O Senhor dos Anéis: Sombra do Passado é anunciado e vai explorar história inédita após a trilogia original

Um novo filme ambientado no universo de O Senhor dos Anéis está oficialmente em desenvolvimento. Intitulado “Sombra do Passado”, o projeto foi anunciado por Peter Jackson e Stephen Colbert, que também participa diretamente da criação da história. O longa-metragem ainda não possui previsão de estreia, mas deve iniciar sua produção após A Caçada a Gollum, filme que abre essa nova fase da franquia e chega aos cinemas norte-americanos em 17 de dezembro de 2027, com direção de Andy Serkis.

O novo filme se passa cerca de 14 anos após os acontecimentos de O Retorno do Rei. A narrativa acompanha Samwise Gamgee, Merry e Pippin em uma nova jornada, que retoma caminhos percorridos na aventura original, agora sob outro contexto. O enredo se concentra nas consequências deixadas pela Guerra do Anel e em como esses personagens lidam com o que viveram. A história também introduz Elanor, filha de Sam, que assume papel central ao descobrir informações que colocam em dúvida a dimensão da vitória sobre Sauron. A revelação aponta que o conflito esteve mais próximo de um desfecho diferente do que se acreditava.

A ideia do filme teve origem em uma conversa entre Stephen Colbert e Peter Jackson, realizada cerca de dois anos atrás. Colbert sugeriu explorar o período posterior à partida de Frodo Baggins da Terra-média, direcionando a narrativa para personagens que permaneceram. A proposta evoluiu para um roteiro assinado por Colbert, seu filho Peter McGee e Philippa Boyens, que já havia trabalhado nos roteiros da trilogia original. Peter Jackson retorna como produtor, ao lado de Fran Walsh e Boyens, mantendo a base criativa responsável pelos filmes anteriores.

Qual é o papel de “A Caçada a Gollum”?

Antes de “Sombra do Passado”, a franquia dará continuidade com A Caçada a Gollum. O longa será dirigido por Andy Serkis, que também retorna ao papel do personagem-título. Com estreia marcada para dezembro de 2027, o filme será o primeiro dentro dessa nova fase e deve estabelecer o tom das próximas produções ambientadas na Terra-média. A produção conta com o envolvimento de Warner Bros. Pictures e New Line Cinema.

Qual foi o impacto da trilogia original?

Os novos projetos retomam um universo que já teve forte impacto no cinema. A trilogia dirigida por Peter Jackson, composta por The Fellowship of the Ring, The Two Towers e The Return of the King, foi filmada simultaneamente na Nova Zelândia e se tornou referência em escala de produção. Os três filmes arrecadaram mais de US$ 2,9 bilhões em bilheteria mundial e conquistaram 17 prêmios Oscar, incluindo Melhor Filme para “O Retorno do Rei”. O resultado consolidou a obra de J. R. R. Tolkien como um dos principais pilares da fantasia no audiovisual.

O que muda nessa nova fase?

“Sombra do Passado” adota uma abordagem diferente em relação às adaptações anteriores. Em vez de adaptar diretamente os livros, o filme trabalha com histórias originais dentro do universo da Terra-média, mantendo personagens conhecidos e expandindo eventos não explorados anteriormente. Até o momento, não há confirmação de elenco ou direção para o longa. A produção deve avançar após o início das filmagens de “A Caçada a Gollum”, dando continuidade ao planejamento de novos filmes ambientados no mesmo universo.

Série de Harry Potter revela primeira imagem e reforça investimento bilionário da HBO em nova adaptação

A nova série baseada no universo de Harry Potter deu um passo importante rumo à sua estreia. Após meses cercada por expectativas e poucas informações visuais, a produção divulgou sua primeira imagem oficial, oferecendo ao público um vislumbre inicial da nova abordagem da história que marcou gerações.

O material apresenta Dominic McLaughlin já caracterizado como Harry Potter, sinalizando o tom da adaptação e iniciando, de fato, a comunicação mais direta com os fãs. A imagem chega em um momento estratégico, quando as filmagens da primeira temporada entram em sua fase final, consolidando o avanço de um projeto que promete se tornar um dos maiores da televisão na próxima década.

Produzida pela HBO em parceria com a Warner Bros. Television, a série nasce com uma proposta ambiciosa: adaptar os livros de J. K. Rowling com mais fidelidade e profundidade do que foi possível nos cinemas.

Como será a nova série de Harry Potter?

Diferente da franquia cinematográfica, que precisou condensar os acontecimentos em longas de duração limitada, a série pretende explorar cada livro ao longo de uma temporada inteira. A primeira fase será baseada em “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, acompanhando a descoberta do mundo mágico sob o olhar de um garoto que cresce sem conhecer sua própria história.

