Garota Infernal 2 | Roteirista Diablo Cody confirma continuação do cult do terror feminista

O filme Garota Infernal ganhará uma sequência oficial. A roteirista Diablo Cody (Juno, Young Adult) confirmou durante um painel em Los Angeles que está atualmente escrevendo o roteiro da continuação, atendendo a pedidos antigos dos fãs do longa. A notícia foi divulgada pelo site Dread Central e reacende a expectativa por uma das histórias de terror feminino mais icônicas da última década.

Cody já havia manifestado interesse em retomar a história em 2024, quando disse ao site Bloody Disgusting: “Sim, quero fazer uma sequência. Não terminei com Garota Infernal. Só preciso encontrar parceiros que acreditem nisso tanto quanto eu.” A atriz Amanda Seyfried (Mamma Mia!, As Golpistas) reforçou a notícia em entrevista à Variety, afirmando: “Estamos fazendo outro. Não faria sem a Megan Fox.” A diretora Karyn Kusama (Aeon Flux, A Vigilante) também comentou o projeto em entrevista ao Deadline, dizendo: “Sei que Diablo está trabalhando nisso agora e estou muito animada para ver o que vai dar. Sei alguns detalhes, não vou entregar nada, mas parece divertido e louco como o primeiro filme.”

O elenco da sequência deve reunir nomes do filme original, incluindo Megan Fox (Transformers, As Tartarugas Ninja), Amanda Seyfried (Mamma Mia!, As Golpistas), Johnny Simmons (Scott Pilgrim Contra o Mundo, O Primeiro Ano do Resto da Sua Vida), Adam Brody (The O.C., Shazam!) e também contará com Chris Pratt (Guardiões da Galáxia, Jurassic World), Sal Cortez (Nunca Fui Beijada), Ryan Levine (A Barraca do Beijo), Juan Riedinger (Riverdale, The Crossing) e Colin Askey (Projeto X).

O primeiro filme, lançado em 2009, teve orçamento estimado em US$ 16 milhões e arrecadou US$ 31 milhões mundialmente. Na época, recebeu críticas mistas, mas conquistou um público fiel ao longo dos anos e hoje é considerado um filme cult do terror feminista. A obra se destacou por abordar o empoderamento feminino e as complexas relações entre melhores amigas adolescentes, equilibrando horror, humor negro e crítica social.

A trama original acompanha Jennifer Check (Megan Fox), uma líder de torcida popular possuída por um demônio que começa a matar seus colegas do sexo masculino, enquanto sua melhor amiga Needy Lesnicki (Amanda Seyfried) luta para detê-la. Ambientado em Devil’s Kettle, Minnesota, o filme mistura elementos de terror clássico com drama adolescente, seguindo Jennifer enquanto seduz e elimina vítimas, incluindo integrantes da banda Low Shoulder, e mostrando Needy investigando e tentando impedir o ciclo de violência.

Durante a narrativa, Jennifer é oferecida como “sacrifício virgem” à entidade demoníaca pelos membros da banda, mas a experiência a transforma permanentemente em um ser sobrenatural. Needy, por sua vez, descobre os poderes da amiga e enfrenta Jennifer em confrontos violentos, culminando em uma batalha final onde destrói o demônio e adquire alguns de seus próprios poderes sobrenaturais, incluindo força sobre-humana e levitação. A história termina com Needy buscando vingança contra aqueles que sobreviveram ao caos, estabelecendo o tom sombrio e irreverente que tornou o filme original tão memorável.

Além de seu impacto narrativo, o filme se destacou pelas atuações de Megan Fox e Amanda Seyfried, e pela habilidade de Diablo Cody de unir horror, comédia e crítica social. Em entrevistas, Cody explicou que queria explorar a amizade feminina, a traição e o empoderamento em um gênero tradicionalmente dominado por perspectivas masculinas, o que contribuiu para o status cult do longa ao longo dos anos.

A sequência promete expandir o universo de Garota Infernal, trazendo de volta Jennifer e Needy, mantendo o tom sombrio, violento e satírico do original. Embora ainda não haja data oficial de estreia, a presença da roteirista e do elenco principal garante que a continuação respeitará a essência que conquistou fãs e críticos ao longo de mais de uma década.

The Noite com Danilo Gentili (23) presta homenagem a Juca de Oliveira, ícone da dramaturgia brasileira, em episódio especial

O The Noite com Danilo Gentili, desta segunda-feira, 23 de março, prepara um episódio especial em homenagem a Juca de Oliveira, um dos maiores nomes da dramaturgia nacional. Com mais de seis décadas de carreira, Juca se destacou não apenas pelo talento como ator, mas também pela postura engajada e crítica, deixando um legado que atravessa gerações e seguirá inspirando artistas, diretores e espectadores.

