Avatar: Fogo e Cinzas revela primeira cena — e a nova vilã Varang surge como força brutal contra os filhos de Jake Sully

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A jornada épica de Pandora está prestes a entrar em sua fase mais sombria. Avatar: Fogo e Cinzas, o terceiro capítulo da monumental franquia de James Cameron, acaba de ter sua primeira cena revelada, trazendo os filhos de Jake Sully em confronto direto com a nova antagonista: Varang, interpretada por Oona Chaplin. A breve sequência, exibida durante uma apresentação interna da Disney, indica que o universo de Cameron está mais tenso, violento e emocional do que nunca — e que o luto que marcou o final de O Caminho da Água será apenas o começo.

Uma franquia que avança como um organismo vivo

James Cameron (Titanic, Avatar, O Exterminador do Futuro 2) — que dirige, produz, edita e coescreve o novo filme — repete a ousadia de sempre: construir uma trama que se desenrola como uma verdadeira ópera visual e emocional. A produção de Avatar: Fogo e Cinzas começou em 2017, filmada simultaneamente com Avatar: O Caminho da Água, num processo que o cineasta descreve como “um único grande filme de dez horas dividido em capítulos”.

Além de Cameron, o roteiro contou com a colaboração de Rick Jaffa e Amanda Silver (Planeta dos Macacos: O Confronto, Jurassic World), Josh Friedman (O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio) e Shane Salerno (Alien vs. Predador 2, Savages – Selvagens). Essa união criativa tornou a definição dos créditos particularmente complexa — afinal, todos trabalharam juntos na estrutura das próximas quatro sequências, sendo separados apenas no processo de refinamento dos roteiros individuais.

O elenco retorna quase completo: Sam Worthington (Fúria de Titãs), Zoe Saldaña (Guardiões da Galáxia), Sigourney Weaver (Alien – O Oitavo Passageiro), Stephen Lang (Não Respire), Joel David Moore (Dodgeball), CCH Pounder (Sons of Anarchy) e Matt Gerald (Demolidor).

A primeira cena revelada

A sequência apresentada mostra um grupo central para a franquia: os filhos de Jake e Neytiri, ainda vivendo sob o impacto da morte de Neteyam, que abalou profundamente a família Sully. O trecho destaca o clima de tensão crescente em Pandora e revela a primeira aparição de Varang, líder do chamado Povo das Cinzas.

Oona Chaplin surge completamente transformada, incorporando uma antagonista que não se limita à brutalidade física: Varang parece movida por crenças radicais sobre o futuro de Pandora e pela convicção de que Jake Sully destruiu o equilíbrio dos clãs ao interferir em conflitos que não lhe pertenciam.

Uma nova cultura e um novo tipo de guerra

O terceiro filme da saga introduz o Ash People (Povo das Cinzas), uma tribo Na’vi agressiva e militarizada, que vive em regiões que sofreram queimadas intensas — efeitos diretos da exploração humana. As consequências desse ambiente moldam sua cultura: um clã resistente, desconfiado, adaptado a um território devastado e acostumado a sobreviver em meio à destruição.

Varang, sua líder, fecha um acordo perigoso ao se aliar ao renascido Coronel Quaritch, vilão interpretado por Stephen Lang. Se em O Caminho da Água ele já demonstrava uma sede pessoal de vingança, agora encontra em Varang uma parceira estratégica — talvez a mais formidável que já enfrentou Jake Sully.

Um ano após o luto

A história se passa um ano depois da família Sully se estabelecer entre os Metkayina. O luto por Neteyam ainda reverbera nas relações entre Jake, Neytiri, Kiri, Lo’ak e Tuk, e essa ferida emocional se torna o motor dramático da trama.

Enquanto lidam com a perda, os Sully descobrem que a tensão política em Pandora tomou proporções alarmantes.
Com o Povo das Cinzas em ascensão e os humanos intensificando suas operações, um novo ciclo de violência se instala — e a família central do filme é empurrada novamente para o centro de uma guerra que parece não ter fim.

Quatro filmes planejados

James Cameron não esconde que está construindo uma saga de longo alcance. Depois de Fogo e Cinzas, os próximos dois filmes — Avatar: The Tulkun Rider (2029) e Avatar: The Quest for Eywa (2031) — já estão previstos e devem começar suas filmagens após a conclusão do terceiro.

Com estreia prevista para 19 de dezembro de 2025 (18 de dezembro no Brasil e em Portugal), o longa promete ampliar o escopo político, cultural e espiritual de Pandora, ao mesmo tempo em que mergulha em uma guerra inevitável entre os Na’vi e as forças humanas.