A ideia é desenvolver com mais calma personagens, relações e subtramas que, nos filmes, acabaram reduzidas ou deixadas de lado. Esse formato também abre espaço para uma construção mais detalhada do universo de Hogwarts, desde as aulas até os conflitos internos que cercam os estudantes e professores.

Outro ponto que chama atenção é o planejamento de longo prazo. Executivos da Warner Bros. Discovery já indicaram que a série pode se estender por até dez anos, acompanhando a evolução natural dos personagens. Trata-se de um compromisso raro, que exige consistência criativa e estabilidade de produção ao longo do tempo.

Investimento milionário

A grandiosidade do projeto também se reflete no investimento. Durante uma conferência internacional, a executiva Sarah Aubrey afirmou que a série recebeu um aporte financeiro acima do padrão adotado pela empresa. Segundo ela, trata-se de uma produção especial, com um nível de prioridade que poucas obras recebem.

Embora os números oficiais não tenham sido confirmados, estimativas apontam que cada episódio pode ultrapassar os 60 milhões de dólares. Esse valor posiciona a série entre as mais caras já produzidas, reforçando a intenção da HBO de transformar “Harry Potter” em um de seus principais ativos para o futuro.

As gravações acontecem nos estúdios Leavesden, na Inglaterra, local emblemático para a franquia, além de diversas locações externas que ajudam a ampliar a sensação de imersão. A produção também conta com uma estrutura própria para atender o elenco jovem, incluindo uma escola montada dentro do complexo de filmagens.

Quem faz parte do elenco?

A escolha do elenco foi um dos processos mais extensos da produção. Mais de 30 mil candidatos foram avaliados até a definição do trio principal. Os jovens Dominic McLaughlin, Alastair Stout e Arabella Stanton assumem os papéis de Harry, Ron e Hermione, respectivamente.

A aposta em novos talentos segue a tradição iniciada pelos filmes, permitindo que o público acompanhe o crescimento dos personagens ao longo dos anos. Ao mesmo tempo, a série também reúne nomes experientes em papéis centrais.

John Lithgow interpreta Alvo Dumbledore, enquanto Janet McTeer vive Minerva McGonagall. Já Paapa Essiedu assume o papel de Severus Snape, e Nick Frost dá vida a Hagrid. A combinação entre atores consagrados e novos rostos busca equilibrar renovação e credibilidade dramática.

Polêmicas envolvendo a produtora J. K. Rowling

A série também carrega desafios importantes. O envolvimento de J. K. Rowling como produtora executiva continua gerando debates, refletindo discussões que vão além da obra em si. Ainda assim, a HBO mantém sua posição e reforça a importância da autora no desenvolvimento do projeto.

Criativamente, a produção está nas mãos de Francesca Gardiner, responsável pelo roteiro e pela condução da série, enquanto Mark Mylod dirige episódios importantes. Ambos trazem experiência em produções de alto nível, o que aumenta a expectativa em relação à qualidade final.

Outro ponto relevante é a mudança na estratégia de lançamento. Inicialmente pensada para o streaming, a série passou a ser vinculada diretamente à HBO, reforçando seu posicionamento como um grande evento televisivo.

Quando estreia?

A estreia da série de “Harry Potter” está prevista para o primeiro semestre de 2027, com uma primeira temporada composta por oito episódios. Até lá, a expectativa é que novos materiais sejam divulgados gradualmente, ampliando o contato do público com essa nova versão do universo mágico.

Saiba quanto tempo dura “Maldição da Múmia” e por que o filme já chega cercado de polêmicas

Antes mesmo de chegar aos cinemas, “Maldição da Múmia” já conseguiu algo que muitos filmes passam meses tentando conquistar: a curiosidade do público. O novo terror da Warner Bros. vem sendo comentado não apenas por sua proposta sombria, mas principalmente por um detalhe que foge completamente ao padrão do gênero. Com 2 horas e 17 minutos de duração, segundo confirmação da rede AMC Theatres, o longa se posiciona como uma aposta incomum dentro de um tipo de cinema que, historicamente, prefere narrativas mais curtas e diretas.

Esse tempo de exibição chama atenção por um motivo simples. O terror costuma funcionar melhor quando é intenso, quase sufocante, sem dar muito espaço para o espectador respirar. Filmes mais enxutos tendem a manter a tensão constante, enquanto produções mais longas correm o risco de perder ritmo. Ainda assim, o filme parece seguir na contramão dessa lógica, sugerindo uma história mais densa, que precisa de tempo para se desenvolver e impactar.

A escolha ganha ainda mais peso quando se observa quem está por trás do projeto. A produção reúne duas potências do terror contemporâneo, a Blumhouse Productions, liderada por Jason Blum, e a Atomic Monster, comandada por James Wan. Ambas construíram suas reputações apostando em filmes de orçamento controlado, ideias criativas e narrativas ágeis. Justamente por isso, a duração mais extensa do longa acaba soando como um sinal de que há algo diferente sendo tentado aqui, talvez uma abordagem mais ambiciosa, mais emocional e menos convencional.

