel principal será vivido por Austin Abrams (O Estado das Coisas, A Química que Há Entre Nós, Euphoria e This Is Us), em um raro protagonismo que se distancia dos soldados e agentes especiais das adaptações anteriores. A escolha de Abrams reforça a proposta de Cregger de colocar o espectador na pele de um indivíduo comum, exposto a uma situação extraordinária — e absolutamente aterradora.

Responsável por um dos filmes de terror mais elogiados dos últimos anos, Noites Brutais, Zach Cregger é conhecido por seu domínio de atmosfera, construção de tensão e reviravoltas narrativas inesperadas. Agora, à frente de uma das maiores franquias do gênero, o cineasta promete uma releitura ousada, que dialoga com os temas clássicos de isolamento, mutação e desespero, mas sem depender de personagens icônicos ou fan service excessivo.

“A fidelidade total ao jogo não é o nosso foco. Estamos interessados em contar uma boa história — com identidade própria”, afirmou Cregger à SFX.

O que podemos esperar?

Após anos de diferentes abordagens cinematográficas — da ação exagerada da saga com Milla Jovovich ao revival nostálgico de Bem-Vindo a Raccoon City — o novo Resident Evil busca reposicionar a franquia no cenário do terror moderno. Ao invés de repetir fórmulas, o projeto investe em personagens inéditos, ambientação claustrofóbica e suspense psicológico, num esforço de reconexão com a essência do horror que consagrou os primeiros games.

Sessão da Tarde – Saiba qual filme vai passar nesta quarta-feira (13)

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Nesta quarta, 13 de agosto, a TV Globo exibe na tradicional Sessão da Tarde o filme brasileiro Um Tio Quase Perfeito 2, sequência da comédia familiar que conquistou o público em 2017. Com direção de Pedro Antônio Paes e roteiro de Sabrina Garcia, Rodrigo Goulart e Leandro Muniz, o longa retoma a história de Tony, um tio carismático e atrapalhado que, após abandonar a vida de trambiqueiro, tenta se transformar no herói da família e ganhar o coração dos sobrinhos Patricia, Valentina e João.

Mas a chegada de Beto, novo namorado da irmã Ângela, traz uma reviravolta à rotina pacata da casa e acende a chama da disputa por atenção e carinho, especialmente entre Tony e o intruso. Repleto de confusões, situações engraçadas e uma dose de drama familiar, o filme traz à tona questões universais como ciúmes, amor, aceitação e os desafios do convívio entre gerações diferentes.

O longa-metragem é mais que uma comédia leve e divertida. Ele reflete o jeito brasileiro de lidar com as relações familiares, misturando humor com temas cotidianos. Em um cenário onde o tio figura como um personagem quase lendário dentro do núcleo familiar, Tony representa o familiar imperfeito, mas com um coração gigante, que tenta ao máximo se redimir das falhas do passado para ser alguém digno da confiança e do afeto dos sobrinhos.

O filme é uma sequência que soube aproveitar a fórmula do sucesso do primeiro longa, de 2017, sem perder sua essência. A repetição do elenco principal e da equipe de produção trouxe naturalidade e coesão, elementos que ajudam o espectador a se conectar emocionalmente com os personagens e suas histórias.

Personagens que encantam e divertem

O grande destaque é, claro, Marcus Majella, que retorna ao papel de Tony com seu carisma único, trazendo uma mistura de ingenuidade, teimosia e bom humor. Tony é aquele tio quase perfeito, pois erra muito, se mete em confusões e não sabe como agir diante das mudanças da família, mas que se esforça para fazer o melhor por aqueles que ama.

Os sobrinhos, interpretados por Julia Svacinna (Patrícia), Sofia Barros (Valentina) e João Barreto (João), dão frescor e autenticidade ao filme, com personagens que transitam entre a inocência da infância e as primeiras descobertas da adolescência, criando cenas que os adultos reconhecem do seu próprio cotidiano familiar.

Letícia Isnard interpreta Ângela, a irmã de Tony, que, ao encontrar um novo amor em Beto (Danton Mello), vê seu mundo e o da família se transformar. Beto, por sua vez, surge como um personagem amável, mas que acaba despertando o ciúme do tio, gerando uma série de planos e estratégias cômicas para desmascará-lo, o que rende momentos hilários.

Ana Lúcia Torre, como a matriarca Cecília, imprime um tom de sabedoria e equilíbrio, sendo o alicerce que ajuda a amenizar os conflitos familiares, sempre com doses de humor e ternura.

Uma produção que valoriza o Brasil

As filmagens foram realizadas no Rio de Janeiro e região serrana, locais que não apenas servem de cenário, mas valorizam a identidade brasileira da produção. Locais como Petrópolis, Lagoa Rodrigo de Freitas, Laranjeiras e Ipanema são palco para cenas que mostram uma diversidade de ambientes, do urbano ao mais tranquilo, criando um panorama que o público local reconhece e o público de outras regiões admira.

A parceria entre Arpoador Audiovisual, Globo Filmes, Sony Pictures e Morena Filmes garantiu um trabalho com produção caprichada e qualidade técnica compatível com as melhores comédias familiares nacionais. Sob a direção experiente de Pedro Antônio Paes, conhecido por seu talento em comédias, o filme mantém um ritmo ágil e equilibrado, com piadas que funcionam para crianças e adultos.

Desafios do lançamento em meio à pandemia

Lançado em janeiro de 2021, o filme teve sua estreia marcada por um cenário desafiador: o fechamento temporário dos cinemas e as restrições causadas pela pandemia da COVID-19. Mesmo assim, o filme conseguiu atrair mais de 78 mil espectadores e arrecadar mais de R$ 1 milhão, números expressivos para uma produção nacional em tempos tão difíceis.

Além da bilheteria, o longa recebeu indicações importantes na 21ª edição do Grande Otelo, prestigiando sua qualidade nas categorias de Melhor Longa-metragem Infantil e Melhor Ator Coadjuvante para Danton Mello.

Mensagens que ficam para além das risadas

Embora seja uma comédia leve, o filme também traz mensagens valiosas sobre família, perdão e aceitação. Tony, apesar de suas falhas, mostra a importância do esforço para crescer, mudar e valorizar os vínculos afetivos. A convivência entre gerações, com suas desavenças e reconciliações, é representada com sensibilidade e humor, lembrando ao espectador que a família é feita de momentos imperfeitos, mas essenciais.

As crianças no elenco ajudam a transmitir a simplicidade e a pureza do amor familiar, enquanto os adultos mostram como é possível superar as diferenças e inseguranças quando a empatia prevalece.

O legado e a despedida de Eduardo Galvão

O filme também marca um momento especial para o público e para o cinema nacional: é um dos últimos trabalhos do ator Eduardo Galvão, que interpreta Gustavo, o pai ausente na trama. Sua morte em 2020, em decorrência da COVID-19, deixou uma lacuna na produção artística brasileira. A participação dele em Um Tio Quase Perfeito 2 traz um significado afetivo e simbólico, representando o valor da família e a importância de deixar um legado.

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