Domingo Legal de hoje (13): Naldo Benny disputa com Moranguinho no Passa ou Repassa, De Quem é Essa Mansão? e Quem Arrisca Ganha Mais

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Se o seu domingo anda meio sem graça, Celso Portiolli tem a receita certa: misture umas boas risadas, adicione famosos prontos pra levar torta na cara, salpique uns desafios malucos valendo uma bolada e finalize com uma pitada de invasão a mansões luxuosas. Resultado? Um Domingo Legal daqueles que viram assunto até na segunda-feira.

E já anota aí: é neste domingo, 13 de julho, a partir das 11h15, no SBT.

🍰 Passa ou Repassa – torta, grito e pagode

Celso solta o grito de guerra e o jogo começa pegando fogo. De um lado, o time azul com a influenciadora Moranguinho e os sertanejos Danilo & Davi, que prometem não só encarar o quiz, mas também levantar a plateia com seus hits.

Do outro, o time amarelo vem afiado com o cantor Naldo Benny, a atriz Carol Bresolin e o influenciador Marcelo Mesquita. Eles vêm com tudo — e com sede de… torta na cara alheia. Porque no Passa ou Repassa, o conhecimento importa, mas o reflexo salva.

🏰 De Quem é Essa Mansão? – luxo, mistério e zoeira com GPS

Esqueça o “Lar Doce Lar”. Aqui, o trio formado por Celso, Pedro Manso (Fala Silva) e Marlei Cevada (Mileide) entra nas casas mais chiques do Brasil como quem invade o camarim do Oscar: com câmera na mão, bom humor na bagagem e aquele jeitinho maroto de tirar o mistério do ar.

A missão é simples (mentira, não é): descobrir quem é o dono da mansão. A graça? Está em tudo: nos palpites errados, nos detalhes extravagantes e nas reações hilárias do trio mais intrometido (e amado) da televisão.

💰 Quem Arrisca Ganha Mais – vale tudo (menos desistir)

Tem gente que joga pra ganhar e tem gente que joga pra mudar de vida. No Quem Arrisca Ganha Mais, duas duplas encaram provas tensas e decisões que fazem suar as mãos — tudo por um prêmio que pode chegar a 100 mil reais.

Vale apostar alto? Vale. Mas também vale respirar fundo, pensar rápido e torcer pra sorte estar de bom humor.

💥 Até Onde Você Chega? – coragem vale ouro (ou melhor, milhão)

Esse é o quadro que separa os ousados dos muito ousados. Com provas que parecem ter saído de um reality show radical e prêmios que piscam os olhos de qualquer um, os participantes enfrentam o desafio da vida por um lugar ao sol — e até 1 milhão de reais no bolso.

Aqui, não tem roteiro: cada passo pode ser o último… ou o primeiro de uma nova vida.

🌟 Domingo com cara de festa, programa com alma de auditório

O Domingo Legal deste dia 13 não entrega só entretenimento — entrega uma tarde inteira de barulho bom: aquele que mistura família rindo no sofá, torcida gritando com a TV e a clássica pergunta: “será que essa casa é do Neymar?”

Com Celso Portiolli no comando, é certeza: você vai rir, torcer, se surpreender e, quem sabe, se inspirar. Afinal, num programa em que qualquer um pode virar milionário, tudo pode acontecer.

Primeiro pôster do anime Twisted-Wonderland revela universo sombrio e encantador

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Quando a gente pensa nos vilões da Disney, vem logo à mente aquelas figuras inesquecíveis — malvadas, poderosas e cheias de personalidade, que marcaram gerações. Mas e se essas figuras ganhassem uma nova chance de contar suas histórias, com mais profundidade e uma pitada de mistério? É exatamente isso que o universo de Twisted-Wonderland propõe, e agora, com o lançamento do primeiro pôster oficial do anime, essa jornada mágica começa a tomar forma diante dos nossos olhos.

Um mundo onde os vilões são protagonistas

Ao contrário do que se imagina, Twisted-Wonderland não é só uma releitura dos vilões clássicos da Disney, mas uma reinvenção. A história nos apresenta a Yuu, um personagem que, assim como o jogador no game original, é transportado para uma escola de magia chamada Faculdade Night Raven. Mas essa não é uma escola qualquer — seus sete dormitórios são inspirados em vilões famosos da Disney, cada um com seu próprio estilo, regras e segredos.

O charme de Twisted-Wonderland está justamente em dar vida a esses personagens sob uma perspectiva inédita. Eles deixam de ser simplesmente antagonistas para se tornarem jovens com desejos, dúvidas e sonhos. O anime, que agora começa a ser produzido, promete explorar essas facetas, dando voz e alma a cada um deles.