Mas não é apenas o tempo de tela que tem alimentado as conversas em torno do filme. Nos bastidores, o longa-metragem teria enfrentado um caminho turbulento até chegar à sua versão final. Relatos que circulam na indústria indicam que as primeiras exibições-teste não tiveram uma recepção positiva. Há até histórias de que o próprio James Wan não teria conseguido assistir ao filme completo em uma dessas versões iniciais. Embora nada disso tenha sido confirmado oficialmente, o tipo de rumor é suficiente para aumentar ainda mais o interesse em torno da produção.

Em Hollywood, esse tipo de situação geralmente leva a mudanças profundas. Refilmagens, cortes e ajustes no roteiro são comuns quando um estúdio percebe que algo não está funcionando. No caso de “Maldição da Múmia”, porém, tudo indica que a Warner Bros. optou por não intervir de forma radical. Chegou-se a cogitar, nos bastidores, a possibilidade de alterar o título do filme e retirar a palavra “Múmia”, talvez como uma tentativa de reposicionar o projeto e evitar associações com outras produções do subgênero. A ideia, no entanto, não foi adiante.

Essa decisão sugere que, apesar das incertezas, houve uma escolha consciente de preservar a identidade do longa. Em vez de reformular completamente a obra, o estúdio parece ter confiado na visão de seus criadores. E isso pode ser um diferencial importante, especialmente em um mercado onde muitos filmes acabam perdendo personalidade ao longo do processo de produção.

A condução da história está nas mãos de Lee Cronin, que também assina o roteiro. O cineasta ganhou reconhecimento ao dirigir “A Morte do Demônio: A Ascensão”, um filme que conseguiu equilibrar violência, tensão psicológica e respeito ao material original. Sua presença em “Maldição da Múmia” indica que o público pode esperar algo mais do que sustos fáceis. Existe a possibilidade de uma narrativa que se constrói aos poucos, explorando o desconforto de maneira mais profunda.

A trama reforça essa impressão. No centro da história está um casal que vive uma perda devastadora ao ver sua filha desaparecer durante uma viagem. O tempo passa, a dor se transforma em ausência permanente, até que o impossível acontece. A menina retorna. O que deveria ser um momento de alívio rapidamente se transforma em inquietação. A criança que volta não parece a mesma. Seus comportamentos são estranhos, suas atitudes causam medo e a sensação de que algo está profundamente errado começa a crescer dentro da própria casa.

Para dar vida a essa história, o filme aposta em um elenco internacional que reforça seu tom dramático. Jack Reynor assume um dos papéis centrais, trazendo na bagagem experiências em produções intensas como “Midsommar”. Ao seu lado está Laia Costa, conhecida por performances emocionalmente carregadas no cinema europeu. O elenco ainda conta com May Calamawy, que ganhou visibilidade com “Cavaleiro da Lua”, além de Natalie Grace e Veronica Falcón, ampliando a diversidade de interpretações e estilos em cena.

A combinação de diferentes origens e experiências pode contribuir para uma narrativa mais rica, especialmente em um filme que parece interessado em explorar emoções complexas. No Brasil, a estreia está marcada para o dia 16 de abril de 2026, com exibições em salas tradicionais e também em IMAX. A escolha por esse formato reforça a aposta na experiência visual e sonora, algo essencial para o gênero.

O Mundo Sem Ninguém volta ao History com nova temporada e uso de IA para recriar o planeta sem humanos

Após mais de uma década longe da programação, a série documental O Mundo Sem Ninguém volta ao History com episódios inéditos e uma proposta visual renovada. A nova temporada estreia nesta sexta-feira (27) e retoma a premissa que consagrou a produção: imaginar como seria o planeta Terra caso a humanidade simplesmente deixasse de existir.

Exibida pela primeira vez em 2009, a atração ganhou destaque ao apresentar uma abordagem baseada em estudos científicos para projetar o destino de cidades, construções e ecossistemas sem intervenção humana. Ao longo de suas temporadas iniciais, a série utilizou depoimentos de especialistas aliados a simulações visuais para ilustrar, de forma progressiva, os efeitos do tempo sobre um mundo abandonado.

Neste retorno, a produção incorpora avanços tecnológicos que prometem elevar o nível das recriações. O uso de inteligência artificial passa a ser um dos principais recursos para a construção dos cenários, permitindo imagens mais detalhadas e dinâmicas. A mudança representa um salto em relação às técnicas utilizadas anteriormente, ampliando as possibilidades de representação visual.

De acordo com o produtor executivo Yoshi Stone, a adoção dessas ferramentas trouxe mais liberdade criativa para a equipe. A tecnologia facilita a criação de ambientes complexos e permite simular transformações em larga escala com maior rapidez e precisão, o que impacta diretamente na qualidade final da narrativa.