A homenagem, que será exibida ainda hoje, celebra não apenas os papéis memoráveis que interpretou, mas também sua dedicação à arte e à cultura brasileira. Reconhecido por sua presença marcante, Juca transmitia ideias, provocava reflexões e reforçava a importância do teatro e da televisão como instrumentos de transformação social.

Em sua trajetória, Juca de Oliveira destacou-se pela versatilidade e pela busca pela verdade artística. Sobre a comédia, sempre ressaltou: “Procuro escrever com absoluta verdade. As comédias têm que ser representadas com absoluta seriedade. O público ri, mas as personagens não”. Essa visão guiou sua carreira e a forma como se dedicava a cada papel, seja nos palcos, na televisão ou no cinema.

Nascido em São Paulo, em 1935, Juca iniciou a carreira nos anos 1950, ao deixar a faculdade de Direito e um emprego em banco para ingressar na Escola de Arte Dramática de São Paulo. Lá, estudou ao lado de nomes como Aracy Balabanian e Glória Menezes, estabelecendo a base de sua formação sólida e profissional.

O início de sua carreira profissional aconteceu no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), com participações em peças como O Semente, O Pagador de Promessas e A Morte do Caixeiro Viajante. Em seguida, atuou no Teatro de Arena, espaço de experimentação cultural que marcou época durante a ditadura militar, trabalhando com Augusto Boal, Flávio Império e Paulo José em obras como Eles Não Usam Black-Tie e O Filho do Cão, de Gianfrancesco Guarnieri.

A militância política, alinhada à esquerda, levou Juca a um exílio temporário na Bolívia. Ao retornar, consolidou sua carreira na televisão, iniciando na TV Tupi com programas de vanguarda e comédia como Essa Noite se Improvisa e Em Moeda Corrente do País, ao lado de Vida Alves.

O grande reconhecimento nacional veio com a novela Nino, o Italianinho (1969), de Geraldo Vietri, abrindo caminho para sua consagração na TV Globo. Entre seus papéis mais emblemáticos, destacam-se João Gibão em Saramandaia (1976), eternizado pela cena do voo sobre Bole Bole; Professor Praxedes em Fera Ferida (1993); Doutor Albieri em O Clone (2001); e Santiago Moreira em Avenida Brasil (2012), vilão complexo que marcou a televisão brasileira.

Juca também brilhou no cinema, sendo premiado por sua atuação em Bufo & Spallanzani (2001) com o Prêmio Guarani e o Kikito de Melhor Ator Coadjuvante, mostrando sua capacidade de transitar entre diferentes linguagens artísticas com naturalidade e profundidade.

Além de atuar, Juca construiu uma carreira sólida como autor e encenador. Suas peças, como Meno Male (1987), Qualquer Gato Vira-Lata Tem Uma Vida Sexual Mais Sadia Que a Nossa (1990), Caixa Dois (1997) e Mãos Limpas (2019), uniam humor, ironia e crítica social. Nas mais de 60 produções em que atuou, Juca frequentemente assumia papéis centrais, conduzindo a narrativa e imprimindo intensidade dramática às histórias.

Sua contribuição à televisão também foi marcante. Em O Clone, interpretou Doutor Albieri, médico envolvido em experimentos de clonagem humana, discutindo questões éticas complexas. Em Avenida Brasil, seu Santiago Moreira enganava e manipulava, criando um vilão inesquecível. Em Flor do Caribe (2013), viveu Samuel Schneider, senhor judeu marcado pelo nazismo, e em O Outro Lado do Paraíso (2017), deu vida ao implacável advogado Natanael, cuja manipulação e chantagem desafiaram os limites da narrativa dramática, consolidando sua reputação como ator de grande força e intensidade.

Ao longo de sua carreira, Juca de Oliveira não apenas interpretou personagens; ele transmitiu coragem, paixão e amor pela cultura brasileira. Seu trabalho contribuiu para fortalecer a dramaturgia nacional, tornando-a referência de qualidade e criatividade, e inspirou novas gerações de artistas a seguir caminhos semelhantes.

Alan Ritchson se envolve em altercação com vizinho após desentendimento envolvendo motocicleta

O ator Alan Ritchson, conhecido por interpretar Rapina/Hank Hall em Titans, Thad Castle em Blue Mountain State e Arthur Curry/Aquaman em Smallville, se tornou assunto nas redes sociais após um vídeo viral que mostra um confronto físico com um vizinho em sua residência. Embora Ritchson ainda não tenha comentado oficialmente o episódio, novas informações surgiram diretamente da outra parte envolvida, oferecendo uma perspectiva inédita sobre o incidente. As informações são do TheWrap.

O vizinho, identificado como Ronnie Taylor, admitiu em entrevista ao TMZ que a confusão começou após dias de frustração com o barulho e a velocidade de uma motocicleta circulando pelo bairro. “Eu ouvia esse barulho constante de motor acelerando e alguém passando em alta velocidade pelo bairro”, relatou Taylor. “No sábado, vi o cara de longe e pedi para ele diminuir a velocidade, mas não houve resposta.”