O pôster: a primeira porta para esse mundo encantado

O primeiro pôster do anime chegou como um convite visual que já entrega muito sobre o conteúdo série. Com uma paleta de cores que mistura tons sombrios a detalhes vibrantes, ele consegue transmitir o equilíbrio entre magia e mistério, luz e sombra, esperança e conflito.

Os personagens aparecem em poses que refletem suas personalidades complexas — desafiadores, enigmáticos, às vezes até ameaçadores, mas sempre cativantes. Para os fãs do jogo, é emocionante ver os designs que Yana Toboso, a criadora responsável também pelo famoso Black Butler, criou ganhando vida com tanta fidelidade e beleza.

Yana Toboso: a mente por trás da magia

Uma das razões para a qualidade e a profundidade da história é o talento de Yana Toboso. Sua experiência em contar histórias sombrias, ricas em nuances, faz com que o universo criado seja muito mais do que um simples cenário para aventuras — ele se torna um palco onde emoções complexas e conflitos internos ganham destaque.

Toboso está à frente do roteiro, do conceito original e do design dos personagens, garantindo que o anime mantenha a essência que conquistou tantos fãs no jogo e traga um frescor para o público que vai conhecê-lo pela primeira vez.

Do jogo para o anime: uma experiência que vai além

O jogo é conhecido por sua jogabilidade envolvente, que mistura aventura, estratégia e narrativa interativa. Os jogadores acompanham Yuu enquanto ele participa de aulas, enfrenta testes e desvenda mistérios dentro da Faculdade Night Raven, tudo isso enquanto constrói relacionamentos com os outros alunos.

Além disso, o sistema gacha do jogo permite que os jogadores coletem personagens, cada um com habilidades únicas, e desenvolvam suas forças para enfrentar desafios diários. A novidade do “Quarto de Hóspedes”, introduzida em 2022, permite uma interação ainda maior, criando um ambiente onde os fãs podem personalizar seus espaços e se sentir mais próximos dos personagens.

Transformar essa experiência em um anime é uma oportunidade de levar essas histórias a um novo patamar, usando a linguagem da animação para aprofundar sentimentos, destacar nuances de personalidade e tornar as cenas de magia e ação ainda mais impactantes.

A história que prende o coração

No centro da trama, o personagem Yuu se vê perdido em um mundo estranho e mágico, sem lembrar como chegou ali. Recebido pelo diretor da escola, Crowley, ele começa a aprender sobre esse universo fascinante e perigoso. A missão de se adaptar e descobrir um caminho para casa se mistura com os desafios da vida escolar, incluindo incidentes como a quebra de um lustre mágico durante uma briga com outros alunos — um evento que desencadeia uma busca por consertar o erro e evitar a expulsão.

Essa mistura de drama, aventura e humor cria um ambiente onde os personagens se revelam em suas complexidades e contradições, e onde a magia é apenas uma parte da jornada de crescimento e autoconhecimento.

O que podemos esperar do anime?

A produção do anime pelo estúdio Troyca e a colaboração entre Aniplex e Walt Disney Japan são sinais claros do cuidado e investimento nesse projeto. A música tema, já conhecida pelos fãs do jogo, promete trazer ainda mais emoção para a experiência. Com o pôster liberado, os fãs já podem sentir a energia do que está por vir: uma adaptação que respeita o material original, mas que também se permite explorar novas possibilidades narrativas e visuais.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta terça-feira, 13 de janeiro, na TV Globo

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A Sessão da Tarde desta terça-feira, 13 de janeiro de 2026, aposta novamente na emoção ao exibir Quatro Vidas de um Cachorro, um filme que convida o público a enxergar a vida sob um ponto de vista diferente, sensível e profundamente afetivo. Mais do que uma aventura protagonizada por um animal carismático, o longa é uma reflexão delicada sobre pertencimento, lealdade e o impacto que pequenos gestos podem ter ao longo de uma existência inteira.

Lançado em 2017 e dirigido por Lasse Hallström, cineasta conhecido por sua habilidade em contar histórias humanas e tocantes, o filme parte de uma ideia simples e poderosa: e se um cachorro pudesse voltar várias vezes à Terra, em corpos diferentes, para cumprir sua missão? A cada nova vida, o protagonista renasce com outra aparência, outra família e outros desafios, mas carrega consigo algo que o tempo não apaga: a memória emocional de quem ele amou.