Mesmo com a atualização tecnológica, a essência da série permanece centrada na reflexão. Ao explorar um cenário sem presença humana, a produção levanta questões sobre o impacto da civilização no planeta e sobre quais vestígios resistiriam ao passar do tempo. Os episódios seguem uma linha temporal que começa nas primeiras horas após o desaparecimento da humanidade e avança por séculos e milênios.

Entre os aspectos abordados estão o abandono de infraestruturas, a deterioração de grandes obras e o avanço da natureza sobre áreas urbanas. Sem manutenção, edifícios entram em colapso, sistemas deixam de operar e paisagens conhecidas passam por transformações profundas. Ao mesmo tempo, o equilíbrio dos ecossistemas é alterado, afetando diretamente diversas espécies.

O primeiro episódio desta nova fase, intitulado “Mundo aquático”, destaca o papel da água nesse cenário. Sem controle humano, estruturas como barragens e sistemas de contenção deixam de funcionar, provocando inundações e mudanças significativas em regiões inteiras. A narrativa mostra como locais emblemáticos podem ser completamente modificados pela força dos elementos naturais.

Além do impacto visual, a série mantém o compromisso com a fundamentação científica. Especialistas de diferentes áreas contribuem para a construção das hipóteses apresentadas, garantindo maior credibilidade às projeções.

As Ovelhas Detetives | Filme com Hugh Jackman ganha trailer inédito e revela mistério inusitado no campo

A Sony Pictures divulgou na tarde desta terça, 24 de maio, o novo trailer e cartaz oficial de “As Ovelhas Detetives”, longa que mistura comédia e mistério em uma proposta leve e acessível para diferentes públicos. Com estreia prevista para maio nos cinemas, o filme aposta em uma narrativa inusitada ao transformar um rebanho de ovelhas em protagonistas de uma investigação cheia de reviravoltas. Abaixo, confira o vídeo apresentado:

Dirigido por Kyle Balda (“Minions”, “Meu Malvado Favorito 3”), o longa acompanha George, personagem vivido por Hugh Jackman (“Logan”, “O Rei do Show”), um pastor que tem o hábito curioso de ler romances policiais para suas ovelhas todas as noites. Convencido de que os animais não entendem as histórias, ele segue com sua rotina até que um acontecimento misterioso muda completamente a dinâmica da fazenda.

O que parecia ser apenas mais uma noite comum se transforma no ponto de partida para uma investigação improvável. Após o incidente, as ovelhas passam a observar atentamente o comportamento dos humanos ao redor e decidem assumir o papel de detetives, reunindo pistas e levantando suspeitas. A partir daí, o filme constrói um enredo que combina humor, suspense leve e momentos de emoção.

O elenco reúne nomes conhecidos do público. Entre eles está Nicholas Braun (“Succession”, “Zola”), Nicholas Galitzine (“Uma Ideia de Você”, “Vermelho, Branco e Sangue Azul”), Molly Gordon (“The Bear”, “Fora de Série”) e Hong Chau (“A Baleia”, “Watchmen”). Também integram o time Emma Thompson (“Razão e Sensibilidade”, “Nanny McPhee”), Julia Louis-Dreyfus (“Seinfeld”, “Veep”) e Bryan Cranston (“Breaking Bad”, “Malcolm in the Middle”).

Outros nomes reforçam a produção, como Chris O’Dowd (“Missão Madrinha de Casamento”, “The IT Crowd”), Regina Hall (“Todo Mundo em Pânico”, “Girls Trip”), Patrick Stewart (“X-Men”, “Star Trek”), Bella Ramsey (“The Last of Us”, “Game of Thrones”), Brett Goldstein (“Ted Lasso”, “Falando a Real”) e Rhys Darby (“O Que Fazemos nas Sombras”, “Jumanji: Próxima Fase”).

O roteiro é assinado por Craig Mazin (“Chernobyl”, “The Last of Us”), reforçando a expectativa em torno da construção narrativa do filme. A história é baseada no livro Three Bags Full, da escritora Leonie Swann, que conquistou leitores ao redor do mundo ao unir investigação policial com humor e originalidade. A produção reúne grandes estúdios, como a Amazon MGM Studios, a Working Title Films e a Three Strange Angels, consolidando uma parceria internacional entre empresas reconhecidas no mercado audiovisual.

O longa-metragem começou a ser desenvolvido em 2024, quando o projeto foi oficialmente anunciado com Hugh Jackman e Emma Thompson nos papéis principais. Pouco tempo depois, novos nomes foram adicionados ao elenco, ampliando o alcance e o potencial comercial do longa. As filmagens tiveram início ainda no mesmo ano, seguindo um cronograma que agora culmina na estreia prevista para maio.