Segundo Taylor, o desentendimento se intensificou no domingo, enquanto ele limpava sua bicicleta. Ao perceber que Ritchson passava repetidamente com a moto, abordou-o diretamente: “Fui até a frente e disse: ‘Você precisa parar, alguém vai se machucar’.” O vizinho confirmou que empurrou o ator duas vezes em reação à aproximação da moto, momento que, segundo ele, desencadeou a agressão de Ritchson.

O episódio viralizou rapidamente, dividindo opiniões entre fãs e internautas. Enquanto alguns criticaram o comportamento do ator, outros destacaram que desentendimentos de vizinhança podem ocorrer por acúmulo de frustrações cotidianas, como barulho e risco de acidentes.

Alan é mais do que um astro de ação. Nascido em Grand Forks, Dakota do Norte, filho de Vickie, professora, e David Ritchson, veterano da Força Aérea, ele cresceu em uma família com três filhos e raízes tchecas, inglesas, alemãs e holandesas. Mudou-se para Niceville, Flórida, ainda criança, onde cursou a Niceville High School, formando-se em 2001. Durante a adolescência, chegou a receber uma bolsa de estudos para cantar em qualquer lugar do país, mas decidiu seguir carreira artística mais ampla.

Ao longo de mais de duas décadas de carreira, Ritchson transitou entre televisão, cinema, música e atuação de captura de movimento. Além de seus papéis mais conhecidos, ele foi responsável pela voz e captura de Raphael em Teenage Mutant Ninja Turtles e Teenage Mutant Ninja Turtles: Out of the Shadows, consolidando-se como ator versátil. No cinema, participou de The Hunger Games: Catching Fire, e no streaming teve destaque em séries como Blue Mountain State: The Rise of Thadland e Blood Drive.

Especialistas em comportamento e conflitos de vizinhança apontam que episódios como este refletem tensões acumuladas que, muitas vezes, podem ser desencadeadas por situações banais do dia a dia, como barulho ou disputas territoriais. “Mesmo pessoas públicas não estão imunes a situações comuns de vizinhança”, comenta um consultor de mediação. “A diferença é que qualquer incidente se torna público e viraliza em segundos.”

O vídeo que viralizou mostra o lado mais humano de uma celebridade acostumada a interpretar heróis e anti-heróis. Ritchson, cujo público o associa a personagens fortes e invencíveis, se viu envolvido em um episódio que mistura tensão, frustração e reações instintivas — elementos comuns no cotidiano de qualquer bairro, mas amplificados pela fama.

MCU quase perdeu seus anti-heróis! Wyatt Russell revela que Thunderbolts quase matou toda a equipe

Durante o painel da MEGACON Orlando, o ator Wyatt Russell trouxe à tona detalhes surpreendentes sobre o processo criativo de Thunderbolts, o trigésimo sexto filme do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). Segundo o ator, os planos iniciais do longa eram significativamente mais sombrios do que a versão que chegou aos cinemas: toda a equipe de anti-heróis, que mais tarde se tornaria conhecida como os Novos Vingadores, estava destinada a morrer durante o filme.

Embora a fala completa de Russell ainda não tenha sido divulgada, fontes e especulações indicam que a equipe teria sido derrotada pelo super-humano Sentinela, sendo eliminada pelo sistema de destruição mostrado na produção. A versão final do filme, lançada em 2 de maio de 2025 nos Estados Unidos e em 22 de abril no Reino Unido, alterou radicalmente essa abordagem, transformando os personagens em heróis relutantes que precisam confrontar seus passados e unir forças para salvar a cidade de Nova York de um desastre catastrófico.

O filme é dirigido por Jake Schreier (Cidades de Papel, Robot & Frank), com roteiro de Eric Pearson (Thor: Ragnarok, Viúva Negra) e Joanna Calo (Beef, da Netflix), e conta com um elenco estrelado que inclui Florence Pugh (Midsommar, Viúva Negra), Sebastian Stan (Capitão América: Guerra Civil, The Falcon and the Winter Soldier), Wyatt Russell (Esquadrão 6, Star Wars: Visions), Olga Kurylenko (007 – Quantum of Solace, The Death of Stalin), Lewis Pullman (Top Gun: Maverick, Bad Education), Geraldine Viswanathan (Não Estou Bem com Isso, The Great), Chris Bauer (The Wire, True Blood), Wendell Pierce (The Wire, Suits), David Harbour (Stranger Things, Hellboy), Hannah John-Kamen (Ant-Man and the Wasp, Ready Player One) e Julia Louis-Dreyfus (Seinfeld, Veep).