Na sua primeira vida, o cachorro encontra Ethan, um garoto solitário que cresce ao seu lado. A relação entre os dois se constrói de forma natural, marcada por brincadeiras, cumplicidade e uma amizade que vai além das palavras. Mesmo quando a vida adulta afasta Ethan de sua cidade natal, o vínculo criado com o animal permanece como uma das lembranças mais importantes de sua trajetória. Esse amor inicial se torna o norte emocional de todas as reencarnações seguintes.

Ao retornar em novos corpos, o cachorro passa a conviver com pessoas muito diferentes entre si. Em cada fase, ele aprende algo novo: como oferecer conforto a quem sofre, como proteger aqueles que ama e como, muitas vezes, estar presente já é suficiente para mudar o dia de alguém. O filme alterna momentos de humor leve, causados pela curiosidade e ingenuidade do animal diante do mundo, com cenas emocionantes que falam sobre perda, envelhecimento e despedidas inevitáveis.

Um dos grandes diferenciais da narrativa é permitir que o público acompanhe os pensamentos do cachorro. Sua visão é simples, direta e honesta, o que torna a história ainda mais próxima do espectador. Questões complexas da vida humana são filtradas por esse olhar puro, transformando o filme em uma experiência acolhedora, capaz de tocar crianças, adultos e, especialmente, quem já viveu a relação intensa entre um animal de estimação e seu dono.

O elenco contribui para dar profundidade à trama. Dennis Quaid interpreta Ethan na fase adulta, transmitindo com sensibilidade as marcas que o passado deixou em sua vida. Britt Robertson, K.J. Apa e John Ortiz aparecem em momentos importantes da história, representando personagens que, mesmo sem perceber, são transformados pela presença do cachorro. Cada encontro reforça a ideia central do filme: algumas relações são breves, mas deixam marcas permanentes.

Apesar do tom caloroso e otimista, Quatro Vidas de um Cachorro também carrega uma história fora das telas que gerou polêmica. Antes de sua estreia, vídeos divulgados mostraram um cachorro sendo forçado a gravar uma cena em um tanque de água, o que causou indignação nas redes sociais e levantou debates sobre o tratamento de animais em produções cinematográficas. O caso levou a investigações e a posicionamentos públicos da equipe e da produtora.

O diretor Lasse Hallström afirmou posteriormente que não presenciou a situação e se disse profundamente perturbado ao tomar conhecimento das imagens. A produção garantiu que o animal estava bem e que a cena não foi utilizada da forma como havia sido divulgada. Ainda assim, o episódio marcou a recepção do filme e reforçou a necessidade de maior transparência e cuidado em sets que envolvem animais.

Mesmo com as controvérsias, o longa encontrou um público fiel e emocionado, tornando-se um sucesso entre famílias e amantes de histórias com animais. O impacto foi tão grande que o filme ganhou uma continuação, lançada em 2019, que aprofunda ainda mais os laços emocionais apresentados no primeiro capítulo da história.

“Eita, Lucas!” exibe edição especial gravada em Itabuna neste sábado (19/07), com show de Felipe Amorim

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Neste sábado, 19 de julho de 2025, às 15h30, o SBT exibe uma edição especial do programa “Eita, Lucas!”, apresentado por Lucas Guimarães, diretamente de Itabuna, no sul da Bahia. A atração, que se firmou como uma das mais humanizadas da televisão aberta nos últimos anos, aposta novamente em sua fórmula de sucesso: emoção genuína, histórias de superação e a alegria de transformar vidas com prêmios, visibilidade e respeito.

Gravado em clima de festa e acolhimento, o episódio traz protagonistas que representam o que há de mais verdadeiro no povo brasileiro: resiliência, fé, senso de humor e amor pela vida, mesmo em meio às adversidades. Além disso, conta com a participação musical do cantor Felipe Amorim, que leva seus sucessos para animar o público direto da Arena.

Um palco para vidas invisibilizadas

A proposta do “Eita, Lucas!” vai além do entretenimento. Ao trazer para o centro da cena pessoas comuns com histórias extraordinárias, o programa rompe com a lógica do espetáculo superficial e coloca a empatia como força motriz. A cada novo episódio, Lucas Guimarães — influenciador, empresário e agora comunicador — usa sua espontaneidade e generosidade para criar espaços de escuta e valorização da vida real.

“Eu acredito profundamente que todo mundo carrega uma história que merece ser contada. Meu papel aqui não é só distribuir prêmios, mas reconhecer trajetórias, dores, vitórias e afetos. É mostrar que cada vida importa”, afirmou Lucas nos bastidores da gravação em Itabuna.