The Noite com Danilo Gentili desta terça (24) recebe Seu Lupa no “Roda Solta” e destaca Purple Rain no “Show do Burrão”

O talk show The Noite com Danilo Gentili, exibido pelo SBT, apresenta nesta terça-feira (24) mais uma edição do quadro “Roda Solta”, desta vez com a participação do fitoterapeuta Lupercio Piccini. Conhecido nas redes sociais como Seu Lupa, o convidado ganha destaque ao abordar, de forma acessível e bem-humorada, o uso de ervas medicinais e práticas naturais voltadas à saúde.

Com milhões de seguidores nas plataformas digitais, Lupercio se consolidou como uma figura popular ao compartilhar conteúdos que combinam informação e entretenimento. Seus vídeos, frequentemente produzidos ao lado do filho, apresentam dicas práticas sobre o uso de plantas medicinais, sempre com uma linguagem simples e próxima do público, o que contribuiu para ampliar o alcance de seus conteúdos.

Durante a participação no programa, o fitoterapeuta responde às perguntas dos integrantes do quadro, conhecidos pelo tom irreverente, e aproveita o espaço para esclarecer dúvidas comuns sobre o uso de ervas. Entre os pontos abordados, ele chama atenção para o uso inadequado de determinadas substâncias, destacando que nem tudo que é natural deve ser consumido sem orientação.

Ao comentar sobre o fumo, por exemplo, Seu Lupa faz um alerta direto ao público ao afirmar que a planta não deve ser ingerida como remédio. Segundo ele, sua utilização está mais associada a funções específicas, como o combate a fungos e parasitas, reforçando a necessidade de conhecimento antes de qualquer aplicação.

O programa também abre espaço para que o convidado compartilhe saberes populares bastante difundidos no interior do país. Ao falar sobre alternativas naturais para sintomas comuns, como a tosse, Lupercio cita algumas das ervas tradicionalmente utilizadas nessas situações, como guaco, melagrião, assa-peixe e cambará. As recomendações, segundo ele, fazem parte de um conhecimento transmitido entre gerações, especialmente em comunidades onde o acesso a tratamentos convencionais pode ser mais limitado.

Apesar de valorizar a fitoterapia, o especialista reforça a importância da medicina tradicional, especialmente em casos recorrentes ou mais graves. Ao abordar dores de cabeça frequentes, ele destaca que o ideal é buscar avaliação médica para identificar a causa do problema, evitando a automedicação, mesmo quando se trata de produtos naturais.

Além da entrevista, o programa desta terça também traz mais uma edição do “Show do Burrão”, quadro que aposta no humor aliado à música. Nesta ocasião, a atração conta com a presença de Purple Rain, artista conhecido por sua performance inspirada no cantor Prince, prometendo um momento descontraído na programação.

Scooby-Doo | Paul Walter Hauser é confirmado em série live-action da Netflix com proposta mais sombria

A clássica turma de investigadores mais querida da cultura pop está prestes a retornar sob uma nova perspectiva. A Netflix avança no desenvolvimento da primeira série live-action de Scooby-Doo, reforçando o elenco com a chegada de Paul Walter Hauser, nome premiado e cada vez mais presente em produções de destaque. A informação foi divulgada pela Variety e rapidamente movimentou fãs e especialistas do setor audiovisual.

Ainda envolta em mistério, a participação de Hauser não teve detalhes revelados, estratégia que, ao que tudo indica, faz parte do plano da plataforma de construir expectativa em torno da produção. O ator, que ganhou notoriedade ao interpretar Raymond Porter na série Cobra Kai, vive um momento consolidado na carreira. Seu desempenho em Black Bird lhe rendeu reconhecimento internacional, incluindo prêmios importantes como o Emmy e o Globo de Ouro. No cinema, ele também soma participações relevantes em títulos como Richard Jewell e Da 5 Bloods, demonstrando versatilidade em diferentes gêneros.

Hauser se une a um grupo de jovens atores já confirmados, incluindo Maxwell Jenkins, Tanner Hagen, Abby Ryder Fortson e Mckenna Grace. O quarteto será responsável por dar vida a versões reinventadas de personagens clássicos como Salsicha, Daphne, Velma e Fred, ainda que a produção mantenha sigilo sobre a correspondência exata entre atores e papéis.

A proposta da série, segundo informações iniciais, é apresentar uma história de origem com contornos mais densos e contemporâneos. A narrativa se passa durante um verão marcante, quando antigos amigos acabam envolvidos em um caso que mistura desaparecimento, possível assassinato e elementos aparentemente sobrenaturais. O ponto de partida é a descoberta de um filhote de Dogue Alemão abandonado, figura que remete diretamente ao icônico Scooby-Doo. A partir desse encontro, os protagonistas se veem arrastados para uma investigação que desafia não apenas suas habilidades, mas também seus próprios segredos e relações pessoais. A trama promete explorar um tom mais sombrio, sem abandonar completamente o espírito investigativo e o humor característico da franquia.