A produção foi filmada entre fevereiro e junho de 2024 nos Trilith Studios e Atlanta Metro Studios, com locações adicionais em Utah e Kuala Lumpur. O projeto enfrentou atrasos devido às disputas trabalhistas de Hollywood em 2023, o que levou a reescritas de roteiro e mudanças no elenco.

O enredo do filme acompanha um grupo de anti-heróis enviados por Valentina Allegra de Fontaine, diretora da CIA, para lidar com os experimentos ultrassecretos do projeto “Sentinela”, desenvolvido pelo Grupo O.X.E. Entre os enviados estão Yelena Belova, John Walker, Ava Starr e Antonia Dreykov, que descobrem rapidamente que foram posicionados para serem eliminados junto com qualquer evidência de irregularidades do projeto. A situação obriga a equipe a se unir, mesmo desconfiando uns dos outros, e a lidar com memórias traumáticas que emergem quando entram em contato físico com Bob, um homem amnésico que foi alvo do programa de super-humanos.

A narrativa constrói uma tensão crescente em torno de Bob, que se transforma no super-humano Sentinela. Inicialmente, ele é usado como arma contra a própria equipe, derrotando-os e impondo um poder quase divino sobre os heróis. O desenvolvimento da história expõe conflitos internos, dilemas éticos e passados traumáticos de cada personagem, incluindo Yelena, que confronta lembranças dolorosas de seu tempo como Viúva Negra. A união da equipe é, portanto, essencial para que Bob recupere o controle sobre seu alter ego destrutivo, o Vácuo, que ameaça aprisionar cidadãos de Nova York em dimensões de bolso moldadas por suas memórias mais sombrias.

Apesar da narrativa inovadora e da construção de personagens complexos, Thunderbolts teve desempenho abaixo do esperado nas bilheterias, arrecadando US$ 382,4 milhões contra um orçamento de US$ 180 milhões. Analistas destacam que a combinação de enredo denso, múltiplos protagonistas e a saturação de lançamentos do MCU pode ter impactado a performance comercial do filme.

O filme também se destacou pelo marketing criativo e pela simbologia do título: o asterisco em Thunderbolts faz referência à revelação final de que a equipe adota o nome Novos Vingadores, oficializando a transição do grupo dentro do universo Marvel. Cenas pós-créditos abrem caminhos para novos conflitos, incluindo tensões com a equipe liderada por Sam Wilson e a chegada de uma nave extradimensional com referência aos 4 Fantásticos, indicando possíveis desdobramentos na Fase Seis do MCU.

A revelação de Wyatt Russell lança luz sobre decisões criativas que poderiam ter transformado o filme em uma obra ainda mais sombria, com consequências drásticas para os personagens e para o tom do universo cinematográfico. O MCU quase apresentou um desfecho trágico, mas optou por uma narrativa de redenção, união e superação, preservando os personagens para futuras aventuras.

Fim da missão! Paramount+ encerra Star Trek: Academia da Frota Estelar após duas temporadas

A Paramount+ anunciou o cancelamento de Star Trek: Academia da Frota Estelar, encerrando a produção da série após duas temporadas. A decisão marca uma pausa na produção de conteúdo televisivo ambientado no universo expandido da franquia, que havia sido revitalizada nos últimos anos sob a supervisão do produtor executivo Alex Kurtzman.

A série, criada por Gaia Violo, estreou em 15 de janeiro de 2026, ambientada no século 32, no futuro distante introduzido por Star Trek: Discovery. O enredo acompanha a primeira nova turma de cadetes da Frota Estelar em mais de um século, explorando o treinamento de jovens oficiais a bordo da USS Athena e no campus da Academia da Frota Estelar em São Francisco. Entre aventuras, provas de habilidade e dilemas éticos, a narrativa buscava renovar a tradição de Star Trek ao combinar inovação com valores clássicos da franquia.

Em nota, a Paramount+ ressaltou o impacto da produção: “Estamos incrivelmente orgulhosos da ambição, paixão e criatividade que foram colocadas em Star Trek: Academia da Frota Estelar. A série introduziu personagens ousados, trouxe rostos familiares e expandiu o universo Star Trek de maneiras novas e empolgantes. Esperamos compartilhar a segunda e última temporada com todos.”

Os showrunners e produtores executivos Alex Kurtzman, Noga Landau e Gaia Violo publicaram uma carta aberta aos fãs: “É nosso privilégio levar adiante a visão de Gene Roddenberry com Academia da Frota Estelar, graças aos talentos incansáveis de centenas de profissionais que colocam dedicação e imaginação em cada detalhe. Estamos finalizando a pós-produção da segunda e última temporada.”

O cancelamento interrompe temporariamente o fluxo de novas séries Star Trek na Paramount+, embora Strange New Worlds já tenha duas temporadas filmadas aguardando exibição. Kurtzman, que comanda a expansão da franquia desde 2018, tem contrato com a Paramount+ até o final de 2026, e negociações estão em andamento sobre seu futuro na supervisão da franquia.