Tiago: o gari que dança contra o preconceito

Um dos destaques da edição deste sábado é Tiago, um gari que ficou conhecido por seus vídeos espontâneos nas redes sociais. Em meio à rotina pesada da coleta de lixo nas ruas de Itabuna, ele e seus colegas encontraram um modo inusitado de enfrentar o cansaço: a dança.

Gravando vídeos improvisados entre um ponto e outro, os garis passaram a compartilhar cenas de alegria, brincadeiras e coreografias que rapidamente viralizaram. Tiago, com seu sorriso largo e carisma magnético, tornou-se símbolo de uma geração que, mesmo enfrentando preconceitos e dificuldades estruturais, escolhe resistir com leveza.

Mas nem tudo são aplausos. Em um depoimento emocionante, ele conta que, por trás das câmeras, a realidade é dura: “As pessoas nos olham com desdém. Já escutei de tudo. Mas o que me move é saber que, com nosso trabalho, a cidade fica melhor. E se posso levar alegria também, então meu esforço vale em dobro”, disse, emocionado.

No quadro “Lucas por Aí”, Tiago e seus colegas serão surpreendidos com a chance de disputar prêmios que podem chegar a R$ 10 mil, em uma dinâmica cheia de brincadeiras, carinho e reconhecimento.

Neide da Tapioca Chique: sonho de Paris com gosto de resistência

Outra história comovente que o programa traz nesta edição é a de Neide, conhecida como “Neide da Tapioca Chique”, moradora de Jaboatão dos Guararapes (PE). Com uma barraca de tapiocas cor-de-rosa montada à beira-mar, ela virou personagem querida de turistas e moradores locais, não só pelo sabor de seus quitutes, mas pelo brilho nos olhos e pelas histórias que conta.

Aos 53 anos, Neide sustenta a família com muito esforço. Acorda antes do sol nascer, prepara a massa artesanalmente e monta sua barraca todos os dias. Seu maior sonho? Conhecer Paris, a cidade das luzes. “Quando vejo fotos, sinto que tenho algo lá. É uma vontade que nem sei explicar. Mas sei que é quase impossível”, disse, antes de ser surpreendida.

Ela acreditava estar participando de uma simples reportagem para a TV Jornal, afiliada do SBT em Pernambuco. Mas quem chega é Lucas Guimarães, com microfone na mão e um convite que muda tudo: participar do “Carona da Sorte”, quadro do programa que distribui prêmios e oportunidades inesperadas para pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade.

O momento é puro impacto. Neide desaba em lágrimas, abraça Lucas e repete: “Eu nunca fui sorteada pra nada. Nunca imaginei algo assim.” No decorrer do quadro, o público vai acompanhar sua trajetória, os desafios enfrentados e a energia contagiante dessa mulher que transformou uma tapioca em símbolo de resistência cultural e afetiva.

Música e celebração com Felipe Amorim

A emoção tem companhia musical nesta edição especial. O cantor Felipe Amorim, fenômeno do piseiro e do pop nordestino, se apresenta diretamente da Arena com seus maiores sucessos. Com uma base fiel de fãs e presença explosiva no palco, Felipe tem levado a música popular para novos espaços, misturando ritmos e conectando gerações.

Sua participação no “Eita, Lucas!” é mais do que um show: é uma celebração da cultura popular e da força que brota da periferia, dos bairros, das ruas e das feiras. A performance é pensada para integrar o conteúdo do programa, embalando os quadros com ritmo, empolgação e alegria.

Representatividade que toca o coração

Desde sua estreia, o “Eita, Lucas!” tem se destacado por uma linguagem acessível, mas emocionalmente potente. O programa não tenta esconder a vulnerabilidade dos participantes, nem explora o sofrimento com sensacionalismo. Pelo contrário, aposta na resignificação do cotidiano, com carinho, acolhimento e humor.

Lucas Guimarães vem se consolidando como um apresentador empático e autêntico, capaz de criar vínculos com o público e com os convidados. Com origem simples e trajetória marcada por superação, ele carrega a autoridade de quem também já sentiu na pele o peso do julgamento e a força da esperança.

“A gente está aqui pra mostrar que todo mundo tem valor. A TV precisa abrir espaço pra quem não aparece, pra quem batalha, pra quem não desiste. Esse é o nosso compromisso”, disse Lucas, em conversa com a produção.

Dica na Reserva Imovision – Em Rumo a Uma Terra Desconhecida é um drama palestino que revela o custo invisível da esperança

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Já disponível no catálogo da Reserva Imovision, o premiado drama Em Rumo a Uma Terra Desconhecida (Vers Un Pays Inconnu) lança um olhar potente e profundamente humano sobre os impactos da crise migratória contemporânea. Dirigido pelo cineasta Mahdi Fleifel, o longa é uma narrativa austera, sensível e corajosa sobre dois jovens palestinos que apostam tudo na chance de recomeçar.