Criado por Joe Ruby e Ken Spears em 1969, Scooby-Doo se tornou um dos maiores sucessos da animação televisiva. A premissa simples, um grupo de jovens solucionando mistérios envolvendo supostos fenômenos sobrenaturais, conquistou o público ao equilibrar suspense leve, comédia e uma mensagem recorrente de que os verdadeiros vilões são, quase sempre, humanos por trás de disfarces.

Ao longo dos anos, a franquia acumulou mais de 550 episódios distribuídos em dezenas de temporadas, ficando atrás apenas de Os Simpsons entre as produções animadas norte-americanas mais longevas. Além da televisão, Scooby-Doo também expandiu sua presença para o cinema, videogames e produtos licenciados, consolidando-se como uma marca global.

Adaptar Scooby-Doo para o formato live-action não é exatamente inédito, mas o contexto atual torna essa nova tentativa particularmente desafiadora. Em um mercado dominado pelo streaming, o público busca narrativas mais complexas, personagens com maior profundidade emocional e produções com alto valor técnico. A Netflix, por sua vez, tem apostado em releituras de propriedades conhecidas como estratégia para atrair diferentes gerações, equilibrando nostalgia e inovação.

No caso de Scooby-Doo, esse equilíbrio será essencial. A escolha por uma abordagem mais sombria pode representar uma tentativa de dialogar com um público que cresceu com a animação, mas que hoje busca histórias mais maduras. Ao mesmo tempo, a produção precisará preservar elementos icônicos que definem a identidade da franquia, como o trabalho em equipe, o humor leve e o carisma dos personagens.

Apesar do anúncio do elenco e da sinopse inicial, a série ainda não possui data oficial de estreia. Informações sobre a estética, o design do personagem Scooby-Doo e a estrutura dos episódios também permanecem sob sigilo, o que contribui para aumentar ainda mais a curiosidade do público.

The Furious | Novo trailer destaca ação intensa e antecipa estreia de thriller eletrizante

Um novo nome começa a ganhar força entre os fãs de filmes de ação ao redor do mundo. The Furious, produção internacional que mistura artes marciais, drama e suspense, vem chamando atenção desde suas primeiras exibições e promete chegar aos cinemas como uma das experiências mais intensas do gênero em 2026.

Apesar do título que remete diretamente à famosa franquia de carros e velocidade, o longa não possui qualquer relação com esse universo. Aqui, o foco está longe de corridas ou perseguições automobilísticas: a narrativa mergulha em um cenário mais cru e físico, onde o combate corpo a corpo e as emoções extremas conduzem a história.

Dirigido por Kenji Tanigaki, conhecido por sua experiência em coreografias de luta, o filme aposta em sequências realistas e intensas. O resultado é um estilo visual que valoriza o impacto direto dos confrontos, sem depender excessivamente de efeitos digitais, algo que tem conquistado o público que busca autenticidade no cinema de ação.

No centro da trama está Wang Wei, interpretado por Xie Miao, um homem comum que vê sua vida mudar drasticamente após o sequestro da filha por uma organização criminosa. Diante da ausência de respostas e da ineficiência das autoridades, ele decide agir por conta própria, embarcando em uma jornada marcada por dor, determinação e enfrentamentos cada vez mais perigosos.

Ao longo do caminho, Wei cruza com Navin, personagem de Joe Taslim, um jornalista que também carrega uma perda pessoal: o desaparecimento da esposa. Unidos por motivações diferentes, mas igualmente intensas, os dois formam uma parceria improvável em meio a um ambiente dominado pela violência e pela desconfiança. Essa relação se torna um dos pilares emocionais do filme, equilibrando ação com momentos de humanidade.

O elenco reforça essa proposta internacional e diversificada, reunindo nomes conhecidos do cinema de ação asiático, como Jeeja Yanin e Yayan Ruhian, além de Brian Le e Joey Iwanaga. A presença desses artistas contribui para elevar o nível das cenas de luta, que aparecem no trailer como um dos principais atrativos do longa.

Outro fator que impulsionou o interesse pelo filme foi sua recepção inicial. Após ser exibido no Festival Internacional de Cinema de Toronto, The Furious alcançou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, índice que rapidamente chamou a atenção de críticos e espectadores. Embora avaliações iniciais nem sempre garantam sucesso duradouro, elas indicam que o filme conseguiu impactar positivamente suas primeiras audiências.

Com produção liderada pela Edko Films e coprodução da XYZ Films, o projeto foi filmado majoritariamente na Tailândia, explorando cenários urbanos e ambientes que reforçam a atmosfera de perigo constante. O orçamento, estimado em cerca de US$ 20 milhões, foi direcionado principalmente para as sequências de ação e para a construção de um universo visual coerente com a proposta do filme.