A produção da primeira temporada, realizada entre agosto de 2024 e fevereiro de 2025 nos Pinewood Toronto Studios, no Canadá, reuniu um elenco que combinava jovens talentos e veteranos: Sandro Rosta, Karim Diané, Kerrice Brooks, George Hawkins e Bella Shepard dividiram cenas com Holly Hunter, Robert Picardo e Tig Notaro. O cenário principal, o átrio da academia, é o maior já construído para uma série Star Trek, incluindo anfiteatro, salas de aula, passarelas e uma vista panorâmica da Ponte Golden Gate.

O desenvolvimento da série remonta a anos antes de sua encomenda oficial em 2023, como parte do plano de Kurtzman de expandir a franquia além de Discovery. Projetos anteriores exploraram diferentes enfoques, desde séries voltadas ao público jovem até minisséries sobre a Seção 31. A Academia da Frota Estelar surgiu como uma oportunidade de apresentar novos personagens e histórias dentro de um futuro mais distante, explorando a formação de oficiais e os desafios éticos do universo Star Trek.

“Arco” chega à MUBI e convida o público a explorar um futuro imaginativo e inspirador

O universo da animação contemporânea ganha, em 10 de abril, um novo capítulo no streaming com “ARCO”, filme de Ugo Bienvenu (L’entretien), que estreia na plataforma MUBI em versão original, dublada em português. O longa, que já conquistou plateias nas salas de cinema brasileiras, oferece um mergulho visual e emocional em um futuro imaginado não como distopia, mas como possibilidade de harmonia entre humanidade e natureza.

Produzido por Natalie Portman (Cisne Negro), Felix de Givry, Sophie Mas e o próprio Bienvenu, o longa-metragem foi apresentado pela primeira vez na Seleção Oficial de Exibições Especiais do 78º Festival de Cannes. O filme acumula prêmios e reconhecimento internacional: conquistou o Cristal de Melhor Filme e o SACEM de Melhor Trilha Sonora Original no 64º Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy, além de receber indicações ao Globo de Ouro 2026, Oscar® 2026 e BAFTA 2026 na categoria de melhor filme infantil e familiar.

A história acompanha Arco Dorell, um menino de dez anos que vive em 2932, em um mundo suspenso nas nuvens, onde a humanidade domina a viagem no tempo. Enquanto adultos e sua irmã mais velha exploram os céus, Arco, proibido de voar por ser criança, observa com inveja e desejo de liberdade. Movido pela curiosidade e impaciência, ele decide escapar sozinho, apenas para se encontrar no ano de 2075, em um mundo marcado por incêndios florestais, tempestades violentas e robôs que assumem funções essenciais da sociedade.

É nesse cenário que surge Iris, também de dez anos, que testemunha Arco caindo do céu e, com a ajuda do robô cuidador Mikki, inicia uma jornada que combina perigo, amizade e descobertas inesperadas. O filme acompanha a aventura dos dois enquanto tentam devolver Arco ao seu tempo, enfrentando barreiras físicas e emocionais, desde incêndios devastadores até encontros com outros jovens curiosos que se tornam aliados improváveis.

O diferencial de ARCO está na abordagem poética e otimista da ficção científica. Ao invés de imaginar o futuro como apocalíptico, Bienvenu constrói um mundo em que a tecnologia é uma extensão da imaginação humana, e a exploração científica convive com responsabilidade ambiental. As cores vibrantes dos trajes de viagem no tempo, que deixam rastros de arco-íris no céu, e o design inteiramente em 2D, reforçam a sensação de encantamento e aventura, lembrando que a animação pode ser uma forma profunda de reflexão sobre sociedade e futuro.

A narrativa é ainda enriquecida pelo elenco: na versão original, Alma Jodorowsky (Rainhas do Drama), Swann Arlaud (Anatomia de uma Queda), Louis Garrel (Os Sonhadores) e o rapper Oxmo Puccino dão vida aos personagens. No Brasil, a dublagem conta com talentos como Enrico Espada (Captain Tsubasa), Bianca Alencar (Turma da Mônica Jovem) e Rodrigo Araújo (One Piece), garantindo que a emoção e a personalidade de cada personagem sejam preservadas.

O Drama | Robert Pattinson e Zendaya estrelam comédia romântica que promete recorde de bilheteria para a A24

Robert Pattinson (The Batman, Crepúsculo, O Farol) e Zendaya (Duna, Euphoria, Homem-Aranha: Sem Volta para Casa) estrelam O Drama, a nova comédia romântica de humor negro da A24 que já surge como uma das estreias mais aguardadas do ano. Segundo estimativas, o longa pode arrecadar entre US$ 13 e 18 milhões em sua estreia nos Estados Unidos, podendo superar Marty Supreme como a maior abertura da história do estúdio.