Aclamado em mais de 100 festivais internacionais, incluindo a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, o filme é um dos destaques recentes do cinema autoral europeu e se destaca por sua capacidade de traduzir em imagens o que tantas vezes se esconde nas estatísticas: o drama silencioso da esperança em exílio.

A história gira em torno de Chatila e Reda, primos que vivem como refugiados em Atenas. Cercados por instabilidade, burocracia e invisibilidade social, os dois buscam um novo começo na Alemanha. Para isso, decidem juntar recursos para comprar passaportes falsos — uma decisão que os leva a confrontar não apenas os perigos do submundo migratório, mas também dilemas éticos e perdas emocionais profundas. Quanto custa atravessar uma fronteira? E o que se deixa para trás quando se tenta reconstruir a própria vida?

Fleifel constrói o filme com sobriedade e realismo, sem apelar ao melodrama. Seus personagens não são símbolos idealizados, mas pessoas de carne e osso — movidas por fé, frustração, medo e desejo. A câmera, muitas vezes inquieta e próxima dos rostos, nos obriga a testemunhar cada escolha com desconforto e empatia.

Com 95 minutos de duração, o longa é uma experiência intensa, que propõe ao espectador um mergulho na intimidade daqueles que vivem à margem — não por escolha, mas por necessidade. Mais do que uma crítica social, Em Rumo a Uma Terra Desconhecida é um chamado à escuta, à reflexão e à humanidade.

Filme live-action de Elden Ring confirmado pela Bandai Namco; Kit Connor pode ser o protagonista

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O universo fascinante e sombrio de Elden Ring, um dos jogos mais aclamados dos últimos anos, está prestes a ganhar vida nas telas de cinema. A Bandai Namco, detentora dos direitos do game, confirmou oficialmente que a produção de um filme live-action baseado no título está em andamento — e já surgem rumores interessantes sobre o elenco principal.

De acordo com o portal Deadline, o diretor britânico Alex Garland, conhecido por suas obras instigantes como Ex Machina (2014) e Aniquilação (2018), está à frente do projeto e tem um nome preferido para o papel principal: Kit Connor. O jovem ator, que conquistou o público na série Heartstopper da Netflix, chamou a atenção de Garland por sua versatilidade e presença marcante. Além disso, os dois trabalharam juntos recentemente no longa Tempo de Guerra, lançado em 2025, o que pode facilitar ainda mais a parceria neste novo projeto.

A produção ficará a cargo da prestigiada A24, uma das produtoras mais celebradas do cinema contemporâneo, responsável por títulos independentes e autorais que conquistaram público e crítica, como Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo e Hereditário. A escolha da A24 reforça a expectativa de que o filme de Elden Ring não será uma adaptação tradicional, mas sim uma obra que explora com profundidade a atmosfera sombria, os dilemas existenciais e a mitologia complexa que o jogo constrói.

Até o momento, o longa não tem previsão de lançamento, nem detalhes oficiais sobre o roteiro, elenco completo ou cronograma de filmagens. O que se sabe é que a narrativa deverá captar a essência do mundo criado pela FromSoftware, em colaboração com o escritor George R. R. Martin, cuja participação ajudou a enriquecer a mitologia e os personagens do jogo.

O anúncio do filme movimenta a comunidade gamer e os fãs de adaptações cinematográficas, que esperam uma produção de qualidade capaz de traduzir a densidade e o desafio do game para as telonas, ao mesmo tempo em que oferece uma experiência visual e narrativa memorável para o público geral.

Com Alex Garland à frente da direção, Kit Connor possivelmente no elenco principal e o selo de qualidade da A24, o filme de Elden Ring tem tudo para ser um dos lançamentos mais aguardados dos próximos anos, não apenas para os fãs do jogo, mas também para os amantes do cinema de fantasia e suspense.

Estrelado por Sylvester Stallone e Isis Valverde, Código Alarum ganha trailer

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Brigitte reacts to the plane

A estreia de Código Alarum, novo thriller de ação dirigido por Michael Polish, está marcada para o dia 27 de março nos cinemas brasileiros, com distribuição da Imagem Filmes. O longa, que promete emocionar e prender o público do início ao fim, tem como grande atrativo um elenco de peso liderado por Sylvester Stallone, Scott Eastwood, Willa Fitzgerald e Isis Valverde, além de uma trama cheia de tensão e reviravoltas.