Com estreia marcada para 29 de maio de 2026 nos Estados Unidos, o longa chega cercado de expectativa, especialmente entre os fãs de produções que valorizam combates realistas e histórias intensas. No Brasil, a data ainda não foi confirmada.

Sessão da Tarde (24/3) exibe Um Laço de Amor, drama emocionante com Chris Evans e McKenna Grace

Nesta terça, 24 de março de 2026, a TV Globo exibe na Sessão da Tarde a comovente produção Um Laço de Amor. Dirigido por Marc Webb, o longa acompanha a história de Frank Adler (Chris Evans), um homem dedicado que enfrenta a difícil tarefa de criar a sobrinha Mary (McKenna Grace), uma menina de apenas sete anos, mas dotada de inteligência extraordinária.

A trama se desenvolve a partir de uma premissa simples, mas carregada de tensão emocional: após a morte da irmã, Frank torna-se responsável por Mary e busca oferecer à criança uma vida o mais próxima possível da normalidade. Para ele, isso significa permitir que a menina vá à escola como qualquer outra criança, brinque, faça amigos e tenha uma infância equilibrada. No entanto, o talento extraordinário de Mary para a matemática não passa despercebido. Evelyn (Lindsay Duncan), a mãe de Frank e avó de Mary, identifica no prodígio um potencial que, na visão dela, precisa ser explorado ao máximo, mesmo que isso signifique separar a neta do tio e colocá-la sob uma rígida rotina de estudos.

O conflito entre Frank e Evelyn é o coração do filme. De um lado, um tio que valoriza a felicidade, a liberdade e a infância de Mary. Do outro, uma avó determinada a garantir que o talento da criança seja plenamente desenvolvido, mesmo que isso signifique impor sacrifícios e regras severas. É nesse embate que o roteiro de Tom Flynn consegue equilibrar momentos de tensão, emoção e leveza, mostrando que o amor e a proteção podem ter diferentes formas e interpretações dentro de uma família.

O elenco reúne nomes de peso que enriquecem a narrativa. Chris Evans, conhecido por sua atuação como Capitão América nos filmes da Marvel, entrega um Frank sensível e cheio de nuances, que oscila entre paciência, cansaço e carinho genuíno pela sobrinha. McKenna Grace impressiona como Mary, transmitindo a complexidade de uma criança que, apesar da genialidade, deseja ser apenas uma menina comum. Ao lado deles, Octavia Spencer, Jenny Slate e Lindsay Duncan contribuem com interpretações sólidas que reforçam os dilemas familiares e os contrastes de perspectivas sobre educação, talento e afeto.

As filmagens ocorreram em outubro de 2015, em Savannah e Tybee Island, na Geórgia, cenários que conferem ao longa uma atmosfera acolhedora e realista, refletindo tanto a rotina doméstica quanto os espaços externos onde Mary vivencia sua infância. O diretor Marc Webb explora com sensibilidade essas locações, criando uma estética que combina luz natural, cores suaves e enquadramentos que ressaltam a intimidade familiar, ao mesmo tempo em que intensificam os momentos de conflito e tensão emocional.

Na semana de estreia, o filme arrecadou US$ 3,1 milhões, conquistando o 6º lugar nas bilheteiras, e registrou crescimento de 47,5% no segundo fim de semana, alcançando US$ 4,6 milhões. Esses números refletem a capacidade da produção de tocar diferentes públicos, desde famílias que se identificam com os desafios parentais até espectadores interessados em histórias de superdotação e dilemas éticos envolvendo educação e talento.

Além de sua narrativa envolvente, o filme provoca reflexões importantes. A relação entre Frank e Mary mostra que inteligência e talento não devem determinar a felicidade de uma criança; é necessário encontrar equilíbrio entre desenvolvimento intelectual e experiências de vida. Por outro lado, Evelyn representa o conflito de expectativas familiares e a pressão por excelência, algo com que muitas famílias contemporâneas podem se identificar, especialmente no contexto de crianças superdotadas.

O título original do filme, Gifted, enfatiza justamente esse ponto: o dom ou talento especial de Mary é central para a história, mas o longa vai além de sua genialidade. Ele explora a construção de vínculos afetivos, a importância da escolha e do cuidado, e como decisões familiares podem moldar a infância e o futuro de uma criança. A direção de Marc Webb consegue equilibrar drama e leveza, criando momentos de humor, ternura e emoção que tornam a experiência de assistir ao filme completa e envolvente.

Que horas o filme será exibido?

Na TV Globo, Um Laço de Amor será exibido na Sessão da Tarde desta terça, logo após a Edição Especial de Terra Nostra, a partir das 15h25. Para quem prefere assistir online, o filme também está disponível em plataformas de streaming, incluindo o Disney+, onde pode ser acessado mediante assinatura.