Escrito e dirigido por Kristoffer Borgli, o filme acompanha Emma (Zendaya) e Charlie (Pattinson), um jovem casal prestes a se casar, cujas vidas são abaladas por segredos perturbadores que ameaçam destruir a confiança construída entre eles. O enredo transforma a tradicional comédia romântica em uma narrativa cheia de tensão, reviravoltas e humor ácido, refletindo sobre o que realmente conhecemos sobre aqueles que amamos.

Fontes próximas à produção destacam que a pré-venda de ingressos teve um início explosivo, impulsionada pelas primeiras críticas que exaltam a química entre Pattinson e Zendaya. Os analistas elogiam especialmente a performance de Pattinson, conhecido por papéis dramáticos e sombrios, que entrega um timing cômico surpreendente, mostrando outra faceta de sua versatilidade como ator.

Além de Pattinson e Zendaya, o elenco conta com Mamoudou Athie (Não Olhe Para Cima, Passing) e Alana Haim (Licorice Pizza), que completam o time de protagonistas. A produção é assinada por Ari Aster (Midsommar, Hereditário), Lars Knudsen (Midsommar, O Farol) e Tyler Campellone, em parceria com a Square Peg, e traz a A24 como co-produtora. A direção de Borgli é apontada como um diferencial, equilibrando com maestria momentos de humor ácido e tensão emocional, proporcionando profundidade aos personagens.

As filmagens ocorreram entre 21 de outubro e 12 de dezembro de 2024, com locações no Reino Unido e em Boston, Massachusetts. A escolha dos cenários contribui para a estética sofisticada do filme, combinando ambientes intimistas e urbanos que refletem a complexidade emocional do casal e a pressão dos dias que antecedem o casamento. Cada detalhe, desde iluminação até design de produção, foi cuidadosamente planejado para transmitir a tensão e a vulnerabilidade dos personagens.

Na trama, a narrativa se concentra nos últimos dias antes da cerimônia, quando revelações inesperadas sobre um dos protagonistas colocam todo o relacionamento à prova. Emma e Charlie são obrigados a confrontar aspectos de suas personalidades, questionar suas escolhas e refletir sobre o que significa realmente confiar no outro. O filme oferece uma visão moderna do romance, mostrando que o amor nem sempre é linear e que os segredos podem transformar relacionamentos aparentemente sólidos em territórios incertos.

O humor do filme, embora ácido e por vezes desconfortável, funciona como contraponto à intensidade emocional da história. Pattinson equilibra o drama com momentos cômicos sutis, enquanto Zendaya entrega uma interpretação sensível e forte, tornando sua personagem tanto vulnerável quanto determinada. A interação entre os dois é o coração da produção e um dos pontos mais elogiados pelos críticos que assistiram às sessões prévias.

O filme também reflete a capacidade da A24 de produzir narrativas ousadas e contemporâneas, que dialogam com o público sem abrir mão de qualidade artística. Reconhecida por trabalhos como Midsommar, Hereditário e Licorice Pizza, a produtora combina talento, originalidade e estética refinada, consolidando sua reputação como um estúdio que aposta em histórias inteligentes e cativantes.

A obra americana surge como um dos filmes mais promissores de 2026, equilibrando humor e romance em uma narrativa contemporânea e envolvente. Com química inegável entre os protagonistas, roteiro afiado e direção competente, o longa promete não apenas entreter, mas também provocar reflexão sobre os limites do amor, da confiança e do conhecimento que temos de quem está ao nosso lado.

Justin Hartley quer retornar como Arqueiro Verde: “Seria uma história totalmente diferente”

Foto: Reprodução/ Internet

Justin Hartley, conhecido por papéis icônicos como Kevin Pearson em This Is Us e Oliver Queen/Arqueiro Verde em Smallville, revelou em entrevista ao The Jennifer Hudson Show que gostaria de revisitar o universo dos super-heróis. O ator, que deu vida ao jovem Oliver Queen no início dos anos 2000, afirmou que uma nova abordagem do personagem permitiria explorar facetas inéditas do vigilante de Star City. As informações são do site OVicio.

“Eu adoraria interpretar um super-herói de novo. Agora que estou mais velho, com mais experiências de vida, eu abordaria isso de forma diferente. Seria uma história totalmente nova”, disse Hartley. Ele destacou que o retorno permitiria mostrar Oliver em um momento da vida mais maduro, com novos desafios e dilemas, sem perder a essência heroica que marcou sua trajetória.