A história segue Joe (Scott Eastwood) e Lara Travers (Willa Fitzgerald), dois assassinos profissionais que decidem se afastar do mundo do crime e buscar uma vida pacífica em uma cabana isolada. No entanto, a tentativa de recomeço do casal é interrompida quando eles encontram um pen drive contendo informações confidenciais que podem abalar a segurança da inteligência global. Quando a notícia sobre o dispositivo vaza, Joe e Lara se tornam alvos de uma caça internacional implacável. A missão de capturá-los é liderada por Chester (Sylvester Stallone), um agente da CIA determinado e sem escrúpulos, tornando a sobrevivência do casal cada vez mais difícil.

Um dos destaques do filme é a atuação de Isis Valverde, que marca sua estreia internacional interpretando Bridgette, uma espiã cheia de mistérios e segredos. Sua personagem promete adicionar camadas de complexidade à trama, trazendo uma combinação de astúcia e coragem que vai conquistar o público.

Sob a direção de Michael Polish, conhecido por seu talento em criar tensão, como em Sonhando Alto e A Força da Natureza, Código Alarum traz não apenas cenas de ação vertiginosas, mas também momentos emocionais profundos, que equilibram o ritmo frenético do filme. A estética sombria e claustrofóbica adotada pelo diretor intensifica o suspense, mantendo os espectadores na ponta da cadeira até o último minuto.

TV Aparecida exibe documentário inédito sobre Carlo Acutis, o primeiro santo da geração millennial

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Neste domingo, 27 de julho, às 16h, o programa Cine Família, da TV Aparecida, convida os brasileiros a fazer uma pausa na rotina e se emocionar com uma história real que tem inspirado pessoas do mundo inteiro — especialmente os jovens. O canal exibe, pela primeira vez na televisão aberta do país, o documentário “O Céu Não Pode Esperar”, uma produção espanhola que retrata a breve e luminosa vida de Carlo Acutis, o adolescente ítalo-britânico que será canonizado em setembro e se tornará o primeiro santo da geração millennial.

Carlo não viveu muito tempo — faleceu aos 15 anos, vítima de uma leucemia fulminante —, mas seu legado tem atravessado fronteiras, gerações e idiomas com uma força impressionante. E talvez o mais curioso: ele usou justamente a internet, esse espaço tão cheio de distrações, para falar sobre fé, amor e espiritualidade.

Uma santidade surpreendentemente moderna

Carlo nasceu em Londres, em 1991, mas cresceu em Milão. Era um adolescente como tantos outros: gostava de tecnologia, jogava videogame, adorava programar e sabia navegar com maestria pela internet. Mas havia algo em sua personalidade que o diferenciava. Ainda criança, começou a ir à missa por vontade própria, rezava o terço todos os dias e tinha uma ligação profunda com a Eucaristia.

Na era das redes sociais, dos vídeos curtos e da pressa, Carlo parecia caminhar na contramão — ou melhor, transformar esses meios em pontes para algo maior. Criou um site com mais de 100 milagres eucarísticos reconhecidos pela Igreja, organizou exposições virtuais e presenciais, e fez da tecnologia um instrumento de evangelização.

Ele dizia que “a internet não é ruim por si só; é como um carro: pode ser usado para ir a lugares maravilhosos ou para se perder”. E Carlo claramente escolheu o caminho certo.

A fé que brilhou até o fim

Em 2006, Carlo foi diagnosticado com leucemia. Não houve tempo para longos tratamentos ou despedidas elaboradas. Em pouco tempo, ele partiu. Mas o que mais impressiona é a forma como ele enfrentou a doença: sem revolta, sem medo. Ele ofereceu seu sofrimento “pela Igreja, pelo Papa e pelas almas”.

Suas últimas palavras foram simples, mas poderosas: “Estou feliz por morrer porque não desperdicei um minuto sequer da minha vida com coisas que não agradam a Deus”. Palavras de um menino que compreendia, como poucos, o valor da vida.

Um documentário que emociona

Dirigido por José María Zavala, o documentário “O Céu Não Pode Esperar” traz mais do que uma biografia. Ele costura depoimentos sinceros de amigos, familiares e jovens tocados pela vida de Carlo, com reencenações delicadas e imagens reais. Tudo é feito com respeito, emoção e verdade. Não é uma produção grandiosa em efeitos, mas sim em significado.

Assistir ao filme é como folhear um diário cheio de fé, onde cada página revela um pouco mais sobre esse jovem que falava de Deus sem soar distante ou moralista. Carlo não pregava com palavras difíceis. Ele vivia a fé com naturalidade — e isso, por si só, tocava profundamente quem estava ao seu redor.