“Um Laço de Amor” é baseado em fatos reais?

Embora o longa-metragem apresente uma narrativa envolvente sobre uma criança prodígio e os desafios familiares que isso traz, o filme não é baseado em uma história real. O roteiro, escrito por Tom Flynn, é uma obra de ficção, criada para explorar de forma sensível os dilemas de famílias com crianças superdotadas.

Ainda assim, algumas experiências reais influenciaram partes da construção da história. Segundo a produtora Karen Lunder, pessoas próximas ao roteirista serviram de inspiração para a personagem principal. Entre elas, está a irmã de Flynn, habilidosa em matemática mesmo sem ser superdotada, e a sobrinha do escritor, que inspirou uma cena específica do filme. Esses elementos ajudaram a dar realismo às situações retratadas, conferindo verossimilhança ao cotidiano de uma criança prodígio.

Além disso, a equipe de produção realizou pesquisas aprofundadas para tornar a representação da genialidade mais autêntica. O diretor Marc Webb visitou uma escola para crianças superdotadas, ouvindo histórias de alunos e professores sobre desafios, rotina e aprendizado. A produção também consultou a Mensa, a mais antiga e respeitada sociedade de alto QI do mundo, garantindo que os cálculos exibidos fossem compatíveis com uma criança de sete anos.

Devoradores de Estrelas | Ryan Gosling lidera aventura espacial que já arrecada US$ 141 milhões na estreia

O universo cinematográfico ganhou um novo marco nesta temporada com a estreia de Devoradores de Estrelas, que superou todas as expectativas ao arrecadar impressionantes US$ 141 milhões em bilheteria mundial. Só no Brasil, o filme conquistou cerca de R$ 6,9 milhões em 853 salas de cinema, enquanto nos Estados Unidos faturou US$ 80,6 milhões em seu primeiro fim de semana, consolidando-se como um dos lançamentos mais expressivos do ano.

Produzido e dirigido pela dupla Phil Lord (Homem-Aranha: No Aranhaverso, 21 Jump Street) e Christopher Miller (Homem-Aranha: No Aranhaverso, 21 Jump Street), com roteiro de Drew Goddard (Perdido em Marte, A Cabana), o longa é uma adaptação do romance homônimo de 2021, escrito por Andy Weir. A história acompanha Ryland Grace (Ryan Gosling, La La Land, Blade Runner 2049), um astronauta que acorda sozinho em uma espaçonave interestelar sem memória de si mesmo ou de sua missão. Aos poucos, ele descobre que é o único sobrevivente de uma tripulação enviada ao sistema estelar Tau Ceti para salvar a Terra de uma catástrofe iminente.

A narrativa combina ficção científica e aventura, misturando ciência, ação e emoção, enquanto Grace precisa usar toda sua inteligência e criatividade para enfrentar desafios que vão além da imaginação humana. No meio dessa jornada, ele encontra Rocky, um alienígena que também luta para salvar seu planeta, dando ao filme uma dimensão inesperada de parceria e empatia interplanetária. A atuação de Gosling, aliada à química com o personagem de Rocky, tem sido um dos pontos mais elogiados da produção.

O elenco conta ainda com Sandra Hüller (Toni Erdmann, Os Ausentes) no papel de Eva Stratt, superiora de Grace e chefe do Projeto Hail Mary; Lionel Boyce (The Good Fight) como o policial Steve Hatch; e Milana Vayntrub (Ghostbusters: Mais Além, Life’s Too Short), que traz equilíbrio e leveza à narrativa em meio à tensão da missão espacial. Gosling também assume o papel de produtor, garantindo uma visão coesa da história desde a concepção até a tela.

O desenvolvimento do filme começou cedo: a Metro-Goldwyn-Mayer adquiriu os direitos do romance por US$ 3 milhões em 2020. A filmagem principal ocorreu no Reino Unido entre junho e outubro de 2024, e contou com uma combinação sofisticada de efeitos práticos e visuais, coordenados por empresas de renome como Framestore, Industrial Light & Magic (ILM), Sony Pictures Imageworks e BUF. Phil Lord destacou o trabalho colaborativo entre as equipes de efeitos para dar vida ao personagem Rocky, tornando-o uma presença convincente e emocionalmente envolvente na tela.

A direção de fotografia ficou a cargo de Greig Fraser (Duna, Star Wars: O Despertar da Força), enquanto a edição foi realizada por Chris Dickens (Os Miseráveis, O Grande Hotel Budapeste). A trilha sonora, assinada por Daniel Pemberton (Homem-Aranha: No Aranhaverso, A Lenda de Tarzan), acrescenta emoção e tensão às sequências, proporcionando um equilíbrio perfeito entre ação e momentos introspectivos.

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