O Arqueiro Verde, personagem criado em 1941 para os quadrinhos da DC, começou inspirado em Robin Hood, como um bilionário que usava flechas especiais para combater o crime em Star City, contando com a ajuda do jovem assistente Ricardito (Speedy). Nos anos 60, após perder sua fortuna, o personagem ganhou um tom mais urbano e socialmente engajado, lutando pelos menos favorecidos e abandonando parte de suas flechas especiais.

A trajetória do herói continuou a se aprofundar nos anos 70, quando formou parceria com o Lanterna Verde Hal Jordan e abordou temas mais complexos, incluindo a dependência química de Ricardito e conflitos sociais, consolidando Oliver como um herói com consciência social. Sua relação com Dinah Lance, a Canário Negro, também se tornou central, reforçando seu papel como defensor da justiça e aliado da Liga da Justiça.

Nos anos 80, sob a direção criativa de Mike Grell, Arqueiro Verde mudou-se para Seattle, adotou um tom mais sombrio e urbano, e manteve sua luta pelas causas sociais. Participações em minisséries como Elseworlds: O Cavaleiro das Trevas e sagas como “O Espírito da Flecha” mostraram o herói enfrentando desafios extremos, incluindo a perda de um braço, consolidando sua complexidade emocional e física dentro do Universo DC.

Hartley, nascido em Knoxville e formado em História e Teatro pela Southern Illinois University Carbondale e University of Illinois em Chicago, afirmou que sua própria maturidade pessoal poderia acrescentar novas camadas à interpretação de Oliver. “Você encontraria ele em outro lugar da vida dele. Ele passou por experiências que não mostramos antes, e isso poderia tornar a história mais interessante”, explicou.

O ator também reflete sobre como experiências de vida e relacionamentos contribuíram para sua evolução como artista. Hartley foi casado com Lindsay Korman e Chrishell Stause, e atualmente é casado com Sofia Pernas. Ele acredita que essas vivências ajudariam a trazer autenticidade e profundidade à personalidade do herói, que sempre equilibrou vida pessoal e dever como vigilante.

A possibilidade de Hartley retornar ao papel ocorre em um momento de grande interesse por adaptações mais maduras de personagens clássicos da DC. Analistas e fãs especulam que sua volta poderia explorar temas inéditos do herói, incluindo dilemas éticos, conflitos pessoais e o impacto de sua ação como vigilante urbano. Uma nova abordagem poderia conectar a nostalgia de Smallville com uma narrativa contemporânea, ampliando o alcance do personagem para novas gerações.

Vazamento de classificação indicativa sugere segredo de Rosalina em Super Mario Galaxy: O Filme

Um possível segredo da franquia Mario pode ter sido revelado antes mesmo da estreia do novo longa animado. Documentos da classificação indicativa de Super Mario Galaxy: O Filme, previsto para abril de 2026, indicam que a animação poderá finalmente explorar a origem de Rosalina, a misteriosa guardiã das estrelas introduzida em Super Mario Galaxy (2007). A revelação seria a mais significativa da narrativa moderna da franquia, conectando diretamente a personagem ao universo expandido de Mario de forma inédita.

Produzido pela Illumination em parceria com a Nintendo e distribuído pela Universal Pictures, o filme é uma sequência direta de Super Mario Bros. O Filme (2023), sucesso de bilheteria internacional. Aaron Horvath e Michael Jelenic retornam à direção, enquanto Matthew Fogel reassume o roteiro. O elenco de dublagem também repete os papéis: Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Jack Black como Bowser, Keegan-Michael Key como Toad e Kevin Michael Richardson como Kamek. Brian Tyler retorna à trilha sonora, mantendo a identidade musical que marcou o primeiro filme.

O desenvolvimento do longa acompanha o crescimento da parceria entre Nintendo e Illumination. Após o sucesso do filme de 2023, o presidente da Nintendo, Shuntaro Furukawa, reforçou o interesse em produzir novas animações baseadas na franquia, garantindo que a continuidade cinematográfica de Mario fosse explorada. Em março de 2024, durante o Mario Day, Chris Meledandri, CEO da Illumination, e Shigeru Miyamoto, criador da franquia, confirmaram oficialmente que a produção estava em andamento, destacando que novos mundos e desafios seriam criados para a aventura de Mario e Luigi.

O filme passou por diferentes registros ao longo de seu desenvolvimento. Em maio de 2025, a Universal listou a sequência sob o título Super Mario World, que foi posteriormente removido. No dia 3 de setembro de 2025, a distribuidora registrou dois domínios ligados a Super Mario Galaxy, indicando que a narrativa se concentraria nos eventos do popular jogo de 2007. Pouco depois, no Nintendo Direct de setembro, a Universal divulgou o primeiro teaser oficial, confirmando o título final: Super Mario Galaxy: O Filme.

A possível revelação sobre Rosalina gera grande expectativa entre os fãs. Nos jogos, ela atua como guardiã das Lumas, protegendo o cosmos e guiando Mario em sua aventura. Se o filme aprofundar sua história de origem, ele não só dará mais camadas à personagem, mas também conectará elementos do jogo à narrativa cinematográfica, criando uma ponte inédita entre os dois universos.