O documentário mostra que a santidade não está reservada a monges em mosteiros ou a grandes figuras da história. Ela pode estar, sim, em um garoto de camiseta, jeans e tênis, que ama seu computador e também ama Jesus.

O jovem que virou inspiração global

Desde sua beatificação, em 2020, o nome de Carlo Acutis tem ecoado com força em escolas, paróquias e nas redes sociais. Ele se tornou um símbolo para a juventude católica. Seu rosto estampa camisetas, murais e até perfis no TikTok. Não como uma celebridade, mas como um exemplo real de que é possível viver com fé sem abrir mão de ser jovem.

A canonização de Carlo está marcada para 7 de setembro de 2025, no Vaticano, durante o Jubileu dos Jovens, e será presidida pelo Papa Leão XIV. É a primeira vez que um jovem nascido nos anos 1990 será reconhecido oficialmente como santo pela Igreja. Um momento histórico — e profundamente simbólico.

E o Brasil tem um laço muito especial com essa história: o milagre que possibilitou sua beatificação ocorreu com um menino de Mato Grosso do Sul, curado inexplicavelmente após a intercessão de Carlo.

O céu não pode esperar — e nós também não

A escolha da TV Aparecida de exibir esse documentário em sua programação dominical não poderia ser mais acertada. Em um tempo em que tantas famílias enfrentam incertezas, crises de fé e desencontros geracionais, assistir a “O Céu Não Pode Esperar” é quase um respiro. É um lembrete de que ainda é possível acreditar em algo maior — e de que essa crença pode nascer em qualquer lugar, até mesmo na tela de um computador.

O programa Cine Família, sempre às 16h dos domingos, já tem um público fiel. E este episódio, em especial, promete tocar corações. É daqueles filmes para assistir com os filhos, com os pais, com o coração aberto. Sem julgamentos, sem pressa. Com esperança.

Mais do que um santo: um amigo espiritual

Para muitos jovens, Carlo não é só um modelo de fé. Ele virou um amigo invisível, uma presença constante. Em tempos em que tantos se sentem sozinhos ou sem direção, saber que alguém como Carlo existiu — e continua a interceder — é um conforto imenso.

Ele não era perfeito. Tinha seus erros, suas distrações, suas lutas. Mas escolheu viver com propósito. Escolheu não desperdiçar a vida. E agora, sua história se espalha pelo mundo, não como um conto distante, mas como algo próximo, possível.

Domingão com Huck deste domingo (13) apresenta novas temporadas de Pequenos Gênios e Quem Vem Pra Cantar

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O Domingão com Huck deste domingo (13) está recheado de emoção, talento e momentos inesquecíveis. Sob o comando de Luciano Huck, a atração traz de volta a disputa mais fofa — e inteligente — das tardes de domingo, além de uma edição emocionante do quadro Quem Vem Pra Cantar, com a participação especial de Rita Batista.

🧠 Conhecimento e carisma no palco: começa a disputa entre crianças com altas habilidades

O palco do programa se transforma em uma arena de saber no primeiro episódio da competição que reúne crianças com altas habilidades de diversas regiões do Brasil. Com idades entre 8 e 13 anos, os participantes enfrentam desafios complexos, cheios de raciocínio rápido, lógica e trabalho em equipe — sempre com leveza e muita personalidade.

Nesta estreia, o público conhece os primeiros competidores: o time Soinegirt, formado por Isabella, Pietro e Davi Luiz, e o time Iluminados, com Dante, João Gabriel e Lara. A disputa, além de emocionante, celebra a inteligência e a diversidade dos talentos brasileiros.

🎤 Emoção no ar: Rita Batista vive surpresa musical

O clima de emoção toma conta do estúdio com o quadro Quem Vem Pra Cantar. A convidada da vez é Rita Batista, apresentadora do É de Casa, que revive momentos marcantes de sua trajetória pessoal e profissional. Mas o ponto alto do quadro é o dueto inesperado com uma pessoa muito especial em sua vida.

Guiada por pistas enigmáticas e dicas de Luciano Huck, Rita tenta descobrir quem está por trás do telão. O reencontro é cercado de afeto, música e memórias, em um momento de pura conexão que promete surpreender e emocionar o público.

Um domingo para sorrir, torcer e se emocionar

Com uma combinação de diversão, conhecimento e histórias de vida que tocam o coração, o Domingão com Huck deste domingo mostra, mais uma vez, por que é uma das atrações mais queridas da televisão brasileira. Prepare-se para se encantar com a inteligência das crianças, se surpreender com as revelações e se emocionar com os encontros.

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