Além do mistério de Rosalina, a produção promete continuar o tom de comédia e aventura que conquistou o público em 2023, oferecendo cenários intergalácticos, novos mundos e desafios inéditos. A equipe de storyboard e design da Illumination já trabalha em cenários inovadores, enquanto o roteiro explora tanto o desenvolvimento dos personagens quanto momentos de ação e humor para todas as idades.

O lançamento está previsto para 3 de abril de 2026 nos Estados Unidos, 1° de abril no Brasil e 24 de abril no Japão. Com a volta do elenco original, a sequência garante fidelidade aos personagens e amplia o legado de Mario nas telonas.

Arnold Schwarzenegger esculpe corpo de bárbaro para Conan 2 e retorna à ação épica

Arnold Schwarzenegger está voltando a vestir a icônica armadura de Conan. Quase quatro décadas depois de se tornar um ícone do cinema de ação, o ator austríaco intensifica sua preparação física para Conan, O Bárbaro 2, sequência que promete não apenas reviver o personagem criado por Robert E. Howard, mas também consolidar mais um marco em sua carreira.

Fontes próximas à produção revelam que Schwarzenegger passa horas diárias na lendária Gold’s Gym de Venice, Califórnia, onde mantém sua rotina de musculação há décadas. “A Gold’s Gym vendeu quase todas as suas unidades em Los Angeles, mas manteve a original em Venice, e é lá que Arnold treina sem parar”, disse uma das fontes. “Ele quer forjar o corpo para assumir o papel novamente, custe o que custar. Fracassar não é uma opção.”

A sequência terá direção e roteiro de Christopher McQuarrie, conhecido por seu trabalho na franquia Missão: Impossível com Tom Cruise. Este será seu primeiro projeto fora da série desde Jack Reacher – O Último Tiro (2012), o que aumenta a expectativa de que o filme trará uma abordagem moderna, cinematograficamente ambiciosa e com visual épico.

O primeiro Conan, O Bárbaro, de 1982, transformou Schwarzenegger em estrela mundial. Dirigido por John Milius e com roteiro coescrito por Oliver Stone, o filme seguia a trajetória do jovem bárbaro em busca de vingança contra Thulsa Doom. O sucesso do longa garantiu a sequência Conan – O Destruidor (1984) e abriu caminho para Schwarzenegger consolidar sua carreira com O Exterminador do Futuro.

Durante o Arnold Sports Festival, evento anual em Ohio dedicado ao fisiculturismo e esportes, Schwarzenegger compartilhou detalhes do enredo do novo filme. “A história mostra Conan décadas depois de assumir o trono. Ele se acomoda e, aos poucos, é expulso do reino. Depois, vem o conflito: ele tenta reconquistar tudo em meio a loucura, violência, magia e criaturas”, contou o ator.

Schwarzenegger também destacou que a tecnologia atual permitirá criar cenas épicas e efeitos visuais muito mais impressionantes do que nos filmes originais. “Hoje os estúdios têm recursos para transformar fantasia em realidade de forma impactante. Isso vai elevar o universo de Conan a outro nível”, afirmou.

Para atingir o físico exigido pelo papel, Schwarzenegger mantém uma rotina intensa que combina musculação pesada, exercícios funcionais e condicionamento físico, técnica que ele mesmo popularizou. Segundo amigos próximos, sua disciplina é quase obsessiva, semelhante à época em que competia em concursos de fisiculturismo, com foco em força, resistência e definição muscular, fundamentais para encarar as cenas de ação do longa.

O retorno do personagem desperta grande expectativa. O público antigo, nostálgico, e as novas gerações de espectadores esperam ver um Conan mais maduro, mas ainda visceral, capaz de enfrentar desafios épicos com intensidade e presença marcante. A parceria entre Schwarzenegger e McQuarrie indica que o filme terá ação, desenvolvimento de personagens e visuais sofisticados, mantendo a essência heroica e brutal do bárbaro.

Analistas da indústria cinematográfica ressaltam que o filme pode redefinir o conceito de épico de fantasia no cinema contemporâneo. Além de reviver um clássico, a produção deve atrair atenção global, unindo fãs históricos e novos públicos em torno de uma narrativa moderna, efeitos visuais de ponta e cenas de ação cuidadosamente coreografadas.

Enquanto o público acompanha ansioso, Schwarzenegger segue firme em sua preparação, lembrando que o retorno de Conan não é apenas um projeto cinematográfico, mas uma reafirmação de sua presença duradoura na cultura pop e na história do cinema de ação. Cada repetição, cada treino e cada desafio físico reforçam seu compromisso com o personagem que o consagrou, quatro décadas atrás.

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